quinta-feira, 9 de abril de 2026

UCI abre pré-venda de “Michael” com Fan Event, sessões antecipadas e brindes

Fãs poderão assistir à cinebiografia de Michael Jackson na UCI dias 21 e 22 de abril, antes da estreia oficial; vendas começam no dia 8

Anote na agenda: nesta quarta-feira, 8 de abril, a UCI abre a pré-venda para um dos filmes mais aguardados do ano: “Michael”, cinebiografia sobre a vida e a trajetória de Michael Jackson. Além da estreia oficial, marcada para 23 de abril, o público poderá assistir à produção antes do lançamento, em sessões antecipadas nos dias 21 e 22 de abril. No primeiro dia, a rede promove um Fan Event para reunir admiradores do artista em uma grande celebração nos cinemas. Os ingressos já estão disponíveis no site e nas bilheterias.
No dia 21 de abril, feriado nacional, a partir das 20h, o Fan Event contará com ações especiais para o público. Os clientes poderão ganhar um pôster exclusivo do filme, em quantidade limitada. Quem for ao cinema de cosplay de Michael Jackson receberá um ingresso para voltar em outra sessão, e os fãs que gravarem um vídeo fazendo o moonwalk, caracterizados como o artista, e postarem em suas redes marcando a @ucicinemas, ganharão ingresso para sessões em IMAX e XPLUS. A ocasião é a oportunidade perfeita para encontrar outros fãs do ídolo nos cinemas. No dia 22 de abril, haverá exibições ao longo do dia.
O filme estará em cartaz nas salas especiais da UCI, que tornam a experiência ainda mais completa. Enquanto o IMAX amplia a imersão com tela gigante e som de última geração, as XPLUS destacam a potência sonora da produção, valorizando clássicos como “Thriller”, “Billie Jean”, “Beat It” e “Bad” com ainda mais intensidade nas telonas. Já as salas UCI VIP DE LUX apostam no conforto e na sofisticação, com poltronas reclináveis, cardápio exclusivo e serviços premium.
O lançamento pode ficar ainda mais divertido com o UCI Festa, opção da rede para aniversários em que o cliente reúne convidados para assistir a um filme em cartaz com pipoca e refrigerante e, depois, confraterniza no Espaço Festa, ambiente reservado dentro do cinema. As comemorações têm duração média de quatro horas, com cerca de duas horas de filme e duas horas dedicadas à confraternização.
Para mais informações sobre a compra, valores e programação, acesse o site oficial da rede. Os clientes do UCI Unique, o programa de relacionamento da rede, têm o benefício de pagar meia-entrada em qualquer dia e sessão. Para fazer parte do grupo, basta adquirir o cartão na bilheteria de qualquer cinema UCI, ser maior de 18 anos e fazer o cadastro no site. Os novos associados ganham um ingresso cortesia que pode ser utilizado de segunda a quinta-feira, inclusive feriados.

quarta-feira, 8 de abril de 2026

Festival Abril do Riso detalha programação e transforma o Teatro Chico Anysio em palco de formação, memória e grandes encontros do humor cearense

Evento no bairro Benfica em Fortaleza reúne mais de 20 artistas, promove debates, oficinas e apresentações em três dias de intensa celebração do riso, com entrada solidária

FOTO- Lailtinho, Luciano Lopes (Luana do Crato) e outros humoristas do Ceará estarão no Workshop do ator Arilson Lucas e farão o debate "Novos Espaços para o Humor Cearense" a partir das 14h

O riso como linguagem, encontro e ferramenta de transformação social ganha contornos ainda mais amplos na programação do 1º Festival Abril do Riso, que acontece entre os dias 09 e 11 de abril de 2026, no Teatro Chico Anysio, em Fortaleza. Mais do que uma sequência de shows, o evento se estrutura como uma verdadeira imersão no universo do humor cearense, reunindo artistas consagrados, novos talentos e uma agenda que atravessa formação, memória e debate.
Idealizado pelo humorista Luciano Lopes e pelo produtor cultural Antonio Veloso, o festival amplia sua proposta inicial e apresenta uma programação diversificada, que começa ainda durante o dia e se estende até a noite, conectando diferentes públicos e promovendo o acesso democrático à cultura por meio de entrada solidária.
Logo na abertura, na quinta-feira (09), o festival estabelece seu caráter formativo e reflexivo com o bate-papo “Novos Espaços para o Humor Cearense”, que discute os caminhos contemporâneos da comédia, desde a ocupação de equipamentos culturais até a presença nas plataformas digitais. Em seguida, o workshop “O Humor que transforma” propõe uma vivência prática e conceitual sobre o fazer humorístico, reforçando o compromisso com a formação de novos artistas.
A programação do primeiro dia também valoriza a memória com uma visita guiada ao Museu do Humor Cearense, criando uma ponte entre passado e presente. À noite, a abertura solene marca um momento simbólico com a entrega do título de Cidadão Fortalezense ao humorista Jader Soares (Zebrinha), em sessão especial da Câmara Municipal. Na sequência, o palco recebe nomes como Luana do Crato, Carlos Xuxinha, Anderson Negão, Léo de Oliveira, Cabôre e Fuleiro, encerrando com o descontraído “Riso Okê – O Humor que canta”, reunindo David Morais e Megera.
Na sexta-feira (10), o festival segue reafirmando seu compromisso com a preservação da cultura ao repetir a visita guiada ao museu e, à noite, realizar a “Noite do Riso”, reunindo um time diverso de humoristas: Adamastor Pitaco, Luzinete Pan, Paçoca e Fubá, Anderson Justos, Mastrogilda, Regina Macaúba e Florzinha do Cariri. O encontro evidencia a pluralidade de estilos e linguagens que compõem o humor cearense contemporâneo.
Já no sábado (11), o foco retorna à formação e ao fortalecimento da cadeia cultural. A palestra “Mapa Cultural Não é Bicho de Sete Cabeças” orienta artistas sobre ferramentas essenciais para acesso a políticas públicas e editais, enquanto o debate “Salvaguardar o Humor Cearense” promove uma reflexão sobre o humor como patrimônio imaterial, discutindo estratégias de preservação, documentação e transmissão de saberes entre gerações.
O encerramento acontece com mais uma “Noite do Riso”, reunindo Iram Delmar, Damiana, Manguaça, Fran Barbosa, Froxilda Fofolete, Pepeta, Lagartixa do Sertão e Laís Frota, consolidando o festival como um espaço de encontro entre tradição e renovação.
Com mais de 20 humoristas na programação, o Abril do Riso reafirma seu papel como plataforma de visibilidade, formação e circulação artística. Ao integrar atividades formativas, ações de memória e apresentações, o festival fortalece o humor como expressão cultural viva e essencial à identidade cearense.

Resumo da Programação
09 de abril (quinta-feira)
14h – Bate-papo: Novos Espaços para o Humor Cearense
16h – Workshop: O Humor que transforma
18h – Visita guiada ao Museu do Humor Cearense
19h – Abertura solene (homenagem a Jader Soares – Zebrinha)
20h – Shows: Luana do Crato, Carlos Xuxinha, Anderson Negão, Léo de Oliveira, Cabôre e Fuleiro
21h30 – Riso Okê com David Morais e Megera

10 de abril (sexta-feira)
18h – Visita guiada ao Museu do Humor Cearense
19h – Noite do Riso: Adamastor Pitaco, Luzinete Pan, Paçoca e Fubá, Anderson Justos, Mastrogilda, Regina Macaúba e Florzinha do Cariri

11 de abril (sábado)
14h – Palestra: Mapa Cultural Não é Bicho de Sete Cabeças
16h – Debate: Salvaguardar o Humor Cearense
19h – Noite do Riso: Iram Delmar, Damiana, Manguaça, Fran Barbosa, Froxilda Fofolete, Pepeta, Lagartixa do Sertão e Laís Frota

Serviço
1º Festival Abril do Riso
Local: Teatro Chico Anysio – Fortaleza (CE)
Datas: 09, 10 e 11 de abril de 2026
Horário: a partir das 14h (programação formativa) e 19h (apresentações)
Entrada: solidária – 1kg de alimento não perecível
Produção: Marmotas Produções e Carcará Produções

Altemar Dutra Jr. se renova nos palcos para comemorar 30 anos de carreira

Para celebrar as três décadas divertindo o público sem deixar de honrar o legado do pai, Altemar Dutra, o showman planeja novo álbum, um show gravado e projetos pelo Brasil inteiro, com shows memoráveis e a retomada da carreira internacional

Dos testemunhos da infância com reuniões de grandes nomes da música na sala de sua casa, aliados à vivência nos bastidores de uma época de ouro até os tempos como campeão de kickbox, a descoberta da vocação não foi tão rápida, mas o trazem até a honrosa marca de 30 anos de trajetória, celebrada neste 2025.
A história do cantor Altemar Dutra Jr., 56 anos, que traz no DNA os ritmos e a afinação dos pais, Altemar Dutra (1940-1983) e Martha Mendonça, é de bons encontros, respeito ao tempo e principalmente, talento para entreter. “Não foi fácil, mas nem vi passar. Faria tudo de novo. Fiz tudo com tanto tanto amor, envolvimento e carinho porque é a minha vida, né?”, celebra o intérprete, um verdadeiro showman que quando sobe ao palco, perde toda sua timidez para encarar uma maratona musical eclética como se estivesse se alimentando de um elixir da juventude eterna.
Viver de música fazendo música de qualidade, está na essência de seus shows – que trazem na memória afetiva de garoto dos anos 1980, hits de Lobão, Marina, Tim Maia, Titãs, Paralamas e Ira; os boleros do pai; as canções marcantes de Frank Sinatra e até mesmo as marchinhas de carnaval -, que nesses 30 anos se transformaram em uma espécie de autobiografia da vida do cantor. “É uma responsabilidade muito grande, um legado. Meu público vai ao show para sentir a emoção que eu também sinto. Sei o quão importante é a música e como ela mexe com o emocional das pessoas”, analisa, falando do sucesso que é medido na quantidade de shows realizados Brasil afora além das inúmeras gravações, participações em programas de rádio e TV, aparições na imprensa e parcerias nos palcos com Cauby Peixoto, Noite Ilustrada, Silvio Caldas, Agnaldo Rayol e Agnaldo Timóteo, entre outros.
Altemar Jr. conviveu com o pai apenas 14 anos, mas o dom, a genética e a memória foram representativas na decisão. “Para mim, foi muito natural. Eu nunca imaginei que teria que ser diferente. Não imaginava que eu teria que falar ‘agora você é cantor’, ‘agora vou virar uma chave’. Quando resolvi viver da música, minha mãe, que ainda é viva, falou que se eu quisesse realmente ser cantor, teria que me profissionalizar”, relembra Altemar Jr., que teve contato desde muito cedo com baluartes da música e da televisão.
Conviveu com Chacrinha, Hebe Camargo e Adoniran Barbosa, além da família que também era musical. “Chacrinha era padrinho da minha irmã. Uma vez, eu era moleque, estava dormindo à tarde e, quando acordei fui para sala, e lá estava ele no sofá de casa deitado, dormindo. Eu e minha irmã acompanhamos muito minha mãe nos programas do Bolinha, Silvio Santos e do Raul Gil, todos esses caras.
A Hebe foi minha madrinha, inclusive, me ajudou no começo da carreira”, conta ele, que se considera uma versão 2.0 do pai. “Esteticamente, tem gente que acha que nos parecemos, mas discordo. Acho que a semelhança é no timbre de voz e no vigor em cima do palco”, compara. Opiniões à parte, ele tem sua identidade própria, já que as personalidades são muito diferentes.
Nesse período de uma linda história cantada, Altemar Jr. lançou seis álbuns: “Transparente” (1997), “Agora Eu Sei” (1999), “Contradições” (2001), “Canção do Nosso Amor” (2006), “Santo Manto” (2012) e “Sentimental nós Somos” (2014), tendo no terceiro disco uma proposta de novos arranjos para boleros e, no último, um tributo ao pai com os maiores sucessos dele. Dentre os momentos mais memoráveis está a gravação do religioso “Santo Manto”, baseado em sua experiência e caminhada na fé católica e que também o levou a conhecer Jerusalém, em Israel, e que em 2013 ganhou uma versão em DVD.
Os shows também estão nesse repertório de lembranças trazidas nos 30 anos, como a abertura para Julio Iglesias em Recife, Pernambuco; o primeiro show internacional em Punta del Este, no Uruguai; seguido de três turnês em Angola; e, finalmente, na apresentação a convite da Unesco, em Paris, França.
Em celebração aos 30 anos de carreira, que se estenderão até 2026, Altemar Jr. prepara uma série de ações especiais para marcar essa trajetória. A comemoração inclui uma turnê com shows marcantes com set lists especiais, o lançamento de dois álbuns inéditos e um DVD comemorativo.
E não para por aí: Altemar Jr também quer revisitar um momento marcante da sua história – sua primeira ida a Cuba, nos anos 1990, onde gravou o primeiro álbum da carreira. A ideia é voltar a Havana e reviver essa fase tão marcante com novos sons e muita emoção. “É uma energia divina. Agradeço pela oportunidade de ainda estar na ativa. E o que quero para mim é daqui 30 ou 40 anos estar no palco ainda, com voz para continuar emocionando as pessoas”, planeja Altemar Jr., afastando qualquer mínima ideia de aposentadoria.
Siltemar Dutra Jr nas redes: @altemardutrajr

“Ibirapitanga” propõe diálogo entre Brasil e América Latina em show da Orquestra Popular do Nordeste

Celebrando o Mês do Choro e expandindo sua sonoridade para contemplar o tradicional gênero brasileiro em diálogo com expressões musicais de outros países da América Latina, a Orquestra Popular do Nordeste (OPN) apresenta seu novo espetáculo, “Ibirapitanga”, no domingo, 26/4, às 18h, no Cineteatro São Luiz

O título faz referência ao nome, em tupi, da árvore Pau-Brasil, no momento em que a orquestra completa 13 anos de atividades e reafirma seu trabalho de pesquisa e valorização do choro de compositores cearenses. Desta vez, também ampliando fronteiras, contemplando autores, ritmos e expressões musicais de outras nações americanas. 
Apresentando novidades e surpresas em sua sonoridade, a OPN promove um necessário diálogo e convida o público a mergulhar em outras matrizes musicais, tanto no contexto de diversão e fruição, quanto no de reflexão sobre os desafios do continente como um todo, em um momento delicado do cenário internacional. Ao mesmo tempo em que celebra os chorões cearenses, nessa comemoração no palco do Cineteatro São Luiz, pouco depois do Dia do Choro, 23 de abril. O show acontece no dia 26, no horário tradicional dos domingos, 18h, já reconhecido pelo público cativo do Cineteatro.
No espetáculo sobem ao palco Pedro Madeira (bandolim e direção musical), Joyce Farias (violão de 7), Brenna Freire (cavaco), Gabriel Geszti (piano e acordeom), Thesco Carvalho (trombone), Ray Douglas (trompete), Mateus Farias (flauta), Paulinho Lima (violino 1), El Gabri (violino 2), Rondinelly Bezerra (violoncelo), Ednar Pinho (contrabaixo acústico), Vinicius Matos (bateria), Thais Costa (percussão). A cantora Mel Mattos faz participação especial. 
A pesquisa para o projeto “Ibirapitanga”, conta Pedro Madeira, também violonista, arranjador, produtor musical e diretor da Orquestra Popular do Nordeste, nasceu do trabalho já realizado há 10 anos pelo grupo, de pesquisa da música do Ceará, do Nordeste e do Brasil, com destaque para o choro. Surgiu também do desejo de ampliar esse olhar para “nuestros hermanos latinos”. 
Em vez do Pau-Brasil, expressão do colonizador, “Ibirapitanga”, palavra dos povos originários. Uma demarcação de referências e influências da das culturas que se encontraram para fazer a música brasileira: dos povos originários, negros e europeus, em um encontro agora traduzido em um concerto cênico, no palco do Cineteatro São Luiz, no domingo, 26/4.
Do choro à latinidade
“Além de reafirmar o destaque ao choro de autores cearenses como parte fundamental da identidade da OPN, partimos do objetivo de desenvolver um repertório que agregue nossos vizinhos latinos, que tiveram histórias parecidas com a nossa e que têm também uma cultura produzida através da mistura de africanos, europeus e dos povos originais das américas. Uma história marcada por violência e resistência”, ressalta Pedro Madeira. 
Ele reforça o propósito de estimular, no Ceará, o interesse na produção autoral local do choro e na música e na cultura em geral de outros países da América Latina, fortalecendo laços, ampliando consciências, promovendo reflexões.
“Geralmente se pensa em cultura nordestina como algo muito longe da cultura latino-americana. A cultura brasileira como um todo se coloca muitas vezes à parte desse território. Acreditamos que é importante fortalecer esses laços, principalmente no atual momento geopolítico, já que é mais comum encontrar influências norte-americanas na nossa música, como rock, rap e jazz, devido à força da indústria cultural dos Estados Unidos”, ressalta o diretor da Orquestra. 
“Não se trata de sermos radicais, inclusive porque essas referências têm muito mais da cultura africana que da europeia. O bebop foi criado pelos negros norte-americanos, assim como o samba, o choro e o baião são ritmos afro-brasileiros. Queremos é trazer pra perto mais ritmos de outros países das Américas”, reforça Pedro Madeira.
Assim, o repertório inclui, em sua multiplicidade, desde o Alberto Nepomuceno de “A galhofeira”, até Evaldo Gouveia e Jair Amorim, com o “Tango pra Tereza” (na voz de Mel Mattos) e a inédita “Tremembé”, belíssima canção de Pedro Madeira e do cearense radicado em Cuba Luciano Raulino, também interpretada pela orquestra e pela cantora Mel Mattos. O “Danzon No. 2”, do compositor mexicano Arturo Marques, é uma das peças que refletem o olhar sobre os outros países da América Latina, em uma incursão pelo danzon, gênero cubano.
Trajetória da OPN
A Orquestra Popular do Nordeste (OPN) teve origem em encontros de estudantes do Curso de Música da Universidade Estadual do Ceará, unindo adeptos da música popular e da erudita, e teve seu fazer artístico amadurecido ao longo dessa primeira década de atividades incluindo apresentações primorosas e enriquecidas com figurinos, iluminação especial, cenários bem trabalhados, um apuro estético em cada detalhe. 
Além da produção do filme “Ópera sem Ingresso”, em uma incursão pelo audiovisual, e da publicação de importantes livros de partituras registrando a obra de artistas cearenses como Tarcísio Sardinha, Macaúba e Carlinhos Patriolino, em um trabalho imprescindível de memória e difusão. Nos próximos meses a orquestra se dedicará também à publicação de um novo livro de partituras, contemplando obras de vários chorões e choronas cearenses, de diferentes épocas.
Agora, a orquestra mergulha em outras águas e convida o público cearense a fazer junto esse grande encontro do choro e da música latinoamericana, nas poltronas vermelhas do Cineteatro São Luiz, no domingo, 26/4, no tradicional horário das 18h. Com a proposta de explorar como as influências indígenas, africanas e europeias se entrelaçam na formação de ritmos e melodias que são a essência da nossa cultura musical. 
A apresentação do domingo, 26/4, no Cineteatro São Luiz, é a culminância de um projeto, aprovado por edital da Secult Ceará, que incluiu pesquisa de repertório, elaboração de arranjos e escrita de partituras, desenvolvimento da performance dessas novas obras estudadas, através de uma multiplicidade de ensaios, e agora a estreia do espetáculo decorrente de todo esse trabalho.

Música e acessibilidade
A ação formativa da Orquestra Popular do Nordeste também inclui preocupação permanente com a acessibilidade cultural. Além de intérpretes de Libras e de audiodescrição disponíveis ao público no Cineteatro São Luiz no domingo, 26/4, o grupo realizará um ensaio aberto na Escola do Instituto dos Cegos, em data a ser definida pela instituição. 

Serviço:
Orquestra Popular do Nordeste - OPN e convidados apresentam no Cineteatro São Luiz, no domingo, 26/4, às 18h, o novo espetáculo, “Ibirapitanga”. Ingressos no Sympla: R$40,00 (inteira) R$20,00 (meia-entrada)| Classificação Indicativa: Livre | Limitação de 40% para meia-entrada. Duração: 1h20.
Projeto realizado por meio do Termo de Execução Cultural (TEC) nº 699/2025, selecionado no 14º Edital Ceará das Artes – Música, promovido pela Secretaria da Cultura do Ceará. Categoria “Manutenção de Grupos”.
Link para ingressos:  https://bileto.sympla.com.br/event/118482?share_id=1-copiarlink
Fotos: Divulgação/Payaso

“ABRASAR”: Exposição de Júnior Pimenta transforma fogo em denúncia sobre violências urbanas

A exposição Abrasar, do artista visual Júnior Pimenta, em cartaz na Galeria Antônio Bandeira, no Banco do Nordeste Cultural, em Fortaleza, parte do fogo como linguagem e denúncia para investigar um dos fenômenos mais perversos das grandes cidades: a expulsão de comunidades por meio de incêndios e a reconfiguração forçada dos territórios urbanos.
Resultado de pesquisa contemplada pelo Prêmio Funarte Marc Ferrez de Fotografia — um dos mais importantes do país — a mostra nasce de um processo altamente seletivo, que reuniu 595 projetos. O Ceará se destacou com dois selecionados: Abrasar e a revista Reticências, também editada pelo artista.
Com curadoria de Jared Domício, a exposição articula arte e política ao tensionar a relação entre especulação imobiliária e incêndios criminosos, conectando realidades de cidades como São Paulo ao contexto de Fortaleza.
As obras utilizam imagens jornalísticas de diferentes períodos, transformadas por meio do desenho e da brasa, criando um arquivo visual que revela a repetição dessas violências ao longo do tempo — entre documento e fabulação.
Júnior Pimenta é artista visual radicado em Fortaleza, mestre em Artes pela UFC, com trajetória consolidada na arte contemporânea e presença em coleções públicas e exposições no Brasil.

SERVIÇO
Exposição: Abrasar, de Júnior Pimenta
Local: Galeria Antônio Bandeira – Banco do Nordeste Cultural, Fortaleza
Visitação: terça a sábado, das 11h às 20h
Entrada gratuita

terça-feira, 7 de abril de 2026

Disco inédito celebra legado de Tarcísio Sardinha com shows gratuitos no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza

No mês de abril de 2026, que marca quatro anos desde a despedida do mestre Tarcísio Sardinha (1964-2022), um dos maiores músicos da história do Brasil, o grande compositor, multi-instrumentista, arranjador e professor ganha uma homenagem especialíssima, com o lançamento do disco “A Cor do Teu Olhar”, de canções com melodia e harmonia de Sardinha e letras do compositor, cantor, escritor e produtor cultural cearense Dalwton Moura.
O disco será lançado em dois shows no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza (Rua Conde D´Eu, 560, Centro), sempre às 20h, nos sábados, 18/4 (espetáculo coletivo, com diversos colegas de geração e "discípulos" de Sardinha, além do cantor e compositor Zé Renato, capixaba radicado no Rio de Janeiro, referência na cena nacional e integrante do grupo Boca Livre) e 25/4 (novamente em show coletivo, com grandes músicos do Ceará, desta vez com participação do cantor e compositor Renato Braz, de São Paulo, outro dos maiores intérpretes da música brasileira).
Os ingressos são gratuitos e serão disponibilizados no site e aplicativo Outgo a partir da quinta-feira, 9/4, às 10h da manhã. Haverá fila para possíveis lugares remanescentes, em todos os shows, momentos antes de cada apresentação, conforme a capacidade do Teatro do Banco do Nordeste Cultural.
Entre os intérpretes confirmados para os shows estão Bárbara Sena (filha de Sardinha e gestora de seu legado musical e humanístico, idealizadora do Instituto Tarcísio Sardinha), Theresa Rachel, Juruviara, Raara Rodrigues, Marina Cavalcante, Dalwton Moura além de Zé Renato no sábado, 18/4, e Renato Braz no sábado, 25/4. 
Entre os instrumentistas estarão presentes o maestro Luciano Franco (75 anos, diretor musical e autor da maioria dos arranjos do disco) no violão, Gabriel Geszti no teclado e no acordeom, Ednar Pinho no contrabaixo, André Benedecti na bateria, como banda-base, à qual se somarão convidados como Pedro Madeira (responsável pelo songbook de Tarcísio Sardinha e pela Orquestra Popular do Nordeste - OPN) no violão de 7 e no bandolim, o maestro Adelson Viana no teclado e no acordeom, Carlinhos Patriolino na guitarra, Marcio Resende na flauta, entre outros convidados. 
O disco conta com as vozes de Bárbara Sena (CE), Zé Renato (ES/RJ), Renato Braz (SP), Sérgio Santos (MG), Juruviara (CE), Theresa Rachel (CE), Raara Rodrigues (CE), Marina Cavalcante (CE), além do parceiro Dalwton Moura (CE), autor das letras de todas as canções, idealizador e produtor do projeto, e de grandes instrumentistas cearenses. 
O violonista cearense radicado em São Paulo Cainã Cavalcante assina o arranjo da canção "Morador do mato" e toca violão, guitarra e pads, na faixa que foi composta por Sardinha especialmente para Cainã, de forma instrumental, e que agora, com letra, ganha a voz de Theresa Rachel. 
O histórico gaitista Maurício Einhorn (RJ), de 93 anos, mestre da música do Brasil, participa com um lindo improviso no clássico "Fim de tarde". Pedro Madeira é o arranjador de "Sem depois", parceria dele, de Samuel Rocha e Sardinha, com letra de Dalwton e, agora, voz de Marina Cavalcante.
A direção musical e os arranjos da maioria das músicas são do maestro Luciano Franco, que ao longo de décadas dividiu palcos, estúdios e mesas de bar com Tarcísio Sardinha, inclusive tocando junto ao amigo nas formações que acompanhavam artistas como Falcão e o mestre dos mestres, Dominguinhos. O violonista e compositor Cainã Cavalcante assina o arranjo de "Morador do mato", interpretada agora por Theresa Rachel e composta por Sardinha para o primeiro disco de Cainã, e o multi-instrumentista Pedro Madeira é o arranjador de "Sem depois", parceria dele, de Samuel Rocha e Sardinha, com letra de Dalwton e, agora, voz de Marina Cavalcante.
Reunindo intérpretes consagrados na música brasileira e de repercussão internacional a grandes nomes da cena musical do Ceará para o Brasil, o disco “A Cor do Teu Olhar” contribui para chamar atenção e para oferecer a um maior público o acesso às belíssimas, magistrais composições de Tarcísio Sardinha - um gênio da música do mundo e, ao mesmo tempo, um artista tão generoso que se dedicou à gravação de centenas de discos de outros autores, tendo gravado um percentual muito pequeno de suas próprias composições. Felizmente, suas obras foram salvaguardadas por Bárbara, pelos colegas músicos, e muitas foram registradas no Songbook Tarcísio Sardinha.
Nos shows de lançamento o público poderá conferir a apresentação ao vivo das canções do disco, além de um repertório diferente em cada um dos dois sábados, 18/4 e 25/4, com diferentes participantes cearenses e com a presença dos convidados Zé Renato, no dia 18/4, e Renato Braz, no dia 25/4.
Shows solo de Zé Renato (16/4) e Renato Braz (23/4)
Zé Renato também faz show solo, voz e violão, no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza na quinta-feira, 16/4, às 20h. E Renato Braz faz seu show solo, também no formato voz e violão, no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza na quinta-feira, 23/4, às 20h30, após o show especial da cantora e compositora cearense Angela Lopes, em homenagem ao Dia do Choro. Ingressos gratuitos serão disponibilizados no site e aplicativo Outgo a partir da quinta-feira, 9/4, às 10h da manhã. Haverá fila para possíveis lugares remanescentes, em todos os shows, momentos antes de cada apresentação. 
Tarcísio de Lima Carvalho, o Sardinha, nasceu em 14 de março de 1964, em São Luís-MA, mas passou a morar em Fortaleza já aos dois anos de idade, se identificando desde muito cedo como um músico da cena cearense. Filho de pais cearenses e de uma família de músicos, começou os estudos como autodidata, aos 11 anos, e se profissionalizou já aos 15, tocando na noite em grupos de baile e nas rodas de choro, paixão que herdou do avô e do pai.
O apelido Sardinha é alusivo ao famoso violonista Aníbal Augusto Sardinha, o Garoto, e lhe foi dado pelo flautista paulistano Tróglio, criador do Grupo Pixinguinha, do qual Sardinha participou na década de 80.
Multi-instrumentista, compositor, arranjador e virtuoso do violão, Sardinha alcançou o mais alto patamar de experiência e expertise na execução e harmonização de diversos estilos musicais, como um dos músicos mais completos do Ceará para o Brasil. Entre inúmeros outros artistas, apresentou-se e gravou com Belchior, Fagner, Ednardo, Amelinha, Altamiro Carrilho, Yamandu Costa, Zé da Velha, Paulo Moura, Silvério Pontes, Maurício Tapajós, Sílvio Caldas, Zé Menezes, Clementina de Jesus, Fausto Nilo, Waldick Soriano, Zeca Baleiro.
Sardinha foi apontado pela pesquisadora americana Julie Koidin, em seu livro “Sorrisos do choro: uma jornada através de caminhos cruzados”, como um dos maiores nomes do choro contemporâneo. Desde o final da década de 1990 ministrou oficinas de choro. Sua técnica de acompanhamento no violão de sete cordas virou objeto de estudo no trabalho de conclusão do violonista Bruno Vergas, no Curso de Música da Universidade Estadual do Ceará.
Em 1992, gravou CD ao vivo com o bandolinista Carlinhos Patriolino, no Cais Bar, reduto das artes e da boemia cearense, e um CD com o saxofonista virtuoso Marcio Resende, professor da Uece.
Coordenou ações de ensino de música no projeto Tapera das Artes, em Aquiraz–CE, desenvolvendo durante seis anos seu método especialmente criado para crianças e adolescentes: desde os primeiros dias o aluno tinha contato com o instrumento e em pouco tempo já tocava algumas músicas; só então era introduzida a teoria musical.
Essa estratégia didático-pedagógica contribuiu para a criação de inúmeros grupos de chorinho em Fortaleza e diversas cidades do Interior do estado, podendo-se dizer que inúmeros chorões e sambistas das novas gerações foram alunos de Tarcísio Sardinha. Entre eles, participantes do disco, como Pedro Madeira, Marina Cavalcante, Thesco Carvalho, além da filha, Bárbara Sena.

Tarcísio Sardinha: compartilhando saberes
O mestre manteve agenda cheia o ano inteiro, por muito tempo, ministrando cursos de Acompanhamento de Violão e Oficina de Choro no Festival Música na Ibiapaba; sendo presença constante no Festival Jazz & Blues, em Guaramiranga; integrando o grupo do aclamado cantor e compositor Fausto Nilo; coordenando oficinas de prática de conjunto de regionais na Prefeitura de Fortaleza, coordenando o Projeto Escola Livre de Música, em Redenção–CE.
Também atuou por muitos anos no Carnaval, com a Banda Fortaleza Folia e inúmeros projetos, e sempre esteve presente como instrumentista, arranjador e produtor musical nos melhores estúdios da capital cearense, tendo contribuído de forma decisiva para um sem-número de discos, além de participar do programa do "brega-star" Falcão, na TVC, veiculado para todo o Brasil.
O mestre se despediu em 25 de abril de 2022, aos 58 anos, deixando legado inestimável de composições, gravações, arranjos, ensinamentos e, principalmente, de mudança de vida daqueles que com ele puderam aprender e escolher a música, de lembranças eternas de seu sorriso, seu carisma, sua gentileza, sua generosidade, que serão eternamente lembrados.

Serviço: Show de lançamento do disco “A Cor do Teu Olhar - Canções de Tarcísio Sardinha e Dalwton Moura”. Sábados, 18/4 e 25/4, sempre às 20h, no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza (Rua Conde D´Eu, 560, Centro). Ingressos gratuitos na plataforma Outgo, distribuídos a partir da quinta-feira, 9/4, às 10h da manhã. Lugares limitados. Haverá fila para possíveis ingressos remanescentes, a serem distribuídos momentos antes de cada show, no Banco do Nordeste Cultural Fortaleza, conforme a capacidade do teatro. No dia 16/4 às 20h show solo de Zé Renato. No dia 23/4 às 20h30 show solo de Renato Braz.

Bernardo Neto faz show gratuito no Teatro Carlos Câmara nesta sexta

Nome histórico da música do Ceará, Bernardo Neto faz show na sexta-feira, 10/4, às 18h, no Teatro Carlos Câmara (Rua João Moreira, 471), Centro de Fortaleza, com acesso gratuito. Oportunidade para conferir, a poucos dias dos 300 anos da capital cearense e no histórico espaço que recebeu shows marcantes nas décadas de 70 e 80, uma nova apresentação do cantor, compositor e violonista que conta com nada menos que 13 discos lançados, entre trabalhos autorais e parcerias. 
No show, Bernardo estará ao lado de Ernesto Cartaxo, na guitarra. Em cena, voz, violão, viola e guitarra constroem uma apresentação sensível, que celebra a canção nordestina e a poesia da música brasileira.
O repertório reúne composições autorais e parcerias de Bernardo Neto, além de interpretações de obras marcantes de artistas como Raimundo Fagner, Rodger Rogério e Belchior.
Com atmosfera intimista, o espetáculo convida o público a um encontro entre música, memória e poesia, revelando a força da canção como expressão profunda da cultura brasileira.
Bernardo Neto nasceu na rua Teresa Cristina, no Centro da capital cearense, mas viveu por mais tempo na Barra do Ceará. Começou sua carreira nos anos 70 e é um nome referencial da geração cearense dos anos 80. É símbolo da resistência da cena musical da Barra do Ceará e do Grande Pirambu, juntamente com nomes como Ronaldo Lopes, Johnson Soares, João Pirambu, Fernando Néri, Guaracy Rodrigues, entre vários outros.
Sua obra dialoga com grandes nomes da cultura nacional, tendo parcerias com Millôr Fernandes, Carlos Drummond de Andrade, José Alcides Pinto, Ziraldo, Rubem Braga, Francisco Carvalho, Reginaldo Figueiredo, Marluce Aires, Washington Arraes, Socorro Santos, entre outros artistas e escritores de relevância. Sua trajetória também inclui a participação no programa "Som Brasil", da Rede Globo, ao lado de Lima Duarte e da escritora Cora Coralina.
Ganhador de vários festivais de música, destaca-se o prêmio no Festival da Música do Rio de Janeiro, com a canção "Canto cearense", em parceria com o maranhense Cacá Farias. A canção integra o documentário do filme "Iracema dos Lábios de Mel", produzido por Carlos Coimbra, cineasta paulista. 
Também foi vencedor de festival nos anos 1970 na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará (UFC). Participou do Festival do O Povo, realizado na Volta da Jurema, em Fortaleza, em 1982, e foi finalista em outros festivais na capital, no Crato e em João Pessoa-PB. Também participou da Massafeira Livre, no final da década de 1970, no Theatro José de Alencar.
O LP "Sumaré" e a revista "O Saco"
Um de seus discos de destaque é o LP "Sumaré", de 1988, que foi lançado em encarte na revista literária "O Saco", que marcou época em Fortaleza. No álbum, traz parcerias com diversos nomes da literatura nacional, como Millor Fernandes e Carlos Drummond de Andrade. 
Outro álbum destacado é o CD "Ceamaraíba", projeto autoral que reúne músicas de Bernardo e de parceiros de longa data, como o maranhense Cacá Farias e o paraibano Marcos Santos. O resultado aponta para uma amostra da produção musical desse outro eixo, distante do Rio-São Paulo, onde os três chegaram a morar, consolidando um trabalho em conjunto e buscando maior divulgação para suas músicas. O disco tem direção musical de Tarcísio Sardinha.
Com presença marcante nos palcos e saraus de Fortaleza, Bernardo Neto já se apresentou em espaços como o Boteco Vintage, Teatro Universitário, Teatro Chico Anysio, Centro Cultural Banco do Nordeste (atual Banco do Nordeste Cultural), Cineteatro São Luiz e Theatro José de Alencar. Recentemente, integrou a programação do Sesc Povos do Mar e das comemorações dos 421 anos da Barra do Ceará, berço da capital cearense.
Cantor, compositor e poeta das sonoridades nordestinas, Bernardo Neto segue encantando o público com sua música, marcada por lirismo, identidade cultural e parcerias que atravessam gerações.

Serviço: 
Show Bernardo Neto, "Da Canção ao Coração". Sexta, 10/4, às 18h, no Teatro Carlos Câmara (Rua João Moreira, 471, Centro). Acesso gratuito.

Casa de Cuidados do Ceará promove projeto temático de Páscoa com sobremesa de chocolate e apresentações musicais para pacientes internados

O clima de Páscoa invadiu a Casa de Cuidados do Ceará (CCC), unidade de desospitalização da Secretaria da Saúde do Ceará (Sesa), nesta quarta-feira (1º). A equipe multiprofissional foi até os leitos dos pacientes, levando sobremesa de chocolate ao som de voz e violão. A ação foi realizada pelas nutricionistas e fonoaudiólogas da CCC e tem o intuito de proporcionar às pessoas internadas na unidade momentos de prazer, nostalgia, bem-estar e alegria por meio de memórias associadas à alimentação, por meio do Projeto Sensações.
Em alusão à Páscoa, pacientes da CCC degustaram sobremesa feita de chocolate por nutricionistas e fonoaudiólogas
O público-alvo do projeto são pacientes em reabilitação fonoaudiológica, em processo de desmame de sondas, dieta mista (sonda + via oral), dieta oral líquida em progressão de consistência e dieta de conforto para pacientes em cuidados paliativos.
Além de sobremesa, pacientes foram contemplados com louvores ao som de voz e violão interpretados pela equipe multiprofissional
“Fizemos um ovo de chocolate na travessa para remeter à Páscoa. A sobremesa consistiu em creme branco, chocolate branco com ganache de chocolate preto. Selecionamos os pacientes que estão em desmame, em transição para via oral, que podem se alimentar de forma segura. O projeto consiste em resgatar a memória afetiva e promover o cardápio de acordo com uma data comemorativa”, explica a fonoaudióloga Cintia Oliveira.
O paciente Geronilson Sousa, 46, chegou à CCC nessa semana, em processo de reabilitação devido a uma cirurgia de cabeça. Para ele, o diferencial da Casa é o ambiente acolhedor.
“Aqui é um ambiente único, bem diferente. A sobremesa estava sensacional, entendi por que o nome é Sensações, pois realmente a sensação é maravilhosa”, conta, sorrindo. Além da guloseima, a ação contou com profissionais cantando e tocando violão para tornar o momento ainda mais marcante aos internados.
O Projeto Sensações existe desde 2022 na CCC e busca promover memória afetiva por meio da alimentação em datas comemorativas
“Foi incrível poder contribuir para além da profissão, mas como um propósito maior de levar as canções para os pacientes. Foi lindo vê-los com seus familiares, tão felizes e gratos por esse momento”, comenta a residente de fisioterapia, Adria Pâmela, uma das intérpretes das canções.
Para a cuidadora Gerlane da Silva, 44, a combinação de mimo com música fez toda a diferença. “Gostamos de tudo, só ouvi músicas lindas. Aqui tem um clima bem família, o que torna o tratamento mais confortável ao paciente”, avalia. 

Felipe Adjafre assina a nova marca ‘Art Vino & Cucina’, ampliando a experiência gastronômica, diversificando rótulos e imprimindo boa música em Fortaleza

A técnica precisa em dar choques térmicos em água fervente no polvo, enrolando os seus tentáculos, passa a fazer parte da experiência gastronômica no Art Vino & Cucina, com assinatura do pianista Felipe Adjafre. Aos apreciadores de um bom rótulo, a novidade é que a carta de vinhos foi ampliada de 400 para 1.000, incluindo vinícolas da Califórnia e de países exóticos como Líbano e Geórgia. Com o DNA da música em sua trajetória profissional, Felipe Adjafre destinará às quintas-feiras, a partir deste mês de abril, para pocket-shows com artistas de diversos estilos no endereço da Rua Eduardo Garcia, 192, Aldeota. Mas a música, ao piano, é garantida de segunda-feira até sábado, sempre no jantar.
Próximo de completar quatro anos como franqueado, em agosto, o lado empreendedor de Felipe parte para novos desafios solo, com marca própria, e mais liberdade para ousar e atender demandas reprimidas de clientes, principalmente no segmento de bebidas. “É importante ressaltar, que continuaremos trabalhando rótulos exclusivos que fizeram parte da nossa caminhada até aqui, mas a possibilidade de ter uma variedade maior de países levará aos nossos clientes uma experiência sensorial e cultural diferenciada”, comemora. O restaurante passa a contar, ainda, com cerveja, whisky, caipirinha de vinho e drinks não alcoólicos, de maneira a contemplar diferentes e exigentes paladares.
Com o seu olhar atento e priorizando os fornecedores locais, os insumos frescos continuarão dando um toque especial na gastronomia do Art Vino & Cucina. O polvo entra como carro-chefe no cardápio, com opções de entrada de Polvo a Lagareiro (polvo assado com batatas ao murro e cortes de pimentões coloridos) ou e Sr. Polvo (metade de baguete semi-italiana, com fatia de queijo brie, polvo salteado no azeite e alho, salada de rúcula, molho de alho e melado de laranja e mel. Acompanha chips), além do prato principal de Polvo à Provençal (polvo marinado em ervas, sob cama de purê de batata doce roxa, acompanhado de arroz negro temperado na manteiga de ervas, tomate cereja e molho Tárik). Outra novidade que foi incluída no almoço executivo, de segunda-feira a sábado, a partir das 11:30, são as saladas Caesar com Salmão e Caprese. Vale ressaltar que o cardápio passa por constante atualização.
“A decisão de investir na área de vinhos e gastronomia foi tomada após a pandemia da Covid-19, consolidando uma paixão que tenho por essas duas áreas. Como éramos uma franquia de vinho, a gastronomia começou do zero. Nossos pratos são todos autorais e procuramos sempre valorizar produtos típicos da região”
Felipe Adjafre
 A nova marca, conforme explica o pianista e empreendedor cearense, foi uma decisão planejada com todo o cuidado e que resultará em uma série de novidades na gastronomia e nas bebidas. “Pensamos em vários nomes, fizemos pesquisas e o escolhido foi exatamente o primeiro da lista, que é o Art Vino & Cucina. O nome tem a essência da casa, com música ao vivo. Vinho também é arte. Gastronomia é arte. Então, tudo se une”. Desta forma, acredita Felipe Adjafre, fica mais explícito o segmento que atua. Além de uma programação personalizada para cada dia da semana, desde happy hour (a partir das 16:30), confraria nas terças e o retorno do Piano na Calçada aos domingos, o espaço intimista está aberto e pode ser adaptado para festas e confraternizações privadas e corporativas, com capacidade para até 36 pessoas sentadas. E para quem gosta de ouvir o pianista e anfitrião, ele recebe os clientes sempre nas quartas-feiras.

Serviço:
Art Vino & Cucina
Endereço: Rua Eduardo Garcia, 192, Aldeota, Fortaleza/CE
Contato: (85) 98198-2100
Funcionamento:
Segunda até quinta-feira: 11:30 às 15: 30 (almoço); a partir das 16:30 (happy hour, com entradinhas com 30% de desconto) até 23 horas (jantar)
Sexta-feira e sábado: 11:30 às 15:30 (almoço); a partir das 16:30 (happy hour, com entradinhas com 30% de desconto) até meia-noite (jantar)
Domingo: aberto para almoço (11:30 às 16 horas)
Almoço executivo: R$ 26,90 (entrada + sobremesa) e a partir de R$ 44,90 (prato principal)
Quarta da Pizza, Vinho & Piano: a partir de R$ 29,90 as pizzas individuais artesanais
Loja: 9 às 22:30 (segunda-feira a sábado) e das 10 às 15:30 (domingo)
Instagram: @artvinoecucina

Risco para o cérebro, a solidão já afeta quatro em cada 10 brasileiros

Com a longevidade batendo à porta dos brasileiros, o cérebro necessita, cada vez mais, de estímulos cognitivos. Atividades em grupo, uma conversa despretensiosa ou que agregue conhecimento têm se mostrado ferramentas importantes contra a solidão. E solidão não significa exatamente estar só, mas também se sentir só no meio da multidão. Já chamada de “epidemia silenciosa”, quatro em cada 10 brasileiros se sentem nessa condição, afetando principalmente as mulheres, pessoas de baixa renda e até jovens. 
Atenta ao comportamento humano, a psicopedagoga Danniela Rolim Medeiros é uma estudiosa do cérebro e, não à toa, está à frente do método Super Cérebro Longevidade, em Fortaleza (CE). “A sociabilidade que atinge a vida adulta, indo de compromissos de trabalho, com amigos e festas, por exemplo, tende a mudar na medida que a idade avança. E nesse momento, marcado por perdas e isolamento social, o uso de celular acaba se tornando um gatilho perigoso quando não há uma orientação pedagógica ou acompanhamento de um ente querido”, alerta.
No cotidiano corrido de muitas famílias, a solidão pode passar despercebida e com o tempo comprometer a mente de maneira silenciosa e até aumentar o risco de doenças. Dentro desse contexto, conforme explica Danniela, estimular que seus pais e avós voltem a se socializar, fazer novas amizades e, por que não, aprender algo novo ou reaprender uma atividade que foi importante em outra fase da vida, é a virada de chave contra a solidão. No Super Cérebro Longevidade, uma equipe multiprofissional tem esse olhar minucioso e personalizado com cada aluno.
“É gratificante os depoimentos que recebemos dos nossos alunos. Para eles, ir para o Super Cérebro é criar novos laços, ativar a memória e tornar cada minuto da vida mais leve e feliz”
Psicopedagoga Danniela Rolim Medeiros
Quando não há esses estímulos, a solidão muitas vezes vai tomando conta da vida e o isolamento imposto nessa circunstância acelera o processo de diversas doenças. Uma das maneiras de reverter esse quadro na terceira idade – principalmente -, comprovada em inúmeros estudos nacionais e internacionais, é por meio de métodos estruturados de orientação cognitiva. Os benefícios são inúmeros, como memória ativa, saúde mental equilibrada e qualidade de vida. “A solidão pode ser um fator de risco para o cérebro, muito mais do que a tristeza em si”, chama a atenção a psicopedagoga Danniela Rolim Medeiros.

Serviço:
Super Cérebro Longevidade
Endereço: Rua Coronel Linhares, 443, Aldeota, Fortaleza/CE
Informações: aldeota@franquiasupercerebro.com.br
Instagram: @supercerebro.aldeotace

Líder global em soluções energéticas, chinesa StarCharge desembarca no Ceará com intenção do primeiro investimento no país

No intervalo de apenas duas semanas, a Associação Brasil-China de Negócios (ABCN) articula mais um investimento asiático para o Ceará. A chegada da líder global em soluções energéticas StarCharge no país será marcada por uma intensa agenda do vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios, Eléas Liu, com autoridades locais, entre os dias 6 e 10 de abril. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), o Nordeste responde pela maior produção de energia limpa no Brasil, com 166 parques instalados (7,74%) no Ceará, atrás do Piauí (12%) e da Bahia (34,05%) e à frente de Pernambuco (3,64%).
De acordo com Marcus Paulo Santos, presidente da ABCN, a agenda faz parte dos desdobramentos da missão internacional realizada ano passado pela associação, que consolidou a relação institucional com a chinesa StarCharge após visita à fábrica e no showroom. Na ocasião, a ABCN intermediou a assinatura de um Memorando de Entendimento (MOU) entre a empresa sediada na China e a Star Energy Brazil, com sede em Fortaleza. “O passo que será dado agora visa evoluir para projetos concretos no Brasil e possíveis novos acordos”, afirma o presidente da ABCN. Entre os atrativos pela escolha do Ceará, estão: forte matriz de energia renovável; logística privilegiada; projetos estruturantes como a ZPE; hubs tecnológicos e ambiente favorável para negócios.
Fortaleza, Eusébio, Caucaia e Maracanaú são os municípios de interesse da StarCharge, que já projeta possíveis expansões para outras áreas industriais e de fácil logística no Ceará. O volume de investimento ainda está em fase de estruturação, mas há a expectativa de iniciar um projeto piloto ainda em 2026, com potencial de ampliação nos anos seguintes, especialmente em infraestrutura energética e mobilidade elétrica. Caso seja concretizada a instalação de uma fábrica no Ceará a partir de 2027/2028, será a primeira no estado com capital chinês, que se somará as 17 já instaladas no país.
Atualmente, a ABCN possui sedes em Fortaleza, Curitiba e Xangai, e segue em expansão internacional. Para 2026, estão previstas novas unidades em São Paulo, Xiamen, Macau, Pequim, Portugal e Dubai, consolidando sua presença como plataforma de conexão entre mercados e oportunidades globais.

Nova pirâmide alimentar prioriza qualidade e grau de processamento dos alimentos

A nova pirâmide alimentar representa uma mudança significativa na forma de orientar a alimentação. O modelo deixa de focar apenas em grupos e porções e passa a priorizar a qualidade dos alimentos, o grau de processamento e o padrão alimentar como um todo, em resposta ao avanço da obesidade, do diabetes e das doenças cardiovasculares.
Para a nutricionista Marina Levy, da Sellene MegaDiet, a principal mudança é conceitual. “Dois alimentos do mesmo grupo podem ter efeitos metabólicos completamente diferentes. A ciência mostrou que qualidade pesa mais do que a simples contagem de porções.”
A nova abordagem se alinha ao Guia Alimentar para a População Brasileira e valoriza alimentos in natura e minimamente processados. A recomendação deixa de ser “quanto comer” e passa a ser “de onde vem o alimento”. Carboidratos integrais, frutas, leguminosas e tubérculos ganham destaque por sua densidade nutricional, enquanto produtos refinados e ultraprocessados ficam no topo da pirâmide, associados a maior risco de doenças crônicas.
“Padrões alimentares baseados em comida de verdade reduzem o risco cardiovascular, independentemente das calorias totais”, explica.
O grau de processamento é central nesse novo modelo. Alimentos naturais promovem maior saciedade e melhor controle metabólico, enquanto ultraprocessados concentram açúcar, gorduras refinadas e sódio, sendo relacionados ao aumento da mortalidade.
Nesse contexto, os suplementos não substituem a alimentação. “O suplemento ajuda em uma dieta incompleta. Em caso de dúvida, o indicado é procurar um especialista para a melhor orientação”, afirma Marina.

Peça com Aury Porto propõe olhar delicado sobre o Alzheimer em apresentações no Teatro Padre Bento em Guarulhos

Espetáculo da mundana companhia com o ator Aury Porto e direção de Janaína Leite passará ainda neste mês de abril por Jundiaí, em nova etapa de circulação pelo interior paulista

O que permanece quando a memória começa a falhar? É a partir dessa pergunta — nunca dita de forma direta, mas constantemente sugerida em cena — que o espetáculo “Meu Nome: Mamãe” constrói sua força e sua delicadeza. Em nova etapa de circulação pelo interior paulista, a montagem idealizada e interpretada por Aury Porto chega a Guarulhos como um dos pontos centrais da temporada, reafirmando sua capacidade de transformar experiência íntima em linguagem artística de alcance coletivo.
Depois de passagens por diferentes cidades, o espetáculo encontra em Guarulhos um momento de aprofundamento da proposta contemplada no edital Proac. As duas apresentações no Teatro Padre Bento não apenas ampliam o acesso à obra, como também propõem diferentes formas de encontro: uma sessão com tradução em Libras e outra seguida de conversa entre público e equipe, criando um espaço onde o teatro ultrapassa o palco e se desdobra em escuta e troca.
Em cena, Aury Porto não narra uma história linear. O que se vê é uma espécie de mosaico de lembranças, gestos e situações que se reorganizam continuamente, refletindo o próprio funcionamento da memória. A convivência com a mãe, que vive com Alzheimer há quase duas décadas, é o ponto de partida — mas nunca o ponto de chegada.
“A memória, quando começa a falhar, desmonta não só as lembranças, mas também as certezas que a gente tem sobre quem é. O espetáculo nasce desse lugar de instabilidade, onde tudo pode se transformar”, afirma o ator. “Ao mesmo tempo, é nesse espaço que surgem outras formas de relação, muitas vezes mais verdadeiras do que aquelas que a gente considera normais.”
A proposta da montagem não é explicar a doença, mas deslocar o olhar sobre ela. Em vez de enfatizar a perda, o espetáculo investiga aquilo que ainda se constrói no presente: pequenos gestos, afetos reinventados, formas inesperadas de comunicação. O humor, que aparece em momentos pontuais, não suaviza a experiência — pelo contrário, revela sua complexidade.
“Durante muito tempo, eu contava essas histórias de forma quase anedótica para amigos, e percebia que as pessoas riam, se emocionavam, se reconheciam. Foi aí que entendi que aquilo tinha uma dimensão que ultrapassava o pessoal”, comenta Aury Porto. “O teatro veio como um espaço onde essas histórias poderiam existir de outra maneira, sem a necessidade de organizar tudo de forma lógica.”
A encenação, dirigida por Janaina Leite, aposta em uma linguagem que tensiona realidade e ficção, sem hierarquizar uma sobre a outra. O material autobiográfico é tratado como campo de investigação, e não como relato fechado. “Não se trata de reconstruir uma história, mas de criar uma experiência em que o público também se desloque, se questione, se envolva”, aponta a diretora.
A dramaturgia de Claudia Barral organiza a cena a partir de fragmentos que se sobrepõem e se contradizem, criando uma estrutura que espelha o fluxo descontínuo da memória. A direção de arte de Flora Belotti, a trilha sonora original de Rodolfo Dias Paes (DiPa) e a iluminação de Ricardo Morañez contribuem para construir uma atmosfera que oscila entre o cotidiano e o imaginário, sem fixar o espectador em um único registro.
Nesse contexto, o espetáculo também se insere em uma discussão mais ampla sobre envelhecimento e cuidado — temas que ainda encontram resistência no debate público entre os brasileiros. Ao trazer essa experiência para o centro da cena, “Meu Nome: Mamãe” convida o público a encarar essas questões de maneira mais próxima e menos mediada por estigmas.
“A gente vive em uma sociedade que evita falar sobre a velhice e sobre o cuidado, como se fossem assuntos distantes. Mas eles estão muito mais presentes do que a gente imagina”, reflete Aury Porto. “O espetáculo é um convite para olhar para isso sem tanto medo, entendendo que existe vida, relação e até beleza nesses processos.”
A circulação segue ao longo dos próximos meses, com apresentações agendadas em Jundiaí, ainda em abril, e em Campinas, em maio. Os locais dessas cidades serão anunciados em breve, consolidando uma trajetória que amplia o acesso ao teatro contemporâneo e fortalece o diálogo com diferentes públicos.
Mais do que contar uma história, “Meu Nome: Mamãe” propõe uma experiência de presença — um encontro em que o que está em jogo não é apenas o que se lembra, mas aquilo que ainda é possível sentir, compartilhar e reinventar.

SERVIÇO – GUARULHOS
Espetáculo “Meu Nome: Mamãe”
Local: Teatro Padre Bento
Endereço: Rua Francisco Foot, 3 – Jardim Tranquilidade – Guarulhos (SP)
11 de abril (sábado)
Horário: 19h
• Sessão com tradução em Libras
12 de abril (domingo)
Horário: 17h
• Conversa entre equipe e público após a apresentação
Classificação indicativa: 12 anos

PRÓXIMAS CIDADES que receberão o espetáculo "Meu Nome: Mamãe"
29 de Abril
• Jundiaí
09 de Maio
• Campinas

segunda-feira, 6 de abril de 2026

EXTREMA! - Festival de Circo apresenta espetáculos no Centro Cultural Bom Jardim

O EXTREMA! – Festival de Circo será realizado nos dias 09 e 10 de abril, às 19h, no Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ),  com entrada gratuita

Voltado à difusão da arte circense em Fortaleza, o festival destaca performances aéreas, acrobáticas e de solo protagonizadas por intérpretes negros, periféricos, mulheres, pessoas LGBTQIAPN+. O projeto busca não apenas promover a fruição cultural, mas também oferecer uma plataforma relevante para a visibilidade de artistas oriundos de cursos livres e técnicos de circo.
Na programação, números de circo e espetáculos. Na quinta-feira, 09 de abril -  Amor no Ciclo, com Paula Itida (RJ);  Cumulonimbus, com Ayelen Kusiy (AR)  e  Apocalipse, com Victor (CH).  Encerrando no dia 10 de abril, o artista Gil Rodriguês (CE) apresenta o espetáculo "Preces  - Há algo a perceber na ternura enganada em preces fatigadas”.
EXTREMA! – Festival de Circo é realizado pela Tempo Aberto - Produtora Cultural. Apoio Institucional - Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) e  Secretaria  de Cultura de Fortaleza (Secultfor) através do Edital para as Áreas Técnicas - PNAB.

Ficha Técnica
Realização: Tempo Aberto - Produtora Cultural
Apoio Institucional: Centro Cultural Bom Jardim e Secultfor
Coordenação Técnica: Gil Rodriguês e Georgia Virtilis
Design Gráfico: Nolí Levi
Assessoria de Imprensa: Joanice Sampaio

Serviço
 EXTREMA! – Festival de Circo
 Dias: 09 e 10 de abril de 2026
Horário: 19h
Local: Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ)
 Rua 03 Corações, 400, Granja Lisboa
 Entrada Gratuita
 Classificação: Livre
 Mais informações: Instagram @tempoaberto_