Livro une poesia e música em experiência imersiva

 Em "Versos que Cantam", a escritora e produtora musical Andréa Brandão apresenta textos autorais com melodias que proporcionam ao público uma experiência imersiva

Divulgação | Andréa Brandão


Há versos que surgem dos sentimentos mais profundos da experiência humana: o amor em suas múltiplas formas, a fé que ampara nos momentos de incerteza, a esperança que insiste em florescer mesmo diante da dor e a superação de quem atravessa perdas sem deixar de acreditar. Foi assim que nasceu Versos que Cantam, da escritora, compositora e produtora musical Andréa Brandão, que reúne 32 poemas transformados em canções. 

Cada composição vem acompanhada de comentários em que a autora revela as inspirações e o processo criativo por trás dos versos, compartilhando as experiências e emoções que deram origem a cada composição. Um exemplo é "Menino Meu", inspirado no amor de Andréa pelo próprio filho. Ao ganhar melodia, a faixa viralizou espontaneamente nas redes sociais e alcançou cerca de 20 milhões de visualizações. Para a compositora, a repercussão reforça a potência da música como forma de ampliar a projeção da poesia. 

Menino meu, Menino meu  
Menino meu, Menino meu 

Podem passar até mil anos  
Em todos os meus planos, você sempre estará  
Mesmo que eu não consiga, nos meus braços carregar  
Até os confins vou te amar 

(Versos que Cantam, p.32) 

Com o avanço da inteligência artificial, que possibilitou transformar os textos em canções, e a repercussão de “Menino Meu”, o projeto cresceu além das expectativas e fez da música um elemento central da obra, aproximando literatura e recursos digitais. Para Andréa Brandão, a IA amplia as possibilidades de criação sem se sobrepor à essência humana. Nesse sentido, o livro mostra como diferentes linguagens artísticas podem dialogar e se complementar, criando novas maneiras de conexão com o público contemporâneo. “A tecnologia, quando utilizada com amor, respeito e propósito, não substitui a criação humana: ela amplia suas possibilidades”, afirma.  

Versos que Cantam foi pensado para um público que valoriza a produção cultural sensível e carregada de significado, sem se limitar a uma faixa etária. “Se cada leitor puder encontrar, em um verso ou em uma canção, um motivo para sentir, lembrar, sonhar ou seguir em frente, então a missão desta obra terá sido cumprida”, conclui.  

FICHA TÉCNICA 

Título: Versos que Cantam 
Subtítulo: Inspirações de poemas que viraram músicas com IA  
Autora: Andréa Brandão 
ISBN: 978-65-02-033394-4 
Páginas: 136 
Preço: R$ 48,01 
Onde encontrar: Amazon e Loja UICLAP 

Sobre a autora: Andréa Brandão é contadora, especialista financeira, empresária, escritora, compositora e produtora musical. Autora de dez livros, atua na literatura desde 2009, participando de diversas antologias. Recebeu o Prêmio Literarte de Literatura Infantojuvenil, em 2022, além de ter sido reconhecida como Personalidade do Ano 2022, em Paris. Membro da Academia Mineira de Belas Artes (AMBA), foi homenageada com o Troféu Vozes Contemporâneas – Prêmio Minas Gerais dos Saberes. Também é autora de App para Iniciantes – Faça seu Primeiro Aplicativo Low Code, publicado pela Paco Editorial. Em 2024, iniciou de forma experimental um novo caminho artístico ao musicalizar seus poemas e em 2025, criou o podcast Bate-Papo Cultural. Como compositora e produtora musical, possui mais de 50 canções autorais. Versos que Cantam está disponível nas principais plataformas digitais de streaming. 

  


Memorial Vale recebe inscrições para 8ª edição do Edital Novos Artistas

 Seleção vai contemplar três artistas mineiros em início de carreira, com cachê de R$ 10 mil para cada selecionado; inscrições devem ser feitas até 1º de setembro pelo site do Memorial Vale

Foto Marcelo Coelho



Artistas mineiros em início de carreira já podem se inscrever na 8ª edição do Edital Novos Artistas do Memorial Vale, iniciativa que busca dar visibilidade à produção artística contemporânea de Minas Gerais e incentivar novos talentos. Neste ano, serão selecionados três artistas, que receberão cachê de R$ 10 mil cada. As inscrições devem ser feitas pelo site www.memorialvale.com.br até o dia 1º de setembro de 2026, sem possibilidade de prorrogação.

Criado em 2013, o Edital Novos Artistas chega à sua oitava edição com uma trajetória de 31 artistas selecionados e resultados que contribuíram para revelar e impulsionar novos nomes das artes visuais mineiras. "Minas Gerais é uma referência nacional em arte contemporânea, e o Edital Novos Artistas tem um papel importante nesse cenário ao proporcionar o reconhecimento de novos talentos. Ao longo de suas edições, o programa vem revelando diferentes olhares e linguagens, permitindo ao público conhecer a produção contemporânea em sua multiplicidade e singularidade", destaca o gestor do Memorial Vale, Wagner Tameirão.

Podem participar artistas individuais, coletivos de artistas e grupos constituídos, desde que atendam às condições previstas no edital. A iniciativa contempla propostas artísticas em diferentes suportes, formatos e linguagens, incluindo pintura, escultura, desenho, vídeo, instalações e fotografia. Os participantes devem estar em início de carreira, considerando uma trajetória artística de até dez anos a partir da primeira participação em exposições, e residir em Minas Gerais.

O processo de seleção será realizado entre os dias 2 e 8 de setembro de 2026. O resultado será divulgado em 9 de setembro, no site do Memorial Vale.



Memorial Minas Gerais Vale

Um dos espaços culturais que integram o Instituto Cultural Vale, o Memorial Vale faz parte do complexo cultural Circuito Liberdade, em Belo Horizonte. De 2010, ano de sua inauguração, até 2025, o espaço recebeu mais de 1,7 milhão de pessoas. São mais de 3 mil eventos realizados, 180 exposições, quase 9 mil escolas e grupos atendidos e cerca de 240 mil pessoas recebidas em visitas mediadas.

Atualmente, o edifício-sede que abriga o espaço passa por obras de renovação para adotar uma nova estratégia de ocupação museográfica e infraestrutural. Criada a muitas mãos, a nova expografia permanente tem a curadoria de Isa Ferraz e Marcelo Macca e fará uma mistura inédita de obras de arte, objetos históricos e peças audiovisuais criadas especialmente para o Museu, propondo um diálogo entre o ontem, o hoje e o amanhã no qual o visitante é o protagonista.


Serviço


8ª edição do Edital Novos Artistas – Memorial Vale

Inscrições: até 1º de setembro de 2026
Onde se inscrever: www.memorialvale.com.br
Seleção: de 2 a 8 de setembro de 2026
Resultado final: 9 de setembro de 2026, no site do Memorial Vale
Artistas selecionados: 3
Cachê: R$ 10 mil para cada artista selecionado


Vörr lança coleção de verão Offline e transforma a desconexão em um novo jeito de vestir

 Inspirada pela busca por mais presença e pela vida fora das telas, coleção aposta em linho, alfaiataria leve e peças versáteis que transitam entre cidade, viagens e momentos de descanso

Calça NewTech - Foto Pablo Gumz


 

Em um cotidiano em que trabalho, lazer, viagens e esporte convivem sem fronteiras claras, a Vörr apresenta "Offline", sua nova coleção de verão, que propõe uma pausa no ritmo acelerado para recuperar o valor da presença. Inspirado pela desconexão do ambiente digital e pela aproximação com a natureza, o lançamento traduz essa mudança de comportamento em um guarda-roupa pensado para acompanhar diferentes momentos do dia com conforto, leveza e permanência.

Em vez de construir uma narrativa baseada na performance esportiva ou em tendências passageiras, Offline parte daquilo que acontece entre os compromissos. É nesse intervalo, antes, depois e além do esporte, que a Vörr encontra sua principal linguagem. O resultado é uma coleção que transforma simplicidade em sofisticação e propõe roupas capazes de acompanhar férias, cidade e rotina com a mesma naturalidade.

Sob direção de estilo de Victoria Loiola, a coleção privilegia modelagens limpas, volumes equilibrados e uma construção que favorece o movimento sem recorrer aos códigos tradicionais da moda esportiva. Camisetas minimalistas, polos, conjuntos coordenados, bermudas, calças e camisas compartilham uma identidade contínua, permitindo combinações que transitam entre ocasiões sem rupturas visuais.

"A inspiração surgiu da vontade de desconectar do universo online e voltar a viver experiências reais, ao ar livre e em contato com a natureza. Queríamos criar peças que acompanhassem essa liberdade de transitar entre férias e cidade, reduzindo a rotatividade do guarda-roupa e ampliando as possibilidades de uso", afirma Victoria Loiola.

O linho assume protagonismo ao longo da coleção. Presente em camisas, calças, bermudas e terceiras peças desenvolvidas para o verão, o tecido imprime leveza e conforto térmico, enquanto reforça a proposta de um vestir descomplicado. Entre os destaques está o linho nas tonalidades palha e areia, enriquecidas por vieses contrastantes aplicados nas laterais das peças, recurso que acrescenta identidade visual sem romper a estética limpa que é assinatura da Vörr.

A linguagem de Offline se manifesta em toda a coleção por meio de uma base estética consistente, que aproxima polos, camisetas, camisas e calças em um mesmo vocabulário visual. Em vez de lançamentos isolados, a marca propõe um sistema de guarda-roupa construído sobre coerência, permanência e versatilidade, no qual as peças se combinam de forma natural.

Alfaiataria leve, cor e mobilidade orientam os destaques da temporada

Entre os destaques masculinos, a calça Newtech desponta como uma das principais apostas da temporada. Desenvolvida com poliamida e elastano na composição, combina estrutura, conforto e mobilidade para acompanhar diferentes situações do cotidiano. Já as polos Solaris ampliam a proposta de um casual refinado, enquanto camisetas oversized, modelos em algodão Pima e peças gráficas completam uma oferta que equilibra essencialidade e personalidade.

No feminino, Offline amplia a presença do vermelho, introduzido como novidade da coleção ao lado de uma cartela inspirada na natureza, formada por verdes, palha, areia e preto. A combinação reforça a identidade contemporânea da marca sem abrir mão da sobriedade que caracteriza seu design.

A Vörr responde a uma mudança de comportamento. Com estações cada vez menos definidas e uma rotina marcada pela fluidez entre trabalho, lazer e deslocamentos, cresce a busca por roupas capazes de cumprir diferentes funções ao longo do dia. Offline traduz esse cenário por meio de construções leves, materiais naturais e uma estética que privilegia a permanência em vez da novidade efêmera.

"A coleção foi construída de forma mais enxuta e intencional. Cada peça conversa com as demais para formar um guarda-roupa integrado, pensado para permanecer atual por muitas temporadas e acompanhar o estilo de vida do nosso consumidor", completa Victoria Loiola.

As peças da coleção Offline chegam às lojas de forma gradual a partir de agosto, acompanhando o lançamento das diferentes partes da coleção. Os produtos estarão disponíveis nas lojas oficiais da Vörr, no e-commerce da marca e em multimarcas selecionadas.

Com Offline, a Vörr reafirma seu posicionamento como marca de lifestyle premium inspirada pelo esporte, mas desenvolvida para vestir o cotidiano. Em vez de propor uma pausa do movimento, a coleção convida a desacelerar o olhar sobre ele, mostrando que conforto, autenticidade e sofisticação podem coexistir na mesma experiência de vestir.


SERVIÇO

Coleção: Offline — Verão Vörr
Disponibilidade: A partir de agosto
Onde encontrar: Lojas oficiais da Vörr, e-commerce da marca e multimarcas selecionadas

Lojas oficiais em Belo Horizonte:
Casa Vörr — Rua Manoel Couto, 295, Cidade Jardim
Loja Conceito BH — Av. Paulo Camilo Pena, 400, Belvedere
Loja Bandeirantes — Av. dos Bandeirantes, 1632, Mangabeiras
Pátio Savassi — Av. do Contorno, 6061, loja 305, São Pedro

E-commerce: www.vorr.com.br

Luana do Crato e Lagartixa do Sertão reúnem diferentes gerações do humor cearense no Teatro Carlos Câmara

Apresentação gratuita acontece nesta quinta-feira (13), às 18h, dentro da programação do Humor Ceará

O humor cearense encontra diferentes gerações e sotaques nesta quinta-feira, 13 de agosto, no Teatro Carlos Câmara, em Fortaleza. A partir das 18h, o público poderá conferir gratuitamente a apresentação de Luana do Crato e Lagartixa do Sertão, em uma noite que reúne dois personagens marcantes da comédia produzida no Ceará. A atividade integra a programação do Humor Ceará, iniciativa que, entre julho e dezembro de 2026, promove a circulação de dezenas de humoristas e personagens cearenses pelos equipamentos da Rede Pública de Equipamentos Culturais do Estado (RECE).
A proposta amplia o acesso do público às diferentes vertentes do humor produzido no Estado, estimula a circulação dos artistas e fortalece a comédia como expressão artística diretamente relacionada à cultura e ao cotidiano cearense.

Luana do Crato
Interpretada pelo ator e humorista Luciano Lopes, Luana do Crato é uma das personagens mais conhecidas do humor cearense. A trajetória artística de Luciano começou no teatro, no Crato, em 1987. Anos depois, em 1993, surgiu Luana, criada inicialmente para uma apresentação durante uma festa do município. A personagem, porém, ultrapassou aquela ocasião e ganhou trajetória própria nos palcos e na cultura popular cearense.
A construção de Luana reúne referências do teatro, da televisão, da cultura popular e do cotidiano nordestino. Entre as influências de Luciano estão personagens como a Velha Surda e Dona Bela, além de nomes como Dercy Gonçalves e manifestações da cultura popular, incluindo o cordel e o pastoril.
Em 2024, Luana do Crato completou 30 anos de trajetória. A marca foi celebrada por Luciano Lopes com uma exposição, um documentário e o espetáculo “Ele é Ela com Muito Humor – 30 Anos de Luana do Crato”, projeto que percorreu diferentes linguagens para apresentar a história da personagem e de seu criador.
Além de atuar, Luciano Lopes trabalha como diretor, produtor, roteirista e dramaturgo. Com formação em direção teatral e jornalismo, desenvolve uma trajetória que transita por diferentes áreas das artes cênicas e defende o reconhecimento do humor como linguagem artística e como parte da produção cultural do Ceará.

Lagartixa do Sertão: do teatro amador às redes sociais
Representando outra geração do humor cearense está Jucelio Nell, artista e humorista nascido e residente em Canindé, no Sertão Central do Ceará, criador da personagem Lagartixa do Sertão.
Jucelio iniciou sua trajetória artística em meados dos anos 2000, participando de festivais amadores realizados no interior do Estado. Entre 2002 e 2009, integrou o elenco de um dos maiores espetáculos de teatro a céu aberto do Ceará, dividindo a cena com importantes nomes do teatro cearense, como Ary Sherlock e Antonieta Noronha.
A experiência nos palcos ajudou a construir a identidade artística que posteriormente ganharia uma nova dimensão no humor. Em 2010, Jucelio Nell ingressou oficialmente no universo da comédia com a criação de Lagartixa do Sertão, personagem que transforma em humor situações, costumes e personagens presentes no cotidiano do interior cearense.
Lagartixa é construída a partir de referências muito próximas da realidade de Canindé, especialmente da vida das mulheres do interior e dos romeiros que chegam à cidade durante as tradicionais peregrinações religiosas. A personagem utiliza o humor para observar costumes, situações do cotidiano e características do povo sertanejo, criando uma comédia marcada pela identidade cearense.
A personagem também ganhou projeção fora do Ceará. Durante o período da pandemia, Jucelio Nell passou uma temporada em São Paulo, onde ganhou visibilidade com a Lagartixa do Sertão e integrou o elenco de influenciadores e comediantes da Mansão Maromba, projeto ligado a um canal no YouTube que reúne milhões de seguidores.
A presença nas redes sociais ampliou o alcance da personagem, que passou a dialogar com públicos de diferentes regiões do Brasil por meio de vídeos de humor produzidos com criatividade e referências ao universo sertanejo. A internet tornou-se uma extensão do trabalho desenvolvido por Jucelio nos palcos, mantendo como uma de suas principais características a valorização da cultura e dos tipos populares do interior do Ceará.
Atualmente, além da carreira como humorista, Jucelio Nell também atua no teatro como diretor e produtor cultural, ampliando sua participação na cadeia de produção artística. Entre apresentações, produções e conteúdos digitais, o artista mantém a Lagartixa do Sertão como uma personagem em constante movimento, conectando a tradição do humor cearense às novas formas de comunicação das redes sociais.
O encontro com Luana do Crato no Teatro Carlos Câmara coloca lado a lado duas trajetórias construídas em momentos diferentes, mas que têm em comum o uso do humor para transformar personagens, costumes e experiências do cotidiano em matéria-prima para a cena.

Serviço
Humor Ceará – Luana do Crato e Lagartixa do Sertão
Data: 13 de agosto de 2026 (quinta-feira)
Horário: 18h
Local: Teatro Carlos Câmara – Fortaleza (CE)
Entrada: gratuita

Samba Brasil celebra 20 anos reunindo gerações do samba e do pagode em Fortaleza

Edição comemorativa no Marina Park teve encontros entre Fundo de Quintal, Thiaguinho, Sorriso Maroto, Mumuzinho, Dilsinho, Ferrugem, Yan e Davizão

Fortaleza foi palco, no último sábado, 8 de agosto, de uma das noites mais marcantes da história do Samba Brasil. Para comemorar duas décadas de trajetória, o festival ocupou o Marina Park com uma programação que atravessou diferentes fases do samba e do pagode brasileiro e transformou o aniversário de 20 anos em uma grande celebração coletiva.

Fotos Paula Matoos e Fred Pontes/Divulgação
A estrutura contou com palcos simultâneos e apresentações intercaladas, permitindo que o público acompanhasse uma verdadeira linha do tempo do gênero. De um lado, a tradição representada pelo Fundo de Quintal. De outro, artistas que ajudaram a consolidar diferentes momentos do pagode, como Thiaguinho, Sorriso Maroto, Mumuzinho, Ferrugem e Dilsinho. A nova geração apareceu com Yan e Davizão.
O caráter comemorativo da noite, porém, não ficou restrito aos repertórios de cada artista. O grande diferencial da edição foi justamente a quantidade de encontros que aconteceram ao longo da programação.
Um dos momentos mais emblemáticos ocorreu durante o show do Fundo de Quintal. O grupo recebeu no palco integrantes do Sorriso Maroto e ainda contou com as participações de Mumuzinho, Thiaguinho e Yan, que haviam se apresentado anteriormente no festival. A reunião colocou no mesmo espaço artistas de diferentes gerações e evidenciou a dimensão da influência do grupo sobre a música brasileira.
A integração continuou em outros shows. Dilsinho recebeu Mumuzinho e Yan em sua apresentação, enquanto Yan também convidou Dilsinho para participar de seu momento no palco.
O Sorriso Maroto protagonizou outra sequência de participações. O grupo chamou Thiaguinho, Mumuzinho e Yan para dividir o palco, criando uma apresentação que ganhou características de celebração coletiva.
Fora dos palcos, a relação entre os artistas também chamou atenção. Ferrugem e Mumuzinho protagonizaram um momento de carinho e respeito, reforçando o ambiente de amizade construído entre nomes que fazem parte da mesma história musical.
Ao completar 20 anos, o Samba Brasil conseguiu transformar uma programação de shows em um encontro de trajetórias. O público acompanhou artistas que ajudaram a construir a memória do samba e do pagode e, ao mesmo tempo, nomes que apontam para os próximos capítulos dessa história.
A noite no Marina Park terminou com uma sucessão de participações e encontros que deram à edição comemorativa uma identidade própria. Duas décadas depois de sua criação, o festival celebrou sua trajetória olhando simultaneamente para suas raízes, para sua história recente e para o futuro do gênero.

Restaurante reinventa a tradicional Quinta do Caranguejo com pizza

Em Fortaleza, quinta-feira é praticamente um sinônimo de caranguejo. A tradição, que há décadas reúne famílias e amigos em bares, restaurantes e barracas de praia, faz parte da identidade gastronômica da cidade e movimenta estabelecimentos em todas as regiões da Capital.
Agora, esse costume ganha uma releitura criativa no Alchymist Prehistoric Garden, que lançou a Pizza de Caranguejo, novidade criada especialmente para a tradicional Quinta do Caranguejo. A proposta é transformar um dos ingredientes mais tradicionais da culinária cearense em uma experiência gastronômica diferente, inspirada na cozinha italiana.
A pizza integra um menu exclusivo servido apenas às quintas-feiras. Além dela, os clientes também podem experimentar spaghetti com molho de tomate, carne de caranguejo e limão-siciliano, gnocchi ao molho de tomate, carne de caranguejo e manjericão, risoto de caranguejo e ravioli recheado com caranguejo e ricota ao bisque de caranguejo.
Para o CEO do Grupo Alchymist, Eduardo Castelão, a proposta foi unir tradição e inovação em uma experiência única.
"A Quinta do Caranguejo faz parte da cultura de Fortaleza. Nossa ideia foi respeitar essa tradição, mas apresentar uma nova forma de vivenciar esse momento, unindo ingredientes típicos do Ceará à gastronomia italiana. A pizza de caranguejo é uma experiência que desperta curiosidade e reforça a proposta do Alchymist Prehistoric Garden de sempre oferecer novidades ao público."
A iniciativa busca conquistar tanto quem já mantém o hábito de sair às quintas-feiras para saborear caranguejo quanto aqueles que gostam de conhecer novas combinações gastronômicas. Em vez da receita tradicional servida na casca, o crustáceo ganha versões sofisticadas e contemporâneas, sem perder a essência de um dos sabores mais emblemáticos da culinária cearense.
Com ambiente temático inspirado na pré-história, o Alchymist Prehistoric Garden aposta em experiências que unem gastronomia, entretenimento e criatividade. A Pizza de Caranguejo passa a integrar esse conceito como um dos principais destaques das noites de quinta-feira.
O menu especial é servido exclusivamente às quintas-feiras, no Alchymist Prehistoric Garden, localizado na Rua Barão de Aracati, 801, Aldeota, em Fortaleza. A expectativa é transformar a novidade em um novo ponto de encontro para quem deseja celebrar a tradicional Quinta do Caranguejo de um jeito diferente.

Seminário reúne mulheres das artes da cena para debater gestão, redes e profissionalização em BH


Evento gratuito, na quinta, 13 de agosto, promove o intercâmbio de experiências sobre gestão cultural, redes de colaboração e fortalecimento da atuação profissional de mulheres nas artes cênicas


Belo Horizonte recebe, no dia 13 de agosto, o seminário "Mulheres nas artes da cena: gestão, redes e profissionalização", que reunirá Talita Braga, fundadora da Zula Cia. de Teatro; Liliane Alves, do Grupo Entre Elas (Casa do Beco); Amora Tito; e representantes do Grupo Morro Encena para compartilhar suas trajetórias e discutir os desafios da profissionalização feminina nas artes cênicas, a gestão de carreiras, as políticas culturais e a construção de redes de colaboração. Com entrada gratuita, o encontro tem como objetivo fortalecer a atuação de mulheres que trabalham nas artes da cena e nos bastidores da cultura, promovendo a troca de experiências e ampliando conexões entre artistas, produtoras, gestoras e pesquisadoras. A atividade será realizada das 19h às 22h, no Teatro Marília.

O seminário marca o encerramento do ciclo formativo do Esparrama – Escola Itinerante para Mulheres Artistas, projeto aprovado no Edital Multilinguagens e realizado no primeiro semestre de 2026. A iniciativa promoveu cursos voltados para mulheres artistas periféricas, em parceria com o Grupo Morro Encena e o Grupo Entre Elas, da Casa do Beco, fortalecendo processos de formação, autonomia e articulação entre mulheres da cena cultural de Belo Horizonte.

Para a idealizadora do seminário, Cris Moreira, o encontro amplia os resultados construídos ao longo da formação. "O seminário representa o encerramento de um processo de formação que reafirma a importância das mulheres artistas, especialmente das periferias. Mais do que compartilhar conhecimentos sobre gestão e profissionalização, o encontro celebra a potência da colaboração entre mulheres e contribui para uma cena cultural mais diversa", afirma.

Ao longo do encontro, as convidadas compartilharão suas experiências profissionais e as trajetórias dos grupos que representam, abordando os desafios da permanência no setor cultural, estratégias de gestão, produção artística, políticas públicas e construção de redes de apoio e colaboração. A proposta é criar um espaço de diálogo entre diferentes gerações e experiências, estimulando a circulação de conhecimentos e fortalecendo a presença feminina nas artes da cena.

Convidadas
Representando a Zula Cia. de Teatro, participa Talita Braga, atriz, professora de teatro, dramaturga, diretora e gestora cultural. Formada em Artes Cênicas pela UFMG e pós-graduada em Gestão Cultural, é fundadora da companhia, referência em teatro documentário e protagonismo feminino em cena. Ao longo da carreira, acumulou experiência no teatro, na televisão e no cinema, além de desenvolver projetos de formação artística, como o Maturidade em Cena. Também é autora da dramaturgia Banho de Sol, publicada pela Editora Javali.

A atriz, dramaturga e diretora Amora Tito também integra a programação. Formada pelo CEFART e licenciada em Teatro pela UFMG, desenvolve uma trajetória que reúne teatro, dramaturgia, audiovisual e formação artística. Entre seus trabalhos recentes estão os espetáculos MorDiDa eXploRatÓriA (Grupo Armatrux), assuviá pra chamar o vento (Breve Cia.) e Fazer festa com o perigo (Plataforma Beijo), além do filme ecDISE e da publicação da dramaturgia vagarosa movência, pela Editora Javali. Em 2024, recebeu o XV Prêmio Zumbi de Cultura na categoria Literatura e, em 2025, foi uma das pessoas travestis e transexuais homenageadas pela Câmara Municipal de Belo Horizonte. Integra a equipe pedagógica da Escola Livre de Artes Arena da Cultura.

Representando o Grupo Entre Elas, da Casa do Beco, participa Liliane Alves, licenciada em Letras e mestre em Teoria da Literatura pela UFMG, cantora, atriz, dramaturga e diretora de teatro. Desde 2014 desenvolve, na Associação Cultural Casa do Beco, um trabalho voltado à formação artística de mulheres idosas moradoras do Morro do Papagaio, articulando processos criativos, memória, identidade, saúde emocional e fortalecimento comunitário. Sua atuação integra linguagens artísticas e práticas de desenvolvimento humano, conciliando teatro, canto e abordagens terapêuticas.

Também participa o Grupo Morro Encena, coletivo criado em 2011 e formado majoritariamente por mulheres negras moradoras do Aglomerado da Serra, em Belo Horizonte. O grupo desenvolveu a linguagem do Teatro Favela, pesquisa cênica que reúne elementos do Teatro do Oprimido, Teatro Negro, Teatro Social e da estética das favelas para abordar temas ligados aos direitos humanos, à realidade das periferias e ao empoderamento de mulheres negras e periféricas. Ao longo de sua trajetória, recebeu reconhecimentos como o Prêmio Funarte Bacia do Rio São Francisco (2012), o primeiro lugar no Festival Estadual Elas por Elas (MG), o segundo lugar no Festival Nacional Elas por Elas (RN), ambos em 2019, além do Prêmio Leda Maria Martins e do Canarinho de Ouro, do FESTA – Festival Nacional de Teatro de Araguari. Em 2025, foi convidado especial do FAN.



Serviço
Seminário "Mulheres nas artes da cena: gestão, redes e profissionalização"

Data: quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Horário: 19h às 22h

Local: Teatro Marília - Avenida Professor Alfredo Balena, 586, no bairro Santa Efigênia

Entrada: Gratuita – retirada de ingressos pelo Sympla

DIVIRTA-MG: Marcelo Dai apresenta seu primeiro álbum autoral em show inédito no Teatro Sesiminas, dia 19/08



Músico mineiro promove show de pré-lançamento do disco FIGA, no próximo dia 19 de agosto, no Teatro Sesiminas, antecipando canções que integram o repertório de seu primeiro álbum autoral

Marcelo Dai - Foto Luma Coelhos

O experiente músico Marcelo Dai construiu uma trajetória consolidada nos bastidores da música brasileira. Cantor, baterista, multi-instrumentista e diretor musical, dividiu palcos e gravações com diferentes artistas, consolidando-se como um dos nomes mais respeitados da cena mineira contemporânea. Agora, pela primeira vez, ele assume o protagonismo da própria história ao preparar um álbum inteiramente autoral.
No próximo dia 19 de agosto(quarta-feira), o artista sobe ao palco do Teatro Sesiminas, em Belo Horizonte, para apresentar o show de pré-lançamento de FIGA, seu primeiro álbum solo. O espetáculo antecipa ao público as canções do disco, que será lançado oficialmente nas plataformas digitais no dia 18 de setembro, marcando o início de uma nova fase em sua trajetória.
"Depois de muitos anos vivendo a música em diferentes lugares, acompanhando tantos artistas e construindo uma trajetória coletiva, senti que era hora de contar a minha própria história", afirma Marcelo. "Esse disco não nasceu de uma estratégia. Nasceu de uma urgência. Da vontade de transformar tudo o que vivi em música: minhas alegrias, minhas dores, minhas referências, minha ancestralidade, minha espiritualidade e a maneira como enxergo o mundo."
Essa talvez seja a principal característica de FIGA. O álbum nasce de uma maturidade construída ao longo dos anos, reunindo vivências pessoais e musicais em dezesseis composições inéditas que transitam pela MPB, soul, jazz, blues e ritmos afro-brasileiros. "Hoje entendo que tudo o que vivi até aqui me preparou para esse momento", resume.

Um álbum sobre proteção
A palavra que dá nome ao disco sintetiza a essência do projeto. Tradicional amuleto presente em diferentes manifestações da cultura popular brasileira, a figa simboliza proteção, força, sorte e resistência. No álbum, esse significado ganha uma dimensão mais ampla.
"FIGA fala sobre aquilo que nos protege e sobre aquilo que escolhemos proteger. Fala dos afetos, das raízes, da natureza, da fé, da memória, da amizade, do amor e da coletividade."
As canções abordam temas como ancestralidade, pertencimento, espiritualidade, esperança e encontros humanos, formando uma narrativa construída a partir das experiências do artista.
"Pela primeira vez estou completamente exposto. As pessoas sempre me conheceram muito como músico, baterista ou diretor musical. Agora elas conhecem o compositor, o cantor e, principalmente, o ser humano por trás de tudo isso."
Gravado no estúdio Sonastério, FIGA reúne participações de Samuel Rosa, Paula Lima, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê e da Orquestra Sesiminas, convidados que ampliam a riqueza sonora do projeto complementando sua unidade artística. "Cada participação foi pensada como parte da narrativa do trabalho. Não são apenas convidados: são artistas que ajudaram a construir o universo do FIGA e da minha carreira", aponta Marcelo Dai.

Antes do streaming, um encontro com o público
Concebido especialmente para o pré-lançamento, o espetáculo reúne as dezesseis faixas do álbum em arranjos inéditos, executados por uma grande formação de músicos. A apresentação também incorpora iluminação, projeções e uma narrativa visual construída para acompanhar o percurso emocional das canções.
"Queria que o público não assistisse apenas a um show. Queria que as pessoas atravessassem comigo essa experiência. Cada música possui uma identidade visual e emocional. O espetáculo foi pensado como uma grande viagem, onde o público percorre diferentes estados de sentimento."
O show contará ainda com as participações especiais de Sérgio Pererê, Maurício Tizumba, Pereira da Viola, João Gabriel, Fred Jamaica, Léo Machaka e Chico Bueno, artistas que dialogam diretamente com a trajetória de Marcelo Dai e com a identidade musical do projeto.
"É um show que fala sobre encontros, sobre celebrar a vida e também nos lembrar que ninguém caminha sozinho.", destaca o artista.

Um novo começo
Embora represente sua estreia autoral, Marcelo prefere definir FIGA como um recomeço: "Não porque eu esteja começando na música, mas porque estou começando uma nova forma de existir dentro dela."
O disco foi construído ao longo de anos, em um processo silencioso vivido ao lado da esposa, muito antes de chegar ao estúdio.
No palco, Marcelo Dai estará acompanhado dos músicos que participaram da gravação do álbum.

Formação da banda FIGA
Marcelo Dai — Voz e Bateria
Daniel Guedes — Percussão
Cícero Lucas — Percussão
Evandro Canutto — Teclados
Aloízio Horta — Baixo
Acauã Ranne — Guitarra
Xande Moreira — Saxofone Alto/Tenor
Pedro Mota — Trompete/Flugelhorn
Leonardo Brasilino — Trombone
Vinicius Augustus — Saxofone Barítono
Chico Amaral — Saxofone Tenor/Soprano
Carla Sceno — Backing Vocal
Luiza Cruz — Backing Vocal
Nega Kelly — Backing Vocal

Ficha técnica FIGA
Artista: Marcelo Dai
Participações especiais no álbum: Samuel Rosa, Paula Lima, Maurício Tizumba, Sérgio Pererê e Orquestra SESI Minas.

Sobre Marcelo Dai
Marcelo Dai é cantor, compositor, baterista e multi-instrumentista de Belo Horizonte cuja trajetória foi construída entre palcos, estúdios e encontros musicais. Sua trajetória artística teve início no projeto Corpo Cidadão, onde transformou oportunidade em vocação e iniciou uma carreira marcada pela versatilidade e pelo diálogo entre diferentes linguagens musicais. Formado pela FEA e pela UFMG, aperfeiçoou sua musicalidade ao lado de mestres como Aluízio Brant, Esdra "Neném" Ferreira, Márcio Bahia, André Limão Queiroz e Arthur Rezende. Com apresentações em três continentes, foi vencedor do Prêmio BDMG Jovem Instrumentista e artista convidado da NAMM Show nas edições de 2019, 2020 e 2025. Com apresentações pela Europa, Reino Unido, México e Estados Unidos, desenvolveu uma linguagem musical marcada pela versatilidade e pelo diálogo entre diferentes referências. Em 2026, inaugura uma nova etapa de sua carreira com o lançamento de FIGA, seu primeiro álbum solo e inteiramente autoral, reunindo influências da MPB, do soul, do jazz, do blues e dos ritmos afro-brasileiros em uma obra profundamente conectada à ancestralidade e à música brasileira.

Serviço
Marcelo Dai – Show de Pré-lançamento do álbum FIGA
Data: 19 de agosto – quarta-feira
Horário: 20h
Local: Teatro Sesiminas – Rua Padre Marinho, 60 – Santa Efigênia - Belo Horizonte
Ingressos: R$70 inteira e R$35 meia. Vendas pelo Sympla
Lançamento do álbum FIGA nas plataformas digitais: 18 de setembro 

Projeto cearense Territórios da Leitura entrega mais duas bibliotecas revitalizadas em Pacajus

Em 2026 o projeto entrega ao todo oito novos espaços em cinco cidades cearenses

O projeto Territórios da Leitura entrega mais duas bibliotecas revitalizadas em Pacajus. Depois de seis bibliotecas entregues no primeiro semestre, o projeto volta a atender mais duas escolas da cidade, por meio do patrocínio da empresa Smurfit Westrock, líder global de soluções em embalagens sustentáveis, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Em 21 de agosto, a Escola Alba Laranjeira de Albuquerque recebe uma nova biblioteca, seguida, em novembro, pela Escola Alice Fernandes Lopes. Em 2026, será um total de oito novas bibliotecas revitalizadas em escolas públicas de cinco municípios cearenses: Maracanaú, Maranguape, Quixadá, Russas e Pacajus, beneficiando cerca de 3 mil estudantes do estado. 
A iniciativa busca transformar um cenário em que o acesso à leitura ainda é um desafio para grande parte dos estudantes brasileiros, pois mais da metade das escolas do país não têm biblioteca. Segundo o Censo Escolar 2024, divulgado pelo Inep/MEC em abril de 2025, 63,2% das escolas brasileiras não possuem biblioteca ou sala de leitura, um dos principais espaços de acesso aos livros para crianças e jovens. 
A revitalização envolve novas pinturas, móveis projetados, cadeiras coloridas, pufes e mesas, trazendo mais conforto para os ambientes. Os espaços também recebem computadores, smart TV, ar-condicionado e jogos educativo-culturais, além da ampliação do acervo com a doação de 200 novos livros de literatura infanto-juvenil. Cada entrega conta ainda com atividades de contação de histórias para os alunos, promovendo o estímulo à leitura e o envolvimento da comunidade escolar.
Além da requalificação dos espaços, o projeto oferece consultoria em organização e dinamização de bibliotecas e mediação de leitura literária, para que as instituições tenham um suporte técnico inicial e possam desenvolver habilidades e competências para manter a biblioteca organizada, dinâmica e apta para acolher a comunidade escolar no cotidiano. Como parte das ações formativas, esta edição conta com uma novidade, o curso “Mediação e Práticas Leitoras para Bibliotecas”, exclusivo para os educadores das escolas atendidas desde a primeira edição do projeto. Desenvolvido pela professora Lidia Cavalcante, doutora em Educação e especialista na área de mediação de leitura e bibliotecas. A formação busca a manutenção e a continuidade das bibliotecas como espaços ativos de aprendizagem com foco nos educadores. 
“Cada novo espaço representa mais do que uma reforma física: simboliza investimento concreto no acesso ao livro, na valorização da leitura e no fortalecimento da comunidade escolar, que é composta não somente pelos estudantes, mas também por seus familiares, funcionários e corpo docente. Uma biblioteca bonita, aconchegante, climatizada, com bom acervo, encanta, convidando à convivência, à frequência e à permanência em seu espaço. E uma biblioteca viva e atuante é capaz de promover a transformação”, afirma Patrícia Bezerra, bibliotecária e consultora do projeto.
“Estamos patrocinando a revitalização de quatro bibliotecas escolares em Pacajus e uma em Maranguape nesta edição do projeto, pois acreditamos que investir em educação é investir no futuro das crianças, dos jovens, de suas famílias e da sociedade como um todo. Por isso, apoiamos iniciativas de alto impacto e longo prazo que ampliam oportunidades e contribuem para o desenvolvimento das comunidades onde estamos presentes. A revitalização dessas bibliotecas fortalece o acesso à leitura e apoia a formação de novas gerações”, ressalta Taís Toledo, gerente de Sustentabilidade, Responsabilidade Social e presidente da Fundação Smurfit Westrock Brasil. 
O projeto vem reafirmando o seu propósito de estimular a leitura literária em escolas públicas, tendo a biblioteca como espaço de conhecimento, encontro, convivência e construção de vínculos por meio do livro e da literatura. Uma pesquisa realizada pelo Territórios da Leitura em 2025 apontou os impactos das bibliotecas revitalizadas: 98,6% dos estudantes consideraram a nova biblioteca bonita e confortável; 91,1% reconheceram a importância do espaço para sua formação escolar e pessoal; e 98,6% dos educadores afirmaram que a nova biblioteca é importante para si e para a escola.
Somando todas as edições, o Territórios da Leitura alcança a marca de 44 bibliotecas revitalizadas em 15 municípios do Ceará, beneficiando mais de 16 mil estudantes. 
O Territórios da Leitura é realizado pela Invento Produções Culturais e Ministério da Cultura, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). Tem como patrocinadora em Pacajus, a Smurfit Westrock. Parceria da BG Soluções Sociais, do Instituto Seara de Cultura e Desenvolvimento e da Secretaria de Educação de Pacajus. Produção D’grau Produções. 

PROGRAMAÇÃO – INAUGURAÇÃO DAS BIBLIOTECAS NO SEGUNDO SEMESTRE DE 2026

Agosto
21 de agosto: Pacajus - Escola Alba Laranjeira de Albuquerque
Novembro
Pacajus - Escola Alice Fernandes Lopes
Mais informações:
Site: https://territoriosdaleitura.com.br/  
Instagram: https://www.instagram.com/territoriosdaleitura/  
YouTube Invento Produções Culturais: 
https://www.youtube.com/inventoproducoesculturais

IPQ Tecnologia participa da COP Internacional, maior evento de segurança pública da América Latina

Soluções de inteligência artificial, robótica e gestão de dados aplicadas em casos reais no Brasil serão o destaque da apresentação. 

Referência no segmento de tecnologia aplicada à segurança pública, a IPQ Tecnologia,  única empresa que presta serviço de videomonitoramento no estado do Ceará, e com contratos assinados pelo Tribunal de Justiça do estado, participará da COP Internacional, que acontece entre os dias 11 e 13 de agosto, em São Paulo. O evento é considerado o maior da América Latina voltado à segurança pública, atividades policiais e gestão estratégica, reunindo governos, forças de segurança, indústria e formuladores de políticas públicas.

Com atuação em sete estados brasileiros, a IPQ apresentará soluções de inteligência artificial, videomonitoramento inteligente, reconhecimento facial, leitura automática de placas, integração de dados e robótica voltadas ao fortalecimento das políticas públicas de segurança.

A empresa também levará ao evento uma das atrações mais aguardadas da feira: o primeiro humanoide T800 em tamanho real (1,76 metro) apresentado no Brasil para demonstrações de aplicações em operações de segurança e gestão de riscos.

Segundo o CEO da IPQ Tecnologia, Antônio Galvão, o diferencial da empresa é desenvolver tecnologia adaptada à realidade brasileira.

"A realidade da segurança pública muda de um país para outro. Por isso, além de desenvolver tecnologia nacional, também adaptamos soluções internacionais para que atendam às necessidades dos estados e municípios brasileiros. Essa capacidade de tropicalização permite entregar respostas mais eficientes para os desafios enfrentados pelas forças de segurança", afirma.

O humanoide poderá ser utilizado em ambientes de alto risco, como áreas contaminadas, vazamentos de produtos perigosos e locais de difícil acesso, reduzindo a exposição de equipes humanas. Todas as operações permanecem sob supervisão de operadores especializados, que acompanham as atividades em tempo real.

Além da robótica, a IPQ apresentará seu ecossistema de segurança pública, formado por tecnologias capazes de integrar imagens, bancos de dados e diferentes sistemas para ampliar a capacidade de monitoramento e resposta das forças policiais.

Para o COO de Operações da empresa, Heitor Galvão, a eficiência está na integração das informações.

"Quando diferentes bases de dados conversam entre si, é possível acelerar investigações, identificar padrões, gerar alertas em tempo real e apoiar decisões mais rápidas e estratégicas", explica.

Entre as soluções em demonstração estará o Tático, plataforma desenvolvida pela empresa e utilizada em projetos de segurança pública, fiscalização, portos e educação em diferentes estados brasileiros.

A participação na COP Internacional reforça a estratégia da IPQ de ampliar o uso de tecnologias baseadas em inteligência artificial para apoiar governos na modernização da segurança pública e na construção de cidades mais inteligentes.


*Sobre a IPQ Tecnologia*


A IPQ Tecnologia é uma empresa brasileira com mais de 27 anos de atuação no desenvolvimento e na implementação de soluções tecnológicas para segurança pública, infraestrutura crítica, inteligência de dados e serviços digitais. Presente em projetos em todo o Brasil e no exterior, a companhia possui estrutura própria nos estados da Bahia, Ceará, Espírito Santo, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e no Distrito Federal. Reconhecida como pioneira em smart security, a IPQ integra infraestrutura física, big data e inteligência artificial para apoiar a tomada de decisão de governos e grandes organizações, com foco em inovação, integridade, governança e impacto social mensurável.

Terrazo Shopping recebe tributo a Raul Seixas com a banda Cancerianos Sem Lar

Banda se apresenta gratuitamente neste sábado (15), em programação especial no mês que marca a memória do Maluco Beleza 

O Terrazo Shopping preparou uma programação musical especial para unir a celebração do mês dos pais com uma homenagem ao astro Raul Seixas. Neste sábado (15), a partir das 19h, a Praça de Alimentação recebe um show especial comandado pela banda cearense Cancerianos sem Lar, referência local na homenagem ao rock e à obra do cantor.
A apresentação ganha um tom ainda mais marcante por acontecer em agosto, mês que marcou a despedida do artista, falecido no dia 21 de agosto de 1989. Reconhecida pela fidelidade aos arranjos originais e pela energia no palco, a banda promete unir todas as gerações de pais e filhos apaixonados pelo rock em uma noite cheia de nostalgia, poesia e grandes clássicos. 

Serviço
Especial Dia dos Pais – Banda Cancerianos sem Lar (Tributo a Raul Seixas)
Data: 15 de agosto (sábado)
Horário: A partir das 19h
Local: Praça de Alimentação – Terrazo Shopping
Endereço: Av. dos Jardins, 864 – Coaçu, Eusébio (CE)
Entrada: Gratuita
Mais informações: @cancerianossemlar e @terrazoshoppingoficial no Instagram

Projeto Fita Mágica leva ginástica rítmica, educação e novas oportunidades a 800 meninas no Ceará

O Instituto de Tecnologia e Gestão (ITG) está desenvolvendo o Projeto Fita Mágica – Movimento e Arte, iniciativa voltada à promoção do esporte, da educação e da inclusão social por meio da ginástica rítmica. O projeto atende 800 meninas, crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, distribuídas em seis núcleos no Ceará, sendo dois em Fortaleza e os demais nos municípios de São Benedito, Viçosa, Poranga e Eusébio.
A proposta é utilizar a ginástica rítmica não apenas como prática esportiva, mas também como instrumento de formação e desenvolvimento. A modalidade reúne elementos como disciplina, coordenação, concentração, expressão corporal e trabalho em equipe, contribuindo para o fortalecimento da autoestima e para a construção de novas perspectivas entre as participantes.
A iniciativa busca ainda ampliar o acesso de crianças e adolescentes ao esporte e contribuir para que a ginástica rítmica esteja cada vez mais presente no calendário esportivo e educacional das comunidades atendidas. Ao aproximar a modalidade de diferentes territórios, o Fita Mágica proporciona experiências que podem repercutir na formação das participantes para além do ambiente esportivo.
Para Maria Helena Lima, diretora-presidente do ITG, o projeto representa o compromisso da instituição com iniciativas capazes de gerar oportunidades e transformação social. “Quando uma criança tem acesso ao esporte, nós não estamos apenas ensinando uma modalidade. Estamos oferecendo disciplina, autoestima, convivência, sonhos e novas possibilidades para o futuro. O Fita Mágica nasceu com esse propósito: fazer com que cada menina atendida perceba o seu potencial e compreenda que pode ocupar novos espaços e construir sua própria trajetória. Para o ITG, investir nessas crianças é também investir no futuro das nossas comunidades.”
O Projeto Fita Mágica – Movimento e Arte está sendo executado pelo Instituto de Tecnologia e Gestão (ITG), em parceria com o Governo do Estado do Ceará. A iniciativa reforça a importância da união entre esporte, educação e políticas de inclusão para promover o desenvolvimento integral de crianças e adolescentes e ampliar oportunidades em diferentes regiões do Estado.

Do hábito comum a infecções graves: os perigos de roer as unhas

Médica da Clínica SiM alerta que a onicofagia pode evoluir para infecções severas e até risco de amputação de dedos

O gesto de levar os dedos à boca para roer as unhas é uma cena comum no cotidiano, muitas vezes iniciada ainda na infância. O que é socialmente aceito como uma simples mania ou vício estético, entretanto, esconde riscos biológicos. A onicofagia, nome técnico para esse hábito, pode ser o ponto de partida para quadros clínicos graves, incluindo infecções que exigem cirurgia e, em casos de negligência, a perda definitiva de um dedo.
De acordo com um estudo publicado na revista científica National Library of Medicine, entre 20% e 30% da população mundial, abrangendo todas as faixas etárias, possui o hábito de roer as unhas. Os dados revelam que a prática é uma das respostas comportamentais mais frequentes diante de estímulos externos, mas a alta prevalência não diminui a periculosidade da ação para o organismo humano.
Cláudia Velasco, diretora médica da Clínica SiM, explica que a gravidade reside na vulnerabilidade que o ato cria. "A boca é uma das regiões mais contaminadas do corpo e, ao ferir a pele ao redor da unha, criamos uma porta de entrada direta para bactérias agressivas na corrente sanguínea", afirma a médica.

Contaminação e riscos sistêmicos
O processo de contaminação ocorre de forma cíclica: a sujeira acumulada sob as unhas, composta por resíduos ambientais, fungos e bactérias, é transportada diretamente para a mucosa bucal. Simultaneamente, a saliva, que contém enzimas e microrganismos próprios, penetra nas microlesões causadas pelos dentes na região das cutículas. Esse ambiente úmido e ferido é ideal para o surgimento de paroníquias, infecções que provocam inflamações severas e acúmulo de pus.
A possibilidade de consequências extremas é ilustrada pelo caso da jovem Gabby Swierzewski, de 21 anos. A norte-americana quase perdeu o dedo após uma infecção iniciada pelo hábito de roer as unhas evoluir rapidamente. O quadro exigiu uma intervenção cirúrgica de emergência para remover o tecido infectado e impedir que a bactéria atingisse o osso ou se espalhasse pela mão, o que resultaria em uma amputação inevitável.
Como identificar os sinais de uma infecção. Para evitar que o problema atinja esse estágio, é essencial saber identificar os sinais de que uma infecção está em curso:

- Vermelhidão e inchaço: A pele ao redor da unha torna-se quente, vermelha e sensível.
- Pus: Surgimento de secreção amarelada ou esverdeada sob a pele.
- Latejamento: Sensação de pulsação constante e dolorosa no dedo.
- Febre e calafrios: Indicativos de que a infecção pode estar deixando de ser local para se tornar sistêmica.
- Raiz emocional: estresse e ansiedade

Antes de ser um problema dermatológico, a onicofagia é um reflexo psicológico ligado a estados de estresse e ansiedade. "Procurar um psicólogo ou psiquiatra é fundamental para entender os gatilhos que levam ao comportamento e tratar a causa primária, evitando que a intervenção seja apenas física", alerta a psicóloga da Clínica SiM Mirella Martins Lippi.
Cláudia Velasco reforça que o sucesso da cura depende de uma abordagem em duas frentes. "O tratamento médico resolve a infecção e protege a integridade da pele, mas se não houver o suporte especializado para controlar a ansiedade, o paciente voltará a ferir o próprio corpo em um ciclo de reinfecções", pontua.

Dicas práticas para interromper o hábito
Romper com a onicofagia exige estratégia e persistência. A médica recomenda algumas medidas práticas para auxiliar no processo:

- Manter unhas curtas: Reduzir a área de ataque diminui o estímulo para roer.
- Esmaltes amargos: O uso de substâncias com sabor desagradável serve como um lembrete consciente para afastar a mão da boca.
- Substituição de estímulo: Utilizar objetos como bolinhas antiestresse ou "fidget spinners" para ocupar as mãos em momentos de tensão.
- Barreiras físicas: Em momentos de maior ansiedade, o uso de curativos nos dedos pode impedir o acesso direto aos dentes.

A mudança de comportamento, embora desafiadora, é a única garantia de preservação da saúde das mãos e, consequentemente, do corpo. 
Segundo Mirella Martins Lippi, a mudança de hábito exige paciência e o uso de ferramentas que ajudem a quebrar o reflexo automático de levar a mão à boca nos momentos de tensão.

Serviço
Para mais informações sobre a Clínica SiM e seus serviços, acesse o site www.clinicasim.com ou entre em contato pelo telefone 0800 357 6060.

Obesidade pode aumentar o risco de pelo menos 13 tipos de câncer e especialistas reforçam que prevenção começa muito antes do diagnóstico

Durante muito tempo, a obesidade foi associada principalmente ao diabetes e às doenças cardiovasculares. Hoje, no entanto, a ciência mostra que o excesso de gordura corporal representa um importante fator de risco para o desenvolvimento de diversos tipos de câncer, tornando-se uma preocupação crescente de saúde pública.
De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), manter o peso corporal adequado é uma das principais estratégias de prevenção da doença. Atualmente, a obesidade está associada ao aumento do risco de pelo menos 13 tipos de câncer, entre eles os de intestino (cólon e reto), esôfago (adenocarcinoma), estômago (cárdia), fígado, pâncreas, vesícula biliar, rins, mama em mulheres após a menopausa, ovário, endométrio (corpo do útero), tireoide, mieloma múltiplo e meningioma. Evidências mais recentes também apontam associação com câncer de próstata avançado, boca, faringe e laringe.
O mecanismo por trás dessa relação vai muito além do ganho de peso. O excesso de gordura corporal favorece um estado de inflamação crônica, altera a produção hormonal, aumenta a resistência à insulina e estimula substâncias que podem favorecer o crescimento e a multiplicação de células tumorais. Quanto maior e mais prolongado for o excesso de peso, maior tende a ser o risco para o desenvolvimento dessas doenças.
O alerta ganha ainda mais relevância diante do avanço da doença no país. O INCA estima cerca de 704 mil novos casos de câncer por ano no Brasil, e destaca que fatores ligados ao estilo de vida, como obesidade, sedentarismo, alimentação inadequada e consumo de álcool, contribuem significativamente para esse cenário.
No Ceará, a preocupação também cresce. Dados divulgados pela Secretaria da Saúde do Estado mostram que as mortes por câncer aumentaram quase 20% entre 2016 e 2025, reforçando a necessidade de investir em prevenção e controle dos fatores de risco modificáveis.
Para o Dr. Victor Camarão, medico com foco em saúde, performance e longevidade, ainda existe um equívoco em tratar a obesidade apenas como uma questão estética.
“A obesidade é uma doença crônica que provoca alterações metabólicas e inflamatórias capazes de comprometer praticamente todo o organismo. Quando falamos em prevenção do câncer, muitas pessoas pensam apenas em exames, mas o cuidado começa muito antes. Controlar o peso, preservar a massa muscular, praticar atividade física e melhorar a alimentação são medidas que reduzem processos inflamatórios e diminuem o risco de diversas doenças, inclusive vários tipos de câncer. O objetivo não é buscar um padrão estético, mas proteger a saúde e aumentar a expectativa de vida com qualidade.”
Segundo o médico, a prevenção deve ser encarada como uma estratégia contínua e não apenas uma preocupação após o aparecimento de sintomas. Manter um peso saudável ao longo da vida, priorizar uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, grãos integrais e alimentos minimamente processados, reduzir o consumo de alimentos ultraprocessados, carnes processadas e bebidas açucaradas, praticar atividade física regularmente, evitar o tabagismo e limitar o consumo de bebidas alcoólicas são hábitos capazes de reduzir significativamente o risco de obesidade e, consequentemente, de diversos tipos de câncer. O médico também ressalta que dormir bem, controlar o estresse, realizar consultas periódicas e manter os exames preventivos em dia fazem parte de uma estratégia eficaz de proteção da saúde.
Embora fatores genéticos também possam influenciar o desenvolvimento da doença, especialistas reforçam que uma parcela significativa dos casos de câncer está relacionada ao estilo de vida. Para o Dr. Victor Camarão, investir em prevenção significa cuidar da saúde antes que a doença apareça.
“A medicina moderna já mostrou que longevidade não é apenas viver mais, mas viver melhor. O cuidado com o peso corporal, a alimentação, a prática de exercícios e o acompanhamento médico regular são investimentos que reduzem o risco de câncer e de diversas outras doenças crônicas. A prevenção continua sendo o tratamento mais eficaz e acessível que existe.”