sábado, 7 de março de 2026

Priscila Ipirajá e Jader de Carvalho celebram o primeiro ano de Laurinha com festa encantadora em clima de fazendinha

A alegria tomou conta de uma tarde especial preparada com afeto, delicadeza e muitos detalhes personalizados para celebrar o primeiro ano de vida de Laurinha, filha da jornalista Priscila Ipirajá e do advogado Jader de Carvalho

O casal recebeu familiares e amigos para uma comemoração temática de fazendinha, marcada por uma atmosfera lúdica, elegante e repleta de significado. Em tons suaves e proposta afetiva, a decoração assinada pela Loc Party transformou o espaço em um cenário encantador, onde cada detalhe remetia ao universo campestre com leveza e sofisticação.
A mesa principal, cuidadosamente composta, trouxe elementos delicados, personagens personalizados e uma paleta harmoniosa e romântica, combinação perfeita para celebrar o primeiro ciclo de vida de Laurinha.
O bolo, verdadeira obra de arte da Selecta Cakes, encantou não apenas pelo visual impecável, mas também pelo sabor. Os doces finos de Tati Andrade complementaram a experiência gastronômica com criatividade e requinte.
A organização impecável ficou sob o comando da cerimonialista Izys Bezerra, que conduziu cada momento com sensibilidade e precisão, garantindo fluidez e acolhimento aos convidados.
Os registros eternizados pelas lentes de Meneleu Santos captaram sorrisos genuínos, abraços apertados e a emoção estampada no olhar dos pais. Já o filme oficial da celebração, produzido por Braga Neto, promete transformar memórias em uma narrativa atemporal.
Entre risadas, colo, afagos e o brilho nos olhos de quem celebra o milagre da vida, o primeiro aninho de Laurinha foi mais do que uma festa: foi a materialização do amor de uma família que celebra cada fase com presença, gratidão e propósito.

Março Amarelo: até 50% das mulheres com infertilidade podem ter endometriose, alerta especialista

Doença atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva no mundo, segundo a OMS, e é uma das principais causas de dificuldade para engravidar

O Março Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a endometriose, reacende um alerta que ainda enfrenta desinformação e diagnóstico tardio: a doença pode estar por trás de até metade dos casos de infertilidade feminina. Estimativas científicas indicam que entre 30% e 50% das mulheres que enfrentam dificuldade para engravidar convivem com a condição, muitas vezes sem saber.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a endometriose afeta aproximadamente 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva em todo o mundo, o que representa mais de 190 milhões de pessoas globalmente. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que milhões de mulheres convivam com a doença, que é considerada crônica, inflamatória e progressiva.
Caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, a endometriose pode atingir ovários, trompas, bexiga e intestino. Esse processo provoca inflamação persistente, formação de aderências e alterações anatômicas que comprometem o funcionamento do sistema reprodutivo.
Segundo o ginecologista Evangelista Torquato, referência em reprodução humana, o impacto da doença na fertilidade é multifatorial. “A endometriose pode comprometer a qualidade dos óvulos, prejudicar o funcionamento das trompas e alterar o ambiente uterino necessário para a implantação do embrião. Em estágios mais avançados, as aderências dificultam o encontro entre óvulo e espermatozoide, reduzindo significativamente as chances de gestação espontânea”, explica.
O desafio, segundo especialistas, é que a doença pode levar anos para ser diagnosticada. Muitas mulheres normalizam cólicas intensas, dores durante a relação sexual e desconfortos pélvicos recorrentes. A literatura médica aponta que o tempo médio entre os primeiros sintomas e o diagnóstico pode ultrapassar sete anos.
Esse cenário se torna ainda mais delicado diante do adiamento da maternidade. Com a decisão de engravidar ocorrendo cada vez mais após os 30 ou 35 anos, fase em que a reserva ovariana já começa a diminuir naturalmente,  a presença da endometriose pode potencializar a dificuldade reprodutiva.
“A dor incapacitante não é normal. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de preservar a fertilidade e planejar a gestação de forma estratégica. Hoje contamos com tratamentos clínicos, cirúrgicos e técnicas de reprodução assistida que ampliam as possibilidades de gravidez”, afirma o Dr. Evangelista Torquato.
Além dos impactos físicos, a doença também carrega consequências emocionais relevantes. A combinação entre dor crônica e dificuldade para engravidar pode gerar ansiedade, estresse e sofrimento psicológico, exigindo acompanhamento multidisciplinar.
Nesse contexto, especialistas reforçam que informação é ferramenta de prevenção. Reconhecer os sinais precoces, buscar avaliação médica e compreender as opções de tratamento são passos fundamentais para reduzir os impactos da endometriose na qualidade de vida e no projeto reprodutivo das mulheres.

Pedro Junior inicia agenda pelo Nordeste para celebrar aniversário da CUIDARH com encontros sobre bem-estar corporativo

Após reunir empresários e profissionais de Recursos Humanos em Fortaleza para o encontro “NR-1: Pontos Essenciais para Conformidade das Empresas”, realizado no Teatro Del Paseo, o CEO da CUIDARH, Pedro Junior, iniciou uma agenda especial pelo Nordeste para celebrar o aniversário da consultoria com uma série de encontros voltados ao bem-estar corporativo, à gestão de pessoas e às novas demandas das organizações.
Batizada de “Momento CUIDARH”, a iniciativa percorre cidades estratégicas da região, levando experiências, conteúdos e diálogos sobre saúde organizacional para profissionais de RH e empresários. A agenda inclui encontros em Natal (4 de março), Recife (5 de março), João Pessoa (6 de março) e Salvador (18 de março), culminando com a celebração do aniversário da CUIDARH em Fortaleza, no dia 20 de março.
A proposta é ampliar o debate sobre cultura organizacional, saúde mental e responsabilidade empresarial, temas que ganharam ainda mais relevância após as atualizações da Norma Regulamentadora nº 1 (NR-1), que reforçam a necessidade de atenção aos riscos psicossociais no ambiente de trabalho.
“Mais do que celebrar o aniversário da CUIDARH, queremos criar momentos de conexão e reflexão com profissionais que lideram a gestão de pessoas nas empresas. Falar de bem-estar corporativo hoje é falar de estratégia, sustentabilidade e futuro das organizações”, destaca Pedro Junior.
Os encontros contam com o apoio da Swile, empresa global especializada em soluções de benefícios corporativos, fortalecendo a proposta de discutir práticas modernas de gestão que valorizem a experiência dos colaboradores.
A agenda itinerante reforça o posicionamento da CUIDARH como uma consultoria dedicada a promover uma nova cultura organizacional baseada em cuidado, performance e responsabilidade empresarial, aproximando especialistas, lideranças e empresas em torno de um tema cada vez mais central para o mundo do trabalho.

Planejamento financeiro de longo prazo como aliado da participação feminina no mercado financeiro

Dados da B3 mostram que mulheres já representam 26% dos investidores em renda variável; estratégia de relacionamento, consolidação patrimonial e cultura de advisory ganham espaço no Ceará

O avanço da participação feminina no mercado financeiro brasileiro tem sido impulsionado por uma combinação de planejamento financeiro de longo prazo e mudança no modelo de relacionamento entre investidoras e instituições financeiras. Dados atualizados da B3 indicam que, em 2025, as mulheres somaram 1.436 milhão de CPFs ativos na renda variável, um crescimento anual de aproximadamente 4% e alta acumulada de cerca de 41% desde 2021. Elas já representam 26% do total de investidores da bolsa brasileira, enquanto os homens concentram 74% do mercado.
Além do aumento no número de investidoras, os dados apontam para um comportamento financeiro mais estruturado: o valor mediano investido pelas mulheres é cerca de 80% superior ao dos homens, evidenciando uma postura mais disciplinada e orientada ao longo prazo. 
No Ceará, esse movimento acompanha a tendência nacional e, em alguns períodos, apresenta ritmo de crescimento acima da média do país, com destaque para mulheres que passam a ver o investimento como parte de um projeto de vida, e não apenas como aplicação pontual.
Nesse contexto, ganha força a substituição do modelo tradicional de pulverização bancária por estratégias baseadas em relacionamento e atendimento personalizado. “Quando a cliente tem clareza dos objetivos, os investimentos deixam de ser aplicações isoladas e passam a fazer parte de um plano. O papel do assessor é justamente ajudar a organizar isso e transformar a carteira em um plano de longo prazo”, afirma Wanádia Martins, assessora de investimentos da XP.
A mudança também reforça os benefícios da consolidação patrimonial, que permite uma visão integrada dos ativos, melhor controle de riscos e maior eficiência nos custos. Ao organizar investimentos em torno de objetivos claros como aposentadoria, proteção familiar ou novos projetos,  a investidora ganha previsibilidade e segurança.
O cenário dialoga com a expansão da cultura de advisory no Brasil, baseada em acompanhamento contínuo, educação financeira e revisão periódica das carteiras. Trata-se de um modelo que privilegia o vínculo consultivo em vez da venda pontual de produtos. “A mulher costuma investir de forma mais consciente. Ela busca informação, entende o cenário e pensa no longo prazo. Por isso o acompanhamento próximo faz tanta diferença”, observa Wanádia.
Com base nos números da B3, o crescimento da presença feminina no mercado financeiro não se dá apenas em volume, mas também em qualidade de participação. No Ceará, esse movimento se traduz em maior autonomia econômica e em estratégias mais estruturadas de construção de patrimônio. “O planejamento é o que transforma renda em patrimônio ao longo do tempo. Quando existe estratégia e confiança no relacionamento com o assessor, as decisões ficam muito mais seguras”, resume a assessora de investimentos.

Março Amarelo: até 50% das mulheres com infertilidade podem ter endometriose, alerta especialista

Doença atinge cerca de 10% das mulheres em idade reprodutiva no mundo, segundo a OMS, e é uma das principais causas de dificuldade para engravidar

O Março Amarelo, mês dedicado à conscientização sobre a endometriose, reacende um alerta que ainda enfrenta desinformação e diagnóstico tardio: a doença pode estar por trás de até metade dos casos de infertilidade feminina. Estimativas científicas indicam que entre 30% e 50% das mulheres que enfrentam dificuldade para engravidar convivem com a condição, muitas vezes sem saber.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a endometriose afeta aproximadamente 10% das mulheres e meninas em idade reprodutiva em todo o mundo, o que representa mais de 190 milhões de pessoas globalmente. No Brasil, o Ministério da Saúde estima que milhões de mulheres convivam com a doença, que é considerada crônica, inflamatória e progressiva.
Caracterizada pelo crescimento de tecido semelhante ao endométrio fora do útero, a endometriose pode atingir ovários, trompas, bexiga e intestino. Esse processo provoca inflamação persistente, formação de aderências e alterações anatômicas que comprometem o funcionamento do sistema reprodutivo.
Segundo o ginecologista Evangelista Torquato, referência em reprodução humana, o impacto da doença na fertilidade é multifatorial. “A endometriose pode comprometer a qualidade dos óvulos, prejudicar o funcionamento das trompas e alterar o ambiente uterino necessário para a implantação do embrião. Em estágios mais avançados, as aderências dificultam o encontro entre óvulo e espermatozoide, reduzindo significativamente as chances de gestação espontânea”, explica.
O desafio, segundo especialistas, é que a doença pode levar anos para ser diagnosticada. Muitas mulheres normalizam cólicas intensas, dores durante a relação sexual e desconfortos pélvicos recorrentes. A literatura médica aponta que o tempo médio entre os primeiros sintomas e o diagnóstico pode ultrapassar sete anos.
Esse cenário se torna ainda mais delicado diante do adiamento da maternidade. Com a decisão de engravidar ocorrendo cada vez mais após os 30 ou 35 anos, fase em que a reserva ovariana já começa a diminuir naturalmente,  a presença da endometriose pode potencializar a dificuldade reprodutiva.
“A dor incapacitante não é normal. Quanto mais precoce o diagnóstico, maiores são as chances de preservar a fertilidade e planejar a gestação de forma estratégica. Hoje contamos com tratamentos clínicos, cirúrgicos e técnicas de reprodução assistida que ampliam as possibilidades de gravidez”, afirma o Dr. Evangelista Torquato.
Além dos impactos físicos, a doença também carrega consequências emocionais relevantes. A combinação entre dor crônica e dificuldade para engravidar pode gerar ansiedade, estresse e sofrimento psicológico, exigindo acompanhamento multidisciplinar.
Nesse contexto, especialistas reforçam que informação é ferramenta de prevenção. Reconhecer os sinais precoces, buscar avaliação médica e compreender as opções de tratamento são passos fundamentais para reduzir os impactos da endometriose na qualidade de vida e no projeto reprodutivo das mulheres.

Ezemir e Kelly Guimarães pegam a rota de São Paulo para a inauguração da igreja do pastor André Fernandes

Ezemir e Kelly Guimarães estiveram em São Paulo para prestigiar a inauguração da Igreja Celeiro na capital paulista, liderada pelo pastor André Fernandes. O casal integrou a lista de convidados que marcaram presença na noite que celebrou a expansão do ministério para um dos principais centros urbanos do país.
A cerimônia reuniu lideranças, membros da comunidade cristã e convidados especiais, consolidando um novo capítulo na trajetória da igreja, que amplia sua atuação e influência além das fronteiras regionais.
A presença de Ezemir e Kelly reforça o vínculo com projetos que valorizam fé, propósito e conexão, em um momento de celebração e crescimento institucional.

Jovem e estética: limites, responsabilidade e orientação especializada em harmonização facial

Nos últimos anos, o universo da estética facial tem observado uma tendência crescente que chama a atenção de especialistas em saúde: cada vez mais jovens, inclusive adolescentes, buscam procedimentos como harmonização facial e preenchimentos. Essa mudança de comportamento, impulsionada por redes sociais, influência digital e valorização da imagem, traz à tona um debate essencial sobre saúde, ética profissional e limites para essa faixa etária.
Dados de clínicas e levantamentos do setor indicam que o interesse de adolescentes entre 13 e 17 anos por procedimentos estéticos no Brasil cresceu cerca de 40% nos últimos dois anos, reflexo de uma demanda em expansão e de uma relação cada vez mais precoce com a estética facial.
Enquanto o avanço das técnicas minimamente invasivas amplia o acesso a tratamentos estéticos, cresce também a preocupação com critérios técnicos, responsabilidade profissional e alinhamento de expectativas. “A harmonização facial é um procedimento que vai muito além da estética imediata. Ela envolve estruturas anatômicas e exige avaliação criteriosa, especialmente quando falamos de pacientes jovens”, afirma a Dra. Eduarda Diógenes, especialista em harmonização facial.
O crescimento da procura por procedimentos não cirúrgicos faz parte de um movimento global. De acordo com dados da International Society of Aesthetic Plastic Surgery, mais de 38 milhões de procedimentos estéticos foram realizados no mundo em 2025, evidenciando a consolidação do setor e o aumento do interesse por intervenções faciais.
Entre os fatores que impulsionam esse comportamento estão a influência das redes sociais, o uso de filtros digitais e a exposição constante à própria imagem, o que pode gerar expectativas irreais e decisões precipitadas. Estudos apontam que a construção da autoimagem na adolescência é altamente sensível a padrões externos, reforçando a importância de uma abordagem responsável.
Para a Dra. Eduarda, a escuta qualificada é parte fundamental do processo. “A nossa principal responsabilidade é avaliar maturidade emocional, expectativas, saúde geral e o real motivo da busca pelo procedimento. Em muitos casos, a melhor conduta é orientar, acompanhar e, quando necessário, postergar qualquer intervenção”, explica.
O debate sobre harmonização facial no público jovem ultrapassa a estética e se insere em uma discussão maior sobre autocuidado, saúde emocional e ética na atuação profissional. Mais do que atender a uma tendência, é preciso compreender limites e priorizar escolhas conscientes.

10º Prêmio RioMar Mulher comemora uma década de trajetórias que refletem a força, a coragem e a sensibilidade da mulher

Estabelecido como um dos principais momentos de valorização da mulher em Fortaleza, o Prêmio, realizado desde 2015, celebra mulheres que se destacam em suas áreas e contribuem de maneira significativa para o desenvolvimento do Ceará

As dez mulheres homenageadas de 2026, ao lado do presidente do Grupo JCPM, João Carlos Paes Mendonça, e do Membro do Conselho de Administração do Grupo JCPM, Renato Paes Mendonça Tavares de Melo (Foto: Geovanne Jinkings)
Na noite da última quarta-feira (4/3), o Teatro RioMar Fortaleza foi cenário da 10ª edição do Prêmio RioMar Mulher, uma celebração marcada por emoção, reconhecimento e inspiração. O evento homenageou 10 mulheres notáveis por suas relevantes contribuições ao desenvolvimento do Ceará e por suas trajetórias de destaque em diferentes áreas de atuação: Dina Sampaio, (Comunicação), Helena Barbosa (Gestão Pública), Manuela Melo (Moda), Mestre Raimundinha (Arte e Cultura), Mitchelle Benevides (Justiça e Cidadania), Natália Tatanka (Trabalho Social), Nildes Alencar Lima (Educação), Noélia Fontenele (Economia e Negócios), Paola Torres (Saúde) e Regina Catunda (Arquitetura).
A solenidade contou com a presença de João Carlos Paes Mendonça, presidente do Grupo JCPM, o anfitrião do evento. Em seu pronunciamento no palco, destacou que participar da homenagem é, para ele, ao mesmo tempo uma honra e um compromisso inegociável. Ressaltou a satisfação de conhecer de perto trajetórias tão inspiradoras e de aplaudir mulheres que dedicam seu trabalho para gerar impacto positivo na sociedade.
“Estamos celebrando dez anos do Prêmio RioMar Mulher, cujo principal objetivo é destacar a atuação feminina em dez categorias, tendo como alcance, sobretudo, a sociedade cearense. Nessa década, onde os anos também marcam a consolidação do retorno do Grupo JCPM à terra cearense, nossa admiração pelo povo daqui ganhou novas dimensões. Compreendemos que um dos grandes valores presentes é a capacidade de engajamento e determinação para realização de um bem comum. E vimos isso através das mãos de dezenas de mulheres homenageadas nesse palco, ocasião em que compartilharam e celebraram suas trajetórias conosco. Mulheres que demonstraram desconhecer o verbo desistir quando tinham em mente um objetivo” afirmou o presidente do Grupo JCPM.
Na premiação, a educadora e uma das idealizadoras da Escolinha Sol, homenageada na Categoria Educação, Nildes Alencar Lima, fez um discurso no palco para representar as homenageadas da noite e expressar a honra em receber o prêmio:
"Sinto-me honrada pela escolha e grata por contribuir na realização da obra mais querida por Deus, que é a formação humana. Como mulher, recebo este prêmio em nome de todas que se dedicam à gestão e ao desenvolvimento do ser humano, buscando empoderamento, participação e valorização de nossas experiências. Em nome das mulheres que represento, o nosso obrigada e o nosso sim à ação conjunta, à luta pelo trabalho coletivo e à construção de um mundo melhor", afirma.
Realizado em Fortaleza desde 2015, o evento ocorre sempre no mês de março, um período dedicado a homenagens e ao reconhecimento internacional do papel das mulheres na sociedade. A cada edição, destaca a trajetória de 10 mulheres em diferentes categorias: Arquitetura e Design; Arte e Cultura; Comunicação; Economia e Negócios; Educação; Justiça e Cidadania; Moda; Saúde; Gestão Pública; e Trabalho Social.
Ao longo das últimas nove edições, já foram agraciadas nomes como: Izolda Cela, Onélia Leite Santana, Cacique Pequena, Maria da Penha, Luciana Dummar, Águeda Muniz, Socorro França, Dodora Guimarães, Gaída Dias, Fernanda Pacobahyba, Adísia Sá, Patrícia Saboya, Luisa Cela de Deus Costantini, Socorro Acioli, Márcia Alcântara, Rena Gomes Moura, Luma de Andrade e Joana Ramalho, entre outras. 
Registros do 10º Prêmio RioMar Mulher | Crédito: Geovanne Jinkings

Clube de Terapia inaugura segunda unidade em Fortaleza e reforça modelo pioneiro de centro-dia para idosos no Ceará

Fortaleza ganhou, a segunda unidade do Clube de Terapia, espaço pioneiro no Ceará no modelo de centro-dia voltado ao cuidado integral da pessoa idosa. A inauguração marca a consolidação de um formato que vem crescendo diante da nova realidade demográfica: mais longevidade, famílias com rotinas intensas e a necessidade de suporte especializado durante o dia.
A nova unidade está localizada na Rua Libanês José Lopes, 70, no bairro Luciano Cavalcante, ampliando a presença da marca na Capital e a capacidade de atendimento às famílias da região. A Unidade Sul tem como sócio franqueado o Dr. George Vasconcellos, que passa a integrar o projeto de expansão da marca no Ceará.
Comandado por Josiane Araújo e Marcelo Niza, o Clube se diferencia por integrar, em uma única estrutura, estímulos físicos, cognitivos, emocionais e sociais, substituindo atendimentos fragmentados por uma rotina terapêutica completa.
“O nosso diferencial é que o idoso não vem apenas para passar o tempo. Ele participa de uma programação estruturada, com propósito, estímulo e acompanhamento profissional. Trabalhamos autonomia, dignidade e pertencimento”, afirma Josiane.

O que torna o modelo diferente

Ao contrário de espaços assistenciais tradicionais, o Clube opera como centro-dia: o idoso permanece durante o período da manhã ou da tarde e retorna para casa, mantendo o convívio familiar.
A rotina inclui atividades físicas orientadas, oficinas de memória, estímulos cognitivos estruturados, musicoterapia, socialização guiada e alimentação balanceada com acompanhamento.
A musicoterapia, aplicada predominantemente em grupo, é uma das ferramentas de maior impacto, promovendo melhora do humor, interação social e resgate de memórias afetivas, especialmente em idosos com declínio cognitivo leve, Alzheimer ou outras demências.
O público atendido é formado principalmente por idosos a partir de 60 anos que necessitam de rotina assistida ou acompanhamento especializado durante o dia.

Crescimento estruturado
Criado em 2019, o Clube de Terapia evoluiu de um projeto com base familiar para um modelo de negócio estruturado, atualmente em fase de expansão por meio de franquias. A abertura da segunda unidade em Fortaleza reforça não apenas o crescimento da marca, mas também a consolidação de um segmento que começa a ganhar mais espaço no Nordeste.
Marcelo Niza, responsável pela estratégia comercial e fortalecimento da marca, destaca que a expansão acompanha uma demanda crescente das famílias.
“Existe uma mudança cultural acontecendo. As famílias querem oferecer qualidade de vida aos seus idosos, mas também precisam de apoio profissional. O centro-dia surge como uma solução equilibrada entre cuidado técnico e manutenção do vínculo familiar.”
Com a nova unidade, o Clube de Terapia amplia sua capacidade de atendimento e reforça o posicionamento como referência no cuidado estruturado da longevidade no Ceará.

Genyffer Kasprzykowski promove imersão estratégica sobre posicionamento digital

A advogada e estrategista da Nova Economia, Genyffer Kasprzykowski, reuniu empresários em Fortaleza para uma noite de imersão sobre reputação e blindagem digital. Com o tema “Uma Montanha de Emoções no Universo Digital”, a especialista utilizou a metáfora do iceberg para provocar reflexões sobre a diferença entre presença e posicionamento no ambiente online.
“Ter um perfil é apenas existir. Posicionamento é ser lembrado e necessário”, pontuou.
Ao lado da especialista Filomena Maciel, Genyffer apresentou o Programa de Aceleração Digital (PAD), método que integra estratégia e segurança jurídica para empresários que desejam crescer com estrutura e responsabilidade.
Em tempos de Nova Economia, a mensagem foi direta: menos improviso, mais método.

Diretores da Ferrovia Solar & Grau participam de imersão na fábrica da Zeiss Vision, no Rio de Janeiro

Os diretores da Ferrovia Solar & Grau, José Beserra, Clecilda Beserra e Allan Sankey, participaram da Experience Zeiss, imersão realizada na fábrica da Zeiss Vision, em Petrópolis, no Rio de Janeiro. A iniciativa reuniu parceiros estratégicos da marca para apresentar os bastidores da produção de lentes, além das inovações tecnológicas e dos processos que posicionam a ZEISS como referência mundial em soluções ópticas.
Durante a experiência, os representantes da
empresa acompanharam de perto as etapas de desenvolvimento e fabricação das lentes, além de trocar conhecimento com especialistas da marca sobre tendências e avanços do setor.
Para Clecilda Beserra, o convite reforça a parceria estratégica entre as empresas. “É um reconhecimento importante e uma oportunidade de aprofundar nosso contato com a tecnologia e a inovação que fazem parte do universo ZEISS”, destaca.

“Romeu e Romeu” destaca no palco a versão LGBTQIA+ do clássico texto de Shakespeare

A Rama Kriya Produções anuncia para o próximo mês de abril, o início da temporada do espetáculo “Romeu e Romeu - Por Essa nem Shakespeare Esperava”, com texto de Ronaldo Ciambroni, direção de Rogério Fabiano, direção de movimentos de Ciro Barcelos e produção de Lucienne Cunha. Com estreia anunciada para 14 de abril, no Teatro Itália, em São Paulo, a peça destaca no  elenco, o talento e a experiência dos atores Guilherme Chelucci, Márcio Louzada, Pedro Amaral e Pedro Pilar, para retratar os desafios que um casal gay enfrenta para permanecer juntos.
A história inspirada no clássico “Romeu e Julieta”, de William Shakespeare, mantém o amor como temática principal. “Romeu e Romeu”, destaca no palco com leveza e com bastante humor, as dificuldades do cotidiano do casal Romeu (Guilherme Chelucci)  e Zinho (Pedro Pilar), os ciúmes, os dilemas domésticos e, certamente, o preconceito. A proposta é que o público reviva essa história tão conhecida e mostrar que tudo poderia ser alterado, com um final diferente onde o preconceito não venceria o amor é só uma atitude verdadeira poderia trazer a tão esperada felicidade.
“O texto destaca a relação de dois homens apaixonados, um pelo outro, porém suas famílias não aceitam essa relação. A peça foi escrita nos anos 1980 e, na época, não era habitual ver um casal homoafetivo e graças à Deus isso é bem diferente hoje em dia, porém mesmo sendo um texto escrito a anos atrás ele é bem atual em diversos momentos”, comenta Chelucci sobre a peça. “Meu personagem é forte, bastante denso com muitas camadas”, completa o ator que interpreta Romeu. 
Para o ator Pedro Pilar, que interpreta Zinho, o texto é engraçado, dinâmico e bastante real. “Entende-se a importância deste texto ter sido feito na época que foi escrito, considerando-se todos os preconceitos daquele momento. 
Agora, com essa nova proposta, completamente subvertida e experimental, eu acredito que esse texto se transforma completamente. Sinto ele muito mais denso, perturbado. Estou ansioso para ver a reação do público”, pondera. 
“Faço parte do alter-ego do Romeuzinho que além de ser legal é algo novo para a montagem. É algo desafiador, pois trabalha-se muito com o corpo, a voz e as performances. Como o texto não é montado há anos, estamos fazendo uma repaginação da peça, o público pode se surpreender bastante, então estou confiante para a estreia”, antecipa o ator Pedro Amaral. 
“Romeu Romeu” me encanta pela forma como transforma uma história íntima em algo universal. O texto revela duas pessoas que escolhem permanecer juntas apesar das próprias imperfeições, e isso cria um retrato do amor que é vivo, cotidiano e profundamente humano”, destaca o ator Márcio Louzada, que interpreta 06 personagens na montagem. .
Segundo o diretor da montagem, Rogério Fabiano, “Romeu e Romeu” é um texto de grande sucesso devido ao seu forte e comovente foco na identificação do público com os personagens. “Trata-se de um amor proibido recheado de emoção e humor. Minha concepção trás a realidade da cena para uma luta, com um visual bem moderno e de grande impacto visual. Uma cena vibrante e muito movimentada, sem deixar o que temos, ali, de mais forte: o amor”, explica o diretor.
“O texto escrito originalmente na década de 1980, certamente, envolverá para o público em geral ao afastar qualquer tipo de preconceito. Vamos apresentar uma montagem do espetáculo mostrando um recorte contemporâneo, mas o amor estará acima de tudo e de todos”, diz a produtora Lucienne Cunha.
“O espetáculo Romeu e Romeu promete um acalento gostoso na alma de quem acredita nas relação à longo prazo. Em tempos de “relações líquidas” nos deparamos nessa história com um casal em uma relação bem estabelecida, driblando com humor questões que, em outros tempos, tornaram essa relação impossível”, comemora Ciro Barcelos.

FICHA TÉCNICA
Elenco: Guilherme Chelucci, Márcio Louzada, Pedro Amaral e Pedro Pilar
Direção: Rogério Fabiano 
Direção de Movimentos e Figurinos: Ciro Barcelos
Trilha Sonora: Eduardo Menga
Produção: Rama Kriya Produções
Assessoria de Imprensa: Davi Brandão


SERVIÇO:
“Romeu e Romeu - Por Essa nem Shakespeare Esperava”
Teatro Itália – Av. Ipiranga, 344 - Subsolo
Estreia: 14 de abril.
Temporada: 14 de abril a 24 de junho, sempre às terças e quartas-feiras, 20h
Ingressos: R$ 50 (meia entrada) a R$ 100 (inteira) 
Classificação: 18 anos
Duração: 70 minutos
Gênero: Drama
Informações e compra de ingressos: https://bileto.sympla.com.br/event/117214/d/369946/s/2482137
Fotos: Ronaldo Gutierrez