MÚSICA

PARAÍSO - NACIONAL

Trilha reúne Victor & Leo, Zezé Di Camargo & Luciano, Yassir Chediak, Zé Geraldo, Monique Kessous e Paula Fernandes, entre muitos outros

Novela de tom rural que gira em torno da paixão entre uma menina santa e o “filho do diabo”, Paraíso ganha esse mês sua primeira trilha sonora. Lançado pela Som Livre, o CD Paraíso - Nacional traz artistas sertanejos – nomes conhecidos do público, grandes revelações e promessas -, românticos, folk, peões/violeiros, e traz ainda a dupla Fioravante & Guimarães, que é formada por ninguém menos que Ivan Lins e o compositor Rafael Altério.

Uma das maiores revelações da música sertaneja nos últimos anos, Victor & Leo emplacam duas faixas, ambas compostas por Victor. Além do tema de abertura, Deus e Eu No Sertão, os irmãos mineiros cantam a romântica Nada Normal. Outra dupla que vem conquistando cada vez mais fãs, César Menotti e Fabiano participam com Paraíso (Marcelo Barbosa / Fábio Caetano / Bozzo Barretti / Elias), enquanto João Bosco & Vinicius – promessas da nova safra de artistas sertanejos – entram na trilha com Coração Só Vê Você (Rick / Cezar / Renner), regravação da música da dupla Cezar e Paulinho.

Paraíso – Nacional também traz duplas que há muito tempo estão nas graças do público. Zezé Di Camargo & Luciano participam com a balada Faça Alguma Coisa e Leonardo interpreta Longe (Arnaldo Antunes / Betão Aguiar/ Marcelo Jeneci). Chitãozinho & Xororó participaram tanto da novela quanto da trilha: chegam à cidade como violeiros desconhecidos para um concurso promovido pela rádio “Voz do Paraíso” e, no disco, cantam a modinha Chuá, Chuá, composta por Pedro de Sá Pereira e Ary Pavão, em 1926.

A trilha também apresenta artistas ligados ao melhor da música folk brasileira. Filho do cantor e compositor Renato Teixeira, Chico Teixeira recebe o pai na canção O Contador de Causo (Marcelo Barbosa / Fábio Caetano / Bozzo Barretti / Elias / Zé Rodrix) e o cantor Zé Geraldo, que esteve na trilha da versão de 82 com a canção São Sebastião do Rodeiro, contribui agora com A Fé, de sua autoria.

Paraíso – Nacional contém músicas dos peões Juvenal e Tiago, ou melhor, dos violeiros e cantores Yassir Chediak e Rodrigo Sater, que dão vida aos personagens da trama. Definido pelo ator e cantor mineiro Jackson Antunes como “o violeiro surfista de botina gomeira”, Chediak - o peão Juvenal – participa da trilha com Anunciação, clássico de Alceu Valença. Já Rodrigo Sater – Tiago, na novela - entra no álbum com Ordem Natural das Coisas (Paulo Simões / Guilherme Rondon). O sobrenome de Rodrigo não é mera coincidência. Ele é irmão de Almir Sater, que esteve na trilha da primeira versão de Paraíso, em 1982, com Varandas. Almir também entra na seleção musical do remake fazendo uma participação especial em Jeito de Mato (Paula Fernandes / Maurício Santini) – tema romântico do casal Maria Rita (Nathália Dill) e Zeca (Eriberto Leão), interpretado pela cantora mineira Paula Fernandes.

Além de Paula, as cantoras Monique Kessous, Tânia Mara e Janaina Kais marcam a presença feminina no disco. Cantora, compositora, arranjadora e multi-instrumentista, Monique Kessous emplaca a romântica Pitangueira, do CD de estréia, Com Essa Cor (2008). Tânia Mara conta com a participação de Roberta Miranda na animada Meu Dengo (Roberta Miranda) – regravação da canção do primeiro álbum lançado pela Rainha da Música Sertaneja, Roberta Miranda (1986) – enquanto Janaína Kais entra na trilha com sua composição Mulher Pra Namorar.

SERVIÇO

CD PARAÍSO – NACIONAL

Caixa de texto: Assessoria de Imprensa Som Livre Approach Maria Fernanda Macedo –mfernanda@approach.com.br Claudia Montenegro - claudia.montenegro@approach.com.br Tel: (21) 3461 4616 ramal 121, 136 Faixas: 20

Preço: R$ 24,90



PHOLHAS SEMPRE

Criações e regravações da banda paulista são reunidas em compilação da Som Livre

Há 40 anos, a banda paulista Pholhas está na estrada fazendo shows e se apresentando pelo Brasil com um repértório que mescla composições próprias e recriações de baladas do rock inglês e norte-americano dos anos 70. Através da série “Sempre” a Som Livre resgata 14 faixas da trajetória do grupo, que gravou 13 discos entre 1972 e 1988.

PHOLHAS SEMPRE inclui a regravação do hit de maior sucesso dos Bee Gees, “How deep is your love” (B Gibb / R Gibb / M Gibb), lançado em 77 e que incluiu a trilha do filme que inaugurou a era disco, “Os Embalos de sábado à noite”. A canção “Easy”, dos Commodors, outro grupo que reinou nos anos 70, está na compilação, que também traz Pholhas e o vocalista Bitão cantando o romantismo de Elton John em “Your song” (Bernie Taupin / Elton John).

O álbum traz quatro canções próprias da banda, três delas parcerias do tecladista Hélio Santisteban e do baixista Oswaldo Malagutti – ambos da primeira formação do grupo - “My mistake”, “She made me cry” e “Forever”, as mais conhecidas do público, e ainda, “Sunshine”, de Malagutti (com Benatti). “She made me cry” é sucesso do primeiro LP da banda lançado em 1972 pela RCA e também lançada em compacto, que teve venda superior a 300 mil cópias.

Nos anos 70 e 80, Pholhas mudou de rumo algumas vezes. Lançaram de um álbum com covers de sucessos das discotecas (O som das Discotheques – 1977) a um disco de rock progressivo, único da banda em português (Pholhas-1977), que destoava da carreira e vendeu pouco, mas que virou raridade para colecionadores. Desde 1980, com a banda mantém a formação atual com Bitão (guitarra), Paulo Fernandes (bateria), Hélio Santisteban (teclados) e João Alberto (baixo).




Sonatas para piano de Mozart

Pianista Clara Sverner reproduz a criatividade e maturidade musical do célebre maestro


A obra de Wolfgang Amadeus Mozart é a expressão pura da genialidade de um dos maiores compositores da história da música clássica. No lançamento da Azul Music, a pianista Clara Sverner reproduz a criatividade e maturidade musical do célebre maestro. Tais composições expõem a reapresentação dos temas consagrados de Mozart de maneira geniosamente modificada, e com visão pessoal característica da pianista.

Com seu quinto – e último – CD dedicado às Sonatas para Piano de Mozart, Clara Sverner encerra um projeto corajoso e musicalmente fascinante: o de percorrer na íntegra o universo sonoro inesgotavelmente belo que essas obras-primas representam.
A identificação da artista com o compositor é incontestável: suas interpre¬tações se revestem de cores vivas e contornos bem definidos, sem nunca perder de vista o equilíbrio, o estilo e o senso da justa medida. Com uma carreira sempre voltada para a procura do que é novo e original, tendo gravado pioneiramente Chiquinha Gonzaga e Glauco Velasquez, Clara permitiu-se abordar em sua maturidade pianística um dos principais momentos do classicismo vienense e de toda a História da Música, com a autoridade dos grandes artistas.
O reconhecimento desse empreendimento arrojado e extremamente bem cuidado - do ponto de vista da interpretação, qualidade sonora e apuro das gravações - tem sido amplo e efusivo, tanto por parte da crítica quanto por parte do público. O segundo CD-Mozart foi contemplado com o Prêmio Tim, assim como terceiro dessa série foi indicado para o Grammy Latino.
Enquanto sua carreira nos palcos continua intensa e profícua, no Brasil e no exterior, Clara Sverner chega ao seu quinto CD mozartiano com a traquilidade e a satisfação que nos trazem a sensação da missão cumprida e do trabalho bem realizado. Em sua discografia extensa e fascinante, a coleção das Sonatas para Piano de Mozart são sem dúvida um ponto luminar.
Gravado em 2008, no Potton Hall, na Inglaterra, Clara interpretou com propriedade, segurança e releitura própria, um repertório precioso para este álbum.





Vozes de Chico

CD comemorativo reúne nata da MPB nos 40 anos da Som Livre
Ele estreou como compositor em 1965, ano em que completou 21 anos, e críticos, intérpretes, colegas e público foram unânimes nos elogios, saudando a qualidade de suas canções. Afinal, o jovem Chico Buarque de Hollanda, como então assinava, já parecia um autor maduro, daqueles com muita estrada nas costas. Através das últimas quatro décadas, as canções de Chico Buarque foram regravadas por muitos de seus colegas de ofício. A começar por cantores e compositores da mesma geração, e do mesmo primeiro time da música brasileira, quatro deles aqui presentes: Caetano Veloso (numa bossa-novista versão de "Samba e amor"), Milton Nascimento (na primeira e até hoje mais marcante versão do clássico "Beatriz"), Paulinho da Viola (em "Sonho de um carnaval") e João Nogueira (em "Samba do grande amor"). Essas e outras gravações estão em dois CDs lançados agora pela Som Livre, parte das comemorações dos 40 anos da gravadora. “Chico Buarque – Por Eles e Por Elas” será vendido separadamente e em um estojo com dois CDs, reunindo a mas fina nata da MPB, separadas em vozes masculinas e femininas.

As gerações seguintes não ficaram imunes ao encanto da música de Chico, como provam Djavan (em "Tatuagem"); Ivan Lins, este ao lado do grupo Nó em Pingo d'Água (em "Roda viva"); Lenine (em "Baticum") e Ed Motta, este com o piano do mestre João Donato (em "Bye, bye Brasil). E mesmo artistas a princípio mais ligados à cena pop têm sabido reverenciar e acrescentar contribuições a essa obra, de Renato Russo, acompanhado pelo violonista Hélio Delmiro (em "Gente humilde"), passando por Marcelinho da Lua ("Cotidiano") e Zeca Baleiro ("Até o fim"). Para grandes intérpretes masculinos, a obra de Chico é um manancial obrigatório, como, já nos anos 1960, Wilson Simonal provou, recriando "A banda", o primeiro sucesso do então jovem compositor. Mais recentemente, Zeca Pagodinho retomou outro dos clássicos iniciais, "A Rita", enquanto Ney Matogrosso imprimiu sua marca ao clássico "Construção".
Já virou um lugar-comum dizer que Chico Buarque é o compositor brasileiro que melhor traduz a alma feminina. Verdade que se confirma em muitas de suas canções, algumas escritas para obras teatrais, para dar voz a personagens definidas. Mas, independentemente do alvo, desde cedo, as cantoras de diferentes tendências da música brasileira adotaram sua obra. Nos anos 1960, 70 e 80, Chico caiu na boca de, entre outras, Nara Leão (aqui ouvida em "Olhos nos olhos", Elis Regina (que fez a versão definitiva de "Atrás da porta"), Clara Nunes (no hino contra o regime militar que se transformou "Apesar de você"), Maria Bethânia e Alcione (juntas nessa bela gravação de "O meu amor"), Beth Carvalho (no samba "O meu guri") e Miúcha (em "Anos dourados", uma das grandes parcerias com Tom Jobim). Mais recentemente, suas músicas também têm abastecido novas vozes, da saudosa roqueira Cássia Eller ("Partido alto") à rainha do axé Ivete Sangalo (que voa muito além do gênero que a consagrou em "Deixa a menina"), passando por novíssimos talentos como Maria Gadú (em "A história de Lilly Braun") e Monique Kessous (em "Valsinha") ou artistas já consagradas como Mônica Salmoso ("Quem te viu, quem te vê"), Fernanda Takai ("Com açúcar, com afeto"), Maria Rita ("Sobre todas as coisas") e Adriana Calcanhotto ("Ciranda da bailarina"). Belos exemplos do casamento perfeito entre a obra de Chico e as mulheres.




Bruno e Marrone de volta aos bares

A dupla retoma os sons do começo da carreira e prepara um novo trabalho

Os fãs assíduos de Bruno e Marrone terão novidades em breve. A dupla sertaneja está lançando o CD “De volta aos bares”, um CD acústico que trará composições da dupla e regravações de sucessos. “Neste trabalho, queremos marcar um momento importante de nossa carreira. Queremos reviver os bares, com poucos músicos, pouca sofisticação e muita música”, afirmou Bruno. Nos shows estarão apenas cinco. A idéia de levar ao CD o ambiente dos bares, além de uma volta às origens, representa a valorização de uma fase que os cantores consideram fundamental na trajetória artística. “Cantar em bares é uma verdadeira escola. Não passar por essa etapa é como pular uma fase na carreira que fará falta mais tarde”, afirmou Bruno. Segundo o cantor, foram nos bares que eles sentiram de quais canções o público mais gostava, o que ajudou e ainda ajuda na composição do repertório.
Este CD não terá convidados especiais, mas a dupla não esconde o desejo de em uma oportunidade gravar com Roberto Carlos. “É o nosso grande ídolo. Temos vontade de cantar ao lado dele”, disse Bruno. A dupla que sonha dividir o palco com o rei da MPB afirma que tem, em seus iPods, músicas de todos os estilos, com exceção do rock pesado.
Bruno e Marrone se dizem extremamente gratos à carreira que têm e, questionados sobre um desejo de vida, resumiram: “nunca se perder ou se deixar levar pela armadilha do sucesso. Este novo CD é para relembrar de onde viemos e eternizar isso, para nunca esquecermos nossas verdadeiras origens”. Bruno e Marrone estouraram na mídia após uma gravação pirata da música “Dormi na praça”, que foi feita durante uma apresentação em uma rádio. A canção se espalhou rapidamente.
Apesar de terem sido beneficiados pela pirataria, a dupla não apóia o ato ilícito. “A pirataria não é só a pessoa ter um CD copiado em casa, mas sim uma rede que prejudica milhares de pessoas. Vários impostos deixam de ser arrecadados, funcionários que têm seus cargos perdem-nos para uma pessoa que vende os mesmos produtos sem cumprir com nenhuma das responsabilidades legais”, afirmou Bruno.




Duetos inusitados de Zeca

Coletânea reúne parcerias do cantor Zeca Pagodinho com Beth Carvalho, Dona Ivone Lara, O Rappa, Pedro Luis e a Parede, entre outros


Cantor querido nos mais diversos redutos da música brasileira, Zeca Pagodinho garantiu um considerável número de duetos ao longo da carreira. Agora, a Som Livre reúne essas parcerias num mesmo álbum e dedica o novo volume da série Duetos ao carioca. No repertório, a presença de grandes damas do samba. Responsável pelo “empurrãozinho” inicial na carreira do cantor, Beth Carvalho participa na faixa Camarão que Dorme a Onda Leva. Dona Ivone Lara e Jovelina Pérola Negra também abençoaram Zeca e dividiram com ele as faixas Mas quem Disse que te Esqueço e Bagaço da Laranja, respectivamente. Parceiros desde os tempos do bloco Cacique de Ramos, Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz cantaram Moro na Roça no novo CD. Almir Guineto – fundador do grupo Fundo de Quintal – dividiu com Zeca os vocais de Feijoada Completa, de Chico Buarque, enquanto Martinho da Vila convidou o cantor de Xerém para interpretar ao seu lado o sucesso Mulheres.
Duetos inusitados, como os que fez com o grupo O Rappa e Sandra de Sá, também garantem espaço na coletânea. Com O Rappa, Zeca dividiu o samba de Sylvio da Silva, Maneiras, que ganhou toques de reggae para a versão do álbum do grupo carioca, O Silêncio Que Precede O Esporro (2003). Já com Sandra, o cantor reinterpretou um dos seus primeiros sucessos, Judia de Mim (Wilson Moreira e Zeca Pagodinho), do primeiro disco solo, Zeca Pagodinho (1986). Conhecida pela mistura de ritmos apresentada em suas músicas, a banda Pedro Luis e a Parede convidou Zeca Pagodinho para participar de Ela Tem a Beleza que Nunca Sonhei, composta por Pedro Luis. A música, lançada no ano passado, faz parte da coletânea, que também inclui Samba do Approach (Zeca Baleiro), dueto gravado por Zeca ao lado do xará, Baleiro. Zeca Pagodinho – Duetos traz ainda canções ao lado de Chico Buarque, Elza Soares, Luiz Melodia e Dudu Nobre. **** 4 ESTRELAS / Ótimo



Busca da melodia perfeita

Flávio Venturini lança CD e DVD “Não se apague esta noite”


“Não se apague esta noite”, novo CD/DVD de Flávio Venturini, reforça a velha máxima de que o palco é a extensão da casa do artista. Gravado entre o Museu das Artes da Pampulha – a casa de todos os mineiros – e a própria sala de estar de Venturini, o álbum percorre uma trajetória devotada à busca da melodia perfeita. Seja qual for o ambiente, o compositor se encontra ativo, em permanente reconstrução, alinhando novos temas aos sucessos que há gerações transbordam de sua nascente musical. Há cinco anos, Venturini trocou o Rio de Janeiro – depois de quase três décadas – por um regresso feliz a Belo Horizonte. É lá que a imensidão das montanhas emoldura a inspiração sonora de sua nova Casa Encantada. Em casa ou no palco, Flávio recebe novos amigos com a mesma hospitalidade devotada aos antigos companheiros de estrada. A começar por sua banda, formada por jovens músicos mineiros, onde perfilam a guitarra e as cristalinas cordas vocais de Kadu Vianna; o baixo de Aloísio Horta; os teclados de Ricardo Fiúza e a bateria de Arthur Resende.
Para que nossas noites nunca se apaguem, Mantra da criação, parceria com Ronaldo Bastos, legitima a crença em um mundo melhor, sob a bandeira fincada na esquina mais musical do planeta.

Uma balada-rock com ecos do Terço e do 14 Bis – duas de suas escolas sonoras - em registro mais grave que o habitual, sem perder a ternura. Se o “futuro está na criação”, Venturini jamais desiste da beleza. Outras e novas parcerias luminosas: Minha estrela (com Ronaldo), O melhor do amor (com Ronaldo e Torcuato Mariano), Romance (com Juca Filho) – esta com a presença do irmão camarada Claudio Venturini, na guitarra -, Verão nos Andes (com Aggeu Marques); além de Morro branco e Alegria, com participação do violonista Nando Lauria.
Flávio joga limpo com quem vem depois. Compartilha a intimidade dos hits com três novas vozes femininas: Mart´nália ambienta o Pierrot – parceria com Murilo Antunes – na ginga carioca. Luiza Possi flutua estilosa em Beija-Flor, enquanto Marina Machado expressa prazer e privilégio em Noites com sol, ambas feitas com Ronaldo Bastos. Dos estertores setentistas estão Não se apague esta noite, de Lô Borges, lançada no chamado disco do tênis, e a versão em voz e piano de Criaturas da noite, parceria com Luiz Carlos Sá nos tempos de contracultura e lançada pelo Terço. Alma de balada, feita com Murilo Antunes para o álbum “Porque não tínhamos bicicleta”, de 2004, homenageia o baterista Luiz Moreno, companheiros dos tempos dos cabelos compridos, calças boca-de-sino e música lisérgica. Das estações pop do anos 80, Flavio embarca no Trem do Amor, com letra de Ronaldo, para o álbum “Andarilho de luz”.
A direção do show é de Ronaldo Bastos e Leonel Pereda, com roteiro de Hudson Vianna, produção de Fabiane Costa e direção musical de Chico Neves e Flavio Venturini. “Não se apague esta noite” é uma co-produção da Caramelo Produções com o Canal Brasil.



Sony Music reedita Ten, álbum de estréia do Pearl Jam

Lançado originalmente em 27 de agosto de 1991, Ten foi o disco que apresentou o Pearl Jam de Eddie Vedder (vocais), Stone Gossard (guitarra), Dave Krusen (bateria), Mike Mc Cready (guitarra) e Jeff Ament (baixo) ao mundo. Recheado de sucessos como “Alive”, “Black”, “Even Flow” e “Jeremy”, músicas que se tornaram clássicos do rock, o álbum vendeu mais de 12 milhões de cópias.

Para iniciar a campanha do 20º aniversário da banda, que será comemorado em 2011, Ten sairá no Brasil em dois formatos: um box com CD duplo (o álbum original remasterizado com seis faixas bônus e uma seleção de remixes feitos pelo produtor da banda Brendan O’Brien) e um box com CD duplo e um DVD, que traz a apresentação do Pearl Jam no MTV Unplugged em 1992. O material gráfico tem a assinatura do baixista Jeff Ament e apresenta diversas fotos e anotações do grupo.

Este é apenas o primeiro presente para os fãs de uma das maiores bandas de rock de todos os tempos.



Edição epecial comemora 50 anos de Kind Of Blue

Miles Davis já era um músico consagrado quando gravou e editou há 50 anos atrás Kind Of Blue. Ao lado dos mestres John Coltrane, Cannobal Adderley, Bill Evans & Wynton Kelly, Paul Chembers e Jimmy Cobb, o jazz atingiu perfeição quase absoluta neste álbum indispensável.

A fórmula para o sucesso não está apenas na qualidade dos músicos e do repertório. Kind Of Blue surgiu de uma brincadeira musical que despretensiosamente se tornou um dos melhores álbuns de todos os tempos em qualquer gênero. Para o baterista Jimmy Cobb, a idéia era só fazer mais uma boa sessão de gravação com Davis. Talvez essa informalidade e a paixão do sexteto pela música sejam os grandes precursores do sucesso que fez Kind Of Blue entrar para a história e conquistar fãs de todos os estilos.

Para celebrar o cinqüentenário do álbum mais vendido da história do jazz, Kind Of Blue está sendo relançado em edição especial. O kit traz uma apresentação incomparável de música, imagens e histórias. São dois CDs e um DVD com um mini-documentário e entrevistas.




Nuances de Dylan

Detalhes e curiosidades sobre o novo CD de Bob Dylan

"Together through life". 33º álbum da carreira de Bob Dylan colocou o americano novamente no topo


Intitulado "Together through life", o novo álbum de Dylan tem um som que se aproxima ao dos estúdios dos anos 50. Segundo o músico, a idéia do novo trabalho surgiu da música "Life is hard", composta para o filme “My own love song", do diretor francês Olivier Dahan.

"No ano passado, Dahan me propôs compor algumas canções para um filme que estava escrevendo e dirigindo sobre uma viagem de autodescoberta que acontece no sul da América. Após começar com ‘Life is hard’, o resto do álbum tomou sua própria direção".
O fã mais atento de Dylan vai lembrar que pelas memórias do bardo em seu livro “Crônicas”, o seu gosto musical varia do folk mais radical ao romantismo mais deslavado. Em mais um capítulo da reconstrução da história dos EUA no século XX que vem fazendo, de certa forma, desde “Time out of mind” de 1997, Dylan chega ao seu momento mais popular com “Together through life”.
O problema é que o resultado pode não ser satisfatório para a maioria: há um quê de “churrascaria” nos arranjos e até nas composições, apesar de momentos interessantes como “If you ever go to Houston”.

A música certamente é boa, mas a capa… É linda! Uma das melhores da discografia de Dylan. Em formato grande de LP, ela deve ficar uma beleza.
Pois a capa de Together through life é uma referência ao americano Larry Brown, um dos escritores preferidos de Bob Dylan. Big bad love, livro de contos de Brown lançado em 1990, traz exatamente a mesma foto na capa. Os contos são protagonizados por machões solitários e sem horizonte, de vida amorosa vazia, vida sexual errante e afundados no cigarro e na bebedeira. E a foto que o livro de Brown e o CD de Dylan têm em comum foi feita pelo fotógrafo americano Bruce Davidson em 1959. Na época, Davidson ficara intrigado com uma reportagem sobre as gangues de Nova York e resolveu pesquisá-las de perto. Isso lhe rendeu um ensaio soberbo, mostrando a intimidade e o dia-a-dia dos integrantes da gangue The Jokers. E o ensaio virou livro, chamado Brooklyn Gang.
Together trought life, 33º álbum da carreira de Bob Dylan, colocou o americano novamente no topo da parada britânica. O lançamento superou Music for the people, do The Enemy, que ficou na segunda posição. O último disco de Dylan a liderar o ranking no Reino Unido foi New morning, lançado no ano de 1970.




Veterano Leonard Cohen ao vivo

Sony lança CD do músico que, aos 75 anos, volta aos palcos depois de 15 anos
A Sony/BMG acaba de lançar “Live in London”, álbum duplo, com a íntegra de um concerto que Leonard Cohen apresentou na O2 Arena, no dia 17 de julho do ano passado. O show integrou uma longa turnê pela Europa, a primeira em 15 anos. Para os fãs, que acompanham a carreira desse grande músico, é um disco emocionante.
São duas horas e meia de música, nas quais o poeta canadense, generoso, desfia 26 canções de seu repertório – incluindo, obviamente, “I´m Your Man”, “So Long Marianne”, “Suzanne”, “Hallelujah”, “Bird on the Wire”, “Anthem” e “Dance Me To The End of Love”, entre muitas outras.

Leonard Cohen é um desses artistas cuja importância não se mede em números de vendagem, mas pela influência que exerce em seu meio. Uma pequena amostra da sua influência pode ser vista no documentário “Leonard Cohen: I´m Your Man”, exibido na Mostra de Cinema de São Paulo em 2007, no qual músicos como Bono Vox e The Edge (U2), Nick Cave, Beth Orton e Rufus Wainwright interpretam canções e reverenciam o mestre.
Com sua voz forte, mas arranhada, de cantor de boate esfumaçada, Leonard Cohen se diz um judeu budista. Na década de 90, morou alguns anos num mosteiro. Está com 75 anos, plenamente na ativa. “Live in London”, aliás, emociona também por esse aspecto: não é todo dia que se vê e ouve um tiozinho nesta idade, mandando ver, em cima de um palco!
Há coisa de cinco anos, Cohen tornou público que foi enganado por seu empresário e contador, tendo perdido alguns milhões de dólares. Não sei se devemos a esta infeliz circunstância o fato de manter-se na ativa, encarando os palcos como um garoto.




Buddha Lounge

Caracterizada por uma combinação contemporânea de beats e texturas eletrônicas com sonoridades acústicas orientais, fórmula que tem encantado ouvintes no mundo todo, a série Buddha Lounge já alcançou a marca de 100.000 cópias comercializadas. Explorando ritmos eletrônicos e sons orientais, o CD dá continuidade à ótima qualidade da série. Entre as faixas que merecem destaque estão: “Magical Chants”, “Ubud – The Heart of Bali”, do músico e produtor brasileiro Marcelo Gallo, e “Satori”, do músico e compositor Marsicano. A combinação de vocais suaves com ritmos modernos cria um clima íntimo e misterioso; as diferentes sonoridades e a reunião de músicos de diversas partes do mundo mostram a diversidade cultural. É assim, com requinte e qualidade, que o álbum Buddha Lounge 7 irá conquistar seus antigos admiradores e ganhar novos ouvintes.




A festa de Gonzagão

Coletânea reúne grandes sucessos do Rei do Baião, como Asa Branca, Vem Morena e O Xote das Meninas


Um dos maiores artistas brasileiros, o cantor, compositor e sanfoneiro nordestino Luiz Gonzaga – o Gonzagão – revolucionou a música popular nacional com o baião, nos anos 40. A Som Livre lança este mês o novo volume da série Sempre: o CD Luiz Gonzaga – Gonzagão. No repertório, grandes sucessos da carreira do Rei do Baião, como Asa Branca e O Xote das Meninas, entre muitos outros.
A toada Asa Branca, de 1947, abre a coletânea. Um dos maiores sucessos de Gonzagão, a música é uma das muitas parcerias do sanfoneiro com Humberto Teixeira. Juntos, compuseram, em 1946, o Baião, manifesto do gênero lançado pelo grupo Quatro Azes e Um Coringa, com Gonzaga na sanfona. O álbum traz a gravação de 1949, na voz de Gonzagão, e, ainda do mesmo ano, Juazeiro. Também da dupla, entram a toada Assum Preto, de 1950, os baiões Qui Nem Jiló e Respeita Januário, do mesmo ano, e Paraíba, de 52.
O CD Luiz Gonzaga – Gonzagão Sempre também destaca a parceria do Rei do Baião com José de Souza Dantas Filho, mais conhecido como ZéDantas. Os xotes Cintura Fina (1950), Xote das Meninas, (1953) e Riacho do Navio (1955) garantem seu espaço, assim como os baiões Vem Morena (1949) e Sabiá (1951).
Vale destacar ainda a faixa A Vida do Viajante, feita em parceria com Hervê Cordovil, em 1953. A música aparece na versão gravada com o filho Gonzaguinha durante turnê no início dos anos 80 – a mesma excursão em que Luiz Gonzaga ganhou o apelido de Gonzagão. A letra resume a vida do músico que saiu do sertão do Araripe, em Pernambuco, para conquistar o Brasil inteiro: “Minha vida é andar por esse país”.



SOM LIVRE 40 ANOS

Tudo começou graças à novela. À TV que crescia exponencialmente no final dos anos 60 e confirmava ao Brasil o sentido de unidade através da amplitude do seu telejornal: Nacional - feito que o samba (olha a música aí) conseguiu inaugurar. Pois a TV Globo, do jornalismo de alcance continental, experimentou desbravar o território musical e fundar a primeira gravadora brasileira. As suas características, tão distintas das multinacionais, iriam realmente confirmar o perfil exclusivo da gravadora, que atua e atuou como major no nosso cenário fonográfico e ainda mais por isso, se orgulha de ser a única “do Brasil”.



A gravadora da TV que reuniu as classes de A a D no sofá da audiência mágica da novela ofereceu ao Brasil do seu próprio cardápio, canções de nossos artistas, especialmente encomendadas ou não para as trilhas de novela; e um sabor de fora, músicas internacionais que o Brasil provou e gostou. Sem medo do popular, do pop, “da massa, mãe, da massa”, a Som Livre estimulou a produção artística nacional e o mercado, que alcançou cifras recordistas. Potencializou a voz de cantores e cantoras que chegavam à casa do brasileiro pela TV, em uma era em que ela se tornava o principal meio, suplantando o rádio como veículo de apresentação de novos talentos do meio musical.



O jornalista e critico musical Hugo Sukman reuniu algumas das melhores histórias da trajetória da Som Livre nesses 40 anos. Segue abaixo o texto.


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Aos 40 anos de idade, a Som Livre está tão ligada à história da música brasileira que foi em seus estúdios que o próprio Rei, Roberto Carlos, ensaiou e gravou a maior parte de seus discos. Ele gostava tanto dos estúdios, no bairro de Botafogo, no Rio, que os alugava todos os anos, por pelo menos três meses. Isso até alguém ter a infeliz idéia de reformar o banheiro e adorná-lo com ladrilhos... marrons. Maníaco do azul, Roberto nunca mais pôs os pés no estúdio. Em compensação...

_ O Roberto comprou a mesa, aliás, a maravilhosa mesa de gravação, que está no estúdio da casa dele até hoje _ ri Guto Graça Melo, diretor de produção da Som Livre na época, ainda inconformado com os ladrilhos marrons do banheiro. _ Ele levou a Som Livre para dentro de casa.

Nesses 40 anos, a vocação de fazer parte da história da música brasileira era tanta que até o mais improvável aconteceu: num caso totalmente involuntário de nepotismo, o filho do presidente da gravadora virou artista da casa. O artista era Cazuza, líder do Barão Vermelho, e o primeiro disco do grupo só saiu pela Som Livre porque Guto Graça Melo não parou de encher a paciência de João Araújo.

_ Eu cheguei a proibir a entrada do Guto na minha sala, porque quando ele entrava me convencia de qualquer coisa _ lembra João Araújo. _ Lançar o Cazuza foi inevitável. O Guto e o Ezequiel Neves me convenceram. Mas eu queria preservá-lo da acusação de ter gravado só porque era filho do presidente.

Nesses 40 anos, a ânsia por descobrir a nova música brasileira era tanta que certo dia Caetano Veloso ligou da Bahia para João Araújo: “Escuta, o melhor que ouvi da minha temporada aqui é um grupo chamado Novos Baianos, você os recebe aí no Rio?”. Se o Caetano falou...

_ No outro dia, estavam na porta da minha casa Moraes Moreira, Pepeu, Baby... Tudo bem, vocês são maravilhosos, mas vocês têm onde ficar? Eles ficaram dias acampados na sala da minha casa, e Cazuza, criança, enchia do saco do Moraes para tocar “Preta pretinha”... _ lembra João do início da carreira de um dos mais importantes grupos da história da música brasileira.

São muitas as histórias desde quando, nos últimos dias de 1969, João Araújo recebeu um telefonema do Ministério da Fazenda, com alguém informando uma seqüência de números que ele anotaria a lápis num pedaço rasgado de papel. Era o CGC provisório da gravadora Som Livre, que a TV Globo chamara João, já então um experimentado executivo do disco, para criar.

Esse papel rasgado é a certidão de nascimento de uma gravadora que produziria e lançaria todas as centenas de trilhas sonoras de novelas, séries, festivais, shows infantis e demais programas produzidos pela TV Globo a partir de 1971. É uma trajetória singular: uma gravadora que nasceu para lança trilhas, ou seja, ultra-especializada, que aos poucos vai se abrindo, talvez por força da música brasileira, a trabalhar com artistas de diferentes matizes.

Seria uma gravadora que lançaria novos artistas, como Djavan, Alceu Valença ou Os Novos Baianos, ou trabalharia momentos fecundos da carreira de artistas consagrados como Jorge Ben e Rita Lee. Que lançaria discos de vanguarda de artistas de prestígio como Sidney Miller, Tuca, Osmar Milito, ou venderia milhões de discos com ídolos populares como Xuxa. Que faria discos com artistas extremamente sofisticados como Francis Hime ou populares como Elymar Santos. Que seria ela própria uma gravadora de sucesso, mas que basicamente trabalhasse em parceria com as outras gravadoras, ajudando a popularizar seus artistas através do poder de sedução das novelas.



O ANO 40

Em 2009, a Som Livre comemora 40 anos fazendo o que sempre fez em seus 40 anos: lançando discos. E totalmente coerentes com sua história. Artista consagrado? Em abril saiu o novo CD de Nana Caymmi, “Sem poupar coração”, boleros, sambas-canções, sofisticadas canções de amor com a marca da cantora. Artista novo? Em maio sai o primeiro CD de Maria Gadú, surpreendente cantora, compositora, violonista que incorpora influências da música clássica de sua infância, da música brasileira de sempre e da música pop de hoje.

Para comemorar, a Som Livre lançou um CD duplo com a obra de Djavan, talvez o primeiro grande artista lançado pela gravadora. Descoberto por João Araújo apresentando-se numa boate, Djavan começou cantando em trilhas de novelas a partir de 1973, até lançar seu primeiro LP autoral em 1976 e seus primeiros mega-sucessos, “Flor-de-lis” e “Fato consumado”. No novo CD duplo, meia MPB masculina canta a obra de Djavan em “Por eles”, e meia MPB feminina faz o mesmo em “Por elas”. Em maio sai o “Por eles e por elas” de Chico Buarque.

Ainda em abril saiu outro carro-chefe da história da gravadora, uma caixa com oito CDs de uma das mais bem sucedidas séries da história do disco no Brasil, “Xuxa só para baixinhos”, oito discos com esse título lançados pela apresentadora.



AS NOVELAS

Os três primeiros discos lançados pela Som Livre consagravam não apenas uma nova gravadora, mas principalmente uma nova forma de produzir e lançar as trilhas das novelas da Rede Globo, que naquela época começavam a conquistar de vez o coração do público brasileiro.

Lançada em março de 1971, a trilha de “O Cafona” foi o primeiro disco da Som Livre. Na capa, o rico e brega empresário vivido por Francisco Cuoco na novela que misturava aristocratas decadentes, novos ricos, hippies e artistas de vanguarda. O segundo disco seria lançado um mês depois: a trilha da romântica “Minha doce namorada”, com o galã Claudio Marzo e a “namoradinha do Brasil”, Regina Duarte, estampando a capa. Um Tarcísio Meira de perfil, olhando para o céu, aparecia na capa de “O homem que deve morrer”, o terceiro álbum.

Os três álbuns traziam canções compostas por mestres da música brasileira (Carlos Lyra, Roberto Menescal), por jovens já com fama de gênios (Dori Caymmi, Marcos Valle, Edu Lobo, Aldir Blanc, Ivan Lins, Antonio Adolfo, Torquato Neto, Gonzaguinha, é mole?) e revelações (Sá, Zé Rodrix e Guarabira, Antonio Carlos e Jocafi, Octavio Bonfá, Reginaldo Bessa).

A partir daí, a Som Livre não parou mais de produzir e lançar trilhas sonoras. No início, eram coletivas: vários compositores tinham a incumbência de transformar personagens e situações em música. Depois, muitos dos maiores compositores brasileiros trabalharam trilhas inteiras. Gente como Roberto Carlos e Erasmo (“O bofe”), Raul Seixas e Paulo Coelho (“O rebu”), Tom Jobim (“O tempo e o vento”), Baden Powell e Paulo César Pinheiro (“O semi Deus”), Marcos e Paulo Sérgio Valle (“Os ossos do barão”, “Vila Sésamo”), Antonio Carlos e Jocafi (“O primeiro amor”, “Supermanoela”), Toquinho e Vinicius de Moraes (“O bem amado”), entre outros.

Convocado em cima da hora para produzir a trilha de “Pecado Capital” (1976), Guto Graça Mello mudaria para sempre o mecanismo de produção das trilhas. Com menos de uma semana de prazo, o produtor impôs uma condição: poder garimpar nos catálogos de outras gravadoras canções que fossem adequadas ao enredo da novela, contrariando a norma que exigia trilhas feitas sob encomenda. A exceção seria a canção-título composta e gravada por Paulinho da Viola, em cerca de 24 horas, para a abertura. Botar música nas novelas e programas da TV tornou-se uma das formas mais eficientes de se popularizar música no país e a Som Livre virou parceira das majors.

Veterano da indústria fonográfica, que trabalhou como técnico e produtor por 14 anos na Som Livre, e depois em outras companhias de discos, Max Pierre testemunhou a mudança de mercado que a gravadora provocou. Segundo ele, antes da Som Livre, e sobretudo das trilhas de novelas, a música brasileira ocupava apenas 30% do mercado, contra 70% de música estrangeira.

“Como sucesso das trilhas sonoras nacionais, isso se inverteu. Depois de 14 anos na Som Livre, pude constatar que a música brasileira tinha 70% do mercado. Não tenho dúvida que a qualidade da música de novela, aliada à grande janela que as novelas representam são responsáveis por isso”.



A PRÉ-HISTÓRIA

Os três primeiros discos lançados pela Som Livre consagravam não apenas uma nova gravadora, mas principalmente uma nova forma de produzir e lançar as trilhas das novelas da Rede Globo, que naquela época começavam a conquistar de vez o coração do público brasileiro.

É impossível precisar o que veio primeiro. Na TV Globo, Daniel Filho assumia o cargo de diretor geral das novelas e buscava modernizá-las, assim como suas trilhas, que até então eram colocadas pelos próprios sonoplastas, em geral música clássica, sem critérios de seleção. Na gravadora Philips, André Midani, que já tinha trabalhado como diretor da Capitol no México, onde as trilhas feitas especialmente para os folhetins faziam enorme sucesso, intuiu: se lá é assim, imagina aqui no Brasil, com toda a força da música brasileira e das novelas da TV Globo. Midani e o jovem letrista e produtor Nelson Motta ofereceram à emissora a produção das trilhas com artistas do cast da Philips, que venderia os discos enquanto a emissora usava seu canhão de divulgação. Assim foram produzidas: “Véu de noiva”, “Verão vermelho”, “Pigmalião 70”, “Irmãos coragem”, “Assim na terra como no céu” e “A próxima atração”.

O sucesso nas vendas, que passavam ou beiravam as cem mil cópias, uma enormidade para a época, levaram a Globo a abrir sua própria gravadora. A inspiração para o nome veio de um programa da TV Globo na época, Som Livre Exportação, que reunia jovens cantores, compositores e instrumentistas brasileiros. Assim, nascia a Som Livre, gravadora que celebra em 2009 quatro décadas de uma trajetória repleta de trilhas sonoras e artistas que marcaram, marcam e continuarão marcando a história da música no Brasil.




Há 50 anos surgia o Grammy

Pouca gente hoje consegue conceber viver sem o velho e bom rock and roll, mas há 50 anos, o ritmo ainda era motivo de preocupação na indústria fonográfica e dividia opiniões, geralmente apaixonadas, dos amantes de música. Isso porque por um lado era um belo gerador de receita com discos e mais discos sendo vendidos diariamente, mas por outro era considerada música de segunda linha. Assim, em 1958, um grupo de produtores de música resolveu criar o Gramophone Awards, cujo intuito era premiar estilos de música de primeira qualidade e obviamente o rock não se encaixava.

Em 04 de maio de 1959, no salão de bailes do luxuosíssimo Beverly Hills hotel, ocorreu a primeira premiação do que hoje é conhecido como Grammy, com 28 categorias e nenhum cantor de rock (os Everly Brothers de Bye bye love, Wake up little Suzie e Crying in the rain levaram uma estatueta de melhor country music como exceção). Nessa noite histórica, Domenico Modugno bateu Frank Sinatra e Peggy Lee (de Fever) com sua terrível Volare e levou os prêmios de gravação e canção do ano. Os prêmios de melhor performance vocal, masculina e feminina, foram para Perry Como e Ella Fitzgerald, respectivamente.

O primeiro artista de rock a levar um Grammy foi Chubby Checker em 1961, especialmente pelo sucesso de Let's twist again, mas foi somente em 1967 que os críticos incluíram um disco de rock na categoria de melhor do ano (foi Sargent Pepper's Lonely Hearts Club Band, dos Beatles, obra inquestionável).

Assim como o Oscar, o Grammy cometeu grandes injustiças, como por exemplo, nunca premiar grandes nomes como Creedence Clearwater Revival, Jimmy Hendrix, Led Zeppelin, The Who, Queen, Neil Young, Janis Joplin, Grateful Dead, Diana Ross, Sam Cooke, Fats Domino, entre outros, e ter desprezado artistas revolucionários como Bob Dylan quando ele estava no auge de sua carreira e fazia mudanças radicais na folk music americana (ele só foi ganhar um em 1972).

Já ouviu falar em Georg Solti? Pois bem, o maestro húngaro radicado nos Estados Unidos é o maior ganhador do Grammy com 31 prêmios, seguido de Quincy Jones, o decano da música americana, com 27 estatuetas, apesar dele também deter o maior número de indicações, 79. A cantora e violinista country americana, Alison Kraus, é a mulher com mais prêmios (26), o U2 é o grupo mais laureado (22) - mesmo que Bono tenha atacado a premiação no começo de sua carreira, chamando-a de Granny Awards (Prêmios das Vovós, pelo conservadorismo dos jurados).

Já nos recordes bizarros, o Toto levou estatuetas em todas as seis categorias que concorreu em 1983, enquanto Michael Jackson e Carlos Santana são os artistas solo masculinos que mais levaram prêmios numa mesma noite (oito cada um), o primeiro em 1984 e o segundo em 2000. Já, entre as mulheres, o recorde de seis estatuetas na mesma premiação é detido por Lauryn Hill em 1999, Alicia Keys em 2002, Norah Jones em 2003, Beyoncé em 2004, Amy Winehouse em 2008 e Alison Kraus em 2009.

Christopher Cross é o único artista a receber os quatro grandes prêmios em uma mesma noite, em 1981: Gravação do Ano (Sailing), Álbum do Ano (Christopher Cross), Canção do Ano (Sailing) e Revelação. Depois disso, sumiu. Já Brian McKnight detém a pior marca para um artista, pois concorreu dezesseis vezes e nunca levou nenhum prêmio.

O último Grammy aconteceu em 08 de fevereiro no Staples Center em Los Angeles e possuía 110 categorias divididas em estilos de música diversos, de rock a polka, de clássicos a música infantil, passando por reggae, rap, jazz, blues, R&B, latino e muito mais.

NOVELAS

Murilo Rosa em "Caminho das Índias"

Ator será Dr. Lucas, médico que opera o filho de Duda sem autorização dela

Murilo Rosa vai integrar o elenco da novela "Caminho das Índias", da Globo. O ator gravou na última quinta-feira (21/5), sua primeira cena como Dr. Lucas, o médico que vai salvar a vida do filho de Duda (Tânia Kalil).
O bebê sofre de uma obstrução e tudo o que ele ingere fica retido no estômago. Dr. Lucas pede para que o bebê seja internado às pressas, mas a mãe do menino, insegura, duvida de seu diagnóstico e tenta impedi-lo.
Decidido a cuidar do bebê, o médico ignora os comentários de Duda e o leva para a sala de cirurgia, salvando a vida do menino. A primeira cena de Murilo Rosa na novela deve ser exibida na próxima nesta segunda-feira (25/5).




Globo vai regravar no México folhetim de Gilberto Braga

Novela será a primeira coprodução da Globo com a rede mexicana TV Azteca


"Louco Amor", novela de Gilberto Braga exibida em 1983, será a primeira coprodução da Globo com a rede mexicana TV Azteca. O anúncio será feito nesta quinta-feira, na L.A. Screenings, feira de televisão em Los Angeles (Estados Unidos), voltada para o lançamento de seriados americanos. A parceria da Globo com a Azteca, a segunda rede do México, será nos mesmos moldes da firmada no ano passado com a Telemundo, cadeia hispânica nos EUA, que resulturá em um remake de "O Clone" (2001), previsto para ir ao ar em 2010.
A Globo fornecerá textos e consultoria. Ambas serão sócias, de acordo com a participação de cada uma nos custos de produção. A rede mexicana ficará encarregada de adaptar o texto, escalar elenco e liderar todo o processo de produção. A novela começará a ser produzida no segundo semestre. Será toda gravada no México, com atores do país. Também deve ser exibida em 2010.
"Louco Amor" é um típico folhetim, o que explica a preferência dos mexicanos. No original, Tereza Rachel se destacou no papel da vilã Renata Dumont. Ela fez de tudo para impedir que a filha, Patrícia (Bruna Lombardi), se casasse com Luís Carlos (Fábio Jr.), filho da empregada da família. Renata mandou Patrícia para a Europa e Luís se apaixonou por Cláudia (Glória Pires). Outro ponto alto da novela foi José Lewgoy, que fazia um milionário esclerosado. Seu bordão, "E eu não sei, Gonçalo?", dirigido ao mordomo, fez muito sucesso na época.





A inimiga de Maya

Cléo Pires diz que Surya, de "Caminho das Índias", "não vale nada"


A atriz Cléo Pires, 26, disse no programa "Mais Você", desta quinta-feira que Surya, sua personagem na novela "Caminho das Índias", e Amitabh, interpretado por Danton Mello, "não valem nada". O programa é comandado por Ana Maria Braga nas manhãs da Globo. "A gente [Surya e Amitabh] não vale nada. A gente se diverte tanto", contou Cléo, se referindo ao parceiro de cena Danton Mello, que faz seu marido na trama das 21h.
Surya é a primeira vilã da carreira de Cléo, marcada por mocinhas. "É tão gostoso [fazer uma personagem má]. É sempre um desafio", declarou Cléo à apresentadora. A atriz, que é filha de Glória Pires e do cantor Fábio Júnior, ainda contou que não sabia muito sobre a personagem quando aceitou participar da novela de Glória Perez.
Segundo ela, o convite surgiu quando terminava de gravar a novela das 18h, "Ciranda de Pedra". "Ainda não tinha uma sinopse grande para ela. Falaram que ela ia infernizar a vida da Maya [interpretada por Juliana Paes]. Achei que ia ser engraçado, que ia ser divertido. Não sabia que ela ia ser má", explicou. Cléo, que está atualmente solteira, ainda disse que Surya ainda não fez "nada muito sério" contra Maya, "só besteirinhas".

Sobre os rumos da personagem, ela enumerou alguns acontecimentos possíveis. "Já ouvi falar que a Surya vai tomar surra, e que a Surya vai querer fazer mal paro mal o bebê da Maya." Questionada sobre sua relação com o pai, Cléo simplesmente disse que "é boa" e que ainda não conheceu seu irmão Zaion, de dois meses, fruto do relacionamento de Fábio Júnior com Mari Alexandre. "Ainda não tive tempo", esclareceu.
Além da novela, Cléo também divide seu tempo com as gravações do longa-metragem "Lula, o Filho do Brasil", em que interpreta a primeira mulher de Lula. A estreia da atriz aconteceu aos 11 anos na minissérie "Memorial de Maria Moura", mas a carreira só deslanchou mesmo no filme "Benjamim", de Monique Gardenberg, em que também contracena com Danton Mello. "Ele foi meu primeiro par romântico." "Na verdade, tudo isso só está acontecendo por causa da Monique. A Monique cismou comigo. Eu não acreditava que podia fazer um filme", revelou.




Taís Araújo e “Viver a vida”

Atriz diz que ser protagonista da novela das 21h é "função social"

A atriz Taís Araújo, 30, disse que viver o papel da protagonista da próxima novela das 21h é uma "função social". Araújo vai interpretar a próxima Helena do autor Manoel Carlos em "Viver a Vida", que substituirá "Caminho das Índias" em setembro. Ela será a primeira atriz negra a protagonizar uma novela das 21h, um dos horários mais prestigiados da TV.

"É uma 'responsa'. O peso que tem, a função social é enorme de colocar uma protagonista negra em uma novela das 21h", disse em entrevista ao "Vídeo Show". A personagem de Araújo é uma ex-modelo que tem um romance com um homem mais velho, vivido por José Mayer.
Segundo o autor, ele já queria Araújo no papel, mas haviam lhe dito na época que ela se encontrava na França, onde ficaria por seis meses. No entanto, coincidentemente, a atriz estava no Rio de Janeiro para fazer um trabalho e, naquela ocasião, recebeu um telefonema de Manoel Carlos, que a convidou para ser a protagonista de "Viver a Vida". Esta será a terceira novela que tem Araújo no papel principal. As outras foram em "Xica da Silva", da extinta Rede Manchete, e "Da Cor do Pecado", da Globo.



O avesso da Bíblia

Histórias de Jó e de Buda inspiram nova novela das seis, de João Emanuel Carneiro

A trama da próxima novela das seis da Globo, no ar a partir de setembro, será inspirada nas histórias de Jó e de Buda. Com o título provisório de "Pelo Avesso", a novela está sendo escrita por Thelma Guedes e Duca Rachid, sob supervisão de João Emanuel Carneiro. A direção será de Ricardo Waddington. O único nome confirmado no elenco é o de Paola de Oliveira. Ela será a vilã. Como no livro de Jó, do Antigo Testamento da Bíblia, o protagonista será um homem que perde todas as suas riquezas. E, como Buda, ele irá despertar e conhecer o verdadeiro mundo.
"É a história de um homem, Gustavo, que sofre uma humilhação muito grande quando criança, por ser muito pobre. Ele promete se tornar uma pessoa rica e nunca mais ser humilhado por ninguém. Ganha dinheiro a qualquer custo, se torna uma pessoa triste", conta Thelma Guedes, que dividiu com Duca Rachid a autoria do remake de "O Profeta" (2006), último grande sucesso das 18h. Segundo Thelma, Alcino, o melhor amigo de infância de Gustavo, descobre que tem uma grave doença e, antes de morrer, resolve ajudá-lo a voltar a ser feliz.
"Alcino arma para Gustavo perder tudo o que tem. De repente, Gustavo se vê em um deserto, sem dinheiro, sem ninguém. É até dado como morto. Mas Rose, a protagonista, uma faxineira, irá reapresentar o mundo para Gustavo", revela a autora. "Alcino representa Deus na história de Jó."



Record corta cenas de sexo de “Poder Paralelo”

Os cortes seriam feitos por pessoas ligadas à Igreja Universal, do mesmo dono da emissora


A Record está cortando imagens mais picantes das cenas de sexo da novela "Poder Paralelo", exibida após as 22h. A violência, no entanto, não têm passado pelo mesmo controle. A novela, escrita por Lauro César Muniz e dirigida por Ignacio Coqueiro, ambos ex-Globo, trata de mafiosos no Brasil. As cenas de sexo estão sendo cortadas após a gravação, à revelia do diretor. São editadas de forma a evitar que, durante o ato sexual, apareçam partes do corpo que não sejam os rostos ou algum detalhe dos atores. Carícias mais arrojadas são eliminadas. Tomadas que revelem um casal sobre a cama, coberto por lençóis, não vão ao ar.
Um exemplo de corte foi a cena em que Bruno (Marcelo Serrado) teve relações com Vânia (Bete Coelho). Os cortes seriam feitos por pessoas ligadas à Igreja Universal. Mas o controle tem vacilado com diálogos. Recentemente, um malicioso personagem de Antonio Abujamra sugeriu a outro que usasse azeite de Lesbos (Grécia) numa bruschetta.

OUT CE

A magia de Pilobus

Um das mais importantes companhias de dança norteamericanas, pioneira da dança acrobática, chega ao Brasil em maio para apresentações em seis capitais

Bailarinos que são também acrobatas ou vice-versa - corpos que se fundem a outros ou a materiais inusitados criando formas surpreendentes – tudo isso é uma marca da dança contemporânea, explorada por diversas companhias. Entre todas elas, ninguém o faz de forma tão original ou inovadora quanto o Pilobolus Dance Theatre, até porque, a companhia norteamericana, criada há 38 anos, foi a pioneira no estilo, a grande responsável por uma revolução no cenário da dança moderna.

A companhia chega ao Brasil em maio para surpreender e encantar o público brasileiro. Eles mostram aqui um programa que reúne cinco de suas principais coreografias, criadas em épocas diferentes da trajetória da companhia (a mais antiga data de 1973 e a mais nova é de 2008). Eles se apresentam nos dias 22, 23 e 24 de maio no Vivo Rio, no Rio de Janeiro; no dia 28 de maio no Teatro Cláudio Santoro, em Brasília; nos dias 30 e 31 de maio no Via Funchal, em São Paulo; no dia 03 de junho no Teatro Castro Alves, em Salvador; no dia 05 de junho no Teatro Guaira, em Curitiba; e nos dias 06 e 07 de junho no Porto Alegre Bourbon, em Porto Alegre, numa produção da Dell´Arte Soluções Culturais, com patrocínio da Bradesco Seguros e Previdência.

Fundada por Moses Pendleton (que mais tarde criaria também o Momix) e Jonatham Wolken, o Pilobolus foi o primeiro grupo moderno a juntar à dança técnicas de força física, improvisação cênica e muitos efeitos visuais e de luz, apresentando ao público coreografias abstratas muito diferentes dos então padrões tradicionais da dança. Em 2007 tiveram uma de suas maiores consagrações: foram convidados para se apresentar na cerimônia do Oscar, vista por mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo, apresentando os filmes indicados ao prêmio principal.

A turnê brasileira do Pilobolus marca a estréia da Série de Dança realizada anuamente pela Dell’Arte Soluções Culturais, que tem marcado a cena cultural brasileira com a realização de grandes espetáculos de música clássica, óperas e balés. Em seus 27 anos de atividade, firmou-se como uma das principais empresas promotoras de evento da América Latina. A empresa apresenta hoje um dos mais sólidos e significativos portfólios de realizações artísticas da América do Sul, com estrelas do porte de Luciano Pavarotti, Jessye Norman, José Carreras, Plácido Domingo, Kiri Te Kanawa, Lorin Maazel, Daniel Baremboim, Simon Rattle, Kurt Mazur, Evgeny Kissin, Max Vengerov, Martha Argerich, Kirov Ballet, Ballet Bolshoi, Ballet da Ópera de Paris, New York City Ballet, New York Philharmonic Orchestra, Maurice Béjart, Antonio Gades, Sinfônica de Berlim, Filârmonica de Viena, MOMIX, Mitslav Rostropovich, Tereza Berganza, Monserrat Caballé, entre centenas de outras atrações.

O que é o Pilobolus


Pilobolus (cristalino) é um zigomiceta fototrópico — um fungo que adora o sol e que aparece nos currais e pastos. Ele cresce em um pedúnculo como uma pequena bexiga, pressurizada por alvéolos de seiva e encimado por um minúsculo chapéu preto cheio de esporos. Quando o tempo e o Pilobolus estão maduros, todo esse esporágio é expelido com força e os pequenos sacos de esporos podem ser atirados sobre uma vaca como palhaços lançados por um canhão. É relatado que a acelaração — de 0-45 mpg no primeiro mm de vôo — é a segunda mais rápida na natureza.
Pilobolus, o organismo artístico, germinou no solo fértil de uma sala de aula no Dartmouth College em 1971. O que emergiu foi um processo coreográfico colaborativo e um enfoque único de compartilhamento em uma parceria, que deu à jovem companhia um novo conjunto de habilidades não-tradicionais mais poderosas para criar coreografias. O grupo foi logo aclamado por sua surpreendente mistura de humor e invenção. Assim, o Pilobolus não tardou a tornar-se uma organização auto-suficiente, com seus membros coreografando, dançando, gerenciando e criando a publicidade de seus próprios programas.
O Pilobolus desenvolveu-se a partir desse coletivo de dança rumo a uma organização única nas artes norte-americanas, com três ramos principais de atividade: Pilobolus Dance Theatre, uma companhia itinerante integrada por sete pessoas; o Pilobolus Institute, um guarda-chuva para toda a programação educacional; e o Pilobolus Creative Services, uma estrutura administrativa que permite coordenar atividade criativa tanto com as organizações comerciais quanto artísticas fora da companhia.
Hoje, o Pilobolus é reconhecido como uma das principais companhias de dança americanas de prestígio internacional. Ele não abandonou, porém, seu ímpeto original. A companhia mantém um profundo esforço colaborativo com um diretor executivo, três diretores artísticos e sete bailarinos contribuindo para um dos mais populares e variados repertórios do gênero. Suas muitas décadas de consistente atividade artística colocam-se agora como um testamento da notável fecundidade e longevidade do grupo.
Todos os setores da companhia estão amarrados a esta missão: criar e manter uma organização artística dedicada à coreografia e à apresentação de obras de teatro dançado no mais elevado nível de imaginação e energia; e metodologia criativa para estimular, educar e expandir o público da dança através da inovação, colaboração e serviço público. O Pilobolus é uma corporação isenta de taxas, não-lucrativa, parcialmente mantida por fundos da Comissão de Cultura e Turismo de Connecticut e por um prêmio do National Endowment for the Arts, além de donativos. A Met Foundation é o patrocinador oficial das turnês do Pilobolus Dance Theatre.

Site oficial: www.pilobolus.org


SERVIÇO

Rio de Janeiro
Local: Vivo Rio
Datas: 22/05/2009 a 24/05/2009
Horários:
22/05/2009 (sexta-feira) às 21h
23/05/2009 (sábado) às 21h
24/05/2009 (domingo) às 17h
Preços:
Camarote A: R$ 150,00
Camarote B/Balcão: R$ 80,00
Frisas: R$ 50,00
Plateia VIP Premium: R$ 150,00
Plateia Auditório VIP: R$ 100,00
Plateia Superior 01: R$ 150,00
Plateia Superior 02: R$ 100,00
Plateia Superior 03: R$ 80,00
Vendas: VIVO RIO
Disque Dell`Arte: (021) 3235-8545 / 2568-8742
Abertura de vendas: já está aberta
Censura: 16 anos. Menores de 16 anos acompanhados de responsáveis.

Brasília
Local: Teatro Nacional Cláudio Santoro
Data: 28/05/2009 (quinta-feira)
Horário: 21h
Vendas: Teatro Nacional Claudio Santoro: Sala Villa Lobos
Disque: (061) 3325-6256/ 3325-6239
Abertura de vendas: a definir
Preço: R$ 140,00 (preço único)
Meia entrada: Estudante, Clube VIP, Doadores de alimentos (R$ 70,00)
Censura: Livre

São Paulo
Local: Via Funchal
Datas: 30/05/2009 e 31/05/2009
Horários:
30/05/2009 (sábado) às 21h
31/05/2009 (domingo) às 20h
Vendas: Via Funchal: Rua Funchal, 65 - Horário da bilheteria: das 12:00 às 22:00hs (de segunda à domingo) ou www.viafunchal.com.br
Abertura de vendas: 31/03/2009
Preços:
Plateia vip: R$ 150,00
Plateia 1: R$ 120,00
Plateia 2: R$ 90,00
Plateia 3: R$ 60,00
Plateia lateral: R$ 40,00
Camarote: R$ 150,00
Mezanino: R$ 120,00
Mezanino lateral: R$ 80,00
Censura: Livre

Salvador
Local: Teatro Castro Alves
Data: 03/06/2009 (quarta-feira)
Horário: 21hs
Vendas: Teatro Castro Alves: (071) 3339-8014
SAC Shopping Barra: (071) 3264-5955
Abertura de vendas: 18/05/2009
Preços:
Setor A: R$ 100,00
Setor B: R$ 80,00
Setor C: R$ 60,00
Censura: 12 anos. Menores de 12 anos somente acompanhados dos responsáveis.

Curitiba
Local: Teatro Guaíra
Data: 05/06/2009 (sexta-feira)
Horário: 21h
Vendas: Teatro Guaíra: (041) 3304-7900/7982
DiskIngressos (041) 3315-0808
Abertura de vendas: a definir
Preços:
Plateia: R$ 120,00
Primeiro Balcão: R$ 100,00
Segundo Balcão: R$ 60,00
Censura: Livre

Porto Alegre
Local: Teatro Bourbon
Datas: 06/06/2009 e 07/06/2009
Horários:
06/06/2009 (sábado) às 21h
07/06/2009 (domingo) às 18h
Vendas: Teatro do Bourbon Country
Bourbon Country / 2º piso (segunda a sábado 10h às 22h) e Tele-entregra Opus: (051) 8401-0555 (segunda a sexta 9h às 19h)
Abertura de vendas: a definir
Preços:
Plateia Baixa: R$ 100,00
Camarote: R$ 150,00
Plateia Alta: R$ 80,00
Mezanino: R$ 80,00
Galeria: R$ 60,00
Censura: Livre

PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Programe-se para visitar os museus

De 17 até 23 de maio de 2009, a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará realiza atividades nos seis museus do Estado como ação integrada à 7ª Semana Nacional de Museus do Instituto Nacional de Patrimônio Histórico e Artístico. Em Fortaleza, o Museu da Imagem e do Som (MIS), o Museu de Arte Contemporânea (MAC), o Museu do Ceará, o Sobrado Dr. José Lourenço e o Memorial da Cultura Cearense e, em Aquiraz, o Museu Sacro São José de Ribamar abrem as portas com visitação gratuita e diversa programação que passeia pelo tema “Museus e turismo”.



SISTEMA ESTADUAL DE MUSEUS DO CEARÁ – SEM/CE

SEMANA NACIONAL DE MUSEUS - 2009

TEMA: MUSEUS E TURISMO

PROGRAMAÇÕES DOS MUSEUS CEARENSES

DATA: 17 A 23 DE MAIO

PROGRAMAÇÃO DOS MUSEUS CEARENSES

MUNICÍPIO: SOBRAL

MUSEU DOM JOSÉ

ENDEREÇO: Av. Dom José, 878 - Centro

DATA: 19 A 24 DE MAIO

Dia 19/05 – Terça-feira

8h

Mostra Áudio-visual
Patrimônio Histórico de Sobral
Acervo do Museu Dom José
Visita à Exposição de Arte-Sacra

Maio Mulher: As Diversas Invocações de Nossa Senhora


9h

Oficina Pedagógica de Paleontologia

Descobrindo a Pré-História
Grupo de artes cênicas do Museu Dom José (alunos da UVA).

Coordenação: Profª Somália Viana e Rebeca Viana


14h

Oficina Pedagógica

O Museu no Olhar da Criança - atividades de pintura e de textos sobre o acervo visitado. Coordenado pela Assessoria Pedagógica do Museu Dom José.

Dia 20/05 - Quarta-feira:
8h

Percurso aos Museus de Sobral: Museu Dom José, Museu do Eclipse, Museu MADI, Memorial da Educação Superior de Sobral (MESS), Museu de Geologia (CCH-UVA). Visita gratuita.

14h

Oficina Pedagógica de Paleontologia -

Descobrindo a Pré-História

Dia 21/05 - Quinta-feira:
9h às 11h e 15h às 17h

Um Dia de Poesia no Museu - apresentação de cantadores e repentistas com poesia regional em homenagem aos 100 anos de Patativa do Assaré. Visita gratuita.

Dia 22/05 - Sexta-feira
8h

Museu Itinerante (Guaraciaba do Norte, Itapajé e Santana do Acaraú) - Mostra Visual do acervo do Museu Dom José, com palestra sobre museologia.

14h

Museu de Portas Abertas - Visita gratuita de grupos de pessoas portadoras de necessidades especiais

Dia 23/05 e 24/05 - Sábado e Domingo
8h às 12h

Museu de Portas Abertas - Visitação Gratuita

INFORMAÇÕES: (88)3611-3525

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MUNICÍPIO: TAUÁ

MUSEU REGIONAL DOS INHAMUNS

ENDEREÇO: Praça Duque de Caxias s/n, bairro Luís Antônio

Dia 17/05

8:00hs

Exposição itinerante

Paleontologia e arqueologia dos Inhamuns

Abertura da Exposição acontecerá na Escola de Ensino Fundamental Tereza Aragão Serra, permanecendo pelo período de uma semana, até o dia 23/05. Depois circulará pelas seguintes escolas do município: Tereza Aragão Serra, Betesta, Jorge Massilon Cavalcante, Júlio Rego, Joaquim Pimenta, Maria Mota Lima, Maria do Livramento, Cantinho do Saber e Dondon Feitosa.

INFORMAÇÕES: 88 3437--2115

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MUNICÍPIO: FORTALEZA

INSTITUIÇÕES: ASSOCIAÇÃO DE MORADORES DO TITANZINHO, REISADO NOSSA SENHORA DAS DORES E PROJETO HISTORIANDO

Dia 16/05, sábado

Dia Mundial de contação de histórias de vida

Neste dia se realizarão em todo mundo várias atividades relacionadas à contação de histórias de vida. Em Fortaleza, o Projeto Historiando e a Associação de Moradores do Titanzinho realizarão uma atividade conjunta que vai se desenrolar entre as duas comunidades em três momentos. O primeiro momento será uma visita de crianças e adolescentes da comunidade do Mercado Velho ao Serviluz, para trocas de experiências de histórias de vida. No dia 16, os grupos farão entrevistas com guardiões da memória de suas comunidades. Num momento posterior, os dois grupos se encontrarão no Museu do Ceará para compartilhar as experiências de pesquisa com idosos de suas comunidades, conversando sobre as histórias de vida e comunitárias.

Locais: comunidades do Mercado Velho (Centro) e Serviluz (Mucuripe)

INFORMAÇÕES: 8781-9178 (Alexandre Gomes) e 9657-0212 (André Aguiar)

SOBRADO DR. JOSÉ LOURENÇO

Dia 16/05, sábado

Das 10 às 12h

Dia Mundial de contação de histórias de vida

Contação de Histórias de Vida: “Memórias Afetivas do Sobrado Dr. José Lourenço”

Dia 23/05, sábado

10h às 17h

Evento: VISITA MEDIADA às exposições

SALA DE JEJUM, Milena Travassos e,

RETRATO DE UM MUNDO ÀS AVESSAS, Carlito.

10h às 12h

Palestra: Ecomuseu: quando a comunidade, o turista e o museu se encontram.

Palestrante: Ricardo Gomes Lima, mestre em História da Arte / Antropologia da Arte. Doutor em Antropologia Social. Pesquisador do Centro Nacional de Folclore e Cultura Popular / IPHAN / MinC. Professor Adjunto do Instituto de Artes e do Programa de Pós-Graduação em Arte da Universidade do Estado do Rio de Janeiro.

Local: Auditório do Sobrado Dr. José Lourenço

Das 14h às 18h

ENCONTRO COM EDUCADORES, edição especial com os Guias de Turismo de Fortaleza

Local: Auditório do Sobrado Dr. José Lourenço

INFORMAÇÕES: 3101-8826 ou 3101-8827

CENTRO DRAGÃO DO MAR DE ARTE E CULTURA

MEMORIAL DA CULTURA CEARENSE

MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA

20 e 21/05, quarta e quinta-feira

Seminário Internacional Museu – Patrimônio de todos

Local: auditório do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura

20/05

Manhã

9:00h

Abertura: Auto Filho (Secretário da Cultura do Estado do Ceará), Maninha Morais (Presidente do Instituto de Arte e Cultura do Ceará)

9:30h

Palestra: Políticas de Cultura no Ceará – Trajetória e Perspectivas (Prof. Dr. Alexandre Barbalho – Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade - UECE)

10:00h

Mesa redonda: Museus, Turismo e Política Cultural - Josenira Pedrosa (Secretaria de Turismo de Fortaleza – SETFOR), Representante da Secretaria de Turismo do Estado – SETUR, Efigênia Ripardo(Sindicato de Guias do Turismo - SINDEGTUR), Cristina Holanda(Sistema Estadual de Museus do Ceará), Olga Paiva (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). Coordenação: Valéria Laena (Diretoria dos Museus do CDMAC)

Tarde

14:00h

Mesa redonda: Experiências museológicas de turismo cultural e de patrimonialização da cultura e – Valéria Laena (Diretoria dos Museus do CDMAC), José Guedes(Museu de Arte Contemporânea-CDMAC), Rusty Sá Barretos (Museu Natural do Mangue), Nádia Almeida (Eco Museu de Maranguape), Gerson Linhares (SINDEGTUR)

Coordenação de mesa redonda: Márcia Moreno (Memorial da Cultura Cearense-CDMAC)

17:00h

Painel com apresentação do curso Museus: Patrimônio de todos, capacitação trimestral oferecida pelo CDMAC aos guias de turismo – Márcia Moreno (Memorial da Cultura Cearense - CDMAC)

18:00h

Lançamento do livro Moradas da Memória: uma história social da casa-museu Gilberto Freyre, publicação DEMU- IPHAN – autor: Rodrigo Ribeiro;

Lançamento da revista “O Público e o Privado”, dossiê Patrimônio cultural e política públicas (Mestrado Acadêmico em Políticas Públicas e Sociedade-UECE, nº12 , julho/dezembro de 2008)

Dia 21/05

Manhã

9:00h

Conferência: Museu a céu aberto: de bairro operário a museu – transformando a cidade (Alain Chénevez – diretor do Museu Tony Garnier - Lyon/França)

10:00h

Mesa redonda: A cidade e a cultura local: o turista diante de um conjunto integrado - Fausto Nilo(arquiteto), Paulo Linhares(UFC, TV O Povo), José Borzachiello da Silva(UFC), Thereza Neumann (Mov. dos Amigos do Centro da Cidade), Régis Lopes(UFC) Coordenação: Kadma Marques (UECE)

Tarde

14:00h

Mesa redonda: A trajetória acadêmica do turismólogo: mercado e prática profissional em questão. José Solon Sales e Silva (CEFET), Cristiane Abreu(UNIFOR), Efigênia Ripardo (SINDEGTUR). Coordenação: Fábio Perdigão (UECE)

17h00

Grupo de trabalho - elaboração de documento com contribuições do Seminário para a compreensão / transformação das relações museus e turismo local.

Coordenação de GT: Eliane Azel(MCC), Valéria Américo (MACC), Simone Barreto(MACC), Vanessa Ponte(MCC), Vicente Barroso(MCC)

Outras atividades

Visitas especializadas dirigidas a profissionais da área de turismo – 16 a 23 de maio

Visitação gratuita aos museus do CDMAC – 16 a 23 de maio

INFORMAÇÕES: 3488-8621 ou 3488-8611


IMOPEC – INSTITUTO DA MEMÓRIA DO POVO CEARENSE

MUSEU DO CEARÁ

SISTEMA ESTADUAL DE MUSEUS DO CEARÁ (SEM/CE)

Dias 15, 16 e 17/05, sexta-feira, sábado e domingo

Seminário Emergência étnica: índios, negros e quilombolas construindo seus lugares de memória no Ceará

Local: CEU – Condomínio Espiritual Uirapuru

Programação

Dia 15/5, sexta-feira

14:00h

Mesa de abertura do evento: SECULT, SETUR, IMOPEC, Museu do Ceará.

15:00h

A experiência comunitária de museus afro e indígenas. Apresentação de estudos de caso no Brasil.

1)Museu Sacaca, Amapá (experiência com quilombolas). Profa. Ms Elane Carneiro de Albuquerque

2)Museus indígenas no Brasil. Prof. Dr. José Ribamar Bessa Freire (UNIRIO)

3)Museu Afro-Brasileiro de Salvador. Prof. Dr.. Marcelo Cunha (UFBA)

Dia 16/5, sábado

8:00h

Apresentação dos diagnósticos participativos realizados em comunidades indígenas no Ceará. Escola Maria Venâncio (Tremembé, Itarema), Memorial Cacique Perna de Pau (Tapeba, Caucaia) e Centro Cultural Pitaguary (Pitaguary, Maracanaú). Museu Kanindé Cacique Sotero (Kanindé, Aratuba), Abanaroca (Casa de Apoio ao índio Potiguara, Gavião, Tubiba-tapuia e Tabajara), Oca da Memória (Tabajara e Kalabaça). Mediadores: Alexandre Gomes e João Paulo Vieira (Museu do Ceará/Projeto Historiando)

10:30h

Apresentação da metodologia dos Grupos de Trabalho – GT. Divisão em 3 GT's específicos (índios, negros, quilombolas).

14:00h

Palestra. A experiência da TUCUM – Rede Cearense de Turismo Comunitário. Vanessa Lima (Geógrafa / Membro do Instituto Terramar e Mestranda pelo PRODEMA-UFC)

15:30h

Debate nos grupos de trabalho específicos (negros, índios e quilombolas)

18:00

Mesa-redonda com Alex Ratts (antropólogo, UFGO), Estevão Palitot (antropólogo, Museu Nacional), Cristina Holanda (historiadora, Museu do Ceará). Apresentação dos livros “Na mata do sabiá: novas contribuições sobre os indígenas no Ceará” (org.: Estevão Palitot), “Negros no Ceará: história, memória e etnicidade” (vários autores) e “Traços étnicos: espacialidade e culturas negra e indígena” (Alex Ratts). Lançamento das três publicações.

Dia 17/5, domingo

8:00

Plenária dos grupos de trabalhos específicos (negros, índios e quilombolas): Deliberação de propostas de cada GT – índios, negros e quilombolas.

10:30

Plenária Geral para a produção do documento “Proposta de construção dos museus/memoriais étnicos do Ceará”

INFORMAÇÕES: 3101-2610 ou 3101-2609


MUSEU DE ARTE DA UFC - MAUC

ENDEREÇO: Av. da Universidade, 2854, Benfica

Dia 18/05, segunda-feira

19:00hs

Abertura da sala "Cultura Popular: Xilogravura, Cerâmica e Madeira”.

Apoio: DEMU/IPHAN - Edital Modernização de Museus / 2008.


19:30h

Lançamento do livro "Mémórias das Xilogravuras", do Prof. Gilmar de Carvalho.

Dias 18, 19, 20,21 e 22/05

08:30 e 10:00 / 14:30 e 16:00h

Visita guiada à Sala "Cultura Popular" (agendamento prévio para grupos e escolas)

INFORMAÇÕES: 3366-7481


MUSEU NATURAL DO MANGUE

ENDEREÇO: Rua professor Valdevino, 58, Sabiaguaba

Dias 17 a 23/05:
Atividades de trilhas ecológicas no manguezal,

Visita guiada ao Museu do Mangue, em Sabiaguaba
Expedições de canoagem no rio Cocó, com coleta de lixo no mangue
oficina de reciclagem: Confecção de caranguejos de garrafas PET
Museu do Mangue móvel (Museu itinerante no calçadão da Praia de Iracema)
Massoterapia com banho de argila

INFORMAÇÕES: Rusty Castro – 8749-5286


CENTRO DE DOCUMENTAÇÃO E PESQUISA DO TRANSPORTE DO CEARÁ

ENDEREÇO: Av. Dom Luiz, 880, edifício Top Central, salas 905 a 908

Dia 22/05

09:00 às 12:00hs

Mesa-redonda: CIDADE, MUSEU e TURISMO (profissionais do NEHSC, UECE e Unifor)

Local: Sest Senat Fortaleza (Rua Dona Leopoldina, 1.050 – Centro – Fortaleza)

INFORMAÇÕES: (85) 3252-2624










MUSEU DA IMAGEM E DO SOM DO CEARÁ - MIS
ENDEREÇO: Av. Barão de Studart, 410


O MISturas Culturais receberá, na Semana Nacional de Museus 2009, o Seminário “Rede de Educadores em Museus do Ceará: experiências e reflexões”

13h

Mesa de Abertura

Coordenação da REM-CE, Diretor do Museu da Imagem e do Som

Rede de Educadores em Museus: experiências nacional e local

Ozias Soares, representante da REM-RJ e Coordenadores da REM-CE

15h

Mesa de Comunicações

Coordenadora: Mariana Ratts

Núbia Agustinha Carvalho Santos (Retalhos de Brodósqui: o lugar do Brinquedo e da brincadeira na obra de Cândido Portinari)

Carolina Vieira do Nascimento (Construção do ensino de arte nas tecnologias contemporâneas)

Aterlane Martins (Ação Educativa no Sobrado Dr. José Lourenço: um projeto em construção)

Alexandre Gomes (O Museu do Ceará enquanto espaço de qualificação profissional)

18h

Mesa – redonda

Tema: Museus: espaços de pesquisa e educação

Coordenadora: Carolina Ruoso

Participantes: Luciana Rodrigues (Sobrado Dr. José Lourenço), Marcos Passos (Sobrado Dr. José Lourenço), Simone Barreto (MAC – CE), Waléria Américo (MAC-CE)

19h

Coquetel de Abertura




GALERIA ANTÔNIO BANDEIRA - SECULTFOR

ENDEREÇO: Centro de Referência do Professor – Rua Conde D'eu s/n

Dia 21/05

19hs às 22hs

Mesa Redonda: Salão de Abril como história da Arte e da Cidade – 60 anos do Salão de Abril

Público alvo: Artistas, estudantes de artes, historiadores, estudantes de história, turismólogos, estudantes de turismo, guias de turismo e público em geral.

Local: Vila das Artes (Rua 24 de maio 1221, Centro)

INFORMAÇÕES: 325214-44

Dias 18 a 22/05

8hs às 12hs e 14hs às 18hs

Curso: Museus e Turismo Cultural

Local: Galeria Antônio Bandeira e visita aos Museus do Centro da Cidade

Público-alvo: taxistas

Inscrições: De 4 a 8 de maio

INFORMAÇÕES: 3105-1358

CASA JOSE DE ALENCAR - UFC

ENDEREÇO: Av. Washington Soares, 6055, Messejana

Dia 18/05

10 às 12hs

PALESTRA : Museus e Turismo, com Manuelina Duarte Cândido.

INFORMAÇÕES: 3276-2379

MUSEU: MEMORIAL DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO

ENDEREÇO: Rua Vicente Leite, 1281, Anexo II, 4º Andar

Dia 19

SEMINÁRIO: Memória, Patrimônio e Sociedade

13:30h - Abertura da Semana – Presidente do TRT7

14h – Apresentação de Vídeo do Memorial

14:15h – Palestra – A implantação do Memorial do TRT7

15:15h – Intervalo

15:30h – Palestra – Museu e as novas tecnologias da informação

16:45h – Visita Guiada ao Memorial

SEÇÃO VÍDEO COMENTADO

Tema: Direito, Trabalho e Cidadania

Dia 21

Novas tecnologias x Trabalhador

14h – Mostra de filme

14:40h - Debate sobre o tema com palestrantes convidados

16h – Visita guiada ao Memorial TRT

Dia 22

Assédio moral

14h – Mostra de filme

14:40h - Debate sobre o tema com palestrantes convidados

16:00h – Visita guiada ao Memorial TRT7

EXPOSIÇÃO CONTE SUA HISTÓRIA

Mostra de objetos, imagens e momentos vivenciados pelos servidores inativos do TRT

Horário - 8h às 17h00 - aberta para visitação pública
Local: Pátio interno da Casa Branca (Av. Santos Dumont, 3384, Aldeota)

INFORMAÇÕES: 3266-9400 / 3266-9300


MUNICÍPIO: JUAZEIRO DO NORTE

CENTRO CULTURAL BNB - CBNB-Cariri/Juazeiro do Norte-CE


Dia 21, quinta

18h

TRADIÇÃO CULTURAL


Dia 23, sábado

16h

PASSEIO CULTURAL

O Programa Passeio Cultural é uma iniciativa de mostrar às crianças (com acompanhante), lugares do Cariri através da ótica cultural. O percurso será feito de ônibus.

INFORMAÇÕES: 88 3512-2855


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MUNICÍPIO: BATURITÉ


MUSEU COMENDADOR ANANIAS ARRUDA

ENDEREÇO: Av. 7 de setembro, 1097


Dia 19, 20 e 21 de maio

13:30

Visita guiada de estudantes de Escola Secundaria de Baturité ao Museu Comendador Ananias Arruda

Palestra: “A vida e obra do Comendador Ananias Arruda”


INFORMAÇÕES: Raimundo Luíz - 85 9991-1819


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MUNICÍPIO: AQUIRAZ

MUSEU SACRO SÃO JOSÉ DE RIBAMAR


Dia19/05, terça-feira

8:00h

PALESTRA: Música Sacra

Palestrante: Geraldo Frencken


14:00h

PALESTRA: Conversando sobre arte sacra

Palestrante: Frederico Barros


Dia 20/05, quarta-feira

09:00h às 12:00h e 14:00h às 17:00h

Visita guiada de 50 alunos da sede (25 manhã e 25 tarde)

Concurso de desenhos e redações

Os alunos farão um desenho e uma redação (máximo 10 linhas) relacionados ao Museu. Os três melhores trabalhos serão premiados com um CELULAR e publicados em CARTÃO POSTAL.

INFORMAÇÕES: 3101-2818



MUNICÍPIO: REDENÇÃO


MUSEU HISTÓRICO E MEMORIAL DA LIBERDADE

ENDEREÇO: Rua Marechal Deodoro, 5, Centro


Dia 18/05

Apresentação das novas peças do acervo do museu


Dia 18 a 23/05

Exposição Biografias. Personalidades locais de destaque;

Exposição de fotografias da cidade de Redenção. Olhares diversos sobre a cidade;

Mostra de cinema de arte;


Dias 18 a 20/05

Oficina de criação de fanzines literários e culturais;


Dia 19/05

Encontro: “Potencializando o turismo cultural através do Museu Histórico e Memorial da Liberdade”;


Dias 21 e 22/05

A importância histórica do pioneirismos da cidade na libertação dos escravos e agenda turística;


Dia 22/05

Visita guiada para crianças até 12 anos, incluindo atividades lúdicas e cognitivas;


Dia 23/05

Apresentação do grupo folclórico 25 de março;

Discussão acerca dos novos desafios da preservação da história local com a chegada da UNILAB.


INFORMAÇÕES: 3332-1436 / 3332-1468




MUNICÍPIO: QUIXADÁ

Museu Histórico Jacinto de Sousa

ENDEREÇO: Rua Autran Moreno, 202, Centro


Dia 19/05

8h. – Abertura da exposição “Quixadá e Sua Pluralidade Cultural”

9h. às 17h. – Visitação


Dia 20/05

8h. – Mesa Redonda - “Turismo: Importância e Cuidados”

13h. às 17h. – Visita Guiada


Dia 21/05

9h. às 17h. – Exibição de Vídeos: “O Vale dos Bichos de Pedra” e “Os Profetas da Chuva”


Dia 22/05

9h. às 17h. – Visita Guiada: Conhecendo o inventário do acervo museológico


Dia 23/05, sábado

8h. às 12h. – Visita Guiada: Conhecendo o inventário do acervo museológico


INFORMAÇÕES: 88 3414-5942

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MUNICÍPIO: PACATUBA

MUSEU DE PACATUBA

ENDEREÇO: Rua Major Crisanto de Almeida, 339, Centro


Dia 18

9h

Solenidade de abertura

Local: em frente a FUNTEC


15h

Exibição de filmes

Local: Teatro municipal


Dia 19

8h

City tour pela parte histórica do município

14h.: visitas guiadas no Museu de Pacatuba

16h.: visitas guiadas no Portal do Turismo – Centro de Artesanato e Cultura


Dia 20

9hs

Palestra: história da arte e arquitetura dos prédios históricos

15hs.: oficina de arte

Público-alvo: Professores e alunos do município

Local: Teatro Municipal


Dia 21

9hs

Palestra sobre a memória e história do município

15hs.: Oficina de arte

Local: Teatro municipal


Dia 22

8hs

Visitas guiadas aos parques municipais (Parque das Andréas, Apoena Eko Parque)

14hs.: Debate: O Museu como Ferramenta de Aprendizagem

Local: Teatro Municipal


Dia 23

9hs.: exibição de filmes

14hs.: Encerramento do Evento com a Apresentação cultural de Toré, com índios Pitaguary

Local: Teatro Municipal


INFORMAÇÕES: 3345-2317 ou www.pacatuba.ce.gov.br



MUNICÍPIO: INDEPENDÊNCIA

Museu Maria Adélia de Saboya

ENDEREÇO: Rua vereador Joaquim Mota, 73, Centro


Dia 17/05

Excursão a Fazenda Floresta do Senhor Pires e a Casa de Pedra da Caetana (localidade de Jardim)

Público Alvo: Professores e alunos do 3º ano do Ensino Médio das escolas públicas.


De 18 a 21

“Museu nas escolas”

Público Alvo: Alunos das Escolas Públicas no horário do recreio.


Dia 23

Encerramento da Semana de Museus com exposição de fotos antigas da cidade

Público Alvo: Comunidade em geral.


INFORMAÇÕES: 88 3675-1044

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MUNICÍPIO: CARIRÉ

MUSEU EUCLIDES RUFINO RODRIGUES

ENDEREÇO: Rua Belarmina Rodrigues, s/n


Dia 17

Apresentação de Reisado em homenagem ao Fundador do Museu


Dia 18
Palestra: A Origem do Museu

Palestra: Museu – passado e futuro

Visita guiada para estudantes da rede pública de ensino


Dia 19

Exposição de fotos e vídeos em homenagem ao Fundador do Museu Euclides Rufino

Museu aberto para visitação


Dia 20

Palestra: A origem do museu

Palestra: Museu forma cidadãos

Visita guiada para estudantes da rede pública de ensino


Dia 21

Palestra: Museu e turismo

Palestra: A origem do museu

Visita guiada para estudantes da rede pública de ensino


Dia 22

Visita guiada para estudantes da rede pública de ensino


Dia 23

Palestra e visita guiada para o Grupo dos Idosos do Município

Encerramento da Semana Nacional de Museus - Coffee Break

Festival de Arroz Doce


INFORMAÇÕES: 88 3646-1133 (Ramal 11)

PELO INTERIOR

Festival Nacional de Humor

Evento em Maranguape prorroga inscrições até dia 11 de maio e fará homenagem a Chico Anysio

Quem muito trabalha, mesmo fazendo graça, acaba perdendo o prazo, ainda mais quando tem um feriado no meio do caminho. Mas o Festival Nacional de Humor resolveu dar uma colher de chá aos humoristas e prorrogou até o dia 11 de maio o prazo para o recebimento das inscrições para a Mostra Competitiva. Depois disso, não tem jeito, vai ter que esperar até o ano que vem! Para o primeiro colocado, o prêmio é de R$ 2.000,00; o segundo lugar vai receber R$ 1.000,00 e o terceiro, R$ 700,00.
O Festival Nacional de Humor em Maranguape vai transformar a cidade cearense, a 30 km de Fortaleza, durante três dias, de 14 a 16 de maio. Diariamente, a partir das 9 horas, a programação de humor começa e só termina às 22h, quando chega a hora dos shows musicais. O Festival vai estar em praças, ruas, escolas, teatro, rodoviária e outros espaços de Maranguape, tudo com acesso gratuito. Além da Mostra competitiva, o Festival Nacional de Humor de Maranguape vai contar com shows de humoristas convidados, como Hiran Delmar, Coxinha e Doquinha, Alex Nogueira, e músicos como Ítalo e Renno, Manasses e Genival Lacerda. Oficinas de caricatura, charge e cartum, feira de artesanato e de gastronomia também vão marcar a programação do Festival.
O humorista, ator, pintor e escritor Chico Anysio, ilustre filho de Maranguape, será homenageado pelo Festival. Será na noite de abertura, dia 14, às 21 horas. O humorista Zebrinha vai receber Chico Anysio para um bate papo, em plena Praça Capistrano de Abreu.

PROGRAMAÇÃO*

Dia 14 (quinta)
9h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
14h às 16h – Sessão de Riso – Filmes de Comédia – Local: Teatro Pedro Gomes de Matos
14h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
17h – Feira de Artesanato e Gastronomia – Local: Praça Capistrano de Abreu
17h - Cortejo: Grupo de Teatro de Pacatuba / Tambores da Aratanha de Pacatuba / Cia Camarim de Teatro – Local: Ruas do Centro
19h30 – Jorge Amado e Bolachinha – repentistas emboladores – Local: Praça Capistrano de Abreu
20h – 1ª Eliminatória da Mostra Competitiva – Praça Capistrano de Abreu
21h – Abertura Oficial – Homenagem a Chico Anysio / Bate papo: Chico Anysio e Zebrinha – Local: Praça Capistrano de Abreu
22h – Show Musical – João Cláudio Moreno / Babydolls – Local: Praça Capistrano de Abreu

Dia 15 (sexta)
9h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
9h – Humor de Feira – Colorau e Neurlândio – Local: Rodoviária
14h às 16h – Sessão de Riso – Filmes de Comédia – Local: Teatro Pedro Gomes de Matos
14h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
15h – Oficinas: 1) Caricatura; 2) Charge e Cartum – Local: Biblioteca Pública
17h – Feira de Artesanato e Gastronomia – Local: Praça Capistrano de Abreu
17h - Cortejo: Grupo de Teatro de Pacatuba / Tambores da Aratanha de Pacatuba – Local: Ruas do Centro
19h30 – Jorge Amado e Bolachinha – repentistas emboladores – Local: Praça Capistrano de Abreu
20h – 2ª Eliminatória da Mostra Competitiva – Praça Capistrano de Abreu
21h – Show de Humor – As Autarquias do humor – Hiran Delmar, Coxinha e Doquinha – Local: Praça Capistrano de Abreu
22h – Show Musical – Vanin e Nicinha do Acordeon – Ítalo e Renno com participação de Manasses – Local: Praça Capistrano de Abreu

Dia 16 (sábado)
9h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
9h – Humor de Feira – Colorau e Neurlândio – Local: Mercado
14h às 16h – Sessão de Riso – Filmes de Comédia – Local: Teatro Pedro Gomes de Matos
14h – Cumadi do Humor – Grupo Garajal
15h – Oficinas: 1) Caricatura; 2) Charge e Cartum – Local: Biblioteca Pública
17h – Feira de Artesanato e Gastronomia – Local: Praça Capistrano de Abreu
17h - Cortejo: Grupo de Teatro de Pacatuba / Tambores da Aratanha de Pacatuba / Grupo Garajal – Local: Ruas do Centro
19h30 – Jorge Amado e Bolachinha – repentistas emboladores – Local: Praça Capistrano de Abreu
20h – Final da Mostra Competitiva - Praça Capistrano de Abreu
21h – Show de Humor – Alex Nogueira – Local: Praça Capistrano de Abreu
22h – Show Musical – Vanin e Nicinha do Acordeon – Genival Lacerda com participação especial de João Lacerda – Local: Praça Capistrano de Abreu

POESIA



Passageira da poesia

Ganhadora de quatro prêmios Jabuti, Marina Colassanti lança nova obra

Ganhadora de quatro Jabutis, Marina Colasanti é uma das mais importantes escritoras da Literatura Brasileira, com mais de 40 livros publicados. Palestrante requisitada, ensaísta, contista e autora premiada, Marina volta à poesia no delicado “Passageira em trânsito”.
Ao registrar suas percepções de maneira tão sensível e delicada, Marina proporciona uma deliciosa e requintada volta ao mundo (e a si) através de seu apurado olhar.
O primeiro poema do livro, “E logo”, anuncia o tom da jornada em que o leitor está prestes a embarcar. A autora se declara a bordo de um avião que ainda taxia na pista, mas que “faz-se ave” ao se desprender do chão. Com essa bela imagem, podemos perceber que não estamos diante de uma passageira que simplesmente aguarda a decolagem, mas de uma viajante pronta para voar.
E então, “Adiante às cegas”, como bem sugere o título do poema seguinte, Marina se lança e conduz o leitor em uma viagem de sensações. De um insólito dia chuvoso em Seul a mais um domingo que passa em Mury, ou de uma orquídea que cresce em pleno Mar Báltico à silenciosa vida marinha de Galápagos, sempre a mesma percepção aguçada que, por vezes, chega a tornar-se avassaladora, como no dia em que ela não sai do quarto do hotel em Miami para acompanhar o peculiar “deslizar das horas no vidrespelho do edifício em frente”.
“Passageira em trânsito”, 128 páginas, R$ 28, é uma publicação da Editora Record que acaba de chegar às livrarias.






Conexão Poética no Crato


Evento reunirá artistas de cinco estados brasileiros no próximo final de semana no Município

Nos dias 29 e 30 de maio, sexta e sábado respectivamente será realizado o Conexão Poética. Um evento que reunirá artistas dos estados do Ceará, Rio de Janeiro, São Paulo, Bahia e Brasília que desenvolverão ações artísticas de intervenções urbanas poéticas, oficinas de Vídeo Poesia, Performances e exibições de vídeo na cidade do Crato. No dia 29, O Conexão será realizado no Olhar Casa das Artes, às 21 horas e no dia 30, no Teatro Arena da REFSA, a partir das 18 horas.

O Conexão Poética é uma realização da Produtora “TodosNós ” e tem a parceria do Centro Cultural do Banco do Nordeste, SESC, Olhar Casa das Artes e Secretária da Cultura do Crato.