"O Diabo Veste Prada" retorna mais ácido e político na parte 2

Sequência mergulha na crise da mídia, expande conflitos de poder e transforma moda em campo de batalha contemporâneo

O retorno de O Diabo Veste Prada 2 não é apenas uma operação de nostalgia — é um movimento calculado da indústria para reposicionar uma narrativa icônica dentro de um mundo profundamente transformado. Longe de repetir a leveza irônica do original, a continuação dirigida por David Frankel assume um tom mais político, refletindo o colapso do jornalismo impresso, a hegemonia das redes sociais e a reconfiguração brutal da indústria da moda.

Nos bastidores, a produção foi marcada por um nível de controle criativo incomum para sequências comerciais. A roteirista Aline Brosh McKenna desenvolveu diversas versões do roteiro ao longo de dois anos, testando diferentes destinos para Andy Sachs — incluindo uma versão em que a personagem jamais retorna ao universo da moda. A decisão final, segundo fontes da produção, foi apostar no confronto direto entre passado e presente, colocando Andy frente a frente com um sistema que ela ajudou a construir.
As filmagens aconteceram entre Nova York e Milão, com locações reais em desfiles e sedes de grandes marcas. A equipe de figurino trabalhou com mais de 300 looks inéditos, muitos deles desenvolvidos em parceria com estilistas contemporâneos — um esforço para atualizar a estética do filme sem depender apenas da nostalgia.
Um dos pontos mais comentados envolve a relação entre Meryl Streep e Anne Hathaway. Embora publicamente respeitosa, fontes apontam divergências criativas sobre o tom da narrativa: Streep defendia uma Miranda ainda mais dura e implacável, enquanto Hathaway buscava humanizar Andy diante de um mercado mais cruel. O resultado final equilibra essas forças, criando uma dinâmica mais tensa e menos conciliadora.
A crítica internacional tem destacado justamente essa mudança de eixo. Publicações como Variety e The Guardian apontam o filme como “menos encantador, porém mais relevante”, enquanto analistas brasileiros ressaltam o retrato ácido da precarização do trabalho criativo. A personagem Miranda Priestly surge menos como vilã e mais como produto de um sistema que se sustenta pela pressão constante.
Outro aspecto central está na trilha sonora, com forte presença de artistas pop contemporâneos, incluindo Lady Gaga, cuja participação reforça a conexão entre moda, música e cultura digital. Nos bastidores, a escolha da trilha foi tratada como estratégia narrativa — não apenas estética.
Financeiramente, o longa já nasce como um fenômeno. Com orçamento estimado em US$ 100 milhões, projeções iniciais apontam para uma estreia global superior a US$ 180 milhões, impulsionada por campanhas massivas e forte presença nas redes sociais.
Mais do que uma continuação, Prada 2 se estabelece como um retrato sofisticado de uma indústria em crise — onde o glamour ainda existe, mas agora convive com insegurança, competição extrema e reinvenção constante.

‘Mortal Kombat 2’ e musicais são destaques de maio nos cinemas; veja as principais estreias do mês

Com títulos como Power Ballad, produções brasileiras e terror em alta, calendário do mês reúne mais de uma dezena de lançamentos estratégicos

O mês de maio de 2026 se estabelece como um dos mais movimentados do circuito exibidor brasileiro, reunindo um volume expressivo de estreias distribuídas de forma estratégica ao longo das semanas. Com o mercado ainda em transformação diante da concorrência do streaming, os grandes estúdios — como Warner Bros. Pictures, Walt Disney Studios Motion Pictures e Universal Pictures — estruturaram um calendário que alterna blockbusters, produções musicais, terror e cinema nacional, garantindo diversidade e fôlego comercial contínuo.
Após a estreia dominante de O Diabo Veste Prada 2 no dia 30 de abril, o mês começa efetivamente com a quinta-feira de 7 de maio de 2026, quando uma verdadeira leva de títulos chega às salas. Entre eles, Mortal Kombat 2, dirigido por Simon McQuoid, amplia o universo da franquia baseada nos games e traz Karl Urban como um dos nomes de peso do elenco. Na mesma data, o circuito recebe Billie Eilish: Hit Me Soft and Hard – The Tour in 3D, protagonizado pela cantora Billie Eilish, em uma aposta clara na experiência imersiva como forma de atrair o público jovem.
Ainda no dia 7, a diversidade se amplia com a chegada da animação As Ovelhas Detetives, voltada ao público infantil, e do terror Pinóquio – Maldição de Madeira, que segue a tendência de releituras sombrias de clássicos. O cinema brasileiro também marca presença com O Gênio do Crime, adaptação de obra literária juvenil, e com a comédia Cansei de Ser Nerd, que dialoga com a cultura pop contemporânea. Completando essa primeira grande leva aparecem títulos como Hokum e Sexo e Destino, produções de menor orçamento que buscam nichos específicos dentro do circuito.
A semana seguinte, em 14 de maio de 2026, mantém o ritmo com lançamentos voltados a públicos segmentados. O destaque nacional fica por conta de Eu Não Te Ouço, que aposta em narrativa intimista e relações humanas, enquanto produções independentes internacionais passam a ocupar espaço nas salas, ampliando o leque de opções para o espectador. Nesse período, os filmes da semana anterior continuam em cartaz, criando uma disputa direta por permanência nas telas.
O grande evento do mês ocorre em 21 de maio de 2026, com a chegada de O Mandaloriano e Grogu, produção da Lucasfilm que marca o retorno da franquia Star Wars ao cinema. Dirigido por Jon Favreau e com participação criativa de Dave Filoni, o longa traz Pedro Pascal novamente como protagonista e deve assumir a liderança imediata da bilheteria global. Na mesma semana, tentando capturar o público de suspense e drama, estreiam Passageiro do Mal e Pillion, reforçando a presença de produções de médio porte no circuito.
O encerramento do mês acontece na quinta-feira de 28 de maio de 2026, com lançamentos que funcionam como ponte para a temporada de férias internacionais. Entre eles, destaca-se Power Ballad, estrelado por Paul Rudd e Nick Jonas, que aposta no humor e na música para atrair um público mais amplo. Também chegam nessa semana produções como Pillion (em expansão de circuito), além de títulos alternativos e eventos especiais exibidos nas salas.
Ao observar o conjunto do mês, fica evidente que maio de 2026 é menos sobre um único grande lançamento e mais sobre a construção de um fluxo contínuo de estreias. A estratégia dos estúdios aponta para um cinema que precisa se reinventar constantemente, equilibrando grandes franquias, experiências imersivas e produções de nicho. Nesse cenário, cada semana se torna decisiva — não apenas para a bilheteria, mas para a própria sobrevivência das salas como espaço relevante na cultura contemporânea.

"O Mandaloriano e Grogu" redefine Star Wars no cinema com tecnologia avançada

Produção abandona estrutura episódica e aposta em espetáculo contínuo, ampliando escala visual e emocional

Com O Mandaloriano e Grogu, a Lucasfilm inicia uma nova fase para a franquia Star Wars: a transição definitiva do streaming para o cinema como experiência central. Dirigido por Jon Favreau e supervisionado criativamente por Dave Filoni, o longa surge de uma decisão estratégica após a reavaliação do mercado audiovisual pós-pandemia e pós-greves de Hollywood. Em vez de continuar a série no Disney+, o estúdio optou por transformar a narrativa em evento cinematográfico.
Nos bastidores, o filme amplia o uso da tecnologia Stagecraft, conhecida como “Volume”, mas com uma diferença crucial: a produção incorporou locações reais em desertos e áreas montanhosas para evitar a sensação de confinamento visual observada em algumas séries recentes. Essa fusão entre virtual e físico é considerada um dos principais avanços técnicos do projeto.
Outro destaque é o trabalho com Grogu. Diferente de outros personagens digitais, ele continua sendo construído com animatrônicos altamente detalhados, manipulados por uma equipe especializada. O CGI entra apenas para refinamentos — uma escolha que preserva textura, luz e presença física em cena.
A narrativa também marca uma mudança de abordagem. Ao invés de missões episódicas, o filme apresenta uma história contínua, centrada na relação entre Din Djarin e Grogu, aprofundando temas como paternidade, pertencimento e identidade. A Nova República ganha mais espaço, e o conflito com remanescentes do Império assume contornos mais políticos.
Críticos que acompanharam exibições-teste destacam a obra como “mais emocional e menos fragmentada”, com ritmo cinematográfico mais consistente do que a série. A expectativa é que o filme funcione tanto como porta de entrada para novos públicos quanto como recompensa para fãs de longa data.
Internamente, o projeto é visto como decisivo para o futuro da franquia. Caso alcance o sucesso esperado, deve inaugurar uma nova sequência de lançamentos para o cinema, consolidando uma espécie de “segunda trilogia indireta”.

Às vésperas do 1º de Maio, exposição “Trabalhadores”, de Sebastião Salgado, chama atenção para o debate sobre trabalho digno no Brasil

Mostra em cartaz na capital do Pará reúne cerca de 150 fotografias e dialoga com discussões atuais sobre precarização, tecnologia e jornada de trabalho
 
Em meio ao avanço de debates no Brasil sobre trabalho digno e qualidade de vida, a exposição “Trabalhadores”, do fotógrafo Sebastião Salgado, ganha atualidade ao retratar cenários de esforço extremo, ausência de direitos e precarização que ainda persistem em diferentes partes do mundo e também no país. A mostra segue aberta ao público no Centro Cultural Banco da Amazônia, em Belém, às vésperas do Dia do Trabalhador, celebrado em 1º de maio.
Com cerca de 150 fotografias produzidas entre 1986 e 1992, em diversos países, a exposição apresenta um panorama histórico do trabalho humano em diferentes contextos sociais e econômicos. Mais do que um registro documental, as imagens estabelecem conexões diretas com transformações contemporâneas nas relações de trabalho, marcadas pela automação, pela substituição de atividades tradicionais e pela permanência de condições precárias em várias realidades.
A mostra é realizada pelo Banco da Amazônia e tem curadoria de Lélia Wanick Salgado. Antes de chegar à capital paraense, onde se encontra pela primeira vez em uma cidade das regiões Norte e Nordeste, a exposição passou por países como Alemanha e Estados Unidos e, no Brasil, por Rio de Janeiro, São Paulo, Curitiba e Brasília.
O diretor de Crédito do Banco da Amazônia, Roberto Schwartz, destacou o papel da iniciativa no estímulo à reflexão social. “É com muita honra e satisfação que o Banco da Amazônia abriga essa exposição, que instiga a pensar sobre de onde viemos. E esse caminho percorrido serve de referência para o que não queremos mais à nossa realidade. E, nesse contexto, o papel do Banco é o de apoiar e contribuir para transformar a vida das pessoas, gerando empregos de qualidade, com condições dignas”, afirmou.
A exposição também evidencia o desaparecimento de profissões e práticas produtivas ao longo do tempo. O produtor da mostra, Álvaro Razuk, destacou esse processo ao comentar o projeto. “É um grande trabalho coletivo, que envolveu equipes locais e nacionais. A ideia da exposição é o de retratar formas de trabalho que tendem a desaparecer, como os cortadores de cana e processos industriais que hoje são automatizados”, explicou.
Para o público, a força das imagens ultrapassa o valor estético e dialoga diretamente com o significado do 1º de Maio. “A exposição ‘Trabalhadores’ nos convida a refletir sobre os caminhos que moldam histórias individuais e coletivas. Mais do que um conjunto de imagens, é um registro sensível do tempo, das escolhas e das transformações que atravessam a experiência humana”, destacou o jornalista Sérgio Manoel.
A gerente do Centro Cultural Banco da Amazônia, Ana Amélia Fadul, ressaltou o papel da iniciativa na promoção de debates contemporâneos. “Dentro da nossa política de Cultura consta contribuir para o letramento cultural da nossa sociedade. Assim, o Banco trabalha com uma estratégia de apoiar artistas locais, amazônidas, nacionais e internacionais, sendo que, nesse último, encontra-se Sebastião Salgado, cuja exposição nos traz um tema tão relevante, que nos faz pensar sobre a necessidade de trabalho digno, sobre os direitos das pessoas no mundo do trabalho. Essa reflexão está presente nas obras desse grande fotógrafo, as quais podem ser vistas de forma gratuita em nosso Centro Cultural”, declarou. 
Álvaro Razuk também destacou a atualidade dos temas abordados por Sebastião Salgado. “Eu acho que a importância de trazer um nome como Sebastião Salgado vai ao encontro da expectativa e da ideia do Centro Cultural, *no caso, de difundir obras para além do eixo Rio-São Paulo, ampliando o acesso para a região Norte do Brasil. Conhecer esse legado é de grande importância para as novas gerações. E, além da beleza estética das fotografias, evidenciar o trabalho da forma precarizada como existiu, e ainda existe em vários lugares do mundo, oferecendo riscos para as pessoas, também é um aspecto importante dessa exposição, mostrando a atualidade do tema. Outro fato importante é que as obras falam de temas próximos da gente, como as fotografias de Serra Pelada e a produção de cacau”, exemplificou.
 
Serviço:
Exposição: “Trabalhadores”, de Sebastião Salgado
Local: Centro Cultural Banco da Amazônia – Galeria 1
Endereço: Av. Presidente Vargas, 800 – Campina, Belém (PA)
Visitação: até 16 de agosto de 2026
Horários: terça a sexta, das 10h às 16h; sábados, domingos e feriados, das 10h às 14h
Entrada: gratuita

MIS CE apresenta programação internacional Tela Nômade, além de exposições sobre bastidores do cinema e sobre povos indígenas

Programação gratuita da semana reúne animações francesas com trilha sonora ao vivo na praça do Museu, experiências imersivas e as exposições “Uma rua chamada cinema” e “Encantarias da Liberdade Indígena no Ceará”

O Museu da Imagem e do Som do Ceará, equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult CE) gerido pelo Instituto Mirante, segue com programação cultural gratuita, reunindo cinema, música e experiências imersivas. O destaque da semana é o cine-concerto internacional “Tela Nômade”, além da continuidade das exibições na Sala Imersiva, com ênfase para a obra “Apenas lembranças que eu tinha de lá”, do duo Outra Dimensão. O MIS CE segue ainda com a exposição “Uma rua chamada cinema”, do fotógrafo Sergio Poroger, com curadoria de João Kulcsár.  A mostra reúne imagens que destacam trabalhadores e trabalhadoras que dão vida ao cinema nos bastidores, em diferentes países. Na Galeria da Liberdade, espaço gerido pelo MIS CE está em cartaz “Encantarias da Liberdade Indígena no Ceará”, com curadoria de  Nyela Jenipapo, Rodrigo Tremembé e Suzenalson Kanindé, e obras de 11 artistas indígenas.

Cine-concerto Tela Nômade apresenta animações francesas com trilha ao vivo
Nesta quinta-feira (30/05), o MIS CE recebe o cine-concerto “Écran Nomade”, o Tela Nômade, que reúne uma seleção de 12 curtas-metragens de animação franceses contemporâneos, com classificação indicativa a partir de 6 anos de idade. Com duração de 55 minutos, a sessão propõe uma experiência audiovisual sensorial, na qual a trilha sonora é criada ao vivo.
A apresentação é conduzida pelos músicos Jérôme Lopez e Xavier Garcia, que utilizam laptop e tratamentos eletrônicos para desenvolver uma composição original em tempo real, dialogando com as imagens projetadas. A performance mistura música contemporânea, eletrônica e materiais sonoros provenientes de pesquisas de campo e arquivos.
Desde 2022, os artistas desenvolvem no Brasil um trabalho contínuo de cine-concerto e criação participativa, com turnês realizadas em diversas cidades do país. O projeto dá continuidade à experiência de “Tela Sonora”, ampliando agora o repertório para produções francesas e fortalecendo o intercâmbio cultural entre Brasil e França.
“Tela Nômade” é resultado de uma parceria com a Escola Gobelins, em Paris, e os Studios de Minuit, reunindo obras de uma nova geração de animadores. A seleção destaca a vitalidade, diversidade estética e riqueza narrativa da animação contemporânea, reconhecida internacionalmente como um dos campos mais inventivos do cinema.

Sala Imersiva e exposições 
Na Sala Imersiva (andar -2 do Anexo), o público pode conferir uma programação contínua de obras audiovisuais que exploram diferentes dimensões do território, da memória e da biodiversidade. Nesta semana, estão em exibição as obras: “Aves do Ceará”, “Ypykuéra: Povos Originários e a Megafauna” e “Apenas lembranças que eu tinha de lá”, do duo Outra Dimensão. 
As produções oferecem experiências sensoriais com projeções em grande escala, convidando o público a refletir sobre natureza, ancestralidade e memória.
O MIS CE segue ainda com as exposições “Uma rua chamada cinema” (andar +2), “Imaginar os Cearás: memórias e tecnologias” (andar -1) e “Laboratório dos Sentidos” (Casarão).
O museu funciona de quarta a domingo, com horários diferenciados: quarta, quinta e domingo, das 10h às 18h (acesso até 17h30); e sexta e sábado, das 13h às 20h (acesso até 19h30).
O MIS CE funciona de quarta a domingo, com horários diferenciados: quarta, quinta e domingo, das 10h às 18h (acesso até 17h30); e sexta e sábado, das 13h às 20h (acesso até 19h30). A biblioteca Marly Mariano & Thomaz Farkas (andar +1 do Anexo) funciona na quarta e quinta-feira, das 13h às 18h.
Na Galeria da Liberdade, a exposição “Encantarias da Liberdade Indígena conta com artes visuais, instalação, uma faixa sonora e 24 fotografias. Os artistas que integram a mostra são: Cícero Kanindé, Jardel Anacé, Merremii Karão Jaguaribara, Moisés Tremembé, Rudá Jenipapo, Iago Jenipapo, Lidiane Anacé, Victor Kanindé, Clarinha Kanindé, Henrique Tabajara e Rapha Anacé. 

SERVIÇO
Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS CE)
Endereço: Av. Barão de Studart, 410. Meireles
Entrada: gratuita
Funcionamento:
Quarta a domingo
Quarta, quinta e domingo: 10h às 18h (acesso até 17h30)
Sexta e sábado: 13h às 20h (acesso até 19h30)

Galeria da Liberdade
Endereço: Av. Barão de Studart, 505. Meireles.
Entrada: gratuita.
Quarta a sábado 
Quarta e quinta das 10h às 18h (com acesso até 17h30)
Sexta e sábado das 13h às 20h (com acesso até 19h30)

- Cine-concerto Tela Nômade 
Data: 30 de abril (quinta-feira)
Horário: 18h às 20h
Local: Praça do MIS CE
Classificação indicativa: a partir de 6 anos de idade 

Neste sábado (02): grupo brasiliense Pé de Cerrado recebe o cearense Dona Zefinha em show gratuito no Anfiteatro do Dragão do Mar

Grupo Cultural Pé de Cerrado. Foto: Davi Mello

Uma experiência cênico-musical que mistura música, poesia, circo e humor marca o show “Os Brincantes”, que o grupo cultural brasiliense Pé de Cerrado apresenta neste sábado, 02 de maio, a partir das 18h, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Em circulação nacional comemorativa de 25 anos, apresentada pela Petrobras, por meio do Programa Petrobras Cultural, Pé de Cerrado recebe como convidado o grupo cearense Dona Zefinha, com o show “Pedra que Estala”, festejando 30 anos de atuação. A programação terá também a participação dos palhaços Irmãos Saúde, personagens queridos do público brasiliense. O acesso é gratuito por ordem de chegada.
A turnê nacional “Pé de Cerrado 25 Anos” começou em janeiro e percorre várias regiões do país. Em cada cidade, o Pé de Cerrado se encontra com um grupo de cultura tradicional local, trocando saberes e promovendo vivências artísticas entre diferentes territórios e gerações. Em Fortaleza, Pé de Cerrado leva para o palco sua mistura contagiante de sons e gestos, enquanto Dona Zefinha apresenta sua fusão entre ritmos nordestinos e latinos, em um espetáculo teatral e musical repleto de humor, poesia e energia. O resultado é uma noite de celebração coletiva, com shows para todas as idades e uma atmosfera de festa que reflete a alma popular brasileira. Com esse propósito de intercâmbio, em junho Dona Zefinha segue para o Distrito Federal para participar de festival realizado pelo grupo brasiliense.
Formado por Pablo Ravi, Bruno Ribeiro, Bruno Berê, Davi Abreu, Fernando Rodrigues, Pedro Tupã, Luciano Dantas, Maurílio dos Santos e Carla Landim, o Pé de Cerrado é reconhecido por sua pesquisa e difusão das expressões culturais brasileiras. Com apresentações vibrantes, cheias de musicalidade e teatralidade, o grupo transforma o espaço em um grande terreiro de celebração, misturando ritmos como bumba meu boi, maracatu, ciranda, coco, carimbó, frevo e baião em um repertório que convida o público a cantar, dançar e rir feito criança. 
O show “Os Brincantes” propõe uma viagem pelas diferentes regiões do Brasil, conduzida por tambores, pífanos, sanfona e vozes que ecoam a ancestralidade e a alegria das festas populares. No palco, a música se mistura ao teatro e ao circo, com personagens brincantes que convidam o público a participar de uma grande roda. Entre canções autorais e releituras de clássicos, o espetáculo exalta a simplicidade e a beleza da cultura popular, despertando memórias afetivas em crianças, jovens e adultos. O patrocínio da Petrobras, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e realização do Ministério da Cultura, Governo do Brasil, possibilita que o espetáculo percorra o país levando arte gratuita, inclusão e diversidade a diferentes públicos e territórios.

SERVIÇO
Pé de Cerrado e Dona Zefinha - Dia 02 de maio (sábado), às 18h, no Anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura (Rua Dragão do Mar 81, Praia de Iracema, Fortaleza/CE). Apresentação: Petrobras – Programa Petrobras Cultural. Idealização e Produção: Pé de Cerrado, Cultura Candanga. Realização: Ministério da Cultura e Governo Federal. Entrada gratuita por ordem de chegada. Mais informações: @pedecerrado.

Dia Nacional da Caatinga reforça alerta sobre impactos das mudanças climáticas no bioma

Pesquisa mostra maior cobrança por ações climáticas no Brasil enquanto Caatinga enfrenta avanço da desertificação e eventos extremos

No Dia da Caatinga, celebrado em 28 de abril, cresce entre os brasileiros a percepção de que é preciso avançar no combate às mudanças climáticas. Pesquisa recente do Instituto Ipsos, divulgada na última quarta-feira (22), revela que 71% dos brasileiros acreditam que o país precisa intensificar as ações de combate às mudanças climáticas, percentual acima da média mundial, que é de 59%. O levantamento mostra ainda que entre os nascidos de 1946 a 1964, o índice de concordância chega a 77%. Já entre a geração nascida de 1997 a 2012, fica em 67%. O estudo também aponta que 75% das mulheres defendem mais iniciativas do país na área, frente a 66% dos homens.
O relatório indica ainda que a disposição individual para agir contra as mudanças climáticas vem caindo desde 2021 nos países analisados. Segundo os pesquisadores, isso não aponta desinteresse, mas uma mudança de postura, com maior expectativa de que governos e empresas assumam protagonismo, refletindo mais cansaço do que indiferença da população.
Esse cenário se reflete de forma direta na Caatinga, único bioma exclusivamente brasileiro, que já sente os efeitos das mudanças climáticas de maneira intensificada. A perda de vegetação nativa e as queimadas ampliam as emissões de carbono e alteram o microclima, agravando a escassez de água em uma região naturalmente semiárida. Como consequência, aumentam os riscos de desertificação, comprometendo a produção de alimentos, a disponibilidade hídrica e a permanência das populações no campo.
As projeções indicam um cenário mais extremo, com redução dos níveis de reservatórios, chuvas irregulares e concentradas, longos períodos de seca e maior frequência de ondas de calor. Hoje, cerca de 62% da Caatinga já é suscetível à desertificação, processo associado tanto às mudanças climáticas quanto ao uso inadequado do solo, como desmatamento e práticas agropecuárias intensivas, segundo o Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
Diante desse contexto, iniciativas de conservação e adaptação climática ganham ainda mais relevância. Desde 1998, a Associação Caatinga atua na proteção do bioma e no fortalecimento de comunidades locais, promovendo ações que integram conservação ambiental e desenvolvimento sustentável. Entre os resultados, estão a restauração de mais de 260 hectares com espécies nativas e o apoio à criação de áreas protegidas que somam mais de 105 mil hectares.
A atuação também inclui a disseminação de tecnologias sociais adaptadas ao semiárido, como cisternas de placas e soluções de reaproveitamento de água, a exemplo do sistema Bioágua. Além disso, são realizadas capacitações voltadas ao uso e manejo dessas tecnologias sociais, somadas a ações de educação ambiental junto às famílias. Essas iniciativas contribuem para reduzir a pressão sobre os recursos naturais e ampliar a resiliência das comunidades frente às mudanças climáticas.
Mais do que preservar a biodiversidade, proteger a Caatinga significa garantir água, alimento e qualidade de vida para milhões de pessoas. No Dia da Caatinga, o alerta se renova para a urgência de ações integradas que aliem ciência, políticas públicas e participação social na defesa de um dos biomas mais estratégicos e ameaçados do país, afirma Marília Nascimento, gerente de programas socioambientais da Associação Caatinga.

Saiba mais sobre a Caatinga
A Caatinga é o bioma que predomina no Nordeste do Brasil, inserido no contexto do clima semiárido. Seu nome vem do tupi-guarani — caa (mata) e tinga (branca) — e significa “mata branca”. Os povos indígenas a batizaram assim por conta da aparência esbranquiçada que domina a paisagem durante a estação seca, quando a maioria das plantas perde suas folhas e revela os troncos claros. Mas, na estação chuvosa, tudo se transforma. A Caatinga se enche de tons vibrantes de verde, com a rebrota das árvores e o surgimento de novas plantas, revelando toda a sua vitalidade.
A Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, ou seja, não existe em nenhum outro lugar do mundo. Sua área total é de 862.818 km² (IBGE, 2019), abrangendo 10% do território nacional e mais da metade da região Nordeste (53%). Ela se estende por nove estados: Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e o norte de Minas Gerais.
Mais de 28 milhões de pessoas vivem nesse ambiente e se beneficiam diretamente dos seus serviços ecossistêmicos, como a provisão de água, alimentos e matérias-primas, além da regulação do clima, fertilidade do solo, polinização, estocagem de carbono, purificação da água e do ar, e espaços para lazer e cultura.

Cinépolis traz ao Brasil colecionável exclusivo de Grogu inspirado em O Mandaloriano e Grogu

Compra on-line estará disponível a partir de 30 de abril para clientes cadastrados no Club Cinépolis
 
A Cinépolis, maior operadora de cinemas da América Latina, amplia sua linha de colecionáveis no Brasil com o lançamento de um item exclusivo inspirado no universo de O Mandaloriano e Grogu. Desta vez, o destaque é o balde de Grogu, um dos personagens mais queridos da saga Star Wars.
Clientes cadastrados no Club Cinépolis terão acesso antecipado à compra do colecionável a partir de 30 de abril, por meio do aplicativo ou do site da rede. A retirada poderá ser realizada nas bombonieres a partir de 18 de maio, na unidade selecionada no momento da compra. O cadastro no programa de fidelidade é gratuito e pode ser feito em www.cinepolis.com.br/cadastro. Para garantir o benefício na pré-venda, é importante realizar o cadastro com antecedência.
Com design tridimensional detalhado, o colecionável reproduz as características marcantes de Grogu, como os olhos expressivos e as orelhas alongadas. Produzido em material rígido e com acabamento em tons suaves de verde e bege, o item traz texturas inspiradas no figurino do personagem e possui abertura articulada na parte superior, que revela o compartimento interno com capacidade para até quatro (4) litros de pipoca. O produto acompanha ainda uma alça personalizada e removível para facilitar o transporte.
“Este lançamento reforça a proposta da Cinépolis de oferecer experiências diferenciadas e itens exclusivos ao público, tornando-se um destaque para fãs e colecionadores do universo Star Wars”, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de Marketing da Cinépolis Brasil.
O Mandaloriano e Grogu estreia em 21 de maio e dá continuidade à expansão do universo Star Wars, reforçando a conexão da franquia com fãs de diferentes gerações. O lançamento do colecionável acompanha o forte engajamento do público com a saga e integra a estratégia da Cinépolis de proporcionar experiências que vão além da exibição dos filmes.

Centro Dragão do Mar recebe a III Marcha Trans e Travesti do Ceará

No dia 2 de maio de 2026, Fortaleza recebe a III Marcha Trans e Travesti do Ceará, um ato político, cultural e coletivo que reúne organizações, coletivos e pessoas trans, travestis e não-binárias de todo o estado e do país na defesa de direitos e da cidadania plena. A programação tem início pela manhã, no Pavilhão Atlântico do Poço da Draga, com atividades de serviços, cultura e mobilização comunitária. A partir das 16h, a Marcha segue em cortejo pelas ruas do Centro de Fortaleza, encerrando-se no Centro Dragão do Mar, no Espaço Rogaciano Leite Filho, com apresentações artísticas de pessoas trans, travestis e nãobinárias de diversas regiões do Ceará. Evento gratuito e aberto ao público.  
A III edição da Marcha Trans e Travesti do Ceará é construída de forma coletiva por diversas organizações e iniciativas do movimento trans no Ceará, sendo organizada pela Liga Transmasculina João W. Néri, em parceria com os coletivos ATRANS-CE, Fora da Caixa, MNU LGBT+, ATRAC, Casa de Andaluyzia, CTrans Cariri, Marcha Trans Cariri, VESIC Pis, Becha Cearense e Polo Trans. Inspirada nas lutas históricas do movimento trans no Ceará e no Brasil, a Marcha teve sua primeira edição em 2023, ainda como Marcha Trans de Fortaleza. Desde então, vem se consolidando como um importante espaço de mobilização social, cultural e política. 
A iniciativa cresce em diálogo com outras experiências pelo país, como a Marsha Trans Brasil, e integra o Fórum Nacional de Marchas Trans (FONAMTRA), fortalecendo a articulação em nível municipal, estadual e nacional. Em 2026, o movimento cearense participou da Caravana para a Marsha Trans Brasil, ampliando sua presença no cenário nacional e retornando ainda mais fortalecido para esta terceira edição. Programação e ocupação da cidade.

Serviço:
III Marcha Trans e Travesti do Ceará        Data: 2 de maio de 2026     
Concentração: Pavilhão Atlântico – Poço da Draga       
Horário: a partir das 10h                    
Saída da Marcha: 16h (cortejo pelo Centro de Fortaleza)     
Encerramento: Centro Dragão do Mar - Espaço Rogaciano Leite (festival artístico) Evento gratuito e aberto ao público.

Nudoc-UFC expõe acervos inéditos sobre a cidade na mostra gratuita "Fortaleza (des)arquivada", até 9 de maio

Em meio às comemorações pelos 300 anos de Fortaleza, o Núcleo de Documentação e Laboratório de Pesquisa Histórica (Nudoc), vinculado ao Departamento de História da Universidade Federal do Ceará (UFC), apresenta a exposição Fortaleza (des)arquivada: histórias e memórias da cidade nos acervos do Nudoc.
A mostra reúne documentos inéditos sobre as múltiplas narrativas que constroem a história da capital cearense. Aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, a exposição segue até 9 de maio, na sede do Nudoc (avenida da Universidade, 2762, área 2 do Centro de Humanidades), no Campus Benfica.
Entre os destaques da exposição, parte do acervo da Associação Missão Tremembé (Amit), fundada em 1995, que foi doado para o Nudoc em 2019, reúne documentos sobre a luta e a resistência dos povos indígenas no Ceará e ajuda a compreender as diferenças na construção da identidade indígena moderna do estado. Já o Núcleo de História Oral traz um retrato plural das transformações da cidade ao longo do século XX, com depoimentos das elites urbanas e narrativas populares de trabalhadores e artistas.
O acervo Cláudio Pereira, que também poderá ser conferido na mostra, lança luz sobre a política cultural de Fortaleza no período da redemocratização, reunindo documentos, fotografias e publicações que registram o cotidiano da Fundação Cultural de Fortaleza (FCF) e a efervescência artística das décadas de 1980 e 1990, por meio da figura do agitador cultural e então presidente da FCF, Cláudio Pereira.  
A mostra também destaca as publicações e edições do próprio Nudoc, reforçando o papel do núcleo na produção e difusão do conhecimento histórico. “O Nudoc busca contribuir para as reflexões sobre o tricentenário da cidade, retirando da escuridão das gavetas, armários, estantes, caixas e envelopes um conjunto significativo de documentos que, pela primeira vez, têm a oportunidade de ganhar a luz e serem expostos”, explica o professor Antonio Gilberto Ramos Nogueira, coordenador do núcleo.
Com curadoria geral assinada por Antonio Gilberto Ramos Nogueira e Antonio Wellington de Oliveira Junior, a exposição reúne uma equipe multidisciplinar do núcleo, com participação de pesquisadores, estudantes e profissionais das áreas de arquivo, biblioteca, montagem, design e comunicação.  
SAIBA MAIS - Criado em 1983, o Nudoc surgiu com a missão de apoiar a pesquisa acadêmica e preservar o patrimônio documental. O núcleo também se consolidou como espaço de defesa do direito à memória, à informação e à cultura. “Com a Constituição Cidadã de 1988, os arquivos adentraram no campo do direito e da cidadania, incidindo no protagonismo das universidades na constituição das políticas de memória entrelaçadas ao exercício de (re)escritas de histórias e da proteção do patrimônio documental local e regional. É neste contexto que o Nudoc, como arquivo, pressupõe e é um lugar de memórias da cidade”, ressalta o professor Antonio Gilberto Nogueira.

Lançamento do Prêmio ACI de Jornalismo será no dia 6 de maio no Comitê de Imprensa da Alece

A Associação Cearense de Imprensa (ACI) lança oficialmente a edição 2025-2026 do Prêmio ACI de Jornalismo, no dia 6 de maio, quarta-feira, às 9h, no Comitê de Imprensa da Assembleia Legislativa do Estado do Ceará – Alece.
O evento marca a abertura das inscrições e apresenta o regulamento, categorias e critérios de avaliação da premiação que reconhece a excelência do jornalismo cearense. A solenidade vai reunir jornalistas, veículos de comunicação, autoridades e representantes de entidades ligadas à imprensa.
Neste ano, o Prêmio ACI, que conta com o apoio direto da Alece, reforça o compromisso com a valorização da reportagem investigativa, da cobertura regional e das novas linguagens digitais. Serão contempladas matérias veiculadas em jornal impresso, rádio, TV, sites e podcasts que tenham contribuído para o debate público e o fortalecimento da democracia no Ceará.
O presidente da ACI, Eliézer Rodrigues, destaca que o lançamento na Alece simboliza a aproximação entre a imprensa e o poder público na defesa da liberdade de expressão e do direito à informação de qualidade. “O Comitê de Imprensa é a casa dos jornalistas dentro da Assembleia. Lançar o prêmio na Alece é reconhecer o papel essencial da categoria na cobertura do Legislativo e na fiscalização dos atos públicos”, afirma.
As inscrições ficam abertas logo após o lançamento e os vencedores serão conhecidos no segundo semestre, em cerimônia tradicional da ACI.

Serviço:
Lançamento do Prêmio ACI de Jornalismo 2025-2026
Data: 6 de maio de 2026, quarta-feira
Horário: 9h
Local: Comitê de Imprensa da Alece – Av. Desembargador Moreira, 2807, Fortaleza – CE

Funcionamento das lojas Pão de Açúcar e Extra Mercado de Fortaleza no feriado do Dia do Trabalhador

No feriado do Dia do Trabalhador, dia 01 de maio (sexta-feira), as lojas da rede Pão de Açúcar de Fortaleza funcionam normalmente, enquanto a loja Extra Mercado funciona seguindo o horário de feriado.
Pão de Açúcar: As lojas da rede Pão de Açúcar (Náutico, Center Um, São João, Júlio Ventura, Cocó, Aguanambi, Mucuripe, Buena Vista, São Gerardo e Shopping Iguatemi Bosque) seguem o horário de funcionamento padrão de cada unidade. 
Extra Mercado: A loja Extra Mercado Rodoviária funciona das 7h às 19h.

Dra. Eduarda Diógenes consolida presença internacional com imersão exclusiva em Madrid

A cirurgiã-dentista e especialista em harmonização facial, Dra. Eduarda Diógenes, segue ampliando sua atuação no cenário internacional ao liderar uma imersão exclusiva em Madrid, voltada a profissionais da saúde que buscam não apenas excelência técnica, mas também posicionamento estratégico no mercado estético.
Com vagas limitadas e alta procura, a experiência acontece em um dos principais centros acadêmicos da Europa, reforçando o prestígio da especialista fora do Brasil e a crescente demanda por formações que unem ciência, estética e visão empresarial.
A imersão foi desenhada para um público seleto e propõe uma jornada que vai além da prática clínica. Durante três dias, os participantes são conduzidos por uma metodologia que integra técnicas avançadas de harmonização facial, com foco em resultados naturais, a estratégias de construção de autoridade, gestão e crescimento sustentável de clínicas.
Realizado em parceria com o American Anatomy Institute, o encontro acontece nas instalações da tradicional Universidade Complutense de Madrid, agregando rigor científico e reconhecimento acadêmico à formação.
Como diferencial, o programa se estende para além do presencial. Os participantes passam a integrar um ciclo de acompanhamento estratégico por três meses, com direcionamento individualizado voltado à estruturação de processos, fortalecimento de marca pessoal e expansão de resultados.
Para Eduarda, o movimento reflete uma nova fase do mercado.
“Hoje, não basta dominar a técnica. O profissional que deseja crescer precisa compreender posicionamento, gestão e construção de autoridade. Essa imersão foi pensada para quem quer dar esse próximo passo com consistência e visão internacional”, destaca.
A iniciativa reforça o momento de expansão da especialista e posiciona sua atuação como referência em uma nova geração de profissionais da estética: mais preparados, estratégicos e conectados a um mercado cada vez mais global.