Felipe Adjafre investe no mercado de produtos naturais, proteínas e vitaminas com a inauguração da Vitalize no dia 6 de maio

A diversificação nos negócios tem marcado o lado empreendedor do pianista Felipe Adjafre, que está investindo agora no mercado de produtos naturais, proteínas, vitaminas, acessórios e roupas esportivas. Com um mix de mais de 200 produtos, a Vitalize Suplementos & Produtos Naturais, localizada na Avenida Rogaciano Leite, 2080, no bairro Guararapes, será inaugurada oficialmente no próximo dia seis de maio, com a presença de fornecedores que farão degustações, além de um espaço para massagens e reflexologia. A programação acontecerá das 17 às 20 horas.
Mercado em constante crescimento, que vem atraindo diferentes perfis de consumidores, mas com destaque para o público fitness, apresenta um faturamento em torno de R$ 15 bilhões por ano, bem acima da média do setor de alimentos convencionais, de acordo com dados do Euromonitor. Individualmente, outra pesquisa realizada pela Scanntech, em parceria com a McKinsey, apontou o whey protein como líder de crescimento (124%). Em seguida, aparecem a creatina (89%), cereais proteicos (21%), produtos pré e pós-treino (16%) e leites saborizados com proteína (14%).
A expectativa de Felipe Adjafre, que abraçou a oportunidade da loja que estava sendo vendida e em menos de um mês fechou a negociação e foi para dentro e começou a fazer as compras, é faturar R$ 100 mil por mês. O modelo do negócio, segundo ele, vai de encontro ao seu estilo de vida, de praticar esportes, ter uma alimentação balanceada e se cuidar. “A localização foi fundamental para bater o martelo, pois há várias lojas âncoras, estacionamento coberto e uma infraestrutura que atende às necessidades dos consumidores modernos e que buscam praticidade em um único lugar. Assim é o Pátio Beira Rio”, explica.
Felipe acrescenta que também vem observando o comportamento das pessoas por um equilíbrio alimentar e, assim como nos seus outros negócios (restaurante e wine bar, empresa de pianos e mercadinhos de autoatendimento em condomínios), esse olhar estratégico tem dado resultado. A loja Vitalize já está em funcionamento ao público, de segunda à sexta-feira, das oito às 20 horas; e aos sábados, das oito às 13 horas. Em breve, o espaço deverá contar com atendimento de um nutricionista e a realização de eventos saudáveis. São três colaboradores empregados, sendo um gerente e dois vendedores. 

Serviço:
Inauguração da Vitalize Suplementos & Produtos Naturais
Local: Pátio Beira Rio
Endereço: Rua Rogaciano Leite, 2080, Guararapes
Data: 6/5 (quarta-feira)
Horário: 17 às 20 horas
Instagram: @vitalizefortaleza

Empresa Vitória reforça o incentivo à educação com doação de um kit de leitura e estudos para o pequeno Moisés Aragão

Coordenadora de RH na Empresa Vitória, Jacqueline Mendes, e Rafael Caúla (Marketing) fizeram a entrega do kit para Moisés – na foto com o avô Carlos André

Sete anos e sete letras da palavra Vitória separam a história do pequeno Moisés, que deu uma reviravolta após um vídeo em que ele soletrava o nome da empresa de ônibus viralizar em todo o país no dia 14 abril. A gravação feita pela fisioterapeuta Alline Santiago e postada pela página Fortaleza Ordinária sensibilizou a Empresa Vitória que, por meio do setor de Recursos Humanos, entregou na última sexta-feira (24) um kit de incentivo à leitura e estudos (livros, cadernos, calendários, lápis, borracha, acessórios, mochila e um tablet), bolsa, toalha, miniatura de tambor de óleo, um cartão vale-transporte com um mês de passagem e um convite antecipado para o passeio no Ônibus Iluminado em dezembro. 
Criado pelos avós, os catadores Luciana Aragão e Carlos André Marques Monte, Moisés cursa o segundo ano na Escola Municipal Luiza Távora, em Caucaia. No entanto, ele faz parte dos 34% de brasileiros com idade até sete anos que ainda não estão alfabetizados, segundo o indicador “Criança Alfabetizada 2025”, divulgado em março deste ano. A formação de palavras e leituras de pequenos textos é um desafio que Carlos André tenta fazer Moisés superar sempre que estão juntos. E foi em mais uma saída de rotina de trabalho pelas ruas, no sábado, 11 de abril, que o letreiro na traseira do ônibus da Vitória virou protagonista dessa história e, ao mesmo tempo, chama a atenção para a importância da alfabetização para a sequência de toda a trajetória escolar.
O avô Carlos André (44) parou os estudos na alfabetização e não quer o mesmo destino para o neto, que é o seu xodó. Já a esposa Luciana estudou até a 7ª série e interrompeu por conta da gravidez. Pais de cinco filhos, a mais nova Ana Luíza (15) está no 1º ano do Ensino Médio e pretende continuar estudando. Vitória (18), Luan (19) e Pedro Henrique (21) pararam no Ensino Médio e, hoje, respectivamente, ajuda em casa, trabalha como lavador de carro e é estoquista de supermercado. A mais velha, Ana Maria (23), mãe de Moisés, saiu de casa por ter vergonha da profissão dos pais. E a condição para o pequeno passar as férias de julho com a mãe é, até lá, aprender a ler e escrever. E com tanto incentivo, a exemplo do kit que recebeu da Empresa Vitória, Moisés pode criar o gosto pelos estudos.
Em busca de mais garantias e um salário certo no final do mês, Carlos André, que já trabalhou com carteira assinada e há duas décadas trabalha como catador, vinha distribuindo currículos sem muito sucesso. Mas, a simples e valiosa ação em tentar ajudar na alfabetização do neto, após o vídeo viralizar, também lhe rendeu um emprego novo. Feliz com a oportunidade, ele revelou que não pretende deixar de vez as ruas, pelo menos para receber as doações. Ele já ganhou uma geladeira (apesar de não funcionar 100%, tem ajudado muito) e outros itens domésticos que não tinham mais utilidade para quem doou, mas para a família tem feito toda a diferença. Já nas ruas, até panela de pressão elétrica ele achou e fez um pequeno conserto e funciona muito bem até hoje. 
“Eu sempre vi a Vitória como uma empresa muito boa e passei a admirar ainda mais com esta ação para o meu neto. A Vitória não veio à toa, ela veio para mudar a vida das pessoas. É isso que ela está fazendo para nós”
Carlos André Marques Monte
A família de Carlos André costuma andar de ônibus sempre que precisa ir para o Centro de Caucaia ou para Fortaleza e, na opinião dele, os ônibus são muito confortáveis e chiques. A partir de agora, com o trabalho de carteira assinada que conseguiu em Fortaleza, vai passar a andar de ônibus durante a semana. E o peso que puxava em sua carroça por muitos quilômetros, em torno de 400 quilos, vai ganhar leveza e esperança de dias melhores para conquistar os seus próximos sonhos: terminar de construir a casa no terreno que comprou por R$ 4 mil e um triciclo elétrico para buscar as doações que continuará recebendo aos sábados. A esposa Luciana contou que para o sonho da casa própria juntaram recursos durante seis meses, mas a casa foi erguida com madeira e a estrutura está comprometida devido às chuvas. Hoje, apenas um quarto foi concluído em alvenaria.
De acordo com a coordenadora de Recursos Humanos na Vitória, Jacqueline Mendes, desde julho de 2019 a empresa mantém um espaço de leitura com 140 títulos atualmente, incentivando esse hábito não só para colaborador, pois o empréstimo é extensivo aos familiares. “A maioria dos nossos colaboradores concluiu o Ensino Médio e, ao disponibilizar títulos sobre literatura brasileira, literatura estrangeira, psicologia, filosofia, educação, administração, negócios, liderança, organização, poesia, cordel e muitos outros, procuramos manter essa chama acesa e o gosto pelos estudos”, explica. No caso do pequeno Moisés, ela reforça que esse olhar para o outro faz parte da cultura da empresa e a ação foi planejada com todo o carinho e cuidado para que fique para sempre na memória dele.
Parceiro da Vitória, as lojas Zenir, que também aparece acima do letreiro do vidro traseiro dos ônibus, também participou da ação, doando móveis e um colchão novinho para Moisés. A entrega foi feita no mesmo dia do kit de incentivo à doação, na última sexta-feira (24).

Qual o sentido do trabalho para você?

O mundo do trabalho, hoje, é atravessado por um contexto de instabilidade, aceleração e exigências constantes de adaptação. A ideia de previsibilidade do século passado, de trajetórias lineares e de segurança a longo prazo, vem sendo progressivamente substituída por condições marcadas pela incerteza, pela multiplicidade de funções, pela pressão por desempenho contínuo, precarização pela perda de garantias trabalhistas, ou pela necessidade de tratar a carreira profissional como uma sequência não linear de vários projetos ao longo da vida laboral.
Diante disso, não é incomum que o trabalho deixe de ser apenas um campo de realização e passe também a ser fonte de esgotamento, confusão e desencontro. Muitas pessoas se percebem cansadas, desconectadas do que fazem, ou mesmo sem conseguir reconhecer sentido naquilo que sustentam cotidianamente, mesmo que não seja uma regra.
Neste cenário, mais do que nunca a temática da saúde mental vem ganhando foco social, seja pelos altos índices de adoecimento mental, diagnósticos e afastamentos do trabalho, como também por maior acesso à informação e o interesse pessoal para o autocuidado.
Se por um lado, no que tange ao ambiente, as empresas precisam se preocupar mais, inclusive agora com a obrigatoriedade de inclusão do mapeamento dos riscos psicossociais relacionados ao trabalho e da implementação de ações para mitigar esses riscos, respaldado pela nova NR-1 que entra em vigência no próximo dia 26 de maio; por outro, o indivíduo também precisa construir suas possibilidades de lidar com este campo no qual está inserido, de fazer suas escolhas e buscar transformações.
Por isso, o sujeito não pode ser compreendido de forma isolada, mas em constante relação. Isso significa que o sofrimento no trabalho não pode ser reduzido a uma suposta incapacidade individual de “dar conta”, mas precisa ser entendido na relação entre a pessoa, suas formas de ajustamento e as condições concretas que a atravessam.
Cuidar da própria carreira e de seu futuro pode ser um fator protetivo da saúde mental. Nessa direção, não se refere a atender indiscriminadamente às exigências externas, nem a uma busca incessante por produtividade ou sucesso. Trata-se, antes, de um movimento de aproximação: de reconhecer como se está, o que se sente, o que se sustenta, o que se repete e o que, muitas vezes, já não encontra mais lugar.
Implica desenvolver uma escuta mais sensível sobre si, sobre os próprios limites, desejos e modos de estar no trabalho. Implica também sustentar, quando possível, pequenas escolhas mais ajustadas, não como soluções definitivas, mas como movimentos possíveis dentro de um campo real, por vezes restritivo.
O apoio profissional especializado pode favorecer a ampliação de consciência sobre como cada pessoa se organiza em relação ao trabalho: como se implica, como se protege, como desenvolve estratégias de enfrentamento, como se perde de si ou como tenta se manter. E, a partir daí, abrir espaço para outros modos de relação, mais conscientes, mais sustentáveis, mais próximos daquilo que, de fato, faz sentido e está relacionado ao seu projeto de vida.
Cuidar da carreira, portanto, não é apenas planejar trajetórias. É, sobretudo, cuidar da forma como se vive o trabalho e da relação que se constrói consigo mesmo nesse percurso. 

Renata Arçari
Psicóloga, Administradora e Orientadora de Carreira
CRP 16/12423

Escola Porto Iracema das Artes recebe programação do Projeto YUGO

O projeto YUGO, concebido e interpretado pela artista colombiana radicada em Fortaleza, Daniela Yara Cantillo Castrillón, segue com sua circulação por espaços culturais de Fortaleza. O projeto chega à Escola Porto Iracema das Artes, 6 a 8 de maio

A programação acontece no dia 06 de maio, às 14h, com oficina de danças afro-colombianas da região do Caribe; dia 07 de maio, às 14h, oficina de danças afro-colombianas da região do Caribe e , de vivências SAIA — elemento central do figurino e da dramaturgia do solo. No dia 08 de maio, às 18h30, o público confere a apresentação do espetáculo YUGO.

O projeto finalizará temporada de 13 a 15 de maio na Vila das Artes.
Com mais de 13 anos de trajetória, YUGO é um solo de dança marcado pela pesquisa independente e pela relação entre criação artística e prática pedagógica. O projeto propõe uma imersão em danças tradicionais do Caribe colombiano e promove encontros com o público por meio de vivências que estimulam a troca de experiências, memórias e afetos.
Inspirado no monólogo literário “Anália Tu Bari”, do autor colombiano Roberto Burgos, o espetáculo aborda a história de uma mulher africana escravizada no período colonial, trazendo à cena reflexões sobre memória, identidade, resistência e o protagonismo feminino. A obra se constrói como um manifesto corporal que dialoga com questões sociais como racismo e misoginia.
As oficinas têm como foco aproximar o público das expressões culturais afro-colombianas, destacando suas matrizes africanas e indígenas e suas conexões com a cultura brasileira.

A maioria das atividades conta com acessibilidade em Libras.
Sinopse YUGO: Su aparición se asienta en el ejercicio doloroso de recordar, de vivir en un pasado que lo consume y lo obliga a romper toda atadura, todo aquello que lo lleva a ser aún, esclavizada de su propia memoria… Es tiempo de descansar.
Seu surgimento se baseia no doloroso exercício de lembrar, de viver em um passado que a consome e a força a romper todos os laços, tudo o que a mantém escravizada da sua própria memória… É hora de descansar.
FICHA TÉCNICA
Ideia, Concepção e Intérprete-criadora: Daniela Yara Cantillo Castrillon
Dramaturgista : Day Soufer
Produção Geral: Marcelina Acácio
Criação e operação técnica da Iluminação: Ciel Carvalho
Arte-educadora: Daniela Yara Cantillo Castrillon
Produção Audiovisual: Balaio Lab - Letícia Vianna
Identidade Visual: Gabi Motta
Artes Digitais: Thiago Arouche
Trilha Sonora: Rapha Anacé
Intérpretes de Libras: Wiliana Almeida e Izabele Viana
Assessoria e acabamento do figurino: Prava Alencar - TSURU de Day Soufer
Assessoria de Imprensa: Joanice Sampaio
Colab de intervenções poéticas no figurino: Mulheres, comunidades LGBTQIA+, crianças.
Instituições Parceiras: Escola de Formação de Artes Vila das Artes, Escola da Porto Iracema das Artes e o Condomínio Ágata no Bairro Henrique Jorge.

Serviço:
Projeto Yugo com Daniela Yara Cantillo Castrillón
De 06 a 08 de maio
Oficinas e vivências – 14h
Espetáculo Yugo – 18h30
Local: Escola Porto Iracema das Artes
Rua Dragão do Mar, 160 - Praia de Iracema, Fortaleza-CE
Gratuito
Acessibilidade em Libras
Mais informações: @nodo_yara

Shopping Parangaba recebe Parque Recife com atrações para toda a família

O Shopping Parangaba, administrado pela Allos, recebe o Parque Recife, localizado no estacionamento laranja do empreendimento, como opção de lazer para toda a família. A atração funciona diariamente, das 18h às 22h, e segue até o dia 10 de maio, reunindo brinquedos para diferentes faixas etárias e com ingressos de R$ 10 por atração.
O espaço reúne atrações para todas as idades, como roda-gigante panorâmica, barca viking, carrossel, surf, fusquinha, pica-pau, patinhas, cama elástica, auto pista, kid play entre outros oferecendo opções que vão desde brinquedos clássicos até alternativas voltadas ao público infantil.
“Queremos que cada visita ao Parque Recife seja uma verdadeira aventura, onde crianças e adultos possam se divertir juntos, explorar cada atração e levar para casa memórias cheias de alegria e emoção”, afirma Cristina Oliveira, gerente de marketing do Shopping Parangaba.

Serviço – 
Parque Recife | Shopping Parangaba
Período: Até 10 de maio
Local: Estacionamento Laranja
Horário: 18h às 22h
Valor: R$ 10 por brinquedo
Pagamento: Pix, cartão ou dinheiro

Feira da Música 2026 abre inscrições para duas oficinas de formação profissional para artistas e músicos

UBC e Gêorge Lima conduzem encontros sobre direitos autorais e estratégia digital durante o evento, que será realizado de 13 a 16 de maio em Fortaleza. Inscrições abertas a partir de 1º de maio

O conhecimento faz parte da programação da 21ª Feira da Música, que será realizada de 13 a 16 de maio de 2026 em Fortaleza, com o tema O Tempo da Música. A partir de 1º de maio, têm início as inscrições para duas oficinas de formação profissional abertas a artistas, músicos, compositores, intérpretes, produtores e demais profissionais do mercado musical. As vagas são limitadas e os encontros integram o compromisso da Feira com uma cadeia produtiva mais qualificada: além dos palcos, o evento prepara quem faz música para o mercado. As inscrições podem ser feitas aqui.

Da Criação à Distribuição: como seus direitos autorais chegam até você?
Saber criar é o primeiro passo, mas saber proteger o que se cria é o que transforma talento em sustentabilidade. Com essa premissa, a União Brasileira de Compositores (UBC) traz à Feira da Música uma imersão prática sobre o caminho que uma obra percorre desde sua criação até a remuneração dos direitos autorais do seu criador.
Durante dois encontros, os participantes vão explorar o funcionamento dos direitos autorais no Brasil de forma acessível e direta: gestão coletiva, cadastro de obras, processos de arrecadação, distribuição e os principais desafios que os criadores enfrentam no cenário atual. A proposta é desmistificar conceitos muitas vezes distantes da realidade do músico independente e traduzir esse conhecimento em autonomia real para quem vive da música.
A formação ganha urgência diante da transformação acelerada do mercado: com o streaming respondendo por mais de 87% do faturamento fonográfico brasileiro, que alcançou R$ 3,958 bilhões em 2025, segundo a Pro-Música Brasil, entender como os direitos de execução pública funcionam nas plataformas digitais tornou-se uma competência essencial para qualquer artista que queira monetizar sua obra de forma consistente.
A oficina será ministrada por Vanuza Lemos, gerente da Filial Fortaleza da UBC desde outubro de 2025. Com 18 anos de atuação na instituição e trajetória como analista da Filial Recife, ela é especialista em Direitos Autorais de Execução Pública e na administração de repertórios de compositores, intérpretes, editoras e produtores fonográficos. Graduada em Comunicação Social e especialista em Gestão Cultural, Vanuza conecta o rigor técnico dos direitos autorais à linguagem acessível que o mercado criativo precisa ouvir.
Suas Redes a Favor da Sua Arte
Estar nas redes sociais não é o mesmo que fazer as redes trabalharem por você. Essa distinção é o ponto de partida da segunda oficina da programação da Feira da Música 2026, conduzida por Gêorge Lima, músico, empreendedor e estrategista de conteúdo com mais de 20 anos de atuação no universo musical.
A proposta é uma imersão prática e estratégica sobre como artistas e profissionais da música podem usar as redes sociais de forma mais inteligente e coerente com suas carreiras. O encontro aborda posicionamento, produção de conteúdo, presença digital, construção de percepção de valor e relacionamento com o público, ferramentas concretas para quem quer que sua arte chegue mais longe sem abrir mão de quem é.
Fundador da G7 Entretenimento e Música Brasileira, Gêorge Lima reúne em sua trajetória prática artística, visão de mercado e formação voltada ao desenvolvimento de carreiras no ambiente digital. Sua experiência em estratégias de conteúdo, marketing e tráfego para artistas, empresas e iniciativas culturais dá à oficina uma perspectiva que vai além da teoria: é o mercado explicando o mercado.
A Feira da Música é um festival correalizado pela Associação dos Produtores de Cultura do Ceará (Prodisc), com recursos do Ministério da Cultura (MinC), via Política Nacional Aldir Blanc (Lei Federal nº 14.399 de julho de 2022), e pela Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Cultura (Secultfor), via Teatro São José, em parceria com o Instituto Cultural Iracema, via Centro Cultural Belchior. Conta com apoio do Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult Ceará), via Hub Cultural Porto Dragão e Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, e tem parceria com o Instituto Dragão do Mar. Filiado à Abrafin e Aface, também é apoiado por Mídia Ninja, Plataforma SOM, ABMI e ONG Velaumar.

OFICINAS Feira da Música 2026
Oficina: Da Criação à Distribuição: como seus direitos autorais chegam até você?
Datas: 14 e 15 de maio de 2026 (quinta e sexta-feira)
Horário: 10h às 12h
Local: Teatro São José (Rua Rufino de Alencar, 299 – Centro)
Facilitadora: Vanuza Lemos, Gerente da Filial UBC Fortaleza
Inscrições: A partir de 1º de maio, neste link

Oficina: Suas Redes a Favor da Sua Arte
Data: 14 de maio de 2026 (quinta-feira)
Horário: 10h às 12h
Local: Teatro São José (Rua Rufino de Alencar, 299 – Centro)
Facilitador: Gêorge Lima, músico, empreendedor e estrategista de conteúdo
Inscrições: A partir de 1º de maio, neste link

SERVIÇO
21ª Feira da Música – O Tempo da Música
Data: 13 a 16 de maio de 2026 | Fortaleza – CE
Locais: Dragão do Mar, Teatro São José, Centro Cultural Belchior e Comunidade do Poço da Draga
Mais informações: @feiradamusicace

Pintor cearense Arthur Câmara realiza primeira exposição individual no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza

Com abertura no dia 16 de maio, a exposição “Janelas Estranhas” reúne experimentações com pintura digital que dialogam com o espaço urbano e expansões da realidade

Se a pintura pode ser concebida como uma janela aberta através da qual o mundo se deixa ver, o trabalho do pintor cearense Arthur Câmara expande uma noção comum de realidade para um universo de constante instabilidade, com cores vibrantes e traços ruidosos. Em maio, o artista realiza sua primeira exposição individual, “Janelas Estranhas”, com curadoria de Solon Ribeiro e Leonardo Câmara. A abertura acontece no dia 16 de maio de 2026 (sábado), a partir das 17h, no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza. O acesso é gratuito e aberto ao público.
Em “Janelas Estranhas”, o pintor investiga a potencialidade dos traços digitais, em um movimento que bebe de referências clássicas da pintura como o retrato e que, enfim, se desenvolve em imagens que habitam a fronteira: entre o humano e o animal, entre o real e o inventado, entre o pixel e a pincelada. A curadoria é assinada por Solon Ribeiro e Leonardo Câmara.
“Foi com a pintura à óleo que eu comecei meu percurso artístico, mas, mesmo com materiais mais tradicionais, experimentar com o ruído e a abstração sempre foi algo que me atraiu. As experimentações em mídias digitais vieram depois de um período trabalhando em uma agência de publicidade, um processo natural devido à proximidade com o computador. A liberdade da mídia digital me permitiu "viajar" na minha própria mente, devido à facilidade de criação e modificação rápida que o computador e o software oferecem. O diálogo das obras com questões sobre subjetividade, tecnologia e alienação também vem daí: como eu podia me expressar frente à realidade que me era apresentada e o mundo que eu vivia”, conta o artista.
A exposição inicia ainda nas ruas da cidade, com 40 lambe-lambes espalhados pelo centro de Fortaleza que adentram o espaço do BNB Cultural. Na Galeria Experimental, as 19 pinturas digitais impressas contribuem com as discussões sobre o espaço urbano, a arte contemporânea e a subjetividade dos sujeitos que os ocupam. A exposição segue em cartaz até 16 de julho de 2026, aberta para visitação de terça a sábado, das 10h às 19h.
“Os rostos impressos nos lambes dialogam com os transeuntes, podendo ser pensados como máscaras, totens ou retratos fotográficos. Eles não são inertes: carregam tormentos existenciais, causando um certo deslocamento em quem os encara. Esse espelho criado nos acusa e nos leva para uma outra experiência dentro da galeria, onde essas figuras operam no limite entre o humano e o animal, a razão e a alienação, a partir de abstrações e experimentações imagéticas”, comenta o curador Solon Ribeiro.

 
Serviço
Exposição “Janelas Estranhas” de Arthur Câmara
Abertura: 16 de maio de 2026, a partir das 17h
Local: Banco do Nordeste Cultural Fortaleza (R. Conde d'Eu, 560 - Centro)
Entrada com acessibilidade: Rua General Bezerril, 237, Centro
Período de exposição: Até 16 de julho de 2026 (Visitação de terça a sábado, de 10h às 19h)
Gratuito e aberto ao público

DIA DO TRABALHO: Terceirizados da Limpeza Pública se reuniram com o Governo do Ceará cobrando mudança em lei para reajuste salarial real

Cancelar a redução de salário que foi promovida pelo Governo do Estado para terceirizados, acompanhada de redução de jornada de trabalho, e modificar a lei estadual 19.212, para que os terceirizados passem a ter reajuste salarial real, acompanhando o salário mínimo, e não mais limitado ao IPCA, como acontece hoje. 
Com esses objetivos, a diretoria do sindicato Seeaconce, que representa os trabalhadores terceirizados de limpeza pública e de asseio e conservação, entre diversas outras categorias, se reuniu na tarde desta quarta-feira, 29/4, no Palácio da Abolição, com Miguel Braz, secretário de Articulação Política do Governo do Estado, e com Gabriel Rochinha, chefe de gabinete do governador Elmano de Freitas. 
Na véspera o sindicato buscara o apoio de parlamentares na Assembleia Legislativa do Ceará (Alece), com os mesmos objetivos. “Levamos na terça-feira essa reivindicação a cada deputado estadual, e nesta quarta fomos diretamente ao Governo do Estado, em benefício dos terceirizados. É uma luta justa, necessária e que não vamos abandonar”, destacou Josenias Gomes, presidente do sindicato.
"No Palácio da Abolição, discutimos e dialogamos com os representantes diretos do Elmano, pedindo alteração na lei 19.212, para que possibilite que os terceirizados tenham direito a reajuste salarial com ganho real, acompanhando o reajuste do salário mínimo, e não do IPCA, como foi neste ano", ressaltou Josenias, após a reunião.
Maury Maia, também integrante da diretoria do Seeaconce, estima que, como está agora, a lei que impede reajuste salarial real e limita o reajuste ao IPCA esteja prejudicando mais de 60 mil terceirizados, em todo o Ceará. "Vamos seguir tentando ao máximo, reivindicando essa mudança na lei estadual, até conseguirmos", enfatizou Maury, agradecendo pela presença do deputado estadual Alisson Aguiar, apoiando os terceirizados em ambas as reivindicações ao Governo do Estado.
"Ficou acertado que será levada ao governo essa possibilidade, para encontrar uma solução, com resposta no máximo dentro de 15 dias. E acabar com a redução de jornada de 44 horas para 40 semanais, com redução de salário, como foi feito pelo Governo do Estado.
"Precisamos reverter isso e garantir o salário integral dos trabalhadores, sem redução", complementou Josenias Gomes, que foi acompanhado, na reunião no Abolição, por vários outros diretores e diretoras do sindicato Seeaconce.

"O Diabo Veste Prada" retorna mais ácido e político na parte 2

Sequência mergulha na crise da mídia, expande conflitos de poder e transforma moda em campo de batalha contemporâneo

O retorno de O Diabo Veste Prada 2 não é apenas uma operação de nostalgia — é um movimento calculado da indústria para reposicionar uma narrativa icônica dentro de um mundo profundamente transformado. Longe de repetir a leveza irônica do original, a continuação dirigida por David Frankel assume um tom mais político, refletindo o colapso do jornalismo impresso, a hegemonia das redes sociais e a reconfiguração brutal da indústria da moda.

Nos bastidores, a produção foi marcada por um nível de controle criativo incomum para sequências comerciais. A roteirista Aline Brosh McKenna desenvolveu diversas versões do roteiro ao longo de dois anos, testando diferentes destinos para Andy Sachs — incluindo uma versão em que a personagem jamais retorna ao universo da moda. A decisão final, segundo fontes da produção, foi apostar no confronto direto entre passado e presente, colocando Andy frente a frente com um sistema que ela ajudou a construir.
As filmagens aconteceram entre Nova York e Milão, com locações reais em desfiles e sedes de grandes marcas. A equipe de figurino trabalhou com mais de 300 looks inéditos, muitos deles desenvolvidos em parceria com estilistas contemporâneos — um esforço para atualizar a estética do filme sem depender apenas da nostalgia.
Um dos pontos mais comentados envolve a relação entre Meryl Streep e Anne Hathaway. Embora publicamente respeitosa, fontes apontam divergências criativas sobre o tom da narrativa: Streep defendia uma Miranda ainda mais dura e implacável, enquanto Hathaway buscava humanizar Andy diante de um mercado mais cruel. O resultado final equilibra essas forças, criando uma dinâmica mais tensa e menos conciliadora.
A crítica internacional tem destacado justamente essa mudança de eixo. Publicações como Variety e The Guardian apontam o filme como “menos encantador, porém mais relevante”, enquanto analistas brasileiros ressaltam o retrato ácido da precarização do trabalho criativo. A personagem Miranda Priestly surge menos como vilã e mais como produto de um sistema que se sustenta pela pressão constante.
Outro aspecto central está na trilha sonora, com forte presença de artistas pop contemporâneos, incluindo Lady Gaga, cuja participação reforça a conexão entre moda, música e cultura digital. Nos bastidores, a escolha da trilha foi tratada como estratégia narrativa — não apenas estética.
Financeiramente, o longa já nasce como um fenômeno. Com orçamento estimado em US$ 100 milhões, projeções iniciais apontam para uma estreia global superior a US$ 180 milhões, impulsionada por campanhas massivas e forte presença nas redes sociais.
Mais do que uma continuação, Prada 2 se estabelece como um retrato sofisticado de uma indústria em crise — onde o glamour ainda existe, mas agora convive com insegurança, competição extrema e reinvenção constante.

‘Mortal Kombat 2’ e musicais são destaques de maio nos cinemas; veja as principais estreias do mês

Com títulos como Power Ballad, produções brasileiras e terror em alta, calendário do mês reúne mais de uma dezena de lançamentos estratégicos

O mês de maio de 2026 se estabelece como um dos mais movimentados do circuito exibidor brasileiro, reunindo um volume expressivo de estreias distribuídas de forma estratégica ao longo das semanas. Com o mercado ainda em transformação diante da concorrência do streaming, os grandes estúdios — como Warner Bros. Pictures, Walt Disney Studios Motion Pictures e Universal Pictures — estruturaram um calendário que alterna blockbusters, produções musicais, terror e cinema nacional, garantindo diversidade e fôlego comercial contínuo.
Após a estreia dominante de O Diabo Veste Prada 2 no dia 30 de abril, o mês começa efetivamente com a quinta-feira de 7 de maio de 2026, quando uma verdadeira leva de títulos chega às salas. Entre eles, Mortal Kombat 2, dirigido por Simon McQuoid, amplia o universo da franquia baseada nos games e traz Karl Urban como um dos nomes de peso do elenco. Na mesma data, o circuito recebe Billie Eilish: Hit Me Soft and Hard – The Tour in 3D, protagonizado pela cantora Billie Eilish, em uma aposta clara na experiência imersiva como forma de atrair o público jovem.
Ainda no dia 7, a diversidade se amplia com a chegada da animação As Ovelhas Detetives, voltada ao público infantil, e do terror Pinóquio – Maldição de Madeira, que segue a tendência de releituras sombrias de clássicos. O cinema brasileiro também marca presença com O Gênio do Crime, adaptação de obra literária juvenil, e com a comédia Cansei de Ser Nerd, que dialoga com a cultura pop contemporânea. Completando essa primeira grande leva aparecem títulos como Hokum e Sexo e Destino, produções de menor orçamento que buscam nichos específicos dentro do circuito.
A semana seguinte, em 14 de maio de 2026, mantém o ritmo com lançamentos voltados a públicos segmentados. O destaque nacional fica por conta de Eu Não Te Ouço, que aposta em narrativa intimista e relações humanas, enquanto produções independentes internacionais passam a ocupar espaço nas salas, ampliando o leque de opções para o espectador. Nesse período, os filmes da semana anterior continuam em cartaz, criando uma disputa direta por permanência nas telas.
O grande evento do mês ocorre em 21 de maio de 2026, com a chegada de O Mandaloriano e Grogu, produção da Lucasfilm que marca o retorno da franquia Star Wars ao cinema. Dirigido por Jon Favreau e com participação criativa de Dave Filoni, o longa traz Pedro Pascal novamente como protagonista e deve assumir a liderança imediata da bilheteria global. Na mesma semana, tentando capturar o público de suspense e drama, estreiam Passageiro do Mal e Pillion, reforçando a presença de produções de médio porte no circuito.
O encerramento do mês acontece na quinta-feira de 28 de maio de 2026, com lançamentos que funcionam como ponte para a temporada de férias internacionais. Entre eles, destaca-se Power Ballad, estrelado por Paul Rudd e Nick Jonas, que aposta no humor e na música para atrair um público mais amplo. Também chegam nessa semana produções como Pillion (em expansão de circuito), além de títulos alternativos e eventos especiais exibidos nas salas.
Ao observar o conjunto do mês, fica evidente que maio de 2026 é menos sobre um único grande lançamento e mais sobre a construção de um fluxo contínuo de estreias. A estratégia dos estúdios aponta para um cinema que precisa se reinventar constantemente, equilibrando grandes franquias, experiências imersivas e produções de nicho. Nesse cenário, cada semana se torna decisiva — não apenas para a bilheteria, mas para a própria sobrevivência das salas como espaço relevante na cultura contemporânea.

"O Mandaloriano e Grogu" redefine Star Wars no cinema com tecnologia avançada

Produção abandona estrutura episódica e aposta em espetáculo contínuo, ampliando escala visual e emocional

Com O Mandaloriano e Grogu, a Lucasfilm inicia uma nova fase para a franquia Star Wars: a transição definitiva do streaming para o cinema como experiência central. Dirigido por Jon Favreau e supervisionado criativamente por Dave Filoni, o longa surge de uma decisão estratégica após a reavaliação do mercado audiovisual pós-pandemia e pós-greves de Hollywood. Em vez de continuar a série no Disney+, o estúdio optou por transformar a narrativa em evento cinematográfico.
Nos bastidores, o filme amplia o uso da tecnologia Stagecraft, conhecida como “Volume”, mas com uma diferença crucial: a produção incorporou locações reais em desertos e áreas montanhosas para evitar a sensação de confinamento visual observada em algumas séries recentes. Essa fusão entre virtual e físico é considerada um dos principais avanços técnicos do projeto.
Outro destaque é o trabalho com Grogu. Diferente de outros personagens digitais, ele continua sendo construído com animatrônicos altamente detalhados, manipulados por uma equipe especializada. O CGI entra apenas para refinamentos — uma escolha que preserva textura, luz e presença física em cena.
A narrativa também marca uma mudança de abordagem. Ao invés de missões episódicas, o filme apresenta uma história contínua, centrada na relação entre Din Djarin e Grogu, aprofundando temas como paternidade, pertencimento e identidade. A Nova República ganha mais espaço, e o conflito com remanescentes do Império assume contornos mais políticos.
Críticos que acompanharam exibições-teste destacam a obra como “mais emocional e menos fragmentada”, com ritmo cinematográfico mais consistente do que a série. A expectativa é que o filme funcione tanto como porta de entrada para novos públicos quanto como recompensa para fãs de longa data.
Internamente, o projeto é visto como decisivo para o futuro da franquia. Caso alcance o sucesso esperado, deve inaugurar uma nova sequência de lançamentos para o cinema, consolidando uma espécie de “segunda trilogia indireta”.