HUMOR

O poder do Photoshop

Confira as mais diversas montagens hilárias


Madonna na pele de Dercy Gonçalves

Angela Bismarchi de Mona Lisa
Miley Cyrus gordinha
Britney gigante
Novo DVD pornô de Daniel Radcliff
Zac Effron de tia velha
Xuxa de Lady Gaga
Susan Boyle maximizando
Cher de Jesus Cristo - ou seria Jesus de Cher?





+_____________ROLOU EM MAIO .........


Humor necessário

Grupo Deznecessários faz shows no Teatro José de Alencar Comediantes do Pânico. Cesar Polvilho e Cia estarão neste fim de semana em Fortaleza

O grupo de humor Deznecessários, campeões de acessos no youtube, formado pelos atores Paulinho Serra (o Repórter Chorão do “Pânico na TV”), Miá Mello, Mayra Charken, Eduardo Sterblitch (o César Polvilho, do mesmo programa da RedeTV!), Marcelo Marrom e Rodrigo Capella, chega a Fortaleza para shows no fim de semana.
Os Deznecessários se preocupam em sempre criar personagens e inovar durante os espetáculos. Porém, números consagrados como Traficante Gay, Afro descendente, Playboy e Ex Viado nunca saem das apresentações e continuam com o mesmo sucesso que fizeram quando o grupo iniciou.
O espetáculo dos Deznecessários, que faz sua primeira turnê nacional após anos de sucesso em cartaz no Publo Bar é um show que mistura esquetes, monólogos, números musicais, imitações e redublagens de clássicos do cinema. São diferentes formas de humor. A peça também é adaptada a datas temáticas e humor de situação misturando vários estilos de comédia com alguns quadros de Non Sense.
As apresentações do grupo, com produção local da Free Lancer, acontecerão no Teatro José de Alencar, dias 15, 16 e 17 de maio – Sexta e sábado às 21h e domingo às 20h – com ingressos custando R$ 50 e R$ 25 (meia – a venda na Fitness - Av. Barão de Studart, 1165 – Aldeota, e na bilheteria do teatro). Informações: 3101.2583 (bilheteria TJA) e 3261.0665(Free Lancer Produções).


Festival Nacional de Humor

Evento faz homenagem a Chico Anysio, que cancelou viagem a sua terra natal devido a saúde debilitada

Quem muito trabalha, mesmo fazendo graça, acaba perdendo o prazo, ainda mais quando tem um feriado no meio do caminho. Mas o Festival Nacional de Humor resolveu dar uma colher de chá aos humoristas e prorrogou até o dia 11 de maio o prazo para o recebimento das inscrições para a Mostra Competitiva. Depois disso, não tem jeito, vai ter que esperar até o ano que vem! Para o primeiro colocado, o prêmio é de R$ 2.000,00; o segundo lugar vai receber R$ 1.000,00 e o terceiro, R$ 700,00.
O Festival Nacional de Humor em Maranguape vai transformar a cidade cearense, a 30 km de Fortaleza, durante três dias, de 14 a 16 de maio. Diariamente, a partir das 9 horas, a programação de humor começa e só termina às 22h, quando chega a hora dos shows musicais. O Festival vai estar em praças, ruas, escolas, teatro, rodoviária e outros espaços de Maranguape, tudo com acesso gratuito. Além da Mostra competitiva, o Festival Nacional de Humor de Maranguape vai contar com shows de humoristas convidados, como Hiran Delmar, Coxinha e Doquinha, Alex Nogueira, e músicos como Ítalo e Renno, Manasses e Genival Lacerda. Oficinas de caricatura, charge e cartum, feira de artesanato e de gastronomia também vão marcar a programação do Festival.
O humorista, ator, pintor e escritor Chico Anysio, ilustre filho de Maranguape, será homenageado pelo Festival. Será na noite de abertura, dia 14, às 21 horas. O humorista Zebrinha vai receber um dos filhos de Chico para um bate papo, em plena Praça Capistrano de Abreu.

PROGRAMAÇÃO*

Dia 14 (quinta)
9h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
14h às 16h – Sessão de Riso – Filmes de Comédia – Local: Teatro Pedro Gomes de Matos
14h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
17h – Feira de Artesanato e Gastronomia – Local: Praça Capistrano de Abreu
17h - Cortejo: Grupo de Teatro de Pacatuba / Tambores da Aratanha de Pacatuba / Cia Camarim de Teatro – Local: Ruas do Centro
19h30 – Jorge Amado e Bolachinha – repentistas emboladores – Local: Praça Capistrano de Abreu
20h – 1ª Eliminatória da Mostra Competitiva – Praça Capistrano de Abreu
21h – Abertura Oficial – Homenagem a Chico Anysio / Bate papo
Local: Praça Capistrano de Abreu
22h – Show Musical – João Cláudio Moreno / Babydolls – Local: Praça Capistrano de Abreu

Dia 15 (sexta)
9h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
9h – Humor de Feira – Colorau e Neurlândio – Local: Rodoviária
14h às 16h – Sessão de Riso – Filmes de Comédia – Local: Teatro Pedro Gomes de Matos
14h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
15h – Oficinas: 1) Caricatura; 2) Charge e Cartum – Local: Biblioteca Pública
17h – Feira de Artesanato e Gastronomia – Local: Praça Capistrano de Abreu
17h - Cortejo: Grupo de Teatro de Pacatuba / Tambores da Aratanha de Pacatuba – Local: Ruas do Centro
19h30 – Jorge Amado e Bolachinha – repentistas emboladores – Local: Praça Capistrano de Abreu
20h – 2ª Eliminatória da Mostra Competitiva – Praça Capistrano de Abreu
21h – Show de Humor – As Autarquias do humor – Hiran Delmar, Coxinha e Doquinha – Local: Praça Capistrano de Abreu
22h – Show Musical – Vanin e Nicinha do Acordeon – Ítalo e Renno com participação de Manasses – Local: Praça Capistrano de Abreu

Dia 16 (sábado)
9h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
9h – Humor de Feira – Colorau e Neurlândio – Local: Mercado
14h às 16h – Sessão de Riso – Filmes de Comédia – Local: Teatro Pedro Gomes de Matos
14h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
15h – Oficinas: 1) Caricatura; 2) Charge e Cartum – Local: Biblioteca Pública
17h – Feira de Artesanato e Gastronomia – Local: Praça Capistrano de Abreu
17h - Cortejo: Grupo de Teatro de Pacatuba / Tambores da Aratanha de Pacatuba / Grupo Garajal – Local: Ruas do Centro
19h30 – Jorge Amado e Bolachinha – repentistas emboladores – Local: Praça Capistrano de Abreu
20h – Final da Mostra Competitiva - Praça Capistrano de Abreu
21h – Show de Humor – Alex Nogueira – Local: Praça Capistrano de Abreu
22h – Show Musical – Vanin e Nicinha do Acordeon – Genival Lacerda com participação especial de João Lacerda – Local: Praça Capistrano de Abreu

INFANTIL


TJA Criança
A Cigarra e a Formiga

Grupo de Teatro Pé no Chão. Adaptação: Francisco Marques. Direção e Iluminação: Gutembergue de Sousa. Elenco: Lu Ribeiro, Daniele Souza, Maria Lima, Nailton Nascimento, Douglas Saraiva, Rodrigo do Patrocínio

17h no Teatro Morro do Ouro R$ 4 e 8, aos domingos

Uma versão contada por dois palhaços da fábula que é um clássico da literatura ocidental.

INTERNET - INFORMÁTICA

Dani Bolina, affair de Adriano, posa para o Paparazzo e revela os atributos que encantaram o craque

Dançarina de um programa de televisão, Dani Bolina povoa a imaginação de muito marmanjo e um deles, em especial, é o jogador Adriano. Affair do craque – “não somos namorados, mas nos curtimos muito”, entrega a gaúcha de 25 anos que conhece o atacante há dois anos –, ela mostra ao site Paparazzo (www.paparazzo.com.br) seus principais atributos: curvas esculpidas à custa de muita malhação. O corpão, de 1,65m e 53 Kg, ganhou recentemente uma turbinada com 350 ml de silicone. “Hoje em dia não tenho do que reclamar do meu corpo”, diz a panicat, à vontade quando o assunto são ensaios sensuais.

Dani já posou nua duas vezes e não hesita ao revelar que espera o convite para um novo ensaio sem roupa. Enquanto ele não vem, a morena ousou sob as lentes de Ernani D’Almeida e, em algumas fotos para o Paparazzo, clicadas numa casa no Alto da Boa Vista, no Rio, dispensou o roupão e outras peças do figurino. “Não tenho vergonha da minha sensualidade, lido bem com esta característica e tiro proveito dela”, confessa a beldade, que vai além: “Entre quatro paredes, não tenho nenhum pudor, vale tudo. Já realizei todas as minhas fantasias sexuais”. O Imperador Adriano não tem mesmo do que reclamar. “Não descarto a possibilidade de voltar a ter um relacionamento com o Adriano, mas também não vou ficar à espera. A minha arma de sedução é chegar junto e o que eu mais quero é passar o Dia dos Namorados bem acompanhada”, conta a moça. Rapazes, recado dado!



Usuário brasileiro navega mais de 26h por mês

O IBOPE Nielsen Online divulgou hoje mais um levantamento com o número de usuários ativos da internet residencial brasileira. No mês de março, segundo o instituto, o Brasil chegou a 25,5 milhões, um crescimento de 2,6% sobre o mês de fevereiro de 2009 e de 12% sobre março de 2008. Já as pessoas que moram em residências em que há computador com internet somaram 38,2 milhões.
O analista de mídia do IBOPE Nielsen Online explicou que “a substituição da linha discada pela banda larga vem sendo a principal responsável pelo aumento do uso da internet em residências no início de 2009”. Outro destaque relevante foi o tempo de navegação por pessoa. O País atingiu a marca inédita de 26 horas e 15 minutos na navegação em casa, crescimento de 18% no mês e de 10% em relação a março de 2008. Veja no site do Ibope o levantamento detalhado.

LIVROS - FICÇÃO


Histórias de um fugitivo

Hosmany Ramos foge da prisão para a Europa e lança livro polêmico sobre morte, pedofilia e corrupção no futebol brasileiro

Mais uma vez, o cirurgião plástico e escritor Hosmany Ramos mostra que sua literatura – e sua vida – não são para quem procura rotina, conformismo e leitura passageira. Na prisão desde 1981, com algumas fugas e vários livros publicados – dois deles na França – e foragido desde o Natal, o escritor ressurgiu agora em um país da Europa, depois de deixar o Brasil pela Guiana Francesa, onde visitou a Ilha do Diabo, numa homenagem ao também fugitivo Henri Charriére, autor de Papillon. Fez uma reunião com seu editor francês – da Gallimard – em Paris e de lá seguiu de ônibus para um país nórdico, de onde pretende sair, daqui a alguns dias, para a Austrália, lá deseja escrever sua mais do que polêmica autobiografia. Antes de viajar para a Austrália, porém, Hosmany quer dar uma entrevista – pelo Skype, num telão a ser colocado em sua editora, a Geração Editorial – sobre seu novo livro, “O Goleador – Morte e Corrupção no Futebol”.
Trata-se de um vertiginoso thriller policial que começa com o assassinato de um cartola do futebol brasileiro, Heleno Miranda, sócio de um jornal e presidente de um clube de futebol. Os principais suspeitos do crime são uma bela mulher e um jogador famoso, Rony Lee, que acaba surpreendido num automóvel fazendo sexo com um garoto do sexo masculino. Termina – depois de passar por cenas de sexo e drogas na alta sociedade carioca – com a elucidação do crime e das manipulações de jogos – até da Copa do Mundo – por uma poderosa organização internacional.
O livro envolve também em sua trama personagens que parecem inspirados em figuras da sociedade brasileira atual: políticos de todo tipo, empresários, artistas, socialites. Mas o autor garante, claro, que isso é mera coincidência. Hosmany transita como ninguém pelos subterrâneos do mundo do crime. Há quase 30 anos na cadeia, surpreende como ele parece conhecer a fundo seu novo tema: o universo corrupto da máfia dos campos de futebol, personificada numa organização conhecida como International Soccer Marketing, formada por figurões da mídia, magnatas do petróleo e gente movida a dinheiro e ganância.
Esta associação espalha seus tentáculos ao redor do planeta e não mede esforços para manipular os resultados dos grandes campeonatos, inclusive o da Copa do Mundo da França, em 1988, no qual o Brasil foi acusado de entregar a final para os anfitriões. Tudo vai na mais perfeita paz, até que seu caminho é atravessado pelo jovem jornalista Ray Becker, um garotão recém-chegado de um estágio na Alemanha que, de um dia para o outro, se vê envolvido nesta sórdida trama envolvendo sexo, drogas, assassinato e pedofilia, ingredientes mais do que bem temperados para prender o leitor da primeira à última página.
Fluida, a narrativa caminha com tranquilidade por um universo estampado diariamente nos jornais e revistas de celebridades. Chocantes e avassaladores, os acontecimentos vão se sucedendo de maneira rápida e vertiginosa. Como numa montanha-russa, é preciso se segurar bem para chegar até o final da trama. A história ganha contornos ainda mais reais graças às habilidades narrativas do autor que, longe de ser alguém que escreve de um mundo imaginário, conhece bem o universo que está destrinchando. No final dos anos 70, já rico e famoso, Hosmany Ramos trabalhava no Rio de Janeiro como cirurgião plástico na equipe de Ivo Pitanguy, o mais importante cirurgião plástico brasileiro e um dos maiores, senão o maior do mundo. Vivia rodeado de belas mulheres e frequentava o jet set internacional até sua prisão em 1981, acusado de vários crimes.
Ao invés de se transformar num empecilho, o confinamento foi a força motora para que o autor desenvolvesse seu talento literário. Como disse Hosmany em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo: “Transformei o sofrimento da prisão em aprendizado. A grande riqueza do homem é o tempo, não é dinheiro, carros importados, mansões maravilhosas e sucesso, é o conhecimento”. Hosmany tem mais de cinco livros publicados e durante muitos anos seu trabalho foi pouco valorizado no Brasil. Foi preciso que a França o descobrisse como autor – dois livros seus já foram publicados pela renomada Gallimard – para que ele encontrasse seu espaço por aqui.







O conquistador de nações

Em “Os Senhores do Arco”, o jovem Gêngis Khan firma-se como o grande guerreiro

Co-autor do best-seller infanto-juvenil “O livro perigoso para garotos”, Conn Iggulden tornou-se mundialmente conhecido com a série O Imperador, na qual recria a vida do grande líder Júlio César, com mais de 50 mil exemplares vendidos no Brasil. Grande revelação da ficção histórica britânica, Iggulden está de volta com “Os Senhores do Arco” (Editora Record), segundo volume da série O Conquistador, que reconstrói a saga do imperador mongol Gêngis Khan e de seus descendentes.

Temujin dos lobos, o menino que nasceu das planícies da Ásia Central, apresentado ao público em O lobo das planícies, tornou-se Gêngis Khan, um homem que deve unir as tribos mais divididas pela guerra no Oriente. Seu objetivo é criar uma nova nação nas planícies e montanhas ermas da Mongólia. Um nascimento sangrento que deixará de joelhos um continente.

Durante milhares de anos seu povo foi mantido isolado pelo império Jin, uma terra de enorme riqueza e numerosos exércitos. Seus guerreiros têm apenas o arco, o cavalo e a disciplina férrea, nascida de uma terra de gelo, fome e morte. Muralhas de pedra se erguem acima dos cavaleiros mongóis, e Gêngis deve derrotar o antigo inimigo ou ver seu povo ser disperso e seus sonhos despedaçados. Além do inimigo ancestral, ele deve reconciliar os grupos descontentes com seus generais, mediar entre seus irmãos ambiciosos e lidar com as próprias emoções ao ver os filhos crescendo. O jovem guerreiro se tornou um comandante militar vitorioso: agora deve elevar seu povo à grandeza.

“Os Senhores do Arco” é um épico fascinante, a narrativa de uma história extraordinária. Mesclando ficção e acurada pesquisa histórica, Iggulden recria a saga lendário conquistador numa escala mais humana, em uma trama repleta de reviravoltas e emoção.





Da TV a cabo para as livrarias

Erotismo, sedução e morte em romance policial lançado pela Geração Editorial


Inspirado pela vitoriosa série exibida pelo canal FOX, o jornalista paulistano Ricardo Tiezzi estreia na literatura com “Sorriso da Morte: 9mm”, uma trama de investigação policial que sonda os abismos das paixões humanas. Baseada na série de 9 MM: SP, exibida pelo Canal Fox, este primeiro romance de Ricardo Tiezzi conta a história sórdida e surpreendente de um assassinato. Na trama, uma ex-estrela mirim que agora atua no palco de uma boate erótica na poluída e violenta São Paulo, um empresário da noite que se empenha em passar um verniz filosófico na pornografia e um adolescente apaixonado, disposto a trazer emoção para sua vida. Nos bastidores, o DHPP, Departamento Homicídios da Polícia Civil, com dois homens à frente do caso, que são como luz e sombra. O pragmático delegado Eduardo acredita na ordem e na razão. O investigador Horácio acredita que a lei pode ser um impedimento à Justiça.
No meio de tantos sentimentos, suspiros, vestígios, podem nascer os melhores gestos. Das boas intenções, as maiores barbáries. A chave para este mistério pode estar jogada em algum lugar, perto de mais para imaginar ou longe do que se possa acreditar. “Quem matou?” Este é a pergunta que acompanha toda a intensa narrativa da obra escrita por Tiezzi na melhor tradição dos policiais noir, mas com um toque atraente de modernidade. Ler o Sorriso da Morte é entrar para a história e se envolver, questionar, vibrar com estes personagens magnânimos na sua pequenez e frágeis na sua demasiada humanidade. A vida se resume a sexo e violência, define um dos policiais. Ao fim e ao cabo, quem matou pode ser não mais que um pretexto para se compreender a angústia da vida. Em O Sorriso da Morte um lance de humor pode aparecer durante a mais repugnante violência. Um diálogo irônico pode nos fazer rir diante de corpos retalhados. E quando tudo parece caminhar com leveza é apenas o sinal de que mais uma queda está para acontecer.
O sorriso na hora da morte, o prazer na violência, a beleza na sujeira, a justiça na delinquência. Neste livro os opostos não estão em lados contrários, mas compartilham a beira do mesmo precipício. Ao fim o leitor terá uma certeza, “está diante de um novo autor brasileiro de romances policiais cujo talento é indiscutível”, garante o Editor da Geração Editorial, Luiz Fernando Emediato. *** 3 ESTRELAS / Bom



Novas doses temáticas de Machado de Assis

Editora Record lança três últimos volumes da coleção de Contos, organizada por João Cezar de Castro Rocha

A coleção Contos de Machado de Assis é indispensável para a compreensão da obra do Bruxo do Cosme Velho. Pela primeira vez, seus contos são apresentados de forma sistemática, agrupados cronológica e tematicamente. Especialista em Machado, o crítico literário João Cezar de Castro Rocha organizou, aqui, os textos que tratavam de temas recorrentes nos contos do escritor. Destacamos os três últimos livros da coleção - Dissimulação e vaidade, Política e escravidão, e Desrazão .
Esta coleção de contos revela um lado pouco explorado do gênio da literatura brasileira Machado de Assis. Pela primeira vez, seus textos são apresentados de forma sistemática, agrupados cronológica e tematicamente. Em lugar da reedição de coletâneas publicadas pelo autor, ou da organização de antologias dos “melhores”, foram reunidos os que lidam com o mesmo tema. Assim, surge um novo Machado de Assis, fotografado no desenvolvimento tanto do estilo que o imortalizou, quanto da visão do mundo que o tornou célebre.
Ao todo, são seis livros, cada um deles explorando os sentimentos mais comuns ao ser humano, assim como costumes e políticas do Rio de Janeiro do Segundo Reinado. Depois de Música e literatura, Adultério e ciúme e Filosofia, o quarto volume, Dissimulação e Vaidade, o leitor poderá acompanhar a longa exploração machadiana das sutilezas e das conseqüências ambíguas do ato de dissimular. Em Luís Soares, por exemplo, a busca do personagem homônimo por uma saída fácil às custas de um tio rico ou de um casamento salvador termina em ruína. Já em O segredo de Augusta, a vaidosa protagonista é condenada por rejeitar ao casamento da filha pelo medo de ser avó. O mesmo tema é tratado mais tarde de forma diferente em Uma senhora. Também em Fulano, a vaidade não é simplesmente condenada, mas sim compreendida como um dos elementos incontornáveis da complexidade do nosso comportamento.
Os contos reunidos em Política e Escravidão, quinto livro da série, formam um amplo painel do exercício do poder no Brasil no Segundo Reinado e revelam a agudeza do irreverente olhar machadiano, sempre atento aos paradoxos da sociedade brasileira. O volume inclui um de seus contos mais duros, Mariana, jamais reunido em livro pelo autor. Nesse texto, o difícil tema do amor de uma escrava por seu senhor é abordado com uma crueldade em aparência quase natural. Machado cutuca ainda o sistema eleitoral, cheio de ironia e franco deboche na caracterização das picuinhas típicas do universo provinciano. E, se num primeiro momento, Machado lidou com as peripécias da política brasileira recorrendo à sátira, em textos posteriores, como A teoria do medalhão e A sereníssima República, o avesso do riso vem à superfície na imagem desalentada do país que ainda não foi o que já poderia ter sido. Além dos contos, esta coletânea inclui duas crônicas, Canção de piratas e O velho Senado.
Em Desrazão, sexto e último volume, delineia-se o cruzamento de insanidade com lucidez, uma das chaves do olhar machadiano, cujo ponto máximo de inflexão se encontra no célebre O alienista - mais precisamente na figura do Dr. Simão Bacamarte, que, obcecado por suas teorias, terminou por alienar-se completamente do tema a que deveria dedicar-se: a pesquisa de manifestações concretas de loucura. Em suma, os contos machadianos deste volume (que incluem o primeiro publicado pelo autor, Três tesouros perdidos, aos 19 anos) semeiam contradições, expondo com sutileza os desencontros do comportamento humano; seja o sadismo de A causa secreta ou as monomanias de A idéia do Ezequiel Maia, seja o delírio presente em Sales, A segunda vida ou a irrupção repentina da loucura em Uma noite. **** 4 ESTRELAS / Ótimo




A história de um artista em busca de inspiração

A Ediouro traz para o Brasil “O Pintor de Emoções”, do espanhol Raimon Samsó


Depois da repentina morte de sua esposa, o pintor espanhol Victor Bruguera perdeu a alegria de viver. Por mais que o tempo passe, ele não consegue esquecê-la. Sua inspiração para pintar desapareceu e seus quadros estão cada vez mais distantes das belas obras que um dia conseguiu produzir. Ao ver a dificuldade de Victor em recuperar as rédeas da própria vida, Javier, seu amigo de profissão, decide persuadi-lo a sair de Barcelona e ir para sua casa em Los Angeles, acreditando que uma temporada nos EUA o ajudaria a recomeçar, encontrando novas pessoas, novas paisagens e novos objetivos. Victor aceita o convite e parte para esta viagem, sem saber que não mudaria apenas sua localização geográfica, mas sim sua forma de ver o mundo. Embarcar no avião foi apenas o primeiro passo em direção de sua alma gêmea.

Em Los Angeles, sempre guiado por sábios e misteriosos e-mails que parecem traduzir o que está vivendo, o pintor percebe que sua passagem pela Califórnia não apenas o ajudará a reencontrar sua arte, mas também será um caminho de conhecimento, que o guiará até seu grande amor. Victor aprende e compartilha com o leitor o poder que cada um tem de mudar a própria vida para melhor, e como a consciência desta força interna nos leva à felicidade.
Raimon Samsó é escritor espanhol e está na lista dos mais vendidos da Espanha. Taller de Amor, Escuela de Almas (1995), Volver a la Alegría (1997), Manual de Prosperidad (2000) e El Maestro de las Cometas (2003) são alguns de seus títulos de sucesso.
O autor é licenciado em ciências empresariais. Apaixonado pela escrita, durante anos dividiu a atividade profissional em empresas multinacionais com a publicação de seus livros. Atualmente se dedica à criação literária, à formação de grupos e ao coaching pessoal e profissional. Dirige seminários de motivação, inspirando as pessoas na otimização de seus rendimentos e também na conquista dos desejos pessoais.
Tanto os seminários quanto os livros de Raimon Samsó têm grande poder transformador. Sua empresa, Área Interior, está voltada à gestão do conhecimento, com enfoque nos resultados e nas soluções para conseguir satisfação, bem-estar e paz interior.
SERVIÇO
Livro: O Pintor de Emoções
Autor: Raimon Samsó
Nº de páginas: 160
Preço sugerido: R$ 29,90

LIVROS - NÃO-FICÇÃO

Guia de lugares exóticos

Apresentador do “Fantástico” Zeca Camargo lança “Isso aqui é seu”

“É estranho chegar a um lugar onde toda a informação que dele se tem veio de noticiários de guerra. O Kosovo é muito mais do que isso”, afirma José Carlos Brito de Ávila Camargo, 46 anos, natural de Uberaba – o Zeca Camargo. A afirmação é parte do livro “Isso aqui é seu!”, da Editora Globo, em que o apresentador do Fantástico escreve sobre vários lugares turísticos – ou potencialmente turísticos – sem cair na esparrela de amontoar um tanto de páginas com informações técnicas no melhor estilo dos guias convencionais.
Na verdade, trata-se de uma obra de 336 páginas, com ótimas fotografias (0incluam-se aí dezenas de fotos do próprio), ótima diagramação e impressão. E textos curtos, que privilegiam uma análise mais pessoal do contexto vivido do que uma simples narrativa burocrática. Não é uma aula de história, mas consegue ser bem didático. Além disso, entra firme em personagens que são simples desconhecidos ou “famosos” anônimos.
Camargo diz que o “Isso aqui é seu!” é um guia intuitivo, que tem o papel de mostrar a diversidade humana. “Como o foco são os patrimônios da humanidade, e eles são mais de 700, nos reunimos com o pessoal da Unesco e escolhemos os 10 que estão no livro”, explicou.
O autor explica que o material foi coletado em setembro e outubro do ano passado. “Foram seis semanas para dar essa nova volta ao mundo. Trabalhamos com uma equipe enxuta: eu, Ian, cinegrafista, e Lúcio, o produtor. Nós três já viajamos muito juntos, o que é legal para o trabalho. E também para suportar as roubadas pelas quais passamos, como também está descrito no livro”, conta Camargo.
A condução do livro se dá em “10 paradas”, que são: Timbuktu (Mali, no Saara), Tanzânia, Kosovo, Baku (Azerbaijão), Luang Prabang (Laos), Borobodur (Indonésia), Vale do Orkon (Mongólia), Sgang Gwaii (Canadá), Chan Chan (Peru) e Sewell (Chile). Perguntado se indicaria esses lugares para um turista comum, Zeca Camargo faz uma pausa… e responde: “A maioria sim, mas lugares como Kosovo ou o Mali ainda são, de certa forma, inseguros”.




O entorpecente mundo das raves

Tomás Chiaverini desvenda o universo das festas de musica eletrônica em “Festa Infinita”

Longas festas, em lugares afastados, com muita música eletrônica e drogas sintéticas. Para muitos, essa pode ser a definição das festas raves, tão comuns hoje em dia, mas o jornalista Tomás Chiaverini mostra que o universo raver vai muito além, em Festa Infinita – O entorpecente mundo das raves. Enquanto acompanha a história de pessoas que frequentam as raves, Tomás mostra como são essas festas. O uso de ecstasy, LSD e outras drogas, o transe através da música, a filosofia P.L.U.R. (Peace, Love, Union, Respect ), nada escapa ao olhar atento desse jornalista.
DJ famosos, organizadores de festas, bomba trancers, neo-hippies, pessoas que se penduram por piercings, e também jovens comuns, que estudam ou trabalham a semana toda para passar o final de semana pulando ao som do psytrance, todos são personagens desta história onde as mais diversas tribos se reúnem com o mesmo objetivo: deixar-se hipnotizar pelo tummm, tumm, tumm que vem de gigantescas caixas de som.
Tomás Chiaverini nunca havia ido a uma festa dessas, mas para poder descrever com clareza o que acontece nesse ambiente barulhento e colorido ele não apenas fequentou raves, como viajou, passou mais de 30 horas dentro de um ônibus, com cerca de 40 ravers para ir ao festival Trancendence, ficou 20 dias acompanhando a montagem do Universo Paralello – um dos maiores festivais do país - e até mesmo experimentou um ecstasy para compreender o efeito da droga associado a música eletrônica, tão apreciado por inúmeros jovens.
Depois de cerca de 1 ano de muita pesquisa este livro-reportagem chega às livrarias repleto de informações e fotos que demonstram como a realidade dessas festas vai muito além do consumo de drogas descrito nas matérias de jornais.




Frustração nas tentativas de Matar Hitler

“Quero matar Hitler” de Roger Moorhouse, mostra como diversas vezes o assassinato do Führer esteve muito próximo de se tornar realidade

Quantas vidas teriam sido salvas se Hitler tivesse morrido em 1938? Que curso a história teria tomado se um de seus inimigos tivesse conseguido eliminá-lo? Quero Matar Hitler, de Roger Moorhouse, mostra como diversas vezes o assassinato do Führer esteve muito próximo de se tornar realidade. O destino de milhões de pessoas poderia ter sido diferente. Bastava a multidão ter se agitado um pouco menos durante um desfile para que Maurice Bavaud conseguisse mirar e atirar no líder da Alemanha nazista. Ou quem sabe se o discurso de Hitler tivesse durado um pouco mais no Bürgerbräukeller, em Munique, ele jamais sobreviveria à explosão que destruiu o local.

Sorte, eficiência de sua equipe de segurança ou mesmo o acaso, qualquer que tenha sido o motivo, o que se sabe é que Hitler sobreviveu a inúmeras conspirações e o resultado foi uma destruição sem precedentes. O historiador Roger Moorhouse nos apresenta as pessoas que tentaram, de alguma forma, por fim a vida do representante máximo do nazismo. Alguns fizeram planos que não saíram do papel, outros chegaram bem próximos de seu objetivo, como o Coronel Claus von Stauffenberg, da famosa Operação Valquíria.
As formas imaginadas para matar o Führer foram as mais variadas, conspiradores desejaram lhe dar um tiro à queima roupa, outros planejaram descarrilar seu trem, muitos acreditaram que a melhor maneira de assassiná-lo era colocando bombas em pastas, prédios ou até mesmo explodindo junto com ele, afinal se o plano de Rudolf-Christoph von Gersdorff tivesse funcionado, a vida de Hitler teria se acabado nas mãos do primeiro homem-bomba da história.
Em Quero Matar Hitler é possível compreender como funcionava o governo e a segurança deste tirano, assim como a resistência a seu poder, seja na Alemanha, nos países invadidos, ou mesmo entre seus seguidores. Baseado em memórias e arquivos originais da Polônia, Alemanha, Rússia e Inglaterra, o resultado das pesquisas de Roger Moorhouse é uma perspectiva única sobre a história do Terceiro Reich. Roger Moorhouse é formado em história pela Universidade de Londres e faz doutorado em história moderna da Alemanha na Universidade de Strathclyde. Colaborador regular da BBC History Magazine, é casado, pai de dois filhos e mora em Buckinghamshire, Inglaterra.





Previsões americanas até 2025

“O Novo Relatório da CIA” chega ao Brasil pela Geração Editorial com introdução de Heródoto Barbeiro

Palavras do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama: “Nós sabemos que os desafios que o amanhã vai nos trazer são enormes: duas guerras, um planeta em perigo, a pior crise econômica em quase um século. O caminho vai ser longo e não atingiremos nossos objetivos em um ano, nem mesmo em um mandato”. O relatório periódico da CIA com previsões sobre como será o mundo em futuro próximo é leitura fundamental para todos, principalmente executivos, banqueiros, economistas, políticos e estrategistas militares. Esta versão do relatório da CIA, a Central de Inteligência do governo americano – e que acaba de sair nos Estados Unidos – atualiza as previsões para até 2025. O cenário, agora, é bem pior. “O novo relatório da CIA – Como será o amanhã” (Ediouro), lançado agora pela Geração Editorial, nunca foi tão atual.
O relatório anterior, apresentado no Brasil pelo jornalista e historiador Heródoto Barbeiro, gerente de jornalismo da rádio CBN e apresentador do jornal da TV Cultura e do programa Roda Viva, teve ampla cobertura na mídia e gerou debates nas universidades e no meio empresarial. Neste livro, o jornalista analisa que, em 2025 o modelo econômico ocidental pode ser substituído pelo modelo chinês em várias regiões do mundo, o que vai determinar o aumento do capitalismo de estado e não a abertura total que a União Européia e Estados Unidos almejam”. De acordo com as informações divulgadas pelo relatório, o Brasil irá provavelmente exercer maior liderança, a princípio entre seus pares na América no Sul. No entanto, a não ser pelo seu papel cada vez maior como produtor de energia e sua posição nos debates comerciais, o País irá demonstrar habilidade limitada de se projetar para além do continente como um dos principais jogadores mundiais. O relatório salienta que um dos maiores desafios do Brasil está em combater a violência e a criminalidade.
Durante as próximas décadas, projeta-se que o número de pessoas consideradas como “classe média global” aumente de 440 milhões para 1,2 bilhões, ou cerca de 7,6% da população mundial para 16,1%, de acordo com o Banco Mundial. O consumo no mundo de bens e serviços deve avançar com este aumento na renda das famílias. Apesar dos dados serem otimistas, este aumento da classe média ajuda a formar um ciclo danoso: matéria-prima; consumo; lixo; poluição; degradação.
Os estudos sobre as mudanças climáticas neste documento têm a informação de alerta sobre os efeitos já consolidados: escassez de água e perda de produção agrícola. As diferenças regionais na produção agrícola devem se tornar mais pronunciada com declínios desproporcionalmente concentrados nos países em desenvolvimento, particularmente aquelas da região ao sul do Saara, na África. O possível surgimento de uma pandemia global deixará muitos países em estado de alerta. O relatório adverte que: se uma nova peste surgir, tensões e conflitos internos e externos poderão ocorrer de maneira descontrolada. Estudos indicam que basta apenas uma pequena mutação para que a gripe aviária seja disseminada nas populações humanas como foi, por exemplo, a gripe espanhola, mas com conseqüências muito mais devastadoras. *** 3 ESTRELAS / Bom




DIVIRTA-CE recomenda: Bíblia do Marketing

Philip Kotler é sinônimo de marketing. Seus livros venderam mais de 3 milhões de exemplares, foram traduzidos para 20 idiomas e são lidos como o Evangelho do Marketing em 58 países. Em nova tradução brasileira, “Marketing para o Século XXI” traz todo o conhecimento de Kotler para os administradores do novo milênio. Por intermédio dos profundos ensinamentos de Kotler, você vai atualizar rapidamente seus conhecimentos sobre os novos desafios e oportunidades apresentados pela globalização e pelo aumento da competição. Neste livro de prosa agradável, você vai descobrir as últimas novidades sobre todos os novos campos do marketing, desde a conquista da fidelidade dos clientes até a construção do patrimônio de marca, passando pela influência da internet e do computador pessoal nos hábitos de compra. Dirigindo o planejamento de marketing para o atendimento de necessidades, e não para a venda de produtos, Kotler estabelece uma base mais científica para a tomada de decisões na área. Além disso, Marketing para o Século XXI traz as 14 questões mais frequentes dos administradores ao longo de todos os seus anos como palestrante. **** 4 Estrelas / Ótimo


O mandamento da crueldade

Investigação sobre o caso Richthofen, de Ilana Casoy, é relançado pela Ediouro


Foram quatro anos de pesquisas e mais de 100 depoimentos colhidos por Ilana. Ela acompanhou o trabalho dos legistas, detalhando o depoimento dos envolvidos, descrevendo o exame da perícia na procura de evidências e participando da reconstituição do crime. Esta edição de O Quinto Mandamento – Caso de Polícia – O assassinato do casal Richthofen, que será lançado pela Ediouro, ganha prefácio escrito pelo advogado criminalista Alberto Zacharias Toron, que atuou representando a assistência de acusação no julgamento de Suzane Richthofen. Munida de uma autorização judicial, Ilana Casoy foi a única civil a participar da reconstituição do crime. Conversou com aproximadamente 100 envolvidos na investigação entre advogados, policiais, juizes, promotores. Por intermédio dos peritos, tirou dúvidas com os próprios assassinos. Em um só fôlego, claro e objetivo como uma reportagem e com foco na perspectiva policial, a especialista nos mostra - como em séries policiais e filmes de suspense - a conturbada semana durante a qual as vítimas se transformam em acusados.
A autora descreve também o comportamento dos criminosos, do momento da confissão até a prisão. A narrativa é explosiva e desconcertante ao tocar em algo que está impresso na memória coletiva da humanidade: Honrar pai e mãe, um mandamento bíblico. O que levou, então, uma aplicada estudante de Direito, bonita e rica, a planejar o assassinato de seus pais e participar de cada etapa da elaboração do crime, prosseguindo sem hesitação até a aterrorizante noite fatal? O que fez o namorado dela, um rapaz também aparentemente normal, encabeçar o plano com a ajuda do irmão? A primeira edição de O Quinto Mandamento foi lançada na época do julgamento dos três acusados, em 2006.
A obra é relançada agora porque nunca perdeu sua atualidade, pois pode ajudar na resolução de outros crimes, servindo como ferramenta para investigadores. Além disso, é prova contundente do efetivo trabalho da polícia diante dos poucos recursos disponíveis. ****



Jornada nas estrelas está de volta

Almanaque revela bastidores e curiosidades das séries e dos filmes que compõem a franquia de ficção científica mais cultuada da história


Kirk, Spock, McCoy e a nave estelar Enterprise estão prestes a voltar às telas de cinema numa aventura de tirar o fôlego, produzida e dirigida por J.J. Abrams, o mesmo criador da série Lost. Será o mais novo capítulo de uma saga que começou a ser construída há mais de quatro décadas e agora é esmiuçada pela primeira vez por um livro escrito no Brasil. Em Almanaque Jornada nas Estrelas, o jornalista Salvador Nogueira e a tradutora Susana Alexandria revelam fatos e curiosidades deste programa de televisão que transcendeu o gênero e deu origem a uma franquia que hoje já soma mais de 700 episódios televisivos, uma série de desenhos animados e 11 filmes, além de inúmeros livros, brinquedos, miniaturas e outros produtos licenciados.
Recheado de fotografias, muitas delas nunca antes publicadas no Brasil, e até a reprodução de documentos de época, os autores mergulham na origem do mito, tentando explicar por que Jornada nas Estrelas é até hoje um fenômeno cultural da indústria do entretenimento e encanta tantas gerações de fãs.

Produzido com linguagem leve e diagramação moderna e despojada, o livro traz informações sobre todas as gerações da franquia (Série Clássica, A Nova Geração, Deep Space Nine, Voyager e Enterprise) e ainda conta com um capítulo bônus, que revela curiosidades sobre o novo filme de cinema, com estreia prevista para 8 de maio de 2009, nos EUA.
Ao longo de suas páginas, a obra revela como foram escalados os protagonistas da série original, e como o criador da série, Gene Roddenberry, junto com alguns dos mais prestigiados escritores de ficção científica da época, conseguiu produzir um programa de televisão cuja sofisticação até então jamais havia sido vista na história da telinha. Os autores também exploram assuntos pouco evidenciados em outros livros, como as ricas referências literárias presentes nos roteiros da série original e a influência que a internet teve nos rumos da franquia. De quebra, o livro conta também com as divertidas tiras de quadrinhos Sev Trek, produzidas pelo cartunista australiano John Cook e pela primeira vez reproduzidas numa publicação brasileira. Com esta combinação de elementos, Almanaque Jornada nas Estrelas é um livro que promete entreter tanto os fãs mais dedicados da franquia como aqueles que apenas acabaram de conhecê-la, por meio da mais nova superprodução de J.J. Abrams. ****



Ricardo Castilho lança “Justiça Social e Distributiva”

Engajado nos estudos do Direito Social e presidente do III Congresso Internacional de Direitos Humanos, Castilho, diretor da EPD e advogado especialista em Direito Público, lança livro discorrendo sobre os desafios de se concretizar a Justiça Social e Distributiva.

O lançamento da obra “Justiça Social e Distributiva – desafios para concretizar direitos sociais”, do professor Doutor Ricardo Castilho, diretor e coordenador da Escola Paulista de Direito e advogado parecerista do Castilho & Advogados Associados, aconteceu dia 6 de maio em São Paulo. Humanista e engajado em projetos sociais, tendo presidido o II Congresso Internacional de Direitos Humanos (em setembro de 2008) e integrando o Comitê Organizador da terceira edição do evento (programada para setembro deste ano em Salvador, Bahia), Castilho direciona o livro a acadêmicos e estudiosos que pretendam ampliar o repertório de base filosófica para a análise de temáticas do Direito. O professor discute na obra ideias de origem iluminista que justificam a declaração e a efetivação dos direitos sociais.

Ele analisa a evolução dos conceitos de teorias da Justiça de Aristóteles e Tomás de Aquino até a Doutrina Social Católica do início do século XX para elucidar a estrutura da Justiça Social e Distributiva nas sociedades democráticas contemporâneas, os princípios da igualdade e da diferença e, o que Ricardo Castilho define como o principal desafio, que é a educação de qualidade.

No lançamento de “Justiça Social e Distributiva – desafios para concretizar direitos sociais” haverá sessão de autógrafos acompanhada por Coquetel oferecido pela editora Saraiva.

Serviço:

Lançamento: “Justiça Social e Distributiva – desafios para concretizar direitos sociais”
Autor: Ricardo Castilho
Editora: Saraiva
Páginas: 123

Sobre o autor:

*Ricardo Castilho, advogado, professor, coordenador científico e diretor da Escola Paulista de Direito (EPD), palestrante e conferencista no Brasil e exterior. Mestre em Direitos Difusos e Coletivos. Doutor em Direito, é autor de vários livros jurídicos. Especialista na área preventiva do Direito Público onde atua também como Parecerista.

LITERATURA

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INSCRIÇÕES PARA O PRÊMIO JABUTI: ÚLTIMA SEMANA!

AUTORES, EDITORES, CAPISTAS, ILUSTRADORES E TRADUTORES PODEM FAZER DIRETAMENTE AS INSCRIÇÕES DE SUAS OBRAS.



No dia 29 de maio, chegam ao fim as inscrições para participar da 51ª edição do Prêmio Jabuti, uma realização da Câmara Brasileira do Livro.

Podem concorrer ao Prêmio Jabuti 2009 apenas obras inéditas, editadas no Brasil, entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2008. As inscrições devem ser feitas pelo site da Câmara: http://www.cbl.org.br/jabuti/ .



“O Prêmio Jabuti é a mais importante chancela de excelência do mercado editoral brasileiro”, afirma Hubert Alquéres, presidente da Imprensa Oficial do Estado de São Paulo. Ele observa que, por ser a premiação mais tradicional do livro no Brasil, com meio século de história, o Prêmio Jabuti confere visibilidade e reconhecimento à qualidade e relevância das obras premiadas.



Na avaliação de Alquéres, “quando um livro alcança o status de vencedor do Prêmio Jabuti, é incontestável seu valor, agregando-se credibilidade e prestígio aos autores, editores e para o livro em si”.



Alquéres ressalta que as editoras que têm livros premiados em seus catálogos adotam como estratégia de marketing a identificação da obra vencedora, destacando o Prêmio Jabuti em seus catálogos e na capa dos livros premiados. “A mídia, por sua vez, invariavelmente cita o Jabuti quando se refere a um autor ou obra vencedora”, observa.



Além disso, ele vê um reflexo positivo nas vendas das obras agraciadas pelo Prêmio: “As vencedoras ganham exposição e destaque nas livrarias e nos catálogos das editoras. A mídia, de modo geral, reforça matérias e reportagens sobre o livro, e os distribuidores aumentam a solicitação de livros premiados”, constata.

"Para todos aqueles que têm no livro sua atividade diária, o Prêmio Jabuti traduz o reconhecimento de todo um trabalho realizado. O Jabuti destaca e valoriza o autor e o editor, atribuindo-lhes a excelência de qualidade da obra premiada".

Categorias:

01. Tradução: Textos exclusivamente literários (contos, crônicas, romance, poesia), traduzidos para a língua portuguesa falada e escrita no Brasil.

02. Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes: Pesquisas, ensaios ou tratados sobre temas em Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação, Cinema, Teatro, Artes Visuais, Artes Cênicas e Artes Plásticas.

03. Teoria/Crítica Literária: Obras de cunho conceitual que contenham substrato teórico fundamentado a respeito de língua e literatura. Incluem-se nessa categoria dicionários e gramáticas.

04. Projeto Gráfico: Concepções de projetos gráficos de livros avulsos ou pertencentes a coleções, produzidos originalmente no Brasil e que ressaltem o conceito gráfico da obra por intermédio do design e pela adequação dos materiais utilizados.

05. Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil: Ilustrações de obras destinadas a crianças, pré-adolescentes ou adolescentes.

06. Ciências Exatas, Tecnologia e Informática: Ensaios, tratados e textos acadêmicos que fundamentam ou descrevem conceitos a respeito dos temas em questão. Incluem-se nesta categoria obras de divulgação.

07. Educação, Psicologia e Psicanálise: Pesquisas, ensaios ou tratados sobre os temas em questão.

08. Reportagem: Textos, documentários ou analíticos, vistos sob a perspectiva jornalística.

09. Didático e Paradidático: Obras destinadas ao ensino de qualquer componente curricular e/ou área do conhecimento, publicadas em primeira edição, não sendo aceitas edições revistas ou atualizadas. São consideradas como:
a) didáticas: obras essencialmente pedagógicas;
b) paradidáticas: obras não-pedagógicas utilizada para esse fim.

10. Economia, Administração e Negócios: Tratados e textos acadêmicos que fundamentem ou descrevam conceitos a respeito dos temas em questão.

11. Direito: Tratados e textos acadêmicos que fundamentem ou descrevam conceitos a respeito do tema em questão.

12. Biografia: Textos, documentários ou analíticos, vistos sob a perspectiva biográfica.

13. Capa: Concepções e desenvolvimentos gráficos de capas ou sobrecapas de livros como elementos autônomos.

14. Poesia: Textos sintéticos com alto grau de poeticidade, caracterizando-se, fundamentalmente, por ritmo, sonoridade e outros recursos intrínsecos à criação literária que os diferenciem de textos em prosa.

15. Ciências Humanas: Pesquisas, ensaios ou tratados sobre a área em questão. Incluem-se nessa categoria temas relacionados a Sociologia, Antropologia, História, Filosofia, Política e Religião ou assuntos correlatos vistos sob a perspectiva das ciências humanas.

16. Ciências Naturais e Ciências da Saúde: Pesquisas, ensaios, tratados ou textos de divulgação científica sobre as áreas em questão. Incluem-se, nessa categoria, temas relacionados a Medicina, Enfermagem, Saneamento, Saúde Pública, terapias diversas e similares.

17. Contos e Crônicas: a) conto: narrativa curta, geralmente ficcional;
b) crônica: narrativa curta, baseada geralmente em assuntos do cotidiano ou de interesse geral, caracterizando-se pela transitoriedade dos temas abordados.

18. Infantil: Textos ficcionais ilustrados, que podem ou não mesclar elementos do “real”, destinados ao público infantil.

19. Juvenil: Textos ficcionais, que podem ou não mesclar elementos do “real”, destinados ao público adolescente.

20. Romance: Narrativas ficcionais, geralmente longas, que podem ou não mesclar elementos do “real”.

21. Tradução de obra literária Francês-Português: Textos exclusivamente literários (contos, crônicas, romances, poesias), traduzidos diretamente da língua francesa falada e escrita, na França, para a língua portuguesa falada e escrita no Brasil.






“Premiar é incentivar”


O curador do Prêmio Jabuti, José Luiz Goldfarb, destaca a importância de reconhecer a boa qualidade das obras e dos seus autores

Em 1959, a Câmara Brasileira do Livro deu início a uma tradição: premiar os melhores autores, ilustradores, editores e demais agentes envolvidos na produção literária nacional

Nascia assim o Prêmio Jabuti, que em 2009 chega à sua 51ª edição. Mais abrangente do que em seus primeiros tempos, a premiação atual contempla 21 categorias, que incluem tradução, reportagem, projeto gráfico, educação, psicologia e psicanálise, entre outras.

Até 29 de maio, a CBL receberá inscrições de editores, escritores, autores independentes, tradutores, ilustradores, produtores gráficos e designers interessados em participar.

A seguir, José Luiz Goldfarb, que atua como curador do Prêmio Jabuti há 19 anos, comenta a importância da premiação. Físico e mestre em Filosofia e História da Ciência, Goldfarb é coordenador dos Programas de incentivo à leitura "São Paulo: um Estado de Leitores", da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, "Letras de Luz", da Fundação Victor Civita/Energias do Brasil (Tocantins, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul e São Paulo), "Rio: uma cidade de Leitores", da Secretaria de Educação da Prefeitura da cidade do Rio de Janeiro. É assessor da Vice-Presidência Cultural e Social da Associação Brasileira 'A Hebraica' de São Paulo, conselheiro da Biblioteca Haroldo de Campos (Casa das Rosas - Secretaria de Estado da Cultura), presidente do conselho deliberativo da Associação Amigos do Museu Judaico de São Paulo, conselheiro da Associação Brasileira 'A Hebraica' de São Paulo, diretor de eventos da Sociedade Brasileira Amigos da Universidade Hebraica de Jerusalém, e coordenador do Corredor Literário na Paulista - Secretaria de Estado da Cultura.


Essa é a sua 19ª curadoria do prêmio Jabuti. Nesses anos, você notou alguma diferença significativa no nível das obras apresentadas?

Sim. O Jabuti é como um farol que indica a profunda mudança na produção editorial no Brasil: diversidade crescente nas editoras concorrentes, que apresentam obras de altíssima qualidade. Talvez no início destes meus 19 anos na coordenação, tivéssemos algumas editoras nacionais que monopolizavam as vitórias; hoje temos dezenas de editoras que dividem as glórias do Jabuti. Autores consagrados dividem o espaço com surpreendentes revelações, percebemos apresentações mais e mais sofisticadas das obras produzidas pelo nosso mercado, a ‘embalagem’ cada vez mais criativa e elaborada. O Jabuti teve a satisfação e a honra em refletir o quanto nosso mercado avançou nestas ultimas duas décadas. Em todas as áreas, ficção, científica e acadêmica, didática e principalmente a beleza da literatura infanto-juvenil brasileira.



Ao contrário de muitas previsões, o mercado editorial brasileiro está crescendo. As premiações ajudam a revitalizar o mercado, promovendo a obra e o autor vencedores?

Sim, premiações, feiras, salões, bienais, festas, festivais... A promoção do livro cresce também, e o Jabuti, que avançava solitário no passado, hoje divide os holofotes com tantas outras realizações a promover o livro, a leitura, escritores. Isto é excelente e mostra que o livro também vai se tornando no país um produto viável. Premiar é incentivar.


Uma das diferenças na edição deste ano é que haverá um prêmio para o melhor tradutor da língua francesa. Existem outras diferenças? Quais?

Sim, o ano da França no Brasil é um momento importante para aprofundarmos as relações entre as culturas de tanta interação no século XX. A organização do ano da França no Brasil une-se ao Jabuti para premiar no momento o melhor da tradução do francês ao português. A Categoria Tradução do Prêmio Jabuti já há algum tempo mostra a alta qualidade e criatividade da arte no Brasil. As traduções são impecáveis tecnicamente e revelam a qualidade de acadêmicos e especialistas que realizam uma verdadeira transcriação, repercutindo a poesia e a qualidade literária das obras trazidas ao português no Brasil.


“O Jabuti, antes pioneiro por cinco décadas, hoje divide com outras instituições momentos especialíssimos para a promoção do livro, da literatura, da produção editorial nacional. Esta talvez seja a grande diferença do momento que vivemos: o Jabuti insere-se numa gama de ações de altíssimo nível tendo o livro como foco. E a imprensa corresponde abrindo espaço valioso para que o livro conquiste definitivamente um amplo mercado consumidor à altura da qualidade e criatividade do autor nacional. O sonho do Jabuti criado a mais de cinco décadas pela CBL começa a tornar-se realidade com o despertar do público leitor. A CBL soube estar à altura do momento, levando o Jabuti à Sala São Paulo, com toda a sofisticação merecida.”

José Luiz Goldfarb






Primeira fase de inscrições para a Jornada de Literatura de Passo Fundo vai até 17 de maio



Evento acontece de 24 a 28 de agosto, em Passo Fundo (RS), e terá uma extensa programação cultural, com nomes consagrados da literatura brasileira e estrangeira. Após 17 de maio, valores das inscrições serão reajustados.

Uma das maiores movimentações culturais do país, a Jornada Nacional de Literatura de Passo Fundo chega a sua décima terceira edição em 2009 debatendo o tema "Arte e Tecnologia: novas interfaces". A Jornada, realizada pela Universidade de Passo Fundo (UPF) em parceria com a Prefeitura Municipal de Passo Fundo, acontece de 24 a 28 de agosto, no Circo da Cultura da UPF, Campus I. O primeiro período de inscrições vai até o dia 17 de maio e pode ser feito exclusivamente pela internet, no site www.jornadadeliteratura.upf.br.



O valor é de R$ 100 para inscrições individuais e, no caso de grupos de 10 pessoas, R$ 80 para cada participante. Nessa modalidade, o participante pode inscrever-se na 13ª Jornada Nacional de Literatura e escolher entre um dos cursos da programação; o 2º Encontro Estadual de Escritores Gaúchos; o 3º Encontro Nacional da Academia Brasileira de Letras; ou, ainda, o Seminário Internacional de Contadores de Histórias.



Outra modalidade de inscrição inclui a participação na 13ª Jornada Nacional de Literatura e no 8º Seminário Internacional de Pesquisa em Leitura e Patrimônio Cultural. Neste caso, as inscrições individuais custam R$ 110 até 17 de maio, e para grupos de 10 pessoas, R$ 100 cada. Após o dia 17 maio, o valor das inscrições será reajustado.



Para a edição deste ano, já estão confirmadas as presenças de autores consagrados nacional e internacionalmente, entre eles Pierre Lévy, Teresa Colomer, Guilherme Arriaga, Fernando Molica, Clarah Averbuck, Dorota Maslowska, Nélida Piñon, Beatriz Sarlo, Fernando Bonassi, Lúcia Santaella, Diana Domingues e Zuenir Ventura, Evanildo Bechara, Cícero Sandroni e outros. A programação completa e outras informações podem ser obtidas no site www.jornadadeliteratura.upf.br, pelo e-mail jornada@upf.br ou telefone (54) 3316-8368.


Mães são as grandes responsáveis pela formação dos leitores no Brasil

Nem tudo na vida precisa necessariamente ser verbalizado para ser ensinado. Ensina-se pelo exemplo, agindo, sentindo, mostrando amor ao que faz. Com a chegada do dia das mães, o Instituto Pró-Livro responsável pela segunda edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil achou por bem homenagear aquela que verdadeiramente vive fazendo a diferença na vida das pessoas. Segundo os resultados da pesquisa, um em cada três leitores tem lembranças da mãe lendo algum livro e 51% dos leitores tem na mãe sua grande incentivadora no processo de ler por prazer. O papel dos pais mostra-se mais relevante ainda quando são feitas comparações entre leitores e não-leitores. Entre as crianças de 5 a 10 anos, 73% delas citam as mães como quem mais as estimularam a ler. A importância feminina é ainda maior no Norte (59%) e no Nordeste (56%) do país, muito acima dos professores.



O melhor é que para estas mulheres guerreiras está claro que ler não é só aprender a decodificar os códigos e símbolos da escrita. A leitura torna a viagem acessível, libera sentimentos, paixões, amplia a visão e mostra que os sonhos auxiliam na formação da realidade. Segundo comentário do célebre escritor Moacyr Scliar “a própria palavra símbolo é muito significativa. Vem do grego symbolon, em que syn quer dizer juntos, e bolon é arremessar. Unidos por símbolos nós, humanos, nos arremessamos juntos nesta aventura que é a vida. Juntos, não separados; este caráter de união que o símbolo proporciona é uma coisa importante.”



Moacyr Scliar ainda comenta em seu artigo que faz parte do livro Retratos da Leitura no Brasil o quanto sua mãe teve participação em sua formação como leitor e depois na decisão de ser escritor. “Minha mãe era imigrante; foi à escola, terminou o curso normal (era professora primária, como se dizia na época) e uma grande leitora – tão fã de José de Alencar que deu ao filho o nome de um dos personagens criados pelo grande escritor. Ela fazia questão de que os filhos lessem, e uma vez por ano levava-me à Livraria do Globo, no centro de Porto Alegre, onde havia uma espécie de feira do livro. Eu ficava absolutamente deslumbrado naquela enorme livraria, e a vontade que tinha era de comprar todos os livros alí existentes. Mas eu sabia que livro custa dinheiro, sabia que na nossa casa a grana era escassa, de modo que lhe perguntava quanto eu estava autorizado a gastar. E a resposta dela era uma só: na nossa casa não pode faltar livros, compra quantos quiseres.”



Assim como fez a mãe de Scliar, muitas outras mulheres têm iniciado seus filhos e sua família no mundo da leitura, mostrado seus encantos apesar de tantos outros estímulos que os jovens têm hoje com o advento da internet, dos jogos de videogame e muito mais. A todas elas o IPL deseja muitas felicidades e parodia o que foi dito por Monteiro Lobato: “Um país se faz com homens e livros” e, com suas ações e exemplo hoje, elas certamente estão colaborando para uma sociedade brilhante.


Mais informações sobre a pesquisa, acesse o site: www.prolivro.org.br

MODA

SAFILO PRESENTEIA CONSUMIDORES COM COLEÇAO ESPECIAL PARA O DIA DOS NAMORADOS

A data mais romântica do ano está chegando e com ela a famosa dúvida do que dar de presente para a pessoa que se divide momentos tão especiais. A Safilo - líder mundial em óculos de luxo - possui opções românticas para ele e para ela, com modelos fashion de marcas badaladas como Marc Jacobs e Carrera.

Veja, abaixo, uma relação especial de óculos, como sugestão de presentes, que pode tornar o Dia dos Namorados ainda mais inesquecível.

Coleção Safilo Dia dos Namorados Para Ela


Marc Jacobs – R$ 1.525,00

Marc Jacobs – R$ 2.332,00

Marc Jacobs – R$ 1.304,00

Marc Jacobs – R$ 1.386,00


Coleção Safilo Dia dos Namorados Para Ele
Marc Jacobs – R$ 2.208,00

Carrera – R$ 449,00


Carrera – R$ 331,00

Carrera – R$ 518,00

CONFIRA AS GRIFES DA SAFILO BRASIL

Balenciaga, Gucci, Gucci Man, Dior, Dior Homme, Giorgio Armani, Emporio Armani, Armani Exchange, Yves Saint Laurent, Bottega Veneta, Juicy Couture, Jimmy Choo, Banana Republic, Smith, Max Mara, Max&Co, Alexander McQueen, Valentino, Marc Jacobs, Marc by Marc Jacobs, Diesel, DSL 55, Hugo by Hugo Boss, Boss by Hugo, Safilo, Oxydo, Carrera, e Blue Bay.

SAC Safilo 0800-7012097



BRUNO FARIA POSA PARA OCIO

O modelo catarinense, que acaba de desembarcar da Tailândia, empresta sua beleza para a grife masculina de sleep e homewear.

A OCIO, grife de pijamas masculinos que desenvolve peças com a qualidade e a beleza de uma homewear, acaba de lançar sua coleção Outono/Inverno 2009 e para estrelar sua nova campanha elegeu o charmoso modelo catarinense Bruno Faria.

Nascido em Joinville, Bruno Faria acaba de chegar da Tailândia, onde esteve protagonizando diversos trabalhos. Em seu currículo, o rapaz conta com trabalhos para Billabong, Colcci, Lacoste, Dudalina, Marisol, entre outras.

Bruno, que pretende se mudar para São Paulo e aprimorar sua intimidade com as passarelas internacionais, não escondeu a satisfação com o trabalho: "A OCIO tem uma variedade de pijamas e todos com um conforto incrível. Além disso, o conceito homewear que a OCIO aplica em suas peças mostra que pijama não serve apenas para dormir, mais sim para usá-lo em vários momentos em casa”, disse.




Moda Íntima Ceará chega à terceira edição como um dos principais eventos do segmento no país

Na edição 2009 a feira apresenta rodada de negócios

A Moda Íntima Ceará (MIC), um dos principais eventos do segmento no cenário nacional, chega à terceira edição. Além dos desfiles de 12 grifes, as novidades de marcas de destaque no cenário nacional poderão ser conferidas em 90 estandes, nos dias 7, 8 e 9 de junho no Centro de Convenções Edson Queiroz (CE).

A feira traz uma novidade em 2009: a primeira rodada de negócios da MIC. Em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) e a Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), a Associação de Moda Íntima do Ceará (AMIC) trará cerca de 50 compradores do Brasil e do exterior que participarão da programação paralela. Desde a primeira edição (em 2007), o evento dirigido pela Equipe de Produção, de Cláudio Silveira, recebeu mais de 15 mil expectadores.

“A mudança de comportamento do público consumidor de lingerie, mais exigente, que busca produtos que satisfaçam em qualidade, sem deixar de lado sua auto-estima, saúde e bem estar, somada com a quebra de paradigmas da sociedade, impulsionou de forma exponencial o mercado de moda íntima no Brasil. A realização da MIC fez com que o estado do Ceará se consolidasse como um dos maiores pólos de moda íntima do país”, explica o gestor administrativo da AMIC, Pablo Domingos.

Sobre a AMIC

A AMIC foi criada em outubro de 2005 e reúne 25 empresas cearenses que constantemente discutem o futuro do mercado e trocam idéias e experiências. A associação ainda capacita funcionários e associados, além de auxiliar no processo de exportação dos produtos.

A importância econômica da moda íntima no Ceará pode ser compreendida pelos números. Atualmente são mais de 2 mil indústrias locais, mais de 80 mil empregos e cerca de 15 milhões de peças produzidas por ano, o que justifica o público de mais de 15 mil visitantes nas edições anteriores da MIC. Somente em 2008, participaram da feira mais de 40 fabricantes, compradores nacionais e internacionais e foram gerados R$ 8 milhões em negócios.

Dentre as empresas associadas da AMIC estão Brunna Bella, Camila Criações, D’Aury, D’July, D’Noite, Del Lírio, Di Modas, Dy Any, Extasis Lingerie, L’amour, Langerril, Linhas e Cores, Minha Kara Lingerie, Paty, Piffy, R e D, Ritati, Robia, Sensuality, Star Livre, Star Jane, Thais Ferreira, Thays e Thamires e Vi Lingerie.

Para ser associado, basta entrar em contato com a associação pelo site www.amic.com.br e seguir as instruções no link “Como associar-se”.

Para participar da Moda Íntima Ceará, basta cadastrar-se no site WWW.modaintimaceara.com.br.





A rainha da festa

Bethy Lagardère será homenageada no SPFW


Bethy Lagardère será uma das grandes homenageadas da 27ª edição do SPFW. A mineira que é considerada uma das mulheres mais elegantes do mundo terá um documentário sobre ela em exibição especialmente criado por Paulo Borges, além de uma inédita exposição de suas peças de alta costura, uma das mais importantes do planeta.

Bethy ainda é a personagem principal da revista MAG! Passion, publicação da Luminosidade, de Paulo Borges, que mostrará uma das grandes celebradas do SPFW em fotos belíssimas, além de suas peças de alta costura, que conta com um enorme acervo com looks dos maiores estilistas da moda mundial.




A musa exótica do mês: Lady GaGa









PUMA em alto mar

A PUMA não para de inovar e sua mais nova aposta é a PUMA Sailing. A coleção de roupas, calçados e acessórios foi desenvolvida com exclusividade para velejadores profissionais e amantes dos esportes marítimos e apresenta produtos de estilo para dentro e fora d’água. Ela divide-se em três linhas distintas: a Performance, feita para atletas, cuja principal característica é o desempenho; a Volvo Ocean Race, voltada para os velejadores recreativos e ocasionais; e a Lifestyle, criada para os consumidores em geral e seguidores dos estilos náuticos. Todas as criações da linha Sailing foram desenvolvidas com base em depoimentos dos melhores velejadores do mundo e dos integrantes do Il Mostro, barco da PUMA que participa da competição Volvo Ocean Race 2008-2009, patrocinada pela grife. A prova de nove meses ao redor do mundo é o “Everest da Navegação” e leva velejadores das gélidas condições do Oceano do extremo Sul aos climas quentes e tropicais da América do Sul e da Índia. Entre os meses de Março e Abril, a regata passou pelo Brasil, o Rio de Janeiro sediou uma importante etapa da competição. Durante este período, a PUMA a fez uma série de ações, entre elas o lançamento da Puma Sailing em solo brasileiro. Os produtos Puma sailing já estão nas lojas na marca. Vale conferir!




A Musa Cafona do Mês: Rihanna