Dia dos Avós da Sodiê reforça tradição dos encontros em família ao redor da mesa

Fundadora da franquia, Cleusa Maria da Silva, avó do pequeno Joaquim, afirma que as lembranças mais valiosas nascem ao redor da mesa

Celebrado em 26 de julho, o Dia dos Avós costuma reunir famílias em almoços, cafés da tarde e encontros marcados por receitas que atravessam gerações. Em diferentes regiões do Brasil, o bolo mantém presença frequente nessas ocasiões e divide espaço com conversas, histórias e tradições transmitidas entre avós, filhos e netos.
Presente em momentos de convivência, o bolo costuma ocupar o centro da mesa em comemorações familiares e reuniões que aproximam diferentes gerações. Com a proximidade da data, confeitarias ampliam o cardápio para atender preferências variadas e ocasiões de compartilhamento.
Na Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do Brasil, o portfólio reúne mais de 80 sabores, além de opções da linha Zero Açúcar, versões veganas e bolos caseiros. As receitas são preparadas à base de pão de ló e integram o cardápio das mais de 400 unidades da rede distribuídas pelo país.Um destaque para a data é o Bolo da Vovó com massa branca, recheios de doce de leite e mousse de chocolate, cobertura de mousse de chocolate, doce de leite, calda de chocolate, bolas de cereais e cerejas decorativas.
As lojas também oferecem docinhos tradicionais, finos, belgas e bombons, além de balas de coco e uma linha de salgados voltada a cafés da tarde, encontros familiares e pequenas comemorações.
A data coincide ainda com o Festival do Morango, realizado nas unidades da marca, que amplia a oferta de sabores preparados com a fruta, ingrediente recorrente em sobremesas associadas a celebrações em família.
Para a fundadora da Sodiê Doces, Cleusa Maria da Silva, que hoje também vive a experiência de ser avó do pequeno Joaquim, a data representa um vínculo construído no convívio diário.
“Quando meu neto Joaquim nasceu, descobri uma forma diferente de amar. Ser avó é reviver a infância pelos olhos de quem chega, é ter a oportunidade de cuidar, ensinar e, ao mesmo tempo, aprender todos os dias. O maior presente é poder acompanhar o crescimento de um neto. São momentos simples, muitas vezes em volta da mesa, que acabam se transformando nas lembranças mais valiosas da nossa família.”
Cleusa afirma que a celebração ganha significado quando reúne diferentes gerações e cria espaço para o compartilhamento de histórias e afetos. “No Dia dos Avós, o maior presente pode estar justamente na oportunidade de reunir a família ao redor da mesa e celebrar quem, muitas vezes, representa a primeira referência de carinho, acolhimento e tradição dentro de casa”, finaliza.
Sobre a Sodiê Doces– A Sodiê Doces, a maior franquia de bolos artesanais do país, encerrou 2025 reforçando sua posição de liderança no mercado de alimentação. A rede alcançou faturamento de R$ 800 milhões, crescimento de 8,1% em relação a 2024, e inaugurou 25 novas lojas ao longo do ano. Atualmente, soma cerca de 400 unidades em operação no Brasil e mantém duas lojas em Orlando, nos Estados Unidos. O cardápio conta com mais de 80 sabores de bolos, incluindo linha Zero Açúcar, versão vegana e bolos caseiros, todos elaborados à base de pão de ló e com matéria-prima selecionada. A Sodiê Doces também oferece docinhos (tradicionais, finos, belgas e bombons), balas de coco, linha exclusiva de salgados, cardápio de bebidas quentes e geladas e a linha de chocolates Premium.

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Campanha da SOCEP reforça combate à violência contra crianças e adolescentes mobilizando jornalistas e profissionais da saúde

Evento da Sociedade Cearense de Pediatria na próxima terça-feira (28), às 15h, promove debate sobre o tema e marca o lançamento do 1º Concurso de Jornalismo da entidade

O crescimento dos casos de violência contra crianças e adolescentes no Brasil motivou a Sociedade Cearense de Pediatria (SOCEP) a criar a campanha "Grito de Alerta: Atenção e Proteção de Crianças e Adolescentes", que será lançada na próxima terça-feira (28), às 15 horas, na sede da entidade, na Rua Maria Tomásia, 701, Aldeota, em Fortaleza. A iniciativa integra a programação da Semana do Pediatra, realizada em comemoração ao Dia do Pediatra, celebrado em 27 de julho.
A campanha surge diante de um cenário preocupante. No Ceará, foram registradas 2.619 denúncias de violência física contra crianças de até 11 anos por meio do Disque 100, segundo dados divulgados em junho de 2026 pelo Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC). Em todo o país, mais de 685 mil notificações de violência contra crianças e adolescentes foram registradas entre 2020 e 2025.
O presidente da Sociedade Cearense de Pediatria, Dr. João Borges, e a Dra. AnaMaria Cavalcante e Silva, diretora de Cursos e Eventos da SOCEP,  irão se reunir com jornalistas, radialistas e pediatras para discutir o papel da comunicação na prevenção e no enfrentamento da violência contra crianças e adolescentes. 
Durante a programação será lançado o 1º Concurso de Jornalismo da Sociedade Cearense de Pediatria, iniciativa que busca reconhecer reportagens e produções jornalísticas que contribuam para ampliar o debate sobre a prevenção da violência infantil e a promoção dos direitos de crianças e adolescentes.
Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, os casos de maus-tratos cresceram 14,6%, com destaque para abuso sexual, negligência e violência física. Os registros de bullying e cyberbullying também aumentaram, alcançando 5.226 ocorrências após a tipificação penal desses crimes. A maior parte das agressões acontece dentro do ambiente familiar, tendo pais, mães ou responsáveis entre os principais autores. As meninas representam cerca de 62% das vítimas notificadas, enquanto quase metade dos casos envolve crianças pardas.
A SOCEP reforça que o enfrentamento da violência infantil depende da atuação integrada dos profissionais da saúde, da educação, da rede de proteção, da imprensa e da sociedade. Casos de suspeita ou confirmação de violência podem ser denunciados gratuitamente pelo Disque 100, canal nacional de proteção aos direitos humanos.

Serviço:
Lançamento da campanha "Grito de Alerta: Atenção e Proteção de Crianças e Adolescentes" e do 1º Concurso de Jornalismo da SOCEP
Data: 28 de julho de 2026 (terça-feira)
Horário: 15h às 16h
Local: Sociedade Cearense de Pediatria (SOCEP)
Endereço: Rua Maria Tomásia, 701, Aldeota, Fortaleza (CE)

Estreia de “o último voo da nave” reúne nostalgia e diferentes eras da carreira de Xuxa

Turnê de despedida da icônica nave estreou em São Paulo e reúne músicas de diferentes fases da carreira da apresentadora; Fortaleza está entre as cidades que podem receber o espetáculo

A nave voltou a voar. Xuxa Meneghel estreou neste sábado (25), em São Paulo, a turnê “O Último Voo da Nave”, espetáculo que marca a despedida da famosa nave dos palcos e revisita diferentes momentos dos mais de 40 anos de carreira da artista. A apresentação aconteceu no Nubank Parque, em palco 360 graus, com a presença de Paquitas e uma estrutura formada por projeções, luzes e efeitos visuais.
O roteiro passa por diferentes fases da trajetória de Xuxa, desde os primeiros anos do “Xou da Xuxa” até os programas “Xuxa Park” e “Planeta Xuxa”, além de sucessos do cinema e da fase “Xuxa Só Para Baixinhos”. O repertório reúne canções como “Doce Mel”, “Abecedário da Xuxa”, “Lua de Cristal” e “Ilariê”.
DIRETO DO PLANETA XUXA
Para quem acompanhou a televisão brasileira nos anos 1990, um dos momentos mais aguardados do espetáculo é a chegada ao universo do “Planeta Xuxa”. A produção dedica um bloco específico ao programa, que foi exibido pela TV Globo entre 1997 e 2002 e marcou uma mudança na trajetória da apresentadora, aproximando Xuxa de um público adolescente e jovem.
No palco, a sequência começa com “Planeta Xuxa” e segue com “Libera Geral”, “Giro do Planeta”, “Marquei um X”, “Dinda ou Dindinha” e “Tindolelê”. O bloco recupera também a atmosfera musical e visual associada ao programa, levando para a turnê uma das fases mais lembradas da carreira de Xuxa.
A participação das Paquitas também ocupa espaço próprio na apresentação. Treze integrantes de diferentes gerações participaram da estreia, em momentos que incluem “Fada Madrinha (É Tão Bom)”, “Sonho de Verão”, “Trocando Energia” e “Pra Sempre Paquitas”.
O espetáculo ainda percorre a fase infantil da carreira com músicas como “Cinco Patinhos”, “Txu Txutxucão”, “Estátua”, “Cabeça, Ombro, Joelho e Pé” e “Dança da Xuxa”. Na reta final, aparecem “Arco-Íris”, “Lua de Cristal” e “Ilariê”, antes de “Beijinho, Beijinho” encerrar a apresentação.
A nave, símbolo que acompanhou diferentes momentos da carreira da apresentadora, também ganhou uma nova versão para a turnê. Na estreia, o veículo espacial percorreu o estádio sobre o público, integrando a cenografia ao palco 360 graus.

E FORTALEZA?
Ainda não há data confirmada para “O Último Voo da Nave” em Fortaleza. A turnê já tem apresentações anunciadas em São Paulo, Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, mas o calendário oficial não inclui, até o momento, uma passagem pela capital cearense.
Xuxa, no entanto, já manifestou o desejo de levar o espetáculo para outras cidades além das datas atualmente divulgadas. O planejamento de novas apresentações segue em definição, o que mantém a possibilidade de uma futura passagem pelo Nordeste.
Para os fãs cearenses que cresceram acompanhando o “Xou da Xuxa”, o “Xuxa Park”, o “Planeta Xuxa” e os discos da apresentadora, a expectativa agora fica pela inclusão de Fortaleza no roteiro. Caso a cidade seja confirmada, o público poderá acompanhar ao vivo um espetáculo que reúne no mesmo palco músicas, personagens, Paquitas e referências de diferentes períodos da trajetória de Xuxa.
“O Último Voo da Nave” foi pensado pela própria artista como uma despedida da nave e de um ciclo específico de sua carreira. A apresentação, porém, não representa o fim de sua atuação profissional. Xuxa segue envolvida com projetos de comunicação e iniciativas voltadas ao público infantil.

Shopping Del Rey recebe campanha de vacinação gratuita contra gripe e tríplice viral

 Ação acontece nos dias 27, 30 e 31 de julho, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, para ampliar o acesso às vacinas e reforçar a prevenção de doenças

Foto: FREEPIK



O Shopping Del Rey, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, recebe, nos dias 27, 30 e 31 de julho, uma campanha gratuita de vacinação com o objetivo de facilitar o acesso da população aos imunizantes e contribuir para a ampliação da cobertura vacinal na capital. A ação será realizada das 9h às 16h, no 1º piso, próximo ao restaurante Outback.

 

Durante a campanha, estarão disponíveis a vacina contra a gripe (Influenza), destinada a todas as pessoas a partir dos seis meses de idade, e a vacina tríplice viral, indicada para pessoas de 12 meses a 59 anos, conforme os critérios do Programa Nacional de Imunizações.

 

A iniciativa integra os esforços do município para ampliar a proteção da população contra doenças imunopreveníveis e proporciona mais comodidade para quem deseja manter a vacinação em dia durante a rotina de compras, serviços e lazer.

 

"Além de ser um espaço de convivência e conveniência para as famílias, o Shopping Del Rey busca contribuir com ações que promovam qualidade de vida e bem-estar para a comunidade. Receber mais uma campanha de vacinação reforça nosso compromisso social e facilita o acesso da população a um serviço essencial de saúde", destaca Kátia Andrade, gerente de Marketing do Shopping Del Rey.

 

O atendimento será realizado sem restrição de público, respeitando apenas os critérios estabelecidos para cada imunizante. Para agilizar o processo, recomenda-se a apresentação de um documento de identificação com foto e, se possível, do cartão de vacinação.

 

No caso das crianças, elas deverão estar acompanhadas por um responsável legal e apresentar documento de identificação e a caderneta de vacinação, permitindo que a equipe de saúde avalie o histórico vacinal e verifique a necessidade de atualização de outras doses.

 

Serviço

Campanha de Vacinação no Shopping Del Rey

Datas: 27, 30 e 31 de julho
Horário: 9h às 16h
Local: 1º piso, próximo ao restaurante Outback

Vacinas disponíveis:

  • Influenza (gripe): para pessoas a partir de seis meses de idade, sem limite máximo de idade;
  • Tríplice viral: para pessoas de 12 meses a 59 anos.

Documentos recomendados:

  • Documento de identificação com foto;
  • Cartão de vacinação (se possível);
  • Para crianças, documento de identificação e caderneta de vacinação.

FOTO/ Banco de Imagem FREEPIK

Paralamas do Sucesso, Jota Quest, Blitz, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Samuel Rosa e muito mais agitam o Prime Rock, neste sábado (25), no Mineirão

 Com três palcos e oito grandes estrelas do rock nacional, o Prime vai agitar o Mineirão. 

Foto: Divulgação



A 6° edição do Prime Rock agita o Mineirão, neste sábado, 25 de julho, com uma grande celebração aos clássicos do rock nacional.

Mais uma vez o Prime promete fazer história trazendo tudo aquilo que transformou em tradição: grandes artistas, encontros inesquecíveis, um Mineirão lotado de histórias e milhares de pessoas cantando em uma só voz. 

Os últimos ingressos estão disponíveis na plataforma Blueticket. 

Reunindo 08 grandes nomes do rock, o festival com alma mineira traz: Paralamas do Sucesso, Jota Quest, Blitz, Samuel Rosa, Dado Villa-Lobos (Legião Urbana), Nando Reis, e, no Camarote Secreto, Léo Jaime e Supla para apresentações incríveis e performances eletrizantes.

O Prime é o maior encontro de clássicos do rock nacional do Brasil! Uma experiência única, repleta de energia e nostalgia, uma verdadeira revolução musical que transcende gerações.

Os fãs poderão se emocionar e cantar junto com seus artistas favoritos, revivendo momentos marcantes e relembrando os sucessos que embalaram diferentes épocas, com essa line-up incrível: 

Nando Reis: Com sua voz marcante e composições atemporais, o artista apresenta 'Nando Hits', a turnê que resgata os 40 anos de carreira e revisita os sucessos de seu repertório. Nando Hits tem a participação especial do filho de Nando, Sebastião Reis, no violão e vocais.

Paralamas: A banda icônica que marcou gerações com seus grandes sucessos, retorna com os clássicos e uma performance eletrizante, para celebrar os 40 anos de carreira, que vai encantar a platéia.

Jota Quest: Celebrando quase três décadas de canções, a banda mineira de pop-rock traz um grande show de sucessos, após concluir a sucedida turnê 'Jota25', que contou com mais de 200 apresentações e reuniu mais de 1,5 milhões de espectadores.

Blitz: A banda da praia que conquistou o país segue pelos principais palcos com a turnê 'Blitz, Agora é a Hora!'. Com elementos teatrais em seu "caldeirão sonoro" de rock, funk, reggae, samba, soul e blues, Blitz segue surpreendendo e emocionando plateias.

Samuel Rosa: Cantor, compositor, guitarrista e um dos grandes nomes da música brasileira, Samuel Rosa está na estrada com a turnê "Samuel Rosa Tour', que mistura os grandes clássicos de sua carreira com os novos sucessos em show emocionantes.

Dado Villa-Lobos (Legião Urbana): Músico, produtor, guitarrista integrante da formação original da banda Legião Urbana, Dado retorna ao Prime com sua banda e traz no repertório canções autorais para celebrar os clássicos da sua carreira. Para o show em BH traz uma participação especial: André Frateschi com quem vai dividir os vocais.

Léo Jaime: Para celebrar os 40 anos de carreira, recheada de sucessos, Léo apresenta 'FestaBaileShow', que traz canções como: 'A vida não presta', 'Rock estrela, 'Gatinha manhosa', 'A fórmula do amor' e várias outras que fazem parte dos seus 40 anos.

Supla: Criador de alguns dos hits que fazem parte da história do rock nacional e símbolo de autenticidade, Supla reafirmar sua força no rock brasileiro com o lançamento do seu álbum 'Nada Foi em Vão', que reflete uma energia intensa e uma forte sinergia entre os músicos envolvidos.

Se você também quer fazer parte dessa história, não deixe para depois, os últimos ingressos ainda estão disponíveis. Ingresso social pode ser adquirido com 50% de desconto com a doação de 1 kg de alimento não perecível na portaria. 

Serviços:

Prime Rock Brasil BH 2026 

Data: 25 de julho (sábado)

Local: Esplanada do Mineirão (Av. Presidente Carlos Luz, São Luiz, BH/MG)

Horário: Abertura dos portões - 12h

Shows - 13h 

Nando Reis / Blitz / Léo Jaime (Camar. Secreto)  / Samuel Rosa / Léo Jaime (Camar. Secreto) / Dado Villa-Lobos / Léo Jaime (Camar. Secreto) / Jota Quest / Supla (Camar. Secreto) / Paralamas do Sucesso 

Ingressos: Site blueticket

Pista

Meia-Entrada: R$230,00
Ingresso Social: R$230,00
Inteira: R$460,00

Camarote Secreto

Meia-Entrada: R$385,00
Ingresso Social: R$385,00
Inteira:  R$770,00

Lounge Prime

Meia-Entrada: R$790,00
Ingresso Social: R$790,00
Inteira: R$1580,00

Mais informações: acesse as redes sociais @primerockbrasil.bh 

Classificação: 16 anos

Realização: Secreto e Produtora Prime

Campanha “O Direito à Volta” promove manhã de autocuidado e conscientização sobre o câncer de mama no Parque do Cocó neste sábado 25/7

Com programação gratuita, evento terá aula de pilates, bate-papo sobre nutrição, autoestima e a importância do diagnóstico precoce

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), há 1.200 novos casos de câncer de mama estimados em Fortaleza em 2026 . Com base nisso, a campanha “O Direito à Volta”, da Lilly, realiza um evento gratuito no dia 25 de julho (sábado), a partir das 9h, no Parque Estadual do Cocó, para ampliar a conscientização sobre diagnóstico precoce, tratamento no tempo certo e reconstrução da vida após a doença. Segundo a Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC), quando alterações pré-malignas e tumores muito pequenos são detectados e tratados precocemente, as chances de cura são de aproximadamente 90% .
A programação será aberta pela Dra. Fabiana Makdissi, médica mastologista e líder do Centro de Referência em Tumores da Mama do A.C. Camargo Cancer Center, que fará uma introdução sobre a importância da informação, do diagnóstico no tempo certo e do olhar integral para a mulher durante e após o tratamento, incluindo a reconstrução da autoestima, das relações sociais e da rotina.
“Queremos que este encontro seja um espaço de acolhimento e informação. Falar sobre câncer de mama não é falar somente sobre exames e rotina clínica, mas também sobre escuta, autoestima e rede de apoio durante e no pós-tratamento. Falar sobre cura também é falar sobre esses temas, da reconstrução de vida da mulher, sua retomada nas relações sociais, autoestima e trabalho.”, afirma Luiz André Magno, Diretor Médico Executivo da Lilly Brasil.
Aberta ao público, a manhã também conta com uma aula de pilates solo, destacando os benefícios da prática para a saúde física e mental. Durante o coffee break, o Dr. Pedro Dal Bello, médico nutrólogo e oncologista clínico, conduz um bate-papo sobre alimentação saudável, sua relação com o câncer e o papel da nutrição no bem-estar e na qualidade de vida durante e após o tratamento.
Para encerrar, a roda de conversa “O Direito à Volta” abordará a reconstrução da vida após o tratamento do câncer de mama, incluindo os impactos na autoestima, nas relações sociais e familiares e no direito da mulher de voltar a ocupar seus espaços com autonomia e plenitude. O painel contará com a participação da mastologista Dra. Fabiana Makdissi, da oncologista Dra. Virginia Moreira, da influenciadora Dane Holanda, Sabrina Parlatore e representantes da Associação Nossa Casa, instituição local de apoio a pacientes oncológicos.
A campanha reforça a urgência do diagnóstico precoce e elucida aspectos essenciais que vão além do tratamento clínico — autoestima, vínculos afetivos e reinserção social das pacientes oncológicas.

Evento: Campanha “O Direito à Volta”
• Data: 25 de julho de 2026 (sábado)
• Horário: Das 9h às 12h
• Local: Parque Estadual do Cocó (Av. Padre Antônio Tomás, s/n - Cocó, Fortaleza - CE)
• Entrada: Gratuita e aberta ao público geral
• Recomendação: Ir com roupas confortáveis para a prática de pilates

Programação Detalhada:
• 09h00 às 09h15: Abertura com Dra. Fabiana Makdissi
• 09h15 às 10h10: Aula de pilates no solo
• 10h15 às 11h00: Pausa para café & bate-papo sobre alimentação saudável com Dr. Pedro Dal Bello
• 11h00 às 12h00: Roda de conversa “O Direito à Volta” com Dane Holanda, Sabrina Parlatore, Dra. Fabiana Makdissi, Dra. Virginia Moreira e Associação Nossa Casa.

Sobre a Eli Lilly do Brasil   
A Lilly é uma empresa de medicina que transforma a ciência em cura para melhorar a vida das pessoas em todo o mundo. Há 150 anos, somos pioneiros em descobertas que mudam vidas e, hoje, nossos medicamentos ajudam dezenas de milhões de pessoas em todo o planeta. Potencializando o poder da biotecnologia, química e medicina genética, seguimos avançando em novas descobertas para resolver alguns dos desafios de saúde mais importantes do mundo: redefinir o tratamento do diabetes; tratar a obesidade e reduzir seus efeitos expressivos de longo prazo; avançar contra a doença de Alzheimer; oferecer soluções para alguns dos distúrbios mais debilitantes do sistema imunológico; e transformar os cânceres de tratamento mais difíceis em doenças controláveis. A cada passo em direção a um mundo mais saudável, somos motivados por uma coisa: melhorar a vida de milhões de pessoas, com saúde acima de tudo. Isso inclui a realização de estudos clínicos inovadores que reflitam a diversidade do nosso mundo e trabalhar para garantir que nossos medicamentos sejam mais acessíveis aos pacientes. Para saber mais, acesse o site da Lilly do Brasil, e nossas redes sociais: Instagram, Facebook, LinkedIn e Youtube.
CMAT-38063 – Junho de 2026.

ENTREVISTA | Ana Beatriz Barbosa: "Sem afetividade não existe aprendizagem"


POR FELIPE PALHANO
Fotos: Divulgação/EduSummit

Referência nacional em psiquiatria e comportamento humano, a médica e escritora defende que o futuro da educação passa pelo fortalecimento da saúde mental, pelo autoconhecimento e pela valorização das relações humanas em um mundo cada vez mais conectado à tecnologia

Com uma trajetória consolidada na psiquiatria, na divulgação científica e na literatura, Ana Beatriz Barbosa Silva tornou-se uma das principais vozes brasileiras quando o assunto é comportamento humano e saúde mental. Médica formada pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com residência em Psiquiatria pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), ela é autora de dezenas de livros de grande circulação, consultora em produções de televisão, palestrante e criadora do Pod People, considerado um dos maiores podcasts brasileiros dedicados à saúde mental. Ao longo da carreira, também elaborou a cartilha antibullying do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), voltada aos profissionais da educação, além de ministrar conferências em todo o país sobre transtornos mentais, neurociência e comportamento humano. 
Em entrevista exclusiva ao DIVIRTA-CE, concedida por ocasião de sua participação no Edu Summit 2026, que aconteceu em Fortaleza, Ana Beatriz faz um alerta contundente sobre a crise emocional que atinge crianças, adolescentes, professores e famílias. Para ela, a escola do século XXI precisa ir muito além da transmissão de conteúdo. "O grande desafio da escola hoje é lembrar a todos o que é ser um ser humano", afirma. Ao longo da conversa, ela defende que conhecimento, valores, afetividade e equilíbrio emocional devem caminhar juntos para formar cidadãos preparados para os desafios de um mundo em rápida transformação.
A psiquiatra também aborda os impactos da hiperconectividade, da inteligência artificial e das mudanças nas relações humanas. Embora reconheça o potencial transformador das novas tecnologias, ressalta que nenhuma inovação substituirá aquilo que considera essencial na educação. "Sem afetividade não existe aprendizagem" e "a inteligência artificial é um instrumento, mas jamais poderá substituir a humanidade", resume.
Outro ponto central da entrevista é o crescente adoecimento emocional dos educadores. Ana Beatriz chama atenção para os altos índices de burnout entre professores e defende que o cuidado com a saúde mental precisa fazer parte das políticas educacionais. "Temos que quebrar esse tabu. Cuidar da saúde mental das crianças passa, necessariamente, por cuidar também da saúde mental dos professores", destaca.
Ao falar sobre o futuro, ela deixa uma reflexão que sintetiza sua visão sobre educação e desenvolvimento humano: "Precisamos voltar a formar seres humanos". Para a psiquiatra, investir em autoconhecimento, regulação emocional e relações mais humanas não é apenas uma necessidade individual, mas um compromisso coletivo para construir uma sociedade mais equilibrada e preparada para os desafios das próximas gerações.
DIVIRTA-CE: A saúde mental deixou de ser um tema periférico e passou ao centro do debate educacional. Na sua avaliação, o que as escolas ainda insistem em tratar como problema de comportamento quando, na verdade, já pode ser um pedido silencioso de ajuda emocional?
ANA BEATRIZ BARBOSA: Todo problema de saúde mental começa com uma alteração de comportamento. O que acontece é que as escolas precisam estar cada vez mais preparadas, com conhecimento e treinamento, para identificar quando mudanças de comportamento, irritabilidade, agressividade, autoagressividade ou heteroagressividade podem estar sinalizando um adoecimento mental. Vivemos um cenário de adoecimento crescente no mundo inteiro. Talvez essa seja a grande pandemia da atualidade. No Brasil, pela primeira vez, as pessoas têm mais medo de adoecer mentalmente do que de ter câncer. Isso mostra que a realidade mudou e exige políticas públicas e privadas capazes de reduzir esse adoecimento. Com a entrada em vigor da NR-1, passou a existir também uma responsabilidade maior em relação à saúde mental dos trabalhadores, e as escolas fazem parte dessa realidade. Precisamos de uma mudança concreta, porque os fatos estão se impondo.

DIVIRTA-CE: A senhora costuma afirmar que muitos transtornos se manifestam ainda na infância e adolescência. Em um contexto de hiperconectividade, excesso de estímulos e relações cada vez mais mediadas por telas, estamos criando uma geração mais ansiosa ou apenas mais consciente sobre emoções e diagnósticos?
ANA BEATRIZ BARBOSA: Estamos criando uma geração muito mais ansiosa, depressiva e com mais transtornos relacionados à saúde mental. Mais consciente, infelizmente, não. Se estivéssemos realmente conscientes, não estaríamos adoecendo tanto. O aumento das informações acontece porque as pessoas adoecem e acabam sendo obrigadas a buscar conhecimento. Pais também procuram entender quando se deparam com o sofrimento emocional dos filhos. A hiperconectividade reduziu justamente aquilo que temos de mais humano: a conexão verdadeira com o outro. Somos seres sociais e, quanto mais nos afastamos dessa natureza, maior tende a ser o adoecimento emocional. Precisamos de informação qualificada, autoconhecimento e autorregulação emocional. Os desafios sempre existirão, mas quem desenvolve equilíbrio emocional aprende a enfrentá-los sem adoecer com tanta facilidade.
DIVIRTA-CE: O ambiente escolar vive hoje um paradoxo. Ao mesmo tempo em que se fala sobre acolhimento emocional, cresce a cobrança por performance, resultados e produtividade. Como equilibrar a excelência acadêmica sem adoecer emocionalmente alunos, professores e gestores?
ANA BEATRIZ BARBOSA: A escola tem hoje um grande desafio: lembrar às pessoas o que significa ser humano. A cobrança aumentou, mas o que deveria aumentar é a capacidade de inspirar. A inteligência artificial é uma ferramenta extraordinária, mas jamais substituirá aquilo que é essencialmente humano. Ela deve servir para ampliar nossas capacidades e não para substituir nossa humanidade. Educar vai muito além de transmitir conteúdo. É formar pessoas com valores, virtudes e pensamento crítico. Hoje, qualquer pessoa encontra informação em poucos segundos. O papel do professor é inspirar essa busca pelo conhecimento e ajudar o aluno a encontrar seu propósito. Sem afetividade não existe aprendizagem. Aprender também é um processo emocional.

DIVIRTA-CE: A inteligência artificial será uma das protagonistas do Edu Summit 2026. A senhora acredita que a tecnologia pode se tornar uma aliada da saúde mental nas escolas ou existe o risco de aprofundarmos relações mais frias, solitárias e emocionalmente superficiais?
ANA BEATRIZ BARBOSA: A inteligência artificial é um instrumento e deve ser utilizada por seres humanos cognitivamente e emocionalmente preparados. Não podemos delegar à tecnologia a responsabilidade de ensinar saúde mental. Quem educa é o ser humano, utilizando a IA como ferramenta para ampliar o acesso ao conhecimento. Se entregarmos nossa humanidade à inteligência artificial, corremos o risco de aumentar ainda mais o adoecimento mental provocado pelo distanciamento entre as pessoas.
DIVIRTA-CE: Em suas análises sobre comportamento, a senhora frequentemente fala sobre empatia, limites e vínculos afetivos. Que tipo de adultos estamos formando quando crianças e adolescentes crescem em um ambiente de estímulo constante, mas, muitas vezes, com escassez de escuta real?
ANA BEATRIZ BARBOSA: Estamos formando exatamente a realidade que vemos hoje: níveis recordes de adoecimento mental no mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde, mais de um bilhão de pessoas convivem com transtornos mentais, e esse número provavelmente é ainda maior, pois muitos casos sequer são diagnosticados. Precisamos voltar a investir naquilo que nos torna humanos. Nascemos humanos, mas nos tornamos seres humanos por meio da construção de valores, virtudes e sabedoria. A inteligência artificial pode transformar diversas áreas, como a medicina, mas nunca substituirá um médico capaz de acolher um paciente nem um professor capaz de inspirar um aluno.

DIVIRTA-CE: O Brasil vive uma epidemia silenciosa de esgotamento emocional entre os professores. O que mais lhe preocupa quando observa a saúde mental dos educadores? E por que ainda se fala tão pouco do sofrimento psíquico de quem ensina?
ANA BEATRIZ BARBOSA: Os índices de burnout entre professores são extremamente elevados. O mais preocupante é que muitas vezes eles ainda são vistos como pessoas que não adoecem, da mesma forma que durante muito tempo se imaginou que médicos não adoecessem. Precisamos quebrar esse tabu. Cuidar da saúde mental dos alunos passa, necessariamente, por cuidar também da saúde mental dos professores. É fundamental investir em prevenção, autorregulação emocional e equilíbrio psicológico. O professor é muito mais do que um transmissor de conteúdo. Ele inspira, acolhe e estabelece vínculos. Sem afeto não existe aprendizagem. Cognição e afetividade caminham juntas. Precisamos mudar esse cenário com urgência para construir uma educação mais humana.

DIVIRTA-CE: A senhora também encontrou no universo dos podcasts um espaço de escuta e aprofundamento sobre comportamento humano e saúde mental em uma era marcada pela informação rápida e superficial. O que esse formato lhe permite dizer e ouvir que, muitas vezes, não cabe no consultório, nos livros ou nas redes sociais?
ANA BEATRIZ BARBOSA: Quando comecei a produzir podcasts, em 2019, imaginei que seria difícil conquistar público para conversas longas e profundas. Fui surpreendida por uma enorme quantidade de pessoas que buscava exatamente esse tipo de troca mais humana. Em 2023 nasceu o Pod People, que acabou se tornando uma referência em saúde mental. O podcast permite um diálogo direto, olho no olho, algo que ganhou ainda mais valor depois da pandemia. Também criamos o Pod People Inverso, em que sou entrevistada pelo meu sócio em conversas sobre neurociência, empatia, compaixão e autocuidado. Percebo que existe uma necessidade muito grande de ocuparmos as redes sociais com conteúdos mais profundos e humanos. Essa experiência tem me tornado uma pessoa ainda mais humana, e considero isso maravilhoso.

DIVIRTA-CE: Se a senhora pudesse deixar uma provocação ao público do Edu Summit, formado por gestores, professores e famílias, sobre o futuro emocional das próximas gerações, qual seria o principal alerta que o Brasil precisa ouvir?
ANA BEATRIZ BARBOSA: O Brasil precisa tratar educação e saúde como políticas permanentes de Estado, olhando para o futuro e não apenas para os desafios imediatos. Precisamos voltar a formar seres humanos. Isso começa desde a infância, ensinando às crianças, inclusive com base na neurociência, como funciona o cérebro, como as emoções influenciam as decisões e como o autoconhecimento pode transformar a vida. Quanto mais cedo entendermos quem somos, maiores serão nossas chances de construir uma geração emocionalmente equilibrada. O cérebro é uma máquina extraordinária, mas é a consciência, o autoconhecimento e a capacidade de desenvolver equilíbrio emocional que permitem moldar nossa própria história. É isso que nos ajuda a cumprir nossa missão como seres humanos e também a contribuir para uma sociedade melhor.

Empresas perdem dinheiro por falta de organização digital; especialista alerta para riscos invisíveis na rotina dos negócios

Falta de processos, documentos descentralizados e excesso de dependência do empreendedor comprometem produtividade, crescimento e segurança das empresas

Enquanto muitos empresários acreditam que os maiores desafios de um negócio estejam relacionados às vendas, ao marketing ou às questões jurídicas, um problema menos visível vem comprometendo diariamente a eficiência de milhares de empresas brasileiras: a desorganização da operação digital.
Documentos espalhados em diferentes plataformas, contratos difíceis de localizar, acessos compartilhados sem controle, informações concentradas apenas em alguns colaboradores e decisões tomadas exclusivamente por aplicativos de mensagens fazem parte da realidade de muitas organizações.
Embora esses problemas pareçam fazer parte da rotina, especialistas alertam que a falta de estrutura operacional aumenta o risco de perda de informações estratégicas, retrabalho, falhas na comunicação, interrupção das atividades e dificuldades para expandir o negócio.
A preocupação também dialoga com um cenário nacional. Pesquisa do Sebrae revelou que, embora 80% dos pequenos empresários já tenham ouvido falar da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), apenas 5% afirmam conhecer profundamente a legislação e 77% ainda não adotaram medidas de adequação, demonstrando que a governança da informação continua sendo um desafio para boa parte das empresas brasileiras.  
Segundo a advogada Gennyfer Kasprzykowski, especialista em Compliance Digital e nova economia, muitas empresas acreditam que enfrentam problemas jurídicos quando, na realidade, o maior desafio está na forma como a operação é organizada.
“Na maioria das vezes, o problema não começa no contrato ou na LGPD. Ele começa quando ninguém sabe onde estão os documentos, quando os acessos ficam sem controle, quando um colaborador sai levando informações importantes ou quando toda a empresa depende exclusivamente do dono para funcionar. Antes de pensar em soluções jurídicas, é preciso compreender como o negócio realmente opera.”
A especialista explica que o primeiro passo não é contratar uma consultoria complexa, mas realizar um diagnóstico da operação para identificar vulnerabilidades e oportunidades de melhoria.
Esse mapeamento analisa aspectos como documentação, responsabilidades, ferramentas digitais utilizadas, fluxo das informações, comunicação interna, gestão de acessos, dependência de pessoas específicas e riscos operacionais.
Quando essas estruturas não estão organizadas, situações simples podem gerar grandes prejuízos. A saída inesperada de um colaborador pode interromper processos importantes, fornecedores podem deixar de prestar suporte sem que a empresa tenha acesso às plataformas utilizadas, documentos podem ser perdidos e decisões estratégicas acabam ficando dispersas em conversas de aplicativos.
Além de aumentar a produtividade, uma operação organizada facilita o crescimento da empresa, reduz riscos, melhora a segurança das informações e prepara o negócio para cumprir exigências legais relacionadas à proteção de dados e à governança corporativa.

Rede de Academias TOP UP inaugura segunda unidade em Pernambuco

Abertura da unidade de Paulista (PE), reforça plano de expansão do grupo, que projeta mais 10 inaugurações em 2026 e mantém captação de investidores aberta

A Rede TOP UP de Academias deu mais um importante passo em sua estratégia de crescimento e consolidação no mercado fitness brasileiro. A rede inaugurou sua segunda unidade no estado de Pernambuco, desta vez no município de Paulista, alcançando a marca de 19 academias em operação.
Localizada na Rua Henrique Dias, 542, no bairro Arthur Lundgren, a nova unidade dispõe de 1.300 metros quadrados de estrutura, com equipamentos de última geração, ambientes climatizados e um conceito voltado à democratização do acesso à atividade física com alto padrão de qualidade.
A inauguração reafirma o ritmo acelerado de expansão da TOP UP, que vem ampliando sua presença no Nordeste por meio de um modelo de negócio baseado em inovação, escala operacional e experiência do cliente.
Para o CEO do grupo, Apollo Barros, a nova unidade representa mais um marco dentro de um planejamento estruturado de crescimento.
“Chegar à nossa 19ª academia é a confirmação de que estamos construindo uma empresa sólida, com um modelo de negócio validado e altamente escalável. Pernambuco tem um papel estratégico na nossa expansão, e a unidade de Paulista fortalece esse compromisso. Nossa meta é inaugurar mais 10 academias ainda este ano, ampliando nossa presença em novos mercados e consolidando a TOP UP entre as principais redes de academias do Nordeste.”
Além da expansão física, o grupo também segue ampliando oportunidades para o mercado de investimentos. Atualmente, a TOP UP mantém aberta sua rodada de captação para novos investidores, com cotas a partir de R$ 150 mil, permitindo que empresários e investidores participem do crescimento da rede.
“Estamos abrindo espaço para investidores que desejam fazer parte de uma empresa em plena expansão, com governança, planejamento e uma estratégia consistente de crescimento. Acreditamos que esse é um momento importante para quem busca investir em um segmento que segue em forte desenvolvimento no Brasil”, acrescenta Apollo Barros.
Com a nova inauguração, a rede reforça seu posicionamento como uma das redes de academias que mais crescem na região, combinando expansão acelerada, inovação e um modelo de negócios voltado para crescimento sustentável.

Serviço: 
TOP UP Paulista
Endereço: Rua Henrique Dias, 542 – Arthur Lundgren – Paulista (PE)
Instagram: @topuppaulista

Legacy Gym estreia em São Paulo com proposta que integra treino, recovery e bem-estar

O mercado fitness paulista ganha um novo conceito a partir do próximo dia 30 de julho. Localizada na Vila Formosa, zona leste de São Paulo, a Legacy Gym inaugura sua primeira unidade levando à capital uma proposta que reúne performance, wellness, tecnologia e atendimento personalizado em um ambiente projetado para oferecer uma experiência completa aos alunos.
Antes da abertura oficial, a marca promove, no dia 29 de julho, às 19h30, um coquetel exclusivo open drink para convidados, alunos e fundadores, marcando a apresentação da nova unidade. Já às 5h da manhã do dia 30 de julho, a academia abre as portas ao público e inicia oficialmente suas operações.
Idealizada pelo empresário Roger Ramos, a Legacy Gym acompanha uma das principais transformações do setor fitness: a evolução das academias para espaços que vão além do treinamento físico e passam a oferecer uma jornada integrada de saúde, recuperação, qualidade de vida e longevidade.
Mais do que uma academia, a Legacy Gym foi concebida como um hub de saúde e performance. O espaço reúne musculação premium, aulas coletivas, áreas de recovery, fisioterapia, nutrição, tecnologia integrada e funcionamento 24 horas durante a semana, oferecendo praticidade e uma experiência diferenciada em um único lugar. O projeto arquitetônico leva a assinatura da arquiteta Flávia Rucelle e prioriza conforto, sofisticação e funcionalidade.

“O aluno de hoje procura muito mais do que um lugar para treinar. Ele busca um ambiente que contribua para sua saúde, desempenho, recuperação e qualidade de vida. A Legacy Gym nasce para entregar exatamente essa experiência, unindo estrutura de alto nível, atendimento humanizado e um conceito acessível para quem quer evoluir todos os dias”, afirma Roger Ramos, CEO da Legacy Gym.
A chegada da Legacy Gym marca o início de uma nova operação no mercado paulista, conectando infraestrutura de alto padrão, serviços integrados e uma proposta que coloca o bem-estar e a experiência do aluno no centro de tudo.

Daniel Nardin conta como nasceu o Amazônia Vox no podcast Boodiversa

Idealizador da plataforma compartilha histórias que inspiraram o Amazônia Vox e revela como um documentário da Netflix reforçou a ideia de que a Amazônia precisa ser narrada por quem vive no território

Promover as vozes, os conhecimentos e as respostas produzidas na própria região para desconstruir estigmas históricos sobre a floresta. Esse é o propósito central do Amazônia Vox, plataforma independente que conecta jornalistas, pesquisadores e lideranças locais à imprensa nacional e internacional. O projeto e os bastidores de sua criação foram o tema central de uma conversa do jornalista Daniel Nardin ao Biodiversa Podcast, sob o comando das apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes.
Durante o bate-papo, Nardin detalhou como sua trajetória profissional — que inclui passagens pela gestão pública, liderança em redações e atuação no setor corporativo — resultou no desejo de transformar a narrativa sobre a Amazônia, especialmente em um momento de centralidade global devido às mudanças climáticas e à realização da COP30 em Belém.
“O Amazônia Vox é o projeto de uma vida. Ele não foi pensado apenas para a COP, embora o evento tenha impulsionado o tema. Ele surge da percepção de que precisamos substituir a palavra competição por colaboração no jornalismo e valorizar quem vive e produz conhecimento no território”, afirmou Daniel.
A decisão de criar a plataforma amadureceu durante a cobertura da COP27, no Egito, em 2022. Ao observar a baixa representatividade de profissionais do Norte em painéis e grupos de trabalho que debatiam o futuro do bioma, o jornalista identificou a urgência de uma mudança estrutural na cobertura midiática.
Para além do jornalismo de denúncia, indispensável para o combate a crimes ambientais, o Amazônia Vox adota a metodologia do Jornalismo de Soluções, focando em ações locais que já enfrentam os desafios socioambientais da região.
“Quando você só mostra a Amazônia a partir do desmatamento e das queimadas, passa a ideia implícita de que quem está aqui não sabe cuidar da floresta. Queremos dar visibilidade às iniciativas que já dão respostas a esses desafios, explicando como elas funcionam para que possam ser replicadas e apoiadas”, explicou.
Uma das passagens mais curiosas da entrevista revela que a ideia do Amazônia Vox ganhou força após Daniel assistir ao documentário da Netflix Explorando o Desconhecido: A Pirâmide Perdida. O filme mostra arqueólogos egípcios defendendo que a história do Egito seja contada pelos próprios egípcios. Daí nasceu uma pergunta que se tornou central para o projeto: por que a Amazônia ainda é narrada, tantas vezes, por quem está de fora? E, principalmente, como mudar essa realidade?
A conversa reúne reflexões sobre jornalismo de soluções, representatividade e os desafios de comunicar a Amazônia. O episódio 6 da segunda temporada do Biodiversa Podcast já está disponível nas principais plataformas de streaming. Confira: https://youtu.be/11NfL2kLnVo?is=3Vqn7OMRIA_qVbpO

Pedro Junior prestigia show de Daniela Mercury em Berlim e reforça conexões internacionais durante agenda na Alemanha

O CEO da CUIDARH, Pedro Junior, está em Berlim, na Alemanha, onde cumpre agenda internacional voltada ao fortalecimento de conexões e à ampliação de experiências. Durante a passagem pela capital alemã, o empresário prestigiou o show da cantora brasileira Daniela Mercury, um dos principais nomes da música nacional.
O encontro simboliza a força da cultura brasileira no cenário internacional e reforça como experiências globais contribuem para ampliar repertório, fortalecer relacionamentos e inspirar novas perspectivas de liderança.
“Vivenciar diferentes culturas amplia nossa visão sobre pessoas, negócios e liderança. Encontrar uma artista como Daniela Mercury, que representa o Brasil com tanta autenticidade no exterior, foi uma experiência inspiradora”, destaca Pedro Junior.

Adiamento da maternidade acende o alerta da infertilidade de uma a cada seis mulheres no mundo

Demanda de trabalho e exaustão do cotidiano são apontadas pela psicóloga Vanessa Scheer como uma conta cara para quem alimenta o desejo de ser mãe

O número de mulheres que têm filhos após os 30 e 40 anos cresceu significativamente na última década e a infertilidade já atinge 1 a cada 6 mulheres no mundo (cerca de 17,5% da população adulta). Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e da Organização Mundial da Saúde (OMS) e chama a atenção para o impacto no estilo de vida moderno e estresse crônico na fertilidade feminina. Se por um lado o mercado exige alta performance, metas agressivas e controle absoluto de suas rotinas, por outro, o sonho com a maternidade é adiado. Esse choque de realidades tem impulsionado um fenômeno clínico silencioso nos consultórios de psicologia, batizado por especialistas como a "Síndrome do Útero Vazio."
De acordo com a psicóloga Vanessa Scheer, é cada vez mais frequente o esgotamento extremo de mulheres que tentam gerenciar a fertilidade como gerenciam suas carreiras. Ela explica que a dificuldade para engravidar em mulheres saudáveis vai muito além de fatores biológicos isolados. "A mulher moderna foi ensinada a operar na energia do controle e da ação constante. Quando ela decide engravidar e o resultado não vem de imediato, a tendência é aplicar a mesma lógica corporativa: intensifica a cobrança, busca culpados e vive em um estado de alerta constante. Esse estresse crônico eleva o cortisol, que por sua vez bloqueia os hormônios da concepção. O corpo entende que aquele ambiente mental e espiritual não é seguro para gerar uma nova vida", ressalta a especialista.
Essa conexão apontada pela psicóloga encontra forte respaldo na ciência global. Um estudo publicado pela renomada revista científica Human Reproduction revelou que mulheres com altos níveis de alfa-amilase salivar (um biomarcador biológico para o estresse) apresentam uma redução de até 29% na probabilidade de engravidar a cada mês, além de enfrentarem um risco duas vezes maior de serem diagnosticadas com infertilidade clínica. Além disso, pesquisas na área de psicologia perinatal mostram que o impacto emocional de receber um diagnóstico de infertilidade é comparável ao de pacientes que enfrentam doenças graves, como o câncer ou problemas cardíacos.
Vanessa Scheer viveu na própria pele tudo isso. Mulher workaholic, por longos anos esteve imersa em jornadas de trabalho, cobranças excessivas e desconectada de seus ritmos naturais. Quando decidiu que era hora de ser mãe, enfrentou a dolorosa e solitária jornada de ser uma "tentante". Foi justamente ao aplicar em si mesma a virada de chave mental, desacelerando a mente, acolhendo o corpo e resgatando a espiritualidade e a confiança nas leis universais da vida, que ela conseguiu romper o bloqueio da infertilidade e alcançar a maternidade. Hoje, sua missão de vida é guiar outras mulheres pelo mesmo caminho de cura integrativa. São 25 anos de estudos e atendimento clínico geral que tem feito a diferença na vida de muitas mulheres que se tornaram mães.
A abordagem defendida pela psicóloga propõe que os tratamentos de reprodução assistida ou tentativas naturais sejam acompanhados por uma profunda reprogramação mental. Segundo ela, para abrir as portas da fertilidade, a mulher precisa trabalhar dois pilares: mente (identificar e limpar crenças limitantes de escassez, medo do futuro e a necessidade neurótica de controle, substituindo-as por uma mentalidade de merecimento e abundância) e corpo (entender as manifestações psicossomáticas. O útero e o sistema endócrino reagem diretamente aos pensamentos. Acalmar a mente é o primeiro passo para regular o corpo físico).
"Mudar o pensamento muda a direção de uma vida inteira. Para a tentante, isso significa parar de lutar contra o tempo e começar a sintonizar com a vida que ela deseja gerar"

Vanessa Scheer
Contato:
Vanessa Scheer - Psicóloga – CRP 03/17057
Telefone / WhatsApp: (85) 99199-4596
Instagram: @vanessa.scheerr

Tributo a George Harrison reúne grandes nomes da música cearense em show gratuito

Neste domingo, 26 de julho, a partir das 17h, o aniversário do Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba será celebrado com uma programação reunindo artistas de destaque da cena local e nacional, em tarde e noite dedicadas à diversidade da música. Todas as apresentações têm classificação livre. A programação integra o projeto "Tá Meio Musical esse Ambiente", realizado em parceria com o Banco do Nordeste Cultural Fortaleza.
Encerrando a programação, às 20h, acontece o espetáculo Harrisongs, uma emocionante homenagem ao músico britânico George Harrison, eterno integrante dos Beatles. O show reúne importantes nomes do blues e do rock de Fortaleza, entre eles Roberto Lessa, Rafael Balboa, Renan Elias, Márcio Holanda (Molanda), Eduardo Neves, Edmundo Jr. e Marcelo Holanda, além do compositor e cantor Dalwton Moura, em um repertório que celebra a trajetória artística e o legado musical de Harrison. Além dos grandes sucessos de sua carreira solo e dos Beatles, o espetáculo relembra sua contribuição para a música mundial, seu pioneirismo em ações beneficentes e sua busca por uma vida em harmonia com a natureza e o autoconhecimento. 
Às 17h, o público será recebido pelo cantor Marcus Caffé, que apresenta um show especial de samba raiz em clima de pôr do sol. Com um repertório marcado pelos grandes clássicos do gênero e pela valorização da tradição do samba, o artista promete abrir a programação com muita energia e emoção. 
Às 18h30, sobe ao palco o cantor pernambucano Ayrton Montarroyos, em um espetáculo intimista de voz e violão dedicado aos grandes clássicos da Música Popular Brasileira. Natural de Recife, Ayrton construiu uma carreira reconhecida pela interpretação refinada e sensível de compositores como Chico Buarque, Caetano Veloso, Gal Costa, Milton Nascimento, Tom Jobim e Djavan. Indicado ao Grammy Latino em 2013, o artista apresenta um show que valoriza a força da palavra, da melodia e da tradição da canção brasileira, transitando pelo samba, bossa nova, bolero e canção nordestina.

Mais sobre o projeto Harrisongs: um show para George em Fortaleza

O show do projeto Harrisongs traz a proposta de uma homenagem ao eterno beatle George Harrison, tanto por sua obra com o quarteto de Liverpool, como pela carreira solo, tanto por seu trabalho musical quanto por diversas outras marcas deixadas pelo artista e pelo ser humano.
O show é um grande encontro de nomes da música do Ceará, para reverenciar o cantor, compositor, guitarrista e arranjador britânico: sobem ao palco os guitarristas e cantores Roberto Lessa (ex-integrante de diversas bandas de blues e atualmente em carreira solo, com vários projetos), Rafael Balboa (da banda Slow Jam e de diversas formações), Eduardo Neves (da banda Rubber Soul) e Renan Elias (da Sargento Pimenta). Também o pianista, cantor e diretor Marcio Holanda, o Molanda (da Sargento Pimenta e da Slow Jam), o contrabaixista Edmundo Jr. (que integrou as bandas Remember Beatles e Band On The Run), o cantor e compositor Dalwton Moura (do projeto Futuro e Memória - Música do Ceará e parceiro de artistas como Roberto Menescal) na voz e no violão e o baterista e professor Marcelo Holanda, que toca em inúmeros projetos na cena de Fortaleza.
O espetáculo celebra a trajetória de George Harrison, que completaria 83 anos, em 2026. George se despediu em 29 de novembro de 2001, vítima de um câncer, após deixar uma obra vasta e diversificada, nos discos com os Beatles, em sua carreira solo (em que chegou a ser o ex-beatle mais bem-sucedido), em sua contribuição à divulgação da música indiana no Ocidente, na realização do primeiro grande show de rock beneficente (o Concerto para Bangladesh, em 1971), no apoio a produções de cinema e na influência por uma busca de vida mais coerente e em comunhão com a natureza, o autoconhecimento, a jardinagem, a filosofia, a saúde física e mental, o vegetarianismo, a meditação.
Um super time de músicos cearenses foi arregimentado especialmente para essa homenagem a um dos maiores guitarristas da história, autor de canções eternas como "Something", "Here comes the sun" e"While my guitar gently weeps", e também de muitas composições de influência blueseira, como "Taxman", "Old brown shoe" e "For you blue", todas presentes no repertório do show.
O público vai poder curtir novos arranjos, tecidos coletivamente pelo grupo, para superclássicos como os já citados e também para músicas como "I want to tell you" (do disco "Revolver", de 1966), "Give me love", "My sweet Lord”, "Beware of darkness" e “Love comes to everyone”, entre diversos outros. Os cantores do grupo - Roberto Lessa, Rafael Balboa, Marcio Holanda, Eduardo Neves, Dalwton Moura, Renan Elias - se revezam no vocal principal a cada faixa, com os demais contribuindo com os backing vocals. Um grande encontro para celebrar a vida e a obra de George Harrison, em um show que já lotou palcos nobres como o do Festival Jazz & Blues em Guaramiranga, Theatro José de Alencar e Banco do Nordeste Cultural Fortaleza e Cariri.

Serviço:
Shows do projeto Harrisongs, de Ayrton Montarroyos e Marcus Caffé. Domingo, 26/7, a partir das 17h, no Complexo Ambiental e Gastronômico da Sabiaguaba, que está celebrando aniversário. Acesso gratuito. Projeto Tá Meio Musical Esse Ambiente, coordenado por Isaac Cândido.