LIVROS - NÃO FICÇÃO

Filosofia: Essa tal felicidade...

O que é a felicidade? Ela desempenha um papel determinante na formação e orientação de nossas vidas? Como lidamos com os conflitos entre as carias coisas que nos fazem felizes?A idéia de felicidade direciona para uma avaliação abrangente de condição de uma pessoa e pretende levar em consideração o que é desejável e vale a pena pela os humanos. Os vários objetivos, gozos, desejos, julgamentos sobre o que vale a pena - todos os quais se acredita que a felicidade inclui - muitas vezes parecem estar em conflito entre si.O conceito de felicidade pode simplesmente ser a expressão de uma firme mas irrealizável esperança de algum tipo de coerência de objetivos. Segundo o autor, uma história da felicidade, tal como surge na filosofia ocidental, deve conter descrições de tentativas importantes de concretizar a esperança ou, de certa maneira, harmonizar ou sintetizar esses elementos.Sempre relacionando questões sobre a felicidade com temas centrais da filosofia prática e da ética, este livro aborda as diversas caracterizações filosóficas da felicidade: a harmonia da alma (Platão), o bem-estar ou a prosperidade como objetivo da vida ética (Aristóteles), a visão da essência divina (Tomás de Aquino), o cálculo hedonístico (Bentham) e o ceticismo em relação e um conceito completo e consistente de felicidade (Nietzsche e Freud).








História: A saga dos escravos em Minas

Vivaldo Barbosa é conhecido como político de luta. Não qualquer luta, mas a da justiça social, a mais importante de todas. Com esse livro demonstra também cultura e sensibilidade de historiador.

A história é um dos gêneros literários mais difíceis. Apoiada em técnicas científicas (ela própria não é uma ciência), só se realiza quando é contada ou lida, o que exige do historiador talento narrativo. Talento narrativo não é “escrever bem”, mas seduzir o leitor, levá-lo a viver a aventura existencial que o historiador lhe apresenta. Os bons livros de história – como este Meeiros de café. Gente e ocupação da zona proibida do Caparaó – nos pegam pelo pé. São, como o livro de Vivaldo, um exercício de alteridade: viver a vida do outro e, com isso, se acrescentar de humanidade.

Marc Bloch escreveu que o historiador fareja a caça humana onde ela estiver. Em Caparaó, um nome que nos traz imediata reminiscência, boa e má, Vivaldo farejou gente. Ali onde os de fora só vêem o inóspito, a selva, o inacessível, ele sabia que se esconde uma aventura existencial. Sabia por que é de lá, sua família viveu a trama fabulosa de ocupação da terra. O DNA da história brasileira, digamos assim, é essa ocupação do deserto (corruptela de desertão) por gente de toda a parte – Suíça, Espanha, Japão... daqui mesmo, um deslocamento incessante que deixa no seu rastro sangue e mais sangue mas, também, sementes de uma nova gente.

O povo brasileiro se construiu pelo enfrentamento do proibido, este é o universal brasileiro. Assim, ao contar a ocupação da Zona Proibida do Caparão, no centro-leste, Vivaldo casa, dialeticamente, o universal com o particular – um dos mandamentos do método histórico. O leitor verá também, do primeiro ao último parágrafo, que a história daquela gente é a história de Vivaldo, que ao falar dela está falando de si: o objeto estudado preenche o sujeito que estuda. Estamos entre a história e a saga.

É ocioso chamar a atenção do leitor para qualquer parte do livro, capítulo, episódio, conclusão Se tivesse de escolher apenas uma, ficaria com a contextualização histórica da venda como intermediação necessária entre o fazendeiro e o meeiro.

Sobre o autor: Vivaldo Barbosa é advogado formado pela UERJ. Fez mestrado e doutorado na Universidade de Harvard. É professor da UNIRIO. Já foi professor da PUC, Cândido Mendes e da Fundação Getúlio Vargas. Foi Secretário de Justiça do Rio no Governo Leonel Brizola. Foi Deputado Federal e líder da bancada do PDT.






A virada lingüística da economia e seus efeitos sobre a política


Em O lugar das meias, Christian Marazzi mostra como a comunicação influenciou os meios de produção

Trabalhar comunicando. Nossos tempos conheceram uma transformação profunda dos processos produtivos. Enquanto a cadeia de montagem excluía toda e qualquer forma de linguagem como fator diretamente produtivo, hoje não há produção sem comunicação: pelo contrário, trabalho e informação se sobrepõem necessariamente para garantir o máximo efeito no menor tempo possível. Eis aí o advento das novas tecnologias como verdadeiras e próprias máquinas lingüísticas.

Esta revolução impôs um novo modelo de trabalhador, não mais especializado, mas versátil, capaz de se adaptar a novas exigências. Se no passado triunfava uma produção padronizada em massa (foi Henry Ford que, no início do século, organizou nos Estados Unidos a chamada cadeia de montagem), hoje se impõem produtos diferenciados e variados segundo os gostos dos consumidores.

É este o modelo pós-fordista sobre o qual Christian Marazzi trata em O LUGAR DAS MEIAS, percorrendo os seus desenvolvimentos, das origens japonesas até as inovações relacionadas às esferas políticas e administrativas cada vez mais diretamente envolvidas na determinação do processo produtivo e de suas conseqüências. O "lugar em que se guardam as meias" não é, portanto, um ensaio estritamente voltado para a crítica econômica uma vez que investe em problemáticas relativas à nossa vida social, à teoria política, às instituições democráticas, às relações interpessoais, ao papel da linguagem na democracia liberal.

E é exatamente a irrupção da linguagem na esfera produtiva, com todas as suas conseqüências, o objeto privilegiado de O LUGAR DAS MEIAS, que oscila entre filosofia política, teoria econômica e crítica da sociedade contemporânea. Uma sociedade que exalta a esfera publicitária corre o risco, ao mesmo tempo, de permanecer órfã de uma comunidade política própria e verdadeira. Isto com as contradições -freqüentemente dramáticas - bem visíveis da atualidade.

Christian Marazzi nasceu em 1951, é doutor em Economia e trabalha junto ao Departamento Obras Sociais do Cantão Ticino da Suíça. Lecionou na Universidade de Pádua, na State University de Nova York e na Universidade de Lausanne. Atualmente é docente na Universidade de Ciências Econômicas e Sociais de Genebra. É autor de numerosos ensaios e artigos publicados em revistas e livros de coletâneas, entre os quais lembramos em particular o volume A pobreza do Ticino, Belinzona, 1987








Pesquisador americano compara salas de aula de Brasil, Chile e Cuba

A vantagem acadêmica de Cuba é muito mais do que um livro sobre a educação de um país. A obra aborda os principais desafios enfrentados por muitos dos sistemas educacionais da atualidade, entre eles o brasileiro, e aponta uma forma eficaz de superá-los. Sem apresentar fórmulas mágicas e simplistas, nem tampouco recorrer à retórica ideológica, Martin Carnoy sai a campo em busca de evidências – e vai buscá-las na sala de aula, onde a qualidade da educação se materializa.

A partir da mensuração minuciosa do que acontece em classes cubanas, chilenas e brasileiras, o autor chega a conclusões contundentes e instigantes sobre as razões da superioridade acadêmica de Cuba. A presença do Estado como guardião da igualdade de oportunidades se traduz em um sistema centralizado de acompanhamento do que acontece em cada uma das salas de aula do país.

O objetivo final é simplesmente que os alunos aprendam. Para isso, a formação inicial dos professores é fortemente vinculada à prática de ensino e ao currículo a ser ensinado nas escolas. O corpo docente recebe apoio e orientação no seu trabalho, mas também é responsabilizado pela qualidade da aprendizagem de seus alunos. A homogeneidade do trabalho docente nas salas de aula cubanas acaba por se refletir na homogeneidade dos resultados educacionais do país: todos, de fato, aprendem.

Com sua pesquisa, Carnoy desnuda alguns mitos ainda vivos no Brasil, entre eles o de deixar a educação exclusivamente nas mãos do mercado ou o de garantir a autonomia do professor por sobre o direito do aluno aprender. Este livro é, portanto, indispensável na estante de qualquer brasileiro preocupado com a questão da educação no país.

Paula Louzano, pedagoga, mestre em Educação Comparada pela Universidade Stanford e doutora em Política Educacional pela Universidade Harvard






A moda segundo Gilbertto Freyre



De maneira leve e instigante, em textos curtos e saborosos, Gilberto Freyre destila em Modos de homem & modas de mulher suas observações perspicazes sobre diversos aspectos da história da moda no Brasil. Publicado pela primeira vez em 1987, o livro retorna agora numa bela edição publicada pela Global Editora, com um atraente encarte iconográfico que acompanha o passeio que o sociólogo pernambucano faz sobre penteados, vestidos, camisas e calçados que estiveram presente nas vestimentas do país desde o século XIX. Nesta incursão, Gilberto Freyre relaciona de forma inovadora as mudanças dos estilos de se vestir, de se calçar, de se pentear com as respectivas transformações nas formas de pensar ao longo da história.
O sociólogo apontava já em 1987 para questões extremamente atuais, como a batalha dos seres humanos contra o envelhecimento da pele e a conseqüente corrida por fórmulas que conservassem à todo o custo a vitalidade da juventude. A influência marcante da moda francesa no Brasil também é visitada por Freyre e, seguindo sua missão de valorizar as soluções brasileiras frente aos elementos estrangeiros, ele destaca a criatividade nacional teria ajudado a criar uma moda brasileira e que esta seria observada com enorme interesse pelo mundo todo. Em seu ponto de vista, a moda brasileira propôs não só novos estilos - demonstrando assim uma capacidade admirável de resistência às imposições européias e americanas - como também introduziu a utilização de novos materiais em suas confecções, mais adaptados aos climas tropicais e ecologicamente corretos.








História: As obsessões do general italiano Garibaldi

Ao aproximar-se o final de janeiro de 1875, o general Giuseppe Garibaldi, herói popular da unificação italiana, deixou Caprera, seu austero retiro ilhéu no Mediterrâneo, numa jornada para Roma. O velho senhor propunha recrutar apoio para a missão cívica que se tornara a sua cruzada pessoal: transpor o curso do Rio Tibre, desviando-o da Cidade Eterna. Sua ambição era controlar as enchentes e a malária, drenar pântanos e prover irrigação para áreas rurais, tornar o rio navegável, criar docas e aterrar os canais que cruzam a cidade, construindo sobre eles bulevares ao estilo parisiense, os quais ele esperava serem uma maravilha do mundo moderno.

É através da tentativa frustrada de mudar o caminho do Tibre, que o historiador Daniel Pick analisa o apego passional de Garibaldi à Roma e à própria Itália. Em ROMA OU MORTE, a dramática história da vida de Garibaldi se confunde com as elevações, vales e monumentos da capital italiana. O autor relaciona a história de Roma - e a história do projeto de Roma - a várias fases da vida de Garibaldi. Além disso, propõe uma leitura psicanalítica das ações do general e busca explicar as obsessões que o dominaram nos últimos anos de vida.

As enchentes do Tibre causaram estragos, doenças e morte ao longo da história italiana. Somente no século XIX, enchentes e malária mataram aproximadamente quinze mil pessoas na Itália. Mas além das razões práticas e sanitárias para a mudança do curso do rio, ROMA OU MORTE sugere motivos mais pessoais. Garibaldi tinha pretextos ocultos para ‘curar‘ a região central do país: a morte de sua esposa Anita Garibaldi enquanto ele e seus "Camisas Vermelhas" eram obrigados a fazer uma dramática fuga de Roma em 1849. Para Pick, seu comportamento desesperado refletia um desejo de reparar o passado

ROMA OU MORTE é uma obra admirável, que permite compreender um dos mais emblemáticos heróis italianos. Indispensável para entender as estruturas dessa República que ainda brilha, quase dois séculos depois. Ver mais >>






A História africana e seu legado na cultura do Brasil

Apesar de o Brasil ter a maior população formada por afro-descendentes fora do continente africano, o País ainda é carente de informações sobre a história e o povo africanos, principalmente, a respeito das lutas e realizações dos herdeiros das tradições culturais africanas desde os tempos remotos até os dias atuais. Por conta dessa relevância, o Ministério da Educação (MEC) instituiu sob a Lei Federal 10.639/03 que, a partir de 2009, as escolas de ensino fundamental e médio terão como obrigatoriedade temática a História do povo e do continente africano como conteúdo básico na grade curricular. A tiragem inicial é de 100 mil exemplares. Destes, boa parte já vendida para diversos estados do Brasil.
Por isso, a Editora Barsa Planeta lançou em 2009 o livro didático História e Cultura Africana e Afro-Brasileira, escrito por Nei Lopes. A obra é referência em pesquisa e material literário de temática africana no Brasil, e traz também atividades elaboradas pela escritora Carmen Lucia Campos (biografias abaixo*). Para o professor Amauri Pereira, incentivador das obras de Lopes,

A obra, que é adaptada à nova ortografia da língua portuguesa, é composta por oito unidades que explicitam, por meio de imagens, iconográficos, glossário e referências a filmes, livros e sites, todo o processo de desenvolvimento da África até chegar à identidade afro-brasileira. O livro narra a história do continente que foi berço das civilizações e aborda a relevância da África também no campo da ciência, por exemplo. O continente é a única região onde os arqueólogos encontram - ininterruptamente - vestígios de todos os estágios do desenvolvimento humano. A cultura africana, por sua vez, também é explorada no livro.

Nei Lopes é pesquisador, escritor, cantor e compositor popular consagrado. Nascido em 1942, é bacharel pela Faculdade Nacional de Direito da antiga Universidade do Brasil. Sua obra literária, centrada na temática afro-brasileira, compreende mais de 20 títulos publicados, dentre obras de referência, ensaios, ficção e poemas. Notabilizou-se como sambista, principalmente devido à parceria com Wilson Moreira. Mantém ligações afetivas com as escolas de samba Acadêmicos do Salgueiro e Vila Isabel. Em sua discografia constam 8 CDs.

Carmen Lucia Campos é licenciada em Letras pela USP. Editora e consultora editorial, é também organizadora de quatro antologias literárias e autora de 15 obras de ficção para crianças e jovens. Em seus textos, mesclando ficção e realidade, Carmen costuma abordar a identidade racial e a questão das diferenças, como fez nos livros Não tem Dois Iguais (2005) e A Cor do Preconceito (2006).










SEU HORÓSCOPO PESSOAL PARA 2010

14º ano de publicação consecutiva no Brasil


Joseph Polansky reúne experiência de mais de duas décadas de prática astrológica. Profissional de grande projeção nos Estados Unidos, escreve desde 1996 as previsões mensais publicadas no Seu horóscopo pessoal, muito consultado pelas informações precisas. 14º ano de publicação consecutiva no Brasil.

Tudo o que você precisa saber sobre o seu horóscopo para 2010 está reunido neste livro: dos tradicionais perfis psicológicos a previsões mensais detalhadas. Prepare-se para o futuro e aumente suas chances de desfrutar um ano de sucesso e realizações:

Força mental e trabalho árduo serão os destaques para o nativo de Áries em 2010. Para Touro, o período é de muito sucesso na carreira. Avanços e conquistas ligadas ao trabalho serão marcantes se você é de Gêmeos; Câncer será favorecido pelas mudanças positivas nos rumos profissionais. Vida amorosa e vida social bem intensas para Leão, e Virgem deverá ficar atento com saúde e autoestima. Período de mudanças na área financeira se você é de Libra; para Escorpião, haverá interesse na vida social e na aparência física. Viagens, lazer e bons momentos em família serão o foco de Sagitário. Um ano de redefinição dos valores pessoais para Capricórnio; Aquário terá um ano generoso; e se você é de Peixes terá um período voltado para os prazeres pessoais e o otimismo.









A dupla face das ditaduras que abalaram o mundo

Richard Overy analisa as sociedades alemã e russa durante os governos de Hitler e Stalin


Setenta anos após o início da maior de todas as guerras, dois personagens crucias para o entendimento deste episódio e da história do “longo século XX” são alvo de profunda pesquisa. Em Os Ditadores, o historiador Richard Overy faz uma profunda análise das ditaduras pessoais de Adolf Hitler e Josef Stalin. Através do levantamento de suas semelhanças e diferenças, Overy explica como tais regimes puderam existir até a morte de seus governantes.
Aspectos sociais, culturais e políticos, assim como os processos históricos da Alemanha e Rússia foram levados em consideração para explicar como foi possível o nascimento e o sucesso de ambas as ditaduras. Overy não assume uma postura simplista de tratar Hitler e Stalin como monstros responsáveis pela morte de milhões de pessoas.
Em seu livro, ele procura mostrar como as sociedades de ambos os países de uma forma ou de outra foram coniventes com as atrocidades. “Quanto mais sabemos sobre a periferia, mas claro fica que o centro só teve sucesso na medida em que grande parte da população aceitou e trabalhou com os dois sistemas”, afirma Overy. O autor explica que tal visão só é possível graças à abertura dos Arquivos Públicos da Antiga URSS e também pelo fato de na última década historiadores alemães terem realizado importantes pesquisas sobre vários aspectos da sociedade alemã pré-Hitler e pós-Hitler. Antes, grande parte desta conturbada fase da história alemã foi contatada por historiadores não alemães.
Em Os Ditadores, Richard Overy destaca as diferenças entre os sistemas ditatoriais e ressalta o totalitarismo como traço comum. A disputa entre eles no fim da Segunda Guerra Mundial ilustra seus ideais conflituosos, já o impacto e o trauma causado pela Primeira Guerra Mundial em ambas as nações é o retrato de suas semelhanças.
Richard Overy é professor de História no King’s College, em Londres, e autor de numerosos livros sobre o Terceiro Reich e a Segunda Guerra Mundial: War and Economy in the Thrid Reich, Why the Allies Won, Russia’s War, The Battle e Interrogations. Foi nomeado membro da Academia Britânica em 2000 e em 2001 recebeu o Prêmio Samuel Eliot Morison por sua contribuição à história militar. Recentemente, a Editora Record lançou 1939, também do autor.










GUINNESS WORLD RECORDS 2010

Edição especial do GWR traz os maiores e os melhores da primeira década do Terceiro Milênio



A nova edição do Guinness World Records, que chega ao Brasil pela Ediouro, selecionou os feitos mais significativos, curiosos e impressionantes alcançados pela humanidade nestes dez primeiros anos do século XXI e que marcaram a passagem para o terceiro Milênio.


Assim, no Guinness World Records 2010 pode se conhecer a mais demorada transmissão ininterrupta de um seriado de TV, a pessoa que passou mais tempo em contato corporal direto com o gelo, a mais numerosa rede de relacionamento online ou ainda o homem que segurou a maior quantidade de cascavéis com a boca.

Mantendo a tradição de sempre inovar, nesta edição o leitor encontrará uma senha para entrar no site www.guinnessworldrecords.com/2010 e ter acesso a conteúdos exclusivos, como entrevistas com recordistas, vídeos, fotos para download, além escolher por votação seus preferidos entre os TOP 100.

Também traz os capítulos inéditos: Os inquebráveis – com os recordes mais duradouros da história, Os Primeiros - composto por feitos que inauguraram categorias e ainda um recorde para cada dia do ano, permitindo ao leitor descobrir, por exemplo, o recorde do dia de seu aniversário.

Recordes brasileiros também ganham destaque na edição

Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo (foto acima), Rosilda Ferreira (foto ao lado), a caixa de supermercado que conseguiu registrar e empacotar mais mercadorias em menos tempo, Joaquim Gonçalves, o paranaense responsável por assar o maior pão de todos os tempos e Felipe Nascimento que encheu 320 bexigas em uma hora estão entre os brasileiros que conquistaram vaga no Guinness World Records 2010, sem falar da proeza das 15 pessoas que entraram juntas em um fusca.

Sobre o Guinness

Publicado no Brasil pela Ediouro, o Guinness World Records é a autoridade mundial em quebra de recordes. Editado pela primeira vez em 1955, o livro é renovado todo ano em mais de 100 países e 25 línguas, com vendas superiores a 4 milhões de exemplares, já ultrapassando o total de 100 milhões de unidades vendidas, tornando-se o segundo livro mais vendido do mundo, ficando abaixo somente da Bíblia Sagrada. Desde 2008, o Guinness World Records também publica anualmente uma edição Games, voltada exclusivamente ao mundo dos jogos eletrônicos e seus recordes. O site www.guinnessworldrecords.com recebe mais de 11 milhões de visitantes ao ano.

Ficha Técnica:
Livro: Guinness World Records 2010 – O livro da década
Editora: Ediouro
Nº de páginas: 288
Preço Sugerido: R$ 74,90








Sebastião Nery reconta 50 anos de nossa História

Polêmico jornalista volta ao passado para reviver as memórias de seu tempo

Todo grande personagem é inspirado por uma entidade que o orienta, auxilia ou abandona. Napoleão por sua estrela (da qual Josefina seria a personificação), Sócrates por seu demônio, Joana d’Arc por suas “vozes”, Sebastião Nery por sua nuvem. Uma nuvem que, por sinal, fez chover na sua horta, tornando-o um dos mais respeitados e polêmicos jornalistas brasileiros e cronista-mor da nossa época, além de professor, advogado, político, e, sobretudo, homem de letras, na acepção mais ampla do termo.
Com o presente livro, “A Nuvem”, 16º em sua obra, editado pela Geração Editorial, Sebastião Nery também merece agora figurar entre os memorialistas do calibre de Graciliano Ramos e de Pedro Nava, mas nunca de Brás Cubas, pois a despeito da qualidade machadiana do seu estilo, estas memórias nada têm de póstumas; ao contrário, vibram e pulsam com a energia vital que amplamente tem desmentido, ao longo de 77 anos, o “defuntinho”, como o frágil recém-nascido Nery foi apelidado, tão improvável parecia a sua sobrevivência.
“A Nuvem” inicia-se em 1944, quando o precoce menino Sebastião é levado de sua Jaguaquara natal para o seminário, e encerra-se quando do seu retorno da adorada Paris para o Brasil, em 1994. Proporcionando-lhe uma formação acadêmica invejável, após dotá-lo do intenso amor ao saber que resultou em erudição caudalosa, a nuvem de Nery conduziu-o pelo mundo inteiro como jornalista e adido cultural, e por todo o Brasil nas campanhas políticas mais efervescentes da nossa volátil democracia, como as de Juscelino em 1955 e das Diretas em 1984.
Episódios prosaicos como o primeiro contato com luz elétrica aos quatro anos ou a descoberta do amor, e outros nem tanto, como o encantamento juvenil pelo comunismo e a prisão sob a ditadura militar, tornam-se instantaneamente lições de vida depois de filtrados pela enxuta e elegante prosa neryana.
Kubitschek, Brizola, Collor ganham nova dimensão uma vez contemplados pela nuvem. Aliás, poucos nesses 50 anos são os personagens relevantes da nossa história sobre quem Nery não tenha algo relevante a contar, ou mesmo, que não tenha conhecido em pessoa, todos matéria-prima inexaurível para as anedotas com que enriquece incansavelmente o folclore político nacional.
Sobre política, no entanto, este homem que foi político – deputado, conselheiro de políticos, adido cultural de governos no exterior – tem uma conclusão amarga: “A política”, diz ele, “tem uma coisa péssima: ela atrai demais os maus, porque o poder é quem manda e quem manda no poder é a política. Quando instrumento do mal, ela duplica o mal.”








O fim do império americano?

Livro provocador do sociólogo holandês Jan Nedeerveen Pieterse descreve a brutal crise econômica financeira e analisa como esses erros podem ser corrigidos. Em entrevista exclusiva, o autor afirma que a política de Obama não será suficiente para conter a crise e países emergentes como o Brasil poderão se sair melhor fazendo alianças com a China, a Ásia, o Oriente Médio e a África

Eles tentam dominar a política e a imaginação do mundo há mais de um século e têm por um padrão de consumo exacerbado – entendido como insustentável para o planeta. Mas desde que o alerta acendeu-se no segundo semestre do ano passado sobre o furo na bolha imobiliária dos Estados Unidos, o cenário mudou. Milhares de pessoas naquele país estão sendo despejadas de suas casas e a classe média endividou-se de maneira acachapante. O crime aumenta a cada dia e há 2,4 milhões de presos.

Nesse ritmo, o país carrega o peso de uma dívida pública trilionária. Será o fim do império ou uma forte crise econômica com caminho de saída? É essa questão que ecoa na mente de todos, mas poucos conseguem respondê-la. Com muito estudo e pesquisa o sociólogo holandês Jan Nederveen Pieterse, que vive desde 2001 nos Estados Unidos, conseguiu reunir nesta obra (O fim dou império americano? Os Estados Unidos diante da crise, Geracao Editorial, 272 páginas, R$ 29,00) ma visão provocadora e polêmica em torno das grandes questões deste século.

Ao contrário de outros livros críticos, este não faz dos Estados Unidos o vilão número um do mundo – mas também não é magnânimo e tolerante. Primeiro, ele mostra o que são de fato os Estados Unidos: uma superpotência problemática que há 35 anos vive sob o poder conservador dos republicanos do Sul e dos interesses financeiros e do petróleo, uma das causas das guerras que buscam território a ser conquistado, por seus recursos naturais. A guerra é um negócio.

No entanto, a desigualdade e o declínio social contínuo avançam – com mais e mais apropriações de imóveis, mais crises familiares devido à falta de cobertura de saúde, um maior número de sem-tetos, de presos, de menos ingressantes nas universidades e mais desabamentos de pontes. Enquanto as grandes corporações seguem com seus lucros e o Pentágono aumenta suas verbas. O governo laissez-faire dominado pelas organizações de serviços e financeiras e pelo complexo militar prefere empurrar a nação para a guerra e a economia para o abismo.

O futuro pode ser tenebroso: bancos, fornecedores de armas e multinacionais talvez prosperem, mas o que acontecerá com o poder de compra dos americanos? Sem esse poder para movimentar a economia, quanto tempo irá durar a hegemonia americana?

Há muitos livros sendo escritos sobre os Estados Unidos, mas este se diferencia deles. Sociólogo treinado em antropologia, Pieterse adota uma perspectiva multifacetada. Ao devassar a cultura e a sociedade norte-americanas e ao destrinchar a política financeira e econômica, ele acompanha com uma visão inovadora as tendências atuais e lança luz, de forma extraordinária, sobre os problemas do presente e as perspectivas do futuro.

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Sobre o autor

Jan Nederveen Pieterse, holandês que vive desde 2001 nos Estados Unidos, é professor de Estudos Globais e Sociologia na Universidade da Califórnia, campus de Santa Bárbara.









Pai Rico, Pai Pobre, o best-seller agora em formato audiolivro

Lançamento da Editora Nossa Cultura, o audiolivro de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter é umas das obras mais lidas no mundo

Mais de 30 milhões de cópias vendidas no mundo, lançado em mais de 100 países e traduzido para quase 50 idiomas. Esses números impressionantes são os dados do best-seller Pai Rico, Pai Pobre de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter que chega agora as livrarias no formato de audiolivro, resultado da parceria entre a Editora Nossa Cultura, especializada em audiolivros e da Editora Campus Elsevier, que traz em seu rol de obras diversos títulos consagrados mundialmente.

Dividido em dez capítulos, Pai Rico, Pai Pobre levanta a questão do despreparo que os jovens sofrem em relação a finanças. Por mais exemplar que o aluno tenha sido durante sua vida acadêmica, isto não é garantia de um futuro financeiramente tranqüilo, afinal os colégios e faculdades não o preparam para relação com o dinheiro, como pode ser conferido no primeiro capítulo. “As escolas se concentram nas habilidades acadêmicas e profissionais, mas não nas habilidades financeiras. Isso explica porque médicos, gerentes de bancos e contadores inteligentes que tiveram ótimas notas quando estudantes terão problemas financeiros durante toda a sua vida”

Ao ouvir as outras faixas percebe-se que para os autores o ponto principal da discussão da obra não é como enriquecer, mas sim como saber administrar as riquezas conquistadas para que elas prosperem, é o que trata o terceiro capítulo: ”Me arrepio quando ouço as pessoas perguntando como ficar ricas rapidamente, ou por onde começar. Muitas vezes ouço alguém dizer que está endividada e precisa ganhar mais dinheiro, porém mais dinheiro nem sempre resolve nosso problema. De fato pode até aumentá-lo. O dinheiro muitas vezes põe a nu nossas trágicas falhas humanas. È como um holofote sobre o que não sabemos, é por isso que com muita freqüência uma pessoa que tem um ganho súbito de dinheiro, uma herança ou um aumento salarial ou um prêmio na loteria, volta rapidamente ao mesmo ponto ou até pior, aos caos financeiro que se encontrava antes de receber esse dinheiro. O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que esta na sua mente, se o seu padrão for gastar tudo que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível apenas resulte em um aumento de despesa.”

O audiolivro é uma versão fiel do livro impresso, porém sua mídia permite que o ouvinte transfira seu conteúdo para um tocador compatível e aprecie a obra enquanto está parado no congestionamento ou ate mesmo durante as atividades físicas.









Cozinhar ficou fácil


Chef de Hell´s Kitchen mostra seu lado caseiro


Conhecido pelo temperamento forte e explosivo, Gordon Ramsay demonstra seu lado mais doméstico em Cozinhar ficou fácil, que chega ao Brasil pela Ediouro.

Estrela dos reality shows gastronômicos Hell´s Kitchen e Kitchen Nightmares, transmitidos no Brasil pelo canal GNT, Gordon abriu seu primeiro restaurante em 1993, no Reino Unido. Hoje, com unidades nos Estados Unidos, França, Emirados Árabes e Japão garante que qualquer pessoa pode preparar pratos como os que serve para seus clientes.

Essa é a proposta de Cozinhar ficou fácil, receitas simples e fáceis para serem feitas em casa, com bons ingredientes, que resultam em pratos com excelentes combinações de sabores, que podem ser servidos no café-da-manhã, almoço ou jantar.

Gordon deixa claro que quando se trata de gastronomia, não acredita em modismos. O que importa mesmo são os sabores, e afirma “Prefiro mais uma saborosa torta de peixe feita em casa do que um monte de peixe afogado em um molho inidentificável”. E é inspirado pelos mais variados sabores que ele cria suas receitas, que vão desde ovos mexidos sublimes até lagosta à termidor, passando por lombo de cordeiro, cogumelos grelhados, pirulito de iogurte com fruta para as crianças e um tradicional bloody mary para os adultos.

Dividido em dez capítulos, Cozinhar ficou fácil apresenta mais de 100 receitas selecionas e dicas para quem deseja variar ou aprimorá-las. Tudo ricamente ilustrado com fotos que não apenas demonstram como cada iguaria ficará, mas também permitem ao leitor conhecer um outro lado mais descontraído deste chef que aparece escolhendo ingredientes, cozinhando e divertindo-se ao lado de seus filhos.

Com sofisticação e qualidade, as receitas de Gordon mostram que é possível cozinhar prazerosamente em casa, sem gastar muito tempo e com ingredientes disponíveis no mercado.

Gordon Ramsay iniciou sua vida profissional como jogador de futebol, mas depois de pouco tempo passou a se dedicar à gastronomia. É considerado um dos mais bem sucedidos chefs do Reino Unido. Grande parte do sucesso de seus reality shows pode ser atribuído ao seu temperamento volátil e honestidade brutalmente simples. Ramsay é autor de outros dez livros de culinária.

Ficha Técnica:
Livro: Cozinhar ficou fácil
Autor: Gordon Ramsay
Nº de páginas: 256
Preço sugerido: R$ 79,90
Site: www.cozinharficoufacil.com.br








GUINNESS WORLD RECORDS 2010

Edição especial do GWR traz os maiores e os melhores da primeira década do Terceiro Milênio



A nova edição do Guinness World Records, que chega ao Brasil pela Ediouro, selecionou os feitos mais significativos, curiosos e impressionantes alcançados pela humanidade nestes dez primeiros anos do século XXI e que marcaram a passagem para o terceiro Milênio.


Assim, no Guinness World Records 2010 pode se conhecer a mais demorada transmissão ininterrupta de um seriado de TV, a pessoa que passou mais tempo em contato corporal direto com o gelo, a mais numerosa rede de relacionamento online ou ainda o homem que segurou a maior quantidade de cascavéis com a boca.

Mantendo a tradição de sempre inovar, nesta edição o leitor encontrará uma senha para entrar no site www.guinnessworldrecords.com/2010 e ter acesso a conteúdos exclusivos, como entrevistas com recordistas, vídeos, fotos para download, além escolher por votação seus preferidos entre os TOP 100.

Também traz os capítulos inéditos: Os inquebráveis – com os recordes mais duradouros da história, Os Primeiros - composto por feitos que inauguraram categorias e ainda um recorde para cada dia do ano, permitindo ao leitor descobrir, por exemplo, o recorde do dia de seu aniversário.

Recordes brasileiros também ganham destaque na edição

Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo (foto acima), Rosilda Ferreira (foto ao lado), a caixa de supermercado que conseguiu registrar e empacotar mais mercadorias em menos tempo, Joaquim Gonçalves, o paranaense responsável por assar o maior pão de todos os tempos e Felipe Nascimento que encheu 320 bexigas em uma hora estão entre os brasileiros que conquistaram vaga no Guinness World Records 2010, sem falar da proeza das 15 pessoas que entraram juntas em um fusca.

Sobre o Guinness

Publicado no Brasil pela Ediouro, o Guinness World Records é a autoridade mundial em quebra de recordes. Editado pela primeira vez em 1955, o livro é renovado todo ano em mais de 100 países e 25 línguas, com vendas superiores a 4 milhões de exemplares, já ultrapassando o total de 100 milhões de unidades vendidas, tornando-se o segundo livro mais vendido do mundo, ficando abaixo somente da Bíblia Sagrada. Desde 2008, o Guinness World Records também publica anualmente uma edição Games, voltada exclusivamente ao mundo dos jogos eletrônicos e seus recordes. O site www.guinnessworldrecords.com recebe mais de 11 milhões de visitantes ao ano.

Ficha Técnica:
Livro: Guinness World Records 2010 – O livro da década
Editora: Ediouro
Nº de páginas: 288
Preço Sugerido: R$ 74,90














Sebastião Nery reconta 50 anos de nossa História

Polêmico jornalista volta ao passado para reviver as memórias de seu tempo

Todo grande personagem é inspirado por uma entidade que o orienta, auxilia ou abandona. Napoleão por sua estrela (da qual Josefina seria a personificação), Sócrates por seu demônio, Joana d’Arc por suas “vozes”, Sebastião Nery por sua nuvem. Uma nuvem que, por sinal, fez chover na sua horta, tornando-o um dos mais respeitados e polêmicos jornalistas brasileiros e cronista-mor da nossa época, além de professor, advogado, político, e, sobretudo, homem de letras, na acepção mais ampla do termo.
Com o presente livro, “A Nuvem”, 16º em sua obra, editado pela Geração Editorial, Sebastião Nery também merece agora figurar entre os memorialistas do calibre de Graciliano Ramos e de Pedro Nava, mas nunca de Brás Cubas, pois a despeito da qualidade machadiana do seu estilo, estas memórias nada têm de póstumas; ao contrário, vibram e pulsam com a energia vital que amplamente tem desmentido, ao longo de 77 anos, o “defuntinho”, como o frágil recém-nascido Nery foi apelidado, tão improvável parecia a sua sobrevivência.
“A Nuvem” inicia-se em 1944, quando o precoce menino Sebastião é levado de sua Jaguaquara natal para o seminário, e encerra-se quando do seu retorno da adorada Paris para o Brasil, em 1994. Proporcionando-lhe uma formação acadêmica invejável, após dotá-lo do intenso amor ao saber que resultou em erudição caudalosa, a nuvem de Nery conduziu-o pelo mundo inteiro como jornalista e adido cultural, e por todo o Brasil nas campanhas políticas mais efervescentes da nossa volátil democracia, como as de Juscelino em 1955 e das Diretas em 1984.
Episódios prosaicos como o primeiro contato com luz elétrica aos quatro anos ou a descoberta do amor, e outros nem tanto, como o encantamento juvenil pelo comunismo e a prisão sob a ditadura militar, tornam-se instantaneamente lições de vida depois de filtrados pela enxuta e elegante prosa neryana.
Kubitschek, Brizola, Collor ganham nova dimensão uma vez contemplados pela nuvem. Aliás, poucos nesses 50 anos são os personagens relevantes da nossa história sobre quem Nery não tenha algo relevante a contar, ou mesmo, que não tenha conhecido em pessoa, todos matéria-prima inexaurível para as anedotas com que enriquece incansavelmente o folclore político nacional.
Sobre política, no entanto, este homem que foi político – deputado, conselheiro de políticos, adido cultural de governos no exterior – tem uma conclusão amarga: “A política”, diz ele, “tem uma coisa péssima: ela atrai demais os maus, porque o poder é quem manda e quem manda no poder é a política. Quando instrumento do mal, ela duplica o mal.”






Para ir além do brinde


Ediouro publica A Enciclopédia do Vinho

Um vinho tanto é melhor quanto mais se conhece sobre ele. Mesmo que essa regra não implique em que todos devamos nos tornar connaisseur para poder apreciar a bebida dos deuses, ter informações básicas ajuda muito. A Ediouro traz para o Brasil A Enciclopédia do Vinho, de Luis Tomás Melgar Gil, com dados fundamentais para que qualquer um possa reconhecer um bom vinho.

Melgar Gil dividiu o livro em cinco grandes grupos, nos quais apresenta os principais países produtores de vinho de cada continente, abordando suas regiões ou zonas vinícolas, uvas mais cultivadas, denominações de origem, propriedades de cada vinho e nomes dos produtores de destaque, além de relatar um pouco da história da vitivinicultura em cada área. Foram selecionados mais de duas dezenas de países produtores entre os tradicionais, como França e Itália, e outros menos lembrados, como China e Eslováquia. Países que vêm ampliando sua atuação no mercado como o Brasil, Chile, Argentina, Austrália ou África do Sul também são analisados.









Análise do cérebro das pessoas

Um neurocientista revela como pensar diferente e realizar o impossível


Segundo o dicionário, iconoclasta é uma pessoa incomum que interpreta a realidade de maneira distinta e faz o que o senso comum julga inalcançável. Nas palavras do neurocientista Gregory Berns, iconoclasta é alguém que faz o que os outros dizem que não pode ser feito, destruindo ícones e quebrando paradigmas. Em O iconoclasta, lançado nos EUA no fim de 2008 pela Harvard Business Press e que agora chega ao Brasil pela BestBusiness, Berns parte das novas tecnologias da neuroimagem para revelar os segredos do cérebro, identificando as características das pessoas que produzem inovações e possuem facilidade para criar conceitos e desenvolver práticas capazes de revolucionar a arte, a ciência e a economia. E mostra que estas habilidades, cada vez mais reconhecidas como fundamentais pelas empresas que buscam inovar, podem ser adquiridas pelo cérebro.

"Hoje sabemos que a maior parte das decisões tomadas pelas pessoas pode ter suas origens rastreadas nas atividades dos neurônios em partes específicas do cérebro", explica Burns, professor de neuroeconomia da Emory University.

Isto quer dizer, segundo o autor, que os diferentes modos de alguém pensar e agir são resultado das diferentes formas de conexão cerebral. Enquanto o senso comum diz que os iconoclastas são pessoas diferentes por fazerem coisas que a maioria acha impossível, Berns vai além. Para ele, o cérebro do iconoclasta é simplesmente diferente. E reage de forma distinta em relação a três obstáculos diante dos quais a maioria das pessoas recua: percepção ineficiente, medo do fracasso e incapacidade de convencer os outros.
Burns mostra em seu livro que o cérebro humano tende a poupar energia e para isso usa atalhos quando se depara com desafios de interpretar novos estímulos. Um atalho pode ser, por exemplo, a associação da novidade com experiências anteriores - o que resulta, na maioria das vezes, em ideias pouco ou nada originais. O iconoclasta - seja porque nasceu assim, seja porque adquiriu esta habilidade - consegue fugir desta armadilha. Não é à toa, diz o autor, que são pessoas sempre em busca de experiências novas. Se a novidade causa medo à maioria das pessoas, ela não assusta o iconoclasta.
Em O iconoclasta, Burns apresenta o resultado de suas pesquisas e as ilustra com histórias de inovadores famosos. Walt Disney, que passava horas observando desenhos em uma tela de cinema, imaginou os filmes em película e as ilustrações se combinando de uma forma revolucionária. David Dreman, investidor prestigiado, superou o medo do fracasso estudando a psicologia do mercado e obteve grandes lucros com ações até então subestimadas. Ray Kroc criou novas formas de se relacionar com os clientes do McDonald's, alcançando a liderança em seu ramo. Segundo o autor, os iconoclastas não são superiores nem inferiores, mas enxergam o mundo de forma diferente, em virtude de seus cérebros comportarem-se de maneira atípica.




Lançado livro com as respostas que você esperava sobre marketing e publicidade na Internet, compondo um guia prático sobre o assunto

O consultor e palestrante Cláudio Torres lança pela Novatec Editora o livro A Bíblia do Marketing Digital, um guia prático e abrangente que ensina o leitor a entender e a utilizar a Internet para o crescimento de seus negócios, e também a criar ações de marketing, comunicação e publicidade on-line, inserindo-se definitivamente no Marketing Digital.

A Internet tem crescido muito no Brasil nos últimos anos, e hoje, usar a Internet nos negócios não é mais uma questão de escolha, é uma questão de sobrevivência, embora muitas empresas ainda resistam a esta tendência. E o livro A Bíblia do Marketing Digital pretende justamente mudar este comportamento, mostrando às empresas, empresários e agências de publicidade a importância do como e do por que utilizar a Internet em seus negócios e estratégias.

O autor, Cláudio Torres, reuniu e organizou neste livro os resultados de sua experiência profissional nesta área, e procura desmistificar o uso da Internet em ações de marketing e publicidade voltada aos negócios, trazendo explicações graduais em cada capítulo, desde os conceitos básicos da Internet, incluindo a revolução da web 2.0 com os blogs, mídias e redes sociais, e trabalhando uma a uma as principais estratégias desta atuação.

Em A Bíblia do Marketing Digital o leitor encontrará orientações para entender quem é o consumidor que está on-line, como ele se comporta e quais as ferramentas on-line que empresas ou agências podem utilizar em suas atividades de marketing e publicidade e também como transmitir sua mensagem e atingir esse consumidor.


Sobre o Autor

Cláudio Torres é graduado em Engenheira Eletrônica pelo ITA, tem Mestrado em Sistemas pela USP, e fez pós-graduação em Marketing na Suécia. Atua como consultor e palestrante em marketing digital e mídias sociais, e desenvolve campanhas publicitárias na Internet para várias agências de publicidade. É Editor de vários blogs e portais, como o www.claudiotorres.com.br e o www.enochatos.com.br. É sócio de diversos projetos na Internet como a www.infobot.com.br, empresa de consultoria em marketing digital, o www.postexpress.com.br, plataforma de monitoramento de mídias e redes sociais, e o www.brichos.com.br, portal de entretenimento infantil da marca Brichos.

claudio@claudiotorres.com.br

www.claudiotorres.com.br

No Twitter : @publicidadeweb

Título: A Bíblia do Marketing Digital
Subtítulo: Tudo o que você queria saber sobre marketing e publicidade na internet e não tinha a quem perguntar
Autor: Cláudio Torres
ISBN: 978-85-7522-202-7
Número de páginas: 400
Preço: R$79,00



As Aventuras do Richard

Richard Rasmussen conta os bastidores de suas aventuras

O sucesso de Richard Rasmussen, o aventureiro da vida selvagem, agora também tem sua versão em livro. A Ediouro lança em setembro As Aventuras do Richard, que além de relatar várias das incursões dele pelo mundo animal, também revela um pouco da vida pessoal deste brasileiro que, como Steven Irwing ou Brady Barr, tornou-se um fenômeno da televisão.

Em As Aventuras do Richard, ele conta - com detalhes que não foram vistos na televisão - as viagens e os encontros com animais raros, peçonhentos, exóticos ou, simplesmente, selvagens, na Amazônia, no Pantanal, no Cerrado, no litoral brasileiro e também no altiplano e deserto peruanos, além da Patagônia argentina. Todas as viagens são ilustradas com fotos tiradas por sua equipe. E alguns dos bichos mais emblemáticos de cada região ganham detalhadas fichas científicas.

Outra parte do livro é dedicada à curiosa biografia deste economista que se tornou biólogo e aventureiro. Apaixonado pelos animais, ele cresceu cercado – e se cercando – de bichos.

E daí para viver do que mais gostava, foi um pulo. Primeiramente, montou um criadouro de animais silvestres resgatados do comércio ilegal. Em 2004, Richard Rasmussen conseguiu vender para um programa dominical de televisão a ideia de reportagens que mostrassem, literalmente na cara e na coragem, os perigos e exotismos da vida animal. O quadro Selvagem ao Extremo tornou-se um sucesso quase imediato e rapidamente Rasmussen conquistou o status de wild showman. Tanto assim que seu passe acaba de ser comprado a peso de ouro por uma rede de televisão para comandar um programa semanal só dele.

Richard Rasmussen é formado em ciências contábeis pela Universidade de São Pau­lo. Depois de dez anos como economista, e de ter viajado por todo o Brasil, cursou biologia e iniciou suas expedições por todo o planeta gravando o programa Selvagem ao Extremo.

Ficha Técnica:

Livro: As Aventuras do Richard
Autor: Richard Rasmussen
Nº de páginas: 144
Preço sugerido: R$ 49,90
Site: www.asaventurasdorichardolivro.com.br





LANÇAMENTO DO LIVRO: RENATO RUSSO – O FILHO DA REVOLUÇÃO

"No início, queríamos fazer com que todos se tocassem de tudo, da situação geral; não aceitar de cara as ordens, as idéias e os esquemas. Fizemos isto de coração, e com o coração falamos da nossa cidade, do mundo jovem e das nossas emoções"

Renato Russo, 1983


Em 1988, um show para 50 mil pessoas, no estádio Mané Garrincha, em Brasília, deveria ser uma celebração pela volta da Legião Urbana, no auge da carreira, à terra natal. Mas a apresentação, interrompida antes do fim por conta de provocações, brigas e depredações, acabou se transformando em um episódio de frustração e ressentimento entre os que estavam no palco e na platéia.

O jornalista Carlos Marcelo, então com 18 anos, estava lá e saiu perplexo com o que testemunhou. Vinte anos depois, utiliza o episódio como ponto de partida e de chegada para a narrativa do livro Renato Russo – O filho da revolução, um lançamento da Editora Agir, em parceria com a Estação da Luz, no dia 19 de outubro em Fortaleza, às 19h, com seção de autógrafos na Livraria Saraiva, do Shopping Iguatemi. A iniciativa busca mostrar seu lado sensível e humano, reconstituindo o processo de transformação do adolescente Renato Manfredini Júnior no maior ídolo do rock brasileiro.

Além de trazer à tona as primeiras paixões e obsessões do líder da Legião, bem como sua incessante busca de conhecimento em livros, filmes e discos, o livro representa importante contribuição para se rever - ou conhecer - uma época de opressão silenciosa e, nem por isso, menos atuante. Carlos Marcelo desenvolve a trajetória do jovem Renato em paralelo à da jovem cidade, Brasília. Ambos nascidos no mesmo ano, 1960; ambos marcados pela onipresença da ditadura militar. A influência desse momento histórico na formação da juventude urbana brasileira percorre todo o livro, estabelecendo assim “um diálogo rico entre a vida e a obra de um dos nossos maiores compositores e intérpretes”, na definição do escritor Milton Hatoum: “Na figura multifacetada e inquieta de Renato Russo, a junção da trajetória de uma vida breve com o momento histórico nacional, sendo Brasília o epicentro do nosso impasse e da nossa perplexidade”, afirma o autor de Dois Irmãos, que também morou na capital durante a ditadura militar.

Para transportar o leitor à época e à cidade vivida pelo protagonista e assim mostrar a urgência da vida do personagem, o texto é todo escrito em tempo presente, recurso utilizado pelo autor para destacar a urgência da vida do personagem. Ao longo dos capítulos, Carlos Marcelo mostra como Renato Russo observou e absorveu o impacto do que acontecia com ele e suas diversas turmas de amigos em Brasília para escrever letras que sintetizavam sentimentos e anseios da juventude: “Daí a profunda identificação que suas letras despertaram em milhões de jovens. Nesse sentido, Renato Russo - O Filho da Revolução retrata muito mais o nascimento de um cronista atento ao cotidiano e que burilava suas letras com afinco do que o surgimento de um poeta isolado do mundo, à espera da visita da musa da inspiração”, acredita o autor.

Para escrever Renato Russo – O Filho da Revolução, o autor realizou uma gigantesca pesquisa. Foram oito anos de trabalho, intercalado com a atividade jornalística como editor-executivo do Correio Braziliense. Mais de uma centena de entrevistas e levantamento de documentos da época, consulta a periódicos (jornais, revistas) dos anos 1970 e 1980 e livros sobre o período da ditadura militar. Muitas das entrevistas envolveram “amigos invisíveis” de Renato Russo, jovens anônimos que conviveram com ele no colégio, no curso de inglês, na faculdade, no bloco de apartamentos onde vivia, na Asa Sul do Plano Piloto, onde chegou em 1973. “Boa parte dessas pessoas jamais tinha sido entrevistada, e conheciam o líder da Legião apenas como Renato ou Júnior: até se surpreenderam ao saber posteriormente que ele tinha montado uma banda de rock”, observa o autor. Também foram ouvidos, no Rio de Janeiro e em São Paulo, alguns nomes essenciais na trajetória profissional de Renato Russo, como Dado Villa-Lobos, Renato Rocha e Marcelo Bonfá, da Legião Urbana; Herbert Vianna e Bi Ribeiro, do Paralamas do Sucesso; Dinho Ouro Preto, Fê Lemos e Flávio Lemos, do Capital Inicial.

A dedicação rendeu frutos: a pesquisa levou à descoberta de manuscritos (reproduzidos pela primeira vez em um livro), letras de canções e documentos inéditos, como os processos do Serviço de Censura de Diversões Públicas da Polícia Federal. Entre eles, o que vetou a divulgação, pelas emissoras de rádio, da música Faroeste Caboclo por “apresentar expressões empregadas por viciados e traficantes de drogas”. E o de Baader-Meinhof Blues, que recebeu parecer contrário à liberação pelo fato de o autor “pregar a violência, inconformismo, descrença no próximo, individualismo e crítica à Justiça”, em “versos dúbios e mensagens negativas de pregação tendenciosa-anarquista, não toleráveis à veiculação irrestrita”.

O livro registra, entre outras curiosidades, o fato de Renato ter pisado no palco pela primeira vez (uma semana antes de completar 18 anos) não como cantor, mas como ator em montagem de alunos da Cultura Inglesa para um texto do dramaturgo Tom Stoppard. E revela também a versatilidade do cantor: formado em Jornalismo, escreveu peças de teatro, atuou em curtas-metragens, participou de antologia de poesias, trabalhou como professor de inglês, repórter e locutor de rádio. As entrevistas para o livro não se limitaram a nomes do mundo roqueiro nacional, como Paulo Ricardo (RPM) e Tony Bellotto (Titãs). Além da família Manfredini e dos amigos anônimos, Carlos Marcelo entrevistou escritores como Millôr Fernandes e Marcelo Rubens Paiva, que tiveram contatos com Renato em diferentes momentos da vida do cantor. E políticos dos anos 70, como o ex-senador mineiro Francelino Pereira, autor da frase “Que país é este?”, que se tornaria título de um dos maiores sucessos da Legião Urbana. O autor obteve ainda depoimentos de personalidades que não tiveram convívio próximo com Renato, mas passaram pelo mesmo processo de transformação ao se mudar para a capital federal, caso de Ney Matogrosso. Todas essas entrevistas tiveram o objetivo de contextualizar a trajetória de Renato Manfredini Júnior, uma história com pontos de identificação com a história de milhões de brasileiros que cresceram nas décadas de 1970 e 1980.


Renato Russo – O Filho da Revolução, de Carlos Marcelo.

416 páginas – R$ 59,90 – Editora Agir

www.renatorussoolivro.com.br


Dicionário para a área de comunicação

Obra lançada pela editora Paulus é organizada por Ciro Marcondes Filho com a colaboração de 60 especialistas brasileiros

O crescimento da área de comunicação no país, especialmente a partir da década de 70 do século passado, desencadeou conteúdos e definições muitas vezes impróprios, que se tornaram clichês ainda operantes no cotidiano acadêmico. O Dicionário da Comunicação, lançamento da Editora Paulus, emerge da necessidade urgente de “uma ordenação, uma estruturação, um código próprio que busque rever os conceitos da área, aperfeiçoá-los e expurgar aquilo que é indevido, incorreto, transposição mal resolvida, solução de primeira hora”, explica o autor.
Organizado por Ciro Marcondes Filho e com a colaboração de 60 especialistas brasileiros, o Dicionário da Comunicação busca ratificar a função reguladora e ordenadora de um dicionário, com propostas que tem por objetivo revisar expressões indevidas que norteiam essa ciência. Por exemplo, no que se refere à terminologia, houve a conversão de todas as frases e expressões que continham a palavra “mídia” e seus derivados para o termo original media, corrigindo assim a ambiguidade linguística.
O dicionário é composto de verbetes de conceitos da comunicação, que apresentam, além das etimologias e das aplicações em outras áreas, a referência de temas próximos, opostos e correlacionados. A obra dispõe também de verbetes de pensadores que incluem o nome da obra relacionada e o ano de sua publicação para eventuais consultas específicas.
De máxima relevância ao espectro da comunicação em todas as suas formas, meios e instâncias, o Dicionário da Comunicação visa suprir as carências conceituais da comunicação stricto sensu, como o vocabulário, a construção de categorias, o desenvolvimento de um saber próprio, eminentemente comunicacional, que, segundo a obra, ficou em segundo plano. “A isso se soma o fato da área de comunicação neste país ter criado uma demanda muito grande de profissionais de ensino e de pesquisa para ocupar postos na universidade, profissionais esses que não estavam em condições de atender adequadamente essa exigência, pois não haviam sido formados especificamente no estudo dos fenômenos comunicacionais”, analisa o organizador.
O Dicionário da Comunicação, da Paulus, auxilia a comunicação a constituir-se como um campo próprio, um saber específico, sem dispensar as trocas com as demais áreas humanas, pois, como relata Ciro Marcondes, “há ainda muito que se depurar em construção desse saber”. Para isso, a obra enriquece e complementa o estudo da comunicação, fortalece o ensino acadêmico e direciona essa ciência para um novo tempo. Ciro Marcondes Filho é jornalista, sociólogo e tradutor. Doutor pela Universidade de Frankfurt e pós-doutor pela Universidade de Grenoble. Professor titular da ECA-USP. Coordenador do Núcleo de Estudos Filosóficos da Comunicação (FiloCom).




As receitas preferias de Nigella

A chave para entrar na cozinha e no mundo da apresentadora gastronômica do GNT


Chega ao Brasil o livro Nigella Bites, com receitas do programa de televisão homônimo da apresentadora e jornalista inglesa Nigella Lawson. Sucesso na Inglaterra e no mundo, Nigella – mesmo sem se considerar uma Chef - publicou diversos livros de receitas e vendeu mais de seis milhões de exemplares em todo o mundo. Em seu primeiro título lançado em 2008 pela Ediouro, Nigella Express apresentou receitas rápidas, que podiam ser feitas em poucos minutos. Já em Nigella Bites, o tempo não é relevante; foram selecionadas algumas de suas receitas preferidas, com técnicas e ingredientes com os quais prefere trabalhar. “Esta é a comida que eu preparo e os pratos com os quais me alimento”, afirma. Mantendo a característica de fazer pratos fáceis, originais e perfeitos para a correria do dia-a-dia, Nigella apresenta sugestões de cardápios que podem variar de acordo com o humor de seu leitor. O “Arroz-doce para Emergências” é indicado para quando se está em estado de desânimo, o “Linguine com azeite de alho e pancetta” é para os dias em que não se está disposto a perder tempo na cozinha, já o “Salmão com verduras e cogumelo shitake”, leve e perfeito para os dias após uma festa.
As receitas são para todos os dias, sejam eles comuns ou extraordinários, e estão divididas em 10 capítulos, com fotos e títulos que sugerem o contexto em que estes pratos podem ser preparados ou consumidos. São eles: Na hora que quiser, Comida reconfortante, Em frente a TV, Garota festeira, Para os dias de chuva, Contra a maré, Herança de família, Jantar com amigos, Fim de semana sem estresse e Comida do templo.
Antes de cada receita, Nigella “conversa” com seu leitor sobre o prato que vai ensinar. Explica o porquê de sua escolha, com quem aprendeu, além de dar dicas sobre como as receitas podem ficar ainda mais gostosas. Para não apresentar um monólogo, ao final de cada capítulo Nigella deixou um espaço para anotações, algo que resgatou dos livros de receitas de suas avós, fonte de suas dicas valiosas. Assim como em seus programas de televisão, Nigella divide com o seu leitor o prazer que sente em cozinhar e comer.




Rhonda Byrne, autora do best-seller The Secret – O Segredo, ressalta o poder da gratidão em seu mais recente livro

Depois de conquistar milhões de leitores com The Secret – O Segredo, Rhonda Byrne lança O Segredo – O Livro da Gratidão, com dicas e pensamentos diários para potencializar o poder da virtude que considera essencial aos que buscam transformar suas vidas: a gratidão.

Lançado em 2007, The Secret – O Segredo é considerado um fenômeno editorial, -- só no Brasil vendeu mais de 1,5 milhão de cópias, além de ter ficado por mais de 90 semanas nas principais listas dos livros mais vendidos -- arrebatou adeptos em todo o mundo que relatam ter encontrado nos ensinamentos de Rhonda, um caminho para mudar suas vidas.

Em The Secret – O Segredo a autora apresentou aos leitores à lei da atração que acredita ser a mais poderosa lei do Universo e, em O Segredo – O Livro da Gratidão demonstra como o exercício do agradecimento pode ser uma maneira simples, embora eficiente, para conquistar coisas benéficas.

Nas 192 páginas deste lançamento, Byrne estimula o leitor a se dedicar e agradecer diariamente não só pelas conquistas consagradas, mas pelo que se deseja alcançar.

O Segredo – O Livro da Gratidão é uma poderosa ferramenta para os que acreditam na lei da atração e que desejam ter uma vida harmônica, nos mais diferentes aspectos exercitando o poder da gratidão.

Rhonda Byrne enfrentou momentos bastante traumáticos em sua vida pessoal e profissional. A mudança começou com a leitura de A Ciência do Enriquecimento, momento em que ela percebeu que a sua crença em que determinadas situações não teriam solução estava errada. Ela compreendeu que seu dever era compartilhar, com o mundo, O Segredo e com o auxílio de professores, cineastas, designers, editores e guias espirituais produziu o livro e o filme, ambos com o mesmo título, que se tornaram um fenômeno mundial.


Ficha Técnica:
Livro:O Segredo – O Livro da Gratidão
Autor: Rhonda Byrne
Tradução: Alexandre Martins
Nº de páginas: 192
Preço: R$ 39,90




O Crash de 1929

As lições que ficaram da Grande Depressão

Em outubro de 1929 ocorreu a quebra da Bolsa de Nova Iorque e o mundo mergulhou na Depressão. Em O Crash de 1929 – as lições que ficaram da Grande Depressão, novo lançamento da Editora Globo, o autor neozelandês Selwyn Parker conta como essa crise mudou o mundo.
Nesse livro, o autor trata não somente da crise, mas igualmente da história por trás dela, o que foi dito e feito nos bastidores do poder. Ao longo de suas páginas, uma série de ações e fatos que acarretaram mudanças econômicas, políticas e sociais profundas – entre elas, a ascensão do extremismo.
Ao mesmo tempo, a obra propõe uma reflexão ao tratar das soluções que levaram o mundo a se reerguer. E o faz discutindo as ideias econômicas de importantes personagens como John Maynard Keynes, Joseph Schumpeter e John Keneth Galbraith, entre outros. Mas o que pode parecer um tema árido é tratado com estilo pelo autor. Com um olhar apurado para os detalhes, oferece uma gama de histórias e personagens, como a teimosia do ministro de finanças britânico em relação ao padrão-ouro ou o ministro de finanças japonês explicando o efeito multiplicador através de uma analogia com uma casa de gueixas.
Em face dos acontecimentos correntes, não há como não encontrar paralelos entre a situação econômica de 1929 e a atual, e a edição brasileira da obra traz um posfácio exclusivo de Selwyn Parker, comparando esses dois momentos.
Com prefácio do economista Antonio Corrêa de Lacerda, Professor-doutor do Departamento de Economia da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), a obra é uma excelente fonte de informação sobre a história do capitalismo e uma ferramenta para a compreensão do nosso tempo.

Sobre o autor:

Selwyn Parker é escritor e jornalista. Nasceu na Nova Zelândia, em 1941, e graduou-se em Francês e Alemão na Universidade de Auckland. Após um período de dois anos lecionando, mudou-se para a Grã-Bretanha e iniciou sua carreira jornalística, colaborando com agências como Reuters e France Presse. Trabalhou para publicações como Sydney Morning Herald, Time Magazine, Newsweek e Australian Financial Review. É autor de nove livros.



A análise do pensamento freudiano em livro

Nos últimos quinze anos, o interesse pela psicanálise no Brasil não parou de crescer, dentro e fora das universidades, de tal modo que o campo de estudos da filosofia da psicanálise ganhou um estatuto de maioridade. Com o objetivo de recuperar o movimento da teoria das psicoses ao longo do percurso da obra de Freud, Edições Loyola lança A formação da teoria freudiana das psicoses.

"Ver sob uma concepção nova o já familiar." É assim que Freud, como é sobejamente conhecido de seus leitores assíduos e atentos, inicia seu artigo de 1924, "Neurose e Psicose". A partir desse estudo, o autor, Richard Simanke, coloca em jogo uma questão fundamental, de ordem política, na medida em que redimensiona o papel da psicanálise em relação às instituições psiquiátricas e recoloca, agora de maneira decisiva, o seu lugar, teórico e clínico, no que diz respeito à questão da psicose.

O caminho "escolhido" na psicose, que Freud nos diz textualmente, é: "a criação de uma realidade nova, que já não oferece o mesmo motivo de escândalo que a abandonada". De acordo com Simanke, ao final, o melhor presente que o esforço de reflexão filosófica pode oferecer ao mundo é a certeza de que a teoria freudiana das psicoses, por mais incompleta e inacabada que seja, continua indispensável em nossos dias.

A formação da teoria freudiana das psicoses convida o leitor a ficar diante do emaranhado que Freud nos deixou, exigindo do intérprete um trabalho minucioso, paciente. O procedimento utilizado na obra é muito útil no campo de pesquisas que hoje se denomina filosofia da psicanálise e, também, para os psicanalistas e os profissionais em geral que trabalham no campo da saúde mental. Simanke proporciona uma fonte inesgotável de questões e um prazer renovado a cada leitura.
Os livros de Edições Loyola podem ser adquiridos pelo site: www.loyola.com.br.

Título: A formação da teoria freudiana das psicoses
Autor: Richard Theisen Simanke
Coleção: Psicologia Aplicada
Número de páginas: 264
Formato: 17 x 24 cm
Preço: R$ 39,00
ISBN: 978-85-15-00279-5




A obra de Freud revisitada
Segunda parte de coleção traz o livro Interpretação dos sonhos em que Freud considera ter feito sua descoberta mais importante

Em homenagem aos 70 anos da morte do pai da psicanálise, chega às livrarias a segunda parte da Coleção Para Ler Freud, com três novos títulos que fazem uma releitura dos mais importantes textos do austríaco: Interpretação dos Sonhos, analisado por John Forrester, chefe do Departamento de História e Filosofia da Ciência da Universidade de Cambridge; As Pulsões e Seus Destinos, analisado por Joel Birman; e Complexo de Édipo, por Chaim Katz. O objetivo da coleção, organizada por Nina Saroldi, é familiarizar o público com as idéias de Freud. Cada publicação apresenta textos do cientista selecionados segundo o critério de importância e de seu interesse para a discussão de temas contemporâneos na psicanálise e fora dela. Os autores apresentam os conceitos do psicanalista de forma didática e os contextualizam com a totalidade de suas teorias.

Interpretação dos Sonhos ocupa lugar de destaque na obra de Freud, que fez várias revisões do texto ao longo de sua vida. Na obra, também conhecida como o Livro dos Sonhos, Freud acreditou ter realizado sua maior descoberta: que a força motivadora dos sonhos é a realização dos desejos. Neste livro, John Forrester, chefe do Departamento de História e Filosofia da Ciência da Universidade de Cambridge, analisa as diferentes críticas feitas à teoria freudiana no que diz respeito aos sonhos e contextualiza o livro no cenário científico da época. Além disto, destaca a coragem de Freud ao expor seus próprios sonhos ao conhecimento do público. Forrester possui vasta pesquisa sobre a obra de Sigmund Freud.

Em As Pulsões e Seus Destinos, Joel Birman esclarece o conceito de Pulsão na obra de Freud através da análise de vários escritos do autor. Nestas obras, ele lança as bases teóricas para a psicanálise ser vista como um novo campo do saber. Birman revela referências contemporâneas ao texto, que para os leitores no século XXI pode parecer distante. O autor é pesquisador do programa de mestrado e doutorado em Teoria Psicanalítica da UFRJ e já escreveu diversos livros sobre psicanálise, história e filosofia.

O volume temático O Complexo de Édipo, escrito pelo psicanalista Chaim Katz, reúne textos de Freud sobre seu famoso conceito e também outras citações intelectuais relevantes. Desta forma, o filósofo Michel Foucault, Gustav Jung, entre outros são convidados ao debate sobre a teoria que perpassa toda a obra do pai da psicanálise.

Nina Saroldi, organizadora da coleção, é formada em Filosofia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, tem mestrado em Filosofia pela PUC-RJ e doutorado em Teoria Psicanalítica pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Atualmente, é professora da Fundação Getúlio Vargas.




Iniciação sexual planejada garante mais satisfação aos jovens

O assunto é o ponto de partida do livro “Saindo da Casca do Ovo”, lançado este mês

A primeira transa com a namorada, a perda da virgindade com prostitutas e a masturbação assistida ou sexo cibernético são alguns dos pontos abordados no livro “Saindo da Casca do Ovo”, de Claudio Nasajon e Cesar Salim, lançado este mês pela editora Quartet. Os dois autores, professores de empreendedorismo da PUC-Rio, partiram da idéia de que é preciso um bom planejamento para se ter sucesso, tanto nos negócios quanto na iniciação da vida sexual.

“No país, cerca de 70% das empresas fecham antes de chegar ao quinto ano de operação, muitas porque não realizam algum tipo de planejamento antes de começar a funcionar. O jovem que tiver todo o conhecimento possível antes de sua iniciação sexual também pode projetar de maneira mais segura e confiante como será sua primeira relação. E terá chances muito maiores de também ter mais sucesso na sua experiência”, diz Nasajon, que escreveu o livro pensando como poderia ajudar seus filhos de 12 e 13 anos.

O livro oferece uma abordagem leve e bem-humorada sobre o assunto. Além das próprias experiências de vida, os autores também pesquisaram profundamente o assunto, consultaram alguns especialistas (médicos e psicanalistas) e contaram com o apoio de uma turminha formada por meninos e meninas - cujas histórias de vida, comentários, críticas e sugestões ajudaram no desenvolvimento da obra

Quem assina o prefácio é o psiquiatra e psicanalista Alberto Goldin, co-autor de vários livros de sucesso relacionados ao assunto e da peça teatral Todo Mundo tem Problemas (Sexuais). Na contracapa, o livro também traz depoimentos dos escritores Paulo Coelho e Fernando Morais e da psicóloga e psicanalista Márcia Botelho Antunes.


Saindo da Casca do Ovo – José Planeja sua Iniciação Sexual
Editora Quartet
Preço: R$29,90





Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney

Geração Editorial, a editora mais ousada do País em instant books, aquece o mercado editorial com um livro-bomba polêmico, histórico e arrasador do jornalista Palmério Dória

“Em 2008, o senador José Sarney voltou a ser manchete, principalmente das páginas policiais, quando revelada a organização criminosa da qual seu filho fazia parte. Para não deixar o filho ir para a cadeia, ele teve de disputar no ano seguinte a presidência do Senado. Foi preciso colocar a cara para bater. O poderoso coronel voltou para dar forças aos filhos, para salvá-los”.

Pela primeira vez em livro, um jornalista – Palmério Dória, um veterano do jornalismo investigativo – reconstrói toda a insólita trajetória do ex-governador do Maranhão, ex-presidente da República e atual senador José Sarney. Sua vida, seus negócios, seu destino – presidente da República por acaso – sua família, amigos e correligionários, todos envolvidos numa teia cujos meandros os jornais e revistas revelaram nos últimos meses – sem a riqueza de detalhes e revelações surpreendentes agora contidas em livro.

Obediente às regras do “bom e verdadeiro jornalismo”, Palmério faz um implacável retrato do poderoso coronel de maneira transparente e inteligente. Neste livro o leitor vai saber como Sarney consegue envolver tanta gente na sua teia.

A objetividade, veracidade na descrição de personagens e situações, concisão, originalidade e calor humano fazem da obra uma leitura obrigatória e prazerosa.
“E, para honrar o jornalismo, atualidade absoluta e, ao mesmo tempo, permanência, pois vai girar a roda da história e os pósteros sempre aí beberão em fonte cristalina para conhecer costumes políticos e sociais desta nossa época em que um político brasileiro, metido em escândalos até o pescoço, exerce o poder de fato, acima de qualquer suspeita”, enfatiza Palmério, que fez o livro a quatro mãos com o jornalista e amigo de décadas Mylton Severiano, o Myltainho da revista “Realidade”, dos anos 1960, e da equipe que fundou o “Jornal da Tarde”.

Os dois formaram uma dupla de peso. Enquanto Palmério cuidava da investigação, Mylton fez a pesquisas e reuniu os dados, posteriormente cruzados e checados com rigor.

“Honoráveis Bandidos” contém um caderno especial de 16 páginas com hilariantes charges de nada menos que os irmãos Caruso – Chico e Paulo – sobre o principal ator desta história real. “Sarney sempre esteve na história do Brasil. Não há como descartar o Sarney. Ele sempre foi o mal maior”, responde Palmério Dória ao ser indagado “por que Sarney?”.

É a primeira vez o mercado editorial receberá um livro com toda a história secreta do surgimento, enriquecimento e tomada do poder regional da família Sarney no Maranhão e o controle quase total, do Senado, pelo patriarca que virou presidente da República por acidente, transformou um Estado no quintal de sua casa e ainda beneficiou amigos e parentes.

Um livro arrasador, na mesma linha de “Memórias das trevas – uma devassa na vida do senador Antonio Carlos Magalhães,do jornalista João Carlos Teixeira Gomes, também da mesma editora, e que na época do lançamento contribuiu para a queda do poderoso coronel da política baiana. Um best seller que ficou semanas nas listas dos mais vendidos.




"A Marquesa de Santos” volta às livrarias com histórias da amante de D.Pedro I

O romance de Paulo Setúbal, reconhecido pelo alto valor literário e historiográfico, é relançado em edição de luxo ilustrada

Depois do sucesso da reedição de “As maluquices do Imperador”, a editora Geração Editorial relança neste ano mais uma obra do escritor brasileiro Paulo Setúbal, um dos mais lidos de seu tempo. Trata-se do romance-histórico “A Marquesa de Santos”, que conta em detalhes a trajetória de uma das mulheres mais intrigantes e célebres da História do Brasil.

A aristocrata paulista Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, foi a amante e grande paixão de D.Pedro I, o primeiro Imperador do País. E mais: como escreve o autor do livro, “a única mulher, na História das Américas, que encheu um Império com o ruído do seu nome e o escândalo do seu amor”.

O papel de coadjuvante, geralmente destinado às mulheres dos estadistas, Domitila de Castro deixou para a Imperatriz Leopoldina, única pessoa de toda a Corte a não saber do relacionamento entre o Imperador e a bela paulista. Com incrível capacidade de fazer o Monarca ceder a todos os seus caprichos, a Marquesa tomou para si a condição de protagonista, exercendo forte influência na política do Primeiro Reinado.

Outro personagem de importância extrema nas decisões imperiais, mas que passa ao largo da chamada História oficial, é Francisco Gomes da Silva, o Chalaça. Um “violinista folião, cantador de lundus” pelo qual D.Pedro I teve grande empatia desde o início e, assim, tornou-se Secretário Privado e Comendador do Império. Hábil e oportunista, o Chalaça sabia manipular os figurões do Reinado e conduzir os atos do Estado a seu bel-prazer.

Como um Conselho de Ministros do Império inteiro pediu demissão em uma única noite e foi prontamente reconstituído? Por que D. Pedro I dissolveu a Assembleia Constituinte em 1823? Como José Bonifácio de Andrada e Silva, o Patriarca da Independência, foi preso e exilado?

“A Marquesa de Santos” mostra que as respostas para essas questões giram quase sempre em torno dos desejos, extravagâncias e gostos pessoais do Imperador e de sua amante, além das intrigas criadas pelo Chalaça, em um ambiente de confusão total entre o público e privado que talvez seja o cerne das incoerências e desmandos da política atual.

Escrita originalmente em 1925, o livro de Paulo Setúbal, que compreende o período de 1813 a 1829, recria com precisão histórica o cenário de um Brasil em transformação em virtude da chegada da Família Real e Abertura dos Portos (1808) e Proclamação da Independência (1822). A obra, portanto, é leitura obrigatória para quem quer conhecer, além da vida política da época, os hábitos e costumes de uma sociedade escravocrata dominada por sua elite ociosa.

Com vocabulário rico, estilo único e narrativa fluente capaz de prender a atenção do leitor, Setúbal consegue aliar o alto valor historiográfico de sua obra à extrema qualidade literária. Soma-se a isso dezenas de imagens da época, de pintores como Debret, e a nova edição produzida pela Geração Editorial torna-se indispensável na estante de quem procura conhecimento.


O LIVRO DAS HORAS DA PRAÇA DO FERREIRA

Foi lançado dia 03 de setembro, com o fotógrafo Jarbas Oliveira e o escritor José Mapurunga, no coração da Praça do Ferreira, o livro sobre a poética cotidiana do logradouro mais popular da cidade, repleto de histórias e personagens.

A mulher do cafezinho, o vendedor de algodão doce, os evangélicos, os jogadores de porrinha, o homem que descasca cocos com os dentes, a moça que passa lépida, os jovens comerciários, os velhos frequentadores. Figuras anônimas popularmente conhecidas, como o poeta Mário Gomes, o velho Valmir, o jornaleiro Paixão, o João Engraxate, o Nietzsche, o Deputado. Todos esses, que fazem o dia-a-dia do centro nervoso da cidade, estão nas páginas de “O Livro das Horas da Praça do Ferreira”, que percorre o local desde a “Matinas” (quando “a vida foi dormir e ainda não acordou”), até a madrugada seguinte (quando um “homem se dirige para o banco mais próximo, onde se senta, talvez à espera do amanhecer”).

Eles são personagens ilustrativos de uma excursão íntima que leva a assinatura de dois especialistas em diferentes linguagens: Jarbas Oliveira, fotógrafo com trabalhos impressos nos mais importantes veículos de comunicação do País, e José Mapurunga, premiado dramaturgo, roteirista, contista, poeta, cordelista e letrista de música. Neste trabalho de co-autoria, o escritor e o fotógrafo se apropriaram das horas canônicas – antigas divisões de tempo que serviam aos cristãos como diretrizes para as orações diárias – para falar das horas que passam e dos que passam pelas horas no cotidiano da Praça do Ferreira.

“Eu sou um frequentador antigo do local e em 1999 escrevi uma crônica baseada nas horas canônicas para mostrar um dia inteiro na praça, as pessoas e os sentimentos que rondam por lá”, explica Mapurunga. Dez anos depois, os textos se casam com o registro fotográfico de Jarbas Oliveira, para quem a maior dificuldade foi escolher 157 fotos dentre as 4.000 que bateu. “O interessante é que antes de fotografar, eu tinha lido apenas uma vez o texto, porque não queria me prender, mas depois vimos que as narrativas se comunicam e complementam”, ressalta Jarbas.

Para Mapurunga, que veio de Viçosa aos sete anos de idade, a Praça do Ferreira é o lugar de Fortaleza mais parecido com o interior. “Lá, inclusive, existe um banco que é dividido entre as pessoas de Viçosa e as de Quixadá”, comenta com o bom humor de quem conhece todas as horas da praça, sob diversos ângulos, no centro dela mesma e em seus arredores, que se derramam pela Pharmácia Osvaldo Cruz, a pastelaria Leão do Sul, o antigo Cine São Luís, o Excelsior Hotel, o Clube do Advogado, os restaurantes de comida rápida e as lojas fervilhantes de produtos variados.

Com 144 páginas, “O Livro das Horas da Praça do Ferreira” é patrocinado pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secultfor, e foi desenvolvido em comemoração ao aniversário da Cidade. Na apresentação da obra, a jornalista e professora Beatriz Furtado resume o espírito que movimentou o projeto: “Saltando entre lá e cá, em meio a todas as coisas que são propriamente o mundo, a obra de Jarbas Oliveira e José Mapurunga se encontra em meio — da praça, das pessoas, das horas, do movimento, do esquadrilho do espaço, das vitrines, das bolhas de sabão, das rodas feirantes, dos escureceres. Em meio ao mundo cujas horas não respeitam os ditames dos relógios, nem as cronologias do passar”.

“O Livro das Horas da Praça do Ferreira” será doado a instituições públicas de cultura e bibliotecas. Todos os retratados na obra receberão um exemplar. Quem estiver na Praça do Ferreira durante o lançamento poderá também contemplar as imagens da edição projetadas em local de destaque do referendado logradouro.



O alquimista dos sons

Edições Sesc celebram obra do compositor suíço Walter Smetak


As Edições Sesc SP – que editam publicações que abrangem as áreas de cultura, artes, esportes, ciências sociais, educação e filosofia – e a Editora Perspectiva lançaram o livro ‘Walter Smetak: O alquimista dos sons’. O evento será marcado pela apresentação musical do Sonax - Coletivo de compositores e artistas sonoros, o Sonax desenvolve projetos e criações musicais integrando a música a outras linguagens artísticas, tais como: o cinema, o vídeo, o teatro e a dança. A partir da criação de plásticas sonoras feitas por Marco Scarassatti e instrumentos inusitados de Marcelo Bomfim, o grupo Sonax une esse processo ao da composição coletiva a partir da música improvisada e à manipulação eletroacústica (live eletronic) de Nelson Pinton. Haverá a participação especial de Lívio Tratenberg - que, além de celebrar o lançamento do livro em São Paulo, integra também o Programa Instrumental SESC Brasil.
Violoncelista, compositor, escritor, escultor e construtor de instrumentos musicais, o suíço Anton Walter Smetak (1913-1984) passou a viver no Brasil a partir de 1937, tendo lecionado na Universidade Federal da Bahia e influenciado toda uma geração de músicos brasileiros. Sua obra está em sintonia com as vanguardas estéticas do início do século XX, aproximando a produção artística e o conhecimento científico. Nesse contexto, destaca-se a importância de Smetak, que, a partir de pesquisas acústicas, concebeu instrumentos musicais com um caráter escultórico, por ele denominados “plásticas sonoras”.
A primeira parte do livro aborda a época de formação do artista e suas fases de transição: desde a Europa ao Brasil, do fazer musical para sobrevivência em seus primeiros anos no país ao trabalho puramente artístico, da lutheria à plástica sonora. Além de dedicar capítulos aos processos de criação, à composição e à improvisação smetakiana; a segunda parte procura estabelecer uma tipologia para as obras do artista, classificando-as em instrumentos de inspiração primitiva, cinéticos e coletivos.



Livro sobre o Caso Richthofen, de Ilana Casoy, é relançado pela Ediouro

Foram quatro anos de pesquisas e mais de 100 depoimentos colhidos por Ilana. Ela acompanhou o trabalho dos legistas, detalhando o depoimento dos envolvidos, descrevendo o exame da perícia na procura de evidências e participando da reconstituição do crime. Esta edição de O Quinto Mandamento – Caso de Polícia – O assassinato do casal Richthofen, que será lançado pela Ediouro, ganha prefácio escrito pelo advogado criminalista Alberto Zacharias Toron, que atuou representando a assistência de acusação no julgamento de Suzane Richthofen.

Munida de uma autorização judicial, Ilana Casoy foi a única civil a participar da reconstituição do crime. Conversou com aproximadamente 100 envolvidos na investigação entre advogados, policiais, juizes, promotores. Por intermédio dos peritos, tirou dúvidas com os próprios assassinos. Em um só fôlego, claro e objetivo como uma reportagem e com foco na perspectiva policial, a especialista nos mostra - como em séries policiais e filmes de suspense - a conturbada semana durante a qual as vítimas se transformam em acusados.

A autora descreve também o comportamento dos criminosos, do momento da confissão até a prisão.

A narrativa é explosiva e desconcertante ao tocar em algo que está impresso na memória coletiva da humanidade: Honrar pai e mãe, um mandamento bíblico.

O que levou, então, uma aplicada estudante de Direito, bonita e rica, a planejar o assassinato de seus pais e participar de cada etapa da elaboração do crime, prosseguindo sem hesitação até a aterrorizante noite fatal? O que fez o namorado dela, um rapaz também aparentemente normal, encabeçar o plano com a ajuda do irmão?

A primeira edição de O Quinto Mandamento foi lançada na época do julgamento dos três acusados, em 2006.

A obra é relançada agora porque nunca perdeu sua atualidade, pois pode ajudar na resolução de outros crimes, servindo como ferramenta para investigadores. Além disso, é prova contundente do efetivo trabalho da polícia diante dos poucos recursos disponíveis.

Além de apresentar informações gerais sobre os vinhos e vinícolas, relatando os processos de fabricação, armazenamento, características de solos e climas, e as principais cepas que cada tipo de vinho requer, A Enciclopédia do Vinho também é um prático livro de consulta, repleto de fotos, no qual o leitor poderá tirar suas dúvidas de forma clara e direta. Nas 256 páginas deste livro é possível compreender o universo que envolve a fabricação desta bebida que é, há séculos, apreciada em todo o mundo.

Luis Tomás Melgar Gil foi por mais de 40 anos funcionário graduado da TVE (Televisión Española), onde recebeu diversos prêmios internacionais de prestígio. Desde 1996 é professor de Cinema e Televisão, primeiramente na Universidade Antonio de Nebrija, em Madri, e agora na conceituada Academia TAI. Pela Editorial Libsa publicou diversos títulos de temas variados.



LITERATURA


#Doeumlivrononatal

Campanha nasce no twitter
e chega às ruas do País


Iniciativa individual de twitteiro ganha apoio de diversas pessoas, empresas e entidades e se transforma rapidamente em grande campanha nacional para a doação de livros para o Natal.* Segundo o diretor de divulgação da campanha, José Luiz Goldfarb, já foram arrecadados 20 mil livros e a expectativa é que o número chegue a 100 mil. “A campanha é mais um exemplo de como as redes socais que se formam no twitter podem extrapolar os limites da dimensão virtual, ganhar as ruas das cidades, fazer a diferença e transformar a realidade”, afirma Goldfarb.

Mais uma ver o twitter, com seus míseros 140 toques, mostra que pode ser um poderoso aliado da cultura. De maneira informal, há pouco mais de um mês Heber Dias de Sousa passou a incentivar seus amigos do twitter a doarem livros no Natal. A proposta teve receptividade e adesão avassaladoras e logo se tornou a campanha #doeumlivrononatal. Organizada por Dias de Souza, José Luiz Goldfarb e Laura Furquim Xavier, a campanha se tornou um dos assuntos mais comentados no ambiente do twitter (em alguns dias a TAG chegou a ser a mais mencionada no twitter brasileiro) e, desde então, foi “adotada” por artistas, jornalistas, políticos e empresários, entre outros.

Rapidamente a iniciativa evoluiu para um projeto objetivo e consistente, com parcerias em todo o país, Muitos postos de coleta foram disponibilizados e os livros começaram a surgir - de forma surpreendente e em grande quantidade. Até agora as doações* já chegam a 20 mil livros.

Ao #doeumlivrononatal se juntaram parceiros importantes, como a Fundação Abrinq, a Ong Visão Mundial e projeto “Sempre um Papo”. A abrangência e legitimidade foram garantidas quando a campanha ganhou o apoio do Conselho de Secretários Estaduais de Educação (Consed), que abriu as portas das Secretarias de Estados de Educação para que os livros sejam recebidos; e da Droga Raia, que disponibilizou suas 300 filiais para a doação de livros (junto com a campanha “Passe essa história adiante. Doe um livro”, da própria rede, em São Paulo. Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná).

Segundo José Luiz Goldfarb, curador há 19 anos do Prêmio Jabuti, professor e diretor do programa de Estudos de Pós-Graduação em História da Ciência da PUC-SP, diretor da Câmara Brasileira do Livro (CBL), coordenador de diversos projetos de incentivo à cultura e diretor de divulgação do #doeumlivrononatal, “a campanha é mais um exemplo de como as redes socais que se formam no twitter podem extrapolar os limites da dimensão virtual, ganhar as ruas das cidades, fazer a diferença e transformar a realidade”.

De acordo com Goldfarb, em dezembro a campanha deverá ganhar ainda mais corpo, com o início de ações coletivas que despertem atenção para a campanha e potencializem ainda mais a doação de livros. “Esperamos chegar a 100 mil livros”, anuncia.

Laura Furquim Xavier, coordenadora do projeto, conta que muitos dos usuários do twitter têm anexado ao seu avatar (nomes e/ou foto de identificação) o boton (twibbon) da campanha. “Já são 758 pessoas”, afirma**.

Os locais de coletas*** podem ser encontrados no blog da campanha: http://www.doeumlivrononatal.blogspot.com (ou para contatar a campanha via twitter :@doeumlivro).

Sobre José Luiz Goldfarb

José Luiz Goldfarb atua em diversas áreas do conhecimento. Possui graduação em Física pela Universidade de São Paulo (1978), mestrado em Filosofia e História da Ciência - McGill University, Canadá (1980) e doutorado em História da Ciência pela Universidade de São Paulo (1992). É curador há 19 anos do prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, considerado a principal premiação da literatura do país; professor e diretor do Programa de Estudos de Pós-Graduação em História da Ciência da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo; coordenador de diversos programas de incentivo à leitura (São Paulo: um Estado de Leitores", da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo; "Letras de Luz", da Fundação Victor Civita/Energias do Brasil, nos estados do Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo; e "Rio: uma cidade de Leitores", da Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro); coordenador do Corredor Literário na Paulista, da Secretaria de Estado da Cultura; oficiante do culto da sinagoga da Associação Brasileira “A Hebraica” de São Paulo; conselheiro da Biblioteca Haroldo de Campos (Casa das Rosas - Secretaria de Estado da Cultura); e presidente do conselho deliberativo da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo, entre outros.

Tem grande conhecimento na área de História, com ênfase em História das Ciências, atuando principalmente nos seguintes temas: história da ciência e ciência no século XVII, influências herméticas em Isaac Newton, ciência e religião, história da ciência no Brasil; bibliotecas públicas, políticas públicas de promoção do livro e da leitura, judaísmo e cinema, além da elaboração, produção, viabilização e implantação de projetos e eventos culturais.

MODA


HAVAIANAS SLIM ILLUSION

Psicodélicas e coloridas, as Havaianas Slim Illusion completam a linha verão 2009/ 2010 da marca e alegram os dias quentes da estação.

Super delicadas, o toque feminino são as tiras neon, flúor e candy que além de super atuais com a tendência, combinam com os traços de cores vibrantes pincelados nas solas das sandálias.

Disponíveis nas cores marinho, marrom, uva e azul naval. A numeração vai de 33/34 ao 41/42 e o preço sugerido é de R$25,90.


Havaianas Slim Illusion, para mulheres transadas, modernas e antenadas a moda.









Dragão Fashion Brasil divulga edital para Concursos dos Novos 2010

Estão abertas até o dia 23 de fevereiro de 2010 as inscrições para o Concurso dos Novos do Dragão Fashion Brasil (DFB). Em preparação para sua 11ª edição, que acontece de 25 a 28 de abril do próximo ano, em Fortaleza (CE), o DFB propõe às Instituições de Ensino de Moda e Design do Brasil uma parceria através de suas oficinas de criação.

Dando continuidade ao perfil democrático adotado há duas edições, o Concurso dos Novos possibilita aos estudantes uma experiência profissional de trabalho em grupo, transformando a competição individual em uma ação de coletivos. Sob a orientação de seu corpo docente, cada instituição selecionada desfilará sua coleção no Centro de Convenções de Fortaleza, integrando o line-up do evento. A premiação é de R$6.000,00 (seis mil reais) para a equipe vencedora e um troféu para a Instituição de Ensino vitoriosa.

Em 2010, o DFB volta às origens de seu nome e elege como tema “Dragão do Mar – Francisco José do Nascimento, o Chico da Matilde. Cearense, Jangadeiro, Abolicionista”. Chico da Matilde é um personagem da história do Ceará conhecido por sua luta pela libertação dos escravos no Estado.

As inscrições para o Concurso de Novos 2010 podem ser feitas em equipes de quatro a seis integrantes que cursem a partir do 2º semestre dos ensinos superior ou tecnólogo em moda, estilismo e/ou modelagem. Cada instituição pode inscrever um número ilimitado de equipes para a 1ª etapa, mas somente uma passará para a 2ª etapa do concurso, sempre sob a orientação de um ou mais profissionais do corpo docente da Instituição de Ensino.

Para a inscrição é necessário, entre outras exigências, apresentar ficha de inscrição preenchida, breve release justificativo referente ao tema proposto 12 looks femininos e/ou masculinos em croquis e um look completo confeccionado conforme o desenho apresentado. As equipes podem enviar seus trabalhos de 2 de janeiro a 23 de fevereiro de 2010. O resultado dos trabalhos será divulgado através do site do DFB (www.dragaofashion.com.br) no dia 27 de fevereiro de 2010.


A seleção dos trabalhos é feita em duas etapas. A primeira delas envolve avaliação de uma banca de profissionais de Moda e Design e áreas afins dos trabalhos recebidos. Serão oito instituições finalistas, avaliadas de acordo com critérios como qualidade do produto final, projeto gráfico e criatividade. Para a etapa seguinte somente uma equipe de cada instituição continua na disputa. Cada equipe selecionada para a 2ª etapa deve confeccionar seis looks para apresentação em desfile durante o evento. Todas as despesas para a confecção, envio dos protótipos e participação no evento serão de responsabilidade dos participantes.

O Concurso dos Novos e o Dragão Fashion Brasil é concebido pela empresa de eventos Equipe de Produção, com Helena e Cláudio Silveira na direção, idealizadores do maior evento de moda autoral do país.

Serviço:
Concursos dos Novos – Dragão Fashion Brasil 2010
Inscrições de 2 de janeiro a 23 de fevereiro de 2010
Fone: (85) 32613656/ Falar com Helena Silveira
helena@dragaofashion.com.br
www.dragaofashion.com.br


DRAGÃO FASHION BRASIL
Equipe de Produção
Rua Filadélfia, 626 – Engº Luciano Cavalcante
Fortaleza – Ceará
CEP: 60.811-120
Tel: (85) 3261-3656
Fax (85) 3261-9584
dragaofashion@dragaofashion.com.br
www.dragaofashion.com.br







Estudantes de moda do Norte e Nordeste participaram da final do Concurso LYCRA® Swimwear Future Designers


Dos oito finalistas, a região Norte e Nordeste foi a mais representada com três estudantes na final do Concurso LYCRA® Swimwear Future Designers que aconteceu no Rio de Janeiro na última semana. Duas jovens revelações são do Ceará: Camila Bezerra e Davi Sombra (UFC-CE); e a terceira é do Pará, Larissa Lustosa (UEPA-PA) que contribuíram, e muito, para enaltecer o evento.

Em noite exclusiva, a Boate 00 recebeu todos os finalistas do concurso para apresentarem os 40 looks para uma banca composta fortes nomes do segmento. Entre eles: Gaúcha, Iesa Rodrigues, Jacqueline Di Biase, Mariana Adams e Paola Robba. Ao som de Essa Moça Tá Diferente interpretada por Roberta Sá, Camila Bezerra apresentou coleção baseada no universo rústico e criativo do sertão brasileiro. "Esse concurso tem uma importância muito valiosa na minha vida, pois está me dando a possibilidade de ter meu trabalho conhecido nacionalmente", declara a estudante cearense.

Davi Sombra, que cursa a mesma universidade, buscou referência no movimento que a água promove nas quedas d'água e toda dinâmica e maleabilidade que o fio LYCRA® proporciona. "A escolha dos drapeados dá movimento às peças e forma linhas que contornam o corpo. Os degradês e os babados são usados pra caracterizar essa força que a água pode ter quando está agitada, quando cai produz impacto, agito", explica Davi. Como tema a canção Água de Cachoeira cantada por Maria Bethania. Já Larissa apresentou uma coleção chamada Beleza Nativa. Suas cinco peças foram inspiradas nas riquezas naturais encontradas na fauna, flora e minerais. "A classificação para a final do concurso me deixou extremamente feliz. Representa um salto na minha vida profissional e uma realização pessoal enorme!", analisa Larissa.

Ao final dos oito desfiles, Betty Lago, mestre-de-cerimônia do evento anunciou o resultado. A jovem Julia Sato, estudante da USP-SP, foi eleita a revelação do concurso recebendo a oferta para estagiar em marcas nacionais como Salinas, Cia.Marítima, Paola Robba e Água de Coco. Em segundo a estudante gaúcha, Amanda Aylin e em terceiro o carioca Fernando Parada. Felipe Veloso ficou responsável pelo belo stylist da noite e Lula Duffrayer assinou a produção geral do evento. Julia Sato recebeu o troféu das mãos da diretora de marketing da marca do fio LYCRA® para América Latina, Carolina Sister. "A marca LYCRA®, que este ano comemora 50 anos, sempre foi vista como pioneira e inovadora não poderia ficar de fora deste desafio. Apostamos nos novos talentos brasileiros com a realização deste concurso e temos a certeza que estas descobertas farão parte de mais uma revolução no mundo da moda", afirma Carolina.

As estilistas Jaqueline Di Biase e Paola Robba, que ofertaram estágio, destacaram o nível de profissionalismo dos estudantes. "Achei muito legal este trabalho autoral de cada um dos finalistas. A iniciativa da marca LYCRA® é excelente de dar oportunidade para estes novos talentos.", enfatiza Paola. Jaqueline aumentou sua equipe com ofertas de estágios, ofereceu, além da Julia, para o terceiro colocado, Fernando Parada e para outra jovem que participou da regional Rio de Janeiro. "Gostaria de oferecer estágio para vários. Mesmo sendo estudantes apresentaram trabalhos com nível profissional. Foi surpreendente", desta Jaqueline.

Saiba mais em http://www.lycrafuturedesigners.com//









Peças de grifes internacionais em um clique

As fashionistas que não moram em São Paulo e reclamam da falta de acesso a grifes famosas como Chanel, Gucci e Prada ou que acham que não poderiam pagar por elas, podem agora adquirir pela internet peças dessas e de outras marcas a preços acessíveis. A loja Estúdio de Moda Perdizes (localizada no bairro de Perdizes, na cidade de São Paulo) oferece por meio do site http://www.estudiodemodaperdizes.com.br produtos como bolsas, sapatos, óculos e roupas de marcas consagradas, importados oficialmente pelos representantes no Brasil. As bolsas foram utilizadas em editoriais de moda, filmes para cinema, comerciais para TV e demais produções. Já as peças de vestuário são novas, oriundas de pontas de estoque.

Nos meses de novembro e dezembro, o Estúdio de Moda Perdizes realiza uma grande liquidação com descontos de até 90% - tanto para clientes que visitam a loja quanto para aqueles que compram pelo site. Há bolsas Gucci ou Prada originais a partir de R$ 299, jeans Seven feminino por R$ 299, sapatos e sandálias Sergio Rossi e Tory Burch desde R$ 199 e bolsas Chanel desde R$ 1.499. A loja oferece produtos femininos e masculinos. "Disponibilizamos em nosso site fotos dos produtos para que os clientes tenham a segurança da qualidade. Sabemos que o consumidor que compra pela internet tem dificuldade em identificar se os sites realmente oferecem produtos originais a bom preço", informa Michel Bellelis, proprietário do Estúdio de Moda Perdizes. Segundo Michel, o comércio de produtos de moda pela internet no Brasil se consolidou nos últimos anos. "No começo as pessoas usavam a web somente para se manterem informadas e para contatar outras pessoas. Hoje, graças a ela, clientes que moram fora de São Paulo podem receber suas compras em casa sem precisar enfrentar filas ou até mesmo passagens aéreas, quando se trata de produtos importados" , diz o empresário. Ele comenta que o consumidor está cada vez mais esperto e mais consciente de como deve gastar seu dinheiro e diz que muitos apostam em seus produtos como uma aplicação - um artigo como uma bolsa de luxo que foram adquiridos a bom preço, podem ser revendidos quando não se quiser usar mais. Eles são valorizados mesmo quando usados, algo que não acontece com artigos sem marca. Esse ponto agradará aos consumidores conscientes, uma vez que estarão reaproveitando produtos de coleções passadas. Para Michel, a venda de produtos de moda pela internet é uma tendência, que inclui até clubes com vantagens exclusivas para os compradores. Seu objetivo é atingir cada vez mais o público que gosta de comprar online.

Dados sobre o comércio eletrônico

Segundo dados do E-bit, em 2008 o faturamento geral online no Brasil chegou a R$ 8,2 bilhões. Este número foi possível principalmente pela confiança do consumidor que comprou com ticket médio maior, cerca de R$ 325, o que revela que as compras pela internet não são somente de livros e DVDs. Atualmente há 13 milhões de pessoas que compram pela internet.
Estúdio de Moda Perdizes
http://www.estudiodemodaperdizes.com.br
Rua Iperoig, 329 - Perdizes
Tel: (11) 3791-1000
Aceita cartões de crédito Visa e Mastercard
Aberto de segunda a sábado das 10 às 18 horas

MÚSICA

André Marinho lança o CD “Vida de Gato”

André Marinho é compositor perspicaz e audacioso. Seu samba é forte, vibrante, e às vezes cadenciado, como a própria vida deve ser. Suas letras descrevem o cotidiano, satirizam as desigualdades, mas também falam dos romances, da sensualidade e da alma de quem não tem a "vergonha de ser feliz".

Com o intuito de descontrair e animar nossa noite, André Marinho lança o seu segundo CD com 13 faixas inéditas, e apresenta ao público seu talento e poesia repleta de sátiras onde, na contra-mão da mão, questiona "a dor e a delícia de ser o que é" e o conformismo de uma cômoda "Vida de gado".

Mantendo em suas letras uma abordagem de temática social já evidenciada em seu primeiro trabalho, intitulado“Batuque dos Anjos”, o samba de André Marinho caminha pra o segundo CD “Vida de Gato”, prezando principalmente pela poesia que aborda situações cotidianas da vida humana, em toque de classe, suave e elegante.
Partido alto, samba de mesa, samba-canção, gafieira, sátira e romance estão presentes nas composições muito bem arranjadas por sopros, piano, cavaquinho, baixo, violão, guitarra, bateria, percussão e vocais.

As canções criam expectativa que precedem refrões de fácil assimilação e apego, através da sua voz grave e aveludada, em clima ora de festa, ora de introspecção. Atende assim o interesse da boa música popular brasileira, além de satisfazer a uma boa parcela da comunidade, indignada com o lixo cultural e a linguagem de baixo calão imposto pelos principais veículos de comunicação em detrimento de nossa verdadeira cultura.

O CD “Vida de Gato” foi patrocinado pelo Programa Cultura da Gente, que apóia projetos artísticos desenvolvidos por funcionários da ativa e aposentados do Banco do Nordeste do Brasil (BNB). Ação de desenvolvimento humano e responsabilidade social corporativa do Banco do Nordeste, o Cultura da Gente apóia projetos individuais ou coletivos, de autoria ou co-autoria de funcionários e aposentados da instituição, nas áreas de música, artes cênicas, audiovisual, artes visuais, literatura e cultura popular.

A produção do álbum foi iniciada há mais de um ano por ocasião da escolha dos profissionais para a realização e execução das faixas. Vale ressaltar que propositalmente ficou para depois, coincidentemente por ocasião do programa Cultura da Gente, a sua finalização que acontece agora, depois de escutá-lo dezenas e dezenas de vezes, colher opinião de leigos e músicos competentes, inclusive de sua terra natal, o Rio de Janeiro.

Esta atitude fez parte de um aperfeiçoamento profissional, de um cuidado, que contou ainda com a revisão final do músico e de Luizinho Duarte, um dos arranjadores. A diversidade musical existente no CD é dada através dos arranjos provenientes de excelentes músicos (Luizinho Duarte, Jamil Joanes, Adelson Viana, Aroldo Araújo e Tarcísio Sardinha), retratando bem o samba do nosso Brasil diverso.
O CD “Vida de Gato”, do compositor André Marinho, prima pela qualidade de seu trabalho, a começar pela seleção dos músicos que o acompanham, que são sem sombra de dúvida alguns dos melhores do Ceará, privilegiando a mão de obra local também em sua apresentação gráfica com o trabalho do designer Fávila Correia, além de gravação, mixagem e masteriazação no Vila Estúdio Sonoro, bem como a prensagem na empresa CD+.
Considerando que o programa Cultura da Gente visa à valorização de seus funcionários, através do incentivo às suas atividades e ao estímulo às suas ações culturais, também apoiar a produção do CD “Vida de Gato” significa associar o nome do Banco do Nordeste a uma obra de extrema qualidade de um músico, funcionário do Centro Cultural BNB, que é reconhecido pelos produtores e classe artística locais por sua dedicação a música através do seu trabalho na direção dos programas Cultura Musical e Palco Instrumental.


Sete vidas para ser livre e amar

Errantes criaturas da noite, os gatos são curiosos, perspicazes e independentes. Seja em relação ao comportamento ou à aceitação adquirida na sociedade, carregam ambivalência de animais livres, soberanos de si, mas sempre prontos a se renderem ao carinho dos donos. A reflexão vem a propósito, pois foi justamente na associação da imagem dual dos gatos aos humanos, que o músico André Marinho, coordenador geral dos programas musicais do CCBNB-Fortaleza, inspirou-se para compor o repertório de seu segundo CD, Vida de Gato.
O projeto do CD envolve 13 músicas inéditas, estruturadas em versos irreverentes e bem elaborados, marca de um artista audacioso e preocupado com a valorização da música e cultura populares brasileiras.

Humor sagaz e romantismo sensual, assim como no primeiro trabalho intitulado Batuque dos Anjos (2002), foram os ingredientes escolhidos para descrever a vida do sujeito-gato. “O repertório é focado no cotidiano e aprimora a vertente intimista. Em outros momentos, por meio de um olhar satírico, questiona também as incoerências do nosso imenso Brasil. Às vezes, é preciso ser mais gato, ter sete vidas para se viver tantas contradições”, qualifica o músico.
André Marinho começa com A Carne é Fraca, descrevendo as tentações e peripécias dolorosas de um relacionamento amoroso. Seguem na toada romântica Dengosa, Viciado em Você, Japão, Velejar, Amor Imperfeito e Vida de Gato, faixa que dá nome ao CD. É interessante pontuar o linguajar realista e popular das canções citadas. Sem pudor, o compositor fala espontaneamente sobre traição, vingança, desejos e desenganos.
As demais músicas – exceto Lara, escrita em homenagem a sua filha –, trazem crítica e indignação aos valores vigentes na sociedade atual. Entre elas, A Idade do Condor e A Velha Escola sobressaem pela ironia velada ao sistema capitalista e à maldade humana.

Já Nas Ondas da Embratel é talvez a música mais simbólica do CD. Repleta de referências históricas, expõe o passado vexatório da época do descobrimento do Brasil e o compara, num diálogo de causalidade, ao presente igualmente vergonhoso das favelas comandadas pelo tráfico de drogas. Bastam alguns versos para perceber o tom sarcástico e a crítica social: “Depois chegou Dom João / Foi o VI que abriu a nação pros traficantes / Veio a rainha senil convocando a boiolada / Pra lutar na Guerra Santa / E apresentou um papel lá no Morro do Chapéu”.
Vida de Gato renova a percepção do transcendente valor do samba, unindo satisfatoriamente os sentimentos de cumplicidade e compartilhamento próprios da temática e melodia exigidos por esse ritmo. O som de cadência agradável é uma boa pedida para apreciar em um churrasco com os amigos, num happy hour, em casa ou no computador.








DIVIRTA-CE recomenda: Karla Sabah em "Cala a boca e me beija"

A cantora Karla Sabah está com novo álbum nas lojas, “Cala a Boca e Me Beija”, lançamento da LGK Music com distribuição da Som Livre. Este é o terceiro álbum solo na discografia da cantora, sucessor de “Drum n’ Bossa” volumes 1 e 2.

O novo álbum tem produção assinada por Julinho Teixeira e William Magalhães e traz Karla como compositora de seis das 15 faixas do disco. A cantora divide os créditos das composições com Rildo Hora, Fhernanda Fernandes, Perinho Santana, Julinho Teixeira e Hyldon.

“Cala a Boca e Me Beija” também traz composições de Arnaldo Antunes, Carlos Imperial, Jards Macalé e Waly Salomão, entre outros, e regravações de dois clássicos do Rock: “A Kind of Magic”, do Queen, e “I Will”, dos Beatles.









Fábio Jr. se aventura pelo sertanejo

“Estrada da Vida”, de José Rico, “Cabecinha no Ombro”, de Paulo Borges, “ Rio de Piracicaba”, de Tião Carreiro, “Fio de Cabelo”, de Marciano, e “No Rancho Fundo”, de Ary Barroso e Lamartine Babo são algumas das músicas do novo CD "Romântico" Fábio Jr chamou um dia o produtor Guto Graça Mello e cravou: “Quero fazer um disco sertanejo”. Guto diz ter tremido na hora. Sua resposta: “Não consigo te ver de chapelão e bota de bico fino”. O que ele queria dizer era: “As pessoas provavelmente não compreenderão – o público sertanejo vai considerar oportunista; o seu (Fábio) público talvez não entenda”. Mas Fábio bateu o pé – são músicas que o emocionam, canções que o pai, taxista, e a mãe, professora de piano, escutavam. A decisão foi tão simples quanto complexa: trazer as canções para o universo do cantor. Começava o parto naquele instante de um dos mais belos trabalhos do cantor, este “Romântico”, o 25º disco de carreira.

Simples porque a linha do trabalho estava decidida. Complexo porque apesar da temática emocional dos dois universos, o de Fábio e o sertanejo, são dois mundos à parte, principalmente em características musicais.

Sertanejo demanda uma pegada mais forte, segunda voz. A estrada de Fábio é cercada de suavidade pop, arranjos vocais mais intimistas. Com isso em mente, Guto Graça Mello optou por uma terceira via, uma música distante dos dois e tentou o amálgama. Fábio e ele pegaram “Don’t Know Why”, de Jesse Harris, que fizera sucesso na voz de Norah Jones, pediram a Sylvia Massari versar a letra e a gravaram como “Amar é Perdoar”. O caminho estava traçado, e esta é a musica que abre o disco.

A segunda canção gravada foi um standart do mundo sertanejo, com cheiro de terra do primeiro ao último segundo, “Cabocla Tereza”, de Raul Torres e João Pacífico, e que já fora gravada de Tonico e Tinoco a Chitãozinho & Chororó, e fecha o trabalho ao lado de “Românticos”.

O sotaque caipira da canção transparece até na frieza dela transcrita no papel: “Eu e mais seu doutô/Topemo o cabra assustado/Que chamou nóis prum lado/E a sua história contou.”

“Cabocla Tereza” é a 12ª de 13 músicas de “Romântico”, e uma das 500 que Fábio separou como opção para rechear o trabalho.

Gravou com a mesma pegada outros clássicos do campo, como “Estrada da Vida”, de José Rico, “Cabecinha no Ombro”, de Paulo Borges, “ Rio de Piracicaba”, de Tião Carreiro, “Fio de Cabelo”, de Marciano, e “No Rancho Fundo”, de Ary Barroso e Lamartine Babo.

Todas são sovadas pelo acento pop do cantor, com reforço de troca da segunda voz típica caipira pelos arranjos vocais do grupo Ponto 4, que o acompanha. São quatro vozes que fogem do trinado e esbarram no gospel, no spiritual, e fazem com que as lindas melodias originais ganhem o frescor que teriam se fossem compostas na America do Norte sulista.
Fábio ganhou confiança até para arriscar elementos mais típicos sertanejos, como no acordeom em “Telefone Mudo”, de Peão Carreiro.

E o jogo virou a tal ponto que estava em dúvida se gravaria o talvez maior hit contemporâneo do campo, “É o Amor”, de Zezé di Camargo. “Será? Tanta gente gravou”, questionou ao produtor. Fizeram a experiência, concentrou-se e gravou de primeira. E é um dos pontos altos de um disco lotado de pontos altos.

“Já fiz quase 400 discos como produtor. Mas este é um que me pegou pelas costas. Fábio está cantando muito. E cantando feliz. Isso transparece”, resume Graça Mello. Palavras de quem acompanhou o cantor em alguns de seus principais hits durante seus 30 anos de sucesso.







O jazz charmoso de Jamie Cullum

Cantor considerado a vanguarda do pop inglês, lança o CD "The Pursuit"


Está cansado de ouvir música repetitiva e previsível? É fã de misturas bacanas? Uma ótima dica é conferir "The Pursuit", novo disco do inglês Jamie Cullum, que a Universal Music está lançando no Brasil.

Jamie tem 30 anos de idade, é cantor, compositor e pianista, e já está na estrada há mais de dez anos. Lançou seu primeiro disco por uma gravadora de maior porte, Pointless Nostalgic, em 2002.

Ele é basicamente um jazzistica, que toca com maestria e canta com rara personalidade. Sabe tocar standards de nomes como Cole Porter e George Gershwin como se tivesse vivido os anos 30 e 40. Mas, ao contrário de muitos outros por aí, ele não se limita a isso: Cullum tem paixão por soul, pop, rock e funk, e faz questão de acrescentar essas influências ao som que faz. E é aí que a coisa fica realmente bacana.

The Pursuit é o quinto CD dele, contando com o raríssimo primeiro disco, independente, que teve tiragem de apenas 500 cópias.
Do início com uma releitura sublime de "Just One Of Those Things", de Cole Porter (com acompanhamento da The Count Basie Orquestra), o cara envereda por baladas psicodélicas, jazz de tempero latino, rock, funk e o que mais pintar em sua frente.

Seu estilo de tocar piano está mais fluente do que nunca, e sua voz, mais negróide e sensual do que nunca. E a capacidade de compor, das melhores, vide canções como "I’m All Over It, You And Me Are Gone", com um solo fenômenal de piano, e "I Think, I Love", só para citar algumas. Alguém pode estranhar ele reler um sucesso recente nas pistas de dança, da cantora Rihanna, "Don’t Stop The Music". Mas para quem já tocou ao vivo ou gravou canções de Elton John, Joy Division, Radiohead e Massive Attack, faz parte de seu ecletismo.





Canç
ões de Natal no CD “Noite Azul”

Meninas Cantoras de Petrópolis interpretam clássicos

Clássicos natalinos como “Noite Feliz”, “White Christmas”, “Então é Natal (Happy Xmas (War Is Over))” e ”Sino de Belém (Jingle Bells)” compõem o repertório do CD Noite Azul: Canções de Natal, das Meninas Cantoras de Petrópolis. O álbum, apresentado pela Som Livre neste mês, traz ainda músicas popularmente associadas a data, seja pelo conteúdo religioso, seja pela mensagem que passam, como “Jesus Cristo”, de Roberto e Erasmo Carlos, e “Canção da América”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt.
Consagrado conjunto vocal brasileiro, as Meninas Cantoras de Petrópolis revisitam algumas das mais conhecidas canções de Natal, no Brasil e no resto do mundo. Entre as músicas brasileiras estão: a marcha “Boas Festas” (“Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel...”), composta por Assis Valente no início dos anos 30; “Feliz Natal”, parceria entre Klécius Caldas e Armando Cavalcante, gravada por Dick Farney no fim dos anos 40; e “Estrela Guia”, de Wilson Nunes e Ricardo Magno, produtores musicais do coral.
Dos mais populares clássicos natalinos internacionais, as Meninas apresentam em Natal Azul versões para: “Jingle Bells” (domínio público), que surge como “Sino de Belém”, de Ewaldo Ruy; “Noite Feliz” aparece em adaptação de Vicente Aricó Jr. para “Silent Night”, de Franz Gruber; “Brazilian Oh Happy Day”, releitura de Ricardo Magno para “Oh Happy Day” (Edwin Hawkins); e “White Christimas”, sucesso de Irving Berlin já interpretado por nomes como Bing Crosby e Frank Sinatra. O álbum também traz canção de John Lennon. Composta por Lennon e Yoko Ono em 1969, “Happy Xmas (War Is Over)” aparece como “Então É Natal”, versão brasileira de Cláudio Rabello popularizada na voz da cantora Simone.
John Lennon não é o único beatle prestigiado no CD Noite Azul. George Harrison é lembrado com o maior hit de sua carreira solo, “My Sweet Lord”, lançada no álbum All Things Must Pass (1970).
O álbum Noite Azul traz ainda canções associadas a data pela temática religiosa e pela mensagem que passam. As Meninas Cantoras de Petrópolis interpretam “Jesus Cristo”, hino gospel de Roberto e Erasmo Carlos, o samba-canção “Ave Maria”, de Vicente Paiva e Jayme Redondo, e “Canção da América”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, lançada no LP Sentinela (1980).






O bom tempo do grunge

Universal Music lança 'Live at Reading', do Nirvana, um CD e DVD ao vivo para entrar na história deste gênero do rock nos anos 90


Trinta de agosto de 1992. O Nirvana era considerado uma das grandes bandas de rock da época. Mais do que um grande disco, "Nevermind" (1991) revolucionou o rock, com o grunge que surgia nos Estados Unidos. O disco acabou se transformando na maior referência do novo gênero e hoje é considerado por muitos o grande álbum da década de 90. Pois bem, no final de agosto de 1992, a banda de Kurt Cobain já era tudo isso, a ponto de ser convidada para fechar Reading, um dos mais importantes festivais do planeta.

E o Nirvana não fez por menos. O show, que já era bastante conhecido através de bootlegs, é daqueles que podem ser chamados de antológicos, desde a sua abertura, quando Kurt Cobain entrou no palco em cima de uma cadeira de rodas, com uma imensa peruca loura. Tivesse esse "Live at Reading" sido lançado naquela época, hoje seria facilmente considerado um dos grandes discos ao vivo da história do rock, como "Live at Leeds", do The Who, ou "Live After Death", do Iron Maiden.

Mas o lançamento tardio - e, por enquanto, só no exterior - não fez com que a apresentação perdesse a sua aura. O show de pouco mais de 90 minutos traz uma energia impressionante. Após se levantar da cadeira de rodas, Cobain, ao lado de Dave Grohl e de Krist Novoselic não deixaram pedra sobre pedra - ou, literalmente, instrumento sobre instrumento, como pode ser visto ao final do show, quando todos os instrumentos são devidamente destruídos.

O repertório de 24 canções é simplesmente matador. Do início, com "Breed", até o encerramento com "Territorial Pissings" (duas faixas de "Nevermind"), o que se vê é uma Banda (com "B" maiúsculo mesmo) no melhor de sua forma. Um verdadeiro furacão que não pode ser comparado a nenhuma dessas bandas que a New Musical Express alardeia como a melhor banda de todos os tempos da última semana.

Das 12 faixas de "Nevermind", o Nirvana apresentou 11, somente "Something In The Way" ficou de fora. Então, tome "Drain You", "In Bloom", "Come As You Are", "Lithium", "Lounge Act", "On a Plain" e, claro, "Smells Like Teen Spirit". Impressionante notar, 17 anos depois, a perfeição de "Nevermind", que, acredite, ficou ainda melhor e mais poderoso nessa apresentação. É de enlouquecer.

O Nirvana ainda apresentou as melhores músicas de seu álbum de estreia, "Bleach", como "School", "Negative Creep" e "Blew". Ainda apareceram algumas músicas antigas ("Sliver", "Aneurysm"), mas que só viriam a entrar em um disco oficial três meses após a apresentação em Reading, no álbum "Incesticide" (1992). E, como toda grande banda faz, o Nirvana não estava nem aí de estar tocando em um festival de grande porte, e mostrou canções inéditas que seriam lançadas em "In Utero" (1993) - na época do show, o grupo já estava em estúdio gravando o álbum. Desse (então futuro) disco, entraram "Dumb", "Tourette's" e o sucesso "All Apologies". E o fã do Nirvana ainda tem duas músicas inéditas nesse "Live at Reading": "The Money Will Roll Right In" e "D-7" (esta última já havia sido lançada em versão demo no box "With The Lights Out", lançado em 2004).

Enfim, chega a ser até mesmo dispensável falar sobre "Live at Reading". O fã do Nirvana já sabe muito bem a importância dessa apresentação. E quem não for fã do Nirvana (ou não conhecer), tem uma bela oportunidade de descobrir porque esses caras revolucionaram o rock.


TV Divirta-CE




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Pré-lançamento do DVD da dupla Italo e Renno

Em festa para convidados, dupla cearense apresenta seu DVD oficial no bar Docentes e Decentes

A dupla de sanfoneiros Italo e Renno pré-lança o DVD intitulado “ITALO e RENNO ao Vivo”, para convidados no dia 02 de dezembro, às 20h, no Bar e Restaurante Docentes e Decentes, na Varjota. Repleto de características brasileiras, este novo álbum promete ser um grande marco na carreira dos jovens cearenses, que através de sua música alegre e criativa, usam seu singular talento para apresentar ao público toda a versatilidade da sanfona.

A vitalidade sonora do acordeão, suas inúmeras possibilidades e riqueza de atmosferas serão exploradas no repertório da dupla, passeando por ritmos nordestinos como baião, xote, frevo e arrasta-pé e visitando clássicos como a Ave-Maria de J.S.Bach. No espetáculo, composições autorais, como “Ceará Terra da Luz” e “Toca sanfoneiro”, que contaram com as especiais participações de Raimundo Fagner e Dominguinhos, respectivamente, além de releituras de clássicos da música brasileira. Arranjos inusitados darão ares de contemporaneidade aos grandes sucessos, imprimindo marcantes personalidades musicais.

“ITALO e RENNO Ao Vivo” ressalta em sua concepção artística a beleza da cultura brasileira, onde a nova música produzida no Ceará destaca-se na rica sonoridade do acordeão.

NOS EXTRAS DO DVD
- Clipe com FAGNER
- Clipe com DOMINGUINHOS
- Um empolgante DESAFIO DE SANFONAS
- E ainda um passeio de escuna pela beira-mar de FORTALEZA contando a história da dupla

SERVIÇO:
Festa de pré-lançamento do DVD “Italo e Renno Ao Vivo”
Dia 02 de Dezembro de 2009 – 20h
Local: Docentes e Decentes - Varjota (espaço climatizado)
Rua Ana Bilhar, 1445
Maiores informações: 3456-6100








Daniela Mercury celebra o samba em 'Canibália'

Novo CD da cantora terá várias opções de capa e contará com participações de Margareth Menezes e Seu Jorge



Canibália, que segundo a sua autora significa misturar o mundo, é o mais novo CD da cantora baiana Daniela Mercury. O disco, que tem muitas composições próprias de Daniela, tem varias versões de sambas antigos, perolas como “Tico-tico no fubá”, “O que é que a baiana tem?”.
Canibália conta com a participação da amiga da cantora a Margareth Menezes no single de estreia “Oyá por nós”. Canibália, o 13º álbum de Daniela Mercury, é coerente com seu título: a baiana põe no tabuleiro doses concentradas de eletrônica, um pouco de R & B - na faixa “Life Is Beautiful”, parceria com o rapper norte-americano Wyclef Jean, convidado do tema que celebra a vida e a Bahia - e um bocadinho de rap, evocado nos compassos iniciais de Trio em Transe.


Mas a baiana oferece como prato principal de seu novo CD o samba de sua terra. Celebrado tanto na faixa intitulada Benção dos Sambas - um medley que agrega Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso), Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi) e Samba da Benção (Baden Powell e Vinicius de Moraes) - como na batucada que encerra a turbinada releitura eletrônica de Tico-Tico no Fubá, o choro de 1931 que deu projeção internacional ao compositor Zequinha de Abreu (1880 - 1935) na voz de Carmen Miranda (1909 - 1955).
O medley “Preta - que junta Eu Sou Preto” com “Sorriso Negro” - celebra a negritude num tom mestiço que remete ao último álbum de estúdio da cantora, Balé Mulato (2006). Convidado da faixa, Seu Jorge defende com propriedade o samba popularizado por Ivone Lara em 1981, com direito a discurso por mais cidadania e trabalho ao fim do tema. Outro destaque “Sol do Sul”, reggae que - a despeito de ter sido feito por Daniela com seu filho Gabriel Póvoas na invernal Londres - ilumina a ideia política da integração da América do Sul.

Feito sob a luz clara da alegria, traço recorrente na ensolarada discografia de Daniela e mote da faixa “A Vida É um Carnaval”, Canibália celebra também os direitos indígenas em “Dona Desse Lugar”, exalta o amor na balada “Castelo Imaginário”. Nesse mosaico antropofágico, há ainda espaço para a releitura moderninha de “O Que Será? (À Flor da Terra)”, tema lançado por Chico Buarque em 1976. No final, Canibália está entre os melhores discos de Daniela, mostrando a nossa baiana internacional recusando mais uma vez a mesmice imperante do axé music. No Brasil, o CD ganhou cinco versões de capas diferentes do novo CD.










Realidade Paralela: quatro gaúchos e uma proposta

Imagine quatro artistas gaúchos consagrados: a cantora Vanessa Longoni, vencedora de inúmeros prêmios - Açorianos de Música 2008 de "Melhor Intérprete" e "Melhor CD" na categoria MPB e Açorianos de Música 2007 de "Melhor Espetáculo" - e uma das artistas mais atuantes nos últimos anos no cenário musical gaúcho; o violonista Angelo Primon, produtor e multi-instrumentista muito requisitado para atuações em shows e gravações, vencedor dos prêmios Mosaico e Açorianos de melhor instrumentista 2006 e 2008; o baterista Luke Faro, vencedor de concursos nacionais de bateria e extremamente atuante em diversas áreas de música do sul; o guitarrista Marcelo Corsetti, artista com inúmeros prêmios, sete discos gravados e junto com Angelo Primon, produção de trabalhos de extremo valor artístico no Rio Grande do Sul.

Agora, imagine esses quatro artistas em um projeto com o objetivo de fazer boa música , novos arranjos e interpretações num instigante desafio lúdico?

Esse é o REALIDADE PARALELA, um grupo que pesquisa sonoridades e ambiguidades entre os sons de alta tecnologia e os sons acústicos. Das cáusticas guitarras de Marcelo Corsetti passando pelas matizes acústicas da viola caipira, sitar, rabeca, berimbau e violão de Angelo Primon e ainda navegando no imenso oceano polirrítmico da bateria de Luke Faro. Essa idéia musical não poderia ficar completa sem a presença da excelente Vanessa Longoni e suas personais interpretações.



SOBRE OS MÚSICOS

VANESSA LONGONI - Cantora com formação erudita e popular, cantou em vários grupos vocais, coros de óperas, espetáculos teatrais e participou de cds de músicos reconhecidos de Porto Alegre nos últimos 15 anos. Participou de espetáculos como O Parque Extremo de Diversões, de Élcio Rossini; Lorquianas – criação de Denize Baptista, direção cênica de Roberto Birindelli e direção musical de Simone Rasslan –; Lautrec... Fin de Siécle, do grupo Terpsi de dança-teatro; Antígona, de Luciano Alabarse. Participou dos cds dos músicos Adriana Deffenti, Marcelo Delacroix, Angelo Primon, Sergio Napp, Leandro Maia, Richard Serraria. Também é uma das integrantes da banda Maria Vai Com as Outras, antigo D’ Quina pra Lua – ganhador de vários prêmios: Açorianos de Música Revelação MPB de 2000 e Açorianos de Música gênero MPB de 2002. Seu primeiro trabalho solo, A MULHER DE OSLO lhe rendeu o Prêmio Açorianos de Música como Melhor Espetáculo de 2006 – foi indicada, também, como Melhor Intérprete. Foi considerada cantora revelação 2006 pelo jornal Zero Hora. Em julho de 2008, a banda Maria Vai com as Outras, lançou no Teatro Renascença o cd Bailadêra, e em outubro de 2008 Vanessa lançou seu primeiro cd solo “Vanessa Longoni – A Mulher de Oslo” tendo um ótimo reconhecimento do público e da crítica musical local: “...Desde a estréia em 2006, o show vem multiplicando platéias e prêmios. Com o cd não será diferente, pois é um dos mais novos e vigorosos produzidos este ano no País. Mais: talvez seja o melhor disco de cantora já feito no RS. Nele tudo se completa, do repertório o mais universal (e único) possível, aos arranjos e desempenhos dos músicos e a impressionante performance de Vanessa, que canta muito, identificada com tudo, vivendo uma verdade artística como poucas vezes se vê.”- Juarez Fonseca – jornal ABC. Em 2009, o cd “A Mulher de Oslo” recebeu o Prêmio Açorianos de Música no gênero MPB como melhor disco, melhor intérprete (Vanessa Longoni), melhor instrumentista (Angelo Primon) e melhor produção musical (Arthur de Faria). Além dos shows com o Realidade Paralela, Vanessa participou como convidada especial do show de lançamento do cd Tridimensional do cantor e compositor Gelson Oliveira. Dentro da programação do 4º Festival de Inverno de Porto Alegre, cantou acompanhada pela Banda Municipal de Porto Alegre, no show As Mulheres da Banda –ao lado das cantoras Andréa Cavalheiro, Marisa Rotenberg e Renata Adegas –, e participou do show da banda Bataclã FC. Participou da gravação Especial 20 de Setembro – Revolução Farroupilha, para a RBS TV com a direção de René Goya.



MARCELO CORSETTI - Músico reconhecido no Rio Grande do Sul, ganhador de vários prêmios e músico atuante como instrumentista, produtor, arranjador e diretor musical. Em 1993 foi premiado com o troféu Açorianos de Música como Revelação e recebeu Menção Honrosa pela criação e participação no Projeto Guitarra Instrumental. Foi indicado ao Prêmio Sharp de Música – o maior prêmio da música brasileira – pelo seu primeiro disco Marcelo Corsetti de 1992. O segundo trabalho solo (1994) é saudado pela crítica como um dos melhores trabalhos de música instrumental, colocando Corsetti entre os grandes guitarristas já nascidos no Rio Grande do Sul. Recebeu vários prêmios do Musicanto Sul Americano, festival de destaque nacional. Em 1997, lançou o disco “Três” e posteriormente o álbum XQUINAS recebido com grande satisfação pelo público e crítica no Rio Grande do Sul. Os trabalhos do XQUINAS e Adriana Deffenti renderam dois troféus Açorianos de Música. No mesmo período ocorriam as gravações do disco Deffanifing Pop Jazz Y Otras Coisas com o trio XQUINAS (Luke Faro e Rodrigo Rheinheimer) e as participações de Rafael Lima e Angelo Primon. Em 2005 foram produzidos por Corsetti o novo cd de Adriana Deffenti e o dvd BLACKBAGUALNEGOVEIO de Bebeto Alves, ambos com crítica extremamente elogiosa, destacando sempre o trabalho de produtor e guitarrista. Junto com o parceiro Angelo Primon, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música como melhor instrumentista de 2006. Executou trilhas sonoras de espetáculos teatrais e de cinema, como: Antígona, Entre Quatro Paredes e Cinco Naipes. Além do trabalho com o Realidade Paralela, está produzindo o lançamento do dvd XQUINAS.

LUKE FARO - Iniciou os estudos com o renomado baterista Kiko Freitas e seguiu as aulas com ele até 2001. Venceu o Prêmio II Batuka – Concurso Nacional organizado pela baterista Vera Figueiredo em São Paulo –, na categoria Musicalidade. Dois anos depois, recebeu o Prêmio de Melhor Instrumentista do VI Cirio (Canto Inter-Universitário Riograndense). A partir de então, a carreira do baterista Luke Faro passou a ter a marca de grandes parcerias. Uma delas é com o premiado guitarrista gaúcho Marcelo Corsetti, com quem gravou os três discos da banda instrumental XQuinas. Luke também integra a maior banda de soul music do sul, a Hard Working Band – participa do segundo e do terceiro álbum do grupo. E a veia instrumental do trabalho do baterista está ainda na Caixa Preta, banda que integra desde 2005 e que alterna jazz, funk e temas brasileiros nas composições. A parceria com cantoras é outro aspecto importante da carreira de Luke Faro – atualmente acompanha Andréa Cavalheiro (vocalista da Hard Working Band). Patrocinado desde 2005 pela C. Ibañez, maior fábrica de baquetas do Brasil, hoje Luke leciona no Instituto de Bateria Bateras Beat em Porto Alegre. Na edição de dezembro de 2007 é publicada uma entrevista com Luke na revista brasileira de bateria Modern Drummer. Em 2008 foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música como melhor instrumentista e melhor disco no gênero instrumental com o X-Quinas. Formou-se em 2008 no curso de Licenciatura em Música no IPA em Porto Alegre.

ANGELO PRIMON - Multi-instrumentista e arranjador. Também assinou os arranjos e a direção musical para o grupo de dança Errantes Oficina de Arte (1992 a 1996). No teatro, O caminho das coisas de Nelson Diniz e direção de Sílvia Pohl (1992); Ela sou eu, As ligações que você fez pra mim e Maria Betânia Ré-Mix ( 1994 a 1998) – todas do ator e diretor Antônio Carlos Falcão, atuou como instrumentista em Antígona, de Sófocles, em 2004, com trilha composta por Arthur de Faria. No cinema, trilhas com Kiko Ferraz “O Poço” (2002) direção de Tarcísio Puiatti; como instrumentista em O Cárcere e a Rua, trilha de Nico Nicolaiewsky (2004), direção de Liliana Sulzbach; e compôs a trilha do curta É pra presente? de Camila Gonzatto (2006), Querer mudo de Renata Heinz (2005) e o curta ainda inédito Impressões (Zeppelin). Após cinco indicações, recebeu o Troféu Açorianos de Música na categoria de Melhor Instrumentista de MPB nos anos de 2006 e 2008. Em 2003 Angelo Primon gravou seu primeiro cd autoral, Mosaico. Em 2004, Mosaico ganhou o Troféu Clave do Sul, prêmio criado pelo IEM (Instituto Estadual de Música) e SEC (Secretaria Estadual da Cultura do RS) na categoria de melhor cd de música instrumental do ano e em 2005 ganhou o Troféu Açorianos de Música nas categorias Melhor cd Instrumental e Espetáculo do ano. Em junho de 2007 apresentou um show comemorativo aos seus 20 anos de carreira na Sala Álvaro Moreira em Porto Alegre com grande sucesso de público e de mídia. Atualmente, acompanha a cantora Vanessa Longoni e o compositor Richard Serraria. Participa também do grupo de teatro Cuidado que Mancha nos musicais Quem não dança balança a criança e Família Sujo. Desenvolve projeto na área de produção de material didático junto ao grupo Cantilendas, além de pesquisa sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho e sitar indiano e suas aplicações nas composições de seu novo trabalho autoral: Angelo Primon – Solar.










Show da Banda Moinho em CD e DVD

Não importa se o Moinho é um grupo baiano ou carioca. Os pés estão bem cravados à beira da Baía de Todos os Santos e as antenas instaladas às margens da Guanabara. O que se vê e ouve no CD/DVD “Moinho Ao Vivo” é que, mais do que baiano ou carioca, o Moinho é do palco.

Formado por três “veteranos” da música pop brasileira (Emanuelle Araújo, Lan Lan e Toni Costa), o grupo foi concebido no meio da efervescência que o bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, viveu na última década, Forjado na famosa “escola da noite”, junto com uma série de parceiros cariocas, o trio conseguiu criar uma liga fortíssima e ainda acrescentar uma nova cara a um vasto repertório do samba baiano. O show desce fácil passando pela saudade de Caymmi (“Saudade da Bahia” e ”Eu não tenho onde morar”), pela Santo Amaro de Caetano (“É de manhã” e “Marinheiro só”), a Feira de Santana de Luiz Caldas (“O que que essa nêga quer”), o Campo Grande de Pepeu, Moraes e Galvão (“Besta é tu”), o Candeal de Carlinhos Brown (“O côco”), dá uma volta ali no bairro do Garcia de Riachão (no medley “Baleia”/“Cada macaco no seu galho”/“Vá morar com o diabo”) e vai terminar em outras diversas rodas do recôncavo. Os sabores de uma Bahia assim são fáceis de se sentir ou imaginar. E o clima naquelas terras é sempre quente.

Quando o promissor samba-reggae emergido das ladeiras de Salvador no fim da década de 80 descambou para a banalização da chamada “axé music”, amores e ódios extremos se criaram em torno da “música pop baiana”. Uma expressão como essa, aliás, talvez não fosse nem possível de ser pensada. Tudo era “axé”. E como a generalização nunca é uma via inteligente de análise, foi preciso esperar a poeira baixar. Motivadas pelo resgate do samba que os cariocas faziam com tanto sucesso na Lapa e, já distantes de sua terra natal, Emanuelle Araújo e Lan Lan se juntaram com o carioca de nascimento (e baiano por musicalidade) Toni Costa para inserir os sambas da sua terra naquele cenário tão rico que elas viam embaixo dos Arcos. Sem grilos, preconceitos ou mea-culpas, um dos grandes méritos do Moinho está em transitar tão bem e com tanta propriedade por obras baianas aparantemente tão diferentes, como a de Caymmi e Luiz Caldas, mas que no fundo são partes complementares uma história só, uma linha continua.

Nesse registro ao vivo fica fácil de ver toda essa Bahia na Lapa. Primeiro, visualmente: o palco foi o do Circo Voador e o público é aquele que fez do grupo um dos de maior sucesso na Lapa ao longo dos anos. Segundo, em termos musicais: ao vivo, o resultado do encontro da bateria quase roqueira de Maurício Braga, com o baixo de Pedro Mazzillo (conhecido músico das rodas de choro e samba no Rio) e as guitarras e distorções de Toni é ainda mais visceral. A voz de Nara Gil completa o time que está sempre na estrada com o Moinho e dá segurança para Emanuelle encontrar novas melodias e divisões conforme o show evolui. Completando a banda de apoio, vêm um naipe quente de metais (Zé Canuto no sax tenor, Marcio André no trumpete e Aldivas Ayres) – que participa em seis faixas do DVD (quatro no CD) – e o multi-instrumentista Felipe Pinaud, que entra na mistura tocando bandolim, violão, baixo, guitarra, flauta e agôgô. Lan Lan e Manu tomam conta da frente do palco. A primeira esnoba, além do já conhecido talento percussivo, uma facilidade para colorir os arranjos de voz, inserir versos falados, e desenhar os vocais de apoio. Segura e confiante, Lan Lan até se arrisca em cantar sozinha em alguns momentos do show. Já Emanuelle Araújo, como bem observa Kassin em uma fala do making-of, impressiona pela capacidade de manter a voz constante e precisa durante o show inteiro. Além de dançar, ela sorri e seduz com uma presença cênica muito particular, certamente reforçada pela também crescente carreira de atriz. Se Geraldo Pereira tivesse a visto cantando "Falsa Baiana", como ela faz no DVD, referendaria Manu como o exemplo a ser seguido de menina "filha de São Salvador".

Além de todo o repertório de clássicos do samba da Bahia, que imprimem o DNA da banda, há ainda um repertório próprio muito bem resolvido. Juntas, essas faixas ocupam mais da metade do CD e DVD. É o caso, por exemplo, do hit “Esnoba”, de “Na Lapa” ou mesmo de “Samba menina”. Músicas dançantes, com linhas melódicas fortes, daquelas que só precisam das duas primeiras notas para identificá-las e sair cantando junto. E para levar o samba para outras fronteiras além da ponte Rio-Bahia, a banda recupera os presentes dados no primeiro disco por um paulista, Nando Reis (“Hoje de noite”), e uma mineira, Ana Carolina (“Doida de varrer”).

Contando novamente com a ajuda das mãos poderosas de Berna Ceppas e Kassin, (produtores do disco, amigos e entusiastas deles de longa data), a sonoridade do Moinho mantém a assinatura criada no álbum de estúdio “Hoje de noite” (2007), também produzido pela dupla. Como o objetivo do show era registrar toda a força da banda no palco, há poucos convidados. Kassin é um deles, tocando baixo em “Fim de semana” e “Hoje de noite”. O outro é Guga Machado, que toca percussão em “Esnoba” e no medley de sambas de roda. Gilberto Gil e Dudu Nobre aparecem em duas faixas nos extras do DVD. Gil, que certa vez acertou ao definir o som do trio como “um samba na pressão”, vem como representante da cartilha baiana em que o Moinho reza. A escolha de “Aquele abraço” não deixa de ser uma homenagem à cidade que abraçou e que foi abraçada por todos eles. Já com Dudu Nobre a música escolhida foi “Casa de bamba” de Martinho da Vila. Um encontro que sela a ponte com o samba carioca, que foi onde o Moinho cresceu. Esta faixa aparece ainda como bonus track no CD.
Além reafirmar e atualizar a força de alguns clássicos da memória e identidade baiana, o lançamento deste trabalho do Moinho oferece uma cor e uma temperatura bem diferente do que tem se visto na música nacional. Um som pop, sem pretensões, nem subterfúgios visuais, bem trabalhado, que cruza diferentes culturas nacionais, que é cuidadoso, mas ainda assim despretensioso. É o pé que balança, é o sorriso revelado no canto da boca, é aquela boa lembrança e tudo mais que uma hora e pouco de boa música pode oferecer.

MOINHO
CD e DVD “Moinho Ao Vivo”
Lançamento: EMI
Preço médio: R$ 25,00 (CD) e R$ 35,00 (DVD)
www.moinhooficial.com.br
www.myspace.com/moinhooficial

NOVELAS

Isabel pede para morar com Marcos em "Viver a Vida"

Depois de saber que vai precisar dividir seu quarto com Mia (Paloma Bernardi) por causa das adaptações necessárias para receber Luciana (Alinne Moraes), Isabel (Adriana Birolli) se irrita com Tereza (Lilia Cabral) e diz que vai morar com o pai. Isabel procura Marcos (José Mayer) em casa e pede abrigo.

Desconfiado das intenções da filha, Marcos pergunta por que ela não quer mais morar com a mãe. Isabel afirma que sempre se sentiu preterida em casa e que não quer abrir mão de seu quarto para que Luciana seja novamente beneficiada. Marcos lhe dá uma bronca e explica que nunca houve um tratamento diferenciado entre as filhas e que, se fosse ela que estivesse com problemas, todos seriam solidários da mesma maneira. Isabel vai embora chateada e, irônica, pede desculpas ao pai por incomodá-lo.

As cenas da discussão entre Marcos e Isabel devem ser exibidas a partir de hoje, dia 08, e foram gravadas na Central Globo de Produção, em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. ‘Viver a Vida’ é uma novela escrita por Manoel Carlos com direção de núcleo de Jayme Monjardim e vai ao ar de segunda a sábado, logo após o ‘Jornal Nacional’.


O QUE VEM POR AÍ

VIVER A VIDA

Capítulo 78 – sábado, dia 12 de dezembro
Raquel pensa em desistir de voar de asa-delta, mas Bruno a impede. Miguel garante a Luciana que ela pode ter uma vida normal, mesmo estando em uma cadeira de rodas. Bruno, Raquel, Felipe e Renata cruzam os céus voando de asa-delta. Edite pede a Sandrinha levar José para visitar o avô. Clarisse comenta com Bernardo que sua mãe anda misteriosa. A ambulância chega ao prédio de Tereza. Jorge leva Luciana no colo para o apartamento e Tereza tenta esconder sua emoção ao ver a filha chegando em casa. Luciana fica feliz com a recepção feita por Mia, Nice e Isabel e pede para ver o mar. Raquel e Renata conversam sobre a beleza dos rapazes. Miguel dá instruções a Laura e Tereza. Carlos e Betina conversam na cantina da academia e ele se insinua para ela, que fica sem saber o que responder.


Capítulo 79 – segunda-feira, dia 14 de dezembro
Malu tira satisfações com Gustavo sobre a sabotagem no jantar que Marcelão preparou. Marcos recrimina Gustavo depois de assistir perplexo à briga dos dois. Carú avisa Gustavo para tomar cuidado com Malu. Bruno ouve Isabel convidar Renata e Raquel para ir à casa de Helena e se oferece para levá-las. Soraia incentiva Dora a conta sobre sua gravidez a Garcia ou a Alberto, que na verdade é o Marcos. Edite conta para Matilde que pediu para Oswaldo conversar com Sandrinha sobre Benê. Sandrinha diz para o pai que vai procurar Benê se ele não aparecer mais. Oswaldo a repreende e ela fica chateada. Benê volta para a favela e afirma que não quer mais saber de Sandrinha e José. Bruno busca Isabel para ir à casa amarela. Ao chegar, Isabel implica com Ellen e faz insinuações para Helena sobre a presença de Bruno. Helena fica nervosa, Alice percebe e chama o fotógrafo para falar com a amiga. Isabel vê Helena e Bruno conversando sozinhos. Helena reclama com Alice por deixá-la sozinha com Bruno. Garcia garante a Rafaela que nunca irá decepcioná-la. Luciana fala com Tereza que se entende melhor com Miguel do que com Jorge. Jorge questiona Miguel sobre a sexualidade de Luciana. Betina conta para Ingrid a conversa que teve com Carlos. Felipe diz a Bruno que vai convidar Renata para ir com eles para Petrópolis. Noêmia vai visitar Luciana, que fica feliz. Helena fica aflita ao perceber que está tendo um sangramento.












Bianca Rinaldi deixa meiguice de lado em "Ribeirão do Tempo"

A atriz Bianca Rinaldi, 34, vai viver uma executiva internacional, fria e objetiva, na próxima novela da Record, "Ribeirão do Tempo", que estreia em fevereiro. O papel passa longe das moças meigas que ela sempre interpretou.

Na trama, a personagem de Bianca, Arminda, vai lutar contra a paixão que sente por Joca (Caio Junqueira), um guia turístico fez um curso de detetive por correspondência.

A atriz Bianca Rinaldi, que mudou o visual para o papel de Arminda, em "Ribeirão do Tempo"
Bianca Rinaldi mudou o visual para viver Arminda em "Ribeirão do Tempo", que a Record estreia em fevereiro

"Arminda é exigente, autoritária, antipática", contou Bianca à coluna. "Mudei mais uma vez o visual porque isso me ajuda. Terninhos e maquiagem também. Mas o principal eu busco dentro de mim. A gente tem tudo lá dentro --o bom e o mau", afirmou.

Esta será a quinta novela da atriz na Record como protagonista. A receita do prestígio, afirmou Bianca, é ter "humildade, amor e respeito pela profissão".

OUT CE

INGRESSOS PARA O SHOW DO METALLICA

Banda chega ao País em janeiro de 2010 para shows da “World Magnetic Tour” em São Paulo e Porto Alegre

Desde 1999 sem vir ao Brasil, o Metallica volta ao país para mega shows da turnê “World Magnetic Tour”, divulgação de seu último álbum “Death Magnetic”, lançado em 2008. Com realização da CIE Brasil, a banda norte-americana, que já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as 10 bandas mais vendidas do planeta, tocará dias 28 de janeiro, no Estádio Zequinha em Porto Alegre, e 30 de janeiro, no Estádio do Morumbi em São Paulo. Na estrada desde outubro de 2008, o show já esgotou ingressos nos EUA, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha, Bélgica, França e Holanda, e, só em 2009, teve mais de 70 apresentações.
As vendas de ingressos para o público serão abertas dia 01 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País (www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm) e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 — Santo Amaro).

Para o show no Morumbi, o valor dos ingressos para a pista é de R$ 250,00 e para a pista vip é R$500,00. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250,00) e cadeira superior (R$ 300,00). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150,00 (Arquibancada Laranja), R$ 170,00 (Arquibancada Azul / Vermelha) e R$ 190,00 (Arquibancada Vermelha Especial).

Em Porto Alegre, as vendas de ingressos para o público serão abertas dia 03 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País e a partir das 11h na bilheteria oficial do show, localizada na Loja Multisom, Rua dos Andradas, 1001 – Centro.
Para o show no Estádio Zequinha, o valor dos ingressos para a pista/arquibancada é de R$ 120,00 (1º lote) e R$ 140 (2º lote) e para pista vip é R$ 250,00. O ingresso para cadeira custará R$ 160.

Mais informações serão divulgadas no site oficial do show (www.showmetallica.com.br) ou no site www.metallica.com .


A TURNÊ

A turnê traz um Metallica renovado e em contato direto com as raízes da banda, onde os marcantes riffs de guitarra prevalecem e a essência do metal é resgatada. Por isso, além das músicas de trabalho do novo disco, o set list das apresentações traz ao público alguns dos sucessos que consagraram a banda nos anos 80 e começo dos 90, como: “Enter Sandman”, “One”, “Seek and Destroy” e “Master of Puppets”.
O Metallica, que ganhou o Grammy por Melhor Performance por oito vezes (1990, 1991, 1992, 1999, 2000, 2001, 2004 e 2009), já veio ao Brasil em três ocasiões, 1989 (pela “Damaged Justice Tour”), 1993 (para divulgação do disco mais conhecido da banda, “Metallica – Black Álbum”) e 1999 (pela turnê “The Garage Remains The Same”), com apresentações que foram sempre grande sucesso de público e crítica.

Seu último álbum, “Death Magnetic” alcançou o primeiro lugar do Top 200 da Billboard nos EUA. A façanha fez do Metallica a primeira banda a conquistar o primeiro lugar das paradas cinco vezes consecutivas.

Discografia

* Kill ‘Em All (1981)
* Ride the Lightning (1984)
* Master of Puppets (1986)
* ...And Justice for All (1988)
* Metallica – Black Album (1991)
* Load (1996)
* ReLoad (1997)
* Garage Inc. (1998 – disco de covers)
* St. Anger (2003)
* Death Magnetic (2008)


Biografia

A carreira musical do Metallica teve início em outubro de 1981 quando o baterista Lars Ulrich juntou-se ao guitarrista e vocalista James Hetfield com a proposta de gravarem um som metal. O amigo e colega de apartamento de Hetfild, Ron Mcgovney, foi convencido a assumir o baixo enquanto Dave Mustaine assumiu as guitarras.

A banda adotou o nome Metallica após uma sugestão do amigo Ron Quintana e gravaram uma demo intitulada “No Life Til Leather” que rapidamente tornou-se sucesso no circuito underground do metal. A essa altura, conheceram Cliff Burton, que assumiu o baixo e Dave Mustaine foi substituído por Kirk Hammett.

O primeiro álbum do Metallica, “Kill 'Em All”, foi lançado no final de 1983, acompanhado de uma turnê intensa que elevou a reputação da banda tanto nos E.U.A quanto na Europa. Em 1984, foram para Copenhague, Dinamarca – terra natal de Lars – trabalhar com o produtor Flemming Rassmussen para a gravação do segundo álbum, “Ride The Lightning”.

De volta ao mesmo estúdio em 1985, a banda gravou “Master Of Puppets”, mixado em Los Angeles com Michael Wagner e lançado no início de 1986. Rapidamente, garantiram uma turnê com Ozzy Osbourne e juntamente com uma posição no Top 30 norte-americano ampliaram ainda mais sua base de fãs.

Em 27 de setembro de 1986, uma tragédia. Durante uma viagem noturna, o ônibus da banda perdeu o controle e capotou, matando Cliff Burton. Após um breve e intenso período de luto, Lars, James e Kirk decidiram reagir e escolheram Jason Newsted para ser seu novo baixista. O quarteto imediatamente saiu em turnê e produziu um EP de covers intitulado Garage Days Re-Revisited.

Com Jason completamente estabelecido, a banda voltou ao estúdio para gravar seu quarto álbum, “...And Justice For All”, lançado em agosto de 1988. O álbum alcançou a sexta posição na parada norte-americana e recebeu uma indicação para o Grammy de Melhor Álbum de Metal / Rock Pesado.

Em 1991, o Metallica lançou o auto-intitulado álbum “Black” e viu sua popularidade escalar altitudes estratosféricas. Com o novo produtor Bob Rock, esse álbum estreou direto em primeiro lugar nas paradas ao redor do mundo, permaneceu por várias semanas no topo e terminou vendendo mais de 15 milhões de cópias, produzindo vários singles, um Grammy e alguns prêmios da MTV / AMA.

Quase quatro anos se passariam até que o próximo álbum do Metallica visse a luz do dia. Intitulado “Load” e gravado no estúdio The Plant, na Califórnia, trouxe 14 faixas e assinalou algumas mudanças significativas para a banda. A quantidade de músicas escritas durante as sessões foi tamanha que um segundo álbum, intitulado “ReLoad”, foi lançado em 1997.

Em 1998, eles reuniram todos os antigos lados B, covers, as duas sessões prévias do Garage Days e foram ao The Plant para fazer mais 11 covers. Em 1999, o Metallica embarcou em uma colaboração com a Orquestra Sinfônica de São Francisco para dar uma nova dimensão a seus clássicos.

Longe de ter seu material prejudicado, os arranjos para canções como "Master Of Puppets" deram chance a instrumentos de orquestra para literalmente explodir nos espaços, enchendo-os com um poder maior e mais pesado que antes. Tendo gravado e filmado os shows originalmente sem grandes expectativas, o Metallica lançou o álbum duplo e DVD S&M no final de 1999.

No verão de 2000, o Metallica deu passos ainda mais firmes rumo à ruptura das convenções, provando que era possível organizar e encabeçar sua própria turnê em estádios sem nenhum álbum para promover. Após muita boataria, Jason Newsted deixou a banda.

No outono de 2002 a banda decidiu que era hora de procurar por um novo baixista e Robert Trujillo – ex-baixista da banda Suicidal Tendencies e de Ozzy Osbourne – foi escolhido como novo membro do Metallica. O novo álbum, St.Anger foi lançado no dia 5 de junho de 2003.

Enquanto isso, ia crescendo a antecipação por Some Kind Of Monster, o documentário de Joe Berlinger e Bruce Sinofsky sobre o mundo do Metallica entre 2001 e 2003. Planejado para registrar a criação do álbum, os cineastas transformaram-no em um projeto inteiramente novo quando James foi para a reabilitação. Originalmente concebido como peça de marketing, o produto final acabou virando um documentário incrivelmente revelador de 2 horas e 20 minutos.

A banda entrou em estúdio de novo no começo de 2006 para produzir um novo álbum e estava empolgada ao anunciar que iriam trabalhar com um novo produtor – Rick Rubin – e decidiram assumir uma postura diferente no estúdio, agora que estavam trabalhando com ele. Rubin tinha uma mensagem simples: “Não tenham medo do seu passado, não tenham medo de redescobrirem suas raízes, acatem a ética da técnica acima da edição e voltem à essência do Metallica”. Ele forçou o Metallica a achar suas próprias soluções.

O novo álbum, “Death Magnetic”, foi lançado em 12 de setembro de 2008 e a banda caiu na estrada com a turnê “World Magnetic Tour” se iniciando em 20 de outubro de 2008, em Glendale, no Arizona.








Grandes artistas brasileiros se reúnem para cantar em defesa dos animais e do planeta

1º Concerto do gênero no Brasil - 13/12

A ANDA (Agência de Notícias de Direitos Animais) - www.anda.jor.br – realizará um show gratuito para sensibilizar as pessoas em relação aos direitos animais e à preservação do planeta, no próximo dia 13 de dezembro, no Parque da Independência (Museu do Ipiranga), a partir das 11h.

Grandes nomes da música brasileira, como: Arnaldo Antunes, Edgard Scandurra (Projeto Pequeno Cidadão) Fernanda Porto, Palavra Cantada, Grandes Pequeninos com Jair de Oliveira e Tânia Khallil, Sananda, Banda Stevens, Banda Pecora, Robson Miguel, Fernando Anitelli, Gabriela Veiga, Galdino Octupus e Willians Marques (Teatro Mágico) já estão confirmados. A atriz Gabriela Duarte também estará presentes para chamar a atenção sobre a necessidade de mudarmos nossas atitudes.

Durante o evento, o artista plástico ambiental Alexandre Huber, pintará um grande painel, com ajuda das crianças, sobre a vida nos oceanos.

O concerto “ANDA – Música e Consciência – Pelos animais, pelo Planeta” terá seis horas de duração e pretende disseminar por meio da música e dos artistas a importância de vivermos em harmonia, respeitando a vida.

Será o primeiro show no Brasil com a proposta de levar uma mensagem de convivência pacífica e ética com todos os seres. Os artistas dão um exemplo de consciência ao se reunirem para cantar e se apresentar sem cachê. Todo o evento foi construído com colaborações voluntárias.

O show está na agenda de São Paulo para o Encontro de Copenhague (Representantes de cerca de 200 países estarão na Dinamarca entre os próximos dias 7 e 18 de dezembro para a 15ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima).
O evento terá como mestres de cerimônia as atrizes Paula Ribas e Sttella Gulo Baster.

Mais sobre a ANDA (Informar para Transformar)

A ANDA – Agência de Notícias de Direitos Animais – foi fundada em 28 de novembro de 2008 pela jornalista Silvana Andrade e tem como seus principais objetivos difundir informações e valores que gerem consciência para defesa e garantia dos direitos animais, incentivar à reflexão sobre a necessidade de mudar a maneira como os animais são considerados na sociedade, gerar a percepção de que podemos construir um mundo de paz para todos os seres e criar ações que estimulem a convivência harmônica entre pessoas e animais.

A equipe é formada por jornalistas, filósofos, biólogos, nutricionistas, advogados, promotores públicos, professores, escritores, publicitários, entre

outros profissionais que atuam voluntariamente na ONG. Atualmente são 36 colunistas, além das colunas, o site conta com mais de 200 artigos postados e entrevistas exclusivas. Cerca de 50% das notícias publicadas são produzidas pela redação da ANDA, o restante são fontes de outros veículos. Com tão pouco tempo de existência, a ANDA conta com mais de 100 mil acessos únicos por mês, oito milhões de page views mensais e internautas em 65 países.

Para mais informações acesse: www.anda.jor.br

Serviço:
Anda – Música e Consciência Pelos Animais, pelo Planeta
Data: 13/12/09
Horário: a partir das 11h
Local: Parque da Independência (Museu do Ipiranga) - São Paulo / SP
Entrada Gratuita

Idealização e realização: ANDA