Casa perfumada começa pelas roupas: especialista explica como o amaciante pode prolongar a sensação de limpeza

Cuidados simples na lavagem das roupas e na higienização dos tecidos ajudam a manter os ambientes mais agradáveis e com sensação de frescor por mais tempo

Chegar em casa após um dia cansativo e sentir aquela fragrância de limpeza é uma das sensações mais associadas ao prazer e ao bem-estar. Para manter esse frescor por mais tempo, muitas pessoas têm adotado uma prática simples: combinar o amaciante em água e aplicá-lo em tecidos que fazem parte da rotina da casa, como cortinas, sofás, almofadas, mantas e roupas de cama. 
Segundo especialistas, esse cuidado além de perfumar, complementa a rotina de limpeza e contribui para prolongar a sensação de casa limpa. Para um bom resultado, o ideal é que a solução seja utilizada em tecidos compatíveis e que a aplicação seja precedida por um teste em uma pequena área, especialmente em materiais mais delicados.
O hábito também reforça a importância da lavagem correta das roupas e dos tecidos domésticos. Itens como lençóis, fronhas, toalhas, cortinas, mantas, capas de almofadas e até estofados absorvem e liberam fragrâncias ao longo do dia. Por isso, mantê-los sempre limpos e utilizar o amaciante na dosagem recomendada durante a lavagem ajuda a preservar o perfume e a sensação de frescor nos ambientes.
Para quem deseja deixar a casa perfumada por mais tempo, a marca Sonho oferece fragrâncias que atendem a diferentes preferências. Lavanda é uma opção clássica para quem busca uma sensação de limpeza e tranquilidade; Coco e Amêndoas proporciona um aroma mais aconchegante; já Azul Profundo traz notas de frescor que reforçam a percepção de ambiente recém-limpo.

Além disso, existem outras dicas valiosas para deixar tanto a casa, quanto as roupas mais cheirosas, como:

- Lavagem regular das  roupas de cama, toalhas, cortinas, mantas e capas de almofadas; 

- Utilização da quantidade recomendada de sabão e amaciante para evitar resíduos nas peças;

- Retirada das roupas da máquina logo após o término da lavagem, secando-as completamente antes de guardar;

- Manutenção de armários e outros ambientes arejados para evitar odores causados pela umidade;

- Utilização de portas e janelas diariamente para renovar o ar da casa e potencializar a sensação de limpeza;

Pequenos cuidados durante a lavagem fazem diferença no resultado final. Além de preservar os tecidos, uma rotina adequada de limpeza ajuda a manter roupas mais perfumadas e a criar ambientes mais agradáveis para toda a família.

Roda de conversa celebra os 50 anos do Pessoal do Ceará no Banco do Nordeste Cultural

No fim da década de 1960, em meio à efervescência cultural que marcava o Brasil e o mundo, surgia em Fortaleza, especialmente nos ambientes universitários e nos bares da cidade, um movimento musical que revelaria ao país artistas como Ednardo, Fagner, Belchior, Rodger Rogério e Téti. Mais tarde, no início dos anos 1970, esse grupo de compositores e intérpretes entraria para a história da música brasileira como Pessoal do Ceará.

Cinco décadas depois, o movimento continua reverberando na produção musical contemporânea e permanece como objeto de estudos, pesquisas, publicações, documentários e tributos, reafirmando sua importância para a cultura brasileira.
Para celebrar essa trajetória, o Banco do Nordeste Cultural realiza, no dia 22 de julho, às 18h30, a Roda de Conversa – Pessoal do Ceará: 50 Anos. O encontro contará com a participação da professora e socióloga Mary Pimentel, autora do livro Terral dos Sonhos – O Cearense na Música Popular Brasileira (estará disponível para aquisição. Valor: R$ 30,00). A mediação será da jornalista, musicista e produtora cultural Joanice Sampaio. 
Com entrada gratuita, os ingressos podem ser retirados pela plataforma OutGo.  
A roda de conversa propõe um momento de reflexão, diálogo e preservação da memória de um dos mais importantes movimentos da música cearense. A programação abordará suas origens, os principais acontecimentos de sua trajetória e suas contribuições para a música brasileira, promovendo o intercâmbio de experiências, debates e apresentações musicais que dialogam com o legado artístico e cultural do Pessoal do Ceará.
Para além da conversa e momentos de troca com o público, o evento também reserva momentos para ouvir e cantar canções marcantes do movimento, interpretadas pelo grupo vocal Em Canto, formado por Mary Pimentel, Marcíria  Pimentel, Berenice Castro Neves,  Irlys  Barreira e Socorro Barreira, com acompanhamento do violonista David Simplicio.

Serviço
Roda de Conversa – Pessoal do Ceará: 50 Anos
Com  Mary Pimentel, autora do livro 
Terral dos Sonhos – O Cearense na Música Popular Brasileira. 
Mediação: Joanice Sampaio
Participação: Grupo Em Canto
Dia 22 de julho (quarta-feira), às 18h30
Local: Banco do Nordeste Cultural 
Miniauditório, 1º andar 
Rua Conde d'Eu, 560 - Centro, Fortaleza - CE
Entrada gratuita
Classificação: Livre
Mais informações: @ccbnb_fortaleza 

CINE MIAU chega à oitava edição formando plateias e incentivando a criação audiovisual

A Mostra Internacional Infantil de Audiovisual acontece entre 4 de agosto e 11 de outubro, passando pelos estados do Ceará, Paraíba e Bahia.
Exibição do Cine Miau em 2025. Foto: Luiz Alves

Há oito anos um projeto criado no Ceará vem possibilitando a crianças de todas as idades, inclusive da primeira infância, o acesso a conteúdos audiovisuais que estimulam o pensamento crítico e criativo, que fazem rir e pensar. É o Cine Miau - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual, que em 2026 chega à 8ª edição, com programação passando por três estados do Nordeste - Ceará, Paraíba e Bahia - entre 4 de agosto e 11 de outubro, com acesso gratuito. 
Ao todo, nos três estados, Serão 50 sessões de cinema, das quais, 42 para alunos de escolas públicas em salas de cinema, e 8 em praças públicas para a população das cidades que vão receber o Cine Miau. A estimativa de público é de 7 mil pessoas. Em todas as sessões, o mascote DJ Miau vai receber o público, com diversão e uma trilha sonora especial. Após as sessões para as escolas, serão realizados debates, estimulando o senso crítico diante das questões abordadas e das produções audiovisuais exibidas.
No Ceará, a mostra começará em São Gonçalo do Amarante, de 4 a 8 de agosto, seguirá para Fortaleza com exibições no dia 9 e de 12 a 14, estará em Morada Nova de 13 a 15, e encerrará em Maranguape, onde acontecerá de 20 a 22 de agosto. Como medidas de acessibilidade, além do acesso gratuito, todas as sessões do Cine Miau, para escolas e para o público em geral, têm audiodescrição para deficientes visuais, tradução em libras, e legenda descritiva para deficientes auditivos. 
A exemplo do que vem realizando desde 2023, o Cine Miau levará sessões também a creches públicas, com a exibição de conteúdo audiovisual voltado para a primeira infância. Esta atividade é uma parceria do Cine Miau com a BebeLume, produtora de Brasília com mais de 20 anos de atividades voltadas para este público. Nesta edição, serão contempladas duas creches, uma de São Gonçalo do Amarante e uma de Fortaleza

OS FILMES
Nesta edição, o Cine Miau exibirá 17 filmes de curta-metragem, de seis países: Brasil, França, Croácia, Argentina, Estados Unidos e Suíça, diversificando as referências culturais e artísticas das crianças. Do Brasil, o público vai conferir produções de realizadores do Pará, de Minas Gerais e de São Paulo. Com a curadoria de Osiel Gomes, diretor do Cine Miau, e da roteirista e cineasta Vanessa Fort, na mostra serão exibidos filmes que estão fora do circuito da cultura de massa.

NOVIDADE DA EDIÇÃO
Nesta edição, o Cine Miau preparou uma surpresa para o público infantil. Cada criança receberá um material a fim de estimular a criação de filmes. São ideias para produzir os próprios filmes utilizando o aparelho celular, como o caminho até a escola, a avó preparando um bolo ou até mesmo a árvore da rua que é morada de passarinhos. Como a Mostra destaca neste material: "Não existe um único jeito de fazer um documentário. Existe o seu jeito de olhar para o mundo".
O 8° Cine Miau é uma realização do Instituto Seara de Cultura e Desenvolvimento e do Ministério da Cultura. Tem como patrocinadores, via Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet), Dass, Smurfit Westrock, Votorantim, CooperShoes e Grupo Hope. Parceria: BG Soluções Sociais, Prefeitura de Fortaleza / Secretaria de Educação, Prefeitura de Maranguape / Secretaria de Educação, Prefeitura de Morada Nova / Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia, Prefeitura de São Gonçalo do Amarante /Secretaria de Educação, Prefeitura de Santo Estêvão/ Secretaria da Saúde, Prefeitura de Itaberaba, Cine – Cinemateca da Embaixada da França, Instituto Francês, Instituto Mirante, Museu da Imagem e do Som – MIS, Instituto Dragão do Mar, Teatro Carlos Câmara, Centro Cultural Bom Jardim. Produção: D’grau Produções e Invento Produções Culturais.
CARBONO ZERO – Desde a primeira edição, o Meio Ambiente tem uma atenção especial do Cine Miau. O projeto calcula a sua emissão de gases de efeito estufa e neutraliza com a plantação de mudas de árvores nativas em áreas de reflorestamento no Ceará.

PROGRAMAÇÃO NO CEARÁ
SÃO GONÇALO DO AMARANTE

Creche Maria Soares de Almeida - dia 04/08 às 9h, 10h, 14h e 15h – PARA ESCOLAS 

Cine Iandê - dias 5, 6 e 7/08 às 9h – PARA ESCOLAS 

Praça da Matriz São Pedro (Pecém) - dia 8/08 às 18h - SESSÃO ABERTA AO PÚBLICO

FORTALEZA
Museu da Imagem e do Som (MIS) – dia 9/08 às 18h - SESSÃO ABERTA AO PÚBLICO

Teatro Carlos Câmara e Centro Cultural Bom Jardim (CCBJ) – dias 12 e 13/08 às 9h e 14h – PARA ESCOLAS

Creche Professor Agostinho Gósson – dia 14/08 às 9h, 10h, 14h e 15h – PARA ESCOLAS

MORADA NOVA
Centro de Educação Básica Coronel José Epifânio das Chagas – dias 13 e 14/08 às 9h e 14h – PARA ESCOLAS

Anfiteatro Dedé Nó Cego – dia 15/08 às 19h - SESSÃO ABERTA AO PÚBLICO

MARANGUAPE
Grupo Cine – dias 20 e 21/08 às 9h e 14h – PARA ESCOLAS

Praça Capistrano de Abreu - dia 22/08 às 18h - SESSÃO ABERTA AO PÚBLICO

OS FILMES
SESSÃO 01 
A bolsinha de água quente (Dir. Yuliana Paula Brutti. Animação, 8’, 2024, Livre, Argentina)

A Fazenda da Lena: Amiga Dançarina (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

A Fazenda da Lena: Bravura! (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

A Fazenda da Lena: Geleia e Lenha (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

Fazenda da Lena: uma refeição muito especial (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

A Lenda do Beija-Flor (Dir. Morgan Devos. Animação, 6’, 2024, Livre, França)

Canguruzinho (Dir. Giuliana Danza e Pedro Hamdan. Animação, 2’, 2024, Livre, Brasil)

Contos mirabolantes – O olho do Mapinguari (Dir. Andrei Miralha e Petronio Medeiros. Animação, 9’, 2023, Livre, Brasil)

Kayak (Dir. Solene Bosseboeuf. Animação, 6’, 2024, Livre, França)

Shanley (Dir. Beau McCombs. Animação, 4’, 2025, Livre, Estados Unidos)

SESSÃO 02 
Carrinho de Rolimã (Dir. Rafael Nzinga, Aventura, 15’, 2025, Livre, Brasil)

Eu e o Boi, o Boi e Eu (Dir. Jane Carmen Oliveira. Animação, 5’, 2024, Livre, Brasil)

Morcegos e Insetos (Dir. Lena von Döhren. Animação. 11’, 2026, Livre, Suíça)

Seu Vô e a Baleia (Dir. Mariana Elisabetsky. Animação, 13’, 2025, Livre, Brasil)

Sonhos Voadores (Dir. Luiz do Futuro, Marcus Vinicius Vasconcelos e Vanessa Fort. Animação, 5’, 2025, Livre, Brasil)

Vá-se Alfred (Dir. Célia Tisserante. Animação, 11’, 2023, Livre, França/Bélgica)

SESSÃO 03 
A Fazenda da Lena: Amiga Dançarina (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

Eu e o Boi, o Boi e Eu (Dir. Jane Carmen Oliveira. Animação, 5’, 2024, Livre, Brasil)

A Fazenda da Lena: Bravura! (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

Carrinho de Rolimã (Dir. Rafael Nzinga, Aventura, 15’, 2025, Livre, Brasil)

Kayak (Dir. Solene Bosseboeuf. Animação, 6’, 2024, Livre, França)

Fazenda da Lena: uma refeição muito especial (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

BOON (Dir. Romain Augier. Animação, 6’, 2022, Livre, França)

A Fazenda da Lena: Geleia e Lenha (Dir. Elena Walf. Animação, 5’, 2025, Livre, Alemanha/Croácia)

SERVIÇO
8° CINE MIAU - Mostra Internacional Infantil de Audiovisual – De 04 de agosto a 11 de outubro de 2026 nos estados do Ceará, Paraíba e Bahia. No Ceará: Programação em São Gonçalo do Amarante (4 a 8/08), Fortaleza (9 e de 12 a 14/08), Morada Nova (13 a 15/08) e Maranguape (20 a 22/08). Site: www.cinemiau.com.br. Instagram e Facebook: cine.miau. Youtube: https://www.youtube.com/@InventoProducoesCulturais

ECONOMIA & NEGÓCIOS: Alexandre Chaves, da Auddas Consultoria, oferece conversas com empresários de médias empresas em Fortaleza nesta semana

Entre os dias 22 e 24 de julho, Alexandre Chaves estará fazendo consultoria com empresas que possuem faturamento entre R$ 10 milhões e R$ 550 milhões para discutir o papel do conselho no crescimento, na profissionalização da gestão e na valorização do negócio

A Auddas, uma das principais consultorias brasileiras especializadas em empresas de médio porte, estará em Fortaleza entre os dias 22 e 24 de julho (quarta a sexta) para uma série de conversas gratuitas com empresários da região.

A iniciativa é voltada a empresas com faturamento anual entre R$ 10 milhões e R$ 550 milhões que enfrentam desafios relacionados ao crescimento, à profissionalização da gestão, à organização societária, à sucessão, ao caixa ou à preparação para uma eventual venda, fusão ou captação de recursos.

Os encontros serão conduzidos por Alexandre Chaves, conselheiro estratégico e sócio da Auddas, que acumula 30 anos de trajetória como empreendedor, participação em três processos de fusões e aquisições e experiência no aconselhamento de aproximadamente 50 empresas de diferentes setores e portes nos últimos dois anos.

Segundo Alexandre, muitas médias empresas chegam a um ponto em que a experiência e a capacidade do fundador já não são suficientes para sustentar, sozinhas, a complexidade do negócio. É nesse momento que um conselho bem estruturado pode se tornar decisivo.
“O conselho não existe para retirar a autonomia do empresário nem para criar burocracia. Ele serve para ampliar a qualidade das decisões, antecipar riscos, organizar prioridades e trazer para a mesa uma visão externa que o dono, por estar mergulhado na operação, muitas vezes não consegue ter”, afirma.

Entre os principais problemas enfrentados pelas médias empresas estão a estagnação do crescimento, a dificuldade para formar lideranças, a dependência excessiva do fundador, os conflitos entre sócios, a falta de previsibilidade financeira e a ausência de processos claros para decisões estratégicas.

Em muitos casos, o empresário reconhece que algo não está funcionando, mas não consegue identificar com precisão onde está o problema. O conselho contribui justamente para dar método, frequência e profundidade a essas discussões, evitando que decisões importantes sejam tomadas apenas com base na urgência do dia a dia.

“Empresas crescem quando passam a separar o que é operação do que é estratégia. Sem esse distanciamento, o empresário tende a agir apenas sobre os problemas mais imediatos. O conselho cria um espaço permanente para pensar o futuro, acompanhar indicadores, cobrar execução e corrigir rotas antes que os problemas se tornem maiores”, explica Alexandre.

Para o conselheiro, a escolha de quem estará ao lado do empresário nas decisões mais importantes não deve considerar apenas formação acadêmica ou experiência executiva. É preciso avaliar se esse profissional já viveu, na prática, os dilemas enfrentados por quem empreende.
“Existe uma diferença entre o conselheiro com currículo e o conselheiro com cicatrizes. Quem já colocou o próprio dinheiro em risco, enfrentou conflitos societários, tomou decisões erradas e participou da venda de empresas compreende de outra forma o peso das escolhas feitas pelo dono”, afirma.

A presença de um conselho também influencia diretamente o valor da empresa. Negócios com planejamento estratégico, indicadores confiáveis, regras claras de governança e menor dependência do fundador costumam apresentar menos risco e maior capacidade de crescimento.

“Governança não é burocracia. É o que transforma uma empresa dependente do dono em um ativo capaz de crescer, receber investimento ou ser vendido. Em um processo de M&A, a falta de organização, de informação e de clareza nas decisões pode reduzir significativamente o valor do negócio”, destaca.

As reuniões em Fortaleza serão individuais e gratuitas, destinadas a empresários interessados em discutir os desafios atuais de suas empresas e compreender como um conselho consultivo pode contribuir para o crescimento, a profissionalização da gestão e a valorização do negócio.

Para participar, basta enviar um e-mail para achaves@auddas.com, informando o nome da empresa, o setor de atuação, o faturamento anual e um breve resumo do principal desafio enfrentado atualmente.

Sobre Alexandre Chaves
Alexandre Chaves é conselheiro estratégico e sócio da Auddas, consultoria especializada em governança, estratégia e crescimento de empresas de dono. Com 30 anos de trajetória empreendedora e participação em três processos de M&A, atua como conselheiro de empresas de médio porte no Brasil. Instagram: @alechavesconselheiro.

AUDDAS NO INSTAGRAM 
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Participação mixuruca de Madonna marca a Copa dos transtornos nos Estados Unidos de Trump, com Espanha bicampeã do Mundo

Show de intervalo divide opiniões, Mundial é marcado por preços exorbitantes, polêmicas políticas, imigração, racismo, dificuldades de transporte e críticas à excessiva comercialização do futebol

Madonna fez a maioria de sua apresentação pré gravada no show do intervalo da final da Copa do Mundo de 2026, com os ex-jogadores brasileiros Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho e dançarinos. Embora a performance tenha ocorrido no MetLife Stadium nos Estados Unidos, a aparição real e ao vivo da cantora durou menos de um minuto. Na verdade ela vendeu um clipe para a FIFA. 

A Copa do Mundo de 2026 ficará marcada por muito mais do que o futebol. Realizado pela primeira vez com 48 seleções e organizado por Estados Unidos, México e Canadá, o torneio entrou para a história pela adoção do primeiro show de intervalo em uma final, pela presença constante do presidente Donald Trump e por uma sequência de polêmicas que transformaram o Mundial em um dos mais controversos da história recente da FIFA. 
No centro do espetáculo estava Madonna. Anunciada como uma das grandes atrações do inédito show de intervalo, a Rainha do Pop abriu a apresentação com "Music", mas permaneceu poucos minutos em cena antes de dar lugar a BTS, Justin Bieber, Shakira e Burna Boy. O resultado desagradou parte da imprensa e dos torcedores, que esperavam uma apresentação protagonizada pela cantora. O espetáculo musical teve apenas 11 minutos, mas o intervalo da partida foi ampliado para 27 minutos, rompendo uma tradição centenária do futebol e aproximando a final do formato do Super Bowl. 

A Rainha do Pop acabou protagonizando uma participação muito menor do que a expectativa criada pela FIFA. A cantora abriu a apresentação interpretando "Music", mas permaneceu pouco tempo no estádio.

Veículos internacionais apontaram que justamente a artista que simbolizava o maior peso histórico do espetáculo acabou tendo pouco espaço. O Houston Chronicle avaliou que a apresentação teria funcionado melhor caso Madonna tivesse conduzido praticamente todo o show, classificando a sucessão de atrações como desconexa e incapaz de criar um momento realmente memorável.

O jornal britânico The Times foi ainda mais duro. Em sua crítica, afirmou que a tentativa de transformar a final da Copa em um "Super Bowl do futebol" resultou em um espetáculo excessivamente comercial e emocionalmente vazio. A publicação classificou a abertura de Madonna como pouco inspirada e considerou que o desfile de atrações prejudicou o ritmo do evento.

As críticas não ficaram restritas à imprensa. Durante a transmissão da BBC, o ex-atacante Wayne Rooney resumiu sua opinião em poucas palavras ao afirmar que o espetáculo foi "ruim", acrescentando que seu momento favorito havia sido quando ele terminou. A declaração rapidamente repercutiu nas redes sociais e passou a representar a insatisfação de parte dos torcedores tradicionais.


O problema, entretanto, foi muito maior do que o show.

A mudança simbolizou aquilo que muitos analistas chamaram de "americanização" da Copa. O futebol passou a dividir espaço com entretenimento, celebridades, ações comerciais e ativações de patrocinadores, provocando críticas de jornalistas esportivos e de torcedores tradicionais. O jornal Financial Times classificou esta edição como a mais hipercomercializada da história da FIFA, destacando a adoção de preços dinâmicos, produtos de luxo e experiências VIP voltadas ao mercado norte-americano. 
Donald Trump também esteve no centro das atenções durante praticamente toda a competição. O presidente participou de eventos oficiais, compareceu à final e entregou o troféu ao campeão. Sua presença, entretanto, extrapolou o protocolo. A Associated Press destacou que uma possível interferência de Trump em um caso disciplinar envolvendo cartão durante o torneio gerou questionamentos sobre a independência das decisões esportivas da FIFA, embora os detalhes do episódio permaneçam cercados de debate. 
As políticas migratórias da administração Trump também alimentaram críticas durante todo o Mundial. Antes mesmo do início da competição, organizações de direitos humanos, dirigentes esportivos e parte da imprensa internacional demonstravam preocupação com restrições de entrada para cidadãos de determinados países e com o endurecimento dos controles de imigração. O tema ganhou força durante o torneio, especialmente em relação à delegação iraniana e aos protocolos de entrada de torcedores estrangeiros. 
O debate sobre discriminação racial também esteve presente. Casos envolvendo ofensas racistas entre torcedores e denúncias relacionadas à abordagem de autoridades migratórias foram registrados durante a competição, alimentando críticas ao ambiente vivido por algumas delegações e torcidas. As discussões sobre racismo passaram a caminhar lado a lado com o endurecimento das políticas de imigração adotadas pelos Estados Unidos. 
Outro ponto que gerou revolta foi o preço dos ingressos. A FIFA adotou pela primeira vez um sistema de preços dinâmicos, fazendo com que os valores variassem conforme a procura. Ingressos para a decisão chegaram a aproximadamente US$ 11 mil, enquanto pacotes premium ultrapassaram US$ 30 mil. O modelo recebeu críticas de jogadores, políticos e torcedores, que acusaram a entidade de elitizar o maior evento do futebol mundial. 
Nem mesmo quem conseguiu comprar ingressos escapou dos problemas. Em diversas partidas, especialmente na final em Nova Jersey, torcedores enfrentaram falhas no sistema de leitura dos bilhetes, longas filas e atrasos provocados pelos rigorosos esquemas de segurança. O transporte também foi alvo de reclamações. O preço das passagens de trem para chegar ao estádio chegou a causar indignação, obrigando as autoridades locais a reduzirem parte das tarifas após forte pressão pública. 
Fora dos gramados, a geopolítica também invadiu a Copa. A guerra no Oriente Médio e o conflito entre Rússia e Ucrânia repercutiram durante todo o torneio, influenciando debates sobre segurança, imigração e participação de algumas seleções. A competição acabou funcionando como palco para manifestações políticas e protestos, reforçando que o futebol dificilmente consegue se dissociar do cenário internacional. 
Apesar de recordes de público, audiência e arrecadação, a edição de 2026 deixa uma herança controversa. A FIFA conquistou cifras bilionárias e ampliou o alcance comercial da Copa, mas também abriu um debate sobre até que ponto o futebol pode ser transformado em um produto de entretenimento, esporte e saúde sem perder sua essência, com flagrantes de jogos combinados mundo afora, com a influência de Bets e casas de apostas virtuais e a tradicional violência ao redor dos estádios.
A Espanha foi aclamada bicampeã da Copa do Mundo, com a vitória por 1 a 0 sobre a Argentina que não levou o tetracampeonato. O sonho do Hexa só voltará em 2030, mas ano que vem acontecerá no Brasil a Copa do Mundo feminina de futebol, com jogos acontecendo em Fortaleza.
Esperamos que agora os brasileiros acordem da alienação e dancem a música da realidade pensando nas Eleições e no que realmente importa e muda a vida das pessoas: os políticos que queremos no poder. 

"Terror Celestial" transforma o horror em resistência no Museu de Arte Contemporânea do Ceará

Nova exposição no Centro Dragão do Mar reúne 24 artistas LGBT+ e propõe uma reflexão sobre colonialidade, espiritualidade, identidade e criação artística por meio da estética do terror

Fotos: Israel Oliveira/ Divulgação 

O Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE), localizado no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, abre ao público a exposição "Terror Celestial", uma das mostras mais instigantes da nova temporada expositiva do museu. Com curadoria de Lucas Dilacerda e curadoria adjunta de Wes Viana, a coletiva reúne obras de 24 artistas LGBT+ de diferentes regiões do país para investigar como o terror pode deixar de ser apenas um gênero narrativo e tornar-se uma poderosa ferramenta de reflexão política, histórica e estética. A exposição permanece em cartaz até 4 de outubro, com entrada gratuita. 
A proposta parte de uma provocação contundente: compreender que a história da colonialidade também pode ser lida como uma grande narrativa de horror. Ao longo dos séculos, corpos dissidentes foram classificados como monstruosos, anormais ou ameaçadores. Em vez de rejeitar essas imagens, "Terror Celestial" as ressignifica, transformando o medo em potência criativa, memória, resistência e possibilidade de cura. 
A exposição está organizada em três núcleos curatoriais. "Monstros e Quimeras" apresenta seres híbridos e figuras fantásticas que rompem os limites impostos às identidades de gênero e sexualidade. Já "Espiritualidade Terrena" aproxima religiosidade, violência, ancestralidade e práticas de cura, estabelecendo diálogos com matrizes africanas, tradições populares e cosmologias indígenas. O terceiro eixo, "Terror das Formas", propõe uma ruptura com os modelos tradicionais das belas-artes, reinventando gêneros como retrato, paisagem e natureza-morta a partir de perspectivas dissidentes. 
Entre pinturas, esculturas, fotografias, vídeos, instalações e outras linguagens contemporâneas, a mostra convida o público a perceber o terror para além do entretenimento. O medo surge como metáfora das experiências de exclusão, violência e preconceito vividas por pessoas LGBTQIAPN+, mas também como espaço para imaginar novos futuros e construir outras narrativas sobre pertencimento e existência. 
Segundo a curadoria, a intenção é deslocar o olhar do visitante para compreender que aquilo que historicamente foi tratado como estranho ou monstruoso pode revelar novas formas de beleza, espiritualidade e humanidade. Nesse sentido, "Terror Celestial" dialoga com debates contemporâneos sobre direitos humanos, diversidade, memória e produção artística brasileira, consolidando o MAC-CE como um espaço dedicado às discussões urgentes da arte contemporânea. 
A exposição integra uma programação especial que marca a abertura de cinco novas mostras no Museu de Arte Contemporânea do Ceará, reforçando a proposta do equipamento de ampliar a pesquisa, a formação artística, a preservação da memória e a circulação de diferentes narrativas culturais. Durante a abertura também foram realizadas visitas mediadas, encontros com artistas e ações educativas acessíveis ao público, incluindo recursos em Libras. 

Serviço
Exposição: Terror Celestial
Local: Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC-CE) – Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, Fortaleza
Período: até 4 de outubro de 2026
Visitação: quarta a sábado, das 9h às 19h; domingos e feriados, das 10h às 19h
Entrada: gratuita.

Guilherme Weber fala ao DIVIRTA-CE sobre Beckett, Marco Nanini e a força do espetáculo "Fim de Partida"

Em cartaz neste sábado (18) e domingo (19) na CAIXA Cultural Fortaleza, com ingressos esgotados, espetáculo "Fim de Partida" reúne Marco Nanini, Helena Ignez, Ary França e Guilherme Weber em uma das mais importantes obras do teatro moderno.

Na entrevista para Felipe Palhano, o ator relembra a parceria com Nanini, reflete sobre o legado de Samuel Beckett e afirma: "O teatro solicita coisas que você não vai fazer em outros veículos." 

FOTOS: Ariel Cavotti / Divulgação 

Com uma trajetória consolidada entre os maiores nomes das artes cênicas brasileiras, Guilherme Weber construiu uma carreira que transita com naturalidade entre o teatro, o cinema e a televisão. 
Fundador da Sutil Companhia de Teatro ao lado de Felipe Hirsch, o ator tornou-se referência da cena teatral contemporânea e também conquistou o grande público em produções da TV Globo, como "Da Cor do Pecado", "Belíssima", "Queridos Amigos", "Tempos Modernos", "Pega Pega", "Cara e Coragem" e, mais recentemente, "Volta por Cima". Além de ator, também atua como diretor e roteirista, acumulando prêmios no teatro e no cinema.
Neste último fim de semana de temporada na CAIXA Cultural Fortaleza, Weber divide o palco com Marco Nanini, Helena Ignez e Ary França em "Fim de Partida", clássico de Samuel Beckett dirigido por Rodrigo Portella. A montagem apresenta uma reflexão contundente sobre poder, dependência, solidão e sobrevivência, em um texto considerado um dos mais importantes da dramaturgia do século XX.
Em entrevista na temporada em Fortaleza, Guilherme Weber fala também sobre os desafios de interpretar Clov, a parceria retomada com Marco Nanini após mais de duas décadas, a impressionante atualidade de Beckett e seus próximos projetos. Ao comentar a essência do teatro, resume:
"O teatro solicita coisas que você não vai fazer em outros veículos... uma sensação quase quântica de que você movimenta moléculas da atmosfera entre você e o espectador." Sobre a permanência de Clov ao lado de Hamm, apesar do desejo constante de partir, o ator observa: "Talvez o Clov seja esse neurótico por excelência da definição do Lacan, eternamente arrumando a mala para uma viagem que nunca vai fazer." Já sobre a montagem ao lado de Nanini, destaca: "Esperar tanto para fazer 'Fim de Partida' também tinha esse propósito: chegar mais próximo dos personagens e do próprio Beckett."
DIVIRTA-CE: Você construiu uma carreira rara no Brasil, transitando com naturalidade entre o teatro experimental, o cinema de autor e a televisão de grande audiência. Existe um ponto de encontro entre esses três universos ou você acredita que cada linguagem exige um artista diferente? O que o teatro ainda oferece que nenhuma câmera consegue captar?
GUILHERME WEBER: Eu acho que o que une esses veículos tão diferentes, como você citou, a televisão de grande alcance popular, o cinema de autor, o teatro experimental, como ponto comum, é a figura do ator. O ator como ponto de expressão, essa figura que empresta o corpo e a subjetividade para a transformação de ideias. Agora, cada um fala sobre o mundo, sobre o ser humano de maneiras diferentes, de recortes diferentes. Então, inevitavelmente exige não só artistas diferentes, mas pensadores diferentes. Cada veículo vai pedir um pensamento diferente. Agora, o que o teatro solicita e oferece, que nenhum outro é capaz, é o repertório absoluto. Do ator, ele solicita coisas que você não vai fazer em outros veículos, o controle do timing está na sua mão, uma certa manipulação da atmosfera no seu entorno, uma sensação quase quântica mesmo, de que você movimenta moléculas da atmosfera, do teatro, do espaço entre você e o espectador. É energia de molécula. Realmente é uma coisa que só o ator de teatro é capaz de experimentar, e o público vai receber essa combustão e essa consumação na frente dele de se transformar, corpos, suor, sangue, nervos, tem ideias.

DIVIRTA-CE: "Fim de Partida" apresenta personagens presos a uma relação de dependência marcada pela violência, pelo afeto e pela impossibilidade da ruptura. Clov parece viver permanentemente à beira da partida, mas nunca parte. Como você trabalhou essa tensão entre o desejo de liberdade e a incapacidade de romper com aquilo que o aprisiona?
GUILHERME WEBER: Então, às vezes, a sensação que dá é que o Clov escolheu a servidão como destino, mas ele também passa a peça toda ensaiando um desejo que a gente não sabe se é legítimo ou se é parte de uma farsa, que é o desejo da partida. Essa grande pergunta, "por que o Clov não parte?", talvez seja uma das grandes questões do teatro moderno ocidental, já que o Beckett é um dramaturgo tão importante. Sempre se fala muito sobre isso. Por que ele simplesmente não vai embora? Por pena, por medo, por compaixão, por sintoma. E é um clássico que pode ser lido sobre diversas lentes, mas se você faz uma análise a partir da lente da psicanálise, tem uma frase do Lacan que diz isso: "o neurótico está eternamente arrumando a mala para uma viagem que nunca vai fazer". Então talvez o Clov seja esse neurótico por excelência da definição do Lacan. Eu fui trabalhando isso como esse corpo encarcerado que o próprio cenário provoca, porque é um cenário baixo, então esse corpo que está se deformando na presença daquele mestre, com reações involuntárias físicas. Por exemplo, toda hora eu crio uma espécie de espasmo onde esse personagem bate uma continência, como se fosse já uma reação involuntária do corpo. E a maneira como ele expressa com total esperança, cada vez que ele percebe uma possibilidade de partir, que ele vai criando vários planos de como ele vai partir ao longo da peça. E cada vez que ele tangencia uma parte desse plano, eu tento expressar isso com a maior dose de esperança possível. Eu acho que isso é um contraponto interessante, que eu acho que foi a maneira como eu optei por trabalhar essa dicotomia.
DIVIRTA-CE: Você foi quem sugeriu a Marco Nanini que os dois montassem "Fim de Partida", retomando uma parceria iniciada há mais de duas décadas. O que mudou na leitura de Beckett — e de vocês mesmos como artistas — entre aquele primeiro encontro e esta montagem de 2026?
GUILHERME WEBER: O que muda entre nós dois, Nanini e eu, é a passagem do tempo, é a maturidade. É o acúmulo de repertório. Esperar tanto para fazer o Fim de Partida também tinha esse propósito, esperar um tipo de envelhecimento, um tipo de maturidade. É chegar mais próximo dos personagens e aí mais próximo do Beckett. Esse dramaturgo escreveu essa obra falando sobre velhice, decadência, mutilação, mas também sobre alguma possibilidade de redenção através do cotidiano e também através da arte, através das relações humanas e das relações fictícias criadas. É uma bela alegoria também sobre a arte como tábua de salvação. Então eu acho que a gente está mais próximo do repertório dos personagens, eu acho que o abismo entre nós de idade diminuiu. A gente tem uma relação mais possível, como vivência mesmo em cena, e o prazer de contracenar com um ator como Nanini continua intacto. É um ator que sabe jogar muito bem, que sabe preparar muito bem a cena, de uma fala muito sofisticada, mas também muito popular e que tem um olhar muito piedoso sobre os personagens que ele interpreta.

DIVIRTA-CE: O diretor Rodrigo Portella propõe uma leitura política da peça, em que Hamm representa um poder autoritário e Clov simboliza alguém preso à lógica da obediência. Em um mundo atravessado por guerras, polarizações e crises democráticas, você acredita que Beckett se tornou mais atual hoje do que quando escreveu a obra nos anos 1950?
GUILHERME WEBER: O Beckett é um dramaturgo de exceção que já está no lugar da genialidade, da produção dos clássicos. Aí me lembro da frase do Ítalo Calvino que fala que o clássico é uma obra que nunca termina de dizer aquilo que tem para dizer. Então é tão amplo o leque de possibilidades de leitura dessa peça, o Fim de Partida. Pode ser lido sob o viés da filosofia, da psicanálise, da política, do movimento social. Então ele inevitavelmente se atualiza, até porque o ser humano não para de se mutilarem emocionalmente. Particularmente eu observo uma camada específica depois da pandemia, com a vivência da pandemia. Eu acho que a vivência da pandemia criou uma camada subjetiva muito forte sobre o fim de partida desses homens que estão no mundo sozinhos e o mundo que foi dizimado. E também a gente está beirando um colapso climático. Eu acho que isso é muito forte também. Temos falas literais, como quando o personagem do Hamm fala: "A natureza nos esqueceu", e o Clov responde: "Não existe mais natureza".
DIVIRTA-CE: Como diretor e roteirista, você também experimentou o outro lado da criação. Quando está em cena, especialmente em um texto tão rigoroso quanto Beckett, o diretor que existe em você ajuda o ator ou, em alguns momentos, se transforma em um crítico difícil de silenciar?
GUILHERME WEBER: O diretor em mim sempre ajuda, nunca atrapalha. Porque quando você dirige, você ganha perspectivas maiores, você passa a enxergar o espetáculo como um todo e não mais sobre aquela defesa a partir do seu próprio personagem, aquela única defesa. Então você passa a trabalhar com uma consciência muito maior do todo e isso é muito mais rico para a criação. E depois, porque eu sou um ator apaixonado, então quando eu vou trabalhar com um diretor novo, como agora, no caso com o Rodrigo Portella, eu não quero dirigir o espetáculo junto. Pelo contrário, eu quero me zerar, me resetar, para mergulhar no universo desse diretor e ver o que ele vai solicitar, o que vai pedir do meu repertório. Então a minha parte de diretor nunca me atrapalha, o diretor em mim sempre me ajuda.

DIVIRTA-CE: Possui novos projetos para cinema, teatro, TV ou streaming que possa adiantar aos leitores do DIVIRTA-CE?
GUILHERME WEBER: Meu próximo projeto será uma direção teatral no Rio de Janeiro. Vou dirigir "Descalços no Parque", de Neil Simon, com Larissa Manoela, Luiz Frambach, Flávia Reis e Cláudio Mendes. Estreamos no dia 8 de outubro, no Teatro Clara Nunes. É uma peça deliciosa, um retrato bem-humorado sobre casamento, juventude e convivência.
SERVIÇO
Fim de Partida
Local: CAIXA Cultural Fortaleza (Av. Pessoa Anta, 287 – Praia de Iracema)
Últimas apresentações: sábado (18), às 19h, e domingo (19), às 18h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia)
Duração: 100 minutos
Classificação: 16 anos
Acessibilidade: Sessão de domingo (19) com tradução em Libras e acesso para pessoas com deficiência.

Maranguape renova certificação no Mapa do Turismo Brasileiro e amplia participação do setor turístico

Maranguape renova certificação no Mapa do Turismo Brasileiro e amplia participação do setor turístico

A Prefeitura de Maranguape renovou a certificação do município no Mapa do Turismo Brasileiro, instrumento do Ministério do Turismo que reconhece cidades com atuação estruturada no desenvolvimento da atividade turística. O certificado, emitido por meio do Programa de Regionalização do Turismo (PRT), tem validade até 15 de julho de 2027 e confirma a permanência do município no Sistema de Informações do Mapa do Turismo Brasileiro.
A renovação marca a continuidade de um trabalho retomado em 2025 pela gestão municipal, com foco no fortalecimento da cadeia produtiva do turismo, na organização do setor e na ampliação da formalização de empreendimentos locais. Um dos principais avanços registrados foi o crescimento do número de empresas cadastradas no Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur), plataforma oficial do Ministério do Turismo.
Segundo a administração municipal, quando a atual gestão assumiu, o município contava com pouco mais de dez empreendimentos cadastrados. Atualmente, esse número ultrapassa 50 empresas registradas, resultado de ações de mobilização, orientação e incentivo à regularização dos prestadores de serviços turísticos.
Outro passo importante para a consolidação da política pública de turismo foi a implantação, ainda em 2025, do Conselho Municipal de Turismo (Comtur). O colegiado reúne representantes do poder público e da iniciativa privada e mantém uma agenda permanente de reuniões e discussões sobre o desenvolvimento do setor. A existência e o funcionamento regular do conselho estão entre os critérios exigidos pelo Ministério do Turismo para a manutenção e renovação anual da participação dos municípios no Mapa do Turismo Brasileiro.
De acordo com Átila Câmara, o município possui um grande potencial turístico e que esse precisa ser explorado de maneira assertiva e planejada. “Maranguape reúne riquezas naturais, históricas e culturais que merecem ser valorizadas. A renovação dessa certificação reforça nosso compromisso de promover o turismo de forma planejada, sustentável e integrada às demais políticas de desenvolvimento da cidade”, explica o prefeito da cidade.
A permanência no Mapa do Turismo Brasileiro representa uma importante credencial para o município, uma vez que o reconhecimento é um dos critérios considerados pelo Governo Federal para a formulação de políticas públicas, acesso a programas de qualificação profissional e captação de investimentos voltados ao setor.
Além de fortalecer a visibilidade do destino turístico, a certificação contribui para a valorização dos atrativos naturais, culturais e históricos da cidade, ampliando oportunidades para empreendedores, trabalhadores e visitantes.

Hospital São Carlos/Rede D'Or participa da Semana Julho Verde 2026 em prol do combate ao câncer de cabeça e pescoço no Ceará

O Hospital São Carlos/Rede D'OR participará, entre os dias 25 de julho a 1º de agosto, da a Semana Julho Verde 2026, uma série de ações assistenciais, educacionais e científicas dedicadas à conscientização, prevenção e ao fortalecimento da assistência ao paciente com câncer de cabeça e pescoço no estado. O evento é promovido pela Sociedade Brasileira de Cirurgia de Cabeça e Pescoço – Regional Ceará (SBCCP-CE) e pelos Cirurgiões de Cabeça e Pescoço Associados (CCPA).
A iniciativa reúne instituições públicas e privadas, profissionais de diversas especialidades e entidades parceiras em uma programação multi-institucional, que combina mutirões cirúrgicos, encontros científicos, workshop técnico e uma sessão clínica histórica, culminando no Simpósio Julho Verde 2026, marcado para o dia 1º de agosto no Auditório do International Trade Center (ITC), em Fortaleza.
O apoio à iniciativa reforça o compromisso com a oncologia cearense. “O câncer de cabeça e pescoço ainda é diagnosticado tardiamente em grande parte dos casos, o que compromete diretamente as chances de cura e a qualidade de vida do paciente. Iniciativas como essa aproximam instituições públicas e privadas em torno de um objetivo comum: ampliar o diagnóstico precoce, qualificar o tratamento e oferecer um cuidado cada vez mais humanizado à população cearense”, afirma o porta-voz do Hospital São Carlos/Rede D’Or.
Ainda segundo o porta-voz, a participação do hospital na semana de mobilização também busca estimular a atualização contínua dos profissionais de saúde da região. 

SEMANA JULHO VERDE
Data : 25/08 a 01/08
Local: Fortaleza
Realização SBCCP e CCP

Sodiê Doces entra no mercado de produtos com Whey Protein

Nova linha desenvolvida em parceria com a DUX inclui shakes, docinhos e bolos de pote com maior teor de proteínas e sem adição de açúcares

A Sodiê Doces passa a oferecer uma linha de produtos com Whey Protein, ampliando sua atuação em um dos segmentos que mais crescem na indústria de alimentos. O lançamento reúne seis novos itens entre shakes, docinhos e bolos de pote, desenvolvidos para consumidores que buscam maior aporte proteico sem abrir mão da experiência de consumo característica da marca.
Desenvolvida em parceria com a DUX, empresa brasileira especializada em nutrição esportiva e suplementação alimentar, a nova linha chega às lojas em um momento de crescimento da demanda por alimentos com perfil nutricional diferenciado. A iniciativa reforça a estratégia da Sodiê Doces de diversificar o portfólio e acompanhar a evolução dos hábitos de consumo.
Segundo o diretor-geral da Sodiê Doces, Fábio Araujo, a procura por alimentos com maior teor de proteínas deixou de estar restrita ao público praticante de atividade física e passou a alcançar consumidores interessados em bem-estar, alimentação equilibrada e qualidade de vida. “O movimento acompanha o crescimento da alimentação funcional no Brasil e a busca por produtos que conciliem sabor e perfil nutricional diferenciado”, explica.
O lançamento amplia um portfólio que já reúne bolos e docinhos Zero Açúcar, opções veganas e produtos destinados a consumidores com restrições alimentares. Agora, a rede passa a oferecer seis novos produtos elaborados com Whey Protein DUX e ingredientes sem adição de açúcares.
Entre os lançamentos estão os shakes nos sabores Chocolate e Morango, desenvolvidos com Whey Protein DUX, leite desnatado e ingredientes sem adição de açúcares. As bebidas oferecem uma alternativa prática para quem busca aumentar a ingestão de proteínas sem abrir mão do sabor.
A linha inclui ainda dois docinhos. O Brigadeiro Proteico reúne ingredientes como cacau 100% e proteína concentrada do soro do leite, alcançando 21 gramas de proteína a cada 100 gramas de produto. Já a Surpresa de Uva combina proteína do soro do leite e fruta in natura, oferecendo 15 gramas de proteína por 100 gramas.
Completam o lançamento os bolos de pote nos sabores Brigadeiro e Leite em Pó. Elaborados com Whey Protein DUX, pão de ló e ingredientes sem adição de açúcares, os produtos passam a integrar o portfólio da Sodiê Doces voltado ao público que procura sobremesas com maior aporte proteico.
Para Fábio Araujo, o desenvolvimento da nova linha preserva uma característica que faz parte da identidade da marca. “Muitas pessoas passaram a buscar produtos que conciliem sabor, qualidade e uma composição nutricional diferenciada. Nosso objetivo foi desenvolver uma linha que atendesse essa demanda sem abrir mão da experiência que sempre caracterizou a Sodiê Doces. Encontramos na DUX um parceiro que compartilha dessa visão e que agrega conhecimento para criarmos produtos que unem indulgência e funcionalidade”, conclui.
Em Fortaleza, as lojas estão localizadas na Av. Barão de Studart, 661, Meireles, no Iguatemi (Av. Washington Soares, 85 – Piso L1), no Shopping Rio Mar Kennedy (Av. Sgr. Hermínio Sampaio, 3100, Piso LS) e no Shopping Parangaba (Rua Germano Franck, 300, Piso L1). Os pedidos podem ser feitos e retirados nas lojas ou no aplicativo Sodiê Doces Oficial, disponível nos dispositivos IOS e Android e via delivery por Whatsapp e/ou iFood. Mais informações: @sodiedocesfortaleza

Site: www.sodiedoces.com.br
Facebook: /sodiedocesoficial
Instagram: @sodiedoces

Tenda promove mutirão com oportunidades na construção civil em Salvador

Ação acontece no dia 21 de julho e oferece 10 oportunidades para diferentes funções

A Construtora Tenda, referência nacional em habitação popular, promove no dia 21 de julho um mutirão de empregos para contratação de profissionais que atuarão em obras na cidade de Salvador (BA).
Ao todo serão ofertadas 10 vagas para os cargos de ajudante para montagem de forma de alumínio, eletricista (Embutidos), ceramista, ajudante de pedreiro e ajudante de acabamento.
A empresa oferece benefícios como folga no dia do aniversário, vale-refeição, vale-transporte, assistência médica, seguro de vida, auxílio-creche para mães com filhos de até dois anos, licença-paternidade estendida, previdência privada, convênio com academias por meio do Wellhub, além de descontos em farmácias, cinemas da rede Cinemark e um clube de parcerias. 
O mutirão acontece no dia 21 de julho, às 9h, no Condomínio Farol da Barra, localizado na Rua Viver Areia Branca, 643, Areia Branca, Salvador (BA). Os interessados devem comparecer ao local portando documentos pessoais e currículo atualizado. No atendimento, os candidatos deverão procurar as recrutadoras Jéssica Alcantara e Leticia Morais.

Sobre a Tenda
A Tenda (B3: TEND3) é uma das principais construtoras do Brasil e está listada no Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa da B3. Atua em dez regiões metropolitanas do Brasil, com empreendimentos voltados para as faixas 1, 2 e 3 do Programa Minha Casa Minha Vida e maior foco nas faixas 1 e 2. Ao longo de sua bem-sucedida trajetória, a companhia já propiciou a 200 mil famílias a conquista da casa própria.

Dia 27 de julho marca a chegada da coleção Drop Momentos, da Estilo Feitiço, inspirada nos momentos que conectam gerações e celebram o Dia dos Pais

A moda acompanha as histórias que vivemos. Ela celebra encontros, fortalece vínculos e transforma ocasiões especiais em lembranças que permanecem. Inspirada nessa conexão entre pessoas e momentos, a Estilo Feitiço apresenta, no próximo dia 27 de julho, a coleção Drop Momentos, criada para celebrar os laços que atravessam o tempo e homenagear as relações construídas entre pais, filhos e famílias.
Com foco especial no universo masculino, a coleção chega como uma homenagem ao Dia dos Pais, trazendo peças que unem elegância, conforto e versatilidade para diferentes ocasiões. Ao mesmo tempo, o lançamento contempla o público feminino com propostas que complementam a narrativa da coleção e reforçam o estilo contemporâneo da Estilo Feitiço, oferecendo opções para quem busca autenticidade, sofisticação e qualidade.
Em seus 37 anos de história, a marca cearense reafirma sua capacidade de evoluir sem perder a essência que a consolidou no mercado. A coleção Drop Momentos traduz esse equilíbrio entre tradição e inovação, apresentando peças desenvolvidas para acompanhar diferentes fases da vida, sempre com qualidade, personalidade e atemporalidade.
Produzidas no Ceará, as novas criações foram pensadas para ir além das tendências passageiras. Modelagens atuais, tecidos de alta qualidade e acabamentos cuidadosos dão forma a uma coleção que convida a viver cada ocasião com estilo. Mais do que vestir uma data comemorativa, a coleção Drop Momentos celebra o valor das conexões, dos encontros e das memórias construídas ao longo da vida, transformando cada peça em parte dessas histórias.
@estilofeitico


Ricardo Vignini, Zé Helder e O Gajo celebram os 40 anos de Master of Puppets, do Metallica

Violeiros do Brasil e de Portugal lançaram releitura instrumental de "Orion", clássico do álbum de 1986, unindo a viola caipira e a viola campaniça em um encontro musical entre os dois países

O Moda de Rock lançou, na última sexta-feira (17), em todas as plataformas de áudio, o segundo single do álbum Metal, quinto trabalho de estúdio da dupla formada pelos violeiros Ricardo Vignini e Zé Helder. A faixa escolhida foi "Orion", composição instrumental do Metallica que ganhou uma releitura inédita reunindo a viola caipira brasileira e a viola campaniça portuguesa.

A gravação contou com a participação especial de O Gajo, músico de Lisboa reconhecido pelo trabalho de valorização da viola campaniça, instrumento tradicional português considerado um dos parentes mais próximos da viola caipira. O encontro musical reforçou a aproximação cultural entre Brasil e Portugal por meio de duas tradições populares que dialogam com naturalidade, mesmo separadas pelo Atlântico.

A escolha de "Orion" também carregou um forte significado histórico. Lançada originalmente em 1986 no clássico álbum Master of Puppets, a composição marcou o último trabalho do baixista Cliff Burton com o Metallica antes de sua morte, ocorrida em setembro daquele ano. A faixa transformou-se, ao longo das décadas, em um símbolo da trajetória do músico e em uma das obras instrumentais mais reverenciadas da banda.

Curiosamente, 1986 também representou um momento importante para Brasil e Portugal. Enquanto os brasileiros ainda viviam os últimos anos antes da retomada das eleições diretas para presidente da República, Portugal oficializava sua entrada nas Comunidades Europeias. Naquele mesmo período, três jovens de apenas 12 anos — João Morais (O Gajo), Ricardo Vignini e Zé Helder, todos nascidos em 1973 — tiveram suas vidas profundamente influenciadas pelo impacto de Master of Puppets, disco que ajudou a moldar seus caminhos musicais décadas antes de dividirem a mesma gravação.

A parceria entre Ricardo Vignini e O Gajo começou a tomar forma em 2023 e se fortaleceu após o lançamento do álbum Terra Livre, em 2024. O projeto percorreu Brasil e Portugal em duas turnês, consolidando uma colaboração artística baseada no intercâmbio cultural e na valorização das tradições musicais dos dois países. Em 2025, o trabalho ganhou continuidade com Terra Livre – Capítulo 2, ampliando ainda mais esse diálogo entre os dois violeiros.

O álbum Metal também reuniu convidados de diferentes estilos musicais. Entre os próximos lançamentos previstos estavam participações do pernambucano Siba, na rabeca, e do pianista Adriano Grineberg. O disco já havia apresentado anteriormente uma releitura de "Be All, End All", do Anthrax, com participação especial de Andreas Kisser, do Sepultura, executando violão de sete cordas.

Com quase duas décadas de trajetória, o Moda de Rock consolidou um trabalho pioneiro ao aproximar a viola caipira do universo do rock e do heavy metal. Desde sua criação, o projeto lançou quatro álbuns de estúdio, um DVD, um disco ao vivo com participações de Pepeu Gomes e Kiko Loureiro, além de um EP ao vivo ao lado de Zeca Baleiro. Em 2027, quando completará 20 anos de atividade, a dupla pretende celebrar a data com uma turnê comemorativa e novas apresentações do repertório de Metal.

Ficha Técnica

Gravação: Estúdios Bojo Elétrico (São Paulo) e Toca do Gajo (Lisboa)
Mixagem e masterização: Estúdio Bojo Elétrico
Capa: Yuri Garfunkel, com colaboração de O Gajo
Lançamento: Folguedo
Distribuição: Tratore

Vídeo com O Gajo, Ricardo Vignini e Zé Helder: https://www.youtube.com/watch?v=NhrIJkeUYAk

Pará reforça protagonismo na mineração estratégica em nova edição do Simineral ON

Plataforma multimídia reúne reportagens, indicadores, artigos técnicos e análises sobre o papel do estado na nova economia mineral

A edição de julho do Simineral ON, plataforma multimídia do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral), já está disponível e traz como tema central o protagonismo do Pará na produção de minerais estratégicos para a transição energética e para o desenvolvimento da nova economia global. A publicação reúne reportagens, análises, indicadores e conteúdos técnicos que evidenciam a relevância do estado no cenário mineral brasileiro e internacional.
A reportagem de capa apresenta uma análise sobre como a crescente demanda por minerais críticos e estratégicos tem ampliado a importância do Pará nas cadeias globais de fornecimento de insumos essenciais para tecnologias de baixo carbono, como veículos elétricos, baterias, sistemas de armazenamento de energia e fontes renováveis. O conteúdo também destaca os desafios e as oportunidades para ampliar a competitividade do estado nesse novo contexto econômico.
Além da matéria principal, a edição reúne o editorial do presidente do Conselho Diretor do Simineral, Anderson Baranov; um painel com indicadores da mineração paraense; um artigo técnico sobre o uso da inteligência artificial para acelerar novos projetos minerais e ampliar o aproveitamento de recursos; a coluna Mineração por Elas, produzida pela Women in Mining Brasil (WIM Brasil), que aborda a importância da diversidade para o fortalecimento do setor mineral; e os principais destaques das ações institucionais desenvolvidas pelo Simineral.
Para o presidente do Conselho Diretor do Simineral, Anderson Baranov, discutir o papel do Pará na produção de minerais estratégicos é contribuir para ampliar a compreensão sobre a importância da mineração no desenvolvimento econômico e na inserção do Brasil na nova economia mineral.
"O Pará reúne potencial geológico, capacidade produtiva e projetos que o colocam em posição de destaque na nova economia mineral. Esta edição do Simineral ON apresenta uma análise qualificada sobre esse cenário e reforça a contribuição da mineração para o desenvolvimento regional, a inovação e a competitividade do Brasil."
Já o presidente executivo do Simineral, Emerson Rocha, destaca que a plataforma tem como missão ampliar o acesso à informação qualificada e promover um debate baseado em dados e conhecimento técnico.
"O Simineral ON foi criado para aproximar a sociedade dos principais temas relacionados à mineração, reunindo conteúdos produzidos com responsabilidade e base técnica. Nesta edição, mostramos por que o Pará ocupa uma posição estratégica na cadeia global de minerais essenciais para a transição energética, contribuindo para um debate cada vez mais qualificado sobre o futuro do setor."
Mais do que um canal institucional, o Simineral ON se consolida como uma plataforma de conteúdo dedicada à difusão de informações relevantes sobre a mineração, fortalecendo o diálogo entre o setor produtivo, o poder público, a comunidade acadêmica e a sociedade.
A edição de julho do Simineral ON está disponível gratuitamente no portal do Simineral e pode ser acessada pelo link:
https://www.simineral.org.br/simineral-on/74/para-protagonista-da-mineracao-estrategica-para-a-transicao-energetica-global
A edição de julho do Simineral ON conta com o patrocínio da Hydro, Vale, CoreX Copper Brasil e G Mining, empresas que apoiam a produção de conteúdo qualificado sobre a mineração e contribuem para ampliar o debate sobre o desenvolvimento responsável, a inovação e a competitividade do setor mineral paraense.