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TNT traz ao Brasil a aguardada série MOB CITY

Nova produção de Frank Darabont tem estreia marcada para o dia 3 de fevereiro, às 22h30*
 

 A TNT passa a exibir no País MOB CITY, a mais nova produção do diretor Frank Darabont (The Walking Dead). Baseada em fatos reais e adaptada pelo canal a partir do best seller do autor americano John Buntin, a série mostra a batalha entre a lei e o crime organizado na glamorosa, porém violenta, Los Angeles dos anos 1 940.
MOB CITY tem um clima noir e é divida em 6 episódios de 60 minutos cada. A série estreia na TNT dia 3 de fevereiro, segunda-feira, às 22h30*, com exibição dos dois primeiros episódios.
Na trama, o prefeito Fletcher Bowron (Ron Rifkin) está decidido a combater a máfia e a corrupção que dominam Los Angeles. Para realizar tal feito, ele contará principalmente com a ajuda do Chefe de Polícia William Parker (Neal McDonough) e dos detetives Hall Morrison (Jeffrey DeMunn) e Joe Teague (John Bernthal).
Tendo servido ao exército americano como fuzileiro, Joe conheceu durante a Segunda Guerra Mundial Nex Stax (Milo Ventimiglia), que agora trabalha como advogado para o mafioso e líder mão de ferro Mickey Cohen (Jeremy Luke). O antigo elo facilita o acesso do agente às trincheiras do crime, ocupadas, por exemplo, por figuras como Bugsy Siegel (Ed Burns), que fez seu nome pelo contrabando, jogos de azar e de assassinatos cruéis.
Da disputa de poder e território emerge uma intrigante, violenta e épica história, vivida em meio às ruas, guetos e aos night clubs de Jazz, que podem parecer lindos a distância, mas de perto, revelam bastante sujeira.
MOB CITY estreia na TNT na segunda-feira, dia 3 de fevereiro, às 22h30*, com exibição dos dois primeiros episódios.
*Horário de Brasília. Programação sujeita a alterações sem aviso prévio.









Com nove indicações, rapper Jay Z lidera a corrida pelo 56º Grammy
 

O cantor e produtor Jay Z foi o grande destaque na cerimônia de nomeações ao 56º Grammy Awards, transmitida ao vivo e com exclusividade no Brasil pelo canal TNT na madrugada do dia 7 de dezembro. Com nove indicações, o rapper lidera a corrida pelo maior prêmio da música, que ocorrerá no domingo, 26 de janeiro, às 22h, também com cobertura completa do canal.
Kendrick Lamar, Macklemore & Ryan Lewis, Pharrell e Justin Timberlake vêm logo atrás na disputa, com sete indicações cada, seguidos de Drake e Bob Ludwig, ambos com cinco. 
O título a Melhor Álbum do Ano promete ser acirrado. Tida com uma das mais tradicionais, a categoria terá, em 2014, a disputa entre Daft Punk (Random Access Memories), Macklemore & Ryan Lewis (The Heist) e Taylor Swift (Red), Kendrick Lamar (Good Kid, M.A.A.D. City) e Sara Bareilles (The Blessed Unrest).





GRAMMY 2014 - INDICADOS
CANÇÃO DO ANO
"Just Give Me A Reason" - P!nk e Nate Ruess
"Locked Out Of Heaven" - Bruno Mars
"Roar" - Katy Perry
"Royals" - Lorde
"Same Love" - Macklemore & Ryan Lewis


MELHOR PERFORMANCE POP DE DUO OU DUPLA
"Get Lucky" - Daft Punk e Pharrell
"Just Give Me A Reason" - P!nk e Nate Ruess
"Stay" - Rihanna e Mikky Ekko
"Blurred Lines" - Robin Thicke e T.I. and Pharrell
"Suit & Tie" - Justin Timberlake e Jay Z


ÁLBUM DO ANO
"Good Kid, M.A.A.D. City" - Kendrick Lamar
"Random Access Memories" - Daft Punk
"The Blessed Unrest" - Sara Bareilles
"The Heist" - Macklemore & Ryan Lewis
"Red" -  Taylor Swift


MELHOR ÁLBUM COUNTRY
"Night Train" - Jason Aldean
"Two Lanes of Freedom" - Tim McGraw
"Same Trailer Different Park" - Kacey Musgraves
"Based on a True Story" - Blake Shelton
"Red" -  Taylor Swift


ARTISTA REVELAÇÃO
James Blake
Kendrick Lamar
Macklemore &Ryan Lewis
Kasey Musgraves
Ed Sheeran

SINGLE DO ANO
"Get Lucky" - Daft Punk e Pharrell
"Radioactive" - Imagine Dragons
"Royals" - Lorde
"Locked Out Of Heaven" - Bruno Mars
"Blurred Lines" - Robin Thicke e T.I. and Pharrell


MELHOR APRESENTAÇÃO SOLO POP
"Brave" - Sara Bareilles
"Royals" - Lorde
"When I Was Your Man" - Bruno Mars
"Roar" - Katy Perry
"Mirrors" - Justin Timberlake


MELHOR ÁLBUM INSTRUMENTAL POP
"Steppin' Out" - Herb Alpert
"The Beat" - Boney James
"Handpicked" - Earl Klugh
"Summer Horns" - Dave Koz, Gerald Albright, Mindi Abair & Richard Elliot
"Hacienda" - Jeff Lorber Fusion


MELHOR ÁLBUM VOCAL POP
"Paradise" - Lana Del Rey
"Pure Heroine" - Lorde
"Unorthodox Jukebox" - Bruno Mars
"Blurred Lines" - Robin Thicke
"The 20/20 Experience - The Complete Experience" - Justin Timberlake


MELHOR CANÇÃO DE DANCE
"Need U (100%)" - Duke Dumont Featuring A*M*E & MNEK
"Sweet Nothing" - Calvin Harris Featuring Florence Welch
"Atmosphere" - Kaskade
"This Is What It Feels Like" - Armin Van Buuren Featuring Trevor Guthrie
"Clarity" - Zedd Featuring Foxes


MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ELETRÔNICA/DANCE
"Random Access Memories" - Daft Punk
"Settle" - Disclosure
"18 Months" - Calvin Harris
"Atmosphere" - Kaskade
"A Color Map Of The Sun" - Pretty Lights


MELHOR ÁLBUM POP VOCAL TRADICIONAL
"Viva Duets" - Tony Bennett & Various Artists
"To Be Loved" - Michael Bublé
"The Standards" - Gloria Estefan
"Cee Lo's Magic Moment" - Cee Lo Green
"Now" - Dionne Warwick


MELHOR APRESENTAÇÃO DE ROCK
"Always Alright" - Alabama Shakes
"The Stars (Are Out Tonight)" - David Bowie
"Radioactive" - Imagine Dragons
"Kashmir" - Led Zeppelin
"My God Is The Sun" - Queens Of The Stone Age
"I'm Shakin" - Jack White


MELHOR APRESENTAÇÃO DE METAL
"T.N.T." - Anthrax
"God Is Dead?" - Black Sabbath
"The Enemy Inside" - Dream Theater
"In Due Time" - Killswitch Engage
"Room 24" - Volbeat Featuring King Diamond


MELHOR CANÇÃO DE ROCK
"Ain't Messin 'Round" - Gary Clark Jr., songwriter (Gary Clark Jr.)
"Cut Me Some Slack" - Dave Grohl, Paul McCartney, Krist Novoselic & Pat Smear, songwriters (Paul McCartney, Dave Grohl, Krist Novoselic, Pat Smear)
"Doom And Gloom" - Mick Jagger & Keith Richards, songwriters (The Rolling Stones)
"God Is Dead?" - Geezer Butler, Tony Iommi & Ozzy Osbourne, songwriters (Black Sabbath)
"Panic Station" - Matthew Bellamy, songwriter (Muse)


MELHOR ÁLBUM DE ROCK
"13" - Black Sabbath
"The Next Day" - David Bowie
"Mechanical Bull" - Kings Of Leon
"Celebration Day" - Led Zeppelin
"...Like Clockwork" - Queens Of The Stone Age
"Psychedelic Pill" - Neil Young With Crazy Horse


MELHOR ÁLBUM DE MÚSICA ALTERNATIVA
"The Worse Things Get, The Harder I Fight, The Harder I Fight, The More I Love You" - Neko Case
"Trouble Will Find Me" - The National
"Hesitation Marks" - Nine Inch Nails
"Lonerism" - Tame Impala
"Modern Vampires Of The City" - Vampire Weekend


MELHOR PERFORMANCE DE R&B
"Love And War" - Tamar Braxton
"Best Of Me" - Anthony Hamilton
"Nakamarra" - Hiatus Kaiyote Featuring Q-Tip
"How Many Drinks?" - Miguel Featuring Kendrick Lamar
"Something" - Snarky Puppy With Lalah Hathaway


MELHOR PERFORMANCE TRADICIONAL DE R&B
"Please Come Home" - Gary Clark Jr.
"Get It Right" - Fantasia
"Quiet Fire" - Maysa
"Hey Laura" - Gregory Porter
"Yesterday" - Ryan Shaw

MELHOR CANÇÃO DE R&B

"Best Of Me" - Anthony Hamilton & Jairus Mozee, songwriters (Anthony Hamilton)
"Love And War" - Tamar Braxton, Darhyl Camper, Jr., LaShawn Daniels & Makeba Riddick, songwriters (Tamar Braxton)
"Only One" - PJ Morton, songwriter (PJ Morton Featuring Stevie Wonder)
"Pusher Love Girl" - James Fauntleroy, Jerome Harmon, Timothy Mosley & Justin Timberlake, songwriters (Justin Timberlake)
"Without Me" - Fantasia Barrino, Missy Elliott, Al Sherrod Lambert, Harmony Samuels & Kyle Stewart, songwriters (Fantasia Featuring Kelly Rowland & Missy Elliot)


MELHOR ÁLBUM URBANO CONTEMPORÂNEO
"Love And War" - Tamar Braxton
"Side Effects Of You - Fantasia
"One: In The Chamber" - Salaam Remi
"Unapologetic" - Rihanna
"New York: A Love Story" - Mack Wilds


MELHOR ÁLBUM DE R&B
"R&B Divas" - Faith Evans
"Girl On Fire" - Alicia Keys
"Love In The Future" - John Legend
"Better" - Chrisette Michele
"Three Kings" - TGT


MELHOR PERFORMANCE DE RAP
"Started From The Bottom" - Drake
"Berzerk" - Eminem
"Tom Ford" - Jay Z
"Swimming Pools (Drank)" - Kendrick Lamar
"Thrift Shop" - Macklemore & Ryan Lewis Featuring Wanz


MELHOR COLABORAÇÃO DE RAP
"Power Trip" - J. Cole Featuring Miguel
"Part II (On The Run)" - Jay Z Featuring Beyoncé
"Holy Grail" - Jay Z Featuring Justin Timberlake
"Now Or Never" - Kendrick Lamar Featuring Mary J. Blige
"Remember You - Wiz Khalifa Featuring The Weeknd


MELHOR CANÇÃO DE RAP
"F***in' Problems" - Tauheed Epps, Aubrey Graham, Kendrick Lamar, Rakim Mayers & Noah Shebib, songwriters (ASAP Rocky Featuring Drake, 2 Chainz & Kendrick Lamar)
"Holy Grail" - Shawn Carter, Terius Nash, J. Harmon, Timothy Mosley, Justin Timberlake & Ernest Wilson, songwriters (Kurt Cobain, Dave Grohl & Krist Novoselic, songwriters) (Jay Z Featuring Justin Timberlake)
"New Slaves" - Christopher Breaux, Ben Bronfman, Mike Dean, Louis Johnson, Malik Jones, Elon Rutberg, Sakiya Sandifer, Che Smith, Kanye West & Cydell Young, songwriters (Anna Adamis & Gabor Presser, songwriters) (Kanye West)
"Started From The Bottom" - W. Coleman, Aubrey Graham & Noah Shebib, songwriters (Bruno Sanfilippo, songwriter) (Drake)

"Thrift Shop" - Ben Haggerty & Ryan Lewis, songwriters (Macklemore & Ryan Lewis Featuring Wanz)

MELHOR ÁLBUM DE RAP
"Nothing Was The Same" - Drake
"Magna Carta...Holy Grail" - Jay Z
"Good Kid, M.A.A.D City" - Kendrick Lamar
"The Heist" - Macklemore & Ryan Lewis
"Yeezus" - Kanye West


MELHOR PERFORMANCE SOLO COUNTRY
"I Drive Your Truck" - Lee Brice
"I Want Crazy" - Hunter Hayes
"Mama's Broken Heart" - Miranda Lambert
"Wagon Wheel" - Darius Rucker
"Mine Would Be You" - Blake Shelton


MELHOR PERFOMANCE COUNTRY EM DUO OU GRUPO
"From This Valley" - The Civil Wars
"Don't Rush" - Kelly Clarkson Featuring Vince Gill
"Your Side Of The Bed" - Little Big Town
"Highway Don't Care" - Tim McGraw, Taylor Swift & Keith Urban
"You Can't Make Old Friends" - Kenny Rogers With Dolly Parton


MELHOR CANÇÃO COUNTRY
"Begin Again" - Taylor Swift, songwriter (Taylor Swift)
"I Drive Your Truck" - Jessi Alexander, Connie Harrington & Jimmy Yeary, songwriters (Lee Brice)
"Mama's Broken Heart" - Brandy Clark, Shane McAnally & Kacey Musgraves, songwriters (Miranda Lambert)
"Merry Go 'Round" - Shane McAnally, Kacey Musgraves & Josh Osborne, songwriters (Kacey Musgraves)
"Mine Would Be You" - Jessi Alexander, Connie Harrington & Deric Ruttan, songwriters (Blake Shelton)


MELHOR ÁLBUM DE NEW AGE
"Lux" - Brian Eno
"Illumination" - Peter Kater
"Final Call" - Kitaro
"Awakening The Fire" - R. Carlos Nakai & Will Clipman
"Love's River" - Laura Sullivan


MELHOR ÁLBUM IMPROVISADO DE JAZZ
"Don't Run" - Terence Blanchard, soloist
"Song For Maura" - Paquito D'Rivera, soloist
"Song Without Words #4: Duet" - Fred Hersch, soloist
"Stadium Jazz" - Donny McCaslin, soloist
"Orbits" - Wayne Shorter, soloist


MELHOR ÁLBUM VOCAL DE JAZZ
"The World According To Andy Bey" - Andy Bey
"Lorraine Feather" - Label: Jazzed Media
"Liquid Spirit" - Gregory Porter
"WomanChild" - Cécile McLorin Salvant
"After Blue" - Tierney Sutton


MELHOR ÁLBUM DE JAZZ INSTRUMENTAL
"Guided Tour" - The New Gary Burton Quartet
"Money Jungle: Provocative In Blue" - Terri Lyne Carrington
"Life Forum" - Gerald Clayton
"Pushing The World Away" - Kenny Garrett
"Out Here" - Christian McBride Trio


MELHOR ÁLBUM CONJUNTO DE JAZZ
"Brooklyn Babylon" - Darcy James Argue's Secret Society
"Night In Calisia" - Randy Brecker, W_odek Pawlik Trio & Kalisz Philharmonic
"Wild Beauty" - Brussels Jazz Orchestra Featuring Joe Lovano
"March Sublime" - Alan Ferber
"Intrada" - Dave Slonaker Big Band


MELHOR ÁLBUM LATINO DE JAZZ
"La Noche Más Larga" - Buika
"Song For Maura" - Paquito D'Rivera And Trio Corrente
"Yo" - Roberto Fonseca
"Egg_n" - Omar Sosa
"Latin Jazz-Jazz Latin" - Wayne Wallace Latin Jazz Quintet

 



ARTES PLÁSTICAS, ARQUITETURA, DESIGN, DECORAÇÃO


Sesc realiza exposição com obras de Portinari em Fortaleza

Depois de promover a circulação pelo interior do Estado, a partir da terça-feira (17), o *Sesc traz para Fortaleza a exposição “Portinari Trabalho e Jogo”. O acervo, que faz parte do projeto ArteSesc, do Departamento Nacional, fica em exposição até o dia 17 de janeiro, no Salão de Exposição do Sesc Senac Iracema.
Com entrada gratuita, a visitação acontece de segunda à sexta, das 9h às 20h30 e aos sábados e domingos, das 16h às 20h. As escolas podem agendar visitas, através do número (85) 3452.9090 ou 3252.2215.
O projeto ArteSesc reproduziu – fotograficamente – pinturas, gravuras e desenhos de Cândido Portinari em formato de trabalho e jogo, com o objetivo de facilitar o acesso do público brasileiro aos acervos dos museus. A mostra, destinada ao público infanto-juvenil, busca integrar os conceitos de trabalhar e brincar.
Dentre as obras do artista, os visitantes poderão encontrar trabalhos como: Lavadeiras; Menino com carneiro; O sapateiro de Brodósqui; Grupo de meninas brincando e Menino com pião.
Fruto de uma parceria entre o Sesc e os museus Castro Maya e o Projeto Portinari, o acervo, que percorre o País, segue no Ceará, indo para Iguatu no final de janeiro a março de 2014.
Menino pobre de Brodósqui, cidade interior de São Paulo, Cândido Portinari retratou sua terra e sua gente, colocando cores e formas em cenários tão reais que se transformaram em obra de arte. A delicadeza do traço, a expressão marcante dos trabalhadores, as cenas rurais e as brincadeiras de criança são parte integrante de suas criações.

SERVIÇO
Exposição – “Portinari Trabalho e Jogo” em Fortaleza
Local: Salão de Exposição do Sesc Senac Iracema (R. Boris, 90 – Praia de Iracema)
Visitação
Período: 17/12/2013 a 17/01/2014
Horário: Seg a sex – 9h às 20h30 / Sab e dom – 16h às 20h
Informações: (85) 3452.9090 / 3252.2215
Gratuito

BARES, BARRACAS DE PRAIA, CAFÉS, CLUBES, SANDUICHES, SORVETES


Boteco Praia em clima de férias

No Boteco Praia o clima é de festa o ano inteiro! O bar é sinônimo de descontração, diversão e garantia de um bom atendimento, chopp gelado e delícias gastronômicas e é o lugar ideal para quem vai curtir o período de férias em Fortaleza.
Todos os dias a casa abre para o happy hour com shows ao vivo para ambientar o clima. Sua programação musical foi repaginada e conta agora com novas atrações, além de a música começar mais cedo na sexta-feira. E para garantir a diversão entre amigos, o Boteco Praia transmite, em nove televisões, todas as lutas do Ultimate Fighting Championship® (UFC).
Localizado na Avenida Beira Mar, com espaço para 500 pessoas, o Boteco Praia oferece variado menu de petiscos de boteco tradicionais e a base de frutos do mar, além de menu a la carte, disponível também para o almoço nos finais de semana. A casa conta também com excelente carta de vinhos, espumantes e champanhe.


 
PROGRAMAÇÃO DE DEZEMBRO – SHOWS AO VIVO

2ª-feira
20h30 Marcos Nunes (MPB, voz e violão)

3ª-feira
20h30 The Jones (Pop rock internacional)

4ª-feira
20h30 Neto Rodrigues (Pop rock nacional e som de barzinho)

5ª-feira
20h30 Sergio e Leo (Sertanejo)

6ª-feira
17h00 Neto Rodrigues (Voz e violão)
19h00 Zona Azul (Pop rock nacional e internacional)
22h00 Outdoor (Pop rock nacional e internacional)

Sábado
13h – 17h Feijoada e Chorinho de Boteco
17h00 Singular (Pop rock nacional e internacional)
20h30 Vitrola 55 (Rock acústico)
23h00 Stefano Marques (Surf music)

Domingo
18h00 Mel Mattos (Bossa Nova e MPB)
20h30 Neto Rodrigues (Pop rock acústico)

SERVIÇO
Boteco Praia – Avenida Beira Mar, 1680, Meireles
Horário de funcionamento: de segunda à sexta, a partir das 17h; sábados e domingos, a partir das 12h
Bufê Feijoada (aos sábados): R$ 28,90 por pessoa
Couvert Artístico: R$ 5,90
Mais informações e reservas: 3248.4773

BASTIDORES

Morre Mestre da Cultura José Pereira de Oliveira, miniaturista de jangadas em Aquiraz


Artesão das miniaturas de jangadas, escolhido em 2006 como Mestre da Cultura pelo Conselho Estadual de Preservação do Patrimônio Cultural do Ceará, José Pereira de Oliveira, Seu Oliveira, faleceu nessa quarta-feira (11), aos 88 anos, após duas paradas cardíacas e insuficiência respiratória - ele já havia sofrido seis acidentes vasculares cerebrais. O corpo está sendo velado na residência do artesão (Av. Damião Tavares de Souza, Prainha), em Aquiraz, a mesma cidade onde nasceu em 25 de setembro de 1925, numa casinha simples, a poucos metros do mar. Haverá missa às 15h desta quinta-feira (12), na Capela Nossa Senhora dos Navegantes, em Aquiraz, seguida do sepultamento às 16h20min, no Cemitério Municipal.
José Pereira de Oliveira tornou-se pescador numa época em que nem se usava fio de nylon – eram três fios de linha 10, grudados por um preparo à base de resina de cajueiro. Navegando em jangadas, fez grandes pescarias e conheceu boa parte da costa brasileira. Da lida, tornou-se artista. De tanto construir as embarcações, desenvolveu a inspiração e a arte para reproduzi-las em miniaturas, com um detalhamento que se destacava no artesanato da Prainha.
Para as grandes e minúsculas jangadas, Zé Oliveira tinha predileção pela vela de cor branca. A pedidos, para chamar mais a atenção dos turistas, passou a incluir nas miniaturas as velas amarela e vermelha, feitas com “cipó de imbé, que vem do olho da árvore, na mata fechada, onde as cobras cantam”, como dizia, ou com madeira imburana, raiz de cajueiro, tranca e matamatá, entre outros materiais.
Zé Oliveira casou-se com Auristela, com quem concebeu 15 filhos, embora dois tenham morrido na barriga da mãe e cinco tenham falecido ainda pequenos. A mulher com quem viveu por 59 anos também desenvolveu a habilidade artística, trabalhando como rendeira ao longo de toda a vida. Dona Auristela faleceu em 2011.
Seu Oliveira foi escolhido Mestre da Cultura por uma comissão formada por um representante do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea-CE), André Luiz Costa; da Secretaria do Turismo do Estado (Setur), Francisco José Leite Barros, e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), Olga Paiva, além dos representantes da Secretaria da Cultura do Estado, o teatrólogo Oswald Barroso, a socióloga Fátima Façanha e o coordenador do Patrimônio Artístico, Histórico e Cultural, Otávio Menezes. O resultado da seleção foi publicado no Diário Oficial de 30 de maio de 2006.

Mestres da Cultura

Indicado para receber o título de Mestre da Cultura em 2006, Seu Oliveira foi agraciado ao lado de outros 11 tesouros vivos, os mestres Antônio (Antônio Pinto Fernandes-Aurora), construtor de rabecas; Gilberto Calungueiro (Gilberto Ferreira de Araújo-Icapuí), que desenvolve teatro de bonecos; João Mocó (João Evangelista dos Santos-Granja), pela preservação da tradição do bumba-meu-boi; Joaquim de Cota (Joaquim Pereira Lima-Assaré), também já falecido e que se destacava pelo artesanato em couro; Seu Zé Matias (José Matias da Silva-Caririaçu), pela tradição do reisado; Mestre Joviniano (Joviniano Alves Feitosa-Crateús), mestre santeiro também já falecido; Mestre Graciano (Manoel Graciano Cardoso dos Santos-Juazeiro do Norte), que se destaca pelo artesanato em madeira; Dona Tatai (Maria Pereira da Silva-Juazeiro), também falecida e que tinha como tradição cultural a lapinha; Mestre Zé Pedro (Pedro Alves da Silva-Guaramiranga), pelo artesanato com trançado em cipó de Imbé; Sebastião Chicute (Sebastião Alves Lourenço-Capistrano), cordelista; e Mestra Zulene (Zulene Galdino Sousa-Crato), pela preservação do pastoril, dança do coco, maneiro pau.
Desde 2004, o título de Mestre da Cultura já foi entregue a 68 pessoas e cinco grupos. Outros dois mestres e mais três grupos serão agraciados em 2013. Com a morte do Mestre Zé Oliveira, a lista passa a ter 14 mestres falecidos.

BELEZA

Primavera-Verão 2014: Fuller Cosméticos lança Linha Águas da Manhã
 
Os lançamentos "Águas da Manhã Frescor" e " Águas da Manhã Flores" chegam ao mercado como opções de colônias  leves, refrescantes  e com fragrâncias duradouras

Fuller, marca importada de cosméticos da Multinacional Tupperware Brasil, apresenta o lançamento da nova linha Águas da Manhã Desodorante Colônia. Adequadas para as regiões mais quentes do país, "Frescor" e "Flores" são as duas novas fragrâncias consideradas ideais para o clima tropical e para as mulheres que buscam perfumes suaves, que prolongam a sensação de frescor "pós banho".
Para Luiza Souza, diretora de marketing da Tupperware Brasil, o banho é um ritual de relaxamento. “Fragrâncias que proporcionam sensação de frescor e bem-estar durante todo o dia são muito procuradas durante a estação primavera-verão", explica.

As fragrâncias
Águas da Manhã Frescor:

Oferece, em sua primeira esfera, a Bergamota, o Abacaxi, Maçã e Laranja. No corpo, estão a Rosa, a Gardênia, o Lírio do Vale, o Pêssego e o Patchouli. Já a última esfera é composta de Musgo de Carvalho, Vetiver, FavaTonka, Baunilha e Almíscar, que dão um toque especial à fragrância.

Águas da Manhã Flores:

Notas de Bergamota, Limão e Abacaxi transmitem uma sensação única logo nos primeiros segundos de aplicação. Fougére, Gerânio e Lavanda - notas de corpo -, proporcionam o bem-estar. E, para finalizar, o Almíscar e acordes amadeirados, como notas de fundo.

As colônias possuem frascos com volume maior, ideais para serem usadas várias vezes ao dia. Ambas as fragrâncias estão disponíveis em todo o território nacional, por meio do sistema de venda direta. Para adquiri-las, entre em contato com as revendedoras e distribuidores da marca pelo site: www.tuppeware.com.br no link Encontre um Distribuidor.

 Serviço
Águas da Manhã Frescor ou Flores Desodorante (250 ml)
Preço Sugerido: R$ 38,00
Telefone: (11)  3054-5913
Site: www.tupperware.com.br

CENA GLS

AGUARDEM AS NOVIDADES DO DIVIRTA-CE DE DEZEMBRO...

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CINEMA

“O Hobbit: A Desolação de Smaug” é sombrio mas diverte 

Novo filme é uma das estreias da semana nos cinemas de Fortaleza

As férias nos cinemas já começaram, trazendo grandes blockbusters hollywoodianos. “O Hobbit: A Desolação de Smaug” é a novidade da semana no circuito. O filme começa com tom diferente do primeiro, “Uma Jornada Inesperada”. Começa também distinto do livro, incorporando elemento dos “Contos Inacabados” de J.R.R. Tolkien. E isso já é aspecto o suficiente para se sentir a mudança na continuação da saga de Bilbo Bolseiro e a Companhia dos Anões de seu anterior. Em um flashback, na já conhecida vila de Bree, Gandalf alerta Thorin Escudo-de-Carvalho do perigo que a Montanha Solitária carrega enquanto adormecida junto ao dragão que a habita. A missão é dada e a urgência tão presente na trilogia de “O Senhor dos Aneis” dá os seus primeiros sinais.


O espírito de alerta e do despertar de um mal elevam o envolvimento do longa-metragem que, embora tão longo quanto “Uma Jornada Inesperada”, é menos enfadonho e mais intenso. Isso também se deve a passagens de acontecimentos mais relevantes. Há uma grande diferença de tom entre “O Hobbit” de “O Senhor dos Aneis”. A saga do Um Anel é sobre salvar o mundo e a de Bilbo uma história de aventura. Mas a aproximação das duas trilogias, que agora transcende a aparição de rostos conhecidos, faz-se presente e a ruína da Terra Média está se iniciando.
A trilha sonora de Howard Shore e tomadas dos cenários da Nova Zelândia são suficientes para abrir o sorriso em qualquer espectador e fazer mergulhar no vasto universo criado por Tolkien e transportado à tela por Peter Jackson. Porém, agora, a preocupação com a missão e com o destino de todos é maior.
O esmero técnico continua grandioso. As cenas de ação são mais contextualizadas e não apenas preenchem buracos como em “Uma Jornada Inesperada” – elas fazem sentido. Usando o efeito do 3D com maestria, Peter Jackson dá mais profundidade ao já imenso território da Terra Média. A riqueza de produção dos cenários e os impressionantes movimentos e viagens de câmera são dignos de representar a magnitude e amplitude de cada sequência e ambiente e acrescentam a já refinada fotografia da bela Nova Zelândia.

CINEMA CEARÁ

“Colegas” e “Palhaços” foram destaques na premiação do I FestCine São Gonçalo
A cidade de São Gonçalo do Amarante, distante 60 km de Fortaleza, transformou-se na cidade da Sétima Arte durante esta última semana com a realização do I FESTCINE SÃO GONÇALO. O festival encerrou sua edição na noite deste domingo, 08 de dezembro, quando foram anunciados os vencedores das mostras competitivas de curta e longa-metragem nas quais destacaram-se  o curta-metragem Palhaços Tristes, de Rafael Lobo (DF), foi agraciado com o prêmio de Melhor Filme e Melhor Diretor. Já o aclamado longa-metragem Colegas, de Marcelo Galvão (SP), recebeu os prêmios de Melhor Filme, Melhor Diretor e Júri Popular.
Antes, a noite foi de homenagens ao prefeito de São Gonçalo do Amarante, Cláudio Pinho, à coordenadora pedagógica do SESC Ler de São Gonçalo do Amarante, Vênus de Andrade Cunha e homenagem in memoriam ao escritor, ex-deputado, prefeito e secretário de cultura, Barros Pinho. Segundo o prefeito Cláudio Pinho, o festival representa um novo tempo para a cultura de São Gonçalo do Amarante.
O festival em seu período de inscrição recebeu produções de realizadores cearenses, de produções de várias regiões do País e da Argentina. Os filmes escolhidos para compor as mostras competitivas concorreram ao Troféu Barros Pinho e premiação em dinheiro.
Nos dias de evento aconteceu a feira de artesanato reunindo a produção dos artesãos locais e shows musicais.

PREMIAÇÃO – I FESTCINE SÃO GONÇALO
CATEGORIA CURTA-METRAGEM
MELHOR FILME – PALHAÇOS TRISTES, DE RAFAEL  LOBO (DF)
 MELHOR DIRETOR -  RAFAEL  LOBO - PALHAÇOS TRISTES (DF)
 MELHOR FOTOGRAFIA -  FELIPE MENEGHEL -  I STILL LOVE YOU (PR)
 MELHOR ATOR – DANILO ANDRADE – OS LADOS DA RUA (ES)
MELHOR ATRIZ – FERNANDA MONTENEGRO – A DAMA DO ESTÁCIO (RJ)
MELHOR ROTEIRO – EDUARDO ADES - A DAMA DO ESTÁCIO (RJ)
 MELHOR TRILHA SONORA  -  FABRICIO LICKS  - A ÚLTIMA REUNIÃO DANÇANTE  (RS)
 MENÇÃO HONROSA – DAMAS DA LIBERDADE – CELIA GURGEL E JOE PIMENTEL (CE)
 JÚRI POPULAR – SUASSUNA – PELEJA DO SONHO  COM A INJUSTIÇA -  FILIPE GONTIJO (DF)

 CATEGORIA LONGA-METRAGEM

MELHOR FILME – COLEGAS, DE MARCELO  GALVÃO (SP)
 MELHOR DIRETOR – MARCELO GALVÃO  – COLEGAS  (SP)
 MELHOR FOTOGRAFIA – RODRIGO ALAYETE  - MINUTOS ATRÁS (RJ)
 MELHOR ATOR – VLADIMIR BRICHTA – MINUTOS ATRÁS (RJ)
MELHOR ATRIZ – MARIA LUIZ TAVARES – ELES VOLTAM (PE)
 MELHOR TRILHA – PAULINHO MOSKA – MINUTOS ATRAS (RJ)
 MELHOR ROTEIRO – CAIOH SÓH – MINUTOS ATRÁS  (RJ)
 JÚRI POPULAR – COLEGAS (SP)
MENÇÃO HONROSA – ALUMBRONES - BRUCE DONNELLY (BR/EUA )

CINEMA DE ARTE

Capital cearense recebe 'Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul'

Fortaleza recebe até o dia 14 de dezembro a “8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul”, em cartaz no Cine Benjamin Abrahão da Casa Amarela Eusélio Oliveira, da Universidade Federal do Ceará (UFC). O evento é uma iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR), em parceria com o Ministério da Cultura (MINC) e acontecerá em todas as capitais do Brasil, no Distrito Federal e em mais de 600 pontos espalhados por cidades do interior do país.
As obras têm um foco em comum: o fortalecimento da educação e da cultura em direitos humanos, o respeito às diversidades e o exercício da cidadania. Além disso, elas abordam diversos temas relacionados aos direitos humanos, como inclusão das pessoas com deficiência, diversidade sexual, direito à memória e à verdade, população de rua, preconceito racial, direito ao trabalho digno, entre outros.  O público poderá votar para escolher os melhores.

Iniciada em dezembro de 2006, em alusão ao aniversário da Declaração dos Direitos Humanos, a 8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma produção da Universidade Federal Fluminense (UFF). O evento garante acessibilidade: toda a filmografia é exibida com closed caption (o sistema permite que legendas informem não apenas o que é dito, mas também todos os sons que fazem parte da cena) para pessoas com deficiência auditiva e haverá sessões com audiodescrição para pessoas com deficiência visual, onde o narrador descreve com o máximo de detalhes o que pode ser visto na cena e o que é indicado fora dela. “Nossa proposta é utilizar a linguagem cinematográfica para estabelecer um diálogo direto com a população. A Mostra tem o importante papel de disseminar e fortalecer a educação e a cultura em Direitos Humanos, especialmente de forma a alcançar os setores historicamente excluídos ou com menos acesso a bens culturais, tratando do enfrentamento a todas as formas de violações de direitos”, assinala a ministra de Estado-Chefe de Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Maria do Rosário Nunes.
Para o Reitor da Universidade Federal Fluminense, Roberto Salles, o diálogo com a Secretaria dos Direitos Humanos na esteira da Mostra coloca a Universidade no lugar que ele acredita ser de sua natureza: “um lugar de compromisso com o direito e com a potência da diferença e dos ideais democráticos que visam, antes de tudo, permitir que todos possam participar ativamente dos destinos do mundo”.
Serviço8ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul.
Local: Cine Benjamin Abrahão da Casa Amarela Eusélio Oliveira, da Universidade Federal do
Ceará (UFC), na Av. da Universidade, 2591- Benfica.
Entrada Franca.







RESUMO DOS FILMES
8ª MOSTRA CINEMA E DIREITOS HUMANOS NA AMÉRICA DO SUL

Mostra COMPETITIVA

A cidade é uma só – Ardiley Queirós (Brasil, 2011, 73’)
Reflexão sobre os 50 anos de Brasília, tendo como foco a discussão sobre o processo permanente de exclusão territorial e social que uma parcela considerável da população do Distrito Federal e do entorno sofre, e de como essas pessoas restabelecem a ordem social através do cotidiano. O ponto de partida dessa reflexão é a chamada Campanha de Erradicação de Invasões (CEI), que, em 1971, removeu os barracos que ocupavam os arredores da então jovem Brasília. Tendo a Ceilândia como referência histórica, os personagens do filme vivem e presenciam as mudanças da cidade.

A Onda traz, o vento leva - Gabriel Mascaro (Brasil, 2012, 28’)
Rodrigo é surdo e trabalha numa equipadora instalando som em carros. O filme é uma jornada sensorial sobre um cotidiano marcado por ruídos, vibrações, incomunicabilidade, ambiguidade e dúvidas.

As Iracemas - Alexandre Pires Cavalcanti (Brasil, 2012, 84’)
Um olhar sobre a vida de quatro mulheres de uma mesma família que vivem isoladas num casebre de pau-a-pique na região do Alto do Mingú, entre os municípios de Rio Acima e Raposos (MG).

Acalanto - Arturo Saboia (Brasil, 2013, 23’)
Uma senhora analfabeta busca amenizar a saudade do seu filho ao solicitar a um conhecido para que leia diversas vezes a mesma velha e única carta enviada há dez anos por seu filho. Através dessas leituras, uma bonita amizade e cumplicidade é criada entre os dois.

Caíto - Guillermo Pfening (Argentina, 2012, 70’)
Caíto conta a relação de amor entre dois irmãos: Guillermo é ator e emigrou para Buenos Aires, Caíto ficou em Marcos Juárez, em Córdoba. Guillermo volta como diretor a sua cidade natal, com atores, câmeras, luzes e toda uma equipe técnica para fazer um registro documental do dia a dia de seu irmão. Ao observá-lo em sua relação com o pai, a fisioterapeuta, as mulheres, os amigos, descobre em Caíto um profundo desejo de ser pai. A partir desse momento, oferece a ele um relato de ficção para que seja o protagonista de sua história idílica.

Caixa D'água: Qui-lombo é esse? – Everlane Morais (Brasil, 2012, 15’)
O documentário "Caixa D'água: Qui-lombo é esse?" Relata, através de depoimentos de antigos moradores e de acervos fotográficos, a importância no âmbito cultural e histórico do bairro Getúlio Vargas localizado em Aracaju, capital de Sergipe. A ênfase é dada à cultura negra e à presença do negro escravo e seus descendentes, com o resgate de assuntos relacionados à sua origem, oralidade, localização geográfica e consciência - de sua identidade racial, mostrando que, apesar dessa comunidade existir em uma área urbana, ainda mantém muitos aspectos da vida em quilombo dos antigos negros escravos do Brasil.

Carga Viva - Deborah de Oliveira (Brasil, 2013, 18’)
Uma família, o tempo, o ofício. O tempo do ofício.

Codinome Beija-Flor - Higor Rodrigues (Brasil, 2012, 16’)
Viver é correr riscos. Com os relacionamentos, aprendemos a viver. Há marcas que são levadas para o resto da vida. Documentário sobre pessoas soropositivas.

Doméstica – Gabriel Mascaro (Brasil, 2012, 75’)
Sete adolescentes assumem a missão de registrar por uma semana a sua empregada doméstica e entregar o material bruto para o diretor realizar um filme com essas imagens. Entre o choque da intimidade, as relações de poder e a performance do cotidiano, o filme lança um olhar contemporâneo sobre o trabalho doméstico no ambiente familiar e se transforma num potente ensaio sobre afeto e trabalho.

Em busca de um lugar comum - Felippe Schultz Mussel (Brasil, 2012, 80’)
Rio de Janeiro, 2011. Anunciadas mundo afora como principal cenário das mazelas sociais brasileiras, as favelas cariocas se consolidaram como um dos pontos mais visitados do Rio. Imerso nos passeios pela Favela da Rocinha, o documentário investiga os desejos e as imagens envolvidas na construção deste disputado destino turístico. Um mercado que, atento às demandas, não cessa em projetar seus novos atrativos.

Ilegal.com – Alessandro Angulo Brandestini (Colômbia, 2012, 70’)
Este documentário explora as razões pelas quais a guerra contra as drogas nunca conseguiu erradicar o problema do narcotráfico e do consumo de droga.  Vários depoimentos de figuras importantes, como Ethan Nadelmann, Milton Friedman, Noam Chomsky, Daniel Mejía, Rodrigo Uprimny e Alfredo Rangel, entre outros, ajudam neste debate que contempla a opção de uma possível legalização.

Insurgentes – Jorge Sanjinés (Bolívia, 2012, 83’)
Através da reconstrução de momentos históricos cruciais na luta dos índios da Bolívia pela sua soberania perdida, em decorrência da colonização espanhola e da opressão dos descendentes dos criolos, regata-se a história de cada herói indígena que brilhou com luz própria na grande façanha que culminou com a ascensão de um índio à Presidência da Bolívia. 

Katia – Karla Holanda (Brasil, 2012, 74’)
Este documentário conta a história da primeira transexual eleita para um cargo político no Brasil. Além de mostrar como José se transformou em Kátia Tapety, o filme nos apresenta a trajetória política da travesti piauiense que lidou com o preconceito do pai na infância, mas hoje é respeitada entre seus conterrâneos. Ela foi a vereadora mais votada de seu município por três vezes consecutivas e chegou a vice-prefeitura da cidade de Colônia do Piauí, entre 2004 e 2008.

Malunguinho - Felipe Peres Calheiros (Brasil, 2013, 15’)
Malunguinho liderou o quilombo do Catucá, nos arredores de Recife, no início do século XIX. Apesar de ter sido assassinado em 1835, ainda hoje é cultuado pelos praticantes da Jurema Sagrada, religião de matriz indígena com influências africanas do Nordeste do Brasil.

Maio, nosso maio - Farid Abdelnour (Brasil, 2011, 12’)
Feita com software livre e em um processo coletivo, a animação "Maio Nosso Maio" apresenta de forma leve e compromissada uma leitura histórica que resgata o sentido original do Dia dos Trabalhadores.

O Prisioneiro – Martin Deus, Omar Zambrano e Juan Chappa (Venezuela, 2012, 24’)
Um grupo de escoteiros está jogando um jogo de estratégia nas montanhas quando dois integrantes da equipe amarela decidem fazer um membro da equipe vermelha prisioneiro.

Os dias com ele – Maria Clara Escobar (Brasil, 2013, 107’)
Maria Clara mergulha no passado quase desconhecido de seu pai, Carlos Henrique Escobar. As descobertas e frustrações de acessar a memória de um homem e de um período da história brasileira cheio de lacunas. Ele, um intelectual preso e torturado durante a ditadura militar, não fala sobre isso desde aquele tempo.

Leve-me pra sair - Zé Agripino (Coletivo Lumika) (Brasil, 2012, 19’)
Um grupo de adolescentes gays da cidade de São Paulo e suas visões de mundo.

“Paralelo 10” – Sílvio Da-Rin (Brasil, 2011, 87’)
Retrata um trabalho pioneiro e arriscado realizado em uma pequena base Xinane, da FUNAI, próximo ao Paralelo 10º Sul, oeste do Acre, na fronteira com o Peru. Em instalações simples, no meio da selva, o sertanista José Carlos Meirelles leva adiante a difícil missão de proteger os índios isolados da região, contando com o auxílio do antropólogo Terri Aquino. Com poucos recursos, os especialistas desempenham incansavelmente suas tarefas. Além de realizarem uma negociação permanente com as populações ribeirinhas da área, eles também lidam com o enfrentamento com traficantes e posseiros que tentam invadi-la.

Quando a casa é na rua - Thereza Jessouroun (Brasil, 2012, 35’)
O que leva crianças e jovens a viver nas ruas? O que faz com que deixem as ruas? O documentário procura responder essas perguntas com depoimentos e imagens cotidianas de jovens que cresceram nas ruas da cidade do México e do Rio de Janeiro.

Repare bem – Maria Augusta de Medeiros (Brasil, 2012, 95’)
Durante a ditadura militar no Brasil, Denise Crispim, filha de pais militantes, envolve-se com o guerrilheiro Eduardo Leite, conhecido como Bacuri. A relação dá origem a uma gravidez, no mesmo período em que o regime começa a perseguir a família de Denise. Em pouco tempo, seu irmão é assassinado e sua mãe é presa. Quanto à Bacuri, ele é torturado durante mais de três meses, e depois assassinado. Com o nascimento da pequena Eduarda, Denise consegue asilo político no Chile, embora o golpe de Pinochet force mãe e filha a se mudarem para a Itália. Mais de quarenta anos após os fatos, as duas recebem anistia do governo brasileiro, e decidem contar a sua história.

Sibila – Teresa Arredondo (Chile/Espanha/França/Perú, 2012, 95’)
Documentário sobre a vida e a família da chilena Sybila Arredondo, presa por 15 anos no Peru, acusada de fazer parte do grupo revolucionário Sendero Luminoso.

Silêncio - Alberto Bellezia / Cid César Augusto (Brasil, 2012, 12’)
João Melo é conhecido como silêncio. Ele mora numa caverna há 27 anos.

Uma História de Amor e Fúria – Luiz Bolognesi (Brasil, 2013, 75’)
Um homem com quase 600 anos de idade acompanha a história do Brasil, enquanto procura a ressurreição de sua amada Janaína. Ele enfrenta as batalhas entre tupinambás e tupiniquins, antes dos portugueses chegarem ao país, e passa pela Balaiada e o movimento de resistência contra a ditadura militar, antes de enfrentar a guerra pela água em 2006.

Mostra indígena

As hiper-mulheres – Takumã Kuikuro, Carlos Fausto, Leonardo Sette (Brasil, 2011, 80’)
Temendo a morte da esposa idosa, um velho pede que seu sobrinho realize o Jamurikumalu, o maior ritual feminino do Alto Xingu (MT), para que ela possa cantar uma última vez. As mulheres do grupo começam os ensaios, enquanto a única cantora que de fato sabe todas as músicas se encontra gravemente doente. Premiado no festival de Gramado com os prêmios Especial do Júri e Melhor Montagem.

Bicicletas de Nhanderu - Patrícia Ferreira e Ariel Ortega (Brasil, 2011, 48’)
Uma imersão na espiritualidade presente no cotidiano dos Mbya-Guarani da aldeia Koenju, em São Miguel das Missões no Rio Grande do Sul

Kene Yuxi, as voltas do Kene - Zezinho Yube (Brasil, 2006, 48’)
Ao tentar reverter o abandono das tradições do seu povo e seguindo as pesquisas do seu pai, professor e escritor Joaquim Maná, Zezinho Yube corre atrás dos conhecimentos dos grafismos tradicionais das mulheres Huni Kui auxiliado por sua mãe.

PI´ÕNHITSI, Mulheres Xavantes sem Nome – Divino Tserewahú, Tiago Torres (Brasil, 2009, 54’)
Desde 2002, Divino Tserewahú tenta produzir um filme sobre o ritual de iniciação feminino, que já não se pratica em nenhuma outra aldeia Xavante, mas desde o começo das filmagens todas as tentativas foram interrompidas. No filme, jovens e velhos debatem sobre as dificuldades e resistências para realização desta festa.

Mostra Vladimir carvalho

Barra 68 – Sem Perder a Ternura - Vladimir Carvalho (Brasil, 1961, 82’)
Desde os seus primórdios, Brasília foi fortemente marcada pelos acontecimentos políticos, como a renúncia de Jânio Quadros e o golpe militar de 64. Envolvida, a comunidade conheceu a intranquilidade e ficou estigmatizada pela repressão. Um dos seus bens mais preciosos, a Universidade, criada por Darcy Ribeiro, foi agredida em 64, 68 e 77. Na primeira vez a UnB foi ocupada por tropas militares e quase perdeu todo o seu corpo docente que voluntariamente se demitiu em protesto célebre.
A crise se arrastou por quatro longos anos e em l968, com o movimento deflagrado em reação ao assassinato de Edson Luís, no Rio de Janeiro, as ruas de Brasília assistiram aos embates entre estudantes e a polícia. As famílias sobressaltadas procuravam alento nos ofícios religiosos, enquanto cerca de 5OO jovens eram detidos numa praça de esportes no campus da UnB. Tudo culmina, depois de lances dramáticos com a prisão de parlamentares, o fechamento do Congresso Nacional e a promulgação do AI-5. Essa trajetória é resgatada através da urdidura de depoimentos, casos e histórias mesclados às raras imagens e sons que ficaram e perfazem, de uma época, uma memória imperfeita, mas sempre verdadeira.

Brasília Segundo Feldman - Vladimir Carvalho (Brasil, 1979, 22’)
Os primeiros tempos de Brasília, no último ano de sua construção. Depoimentos de pioneiros e trabalhadores sobre aquele momento e as condições de vida dos candangos. A trilha sonora vale-se de gravações realizadas à época, emprestando especial colorido ao filme.

Conterrâneos Velhos de Guerra - Vladimir Carvalho (Brasil, 1991, 153’)
Os primeiros tempos de Brasília, ainda era construção, em 1959. Os canteiros de obras se espalham por toda parte e os trabalhadores, chamados de candangos, afluem de vários pontos do país, especialmente do Nordeste. São péssimas as condições de trabalho, terminando por provocar uma chacina que vitimou grande número de operários. A memória deste e de outros episódios chega aos nossos dias pelo testemunho daqueles que viveram a experiência da construção da capital brasileira.

O Evangelho Segundo Teotônio - Vladimir Carvalho (Brasil, 1984, 85’)
Passagens da vida do senador alagoano Teotônio Vilela. Todo o processo de sua formação como homem público, desde a sua infância como menino de engenho até a etapa com sua campanha pela restauração democrática do país e a liberdade dos presos políticos. Ao final, a sua agonia vitimado pelo câncer contra o qual lutou até seus últimos dias.

O País de São Saruê - Vladimir Carvalho (Brasil, 1979, 80’)
A ação do homem nas terras secas do sertão nordestino, colonizado depois da luta contra os índios que foram exterminados. O latifúndio na exploração da terra gerou um sistema carregado de injustiça social, responsável pela miséria e o atraso da região. Esse quadro é visto e poetizado através dos três reinos da natureza: animal, vegetal e mineral, com a criação de gado, a lavoura do algodão e a exploração do ouro.

programas especiais

Argentina: Dreaming of a Clean River – 6´27”

Um dos rios mais poluídos do mundo atravessa Buenos Aires, o que ameaça a saúde da população mais pobre.  Agora, uma determinada menina de nove anos e sua mãe decidiram que “basta”.

Colombia: Wayuu “Gold” - 8´46”

Colombia – terra de uma das reservas mais preciosas do mundo.  Porém, nem todos os colombianos estão ganhando a sua parte.  Nós viajamos a um remoto lugar do país onde uma mulher extraordinária está lutando pela sobrevivência de sua comunidade.


Transformer: AK – 47s Into Guitars – 5´22”

Acreditar que as coisas podem mudar para melhor.  Isso é a chave para a recuperação de muitos indivíduos – e sociedade – depois de viverem momentos ruins. Esta é a história de um artista que ajuda as pessoas a imaginarem como podem transformar uma história de violência.


Los descendientes del Jaguar - Eriberto Gualinga, Mariano Machain, David Whitbourn (Equador/Inglaterra, 2012,  29’)
O processo de demanda do povo indígena de Sarayaku diante da Corte Interamericana de Direitos Humanos, em decorrência da exploração petrolífera durante o governo Gutiérez. A entrega desses territórios desrespeita a norma que indica que uma consulta deve ser feita aos habitantes.  O filme acompanha os habitantes que, em seus depoimentos, reivindicam a importância da natureza sobre a exploração do petróleo.

Paredes invisíveis: Hanseníase Região Norte - Caco Schmitt (Brasil, 2012, 35’)
O documentário conta a história da hanseníase e das pessoas atingidas pela doença na região Norte. Composto por relatos de pessoas que foram compulsoriamente internadas e isoladas em hospitais-colônia, além do registro do impacto da indenização concedida pela Lei 11.520/2007 em suas vidas.

CINEMA NACIONAL

AGUARDEM AS NOVIDADES DO DIVIRTA-CE DE DEZEMBRO...