FESTAS & BOATES

FLIPERAMA

Depois do sucesso da última festa, a FLIPERAMA #4 já está confirmada! Dia 27 de junho, sábado, no Acervo Imaginário, os DJs Danny Husk, GVale e Marquinhos retornam para contagiar a pista e fazer o público dançar exageradamente!
Do ultra-pop ao indie-rock, sempre com a presença de sonoridades eletrônicas ao envolto, em busca de agradar às pessoas que procuram uma opção interessante na noite alternativa de Fortaleza.
SERVIÇO:
FLIPERAMA #4
DJs: Danny Husk, GVale e Marquinhos
Data: 27 de junho de 2009 (sábado), a partir das 22:00h
Ingressos: R$10,00 (no local)
Local: Acervo Imaginário
Rua José Avelino, 226 - Dragão do Mar
Telefone: (85) 3221.4894
Informações: http://meadiciona.com/FLIPERAMA




As casas noturnas e a nova lei antifumo

* Antonio Gonçalves

Com a aprovação pela Assembléia Legislativa e com a sanção do Governador José Serra São Paulo terá dentro de pouco mais de um par de meses uma nova lei que irá combater o fumo em ambientes fechados sejam públicos ou privados.

O governo criou um grupo de 250 funcionários para fiscalizar os cerca de seis milhões de fumantes em todo o estado. A lei "proíbe o consumo de quaisquer produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, em recintos de uso coletivo e cria ambiente livre de tabaco".

A diferença dessa lei para suas antecessoras que não obtiveram êxito e ganharam a tupiniquim alcunha de lei que “não pegou” é que na atual existem sanções elevadas aos estabelecimentos fiscalizados, ou seja, a antiga técnica de onerar o bolso do infrator como elemento coercitivo.

A iniciativa contém alguns pontos curiosos como a permissão de fumar dentro de motéis e no interior do quarto de hotéis, bem como em tabacarias. O próprio governo tem sua parcela de vinculação à nova norma na medida em que está obrigada a promover campanhas de conscientização e também propaganda alternativa para os fumantes que desejarem deixar o vício.

No entanto, reside uma grande dúvida, que somente será dirimida com o efetivo vigor da norma na realidade nacional, qual seja: a associação da fiscalização com a vida noturna do paulistano. Não raro é a cena de pessoas fumando em bares num happy hour e pior, em casas noturnas com uma livre associação ao consumo do álcool.

De sorte que o consumo nas casas noturnas é derivado da ingerência da bebida alcoólica que por sua vez é acompanhada do cigarro. Se o segundo estiver proibido como irá reagir o freqüentador fumante da casa noturna?

Deixar de fumar é garantido que a maioria não o fará, então qual será a solução? Afinal, a existência dos famigerados fumódromos também não está inserida na nova norma, logo não existirá mais tolerância ao fumante em casa noturna.

O não fumante assiste a tudo como espectador privilegiado e agradece por não mais retornar a sua residência como se fosse um cinzeiro ambulante, tal a quantidade de odor impregnado em si.

O embate entre a nova lei e as casas noturnas deverão ser árduos e, nesse momento o silêncio impera pelo simples fato de ainda não existir a fiscalização e, tampouco, a campanha educativa, porém se a fiscalização de fato ocorrer e for realizada de forma enérgica haverá uma reação bem notória por parte dos donos de boates.

Resta saber se diante desse que parece ser o maior desafio da norma que está por se tornar realidade no ordenamento jurídico nacional o governo sustentará a validade e as sanções previstas ou se a lei em curto prazo de tempo se assomará às demais com a pecha de mais uma lei que não pegou.



* Antonio Gonçalves é advogado, pós-graduado em Direito Tributário (FGV), Direito Penal Empresarial (FGV) e Direito Penal - Teoria dos Delitos (Universidade de Salamanca - Espanha). Mestre em Filosofia do Direito e Doutorando pela PUC-SP. É especialista em Direito Penal Empresarial Europeu pela Universidade de Coimbra (Portugal); em Criminologia Internacional: ênfase em Novas armas contra o terrorismo pelo Istituto Superiore Internazionale di Scienze Criminali, Siracusa (Itália); e em Direito Ambiental Constitucional pela Escola Superior de Direito Constitucional. Fundador da banca Antonio Gonçalves Advogados Associados, é autor, co-autor e coordenador de diversas obras, entre elas, "Quando os avanços parecem retrocessos -Um estudo comparativo do Código Civil de 2002 e do Código Penal com os grandes Códigos da História" (Manole, 2007) e "A História do Direito São Paulo" (Academia Brasileira de História, Cultura, Genealogia e Heráldica, 2008).

FORRÓ TOTAL

DIA 21 (domingo)

FORRÓ NO MERCADO\\Aos domingos, o Mercado dos Pinhões é o lugar mais indicado da cidade para quem quer ouvir os legítimos representantes do forró. É que lá acontece o projeto Forró no Mercado, promovido pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor). No próximo domingo, 21, o Grupo Asa Branca comanda a festa. O grupo está na estrada há mais de 30 anos e tem três discos gravados. Os músicos Cícero (zabumba), Vanda Lúcia (voz), Francisco (sanfona) e Toinho (triangulo) executam um repertório com clássicos do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, Flávio José e Trio Nordestino.



Serviço:

Forró no Mercado com Asa Branca, dia 21, a partir das 19h, no Mercado dos Pinhões (entre as ruas Gonçalves Ledo e Nogueira Acioli).

FORTALEZA ALTERNATIVA


Bandas de Fortaleza em trilha sonora de documentário americano sobre MMA!

Bandas de Fortaleza em trilha sonora de documentário americano sobre MMA (Mixed Martial Arts) nos Estados Unidos. As bandas Plastique Noir, Red Run e RoadSideR tiveram suas músicas escolhidas através do myspace para compor a trilha sonora de um documentário sobre lutas nos Estados Unidos. A produtora é uma brasileira radicada nos USA, Livia. O DVD foi lançado há poucas semanas nos USA e conta com várias outras bandas do mundo todo.

http://www.knockoutsecrets.com
http://www.knockoutsecrets.com/soundtrack.html





Plastique Noir

A cidade de Fortaleza fica no Nordeste do Brasil. Famosa por suas belas praias, pela alegria de seus habitantes e pelo sol que brilha o ano inteiro, atrai legiões de turistas de todo o mundo durante o ano. Mas a cidade tem uma outra face. Uma face escura, doente, apaixonada, impiedosa.

Plastique Noir nasceu e cresce ali, nesse meio desolado e hostil. Numa pequena sala situada no coração de uma violenta área batizada com nome de batalha da Segunda Guerra, cercados por chaminés que despejam no céu cinza os tóxicos de um complexo industrial falido, três jovens se reúnem desde 2005 para gerar música pós-punk com influências darkwave, synthpop, industrial, indie e punk. Trazendo na bagagem o pop das últimas décadas, mas atentos à contemporaneidade, usam a nostalgia como ferramenta e a decadência urbana como inspiração, culminando no labirinto existencial dentro de cada um de nós neste início de milênio, quando as utopias morreram e o caos embaça um senso residual mínimo de realidade. Não se trata de crítica engajada [embora esta seja inevitável], mas de poesia suja, que conta histórias cujos personagens centrais são os próprios integrantes mais tudo aquilo que os cerca. Falamos das madrugadas desertas, das prostitutas e travestis no calçadão à beira-mar, do hedonismo viciado, das ruínas da cidade velha, dos amores marginais perdidos nas esquinas e bares, dos corpos amontoados no necrotério, da neurose cotidiana sufocada pelo monóxido de carbono, do retorno ao passado em busca de um futuro possível qualquer, dos símbolos de loucura do folclore e do pop que oferecem uma fuga, um desvio.

Plastique Noir [em francês, “plástico negro”] é o saco que embala cadáveres. Seu eletro rock, soturno, porém dançante, também envolve corpos, impelindo-os à dança hipnotizada. Em menos de três anos, a fórmula já conquistou ampla repercussão nacional, com shows em algumas partes do país como Brasília, Salvador, Campina Grande, São Paulo, São Tomé das Letras, Teresina, Natal, João Pessoa e Recife; entrevistas para revistas como a Bizz e outras publicações, jornais, rádios, TVs e sites de todo o Brasil; inclusão na coletânea “Retratos Subterrâneos” da revista Rock Hard/Valhalla, que reúne o melhor do gótico nacional; top 1 de downloads no renomado portal brasileiro de música eletrônica Fiber Online [quase 100 mil downloads/streamings]; eleita a segunda melhor banda brasileira em seu gênero pelo Brazilian Alternative Charts, a parada oficial de música gótica e eletrônica, que envolve críticos, músicos e produtores; escalação para os festivais nacionais independentes Ponto.CE 2006, WoodGothic 2008, Feira da Música de Fortaleza 2008 e DoSol 2008; e convites para abertura de shows de nomes expressivos como Montage, Ludov, Engenheiros do Hawaii e The Cruxshadows [EUA].

A banda também tem crescido muito no âmbito internacional, tendo sido a única banda brasileira convidada para a edição de 2007 do maior festival gótico do mundo, Wave Gotik Treffen, em Leipzig [Alemanha]. Foi ainda entrevistada pela famosa revista portuguesa Elegy Iberica; recebeu elogiosa resenha do renomado jornalista e crítico musical inglês Mick Mercer; e têm tido suas canções discotecadas nas rádios alemãs Ultra Dark Radio e Schwarzbrot, na festa portuguesa Bouquet of Dreams e na casa sul-africana Zeplins, bem como em outros países como França, Bélgica, Peru, EUA, Chile, Itália e vários outros.

Seus dois lançamentos independentes até então, Offering [2006] e Urban Requiems [2006/2007], este último re-lançado em 2008 pelos selos Ekleipsi Records [Itália] e AFMusic [Alemanha], estão esgotados. No momento, a banda acaba de lançar seu primeiro álbum oficial denominado DEAD POP em sua página do site Trama Virtual e em poucos meses o cd físico sai pelo selo paulista Pisces Records.

Influências

The Cure, The Smiths, Depeche Mode, She Wants Revenge, The Sisters of Mercy, Asylum Party, Nine Inch Nails, Interpol, etc.


RED RUN

O começo de tudo foi no ano de 2005, quando Thiago Montana e Andersson Bandini decidem formar uma banda de rock alternativo chamada inicialmente “Redrum” posteriormente “Red Run”. Na mente para compor essa gangue, Davy Rider, ex-baterista de uma banda de punk rock no final da década de 90 chamada Havana, entra nesse time. Inicialmente passaram-se vários baixista na formação até que meses depois entra pra fechar esse bando, Tony Vegas, amigo próximo de todos, já tinha tocado com Andersson Bandini em outra banda. A banda começa a fazer pequenos shows em lugares undergrounds de Fortaleza e até em Teatros. Final de ano gravam em apenas 2 meses, com uma produção totalmente independente o Ep “Red Book Magazine” com 7 faixas, incluindo músicas como “Hard Shine” e “Dead Sound” já hits de uma geração ofuscada pelo caos, pela apatia gerado pelo cotidiano e por uma hipocrisia que mata mais que uma guerra. Nesse meio tempo a banda lança o clip da música “Hard Shine” sendo um delírio visual com referências a filmes como Nosferatu, pinturas de David Lynch e filmes “b” produzidos pelo diretor do clip. A banda entra em 2006 já tendo uma base forte de músicas e o público vai começando a conhecer melhor essa gangue que vai detonando com músicas que vão do stoner rock ao punk rock, nunca fugindo da essência de fazer o bom e velho Rock’n Roll, sujo e pervertido. Com vários shows marcados, no final de 2006 a banda vai para Piauí, Teresina, fazer um único show, onde o público delira com a energia que a banda passa em cima do palco, e saiem consagrados de lá, tendo na mente o dever feito. Também já no final do ano, entra no estúdio de novo para gravar o seu 2º Ep que se chamaria mais tarde de “Acid Minds of a Lost Youth”, diferente do Ep anterior, as músicas gravadas eram mais cruas e pesadas, só tendo concluído a gravação meses depois devido a contratempos como a saída do baixista e vocalista Tony Vegas, que ainda participou da sua gravação. O segundo clip da banda é lançado na programação de uma Tv local, “Dead Sound” foi feito com uma produção mínima e básica com imagens da banda de shows ao vivo. Tendo começado o ano de 2007 meio conturbado devido ao episódio da saída de Vegas, a banda segue em frente, então chamam Junior Borg, amigo de noites quentes e perversas do submundo de Fortaleza, entra nesse tempo para preencher essa vaga, já com sangue novo e ardente, a banda segue fazendo cada vez mais shows e já divulgando o novo Ep, que acabara de sair do forno do inferno, mas parece que a banda já não tinha muita sorte com os baixistas e Junior Borg tem que deixar a banda, tendo já vários shows e festivais marcados na agenda à banda corre atrás de outro baixista que dê o sangue pela banda, foi aí que Deivy Hell antigo amigo e que já tocara em banda com Andersson Bandini. Essa corrida vermelha brutal e devastadora leva na música uma bela e doentia melodia que a banda tenta passar em suas canções. Red Run mescla influências do punk-rock, alternative rock, new wave, mas sempre tentando concretizar um som próprio com uma pitada de tudo que há no cenário musical. A busca feita pela banda não se refere exclusivamente à questão musical, mas sim há todo um contexto de vida, filmes undergrounds, o submundo sujo e decadente que a mente pode absolver em relação ao mundo. Red Run pega o espírito e a essência da alma dos que nos ensinaram que a arte deve ser feita com paixão.




ROADSIDER


A história da Roadsider começou em abril de 2007, quando o guitarrista Samuel Reis e o vocalista Flávio Oliveira se conheceram e tomaram a iniciativa de criar um projeto autoral. Apesar da pouca experiência de ambos, as primeiras composições não demoraram a surgir (as músicas “Insane till the bone” e “Last Lament” foram feitas na mesma semana em que se conheceram), e com o tempo o grupo foi tomando corpo, primeiramente com a entrada do guitarrista Marcos Lorão, já conhecido de ambos, e com a as posteriores chegadas do baixista David Pantera e do baterista Ângelo Guedes, consolidando o projeto (batizado de “Roadside”, inicialmente), que pôde ,enfim, dedicar-se ao entrosamento em estúdio.

A banda faz um som direto e de peso, algo que transita entre o “Thrash Metal” e o “Stoner Rock”, mas que ao mesmo tempo é difícil de ser rotulado. As influências mais perceptíveis são de Pantera, Crowbar, Down, Slayer, Black Label Society, Sepultura, Kyuss, Black Sabbath, Corrosion of Conformity, entre muitas outras... porém, os Roadsiders buscam uma identidade própria, jamais seguindo tendências ou produzindo algo que não seja impulsionado pelo prazer de tocar o que gostariam de ouvir em uma música de Rock’n Roll. As letras, escritas em inglês por uma questão de sonoridade e estilo, demonstram uma visão de mundo intensamente niilista e crítica. As inspirações são diversas, vão da vida urbana de seus integrantes até filmes e quadrinhos de velho oeste e terror, passando por uma série de outras temáticas, já que há total liberdade no processo de criação.

Após algumas apresentações pequenas em festas de amigos, a banda teve a oportunidade de estrear frente a uma platéia maior no “Glam Goth Rock’n Roll Party”, evento realizado dia 10 de maio de 2008, no Hey Ho Rock Bar (única apresentação sob o nome “Roadside”). Tocando ao lado de bandas já conhecidas pelo público fortalezense como Vulcani, Plastique Noir e Red Run, o grupo correspondeu às expectativas e fez um show que rendeu empolgante repercussão.

Após tocar no SANA (feira de animes e cultura japonesa), no Centro Cultural do Bom Jardim(onde encerrou o Festival de Rock das férias),e no Zombie Walk de Maracanaú, a banda entrou em estúdio focando a gravação de seu primeiro EP, finalizado no início de outubro, com 4 músicas invariavelmente executadas nos shows (“Last Lament”, “Reach Out”, “What a Joke” e “Convulsion”).

Em pouco mais de um ano de existência, o que era apenas um projeto evoluiu e transformou-se em uma realidade promissora e concreta, às custas de muito trabalho e dedicação no amadurecimento das composições, na realização de shows onde cada integrante se doa de corpo e alma, e na divulgação do material, que traduz o espírito intenso de cada membro da banda, já que é consenso entre os cinco que a Roadsider vai muito além das fronteiras musicais.Trata-se, por mais clichê que isso possa soar,de um estilo de vida. Em 2008 demos bons passos, mas temos consciência de que há muito o que percorrer nessa estrada do Rock’n Roll, já que, no dia que acharmos que alcançamos o que tínhamos a alcançar, perderemos todo o espírito.



Lançamento do Festival Ponto.CE com Cordel do Fogo Encantado

No próximo dia 3/7, a Praça Verde do Dragão do Mar será palco do evento de lançamento da quarta edição do Festival Ponto.CE. A atração principal fica por conta dos pernambucanos, Cordel do Fogo Encantado, apresentando show inédito em Fortaleza, de comemoração aos 10 anos de carreira do grupo.

Este ano o festival acontece nos dias 6 e 7 de novembro e traz a temática da unificação de linguagens artísticas, onde ações como esquetes de teatro, apresentação de dança, ação conjunta com os organizadores do Festival Nóia, palestras direcionadas para a temática da produção artística independente, oficinas de instrumentos musicais voltadas para as comunidades do entorno do Dragão do Mar e atividades sócio-ambientais estão previstas.

Desde o seu lançamento, no ano de 2006, o Ponto.CE, em 7 dias de evento reuniu 18 mil pagantes, colocou 64 bandas no palco e 21 Dj’s, entre internacionais e nacionais, gerou o total de 920 empregos diretos/indiretos, além de estimular turismo e a produção artística da cidade.

O Festival Ponto.CE possui o selo da ABRAFIN – (Associação Brasileiras de Festivais Independentes) – Entidade máxima dos festivais independentes do Brasil – Hoje possui em seu cast 40 festivais, dentre eles; FEIRA DA MÙSICA (CE) - BANANADA (GO) – DEMO SUL (PR) – 53 HC (MG) – REC BEAT (PE).
Serviço

Evento: Festa de Lançamento do Festival Ponto.CE

Atração: Cordel do Fogo Encantado (PE) - show inédito de comemoração aos 10 anos da banda

Dia:03/07/2009 (Sexta-Feira)

Local: Praça Verde do Dragão do Mar

Horário: 21 Horas

Ingressos: R$ 20,00 (primeiro lote - do dia 09/06 até 19/06)


Ponto de Venda: Kangaço Rock Street - RUA SENADOR POMPEU, 834, SALA 323,3 ANDAR – GALERIA PEDRO JORGE - CENTRO

Informações: 3254.29.93 / www.pontoce.com.br



O festival Ponto.CE é realizado em parceria por duas produtoras: a BANDEIRA R PRODUÇÕES ARTÍSTICAS - oriunda das atividades de mais de 6 anos da casa de shows Hey Ho Rock Bar – e a EMPIRE RECORDS – que também atua como selo independente. Juntas, desde 2002, as duas empresas foram responsáveis pela realização, em Fortaleza, de mais 500 shows entre locais, nacionais e internacionais.

O Ponto.CE nasceu em 2006 com o intuito de divulgar o trabalho das bandas do Ceará e de promover a interação das mesmas com os grandes nomes do cenário independente nacional e internacional. Tal objetivo foi plenamente alcançado nas duas primeiras edições, fato este que contribuiu para a filiação do festival à ABRAFIN – Associação Brasileira de Festivais Independentes – entidade que mantém parceria com o Ministério do Trabalho e do Emprego e com a Secretaria Nacional da Economia Solidária (SENAES).

As duas primeiras edições do Ponto.CE foram realizadas no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura durante o mês de agosto dos anos de 2006 e 2007 e os números surpreenderam a todos: Em 2006,2 dias,4000 pessoas,14 bandas e 120 empregos gerados; e em 2007,3 dias,7500 pessoas,33 bandas,21 Dj’s e 300 empregos gerados.

Em 2008, o festival, realizado nos dias 5 e 6 de setembro na casa de shows Arena, alcançou o seu ápice. Com o nome já consolidado no circuito nacional de festivais independentes e tendo sua data inclusa no calendário cultural de Fortaleza, o evento tomou proporções ainda maiores. Dando continuidade ao propósito de promover o trabalho de artistas genuinamente cearenses e de mantê-los em contato direto com grandes nomes do cenário nacional e internacional, o Ponto.CE convidou bandas de seis estados do país,além de ter mantido a tradição – iniciada em 2007 com uma banda australiana – de trazer artistas internacionais.

Diretamente da Califórnia, Estados Unidos, veio o Bad Religion, banda com mais de 20 anos de carreira e que veio a Fortaleza para uma única apresentação no Nordeste, justamente no Ponto.CE. Além do comparecimento em massa do público cearense, mais de cento e cinqüenta pessoas de outras sete cidades vieram para o evento, o que em muito contribuiu para o fortalecimento do turismo e dos serviços de hotelaria no período.Os números desta edição foram os seguintes: 2 dias,6500 pessoas,17 bandas e 500 empregos gerados.

A quarta edição do Ponto.CE já está marcada para os dias 6 e 7 de Novembro,na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.Dentro de suas perspectivas ousadas e inovadoras, o Ponto.CE promete novidades para a edição 2009. A principal delas reside na questão da unificação de diversas linguagens culturais. Este objetivo foi determinante para que o projeto PONTO.CE 2009 fosse aprovado no edital nacional da OI FUTURO. O festival foi selecionado entre mais de 4.300 projetos de todo o país, sendo um dos sete projetos cearenses aprovados no edital.




RPB CEARÁ CHEGA À FINAL ESTADUAL

Representante do Ceará será votado entre seis concorrentes


Após duas empolgantes eliminatórias, que selecionaram seis grupos entre os 19 participantes, chega ao fim o Festival RPB Ceará – Rap Popular Brasileiro neste sábado, 20 de junho, em Fortaleza. A partir das 16 horas, tocam no palco do Teatro da Boca Rica, para um seleto júri e a platéia presente, os grupos (em ordem de apresentação):

1.ª música: Violência Direcionada
2.ª música: Quilombo Favela
3.ª música: Erivan/Produtos do Morro
4.ª música: Pretos MCs
5.ª música: VM da Rima
6.ª música: Elemento Suspeito

A grande festa da Final Estadual cearense do Festival RPB terá também o lançamento oficial do CD coletânea Selva de Pedra – A Fortaleza Noiada, com atrações musicais locais extras. E, para fechar com as devidas pompa e circunstância a noite, a partir das 22 horas entra em cena o grupo paulistano RZO, prometendo um grande show.

Na segunda eliminatória estadual, realizada dia 13 de junho, classificaram-se os grupos de rap Elemento Suspeito, Pretos MCs e Violência Direcionada — que vão para a final disputar com VM da Rima, Erivan/Produtos do Morro e Quilombo Favela, os mais votados na primeira eliminatória, em 30 de maio, quem irá para o Rio de Janeiro representar o Ceará na Final Nacional do RPB. O vencedor cearense será conhecido após o cômputo das notas atribuídas pelo júri nos quesitos Letra, Música e Performance de Palco.

Resumindo: o 1.º grupo classificado pelo júri no dia 20 entre os seis finalistas receberá R$ 500 e viajará ao Rio de Janeiro, para competir na Final Nacional. O 2.º colocado receberá R$ 300 e o 3.º, R$ 200. A Final Nacional do RPB será promovida dia 26 de setembro de 2009 sob o Viaduto Negrão de Lima em Madureira, na Cidade Maravilhosa, no Centro Cultural e Esportivo da CUFA-RJ. Lá, os adeptos do hip-hop vão eleger, juntos, a cara e o som da nova geração do rap brasileiro, com a participação dos vencedores das eliminatórias estaduais.

Entre os campeões nacionais, o 1.º colocado receberá R$ 5 mil e a oportunidade de tocar no palco do Canecão (RJ) no Festival Hutúz 10 Anos; R$ 3 mil irão para o 2.º grupo escolhido e R$ 2 mil para o 3.º. No Ceará, o RPB Festival é uma realização da CUFA Ceará, com apoio do Banco do Nordeste e Prefeitura Municipal de Fortaleza.

SERVIÇO
FINAL ESTADUAL DO RPB FESTIVAL CEARÁ / RZO em Fortaleza
DATA: 20 de junho

HORA: a partir de 16 horas (Final Estadual, lançamento do CD Coletânea) e a partir de 22 horas show do grupo RZO
LOCAL: Teatro da Boca Rica – Rua Dragão do Mar, 260 – Praia de Iracema
INGRESSOS NO LOCAL: R$ 5,00 (individual)
Mais informações: (85) 3227-2839
www.festivalrpbceara.blogspot.com


SAIBA MAIS
Classificação na Segunda Eliminatória (13 de junho)
Grupo (ordem*)--01---02---03---04---05-----06----07----08---09---10
Nota obtida----180--135--226--170--181--183--179--164--139--159
Classificação----4.º---10.º--1.º---6.º----3.º----2.º---5.º----7.º----9.º---8.º

*Ordem de apresentação na Segunda Eliminatória:
Grupo 1: Pierre MC
Grupo 2: Jony MC (Jonathan Ericson da Silva)
Grupo 3: Elemento Suspeito
Grupo 4: PDR-Prioridade da Rua
Grupo 5: Violência Direcionada
Grupo 6: Pretos MCs
Grupo 7: Arsenal da Rima
Grupo 8: Mano Ala
Grupo 9: Guerreiros do RAP
Grupo 10: Lenny DJ/Tudo em 1

Classificação na Primeira Eliminatória (30 de maio)
Grupo (na ordem*)---01---02---03----04----05----06----07-----08----09
Nota total obtida------93---80---71---116---104--78---114---131--107
Classificação final-----6.º--7.º---9.º----2.º----5.º---8.º---3.º-----1.º----4.º

*Ordem de apresentação na Primeira Eliminatória:
Grupo 1: Fundamento Eterno
Grupo 2: Pena
Grupo 3: Vítimas da Sociedade
Grupo 4: Erivan/Produtos do Morro
Grupo 5: Família 288
Grupo 6: A BANKa z.s.
Grupo 7: Quilombo Favela
Grupo 8: VM da Rima
Grupo 9: Banca Forte

Participaram do júri durante as eliminatórias:
DJ Panda / DJ Flip / Chris DB / DJ Falcão / DJ Titio / Sátiro Silvestre / Patrícia Bittencourt / DJ Diego Larrea / rapper CN Jota

Sobre o grupo paulistano RZO:

O rapper Sandrão iniciou suas primeiras rimas aos 17 anos. Morador do bairro de Pirituba, encontrou no Hip-Hop uma forma de expressar sua opinião sobre o que São Paulo representa para ele. Em 1990, uniu-se ao rapper Helião, fundador da Família RZO-Rapaziada da Zona Oeste.

O grupo foi responsável pelo lançamento dos artistas Negra Li e Sabotage e hoje tem como componentes Sandrão, Helião e o DJ Cia. Por filosofia, todos os integrantes da banda também seguem carreiras-solo. O RZO vem completo a Fortaleza, especialmente para fazer o show de encerramento do RPB Festival Ceará, apresentando-se dia 20 de junho no Teatro da Boca Rica, a partir de 22 horas. Ingressos: R$ 5. Mais informações: djciabrasil@gmail.com

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CD Coletânea sobre o crack (Release)

O CD Coletânea sobre o Crack -- que integra o kit Selva de Pedra - a Fortaleza Noiada (veja release abaixo) — está sendo lançado oficialmente neste sábado dia 20 de junho, no Teatro da Boca Rica. Este registro em áudio (com uma faixa multimídia que reproduz o trailer do documentário postado no You Tube) caracteriza em detalhes pungentes o universo do uso do crack, explorando suas consequências, mazelas e danos sociais, sua linguagem e cenários, através da criatividade e expressão musical de 12 artistas/grupos cearenses do rap.

O CD faz um alerta sobre a invasão da droga nas metrópoles, complementando as atrozes imagens do documentário. Participam do CD, seguidos cada qual por sua composição original, os seguintes grupos: RDF (O crack), VM na Rima (Viagem sem volta), Além da Idéia (K'nóia), Neguim do Rap (Que droga maldita!), Erivan/Produtos do Morro (A música da pedra), Periferia Alerta (Pedra sobre pedra), 288-FQ (Dúvidas e dramas), Lampião Clã (Fantoches das drogas), Franzé do Rap (Pare pra pensar), Nego Célio (Liberte-se), Quilombo Favela (Perdendo a vida por bobagem) e Pretos MCs (Escolha seu caminho).

Esta coletânea sobre o crack tem produção da MCR (Movimento Cultura de Rua) Fonográfica, produção executiva de Preto Zezé e produção musical de DJ Doido (faixas 7,8,9,10,11 e 12) e Erivan PDM (faixas 1,2,3,4,5 e 6), tendo sido mixada e masterizada no Proaudio Studio. A capa do CD, a faixa multimídia do trailer e as letras estão disponíveis, na íntegra, em http://ceara.cufa.org.br/selvadepedra , com mais informações.

Confira aqui trecho inicial da música "K'nóia", do grupo Além da Idéia (faixa 03):

(Refrão 2X)
Menina de dez anos
Experimentando crack
No cachimbo, substância que destrói a carne
Traficante tá de boa, cheio de cédulas no bolso
Viciado se matando com a corda no pescoço
Menina de dez anos
Experimentando crack
No cachimbo, substância que destrói a carne
Decepção amarga, que uma mãe sente
Ver sua filha se vendendo, assim tão facilmente
Dois conto, velho magro, ela roda uma banca
Gulosa, sempre rola assim que faz a grana
Vai e corre, toda suja, de encontro à bocada
Compra uma pedra de crack, satisfaz uma paulada
Na lata viajando, se imagina no rock
De três, quatro, cinco dias... Como pode
uma menina aguentar tanta droga assim?
Só Deus chora por ti e o diabo sorri... (AHAHAHA...)
“Vem, vem comigo, mais uma alma pro inferno
Assim que sempre seja, mais um fim no meu império!”


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Release do documentário
SELVA DE PEDRA - A FORTALEZA NOIADA


FICHA TÉCNICA

Ano de Produção 2008-2009

Duração 62 minutos

Direção Preto Zezé e Edmar Jr.

Roteiro Preto Zezé e Edmar Jr.

Fotografia Eduardo Magalhães e Edmar Jr.

Pesquisa Cynthia Studart e Plauto Ferreira

Produção Negrada Produções

Realização CUFA AUDIOVISUAL DO CEARÁ



SELVA DE PEDRA – A FORTALEZA NOIADA

Fortaleza convive com diversas mazelas sociais, entre elas o uso de drogas por parte da juventude — em particular o crack, sendo este um fator que reproduz outras novas mazelas.



Contendo até 75% de cocaína pura, o crack é considerado a forma mais eficaz de causar consumo compulsivo e dependência, produzindo imediatamente efeitos psicofísicos, com pico em cinco minutos.



A intensidade da euforia obtida parece contribuir para o potencial de dependência da droga, também proporcional à “fissura” pelo reuso da substância, que surge assim que os efeitos começam a dissipar-se — entre 10 a 20 minutos após a administração por inalação da fumaça —, levando à busca compulsiva por nova administração (“paulada”).



Os efeitos físicos observados são taquicardia, hipertensão, pupilas dilatadas, tensão muscular, tremores e sudorese intensa, e o uso crônico acarreta perda de peso significativa.



Há quase uma década o crack invadiu Fortaleza, conquistando novos consumidores em todos os setores sociais e faixas etárias, tanto pelo preço como pela capacidade de drogadição. É visto como uma droga “democrática”, que tem se alastrado de forma crescente ano após ano, deixando grande rastro de destruição por onde é usado.



Embora os primeiros episódios de consumo sejam marcados por euforia, sensação de bem-estar e desejo por repetir o uso (efeitos psíquicos desejáveis), a continuidade do consumo resulta em ansiedade, hostilidade e depressão (efeitos psíquicos colaterais indesejáveis).



Então, os usuários consomem álcool para tentar obter o controle da ansiedade. Continuando o consumo do crack, doses mais altas muitas vezes produzem ilusões perceptivas (visuais e auditivas) e, finalmente, a psicose cocaínica, caracterizada por extrema hipervigilância, delírios paranóides e alucinações. As diversas readministrações podem acarretar períodos de consumo de horas e até dias, geralmente até o esgotamento do suprimento da droga. Nessas condições iniciam-se os casos criminosos — que passam a caracterizar a criminalidade aquisitiva.



Além disso, outras mazelas sociais estão associadas ao uso de crack, como: disseminação de DSTs/AIDS, hepatite, tuberculose, troca da droga por sexo, quebra de vínculos conjugais, familiares, comunitários e sociais e situação de risco (vida na rua) observada em vários usuários.

O documentário Selva de Pedra – a Fortaleza Noiada encampa o desafio de fazer emergir com clareza e profundidade o fenômeno do consumo do crack na cidade e se propõe a fornecer elementos para que a sociedade e o poder público possam refletir juntos sobre esta problemática, de modo a preencher um vácuo na instrumentalização das políticas públicas de prevenção (que envolvem aspectos de saúde, educação, segurança etc.), tanto por parte do Município como do Estado.

O objetivo maior é o de contribuir para o desenvolvimento de alternativas capazes de promover o possível enfrentamento competente desta grave patologia social, bem como instrumentalizar as fórmulas adequadas — para obter a recuperação dos jovens que se tornaram suas vítimas, bem como dos que ao seu redor foram atingidos, de alguma forma, pelos seus impactos sociais.

No seu todo, o registro audiovisual (DVD) faz um diagnóstico do perfil dos jovens usuários de crack e um CD aborda musicalmente a temática do uso da droga em cidades cearenses, enquanto um livro sistematiza linearmente estes conteúdos — um contributo para a produção de conhecimentos sobre o tema e na elaboração e execução de estratégias eficazes e capazes de realizar o enfrentamento urgente da questão.

A meta é traçar um paralelo com o atual quadro hoje observado na capital cearense e os desafios que devemos enfrentar para transpor este “câncer social”, sentido por todos os seus moradores, porém com mais força nos setores ditos “populares”. Um dos resultados previstos é o lançamento da campanha Aliança Social Contra o Crack, que deverá ganhar repercussão após o lançamento do trabalho.

Como no documentário “Falcão - Meninos do Tráfico”, dos cariocas MV Bill e Celso Athayde, por meio do qual todo o Brasil conheceu uma outra face da violência, Selva de Pedra – a Fortaleza Noiada mergulha no circuito que envolve, ao mesmo tempo, os lados mais underground e mais soçaite da cidade, delineando uma cartografia das zonas atingidas pela droga e mostrando a estrutura do mercado que a envolve, as pessoas que dele participam, seu funcionamento, organização (ou desorganização), e seus códigos e leis internas, buscando desmistificar o discurso repressor-estatal, assim possibilitando uma análise mais aproximada da realidade que envolve esse complexo problema.

Selva de Pedra – a Fortaleza Noiada trata de ir além da postura “denuncista”, “panfletária” ou mesmo a de "buscar culpados" entre as autoridades. O desafio, entretanto, é trazer à tona todas as contradições, dilemas e dificuldades envolvidos para entender e intervir em uma das maiores “pragas” que já recaiu sobre a juventude fortalezense e do Brasil, além de refletir sobre o impacto no aumento dos números de crimes relacionados ao consumo desta droga (situação que infelizmente se apresenta também em centros urbanos de todo o País).

A idéia central do documentário expande a usual visão estreita e limitada, maniqueísta, policial e de viés patológico, ou seja, restrita a uma abordagem em que o usuário é encarado ou como um doente ou como um bandido. Mais uma vez, o objetivo maior é trazer a público um olhar eficiente sobre os danos sociais que a droga acarreta ao usuário e ao seu entorno psicossocial.

O projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Fortaleza, Governo do Estado do Ceará e BNB-Banco do Nordeste do Brasil.

O CD Coletânea sobre o Crack -- que integra o kit Selva de Pedra - a Fortaleza Noiada — traz uma faixa multimídia (interativa) com as cenas do documentário (trailer no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=Dz0BGThxD58) está sendo lançado sábado, dia 20 de junho, após a final da etapa estadual do Festival RPB-Rap Popular Brasileiro no Teatro da Boca Rica (Praia de Iracema).

O documentário já tem seu pré-lançamento agendado nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do País — também atingidas, cada qual à sua maneira específica, pela epidemia do crack.

Apoiadores e parceiros deste projeto

Prefeitura Municipal de Fortaleza, Governo do Estado do Ceará e BNB-Banco do Nordeste do Brasil



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Central única das favelas - ceará
A CUFA Ceará existe desde 2005, agindo como pólo de produção cultural para formar e informar as pessoas na periferia, principalmente a juventude, oferecendo novas perspectivas de inclusão social através de atividades promovidas em educação, no esporte, na cultura, cidadania e meio ambiente, buscando contribuir para o seu desenvolvimento humano.



Utilizando como forma de expressão maior o Hip Hop, a CUFA objetiva difundir estas atividades em linguagem própria para a conscientização das camadas da população menos privilegiadas, elevando sua auto-estima de forma a organizar, incentivar e legitimar o discurso das comunidades.



Pelo viés cultural, a CUFA Ceará atua empregando o DJ, o graffiti, o break, o rap, a prática esportiva via basquete de rua e também a produção do Núcleo de Audiovisual e Literatura. Além disso, promove, produz e veicula os elementos destas diversas manifestações através de publicações, discos, vídeos, programas de rádio, shows, festivais de música, cinema, oficinas de arte, debates, mesas-redondas e outros meios.



A partir do princípio/slogan “Fazendo do Nosso Jeito”, a CUFA tornou-se um referencial para as comunidades das periferias e no Ceará possui bases em Fortaleza (Comunidade das Quadras/Aldeota, Pantanal, Acaracuzinho, Pirambu, Bom Jardim, Verdes Mares, Serviluz, Castelo Encantado, Conjunto Ceará, Pirambu, Aerolândia, Trilho e Lagamar, entre outras), Juazeiro do Norte e Sobral.




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Preto Zezé

FRANCISCO JOSÉ PEREIRA DE LIMA (PRETO ZEZÉ) é coordenador geral da CUFA Ceará, articulador nacional da CUFA Brasil, produtor cultural, educador, membro do Conselho Nacional de Juventude, idealizador dos projetos Se Liga: o Som do Hip-Hop (pela Universitária FM 107.9 junto ao grupo Comunidade da Rima desde 1999), Ronda Cultural (parceria com secretarias estaduais de Cultura e Segurança Pública, lançado em 03/abr/09), Selva de Pedra - a Fortaleza Noiada (seminário em nov/08, documentário [DVD] e livro em finalização), Aliança Social contra o Crack (em formatação junto a órgãos e entidades parceiros).
Tel.: (85) 8844-8614

e-mail: pretozeze@cufaceara.org.br




JUKEBOX
27, JUNHO DE 2009, SÁBADO, 23h
MUSIC BOX
Rua José Avelino nº387 - Tel.: 3219 3699
Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar

Discotecagem: GUSTAVO & VERONICA + Participação de DADO (NOISE3D)
Preço: r$ 12* (com r$ 5 de consumação até meia-noite)

>>> 50 cd's jukebox para os primeiros pagantes

+++ PROIBIDO A ENTRADA DE MENORES DE 18 ANOS!!!



JUKEBOX!!!

Festa “Jukebox!” leva as melhores músicas para a noite cearense

Boa música para as noites de Fortaleza. Esse é o objetivo do projeto “Jukebox!”, que acontece no próximo dia 27, a partir das 23h, no Music Box. Com um conceito baseado nas antigas máquinas de música carregadas de vinis, a proposta da festa é trazer as melhores canções dos mais variados estilos e gêneros, além de hits clássicos e contemporâneos. A festa “Jukebox!” passa a integrar as noites do Projeto nOise3d, programação dos sábados da boate Music Box.

A festa quer, também, ser uma opção para uma audiência que prefere sons mais clássicos e voltados para o rock’n’roll, como o pop dos anos 60, e o indie, além de sons atemporais e livres de tendências de época.

Gustavo Pedrosa (estudante de Publicidade e responsável pelo blog musical Take The Pills) e Verônica Freitas (jornalista) estão à frente do projeto, que traz DJs convidados a cada nova edição. O intuito é apresentar pessoas que gostem de música e que queiram compartilhar o melhor de sua bagagem musical com o público da festa.

Na primeira edição, a “Jukebox” apresenta três DJs à frente das pick-ups: Gustavo e Verônica (idealizadores do evento), e Dado (DJ, produtor e um dos fundadores do nOise3d Club). Além de muita música, a festa “Jukebox” distribui CDs para os 50 primeiros pagantes do evento. A compilação, intitulada “The Kids at the Club”, é um cd temático, com canções selecionadas pelo Gustavo Pedrosa, um dos DJs da festa.

Serviço: Projeto Jukebox! Festa com os DJs Gustavo, Verônica e Dado (convidado – Projeto nOise3d). Dia 27 de junho, sábado, a partir das 23h, no Music Box (Rua José Avelino, 387 – Praia de Iracema – próximo ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura). Entradas: R$12 (com direito à R$5 de consumação até 0h). Distribuição de CDs para as 50 primeiras pessoas. Informações: (85)3219.3699. *Proibida a entrada de menores de 18 anos.



A SEGUIR:

DIA 04 DE JULHO
MAKE-UP JUNKIES

DIA 11 DE JULHO
MIND THE GAP - EDIÇÃO ESPECIAL
Dj's: NETO PESSOA + DENISDEAD + GABRIEL + BARBARELLA (live Set dj) São Paulo

DIA 18 DE JULHO
COVERNOISE apresenta: FRANZ FERDINAND
Discotecagem: Dado & DenisDead



Projeto Noise3d

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=36012712

http://projetonoise3d.blogspot.com/

http://www.last.fm/user/projeton3d

http://www.myspace.com/projeton3d

http://recem.wordpress.com/

GASTRONOMIA

Um sabor indiano na cozinha brasileira

Temperos exóticos chegam ao mercado nacional

Cada dia o brasileiro descobre um pouco mais da cultura indiana. São danças, cores, costumes. Agora é a vez dos temperos desembarcarem em terras tupiniquins. A NoMU traz para o Brasil temperos com sabores indianos que vão mexer com os aromas da cozinha brasileira. Os rubs indianos estão no mercado em três opções: Indian Rub, Masala Rub e Tandoori Rub. Basta colocá-los sobre a carne, peixe ou vegetais. E o melhor: os produtos não contem aditivos, conservantes ou sabores artificiais. Veja as opções:

Para quem gosta de algo mais quente e aromático, o Indian Rub é um mix de temperos indianos que inclui cardamomo (família do gengibre), pimenta, sementes de cominho, folhas de louro e coentro.

Dica NoMU: misture no iogurte para um suave marinado.

Masala Rub

Esse mix de temperos indianos inclui cardamomo, sementes de cominho, folhas de louro, sementes de erva doce e alcarávia (uma espécie de cominho). O Masala Rub dá um sabor extra aos molhos curry.

Dica NoMU: Combine com mel para gratinar pedaços de carneiro, presunto cozido ou vegetais assados.



Tandoori Rub

Um aromático mix de temperos indianos com pimenta, páprica, cominhos, cardamomo e coentro. Dá um sabor especial quando colocado diretamente sobre bifes de salmão, robalo, borrego (carne de novilho), ou frango antes de grelhar.

Dica NoMU: Combine com iogurte natural para marinar o frango antes de grelhar. Pode também ser salpicado sobre vegetais ou adicionado a molhos de saladas, marinados e temperos.



Sobre a NoMU - http://www.nomu.co.za

A marca NoMU foi criada no ano 2000 pela conhecida chef sul-africana Tracy Foulkes. Inspirada pela sua paixão por especiarias, Tracy começou a criar sua própria linha de misturas de especiarias chamada "Rubs". Hoje a marca é exportada para mais de 35 países, e é composta pelas linhas Rubs, Grinders, Stir, Vanilla, Dippers e Chocolate. Seus produtos são desenvolvidos para tornar a vida na cozinha mais prática e exótica.

HOLLYWOOD


Zac Efron pode estrelar nova versão de "Os Embalos de Sábado à Noite"

Os produtores Timbaland e Simon Cowell, jurado dos programas "Britain's Got Talent" e "American Idol", estão planejando uma refilmagem de "Os Embalos de Sábado à Noite", informou o tabloide britânico "The Sun".

Cowell mostrou-se interessado em adquirir os direitos do roteiro do filme, que pertencem a Robert Stigwood.

Os dois têm se encontrado nos últimos meses para discutir um possível acordo.

Segundo o tabloide, Cowell preparou uma lista de atores com quem gostaria de trabalhar, e, entre eles, estaria Zac Efron, protagonista de "High School Musical".

Efron assumiria o papel do dançarino Tony Manero, celebrizado por John Travolta na versão original, de 1977.

A trilha sonora da refilmagem caberá a Timbaland, que já produziu artistas como Björk, Justin Timberlake e Madonna. Ele será responsável por repetir o sucesso do grupo Bee Gees, que assinou algumas das mais famosas canções do filme.




Novidades do filme OS CAÇA-FANTASMAS

O segundo maior jornal americano, o Los Angeles Times, publicou esta semana matéria em que traz muitas novidades sobre a terceira produção da série blockbuster OS CAÇA-FANTASMAS (Ghostbusters), da Sony Pictures.

A entrevista com o ator da série Dan Aykroyd (Dr. Raymond Stantz) revela que, além dele, os outros protagonistas da franquia no gênero comédia sobrenatural de ação e aventura estão confirmados para reprisarem seus personagens, como a atriz Sigourney Weaver (Dana Barrett), Bill Murray (Dr. Peter Venkman), Harold Ramis (Dr. Egon Spengler) e Ernie Hudson (Winston Zeddmore).

Aykroyd aposta no começo das filmagens de OS CAÇA-FANTASMAS 3 já neste ano. “Nós podemos estar rodando o filme no inverno”.

O ator e co-roteirista, com Harold Ramis, dos dois primeiros sucessos da série confessou seu desejo de contar com o diretor dos dois primeiros filmes da franquia de sucesso, Ivan Reitman, comandando a terceira produção. No entanto, segundo ele, isso pode não acontecer em função da agenda lotada do cineasta/ produtor. Para Aykroyd, a segunda opção para dirigir o filme seria Harold Ramis.

Quanto à história de OS CAÇA-FANTASMAS 3, Aykroyd não adiantou detalhes, porém contou que a idéia é incluir uma equipe de uma ‘nova geração’ de cinco integrantes, com diversas personagens mulheres. “Eu gostaria que fosse um filme que passasse a tocha. Vamos revisitar alegre e rapidamente antigos personagens e tê-los lá como família, mas vamos passar isso a uma nova geração”, afirmou ele ao Los Angeles Times.

O roteiro de OS CAÇA-FANTASMAS 3 leva a assinatura de Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky, dupla responsável pela história de outra importante comédia da Sony Pictures em produção, ANO UM (Year One), filme estrelado por Michael Cera e Jack Black, e dirigido por Harold Ramis, que estreia este ano nos cinemas.

HUMOR

CONCURSO DE MISS 2009














INFANTIL

INTERNET - INFORMÁTICA

CANDIDATOS JÁ PODEM RECORRER AO TWITTER PARA BUSCA DE VAGAS

Com o avanço tecnológico, Twitter vira tendência para o recrutamento de profissionais e empresa de seleção já se destaca entre os usuários

Se antes a maneira mais efetiva de buscar oportunidades de emprego era a entrega pessoal de currículos impressos às empresas, o avanço da internet faz com o cenário seja outro. Hoje, os profissionais e jovens candidatos podem ir ao Twitter, ferramenta de microblog no qual usuários postam novidades, para se candidatar às vagas de seu interesse.



Com as redes sociais em alta, portais de emprego como a Trabalhando.com.br estão atentos a essa tendência e oferecem as mais recentes oportunidades com o menor esforço de busca. “O objetivo é permitir aos nossos seguidores do Twitter uma maneira mais prática e rápida de encontrar uma colocação no mercado de trabalho. Eles podem ver na sua própria página as vagas publicadas e se candidatar a elas em nosso site”, explica Renato Grinberg, diretor Geral do portal.



Para as empresas, a novidade também é de grande valia, pois essa ação permite uma maior exposição das vagas e, consequentemente, mais chances de encontrar o profissional ideal. “Em menos de um mês nos tornamos a empresa com maior número de seguidores entre os portais de recrutamento. Hoje temos mais de 400 pessoas interessadas em saber das nossas novidades”, revela Grinberg. “Isso aumenta o nosso banco de dados e, assim, temos mais chances de encontrar o candidato com o perfil mais adequado para as empresas que nos procuram”, afirma Grinberg.



A expectativa da empresa é que o número de seguidores aumente cada vez mais por conta da divulgação dos jovens entre si, faixa etária que mais acessa a página da Trabalhando.com.br. Essa tendência, segundo Grinberg, só tende a se expandir. “Hoje o futuro do recrutamento de candidatos é por meio da internet com redes sociais e redes colaborativas. Desse modo é possível conhecer os interesses e o perfil do profissional antes mesmo da entrevista e aumentar as chances de conquistas para os candidatos” , finaliza.



Para os interessados em ingressar na rede, basta acessar o site www.twitter.com, se cadastrar clicando no ícone Get Started – Join! e criar sua própria página. Para acompanhar as novidades da Trabalhando.com.br, a empresa se encontra pelo nome Trabalhandobr.

LIVROS FICÇÃO


Novo sucesso do alemão Bernhard Schlink

“O outro”, assim como “O leitor”, ganhou as telas do cinema, com Antonio Banderas e Liam Neesom


Livro que deu origem ao filme O amante — estrelado por Liam Neeson, Laura Linney e Antonio Banderas —, “O outro” é uma bela e austera narrativa sobre o esforço para preencher o vazio da perda. Numa linguagem limpa e concisa, Schlink questiona sobre assuntos como a culpa, a moral, a natureza do amor, o luto. E mostra porque, junto com W. G. Sebald, é considerado uma das vozes mais fortes da atual literatura alemã. Uma geração que, mesmo não tendo vivido os horrores da Segunda Guerra, cresceram no clima caótico e turbulento pós-conflito.
Em “O outro”, Sclink conta a história de Bengt, que após a morte da esposa, tenta se acostumar à vida solitária, desenvolvendo e mantendo novos hábitos. A rotina é até reconfortante em certos aspectos: manter a casa limpa, alimentar-se, verificar o correio. E justamente algo tão inofensivo quanto buscar a correspondência será capaz de mudar sua vida para sempre. A carta parece ser de um amigo desavisado, que não recebeu o convite do funeral. Já ensaiando o comunicado do falecimento, Bengt abre o envelope. Uma caligrafia trabalhada, a assinatura de um homem, palavras de amor para Lisa, sua falecida mulher.
Durante todo o tempo que em foram casados, Lisa tinha um amante? Como ele nunca desconfiou? Logo Bengt percebe que talvez a história não seja o que parece. Determinado a descobrir a verdade e a não deixar que esse incidente destrua a memória da esposa, ele começa a se corresponder com o estranho usando o nome dela.
A cada nova carta, ele se surpreende com detalhes sobre a personalidade de Lisa que negligenciou durante muitos anos. Sua generosidade, o quanto foi feliz e fez os outros rirem. As cartas do Outro são seu maior consolo e conforme percebe o quanto têm em comum, Bengt não resiste à tentação de conhecê-lo. Quem seria o homem que sua esposa um dia amou? Quem, ou qual deles seria o Outro?
Bernhard Schlink escreveu diversos best sellers, entre eles, O leitor, que além do êxito em seu país, alcançou o primeiro lugar na lista do New York Times e obteve grande sucesso no Brasil, ao conquistar as principais listas de mais vendidos. O livro ganhou uma adaptação para o cinema vencedora de um Globo de Ouro e um Oscar, com Kate Winslet e Ralph Fiennes nos papéis principais. O outro também chega às telas, com Liam Nesson, Antonio Banderas e Laura Linney à frente do elenco. Schlink é professor de direito e filosofia na Universidade Humboldt de Berlim desde 1996. *** 3 ESTRELAS / Bom

LIVROS NÃO-FICÇÃO

Edições Loyola lança segunda edição de “Sermões”

Como a palavra deve ser utilizada, segundo padre Antonio Vieira

Escritas há quatro séculos, as palavras do padre Antônio Vieira mantêm-se mais atuais do que nunca. Dando continuidade ao projeto iniciado em 2008 com Sermões I, Edições Loyola lança Sermões II, o segundo de quatorze volumes de uma edição completa dos sermões de Vieira. A obra é resultado das reflexões do missionário e escritor português, do século XVII, e traz marcas da estética barroca. A questão básica dos sermões é como a palavra de Jesus Cristo é utilizada pelos pregadores. Um olhar mais profundo mostra que o autor vai além da catequese, adotando uma atitude crítica da codificação da palavra.
Este segundo volume reúne quinze sermões iniciados por Vieira em São Paulo, no Colégio dos Jesuítas. Além do "Sermão ao Enterro dos Ossos Enforcados" (1637), outros seis são pregações em festividades de santos: São Roque (Lisboa, entre 1644 e 1646); Santo Antônio ("dos peixes", em São Luís do Maranhão, 1654); São Pedro Nolasco (novamente em São Luís do Maranhão, entre 1655 e 1660); Santo Antônio (Roma, 1670); São Bartolomeu (Roma, entre 1670 e 1674) e rainha Santa Isabel (Roma, 1674). Cinco são sermões quaresmais, outros dois sermões celebram festas marianas e, por último, um sermão pregado na Primeira Dominga do Advento.
Para facilitar a leitura, os textos e as referências em latim foram traduzidos para o português e, de acordo com o editor do livro, Joaquim Pereira, a tradução proporciona "uma leitura sem interrupções, livre de rodapés". A capa e o projeto gráfico de Sermões II, assim como no volume anterior, possuem inovações nas características estéticas: as páginas da obra são de papel Bíblia 40g, tornando-a mais fácil de manusear, e na capa destacam-se o brasão da Companhia de Jesus e a amarração externa com rami encerado (um tipo de cordão), envolvendo o livro.
Sermões II mostra que Vieira marcou a história da humanidade com inteligência e atuação, tornando-se um paradigma literário da língua portuguesa. Os assuntos são vários, citados em diversos lugares e tempos, como quis o autor. Suas palavras transformaram-no em um orador digno de fé e mostraram o desenvolvimento de ideias lógicas, destinadas a satisfazer o público.



Dicas sobre a arte da conquista

Autor lança obra para homens que querem “se dar muito bem” com todos os tipos de mulher


Sabe aquela loura linda e de corpo escultural que povoa os sonhos de todos os homens, mas que a maioria acredita que é impossível de conquistar na vida real? Ou a morena, cheia de charme, que atrai todas as atenções? Pois, o publicitário paulista e conquistador inveterado André Aguiar Marques, 34 anos - depois de anos de prática e observação sobre o comportamento feminino e a arte da sedução - ensina que Não existe mulher difícil em sua primeira publicação lançada pela Editora Jardim dos Livros.
No livro, ele divide os seus segredos com os mais inexperientes e joga por terra o mito da mulher inalcançável. “Mulher difícil é uma lenda que alguns menos afortunados insistem em espalhar por aí”, conta. Com ilustrações do cartunista Bruno Drummond, que entram no clima do lançamento e divertem o leitor, o livro traça o passo-a-passo da conquista exemplificados com casos reais vividos pelo autor. André explica que a mulher pode ser comprometida, inocente ou “cachorra”, patricinha ou “descolada”, não importa, o verdadeiro Don Juan não se intimida e tem a lábia certa para cada estilo e ocasião. Melhor ainda: é possível aprender a conquistar e é isso que o livro propõe - ensinar que nenhuma mulher é “areia demais para o caminhãozinho” de um homem. Então, para colecionar uma longa lista de nomes femininos na agenda de telefones, ler o livro e seguir as orientações à risca pode abrir um novo mundo para o homem que deseja ser um grande “pegador”.
O autor não faz rodeios e logo apresenta o segredo: o que mulher gosta mesmo é de um bom cafajeste. Mas, do tipo de cafajeste “moderno”, do novo milênio, que passa longe do modelo antigo que acreditava que lugar de mulher era na cozinha ou do agressivo. O cafajeste dos dias de hoje trata mulher muito bem, mas tem horror ao compromisso de ficar com uma só – enquanto outras tantas, todas interessantes, cada qual com suas peculiaridades, estão à solta no mundo. Numa linguagem coloquial e num diálogo constante com o leitor, o autor diverte com suas observações sobre os relacionamentos e tipos atuais. Mas, ele lembra que nem tudo é tão simples quanto parece. “Mulher é assunto sério e deve ser tratada de forma profissional”.
Por isso, André desenvolveu a técnica da conquista que ele divide em três: segmento (os diversos tipos de mulher), logística (como agir com cada tipo de mulher) e validade (o timing correto para a ação e principalmente para a fuga). As mulheres são catalogadas por estilos (a cachorra, a inocente, a casada, a namorada, a patricinha e as alternativas) e, para cada um, ele ensina como conquistar em níveis diferenciados para o iniciante, o avançado e o expert, e o timing correto para dispensá-las (antes que vire namoro ou “grude”). Como a vez em que levou a patricinha esnobe e de nariz em pé para o motel mais vagabundo que encontrou no caminho. “Nada como tirar do eixo uma garota tão careta e mostrar a ela o verdadeiro valor de um cafajeste”, conta no livro.
Mas, revela: quem comanda mesmo o jogo da sedução são as mulheres. É por isso, que todo conquistador (principalmente, o aprendiz) deve caprichar na logística que “envolve planejamento, atenção e estratégia”. “O bom pegador precisa ser um grande estrategista – num misto de Don Juan e Sun Tzu (Autor de “A Arte da Guerra”)”. E, completa: “se todas fossem fáceis, a vida não teria a menor graça”.



Obra ensina a interpretar o Tarô Cigano

Escrito pelo espiritualista André Mantovanni, traz a leitura das cartas ao alcance de todos


O Tarô Cigano é tão misterioso quanto as lendas que envolvem esse povo. Talvez por isso ele seja um dos oráculos mais estudados ao longo dos séculos. O livro Tarô Cigano, do escritor e espiritualista André Mantovanni chega às livrarias com força total. O livro vem acompanhado de um baralho com 36 cartas coloridas onde o leitor mesmo pode fazer as interpretações, aprendendo com o uso do livro. Muitas pessoas têm muita curiosidade em compreender as cartas, mas não sabem por onde começar. Esse lançamento é a oportunidade perfeita para os interessados.
A obra propõe o estudo das cartas do Tarô bem como o conhecimento da simbologia e dos seus significados para uma interpretação mais objetiva. Tarô Cigano e as cartas têm um design diferenciado, as imagens foram todas desenhadas a mão, com cores vivas que transmitem tranqüilidade, alegria e felicidade. “O jogo de Baralho Cigano é simples e prático e podemos ter uma ideia do que está acontecendo em nossas vidas, para assim, podermos tomar as melhores decisões para nosso futuro”, diz André. “As cartas quando interpretadas corretamente podem direcionar, incentivar ou alertar quem as consulta, fazendo com que entenda melhor o momento presente”, explica.
O livro e o baralho foram editados pela Ghemini Editora e podem ser adquiridos através do site www.esotvbrasil.com.br e nas grandes livrarias. (R$ 49,90)



O prazer na ótica de Platão

Segundo o autor do novo livro da Editora Paulus, Franciso Bravo, “o prazer e a dor são as fontes a que a natureza deu livre curso”


O que é o prazer? Qual é seu lugar na vida humana? É o prazer a causa do desejo, ou, ao contrário, o desejo a causa do prazer? Questionamentos relevantes sobre o prazer na filosofia de Platão suscitaram uma série de artigos do autor Franciso Bravo, que, reunidos, constituem o ensaio: As ambiguidades do prazer: ensaio sobre o prazer na filosofia de Platão, novo livro da Paulus Editora. “Platão avança em direção à essência do prazer por meio de diferentes níveis do conhecimento: antes de abordá-lo no propriamente ontológico, que é o da definição propriamente dita, ele a situa nos planos físico, fisiológico e psicológico. É o caminho que seguiremos na determinação da natureza do prazer”, explica o autor.
Na obra, os aspectos do prazer são considerados sobre o prazer na cultura grega, e esta, como uma cultura do prazer. Já a semântica do prazer é outro tema analisado pelo autor, assim como, o ser do prazer nas esferas: físicas, fisiológicas, psicológicas, ontológicas, e por fim, epistemológicas. Prazer e vida humana sob a ótica do hedonismo de Sócrates em Protágoras e o diálogo de Filebo: prazer e bem supremo são outros motes aplicados por Francisco Bravo no livro. “As ambiguidades do prazer: ensaio sobre o prazer na filosofia de Platão” delimita, entre demais aspectos, no último capítulo Leis: prazer, educação e virtude, que “O prazer e a dor são as fontes a que a natureza deu livre curso. Se extrairmos delas como se deve, isto é, em conformidade com a razão, o resultado final da experiência com elas é a felicidade. Do contrário, nossa sorte é a infelicidade. Por tudo isso, Platão a acredita que a maior ignorância do homem está no desacordo entre seus sentimentos de prazer e dor e o seu juízo racional”.
As ambiguidades do prazer: ensaio sobre o prazer na filosofia de Platão faz parte da coleção Philosophia, coordenada por Rachel Gazolla, autora de Cosmologias: Cinco ensaios sobre a Filosofia da Natureza, pertencente à mesma coleção.
Francisco Bravo é doutor em Filosofia pela Universidade de Paris (Sorbonne). É professor de filosofia grega na Universidade Central da Venezuela e publicou, entre outros livros, Teoría platónica de la definición (1987, 2ª ed. 2002), Introducción a la filosofía de Platón (1990) e Estudios de filosofía griega (2001). **** 4 ESTRELAS / Ótimo



Panorama da história recente do Irã


“Minha vida como traidora” conta história real de uma jovem que
sobreviveu à tortura em uma prisão no Irã

Zarah era apenas mais uma universitária iraniana, que cumpria suas obrigações acadêmicas, acreditava seguir as rígidas normas de comportamento do seu país e encantou-se por Arash, um estudante e ativista político, líder de protestos. Tudo parecia normal em sua vida até se envolver em um movimento estudantil que resultou em sua prisão em Evin, a mais notória penitenciária do Teerã.
Em Minha vida como traidora Zarah compartilha com o leitor tudo o que viveu na prisão. A tortura, o medo, o desespero para não enlouquecer, nem perder o controle nas mãos de seus carrascos. Enquanto narra sua traumática experiência, ela relembra o caminho que a levou até aquela pequena cela de concreto, sem janelas. Desde sua criação, seus pais liberais - que entendiam a importância da educação não só como um privilégio dos homens - a incentivaram a estudar e respeitar as diferenças. Na adolescência sonhou como qualquer menina e na faculdade, ao lado de Arash, defendeu a liberdade.
Ao relembrar tudo o que passou, Zarah apresenta um panorama da história recente do Irã, falando da cultura, das crenças e religiões, da origem persa de seu povo e das mudanças que o governo e a guerra causaram a vida de todos. Neste livro é possível acompanhar a angústia de uma jovem tentando compreender como, apesar de acreditar não ter feito nada de errado, foi julgada e condenada como uma mulher desleal. Minha vida como traidora revela uma sociedade iraniana escondida sob as burcas de suas mulheres.
Zarah Ghahramani nasceu em Teerã, em 1981, e vive atualmente na Austrália.




O Guinness dos games

Livro dos recordes lança edição especial com curiosidades sobre o mundo dos jogos eletrônicos


Depois do sucesso da primeira edição, o Guinness World Records Games 2009 está de volta com recordes, curiosidades e informações ainda mais atualizadas. A 2ª edição do livro foi lançada pela Ediouro, durante o evento Rio Anime Club, que aconteceu no Rio de Janeiro.
Para satisfazer os que têm sede por informações sobre games, o livro apresenta a história dos jogos desde 1889 quando Fusajiro Yamauchi criou a Marafuku para produzir cartas de baralho hanafuda - que em 1951 mudou de nome para Nintendo Playing Card Co. - até 2008, quando Grand Theft Auto IV bateu o recorde de lançamento de maior sucesso da indústria de entretenimento. Contém milhares de fatos e recorde únicos, informações históricas, sobre tecnologia, sobre os jogos de guerra, de super-heróis, espaciais, nos mais diferentes consoles; capítulos especiais sobre colecionadores, jogos proibidos e polêmicos, filmes e games, além de uma entrevista com Ralph H. Baer, inventor dos consoles caseiros e um quiz para testar o conhecimento do leitor.
“A idéia desta edição dedicada aos games é ser mais do que uma reunião das melhores pontuações e dos jogos mais vendidos”, diz o editor chefe do Guinness Games, Craig Glenday. O livro também ensina os passos para os que querem se tornar um recordista mundial. Afinal, crianças e adultos de todo o mundo passam horas jogando os mais diferentes videogames, sem saber que tais habilidades podem ser reconhecidas e entrar para o livro dos recordes, que já conta com a presença do brasileiro Rodrigo Lopes, recordista do menor tempo para concluir o Metal Gear Solid, em apenas 1h55min31s. “A edição Guinness World Records Games 2009 é para jogadores eventuais, para os assíduos e para qualquer pessoa que esteja interessada em acompanhar a evolução dos videogames”, completa Glenday. *** 3 ESTRELAS / Bom

LITERATURA

Escritor Ronaldo Correia de Brito lança romance “Galileia” e é figura central de debate literário

Considerado um dos três melhores romances brasileiros de 2008, o livro “Galileia” será alvo de debate, tendo como figura central o seu autor, Ronaldo Correia de Brito, uma das vozes mais originais da literatura brasileira contemporânea.

O debate e o lançamento do livro acontecerão dentro do programa Literato, no cineteatro do Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – 2º andar – Centro – fone: (85) 3464.3108), na próxima terça-feira, 30, às 19 horas, com entrada franca.

Ronaldo Correia de Brito conversará sobre literatura e a sua obra em lançamento com os escritores Pedro Salgueiro e Jorge Pieiro, além do público presente ao Centro Cultural, que poderá formular perguntas por escrito.

Para Antonio Gonçalves Filho, crítico do jornal O Estado de S. Paulo, o modo de construção de Ronaldo Correia de Brito no romance “Galileia” é cinematográfico. “Econômico, conciso, cortante, ele reúne os fragmentos da tradição oral e ergue uma catedral literária com os cacos da ruína sertaneja e da tragédia clássica”, destaca.



História de vida e trajetória artística

Ronaldo Correia de Brito nasceu em Saboeiro, sertão dos Inhamuns, no Ceará, em 1º de outubro de 1950. Mora em Recife desde os 17 anos. É médico formado pela Universidade Federal de Pernambuco.

Desenvolveu pesquisas e escreveu diversos textos sobre literatura oral e brinquedos de tradição popular, além de ter sido escritor residente e professor visitante da Universidade da Califórnia, em Berkeley, no ano de 2007.

Escreveu os livros de contos “As noites e os dias” (1997), editado pela Bagaço, “Faca” (2003), “Livro dos homens” (2005) e a novela infanto-juvenil “O pavão misterioso” (2004), todos publicados pela Cosac Naify.

Dramaturgo e encenador, é autor das peças “Baile do menino Deus”, encenada já há 25 anos por todo o Brasil, “Bandeira de São João” e “Arlequim”. Escreveu durante sete anos para a coluna Entremez, da revista Continente Multicultural (Recife/PE), e atualmente assina uma coluna semanal na revista Terra Magazine, do Portal Terra.



Um releitura do sertão: romance “Galileia”, por Ronaldo Correia de Brito

Quando lancei As noites e os dias, em 1997, pela editora Bagaço, o poeta Alberto Cunha Melo escreveu que meus personagens são complexamente urbanos e habitam um sertão sem endereço certo, que pode estar em qualquer latitude. Em Galileia, os primos Davi, Ismael e Adonias procuram reconstruir suas vidas na Noruega, no Recife e em São Paulo, longe do sertão em que nasceram. Por mais que eles tenham se distanciado da violência que ronda a família, voltarão a senti-la de perto, descobrindo que nunca escaparam ao destino que os cerca.

O sertão tanto pode significar um espaço mítico como um acidente geográfico. Santo Agostinho perguntava sobre o tempo: o que é o tempo? Se não me perguntam eu sei, se me perguntam, desconheço. O que é o sertão? Se não me perguntam eu sei, se me perguntam desconheço. O sertão é abstrato ou real como o tempo. E continuará sendo tema para a literatura. O sertão é um espaço de memória confundido com o urbano. É o melhor lugar do mundo para acessar a Internet, porque as Lan Houses cobram apenas cinquenta centavos por hora. Galileia trata dessas idas e vindas, mergulhos e retornos nesse mundo suburbano chamado sertão.

Sou inteiramente aberto às influências. Não estou nem aí para qualquer tipo de fidelidade. Sou marcado pela escrita de Rulfo, Borges e de vários escritores russos. O livro que marcou mais profundamente minha escrita foi a História Sagrada, que sempre li como um compêndio de narrativas e nunca como um escrito religioso. Concordo com o ponto de vista de Robert Alter de que a Bíblia é prosa de ficção.

Eu precisava escrever um romance para ter mais espaço para discussões que não cabem no conto. Mas, sou um romancista conciso. Nunca conseguiria escrever centenas de páginas como os russos e os escritores de língua inglesa. Levei a mesma tensão dos meus contos para o romance. E isso se alcança em poucas páginas.

Trabalho duas propostas de Ítalo Calvino na minha literatura: a exatidão e a rapidez. Sou obsessivo em tentar dizer o essencial com poucas palavras. A cada dia me preocupo menos com o efeito das frases. Já não tento alcançar a beleza; prefiro alcançar a verdade. Quase não crio metáforas e censuro os adjetivos. Acho que sou esquemático, o que não deixa de ser um perigo para a literatura. Mas não suporto gorduras, sempre busco chegar ao osso.

Sou um escritor psicanalisado e minha escrita reflete isso. Nunca quis exercer o papel de psicanalista, embora tenha feito formação. Não conheço boa literatura escrita por psicanalistas. O hábito profissional da escuta e da escrita psicanalítica contamina a criação literária e o resultado é sempre ruim. Freud escreveu boa literatura. Não digo o mesmo de Jacques Lacan.

Quando terminei de escrever Galileia, tive a impressão de que havia escrito o roteiro de um filme. Escrevo sempre a partir de impressões visuais, arranjos de cena. Nunca escrevi por sugestão deste ou daquele texto literário. As imagens do cinema me sugerem muito mais profundamente do que um conto ou novela. Escrevo teatro com facilidade. Sou um homem de teatro, conheço a carpintaria teatral. Escrever para cinema e teatro é bom porque podemos acompanhar a encenação ou a filmagem, vemos a transformação do texto numa outra linguagem.

Escrever é um ofício custoso. É necessário ler muito, aguentar o tranco da solidão, ser capaz de uma viagem interior e estar sempre aberto às novas experiências da escrita. É um ofício amargo, duro, uma verdadeira ascese. Não vejo nenhum glamour em ser escritor. Só reconheço nessa profissão muito trabalho, uma busca permanente da literatura e horas contínuas de estudo.

Continuo trabalhando como médico e não pretendo me afastar da medicina, nunca. Escrever e atuar como médico são atividades sem conflito. Acho que não seria escritor sem o longo e exaustivo exercício da medicina. Todos os dias eu convivo com o sofrimento, com a doença, com a morte e a alegria da cura. Ouço histórias que anoto e que podem aparecer em algum conto ou novela. Em "Livro dos Homens" existem dois contos desenvolvidos a partir de minha vivência no hospital.

Só consigo viver fazendo muitas coisas. Todas elas estão harmonizadas e é como se eu me movimentasse dentro de um mesmo universo. Gostaria de escrever um livro que me deixasse satisfeito. Isso nunca acontecerá. Estou sempre esperando por esse livro. Ah, se fosse Galileia! Mas tenho consciência da minha permanente insatisfação e já estou trabalhando em novos livros. Queria viver mais serenamente, sem a angústia da espera. Não desejar e não esperar. Isso é quase a santidade.


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