sexta-feira, 13 de março de 2026
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Segunda temporada do Biodiversa Podcast destaca mulheres que transformam o ambiente corporativo
A segunda temporada do Biodiversa Podcast estreia trazendo histórias de mulheres que atuam na transformação de ambientes profissionais e sociais. Abrindo o 1º episódio, as convidadas Marcia Ribeiro e Gizelia Matos, fundadoras da Rede de Mulheres da Hydro, compartilham como surgiu o movimento criado para fortalecer e impulsionar outras mulheres dentro de um setor historicamente dominado por homens.
Durante a conversa, as convidadas relembram o início da iniciativa e explicam como a rede se consolidou como um espaço de apoio, troca de experiências e incentivo à liderança feminina dentro da empresa.
Segundo Marcia Ribeiro, a ideia nasceu da necessidade de criar conexões entre mulheres que enfrentavam desafios semelhantes no ambiente corporativo. “Percebemos que muitas de nós viviam experiências parecidas dentro da empresa. A rede surgiu justamente para que pudéssemos nos apoiar e fortalecer outras mulheres nesse caminho.”
Ao longo da conversa, as convidadas também discutem os desafios de ocupar espaços de liderança e a importância de iniciativas que incentivem a diversidade dentro das organizações. Para Gizelia Matos, criar redes de apoio é fundamental para ampliar oportunidades. “Quando uma mulher cresce profissionalmente, ela abre caminho para outras. A rede surgiu com essa proposta: impulsionar mulheres e mostrar que elas também podem ocupar espaços estratégicos.”
O episódio também aborda como ações coletivas podem contribuir para mudanças culturais dentro das empresas e estimular novas gerações de profissionais.
Confira um trecho do episódio: https://www.instagram.com/reel/DVwprqxDQW1/?igsh=NWh0dnNxM2RqY201
Além das histórias pessoais das convidadas, a conversa traz reflexões sobre liderança feminina, colaboração e a importância de ambientes de trabalho mais diversos.
Esses e outros pontos são abordados ao longo da conversa com a apresentadora Nélia Ruffeil, No 1º episódio, da segunda temporada do Biodiversa Podcast. O bate-papo já está disponível e pode ser ouvido na íntegra no YouTube e nas principais plataformas de streaming de áudio. Confira: https://youtu.be/hhB4NpNsYRk?si=3iZwPCmeT8vxFt8Q
Serviço
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Liderança feminina ainda enfrenta barreiras, mas educação pode acelerar mudanças
Dados divulgados pelo LinkedIn indicam que apenas 29% dos cargos de liderança no Brasil são ocupados por mulheres. O índice permanece praticamente estagnado nos últimos anos, mesmo com as mulheres representando cerca de 45% da força de trabalho no país. Os dados mostram que o talento feminino está presente no mercado de trabalho, mas o acesso aos espaços de decisão ainda representa um desafio relevante. Esse cenário ajuda a explicar a importância de iniciativas institucionais voltadas à ampliação da presença feminina em posições estratégicas, como ocorre na Trivento Educação.
Atualmente, 64% do corpo administrativo da instituição é composto por mulheres. No corpo docente, elas representam 55%. Já na alta liderança, a presença feminina alcança 56%, enquanto nas lideranças intermediárias o índice chega a 72%. Quando esses números são comparados ao cenário geral do mercado de trabalho, fica evidente como ambientes organizacionais intencionalmente inclusivos podem produzir mudanças concretas.
Ao longo de mais de 25 anos de atuação no ensino superior, foi possível acompanhar de perto a evolução da presença feminina no ambiente corporativo. O avanço é inegável, mas também se observou, em diversos momentos, mulheres altamente qualificadas interrompendo suas trajetórias profissionais antes de alcançar posições de liderança. Esse contexto reforça a importância da educação como ferramenta de transformação.
Instituições de ensino não formam apenas profissionais. Elas também formam referências e modelos de liderança. Quando alunas convivem com mulheres ocupando posições de liderança acadêmica, administrativa e estratégica, passam a visualizar novas possibilidades para suas próprias trajetórias profissionais.
A liderança feminina, portanto, não deve ser compreendida apenas como uma pauta de diversidade. Trata-se também de uma agenda de transformação social. Cada mulher que ocupa um espaço de decisão contribui para ampliar horizontes e abrir caminhos simbólicos para muitas outras. Observando a realidade atual da Trivento Educação, é possível afirmar que essa transformação já está em curso — tanto dentro da instituição quanto na trajetória das milhares de alunas que passam por suas salas de aula todos os anos.
A busca por maior presença feminina em posições de liderança ainda está longe de terminar. No entanto, quando surgem resultados concretos, fica evidente que o avanço é possível e que vale a pena continuar investindo nessa mudança.
*Débora Guerra, CEO da Trivento Educação.

