INTERNET - INFORMÁTICA - GAMES

Equipe brasileira busca uma vaga no Campeonato Mundial de League of Legends


Torneio será realizado em uma das principais feiras do mercado, na Alemanha, onde o vencedor garante sua passagem para encarar os melhores do mundo em Los Angeles

A equipe vencedora do Campeonato Brasileiro de League of Legends,  PaiN Gaming, já está em Colônia, na Alemanha, e representará o Brasil na Gamescom, entre os dias 21 e 23 de agosto. A equipe brasileira participará do torneio para tentar uma vaga no Campeonato Mundial de League of Legends, que será realizado em 4 de outubro, em Los Angeles.

Pela primeira vez, uma equipe brasileira tem a chance de disputar uma vaga para o Campeonato Mundial de LoL, enfrentando equipes de todos os lugares do mundo em uma das principais feiras do mercado global de jogos. Com grande chance de vitória, o time brasileiro brigará por uma vaga contra times da Turquia, Oceania, América Latina e Comunidade dos Estados Independentes (CEI).

Para assistir as partidas, acesse: http://na.lolesports.com/ (também com transmissão em PT-BR).

Programação: (horário de Brasília)

Dia 21

paiN Gaming vs GG.EU - 5h

paiN Gaming vs Immunity - 6h

paiN Gaming vs DP - 7h

paiN Gaming vs Lyon - 8h

Dia 22
Semifinais - a partir das 8h

Dia 23
Grande Final - a partir das 5h

LITERATURA

Feira do Livro Infantil 2013 na Praça do Ferreira

Evento chega à quarta edição recebendo a escritora consagrada Marina Colasanti, música da dupla Kleiton & Kledir, além de Fulô da Aurora e escritores cearenses
 
Contação de história, música, lançamento de livros e atrações nacionais e locais temperam a IV Feira do Livro Infantil de Fortaleza, nos dias 28, 29, 30 e 31 de agosto de 2013, na Praça do Ferreira. É a oportunidade do ano para crianças, jovens e adultos degustarem o maior evento de literatura infantil a céu aberto do Norte e Nordeste. Toda a programação, que vai das 8h30min às 18h, é gratuita.
O show de abertura é com o som regional da banda cearense Fulô da Aurora, hoje, às 18h, na Praça do Ferreira, após o dia inteiro de recitais, oficinas, rodas de leitura e livros com preços promocionais. O encerramento é com a consagrada dupla Kleiton & Kledir (31/8, às 18h, na Praça do Ferreira), com o CD Par ou Ímpar, que ganhou recentemente o título de melhor álbum infantil. Apresentam-se ainda o Balé Elos da Vida e o compositor Eugenio Leandro.
A programação literária traz a carioca Marina Colasanti, a catarinense Marta Martins e a goiana Izaura Franco. Os cearenses Paiva Neves e Fabiana Guimarães, além de Newton Murce (GO), dão o molho na IV Feira do Livro Infantil de Fortaleza. Serão 15 lançamentos de livros, com a presença dos autores.
Para o coordenador geral da Feira, o escritor Almir Mota, o grande desafio do evento é manter uma programação diversificada e sempre rica, com atrações locais, nacionais, escritores reconhecidos e novos autores. “Dedicamos muito tempo para escolher com carinho quem vai servir ao público com novidades, diversão, conhecimento e cultura de qualidade”, ressalta Almir.
A Feira está repaginada, com estandes modernos, novos e fiéis editoras participantes. “O evento continua com a proposta de democratizar a leitura e ser marca na inclusão social, o que ocorre desde a primeira edição”, ressalta Almir Mota. Crianças de escolas públicas serão recebidas nos espaços Endesa Fortaleza Criança e no Espaço Baú de Leitura, que terão contação de histórias de hora em hora. As escolas particulares também irão participar, algumas com apresentações artísticas dos contos da autora Marina Colasanti.

Serviço:
IV Feira do Livro Infantil de Fortaleza
Data: 28, 29, 30 e 31 de agosto de 2013
Local: Praça do Ferreira, com programação também em outros espaços
Tel. (85) 3252.3343 / 8730.4696 (Júlia Barros e Brenda Louise)
Site: www.flivrofortaleza.com












Ícone do romance popular americano, escritor Elmore Leonard morre aos 87 nos EUA
O escritor e roteirista americano Elmore Leonard, autor de mais 45 livros, vários best-sellers, muitos deles transformados em filmes por Hollywood, morreu nesta terça-feira (20) aos 87 anos, anunciou o site do próprio autor. Leonard, que sofreu um acidente vascular cerebral no mês passado, morreu às 7h15 (10h15 de Brasília) em sua residência de Detroit, ao lado da família, de acordo com o site."Elmore morreu esta manhã, às 7h15 em casa, cercado por sua amada família", diz o comunicado no site.
Nascido em 11 de outubro de 1925 em Nova Orleans (Louisiana), filho de um funcionário da General Motors, Leonard viveu com a família no sul do país, antes de se mudar para Detroit em 1934. A cidade foi cenário de vários de seus livros. Leonard, que era considerado pelo "New York Times" o "maior escritor de policiais vivo", serviu na Marinha de Guerra antes de se formar em inglês e filosofia. Casou-se em 1949 e teve cinco filhos. O americano começou a carreira como publicitário. Passou a escrever livros de western e mais tarde se especializaria em thrillers e romances policiais.
Entre suas obras mais famosas estão "Ponche de Rum" (adaptado para o cinema por Quentin Tarantino como "Jackie Brown"), "Bandidos" e "Os Comparsas"-- transformado em filme por Steven Soderbergh ("Irresistível Paixão", de 1998, com George Cloney).
Os quase 50 livros e contos do escritor inspiraram mais de 20 filmes, além da série de TV "Justified".
Produções baseadas na obra de Elmore Leonard
 O último livro de Leonard, "Raylan", lançado em 2012, tem como protagonista o policial da série de TV "Justified", produção baseada em três contos do escritor --o principal deles, "Fire In the Hole", é a trama da primeira temporada. Leonard, que havia declarado que iria se aposentar, mudou de ideia após receber um prêmio da fundação literária nacional dos EUA pela contribuição com as letras americanas, em novembro do ano passado, e trabalhava em sua 46ª obra. "Por meio século, Elmore Leonard produziu um trabalho literário vibrante, com um estilo de escrita inimitável", afirmou na ocasião o diretor executivo da fundação, Harold Augenbraum. Na entrega do prêmio, o escritor britânico Martin Amis descreveu Leonard como "um gênio literário que escreve thrillers para reler".
As obras mais famosas de Leonard estão ambientadas no submundo de cidades como Detroit e Miami, protagonizadas por policiais, criminosos e assassinos. Leonard admitiu uma que vez seus livros "não são exatamente cinematográficos". "Têm a ver com pessoas com armas de fogo em situações extremas", disse. Em sua literatura, Leonard privilegiava o diálogo e evitava os parágrafos longos, com descrições extensas de paisagens ou monólogos.
Ao jornal "The New York Times", Leonard sintetizou suas "10 regras para escrever uma ficção" :

"1. Nunca abra um livro com o clima
2. Evite prólogos
3. Nunca use um verbo além de "disse" para um diálogo
4. Nunca use um advérbio para modificar o verbo 'disse'
5. Mantenha seus pontos de exclamação sob controle
6. Nunca use as palavras 'de repente' e 'o mundo desabou' [no original, 'all hell broke loose']
7. use dialetos e gírias regionais com parcimônia
8. Evite descrições detalhadas de personagens
9. Não use muitos detalhes para descrever lugares e coisas
10. Tente deixar de fora as partes que o leitor costuma pular".

De acordo com o jornal, elas "capturavam a essência de seu próprio estilo econômico".

Pelo menos três editoras publicaram ou vão publicar livros de Elmore Leonard no Brasil. A que concentra a obra do escritor no país é a Rocco, que já lançou 16 obras dele: "Nada a Perder", "Os Órfãos de Ruanda", "Na Mira da Arma", "Quarenta Chibatadas Menos Uma", "Os Caçadores de Recompensas", "Valdez Vem Aí", "Hombre", "A Lei em Randado", "O Último Posto no rio Sabre", "Fuga de Cinco Sombras", "Quando as Mulheres Saem para Dançar", "Hot Kid", "Cassino Blues", "Kill Shot", "Os Amores de Honey" e "Os Comparsas".

Segundo a Rocco, todos os títulos estão em catálogo --disponíveis ao público. A editora Record editou no país "Bandidos" e "Joe La Brava", mas este último está fora de catálogo. A Companhia das Letras vai publicar em outubro próximo "Raylan" e tem programado para 2014 "Djibouti".

LIVROS - FICÇÃO

Marco da literatura modernista inglesa volta em edição de luxo

“Ao Farol”, de Virginia Woolf, é relançado em versão bilíngue pela Editora Ladmark

Considerado como um dos principais trabalhos da escritora inglesa Virginia Woolf, “Ao Farol: To The Lighthouse” apresenta o cotidiano da família Ramsay e de seus amigos em sua casa de veraneio nas ilhas Hébridas, tendo como pano de fundo os acontecimentos e os traumas da Primeira Guerra Mundial. Escrito a partir de inúmeras perspectivas, alternando entre personagens e períodos de tempo com grande elegância poética, o romance não se centra em apenas uma trama, pelo contrário, apresenta um painel verbal sobre cada um dos membros da família, seus amigos e suas viagens à Escócia entre 1910 e 1920, desvendando as recordações de infância de seus personagens e como essas influenciaram suas relações na vida adulta.
O romance, dividido em três partes, apresenta em sua primeira seção a personagem de Mrs. Ramsay, a lente através da qual se organiza a maioria dos pontos-de-vista da história, além de também apresentar seu filho, em cujo desejo de seguir "ao farol" repousa todo o ímpeto narrativo. Na segunda parte, o Farol permanece vazio como um marco narrativo para a passagem do tempo e para a morte de vários personagens. Na terceira e última parte, o restante da família finalmente segue para seu destino e o romance transforma-se em um libelo sobre o amor, a perda e a criatividade.
Publicado em 1927, a obra seria um verdadeiro marco na reconhecida bibliografia da escritora e no desenvolvimento da literatura modernista na Inglaterra. Geralmente apontada como uma de suas mais elegantes realizações, «AO FAROL: TO THE LIGHTHOUSE» recebeu o Prix Femina em 1928 e propiciou à escritora o reconhecimento em vida como uma das mais importantes escritoras inglesas de sua geração. A obra não foi somente um sucesso de crítica, mas também um sucesso de vendas atingindo um amplo espectro de todas as classes sociais. Desde o suicídio de Woolf em 1941, «AO FAROL: TO THE LIGHTHOUSE» tem crescido em importância como um discurso preciso contra os temas do imperialismo, da luta de classes e do reconhecimento do papel da mulher.

Uma das grandes inovações da literatura modernista é a técnica de fluxo de consciência, em que o escritor tenta capturar um fluxo de características ininterruptas através dos pensamentos dos personagens. Nesta obra, Virginia Woolf se vale constantemente desta técnica, adotando-a como o estilo predominante desde o início da trama, desvelando a ação através dos pensamentos e dos sentimentos de cada um dos seus personagens. Embora haja um narrado onisciente para todo o encadeamento da narrativa, através de um discurso indireto, grande parte se baseia na exposição da consciência de cada personagem ao sugerir que a realidade é, na verdade, um acúmulo de várias perspectivas e experiências individuais, de modo que a correta compreensão de cada personagem apenas se concretiza pela reunião das diversas impressões apresentadas sobre cada um deles.
A complexidade do estilo de Virginia Woolf ao criar «AO FAROL: TO THE LIGHTHOUSE» tornou-se sinônimo de inquietação e intimidação, como sugere o título da peça de Edward Albee, de 1962, «Quem tem medo de Virginia Woolf?». Diante da complexidade literária da autora, deparamo-nos com mulheres que se revelam muito mais fortes que os vulneráveis personagens masculinos, esses com uma evidente necessidade de autoafirmação, sempre em busca de uma incessante compreensão e da aceitação feminina. Além do mergulho nas intrincadas complexidades de cada personagem, a obra nos faz perceber a brevidade da vida: um dia pode durar uma eternidade ao passo que uma década transcorre com notável rapidez, revelando muito das mudanças e da imutabilidade de algumas condições, sejam elas dos participantes da trama ou da própria vida.
Virginia Woolf (1882-1941) uma das mais representativas escritoras inglesas do século XX foi integrante do grupo de Bloomsbury, círculo de intelectuais que, após a Primeira Guerra Mundial, se posicionaria contra as tradições literárias, políticas e sociais da Era Vitoriana. Sua obra, classificada como modernista, é caracterizada principalmente pelo fluxo de consciência, uma de suas marcas mais conhecidas e da qual é considerada uma das criadoras. Sua primeira obra foi "A Viagem", publicada em 1915. Sua obra mais conhecida é "Orlando", publicada em 1928, uma fantasia histórica sobre a era elisabetana. Sua última obra foi "Entre Atos", publicada em 1941, posterior à sua morte.
Suas reflexões sobre a arte da Literatura (da liberdade de criação ao prazer da leitura) baseadas em obras-primas de Joseph Conrad, William Defoe, Jane Austen, James Joyce, Liev Tolstoi entre outros, foram reunidas em dois volumes publicados em 1925 e 1932 sob o título de "O Leitor Comum", homenagem explícita da autora àquele que, livre de qualquer tipo de obrigação, lê para seu próprio desfrute pessoal.



LIVROS - NÃO-FICÇÃO

"Holocausto brasileiro": a morte de 60 mil pessoas em manicômio de Minas Gerais 

Livro conta história de hospício em Barbacena que arrecadou R$ 600 mil com venda de corpos
 

Neste livro-reportagem fundamental, a premiada jornalista Daniela Arbex resgata do esquecimento um dos capítulos mais macabros da nossa história: a barbárie e a  desumanidade praticadas, durante a maior parte do século XX, no maior hospício do Brasil, conhecido por Colônia, situado na cidade mineira de Barbacena. Ao fazê-lo, a autora traz à luz um genocídio cometido, sistematicamente, pelo Estado brasileiro, com a conivência de médicos, funcionários e também da população, pois nenhuma violação dos direitos humanos mais básicos se sustenta por tanto tempo sem a omissão da sociedade.
Pelo menos 60 mil pessoas morreram entre os muros da Colônia. Em sua maioria, haviam sido internadas à força. Cerca de 70% não tinham diagnóstico de doença mental. Eram epiléticos, alcoólatras, homossexuais, prostitutas, gente que se rebelava ou que se tornara incômoda para alguém com mais poder. Eram meninas grávidas violentadas por seus patrões, esposas confinadas para que o marido pudesse morar com a amante, filhas de fazendeiros que perderam a virgindade antes do casamento, homens e mulheres que haviam extraviado seus documentos. Alguns eram apenas tímidos. Pelo menos 33 eram crianças.
Quando chegavam ao hospício, suas cabeças eram raspadas, suas roupas arrancadas e seus nomes descartados pelos funcionários, que os rebatizavam. Daniela Arbex devolve nome, história e identidade aos pacientes, verdadeiros sobreviventes de um holocausto, como Maria de Jesus, internada porque se sentia triste, ou Antônio Gomes da Silva, sem diagnóstico, que, dos 34 anos de internação, ficou mudo durante 21 anos porque ninguém se lembrou de perguntar se ele falava.
 

Os pacientes da Colônia às vezes comiam ratos, bebiam água do esgoto ou urina, dormiam sobre capim, eram espancados e violados. Nas noites geladas da Serra da Mantiqueira, eram deixados ao relento, nus ou cobertos apenas por trapos. Pelo menos 30 bebês foram roubados de suas mães. As pacientes conseguiam proteger sua gravidez passando fezes sobre a barriga para não serem tocadas. Mas, logo depois do parto, os bebês eram tirados de seus braços e doados.
Alguns morriam de frio, fome e doença. Morriam também de choque. Às vezes os eletrochoques eram tantos e tão fortes, que a sobrecarga derrubava a rede do município. Nos períodos de maior lotação, 16 pessoas morriam a cada dia. Ao morrer, davam lucro. Entre 1969 e 1980, 1.853 corpos de pacientes do manicômio foram vendidos para 17 faculdades de medicina do país, sem que ninguém questionasse. Quando houve excesso de cadáveres e o mercado encolheu, os corpos foram decompostos em ácido, no pátio da Colônia, diante dos pacientes, para que as ossadas pudessem ser comercializadas. Nada se perdia, exceto a vida.
 

No início dos anos 60, depois de conhecer a Colônia, o fotógrafo Luiz Alfredo, da revista O Cruzeiro, desabafou com o chefe: “Aquilo é um assassinato em massa”. Em 1979, o psiquiatra italiano Franco Basaglia, pioneiro da luta pelo fim dos manicômios que também visitou a Colônia, declarou numa coletiva de imprensa: “Estive hoje num campo de concentração nazista. Em lugar nenhum do mundo, presenciei uma tragédia como essa”.
Daniela Arbex é uma das jornalistas do Brasil mais premiadas de sua geração. Repórter especial do jornal Tribuna de Minas há 18 anos, tem no currículo mais de 20 prêmios nacionais e internacionais, entre eles três prêmios Esso, o mais recente recebido em 2012 com a série “Holocausto brasileiro”, dois prêmios Vladimir Herzog (menção honrosa), o Knight International Journalism Award, entregue nos Estados Unidos (2010), e o prêmio IPYS de Melhor Investigação Jornalística da América Latina e Caribe (Transparência Internacional e Instituto Prensa y Sociedad), recebido por ela em 2009, quando foi a vencedora, e 2012 (menção honrosa). Em 2002, ela foi premiada na Europa com o Natali Prize (menção honrosa).








O pensamento político de um dos intelectuais mais proeminentes do século 20 

“A pena e a espada” mostram depoimentos que remontam a trajetória do ativista Edward Said
 

O pensamento político ímpar e a trajetória do ativista Edward Said, um dos intelectuais mais proeminentes do século 20, emergem com simplicidade das cinco entrevistas que compõem esta obra, concedidas por ele ao jornalista norte-americano David Barsamian entre 1987 e 1993.  Os depoimentos desvelam ainda o homem por trás da obra, ao trazerem à tona as ansiedades e angústias de Said acerca das relações entre Israel e Palestina num período crucial da história do conflito entre os dois povos, além de relatos de episódios pessoais comoventes e comentários sobre escritores inevitáveis para ele, como Joseph Conrad, Jane Austin, T. S. Eliot e Albert Camus.
Na entrevista “A política e a cultura do exílio palestino”, de 1987, Said detalha sua visão sobre a importância do resgate da cultura palestina, tanto em nível interno quanto externo, para demonstrar a “existência” de um povo que Israel procura negar de modo a continuar justificando indefinidamente a invasão de seus territórios: “A nossa posição é singular porque somos as vítimas das vítimas”.
Na segunda entrevista, "Orientalismo revisitado" (1991), Said discute o conceito anacrônico e desvirtuado do Ocidente em relação ao Oriente, particularmente o mundo árabe, tomado como uma única cultura - depravada, indigna, sensual e violenta. Em "Cultura e Orientalismo" (1993), ele comenta seu livro homônimo e nas duas últimas entrevistas - "O acordo entre Israel e a OLP: uma avaliação crítica" (1993) e "Palestina: traição da História" (1994) ele explica como acompanhou e avaliou as negociações que culminaram no Acordo de Oslo (1993), o qual define como uma "capitulação" palestina. Ao longo de toda a obra, aliás, transparece o crescente sentimento de decepção de Said com Yasser Arafat, e são esclarecidas as diferenças políticas entre os dois.
O livro ainda inclui textos introdutórios de Arlene Clemensha, Eqbal Ahmad e Nubar Hovsepian, que, assim como as entrevistas, falam do homem que ergueu o intelectual e trazem mais luz ao pensamento de Said, cuja questão, a da Palestina, permanece em aberto após 10 anos de sua morte.







“Dicionário” reúne famosas frases machistas
 

Lançamento da Editora Jardim dos Livros é fruto de longa pesquisa da doutora em literatura Salma Ferraz
 

Maridos são bons amantes quando estão traindo as mulheres. (Marilyn Monroe)
 

Vais ver mulheres? Não esqueças o açoite. (Nietzsche)
 

Além de casar, o que a mulher mais gosta é de ser enganada de vez em quando. (Jane Austen)
Há um princípio bom, que criou a ordem, a luz e o homem, e um princípio mau, que criou o caos, as trevas e as mulheres. (Pitágoras)


Calma! Antes de dizer que este livro reúne um monte de bobagens e ofensas, entenda que as coisas aqui escritas são fruto de longa pesquisa da doutora em literatura Salma Ferraz.
“Dicionário Machista”, lançamento da Editora Jardim dos Livros, exibe frases machistas ditas em várias épocas da história e em todo o mundo. Acho louvável saber que alguém como Salma se deu ao trabalho de pesquisar tantas falas que reduzem a mulher a nada. Importante ressaltar que muitas dessas frases foram ditas ou escritas por mulheres.
Há, obviamente, os que concordam com tais palavras, mas não deveriam. Machismo é coisa de gente mal-educada, preconceituosa e que desrespeita o outro. Temos muitos casos de machismo entre intelectuais, pessoas bem-nascidas, supostamente educadas. O mais importante é entender que esse mal ainda existe e precisa ser eliminado. Palavras têm poder, e toda forma de poder gera maldade.

SERVIÇO
Dicionário Machista
176 páginas
R$ 19,90
Jardim do Livros


LUXO

LANÇAMENTO: Olore Paris Parfums apresenta Samba, fragrância inspirada na alegria da mulher brasileira
 

A elegância, o sorriso único, a vibração e a energia verdadeira e contagiante da mulher brasileira recebem uma homenagem da  Olore Paris Parfums, empresa que desenvolve perfumes e cosméticos em sintonia com as mais recentes tendências da perfumaria internacional, que acaba de lançar a fragrância Samba, que pertence à família Olfativa Frutal Floral Oriental.
O Eau de Toilette Samba irradia uma aura de sensualidade e felicidade, ao revelar a presença de gotas de mel, associadasao exótico toque do damasco, que se entrelaçam com notas florais de beladona, orquídea e jasmim, harmoniosamente finalizadas com um acorde amadeirado.
“A mulher brasileira tem humor, paixão, drama, envolvimento e, com jogo de cintura, acompanha as mudanças da vida e conquista seus sonhos. Samba representa este entusiasmo feminino que tem impulsionado tantas transformações”, destaca o Diretor Comercial da Olore, Frederico Paixão.
Samba é o perfume ideal para se dar de presente às mulheres especiais e também uma dica sob medida para quando a mulher quer agradar a si mesma, com uma experiência olfativa exuberante.

A Olore Paris Parfums desenvolve perfumes e cosméticos em sintonia com as mais recentes tendências da perfumaria internacional. A marca possui mais de 40 produtos, que proporcionam qualidade e bem-estar para homens e mulheres de todas as classes sociais. São itens comercializados em perfumarias seletivas e lojas de departamento em todo o Brasil. Sua missão é  a de criar e produzir soluções de beleza que fortaleçam o amor próprio e enalteçam a generosidade das pessoas. Os produtos exploram o design, os sentidos, as tendências e a acessibilidade, provocando nas pessoas a vontade de presentear e de ser presenteado.

SERVIÇO
Eau de toilette Samba feminino (100ml)
Valor R$ 49,90
Telefone: (081) 3034.9721
Site www.olore.com.br
Produto disponível em perfumarias e lojas de departamento em todo o Brasil.
 







Lectra realiza brunch em Fortaleza para comemorar seus 40 anos

Empresa francesa é líder mundial em soluções de tecnologia integradas para indústria de moda e confecção

A Lectra, empresa francesa líder mundial em soluções de tecnologia integradas - hardwares, softwares e serviços associados desenvolvidos para indústrias que utilizam couro e tecidos -, comemora 40 anos e oferece um brunch especial para imprensa local, nacional e parceiros convidados, no próximo dia 21 de agosto, das 10 às 14 horas, no restaurante Fashion Gourmet, em Fortaleza. Na ocasião, será ministrada uma palestra exclusiva da WGSN, mais conceituada empresa do mundo em análise de tendência e comportamento de consumo, com o tema “Preparando sua marca para o consumidor de 2015”, presente também no evento Cannes Lyons Internacional Festival, em junho de 2013. Também estarão no evento os diretores da Lectra.
Para completar a comemoração, o cantor Waldonys apresenta seu pocket show “Cantos e Contos”, no qual, por meio da música, mostra os 40 anos da sanfona no Brasil. O brunch terá cardápio especial, todo inspirado na França e promete muitas surpresas aos presentes. Além da imprensa, serão convidados para o evento os principais nomes da indústria de moda e do setor têxtil do Ceará.

Sobre a Lectra

A Lectra é líder mundial em soluções de tecnologia integradas, que permitem automatizar, otimizar e acelerar os processos de projeto, desenvolvimento e fabricação de produtos em indústrias que usam materiais flexíveis. A empresa desenvolve os mais avançados softwares e sistemas de corte automático e presta serviços associados a uma grande variedade de mercados, incluindo moda (confecção, acessórios e calçados), automotivo (airbags, bancos e interiores de automóveis) e de mobiliário, assim como uma ampla variedade de outros setores, tais como aeronáutica, náutica, energia eólica e equipamentos de proteção individual. A empresa francesa atende 23 mil clientes em mais de 100 países, com 1.350 funcionários e um faturamento de US$ 256 milhões em 2012, estando cotada na bolsa NYSE Euronext.

Sobre a WGSN

A WGSN é a mais importante empresa do mundo em análise de tendências. A empresa capacita os mais de 38 mil assinantes a tomar brilhantes decisões de design todos os dias, identificando e analisando as tendências que moldarão comercialmente os produtos e serviços bem-sucedidos no futuro. A inspiração e opinião da WGSN estão disponíveis através de assinaturas on-line para uma variedade de ferramentas digitais de ponta e por meio de serviços de consultoria sob medida. A WGSN tem mais de 500 funcionários, está sediada em Londres e possui escritórios em 23 países, incluindo Milão, Nova Iorque, Hong Kong, Seul, Los Angeles, Melbourne, Tóquio e Xangai.
A Lectra na Maquintex - Consolidada como o grande evento da indústria têxtil do Nordeste, a “Maquintex - Feiras de Máquinas, Equipamentos, Serviços e Química para a Indústria Têxtil”, terá sua edição 2013 realizada de 20 a 23 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza (CE). O evento é organizado e promovido pela FCEM Feiras e Congressos. Durante o evento, a Lectra estará com stand na feira apresentando suas soluções específicas para indústria de moda e confecção.


SERVIÇO
Lectra 40 anos
Data: 21 de agosto, 2013
Hora: 10 às 14 horas
Local: Espaço Fashion Gourmet (Av. Santos Dumont, 3600, Aldeota)
Serviço de vallet disponível no local

MODA

Hoje tem concurso “Ceará Moda Contemporânea 2013”

A grande final da categoria Design acontecerá durante a Maquintex, em 21 de agosto, no Centro de Eventos do Ceará

Uma noite de muito glamour evidenciando os talentos do profissionais de moda. Essa é a proposta da quinta edição do Concurso CEARÁ MODA CONTEMPORÂNEA 2013, promovido pelo Sinditêxtil, Sindroupas e Sindconfecções, juntamente com Sebrae e Senai. O evento acontecerá durante a feira Maquintex, no dia 21 de agosto, a partir das 19h30, no Centro de Eventos do Ceará.
O Concurso reúne estudantes, autodidatas e profissionais da moda, nas categorias Design (individual), Modelagem (individual ou dupla) e Costura (individual). Na oportunidade, os participantes são avaliados considerando quesitos como técnica e criatividade durante as etapas da competição. O objetivo é motivar os que fazem a moda no Ceará e mostrar à sociedade a sua relevância, dando-lhes espaço.
Esse ano, o desfile da categoria Design está sob o tema: “Arte, Moda e Contemporaneidade”. Ao todo, seis designers farão o espetáculo na grande final do dia 21 de agosto. São eles (ordem alfabética): Bruno Oliveira Araújo, David Lee Costa Pinto, Fernando Luis Butrago da Silva, Maciel Kelton de Sousa Gomes, Márcia Regina Ferreira da Silva, Maria Iclea dos Santos Coutinho. O primeiro colocado receberá uma viagem (com passagem e hospedagem) de capacitação no Projeto Circuito Moda Londres promovido pelo SENAI-CE, a ser realizado em setembro deste ano.
Já os finalistas das categorias Modelagem e Costura serão divulgados somente no dia do evento (21/08), já informando os ganhadores de acordo com as colocações 1º, 2º e 3º e as premiações previstas no edital.
Para o Sinditêxtil-CE, esse ano será especial tendo em vista os 130 anos da indústria têxtil cearense; a parceria com a Maquintex, feira consolidada como grande evento da indústria têxtil do Nordeste. “É uma honra poder proporcionar oportunidades para novos talentos realizando o Concurso em um evento com tamanha dimensão para a indústria têxtil, envolvendo as melhores parcerias para a consagração e destaque nacional do Ceará Moda Contemporânea”, destaca o presidente do Sinditêxtil-CE, Germano Maia.
Essa será a 5ª edição do Concurso que mobiliza cerca de 102 inscritos e 3.000 convidados para o evento final de premiação. São parceiros da ação: Sindconfecções, Sindroupas, SENAI, SEBRAE, FCEM e as instituições de ensino superior: UFC, Faculdade Católica/Marista, Fanor, Estácio/FIC, Faculdade Ateneu e Idecc Uva.
O momento contará com a participação da diretoria do Sinditêxtil-CE, empresários do trade da moda, parceiros, além de autoridades, imprensa local e nacional. Mais informações: (85) 3421 5456.


Perfis dos Finalistas Design 2013



BRUNO OLIVEIRA ARAÚJO

É piauiense, porém residindo a um ano na capital fortalezense. Bruno tem 26 anos e desde criança ajudava a mãe em um ateliê em casa. Posteriormente, começou a trabalhar em uma loja de departamentos como estilista onde passou cinco anos. Depois desse período, resolveu assumir o ateliê da família com um novo conceito em vestido de festa, no qual realizou um desfile de abertura. “Mas logo senti a necessidade de aprender, pois, em minha cidade não há muitos cursos na área da moda e vim morar sozinho na segunda capital da moda do país”, explica. Hoje, ele faz design de moda na Universidade Estadual Vale do Acaraú-IDECC.
"Eu acho que o Concurso Sinditêxtil, que agora passou a se chamar CEARÁ MODA CONTEMPORÂNEA, é uma oportunidade muito valiosa na vida de cada um dos participantes e principalmente na minha; pois será a realização de um dos meus grandes sonhos, que agora se concretiza, e que assim poderei mostrar o meu dom e meu potencial. Fico muito feliz em participar deste concurso”, enfatiza.


DAVID LEE COSTA PINTO

Nascido em Fortaleza, tem 22 anos e já atua no mercado algum tempo em algumas empresas e confecções da Capital. David Lee já participou de outros concursos, inclusive do Sinditêxtil-CE, ficando em segundo lugar na categoria Design no ano de 2012.
“Acho o Concurso muito engrandecedor, organizado e uma ferramenta de projeção para área da moda. As expectativas são as melhores possíveis e espero dar uma maior visibilidade a meu trabalho”, define David Lee, como é chamado.

 

FERNANDO LUIS BUTRAGO DA SILVA

Com 25 anos e natural de Palmácia (CE), Luis é assistente de desenvolvimento e modelista do estilista André Castro (Mar Del Castro) ecursa Tecnologia em Design de Moda na Estácio FIC. Já foi estilista e modelista da marca Rosa de Lima.
Luis explica o que é participar do Concurso e suas expectativas: "É um berço de oportunidades que ao longo de suas edições tem revelado grandes talentos da moda cearense. Farei meu melhor na execução do projeto, honrando a credibilidade que a mim foi confiada com o objetivo de estar entre os três primeiros."

 

MACIEL KELTON DE SOUSA GOMES
Nascido em Pentecoste (CE), Kelton Sousa, como é chamado, tem 26 anos, e seu primeiro emprego mais próximo da moda foi na empresa Colméia como assistente de estilo. Depois foi figurinista na empresa Esplanada. Em seguida, ele começou a trabalhar como freelancer para uma empresa de moda masculina, moda praia, que ainda trabalha atualmente. Trabalhou também para a Diuncorpo Lingerie como estilista do private label, onde criava coleções para a Renner, Pernambucanas (plus size) e para a própria marca da empresa. É estudante de moda da Estácio FIC.
“Eu acredito na seriedade do Concurso e na experiência que ele concede a todos os participantes. É uma forma também de mostrar talentos do nosso Estado, um momento único para muitos que participam da etapa final; ver seu trabalho reconhecido é inexplicável...”


 

MÁRCIA REGINA FERREIRA DA SILVA

Natural do Crato (CE), Márcia tem 26 anos e é estudante de moda na Faculdade Católica do Ceará. No quesito concurso, participou do Concurso dos Novos Talentos no Dragão Fashion de 2013.
“O Concurso Sinditêxtil é sério e muito bem organizado, dá valor ao artesanato cearense que é a arte desta terra e conta a história do povo enraizada na sua arte. Tem tudo para se tornar em um dos melhores concursos e levar o meu Ceará a ser o maior destaque na moda brasileira, e quem sabe a nível mundial. O Concurso é uma grande chance para mostrar o meu potencial, adquirir experiências, ficar ainda mais perto deste mundo da moda que amo! Quero aprender ao máximo, sobretudo o que eu puder, pois a vida é um acúmulo de aprendizado infinito. Estou muito otimista e feliz, não só por participar, mas por ver que existem pessoas empenhadas no crescimento e na valorização da cultura cearense.”


MARIA ICLÉA DOS SANTOS COUTINHO


Icléa Coutinho, natural de Cedro (CE), possui formação no curso de Estilismo, Design e Moda da Universidade Federal do Ceará (UFC) e atua em projetos de inclusão social que capacita artesãs em todo o Brasil.
“A iniciativa em promover o concurso Ceará Moda Contemporânea é importante por trazer na sua essência a inovação, sem perder os elementos que resgatam a cultura nordestina. Com isso, a proposta valoriza e reconhece os talentos que criam moda agregando à peça a identidade do nosso povo. Portanto, o que nos motiva a participar do evento é a perspectiva de geração de renda e oportunidade de trabalho para toda a cadeia produtiva, além de divulgar amplamente a beleza da arte local", afirma Icléa.



Maquintex – Feira de Máquinas, Equipamentos, Serviços e Química para Indústria Têxtil
Consolidada como o grande evento da indústria têxtil do Nordeste, a “Maquintex - Feira de Máquinas, Equipamentos, Serviços e Química para a Indústria Têxtil” terá sua edição 2013 realizada de 20 a 23 de agosto, em Fortaleza (CE). O evento é organizado e promovido pela FCEM – Feiras, Congressos e Empreendimentos.

Em virtude da grande procura após a segunda edição do evento, realizada em 2011, que contou com a participação de 500 marcas, 150 estandes e cerca de 20.500 visitantes de todas as regiões do Brasil e de 13 países, a “Maquintex 2013” será realizada no Expoceará. O local oferece mais espaço e infraestrutura, pois são mais de 65 mil m² de área, divididos entre área de exposição, auditórios, praça de alimentação e amplo estacionamento, entre outros componentes que farão parte do moderno complexo. Mais informações:www.maquintex.com.br







Estilista e criador mineiro Ronaldo Fraga é destaque do MaxiModa 2013

Confira a programação completa do evento

O criador mineiro Ronaldo Fraga figura como um dos palestrantes da sexta edição do MaxiModa – Seminário de Negócios de Moda do Nordeste, ciclo de quatro palestras com nomes de referência no universo da moda que será realizado na sexta-feira, dia 16 de agosto, no Shopping Iguatemi, em Fortaleza (CE). Com o tema “Moda e seus Novos Negócios”, o MaxiModa 2013 trará ainda o empresário Rui Leopoldo Hess, da marca Dudalina; a publicitária Lívia Salomoni, da agência digital Cherry Plus; e o diretor comercial do Grupo Morena Rosa, Lucas Franzato.
Os palestrantes irão compartilhar suas experiências, estratégias e ações vencedoras com o público participante do evento. Cada palestra tem duração de uma hora, com tempo adicional de 30 minutos para perguntas e respostas, com o diálogo entre convidado e público sendo conduzido de forma a enriquecer, ainda mais, a troca de percepções.

Os intervalos servem como momento de interação e networking estratégico entre os cerca de 450 participantes do evento, entre empresários e empreendedores de moda, lojistas (atacadistas e varejistas), confeccionistas, profissionais de marketing, publicitários, designers de moda, estudantes e interessados em negócios e novas formas de empreender no mercado de moda. As inscrições para o seminário continuam abertas pelo fone (85) 2181.2323. Para a publicitária Márcia Travessoni, idealizadora do MaxiModa, o evento cada vez mais se destaca por ser um espaço de referência na discussão da moda como negócio, proporcionado aos participantes o contato direto com exemplos de sucesso e o intercâmbio estratégico com profissionais do universo da moda. Em suas cinco edições, o MaxiModa já reuniu mais de 2.500 participantes e trouxe nomes como Alexandre Herchocovitch, Giovanni Bianco, Pedro Lourenço, Oskar Metsavaht, Gloria Coelho, Flávio Rocha, Alexandre Birman e Constanza Pascolato, entre outros.

SERVIÇO
MaxiModa 2013 – 6º Seminário de Negócios de Moda do Nordeste
Data: 16 de agosto (sexta-feira)
Horário: das 8 horas às 18 horas
Local: Cine UCI Ribeiro – Shopping Iguatemi Fortaleza
Inscrição: R$ 320,00 (Trezentos e vinte reais) -  (85) 2181.2323 ou www.maximoda.com.br







Palestrantes



• Rui Leopoldo Hess, diretor de varejo e exportação da Dudalina

Empresa familiar de camisaria masculina que começou pequena, sem posicionamento definido e que com o tempo se transformou e criou sua identidade, comunicando-se para o público classe A. O empresário Rui Leopoldo Hess, representante da Dudalina, irá falar sobre reposicionamento de produto e marca no mercado brasileiro. Rui é considerado um executivo de resultados que deixa claro que gestão e estratégia são termos que andam juntos no competitivo mundo da moda. Ele cursou engenharia mecânica e nada menos que três cursos de MBA. É diretor de varejo e exportação da Dudalina e sob sua responsabilidade foram implementados os projetos de expansão do varejo e franquias, bem como o de responsabilidade social da empresa. A marca Dudalina ganhou notoriedade súbita e cresceu bastante, especialmente na última década, devido a uma sólida estratégia de negócios. Que estratégia foi essa? Venha conferir esta extraordinária lição de empreendedorismo e de vida!

  
• Lívia Salomoni, Agência Cherry Plus

Agência de publicidade digital com foco em posicionamento online de empresas de moda, a Cherry Plus é um caso de sucesso de uma agência focada em comunicar posicionamento e identidade de empresas como Kate Spade, Farm, Cia Marítima, Grupo Restoque, Constanza Pascolato, entre outras. Lívia Salomoni, em nome da agência Cherry Plus, irá apresentar cases de sucesso e falar sobre comunicação e posicionamento digital para o mercado de moda. Formada em Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Lívia cursa o último semestre da pós-graduação em “Ciências do Consumo Aplicadas” na Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM-SP). Reside em São Paulo, onde trabalha há dois anos na Cherry Plus, onde passou pelas áreas de Conteúdo, Planejamento de Comunicação Digital e atualmente exerce a função de Planejamento de Comunicação.



• Ronaldo Fraga


Estilista/designer mineiro que leva consigo e comunica como poucos uma identidade regional e a cultura brasileira. Atualmente é referência em moda “Made in Brazil”. Irá falar sobre comunicação e imagem de moda brasileira. As roupas de Ronaldo Fraga são vendidas em duas lojas próprias, uma em Belo Horizonte e outra em São Paulo, e em 30 multimarcas espalhadas pelo Brasil. Ronaldo se destaca entre os estilistas brasileiros por criar uma moda e desfiles que valorizam a capacidade crítica e a cultura brasileira. O poeta Carlos Drummond de Andrande, a infância e a chegada da maturidade (e a despreocupação da sociedade para com crianças e idosos), a cultura agreste brasileira, a globalização e a cultura latinoamericana já foram temas de desfiles e coleções com sua assinatura.

  
• Lucas Franzato, diretor comercial do Grupo Morena Rosa
Grupo formado pelas marcas Morena Rosa, Maria Valentina, Zinco e Joy, tem produtos colocados em cerca de 90 mil lojas no Brasil e exporta para 12 países, entre os quais estão Alemanha, China, Estados Unidos e o Japão. Lucas falará sobre as estratégias distribuição no mercado nacional e internacional; a manutenção da comunicação e identidade em lojas próprias, franqueados e multimarcas; e a administração de várias marcas sob o guarda-chuva de um grupo.





Programação GERAL - MaxiModa 2013


08h00 Credenciamento
08h40 Márcia Travessoni dá as boas-vindas
08h50 Rui Souza - Dudalina
09h50 Perguntas da platéia
10h10 Coffee break 1
10h30 Fim Coffee break – Acomodação do Público
10h40 Apresentação Márcia Travessoni
10h50 Ronaldo Fraga
11h50 Perguntas da platéia
12h10 Almoço
13h55 Apresentação Márcia Travessoni
14h05 Lívia Salomoni – Cherry Plus
15h05 Perguntas da platéia
15h25 Coffee break 2
16h00 Apresentação Márcia Travessoni
16h10 Lucas Franzato – Grupo Morena Rosa
17h10 Perguntas da platéia
17h35 Encerramento

MÚSICA

As influências brasileiras no novo CD de Matthew White 
Músico americano de Virginia Beach é fã de Gal Costa e lança disco no país pelo selo Vigilante
 

Em "Big Inner", trabalho de estreia do músico americano Matthew E. White, sessões de estúdio que chegaram a ter 30 pessoas em parceria foram a espinha dorsal da criação. "(O álbum) tem o poder de muitas pessoas tocando juntas em uma sala", diz o compositor em entrevista. A voz forte, porém sussurrada, de Matthew é costurada por arranjos de coloração moderna e vintage, com referências que vão de música eletrônica a jazz. As combinações, acredita o músico, podem ser validadas pelo movimento tropicalista de alguns artistas brasileiros dos quais Matthew se declara fã.
"(Na música brasileira), para mim, há uma combinação da tradição, bem nacional, com elementos experimentais. Esse modernismo é um tipo de validação da minha música, que é bem tradicional e também almeja ser experimental", compara.
 

Nomes como Jorge Ben e Gal Costa, de quem cita a discografia, estão entre as escolhas de Matthew E. White. "Acho que a música brasileira dos anos 1960 e 1970 é uma das melhores músicas que já feitas", diz. "Muito do que eu faço foi influeciado por isso e devo muito a Jorge Ben (Jor)". Na música que encerra o disco, “Brazos”, há trechos de “Brother”, de Jorge Ben.
Sobre fundar o próprio selo, Spacebomb, o músico conta que seria melhor do que ter outra pessoa fazendo a produção por ele. "Queria criar meu emprego dos sonhos, o que para mim seria trabalhar todo dia com música, produção musical, fazer arte. Eu mesmo poderia fazer isso funcionar e ser uma coisa especial e divertida."
Ainda sem convites para tocar no Brasil, mas com o álbum de estreia em distribuição por aqui pelo selo Vigilante, Matthew se diz "disponível". "Eu e a banda estávamos conversando sobre lugares para onde gostaríamos de ir e o Brasil é o número um de todos nós."








Banda Forfun lança novos CD e DVD


O que há num nome? “Forfun”, à primeira vista, parece adolescente e efêmero, “para diversão”, uma tagline redundante para rotular uma banda carioca que passeava pelas praias do hardcore californiano. O termo também poderia ser entendido quase como uma paródia de bandas que fazem sucesso graças à web, um nome genérico em inglês que poderia ter sido inventado pelo South Park ou pelo Alan Sieber, com ironia escorrendo pelos cantos da boca. A banda Forfun esteve em Fortaleza lançando seu novo DVD, na barraca Fortal Beach, na Praia do Futuro.
Há uma transformação constante que vem acontecendo na carreira da banda que não é só fruto de uma única mudança, a brusca guinada que foi o segundo disco -, Polisenso, que já tinha sido um salto desde os tempos em que ser descoberta e produzida pelo produtor Liminha era um dos grandes diferenciais da banda dentro de uma nova cena que apareceu no início dos anos 00, os emos. Foi a partir de Polisenso que o grupo passou a mexer-se para longe da pura diversão que parecia ser seu lema desde o início. “Éramos moleques com 18 anos cantando as aventuras adolescentes, cotidiano praiano e outros temas hoje superficiais, mas que na época eram extremamente sinceros”, lembra Vítor Isensee, guitarrista e tecladista da banda, lembrando da época em que lançaram seu primeiro disco, Teoria Dinâmica Gastativa, em 2004.
Com o tempo, fomos abrindo a porta para outras influências e no segundo disco começamos a misturar quatro estilos – reggae, funk, rock e rap -, enquanto as letras abordavam um lado mais espiritual”, continua o guitarrista e vocalista Danilo Cutrim. “O primeiro disco tinha muito punk rock, mas no segundo começamos a misturar mais coisas diferentes”, completa o baixista e também vocalista Rodrigo Costa. O timbre vocal dos três instrumentistas, muito parecidos, talvez seja a principal assinatura musical do grupo.


Polisenso foi uma guinada radical para a sonoridade e estética do grupo. Para o terceiro disco, o desafio seria levar essa evolução para outro patamar. Mas em vez de partir para a esquizofrenia sonora de vez, resolveram lapidá-la. E para isso chamaram um dos nomes mais importantes na atual produção brasileira, o paulistano Daniel Ganjaman. Integrante do coletivo Instituto, ele é o responsável por ter lançado as carreiras dos rappers Sabotage e Criolo para um público maior, além de ter produzido trabalhos de nomes tão diferentes como Mano Brown, Forgotten Boys, Curumin e tocado ao lado do Planet Hemp e na banda de Otto. E, como se não bastasse, é um tecladista e vocalista de primeira. Com trânsito em todas as alas da atual música pop nacional, Ganjaman era o nome ideal para expandir ainda mais o horizonte da banda, mas sem que ela se perdesse em divagações vazias ou maluquices sem rumo.

Mas mesmo com a presença inconfundível de Ganjaman, o novo trabalho só poderia ser da banda carioca – e é mais que uma continuação de Polisenso, mas uma depuração. Alegria Compartilhada, portanto, abre com a faixa que o batiza e que já começa a misturar as referências básicas do grupo, novidade no disco anterior, umas com as outras – num reggae metal com arranjo com toques de soul. “Quem Vai, Vai” segue pela mesma trilha e começa a realçar as referências brasileiras com o riff de samba rock e o naipe de metais ainda na introdução. As duas primeiras faixas explicitam os pilares que seguram o álbum – um reggae pesado e a música brasileira, ambos envoltos por arranjos com timbres de black music e texturas eletrônicas. “A Garça” reúne essas duas colunas centrais ao descrever um Rio de Janeiro sem juízo de valores, usando os olhos do pássaro para apenas registrar o comportamento humano.

A partir de “Cosmic Jesus” essas referências começam a se misturar cada vez mais, e não apenas em uma música ou outra, mas também dentro da mesma música. As letras também perdem o aspecto contemplativo e espiritual e partem para uma psicodelia de ficção científica parente das letras de Chico Science, que usa termos científicos ou técnicos para descrever paisagens naturais: “O reino vegetal já coloria a ciclovia / Inspirando e exalando a pulsação da massa / E lúcido diante da rica topografia / Sentiu a teia viva entrelaçada pela graça”, canta a letra antes do rapper Black Alien entrar e expandir ainda mais os limites do disco.

“Descendo o Rio” baixa a bola e põe os pés no chão numa balada que faz a ponte entre Lulu Santos e Skank, mas “Tropicália Digital” retoma a expansão de “Cosmic Jesus” enfileirando rótulos de um novo tropocalismo, que entra de chinelos no século XXI.

É nessa onda de energia que o Forfun hoje surfa. Com fãs empolgados o suficiente para dar-lhes o aval para mostrar o rumo, os quatro cariocas abandonam a diversão pura e simples, rápida e passageira para incluí-la dentro de uma sensação que harmoniza paz e, claro, alegria. E assim o nome do grupo ganha um sentido ainda mais amplo. E duradouro.












Sesc realiza mostra cultural sobre vida e obra de Raul Seixas

Lembrando os 24 anos sem um dos pioneiros do rock nacional, a Unidade Centro do Sesc realiza a “Mostra Raul Seixas”, de 21 a 23 de agosto. A programação inclui encontros filosóficos, com exibição de vídeos e intervenção musical, sobre a filosofia, poesia e música do universo de Raul Seixas. O acesso é gratuito.
O cantor e compositor, consagrado nas décadas de 1970 e 1980, ficou conhecido pela sua postura contestadora e mística. Raul Seixas interessava-se por Filosofia, sendo a Metafísica e a Ontologia seus maiores focos de pesquisa. Além disso, Psicologia, História, Literatura e Latim eram conhecimentos que o músico trazia em suas composições.

Programação:

21/8
Encontro filosófico, com exibição de vídeos
Tema: Os pressupostos filosóficos de Raul Seixas
Palestrante: Leonardo de Araújo Neves  (Pesquisador em Filosofia)
Local: Sala Cine Vídeo
Horário: 17h30 às 20h30
22/8
Encontro filosófico, com intervenção musical
Tema: A Filosofia na Música de Raul Seixas
Palestrante: Eika Bataglia (Filósofa, Psicopedagoga, Mestre em Filosofia, Gestora em Educação e Professora Universitária
Intervenção: "Raul Seixas: Entre Deus e o Diabo" com Costa Senna (cantor e poeta)
Local: Sala Cine Vídeo
Horário: 18h às 21h
23/8
Show "Toca Raul" com a Banda SALT
Local: Espaço Multicultural
Horário: 19h30

SERVIÇO
Mostra Raul Seixas
Local: Espaços Culturais da Unidade Centro do Sesc (R. 24 de maio, 692 - Centro)
Período: 21 a 23/8
Entrada: Gratuita
Informações: (85) 3455.2118

NOVELAS

Em "Amor à Vida", médico muçulmano vai negar atendimento e paciente morrerá

Os próximos capítulos de "Amor à Vida" (Globo) prometem levantar uma polêmica sobre a ética médica e os princípios religiosos. O médico Pérsio (Mouhamed Harfouch) será o pivô da discussão. Muçulmano, ele se recusará a atender uma paciente, que morre em decorrência de um aborto mal feito. "É uma cena que me chocou no início. Não sei como o público irá reagir. Estou como espectador neste momento", disse o ator.
Na cena, uma mulher é internada no hospital San Magno e começa a ser atendida por Pérsio, mas, ao descobrir que ela provocou o aborto, o médico se afasta e a deixa sob os cuidados de Lutero (Ary Fontoura) e Rebeca (Paula Braun). Após a morte da paciente, Lutero vai tirar satisfações com Pérsio para descobrir o motivo de ele ter parado de atendê-la. O médico dirá que ela contrariou as leis divinas ao cometer um pecado mortal.
Por causa de sua atitude, Pérsio será demitido do hospital, mas logo em seguida sua a mãe, Priscila (Cristina Mutarelli), irá interceder para que ele seja readmitido. O rapaz prometerá atender a todo e qualquer paciente. "Minha palavra é uma só", dirá.
"[O Pérsio] tem valores muito fortes na cabeça dele", afirmou Mouhamed. Para o ator, o comportamento do residente mostra que a trama das 21h brinca com a dicotomia dos personagens. "Acho interessante que o Walcyr [Carrasco, autor] mostra na novela que todos temos um lado bom e um lado ruim. Há momentos em que você pode cometer erros. Quando o Félix [Mateus Solano] assume a homossexualidade, você vê o pai [César] vindo de maneira muito preconceituosa. A cena mostra o lado vilão [de César] e como Félix sofreu."
A diferença entre o médico e os outros vilões da novela está na defesa dos valores em que acredita, mesmo que de forma exagerada, segundo acredita o ator. A ética é uma das principais qualidades do personagem. "Ele é rico e poderia tranquilamente viver com tudo de bom e de melhor, além de usar a medicina para si próprio, buscando um alto cargo no hospital, como o faz Jacques [Júlio Rocha]. Mas a ambição dele é ser um bom cirurgião."
Para Mouhamed, o problema de Pérsio é a forma com que encara a religião e este sim é um obstáculo a ser superado para que possa ser feliz. Um romance com a médica Rebeca pode ser sua salvação. O ator disse torcer para que Rebeca e Pérsio fiquem juntos e superem as diferenças, mas não acredita que um possa se converter a religião do outro para se casarem. "Tudo é possível, mas o mais bacana é que não se convertam. O convívio da diferença é o genial. Cada um com a fé que acredita, mas podendo dialogar com isto de maneira harmoniosa."
Em "Amor à Vida" Mouhamed interpreta seu terceiro personagem étnico na TV. O mais conhecido do público foi Farid, de "Cordel Encantado". "Estreei com um personagem popular em "Pé Na Jaca" [Hussein], que era um argelino engraçado louco, bem infantil. Depois teve um promotor e aí veio [o Almeidinha] em "Cama De Gato", que não tinha [nada e étnico]. Então surgiu "Cordel Encantado", que deu uma promoção muito grande ao Farid. Foi um personagem forte de origem libanesa. Isto acaba chamando a atenção do público. Se você for olhar, a princípio parece que é a mesma coisa, mas são totalmente diferentes."
Apesar de atuar há mais de 20 anos, Mouhamed também se formou em direito e tem a carteira da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "Já fazia teatro, mas sempre achei difícil a profissão. Não estava conseguindo trabalho e tive esse plano B. Mas não tenho talento como advogado, minha paixão é essa [atuar] e procuro me aperfeiçoar." O ator afirmou que a mulher, Clarissa Eyer, lhe dá o maior apoio na profissão. "Não tem igual, ela me dá força total. Ela diz: 'É o que você ama, tem que continuar, não desista'. O casal tem uma menina de 1 ano de idade chamada Ana Clara.

OUT CE

O blog DIVIRTA-CE está sendo atualizado! Aguardem as novidades de agosto....

PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Inauguração do Memorial da Resistência acontece nesta sexta-feira

Exposição Arquivo das Sombras recupera a memória da resistência do período da Ditadura Militar no Ceará

A Secretaria de Cultura de Fortaleza inaugura hoje às 18 horas, o Memorial da Resistência. Espaço de memória do período da Ditadura Militar no Ceará, o Memorial abrigará a exposição permanente Arquivo das Sombras. A solenidade de abertura acontecerá no Teatro Antonieta Noronha (Rua Pereira Filgueiras, nº 4 – Centro) e será aberta ao público.
A cerimônia de abertura contará com apresentação da aula-espetáculo “É Proibido Proibir”, do ator, dramaturgo e pesquisador Ricardo Guilherme, a partir das 19 horas, que faz uma alusão aos 50 anos do Golpe Militar (1964-2014) e uma retrospectiva da história brasileira dos anos 1960-1970 até a atualidade.
No intuito de manter o debate sobre as temáticas da liberdade democrática, do exercício da cidadania e do respeito aos direitos humanos, o Memorial da Resistência, por meio da exposição Arquivo de Sombras, recupera marcas físicas deixadas por presos políticos em suas paredes, registros fotográficos e depoimentos que retratam a experiência da Ditadura Militar no Ceará e suas nuances.
O Memorial da Resistência ocupa o prédio da Secretaria Municipal de Cultura onde, no passado, ficava a sede da Polícia Federal. No espaço, é possível conhecer duas antigas celas e uma solitária. As visitações poderão ser realizadas de segunda à sexta-feiras, de 14h às 17h, por meio de agendamento.
Serviço:
Abertura do Memorial da Resistência: Exposição Arquivo das Sombras
Quando: Sexta-feira (30), a partir das 18h
Onde: Secretaria de Cultura de Fortaleza (Rua Pereira Filgueiras, 4 - Centro)

PELO INTERIOR

Cidades cearenses tornam-se palco da diversidade cultural “Ao Gosto Popular”

Com o objetivo de revelar características de cada região brasileira, durante o mês de agosto, o Sesc realiza o projeto Ao Gosto Popular. A programação, realizada de forma gratuita, leva atrações voltadas para todas as idades a espaços de Fortaleza, Juazeiro do Norte, Crato, Sobral, Iguatu, Aracati e São Gonçalo.
Durante o mês, representantes da cultura popular brasileira chegam às cidades com muita dança, artes visuais, artesanato, teatro, tradição popular, música, literatura e cinema.
Em Sobral, a programação tem início nesta quinta-feira (15), com o Cortejo “Maracatu Nação Fortaleza”. Às 18 horas, no Largo do Rosário, Boulevard do Arco. A programação segue com feira de artesanato, apresentação de capoeira e participação dos violeiros Geraldo Amâncio, Gonzaga da Viola, Rubens Ferreira e Ari Teixeira.

Programação- Ao Gosto Popular em Sobral
15/818h - Cortejo Maracatu Nação Fortaleza
Local: Largo do Rosário/ Boulevard do Arco
20h - Abertura Oficial
       - Feira de Artesanato
       - Capoeira
Local: Praça São João
20h30 - Violeiros Geraldo Amâncio/ Gonzaga da Viola/ Rubens Ferreira/ Ari Teixeira
Local: Praça São João
16/8
18h - Reisado Boi Traz a Paz
       - Grupo Abadá Capoeira - Sesc Ativo
       - Maculelê e Dança do Fogo
       - Jota , Jotinha, Jotão (Emboladores)
       - Violeiros Antonio Pontes e Ivan Viana
Local: Boulevard do Arco
17/8
9h30 - Cortejo Maracatu Nação Tremembê (Aracatiaçu) –
Local: Praça de Cuba – Becco do Cotovelo
- Jota, Jotinha, Jotão (Emboladores) Show Ivan Frota
Local: Becco do Cotovelo
Programação sujeita a alteração









HUMOR

Sesc realiza 10ª edição do Festival de Humor Cearense
 

Durante quatro dias, Iguatu se torna palco de humor e descontração
 

Com o objetivo de promover o humor, a desconcentração e estimular novos talentos, de 14 a 17 de agosto, o Sesc realiza o X Festival de Humor Cearense (FHC). A programação, que reúne atrações humorísticas para animar Iguatu, acontece na Unidade do Sesc, sempre às 20 horas. A entrada é 1kg de alimento não perecível, que será destinado ao projeto Mesa Brasil.
Durante a edição do Festival, o público confere as participações dos artistas Tirulipa, Biba, Cumpade Cabaça, Augusto Bonequeiro e Adamastor Pitaco, além de uma mostra competitiva com mais de dez humoristas. A apresentação fica por conta do personagem Zebrinha, interpretado por Jader Soares.
Programação - X Festival de Humor Cearense (FHC)
14/8 – Tirulipa
15/8 – Biba e Cumpadre Cabaça
16/8 – Augusto Bonequeiro
17/8 – Adamastor Pitaco
Apresentação: Zebrinha
SERVIÇO
Local: Unidade Iguatu do Sesc (Rua Treze de Julho, 1130)
Horário: 20h
Entrada: 1kg de alimento não perecível
Informações: (88) 3581.1130

POESIAS - CRÔNICAS

POLÍTICA CULTURAL

"Ciclo de Conversas: Culturas Possíveis” discute circo nesta terça-feira

Projeto visa alinhar demandas das linguagens artísticas



Quais as demandas e quais as perspectivas para as diversas linguagens artísticas? Pensando em promover um diálogo entre quem produz, consome e gere a cultura na cidade, a Secretaria de Cultura de Fortaleza, por meio da Coordenação de Criação e Fomento, realiza, desde julho, o projeto Ciclo de Conversas: Culturas Possíveis. O bate-papo prossegue por todo mês de agosto às terças e sextas-feiras, das 14h às 16h, no Teatro Antonieta Noronha, com entrada gratuita.

Dando continuidade a mais uma edição, nesta terça-feira (13) o Ciclo de Conversas lança olhares sobre o Circo. Quais as ações previstas para esta linguagem no âmbito municipal, quais os anseios de artistas e público para o fomento e difusão em Fortaleza?

Além do circo, o Ciclo de Conversas promoverá, ainda, encontros sobre cultura digital (devido ao feriado do dia 15/8, o bate-papo desta linguagem foi transferido do dia 16/8 para o dia 29/8), moda, design, humor e gastronomia (ver calendário ao final do texto). Teatro, audiovisual, literatura, música, artes visuais, dança e fotografia foram contemplados nos primeiros encontros. Todos os relatórios sobre o Ciclo de Conversas: Culturais Possíveis estarão disponíveis no portal da Prefeitura Municipal de Fortaleza.

“O Ciclo é uma importante iniciativa no sentido de aproximar a Secretaria de Cultura de Fortaleza dos segmentos artísticos da cidade, estabelecendo, assim, um canal constante de diálogo entre o poder público e as demandas da sociedade civil”, acredita o coordenador de Criação e Fomento da Secultfor, Lenildo Gomes.

“Ciclo de Conversas: Culturas Populares Tradicionais” debate manifestações artísticas


As demandas referentes às culturas populares tradicionais também estão em debate durante os meses de agosto e setembro. A série de bate-papos, que teve início no dia 8 de agosto, tem como objetivo conhecer quais são os atores e atrizes sociais que promovem a cultura em nossa cidade, bem como incentivar o fortalecimento da cultura popular em Fortaleza.

Os encontros do Ciclo de Conversas: Culturas Populares Tradicionais ocorrem no Teatro Antonieta Noronha, de 14h às 16h. Os temas que nortearão as discussões são baseados no Programa Nacional do Patrimônio Imaterial, cujo Registro é subdividido em quatro temáticas: Saberes, Celebrações, Formas de Expressão e Lugares.

Além da Cultura Popular, tema que abriu os encontros, também já foi debatido sobre Música e Literatura Popular. Os próximos bate-papos discutirão sobre: Folguedos e Danças, Artesanato e Culinária Regional, Religiosidade, Ciclo Carnavalesco, Festejos Juninos, Festejos Natalinos, e Instituições, Empresas, Associações, Equipamentos e Projetos Culturais.

SERVIÇO
Ciclo de Conversas: Culturas Possíveis
Onde: Teatro Antonieta Noronha (Rua Pereira Filgueiras, 4 - Centro)
Quando: Terças e sextas-feiras de julho e agosto, das 14h às 16h


Terça-feira - 13/08

Circo

Terça-feira - 20/08
Moda

Sexta-feira - 23/08

Design

Terça-feira - 27/08
Humor

Quinta-feira - 29/08

Cultura Digital

Sexta-feira - 30/08
Gastronomia

Quarta-feira – 14/08


Folguedos e Danças

Segunda-feira – 19/08

Artesanato e Culinária Regional

Segunda-feira - 26/08

Religiosidade

Quarta-feira - 28/08

Ciclo Carnavalesco

Segunda-feira - 02/09


Festejos Juninos

Terça-feira - 03/09


Festejos Natalinos

Quarta-feira - 04/09

Instituições, Empresas, Associações, Equipamentos e Projetos Culturais