NO TEATRO JOSÉ DE ALENCAR

III Festival Noites Brasileiras celebra a diversidade cultural nacional em grande encontro da arte
 
> Daniel Peixoto e a banda Montage será uma das atrações (foto)
 
A festa multicultural montará um espaço que relembra o antigo Cais Bar, com a participação emblemática de grandes artistas que marcaram a época

Nos dias 27 e 28 de julho, o Theatro José de Alencar recebe a 3º edição do Festival Multicultural Noites Brasileiras, com uma programação dinâmica que envolve atrações de teatro, dança, música, circo e audiovisual, num intercâmbio entre o Ceará, Rio Grande do Sul e Rio Grande do Norte. A programação é gratuita e começa às 16 horas.
O Noites Brasileiras é um festival artístico-cultural das expressões e manifestações dos diferentes lugares do nosso país. A cada edição bienal, o evento convida 02 (dois) estados do Brasil, além do Ceará, promovendo uma troca entre eles a partir de fóruns como o “Territórios Criativos”, onde acontecem debates e palestras com produtores e ativistas presentes. O Noites Brasileiras, realizado pela WM Cultural, visa ampliar o acesso aos bens culturais e fomenta a cadeia produtiva local.
O Noites Brasileiras te convida para uma viagem pelos diferentes tipos de expressões e linguagens culturais em uma visita especial ao Theatro José de Alencar. São 34 apresentações divididas por todo o Theatro, Até o camarim vira a sala de casa e a Praça Boca Rica se transforma no saudoso Cais Bar, com direito a mural, garçons, músicos e Djs, além do delicioso e original pedacinho do céu, uma das iguarias característica da casa. Na sala de música Jacques Klein acontece a exposição “Lugares por Onde Passamos” e “Territórios Criativos”, e na Galeria Ramos Cotoco é possível encontrar a exposição “TJA em Cena 108 anos”,  permanente durante todo o mês de julho.



Programação III Noites Brasileiras – Festival Multicultural do Brasil

Dia 27 de julho

16:30 - Dança/Música (CE) - Cortejo Maracatu Solar - Saída da Praça do Ferreira
          O Maracatu Solar invade as ruas do centro de Fortaleza convidando os transeuntes a participarem da terceira edição do Noites Brasileiras. O cortejo sai da Praça do Ferreira, percorrendo os principais pontos da cidade, descendo a rua Liberato Barroso até chegar ao maior templo cultural da cidade.

18:00 - Dança (CE) - 18:00 - Dança (CE) -Dura Ação - Classificação: Livre
Os performers Clarissa Costa e Henrique Castro criam territórios, inventam espaços de conforto. Demarcam espaços e se demoram nesses. E dançam para caber, e cabem no dançar.

18:00 - Espaço Cais Bar - Praça Boca Rica - Classificação: Livre
Os frequentadores da antiga Praia de Iracema devem lembrar do cartaz de caricatura que deixava as noites no Cais Bar mais inspiradas, além da música do DJ Beruaite, o atendimento majestoso..E quem não lembra no Pedacinho do Céu? O Noites Brasileiras te convida a matar saudades e reviver momentos especiais e reencontrar amigos.

19:00 - Teatro (CE) - Orlando - Grupo Expressões Humanas - Palco Principal
Classificação etária: 16 anos, dramaturgia de Rafael Barbosa, inspirado em Virginia Woolf.
A história narra a vida de uma personagem através do tempo não cronológico. Orlando é um ser imortal que vive a experiência de ser homem e mulher sem perder a consciência de sua identidade. Amante das artes busca o sentido da vida, na arte e no amor.
20:00 - Dança/Música (CE) - Na quebrada do Côco - Jardim - Classificação: Livre
Você já brincou de coco? O coco é uma brincadeira de matriz negra e indígena que em roda se canta e dança as alegrias, lamentos, trabalhos e sonhos ritmados nas batidas de instrumentos. Formado em 2017, o grupo Na Quebrada do Coco é fruto do encontro afetivo de quatro brincantes de cultura popular da cidade de Fortaleza.

20:40 - Música (CE/RS) - Banda Montage e Valéria Houston (foto abaixo)- Palco Principal - Classificação: 16 anos
Pioneira da cena alternativa e underground no Ceará, a banda de electro rock com atitude punk, pop, volta com tudo à cena musical. No palco do Noites Brasileiras, Daniel Peixoto se apresenta com Montage, lançando novas músicas e revivendo os clássicos para o público ir ao delírio. O show conta com a participação especial de Valéria Houston numa noite que vai te deixar de ponta a cabeça e um gostinho de quero mais.



21:00 - Teatro (RS) - Parque de Diversões - Morro do Ouro - Classificação: Livre
Escrito e dirigido pelo dramaturgo Diones Camargo (Andy/Edie, 9 Mentiras Sobre a Verdade, Hotel Fuck, A Mulher Arrastada), em parceria com o ator Marcos Contreras (Édipo, Platão Dois Em Um, Fassbinder – O Pior Tirano é o Amor), a peça discute a alienação do mundo contemporâneo através da figura de um homem que se sente anestesiado pela realidade à sua volta.
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22:00 - Dança (RS) - Transferência - Palco Principal - Classificação: Livre
Transferência é o trabalho da coreógrafa, bailarina e atriz Letícia Paranhos. O solo de dança contemporânea foi apresentado no Festival de Dança de Nova Hamburgo e chega a Fortaleza para ser apresentado no Noites Brasileiras. O espetáculo tem a conexão e percepção do ato de transferir, deslocar, variação, passagem, acesso, acontecimento, bilhete, comunicação, entrada, saída.

22:20 - Lugar ArteVistas - Gravação - Morro do Ouro
A revista eletrônica cultural Lugar ArteVistas comemora cinco anos, 70 papos com ArteVistas, dentre eles Carlos Simioni, Descartes Gadelha, Romulo Avelar, Filipe Catto, João Artigos,  Curumi, Jesuíta Barbosa, Caio Prado e tantos outros que inspiram “a arte onde estiver”. Paramos em 59 lugares, no Rio de Janeiro, onde nasceu a revista, além do Ceará, São Paulo e Minas Gerais. São muitas as emoções, aprendizados e inspirações que serão compartilhadas neste programa especial que terá gravação aberta ao público.

22:40 - Música (RS) - DJ Fredi Chernobyl - Palco Jardim - Classificação: Livre
O produtor e deejay Fredi Chernobyl revolucionou o cenário musical no Brasil, inventou a fusão de baile funk de favela com rock pesado e hip-hop. Hoje conta com mais de 20 anos de carreira na bagagem, oito discos lançados e co-produzidos, além de parcerias importantes mundo afora.
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22:40 - Espaço Cais Bar Show de Luciano Robot e Show de Serrão - Praça Boca Rica  -
Classificação: Livre
Nesta terceira edição do Noites Brasileiras, faremos uma homenagem ao famoso recanto da classe artística cearense. Entre os destaques da época, teremos o cantor Luciano Robot que tem mais de 20 anos de carreira musical. De lá pra cá lançou um disco e participou do disco coletivo do Cais Bar. Nos anos 80, fez parte do grupo musical "Nova Safra" que contava com as participações de Eudes Fraga e Pantico Rocha.
O nosso outro convidado é o letrista e cantor Serrão de Castro. O artista trabalhou na noite de Fortaleza tocando em bares, participou do carnaval da cidade por vários anos e festivais importantes. O músico produziu um disco chamado “Palavras no Varal”. Em 1980, venceu como melhor intérprete o Festival do Colégio Marista Cearense.

23:00 - Música (CE) - Forró  Manzape e Juruviara - Palco Jardim  - Classificação: Livre
Juruviara é conhecido por agitar um circuito diferenciado nas noites de Fortaleza. Abraçando o autêntico forró de raiz, seja em composições próprias ou interpretando clássicos de mestres do gênero, firma sua trajetória que passa por outros ritmos e sonoridades e já contabiliza cerca de 15 anos de carreira.
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00:30 - Espaço Cais Bar Show de Marcus Caffé Show de Masôr Costa - Praça Boca Rica  -
Classificação: Livre
          O espaço Cais Bar, montado especialmente para a terceira edição do Noites Brasileiras, recebe cantores que marcaram a geração sonora do bar. Marcus Caffé é um dos nossos convidados com um repertório inventivo que passeia por clássicos do cancioneiro brasileiro, com notas modernas e marcações cênicas. Masôr Costa traz um show com uma abordagem plural pelas vertentes da música popular brasileira em uma noite para festejar a diversidade da música. Com mais de 25 anos de carreira, ambos fazem um trabalho primoroso e trazem essa mistura  musical.

Dia 28 de julho

10:00 as 17:00 - Territórios Criativos - Foyer/Sala de Música - Jacques Klein
              Ação formativa onde acontecem debates, palestras, apresentação de produtos artísticos, com objetivo de intercambiar conhecimentos, estreitar relações e aquecer o mercado cultural local e nacional. As ações acontecem de forma múltipla com um viés de troca e são abertas aos produtores, gestores culturais e empresários que fomentam a arte em geral.

16:00 - Teatro Infantil (CE) - Ato e Desato- As aventuras de João Sortudo - Jardim
Classificação: Livre
               A Cia. Prisma de Artes traz na bagagem o trabalho junto à periferia da cidade. Essa família, como se intitulam apresenta o espetáculo “As Aventuras de João Sortudo”, adaptação de um conto popular lúdico, que com fantasia e musicalidade narra a história de João Sortudo, o jovem de pura inocência. Um espetáculo leve e capaz de tocar de forma sensível e divertida público de qualquer idade.
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17:00 - Música (CE) - Abertura do II Encontro de Cordas Flausino Valle - Concerto da Cameta de Cortdas da UFC - Foyer
Classificação: Livre
Heriberto Porto convida a pianista paraense Nelma Dahas e a violoncelista gaúcha Dora Utermohl, para se juntar com o feelling do mestre Luizinho Duarte na percussão e apresentar grandes sucessos do músico argentino Astor Piazzolla, um dos maiores compositores do Séc XX que levou o tango argentino a um grau de sofisticação que até hoje não foi igualado. Sua música é rica de influências jazzísticas e eruditas o que o torna universal.

18:00 - Teatro (RN) - Tratados de Mim mesma na Infertilidade - Palco Principal
Classificação: 12 Anos
A Sociedade Cênica Trans apresenta o espetáculo “Tratados de Mim Mesma na Infertilidade”. Com direção e dramaturgia de Heloísa Sousa, a obra teatral é permeada por composições coreográficas e outras linguagens artísticas, trazendo referências no “Teatro do Absurdo” e com uma abordagem feminista. Em cena nos deparamos com um fluxo intenso dos pensamentos de uma mulher fragmentada em quatro personalidades vividas pelos intérpretes Mariana Batista, Rozeane Oliveira, Moisés Ferreira e Pablo Vieira.
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18:30 - Teatro (CE) - O Galinheiro de Bragança - Morro do Ouro
Classificação Indicativa: Livre - Entrada: R$8 / R$4 | - Parceria UFC e IPREDE
           O Galinheiro de Bragança é o melhor galinheiro da região! Qual região? Todas! Mas uma galinha preta está se mudando pra lá. E como ficará a reputação do galinheiro? Só assistindo para descobrir! O espetáculo é baseado no conto “A Galinha Preta” e resultado da disciplina de "Práticas da encenação" do 1º semestre de 2018 do Curso de Teatro da UFC, em parceria com o IPREDE (Instituto da primeira infância).

19:00 - Música (RN) - Camarones Orquestra Guitarrística - Palco Jardim - Classificação: Livre
O som do Camarones é uma mistura dançante de rock instrumental, com muita energia dos elementos de surf music, ritmos brasileiros e Ska. Formada pelos músicos Ana Morena (baixo), Anderson Foca (guitarra), Yves Fernandes (Bateria) e Alexandre Capilé (guitarra), o Camarones Orquestra Guitarrística segue como um dos grupos independentes mais ativos do país.
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20:30 -  Música (CE) - Bruna Ene convida Mattu Miranda e MAR ABERTO - Palco Jardim -
Classificação: Livre
Em seu show autoral intitulado “Só”, Bruna divide o palco com grandes músicos do cenário cearense a exemplo do seu amigo Matu Miranda. Num show cheio de luz, surpresas e bom humor, ela estampa sua atmosfera universal, mas com forte influência das suas raízes interioranas. Acompanhada do seu ukulele, uma presença de palco marcante, Bruna Ene vem com tudo pra conquistar aquele público que deseja ver o seu som acontecer.

21:30 - Dança (RN) - Myo_Clonus - Palco Principal- Classificação: Livre
MyoClonus é o solo de dança do bailarino potiguar Alexandre Américo. A obra tem como mote a investigação da construção lógica/poética a partir do impedimento à concretude da dança pelo fato do intérprete carregar um traço que é tido, corriqueiramente, como impossibilitador do movimento dançado, a epilepsia. Em cena, ao som distorcido da guitarra elétrica de outro performer, o intérprete explora um modo de se mover singular à epilepsia mioclônica, na tentativa de afirmar que o espasmódico também pode ser objeto da dança.
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22:30 - Música (CE) Som da Noite - Palco Jardim - Classificação: Livre
           O projeto Som da Noite surgiu com o intuito de enaltecer toda a atmosfera da musicalidade dos anos noventa. A coletânea que fez tanto sucesso e encantou o público cearense, agora está de volta para celebrar aquele grande momento nas vozes de Paulo Façanha, Davi Duarte e Júnior Colares. O show traz o repertório que lhe conferiu tanta receptividade do público nas canções de artistas como Lulu Santos, Djavan, Flávio Venturini, Adriana Calcanhoto, dentre outros, tudo isso com muita descontração e desenvoltura nas interpretações de Davi, Paulo e Júnior, novamente reunidos nesta imperdível confraternização musical.

23:20 - Música (RN) - Plutão já foi Planeta  - Palco Jardim - Classificação: 16 anos
Banda de Indie Pop/Rock de Natal, Rio Grande do Norte, surgiu em setembro de 2013, com nome espirituoso, a banda foi vice- campeã do programa “SuperStar” na Globo. O grupo é formado atualmente por Natália Noronha, Gustavo Arruda, Sapulha Campos, Vitória de Santi e Renato Léllis. Suas influências passeiam entre Os Mutantes, Los Hermanos, John Frusciante e Little Joy e grupos do Indie Pop britânico atual, como Bombay Bicycle Club e Little Comets.
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00:00 - Música - Atração Surpresa



Serviço:
III Festival Noites Brasileiras -  Festival Multicultural
Local: Theatro José de Alencar
Data: 27 e 28 de Julho
Horário: 16 horas

  • Exposição sobre os lugares e informações adicionais durante todo o festival.
  • O acesso aos shows e espetáculos com retirada de ingresso duas horas antes.
  • Programação sujeita a lotação. Lotação total do Theatro José de Alencar

EXPOSIÇÃO

Mostra em homenagem à vida e obra do artista plástico Zé Tarcísio abre nesta quinta-feira, no Centro Dragão do Mar
 
A exposição será no
Museu de Arte Contemporânea com mais de 100 trabalhos do artista visual cearense
 
 Nesta quinta-feira (26), às 18h, no Museu de Arte Contemporânea do Ceará (MAC|CE), será aberta a exposição "ZÉ: Acervo de Experiências Vitais", em homenagem ao cearense Zé Tarcísio. A exposição com seu caráter panorâmico ocupará todo o museu, reunindo mais de 100 trabalhos, entre pinturas, esculturas, instalações, fotos e vídeos. A exposição segue em cartaz até novembro, com visitações gratuitas, de terça a sexta, das 9h às 19h (com último acesso até 18h30), e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com último acesso até 20h30).
Com curadoria de Bitu Cassundé e assistência de Cecília Andrade, a exposição decorre de um longo projeto de pesquisa, iniciado há quatro anos. Gerente do MAC|CE, Cassundé afirma que a ideia surgiu por ocasião da exposição “Carneiro”, que ocupou o Museu de Arte Contemporânea do Ceará em 2014, com uma sala em homenagem ao artista: “A partir daí, comecei a me aproximar mais do trabalho do Zé e fazer visitas constantes ao seu ateliê, o que despertou a minha curiosidade sobre alguns de seus trabalhos que estavam guardados há muito tempo, em mapotecas, alguns deles inéditos no Ceará e outros nunca apresentados”.
Segundo Cassundé, a inspiração para o recorte vem da afirmação do próprio homenageado, durante entrevista, em 1969: “Tudo que vivi se incorporou, automaticamente, ao meu acervo de experiências vitais, estando de uma ou outra forma, expresso em meus trabalhos”. ZÉ: Acervo de Experiências Vitais traz obras do acervo do artista, de coleções particulares e de importantes acervos institucionais como o do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro, da Coleção do Museu de Arte Contemporânea do Ceará e do Centro Cultural do Banco do Nordeste do Brasil.
Conforme os curadores, a exposição não se propõe a fazer uma retrospectiva, e sim apresentar uma mostra panorâmica que aponta para alguns eixos importantes no trabalho de Zé Tarcísio. As obras não estão organizadas de forma cronológica, a fim de não fragmentá-las pelo tempo. Ao contrário, a disposição das obras foi concebida para potencializar a vitalidade dos trabalhos e a sua capacidade de resgatar a tradição para refletir sobre o contemporâneo. Os trabalhos são agrupados por questões que se vinculam a signos muito recorrentes, a exemplo das pedras, apresentadas como metáfora do corpo e da paisagem. 
Trata-se de um conjunto de trabalhos que atravessam as questões do corpo e se projetam nas questões políticas que discutem o entorno, a ecologia, a preservação das dunas e uma natureza envolta pelo desejo. Algumas delas, criadas entre o final da década de 60 e o início da década de 70, apresentam grande carga política, como “Golpe” (1973), quando o artista esteve ligado a movimentos políticos e chegou a ter trabalhos apreendidos pela ditadura.
Estão representadas várias séries do premiado artista, que iniciou sua atuação nas artes nos anos 1960 e segue produtivo até a atualidade, como Loteamentos, Kaosmos, Nativos, entre outras. Constam trabalhos de técnicas e linguagens variadas, como desenho, pintura, gravura e escultura, apontando a versatilidade de Zé Tarcísio em seus 57 anos de produção em artes. “O talento de Zé Tarcísio não pode ser limitado. Embora a exposição privilegie o eixo das artes visuais, o recorte evidencia o perfil multifacetado do artista, que transita com muita fluidez entre diferentes linguagens artísticas, como cinema, teatro, cenografia e artes plásticas”, afirma a curadora assistente Cecília Andrade.
Entre os destaques da exposição, as esculturas “Movimento I” (1974), mais conhecida como “Regador”, e “Silêncio” (1973), ambas pertencentes ao acervo do Museu Nacional de Belas Artes do Rio de Janeiro. Na passagem entre os dois pisos do Museu, uma grande instalação formada por ex-votos, que Zé Tarcísio reúne desde os anos 50, toma a forma de instalação, fazendo referência à relação com o sagrado e à questão da graça alcançada. Em outra sala, ganha destaque sua passagem pela figuração pop, entre as décadas de 60 e 70. A mostra exibe ainda um percurso audiovisual da construção do projeto e da composição curatorial, permitindo ao público adentrar na instância mais processual de elaboração da exposição.
Ao longo da mostra, o público também pode conferir a reprodução de trechos de entrevistas dadas por Zé Tarcísio à imprensa. As falas do artista são utilizadas como guia para o percurso. Até novembro, os visitantes poderão ainda participar de oficinas e palestras que abordarão, através da relação de Zé Tarcísio com outras linguagens, o seu fazer artístico.
 
Sobre Zé Tarcísio
José Tarcísio Ramos é pintor, artista intermídia, gravador, escultor, cenógrafo e figurinista. Nascido em 1941 em Fortaleza, inicia seus primeiros trabalhos aos 19 anos, no pensar artístico. No ano seguinte, viaja para o Rio de Janeiro, depois de ter conhecido Antônio Bandeira. Frequenta, por dois anos, o Curso Livre de Pintura na Escola Nacional de Belas Artes. Em 1971, é comissionado por Walmir Ayala para ser um dos representantes brasileiros na VII Bienal de Paris. E, 1974, expondo no XXIII Salão Nacional de Arte Moderna, no Rio de Janeiro, ganha o prêmio nacional: uma viagem ao exterior. Em 1976, tem seu trabalho Regando Pedras reproduzido em selo pela ECT.
Em 1982, monta seu ateliê nos arredores do Centro Dragão do Mar. No ano seguinte, cria a Por Hipótese Produções. A década de 90 rende-lhe uma homenagem do Museu de Arte da Universidade do Ceará, o MAUC, por 30 anos de atividades artísticas e uma temporada na Europa e em Cuba. Em 2001, recebe a Medalha Boticário Ferreira, da Câmara Municipal de Fortaleza. No ano de 2002 Realiza oficinas de criatividade para Projeto de Interiorização na Escola Pública no Ceará. Já em 2003 retorna ao velho mundo, com algumas atividades: integra o júri da III Bienal Internacional de Arte Jovem, em Vila Verde , Portugal. Realiza sua primeira obra pública na Europa, na Escola Profissionalizante. Promove oficinas culturais para: crianças adolescentes na mesma cidade, e para 500 participantes no Convívio Nacional do Movimento Encontro de Jovens SHALOM em Montemor-o-Velho, em Coimbra, Portugal.
Durante o ano de 2004 realiza oficinas para jovens no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. No ano de 2005 com o prêmio do I Edital de Incentivo as Artes do Estado do Ceará, promovido pela SECULT, edita no formato de cd-rom seu arquivo geral. No mesmo ano retorna à Europa. Integra o júri na VI Bienal Internacional de Arte Jovem de Vila Verde, Portugal. Apresenta o arquivo na Escola de Belas Artes da Universidade do Porto, Portugal.
 Exposição “Promessa paga – Pinturas de José Tarcísio” no espaço Cultural correios de Fortaleza - 2006, “Viva a arte viva do povo brasileiro” – Museu Afro-Brasil de São Paulo – 2006/2007, Bienal São Paulo/Valencia - Encuentro Entre dos Mares – Espanha/2007, Exposição Caminhos da Serigrafia – Museu do Ceará 2009. Elos da lusofonia, Museu Histórico Nacional – Rio de Janeiro e Museu Afro Brasil, São Paulo – 2010.
2011  Elos da Lusofonia  - curadoria   Emanoel Araujo   Museu Histórico Nacional – RIO  Museu Afro Brasil   - São Paulo Deuses D’ África-Visualidades brasileiras – Curadoria Emanoel Araujo – Museu Afro Brasil – São Paulo. Homenagem   sala especial  - Salão de Abril - Curadoria Ricardo Resende  - Fortaleza CE.
 
Serviço: Abertura da exposição “Zé: acervo de experiências vitais”
Data: 26 de julho de 2018
Hora: 18h
Local: Museu de Arte Contemporânea do Ceará
Acesso gratuito
Visitações até novembro de 2018, de terça a sexta, das 9h às 19h (com último acesso até 18h30), e sábados, domingos e feriados, das 14h às 21h (com último acesso até 20h30).

EM AGOSTO

Banda A Cor do Som celebra 40 anos de carreira e faz show no Cineteatro São Luiz

No dia 26 de agosto (domingo), às 18h, Dadi (baixo), Armandinho (guitarra, bandolim e guitarra baiana), Ary Dias (percussão), Gustavo Schroeter (bateria) e Mu Carvalho (teclados) misturam rock, choro e pop no show “A cor do som - 40 anos”. O espetáculo que ocorre no Cineteatro São Luiz (Rua major Facundo, 500 - Centro) tem classificação livre e já está com ingressos à venda na bilheteria do Cineteatro e através do site da Tudus (www.tudus.com.br) por R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia).

Com a formação original, o grupo comemora 40 anos de carreira em turnê e com um novo disco. O repertório de “40 anos" aponta para o futuro, com canções novas, além das regravações de clássicos tirados dos primeiros álbuns.

Com sua inusitada e orgânica fusão de pop, choro, trio elétrico e progressivo, A Cor do Som foi a grande surpresa da música brasileira em fins dos anos 1970, antecipando o rock que iria imperar na década seguinte. O grupo começou a nascer no primeiro álbum solo de Moraes Moreira, em 1975, recém-saído dos Novos Baianos. Estavam nessas gravações  Dadi (o jovem baixista carioca que tinha entrado para a comunidade musical dos Novos Baianos e também tocava com Jorge Ben), Armandinho (o mestre da guitarra baiana e do bandolim, filho do Osmar, um dos inventores do trio elétrico) e Gustavo (outro carioca, baterista que veio do grupo A Bolha e também músico de Jorge Ben), com  Mú (pianista e tecladista, irmão caçula de Dadi) estreando profissionalmente em uma faixa - e, logo em seguida, incorporado à banda nos shows. Já Ary Dias (percussionista baiano que veio de Banda do Companheiro Mágico), tocou no disco de estreia d’A Cor, mas só entrou oficialmente, completando a formação clássica, a partir do segundo álbum.

Como Dadi, mais de três décadas depois, contou no livro de memórias “Meu caminho é chão e céu” (Record, 2014), a paixão de Armandinho e Mú pelo choro foi o estímulo para as primeiras músicas do grupo que começava a nascer. Quanto ao nome, foi pedido emprestado a Galvão e Pepeu Gomes, que chamavam de A Cor do Som o núcleo instrumental dos Novos Baianos.

“A Cor do Som 40 anos” / Faixa a faixa

"Somos da cor” (Armandinho / Maria Vasco):  Uma das composições inéditas do disco, a letra, na voz de Armandinho, é uma exaltação ao amálgama de etnias que caracteriza o povo brasileiro. Embalado por muito groove, é perfeito antídoto para o racismo que tenta sair do armário.

“Abri a porta” (Gilberto Gil / Dominguinhos):  Esse sucesso do terceiro disco d’A Cor, “Frutificar" (editado em 1979), volta com o auxílio luxuoso de seu co-autor, Gilberto Gil, que toca violão e divide o canto com Dadi. Outro destaque na nova versão é o acordeom de Waldonis.

“Alto astral” (Mú Carvalho, Dadi e Evandro Mesquita): Lançada no quinto álbum do grupo, “Mudança de estação” (1981), essa parceria dos irmãos Mú e Dadi com o eterno Blitz Evandro Mesquita foi a escolhida para o encontro o Roupa Nova. As vozes de Serginho Herval (também na bateria) e Kiko (guitarra) se juntam à de Mú (também pilotando o Korg MS2000), que cantou na versão original.

“Sou volúvel”  (Arnaldo Antunes / Marisa Monte / Dadi Carvalho):  Outra faixa nunca gravada em disco pelo grupo, ela tinha sido lançada por Arnaldo Antunes em 2013, no álbum “Disco". Agora, além de cantar, Dadi se desdobra em baixo, órgão Hammond e guitarras.

“Zanzibar” (Armandinho / Fausto Nilo):  Sucesso do quarto álbum d’A Cor, “Transe total” (em 1980), essa canção de letra deliciosamente nonsense também foi um veículo para a delirante guitarra baiana de Armandinho, que, nessa regravação, canta em dueto com Samuel “Skank”  Rosa.

“Swingue menina” (Mú Carvalho / Moraes Moreira): Outro clássico do álbum “Frutificar" (1979), esse reggae de pegada naturalmente brasileira continua irresistível. Convite à dança e à alegria que Mú refaz em dueto com Lulu Santos, outro fã de primeira hora d’A Cor do Som.

“Alvo certo” (André Carvalho / Dadi Carvalho):  Mais uma inédita com A Cor, essa parceria de filho e pai é um samba que remete aos Novos Baianos de “Acabou chorare” e já tinha sido gravada por ambos: tanto no CD solo de estreia de Dadi, em 2007, para o selo japonês Rip Curl Recordings, quanto no de estreia de André,  “Tempo do tanto” (2010). Para a nova versão, Dadi canta em dueto com Djavan (com direito a inspirados vocalises), enquanto Armandinho troca a guitarra baiana pelo bandolim, reforçando o elo novo-baiano.

“Magia tropical” (Mú Carvalho / Evandro Mesquita):  Faixa que abria e dava nome ao  sexto álbum do grupo, lançado em 1982 (período em que Victor Biglione ocupou o lugar de Armandinho), ela volta na voz de Paulinho Moska (também no violão).

“Eternos meninos” (Mú Carvalho / Paulinho Tapajós): Outra canção lançada no disco “Magia tropical”, essa parceria de Mú com seu então cunhado, o saudoso Paulinho Tapajós, era uma homenagem a John Lennon. A nova versão conta com a participação de outro fã dos Beatles, Flávio Venturini, que toca órgão e canta junto a Mú (também no piano elétrico e o arranjador do quarteto de cordas e do flugelhorn tocado por Jessé Sadoc).

“Sonho de carnaval” (Armandinho / Fausto Nilo): Mais uma composição inédita, ela mistura com perfeição elementos de rock, do Caribe e dos trios elétricos. Na voz de Armandinho, que também esbanja sua guitarra baiana, é outro irresistível convite à folia.

“Olhos d’água”  (Mú Carvalho / Pierre Aderne / Alexia Bomtempo): A terceira composição inédita no disco é uma balada romântica com tinturas progressivas que Mú canta (e pilota Moog Voyager, mellotron e piano), com vocais de Ana Zingoni.
“Semente do amor” (Mú Carvalho / Moraes Moreira): Para fechar o álbum, mais um sucesso lançado em “Transe total” (1980), que volta num dueto de Mú com Alexandre Carlo, o cantor do grupo Natiruts.


CARIRI

Arte sem Fronteiras encerra julho com poesia e música noCentro Cultural Banco do Nordeste

A poetisa Thailyta Feitosa e o produtor musical Ibbertson Nobre são os convidados especiais do programa Arte sem Fronteiras desta sexta, 27 de julho, às 19h, no auditório do Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri (CCBNB Cariri). A edição conta com formato aberto de bate-papo, sarau e aula-espetáculo, em que os mediadores podem propor debates, recitar poemas e interagir com música.
Com o objetivo de oportunizar o diálogo entre artistas, pensadores e poetas que atuam na área cultural e artística, o evento, segundo Thailyta Feitosa, promove a conversa sobre o verso e o acordar para novas perspectivas do olhar, ouvir e sentir o outro. Sua fala no encontro será com poesias, imagens e objetos.
“Contarei histórias e recitarei poemas meus unidos a outras vozes poéticas que atravessam o que sou. Acredito na troca de saberes a partir da fala, da confluência de um todo que surpreende e está aberto ao novo”, afirma a poetisa.
Serviço
Arte sem Fronteiras- Bate-papo e pocket show
Participantes: Thailyta Feitosa e Ibbertson Nobre
Data: 27 de julho, às 19h
Local: Auditório do Centro Cultural Banco do Nordeste Cariri (Rua São Pedro, 337 – Centro – Juazeiro do Norte – Ceará)
Duração: 90min
Não é necessário inscrição, a entrada é gratuita. 

PRAIA DO FUTURO

Warm Up da 'Só Track Boa Fortaleza' é neste sábado na Sunrise Beach Club 

O sunset acontece no sábado, 28 de julho, e é também uma pré terceira noite Fortal

A temperatura vai subir no Warm Up da 'Só Track Boa', a partir das 13h do sábado (28/07), na Sunrise Beach Club. Os artistas confirmados são: Future Class, Djs André Guerreiro, Sávio Machado, Lonnie e os meninos do Slimfat. 

Nas areias da praia, a festa promete ser o ponto de encontro da 3ª noite do Fortal, a maior micareta fora de época do país. Os ingressos estão sendo vendidos pelo site do evento (www.stb2018.eventbrite.com.br).

Line Up da STB. Formam o casting do evento: Dj Vintage Cultura, Dubdogz, KVSH, e DJ Bruno Be. Além do site oficial, os ingressos para o curtir a 'STB' podem ser adquiridos na Loja Cecomil - RioMar Papicu - Pátio Água Fria e Dom Luís. 

A 'Só Track Boa Fortaleza' acontece no dia 14 de agosto no Terminal Marítimo dos Passageiros e vai agitar os fortalezenses no melhor estilo house music. 

Serviço - Warm Up da 'STB'
Quando: Sábado, 28 de julho, a partir das 13h
Onde: Sunrise Beach Club (Av. Clóvis Arrais Maia, 4987 - Praia do Futuro)

OUT CE

Espaço Cordel e Repente leva cultura nordestina para a 25a Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Entre os artistas confirmados estão o músico e compositor cearense Adelson Viana e Moraes Moreira, do “Novos Baianos”, que fará sessão de autógrafos e pocket show. A Programação promovida pela Editora Imeph terá a participação de cordelistas, repentistas e autores e compositores cearenses como Socorro Lira, Klévisson Viana, Paulo de Tarso entre outros.


A 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 03 a 12 de agosto, no Anhembi, contará pela segunda edição seguida com um estande exclusivo criado para resgatar a Cultura Popular Nordestina. O espaço denominado “Cordel e Repente” e organizado pela Editora IMEPH em parceria com a Câmara Cearense do Livro (CCL) e Câmara Brasileira do Livro (CBL), levará um caminhão personalizado para dentro do pavilhão, que se transformará em um grande palco para artistas que se expressam através dessa literatura.

Entre os destaques da programação está o compositor e músico cearense Adelson Viana. Acordeonista, tem DVDs gravados além de participação em trabalhos de artistas como Dominguinhos, Lenine, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro. Também é autor do livro o Nordeste nas Canções de Luiz Gonzaga (Editora Imeph), onde interpertreta  as múicas do livros e partituras do livro.

Outra atração do espaço é do cantor e compositor Moraes Moreira, integrante do grupo “Novos Baianos”, que fará o lançamento de uma nova edição do livro “A História dos Novos Baianos e Outros Versos”, escrito em linguagem de cordel. Após o lançamento com sessão de autógrafos, o artista fará um pocket show para o público.

Outros nomes já confirmados são os ds artistas e escritores Maciel Melo, Socorro Lira, Paola Torres, Xangai, Chambinho do Acordeon, Adelson Viana, Paulo de Tarso, Klévisson Viana, Rouxinol do Rinaré, Marco Aurélio (BA), Crispiniano Neto (RN), Antônio Francisco (RN), Arlene Holanda (CE), José Walter, Bráulio Tavares, Celso Antunes, Marcos Mairton entre outros. (ver programação anexo)

"O Espaço do Cordel e Repente se consolidou como uma ação de grande porte na divulgação, preservação e disseminação das artes e saberes ligados a cultura tradicional nordestina. Com muita satisfação, vamos levar esse ano cerca de 100 artistas entre cordelistas, repentistas, escritores, músicos e contadores de histórias. Na edição de 2016, fomos eleitos pelo Instituto Data Folha como o segundo espaço mais visitado da 24ª Bienal, esse ano, gostaríamos de ser o primeiro.”, comenta Lucinda Marques, curadora do espaço.


Outra atração de destaque da programação da Editora Imeph na Bienal é o lançamento do livro “Andei por Aí – Narrativas de uma Médica em Busca da Medicina”, da pernambucana radicada no Ceará Paola Tôrres Costa com prefácio do médico Dráuzio Varella com quem gravou uma WebSérie sobre Linfoma (tipo de câncer do sangue) que é uma das suas especialidades.

Em Fortaleza, a médica ensina e pratica Medicina como professora Titular da Universidade Federal do Ceará (UFC) e da Unifor. Também é médica no CRIO (Centro Regional Integrado de Oncologia), onde atende pacientes com câncer. É escritora, cordelista, compositora, tocadora de rabeca e outros instrumentos. Ministra palestras e oficinas em educação médica, medicina integrativa, promoção de saúde em oncologia e outros temas da cultura popular e medicinas ancestrais do povo brasileiro. É fundadora e presidente do Instituto Roda da Vida, ONG que oferece de forma gratuita Medicina Integrativa para pessoas com câncer e seus familiares.

O Espaço Cordel e Repente da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo conta com o patrocínio do Banco do Nordeste.

Conheça alguns destaques do espaço:

ADELSON VIANA
(6/8 – 18h40 - pocket show)
Acordeonista, tem DVDs gravados além de participação em trabalhos de artistas como
Dominguinhos, Lenine, Naná Vasconcelos e Zeca Baleiro. Músico de múltiplos recursos, que passeia por diferentes caminhos da sonoridade brasileira, tendo como referência ritmos nordestinos como xote, baião e frevo. Também é autor do livro o Nordeste nas Canções de Luiz. Interpertreta  as musicas do livros e partituras do livro

MORAES MOREIRA
(3/8 – 18h40 - Lançamento de livro “Os Novos Baianos”, sessão de autógrafos e pocket show)
Compositor, cantor e violonista, começa a carreira artística tocando sanfona de 12 baixos. Na década de 1960 opta pelo violão e muda-se para Salvador. Passa a estudar música e conhece Paulinho Boca de Cantor, Luiz Galvão – que viriam a integrar a banda Novos Baianos -  e Tom Zé. O grupo musical é considerado um marco na MPB e alcança sucesso de público e de vendas. Em 1975 parte para a carreira solo. Toca com o trio elétrico de Dodô e Osmar (pai do parceiro Armandinho) e faz grande sucesso com a marchinha Pombo Correio, parceria com Dodô e Osmar. Lá Vem o Brasil Descendo a Ladeira - com vários parceiros consagrados - consolida seu sucesso musical. A música Santa Fé - parceria com Fausto Nilo - é tema de abertura da novela Roque Santeiro (Rede Globo em 1985). Em 1997, reúne o grupo Novos Baianos e lança o disco ao vivo Infinito Circular, com canções dos discos anteriores e algumas inéditas. Em 2002 publica o livro A História dos Novos Baianos e Outros Versos, escrito em linguagem de cordel.

MACIEL MELO
(4/8 – 18h40 - Lançamento de livro “ O Refúgio das Interrogações”, sessão de autógrafos e pocket show)
(5/8 – 17h30 - Lançamento de livro “ A Poeira e a Estrada”, sessão de autógrafos)
Cantor e compositor, inovou o forró nos anos 90. É considerado uma referência da música nordestina, tendo como ponto de partida a canção Caboclo sonhador, que se tornou icônica. Seu primeiro disco, Desafio das Léguas, teve participações de Vital Farias, Xangai, Dominguinhos e Dércio Marques. Melodista, letrista e cantor afinado com a cultura tradicional, Maciel Melo fez releituras de clássicos de Geraldo Azevedo, José Marcolino e Gilberto Gil, entre outros. A temática de suas letras dá continuidade ao forró que teve as bases assentadas por Gonzagão. Ganhou diversos prêmios, dentre eles o de 1o lugar, no Canta Nordeste (Rede Globo/1995), com “Meninos do Sertão” - parceria com Petrúcio Amorim - que integrou a trilha sonora da novela Marcas da Paixão (TV Record). Em 2008 conquistou o 3º lugar no Festival de Música e Arte de Garanhuns-PE. Em 2003 teve a canção “Dama de Ouro” - parceria com Zéu Britto - incluída na trilha de Lisbela e o Prisioneiro. Em 2013 a música Rainha foi incluída na trilha sonora da novela Flor do Caribe (Rede Globo) e em 2016 atuou, juntamente com Xangai, na novela Velho Chico. Em 2012 fez uma homenagem ao Rei do Baião Luiz Gonzaga em Nova York. Lançou 01 LP, 17 CDs e 02 DVDs. Tem publicado o livro A poeira e a estrada, pela Editora IMEPH.

SOCORRO LIRA
(04/08 – 16h - Lançamento de livro “ A Língua que a Gente Fala”e sessão de autógrafos)
Poeta, compositora, intérprete, instrumentista e produtora cultural. Em 2012 recebeu o 23º Prêmio da Música Brasileira de Melhor Cantora (categoria regional). Em 1998 foi contemplada com o PRÊMIO EUROPA 98 da “Associazione Senza Frontiere” para intercâmbio cultural, de Lentate Sul – Seveso, Itália. Já se apresentou na Itália, França, Grécia, Espanha, Portugal, Moçambique, Gana, Argentina e Venezuela, em eventos coletivos e shows individuais.

BRAULIO TAVARES
(8/8 – 14h - Lançamento de livro "BANDEIRA SOBRINHO- UMA VIDA E ALGUNS VERSOS", sessão de autógrafos e pocket show)
Bráulio começou a escrever influenciado pelo pai e com a idade de oito anos já havia produzido alguns sonetos, nunca publicados. Teve vários livros de poesias e ficção científica editados, além de dois folhetos de cordel, a saber: "Cantoria: regras e estilos" e "Cabeça elétrica, coração acústico" no ano de 1981. Com forte influência da literatura de cordel, escreveu a peça "Folias Guanabaras", espetáculo dirigido por Ivaldo Bertazzo com o Corpo de Dança da Maré e a participação da atriz Rosi Campos e do ator, cantor e compositor Seu Jorge.

XANGAI
(8/8 – 20h - Pocket show)
(9/8 – 20h - Pocket show)
A influência da cultura tradicional formata sua obra. Filho e neto de sanfoneiros, teve seu primeiro disco, Acontecivento, lançado em 1976 pela gravadora CBS, mas depois seguiu uma carreira independente, desvinculada das grandes gravadoras. Cantador, trovador, violeiro, gravou, além dos discos individuais, um em parceria com Renato Teixeira e dois volumes do disco "Cantoria", resultado de um show ao lado de Elomar, Vital Farias e Geraldo Azevedo, realizado em 1984. Com sua voz forte e marcante, interpreta composições próprias e adaptações de textos da tradição oral nordestina em ritmo de Xote, Cocos e Toadas. Fez uma participação como ator na telenovela Velho Chico, da Rede Globo, e também é autor de canção integrante da trilha sonora. Foi escolhido como melhor cantor no 27° Prêmio de Música Brasileira, na categoria Música Regional.

CHAMBINHO DO ACORDEON
(10/8 – 20h - Pocket show)
Cantor, compositor, acordeonista e ator, teve sua carreira alavancada pela excelente intepretação de Luiz Gonzaga jovem. Aprendeu acordeom com seu avô, Zezinho Barbosa, passando, assim, a desenvolver um trabalho referenciado na obra de grandes sanfoneiros nordestinos. 

Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), serão 10 dias no qual os visitantes poderão viver diversas experiências culturais, ter contato direto com autores, participar de bate-papos e conferir palestras exclusivas. Com a assinatura “Venha fazer esse download de conhecimento”, a campanha deste ano enfatiza a importância do diálogo, da abertura de perspectivas e busca de novos conceitos. 

Os ingressos já estão à venda pelo site oficial do evento www.bienaldolivrosp.com.br e pelo telefone (11) 2626-1061.

Em breve, mais informações sobre a programação pelo www.bienaldolivrosp.com.br ou por nossas redes sociais. Acompanhe!

Serviço
25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
03 a 12 de agosto de 2018
Pavilhão de Exposições do Anhembi                        
Av. Olavo Fontoura, 1.209 – Santana / 02012-021 São Paulo – SP

AUDIOVISUAL

Casa Amarela oferta novo curso de animação stop motion

A Casa Amarela Eusélio Oliveira (CAEO), equipamento cultural da Universidade Federal do Ceará, abre turma para o curso Realização em Stop Motion. Serão ofertadas 10 vagas e as inscrições seguem até o preenchimento da turma.

Durante o curso, os alunos realizarão um curta-metragem sob orientação e supervisão dos professores. Por isso é fundamental que o participante matriculado leve na primeira aula sua proposta de filme (sinopse, argumento ou roteiro). Por se tratar de um curso avançado, existe o pré-requisito de ter conhecimento básico sobre as técnicas de animação tradicionais.

O curso terá início no dia 28 de agosto, com aulas de terça a quinta-feira, das 18h às 21h, totalizando 36 horas-aula (aproximadamente cinco semanas).

Os interessados devem comparecer à secretaria da CAEO, das 8h às 20h, portando originais e cópias do RG e CPF, além de uma fotografia 3×4.

OUTROS CURSOS – Continuam abertas as inscrições para os cursos básicos de Cinema, Fotografia e Cinema de Animação. A idade mínima para os cursos de Fotografia e de Cinema é 16 anos, já para o curso de Animação é 12 anos.

Também para esses cursos, os interessados devem comparecer à secretaria da CAEO, das 8h às 20h, portando originais e cópias do RG e CPF, além de uma fotografia 3×4.

Os programas abordam aspectos teóricos e técnicos do processo fotográfico e de realização audiovisual. Serão ofertadas três turmas de 32 vagas para Fotografia (manhã, tarde e noite); uma turma de 40 vagas para Cinema; e uma turma de 20 vagas para Cinema de Animação.

As aulas do curso básico de Cinema começarão no dia 10 de setembro e serão ministradas de segunda a quinta-feira, das 19h às 21h, totalizando a carga de 90 horas-aula (aproximadamente 15 semanas).

O curso básico de Fotografia terá aulas iniciadas no dia 3 de setembro (noite) e 4 de setembro (manhã e tarde). A duração do curso é 60 horas-aula, aproximadamente nove semanas, e os horários da turmas são os seguintes:

manhã: terça, quarta e quinta-feira, das 10h às 12h;
tarde: terça, quarta e quinta-feira, das 14h às 16h;
noite: segunda, quarta e quinta-feira, das 19h às 21h.

As aulas do curso básico de Cinema de Animação terão início no dia 1º de outubro, ocorrendo de segunda a quarta-feira, das 14h às 16h, com 60 horas-aula (aproximadamente nove semanas).

Os programas dos cursos, bem como informações sobre processo de inscrição e taxas, estão disponíveis no site da Casa Amarela (www.caeo.ufc.br).

Informações: Casa Amarela Eusélio Oliveira ‒ fones: 85 3366 7772 e 3366 7773

DELÍCIA

LACTA LANÇA BARRAS DE CHOCOLATE COM NOVAS COMBINAÇÕES DE SABORES

Novo Lacta Criações Fantásticas está disponível nos principais pontos de venda do país em dois sabores surpreendentes

 Lacta, pioneira há mais de 100 anos na categoria de Chocolates, apresenta o novo Lacta Criações Fantásticas, uma incrível união de ingredientes que vão te surpreender. O produto se destaca por trazer ingredientes que o consumidor já adora combinados de forma surpreendentes em duas versões: chocolate branco com pedaços crocantes de caramelo salgado e coco; e o Chocolate ao Leite Lacta com recheio cremoso de baunilha, com camada de geleia de morango e pedaços crocantes de amendoim.
Para Mariana Iki, gerente de Marketing da Lacta para a Mondelēz Brasil, Lacta Criações Fantásticas traz a possibilidade de novas sensações com diferentes ingredientes ao paladar do consumidor. “Por meio de ingredientes de qualidade e combinações únicas, gostaríamos de trazer ao público novidades que gerem uma nova experiência de consumo, tornando o momento de comer chocolates mais fantástico”, complementa Mariana.
Lacta Criações Fantásticas já está disponível na versão de 100g nos principais pontos de venda do país. Preço sugerido de R$ 4,99.

Sobre a Mondelēz International no Brasil
A Mondelēz International, Inc. (NASDAQ: MDLZ), está construindo a melhor empresa de snacks do mundo, com uma receita anual em 2017 de aproximadamente US$ 26 bilhões. Criando mais momentos de alegria em cerca de 160 países, a Mondelēz International é líder mundial em biscoitos, chocolates, gomas, balas e bebidas em pó. No Brasil, a empresa tem em seu portfólio marcas valiosas, como Trident, Chiclets e Halls, os chocolates Lacta, Bis e Sonho de Valsa, os biscoitos Club Social, Oreo e Trakinas, os refrescos em pó Tang, Clight e Fresh, as sobremesas e o fermento em pó Royal e o cream cheese Philadelphia. A Mondelēz International se orgulha de ser membro da Standard and Poor’s 500, Nasdaq 100 e do Índice de Sustentabilidade Dow Jones. Visite www.mondelezinternational.com/br

SHOW NA SERRA

Wesley Safadão e MC Kevinho se apresentam em Ubajara nesta quarta-feira (25)

Nesta quarta-feira (25), Ubajara recebe o aniversário de cinco anos do Castelo Club. Para celebrar a data, se apresentam no maior complexo de entretenimento da região, os cantores Wesley Safadão, MC Kevinho, Wallas Arrais e a dupla Pedro e Benício. 

As vendas dos ingressos para a festas permanecem disponíveis. Os valores dos tickets para o evento variam entre R$ 55 a R$ 240. Os DJs Flavinho e Abadia são responsáveis por animar o público durante o intervalo de cada show. 

Serviço:

Festa Castelo Vip - 25 de julho de 2018
Endereço: Castelo Club, Ubajara - Fortaleza/CE
Atrações: Wesley Safadão, MC Kevinho, Wallas Arrais, Pedro e Benício, DJs Flavinho e Abadia
Locais de venda: 
Casa de Variedades (Ubajara, São Benedito, Guaraciaba)
Castelo Magazine, Pointmídia (ambos em Tianguá)
Stalker (Sobral)
Mais informações: www.casteloclub.com.br