LIVROS - NÃO-FICÇÃO




Editora Pensamento/Cultrix lança "João de Deus"

João de Deus cumpre a sua missão como médium há mais de cinqüenta anos, fazendo peregrinações ao redor do mundo. Levadas pela esperança da cura instantânea, mais de oito milhões de pessoas já se postaram diante dele, enquanto milhares viajam ao Brasil todos os anos para se consultar com as entidades que ele recebe, em sua Casa de Dom Inácio de Loyola. Apesar de toda a atenção da mídia internacional sobre esse curador conhecido no mundo todo, os brasileiros pouco sabem sobre a sua vida e o seu trabalho. Incrivelmente, João de Deus é mais conhecido no exterior do que em seu próprio país! Com João de Deus - O Médium de Cura Brasileiro que Transformou a Vida de Milhões, você vai conhecer a fundo a vida e o trabalho desse médium.





Lançamento da Ediouro explora o assustador universo dos monstros

A partir de agora os monstros deixaram de viver exclusivamente nos pesadelos das crianças e em filmes de terror. Eles ganham as páginas do novo lançamento da Ediouro, a Enciclopédia dos Monstros, de Gonçalo Junior.

O resultado de muita pesquisa e algumas entrevistas é esta enciclopédia com 304 páginas sobre o mundo sombrio, assustador e ao mesmo tempo divertido que envolve esses seres monstruosos.

Quem acredita que monstros são apenas aquelas criaturas feias e malvadas dos filmes de terror, vai se surpreender com o conteúdo deste livro. A Enciclopédia dos Monstros traça o perfil dos mais diversos tipos de monstros, desde os que se enquadram perfeitamente nesta idéia tradicional como Frankenstein e Drácula, até os simpáticos Shrek e Gasparzinho. Inclui ainda monstros heróis como Hulk e Fera, dos X-men, assassinos como Jason, da interminável série Sexta-feira 13, folclóricos brasileiros como o Curupira e a Cuca, até mesmo o recente Chupa-Cabra, entre outros.

Já que os monstros surgiram em diferentes épocas, contextos e lugares, o autor optou por dividir o livro em 8 capítulos, como categorias: monstros do céu e do inferno, literatura de monstros, monstros das artes, monstros dos quadrinhos, monstros do cinema, monstros da TV e monstros do Rock.

Gonçalo Junior convida o leitor a mergulhar no mundo desses personagens sinistros, que na infância costumavam causar pavor e agora ganham um novo significado nas páginas da Enciclopédia dos Monstros, uma mistura de saudosismo e diversão.

Gonçalo Junior cresceu na companhia de fantasmas. Perto da casa de seu avô, numa fazenda secular nos confins da Bahia, onde ia passar férias, costuma-se ouvir o choro angustiante de uma bela escrava que foi torturada e mutilada até a morte há mais de cem anos por causa do ciúme de sua dona. É assim toda Sexta-feira Santa nas ruínas de um antigo engenho. Mesmo com medo de assombrações, refugiou-se desde criança nos gibis de terror e de super-heróis. Depois, descobriu o cinema e a literatura de horror. Nunca mais largou a companhia dessas criaturas, que considera principalmente divertidas.

Autor de doze livros, entre eles A guerra dos gibis (Companhia das Letras), País da TV (Conrad), Homem-Abril e Tentação à italiana (Opera Graphica) e Claustrofobia (Devir), Gonçalo Junior também organizou outros dez volumes de autores diversos e participou de duas coletâneas sobre TV e cinema.

Título: Enciclopédia dos Monstros
Autor: Gonçalo Junior
Formato: 20,8 x 23
Número de páginas: 304
Preço: 59,90 ***



"Tal pai, tal filho", de Michael J. Diamond

Durante décadas, acreditamos que as mães eram a única influência sobre as crianças. Hoje em dia, sabemos que a participação dos pais é fundamental na formação dos filhos. Mas será que os filhos também não influenciam os pais? Como se dá essa interação? Em Tal pai, tal filho, o psicanalista Michael J. Diamond investiga a reciprocidade desse relacionamento com base em sua própria experiência como pai, filho e clínico. Trata-se de uma obra de extrema importância como complemento ao crescimento interior de pais e filhos de todas as idades.

Sobre o autor: Michael J. Diamond é psicanalista e psicólogo clínico. Doutor em psicologia pela Universidade Stanford e com formação em psicanálise pelo Instituto e Sociedade para Estudos Psicanalíticos de Los Angeles – onde é hoje psicanalista com atuação nas áreas de treinamento e supervisão –, Diamond é também professor associado na clínica psiquiátrica da Universidade da Califórnia. Vive em Los Angeles.

Formato: 14x21 cm - 264 ppPreço: 19,90 - ***




LIVRO EXPLICA CIENTIFICAMENTE OS FENÔMENOS PARANORMAIS

Telepatia, clarividência, percepção extra-sensorial, psicocinese. Ainda que estes fenômenos sejam vistos com reservas pelo establishment científico, Dean Radin – cientista que participou da versão estendida do filme Quem Somos Nós? – apresenta sólidas evidências científicas que comprovam que estes e outros eventos psíquicos são reais. Suas conclusões estão no livro Mentes Interligadas, que acaba de chegar às livrarias brasileiras, lançado pela Editora Aleph (Série Novo Pensamento).

Nele, o parapsicólogo Dean Radin passa ao largo das especulações e do sensacionalismo ao unir as bases da psicologia aos princípios da física quântica, aplicando os conceitos de entrelaçamento e interligação. Sempre firmado em evidências científicas, apresenta uma análise racional e consistente das experiências psíquicas; examina as origens das pesquisas parapsicológicas e explora, entre muitos outros tópicos, as premonições coletivas do 11 de Setembro; revela a realidade física manifesta por trás de experiências telepáticas e insights intuitivos; e desmistifica as teorias céticas que sempre desacreditaram os eventos dessa natureza. Demonstra, enfim, que os fenômenos psíquicos são reais e bem mais comuns do que pensamos.

“Dean Radin consegue introduzir a parapsicologia dentro do fluxo principal da ciência. A revolução começou.”
– Deepak Chopra, autor de As Sete leis espirituais do sucesso

“Dean Radin é um dos parapsicólogos mais inovadores do mundo contemporâneo; porém, Mentes Interligadas é muito mais que um discurso sobre parapsicologia. Este livro notável nos propõe um novo paradigma que desafia as perspectivas convencionais sobre a natureza humana, do mesmo modo que o funcionamento do próprio Universo.”
– Stanley Krippner, Ph.D., psicólogo e co-editor de Varieties of anomalous experience

Sobre o autor
Cientista sênior do Instituto de Ciências Noéticas do norte da Califórnia, Dean Radin é mestre em Engenharia Elétrica e ph.d. em Psicologia pela Universidade de Illinois, eua. Desenvolve estudos sobre consciência em várias universidades e institutos de pesquisa norte-americanos, incluindo o sri International, onde participou de um programa secreto investigando fenômenos psíquicos para o governo dos Estados Unidos. Convidado a participar de documentários e programas televisivos de repercussão internacional – como Oprah Winfrey Show, Larry King Live e a versão estendida do filme Quem Somos Nós? –, Radin também é freqüentemente solicitado a proferir palestras em locais de excelência acadêmica e tecnológica, como o Departamento de Física da Universidade de Cambridge, o Departamento de Psicologia da Universidade de Princeton, a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada do Departamento de Defesa dos Estados Unidos (darpa) e a sede do Google. É co-autor de mais de 200 artigos técnicos e autor de vários livros, dentre os quais se destacam The conscious universe e Mentes interligadas.




Editora Azougue dá continuidade a série Encontros com livro dedicado a Gil

Gilberto Gil é uma das singulares estrelas da música popular brasileira que transcende a rótulos. Compositor, cantor, músico, intelectual, polêmico, político, místico, enfim, uma figura complexa e, por vezes, paradoxal. Esse nordestino negro, nascido na Bahia, teve papel fundamental em um dos movimentos mais marcantes da música brasileira, a Tropicália.

Gilberto Gil tem seu pensamento de quarenta anos condensado nessa coletânea de entrevistas que vai de 1967 a 2007. São registros precisos das transformações culturais e políticas acontecidas no Brasil e no Mundo. A partir das entrevistas, é possível entender os motivos que levaram à criação da Tropicália, as transformações ocorridas durante seu exílio em Londres e sua volta ao Brasil em 1972, a evolução da discussão acerca da descriminalização das drogas – desde o episódio da prisão do compositor em 1976 até os dias de hoje, o contato com a música africana, a inscrição na política tradicional, a preocupação com a diversidade cultural e as novas tecnologias, antes e após o cargo ministerial, além de uma vasta reflexão sobre sua trajetória artística.

O presente título é organizado por Sergio Cohn com apresentação da pesquisadora Ana de Oliveira.

Coleção Encontros: a arte da entrevista

A coleção Encontros reúne entrevistas concedidas por intelectuais que contribuíram para a formação da alma brasileira. São depoimentos relevantes nos quais o leitor pode acompanhar opiniões, mudanças de comportamento e pensamento, transformações culturais e evoluções relativas a períodos distintos. A série foi inaugurada com o lançamento de coletâneas de entrevistas de Vinícius de Moraes, Milton Santos, Rogério Sganzerla, Darcy Ribeiro e Jorge Mautner. Gilberto Gil é o mais novo contemplado com um título dedicado às suas entrevistas.

Azougue Editorial

A AZOUGUE EDITORIAL surge em 2001, na esteira dos espaços literários fomentados pela Revista AZOUGUE ao longo de 10 anos, cuja principal tendência tem sido a de firmar um compromisso com a criação artística, seja pelo seu trabalho de recuperação de autores ainda pouco divulgados, seja pela apresentação de obras que intervêm no perfil do panorama crítico e literário, seja ainda pelo incentivo e publicação de autores jovens que estão renovando a literatura brasileira.
Embora seja uma editora jovem, AZOUGUE EDITORIAL, através de um trabalho já bem conceituado no meio cultural brasileiro, tem conquistado um espaço de excelência junto ao público leitor, marcando seu reconhecimento com a qualidade e o apuro editorial de suas publicações, que abrangem diferentes áreas de interesse cultural, incluindo poesia contemporânea, teatro, ficção, cinema e crítica.
Azougue: nome vulgar do mercúrio. Inquietação-guia.
"Mais que uma editora: um pacto com a cultura."

Gilberto Gil
Organização: Sergio Cohn
Ed. Azougue Editorial
ISBN 978-85-88338-90-6
Preço: R$ 19,90
288 páginas ***



ENERGIA DO BEM

Alla Svirinskaya, médica e terapeuta espiritual russa que já tratou celebridades,
faz de ‘As Leis Secretas do Poder’, lançamento da Editora Prumo, um manual de como transformar sua própria energia em benefícios


A prática da cura através de energias transcendentes, durante séculos associada ao ocultismo, hoje ganha respaldo de grandes médicos e é adotada por praticantes da chamada medicina alternativa. É neste grupo que se encontra Alla Svirinskaya, terapeuta espiritual russa que, cinco gerações depois, aproveita a maior aceitação desta nova ciência para lançar ‘As Leis Secretas do Poder’, obra que chega às livrarias brasileiras em 30 de junho pela Editora Prumo.
Alla começa contando sua história: nascida e criada na Moscou dos anos 1970, em meio ao comunismo russo e anti-religioso, a garota viu sua família (adepta aos métodos alternativos da medicina) praticar seus ensinamentos espirituais longe da lei. Aprende com a mãe tratamentos baseados em chacras e no estudo da aura. Nos anos 1990, já formada em Medicina, vai parar a Grã-Bretanha onde começa a exercer suas funções de terapeuta espiritual.
Os princípios básicos de seus ensinamentos são simples e a não-passividade é a regra principal: “O processo de cura dos meus pacientes não é passivo. Eles têm que fazer a sua parte e tomar para si a responsabilidade por eles próprios”, afirma. Outro ponto crucial é a moderação: “... a chave da cura é ter moderação em todas as coisas: como você come, como você gasta seu tempo... nada deve ser em excesso”.
Na obra, a autora fala da importância da energia, o quanto ela é realmente vital e de como a conquista da boa saúde física, emocional e mental, nos traz felicidade e paz. Segundo Alla, o sucesso daquilo que desejamos realizar depende de nossa energia, e saber trabalhá-la é o verdadeiro segredo da realização. O livro também aborda a força energética de nossa casa (já ouviu falar em desintoxicação do lar?), como limpar energias negativas e ensina todas as técnicas utilizadas, dentre elas, receitas, exercícios de respiração, banhos.
Perfil da autora:
Alla Svirinskaya vem de cinco gerações de terapeutas espirituais russos. Tem formação médica e uma clínica privada em Londres. Já ajudou milhares de pessoas, entre elas algumas celebridades. Alla também realiza retiros por todo o mundo.
FICHA TÉCNICA:
Título: As Leis Secretas do Poder
Autora: Alla Svirinskaya
Formato: 14 x 21cm
Nº de Páginas: 376
ISBN: 978-85-61618-09-4
Preço: R$ 27,90 ***



A revolução de Osho

A revolução sobre a qual Osho fala é diferente da que conhecemos. Não é uma revolução violenta, política ou social. É uma revolução interna, espiritual, que nos permite lembrar e recuperar o que somos e não o que o mundo nos faz ser.

Nessa série de dez palestras que têm como ponto de partida a sabedoria do poeta indiano Kabir, Osho nos conduz a uma transformação completa, a partir da qual vamos conseguir olhar o mundo novamente com olhos livres de todos os julgamentos e condutas que nos foram impostos e alcançar a iluminação.

Com histórias e exemplos simples e cotidianos, vamos percebendo como, desde muito cedo, nos distanciamos de nossas próprias necessidades e, portanto, da felicidade autêntica. O autor nos ajuda a romper com certas condutas que contrariam nossa natureza; a ter, através da meditação, do silêncio absoluto e profundo, um domínio consciente da realidade; a recuperar a consciência de nós mesmos no caminho para a auto-aceitação.

Sobre o autor: Osho tornou-se mundialmente famoso por seu conhecimento sobre os aspectos da vida e da consciência humana. Assim, influenciou e influencia pessoas no mundo todo, com suas explicações simples e claras. Mais de 600 livros já foram publicados com base em suas palestras, em mais de 30 idiomas.

Formato: 14x21 cm - 336 pp
Preço: 29,90
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DIVIRTA-CE recomenda

Semanas após o fim da Segunda Guerra Mundial, Igor Gouzenko, jovem criptógrafo da embaixada soviética em Ottawa, no Canadá, abandonou o posto com um maço de papéis secretos escondidos sob a camisa e foi até a redação de um jornal da cidade. Sua atitude sem precedentes iria mudar o curso da história do século XX. Utilizando os mais recentes arquivos de inteligência abertos ao público e entrevistas com muitas personagens-chave envolvidas no caso, o escritor Amy Knight examina o conteúdo das revelações de Gouzenko e sonda os motivos ocultos que o levaram a desertar no livro “Como Começou a Guerra Fria” (Ed. Record). Ele expõe de forma brilhante as conexões entre esses eventos e o endurecimento das relações políticas entre Moscou e as capitais do Ocidente, a prática da culpa por associação e o fim do movimento para o controle internacional da bomba atômica. ****




Médium – Por que os que partiram nunca nos deixam? Lançamento da Ediouro aborda implicações sobre a comunicação entre vivos e mortos

Você já se perguntou sobre a conexão entre a vida e a morte? Acredita que, quando morrem, as pessoas continuam intimamente ligadas às que deixaram para trás? Em Médium – Por que os que partiram nunca nos deixam?, lançamento da Ediouro, a vidente Allison Dubois narra dezenas de consultas com parentes de pessoas que morreram, dentre outras causas, de suicídio, acidente e assassinato e dos diversos modos como permaneceram aqui se comunicando de alguma forma. Allison Dubois inspirou o famoso seriado “Médium”, que foi ao ar em janeiro de 2005 pela rede americana NBC e exibida no Brasil pela Sony. Nele a personagem interpretada pela atriz Patricia Arquette auxilia a justiça em investigações criminais através de sua habilidade mediúnica. Ao contrário do que muitas vezes é propagado, a autora explica que os médiuns não querem ser mártires, apenas são pessoas observadoras das lembranças especiais retidas pelos falecidos, e ajudam seus parentes e amigos a atravessarem a dor e encontrarem sentidos para suas perdas. Com riqueza de detalhes nos relatos, são as próprias pessoas a quem Dubois deu consultas que falam sobre como superaram a morte de um ente querido. São mães, esposas, maridos e filhos que narram suas dores e as dificuldades para lidar com a perda, assim como carregam consigo um sentimento de culpa em momentos de luto.

Uma pergunta freqüente que a autora se faz é: Por que os que fizeram a passagem querem continuar se comunicando depois de mortas? “Para partilhar emoções e ajudar a nos ensinar o que precisamos aprender. Em geral, querem se certificar de que não repetiremos seus erros, as coisas que acabaram se arrependendo e que fariam diferente se tivessem outra chance”, afirma.

Dubois explica que os espíritos são dotados de energia e podem manipular outros objetos para enviar sinais aos que estão presentes. Em muitos casos, as mensagens podem vir através de fatos evocados e se remeter a momentos felizes, como a lembrança de um prato de comida favorito ou mesmo através do título de uma canção da qual o falecido gostava.

Outro aspecto de Médium – Por que os que partiram nunca nos deixam? é como Dubois expõe o impacto de ser uma médium e como isso influenciou a sua vida e de seus familiares. Como a relação com seu marido Joe e a capacidade de sentir amor entre os clientes e os falecidos. São experiências que a deixaram ao mesmo tempo arrasada e renovada, como a aplicação de seu trabalho em reuniões com parentes de mortos vítimas de assassinatos ou a perda da amiga Shari num asilo.

Os relatos de conexão com os mortos criam uma simbiose entre a médium e o seu cliente. Simultaneamente ela dá dicas aos leitores de como reagir caso experimentem sensações de captar vibrações dos que já se foram. Em outras passagens, ela relata casos em que as pessoas se recriminam por não se sentirem capazes de fazer as coisas tão bem como a pessoa falecida conseguia fazer.

São histórias enternecedoras, mas também angustiantes nas quais os leitores poderão se identificar com eventos aparentemente aleatórios ou desconexos que, quando tomados como um todo, evidenciam um plano maior. Médium – Por que os que partiram nunca nos deixam? é um livro sobre como é possível ajudar a entender quem somos e de como nos conectamos com os outros para assim encontrar um novo modo de amar aquela pessoa que se foi. Como Dubois resume: “É importante, saudável e necessário reaprender a viver depois de qualquer grande perda”. ***

LITERATURA

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Livro registra a história dos pioneiros da natação cearense

A trajetória de grandes atletas de natação do Ceará é tema do livro "História dos esportes aquáticos - registros e testemunhos dos primeiros anos", que será lançado no próximo dia 30, no Iate Clube.

Iniciativa do professor e empresário Cláudio Bastos, a motivação para realizar a pesquisa e a publicação se deu a partir de uma reunião ocorrida há nove anos. "Cerca de 15 amigos da natação do Clube dos Diários compareceram para uma confraternização embalada por recordações", conta Cláudio Bastos. Foi a partir das lembranças que começou a germinar a idéia do registro em livro.

Seguiram-se outros encontros informais e reuniões, cada vez mais freqüentes e com mais amigos, inclusive pioneiros que nadaram no Náutico Atlético Cearense. "Quando reunimos cerca de 60 fundadores e participantes do primeiro campeonato estadual, consolidou-se naturalmente a idéia de registrarmos a nossa participação", diz Bastos.

O livro documenta o testemunho dos atletas que praticaram natação, pólo-aquático, balé aquático (hoje, nado sincronizado) e saltos ornamentais (incluindo os irreverentes aqualoucos), que colocaram a natação cearense em posição de destaque como campeã e vice-campeã do Norte e Nordeste e entre as cinco melhores do Brasil. Quem são esses pioneiros, o que os motivava a praticar esporte, como treinavam, competiam e viviam pode ser conferido nesse trabalho.

Além disso, a publicação inclui imagens de documentos, como a ata de fundação da Federação Cearense de Natação (FCN) em 6 de junho de 1958, presidida por Rosalvo Lalor, e até mesmo o registro das primeiras reuniões sob o comando de Fernando Bastos, que impulsionou os esportes aquáticos do estado durante 14 anos. Há, ainda, fotos e recortes de jornais das competições em mar aberto e em piscina desde 1956 até o 1º Campeonato Cearense de Natação realizado no Náutico Atlético Cearense, em 1962.

Participaram do livro Alex Tavares, Assis Miranda, Regina Elizabeth do Rego Barros Paes, Carmen Sylvia Castelo Branco de Vilhena, Eliane Maria Bastos da Silveira, Elizabeth Wagstaff, Guto Benevides, Hedla Lopes, Jânius Soares, José Augusto Parente, Marley Abreu Fernandes, Nelson Tavares, Roberto Cunha, Solange Cartaxo, Zilnar Carneiro, Veleda Bastos, Cláudio Ferreira Bastos, Alvaro de Castro Correa, Maninho Brígido, Theresita Kay, Beto Studart, Marília Pombo, Ramon Sales, Ricardo Leite, João Gentil Junior, Orlando Benicio, Rui Aquino e Madalena Rego.



Mais informações:

Lançamento do livro "História dos esportes aquáticos - registros e testemunhos dos primeiros anos", organizado por Cláudio Bastos, dia 30 de julho, a partir das 18h30min, no Iate Clube (Av. Abolição, 4813 – Mucuripe). (85) 3474.5167.





OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS,
de Cacau Brasil, já está à venda


Livro de arte-poesia está disponível em livrarias de quatro capitais


O livro de arte-poesia OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS do músico, poeta e artista plástico Cacau Brasil, lançado em junho passado pela Fundação Demócrito Rocha, já está à venda nas principais livrarias de Fortaleza e em mais três capitais Natal, Belém e Brasília. O livro possui 80 páginas em papel couchê e é composto por dois dos quatro momentos da exposição multimídia OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS: 15 imagens dos óleos sobre tela com técnica mista e as poesias interpretadas durante a performance cênico-musical. OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS é o primeiro livro de arte publicado pela Fundação.

Assim como a exposição, o livro permite ao leitor apreciá-lo livremente, sem uma ordem pré-estabelecida. Os poemas, mesmo interligados, são reflexões independentes sobre a vida e a poesia contida no cotidiano. As telas complementam a obra do artista, mantendo uma linguagem individual que levam o leitor-apreciador a perceber a beleza existente nos fatos do dia-a-dia, através de palavras e símbolos universais pintados em cores metálicas como ouro, cobre e prata.

O livro foi construído aos poucos, mas sempre respeitando o processo de amadurecimento do artista. “A poesia despertou na minha vida na infância e eu sonhava em ser poeta. Comecei a escrever o livro e nem pensava em montar uma exposição. Mas a mostra OMISTERIOOTEMPOEMPOESIAS aconteceu primeiro e agora concretizo o sonho do livro, que é baseado na exposição, mas tem vida própria, existe por si só”, avalia o autor.

O livro OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS tem projeto e coordenação gráfica de Deglaucy Teixeira, que optou por inserir as imagens dos quadros e páginas coloridas entre as poesias, reforçando a individualidade de cada obra e a harmonia do todo. No prefácio, o escritor Jorge Pieiro ressalta a forma como os símbolos, signos e grafismos percorrem e se entrelaçam entre as palavras e as cores.

Serviço:
OMISTÉRIOOTEMPOEMPOESIAS, Cacau Brasil
Fundação Demócrito Rocha
80 páginas

Pontos de Venda:
Fortaleza: Livrarias Ao Livro Técnico, Lua Nova, FACED (UFC), Arte & Ciência, Editora Vozes, Café & Letras e Rustic.
Natal: Editora da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.
Belém: Livraria Humanitas
Brasília: Disbra





EDITORAS BRASILEIRAS NO MERCADO EXTERNO


Convênio assinado nesta quarta (23) entre a Apex-Brasil e a CBL pretende levar editoras locais para feiras internacionais e trazer empresários estrangeiros para conhecer o mercado brasileiro, além de um conjunto de ações como venda de direitos autorais e programas de incentivo às exportações. Inicialmente, os mercados-alvo são Inglaterra, Alemanha, Espanha, República Tcheca, Hungria, Croácia, Polônia, Rússia, México, Argentina e Peru.





A Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) assinaram na manhã desta quarta-feira (23/7) convênio para difundir o livro produzido no Brasil no mercado internacional. A expectativa da CBL e da Apex-Brasil é de aumentar a inserção do produto editorial brasileiro no mercado internacional vendendo 15% dos títulos apresentados para o exterior no primeiro ano do projeto e mais 20% no segundo ano, alcançando um total de até 80 títulos em dois anos.



O “Projeto Setorial Integrado (PSI) do Mercado Editorial” prevê um conjunto de ações, entre elas a venda de direitos autorais, participação em feiras e eventos internacionais e programas de incentivo às exportações, como apresentação do mercado brasileiro para empresários e formadores de opinião estrangeiros.



A presidente da CBL, Rosely Boschini, acredita na importância do convênio como instrumento de abertura de novas oportunidades para as editoras brasileiras. “Existe um grande interesse internacional pelo Brasil, principalmente por conta da diversidade cultural e do conteúdo editorial nacional. Além disso, há um enorme potencial de mercado que ainda não foi explorado pelas empresas locais”, destaca a executiva.



A reduzida disseminação do livro brasileiro no exterior é um motivo a mais para as editoras locais buscarem o mercado internacional, segundo a presidente: “Pelo fato de a produção editorial brasileira ainda ser desconhecida lá fora, acredito que todos os segmentos têm boas oportunidades de negócios em outros países, desde o livro infantil, passando pelos técnicos e religiosos até literatura”.



Nesse primeiro momento, os mercados-alvo são Inglaterra, Alemanha, Espanha, República Tcheca, Hungria, Croácia, Polônia, Rússia, México, Argentina e Peru. O presidente da Apex-Brasil, Alessandro Teixeira, considera que a qualidade do produto nacional aliada ao interesse pela cultura brasileira será um diferencial para as editoras locais competirem no exterior. “Os chineses, por exemplo, após a abertura do regime, têm interesse em conhecer a cultura de vários países. Na França, há um grande mercado para livros religiosos, em especial os espíritas. A Alemanha, pelo alto grau desenvolvimento, é um potencial comprador de livros científicos e técnicos”, explica Alessandro Teixeira.




O Convênio



Em linhas gerais, o convênio entre a Apex e a Câmara pretende criar condições para que as empresas estejam aptas à venda de direitos autorais, estimular o perfil exportador das editoras, ampliar o acesso a compradores estrangeiros, além de consolidar a presença do mercado editorial brasileiro no exterior.



“O incentivo à venda de direitos autorais brasileiros não é apenas uma complementação ao crescimento da indústria nacional do livro, como também uma necessidade de expansão e consolidação da marca Brasil, expondo outras facetas e dimensões positivas do país. Esse projeto conseguiu a adesão de importantes editoras brasileiras e tem uma estratégia fundamentada e coerente com o atual cenário dessa indústria no Brasil”, explica o gestor do projeto na Apex-Brasil, Christiano Braga.



Para que as empresas brasileiras atuem em condições de igualdade no mercado externo, ainda é preciso a adoção de algumas estratégias. “Uma delas é criar a cultura do Foreign Rights Agent dentro das empresas – uma espécie de especialista em direitos autorais, bastante comum nas editoras estrangeiras, mas ainda uma novidade no Brasil”, explica Rosely Boschini. Para ela, é necessário também profissionalizar a cadeia produtiva a fim de que as empresas adotem práticas globais aceitas na maioria dos países. “Isso passa pela internacionalização dos produtos de maneira orientada e divulgação estratégica da cultura e da produção intelectual brasileiras”, conta a presidente da CBL.





Ações

O primeiro passo para a definição da melhor estratégia de atuação é a identificação e avaliação dos principais mercados-alvos na compra e venda de direitos autorais. Um estudo já está em elaboração pela Unidade de Inteligência Comercial da Apex-Brasil e deve ser finalizado até o mês de julho. Além disso, haverá um site específico sobre o projeto, em inglês e espanhol, e um software de gerenciamento internacional de produtos e de contatos para as empresas que participam da iniciativa.



O projeto prevê, ainda, um serviço de consultoria visando capacitar as empresas com as melhores práticas de editoras internacionais na compra e venda de direitos. A primeira ação nesse sentido foi o workshop do alemão Frank Jacoby-Nelson, especialista em direitos autorais, que aconteceu nos dias 1o e 2 de julho, em São Paulo. Também será produzido um catálogo em inglês e espanhol com os produtos de todas as empresas que participam do projeto, dividido por área de atuação.





Feiras

Divulgar e fortalecer a imagem do mercado editorial brasileiro no exterior passa necessariamente pela participação em feiras internacionais. Nessa área, a CBL e a Apex-Brasil já têm um cronograma dos principais eventos relacionados ao livro que acontecem até 2010. O primeiro deles é a Frankfurt Book Fair, umas das maiores feiras do mundo do mercado editorial, que será realizada de 15 à 19 de outubro deste ano, na Alemanha.



As editoras brasileiras vão estar presentes também na Feira Internacional del Libro de Guadalajara, no México, entre 28 de novembro e 7 de dezembro de 2008, na Bologna Book Fair, em março de 2009, na Itália, e na London Book Fair, que acontece em Londres em abril do ano que vem. O convênio prevê a participação das empresas em duas edições de cada uma dessas feiras, com exceção da Feria Internacional del Libro de Madri, onde as empresas vão participar apenas na próxima edição, em outubro de 2009.





Projetos Comprador e Imagem

Outro destaque do convênio é o “Projeto Comprador”, que prevê a vinda de executivos de editoras estrangeiras, agentes literários e presidentes de feiras do livro internacionais ao Brasil. O “Projeto Imagem”, ação importante para divulgar a marca brasileira, traz formadores de opinião estrangeiros ao Brasil para conhecer o mercado editorial nacional.






Projeto recebe doação de livros

O Projeto Ceará Unido está recebendo doações de livros para a montagem de uma biblioteca comunitária. O espaço funcionará numa das salas da sede do Ceará Sporting Club, em Porangabuçu, e atenderá moradores dos bairros Jardim América, Montese, Benfica e outras regiões adjacentes. O Projeto dá preferência a livros paradidáticos, literatura brasileira e estrangeira. A Biblioteca pretende ainda disponibilizar computadores com acesso à Internet e monitoria à disposição dos visitantes. O serviço será gratuito e tem previsão para funcionar a partir de setembro. “É uma forma do clube contribuir com a cultura local e gerar um envolvimento do Ceará com a comunidade. Crianças e jovens moram no entorno desse clube e precisam estar próximas da cultura e do esporte. A biblioteca será um incentivo”, afirma o publicitário Mário Ribeiro, voluntário do Projeto.

As doações podem ser feitas na sede do clube Ceará Sporting Club (Av. João Pessoa, 3532. Porangabuçu.) ou através do telefone 85.8823 7886 (Mário).




Essência, o novo selo feminino da Planeta

Há cinco anos atuando com sucesso no Brasil, a Editora Planeta faz uma nova aposta e lança um selo exclusivamente feito por e para mulheres. Essência representa uma ousadia no cenário brasileiro, já que outras editoras publicam romances voltados para o público feminino em seu catálogo de ficção em geral – sem a exclusividade de que as mulheres tanto gostam.

O projeto original é da Espanha – sede do grupo Planeta –, que lançou Esencia há pouco mais de um ano e já se tornou uma referência, tendo alguns livros figurado na lista de mais vendidos daquele país. No Brasil, Essência segue o mesmo conceito da matriz, mas com independência editorial e estética, respeitando as particularidades de seu mercado.

Os primeiros lançamentos chegam às livrarias de todo o Brasil na segunda quinzena de julho, e outros seis títulos estão programados para o selo até o fim de 2008. Em sua estréia, o selo Essência lança três títulos, com linhas distintas, para que a leitora possa escolher aquela com a que mais se identifica.

A Rosa do Inverno
ROMANCE HISTÓRICO – Grandes histórias de amor, ambientadas na Europa dos séculos 17 a 19, temperadas com paixão e sensualidade. O primeiro título desta linha é A Rosa do Inverno, de Patricia Cabot, pseudônimo da conhecida escritora Meg Cabot.

Eu Pego esse Homem
ROMANCE CONTEMPORÂNEO – Histórias de amor ambientadas nos dias de hoje, mas sem perder a intensidade e o arrebatamento característicos de tempos passados. O humor é uma marca deste tipo de livro, que propõe situações sui generis para suas protagonistas. Eu pego esse homem, de Valerie Frankel, é o primeiro titulo desta linha.

O Livro Secreto do Banheiro Feminino
CHICK LIT – Febre nos Estados Unidos e na Europa, este gênero faz o retrato espirituoso da jovem mulher urbana e moderna, falando dos altos e baixos de sua vida amorosa e profissional. O livro secreto do banheiro feminino, de Jo Barrett, é o primeiro livro desta linha editorial, e desvenda o "universo paralelo" que é o banheiro das mulheres em lugares públicos.

MODA


ESTÃO ABERTAS AS INSCRIÇÕES PARA O MAXIMODA

Para debater o mercado da moda, o evento reúne Alexandre Herchcovitch, Marcello Bastos (Farm), Christian Hallot (H.Stern) e Paulo Borges (São Paulo Fashion Week)

A moda sob o ponto de vista mercadológico. Esse é o foco do MaxiModa – 1º Seminário de Marketing de Moda do Nordeste, que acontece no dia 1º de agosto no Shopping Iguatemi. A proposta do encontro é debater as necessidades do setor, compreender o real significado do conceito na formação da marca e sua importância na disputa do mercado. As inscrições estão abertas no site (www.maximoda.com.br) com valor promocional de R$ 170,00 até o dia 25 de julho. O MaxiModa é direcionado a confeccionistas, empresários de moda, lojistas, estilistas, arquitetos, publicitários, profissionais de marketing e do varejo, principalmente nos segmentos de vestuário, joalheria e serviços. O evento inicia com o empresário Marcello Bastos, apresentando o case de sucesso da grife carioca Farm, que nasceu numa feira hype e hoje está com 16 lojas por todo o país e em mais 50 pontos multimarcas. A seguir, é a vez do estilista Alexandre Herchcovitch, prodígio da moda brasileira e criador mais bem sucedido no exterior, que fala sobre design, o poder do produto por dentro e por fora. No período da tarde, o luxo e as novas possibilidades para a vida real é o tema analisado pelo embaixador da H. Stern, Christian Hallot. Já o idealizador da São Paulo Fashion Week, Paulo Borges, revela o que o mercado deseja da sua marca. “Ao proporcionar um dia inteiro de conversas sobre business de moda, vamos mais além da apresentação de cases de sucesso. Pretendemos discutir novas alternativas para o varejo da moda e apontar rumos para os segmentos de produção, varejo e atacado do Nordeste”, reforça a idealizadora do evento, Márcia Travessoni. A primeira edição do MaxiModa conta com patrocínio de Sebrae/CE, Senac, Fecomércio, Shopping Iguatemi e Santana Textiles. Serviço: MaxiModa – 1º Seminário de Marketing de Moda do Nordeste Data: 1º de Agosto de 2008 (sexta-feira) Local: Sala 8 Multiplex UCI Ribeiro - Shopping Iguatemi Horário: Das 8h às 18h. Investimento: R$ 170,00 (até 25/07/2008) Mais informações e inscrições: www.maximoda.com.br - Fone: (85) 3242.0333 Programação: 9h – Farm: Um case de sucesso. Por Marcello Bastos, proprietário da Farm; 11h – O poder do produto por dentro e por fora. Por Alexandre Herchcovitch; 14h30min – H. Stern e as novas possibilidades de luxo para a vida real. Por Christian Hallot, embaixador H.Stern; 16h30 – O que o mercado deseja da sua marca. Por Paulo Borges; 18h – Encerramento.




Gucci comemora 70 anos com desfile 'paz e amor'

A coleção, mais informal do que as de prêt-à-porter, foi apresentada em Roma.

Criados por Frida Giannini, vestidos com perfume setentista seguem o estilo 'hippie chic'.

Modelo desfila vestido hippie chic da nova coleção da Gucci. (Foto: AFP)

A Gucci festejou os 70 anos de sua loja romana, nesta terça-feira (8), com a apresentação de sua coleção "cruzeiro", uma homenagem ao estilo hippie chic, popular por suas saias longas, seus tecidos sedosos e as estampas barrocas.

A coleção, independente e mais informal do que as de prêt-à-porter, foi apresentada excepcionalmente em Roma, e não em Nova York, para festejar os 70 anos da loja romana da marca.

A coleção, criada por Frida Giannini, propõe vestidos saídos da década de 1970, que se amarram no pescoço e caem até os tornozelos, bordados com pérolas coloridas, assim como blusas folgadas e vaporosas, que se enriquecem com motivos bastante sofisticados.

Frida Giannini, estilista da marca Gucci, também apresentou propostas de minivestidos na coleção. (Foto: AFP)

Essas peças muito femininas vão acompanhadas de jóias vistosas, mas elegantes, ao redor do pescoço, que também suavizam elementos mais masculinos, como calças e blazers.

A estilista da casa, Frida Giannini, nasceu em Roma e cresceu no bairro de Monteverde, onde foi realizado o desfile.





Designer Victória Martins lança brinco em calcedônia e jade

A designer de jóias paulistana Victória Martins lançou um brinco utilizando dois dos mais nobres materiais encontrados na natureza, a calcedônia e o jade. E, como sempre, trouxe sofisticação à peça no acabamento: o ouro faz a ponte entre as duas pedras.

A calcedônia é uma variação cristalina do quartzo, e tem uma belíssima tonalidade semitransparente. Já o jade é uma pedra mais resistente do que o aço, e tem como variação mais admirada a tonalidade verde-esmeralda, usada na peça.

Além da beleza, as peças criadas pela designer refletem a qualidade do material usado na fabricação. Como tudo é muito bem selecionado, a beleza das peças resiste à passagem do tempo. São jóias eternas, e, por isso mesmo, raras.


www.victoriamartins.com.br - O 55 xx 11 7865.4536





PAOLA DE ORLEANS E BRAGANÇA É ANFITRIÃ DA GRIFE VITAMINA

Paola de Orleans e Bragança foi a anfitriã da festa da marca argentina Vitamina que movimentou a cidade de São Paulo, na última quinta-feira, dia 3. A marca de roupas femininas, que armou um evento para comemorar sua chegada ao Brasil, elegeu Paola como sua embaixadora e consultora no País.

A festa, que reuniu VIPs como a produtora musical Julia Petit, o ator Sergio Abreu e a atriz Mariana Hein, durou até altas horas, no showroom da marca, nos Jardins, ao som dos DJs Marcelo Pastore e Marcelo Bruni.

crédito foto: Frâncio de Hollanda.




Quatro elementos

A Planet Girls convoca os quatro elementos da natureza para servirem como cenário em sua coleção para o verão 2009. Com um time de estrelas da televisão a marca convidou as atrizes Sheron Menezes, Vanessa Giácomo, Giovana Ewbank e Daniele Suzuki para incorporarem o espirito da coleção. Peças esvoaçantes, com tingimentos especiais e detalhes exclusivos são os pontos fortes da coleção. Sem esquecer das inumeras opções em jeans, carro chefe da marca, que prometem arrasar no verão 2009 .

Ficha técnica:

Fotógrafo: Amaury Simões

Stylist: Thidy

Cabelo e Maquiagem: Kaká Moraes

Estúdio: Burti HD

Making off: Sérgio Santos

Atrizes: Daniele Suzuki, Giovanna Ewbank, Sheron Menezes e Vanessa Giácomo.

Assessoria de Imprensa: Acervo Comunicação – Ebert Biasioli

Equipe Planet: Adriana Restum, Luciane Consoli e Daniele Restum





Ana Beatriz Barros é a nova estrela da marca Gregory


A Gregory - marca de moda feminina, há mais de 26 anos no mercado - acaba de contratar para estrelar seu catálogo da nova coleção Primavera/Verão 2009 a modelo Ana Beatriz Barros.

Ela fotografou este fim de semana a nova coleção da marca, que está rica em detalhes artesanais. Os vestidos e as saias ganham destaque, sendo dos mais diversos formatos. Já as calças ficam mais amplas (pantalonas) e com cintura alta.

Todas as tendências surgem com grande importância, permitindo com que a mulher tenha uma diversidade e liberdade de produção de acordo com seu desejo, dividida em tendências como: safari, minimalista, resort ou sweet girl.


Vale lembrar que Ana Beatriz é também uma das Angels da Victória Secret's!!



Gregory

www.gregory.com.br

Tel: 11 4082.3666

MÚSICA

Rappa faz 'Súplica Cearense' no CD 'Sete Vezes'

Música do repertório do cantor e compositor baiano Gordurinha (1922 - 1969), composta por ele em parceria com Nelinho como um pedido ao céu para amenizar a seca que periodicamente assola o sertão nordestino, Súplica Cearense é a única regravação entre as 14 faixas do sétimo álbum do grupo carioca O Rappa, Sete Vezes, nas lojas a partir de 15 de agosto, pela Warner Music. Lançada por Gordurinha em 1960 e usualmente regravada por cantores nordestinos como Elba Ramalho e Fagner, a toada figura entre 13 músicas inéditas compostas pela banda com parceiros com Marcos Lobato e Vinicius Falcão. Uma das inéditas é a música que dá título ao CD, produzido pelo próprio Rappa - com Ricardo Vidal e Tom Sabóia. A faixa Monstro Invisível já chegou às rádios.




Belchior tem 13 hits reunidos na série 'Sempre'

Em grande evidência ao longo da década de 70, Belchior tem 13 sucessos de seu período áureo reunidos em coletânea da série Sempre, editada pela Som Livre. Como de praxe, a qualidade da masterização é boa. Como de hábito também, não há qualquer informação sobre a data e a procedência das gravações. Mas a maioria das 14 faixas - seis, a rigor - são de seu segundo álbum, Alucinação, editado em 1976. Outros cinco fonogramas foram extraídos do disco ao vivo Um Concerto Bárbaro, lançado em 1995 e fora de catálogo já há vários anos. Além dos 13 sucessos autorais, a compilação inclui o dueto com Zé Ramalho em Garoto de Aluguel (Taxy Boy), gravado ao vivo para o terceiro volume do projeto O Grande Encontro.


Eis as 14 músicas da compilação:1. Coração Selvagem2. Todo Sujo de Batom3. Fotografia 3 x 44. Galos, Noites e Quintais - Ao vivo5. Alucinação6. Como Nossos Pais7. Apenas um Rapaz Latino-Americano8. Medo de Avião - Ao Vivo9. Paralelas - Ao Vivo10. A Palo Seco11. Velha Roupa Colorida12. Divina Comédia Humana - Ao Vivo13. Tudo Outra Vez - Ao Vivo14. Garoto de Aluguel (Taxi Boy) - Ao Vivo - Com Zé Ramalho




Moby, Duffy e Kravitz na trilha de 'Beleza Pura'

Nas lojas ainda em julho, o CD com a eclética trilha sonora internacional de Beleza Pura - a arejada novela exibida pela Rede Globo às 19h - mistura no repertório novas gravações de Moby (Disco Lies), Lenny Kravitz (I'll Be Waiting), Duffy (Mercy) e Carla Bruni (Those Dancing Days Are Gone). Sem nenhum ator na capa (à direita), o CD Beleza Pura Internacional reúne 16 faixas de tom contemporâneo. A exceção é Never Can Say Goodbye, na voz de Gloria Gaynor. Há gravações de John Legend (Show me) e Chris Brown (With You), entre outros nomes pouco badalados no Brasil.




JAPAN TRADICIONAL MUSIC

Uma viagem pela cativante cultura oriental por meio das sonoridades tradicionais japonesas. Japan Tradicional Music apresenta músicas, com suaves melodias e inúmeros solos em instrumentos típicos do Japão.

Neste CD, os virtuosos músicos Shen Ribeiro, Fernando Neves e Tamie Kitahara executam performances excepcionais. São utilizados o Koto, instrumento semelhante a uma cítar; o Shamisen, instrumento de corda parecido com o banjo; e a tradicional flauta de bambu, Shakuhashi.

Ainda jovem, Shen iniciou seus estudos em flauta doce. Em 1985, ficou encantado ao ouvir uma gravação de Shakuhachi. Foi ao Japão em 1987 estudar o instrumento pela Universidade de Belas Artes de Tóquio. Seu mestre, Goro Yamaguchi, considerado Tesouro Nacional Japonês, mostrou a possibilidade de produzir um som original utilizando o instrumento milenar.

Assim como Shen, desde cedo Tamie se dedicou à música. Começou a tocar Koto aos 9 anos ainda no Japão, sua terra natal. No Brasil aprendeu também o Shamisen. Em 2005, já como Mestra em Koto pela Escola Siha do Japão, passou a ensinar o instrumento ao violonista clássico, Fernando Neves, que acabara de se apaixonar pela música tradicional Japonesa.

Esses três grandes músicos fizeram uma obra marcante para comemorar os 100 anos da imigração Japonesa no Brasil.

CD disponível nas principais lojas e no portal http://www.estiloazul.com.br/




Som Livre lança outra coletânea de Roupa Nova

Já foram editadas (numerosas) coletâneas do grupo Roupa Nova centradas no repertório gravado pelo sexteto carioca na companhia BMG Ariola, entre 1984 e 1996. Contudo, a Som Livre põe mais uma compilação do sexteto nas lojas neste mês de julho de 2008, dentro de sua série Essencial. Na seleção, há hits como A Força do Amor, Dona, Coração Pirata, Volta pra mim, Meu Universo É Você e Tímida - presentes em outras coletâneas...




Weezer recupera a pegada no 'álbum

Em que pese certa desconexão entre suas 11 faixas, o sexto disco de estúdio do Weezer - já apelidado de Red Album por conta da capa e em alusão ao Blue Album (1994) e ao Green Album (2001), todos três oficialmente intitulados apenas Weezer - traz de volta a pegada azeitada deste grupo norte-americano de rock alternativo. Estão no álbum as melhores qualidades do som do quarteto: as guitarras cruas (em faixas como Automatic) e o apelo pop (visível em temas como Troublemaker). O primeiro single do álbum, Pork and Beans, também se impõe em repertório coeso. Mas seria injusto tirar o mérito dos produtores Jacknife Lee e Rick Rubin, recrutados para pilotar Weezer ao lado da própria banda. Eles parecem ter recolocado o grupo nos trilhos. Entre rocks crus como Cold Dark World e baladas (Heart Songs e The Angel and the One), o Álbum Vermelho deixa uma boa impressão do Weezer.




Pantanal Redivivo

Marco em trilha sonora para TV, a sinfonia Pantanal,
de Marcus Viana, será apreciada novamente


Enquanto aguarda a possibilidade do relançamento do seu cd pelo SBT, o público poderá adquirir a trilha pelo site da gravadora – www.sonhosesons.com.br

A trilha sonora de Pantanal, considerada pelo público e crítica como a melhor feita exclusivamente para a televisão, poderá novamente ser “vivenciada” pelas imagens cinematográficas da região pantaneira, garimpadas pelas lentes de Jayme Monjardim.

As canções foram compostas e arranjadas pelo multiinstrumentista Marcus Viana, maior autor do Brasil em trilhas incidentais para a TV. Viana tem em seu repertório várias novelas, além de Pantanal, Xica da Silva, Meu Pé de Laranja Lima, Terra Nostra e O Clone, e minisséries como Aquarela do Brasil, Chiquinha Gonzaga e A Casa das Sete Mulheres, entre outras. No cinema, Marcus Viana fez Olga, Filhas do Vento, O Mundo em Duas Voltas e o documentário Entre a Luz e a Sombra.

A trilha sonora de Pantanal é um marco sonoro na teledramaturgia brasileira. Ela conseguiu abrir as portas para um estilo que tratou as trilhas incidentais de televisão como cinema. A fusão de instrumentos orquestrais e sinfônicos com o new age (que aqui poderia ser chamado de étnico) resultou numa contemplação musical de cenas meditativas. Antes da suíte Pantanal, nenhuma trilha incidental havia chamado tanto a atenção dos telespectadores. A novela foi exibida na extinta Rede Manchete, de março a dezembro de 1990.

A partir disso, a dupla Jayme Monjardim e Marcus Viana nunca mais se separou – são 18 anos de parceria (continua na próxima minissérie da Globo sobre a vida da cantora Maysa, mãe de Monjardim). “Pantanal marcou um reconhecimento do meu trabalho além das montanhas de Minas”, ressalta Viana, que foi acompanhado na novela pelo Sagrado Coração da Terra, considerado na época como o mais expressivo grupo de rock progressivo sinfônico do Brasil. A banda, na década de 80, teve seus discos distribuídos pelo mundo inteiro, mais especialmente na Europa e Ásia.
Além da abertura, Viana também lançou também a canção “Amor Selvagem”, tema do casal “Juma e Jove”, estrelados por Cristiana Oliveira e Marcos Winter.
A musicalidade das canções de Pantanal tocaram o “coração do Brasil”.


SERVIÇO:
CD Pantanal – Trilha Sonora – Marcus Viana
http://www.sonhosesons.com.br/
Preço:17,00




DVD eterniza o maior show da carreira de Raimundo Fagner, que completa 35 anos em 2008

Cantor revive no Ceará todos seus sucessos diante de 40 mil conterrâneos

Raimundo Fagner tremeu, literalmente, ao entrar no palco armado ao ar livre no Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura, um dos pontos mais tradicionais de Fortaleza, capital do Ceará, terra natal do artista. “Foi a primeira vez que eu tremi no palco. Veio uma emoção, um negócio que eu nunca senti no palco”, confidencia o cantor na entrevista recente que concedeu para o making of do DVD Raimundo Fagner ao Vivo, que chega às lojas neste mês de julho de 2008 pela gravadora Sony BMG. Não era para menos. Na noite de 28 de janeiro de 2000, Fagner realizou o maior show de sua carreira e reviveu todos seus sucessos diante de 40 mil conterrâneos que disputavam um lugar onde pudessem assistir ao espetáculo. Isso sem falar na multidão que se aglomerava nos quarteirões vizinhos, sem ter como se aproximar do palco – como lembra o produtor José Milton no mesmo making of exibido nos extras do DVD. O áudio deste momento especial da carreira do cantor já havia rendido o álbum Raimundo Fagner ao Vivo, editado em 2000 na forma de CD duplo e de dois volumes simples vendidos separadamente, que no total somaram 700 mil cópias vendidas. Agora as imagens, que foram captadas naquela noite sem a intenção de produzir um vídeo, completam o espetáculo e geram um DVD indispensável na coleção de quem admira Fagner.

“É a oportunidade de mostrar o show que as pessoas somente escutavam”, festeja Fagner, que idealizou o projeto em 1999 já com a intenção de que ele fosse editado pela Sony BMG (na época, Sony Music), a gravadora que guarda em seu acervo a maior e mais expressiva parcela da obra de Fagner. E assim foi feito. Na companhia de banda estelar (um dream team, como define o produtor José Milton na entrevista do DVD), Fagner rebobinou músicas que lhe deram sucesso e reconhecimento quase imediato quando, nos anos 70, ele se deslocou do Ceará para o Rio de Janeiro na corrente migratória que projetou artistas nordestinos na capital cultural do Brasil. Com ele, em cena no palco ao ar livre naquele janeiro quente de 2000, estavam feras como Adelson Viana (sanfona e teclados), Cristiano Pinho (guitarra), Firmino (percussão), Hoto Jr. (percussão), Jamil Joanes (baixo), João Lyra (violão), Jota Moraes (teclados), Luiz Antonio (teclados), Manassés (viola de 12 cordas e cavaquinho), Renato Massa (bateria) e Spok (sax e flauta). E a turma, azeitada, gravou tudo de primeira. “Não teve repetição, não teve refazenda”, assegura o produtor José Milton, que se reuniu com Fagner e o engenheiro de som Flávio Senna para rememorar aquela noite especial para os extras do DVD, que também apresenta galeria de fotos ao som do hit Borbulhas de Amor (1991).

Pelo entusiasmo com que o público fez coro com Fagner em músicas como Noturno (1979) e Deslizes (1987), mesmo que tivesse havido as repetições comuns em gravações de shows, ninguém ia reclamar da oportunidade de ouvir e cantar, mais uma vez, sucessos que permanecem vivos no imaginário popular. Até porque, neste projeto, a intenção maior de Fagner foi festejar com seu público o carinho que este sempre dedicou ao cantor. Daí a idéia de reviver seus sucessos mais marcantes com arranjos calcados nos registros originais para que houvesse imediata identificação da platéia com as músicas que ela se habituou a ouvir na voz rascante do cantor – naquela altura já lapidada pela maturidade que somente o tempo pode proporcionar.

Somente a inclusão de Canteiros (1973) no roteiro já seria suficiente para dar caráter histórico ao show. A música foi originalmente gravada por Fagner em 1973, em seu primeiro LP, Manera Fru Fru, Manera -lançado há 35 anos - e se constituiu ao longo dos anos num dos grandes hits radiofônicos do cantor. Mas uma questão judicial a respeito da utilização na letra de versos do poema Marcha, de Cecília Meirelles (1901 – 1964), impediu novas regravações. Até que, em 1999, a Sony entrou em acordo com as herdeiras da poeta, possibilitando o registro feito no espetáculo que gerou o CD Raimundo Fagner ao Vivo.


Pelo histórico complicado, Canteiros se impõe em roteiro que praticamente apresenta somente standards consagrados na voz do artista cearense. Muitos lançados na segunda metade dos anos 70, quando Fagner ingressou na CBS (atual Sony BMG) para gravar uma série de álbuns que conciliaram sucesso popular e reconhecimento da crítica. Do primeiro álbum (Raimundo Fagner, 1976), reaparecem Asa Partida – “Vamos ver se vocês reconhecem essa...”, desafia Fagner antes de cantar sua parceria com Abel Silva - e Sinal Fechado, clássico de 1969 em que Paulinho da Viola tangenciou o universo da música erudita. Do álbum Quem Viver Chorará / Eu Canto (1978), Fagner revive sua leitura personalíssima de Jura Secreta (Sueli Costa e Abel Silva) e o sucesso Revelação, parceria de Clodô e Clésio que fez saltar a veia romântica que pulsaria forte na obra do artista a partir de então. Do álbum Beleza (1979), a supra-citada Noturno permanece na memória afetiva dos telespectadores da novela Coração Alado (1980), da qual foi tema de abertura. Também enraizada no gosto popular, Eternas Ondas volta em arranjo mais suingante. A obra-prima do mitológico Zé Ramalho foi o carro-chefe do álbum editado por Fagner em 1980. Assim como Fanatismo foi o hit do disco de 1981, Traduzir-se. Com versos da poeta espanhola Florbela Espanca, musicados com maestria por Fagner, Fanatismo ganha apropriado clima flamenco, perceptível já na introdução do violão que abre o registro ao vivo. Por fim, fechando a fase de ouro vivida por Fagner na CBS (atual Sony BMG), há Guerreiro Menino (Um Homem Também Chora), canção de Gonzaguinha que Fagner teve a honra de lançar em seu álbum Palavra de Amor, editado em 1983.

Fagner lançaria mais dois álbuns pela CBS até se transferir para a BMG (hoje incorporada à Sony sob o nome Sony BMG). Lua do Leblon, parceria de Fausto Nilo e Lisieux Costa, é uma das surpresas do roteiro, tendo sido gravada em 1986 num disco que emplacaria outras faixas com mais força. Já Borbulhas de Amor (Tenho um Coração), versão de Ferreira Gullar para a música do compositor porto-riquenho Juan Luis Guerra, foi destaque absoluto ao ser gravada por Fagner em 1991 no álbum Pedras que Cantam (cuja faixa-título, aliás, encerra o show em clima festivo). A percussão de Firmino e Hoto Jr. dá a levada caribenha pedida pelo número, cantado a plenos pulmões pelo público na gravação ao vivo. “É um coro lindo demais”, enternece-se Fagner em cena.

Um tom forrozeiro permeia o bloco final do espetáculo em números como Ai que Saudade d’Ocê (Vital Farias) e Lembrança de um Beijo (Accioly Neto, autor também de Espumas ao Vento, revivida por Fagner com arranjo mais econômico que valoriza os versos). É quando Fagner reverencia o mestre Luiz Gonzaga (1913 – 1989) com o medley que junta A Vida do Viajante e Riacho do Navio. “Dá-lhe, Lua”, celebra no palco. O orgulho da origem nordestina, afinal, está embutido em toda a obra de Fagner desde o clássico Mucuripe, lançado por Elis Regina (1945 – 1982) em 1972. Parceria do artista com o conterrâneo cearense Belchior, Mucuripe, claro, integra o roteiro de um show que resume bem a trajetória de Raimundo Fagner Cândido Lopes. Ao tremer diante das milhares de pessoas que se espremeram no Centro Cultural Dragão do Mar de Arte e Cultura para vê-lo cantar, o artista sabia que o momento era especial. Invertendo a máxima da canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, o povo tinha ido aonde o artista estava. E isso, convenhamos, faz qualquer artista tremer de emoção.





Artista/Artist
Disco/Album
Gravadora/Label

01

01

Padre Marcelo Rossi

Paz Sim, Violência Não - Vol 1

Sony BMG

05

02

Victor & Leo

Ao Vivo em Uberlândia

Sony BMG

02


03

Ivete Sangalo

Ivete no Maracanã - Multishow Ao Vivo (MusicPac)

Universal

06


04

Banda Calypso

Acústico

Som Livre

04

05

NX Zero

Agora

Universal

11

06

Alexandre Pires

Em Casa - Ao Vivo

EMI

09

07

Aline Barros

O Melhor da Música Gospel

LGK/Som Livre

14


08

Amy Winehouse

Back to Black

Universal

-

09

César Menotti & Fabiano

Palavras de Amor - Ao Vivo (Slidepac)

Universal

07

10

Ana Carolina

Multishow Ao Vivo Ana Carolina - Dois Quartos




Música das moradas espirituais

NOVO CD DE CORCIOLLI
É INSPIRADO NO BEST-SELLER “NOSSO LAR”


O mais recente trabalho de Corciolli figura entre seus projetos mais sublimes e fascinantes. Em seu novo disco, o compositor e multi-tecladista criou 14 faixas instrumentais inspiradas no livro NOSSO LAR, escrito por Francisco Cândido Xavier e considerado um clássico da literatura espiritualista.

“Quando li NOSSO LAR há cerca de 20 anos e mais recentemente, fui contemplado pela profundidade de seus ensinamentos. A descrição das moradas espirituais despertou em mim uma infinidade de imagens e sentimentos, que procurei traduzir nas músicas”, comenta o artista.

Um dos principais conceitos abordados no livro é a crença de que há uma continuidade para a existência da alma após a morte do corpo físico. A partir deste tema, Corciolli desenvolveu as idéias iniciais, utilizando recursos dos sintetizadores eletrônicos em conjunto com sonoridades acústicas do piano, harpa e vários timbres orquestrais. Como em produções anteriores (CD The New Moon of East – Azul Music/1996, com os cânticos sagrados dos Monges Tibetanos), o compositor revelou sua afinidade com a temática espiritual, servindo-se da linguagem universal da música para evocar sentimentos de beleza e sabedoria eterna.

Os arranjos foram concebidos em várias camadas sonoras, que ganharam ainda mais corpo com a adição de uma orquestra de cordas regida pelo maestro Luis Eduardo Corbani. “O resultado alcançado superou todas as expectativas, pois não só agregamos belíssimas sutilezas e novos nuances aos arranjos, como levamos as músicas a um outro nível de expressão emocional”, explica Corciolli. O álbum combina com graça e leveza, momentos de nostalgia, romantismo e encantamento, proporcionando ao ouvinte a sensação de júbilo diante da Criação Divina.

O lançamento no Brasil está previsto para o início de maio. Ainda em 2008, o álbum deverá alcançar o mercado internacional com o título “The Astral City”. O artista estuda agora convites para shows e pretende se apresentar ao lado de uma orquestra completa. “Será um desafio maravilhoso”, finaliza.

CD disponível nas principais lojas e no portal www.estiloazul.com.br



New Age da Holanda

O multiinstrumentista holandês Enam, é um dos grandes compositores da música New Age internacional. Em M´Anchelii, o artista mais uma vez mostrou seu talento em compor melodias emocionantes.

Enam é o autor das 16 faixas do CD, além de ter tocado todos os instrumentos na gravação. Para alcançar a sonoridade desejada foram utilizados teclados, harpa, flauta, piano, cordas, percussão e gaita de fole. Completando a atmosfera de magia, Enam incorporou ao CD, belíssimos e suaves vocais, cantados por ele.

Com todas estas nuances exploradas pelo artista, M´Anchelii recria um ambiente místico fascinante. O álbum é capaz de comover e encantar proporcionando no ouvinte uma sensação de bem-estar.






NX Zero segue receita com razão e sem emoção

Diz Dinho Ouro Preto no texto que escreveu para apresentar o segundo álbum do NX Zero que todas as 15 músicas de "Agora" (Arsenal Music) parecem hits. Não está errado. O grupo paulista segue à risca a receita do produtor Rick Bonadio. Até porque há muito em risco. Para o bem ou para o mal, o NX Zero é atualmente a banda mais popular entre a juventude que consome pop rock made in Brazil. Em 2007, o estouro da música Razões e Emoções ampliou e sedimentou a projeção que a banda começou a obter em 2006 com a edição de seu primeiro álbum, que emplacou de cara o hit Além de mim. Agora não arrisca. Basta ouvir músicas como Cedo ou Tarde - já um sucesso radiofônico - e Daqui pra Frente para constatar a padronização do pop rock do NX Zero. Entre hardcore quase deslocado (Segunda Chance) e balada melosa (Cartas pra Você), Agora abre espaço para a voz do rapper Túlio Dek, co-autor e convidado das faixas Bem ou Mal e Além das Palavras. Dek - em evidência por conta da inclusão de sua música Tudo Passa na trilha sonora da novela A Favorita - também joga no time de Bonadio, que assina a produção do segundo álbum do NX Zero ao lado de Rodrigo Castanho. Encerrada a audição do álbum, que fecha com cover burocrático de Apenas Mais uma de Amor, uma das mais belas canções de Lulu Santos, paira no ar a sensação de que houve muita razão na confecção de Agora. A emoção, se existe, parece calculada para preservar a popularidade da banda... **




Fiel a Dylan, Zé Geraldo volta inspirado ao disco

É sintomático que, em seu 16º bom álbum, Zé Geraldo tenha incluído apropriado cover em português de Mr. Tambourine Man entre as músicas inéditas. Bob Dylan, afinal, é uma das grandes influências - talvez a maior - deste cantor e compositor nascido em Rodeiro, na Zona da Mata Mineira. Nas Geraes, a propósito, Zé Geraldo tem fama e prestígio condizente com seu talento. O Brasil ainda precisa lhe dar o devido valor. "Catadô de Bromélias" (Sol do Meio-Dia / Unimar Music) é um bom disco, fiel à trajetória deste artista que transita entre o folk e o rock de ambiência rural. E o fato é que Zé Geraldo retorna inspirado ao disco. Pela abordagem da saga de um trabalhador brasileiro, a música-título remete a Cidadão, um dos maiores sucessos do cantor. Na estradeira Last Station Before New York, destaque do repertório, fica nítida a influência de Dylan - inclusive por conta dos versos quilométricos. Outro trunfo do CD é Na Barra do seu Vestido, parceria de Geraldo com Zeca Baleiro, cuja verve é facilmente detectável na letra. Merece também registro Última Reza, tema de Nô Stopa, filha do compositor e convidada da música. Na segunda metade das 10 faixas, Catadô de Bromélias não soa tão sedutor quanto na primeira, mas, ainda assim, tal álbum está entre os melhores da discografia de Geraldo. ***





Miguel desfia sua habitual ladainha sentimental

Tal como Roberto Carlos no Brasil, Luis Miguel se sagrou ídolo no México cantando um repertório romântico que roça o sentimental e nem sempre está à altura de sua voz. Aliás, a primeira coisa que salta aos ouvidos na audição de Cómplices é a ótima forma vocal do astro, nascido em Porto Rico. Mas, tal como nos discos lançados pelo Rei nos últimos 20 anos, é difícil aturar Miguel desfiando a habitual ladainha amorosa. Para piorar, há o fato de todas as 12 músicas do álbum levarem a assinatura do produtor Manuel Alejandro. Poucas se mostram realmente inspiradas - caso de Te Desean. Mas todas foram embaladas em produção luxuosa que não disfarça o caráter insosso das composições. Às vezes, até realça - como no caso do arranjo que adorna Amor a Mares à moda sertaneja. Para quem é fã do estilo derramado de Miguel, temas como Si Tú te Atreves e a faixa-título podem ter algum teor de sedução, mas Cómplices traz mais do mesmo. E este mesmo já foi bem melhor. *



LACME

Sem rótulos e com muita personalidade, a banda lança este ano novos conceitos em álbum, bootleg e mantras de rock

Eis que surgem muitas bandas por aí e cria-se uma nova cultura musical: a independente séria. É o caso da banda Lacme, formada pelo trio Jô Estrada e as gêmeas Nina e Tatiana Pará, que unidos pela sorte do acaso e juntos há quase 2 anos é perceptível a sinergia e faísca que a banda emerge.
Talvez a escolha do nome traduza a alma da Lacme: o nome foi inspirado no filme "Fome de viver", com David Bowie e Catherine Deneuve, marcante nos anos 80 e sustentado pelo fascínio e magia de um romance gótico presente numa atmosfera plástica e cult que só nos cenários de David Bowie pode haver.
A inspiração oitentista e simultaneamente contemporânea, emite um som extremamente bem produzido, com letras ironicamente rebeldes e que vão de encontro à uma pegada mais acelerada, lembrando os acordes mais “sujos” do punk rock. Misteriosamente a LACME soa familiarmente pesada e, por vezes, tem uma pitada da feliz fusão de efeitos eletrônicos que transmitem a originalidade e identidade da banda, cujo target ultrapassa qualquer classificação de estilo.
Este caráter visionário da Lacme vem de encontro à disseminação do independente em novas mídias como a internet, através de blogs, fotologs, My Space e o Trama Virtual, que dão chance de sair da rotina, reeditando a cultura musical e a cada momento propagar um novo estilo.
A atitude irreverente da banda é o que desenha a sua personalidade, mas está longe de ter portas fechadas à uma possível gravadora que reconheça o seu talento e autenticidade.

OS CUBISTAS - quem é quem
Jô Estrada. Nina e Tatiana Pará. A sincronicidade do universo uniu o trio fantástico para uma viagem na esfera musical. Desafiando as formas de expressão, o aberrante encontro gerou super poderes a cada um, nos quais juntos, conferem uma sinergia extasiante insólita.
As super gêmeas ativam um fluxo mágico para a estrada de Jô. O enigma que Tatiana exibe é desvendado pela descarga elétrica na guitarra enquanto o movimento injetado por Nina através de fortes pegadas é potencializado ao ouvir a voz de Jô em ação, acompanhada por uma performance na guitarra e no baixo.
Com a virtude artística borbulhando desde os 16 anos, Jô já passou por bons apuros, onde já chegou a ser levado uma vez pelo juizado de menores por estar tocando num bar sem autorização dos pais. Para completar a ecleticidade da banda, o vocalista trabalhou como sideman ao lado de artistas como Sidney Magal e Guilherme Arantes. Movido pelo rock que corre em suas veias, foi abduzido pelos poderes das irmãs Pará: Nina, com sua paixão por bateria e formação musical no rock progressivo e heavy metal e Tatiana com 15 anos de história nas cordas elétricas de guitarra e baixo, grande parte mergulhada no mundo do blues internacional e nacional.

Lançamentos - O Álbum Reverse e outros conceitos
A versátil banda vem trilhando um caminho de conquistas com seu primeiro álbum, o REVERSE, oficialmente lançado no mês de junho.
O álbum conta com 14 produções próprias e é desprendido de qualquer chavão, cuja versatilidade notada foi inspirada em influências que vão de Beatles a Jimi Hendrix, nomes unânimes aos fiéis amantes do rock´ n roll. O nome Reverse surgiu por contemplar notas e trechos que soam como se fossem gravados ao contrário, tal inconfundível “efeito reverse” não só pode como é realizado ao vivo.
O primeiro clipe da LACME da faixa “Hello Hello” foi dirigido pelo reconhecido Ricardo Spencer, ganhador de vários prêmios, entre eles o MTV Awards por seu trabalho em “Déjà Vu”, da baiana Pitty.
A banda já prepara o próximo lançamento, o Reverse Naked, uma versão original e crua das 14 faixas produzidas numa concepção bootleg. Ainda para o ano de 2008, a LACME irradia um novo conceito musical com mantras de rock n´roll numa excêntrica união. Inspirada em hits de bandas como Nirvana, o trio se atreve numa jornada de repetição de vocais associados a um ritmo hipnótico.
Em pouco tempo de estrada, toda essa diversidade e conteúdo da LACME foi muito incentivada por nomes respeitados, como o produtor Tom Capone, e elogiada por Fernando Magalhães, guitarrista do Barão Vermelho, além de um destaque na revista Rolling Stones: "O Lacme é uma banda que recentemente saiu da bolha, em diversos sentidos metafóricos. Para começar, o som produzido não é exatamente aquilo que você esperaria de um trio formado por dois amantes de heavy metal e um produtor-guitarrista com técnica apurada: é pesado, mas soa estranhamente reconhecível e, por vezes, até dançante e rítmico."
Esse som contagiante pode ser encontrado na Livraria da Vila, Livraria da Cultura e na loja virtual: http://www.infinityart.com.br/iamusic/loja/products_new.php
Para ouvir, também:
www.myspace.com/lacme
http://www.lacme.com.br/
Lacme TV: http://www.youtube.com/user/LacmeTV




De Diogo a Sapienza. De Sapienza para Diogo.
Um artista versátil. Este é Diogo Sapienza, cantor, compositor, chef formado no Hotel Ritz de Paris, ex-gerente de banco e ex-jogador de futebol. Dentre outros predicados, Sapienza também é bacharel em direito pela PUC do Rio de Janeiro. O talento para as artes foi revelado cedo, ainda nos tempos de Colégio Andrews, quando iniciou seu aprendizado de violão e seu interesse pela música.
O jovem artista carioca que vem se destacando a cada dia no cenário musical pela primazia da qualidade e originalidade do seu trabalho, surgiu como um alento aos admiradores da boa música e do ineditismo artístico. Dono de um timbre muito peculiar, a formação empírica e a vivência intensa na área da música internacional, resultaram no seu estilo próprio de cantar e compor.
Descobriu-se compositor aos 17 anos, quando escreveu “Rascunho”, que bem mais tarde e sob o nome de “Pintura Rasurada”, figuraria entre as canções mais fortes do seu CD de estréia. Este álbum independente foi lançado em meados de 2006 e marcou o início da carreira profissional de Sapienza como artista. Seu chute na porta do mercado foi com a música Joana, faixa de um álbum repleto de hits que se comunicam de maneira brilhante com o público adolescente.
Aos 27 anos, já com uma bela bagagem na vida e na música, Sapienza deu um passo mais além: seu segundo disco, intitulado “21”.
Seu novo trabalho é a prova concreta do amadurecimento como compositor e intérprete. O “21” (vinte e um) além de ser místico e grandioso, é o número da sorte de Sapienza. Vinte e um é a soma das músicas já lançadas pelo cantor, 11 do primeiro disco, mais as 10 do atual. Este novo trabalho é resultado de uma evolução, um ponto culminante, o que pode ser interpretado como a maturidade musical, ou uma definição até o momento do que consiste a sua carreira. E um detalhe: o número está tatuado no antebraço direito do cantor. Um sinal do quanto Sapienza investiu de si nesse novo disco.
Através do 21 podemos traçar um panorama das possibilidades musicais do artista, que desta vez explora um som mais voltado para o rock britânico, influência que sempre permeou a vida musical de Sapienza. Há em 21 o DNA dos Beatles, que se espalhou por bandas, tais como Oasis, Athlete, Gavin Degraw, Ben Kweller, dentre outros. Diga-se de passagem que nem todos esses nomes citados, sejam oriundos da Inglaterra. Mas hoje em dia tem Rock inglês dos Estados Unidos, Rock inglês da Nova Zelândia e Rock Inglês do Brasil. Basta ouvir o som do Cachorro Grande, do Skank e do Sapienza que agora também passa a fazer parte dessa nova categoria, nascida da globalização do Rock.
O conceito de “21” está bastante claro já no próprio encarte, que tem como tema “A vida em movimento”. É exatamente disso que as canções do álbum falam. Da efemeridade das coisas, da renovação constante e da pulsação nervosa do rock que não deixa de ser uma analogia à vida caótica que se leva nas grandes cidades.
Sob a batuta de Fernando Magalhães, Julius Brito e Rafael Garrafa, a produção de seu novo disco é impecável. Arranjos espertos, convenções inusitadas e muitas referências ao rock clássico permeiam este segundo trabalho capitaneado pelo cantor Diogo Sapienza. A primeira faixa, Feito um carrossel, causa impacto e mostra que “21” diz a que vem logo de cara. A música traz em si as cores da aquarela psicodélica do Rock inglês dos anos 60, com a roupagem inteligente que a banda Oasis e outros símbolos contemporâneos trouxeram para a atualidade. Há no disco diversas referências muito bem diluídas por todos as músicas. Méritos para os excelentes produtores do disco, que souberam mergulhar a fundo no universo musical de Sapienza, constituindo assim um vocabulário musical rico em melodias e convenções.
Vinte e um traz em si o conceito do lendário produtor musical Phil Spector, o gênio criador do “Wall of Sound”. A “Parede Sonora” teve e ainda tem grandes seguidores no mundo da alta música pop; Beatles, U2, Oasis, Paul Weller, REM, e até hoje é copiada como uma das maiores referências das produções modernas. A idéia é fazer com que a música tenha uma ótima reprodução desde jukeboxes e rádios de pilha, até os aparelhos 5.1 de hoje em dia. Em “21” de Diogo Sapienza, temos um ótimo exemplo de como funciona o estilo. Let it be dos Beatles foi produzido por Phil Spector e é o maior exemplo da “parede sonora” de todos os tempos.
Oasis, Coldplay, The Jam, Supergrass, Athlete, Blur, Gavin Degraw, Arctic Monkeys, são bandas estão no topo das paradas no ipod do cantor. São influências básicas para ele. Repare que há um pouco de Liam Gallagher em Sapienza. Há um pouco de tudo que ele ouve, basta conferir no disco. E, antes do início de todo o processo de composição do álbum “21”, havia a clara intenção por parte do cantor em transformar este projeto em algo fiel às coisas que ele tem prazer em escutar. Pode-se dizer que “21” é um disco feito do Sapienza para o Diogo. Um disco que Diogo, se não fosse o Sapienza, certamente compraria em uma loja qualquer.
A qualidade musical e artística de seu trabalho vem sendo reconhecida por público, crítica e pelos profissionais da área de produção musical. “Vinte e um” é um disco que vale a pena ser ouvido do início ao fim, pois conta uma história e é a continuação da trajetória de um artista que vem demonstrando sua evolução. Afinal, “A vida está em movimento”. E assim segue a carreira de Diogo Sapienza. O cantor que tem alma de andarilho, irá onde o público estiver, levando suas músicas na bagagem e mostrando toda a sofisticação do seu rocknroll viajado.





Lenine assina contrato com Universal e lança CD em setembro

O cantor e compositor Lenine esteve na sede da Universal Music, no Rio de Janeiro, para selar seu contrato com a gravadora. Em setembro, chega às lojas o novo álbum do artista, “Labiata”, que reunirá 11 composições de Lenine com seus parceiros de longa data, como Lula Queiroga, Braulio Tavares, Dudu Falcão, Carlos Rennó, Paulo Cesar Pinheiro, entre outros. O álbum acaba de ser finalizado nos estúdios de Peter Gabriel (Real World), em Londres, e o título evoca uma espécie de orquídea, paixão do pernambucano. Uma das músicas do disco, “É o Que Me Interessa”, se destaca na trilha sonora da novela “A Favorita” como tema da personagem de Patricia Pillar. Lenine não lançava disco com material inédito desde 2002.

Legenda : Lenine, entre sua empresária, Leninha Brandão, e Jose Eboli, presidente da Universal Music Brasil, sela nova parceria.