NOVIDADE EM FORTALEZA

Novo restaurante da Aldeota inaugura com diferenciais na gastronomia e programação cultural diversificada
  
Cocktail de lançamento para imprensa e influencers acontecerá terça, 10 de setembro, e abertura para o público será no dia seguinte 

Um lugar aconchegante e espaçoso, com o melhor da comida regional e outras especialidades, além de uma programação cultural e atrações diversificadas. Essa é a proposta do novo Galeteria do Léo Restaurante, que será inaugurado no próximo dia 11 de setembro, quarta-feira, no coração da Aldeota. Situado na Rua Monsenhor Bruno 1386, numa área que já existem cafés, sorveterias e outros restaurantes, a Galeteria do Léo pretende ser a extensão da casa dos clientes, com pratos a la carte com preços acessíveis, buffet self service durante o horário do almoço, atendimento impecável, shows de humor e muita música boa – perfeito para reunir a família para compartilhar bons momentos, rir, se divertir e comer bem.   

ESTRUTURA E FUNCIONAMENTO 
O restaurante funcionará diariamente, só fechando nas noites de domingo. A Galeteria do Léo Restaurante tem capacidade para 250 pessoas, divididas em salão climatizado com 50 lugares, salão térreo para 100 pessoas, e salão mezanino (segundo andar), para mais 100 pessoas. 
O novo local, que conta com um segundo andar reservado para confraternizações, aniversários, encontros corporativos e outros eventos, promete ser o "point” das pessoas de bom gosto. A Galeteria do Léo Restaurante teve ambientação idealizada pelas arquitetas Fabiana Amorim de Carvalho, de Recife, e Alessandra Braga, de Fortaleza, e projeto de construção assinado pelo engenheiro civil Felipe Viegas. 


PROPOSTA DO EMPRESÁRIO E INCENTIVO A ECONOMIA LOCAL 
“Além de boa comida, atendimento eficiente, iremos montar uma programação cultural bem diversificada. Teremos um dia de show de MPB, outro dia poderemos ter um karaokê, outro será um Samba de Mesa com feijoada, um show de humor, um dia de rock. Teremos também exposições mensais de diversos artistas plásticos”, afirmou o empresário Leandro Sousa Oliveira, o Léo, dono do novo restaurante, que aposta na diversidade de público e de atrações. Diante de uma crise enorme, o empresário investiu na reforma do ponto e está contratando cerca de 40 funcionários nessa fase inicial. 

GASTRONOMIA COM FEIJÃO VERDE FAMOSO 
A chef Luisa Silveira, gerente da nova casa, vai além: “A Galeteria do Léo é um projeto único, que prestigia nossa cidade. Estar junto nesse momento é uma honra e colaboração ao nosso público cearense, que poderá degustar de uma culinária própria da nossa cultura, com um preço extremamente atrativo”.  
Luisa foi responsável por décadas pelo bar e restaurante Docentes e Decentes, que marcou época na noite de Fortaleza, e já avisa que seu famoso Feijão Verde será um dos destaques do cardápio da Galeteria do Léo. “Na verdade, esse prato é consagrado como o melhor feijão verde do Brasil, pela revista Veja, com menção até no programa “Mais Você”, da Ana Maria Braga”, lembrou Luisa.          

INAUGURAÇÃO PARA JORNALISTAS E INFLUENCERS 
A Galeteria do Léo Restaurante terá um soft open no próximo dia 10 de setembro, numa noite especial para jornalistas e influencers convidados, que conhecerão os principais pratos da casa, com show da cantora Joyce Malkomes, consagrada no cenário musical cearense, que canta em diversas línguas (inglês, espanhol ,francês, português) nos estilos MPB, Pop e Rock. 
Na mesma noite acontecerá a vernissage da esposição “Rumo ao Louvre”, do artista plástico Rinald Betaj, que foi convidado pelo famoso museu francês para expor suas obras, e está em campanha para arrecadação de fundos e patrocínios para a realização desse sonho. As exposições de arte na Galeteria do Léo serão mensais, prestigiando diversos artistas e estilos e inovando na decoração do novo restaurante. 

PROGRAMAÇÃO CULTURAL E FESTIVAL DO CAMARÃO 
A inauguração oficial da Galeteria do Léo será na quarta, dia 12, aberta ao público, com show de MPB com o cantor Renato Assunção. 

A comédia terá vez no restaurante, com o Clube do Humor da Galeteria do Leo. Nesta quinta dia 12, a estreia ficará por conta do grupo Os Cabraz, que mistura música, stand up comedy e até técnicas de ventríloquo, com os artistas Emanoel Maia, Matheus Franklin e Wesley Braga., a partir das 20h.
Na “Sexta Diferenciada” está confirmado apresentação do cantor Caio Fernandes, que canta os sucessos do sertanejo e outros estilos, além de um Festival do Camarão na parte gastronômica, com preços promocionais dessa iguaria. No sábado, a Música Popular Cearense misturado aos grandes clássicos do cancioneiro popular na voz de Ciribah Soares, um dos músicos mais prestigiados da cidade. Os shows acontecem sempre a partir das 19h. 
No domingo, das 10h às 16h, acontecerá a estreia do Samba de Mesa com Feijoada, em sua primeira edição, com o mestre Carlinhos Palhano. O couvert artístico no momento das apresentações musicais é de R$ 10. 

SERVIÇO 
Galeteria do Léo Restaurante 
Rua Monsenhor Bruno, 1386 – Aldeota (Esquina com a Torres Câmara) 
Funcionamento: diariamente para almoço e jantar. Fecha somente na noite de domingo. 
Informações: 99987-2294

ENTREVISTA

A ARTE DE SEGIANE CABRAL  
Artista plástica que reside no Ceará foi convidada para expor no Museu do Louvre em Paris  
Segiane lançou Curso de Desenho, apresentará exposições em Fortaleza nos próximos meses e faz campanha para conseguir patrocínios na internet  

Segiane de Jesus Cabral: não é à toa que ela tem o sobrenome de Deus. Seu trabalho artístico é divino e singular. Aos 47 anos, esse talento prodígio, com energia de uma moça e charme propagado por seus lindos olhos verdes, começou a desenhar muito cedo, segundo seus pais. ”A idade que meus pais relatam é que eu tinha 2 anos de idade, quando eu desenhei uma palavra. Eu escrevi a palavra doutor”, afirma Segiane ao BLOG DIVIRTA-CE. “Eu não sabia ler. Eu não sabia nada, eu simplesmente vi um livro em cima da mesa e vi uma palavra, uma caligrafia. Eu achei aqueles contornos tão bonitos e eu reproduzi igual ao que eu vi”, explica a artista. “Meu pai me viu fazendo isso e enlouqueceu. Achou que era mentira. Aquela reação dos pais que eu recebi quando eu desenhei aquela primeira palavra foi primeiro enunciado que me abriu o caminho das artes. Nunca mais eu parei de desenhar”, completou. Com uma carreira promissora, Segiane Cabral foi convidada para expor no Carrossel do Museu do Louvre, de 18 a 23 de outubro, e está em plena campanha para adquirir patrocínios e poder aceitar esse convite para mostrar suas obras em um dos museus mais importante do mundo. Para conseguir o dinheiro necessário para viagem, ela lançou um Curso de Desenho, fará exposições, como a mostra “Novos Olhares para Mona Lisa”, a partir do dia 17 de setembro, no Museu da Indústria. Também está programada uma exposição de Segiane Cabral na Galeteria do Léo, novo restaurante da Aldeotaque tem como proposta manter uma programação cultural. Qualquer um pode ajudar a artista a realizar este ho de representar a arte brasileira no Museu do Louvre: ela está com uma campanha de arrecadação de doações no site Kickante, onde qualquer pessoa pode contribuir (https://www.kickante.com.br/campanhas/arte-segiane-cabrall-em-paris).  

DIVIRTA-CE - Como e quando foi o começo de seu interesse pelas artes plásticas?   
SEGIANE CABRAL - Comecei a desenhar aos 2 anos de idade... eu não sabia ler. Eu não sabia nada, eu simplesmente vi um livro em cima da mesa e uma palavra, uma caligrafia. Eu achei aqueles contornos tão bonitos e eu reproduzi igual ao que eu vi. Então meu pai me viu fazendo isso e enlouqueceu. Chamou minha mãe, que perguntou “mentira, foi você que fez?”. E eu: “sim mamãe, foi eu”, peguei e fiz de novo. Ela viu e a partir daí os elogios que eu ganhei com esse acontecimento me fizeram quem eu sou hoje. Eu não parei nunca mais de desenhar porque eu queria receber aquela surpresa, aquele comportamento, aquela reação dos pais que eu recebi quando eu desenhei aquela primeira palavra. Então vamos dizer que esse… primeiro enunciado me abriu o caminho das artes. Nunca mais eu parei de desenhar.  

DIVIRTA-CE - E como foi essa infância e juventude permeada por “desenhos”?   
SEGIANE CABRAL - Depois desse primeiro “trabalho”, comecei a desenhar nas paredes, no chão, nas roupas de cama. Minha mãe tinha uma colcha azul-escuro de tecido lisinho, eu me lembro até hoje eu desenhava lindamente ali... (risos). Eu pegava as pedrinhas de calcário, não tinha giz, não tinha nada, eu morava em fazenda, então eu saia colecionando tudo que era pedrinha colorida pra riscar nas paredes, no chão. Eu riscava na colcha da minha mãe, e tinha um sonho de pintar nas telas que às vezes eu assistia na televisão…  
  
DIVIRTA-CE - Isso com quantos anos?  
SEGIANE CABRAL - Eu era criança, devia ter uns tinha 7, 8 anos e eu ficava pensando que um dia eu iria pintar…Mas eu não sabia que material era, porque o que eu conhecia, que produzia cor, era pedrinha de cal, de cascalho, rochas. Eu saia colecionando, rochas, carvões, aqueles de fogueira mesmo. Eu catava e saía riscando tudo. Eu fui ter contato com tinta em 1993, aos 21 anos; eu era casada naquela época, e este marido me pagou um cursinho, aí eu fui descobrir o que era pincel, o que era tinta. Esse curso foi em Rio Verde, Goiás. A professora é Iraci Roquette. Sou fã dela até hoje, uma artista maravilhosa. Comecei a pintar com ela, um curso de seis meses. A minha relação com as cores foi muito orgânica. E depois eu saí do curso, porque eu não podia continuar pagando. Foram três meses de pintura e três meses de conhecimento básico do desenho e da História da Arte e suas vertentes.  
  
DIVIRTA-CE - Depois desse curso, você continuou se aprimorando em Goiás? Como foi que você chegou em Fortaleza depois desse curso?   
SEGIANE CABRAL - Logo depois do curso eu fiquei sabendo de um concurso que o banco BEC do estado de Goiás promoveu. Com esse concurso, conheci uma porção de artistas, fiquei amiga de alguns… Em especial, que eu sou amiga até hoje, o Carlos Alberto dos Santos, cujo nome artístico é Cacá Feld. Nós passamos nesse concurso, eu fiquei em terceiro lugar, o Cacá ficou em segundo, e uma outra pessoa ficou em primeiro. Essa foi a minha primeira participação real em algum concurso artístico e me motivou a continuar pintando em casa. Pintei muitas telas, vendi várias delas, presenteei algumas a amigos e familiares, mas não participei de mais nenhuma exposição ou concurso. Em 1999, eu descobri o Flávio Capitulino e fiz um curso com ele que me aproximou com mais intensidade das artes novamente. Sonhei que aprenderia muito se eu fizesse o curso de restauração. O Flávio é um restaurador de artes consagradas, brasileiro que mora em Paris, paraibano. Foi quando eu vim para o Nordeste, fui fazer o curso com ele em João Pessoa. Da Paraíba, fui morar em Fortaleza.  
  
DIVIRTA-CE - Como foi o seu envolvimento com os artistas cearenses?   
SEGIANE CABRAL - O artista que me motivou a morar em Fortaleza foi o Ricardo Tavares. Eu o conheci no curso do Flávio Capitulino. Ricardo é um pintor eclético que domina vários estilos artísticos como renascimento, barroco, impressionismo, expressionismo... Ele foi pra Suíça logo depois que eu o conheci. Mas foi o suficiente pra eu vir a Fortaleza conhecer o cenário artístico daqui. Conheci Vando Figueiredo, Claudio Cesar (que Deus o Tenha), Fernando França, Rian Fontenele, Narcelo Grud e vários outros excelentes artistas... Conheci vários outros artistas, inclusive o Zé Guedes, uma grande referência. O tempo passou, e eu, de 2008 a 2012, fiz faculdade de Artes Visuais pela Unifor. A partir daí a minha maior referência passou a ser os movimentos artísticos criados a partir do grupo Deriva e o pessoal da galeria Multiarte. Eu conheci o Max Perlingeiro, a Bia Castelo, o filho deles, o Vitor Perlingeiro. Eu faço parte da segunda turma que entrou pra formação de Artes Visuais na Unifor. mas eu me formei junto com a primeira turma - eu alcancei o pessoal. Acelerei as cadeiras e cursei, terminando junto com a primeira turma. Eu fui uma aluna modelo, por eu morar mais na faculdade do que em casa (risos).  
  
DIVIRTA-CE – Desde então você participou de uma série de concursos e exposições...  
SEGIANE CABRAL – Sim. Em 2002, fui premiada no concurso de pintura promovido pela 10ª Região Militar de Fortaleza. Em 2005, também fui premiada, desta vez no concurso Universidart, da Faculdade Integrada do Ceará (FIC). Em 2007 participei de uma mostra coletiva da Associação dos Artistas Plásticos do Ceará na Faculdade Christus. Já em 2008 fiz minha primeira exposição individual internacional, no Liceu em Betanzos, na Espanha. No ano seguinte participei de uma coletiva, com o Grupo Comunicativismo, no SESC Iracema e Centro Dragão do Mar. Em 2010 fui premiada na Mostra Brasil França, pela Universidade de Fortaleza. Participei de duas esposições em 2011:  "Arte à Deriva”, no Centro Dragão do Mar, e “Mestres e Aprendizes” , na Unifor. Em  2012 fiz outra exposição na Unifor: "Mulheres de XX". Essas são algumas das referências do começo da minha carreira.  
  
DIVIRTA-CE - Quem são os artistas e movimentos que você admira, que te influenciam e são referências?  
SEGIANE CABRAL - Olha eu sou apaixonada pela arte impressionista. Eu gosto de uma paleta colorida, iluminada mesmo. Gosto muito do Renascimento. Fiz algumas pinturas do Renascimento, do Barroco, mas são artes que são obras mais escuras, uma paleta mais penumbra. Mas eu prefiro aquela coisa iluminada, que tenha luz própria. E que tenha muita vida, que agrega muita expressão pictórica, pelo volume, pela cor, pela profundidade. A pintura pode ter muita matéria, mas pode ser lisa, fininha, mas que você consiga uma profundidade além do que se vê, entende? Não é 3d, porque o 3d é uma ilusão em três dimensões. É uma ilusão de ótica diferente, mas é uma profundidade, vamos dizer, quase que espiritual. Claude Monet (pintor francês), Edgar Degas (pintor e escultor francês), Pierre-Auguste Renoir (pintor francês), Édouard Manet (pintor francês), Berthe Morisot (pintora francesa), Alfred Sisley (pintor franco-britânico), Lovis Corinth (pintor e escultor alemão), Ferdinand Hodler (pintor suíço), Max Liebermann (pintor alemão), Teodoro Andreu (artista gráfico e pintor espanhol), Giovanni Boldini (pintor italiano), Santiago Rusiñol (pintor e dramaturgo espanhol) são algumas das mimhas influências e referências. Também gosto do Van Gogh, uma referência pela dramaticidade que ele carregava nas pinturas. E sou fã do Jackson Pollock (pintor americano). Ele é um artista mais do acidente, do acaso entende? Então ele jogava lá a tinta e deixava aquele acaso trazer uma informação de volta.  

DIVIRTA-CE - As pessoas questionam muito o que é arte. Pra você, o que é arte e o que não é, ou pra você tudo pode ser arte? Depende da interpretação do espectador?   
SEGIANE CABRAL - É uma pergunta bem polêmica: o que é arte? Hoje em dia esse conceito de contemporaneidade da arte é imenso. Eu acho que a arte não tem que ter exatamente uma função, mas de certa forma ao mesmo tempo, é contraditório sim. A função seria provocar o seu inconsciente, ou te fazer refletir, fazer sentir alguma coisa, despertar alguma reminiscência talvez, e que te agrega algum valor, que tem alguma serventia nesse sentido. Não só contemplativa. Seja qual for a linguagem artística, ela tem que ir além dessas barreiras. Se ela for só contemplativa, ela fica vazia. “Ai que lindo, que bonito”. Nada mais? Ela tem que ser intrigante o suficiente para te “aprisionar” por mais tempo. Aprisionar sua atenção, vamos dizer assim.   
  
DIVIRTA-CE - Quais são as maiores dificuldades do artista plástico brasileiro na atualidade?  
SEGIANE CABRAL - Acompanho em 18 anos, muitas situações, muitos artistas, e às vezes noto que existe uma certa “panelinha”, que torna difícil os artistas novos se sobressaírem. Temos o Salão de Abril que dá muita oportunidade, mas eu ainda vejo muito pouco abertura, principalmente para os novos artistas em início de carreira. Imagine eu que nasci no interior, né, longe do público da arte, de recursos, de tudo! Foi realmente difícil para mim. Acho que se tivesse mais apoio por parte do governo, e das empresas seria melhor. A gente conseguia fazer com que essa sociedade que não conhece a gente, que vem de um lugar diferente, possa nos ver também...  
  
DIVIRTA-CE - Você está lançando um Curso de Desenho e foi convidada para expor no Museu do Louvre, em Paris. Como foi esse convite e como funciona o curso?  
SEGIANE CABRAL - Pois é, tudo começou com a ideia de fazer uma exposição em Miami e outra em Paris. Eu fui convidada para expor sob curadoria de Heloisa Azevedo, no Carrossel, no Museu do Louvre. Eu fiquei muito emocionada, lógico. Miami fui convidada por ela também, só que na galeria Heclectik Art. Mas não tenho nenhum respaldo financeiro, por isso estou fazendo uma campanha na internet e recebendo doações de amigos para financiar minha viagem. O curso que estou lançando, qualquer um pode comprar e baixar na internet. É um ebook de Desenho a Lápis. Esse curso é direcionado para iniciantes, mas também artistas que queiram se aprimorar, ter um desenho melhor, um desenvolvimento maior. Para adquirir o curso, basta ir no site (desenhoalapis.com) que vai te levar pra nossa página de vendas, onde a pessoa vai ver o que o livro tem, o conteúdo do curso.  





DELIVERY

Para as segundas sem carne, ação pra fazer valer a boa intenção!

O conceito por si só já é inovador: Fusion Asiático em Fortaleza, pratos típicos do sudeste asiático de países como Vietnã, Camboja, Tailândia... mas não bastou! O restaurante Take to Wok, pioneiro na cidade no conceito Wok, tem também como objetivo o engajamento em causas maiores, sociais e ambientais. Cada vez mais in voga, o veganismo e vegetarianismo vêm conquistando adeptos em todos os lugares e as opções para aqueles que não comem carne animal e nada que se origine de um, podem contar com uma comida que, além de deliciosa, vem com o preço mais apetitoso ainda. 
 
Os pratos veganos e vegetarianos do TTW contam com insumos característicos de diversos lugares da Ásia, e com um tempero delicioso, também com personalidade forte. O prato “Go Vegan” têm como ingredientes cogumelos, udon (macarrão), couve-flor, acelga e molho shoyo, com tops de mix de gergelim e cebola caramelizada. Já o “Veggie”, é formado por mix de vegetais como brócolis, couve-flor, abobrinha e vagem, arroz integral, tomate e mix de pimentão ao molho shoyo, com toppings de coentro e cebolinha. E para finalizar, o prato “Low Carb Vegetais” é o mix de vegetais brócolis, couve-flor, abobrinha e vagem, noodle (macarrão) de cenoura, milho verde e acelga, molho pad thai (à base de tamarindo, com toppings de coentro e alho frito! 

Para apoiar a famosa data estipulada pela comunidade dos que não comem nada de origem animal, a “Segunda-feira sem carne” do TTW têm promoções imperdíveis em pratos como esses, para você sentir o gosto do outro lado do mundo, na sua casa.

Instagram: @taketowok

Delivery:

85 3121-6104
85 98194-6204