Fecomércio MG requer ao STF participação em ação da CNC sobre jornada de trabalho e repouso semanal

 Entidade apresentou pedido para atuar como amicus curiae e contribuir com informações sobre os possíveis impactos da Emenda Constitucional nº 141/2026 nas empresas mineiras.

Foto: Nadim Donato – Presidente do Sistema Fecomércio MG, Sesc e Senac.

A Fecomércio MG protocolou, nessa sexta-feira (6 de novembro), pedido de admissão para ingressar no processo como amicus curiae, expressão em latim que significa "amigo da Corte" ao ministro Flávio Dino, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) nº 8.041 no Supremo Tribunal Federal (STF). A ação foi apresentada pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e questiona aspectos da transição prevista pela Emenda Constitucional nº 141/2026, especialmente a redução da jornada de trabalho, a instituição de dois dias de repouso semanal remunerado e o prazo para implementação das novas regras.

Na prática, a iniciativa da Federação é contribuir com informações técnicas e econômicas específicas de Minas Gerais, demonstrando os impactos das alterações sobre as empresas, os trabalhadores e a organização dos setores de comércio, serviços e turismo para auxiliar os ministros na avaliação de uma questão de grande repercussão.

Entre os principais dados apresentados pela Fecomércio MG, destacam-se:

Representação de 54 sindicatos empresariais, 402 categorias econômicas e mais de 750 mil empresas;

Participação do setor de 75,70% na economia mineira e 73,30% dos empregos formais;

Aproximadamente 95% das empresas são micro e pequenas empresas;

Cerca de 3,88 milhões de contratos de trabalho potencialmente alcançados;

91,8% dos vínculos possuem jornadas superiores a 40 horas semanais;

Projeção de aumento médio de 9,18% nas folhas de pagamento, superior à estimativa nacional de 6,26%.

Concorrência: aumento dos custos operacionais das empresas brasileiras diante das plataformas internacionais, que mantêm funcionamento contínuo.

No pedido apresentado ao STF, a Fecomércio MG reforça o apoio à atuação da CNC e propõe acrescentar uma perspectiva regional à discussão. A entidade ressalta que representa 54 sindicatos empresariais, 402 categorias econômicas e mais de 750 mil empresas em Minas Gerais. Esse alcance permite reunir informações sobre os efeitos das mudanças na organização das empresas, nas relações de trabalho e nos custos operacionais.

A Fecomércio MG esclarece que sua contribuição não pretende contestar, de forma abstrata, a redução da jornada para 40 horas semanais ou a instituição de dois dias de repouso remunerado. O foco está nos critérios e no prazo de transição, além das consequências práticas para empresas, trabalhadores e negociações coletivas.

Com o pedido, a entidade busca oferecer ao Supremo informações regionais e setoriais que ajudem a dimensionar os efeitos da Emenda Constitucional em Minas Gerais. A admissão da Fecomércio MG como amicus curiae ainda depende de decisão do ministro relator.

Sobre a Fecomércio MG

A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Minas Gerais (Fecomércio MG) é a principal entidade representativa do setor do comércio de bens, serviços e turismo no estado, que abrange mais de 800 mil empresas e 54 sindicatos. Sob a presidência de Nadim Elias Donato Filho, a Fecomércio MG atua como porta-voz das demandas do empresariado, buscando soluções através do diálogo com o governo e a sociedade. Outra importante atribuição da Fecomércio MG é a administração do Serviço Social do Comércio (Sesc) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Minas Gerais. A atuação integrada das três casas fortalece a promoção de serviços que beneficiam comerciários, empresários e a comunidade em geral, a partir de suas diversas unidades distribuídas pelo estado.

Desde 2022, a Federação tem se destacado na agenda pública, promovendo discussões sobre a importância do setor para o desenvolvimento econômico de Minas Gerais. A Fecomércio MG trabalha em estreita colaboração com a Confederação Nacional do Comércio (CNC), presidida por José Roberto Tadros, para defender os interesses do setor em âmbito municipal, estadual e federal. A Federação busca melhores condições tributárias para as empresas e celebra convenções coletivas de trabalho, além de oferecer benefícios que visam o fortalecimento do comércio. Com 87 anos de atuação, a Fecomércio MG é fundamental para transformar a vida dos cidadãos e impulsionar a economia mineira.

Cantor Marcos Souza leva o brega paraense a novos públicos com lives no TikTok

Artista registra média de 15 mil visualizações diárias nas transmissões e utiliza as redes sociais para ampliar o alcance da música produzida no Pará

O brega paraense está conquistando novos espaços nas plataformas digitais. No TikTok, o cantor e compositor Marcos Souza utiliza as transmissões ao vivo para apresentar o ritmo a públicos de diferentes regiões do Brasil. Segundo dados informados pelo artista, suas lives alcançam uma média de 15 mil visualizações por dia.
Com repertório dedicado ao brega e suas vertentes, Marcos transforma as transmissões em uma vitrine para a música paraense, aproximando pessoas de diferentes estados da cultura musical do Pará.
“É muito gratificante perceber que pessoas de outros lugares estão conhecendo o nosso brega. Quero levar a música paraense cada vez mais longe e mostrar a riqueza da nossa cultura para todo o Brasil”, afirma o cantor.
Nascido em Mossoró, no Rio Grande do Norte, e criado em Tucuruí, no Pará, Marcos construiu sua identidade artística em contato com a musicalidade paraense. Começou a compor aos 15 anos e, em 2022, iniciou sua trajetória como cantor.
Entre seus trabalhos está a música “Cheguei no Pará”, composição de Dudu Chagas, que traduz sua ligação com o estado onde cresceu. Em setembro de 2026, o artista também conquistou a verificação oficial de seu perfil no TikTok.
“As redes sociais abriram novas oportunidades para artistas independentes. Hoje, consigo chegar a pessoas que talvez nunca tivessem conhecido meu trabalho ou ouvido o brega paraense. Isso me motiva a continuar”, destaca Marcos.
A presença do cantor na plataforma acompanha um movimento de expansão da música regional no ambiente digital. Com as transmissões ao vivo, o brega ganha novas possibilidades de divulgação e amplia sua conexão com ouvintes de diferentes partes do país.

Rex Bibendi apresenta nova carta de coquetéis inspirada no clima tropical brasileiro

 Assinada pelo mixologista Alexandre Loureiro, o Xandão, seleção reúne dez receitas autorais que exploram referências ao calor do país por meio de combinações de destilados, frutas, ervas e especiarias.

Microclima. Crédito: Bia Brás


No Brasil, o clima também faz parte do vocabulário cotidiano: está no calor que não dá trégua, na mudança repentina do tempo e nas expressões usadas para descrever a sensação térmica. Essa referência orienta os novos coquetéis do Rex Bibendi, em Belo Horizonte. Criada por Alexandre Loureiro, o Xandão, mixologista da casa, a carta parte desse imaginário para desenvolver receitas que combinam diferentes destilados, frutas, ervas, especiarias e outros ingredientes.

"A criação passa por entender como os ingredientes se comportam juntos. Temos combinações mais cítricas e frutadas, outras que exploram ervas e especiarias e receitas em que os destilados e os vermutes têm mais presença. O desafio é encontrar o equilíbrio entre esses elementos e dar uma identidade própria a cada coquetel", afirma Xandão.

A relação com o clima aparece já nos nomes Tá Quente, Microclima, Pega Fogo, Derrete Não e Sensação Térmica. Em vez de seguir uma única família de sabores, as receitas percorrem caminhos distintos. O Tá Quente combina cachaça Flor das Gerais, Campari, Licor 43 e soda de tangerina com limão-cravo. O Microclima reúne gin Beefeater, camomila, salada, cítricos e shrub de abacaxi, enquanto o Pega Fogo leva gin Yvy Mar, cordial de cereja negra, cítricos e espuma de saguão mineiro.

Frutas e elementos aromáticos aparecem em outras composições. O Brisa do Pacífico associa vodka Absolut, cordial de pera e Frizante Beer cítrico com hortelã. Já o Derrete Não combina gin Yvy Ar, redução de morango com cranberry, limão-siciliano e espumante brut. No Depois da Chuva, a vodka Absolut recebe infusão de damasco e se junta a Licorenzino e espumante brut.

A carta também abre espaço para receitas de perfil mais complexo, nas quais destilados, vermutes e bitters têm papel central. O Olho do Furacão combina whisky bourbon Wild Turkey, brandy Fundador Sherry Cask, xarope clássico, vermute rosso Carpano e Angostura bitters. O Não Dá Pra Negar reúne tequila El Jimador Blanco, vermute Carpano Dry, coentro, pimenta-de-cheiro, limão e xarope simples. Com outra composição, o Sem Condições leva Marti Asturiano Z, rosas de cacau, maple e bitters. O Sensação Térmica, por sua vez, combina gin Yvy Mar, Licor 43, cítricos, leite e espuma de beer 43.

Para Pablo Teixeira, proprietário do Rex Bibendi, a renovação da carta amplia o repertório do bar dentro da proposta gastronômica da casa. "A nova carta acrescenta outras possibilidades ao bar e amplia as escolhas de quem frequenta o restaurante. A ideia é que os coquetéis tenham propostas que dialoguem com diferentes preferências, sem perder a conexão com a identidade do Rex Bibendi", afirma Pablo.

A nova carta também ganha espaço na programação semanal com a Quinta dos Coquetéis. A partir das 19h, quem comprar dois coquetéis ganha o terceiro. A iniciativa convida o público a conhecer as novas receitas e experimentar diferentes combinações ao longo da noite. 

A cultura do vinho segue como eixo da identidade do Rex Bibendi

A trajetória do Rex Bibendi está ligada à curadoria de vinhos, que continua a ocupar um lugar central na proposta da casa. A carta reúne rótulos brasileiros e internacionais, com atenção à produção mineira, e oferece opções servidas em taça e flights, sequências de degustação que permitem comparar uvas, regiões produtoras e estilos. A seleção acompanha a proposta gastronômica do restaurante e amplia as possibilidades de harmonização com os pratos do menu.

Essa identidade convive com outras opções no bar, que ampliam o repertório de bebidas disponíveis ao público. A proposta é preservar a relação com a cultura do vinho, origem do negócio, enquanto o Rex Bibendi diversifica as possibilidades para diferentes preferências e ocasiões, mantendo a bebida como parte importante da experiência à mesa.

SERVIÇO:

Rex Bibendi

R. Antônio de Albuquerque, 917 - Funcionários

Funcionamento: Terça a Sexta: 18h às 23h | Sábado: 12h às 23h | 

Domingo: 12h às 16h

@orexbibendi

Após protestos e polêmica política, Prefeitura de Fortaleza cancela show de Jorge & Mateus no Réveillon 2027

Decisão em comum acordo ocorreu após forte pressão popular nas redes sociais provocada por manifestação partidária de Jorge; administração reforça que evento é financiado pela iniciativa privada

A Prefeitura de Fortaleza comunicou o cancelamento da apresentação da dupla sertaneja Jorge & Mateus na programação do "Réveillon de Todos 2027". Segundo a nota oficial divulgada pelo Executivo municipal, a decisão foi tomada em comum acordo e amparada legalmente com os artistas, após repercussões que acabaram por desviar o foco da proposta festiva e cultural do evento.
O anúncio do cancelamento é o desfecho de dias de forte mobilização popular na internet. A polêmica ganhou força logo após a divulgação oficial da grade de atrações das festas de fim de ano no Nordeste — que contemplava passagens dos músicos por Fortaleza e Recife.  
A origem da polêmica nas redes sociais
O estopim para a onda de críticas e pedidos de boicote foi a circulação de um vídeo em que o cantor Jorge participava de um ato político. No registro gravado durante o período eleitoral, o sertanejo declarava apoio político com a adaptação de um dos maiores sucessos da dupla: "Pode chorar, mas eu não voto no PT".  
A divulgação do vídeo nas redes sociais gerou imediata reação de eleitores e internautas nordestinos. Comentários cobrando o cancelamento dos shows passaram a tomar conta dos perfis da dupla e dos canais oficiais da administração pública municipal. Manifestações como "não venham para o Ceará" e alertas sobre respeito ao Nordeste acumularam milhares de interações, encabeçadas também por criadores de conteúdo regionais.  
Apesar de a manifestação ter partido apenas de Jorge — enquanto seu parceiro de palco, Mateus, mantém postura reservada em relação a preferências político-partidárias —, a pressão atingiu o duo de forma conjunta.  
Financiamento e formato do Réveillon mantidos
Na nota divulgada, o Executivo municipal enfatizou que o planejamento e as tratativas para o evento ocorrem com meses de antecedência, tendo como premissa a entrega de uma grade diversa e qualificada para a população.
Diante do debate sobre o uso de recursos públicos, a Prefeitura reiterou que o cachê de todos os artistas participantes é 100% financiado pela iniciativa privada, por meio de cotas de patrocínio, não havendo aporte direto do tesouro municipal para o pagamento das atrações.
A estimativa oficial para o Réveillon de Fortaleza é reunir cerca de 2,7 milhões de pessoas ao longo de dois dias de festa gratuita, distribuída em formato descentralizado para movimentar a economia, a rede hoteleira e o turismo local. O restante da programação confirmada — que conta com nomes de destaque nacional como Ivete Sangalo, Luísa Sonza, Alok, Belo, Diogo Nogueira e Alceu Valença — segue mantido.  
Para acompanhar os desdobramentos sobre a repercussão e as discussões geradas em torno da programação festiva, confira a cobertura do canal no Vídeo sobre a polêmica do Réveillon de Fortaleza. O material aborda os bastidores e os impactos do debate em torno da grade de atrações da capital cearense.

“Cantares”: Daniel Medina ocupa o Teatro da Praia com apresentações às sextas

Projeto “Cantares” reúne música, poesia e proximidade com o público em quatro apresentações durante o mês de novembro, na Praia de Iracema

O cantor, compositor e instrumentista Daniel Medina realiza, em novembro, uma temporada no Teatro da Praia, em Fortaleza. Intitulado “Cantares”, o show integra a programação do Projeto “Bocas de Cena” e terá quatro apresentações nos dias 6, 13, 20 e 27 de novembro, sempre às 19h30.
A proposta é promover um encontro entre artista e público por meio da música, em performance intimista que valoriza a interpretação e a força da canção. A temporada também amplia as possibilidades de circulação do trabalho de Daniel Medina pela cena cultural da capital cearense.
As apresentações acontecem no Teatro da Praia, localizado na Rua Monsenhor Tabosa, 177, na Praia de Iracema. Os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada), com vendas antecipadas pela plataforma Sympla. Também haverá venda de bebidas no local.
A trajetória de Daniel Medina reúne diferentes linguagens artísticas. Cearense, o artista iniciou sua carreira em 2005, em Fortaleza, e construiu um percurso que transita entre a música, o teatro e a poesia. Nos primeiros anos de atuação, integrou a banda performática Manilha Mundial e o coletivo artístico Cadafalso, experiências que contribuíram para a formação de sua identidade musical e cênica.
Em 2017, lançou seu primeiro álbum, “Evoé!”, gravado em São Paulo pelo selo YB Music. Com produção musical de Saulo Duarte e Igor Caracas, o disco reúne dez composições autorais e conta com participações de nomes como Marcelo Jeneci, Gero Camilo e Juruviara. O trabalho apresenta uma sonoridade que aproxima elementos da música nordestina de experimentações contemporâneas, tendo a poesia como uma de suas principais características. 
O reconhecimento veio também com o troféu Cata-Vento, da Rádio Cultura Brasil, na categoria Artista Revelação, em 2018. No ano seguinte, Daniel realizou sua primeira turnê internacional, com apresentações em Portugal e na França, além de cumprir temporada no Teatro de Arena Eugênio Kusnet, em São Paulo, com o espetáculo “Vivaz!”.

A literatura também ocupa lugar importante em sua produção. Durante a pandemia, o artista idealizou o projeto “O Mapa da Lira”, série de encontros virtuais dedicada à escrita, à criação poética e à palavra, recebendo convidados como a escritora Tércia Montenegro, a poeta Érika Zíngano e o dramaturgo Ricardo Guilherme.
Em 2021, apresentou o EP “Madrigal”, trabalho que aprofunda sua pesquisa musical e poética. O repertório reúne composições inéditas e canções marcadas por uma atmosfera intimista, com destaque para as faixas “Sortilégios” e “Madrigal”. 
Com “Cantares”, Daniel Medina volta a apresentar seu trabalho em Fortaleza, em uma temporada que aproxima o público de sua produção artística e de uma trajetória construída no diálogo entre diferentes formas de expressão.

Serviço:
Cantares – Daniel Medina
Datas: 6, 13, 20 e 27 de novembro de 2026 (sextas-feiras).
Horário: 19h30.
Local: Teatro da Praia – Rua Monsenhor Tabosa, 177, Praia de Iracema, Fortaleza.
Ingressos: R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).
Vendas antecipadas: plataforma Sympla.
Haverá venda de bebidas no local.

Ana Carolina em BH: Uma opção para viver esse encontro, com novo setor no dia 07 de novembro, no Arena Hall

 Show marca nova fase da cantora com trabalho autoral e comemoração dos 25 anos de carreira.

Foto: Edu Defferrari (1)

A celebração dos 25 anos de Ana Carolina, que acontece no dia 07 de novembro, no Arena Hall, ganha um novo setor. O espaço é uma nova opção para quem quer cantar junto, sentir a emoção de perto e fazer parte dessa noite especial. O novo espaço é uma pista localizada atrás do setor 2 e sem cadeiras, sendo mais uma forma de viver Ana Carolina ao vivo.
Com um histórico consagrado de 13 álbuns, 8 DVDs e 13 turnês, a cantora volta a provocar seu universo musical multifacetado, mergulha de cabeça no seu lado de compositora e produtora, e lança "Ainda Já" (Sony Music/ Armazém), um EP com todas as faixas inéditas e assinadas por ela — sem exceção.
O título "Ainda Já" reflete exatamente a proposta do novo trabalho: revisitar a importância dos 25 anos de carreira de Ana Carolina enquanto aponta com sons e musicalidade para os caminhos que ela começa a traçar no futuro. Com canções autorais, o EP retoma a essência criativa que marcou o álbum "N9ve" — o último em que Ana Carolina assinou todas as faixas ao lado de seus parceiros. Em "Ainda Já", a artista inicia uma nova fase ao lado de nomes contemporâneos da música, como Umberto Tavares, Jefferson Júnior, Ariel Donato, Carol Marcílio, Pedro Breder, Tiê Castro e Juliano Valle. Ao mesmo tempo, revisita e celebra parcerias consagradas ao longo de seus 25 anos de carreira com compositores como Bruno Caliman, Antonio Villeroy e Edu Krieger. O trabalho é produzido pela própria Ana Carolina (que também assina a direção artística) e Iuri Rio Branco. 
"Com esse EP quero abrir novas portas sem me esquecer de onde vim. Isso se construiu graças a um trabalho autoral, em que me permito experimentar o inédito ao lado de parceiros com quem nunca havia cruzado acordes, abrindo janelas para outros olhares e sonoridades. Ao mesmo tempo, reverencio os encontros que, ao longo de 25 anos, me deram canções que se tornaram parte da minha história. Este trabalho é a ponte entre o que tenho sido e o que escolho ser de agora em diante", reflete Ana Carolina.
No ao vivo a turnê "25 Anas", dirigida por Jorge Fajalla (do sucesso "Ana Canta Cássia") e produzida pela Global Music, traz um espetáculo que ganha forma na fusão simbólica de versos de dois de seus clássicos: "O tempo faz tudo valer a pena e nem o erro é desperdício", de "O Avesso dos Ponteiros", e "Se precisar de alguma coisa / vá lá no meu armazém / Tem de tudo, quase tudo tem", de "Armazém". Juntas, essas frases ecoam a essência da nova produção — uma celebração da carreira plural e multifacetada da artista. No show, assim como em toda sua trajetória, cabem harmoniosamente 25 (ou talvez mais) Anas, seja aquela dos grandes sucessos, das mais variadas sonoridades e, claro, do olhar atento sobre seu tempo e seu futuro.
Dividido teatralmente em cinco atos não cronológicos — "A História", "A Paixão", "A Memória", "O Reencontro" e "A Celebração", o show é permeado por grandes sucessos, elementos cênicos e projeções em LED que ajudam a contar, de forma quase cinematográfica, as eras vividas pela cantora. É também nesse "armazém" simbólico que o público terá acesso, às faixas inéditas do EP Ainda Já.
"O tempo é a razão disso tudo. Revisitar meus 25 anos de carreira é essencial neste show, mas quero também que o público viaje comigo para o agora e para o que ainda está por vir. Essas novas canções refletem meu presente e antecipam os caminhos que pretendo trilhar nos próximos anos", explica Ana Carolina.

Sobre Ana Carolina - Cantora, compositora, arranjadora, produtora, instrumentista, musicista e artista plástica, Ana Carolina lançou seu primeiro álbum homônimo em 1999. Ao longo de 25 anos de carreira, construiu uma trajetória sólida na música brasileira, com 13 álbuns lançados — entre estúdio e ao vivo —, oito DVDs ou registros audiovisuais, e mais de cinco milhões de discos vendidos. Entre suas conquistas, estão três discos de ouro, dois de platina, um de platina duplo e um de diamante.
Ao longo dos anos, Ana recebeu importantes reconhecimentos, incluindo oito Prêmios Multishow de Música Brasileira, três Troféus Imprensa, um Prêmio TIM de Música e duas indicações ao Grammy Latino. Seu primeiro grande sucesso, "Garganta", alavancou o álbum de estreia e abriu caminho para uma carreira marcada por cerca de 30 singles nas paradas nacionais — 26 deles presentes em trilhas de novelas.
Reconhecida também por sua força como compositora, Ana Carolina teve canções gravadas por grandes nomes como Maria Bethânia, Gal Costa, John Legend, Esperanza Spalding, Mart'nália, Zizi e Luiza Possi, Pedro Camargo Mariano, Preta Gil, entre outros. Acumula ainda duetos memoráveis com artistas como John Legend — com quem gravou "Entreolhares (The Way You're Looking at Me)", que liderou a Billboard Hot Songs (Rio de Janeiro) em 2009 —, Tony Bennett, em "The Very Thought of You", presente no álbum Viva Duets, além de parcerias com Gilberto Gil, Maria Bethânia, Chico Buarque, Seu Jorge, Maria Gadú, Luiz Melodia e Guinga.
Antes do lançamento de "Ainda Já", seu novo EP com faixas inéditas e autorais, Ana Carolina percorreu o Brasil e outros países com a aclamada turnê "Ana Canta Cássia – Estranho Seria se Eu Não Me Apaixonasse por Você" (2023–2024), uma homenagem à Cássia Eller. O espetáculo foi assistido por mais de 400 mil pessoas e deu origem a dois EPs com registros ao vivo das principais canções do projeto.
Com cerca de 11,5 milhões de seguidores nas redes sociais, Ana Carolina segue como uma das artistas mais relevantes da música brasileira — uma voz potente e sensível, cuja arte continua a se expandir e emocionar o público.

SERVIÇOS
Ana Carolina | Tour "25 Anas"
Dia: 07 de novembro de 2026 (sábado)
Abertura da casa: 19h | Show: 21h 
Local: Arena Hall - Av. Nossa Sra. do Carmo, 230 - Savassi, Belo Horizonte / MG
Ingressos: Na bilheteria da Arena Hall e pelo site www.ana-carolina.com

Setor I - Cadeira: R$350,00 (meia) / R$370,00 (social) / R$700,00 (inteira)

Setor II - Cadeira: R$270,00 (meia) / R$290,00 (social) / R$540,00 (inteira)

Cadeira Sup. Ouro: R$210,00 (meia) / R$230,00 (social) / R$420,00 (inteira)

Cadeira Sup. Prata: R$150,00 (meia) / R$170,00 (social) / R$300,00 (inteira)

Pista: R$95,00 (meia) / R$105,00 (social) / R$190,00 (inteira)

* Ingresso Social:  meia entrada social para o público de todas as idades, mediante doação de 1 kg de alimento não perecível na entrada do show. Essa é uma promoção não cumulativa e válida apenas para ingressos de inteira. 

Realização: Ímpar Shows

Festival Zepelim revela detalhes inéditos de “Belchior Alucina”, espetáculo que celebra os 80 anos de Belchior e estreia em novembro

Com Vannick Belchior, Cor dos Olhos e Mateus Fazeno Rock, projeto também homenageia os 50 anos do álbum “Alucinação”, reúne clássicos e canções menos conhecidas do compositor cearense e tem planos de circular pelo Brasil após a estreia

Belchior, que completaria 80 anos na última segunda-feira (26), será homenageado com um espetáculo inédito que prepara sua estreia em Fortaleza. O “Belchior Alucina” reúne Vannick Belchior, filha caçula do cantor e compositor cearense, Mateus Fazeno Rock e Cor dos Olhos em uma proposta que revisita a obra do músico a partir de novas sonoridades, interpretações e experiências visuais. O primeiro encontro com o público acontecerá no dia 21 de novembro, durante o Festival Zepelim 2026, no Marina Park, em Fortaleza.
O projeto também marca os 50 anos do lançamento de “Alucinação”, álbum de 1976 que se tornou um dos trabalhos mais emblemáticos da carreira de Belchior. Inspirado no universo artístico do compositor, o espetáculo propõe uma experiência que vai além de revisitar suas canções, buscando apresentar novas possibilidades de escuta e interpretação de uma obra que continua atravessando gerações. A psicodelia será um dos elementos centrais dessa construção, presente na identidade visual e na atmosfera do show, com cores intensas, contrastes e referências que conectam diferentes tempos e sensibilidades.
“A construção do ‘Belchior Alucina’ está sendo algo muito único, porque partiu da ideia de cearenses homenagearem outro cearense em um momento muito importante, já que 2026 marca os 80 anos do meu pai [Belchior] e também os 50 anos do álbum ‘Alucinação’. Vai ser um show totalmente novo, algo que nunca foi feito antes por nós. Estamos buscando referências da própria sonoridade de Belchior, trazendo um pouco de rock, afinal, ele também era roqueiro. Queremos preservar os grandes clássicos, mas também abrir espaço para músicas menos óbvias, que ganham uma nova roupagem a partir da personalidade de cada um. Queremos não apenas emocionar os fãs de Belchior, mas também conquistar um novo público. E acredito que estamos só começando. O Zepelim está abrindo essa porta para o projeto e queremos levar o ‘Belchior Alucina’ para novos palcos”, destaca Vannick Belchior.
Entre os detalhes do espetáculo, está um repertório que percorre diferentes momentos da trajetória de Belchior, reunindo músicas consagradas e composições menos exploradas de seu catálogo. “A Palo Seco”, “Alucinação”, “Apenas um Rapaz Latino-Americano”, “Mucuripe”, “Paralelas”, “Coração Selvagem” e “Sujeito de Sorte” estão entre as canções previstas para ganhar novas interpretações no palco. O repertório também abre espaço para faixas menos conhecidas, como “Jornal Blues”, escolhida por Mateus Fazeno Rock, que destaca a relação da composição com suas próprias referências artísticas.
“Estamos pesquisando texturas e ritmos que possam agregar a essa reinterpretação da obra de Belchior. Queremos fazer um show pulsante, pesado, um show de rock, trazendo uma visão mais contemporânea para essas canções, mas sem perder o peso e o brilho das obras dos anos 70 e 80. Na construção do repertório, fiz questão de sugerir músicas menos difundidas, um lado B que nem sempre ganha tanto espaço. Uma delas é ‘Jornal Blues’, que trouxe por gostar muito da canção e por ela dialogar com meus pensamentos políticos e filosóficos”, explica Mateus Fazeno Rock.
A proposta de “Belchior Alucina” também ganha força a partir do encontro entre artistas que representam diferentes expressões da cena musical contemporânea cearense. A combinação de suas referências traz para o palco uma sonoridade marcada pelo rock e pela psicodelia, com espaço para improvisações e novas possibilidades de interpretação das composições de Belchior.
“O ‘Belchior Alucina’ está tendo uma construção muito orgânica, com total liberdade durante os ensaios. A poesia de Belchior e a psicodelia nordestina dos anos 70 são nossas maiores referências. Queremos entregar um show de rock psicodélico, com muito som de banda, entrega vocal e improvisos. Acredito que esse encontro de diferentes linguagens, somado à força das composições dele, nos dá a oportunidade de apresentar sua obra a uma juventude que, assim como nós, não teve a chance de acompanhar sua carreira em tempo real”, afirma Caio Evangelista, integrante da Cor dos Olhos.
Para Rafael Martins, também integrante da Cor dos Olhos, a conexão entre os artistas e a relação de cada um com a obra de Belchior são elementos importantes na construção do espetáculo.
“Nós três viemos da mesma cidade, compartilhamos experiências, já dividimos palco e gravações, e agora temos a obra e a vida de Belchior como grande motivo para celebrar esse encontro. Todos somos fãs e queremos que esse legado se perpetue por muito tempo. A estreia do ‘Belchior Alucina’ no Festival Zepelim vem desse desejo de apresentar suas músicas para uma nova geração, mostrando a força das composições com nosso jeito de tocar e cantar”, acrescenta Rafael.
A estreia acontece em um ano especialmente simbólico para a memória de Belchior. Além das oito décadas de seu nascimento e dos 50 anos de “Alucinação”, a trajetória do compositor tem sido celebrada em diferentes iniciativas culturais. Entre elas estão o documentário “Belchior 80 anos - Apenas um Rapaz Latino-Americano” e o projeto musical “Meu Nome É Cem”, desenvolvidos por Vannick, que também revisitam a obra e a história do artista.

Um projeto que nasce no Zepelim e mira novos palcos pelo Brasil
Mais do que receber a estreia de “Belchior Alucina”, o Festival Zepelim participou da concepção do projeto, idealizado como um encontro inédito entre artistas cearenses para celebrar a obra de Belchior. A iniciativa dá continuidade à proposta do evento de fomentar colaborações musicais e experiências artísticas especiais, com a perspectiva de que o espetáculo também possa circular por outras cidades brasileiras após sua primeira apresentação em Fortaleza.
“O ‘Belchior Alucina’ nasceu de um desejo muito nosso de criar algo especial para celebrar os 80 anos de Belchior e os 50 anos de ‘Alucinação’. Queríamos ir além de uma homenagem tradicional e foi aí que surgiu a ideia desse encontro inédito entre Vannick Belchior, Cor dos Olhos e Mateus Fazeno Rock, três artistas cearenses com uma potência musical enorme. Desde a primeira edição, o Zepelim tem essa proposta de promover encontros inéditos, como já fizemos com Luísa Sonza e Baco Exu do Blues, Mateus Carrilho e Duda Beat, Lagum e Anavitória, Gilsons e Rachel Reis, além de Nação Zumbi e Academia da Berlinda. Queremos que o festival seja um espaço de criação, onde novas ideias possam nascer e ganhar vida. O ‘Belchior Alucina’ é um projeto que ficou tão lindo que decidimos não deixá-lo só no Zepelim, mas fazer dessa estreia um ponto de partida para rodar o Brasil, celebrando esse artista gigante e transgressor que foi e é Belchior”, destaca Gabriela Parente, criadora e diretora-geral/criativa do Festival Zepelim.
Em sua quinta edição, o Festival Zepelim reforça sua proposta de valorizar a produção musical nordestina e promover encontros entre diferentes gerações e linguagens artísticas. O evento também reúne nomes como Marina Sena, BaianaSystem, Duda Beat, Gaby Amarantos, Gilsons, Duquesa, Carol Biazin, Julia Mestre, Isa Buzzi e Link do Zap, além do espetáculo especial “Poesia Acústica – Encontro de 10 anos”.
Criado em Fortaleza, o Festival Zepelim reuniu mais de 15 mil pessoas em 2025 e retorna ao Marina Park no dia 21 de novembro, com três palcos à beira-mar e transmissão gratuita pelo YouTube do Sua Música. Os ingressos estão disponíveis pela Ingresse.

SERVIÇO | BELCHIOR ALUCINA ESTREIA NO FESTIVAL ZEPELIM 2026
Data: 21 de novembro de 2026
Local: Marina Park – Fortaleza (CE)
Abertura dos portões: 15h
Line-up Belchior Alucina: Vannick Belchior, Cor dos Olhos e Mateus Fazeno Rock

Line-up: Isa Buzzi | Marina Sena | BaianaSystem | Duda Beat | Gaby Amarantos | Gilsons | Duquesa | Carol Biazin | Julia Mestre | Link do Zap | Belchior Alucina (Vannick Belchior, Cor dos Olhos e Mateus Fazeno Rock) | Poesia Acústica - Encontro de 10 anos (Xamã, Salve Malak, Lourena, Kayuá, Ducon, Chris MC, Bob do Contra, Luccas Carlos e Luiz Lins)

Classificação: 16 anos (Menores de 16 anos poderão acessar o evento mediante autorização impressa dos pais ou responsáveis legais.)
Realização: ZPLM Hub Criativo
Ingressos online: ingresse.com/festival-zepelim26/

Acompanhe o FESTIVAL ZEPELIM nas redes sociais:
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