LIVROS - NÃO FICÇÃO



A dupla face das ditaduras que abalaram o mundo

Richard Overy analisa as sociedades alemã e russa durante os governos de Hitler e Stalin


Setenta anos após o início da maior de todas as guerras, dois personagens crucias para o entendimento deste episódio e da história do “longo século XX” são alvo de profunda pesquisa. Em Os Ditadores, o historiador Richard Overy faz uma profunda análise das ditaduras pessoais de Adolf Hitler e Josef Stalin. Através do levantamento de suas semelhanças e diferenças, Overy explica como tais regimes puderam existir até a morte de seus governantes.
Aspectos sociais, culturais e políticos, assim como os processos históricos da Alemanha e Rússia foram levados em consideração para explicar como foi possível o nascimento e o sucesso de ambas as ditaduras. Overy não assume uma postura simplista de tratar Hitler e Stalin como monstros responsáveis pela morte de milhões de pessoas.
Em seu livro, ele procura mostrar como as sociedades de ambos os países de uma forma ou de outra foram coniventes com as atrocidades. “Quanto mais sabemos sobre a periferia, mas claro fica que o centro só teve sucesso na medida em que grande parte da população aceitou e trabalhou com os dois sistemas”, afirma Overy. O autor explica que tal visão só é possível graças à abertura dos Arquivos Públicos da Antiga URSS e também pelo fato de na última década historiadores alemães terem realizado importantes pesquisas sobre vários aspectos da sociedade alemã pré-Hitler e pós-Hitler. Antes, grande parte desta conturbada fase da história alemã foi contatada por historiadores não alemães.
Em Os Ditadores, Richard Overy destaca as diferenças entre os sistemas ditatoriais e ressalta o totalitarismo como traço comum. A disputa entre eles no fim da Segunda Guerra Mundial ilustra seus ideais conflituosos, já o impacto e o trauma causado pela Primeira Guerra Mundial em ambas as nações é o retrato de suas semelhanças.
Richard Overy é professor de História no King’s College, em Londres, e autor de numerosos livros sobre o Terceiro Reich e a Segunda Guerra Mundial: War and Economy in the Thrid Reich, Why the Allies Won, Russia’s War, The Battle e Interrogations. Foi nomeado membro da Academia Britânica em 2000 e em 2001 recebeu o Prêmio Samuel Eliot Morison por sua contribuição à história militar. Recentemente, a Editora Record lançou 1939, também do autor.










GUINNESS WORLD RECORDS 2010

Edição especial do GWR traz os maiores e os melhores da primeira década do Terceiro Milênio



A nova edição do Guinness World Records, que chega ao Brasil pela Ediouro, selecionou os feitos mais significativos, curiosos e impressionantes alcançados pela humanidade nestes dez primeiros anos do século XXI e que marcaram a passagem para o terceiro Milênio.


Assim, no Guinness World Records 2010 pode se conhecer a mais demorada transmissão ininterrupta de um seriado de TV, a pessoa que passou mais tempo em contato corporal direto com o gelo, a mais numerosa rede de relacionamento online ou ainda o homem que segurou a maior quantidade de cascavéis com a boca.

Mantendo a tradição de sempre inovar, nesta edição o leitor encontrará uma senha para entrar no site www.guinnessworldrecords.com/2010 e ter acesso a conteúdos exclusivos, como entrevistas com recordistas, vídeos, fotos para download, além escolher por votação seus preferidos entre os TOP 100.

Também traz os capítulos inéditos: Os inquebráveis – com os recordes mais duradouros da história, Os Primeiros - composto por feitos que inauguraram categorias e ainda um recorde para cada dia do ano, permitindo ao leitor descobrir, por exemplo, o recorde do dia de seu aniversário.

Recordes brasileiros também ganham destaque na edição

Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo (foto acima), Rosilda Ferreira (foto ao lado), a caixa de supermercado que conseguiu registrar e empacotar mais mercadorias em menos tempo, Joaquim Gonçalves, o paranaense responsável por assar o maior pão de todos os tempos e Felipe Nascimento que encheu 320 bexigas em uma hora estão entre os brasileiros que conquistaram vaga no Guinness World Records 2010, sem falar da proeza das 15 pessoas que entraram juntas em um fusca.

Sobre o Guinness

Publicado no Brasil pela Ediouro, o Guinness World Records é a autoridade mundial em quebra de recordes. Editado pela primeira vez em 1955, o livro é renovado todo ano em mais de 100 países e 25 línguas, com vendas superiores a 4 milhões de exemplares, já ultrapassando o total de 100 milhões de unidades vendidas, tornando-se o segundo livro mais vendido do mundo, ficando abaixo somente da Bíblia Sagrada. Desde 2008, o Guinness World Records também publica anualmente uma edição Games, voltada exclusivamente ao mundo dos jogos eletrônicos e seus recordes. O site www.guinnessworldrecords.com recebe mais de 11 milhões de visitantes ao ano.

Ficha Técnica:
Livro: Guinness World Records 2010 – O livro da década
Editora: Ediouro
Nº de páginas: 288
Preço Sugerido: R$ 74,90








Sebastião Nery reconta 50 anos de nossa História

Polêmico jornalista volta ao passado para reviver as memórias de seu tempo

Todo grande personagem é inspirado por uma entidade que o orienta, auxilia ou abandona. Napoleão por sua estrela (da qual Josefina seria a personificação), Sócrates por seu demônio, Joana d’Arc por suas “vozes”, Sebastião Nery por sua nuvem. Uma nuvem que, por sinal, fez chover na sua horta, tornando-o um dos mais respeitados e polêmicos jornalistas brasileiros e cronista-mor da nossa época, além de professor, advogado, político, e, sobretudo, homem de letras, na acepção mais ampla do termo.
Com o presente livro, “A Nuvem”, 16º em sua obra, editado pela Geração Editorial, Sebastião Nery também merece agora figurar entre os memorialistas do calibre de Graciliano Ramos e de Pedro Nava, mas nunca de Brás Cubas, pois a despeito da qualidade machadiana do seu estilo, estas memórias nada têm de póstumas; ao contrário, vibram e pulsam com a energia vital que amplamente tem desmentido, ao longo de 77 anos, o “defuntinho”, como o frágil recém-nascido Nery foi apelidado, tão improvável parecia a sua sobrevivência.
“A Nuvem” inicia-se em 1944, quando o precoce menino Sebastião é levado de sua Jaguaquara natal para o seminário, e encerra-se quando do seu retorno da adorada Paris para o Brasil, em 1994. Proporcionando-lhe uma formação acadêmica invejável, após dotá-lo do intenso amor ao saber que resultou em erudição caudalosa, a nuvem de Nery conduziu-o pelo mundo inteiro como jornalista e adido cultural, e por todo o Brasil nas campanhas políticas mais efervescentes da nossa volátil democracia, como as de Juscelino em 1955 e das Diretas em 1984.
Episódios prosaicos como o primeiro contato com luz elétrica aos quatro anos ou a descoberta do amor, e outros nem tanto, como o encantamento juvenil pelo comunismo e a prisão sob a ditadura militar, tornam-se instantaneamente lições de vida depois de filtrados pela enxuta e elegante prosa neryana.
Kubitschek, Brizola, Collor ganham nova dimensão uma vez contemplados pela nuvem. Aliás, poucos nesses 50 anos são os personagens relevantes da nossa história sobre quem Nery não tenha algo relevante a contar, ou mesmo, que não tenha conhecido em pessoa, todos matéria-prima inexaurível para as anedotas com que enriquece incansavelmente o folclore político nacional.
Sobre política, no entanto, este homem que foi político – deputado, conselheiro de políticos, adido cultural de governos no exterior – tem uma conclusão amarga: “A política”, diz ele, “tem uma coisa péssima: ela atrai demais os maus, porque o poder é quem manda e quem manda no poder é a política. Quando instrumento do mal, ela duplica o mal.”








O fim do império americano?

Livro provocador do sociólogo holandês Jan Nedeerveen Pieterse descreve a brutal crise econômica financeira e analisa como esses erros podem ser corrigidos. Em entrevista exclusiva, o autor afirma que a política de Obama não será suficiente para conter a crise e países emergentes como o Brasil poderão se sair melhor fazendo alianças com a China, a Ásia, o Oriente Médio e a África

Eles tentam dominar a política e a imaginação do mundo há mais de um século e têm por um padrão de consumo exacerbado – entendido como insustentável para o planeta. Mas desde que o alerta acendeu-se no segundo semestre do ano passado sobre o furo na bolha imobiliária dos Estados Unidos, o cenário mudou. Milhares de pessoas naquele país estão sendo despejadas de suas casas e a classe média endividou-se de maneira acachapante. O crime aumenta a cada dia e há 2,4 milhões de presos.

Nesse ritmo, o país carrega o peso de uma dívida pública trilionária. Será o fim do império ou uma forte crise econômica com caminho de saída? É essa questão que ecoa na mente de todos, mas poucos conseguem respondê-la. Com muito estudo e pesquisa o sociólogo holandês Jan Nederveen Pieterse, que vive desde 2001 nos Estados Unidos, conseguiu reunir nesta obra (O fim dou império americano? Os Estados Unidos diante da crise, Geracao Editorial, 272 páginas, R$ 29,00) ma visão provocadora e polêmica em torno das grandes questões deste século.

Ao contrário de outros livros críticos, este não faz dos Estados Unidos o vilão número um do mundo – mas também não é magnânimo e tolerante. Primeiro, ele mostra o que são de fato os Estados Unidos: uma superpotência problemática que há 35 anos vive sob o poder conservador dos republicanos do Sul e dos interesses financeiros e do petróleo, uma das causas das guerras que buscam território a ser conquistado, por seus recursos naturais. A guerra é um negócio.

No entanto, a desigualdade e o declínio social contínuo avançam – com mais e mais apropriações de imóveis, mais crises familiares devido à falta de cobertura de saúde, um maior número de sem-tetos, de presos, de menos ingressantes nas universidades e mais desabamentos de pontes. Enquanto as grandes corporações seguem com seus lucros e o Pentágono aumenta suas verbas. O governo laissez-faire dominado pelas organizações de serviços e financeiras e pelo complexo militar prefere empurrar a nação para a guerra e a economia para o abismo.

O futuro pode ser tenebroso: bancos, fornecedores de armas e multinacionais talvez prosperem, mas o que acontecerá com o poder de compra dos americanos? Sem esse poder para movimentar a economia, quanto tempo irá durar a hegemonia americana?

Há muitos livros sendo escritos sobre os Estados Unidos, mas este se diferencia deles. Sociólogo treinado em antropologia, Pieterse adota uma perspectiva multifacetada. Ao devassar a cultura e a sociedade norte-americanas e ao destrinchar a política financeira e econômica, ele acompanha com uma visão inovadora as tendências atuais e lança luz, de forma extraordinária, sobre os problemas do presente e as perspectivas do futuro.

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Sobre o autor

Jan Nederveen Pieterse, holandês que vive desde 2001 nos Estados Unidos, é professor de Estudos Globais e Sociologia na Universidade da Califórnia, campus de Santa Bárbara.









Pai Rico, Pai Pobre, o best-seller agora em formato audiolivro

Lançamento da Editora Nossa Cultura, o audiolivro de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter é umas das obras mais lidas no mundo

Mais de 30 milhões de cópias vendidas no mundo, lançado em mais de 100 países e traduzido para quase 50 idiomas. Esses números impressionantes são os dados do best-seller Pai Rico, Pai Pobre de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter que chega agora as livrarias no formato de audiolivro, resultado da parceria entre a Editora Nossa Cultura, especializada em audiolivros e da Editora Campus Elsevier, que traz em seu rol de obras diversos títulos consagrados mundialmente.

Dividido em dez capítulos, Pai Rico, Pai Pobre levanta a questão do despreparo que os jovens sofrem em relação a finanças. Por mais exemplar que o aluno tenha sido durante sua vida acadêmica, isto não é garantia de um futuro financeiramente tranqüilo, afinal os colégios e faculdades não o preparam para relação com o dinheiro, como pode ser conferido no primeiro capítulo. “As escolas se concentram nas habilidades acadêmicas e profissionais, mas não nas habilidades financeiras. Isso explica porque médicos, gerentes de bancos e contadores inteligentes que tiveram ótimas notas quando estudantes terão problemas financeiros durante toda a sua vida”

Ao ouvir as outras faixas percebe-se que para os autores o ponto principal da discussão da obra não é como enriquecer, mas sim como saber administrar as riquezas conquistadas para que elas prosperem, é o que trata o terceiro capítulo: ”Me arrepio quando ouço as pessoas perguntando como ficar ricas rapidamente, ou por onde começar. Muitas vezes ouço alguém dizer que está endividada e precisa ganhar mais dinheiro, porém mais dinheiro nem sempre resolve nosso problema. De fato pode até aumentá-lo. O dinheiro muitas vezes põe a nu nossas trágicas falhas humanas. È como um holofote sobre o que não sabemos, é por isso que com muita freqüência uma pessoa que tem um ganho súbito de dinheiro, uma herança ou um aumento salarial ou um prêmio na loteria, volta rapidamente ao mesmo ponto ou até pior, aos caos financeiro que se encontrava antes de receber esse dinheiro. O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que esta na sua mente, se o seu padrão for gastar tudo que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível apenas resulte em um aumento de despesa.”

O audiolivro é uma versão fiel do livro impresso, porém sua mídia permite que o ouvinte transfira seu conteúdo para um tocador compatível e aprecie a obra enquanto está parado no congestionamento ou ate mesmo durante as atividades físicas.









Cozinhar ficou fácil


Chef de Hell´s Kitchen mostra seu lado caseiro


Conhecido pelo temperamento forte e explosivo, Gordon Ramsay demonstra seu lado mais doméstico em Cozinhar ficou fácil, que chega ao Brasil pela Ediouro.

Estrela dos reality shows gastronômicos Hell´s Kitchen e Kitchen Nightmares, transmitidos no Brasil pelo canal GNT, Gordon abriu seu primeiro restaurante em 1993, no Reino Unido. Hoje, com unidades nos Estados Unidos, França, Emirados Árabes e Japão garante que qualquer pessoa pode preparar pratos como os que serve para seus clientes.

Essa é a proposta de Cozinhar ficou fácil, receitas simples e fáceis para serem feitas em casa, com bons ingredientes, que resultam em pratos com excelentes combinações de sabores, que podem ser servidos no café-da-manhã, almoço ou jantar.

Gordon deixa claro que quando se trata de gastronomia, não acredita em modismos. O que importa mesmo são os sabores, e afirma “Prefiro mais uma saborosa torta de peixe feita em casa do que um monte de peixe afogado em um molho inidentificável”. E é inspirado pelos mais variados sabores que ele cria suas receitas, que vão desde ovos mexidos sublimes até lagosta à termidor, passando por lombo de cordeiro, cogumelos grelhados, pirulito de iogurte com fruta para as crianças e um tradicional bloody mary para os adultos.

Dividido em dez capítulos, Cozinhar ficou fácil apresenta mais de 100 receitas selecionas e dicas para quem deseja variar ou aprimorá-las. Tudo ricamente ilustrado com fotos que não apenas demonstram como cada iguaria ficará, mas também permitem ao leitor conhecer um outro lado mais descontraído deste chef que aparece escolhendo ingredientes, cozinhando e divertindo-se ao lado de seus filhos.

Com sofisticação e qualidade, as receitas de Gordon mostram que é possível cozinhar prazerosamente em casa, sem gastar muito tempo e com ingredientes disponíveis no mercado.

Gordon Ramsay iniciou sua vida profissional como jogador de futebol, mas depois de pouco tempo passou a se dedicar à gastronomia. É considerado um dos mais bem sucedidos chefs do Reino Unido. Grande parte do sucesso de seus reality shows pode ser atribuído ao seu temperamento volátil e honestidade brutalmente simples. Ramsay é autor de outros dez livros de culinária.

Ficha Técnica:
Livro: Cozinhar ficou fácil
Autor: Gordon Ramsay
Nº de páginas: 256
Preço sugerido: R$ 79,90
Site: www.cozinharficoufacil.com.br








GUINNESS WORLD RECORDS 2010

Edição especial do GWR traz os maiores e os melhores da primeira década do Terceiro Milênio



A nova edição do Guinness World Records, que chega ao Brasil pela Ediouro, selecionou os feitos mais significativos, curiosos e impressionantes alcançados pela humanidade nestes dez primeiros anos do século XXI e que marcaram a passagem para o terceiro Milênio.


Assim, no Guinness World Records 2010 pode se conhecer a mais demorada transmissão ininterrupta de um seriado de TV, a pessoa que passou mais tempo em contato corporal direto com o gelo, a mais numerosa rede de relacionamento online ou ainda o homem que segurou a maior quantidade de cascavéis com a boca.

Mantendo a tradição de sempre inovar, nesta edição o leitor encontrará uma senha para entrar no site www.guinnessworldrecords.com/2010 e ter acesso a conteúdos exclusivos, como entrevistas com recordistas, vídeos, fotos para download, além escolher por votação seus preferidos entre os TOP 100.

Também traz os capítulos inéditos: Os inquebráveis – com os recordes mais duradouros da história, Os Primeiros - composto por feitos que inauguraram categorias e ainda um recorde para cada dia do ano, permitindo ao leitor descobrir, por exemplo, o recorde do dia de seu aniversário.

Recordes brasileiros também ganham destaque na edição

Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo (foto acima), Rosilda Ferreira (foto ao lado), a caixa de supermercado que conseguiu registrar e empacotar mais mercadorias em menos tempo, Joaquim Gonçalves, o paranaense responsável por assar o maior pão de todos os tempos e Felipe Nascimento que encheu 320 bexigas em uma hora estão entre os brasileiros que conquistaram vaga no Guinness World Records 2010, sem falar da proeza das 15 pessoas que entraram juntas em um fusca.

Sobre o Guinness

Publicado no Brasil pela Ediouro, o Guinness World Records é a autoridade mundial em quebra de recordes. Editado pela primeira vez em 1955, o livro é renovado todo ano em mais de 100 países e 25 línguas, com vendas superiores a 4 milhões de exemplares, já ultrapassando o total de 100 milhões de unidades vendidas, tornando-se o segundo livro mais vendido do mundo, ficando abaixo somente da Bíblia Sagrada. Desde 2008, o Guinness World Records também publica anualmente uma edição Games, voltada exclusivamente ao mundo dos jogos eletrônicos e seus recordes. O site www.guinnessworldrecords.com recebe mais de 11 milhões de visitantes ao ano.

Ficha Técnica:
Livro: Guinness World Records 2010 – O livro da década
Editora: Ediouro
Nº de páginas: 288
Preço Sugerido: R$ 74,90














Sebastião Nery reconta 50 anos de nossa História

Polêmico jornalista volta ao passado para reviver as memórias de seu tempo

Todo grande personagem é inspirado por uma entidade que o orienta, auxilia ou abandona. Napoleão por sua estrela (da qual Josefina seria a personificação), Sócrates por seu demônio, Joana d’Arc por suas “vozes”, Sebastião Nery por sua nuvem. Uma nuvem que, por sinal, fez chover na sua horta, tornando-o um dos mais respeitados e polêmicos jornalistas brasileiros e cronista-mor da nossa época, além de professor, advogado, político, e, sobretudo, homem de letras, na acepção mais ampla do termo.
Com o presente livro, “A Nuvem”, 16º em sua obra, editado pela Geração Editorial, Sebastião Nery também merece agora figurar entre os memorialistas do calibre de Graciliano Ramos e de Pedro Nava, mas nunca de Brás Cubas, pois a despeito da qualidade machadiana do seu estilo, estas memórias nada têm de póstumas; ao contrário, vibram e pulsam com a energia vital que amplamente tem desmentido, ao longo de 77 anos, o “defuntinho”, como o frágil recém-nascido Nery foi apelidado, tão improvável parecia a sua sobrevivência.
“A Nuvem” inicia-se em 1944, quando o precoce menino Sebastião é levado de sua Jaguaquara natal para o seminário, e encerra-se quando do seu retorno da adorada Paris para o Brasil, em 1994. Proporcionando-lhe uma formação acadêmica invejável, após dotá-lo do intenso amor ao saber que resultou em erudição caudalosa, a nuvem de Nery conduziu-o pelo mundo inteiro como jornalista e adido cultural, e por todo o Brasil nas campanhas políticas mais efervescentes da nossa volátil democracia, como as de Juscelino em 1955 e das Diretas em 1984.
Episódios prosaicos como o primeiro contato com luz elétrica aos quatro anos ou a descoberta do amor, e outros nem tanto, como o encantamento juvenil pelo comunismo e a prisão sob a ditadura militar, tornam-se instantaneamente lições de vida depois de filtrados pela enxuta e elegante prosa neryana.
Kubitschek, Brizola, Collor ganham nova dimensão uma vez contemplados pela nuvem. Aliás, poucos nesses 50 anos são os personagens relevantes da nossa história sobre quem Nery não tenha algo relevante a contar, ou mesmo, que não tenha conhecido em pessoa, todos matéria-prima inexaurível para as anedotas com que enriquece incansavelmente o folclore político nacional.
Sobre política, no entanto, este homem que foi político – deputado, conselheiro de políticos, adido cultural de governos no exterior – tem uma conclusão amarga: “A política”, diz ele, “tem uma coisa péssima: ela atrai demais os maus, porque o poder é quem manda e quem manda no poder é a política. Quando instrumento do mal, ela duplica o mal.”






Para ir além do brinde


Ediouro publica A Enciclopédia do Vinho

Um vinho tanto é melhor quanto mais se conhece sobre ele. Mesmo que essa regra não implique em que todos devamos nos tornar connaisseur para poder apreciar a bebida dos deuses, ter informações básicas ajuda muito. A Ediouro traz para o Brasil A Enciclopédia do Vinho, de Luis Tomás Melgar Gil, com dados fundamentais para que qualquer um possa reconhecer um bom vinho.

Melgar Gil dividiu o livro em cinco grandes grupos, nos quais apresenta os principais países produtores de vinho de cada continente, abordando suas regiões ou zonas vinícolas, uvas mais cultivadas, denominações de origem, propriedades de cada vinho e nomes dos produtores de destaque, além de relatar um pouco da história da vitivinicultura em cada área. Foram selecionados mais de duas dezenas de países produtores entre os tradicionais, como França e Itália, e outros menos lembrados, como China e Eslováquia. Países que vêm ampliando sua atuação no mercado como o Brasil, Chile, Argentina, Austrália ou África do Sul também são analisados.

Além de apresentar informações gerais sobre os vinhos e vinícolas, relatando os processos de fabricação, armazenamento, características de solos e climas, e as principais cepas que cada tipo de vinho requer, A Enciclopédia do Vinho também é um prático livro de consulta, repleto de fotos, no qual o leitor poderá tirar suas dúvidas de forma clara e direta. Nas 256 páginas deste livro é possível compreender o universo que envolve a fabricação desta bebida que é, há séculos, apreciada em todo o mundo.

Luis Tomás Melgar Gil foi por mais de 40 anos funcionário graduado da TVE (Televisión Española), onde recebeu diversos prêmios internacionais de prestígio. Desde 1996 é professor de Cinema e Televisão, primeiramente na Universidade Antonio de Nebrija, em Madri, e agora na conceituada Academia TAI. Pela Editorial Libsa publicou diversos títulos de temas variados.









PESQUISA


Livro da cineasta Karla Holanda revela a produção de documentários na região nordeste do país. Dia 12 na Vila das Artes.

Karla Holanda, cineasta e pesquisadora lança em Fortaleza o livro “Documentário Nordestino - mapeamento, história e análise” no próximo dia 12, às 19h, na Vila das Artes (rua 24 de Maio, 1221, centro). Além do lançamento do livro Holanda estará em Fortaleza para ministrar a Oficina de Documentário. A vinda da cineasta é uma realização da Vila das Artes através de seu Núcleo de Produção Digital (programa Olhar Brasil do Ministério da Cultura) em parceria com o Banco do Nordeste e a Corte Seco Filmes. O livro faz um levantamento inédito da produção de filmes documentários produzidos na região nordeste entre 1994 e 2003 e traça o percurso histórico do documentário em cada um dos nove estados da região. Revela, entre outros dados, que Pernambuco, Bahia, Ceará, e Paraíba são, nessa ordem, os maiores produtores da região, justamente os estados que mais investiram em formação, leis de incentivo estadual ou municipal, concursos públicos e festivais. Publicado pela editora Annablume e com apoio da FAPESP, o livro é originário da pesquisa de mestrado de Holanda, realizada no Departamento de Multimeios, da Unicamp (SP), e concluído em 2005, sob orientação do professor Fernão Ramos. Karla Holanda é piauiense, mestre em Multimeios pela Unicamp (SP) e doutoranda em Comunicação Social pela UFF (RJ). Iniciou na área audiovisual em 1992. Ao longo de sua carreira dirigiu uma série de documentários sobre escritores brasileiros, além de curtas, a exemplo de "Vestígio" e "Riso das Flores". Atualmente, vem trabalhando na finalização do documentário "O cinema é brasileiro" e ministrando aulas, além de outros projetos ligados a área de cinema.

LITERATURA

Clique abaixo e conheça os livros mais vendidos no Brasil

* fonte: Livrarias Nobel







Prestes a esgotar, "Honoráveis Bandidos" ganha 4ª edição

A editora Geração já considera "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney" seu lançamento mais lucrativo de 2009.

Lançada no final de setembro, a obra está prestes a esgotar sua terceira edição. Já foram vendidos 28 mil exemplares, marca de best-seller para o padrão brasileiro. Para se ter ideia, uma edição de livro no país costuma variar entre 3.000 e 5.000 cópias.

Na lista dos mais vendidos na categoria "não-ficção", "Honoráveis Bandidos - Um retrato do Brasil na era Sarney" aparece em quinto lugar.

A editora já consultou as livrarias sobre a demanda para o Natal, mas ainda há dúvida se a quarta edição sairá com 5.000 ou 10 mil exemplares. Mas a recente polêmica sobre o conteúdo da obra pode despertar o interesse de mais leitores.

Na noite da última quarta-feira, houve pancadaria na sessão de autógrafos com o autor, na sede do Sindicato dos Bancários, em São Luís (MA). O tumulto foi promovido por um grupo de estudantes de uma federação ligada à família Sarney.
Na sexta-feira (6), Palmério lançou o livro em mais um campo minado. Foi no Amapá, Estado que elegeu José Sarney senador.




Fotógrafo Jacques Antunes lança o livro "Circo - eterno tráfego de vida e sonho"

Dia 26.11 no jardim do Theatro José de Alencar o fotógrafo Jacques Antunes lança o livro "Circo - eterno tráfego de vida e sonho", pelos seus 25 anos de profissão.

A encadernação vem com imagens e apresentações sobre o cotidiano e vivências das lonas na Periferia de Fortaleza. Ainda no lançamento, atrações circenses e acepipes temáticos.

O livro é "Circo - eterno tráfego de vida e sonho", em comemoração aos 25 anos de profissão do fotógrafo Jacques Antunes será lançado nesse dia 26 de novembro, a partir das 17h30, no jardim do Dia 26.11 no jardim do Theatro José de Alencar (TJA). Na ocasião atrações circenses referenciadas no livro vão se apresentar, em clima também propício às crianças e toda a familia.

A publicação levou o profissional a fotografar circos da cidade desde 2006, desde quando registrou o cotidiano de circenses, sobretudo em Fortaleza, e nos últimos 3 anos captou imagens que denotam vivencia histórias através, cujas expressões e cenas dizem mais que palavras.

SERVIÇO:
* Lançamento do livro "Circo - eterno tráfego de vida e sonho"
* Em comemoração aos 25 anos de fotografia de Jacques Antunes
* Dia 26 de novembro (quinta)
* A partir das 17h30
* No jardim do Theatro José de Alencar (TJA).
* Atrações circenses, pipoca, algodão doce, maçã do amor, pirulito e muito mais!







Bibliotecas nacionais se unem para criar um portal franco-brasileiro

No dia 13 de novembro, o portal digital “A França no Brasil” foi inaugurado no auditório da Biblioteca Nacional, no Rio de Janeiro

No dia 13 de novembro, o portal comum das bibliotecas nacionais francesa e brasileira entrou oficialmente no ar (http://bndigital.bn.br/francebr). Mais de 1300 documentos, entre eles manuscritos, mapas, estampas e fotografias foram digitalizados e estão agora disponíveis para todos em alguns cliques.

O projeto teve o apoio do serviço cultural da embaixada da França. “A ideia surgiu de um encontro entre Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional e Bruno Racine, presidente da Biblioteca Nacional Francesa (BNF), em 2008. Ambos estavam desenvolvendo o processo de digitalização dos seus acervos. Para esse Ano da França no Brasil, aproveitaram para reunir todo o material do século XVI aos anos 1930, que tratava sobre as relações entre os países”, lembra Jérémie Desjardins, adido do Livro no consulado da França no Rio de Janeiro e diretor da mídiateca da Maison de France.

“É uma oportunidade imensa de usar as novas tecnologias para melhorar o nosso conhecimento. Agora, nossas duas bibliotecas estão sintonizadas”, constata Ângela Monteiro Bittencourt, da Biblioteca Nacional digital brasileira, que coordenou as pesquisas com Régine Piersanti para a parte francesa.

Elas orientaram uma equipe de pesquisadores franceses e brasileiros, todos grandes especialistas de cada época estudada. O acervo se divide em três grandes temáticas: Lógicas coloniais, Matrizes nacionais e Tempos de trocas. Vinte e sete textos acessíveis nas duas línguas foram escritos para ajudar a interpretação dos documentos.

Entre os autores, Michel Riaudel, professor de português na Universidade de Poitiers, que trabalhou sobre o impacto do Brasil na literatura francesa do século XIXe, especialmente na obra de Jules Verne. “Com esse portal, tudo ficou mais simples. Confesso que enquanto estava contribuindo a alimentar esse conteúdo, eu também estava pensando de forma egoísta em como poderia usá-lo depois para futuras pesquisas. De repente, temos acesso a documentos cuja existência nos era às vezes totalmente desconhecida”.

Segundo Gérald Grunberg, responsável pelas relações internacionais na BNF, esse portal também pode ser utilizado como uma arma para defender independência dos conteúdos online das bibliotecas. “Essa é a nossa resposta para empresas como Google que gostariam digitalizar todas as fontes de conhecimento no mundo, sem necessariamente dar as garantias necessárias sobre a forma com a qual esse documentos seriam apresentados. Não queremos que, ao abrir uma página com um documento sobre o Brasil, o leitor acabe encontrando links para agências de viagens. Agora que estamos cientes das possibilidades da digitalização, precisamos reforçar a cooperação internacional nessa área”, comenta.

Muniz Sodré, presidente da Fundação Biblioteca Nacional acredita que o portal também possa servir para defender outra causa: o aprendizado de outro idioma. “Como os documentos digitalizados permanecem nas suas línguas originais, isso só pode incentivar os franceses a aprender o português e vice-versa. É uma porta de passagem para uma abertura maior. Esse esforço conjunto precisa estreitar ainda mais os laços entre os nossos países”.

Yves-Saint-Geours, presidente do Ano da França no Brasil, ainda acha que essa etapa é apenas o início de muitas outras colaborações. “Esse portal vai ser enriquecido com o tempo, nossas duas bibliotecas nacionais precisam continuar a compartilhar documentos. Para esse ano do Brasil, não queremos apenas fazer meras apresentações do que se faz na França. Sempre procuramos incentivar verdadeiras parcerias”, acredita ele.






Ganhadores do Prêmio Jabuti

“Manual da Paixão Solitária”, de Moacyr Scliar (Cia. das Letras), ganha o Prêmio Jabuti de Melhor Livro do Ano de Ficção e “Monteiro Lobato: Livro a Livro”, de Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini (Editora Unesp / Imprensa Oficial), conquista o Prêmio Jabuti de Melhor Livro do Ano de Não-Ficção


A CBL (Câmara Brasileira do Livro), organizado do mais importante prêmio literário do País, o Jabuti, anunciou nesta quarta-feira (4/11) à noite, em cerimônia na Sala São Paulo, na capital paulista, os ganhadores de Melhor Livro do Ano de Ficção e Melhor Livro do Ano de Não-Ficção.

“Manual da Paixão Solitária”, Moacyr Scliar (Cia. das Letras), ganhou o Prêmio Jabuti de Melhor Livro do Ano de Ficção.

“Monteiro Lobato: Livro a Livro”, de Marisa Lajolo e João Luís Ceccantini (Editora Unesp / Imprensa Oficial), venceu o Prêmio Jabuti de Melhor Livro do Ano de Não-Ficção.

Na cerimônia, foi feita ainda a entrega do 51ª Prêmio Jabuti aos três ganhadores (primeiro, segundo e terceiro lugares) em cada uma das 21 categorias do concurso — confira a lista completa no site http://www.cbl.org.br/jabuti/telas/resultado/

MODA



Grife Carlos Miele chega a Fortaleza

Brasileiro que faz sucesso no exterior inaugura loja na Aldeota – na foto, a atriz Elizabeth Hurley, com vestido do estilista

Com coquetel no La Casa Lounge, ao som do DJ Gilvan Magno, do lançada em Fortaleza a franquia internacional Carlos Miele, cuja franqueada é a empresária Glória Busellato. Ana Cistrina Camelo e Isabela Barroso cuidam da ambientação. Lilian Porto é a promoter do evento. Helena Demes e Heloisa Helena Rodrigues respondem pela assessoria da marca em Fortaleza.
Na ocasião, aconteceu um desfile com 25 looks da nova coleção da marca, entre masculinos e femininos, organizado por Milena Lima. As modelos foram penteadas e maquiadas pela Make You Up, comandada por Kelly Farias e Carol Figueiredo. E no dia 19, a loja, que funciona na Marcos Macedo pero da Dom Luis, receberá os clientes com espumante e morangos.
Nascido em São Paulo, Carlos Miele, que também é dono da M. Officer, é um criador multidisciplinar cuja produção teve origem no design de moda. Uma das principais características de seu trabalho é a convergência criativa entre design com combinações de artesanato e luxo.
Suas criações transcendem a influência das raízes brasileiras, recriando-as para novos públicos. Considerado por Suzy Menkes, do The International Herald Tribune, como “mestre do delicado trabalho artesanal”, o designer sempre obteve uma excelente repercussão junto à imprensa internacional e aos principais formadores de opinião nos doze desfiles que apresentou na Semana de Moda de Nova Iorque.
Atualmente as coleções de Miele são vendidas em 24 países e agradam celebridades como Liz Hurley (foto), Jennifer Lopez, Sandra Bullock, Brookie Shields, Alice Braga, Eva Longoria e Camila Belle - eleita a nº 1 na lista das “10 mais bem vestidas” da Vogue América, com um vestido longo criado por Carlos Miele.
Serviço:
Carlos Miele
Rua Marcos Macedo, 1211 – Loja B
Aldeota
Tel: (85) 3268-3720





Natasha Haydt é a estrela da coleção de inverno 2010 da City Blue

A atriz Natasha Haydt, no ar como Anna, par romântico de Thiago Lacerda, no folhetim “Viver a Vida”, foi a estrela escolhida pela marca City Blue para a campanha de Inverno 2010. As fotos foram feitas por Marcelo Bormac e o make and hair é de Diogo Molinos. Natasha adorou os looks da marca para a próxima estação. Para a coleção de inverno a City Blue aposta nas tendências que valorizam o corpo feminino.

Ficha técnica:
Modelo: Natasha Haydt
Fotógrafo: Marcelo Bormac
Assistente de fotografia: Karin Bormac
Stylist: Deborah e Barbara Lopes
Make and Hair: Diogo Molinos

www.cityblue.com.br







Linha Festa Dunes

Para as mulheres que querem terminar 2009 em grande estilo e entrar no novo ano com o pé direito, os calçados da linha festa da Dunes são a melhor opção.

Seja para um jantar, uma reunião em família ou uma grande festa, as sandálias se encaixam perfeitamente e vão atrair todos os olhares. Leves, glamorosas e cheias de charme, deixam os pés lindos em qualquer ocasião.


A linha festa investiu na tabela de cores mais claras como o dourado, ouro velho e prata. Detalhes em strass dão o acabamento final e enriquecem as peças. Os saltos altos, preferidos das mulheres, dominam a coleção.








Ronaldo Silvestre apresenta nova coleção

Dando continuidade à parceira iniciada há mais de três anos, a Loco Serious Denim, marca premium denim do Grupo Santana Textiles, patrocina a estréia do estilista Ronaldo Silvestre na Casa dos Criadores. A coleção de inverno 2010, intitulada 1876 Mata Hari, será apresentada na 26ª edição do evento, no dia 25 de novembro, terça-feira, no Shopping Frei Caneca, em São Paulo (SP).

Ronaldo Silvestre exibe looks confeccionados com jeans da Loco Serious Denim. Na passarela, estarão representados os novos artigos Therapy Shape, Darkness Shape, Legend Shape e Nebbia, que mesclam as principais tendências do jeanswear. Destaques para as peças em denim na alfaiataria feminina e calças masculinas nos estilo militar samurai.

A coleção do estilista marca o início de uma história sobre Margaretha Zelle, jovem de origem holandesa que se tornou musa inspiradora do cinema, uma das mulheres mais polêmicas do século XX e que ficou conhecida como Mata Hari. Entre as principais referências, Ronaldo busca no perfume 1876, cujo nome evoca o ano de nascimento da legendária personagem, as nuances de aromas e combinações de 12 essências para criar a coleção inverno 2010.

Esta é a quarta vez que a empresa aposta no talento de Ronaldo Silvestre. A indústria têxtil já patrocinou o estilista em duas edições do Dragão Fashion Brasil e no Paraná Business. O Grupo Santana Textiles reafirma o seu papel de destaque como incentivadora da moda brasileira, sempre apoiando novos e renomados estilistas, eventos e cursos, além de ser a patrocinadora master do Dragão Fashion Brasil, desde sua primeira edição, em 1998.

Serviço:
Desfile coleção Ronaldo Silvestre
26ª Casa dos Criadores – inverno 2010
Data: 25 de novembro
Horário: a partir das 21h




MÚSICA

DIVIRTA-CE recomenda: Karla Sabah em "Cala a boca e me beija"

A cantora Karla Sabah está com novo álbum nas lojas, “Cala a Boca e Me Beija”, lançamento da LGK Music com distribuição da Som Livre. Este é o terceiro álbum solo na discografia da cantora, sucessor de “Drum n’ Bossa” volumes 1 e 2.

O novo álbum tem produção assinada por Julinho Teixeira e William Magalhães e traz Karla como compositora de seis das 15 faixas do disco. A cantora divide os créditos das composições com Rildo Hora, Fhernanda Fernandes, Perinho Santana, Julinho Teixeira e Hyldon.

“Cala a Boca e Me Beija” também traz composições de Arnaldo Antunes, Carlos Imperial, Jards Macalé e Waly Salomão, entre outros, e regravações de dois clássicos do Rock: “A Kind of Magic”, do Queen, e “I Will”, dos Beatles.









Fábio Jr. se aventura pelo sertanejo

“Estrada da Vida”, de José Rico, “Cabecinha no Ombro”, de Paulo Borges, “ Rio de Piracicaba”, de Tião Carreiro, “Fio de Cabelo”, de Marciano, e “No Rancho Fundo”, de Ary Barroso e Lamartine Babo são algumas das músicas do novo CD "Romântico" Fábio Jr chamou um dia o produtor Guto Graça Mello e cravou: “Quero fazer um disco sertanejo”. Guto diz ter tremido na hora. Sua resposta: “Não consigo te ver de chapelão e bota de bico fino”. O que ele queria dizer era: “As pessoas provavelmente não compreenderão – o público sertanejo vai considerar oportunista; o seu (Fábio) público talvez não entenda”. Mas Fábio bateu o pé – são músicas que o emocionam, canções que o pai, taxista, e a mãe, professora de piano, escutavam. A decisão foi tão simples quanto complexa: trazer as canções para o universo do cantor. Começava o parto naquele instante de um dos mais belos trabalhos do cantor, este “Romântico”, o 25º disco de carreira.

Simples porque a linha do trabalho estava decidida. Complexo porque apesar da temática emocional dos dois universos, o de Fábio e o sertanejo, são dois mundos à parte, principalmente em características musicais.

Sertanejo demanda uma pegada mais forte, segunda voz. A estrada de Fábio é cercada de suavidade pop, arranjos vocais mais intimistas. Com isso em mente, Guto Graça Mello optou por uma terceira via, uma música distante dos dois e tentou o amálgama. Fábio e ele pegaram “Don’t Know Why”, de Jesse Harris, que fizera sucesso na voz de Norah Jones, pediram a Sylvia Massari versar a letra e a gravaram como “Amar é Perdoar”. O caminho estava traçado, e esta é a musica que abre o disco.

A segunda canção gravada foi um standart do mundo sertanejo, com cheiro de terra do primeiro ao último segundo, “Cabocla Tereza”, de Raul Torres e João Pacífico, e que já fora gravada de Tonico e Tinoco a Chitãozinho & Chororó, e fecha o trabalho ao lado de “Românticos”.

O sotaque caipira da canção transparece até na frieza dela transcrita no papel: “Eu e mais seu doutô/Topemo o cabra assustado/Que chamou nóis prum lado/E a sua história contou.”

“Cabocla Tereza” é a 12ª de 13 músicas de “Romântico”, e uma das 500 que Fábio separou como opção para rechear o trabalho.

Gravou com a mesma pegada outros clássicos do campo, como “Estrada da Vida”, de José Rico, “Cabecinha no Ombro”, de Paulo Borges, “ Rio de Piracicaba”, de Tião Carreiro, “Fio de Cabelo”, de Marciano, e “No Rancho Fundo”, de Ary Barroso e Lamartine Babo.

Todas são sovadas pelo acento pop do cantor, com reforço de troca da segunda voz típica caipira pelos arranjos vocais do grupo Ponto 4, que o acompanha. São quatro vozes que fogem do trinado e esbarram no gospel, no spiritual, e fazem com que as lindas melodias originais ganhem o frescor que teriam se fossem compostas na America do Norte sulista.
Fábio ganhou confiança até para arriscar elementos mais típicos sertanejos, como no acordeom em “Telefone Mudo”, de Peão Carreiro.

E o jogo virou a tal ponto que estava em dúvida se gravaria o talvez maior hit contemporâneo do campo, “É o Amor”, de Zezé di Camargo. “Será? Tanta gente gravou”, questionou ao produtor. Fizeram a experiência, concentrou-se e gravou de primeira. E é um dos pontos altos de um disco lotado de pontos altos.

“Já fiz quase 400 discos como produtor. Mas este é um que me pegou pelas costas. Fábio está cantando muito. E cantando feliz. Isso transparece”, resume Graça Mello. Palavras de quem acompanhou o cantor em alguns de seus principais hits durante seus 30 anos de sucesso.







O jazz charmoso de Jamie Cullum

Cantor considerado a vanguarda do pop inglês, lança o CD "The Pursuit"


Está cansado de ouvir música repetitiva e previsível? É fã de misturas bacanas? Uma ótima dica é conferir "The Pursuit", novo disco do inglês Jamie Cullum, que a Universal Music está lançando no Brasil.

Jamie tem 30 anos de idade, é cantor, compositor e pianista, e já está na estrada há mais de dez anos. Lançou seu primeiro disco por uma gravadora de maior porte, Pointless Nostalgic, em 2002.

Ele é basicamente um jazzistica, que toca com maestria e canta com rara personalidade. Sabe tocar standards de nomes como Cole Porter e George Gershwin como se tivesse vivido os anos 30 e 40. Mas, ao contrário de muitos outros por aí, ele não se limita a isso: Cullum tem paixão por soul, pop, rock e funk, e faz questão de acrescentar essas influências ao som que faz. E é aí que a coisa fica realmente bacana.

The Pursuit é o quinto CD dele, contando com o raríssimo primeiro disco, independente, que teve tiragem de apenas 500 cópias.
Do início com uma releitura sublime de "Just One Of Those Things", de Cole Porter (com acompanhamento da The Count Basie Orquestra), o cara envereda por baladas psicodélicas, jazz de tempero latino, rock, funk e o que mais pintar em sua frente.

Seu estilo de tocar piano está mais fluente do que nunca, e sua voz, mais negróide e sensual do que nunca. E a capacidade de compor, das melhores, vide canções como "I’m All Over It, You And Me Are Gone", com um solo fenômenal de piano, e "I Think, I Love", só para citar algumas. Alguém pode estranhar ele reler um sucesso recente nas pistas de dança, da cantora Rihanna, "Don’t Stop The Music". Mas para quem já tocou ao vivo ou gravou canções de Elton John, Joy Division, Radiohead e Massive Attack, faz parte de seu ecletismo.





Canç
ões de Natal no CD “Noite Azul”

Meninas Cantoras de Petrópolis interpretam clássicos

Clássicos natalinos como “Noite Feliz”, “White Christmas”, “Então é Natal (Happy Xmas (War Is Over))” e ”Sino de Belém (Jingle Bells)” compõem o repertório do CD Noite Azul: Canções de Natal, das Meninas Cantoras de Petrópolis. O álbum, apresentado pela Som Livre neste mês, traz ainda músicas popularmente associadas a data, seja pelo conteúdo religioso, seja pela mensagem que passam, como “Jesus Cristo”, de Roberto e Erasmo Carlos, e “Canção da América”, de Milton Nascimento e Fernando Brandt.
Consagrado conjunto vocal brasileiro, as Meninas Cantoras de Petrópolis revisitam algumas das mais conhecidas canções de Natal, no Brasil e no resto do mundo. Entre as músicas brasileiras estão: a marcha “Boas Festas” (“Eu pensei que todo mundo fosse filho de Papai Noel...”), composta por Assis Valente no início dos anos 30; “Feliz Natal”, parceria entre Klécius Caldas e Armando Cavalcante, gravada por Dick Farney no fim dos anos 40; e “Estrela Guia”, de Wilson Nunes e Ricardo Magno, produtores musicais do coral.
Dos mais populares clássicos natalinos internacionais, as Meninas apresentam em Natal Azul versões para: “Jingle Bells” (domínio público), que surge como “Sino de Belém”, de Ewaldo Ruy; “Noite Feliz” aparece em adaptação de Vicente Aricó Jr. para “Silent Night”, de Franz Gruber; “Brazilian Oh Happy Day”, releitura de Ricardo Magno para “Oh Happy Day” (Edwin Hawkins); e “White Christimas”, sucesso de Irving Berlin já interpretado por nomes como Bing Crosby e Frank Sinatra. O álbum também traz canção de John Lennon. Composta por Lennon e Yoko Ono em 1969, “Happy Xmas (War Is Over)” aparece como “Então É Natal”, versão brasileira de Cláudio Rabello popularizada na voz da cantora Simone.
John Lennon não é o único beatle prestigiado no CD Noite Azul. George Harrison é lembrado com o maior hit de sua carreira solo, “My Sweet Lord”, lançada no álbum All Things Must Pass (1970).
O álbum Noite Azul traz ainda canções associadas a data pela temática religiosa e pela mensagem que passam. As Meninas Cantoras de Petrópolis interpretam “Jesus Cristo”, hino gospel de Roberto e Erasmo Carlos, o samba-canção “Ave Maria”, de Vicente Paiva e Jayme Redondo, e “Canção da América”, de Milton Nascimento e Fernando Brant, lançada no LP Sentinela (1980).






O bom tempo do grunge

Universal Music lança 'Live at Reading', do Nirvana, um CD e DVD ao vivo para entrar na história deste gênero do rock nos anos 90


Trinta de agosto de 1992. O Nirvana era considerado uma das grandes bandas de rock da época. Mais do que um grande disco, "Nevermind" (1991) revolucionou o rock, com o grunge que surgia nos Estados Unidos. O disco acabou se transformando na maior referência do novo gênero e hoje é considerado por muitos o grande álbum da década de 90. Pois bem, no final de agosto de 1992, a banda de Kurt Cobain já era tudo isso, a ponto de ser convidada para fechar Reading, um dos mais importantes festivais do planeta.

E o Nirvana não fez por menos. O show, que já era bastante conhecido através de bootlegs, é daqueles que podem ser chamados de antológicos, desde a sua abertura, quando Kurt Cobain entrou no palco em cima de uma cadeira de rodas, com uma imensa peruca loura. Tivesse esse "Live at Reading" sido lançado naquela época, hoje seria facilmente considerado um dos grandes discos ao vivo da história do rock, como "Live at Leeds", do The Who, ou "Live After Death", do Iron Maiden.

Mas o lançamento tardio - e, por enquanto, só no exterior - não fez com que a apresentação perdesse a sua aura. O show de pouco mais de 90 minutos traz uma energia impressionante. Após se levantar da cadeira de rodas, Cobain, ao lado de Dave Grohl e de Krist Novoselic não deixaram pedra sobre pedra - ou, literalmente, instrumento sobre instrumento, como pode ser visto ao final do show, quando todos os instrumentos são devidamente destruídos.

O repertório de 24 canções é simplesmente matador. Do início, com "Breed", até o encerramento com "Territorial Pissings" (duas faixas de "Nevermind"), o que se vê é uma Banda (com "B" maiúsculo mesmo) no melhor de sua forma. Um verdadeiro furacão que não pode ser comparado a nenhuma dessas bandas que a New Musical Express alardeia como a melhor banda de todos os tempos da última semana.

Das 12 faixas de "Nevermind", o Nirvana apresentou 11, somente "Something In The Way" ficou de fora. Então, tome "Drain You", "In Bloom", "Come As You Are", "Lithium", "Lounge Act", "On a Plain" e, claro, "Smells Like Teen Spirit". Impressionante notar, 17 anos depois, a perfeição de "Nevermind", que, acredite, ficou ainda melhor e mais poderoso nessa apresentação. É de enlouquecer.

O Nirvana ainda apresentou as melhores músicas de seu álbum de estreia, "Bleach", como "School", "Negative Creep" e "Blew". Ainda apareceram algumas músicas antigas ("Sliver", "Aneurysm"), mas que só viriam a entrar em um disco oficial três meses após a apresentação em Reading, no álbum "Incesticide" (1992). E, como toda grande banda faz, o Nirvana não estava nem aí de estar tocando em um festival de grande porte, e mostrou canções inéditas que seriam lançadas em "In Utero" (1993) - na época do show, o grupo já estava em estúdio gravando o álbum. Desse (então futuro) disco, entraram "Dumb", "Tourette's" e o sucesso "All Apologies". E o fã do Nirvana ainda tem duas músicas inéditas nesse "Live at Reading": "The Money Will Roll Right In" e "D-7" (esta última já havia sido lançada em versão demo no box "With The Lights Out", lançado em 2004).

Enfim, chega a ser até mesmo dispensável falar sobre "Live at Reading". O fã do Nirvana já sabe muito bem a importância dessa apresentação. E quem não for fã do Nirvana (ou não conhecer), tem uma bela oportunidade de descobrir porque esses caras revolucionaram o rock.


TV Divirta-CE




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Pré-lançamento do DVD da dupla Italo e Renno

Em festa para convidados, dupla cearense apresenta seu DVD oficial no bar Docentes e Decentes

A dupla de sanfoneiros Italo e Renno pré-lança o DVD intitulado “ITALO e RENNO ao Vivo”, para convidados no dia 02 de dezembro, às 20h, no Bar e Restaurante Docentes e Decentes, na Varjota. Repleto de características brasileiras, este novo álbum promete ser um grande marco na carreira dos jovens cearenses, que através de sua música alegre e criativa, usam seu singular talento para apresentar ao público toda a versatilidade da sanfona.

A vitalidade sonora do acordeão, suas inúmeras possibilidades e riqueza de atmosferas serão exploradas no repertório da dupla, passeando por ritmos nordestinos como baião, xote, frevo e arrasta-pé e visitando clássicos como a Ave-Maria de J.S.Bach. No espetáculo, composições autorais, como “Ceará Terra da Luz” e “Toca sanfoneiro”, que contaram com as especiais participações de Raimundo Fagner e Dominguinhos, respectivamente, além de releituras de clássicos da música brasileira. Arranjos inusitados darão ares de contemporaneidade aos grandes sucessos, imprimindo marcantes personalidades musicais.

“ITALO e RENNO Ao Vivo” ressalta em sua concepção artística a beleza da cultura brasileira, onde a nova música produzida no Ceará destaca-se na rica sonoridade do acordeão.

NOS EXTRAS DO DVD
- Clipe com FAGNER
- Clipe com DOMINGUINHOS
- Um empolgante DESAFIO DE SANFONAS
- E ainda um passeio de escuna pela beira-mar de FORTALEZA contando a história da dupla

SERVIÇO:
Festa de pré-lançamento do DVD “Italo e Renno Ao Vivo”
Dia 02 de Dezembro de 2009 – 20h
Local: Docentes e Decentes - Varjota (espaço climatizado)
Rua Ana Bilhar, 1445
Maiores informações: 3456-6100








Daniela Mercury celebra o samba em 'Canibália'

Novo CD da cantora terá várias opções de capa e contará com participações de Margareth Menezes e Seu Jorge



Canibália, que segundo a sua autora significa misturar o mundo, é o mais novo CD da cantora baiana Daniela Mercury. O disco, que tem muitas composições próprias de Daniela, tem varias versões de sambas antigos, perolas como “Tico-tico no fubá”, “O que é que a baiana tem?”.
Canibália conta com a participação da amiga da cantora a Margareth Menezes no single de estreia “Oyá por nós”. Canibália, o 13º álbum de Daniela Mercury, é coerente com seu título: a baiana põe no tabuleiro doses concentradas de eletrônica, um pouco de R & B - na faixa “Life Is Beautiful”, parceria com o rapper norte-americano Wyclef Jean, convidado do tema que celebra a vida e a Bahia - e um bocadinho de rap, evocado nos compassos iniciais de Trio em Transe.


Mas a baiana oferece como prato principal de seu novo CD o samba de sua terra. Celebrado tanto na faixa intitulada Benção dos Sambas - um medley que agrega Na Baixa do Sapateiro (Ary Barroso), Samba da Minha Terra (Dorival Caymmi) e Samba da Benção (Baden Powell e Vinicius de Moraes) - como na batucada que encerra a turbinada releitura eletrônica de Tico-Tico no Fubá, o choro de 1931 que deu projeção internacional ao compositor Zequinha de Abreu (1880 - 1935) na voz de Carmen Miranda (1909 - 1955).
O medley “Preta - que junta Eu Sou Preto” com “Sorriso Negro” - celebra a negritude num tom mestiço que remete ao último álbum de estúdio da cantora, Balé Mulato (2006). Convidado da faixa, Seu Jorge defende com propriedade o samba popularizado por Ivone Lara em 1981, com direito a discurso por mais cidadania e trabalho ao fim do tema. Outro destaque “Sol do Sul”, reggae que - a despeito de ter sido feito por Daniela com seu filho Gabriel Póvoas na invernal Londres - ilumina a ideia política da integração da América do Sul.

Feito sob a luz clara da alegria, traço recorrente na ensolarada discografia de Daniela e mote da faixa “A Vida É um Carnaval”, Canibália celebra também os direitos indígenas em “Dona Desse Lugar”, exalta o amor na balada “Castelo Imaginário”. Nesse mosaico antropofágico, há ainda espaço para a releitura moderninha de “O Que Será? (À Flor da Terra)”, tema lançado por Chico Buarque em 1976. No final, Canibália está entre os melhores discos de Daniela, mostrando a nossa baiana internacional recusando mais uma vez a mesmice imperante do axé music. No Brasil, o CD ganhou cinco versões de capas diferentes do novo CD.










Realidade Paralela: quatro gaúchos e uma proposta

Imagine quatro artistas gaúchos consagrados: a cantora Vanessa Longoni, vencedora de inúmeros prêmios - Açorianos de Música 2008 de "Melhor Intérprete" e "Melhor CD" na categoria MPB e Açorianos de Música 2007 de "Melhor Espetáculo" - e uma das artistas mais atuantes nos últimos anos no cenário musical gaúcho; o violonista Angelo Primon, produtor e multi-instrumentista muito requisitado para atuações em shows e gravações, vencedor dos prêmios Mosaico e Açorianos de melhor instrumentista 2006 e 2008; o baterista Luke Faro, vencedor de concursos nacionais de bateria e extremamente atuante em diversas áreas de música do sul; o guitarrista Marcelo Corsetti, artista com inúmeros prêmios, sete discos gravados e junto com Angelo Primon, produção de trabalhos de extremo valor artístico no Rio Grande do Sul.

Agora, imagine esses quatro artistas em um projeto com o objetivo de fazer boa música , novos arranjos e interpretações num instigante desafio lúdico?

Esse é o REALIDADE PARALELA, um grupo que pesquisa sonoridades e ambiguidades entre os sons de alta tecnologia e os sons acústicos. Das cáusticas guitarras de Marcelo Corsetti passando pelas matizes acústicas da viola caipira, sitar, rabeca, berimbau e violão de Angelo Primon e ainda navegando no imenso oceano polirrítmico da bateria de Luke Faro. Essa idéia musical não poderia ficar completa sem a presença da excelente Vanessa Longoni e suas personais interpretações.



SOBRE OS MÚSICOS

VANESSA LONGONI - Cantora com formação erudita e popular, cantou em vários grupos vocais, coros de óperas, espetáculos teatrais e participou de cds de músicos reconhecidos de Porto Alegre nos últimos 15 anos. Participou de espetáculos como O Parque Extremo de Diversões, de Élcio Rossini; Lorquianas – criação de Denize Baptista, direção cênica de Roberto Birindelli e direção musical de Simone Rasslan –; Lautrec... Fin de Siécle, do grupo Terpsi de dança-teatro; Antígona, de Luciano Alabarse. Participou dos cds dos músicos Adriana Deffenti, Marcelo Delacroix, Angelo Primon, Sergio Napp, Leandro Maia, Richard Serraria. Também é uma das integrantes da banda Maria Vai Com as Outras, antigo D’ Quina pra Lua – ganhador de vários prêmios: Açorianos de Música Revelação MPB de 2000 e Açorianos de Música gênero MPB de 2002. Seu primeiro trabalho solo, A MULHER DE OSLO lhe rendeu o Prêmio Açorianos de Música como Melhor Espetáculo de 2006 – foi indicada, também, como Melhor Intérprete. Foi considerada cantora revelação 2006 pelo jornal Zero Hora. Em julho de 2008, a banda Maria Vai com as Outras, lançou no Teatro Renascença o cd Bailadêra, e em outubro de 2008 Vanessa lançou seu primeiro cd solo “Vanessa Longoni – A Mulher de Oslo” tendo um ótimo reconhecimento do público e da crítica musical local: “...Desde a estréia em 2006, o show vem multiplicando platéias e prêmios. Com o cd não será diferente, pois é um dos mais novos e vigorosos produzidos este ano no País. Mais: talvez seja o melhor disco de cantora já feito no RS. Nele tudo se completa, do repertório o mais universal (e único) possível, aos arranjos e desempenhos dos músicos e a impressionante performance de Vanessa, que canta muito, identificada com tudo, vivendo uma verdade artística como poucas vezes se vê.”- Juarez Fonseca – jornal ABC. Em 2009, o cd “A Mulher de Oslo” recebeu o Prêmio Açorianos de Música no gênero MPB como melhor disco, melhor intérprete (Vanessa Longoni), melhor instrumentista (Angelo Primon) e melhor produção musical (Arthur de Faria). Além dos shows com o Realidade Paralela, Vanessa participou como convidada especial do show de lançamento do cd Tridimensional do cantor e compositor Gelson Oliveira. Dentro da programação do 4º Festival de Inverno de Porto Alegre, cantou acompanhada pela Banda Municipal de Porto Alegre, no show As Mulheres da Banda –ao lado das cantoras Andréa Cavalheiro, Marisa Rotenberg e Renata Adegas –, e participou do show da banda Bataclã FC. Participou da gravação Especial 20 de Setembro – Revolução Farroupilha, para a RBS TV com a direção de René Goya.



MARCELO CORSETTI - Músico reconhecido no Rio Grande do Sul, ganhador de vários prêmios e músico atuante como instrumentista, produtor, arranjador e diretor musical. Em 1993 foi premiado com o troféu Açorianos de Música como Revelação e recebeu Menção Honrosa pela criação e participação no Projeto Guitarra Instrumental. Foi indicado ao Prêmio Sharp de Música – o maior prêmio da música brasileira – pelo seu primeiro disco Marcelo Corsetti de 1992. O segundo trabalho solo (1994) é saudado pela crítica como um dos melhores trabalhos de música instrumental, colocando Corsetti entre os grandes guitarristas já nascidos no Rio Grande do Sul. Recebeu vários prêmios do Musicanto Sul Americano, festival de destaque nacional. Em 1997, lançou o disco “Três” e posteriormente o álbum XQUINAS recebido com grande satisfação pelo público e crítica no Rio Grande do Sul. Os trabalhos do XQUINAS e Adriana Deffenti renderam dois troféus Açorianos de Música. No mesmo período ocorriam as gravações do disco Deffanifing Pop Jazz Y Otras Coisas com o trio XQUINAS (Luke Faro e Rodrigo Rheinheimer) e as participações de Rafael Lima e Angelo Primon. Em 2005 foram produzidos por Corsetti o novo cd de Adriana Deffenti e o dvd BLACKBAGUALNEGOVEIO de Bebeto Alves, ambos com crítica extremamente elogiosa, destacando sempre o trabalho de produtor e guitarrista. Junto com o parceiro Angelo Primon, foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música como melhor instrumentista de 2006. Executou trilhas sonoras de espetáculos teatrais e de cinema, como: Antígona, Entre Quatro Paredes e Cinco Naipes. Além do trabalho com o Realidade Paralela, está produzindo o lançamento do dvd XQUINAS.

LUKE FARO - Iniciou os estudos com o renomado baterista Kiko Freitas e seguiu as aulas com ele até 2001. Venceu o Prêmio II Batuka – Concurso Nacional organizado pela baterista Vera Figueiredo em São Paulo –, na categoria Musicalidade. Dois anos depois, recebeu o Prêmio de Melhor Instrumentista do VI Cirio (Canto Inter-Universitário Riograndense). A partir de então, a carreira do baterista Luke Faro passou a ter a marca de grandes parcerias. Uma delas é com o premiado guitarrista gaúcho Marcelo Corsetti, com quem gravou os três discos da banda instrumental XQuinas. Luke também integra a maior banda de soul music do sul, a Hard Working Band – participa do segundo e do terceiro álbum do grupo. E a veia instrumental do trabalho do baterista está ainda na Caixa Preta, banda que integra desde 2005 e que alterna jazz, funk e temas brasileiros nas composições. A parceria com cantoras é outro aspecto importante da carreira de Luke Faro – atualmente acompanha Andréa Cavalheiro (vocalista da Hard Working Band). Patrocinado desde 2005 pela C. Ibañez, maior fábrica de baquetas do Brasil, hoje Luke leciona no Instituto de Bateria Bateras Beat em Porto Alegre. Na edição de dezembro de 2007 é publicada uma entrevista com Luke na revista brasileira de bateria Modern Drummer. Em 2008 foi indicado ao Prêmio Açorianos de Música como melhor instrumentista e melhor disco no gênero instrumental com o X-Quinas. Formou-se em 2008 no curso de Licenciatura em Música no IPA em Porto Alegre.

ANGELO PRIMON - Multi-instrumentista e arranjador. Também assinou os arranjos e a direção musical para o grupo de dança Errantes Oficina de Arte (1992 a 1996). No teatro, O caminho das coisas de Nelson Diniz e direção de Sílvia Pohl (1992); Ela sou eu, As ligações que você fez pra mim e Maria Betânia Ré-Mix ( 1994 a 1998) – todas do ator e diretor Antônio Carlos Falcão, atuou como instrumentista em Antígona, de Sófocles, em 2004, com trilha composta por Arthur de Faria. No cinema, trilhas com Kiko Ferraz “O Poço” (2002) direção de Tarcísio Puiatti; como instrumentista em O Cárcere e a Rua, trilha de Nico Nicolaiewsky (2004), direção de Liliana Sulzbach; e compôs a trilha do curta É pra presente? de Camila Gonzatto (2006), Querer mudo de Renata Heinz (2005) e o curta ainda inédito Impressões (Zeppelin). Após cinco indicações, recebeu o Troféu Açorianos de Música na categoria de Melhor Instrumentista de MPB nos anos de 2006 e 2008. Em 2003 Angelo Primon gravou seu primeiro cd autoral, Mosaico. Em 2004, Mosaico ganhou o Troféu Clave do Sul, prêmio criado pelo IEM (Instituto Estadual de Música) e SEC (Secretaria Estadual da Cultura do RS) na categoria de melhor cd de música instrumental do ano e em 2005 ganhou o Troféu Açorianos de Música nas categorias Melhor cd Instrumental e Espetáculo do ano. Em junho de 2007 apresentou um show comemorativo aos seus 20 anos de carreira na Sala Álvaro Moreira em Porto Alegre com grande sucesso de público e de mídia. Atualmente, acompanha a cantora Vanessa Longoni e o compositor Richard Serraria. Participa também do grupo de teatro Cuidado que Mancha nos musicais Quem não dança balança a criança e Família Sujo. Desenvolve projeto na área de produção de material didático junto ao grupo Cantilendas, além de pesquisa sobre as sonoridades da viola de dez cordas, viola de cocho e sitar indiano e suas aplicações nas composições de seu novo trabalho autoral: Angelo Primon – Solar.










Show da Banda Moinho em CD e DVD

Não importa se o Moinho é um grupo baiano ou carioca. Os pés estão bem cravados à beira da Baía de Todos os Santos e as antenas instaladas às margens da Guanabara. O que se vê e ouve no CD/DVD “Moinho Ao Vivo” é que, mais do que baiano ou carioca, o Moinho é do palco.

Formado por três “veteranos” da música pop brasileira (Emanuelle Araújo, Lan Lan e Toni Costa), o grupo foi concebido no meio da efervescência que o bairro da Lapa, no Rio de Janeiro, viveu na última década, Forjado na famosa “escola da noite”, junto com uma série de parceiros cariocas, o trio conseguiu criar uma liga fortíssima e ainda acrescentar uma nova cara a um vasto repertório do samba baiano. O show desce fácil passando pela saudade de Caymmi (“Saudade da Bahia” e ”Eu não tenho onde morar”), pela Santo Amaro de Caetano (“É de manhã” e “Marinheiro só”), a Feira de Santana de Luiz Caldas (“O que que essa nêga quer”), o Campo Grande de Pepeu, Moraes e Galvão (“Besta é tu”), o Candeal de Carlinhos Brown (“O côco”), dá uma volta ali no bairro do Garcia de Riachão (no medley “Baleia”/“Cada macaco no seu galho”/“Vá morar com o diabo”) e vai terminar em outras diversas rodas do recôncavo. Os sabores de uma Bahia assim são fáceis de se sentir ou imaginar. E o clima naquelas terras é sempre quente.

Quando o promissor samba-reggae emergido das ladeiras de Salvador no fim da década de 80 descambou para a banalização da chamada “axé music”, amores e ódios extremos se criaram em torno da “música pop baiana”. Uma expressão como essa, aliás, talvez não fosse nem possível de ser pensada. Tudo era “axé”. E como a generalização nunca é uma via inteligente de análise, foi preciso esperar a poeira baixar. Motivadas pelo resgate do samba que os cariocas faziam com tanto sucesso na Lapa e, já distantes de sua terra natal, Emanuelle Araújo e Lan Lan se juntaram com o carioca de nascimento (e baiano por musicalidade) Toni Costa para inserir os sambas da sua terra naquele cenário tão rico que elas viam embaixo dos Arcos. Sem grilos, preconceitos ou mea-culpas, um dos grandes méritos do Moinho está em transitar tão bem e com tanta propriedade por obras baianas aparantemente tão diferentes, como a de Caymmi e Luiz Caldas, mas que no fundo são partes complementares uma história só, uma linha continua.

Nesse registro ao vivo fica fácil de ver toda essa Bahia na Lapa. Primeiro, visualmente: o palco foi o do Circo Voador e o público é aquele que fez do grupo um dos de maior sucesso na Lapa ao longo dos anos. Segundo, em termos musicais: ao vivo, o resultado do encontro da bateria quase roqueira de Maurício Braga, com o baixo de Pedro Mazzillo (conhecido músico das rodas de choro e samba no Rio) e as guitarras e distorções de Toni é ainda mais visceral. A voz de Nara Gil completa o time que está sempre na estrada com o Moinho e dá segurança para Emanuelle encontrar novas melodias e divisões conforme o show evolui. Completando a banda de apoio, vêm um naipe quente de metais (Zé Canuto no sax tenor, Marcio André no trumpete e Aldivas Ayres) – que participa em seis faixas do DVD (quatro no CD) – e o multi-instrumentista Felipe Pinaud, que entra na mistura tocando bandolim, violão, baixo, guitarra, flauta e agôgô. Lan Lan e Manu tomam conta da frente do palco. A primeira esnoba, além do já conhecido talento percussivo, uma facilidade para colorir os arranjos de voz, inserir versos falados, e desenhar os vocais de apoio. Segura e confiante, Lan Lan até se arrisca em cantar sozinha em alguns momentos do show. Já Emanuelle Araújo, como bem observa Kassin em uma fala do making-of, impressiona pela capacidade de manter a voz constante e precisa durante o show inteiro. Além de dançar, ela sorri e seduz com uma presença cênica muito particular, certamente reforçada pela também crescente carreira de atriz. Se Geraldo Pereira tivesse a visto cantando "Falsa Baiana", como ela faz no DVD, referendaria Manu como o exemplo a ser seguido de menina "filha de São Salvador".

Além de todo o repertório de clássicos do samba da Bahia, que imprimem o DNA da banda, há ainda um repertório próprio muito bem resolvido. Juntas, essas faixas ocupam mais da metade do CD e DVD. É o caso, por exemplo, do hit “Esnoba”, de “Na Lapa” ou mesmo de “Samba menina”. Músicas dançantes, com linhas melódicas fortes, daquelas que só precisam das duas primeiras notas para identificá-las e sair cantando junto. E para levar o samba para outras fronteiras além da ponte Rio-Bahia, a banda recupera os presentes dados no primeiro disco por um paulista, Nando Reis (“Hoje de noite”), e uma mineira, Ana Carolina (“Doida de varrer”).

Contando novamente com a ajuda das mãos poderosas de Berna Ceppas e Kassin, (produtores do disco, amigos e entusiastas deles de longa data), a sonoridade do Moinho mantém a assinatura criada no álbum de estúdio “Hoje de noite” (2007), também produzido pela dupla. Como o objetivo do show era registrar toda a força da banda no palco, há poucos convidados. Kassin é um deles, tocando baixo em “Fim de semana” e “Hoje de noite”. O outro é Guga Machado, que toca percussão em “Esnoba” e no medley de sambas de roda. Gilberto Gil e Dudu Nobre aparecem em duas faixas nos extras do DVD. Gil, que certa vez acertou ao definir o som do trio como “um samba na pressão”, vem como representante da cartilha baiana em que o Moinho reza. A escolha de “Aquele abraço” não deixa de ser uma homenagem à cidade que abraçou e que foi abraçada por todos eles. Já com Dudu Nobre a música escolhida foi “Casa de bamba” de Martinho da Vila. Um encontro que sela a ponte com o samba carioca, que foi onde o Moinho cresceu. Esta faixa aparece ainda como bonus track no CD.
Além reafirmar e atualizar a força de alguns clássicos da memória e identidade baiana, o lançamento deste trabalho do Moinho oferece uma cor e uma temperatura bem diferente do que tem se visto na música nacional. Um som pop, sem pretensões, nem subterfúgios visuais, bem trabalhado, que cruza diferentes culturas nacionais, que é cuidadoso, mas ainda assim despretensioso. É o pé que balança, é o sorriso revelado no canto da boca, é aquela boa lembrança e tudo mais que uma hora e pouco de boa música pode oferecer.

MOINHO
CD e DVD “Moinho Ao Vivo”
Lançamento: EMI
Preço médio: R$ 25,00 (CD) e R$ 35,00 (DVD)
www.moinhooficial.com.br
www.myspace.com/moinhooficial







Presa a 7 chaves no coração dos adolescentes

Banda mais querida dos jovens, a NX Zero lança o terceiro disco

Atravessar uma tarde na companhia dos meninos do NX Zero é como rever diversos conceitos de quando ainda éramos jovens. As dúvidas, as atitudes intempestivas, a sensação de ter um mundo a conquistar. São alguns tópicos levantados dentro do estúdio Midas, na região norte de São Paulo, durante a conversa que o Estado teve com o quinteto. Com média de 23 anos entre seus integrantes, o grupo acaba de lançar seu terceiro disco, Sete Chaves. Os dois últimos álbuns ascenderam o NX Zero à banda mais querida pelos adolescentes do Brasil. Se os números de vendagem dos discos (entre 100 e 200 mil cópias) não impressionam, os 200 shows lotados por ano sim. As palavras de Di Ferrero (vocal), Gee Rocha e Fi Ricardo (guitarras), Caco Grandino (baixo) e Dani Weksler (bateria) saem de maneira natural. "Estamos desencanados. Este ano que passou é como se tivéssemos vivido três em um", fala Di. Dani concorda: "Quando assinamos nosso contrato para gravar o primeiro disco tínhamos 18 anos. Aprendemos muito. Nunca fizemos questão de mostrar pra ninguém o que a gente faz na vida privada. Sempre cobraram muito da gente uma postura rock"n"roll. Se usamos drogas ou não, se bebemos ou não, o problema é nosso", afirma o baterista, namorado da cantora Pitty.

As últimas horas haviam sido de extrema tietagem. Um grupo de 20 meninas vindo do interior de São Paulo foi selecionado por uma rádio para escutar em primeira mão o novo disco. "Escutar, elas não escutaram não", afirma Dani. "Escutar como com esses deuses na sala?", questionou uma delas. Gravado durante três meses, Sete Chaves ganhou o desafio de continuar a levar o nome do grupo para as fãs, sem se repetir. Di Ferrero fala em Rappa e conta como uma visita às favelas do Rio de Janeiro despertou nele uma nova característica. "Escrevi Só Rezo depois de visitar o Complexo do Alemão e o Vigário Geral com o pessoal do AfroReggae. Fui dar um autógrafo para um menino, que, antes, tirou o fuzil da frente. Isso me abriu a visão", conta Di, responsável por escrever as letras do grupo. O nome de Pitty volta à conversa. "Ela gosta do nosso som, mas não muito das letras", conta Dani. "Quer dizer que ela não gosta de mim", brinca Di.

Gee Rocha desvia: "Viajamos muito esse último ano e tivemos contatos com muitas bandas e sonoridades diferentes. Só Rezo tem uma pegada funk, mas é bem pesada. Me inspirei em Jamiroquai." Cada música do CD, segundo Di, levou o nome de uma banda. "Espero a Minha Vez era a Aerosmith, Zerar e Recomeçar era a Incubus. Subliminar, que tem uma pegada funk, é a Maroon 5, Vício é a Rocky Balboa, e assim por diante."

Mesmo assim, a pecha de bom-mocismo continua. Di frequentou a igreja desde pequeno e continua a falar em Deus. "Comecei a cantar com 7 anos em um templo ecumênico. Mas falo de Deus sem forçar a barra." O baixista Caco Grandino explicita a missão do grupo. "Não podemos perder nossa personalidade, mas falamos para um público de adolescentes e crianças", fala Conrado, que parou de fumar devido à insistência da banda.

Show do disco só em 2010. Durante esse tempo, o grupo continua a fazer eventos para rádios. E pelo Twitter, deixam os milhares de fãs atualizados. "Somos bem relacionados, hoje em dia", lembra Di. "Se eu ligar para o Luciano Huck e pedir para tocarmos lá, ele chama a gente."

NOVELAS

OUT CE

APÓS 10 ANOS DE ESPERA, PÚBLICO BRASILEIRO PODERÁ CONFERIR MEGA APRESENTAÇÕES DO METALLICA

Metallica chega ao País em janeiro de 2010 para shows da “World Magnetic Tour” em São Paulo e Porto Alegre


Desde 1999 sem vir ao Brasil, o Metallica volta ao país para mega shows da turnê “World Magnetic Tour”, divulgação de seu último álbum “Death Magnetic”, lançado em 2008. Com realização da CIE Brasil, a banda norte-americana, que já vendeu mais de 100 milhões de discos e está entre as 10 bandas mais vendidas do planeta, tocará dias 28 de janeiro, no Estádio Zequinha em Porto Alegre, e 30 de janeiro, no Estádio do Morumbi em São Paulo. Na estrada desde outubro de 2008, o show já esgotou ingressos nos EUA, Inglaterra, Suécia, Canadá, Alemanha, Bélgica, França e Holanda, e, só em 2009, teve mais de 70 apresentações.



Em São Paulo, a pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners acontece entre 24 e 30 de novembro. As vendas de ingressos para o público serão abertas dia 01 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País (www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm) e a partir das 12h na bilheteria oficial do show, localizada no estacionamento anexo do Credicard Hall (Av. das Nações Unidas, 17.981 — Santo Amaro).

Para o show no Morumbi, o valor dos ingressos para a pista é de R$ 250,00 e para a pista vip é R$500,00. Há a opção de cadeira inferior (R$ 250,00) e cadeira superior (R$ 300,00). As arquibancadas do Morumbi também estarão disponíveis nos valores de R$ 150,00 (Arquibancada Laranja), R$ 170,00 (Arquibancada Azul / Vermelha) e R$ 190,00 (Arquibancada Vermelha Especial).



Em Porto Alegre, a pré-venda exclusiva para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diners acontece entre 26 de novembro e 02 de dezembro. As vendas de ingressos para o público serão abertas dia 03 de dezembro a partir da 0h pela internet (www.ticketmaster.com.br), a partir das 9h pelo Call Center (4003-8282), a partir das 10h nos pontos de venda espalhados pelo País e a partir das 11h na bilheteria oficial do show, localizada na Loja Multisom, Rua dos Andradas, 1001 – Centro.



Para o show no Estádio Zequinha, o valor dos ingressos para a pista/arquibancada é de R$ 120,00 (1º lote) e R$ 140 (2º lote) e para pista vip é R$ 250,00. O ingresso para cadeira custará R$ 160.



Mais informações serão divulgadas no site oficial do show (www.showmetallica.com.br) ou no site www.metallica.com .



A TURNÊ

A turnê traz um Metallica renovado e em contato direto com as raízes da banda, onde os marcantes riffs de guitarra prevalecem e a essência do metal é resgatada. Por isso, além das músicas de trabalho do novo disco, o set list das apresentações traz ao público alguns dos sucessos que consagraram a banda nos anos 80 e começo dos 90, como: “Enter Sandman”, “One”, “Seek and Destroy” e “Master of Puppets”.



O Metallica, que ganhou o Grammy por Melhor Performance por oito vezes (1990, 1991, 1992, 1999, 2000, 2001, 2004 e 2009), já veio ao Brasil em três ocasiões, 1989 (pela “Damaged Justice Tour”), 1993 (para divulgação do disco mais conhecido da banda, “Metallica – Black Álbum”) e 1999 (pela turnê “The Garage Remains The Same”), com apresentações que foram sempre grande sucesso de público e crítica.



Seu último álbum, “Death Magnetic” alcançou o primeiro lugar do Top 200 da Billboard nos EUA. A façanha fez do Metallica a primeira banda a conquistar o primeiro lugar das paradas cinco vezes consecutivas.



Discografia

* Kill ‘Em All (1981)
* Ride the Lightning (1984)
* Master of Puppets (1986)
* ...And Justice for All (1988)
* Metallica – Black Album (1991)
* Load (1996)
* ReLoad (1997)
* Garage Inc. (1998 – disco de covers)
* St. Anger (2003)
* Death Magnetic (2008)



Biografia



A carreira musical do Metallica teve início em outubro de 1981 quando o baterista Lars Ulrich juntou-se ao guitarrista e vocalista James Hetfield com a proposta de gravarem um som metal. O amigo e colega de apartamento de Hetfild, Ron Mcgovney, foi convencido a assumir o baixo enquanto Dave Mustaine assumiu as guitarras.



A banda adotou o nome Metallica após uma sugestão do amigo Ron Quintana e gravaram uma demo intitulada “No Life Til Leather” que rapidamente tornou-se sucesso no circuito underground do metal. A essa altura, conheceram Cliff Burton, que assumiu o baixo e Dave Mustaine foi substituído por Kirk Hammett.



O primeiro álbum do Metallica, “Kill 'Em All”, foi lançado no final de 1983, acompanhado de uma turnê intensa que elevou a reputação da banda tanto nos E.U.A quanto na Europa. Em 1984, foram para Copenhague, Dinamarca – terra natal de Lars – trabalhar com o produtor Flemming Rassmussen para a gravação do segundo álbum, “Ride The Lightning”.



De volta ao mesmo estúdio em 1985, a banda gravou “Master Of Puppets”, mixado em Los Angeles com Michael Wagner e lançado no início de 1986. Rapidamente, garantiram uma turnê com Ozzy Osbourne e juntamente com uma posição no Top 30 norte-americano ampliaram ainda mais sua base de fãs.



Em 27 de setembro de 1986, uma tragédia. Durante uma viagem noturna, o ônibus da banda perdeu o controle e capotou, matando Cliff Burton. Após um breve e intenso período de luto, Lars, James e Kirk decidiram reagir e escolheram Jason Newsted para ser seu novo baixista. O quarteto imediatamente saiu em turnê e produziu um EP de covers intitulado Garage Days Re-Revisited.



Com Jason completamente estabelecido, a banda voltou ao estúdio para gravar seu quarto álbum, “...And Justice For All”, lançado em agosto de 1988. O álbum alcançou a sexta posição na parada norte-americana e recebeu uma indicação para o Grammy de Melhor Álbum de Metal / Rock Pesado.



Em 1991, o Metallica lançou o auto-intitulado álbum “Black” e viu sua popularidade escalar altitudes estratosféricas. Com o novo produtor Bob Rock, esse álbum estreou direto em primeiro lugar nas paradas ao ao redor do mundo, permaneceu por várias semanas no topo e terminou vendendo mais de 15 milhões de cópias, produzindo vários singles, um Grammy e alguns prêmios da MTV / AMA.



Quase quatro anos se passariam até que o próximo álbum do Metallica visse a luz do dia. Intitulado “Load” e gravado no estúdio The Plant, na Califórnia, trouxe 14 faixas e assinalou algumas mudanças significativas para a banda. A quantidade de músicas escritas durante as sessões foi tamanha que um segundo álbum, intitulado “ReLoad”, foi lançado em 1997.



Em 1998, eles reuniram todos os antigos lados B, covers, as duas sessões prévias do Garage Days e foram ao The Plant para fazer mais 11 covers. Em 1999, o Metallica embarcou em uma colaboração com a Orquestra Sinfônica de São Francisco para dar uma nova dimensão a seus clássicos.



Longe de ter seu material prejudicado, os arranjos para canções como "Master Of Puppets" deram chance a instrumentos de orquestra para literalmente explodir nos espaços, enchendo-os com um poder maior e mais pesado que antes. Tendo gravado e filmado os shows originalmente sem grandes expectativas, o Metallica lançou o álbum duplo e DVD S&M no final de 1999.



No verão de 2000, o Metallica deu passos ainda mais firmes rumo à ruptura das convenções, provando que era possível organizar e encabeçar sua própria turnê em estádios sem nenhum álbum para promover. Após muita boataria, Jason Newsted deixou a banda.



No outono de 2002 a banda decidiu que era hora de procurar por um novo baixista e Robert Trujillo – ex-baixista da banda Suicidal Tendencies e de Ozzy Osbourne – foi escolhido como novo membro do Metallica. O novo álbum, St.Anger foi lançado no dia 5 de junho de 2003.



Enquanto isso, ia crescendo a antecipação por Some Kind Of Monster, o documentário de Joe Berlinger e Bruce Sinofsky sobre o mundo do Metallica entre 2001 e 2003. Planejado para registrar a criação do álbum, os cineastas transformaram-no em um projeto inteiramente novo quando James foi para a reabilitação. Originalmente concebido como peça de marketing, o produto final acabou virando um documentário incrivelmente revelador de 2 horas e 20 minutos.



A banda entrou em estúdio de novo no começo de 2006 para produzir um novo álbum e estavam empolgados ao anunciar que iriam trabalhar com um novo produtor -Rick Rubin- e decidiram assumir uma postura diferente no estúdio, agora que estavam trabalhando com ele. Rubin tinha uma mensagem simples: “Não tenham medo do seu passado, não tenham medo de redescobrirem suas raízes, acatem a ética da técnica acima da edição e voltem à essência do Metallica”. Ele forçou o Metallica a achar suas próprias soluções.



O novo álbum, “Death Magnetic”, foi lançado em 12 de setembro de 2008 e a banda caiu na estrada com a turnê “World Magnetic Tour” se iniciando em 20 de outubro de 2008, em Glendale, no Arizona.



PORTO ALEGRE



Serviço METALLICA – WORLD MAGNETIC TOUR

Realização: CIE Brasil

Local: Estádio Zequinha – Av. Assis Brasil, 1200 – Porto Alegre/RS

Data: 28 de janeiro de 2010

Horário Show Metallica: 21h30

Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados).

Capacidade: 27.000 lugares

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard

Acesso para deficientes



PREÇOS DOS INGRESSOS


INTEIRA

PISTA/ARQUIBANCADA – 1° LOTE


R$120,00

PISTA/ARQUIBANCADA – 2° LOTE


R$140,00

PISTA VIP


R$250,00

CADEIRA


R$160,00



- Clientes dos cartões Citibank, Credicard e Diners que efetuarem compra via internet ou telefone Ticketmaster até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.



- Vendas limitadas a 8 ingressos por pessoa





HORÁRIO DA ABERTURA DAS VENDAS



As vendas serão abertas no dia 03 de dezembro nos seguintes horários, de acordo com os locais:



Internet (informações e vendas) — Ticketmaster (www.ticketmaster.com.br), a partir da meia-noite



Telefone para vendas — 4003-8282 (válido para todo o país), às 9h

Pontos de Venda Ticketmaster – www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm, às 10h



Bilheteria Oficial – Loja Multisom, Rua dos Andradas, 1001 – Centro, às 11h - Horário de funcionamento: Segunda a sexta das 11h às 19h / Sábado 10h às 18h / Domingo e feriados não há funcionamento.



BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA



Bilheteria Oficial – Loja Multisom - Segunda a sexta das 11h às 19h / Sábado 10h às 18h / Domingo e feriados não há funcionamento. - Rua dos Andradas, 1001 – Centro



LOCAIS DE VENDA - COM TAXA DE CONVENIÊNCIA



Pontos de venda no link: www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm



Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - 4003-8282 (válido para todo o país), das 9h às 21h - segunda a sábado.



Pela Internet: www.ticketmaster.com.br (entrega em domicílio - taxas de conveniência e de entrega)



Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.



SÃO PAULO


Serviço METALLICA – WORLD MAGNETIC TOUR

Realização: CIE Brasil

Local: Estádio do Morumbi — Praça Roberto Gomes Pedrosa, nº 1 — Morumbi — São Paulo (SP)

Única apresentação: 30 de janeiro de 2010

Horário Show Metallica: 21h30

Classificação etária: Não será permitida a entrada de menores de 12 anos; 12 anos a 15 anos: permitida a entrada (acompanhados dos pais ou responsáveis legais); a partir de 16 anos: permitida a entrada (desacompanhados).

Capacidade: 68.000 lugares

Meio de Pagamento Preferencial: Credicard

Acesso para deficientes



PREÇOS DOS INGRESSOS


INTEIRA


½ ENTRADA

PISTA


R$250,00


R$125,00

PISTA VIP


R$500,00


R$250,00

CADEIRA INFERIOR


R$250,00


R$125,00

CADEIRA SUPERIOR


R$300,00


R$150,00

ARQUIBANCADA VERMELHA ESPECIAL


R$190,00


R$ 95,00

ARQUIBANCADA AZUL/VERMELHA


R$170,00


R$ 85,00

ARQUIBANCADA LARANJA


R$150,00


R$ 75,00



- Meia-entrada: obrigatória a apresentação do documento previsto em lei que comprove a condição de beneficiário: no ato da compra e entrada do evento (para compras na bilheteria oficial e pontos de venda físicos) / na entrada do evento (para compras via internet ou telefone). Limitação de venda a estudantes em 30% da capacidade do local.



- Clientes dos cartões Citibank, Credicard e Diners que efetuarem compra via internet ou telefone Ticketmaster até 72 horas antes do evento, serão isentos de taxa de entrega.



- Vendas limitadas a 8 ingressos por pessoa



HORÁRIO DA ABERTURA DAS VENDAS



As vendas serão abertas no dia 01 de dezembro nos seguintes horários, de acordo com os locais:



Internet (informações e vendas) — Ticketmaster (www.ticketmaster.com.br), a partir da meia-noite



Telefone para vendas — 4003-8282 (válido para todo o país), às 9h



Pontos de Venda Ticketmaster – www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm, às 10h



Bilheteria Oficial – Estacionamento Credicard Hall, às 12h (meio-dia)



BILHETERIA OFICIAL – SEM TAXA DE CONVENIÊNCIA



Estacionamento anexo ao Credicard Hall - diariamente, das 12h às 20h - Av. das Nações Unidas, 17.981 - Santo Amaro – São Paulo (SP)



LOCAIS DE VENDA - COM TAXA DE CONVENIÊNCIA



Pontos de venda no link: www.ticketmaster.com.br/shwPDV.cfm



Central Ticketmaster: por telefone, entrega em domicílio (taxas de conveniência e de entrega) - 4003-8282 (válido para todo o país), das 9h às 21h - segunda a sábado.



Pela Internet: www.ticketmaster.com.br (entrega em domicílio - taxas de conveniência e de entrega)



Formas de Pagamento:

Dinheiro, cartões de crédito American Express, Visa, MasterCard, Diners e Cartões de Débito Visa Electron e Rede Shop.







Paranapiacaba recebe a VI Convenção de Bruxas e Magos

Abertura será na sexta-feira, 13; Programação prossegue no
sábado e domingo das 10 às 20h.


Na próxima sexta-feira, 13 de novembro, a Vila de Paranapiacaba, em Santo André, recebe mais uma edição da Convenção de Bruxas e Magos. A abertura do evento, a cargo da bruxa Tânia Gori, da Universidade Holística Casa de Bruxa , está prevista para as 20 horas e contará com uma procissão de velas pelas ruas da vila ferroviária. A programação prossegue no sábado e domingo das 10 às 20h em diferentes locais da Parte Baixa da Vila.



De acordo com os organizadores o diferencial este ano é o tema: Todos Unidos pela Paz, em que cada participante, dentro da sua filosofia e crença, pode contribuir para um mundo melhor. O objetivo da convenção é unificar as várias crenças e filosofias do planeta, respeitando a diversidade, os direitos humanos e fomentando o diálogo e a preservação da natureza. A estimativa de público, ainda segundo os organizadores, é de 8 mil pessoas nos três dias do evento.



No sábado e domingo acontecem diversas atividades com a participação de profissionais holísticos de todo o Brasil. No espaço aberto do Locobreque haverá rituais ao ar livre, em especial, destinados a Mãe Natureza. No sábado a partir das 20h o local recebe o grande bailado cigano.

A entrada custa R$ 15,00 e dá direito a participar de todas as palestras. No Galpão das Máquinas haverá atendimento de várias terapias (tai massagem, reike, terapia de florais, entre outros) e na Pousada Shamballah (Rua Rodrigues Alves, 471), acontecem as meditações. Haverá ainda oráculos (dominó, tarot e baralho cigano,) as apresentações de danças cigana, do ventre e circular, que serão alternadas com as demais atividades e a feira mística.



No Clube União Lyra Serrano (r. Antonio Olhynto, s/n) acontecem palestras e vivências sobre temas como Astrologia, Feng Shui, Cultura Celta, Deusas Gregas, Wicca, Druidismo, Linguagem do Corpo e Leis Universais, Runas, Portais da Libertação, Os Iluminati, Talismãs, Tradição Cigana, Bruxaria e Mediunidade. Já na Casa Amarela (Rua Direita, 350) serão realizadas várias atividades relacionadas ao Xamanismo, como Roda de Cura e Tambores pela Paz.



A VI Convenção de Bruxas e Magos de Paranapiacaba é organizada pela Universidade Holística Casa de Bruxa , com o apoio da Secretaria de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense e do Departamento de Turismo da Prefeitura de Santo André. Mais informações sobre a programação podem ser obtidas através dos telefone 4994-4327 (Universidade Holística Casa de Bruxa) ou 4439-0237 (Centro de Informações Turísticas da Vila).

Serviço:
6ª Convenção de Bruxas e Magos de Paranapiacaba - Todos Unidos pela Paz

Abertura no dia 13 às 20h; Dias 14 e 15, das 10 às 20h.Terapias, oráculos, danças, palestras, vivências e bailado cigano, entre outras atividades em diferentes espaços da Parte Baixa da Vila de Paranapiacaba em Santo André.

Mais informações sobre a programação: tel. 4994-4327 (Universidade Holística Casa de Bruxa) ou 4439-0237 (Centro de Informações Turísticas da Vila).

PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Estátua do Dragão do Mar será inaugurada nesta quarta, 25

Obra de Murilo Sá Toledo é uma homenagem ao jangadeiro que mudou o destino da história abolicionista no Ceará. A estátua será inaugurada dia 25 de novembro, às 18h, no Mês da Consciência Negra

A estátua de Francisco José do Nascimento, Chico da Matilde, o Dragão do Mar, será inaugurada no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, dia 25 de novembro, às 18h, em frente ao Teatro. A inauguração é uma homenagem do Governo do Estado do Ceará, da Secretaria da Cultura e do Centro Dragão do Mar ao jangadeiro cearense que mudou a história abolicionista no Ceará.


Repetindo a frase “Ninguém embarca!”, Chico da Matilde, em ação de protesto, paralisou o porto de Fortaleza impedindo a entrada de escravos no Ceará. Em consequência, o Ceará decretou, pioneiramente no Brasil, a libertação de seus escravos em 1884, quatro anos antes do dia 13 de maio da abolição brasileira. Nascido em Canoa Quebrada em 1839, Chico da Matilde se torna o Dragão do Mar, combatente decisivo na abolição da escravatura. 125 anos depois, o herói recebe esta homenagem no Mês da Consciência Negra e na primeira década de atividades do Centro Dragão do Mar.
Estátua

A estátua foi confeccionada por Murilo Sá Toledo, escultor de obras como a estátua de Patativa do Assaré (Centro Dragão do Mar - CE), busto do Governador Mário Covas (Fundação Mário Covas - SP), escultura de Rachel de Queiroz (Praça dos Leões - CE), busto do empresário José Ermírio de Moraes (Teatro Municipal - SP), e Monumento a São João Batista (Barueri - SP), dentre várias outras. O artista é conhecido pela perfeição dos traços e por conseguir delinear os sentimentos de seus homenageados.

Cordel

Era um mulato robusto / Quase forjado no aço / Tinha uma força incomum / Pulso firme, forte braço / Que o livrou mais de uma vez /De afronta e embaraço.

O trecho é do cordel “Dragão do Mar, Um Herói da Terra da Luz”, de Klévisson Viana, que será lançado na ocasião de inauguração da estátua. Quem está ansioso para conhecer a estátua, acredita que ela tenha esses traços de combate, valentia e robustez, numa ligação íntima com o mar e a liberdade. Vale conferir.

Serviço: Inauguração da estátua do Dragão do Mar, dia 25 de setembro de 2009, às 18h, em frente ao Teatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Acesso livre