MODA


Coleção outono/inverno KEUNE traz tons quentes e naturais

As cores e cortes de cabelo para esta estação seguem a tendência de cabelos despojados

Na moda nada se copia, mas tudo é recriado. Esta é a lógica das tendências de cores e cortes de cabelos dos últimos anos, quando tudo está voltado para o clássico. A coleção outono/inverno da KEUNE Brasil aposta na tendência de tons naturais e marrons mais quentes.



A tendência de cores vai dos marrons naturais, mognos até os louros com fundos mais dourados. A intenção é valorizar a pele, mais clara que no verão, criando uma harmonia com luzes sutis. Sionara Bandeira, Coordenadora Técnica da KEUNE Brasil explica que no caso das louras, a tendência é uma cor mais acobreada com pequenos toques de luzes com tons mais frios, mais pastéis. Já para as morenas, a aposta é mesmo nos tons mais avermelhados. As cores em destaque desta estação são: Avelã, Expresso, Cacau, Chestnut (marrom avermelhado) e Choco.

Já em matéria de forma de cortes de cabelo, o in é mesmo apostar no clássico Chanel que ganha mais camadas. “A opção de camadas dá mais movimento e encaixe no corte, além de oferecer versatilidade de uso”, complementa Sionara Bandeira. Outra novidade é a volta dos cabelos ondulados, deixando de lado as escovas lisissímas. A consultora acrescenta que esta estação prioriza o visual mais despojado, deixando os cabelos naturais mais em acordo com a vida agitada dos dias de hoje.

Tecnologia de ponta - Além de seguir as tendências da moda, a KEUNE Brasil se preocupa em respeitar a estrutura capilar e a saúde dos fios de cabelo. Os produtos de coloração da marca holandesa são os únicos a não conter o corante PPD (parafenilediamine) em suas fórmulas. Este componente é responsável pelos freqüentes casos de alergia a tinturas capilares. Apesar da baixa toxidade, o PPD tem efeito cumulativo sendo o causador da intolerância à tintura em pessoas que colorem os cabelos há muito tempo. No lugar, os produtos KEUNE trazem os chamados Cristais de Cor, um corante especialmente desenvolvido pelos laboratórios da marca, na Holanda. “Estamos sempre priorizando a qualidade dos produtos desenvolvidos pela KEUNE, por isso a fábrica da Europa é considerada uma das mais modernas. A marca investe muito em pesquisas e escolhe as melhores matérias-primas para compor as fórmulas, garantindo assim produtos atuais que preservam a saúde dos cabelos”, finaliza Sionara. Além da ausência do PPD, a linha de coloração tem baixo teor de amônia, que varia entre 1 à 2% reduzindo assim as possibilidades do aparecimento de alergias.



KEUNE

Empresa holandesa que atua há mais de 80 anos no mercado de cosméticos para cabelos. Com uma linha de mais de 100 produtos, a KEUNE é especializada em produtos para atender a todos os tipos de serviços para cabelo oferecidos por um salão de beleza. A empresa tem por filosofia a inovação constante de suas linhas, visando suprir o mercado com produtos de alta qualidade, design exclusivo e sofisticado. Tel: (41) 3342-9780 www.keune.com.br.





PROJETO ESTILO SOLIDÁRIO lança COLEÇÃO IRA BARRA AZUL

A GRIFE HÉLADE FAZ FASHION SHOW DE LANÇAMENTO DA COLEÇÃO ACONTECE NESSA QUARTA, 24 DE JUNHO A PARTIR DAS 18H30, NO TEATRO JOSÉ DE ALENCAR, LOGO APÓS A PEÇA DO PEÇA DO PROJETO ABRACADABRA: “RETALHO E REBUTALHO”


O Projeto Estilo Solidário, realizado através da parceria FUNCI (Fundação da Criança e da Família Cidadã) com o IFECT - Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará ?), no decorrer de seu ano letivo, desenvolveu uma aprendizagem teórica e técnica em “estilismo e moda contemporânea”, estimulando o reconhecimento do potencial criativo de seus alunos e proporcionando as competências necessárias para o exercício dessa atividade. De tal modo, tornou-se possível a criação de uma coleção que lançará para a cidade de Fortaleza a grife do projeto, a grife HÉLADE.



HÉLADE APRESENTA COLEÇÃO DIA 24 DE JUNHO NO TJA



A primeira coleção da grife HÉLADE intitula-se “IRA BARRA AZUL”, composta de 12 looks - todos de moda feminina -, cuja temática é a BARRA DO CEARÁ. A estilista RUTH ARAGÃO é coordenadora pedagógica do Projeto Estilo Solidário, e no desfile atua como consultora e stylist. No próximo dia 24 de junho (quarta-feira), a partir das 18h30 no THEATRO JOSÉ DE ALENCAR, convidados e imprensa são esperados nos jardins do TJA para, logo após a apresentação da peça “RETALHO E REBOTALHO”, conferirem o fashion show “IRA BARRA AZUL” às 19:30 no pátio interno da casa de espetáculos. O cenário do Theatro José de Alencar foi escolhido por ser um templo da arte e da cultura do Ceará. Sua localização no centro da cidade viabiliza e facilita o deslocamento de nossos convidados: familiares, amigos, profissionais e estudantes de moda, interessados em arte, cultura, moda e cidadania, imprensa especializada, instituições envolvidas e suas autoridades.



MAIS SOBRE O PROJETO ESTILO SOLIDÁRIO E O DESENVOLVIMENTO DA COLEÇÃO “IRA BARRA AZUL”



Ao entendermos a MODA como uma disciplina do saber contemporâneo que nos possibilita reflexões e questionamentos no campo cultural, psicossocial e econômico, evidenciamos a importância de dialogarmos mais diretamente com a cidade que habitamos e que ajudamos a construir a cada dia. É nessa perspectiva que IRA BARRA AZUL nasce.

“Na inquietação de nossos alunos em compreender melhor a dinâmica e os rumos da cidade de Fortaleza, o bairro da Barra do Ceará foi escolhido como objeto de pesquisa e estudo para a criação de sua coleção de moda”, explica Ruth Aragão. “Nossos jovens pesquisadores-criadores conheceram “in loco’ o bairro que, a exemplo de tantos outros da cidade de Fortaleza, sofre com o crescimento desordenado e o consequente aumento de vulnerabilidade social de seus moradores, em especial, de seus jovens”, complementa Ruth.

Na potência do seu ato transformador, a moda, aqui expressa na criação dos alunos do Projeto Estilo Solidário, é capaz de ressignificar as mazelas, desilusões e desesperança de nosso povo. Assim, sem qualquer anacronismo, a coleção criada e desenvolvida é uma coleção de roupas com cores fortes, modelagens cuidadosas, estilo urbano e em sintonia com a atual produção de moda do Brasil e do mundo.

Acreditando na contribuição de nosso trabalho para o fortalecimento de ações ao enfrentamento à essa condição de vulnerabilidade social dos jovens de baixa renda, desejamos apresentar à nossa cidade a coleção desenvolvida pelo Estilo Solidário.



SERVIÇO

· FASHION SHOW DE LANÇAMENTO DA COLEÇÃO “IRA BARRA AZUL” PELO Projeto Estilo Solidário

· QUARTA, 24 DE JUNHO
· LOCAL: TEATRO JOSÉ DE ALENCAR

· HORÁRIO: 18:30 h ( recepção )

· 19:30 h ( fashion show ) logo após a peça do projeto Abracadabra: “Retalho e Rebutalho” (*)



MAIS INFORMAÇÕES SOBRE :

· DA COLEÇÃO “IRA BARRA AZUL” e Projeto Estilo Solidário com: Ruth Aragão ( 99981120 ) e Caroline Bueno ( 99517872 ).

· ATENDIMENTO À IMPRENSA NO THEATRO JOSÉ DE ALENCAR com: KIKO BLOC-BORIS (85- 8892 1195/ 31012566)



(*) Projeto Abracadabra DO tja apresenta a estréia de “Retalho e Rebotalho”

Afonso vive como um passáro cativo. Carente de afeto, cria um a partir de pequenos fragmentos, retalhos de vivencia que confusamente,tentam ligá-los para dar sentido a sua vida. Surpreendido com novas emoções o que seria um vôo de libertação, torna-se palco de conflitos que culmina de forma trágica e comovente. Grupo: Cia. Arrumação. Texto: Clariisse Ilgenfritz. Direção: Jorge Ramos - Elenco: Geane Albuquerque, Paulo Victor, Cintia Alves, Jhonathan Santos,Thiara Crispin, Fernanda Girão. Recomendação: 14 anos.



Audrey Tautou diz que Coco Chanel era “mentirosa e cheia de contradições”

Intérprete da estilista Gabrielle Chanel na cinebiografia Coco Antes de Chanel, a atriz Audrey Tautou (foto acima) afirmou que Chanel era “mentirosa e cheia de contradições”.

A atriz conversou com o diário espanhol El País sobre seu trabalho no filme. “Ela era uma mentirosa, uma mulher cheia de contradições e lados obscuros. Porém, uma mulher muito maior do que eu, e disso eu nunca me esqueci enquanto a interpretava”.

A francesa, que se notabilizou por protagonizar O Fabuloso Destino de Amélie Poulain, também confessou que carrega uma pequena câmera fotográfica no bolso para tirar fotos dos repórteres que a entrevistam. “Não senti nenhuma pressão em interpretar alguém tão conhecido”.

O jornal espanhol destaca o “mimetismo da atriz”, mas classifica o filme como “previsível”. Nascida em 1883 na França, Gabrielle Bonheur Chanel iniciou sua carreira de estilista quando se aproximava dos 30 anos, ao abrir a primeira loja de chapéus. Os trabalhos de Chanel, que morreu em 1971, tem qualidade reconhecida até os dias de hoje.

A cinebiografia Coco Antes de Chanel estreia no Brasil em 30 de outubro.



São Paulo Fashion Week presta homenagem à França

Maior evento de moda do país faz parte do calendário do Ano do Brasil na França


A França esteve onipresente no primeiro dia de desfiles da São Paulo Fashion Week – Verão 2010, maior e mais importante evento de moda do país, ocorrida dia 17 de junho no Pavilhão da Bienal, no Parque do Ibirapuera, zona oeste de São Paulo. Batizado de “Passion - Paixão”, o evento, que entra em sua 27.ª edição, presta uma homenagem especial à moda francesa, e faz parte do calendário oficial do Ano da França no Brasil. O SPFW será encerrado na próxima segunda-feira (22 de junho), e o primeiro desfile, da grife Osklen, foi realizado às 15h.

De acordo com Danilo Santos de Miranda, presidente do Comissariado Brasileiro do Ano da França no Brasil, um evento como o São Paulo Fashion Week (SPFW) não poderia ficar de fora do Ano da França no Brasil. “A moda é uma relação que vai além da frivolidade ou das celebridades, forma como a qual às vezes é noticiada. Moda é comportamento, reflete o nosso modo de ver a vida, a relação com nosso próprio corpo, o meio ambiente e o mundo em nossa volta. É mais do que uma manifestação pessoal, ela tem caráter coletivo”. De acordo com Miranda, a França, por ser o berço da moda contemporânea mundial, é seu palco central. “A França é uma influência que está presente em qualquer outro evento de moda realizado em qualquer lugar do mundo. Todo estilista tem, de alguma forma, seu trabalho inspirado pela alta-costura francesa. Por isso, nada mais natural que a França marque sua presença aqui”, ressaltou Miranda.

Destaques
Além da França, outra grande homenageada do evento é a brasileira Bethy Lagardère, ex-modelo e considerada a maior embaixadora da moda brasileira na França, com o documentário “Bonjour, Madame”, de direção de Richard Luiz e produção de Paulo Borges. Além do documentário, que foi exibido no terceiro andar do pavilhão, a marca de Bethy também esteve presente na exibição de seu acervo pessoal de peças de alta-costura.

Visivelmente emocionada, Bethy compareceu ao evento e comentou como tem sido a experiência de representar a França em um grande evento nacional, já que, durante anos, ela sempre foi uma representante do Brasil no universo da moda francesa. “Tem sido uma recepção muito calorosa e emocionante. Sinto-me extremamente orgulhosa em contribuir para esse evento, talvez justificando minhas raízes brasileiras, dando-lhe um toquezinho a mais de emoção.”

Antes de conceder entrevistas aos jornalistas, Bethy fez questão de passear pelo pavilhão e fazer comentários sobre cada um de seus vestidos a amigos e, em especial, Didier Grumbach, presidente da Federação francesa da Costura e do Prêt-à-Porter dos Costureiros e dos Criadores de Moda. Grumbach lançou nesta semana a versão em português de seu livro “Histoires de La Mode”. Os direitos relativos à obra serão revertidos para um fundo que tem como objetivo alguns alunos de moda brasileiros para estudos na escola da Federação. “Nesse novo mundo multicultural, a moda é o segmento que mais tem despertado interesse, pois deixou de possuir um caráter somente nacional. É o símbolo mais evidente da modernização, por isso chega a ser lógico que ela esteja presente de maneira tão marcante em um evento como o Ano da França no Brasil”, afirmou Grunbach.

Outra presença marcante que prestigiou a homenagem a Lagardère foi a designer Sakina M’Sa, responsável pela concepção de uma das exposições mais plurais do evento, a Brasilópolis Jardim Paris. Localizada no segundo andar da Bienal, a exposição é resultado de uma troca de experiências entre mulheres das periferias de Paris e de São Paulo (no caso, de uma comunidades carentes do Campo Limpo, zona sul), além de alunos da Universidade Anhembi-Morumbi. Especialista em pesquisas à procura de novas criações e também conhecida como detruidora de conceitos, Sakina afirmou ter ficado maravilhada com a oportunidade de participar dessa experiência. “Foi uma oportunidade incrível para mim. Por meu contato com as mulheres do Campo Limpo, devo dizer que todas são extremamente sérias, disciplinadas e muito rigorosas em relação ao acabamento das peças. Pude constatar por experiência pessoal que a cultura brasileira é um mix feito de pessoas extraordinárias, que cria uma atmosfera enriquecedora de multiculturalidade. É esse tipo de desafio que busco em meu trabalho, e o Ano da França no Brasil tornou essa experiência possível”, disse Sakina.

Negócios
Os eventos do calendário do Ano da França no Brasil, em especial os que partilhem da magnitude do SPFW, também contribuem como uma significativa oportunidade para empresas realizarem ações de relacionamento. “Esse temporada é especial para nós pela celebração do Ano da França no Brasil, que faz parte de um calendário de eventos em que a empresa participa, como mostras de cinema e a exposição de Yves Saint-Laurent no Rio de Janeiro. Acabamos por tematizar nossa participação que vai desde o espaço Banco do Brasil Estilo até o lançamento do produto Ourocard Amex e todas as nossas ações celebrando o Ano da França no Brasil”, afirma Dorivaldo Paula Júnior, gerente-executivo de Marketing e Comunicação do Banco do Brasil.


Mais informações: www.spfw.com.br





São Paulo Fashion Week rend hommage à la France

Le plus grand événement de mode du pays fait parti du calendrier de l’Année de la France au Brésil


La France était omniprésent dans le premier jour de défilés du São Paulo Fashion Week – Été 2010, le plus grand et important événement de mode du pays, qui a eu lieu le 17 juin dans le troisième étage de la Bienal, au Parc Ibirapuera, à São Paulo. Baptisé de « Passion – Paixão », l’événement, que fait sa 27ème édition, rends hommage à la mode française et fait parti du calendrier officiel de l’Année de la France au Brésil. Le SPFW va jusqu’au 22 juin, et le premier défilé, de Osklen, a été réalisé à 15h.

Selon Danilo Santos de Miranda, le président du Commissariat Brésilien de l’Année de la France au Brésil, un événement comme le São Paulo Fashion Week ne pouvait pas manquer au calendrier de l’Année de la France au Brésil. « La mode est une relation qui ne se limite pas seulement à frivolité et célébrités, comme ça semble quelques fois. Mode est comportement, elle réfléchit sur notre manière de voir la vie, la relation avec notre corps, environnement et le monde autour de nous. Ce n’est juste une manifestation personnel, elle a son caractère collectif ». Selon Danilo, la France, qui est le grand berceau de la mode, est aussi le centre de la scène. « La France est une influence présente dans tous les événements de mode du monde. Tous les stylistes ont ses travailles inspirés en la couture française. Donc c’est naturel que la France marque présence ici », a remarqué-t-il.

Au delà de la France, l’autre honoré d’événement c’était la brésilienne Bethy Lagardère, ancienne mannequin et considéré l’ ambassadrice de la mode brésilienne en France, avec le documentaire « Bonjour, Madame », du réalisateur Richard Luiz et production de Paulo Borges. Outre le documentaire, qui sera exhibé dans le troisième étage de la Bienal pendant le SPFW, la griffe de Bethy a aussi été présent dans l’exhibition de sa collection personnelle de pièces de couture.

Visiblement émue, Bethy a parlé sur l’experience de représenter la France dans un grand événement nationale, elle qui était toujours une représentante du Brésil dans l’univers de la mode française. « La réception a été très chaude et excitante. Je me sens très fière pour contribuer à cet événement, peut-être justifiant mes origines brésiliennes, en donnant plus d’émotion ».

Avant donner des interviews au journalistes, Bethy a voulu se promener par le pavillon de la Bienal et parler sur chaque vêtement de sa collection à ses amis, spécialement Didier Grumbach, président de la Fédération Française de la Couture et du Prêt-à-Porter de Couturiers et des Créateurs de la Mode. Grumbach a lancé cette semaine la version en portugais de son libre « Histoires de la Mode ». Le droit relatif à l’oeuvre sera retourné pour un fond qui sera crée avec l’objectif d’ammener quelques élèves de mode brésiliens pour étudier dans l’école de la Fédération. « Dans ce nouveau monde multiculturel, la mode est le domaine qui plus suscite l’interêt, parce qu’elle n’a pas un caractère seulement national. C’est le symbole le plus évident de la modernisation et donc sa présence de manière marquante dans un événement comme de l’Année de la France au Brésil est évidente», a dit Grunbach.

Une autre présence marquante qui a rendu hommage à Lagardère a été la designer Sakina M’Sa, la responsable pour la conception d’une des expositions les plus diversifiées de l’événement, la « Brasilópolis Jardin Paris ». Situé dans le deuxième étage de la Bienal, l’exposition est le résultat d’un échange d’experience entre femmes des banlieues de Paris et de São Paulo, outre élèves de l’Université Anhembi-Morumbi. Spécialiste en recherches pour rencontrer de nouvelles créations et aussi connue comme destructrice de concepts, Sakina a affirmé qu’elle était très impressionné d’avoir l’oportunité de faire partie de cet expérience. « Cela a été une opportunité incroyable pour moi. Par mon contact avec les femmes du Campo Limpo, je doit dire que elles sont très sérieuses, disciplinées et rigoureuses par rapport à la finition des vêtements. Je peux voir que la culture brésilienne est une mélange faite des actions de personnes extraordinaires, que crée une atmosphère enrichissante multiculturelle. C’est ce type de défi que je cherche dans mon travaille, et l’Année de la France au Brésil a rendu possible cet expérience », a dit Sakina.

Les événement du calendrier de l’Année de la France au Brésil, spécialement ceux qui ont l’ampleur du SPFW, offrent aussi une importante opportunité pour les entreprises accomplir des actions de rapports. « Cette saison est spécial pour nous grâce à la célébration de l’Année de la France au Brésil, que fait partie d’un calendrier d’événements dont l’entreprise participe, comme les festivals de cinéma et les expositons de Yves Saint-Laurent à Rio de Janeiro. Nous avons crée des thèmes pour notre participation, dès l’espace Banco do Brasil Estilo au lancement d’un produit Ourocard Amex, et toutes nos actions en célébration à l’Année de la France au Brésil », a affirmé Dorivaldo Paulo Júnior, directeur exécutif de Marketing et Communication du Banco do Brasil.


Renseignements: www.spfw.com.br

Les mécènes de l´Année de la France au Brésil



Caroline Rayel, proprietária da Carô Galerie e consultora de moda e compras
faz resumo dos desfiles femininos do SPFW verão 2010



Primeiro dia - quarta feira - 17.06


Osklen

Carnaval foi tema do desfile da Osklen, com muitas estampas de confete. Outros modelos aparecem imagens do sambódromo, super coloridas. Sobreposições e transparências em tules coloridos ganham efeito sombreado, foi o mais marcante no desfile da Osklen.

O paetê leva brilho ao desfile e a renda aparece, dando toque clássico em peças modernas. A renda, nas cores verde e rosa (Mangueira) e as barras quase sempre irregulares. Camisetas oversized dominam em looks montados com leggings.

Os camisetões me agradaram bastante, mas para serem usados como vestidos, sem leggings!


Priscilla Darolt

Alfaiataria para o verão em tons claros e mescla com muitos recortes.

A estampa é muito feliz, passa um ar de frescor. Gostei! Tudo curto como previsto e as sandálias continuam bem pesadas, e Priscila Darolt mostra as suas em várias cores, inclusive azul claro.


UMA

Formas geométricas com destaque nas muitas bolas, sendo algumas em recortes vazados, como na jaqueta branca.

Regatas e camisetas básicas com saias, shorts e calças volumosas no quadril. Em desfile minimalista, Raquel Davidowicz optou por um verão de poucas cores, e o desfile mostra basicamente preto, branco e cinza.


Paola Robba

Biquínis e maiôs para todos os corpos com calçinhas mais quadradas, bumbum mais coberto e até as tangas. Nas partes de cima, muitos bojos e diferentes formatos e estruturas.

As cores do desfile não são muitas, preto e branco bem presente e depois aparecem pink, vermelhos, marrom e laranja.

Meus eleitos são os modelos com tiras trançadas que chegaram no final do desfile, principalmente o maiô com este detalhe e o biquíni tomara-que-caia.


Colcci

Abrindo com Gisele Bundchen, o desfile trouxe uma seqüência de xadrez em tons claros, babados e jeans bem clarinhos e detonados.

Looks brancos e leggings rendadas que algumas vezes aparece com sobreposições.

Na maioria dos looks o desfile traz o desestruturado e o detonado.

Cores que aparecem são: pink, amarelo e laranja, todas arrematando looks em tons claros que predominam no desfile.

No final, chega a estampa. Gostei de todos os looks com a estampa em tons de marrom e dourado que seguem com os jeans manchados em tie dye no tom de ferrugem.


Resumo do segundo dia dos desfiles femininos SPFW verão 2010

pela consultora de moda e compras Caroline Rayel





quinta feira - 18.06


Iódice

Vestidos leves e transparências. Dominando o desfile da marca os tons claros, como pérola e off-white. O ponto principal deste desfile foi a elegância dons looks discretos. As pérolas são o grande destaque do desfile, que em variados tons e tamanhos complementam os looks super elegantes. O coral e marinho chegam para realçar o desfile de tons claros. A Iódice tráz muita fenda e drapeado, que surgem em vestidos de todos os comprimentos, desde o micro, ao super comprido. Ao final, vestidos super bordados.

Maria Bonita

Ar rústico nos tecidos e até em estampas e tramas, foi o que houve de marcante no desfile da Maria Bonita. Na parte de cima, peças bem cavadas e vestidos e bermudas de comprimentos variados. As calças são mais justas no tornozelo. Peças como blazer e macacão aparecem com modelagens amplas e despojadas pelo tecido amassado. As cores vão surgindo ao longo do desfile e dão vida a coleção. O brilho também surge no desfile, sem alarde, em paetês e em tecidos tecnológicos.

Herchcovitch

Um início em tons claros, tecidos e modelagens delicados com leve brilho dourado. Depois entram os pretos que trazem recortes em cetim e seguidos deles o laranja e o pink, tons citricos que dão brilho ao desfile. Mistura de cores fortes e as modelagens amplas e estruturadas nos ombros, tudo bem curtinho. A mistura de cores continua em estampas quadriculadas e em seguida as cores vão ficando mais fortes, brilhantes e as peças vão ganhando mais e mais volume. Um desfile conceitual que enche os olhos.

Cori

Apostando em looks um pouco mais estruturados, mas sem deixar de lado os tecidos fluídos. Cintura sempre marcada e em muitos looks este efeito vem dos cintos. Os vestidos são clássicos e não tão curtos como temos visto em outros desfiles, e melhor, fáceis de usar! Sendo assim, as consumidoras agradecem! O desfile que começou em tons off-white tráz estampas desérticas em tons de amarelo cítrico e marrom. O preto e as riscas de giz também marcam presença.

Forum

O tema fundo do mar ficou bem claro nas peças. Paetês que deixam impressão de escamas. Plissados que lembram barbatanas de peixes. Ainda aparecem estampas de peixe cobertas por paetês transparentes que dão brilho à estampa. Alguns recortes tamabém surgem lembrando roupas de mergulho.

No geral a modelagem das peças é simples, porém o interessante do desfile da Forum ficou na testura. Testuras variadas e muito felizes deram charme e fizeram essa coleção da marca. O paetê é o ponto alto da marca no verão.

Huis Clos

Tecidos fluídos e destaque forte aos ombros. Ombros bem volumosos marcam este desfile que também trouxe a cintura bem marcada e alta. Volume abaixo da cintura, mas nada exagerado já que as peças vêm bem fluídas. Zíperes e colares de correntes dão graça as peças e deixam leve ar rock´n roll. Nas cores: o azul é forte e marcate, mas aparecem também o amarelo, marrom e branco. Amarrações diferenciam algumas peças do desfile e os elásticos que surgem dão formato aos tecidos fluídos, como o cetim. E como já vimos em várias outras coleções, os vestidos são bem curtos. Huis Clos não fez diferente. Show!


Cia Maritima

Em modelagens maiores do que estamos habituados em desfiles de moda praia o destaque foi para os modelos de um ombro só, que apareceram em diversas produções. Toque Versace em looks com fivelas e estampas clássicas. Vestidos, calças e macacão, todos bem amplos e os biquinis e maiôs com bastante pano. Coleção muito bonita pelas roupas e dificil de funcionar nas areias brasileiras.


Balanço geral dos desfiles femininos SPFW verão 2010

por Caroline Rayel, consultora de moda e compras





O quem vem por aí é uma temporada de cores fortes e cítricas, que não ficam sem o preto e branco. Nas modelagens, algumas peças foram presenças certas na grande maioria dos desfiles e isso nos revela tendências fortes, apesar de nem sempre serem modelagens fáceis de usar.



Algumas dessas peças são: a calça com volume no quadril que estreita nas pernas e termina no tornozelo. Um modelo para tomar cuidado, já que as proporções podem ser prejudicadas.



Cinturas super marcadas, tanto pelo modelo das roupas como por acessórios importantes. O cinto é um acessório que marca muito a cintura nesta temporada de verão 2010.



Os ombros em destaque também têm grande importância, mas não de uma única maneira. Existem os modelos de ombro só, os tomara-que-caia, os super volumosos e ainda os estruturados.



Com relação aos tecidos, invista em peças leves e fluídas, e em tecidos mais nobres, nada de pensar em malhas, o verão vem mais sofisticado e feminino e para realçar ainda mais essa feminilidade da mulher, a transparência, que dá um toque de sensualidade.



Por Caroline Rayel



A seguir um resumo de todos os desfiles femininos do SPFW verão 2010



Segunda-feira 22/06



Isabela Capeto



As estampas florais abrem o desfile, seguido pelas listras, peles de animais e desenhos de jipes, tigres, e estrelinhas. Os materiais foram os mesmos das coleções antigas, mas sem deixar a impressão de repeteco.



Nas roupas, vestidos femininos e macacões. Modelagens de cinturas marcadas e por vezes em cintos largos. O bolero curto e outras peças surgem com recortes nas costas. Tanto as modelagens mais ajustadas como as amplas aparecem no desfile que pensa bem no comercial. As cores do desfile são: o laranja, rosas, verdes e amarelos, que também surgem com preto e areia.



A estilista trabalha nesta coleção com tecidos como linho, seda, organza, piquet e até mesmo a malha, em alguns look paetês dão certo brilho.





Wilson Ranieri



Em coleção jovem e bem feminina os lenços e bandanas têm destaque. As peças trazem pregas, transpassados como recursos de criação. Os tecidos são na maioria leves e a transparência também esta presente.



Na cartela de cores aparecem o vermelho, azul, amarelo, rosa e laranja que fazem contraste as cores neutras como branco, cáqui e o preto nas estampas com azul.



As sandálias são coloridas e chamativas e as bolsas tipo saco também em versões coloridas.





Movimento



Com a inspiração vinda da natureza, a marca esta recheada de flores e folhagens. Muitos babados que aparecem nas costas e em maiôs e em algumas calcinhas de biquíni.



Como acabamento, argolas em dourado. Algumas peças foram incrementadas com bordados e drapeados, o que deu ar de sofisticação.



No desfile ainda vimos partes de cima dos biquínis em modelo de um ombro só, em formato de faixa e até os tops mais largos e as amarrações das mais variadas.



Nas roupas, macacões, shorts e calças sarouel e em tecidos mais leves, fluídos. Além desses, os vestidos longos e alguns curtos e até transparentes.



Samuel Cisnansck



No desfile de inverno a referência foi russa, agora no verão a referência para esse desfile foi latina, com direito a toda sensualidade caribenha. Curvas femininas são valorizadas e de diversas maneiras.



Modelagens tomara que caia em vestidos curtos. As calças da coleção são na maioria de cós alto, marcando a cintura e pantalonas.



Em looks para noite pudemos ver paetês e drapeados. Nos glamurosos vestidos longos construídos em muita organza a cintura aparece marcada por cintinhos coloridos. No final, uma noiva encerra o desfile.


André Lima

Grafismos em estampas geométricas, se misturam a estampas ultra-coloridas com desenhos de pássaros. Vestidos super curtos são intercalados a calças sequinhas.



As muitas cores se destacam em meio ao preto e branco. Blazers de ombros estruturados e bodies parecidos a corpetes. Volumes em mangas e ombros também surgem no desfile de André Lima.



Algumas peças vêm com efeitos drapeados e repuxados. As longas caldas nos vestidos e a transparência também marcam presença neste desfile, que mostrou uma coleção de exageros.







Domingo 21/06





Cavalera



O desfile que aconteceu no Minhocão traz as cores da bandeira de São Paulo.
A padronagem da bandeira de São Paulo estava presente em muitas peças, como camisetas, cintos, bolsas e até sandálias e tênis.



A estampa de céu azul dá graça ao desfile e em algumas peças vem misturada a detalhes amarelos. As calças de gancho baixo volumosos no quadril e justas nas pernas. Os shorts são curtos e mini-saias de cintura alta, que em alguns modelos vêm bem rodadas. Alguma alfaiataria aparece e sobreposições de camisetas tanto para meninos como para as meninas.





Néon



Colorida, mistura estampas étnicas com outras super coloridas e cada estampa com suas cores próprias.



Todos os comprimentos aparecem no desfile da marca, desde os longos até os muito curtos como o shortinho vermelho do início do desfile, mega cavado e de cintura alta. Nos mais longos, cáftans estampados.



Os enormes chapéus dão mega charme à marca, como sempre! Algumas peças vêm com modelagem solta do corpo, como as túnicas e camisas. Já em outros looks roupas mais ajustadas e de cinturas marcadas.



A marca trouxe também o macacão, tendência do verão que quase todas as marcas fizeram. As calças são mais curtas, acima do tornozelo.



Dudu Bertholini e Rita Comparato fizeram um desfile de cores fortes e marcantes com apelo comercial, sem deixar a ousadia de lado.



Ronaldo Fraga



A Disneylândia inspirada na América Latina. Alguns babados em mangas e laços nas costas dão ar mais feminino à modelagem larga de Ronaldo Fraga. Nada de vestidos muito curtos, alguns acima dos joelhos, mas a maioria é abaixo dos joelhos.



Nas estampas, caveiras e personagens Disney. Surge o artesanato com ar colombiano em ponchos e coletes. Flores bordadas e muitos recortes são presenças no desfile que traz cores vivas como laranja, amarelo, azul, rosa e algum verde. O preto e o branco são cores básicas da coleção.



Nos acessórios, sapatos com laços e bolsa com cifrão.





Jefferson Kulig



O branco abre o desfile com ombros volumosos. Uma coleção de transparências localizadas, micro saias e vestidos. Alguns tubinhos contornam a silhueta e marcam a cintura com transpassados e leggings metalizadas.



Looks mais soltos marcam presença no desfile da marca em vestidos regatas e blusas com mangas bufantes.



Muitas aplicações de fios e plumas na parte de cima dos vestidos e as calças que aparecem são de corte reto. Na cartela de cores: branco, dourado, cinza quebrada por uma estampa de cor mais viva e o marinho.





Lino Villaventura



Um desfile sofisticado por vestidos de festa em tons claros e mistura de tecidos nobres. Aplicações de cristais e flores em tecido dão mais feminilidade às peças.



Drapeados em cetim e por vezes modelagens afastadas do corpo, se amenizam com transparências que mostram a silhueta. Muito tule no desfile de Lino, que faz saias abaixo dos joelhos. Babados sobem pelas golas e por vezes bem altas.



O destaque do desfile fica pelo trabalho primoroso em tecidos nobres como a organza de seda, os tules e as gazes.



Nas cores, basicamente o pó-de-arroz, como denominaram, mas têm suas variações em outros tons, ainda claros e pastéis, como lilás, rosa, gelo e marfim.




Sábado 20/06





Gloria Coelho



Linda, a minha eleita para o verão 2010!



Na cartela de cor estão: o branco, o preto, vermelho, bege, ouro e cinza metalizado.



Casaquinhos e calças próximos ao corpo. Alguns vestidos volumosos e balonês.



A produção fez com que nem olhássemos pros rostos das modelos, a atenção ficou nos sapatos futuristas usados pelas modelos e nas peças que estavam impecáveis.



Visual sofisticado com cristais e algumas peças lembrando obras de arte com construção em ondas foram o ponto alto. Gloria mandou muito bem!





Érika Ikezili



O branco dá início ao desfile de muita saia e vestido, tudo bem curto e as cinturas bem marcadas e muito cinto fininho para dar este efeito.



O preto aparece e traz estampas lavadas que acrescentam rosa e azul à coleção.



Ombros ganham atenção na coleção e o quadriculado também marca presença no desfile em modelos amplo ajustado nas pernas dando efeito balonê.





Maria Garcia



Tons frescos como o azul é forte no desfile de Maria Garcia. Mangas bufantes, babados e algumas plumas dão ar lúdico à coleção e bastante movimento às peças.



Além do azul, surgem na cartela o pink e amarelo limão. Não diferente da tendência da próxima coleção, neste desfile predominam os tecidos leves e cinturas marcadas.





FH Fause Haten



Novidade nesta edição do SPFW são as saias abaixo do joelho de Fause Haten que dão início ao desfile em looks de cinturas marcadas e volume nos quadris.



Depois vem o destaque aos ombros, tanto em volumosos babados como em modelos de ombro só. As tiras metálicas dão ar futurista ao desfile. O curto chega e se mistura aos variados comprimentos de saias e vestidos.



Na cartela de cores estão: o bege, rosa e cinza. As grandes bolsas com alças deram charme aos looks.





2nd Floor



“Soldadinho de Chumbo” serve de inspiração para a marca, que tem no cenário uma bailarina na caixinha de música.



No desfile o exagero fica por conta de acessórios, maxi-bolsas e sapatos pesados.



Algumas estampas florais bem delicadas e tons claros como azul bebe, amarelo e verde água. As listras, e o marinho surgem dando contraste aos tons claros.



Muita saia curta e de cintura marcada por cintos fininhos com laços dão charme e feminilidade.





Animale



O desenvolvimento têxtil é o que mais chama atenção no desfile da Animale. Um desfile pesado para o verão, mais parecia um desfile de inverno.



Nas peças muita transparência com renda arrastão que aparecem em diversos looks e misturados a diversos tecidos. A mistura de tecidos e excesso de detalhes, além de matérias pesados podem cair no exagero e as peças não são tão fáceis para usar no verão!







Sexta 19/06





Reinaldo Lourenço



Muita alfaiataria e grão de café são a inspiração da coleção de Reinaldo, que começa o desfile com blazers longos na parte de traz e curtos na frente. E com a referência Belle Époque, surgem em calças retas, saias sobrepostas no estilo avental.



Vale lembrar que Reinaldo é dos poucos que traz a calça reta neste SPFW. Shorts retos e vestidos curtos que depois surgem em peças mais amplas.



O Grão do café é usado na estamparia em vermelho e fundo verde e as flores do café aparecem em adamascados rosa e verde. Decotes fundos e transparências também marcam presença.



Na passarela as cores são: marrom metalizado, vermelho, preto, branco, bege, verde e algum rosa.



Nos acessórios, bolsas retangulares, tipo bauzinho e as sandálias com frutos do café como penduricalhos.





Simone Nunes



Simone Nunes propõe um verão de peças leves. Tudo bem sequinho e ganhando volume no quadril com os drapeados e babados aplicados e em cores neutras, como azul claro, areia e cinza, depois aparece à estampa que é jovem e aparece em diversas peças.


As saias acima do joelho apresentam forma arredondada que combina com regatas, miniblusas, mini boleros, blazers e casaquetes. Bons para o verão, mas a coleção é para que gosta muito da cintura mais alta, já que a cintura é bem marcada. Inclusive, com as calças e os shorts de alfaiataria.





Água de Coco



Inspirada na Tailândia. As estampas trazerem paisagens do país e frutas. A modelagem é diversificada de tangas com tiras bem finas e laterais largas franzidas que quase um shortinho.



Alguns sutiãs, porém, ganham ares de blusas com bastante volume e alguns de um ombro só com tecido drapeado.


Maiôs fechados na frente e costas exposta. Amarrações e tiras cruzadas formam desenhos atrás.



Calças sarongue coloridas com toque dourado e os vestidos curtos ajustados por cintos.



Cores da coleção: amarelo, azul, cinza, verde e coral. Os acessórios dourados enormes brincos arredondados, pulseiras, colares e gargantilhas largas.



Uma coleção com peças maiores e mais confortáveis.





Carlota Joakina



Plástico! Tudo leva algum arremate em plástico.



No desfile de Carlota Joakina surgiram leggings de duas cores, bodies recortados sobrepostos a tops. Regatas de neoprene, blusa segunda pele de estampa de animal e ombros estruturados são algumas das peças que lembram a idéia de parques aquáticos.


A modelagem é justa ao corpo, os tecidos plastificados e transparentes. Até o jeans é colado e aparece no macaquinho com recorte lateral, nas calças e shortinhos usados com suspensório.


As saias são curtas e cintura alta. Os vestidos trazem aplicações de origamis.





Fábia Bercsek



Hard Couture inspirada na dança foi o tema de Fabia Bercsek. Peças com toque romântico vindos de babados. Abrindo com um longo e seguindo com curtos e joviais, e depois surge o metalizado que quebra um pouco do romantismo dos babados.



Em diversos looks aplicações de crucifixos e franjas. A transparência também aparece e complementa um desfile que traz um mix de tecidos em seda, malha, mousseline e tricot manual.



Pequena cartela de cores: preto, cru, rosa e boudoir.



As ankle boots cheias de detalhes são bem legais!





Ellus



Tudo bem clarinho e muito jeanswear no desfile da Ellus. Os ombros cobertos e levemente volumosos trazem em contra-partida regatas bem cavadas.



Os shorts e as boyfriends jeans trazem as barras viradas. Os coletes têm ar masculino e dão charme a várias produções do desfile.



As calças têm volume no quadril e ficam mais justas no tornozelo como temos visto nesta edição do SPFW.



Tecidos leves, vestidos soltos, estampados com listras e boleros bordados mostram alguns looks menos casuais. O couro aparece nos sobretudos, jaquetinhas, calça com tachas e nas blusas.



A cor que mais aparece no desfile todo de cores claras é o cinza.





Triton



Com o cenário transformado em um gigante diário, vimos que a coleção seria algo saudosista e essas referências se mostraram em looks delicados com estampas florais e xadrez em tons clarinhos de amarelo, azul, rosa e bege.



Desfile marcado pelos excessos. Tudo misturado, brincos, colares, babados, muitos babados e estampas florais e usados todos juntos.



As menininhas se mostram em mangas bufantes, laços de fita e a calcinha com babadinhos, plumas, flores e bolinhas de tecidos que enfeitam.



Já a sensualidade aparece em corsets e cintas-liga, além dos comprimentos, bem curtos!



O toque masculino surge em gravatinhas borboletas e no sapato.





quinta feira 18/06





Iódice



Vestidos leves e transparências. Dominando o desfile da marca os tons claros, como pérola e off-white.



O ponto principal deste desfile foi a elegância dons looks discretos. As pérolas são o grande destaque do desfile, que em variados tons e tamanhos complementam os looks super elegantes.



O coral e marinho chegam para realçar o desfile de tons claros.



A Iódice tráz muita fenda e drapeado, que surgem em vestidos de todos os comprimentos, desde o micro, ao super comprido. Ao final, vestidos super bordados.



Maria Bonita



Ar rústico nos tecidos e até em estampas e tramas, foi o que houve de marcante no desfile da Maria Bonita.



Na parte de cima, peças bem cavadas e vestidos e bermudas de comprimentos variados. As calças são mais justas no tornozelo. Peças como blazer e macacão aparecem com modelagens amplas e despojadas pelo tecido amassado.



As cores vão surgindo ao longo do desfile e dão vida a coleção. O brilho também surge no desfile, sem alarde, em paetês e em tecidos tecnológicos.



Herchcovitch



Um início em tons claros, tecidos e modelagens delicados com leve brilho dourado. Depois entram os pretos que trazem recortes em cetim e seguidos deles o laranja e o pink, tons citricos que dão brilho ao desfile.



Mistura de cores fortes e as modelagens amplas e estruturadas nos ombros, tudo bem curtinho. A mistura de cores continua em estampas quadriculadas e em seguida as cores vão ficando mais fortes, brilhantes e as peças vão ganhando mais e mais volume.



Um desfile conceitual que enche os olhos.




Cori



Apostando em looks um pouco mais estruturados, mas sem deixar de lado os tecidos fluídos. Cintura sempre marcada e em muitos looks este efeito vem dos cintos.



Os vestidos são clássicos e não tão curtos como temos visto em outros desfiles, e melhor, fáceis de usar! Sendo assim, as consumidoras agradecem!



O desfile que começou em tons off-white tráz estampas desérticas em tons de amarelo cítrico e marrom. O preto e as riscas de giz também marcam presença.



Forum



O tema fundo do mar ficou bem claro nas peças. Paetês que deixam impressão de escamas. Plissados que lembram barbatanas de peixes. Ainda aparecem estampas de peixe cobertas por paetês transparentes que dão brilho à estampa. Alguns recortes tamabém surgem lembrando roupas de mergulho.


No geral a modelagem das peças é simples, porém o interessante do desfile da Forum ficou na textura. Texturas variadas e muito felizes deram charme e fizeram essa coleção da marca.



O paetê é o ponto alto da marca no verão.




Huis Clos



Tecidos fluídos e destaque forte aos ombros. Ombros bem volumosos marcam este desfile que também trouxe a cintura bem marcada e alta. Volume abaixo da cintura, mas nada exagerado já que as peças vêm bem fluídas.



Zíperes e colares de correntes dão graça às peças e deixam leve ar rock´n roll.



Nas cores: o azul é forte e marcate, mas aparecem também o amarelo, marrom e branco.



Amarrações diferenciam algumas peças do desfile e os elásticos que surgem dão formato aos tecidos fluídos, como o cetim. E como já vimos em várias outras coleções, os vestidos são bem curtos.



Huis Clos não fez diferente. Show!




Cia Maritima



Em modelagens maiores do que estamos habituados em desfiles de moda praia o destaque foi para os modelos de um ombro só, que apareceram em diversas produções.



Toque Versace em looks com fivelas e estampas clássicas.



Vestidos, calças e macacão, todos bem amplos e os biquínis e maiôs com bastante pano. Coleção muito bonita pelas roupas e difícil de funcionar nas areias brasileiras.





quarta feira 17/06





Osklen



Carnaval foi tema do desfile da Osklen, com muitas estampas de confete. Outros modelos aparecem imagens do sambódromo, super coloridas.



Sobreposições e transparências em tules coloridos ganham efeito sombreado, foi o mais marcante no desfile da Osklen.



O paetê leva brilho ao desfile e a renda aparece, dando toque clássico em peças modernas. A renda, nas cores verde e rosa (Mangueira) e as barras quase sempre irregulares.



Camisetas oversized dominam em looks montados com leggings. Os camisetões me agradaram bastante, mas para serem usados como vestidos, sem leggings!





Priscilla Darolt



Alfaiataria para o verão em tons claros e mescla com muitos recortes.



A estampa é muito feliz, passa um ar de frescor. Gostei! Tudo curto como previsto e as sandálias continuam bem pesadas, e Priscila Darolt mostra as suas em várias cores, inclusive azul claro.





UMA



Formas geométricas com destaque nas muitas bolas, sendo algumas em recortes vazados, como na jaqueta branca.



Regatas e camisetas básicas com saias, shorts e calças volumosas no quadril. Em desfile minimalista, Raquel Davidowicz optou por um verão de poucas cores, e o desfile mostra basicamente preto, branco e cinza.





Paola Robba



Biquínis e maiôs para todos os corpos com calçinhas mais quadradas, bumbum mais coberto e até as tangas. Nas partes de cima, muitos bojos e diferentes formatos e estruturas.



As cores do desfile não são muitas, preto e branco bem presente e depois aparecem pink, vermelhos, marrom e laranja.



Meus eleitos são os modelos com tiras trançadas que chegaram no final do desfile, principalmente o maiô com este detalhe e o biquíni tomara-que-caia.





Colcci



Abrindo com Gisele Bundchen, o desfile trouxe uma seqüência de xadrez em tons claros, babados e jeans bem clarinhos e detonados.



Looks brancos e leggings rendadas que algumas vezes aparece com sobreposições.



Na maioria dos looks o desfile traz o desestruturado e o detonado.



Cores que aparecem são: pink, amarelo e laranja, todas arrematando looks em tons claros que predominam no desfile.



No final, chega a estampa. Gostei de todos os looks com a estampa em tons de marrom e dourado que seguem com os jeans manchados em tie dye no tom de ferrugem.






Moda íntima cearense ganha projeção internacional

Compradores e jornalistas estrangeiros vêm ao Brasil especialmente para conhecer as grifes que participam da 3ª edição do Moda Íntima Ceará


Um dos principais pólos exportadores de moda do Brasil, ocupando o 8º lugar no ranking dos Estados brasileiros que mais exportam, o Ceará despertou interesse também de jornalistas e compradores internacionais, que chegam ao País especialmente para cobrir o Moda Íntima Ceará, que acontece entre os dias 7 e 9 de junho, no Centro de Convenções Edson Queiroz, em Fortaleza.

Os cincos profissionais da Colômbia, Portugal e Uruguai são convidados do Texbrasil, Programa de incentivo à exportação desenvolvido pela Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (ABIT) em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que só nos últimos dois últimos anos, foi o responsável pela vinda de mais de 250 jornalistas estrangeiros ao Brasil.



Luis Marsicano, do Uruguai e Alfredo Magalhães e Jose Sadio, de Portugal estão entre os compradores internacionais que irão conhecer a moda íntima cearense e, possivelmente, gerar negócios com as marcas participantes do Moda Íntima Ceará. Já os jornalistas Carlos Mario Jiménez Reina e Jonas Alberto Pabón, vêm especialmente da Colômbia para cobrir e divulgar os produtos da região entre os consumidores de seus países.



Sobre o Texbrasil

Criado em 2001, o Texbrasil tem como missão apoiar e preparar as empresas do setor para apresentar, de maneira organizada, os produtos brasileiros no mercado internacional. Utilizando diversas ferramentas e ações, o Programa objetiva o aumento da plataforma de empresas brasileiras exportadoras, incentivando a inserção das mesmas no mercado globalizado. Em 2008, o Programa participou de 28 feiras internacionais, trouxe 177 compradores de mais de 20 países, realizou 37 palestras de tendências de moda, 41 clínicas de produtos e 184 jornalistas internacionais vieram conhecer a moda brasileira, dentre outras várias ações realizadas pelo Programa.



Serviço

Evento: Moda Íntima Ceará

Data: 7 a 9 de junho de 2009

Local: Centro de Convenções Edson Queiroz – Fortaleza/CE

Mais informações sobre o evento: www.modaintimaceara.com.br

MÚSICA

Novo CD de Luiza Possi

“Bons ventos sempre chegam” traz Samuel Rosa e Chico César


O novo trabalho de Luiza Possi, quinto CD de carreira e o quarto com músicas inéditas, abre o leque de estilos e traz novas composições de Samuel Rosa (Skank), Moska e Chico César. Em fevereiro do ano passado, a carioca de 24 anos começou a compor as canções de "Bons Ventos Sempre Chegam" com parceiros como Dudu Falcão e Chico César. Além disso, decidiu que queria uma música da parceria de Samuel Rosa (Skank) e de Chico Amaral ("Ao Meu Redor"), a participação do músico africano Lokua Kanza e um pouco de afoxé com a canção "Minha Mãe".
Chico César entra no álbum com uma versão feita especialmente para Luiza em "Vou Adiante", de Lokua Kanza, com Marcos Suzano na percussão e violão e voz do próprio Lokua. Já "Pipoca Contemporânea" vem em formato de fado. Segundo a cantora, seu estilo é único na música nacional. Ela não vê ninguém que possa ir do rock?n?roll à valsa mantendo a coerência. A cantora antecipou o lançamento do CD durante apresentação patrocinada no Dia dos Namorados, em Campos do Jordão (SP).




RODRIGO SANTOS- DIÁRIO DO HOMEM INVISÍVEL

Ex-Barão Vermelho lança segundo disco solo

Em tempos de reality show, invasão de privacidade e devassa espontânea, este diário confessional traz novos ares à música brasileira sem apelação big brotheriana e, melhor, repleto de surpresas. E olha que o autor não é propriamente um iniciante, embora este seja apenas o segundo disco individual de Rodrigo Santos. "Diário do Homem Invisível" liberta, cheio de ironia, o autor que muitas vezes esteve à margem dos trabalhos que integrou (Barão Vermelho, Lobão). Neste disco, o baixista dá lugar ao autor, a poesia autobiográfica é substituída pelo texto universal e ainda mais forte e seus competentes vocais de apoio dão espaço ao cantor articulado e despretensioso. O que se ouve é um compositor pleno em sua criação e avesso a caminhos mais fáceis - que ele, por conhecê-los tão bem, poderia facilmente percorrer.

Rodrigo Santos montou repertório de 13 cabalísticas faixas. Chamou o parceiro de tantas canções e gigs Humberto Barros para dividir a produção. Ganhou, assim, em harmonias mais sofisticadas, daquelas que nos fazem crer novamente no poder dos refrões. O som remete ao folk-rock dos anos 70, mas não há qualquer saudosismo nisso. "Se sinto saudade, é do futuro", avisa Rodriguinho, como é carinhosamente chamado. Pudera. O músico andou no fio da navalha, se recuperou do vício em drogas e fez uma temporada nos últimos dois anos e meio que superou 400 shows. Esgotou o trabalho de seu primeiro disco, cresceu como cantor, compôs muito e se preparou para este novo momento, coroado pelo diálogo espontâneo com artistas de muitas gerações, de Ney Matogrosso a bandas independentes, presentes no álbum.

"Os Britos (banda que faz versões do Beatles) eram minha válvula de escape, onde eu me divertia sendo um dos cantores principais. Mas tenho escola de fogueira, de cantar em qualquer canto. E, na carreira solo, fiz muita participação em shows de bandas iniciantes, adequando meu repertório de acordo com a casa noturna e a cidade aonde fosse tocar. E assim abri também caminho para ir com minha própria banda, depois”, conta ele, a respeito da trajetória que desembocou em “Diário do Homem invisível”. Mas não parou por aí. Em 2008, Rodriguinho fez uma longa temporada no Rio e em São Paulo convidando artistas novos ou consagrados. Da naturalidade dos encontros saíram parcerias para o disco.
Ney Matogrosso surfa na onda meio Secos & Molhados da belíssima e radiofônica "Você não entende o que é o amor". A banda Filhos da Judith mostra em “Longe e perto de você” sua sonoridade fincada no rock sessentista. Um dos mais consagrados combos do rock carioca, Os Autoramas pisam fundo na faixa-título do disco. O Cidade Negra traz vibrações caribenhas para nossos tímpanos carburarem na paz o reggae "Não vá". O vanguart Hélio Flandres divide os vocais com Rodrigo na enigmática “O homem da máscara de ferro”. As vozes de Marília Bessy (“Vamos dormir em paz”) e do Coral das Princesas de Petrópolis (“A última vez”) emprestam a força feminina que faltava ao disco. Já em “Bom dia, boa tarde, boa noite”, Canastra e Miquinhos Amestrados assinam o grand finale: “Não importa a que horas esteja escutando essa mensagem (...) espero que esse som, esse diário, lhes transporte pra viagem".

O clima de criação coletiva está em toda parte neste diário. A começar pela capa, que reúne músicos em uma complexa - e cheia de sentidos – composição visual. "Eu fiz a música ‘Diário do homem invisível’ sobre pessoas que ralam e não são reconhecidas, de garis a poetas. Eu me sentia como um desses caras, de certa maneira, porque quando o Barão parou descobri que as pessoas não me conheciam fora do meio artístico. E tive dificuldades. Quis para a capa uma festa estranha com gente esquisita, que é o universo com o qual nos deparamos quando damos início a algo novo”, explica Rodrigo. Na foto, Edu Villamayor (Canastra) assume a tuba, os Filhos da Judith são os detetives, Marília Bessy leva os balões de gás, e numa canga, no piquenique, Carol Lima (Fuzcazz), que não está no disco, e Bacalhau (Autoramas), que é “o mágico que serrava o corpo na metade” da letra da canção. “Tem também minha mulher, Patrícia Lattavo, fazendo uma vidente. Isso tudo tem a ver com os temas do disco, passando por tubas e baterias eletrônicas".




Álbum apresenta cantos sagrados

Na “onda indiana”, Azul Music lança CD de mantras


Uma seleção de cantos e mantras para bem-estar, acompanhados por melodias e ritmos envolventes. Retirados de textos sagrados, sua entoação e a repetição geram energias e pensamentos altamente positivos que atraem a materialização através do poder da palavra. o CD Mantras 4 –por Henry Marshall e The Playshop Family, visa inspirar você a mudar com o tempo seu modo de enxergar as dificuldades e a rotina.
Os Mantras presentes nesse álbum são sagradas e poderosas palavras, que através do canto atingem a alma do ouvinte. Cada mantra é único e musicalmente possui uma função transformadora, todas buscando auxilio no equilíbrio e cura do corpo, mente e espírito. Os Mantras relaxam a mente, acalmam as emoções e “abrem” seu coração. Você pode usá-los para diminuir o stress, divertir-se e para meditar. Eles nos ajudam a fortalecer a auto-estima, clareando a mente e tornando-a mais criativa. Basta cantá-los junto com a gravação...
Se você desejar movimentar-se, dance. Pense em utilizar essas gravações como uma ferramenta para se divertir, encorajar e celebrar a vida com seus amigos, grupo ou família. Por exemplo, as crianças amam cantar e muitas vezes, aprendem os Mantras mais rápido que os adultos. Experimente, improvise, e mantenha o seu senso de humor; Confie em sua intuição quando estiver cantando ou concentrado em um Mantra, pois ele vai ajudá-lo a descobrir que nobres intenções são o seu passaporte para a paz interior.



TITÃS lança novo CD,"Sacos Plásticos"

Para uma banda com 27 anos de estrada, o desafio maior é conseguir se renovar sem perder a essência. Vivendo um momento especial de inspiração, os Titãs, com seu novo disco, SACOS PLÁSTICOS - o primeiro só com músicas inéditas depois de cinco anos -, reinventam-se mais uma vez e surpreendem com um trabalho diferente e ousado, mas que se reconhece como titânico ao primeiro acorde de qualquer uma das 14 canções do cd. Logo à primeira ouvida, SACOS PLÁSTICOS se anuncia como um trabalho à altura das melhores obras titânicas.

Trabalhando pela primeira vez com o produtor Rick Bonadio – que também participa como músico convidado, tocando vários instrumentos em diversas faixas -, os Titãs retomam experiências com programações eletrônicas, como já haviam feito em álbuns anteriores, como os clássicos Jesus Não Tem Dentes No País Dos Banguelas (1987) e O Blesq Blom (1989). Pode-se observar essas experimentações em canções como Amor Por Dinheiro, Sacos Plásticos, Quanto Tempo, Agora eu Vou Sonhar e Múmias. Recuperam também, em duas canções, Porque Eu Sei Que é Amor e Deixa eu Sangrar, os arranjos orquestrais sensíveis e criativos, assinados por Eric Silver e gravados em Nashville, nos Estados Unidos. Em SACOS PLÁSTICOS, como os próprios Titãs afirmam, a referência principal são eles mesmos. E isso assegura-lhes relevância e perenidade.



Branco Mello, Charles Gavin, Paulo Miklos, Sérgio Britto e Tony Bellotto voltam às origens e assumem o controle de todos os instrumentos, levando adiante uma experiência que já vinham exercitando em shows, com Branco no baixo e Paulo na guitarra. Em algumas músicas cantadas por Branco, Britto também assume o baixo. Isso cria novas possibilidades e dá ao disco o frescor de uma banda renovada.
A química sonora dos Titãs se revela com toda a potência em SACOS PLÁSTICOS: melodias inspiradas, letras diretas e a mistura rítmica de rock, reggae, funk, punk e pop, típica da banda. Com temas variados, refletem sobre as contradições do mundo atual, o consumismo, a ganância e os encontros e desencontros do amor. Todos estes ingredientes somam-se para transformar o novo álbum numa obra fundamental na carreira da banda.

O trabalho gráfico de SACOS PLÁSTICOS foi concebido por Sérgio Britto, que já assinou as capas de Cabeça Dinossauro (1986) e Go Back(1988), entre outras. O CD traz ainda a participação especial de Andréas Kisser, guitarrista do Sepultura, na música Deixa Eu Entrar.
Depois de terem lançado nos cinemas o documentário Titãs, A Vida Até Parece Uma Festa, que revela a consagrada trajetória da banda, os Titãs mostram mais uma vez sua poderosa força criativa e sua capacidade única de permanência e reinvenção.

www.titas.net

www.arsenalmusic.com.br




Convidados animam o Trio Virgulino

Alceu Valença, Dominguinhos, Leo Maia, Zeca Baleiro e Zélia Duncan estão no novo CD “Isso aqui tá bom demais”

Perto do período de festas juninas, as gravadoras põem nas lojas (as que restam) CDs voltados para o mercado que consome a música nordestina. É nesse contexto que se insere Isso Aqui Tá Bom Demais, disco do Trio Virgulino que soaria até trivial não fosse o time de convidados que aceitou gravar com Enok Virgulino (sanfona), Roberto Pinheiro (zabumba) e Adelmo Nascimento (triângulo). Alceu Valença, Dominguinhos, Leo Maia, Zeca Baleiro e Zélia Duncan valorizam o arrasta-pé do trio que, vez por outra, escorrega no terreno populista por abarcar no repertório músicas como Pelados em Santos e Melô da Pipa (Tá com Medo, Tabaréu), esta um hit do efêmero grupo Superbacanas cuja letra de duplo sentido até se ajusta no universo malicioso dos forrós. Das faixas gravadas com os convidados, a melhor é a que traz Alceu Valença, Forró Lunar, tema pouco batido de autoria do compositor pernambucano - de quem o trio regrava também Estação da Luz. Já o xote Eu Só Quero um Xodó - revisitado com Zélia Duncan - tem sua beleza diluída no ritmo acelerado moldado para os arrasta-pés. Lançado por Gilberto Gil em 1973, o xote é parceria de Anastácia com Dominguinhos, convidado de Pedras que Cantam, sucesso que deu título ao álbum lançado por Fagner em 1991. Já Zeca Baleiro chora as mágoas de Qui Nem Jiló no tom arretado do Trio Virgulino. Que lembra com Leo Maia o elo nordestino da obra do pai deste, Tim Maia (1942 - 1998), no medley que une Coroné Antonio Bento (1970) e A Festa do Santo Reis (1971), hits da fase áurea em que o Síndico juntava a pegada da soul music com o balanço dos ritmos genericamente rotulados como forró. Entre temas direcionados para as festas juninas (Chegada de São João e No Lume da Fogueira), o Trio Virgulino arma arraial no ritmo populista do mercado fonográfico nacional.




O melhor das trilhas de novela
Comemorando 40 anos, Som Livre lança segundo volume da coleção nacional e internacional

As novelas brasileiras atuam como janelas para a produção musical nacional e internacional. Através de suas trilhas sonoras e do poder de sedução que exercem sobre o público, apresentam novas safras dos artistas nacionais e estrangeiros, além de artistas consagrados. No mesmo ano em que completa 40 anos, a Som Livre reafirma sua proposta de oferecer o melhor das trilhas e reúne, pela segunda vez em dois álbuns, os hits e canções mais marcantes de folhetins recentes da TV Globo.
Os CDs O Melhor Nacional de Novelas 2 e O Melhor Internacional de Novelas 2 trazem desde músicas de abertura – “Beleza Pura”, do Skank, na novela homônima - até temas de personagens, como “Esnoba”, da banda Moinho, da divertida Rakelli (Ísis Valverde), em Beleza Pura.
Na seleção brasileira, as novelas das 19h dominam o CD. Das elogiadas trilhas de Três Irmãs (foram dois álbuns mistos, que mesclaram canções nacionais a internacionais) entraram três faixas: o pout-pourri de Marcelo D2 “Desabafo” / “Deixa eu dizer” (com a cantora Claudia); Caetano Veloso – que cantou Wando pela primeira vez, com “Moça” e “ Meu mundo é o barro”, de O Rappa. Outra trama das 19h, “Beleza pura” também é lembrada em três vezes, com a canção homônima de Caetano Veloso que o grupo mineiro Skank revitalizou para o tema de abertura; “Esnoba”, do então estreante grupo Moinho – formado pela atriz e cantora Emanuelle Araújo, pela percussionista Lan Lan e pelo guitarrista Toni Costa; e a bela “Malemolência”, da cantora Céu.
As cantoras Maria Rita, com o samba “Tá perdoado”, e Danni Carlos, na autoral “Coisas que eu sei”, entraram no CD a partir da seleção da trilha da novela das 20h Duas Caras. Já Nando Reis, com “Sou dela”, e Vanessa da Mata, com “Amado”, fizeram sucesso na trilha nacional de “A Favorita”.

No álbum internacional, a trilha da novela A Favorita, elogiada pela crítica musical por oferecer um ótimo retrato da cena atual, é campeã de faixas. Cinco canções que serviram à trama de Emanuel Carneiro fazem parte da nova compilação. Abre o CD a música-título do disco mais recente da banda inglesa Coldplay, “Viva La Vida”; Sara Bareilles está com “Bottle in Up”, a cantora Estelle, com “No substitute love”, a russa Regina Spektor com “Fidelity” e, por último, o grupo de rock inglês The Verve com “Love is noise”, música é do disco Forth.
Em seguida, no raking das mais selecionadas, estão quatro sucessos internacionais que embalaram a novela das 19h Beleza Pura: “Apologize”, remix do produtor Timbaland para a música da banda americana One Republic; “With you”, na voz do rapper fenômeno da black music Chris Brown ; “I´ll be waiting”, de Lenny Kravitz - música do álbum It is time for a love revolution – e o hit “Tatoo” da ganhadora do reality show American Idol, Jordin Sparks. O Melhor Internacional de Novelas 2 traz ainda “Midnight Bottle”, da cantora californiana Colbie Caillat, que chegou a gravar uma participação especial na novela Três Irmãs.



Trilha dos 10 anos da Globo Filmes

Coletânea reúne sucessos de trilhas de filmes como “Lisbela e o Prisioneiro”, “Orfeu” e “Cazuza – O Tempo Não Para”


Uma das responsáveis pelo fortalecimento da indústria audiovisual brasileira e pelo retorno do público às salas de cinema, a Globo Filmes completou 10 anos em 2008. Em sua trajetória, conquistou grande público com filmes como Lisbela e o Prisioneiro, Orfeu e Cazuza – O Tempo Não Pára. Agora, as canções que fizeram sucesso nas trilhas são reunidas no CD 10 Anos Globo Filmes. A coletânea traz nomes como Cazuza, Erasmo Carlos, Los Hermanos e Orquestra Imperial, entre outros.
Sandy abre o álbum com a música-tema do longa A Dona da História (2004): Chovendo na Roseira, do Mestre Tom Jobim. Além de entrar na coletânea com um dos seus maiores sucessos, O Tempo Não Pára (composta com Arnaldo Brandão), Cazuza contribui com O Mundo É Um Moinho, de Cartola – ambas canções do filme Cazuza – O Tempo Não Pára (2004). Conhecido por sua eclética mistura de ritmos, o grupo Pedro Luiz e a Parede surge com a música de Jorge Ben Jor, Minha Teimosia, Uma Arma Pra Te Conquistar, do filme Zuzu Angel (2006).
Vale destacar também Caetano Veloso que, apesar de não aparecer como cantor, emplaca na coletânea três composições suas para os filmes Orfeu (1999), Lisbela e o Prisioneiro (2003) e Meu Tio Matou Um Cara (2004). O cantor Toni Garrido, que viveu o protagonista Orfeu no filme homônimo de 1999, interpreta uma das maiores declarações de amor do cinema brasileiro: a canção Sou Você. Já a Orquestra Imperial canta Habla de Mi, de Meu Tio Matou Um Cara, enquanto o Los Hermanos fica responsável por Lisbela (Caetano Veloso / José Almino), da comédia romântica Lisbela e o Prisioneiro. O vocalista do grupo, Marcelo Camelo, aparece ainda ao lado de Erasmo Carlos e Miúcha na faixa Romeu e Julieta (Erasmo Carlos / Marcelo Camelo), da comédia romântica O Casamento de Romeu e Julieta (2005).
O CD 10 Anos Globo Filmes também traz faixas como a romântica Crazy Xéven (Márcio Lomiranda), cantada por Abdullah na abertura de Os Normais (2003), e um dos maiores hits da música disco brasileira: Dancin’ Days (Nelson Motta / Ruban), das Frenéticas – canção da trilha produzida por Nelson Motta e Ed Motta para o filme A Partilha (2001).



Coletânea de “Caras & Bocas”

Trilha nacional traz Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Marisa Monte, Elba Ramalho, Silvia Machete e Padre Fábio de Melo, entre outros


Diversificada, a trilha nacional da novela Caras e Bocas, que a Som Livre lança este mês, reúne nomes como Marisa Monte, Os Paralamas do Sucesso, Titãs, Silvia Machete, Celso Fonseca, Frejat e Wanderléia, além de trazer canções compostas especialmente para o folhetim. Destaque para participação do padre-cantor Fábio de Melo, que emplaca a primeira música de um padre em uma trilha: o sucesso Vida (Rosa Giron / C Gomez / Escolar / Claudio Rabello).
Formado por Paula Leal, Isadora Medella, Amora Pêra e Fernanda Gonzaga – as duas últimas, filhas de Gonzaguinha –, o quarteto carioca Chicas fica responsável por Caras e Bocas, música de abertura composta por Mú Carvalho e Dudu Falcão especialmente para a novela. A dupla também assina Vem na Minha (Dudu Falcão / Mú Carvalho), tema da personagem Bianca (Isabelle Drummond), na voz de Kelly Key.
Os Paralamas do Sucesso, Rita Lee, Silvia Machete e João Pinheiro dão um clima solar à trilha. A banda carioca emplaca Meu Sonho (Herbert Vianna), do último álbum, Brasil Afora (2009). Devassa, santa, recatada e vulgar, Silvia Machete reúne várias mulheres em uma só, na divertida Simplesmente Mulher, de Edu Krieger, enquanto Rita Lee canta ao lado do marido, Roberto de Carvalho, Cecy Bom – versão da cantora para o clássico C´est Si Bon, de Andre Hornez e Henri Betti -, do disco Zona Zen (1988). Sucesso da cantora Sade no começo dos anos 90, o hit No Ordinary Love (Sade / Matthewman) aparece em versão samba na voz de João Pinheiro.
O Jota Quest não deixa a peteca cair e mantém a animação com o hit De Volta Ao Planeta (Rogério Flausino / Marco Túlio Lara / Márcio Buzelin / Paulinho Fonseca / Paulo Diniz). A banda emplaca ainda a balada Vem Andar Comigo (Rogério Flausino / Márcio Buzelin / Marco Túlio Lara / Paulinho Fonseca / Paulo Diniz), do álbum La Plata (2008), enquanto os Titãs ajudam a estabelecer o clima de romance e apresentam a inédita Antes de Você (Paulo Miklos), primeira música do álbum Sacos Plásticos, que será lançado nos próximos meses.
Caras e Bocas – Nacional ainda traz nomes como Marisa Monte, Frejat, Wanderléia, Elba Ramalho e Celso Fonseca. Wanderléia fica responsável pelo tema romântico do casal formado por Dafne (Flávia Alessandra) e Gabriel (Malvino Salvador): Te Amo (Sylvio Son / Roberto Correa). Marisa Monte surge com Mais Uma Vez (Marisa Monte) e Elba Ramalho contribui com a novíssima É Só Você Querer (Nando Cordel), que conta com a participação do músico Cezinha. Outro dueto que entra na trilha é Um Dia de Domingo (Michael Sullivan / Paulo Massadas), sucesso dos anos 80 que aqui aparece nas vozes de Celso Fonseca e Ana Carolina. Frejat canta a balada Nada Além, composta pelo maranhense Zeca Baleiro, enquanto a banda Moinho - formada pela cantora e atriz Emanuelle Araújo, a percussionista Lan Lan e o guitarrista Toni Costa – revisita Saudade da Bahia, de Dorival Caymmi.
A cantora Jussara Silveira e a dupla Gê e Lilaz completam o repertório de Caras e Bocas – Nacional. Jussara canta Além do Paraíso (Totonho Villeroy), enquanto a dupla interpreta Amor Para Sempre (Amor Perfeito) (Michael Sullivan / Paulo Massadas / Lincoln Olivetti / Robson Jorge - Vs. Gê Cardoso / Lilaz Davidoff), música que mistura hebraico e português.





CD E DVD GAROTOS DE OURO – AO VIVO

Conhecido pelas letras bem-humoradas e pela alegria contagiante apresentada por seus integrantes no palco, o grupo Garotos de Ouro lança este mês o primeiro trabalho pela Som Livre: o CD e DVD Garotos de Ouro - Ao Vivo. Gravado em outubro de 2008, na abertura da Festa da Marejada, em Itajaí, Santa Catarina, o show reuniu mais de 18 mil pessoas e contou com participação especial da dupla Rud & Robson e do saxifonista Braion Johnny, do grupo GDÓ do Forró

No repertório de Garotos de Ouro – Ao Vivo, clássicos e sucessos recentes do grupo, que partiu da tradição gaúcha para uma mistura que integra os mais diferentes ritmos brasileiros. As letras divertidas são o grande destaque. Os Garotos cantam músicas como “Vuco-Vuco” (Fernandes Neto / Guedes Neto), que abre o projeto, “Bebedeira Boa” (Pururu / Kid Monteiro / Bola 7), "Festa, Mulher e Dinheiro” (Gabriel Valim) e “AMMM (Associação dos Maridos Mandados Pela Mulher)” (Elton Saldanha). Nas participações especiais, a dupla sertaneja Rud & Robson se junta ao grupo para cantar “Vírus da Paixão” (Jeff Pina / Leo Rodrigues), enquanto Braion Johnny, do GDÓ do Forró, contribui com o som do seu sax na faixa “Meu Cais” (Jairinho Delgado).



Sobre Os Garotos de Ouro

Formado há mais de 30 anos na cidade gaúcha de Cruz Alta, o grupo Garotos de Ouro alcançou, ao longo da carreira, vendas superiores a 1 milhão de cópias, além de discos de Ouro e de Platina. A atual formação, que teve início em 2005, veio para consolidar ainda mais o sucesso do grupo, não apenas no sul do país, mas também no resto do Brasil. Fazem parte do Garotos de Ouro: Victor Pedroso (vocal), Dione Martins (acordeom, conhecido no sul como “gaita”), Everton (baixo), Edison Mello (guitarra), João Maciel (bateria) e o baiano Erivelton Guerra (percussão).

NOVELAS

"Caminho das Indias": Yvone se transforma Celina e Raul vira garçom

Yvone (Letícia Sabatella) muda de visual e vira Celina. Tudo para, segundo ela, “encerrar o episódio Raul Cadore”. Em ‘Caminho das Índias’, dia 17, faz as malas rumo a Dubai e conversa com Mike (Odilon Wagner), que tenta convencê-la a parar: “Se a gente quiser nunca mais trabalha, ou não trabalha por uns bons anos.” Ela reage: “E enferruja?”. Mike: “Duvido que você enferruje!”.

A psicopata afirma que não é questão de dinheiro, é sentido de vida: “Pede a uma águia pra viver sem bicar! Pede a um tigre pra viver sem dar botes!”. Mike diz que pensa nos riscos. Ela não. Para ele deveriam sair da Índia sem fazer escala em Dubai. Yvone debocha: “Quem você espera encontrar na sala VIP? Raul Cadore? Gopal?”

Yvone e Mike chegam ao aeroporto e ela passa por uma foto sua presa na parede. Mike brinca e sussurra no ouvido dela: “Parece você”. Sem se intimidar, Yvone lhe dá a máquina fotográfica: “Não posso perder esse clique!”. Depois de fotografada, ri, e comenta: “Deixa ver! Está ótima!”. Mike: “Você tem uma audácia que me assusta!”

Enquanto isso, Raul (Alexandre Borges), sem dinheiro, trabalha como atendente de bar — emprego arranjado por Gopal (André Gonçalves). Ao servir um cliente, se atrapalha e é chamado de idiota. O ex-empresário joga o pano para o alto e retruca: “É difícil passar pro outro lado do balcão, Gopal! Quando podia me imaginar servindo cafezinho, ouvindo desaforo de turista! Quando imaginaria que ia sentir saudade da vida que joguei fora e querer correr pra vida antiga como um filho corre pro colo da mãe?”

Segunda-feira, a novela de Glória Perez alcançou sua maior média no Rio: 45 pontos e 65% de participação.


Tarso atira em Murilo

Tarso (Bruno Gagliasso) atira em Murilo (Caco Ciocler) na garagem da Cadore, em cenas que vão ao ar em ‘Caminho das Índias’ dia 18. O advogado cai. Quando dá o segundo tiro, Melissa (Christiane Torloni) chega, abraça o filho e tira o revólver das mãos dele. Os seguranças chegam e miram as armas na direção dela, que se dá conta e deixa a arma cair no chão. Tarso abraça a mãe, apavorado, e diz que Murilo não deixa o médico tirar o chip que colocaram nele. Para não expor o filho, Melissa fala: “Não queria atirar! Foi sem querer!”.

Haroldo (Blota Filho) aconselha Ramiro (Humberto Martins) e Melissa a saírem do local com Tarso para evitar o flagrante da polícia. Enquanto isso, Murilo é levado na ambulância. Os empregados da empresa não contam nada para os policiais e Haroldo, como advogado de Melissa, garante que ela se apresentará, mas que está muito abalada e sob cuidados médicos. Wal (Rosane Goffman) avisa Sílvia (Deborah Bloch), que corre para o hospital. Apesar da cirurgia delicada, ele se recupera. Melissa, que está decidida a assumir a culpa, é aconselhada a se internar em uma clínica de repouso.

A ‘perua’ pede a Ramiro que suplique a Murilo para confirmar que foi ela quem atirou. Ele aceita. Na clínica, ao depor, inventa que achou a arma em uma gaveta, enrolou em um lenço e levou para a Cadore. Ao tentar dar a arma para Murilo, desajeitada, acabou fazendo os disparos.


Senhora do Destino é reclassificada para maiores de 12 anos


Após duas advertências recebidas pelo Ministério da Justiça, a Globo terá que reclassificar Senhora do Destino para maiores de 12 anos. A decisão do Ministério da Justiça em impedir a exibição de Senhora do Destino à tarde entrará em vigor em até 5 dias úteis após a publicação do despacho, que ocorreu nesta terça-feira (9).



Com essa decisão do MJ a trama não poderá ser exibida antes das 20h. Entre os principais argumentos do Ministério está a exibição de cenas de assassinato, agressão física e verbal e linguagem de conteúdo sexual.


Em abril a emissora foi advertida por cenas da vilã Nazaré (Renata Sorrah/foto), da novela Senhora do Destino, consideradas violentas para o horário em que a trama vai ao ar. A Globo se comprometeu em ser mais severa nas mudanças e cortes para adequação da novela.
Procurada pela reportagem do NaTelinha, a Central Globo de Comunicação informou que a emissora irá recorrer da decisão.

AUDIÊNCIA
No mês de maio Senhora do Destino ficou em terceiro lugar no ranking dos programas mais vistos da televisão. Em primeiro aparece a trama Caminho das Índias, de Glória Perez, com 59,2%. Em segundo lugar aparece o Futebol dos domingos, com 56,2% e em terceiro Senhora do Destino com 52,8% dos televisores ligados no horário de exibição





Aventuras em Israel

Rodrigo Hilbert (à dir.) e Thiago Lacerda começam a gravar "Viver a Vida", de Manoel Carlos, nova novela das 21h da Globo

Próxima novela das oito da Globo, "Viver a Vida" terá metade de seu elenco composto por atores inéditos na TV, a maioria recrutada em teatros. A emissora quer mesclar novas caras com rostos já conhecidos. A Globo começou a gravar, na semana passada, em Israel, sua próxima novela das 20h, escrita por Manoel Carlos e dirigida por Jayme Monjardim. Uma equipe de 24 pessoas, entre direção, produção, caracterização, figurino e elenco, viajou para a cidade de Jerusalém, onde iniciaram as filmagens internacionais que devem durar mais de 40 dias.
Na cidade, os atores Thiago Lacerda e Rodrigo Hilbert começaram a dar vida a seus personagens, Bruno e Felipe, respectivamente. Aventureiros, os personagens viajam o mundo fazendo trabalhos temporários e praticando esportes radicais. As atrizes Thianna Bialli e Natasha Haydt também foram para Jerusalém para interpretar as acompanhantes dos aventureiros.
Entre as locações escolhidas por Monjardim e Manoel Carlos estão o Santo Sepulcro, o Muro das Lamentações e o Monte das Oliveiras, além das ruas da cidade.
Um dos fios condutores da trama é o encontro de Helena (Taís Araújo) e Marcos (José Mayer) em Búzios, no Rio de Janeiro. Modelo de projeção internacional, Helena se apaixona pelo jeito atencioso do empresário sem saber que ele é pai de Luciana (Alinne Moraes), uma rival das passarelas. Durante uma viagem à Jordânia para um desfile internacional, Luciana sofre um grave acidente, provocando transformações na vida de vários personagens. A estreia da novela está prevista para setembro.

A novela vai contar histórias de superação pessoal com delicadeza e sensibilidade. “’Viver a Vida’ fala da superação. Do que somos capazes de superar, mesmo quando pensamos estar num beco sem saída, numa situação-limite”, conta Manoel Carlos.

Um dos fios condutores da trama é o encontro de Helena (Taís Araújo) e Marcos (José Mayer) em Búzios, no estado do Rio de Janeiro. Modelo de projeção internacional, Helena se apaixona pelo jeito atencioso do empresário sem saber que ele é pai de Luciana (Alinne Moraes), uma rival das passarelas. Durante uma viagem à Jordânia para um desfile internacional, Luciana sofre um grave acidente, provocando transformações na vida de vários personagens. “Todos os personagens de ‘Viver a Vida’, sem exceção, sofrem, choram, protestam, mas vivem na certeza de que a superação é possível, seja qual for a dor. Luciana, a jovem linda e rica, que tem um grande futuro pela frente, vê-se, de repente, sem horizonte, como se estivesse mergulhada num pesadelo do qual não consegue mais acordar. Ela será o exemplo máximo da superação. Depois de momentos de sofrimento, angústia e desesperança, recomeça a viver. A viver a vida”, conclui o autor.

Também fazem estão no elenco da novela Lilia Cabral, Giovanna Antonelli, Natália do Vale, Barbara Paz, Leticia Spiller, Christine Fernandes, Camila Morgado, Daniele Suzuki e Mateus Solano, entre outros.


Erasmo Carlos e Nana Caymmi cantam em ‘Caminho das Índias’


Embalados pela música “Não se esqueça de mim”, tema de Maya (Juliana Paes) e Bahuan (Márcio Garcia), o elenco da novela das 20h recebe Erasmo Carlos e Nana Caymmi durante as gravações para uma participação especial em ‘Caminho das Índias’. Bahuan convida os cantores para fazerem um show na festa da Cadore em sua casa, mas mantêm o clima de suspense até a chegada do casal, que surpreende a todos.



Pouco antes, o jovem pede para Maya o encontrar em um dos aposentos da casa e a indiana demonstra toda sua indignação em relação às atitudes do rapaz. “Quando eu te amei, você não estava lá! Quando precisei, você não estava lá! Chega! É o meu marido que eu amo! É ele que eu quero!”, desabafa Maya.

Sem acreditar nas palavras dela, Bahuan crê que a jovem só se casou por vingança e tenta beijá-la, mas Maya foge do intocável e segue à procura de Raj. Durante o show, Bahuan não tira os olhos dela.

A cena em que Erasmo Carlos e Nana Caymmi cantam foi gravada na Central Globo de Produção, em Jacarepaguá, e deve ser exibida a partir de terça-feira, dia 09. ‘Caminho das Índias’ vai ao ar logo após o 'Jornal Nacional'.




“Vende-se Um Véu de Noiva” traz nova estética visual e dramatúrgica às novelas do SBT

Novela de Iris Abravanel é gravada e exibida em Full HD


“Vende-se Um Véu de Noiva”, com adaptação de Iris Abravanel, baseada na obra homônima de Janete Clair, estreia no dia 16 de junho, às 22h. Com direção geral de Del Rangel, a trama, com 30 personagens fixos e previsão de 188 capítulos, traz uma nova estética visual à teledramaturgia do SBT.

“A novela está sendo muito bem trabalhada, com qualidade de cinema. Com esta nova fase teledramatúrgica do SBT o público terá grandes surpresas. A trama não é óbvia. Conduziremos a história de uma forma que o telespectador será surpreendido a cada momento pelo inesperado”, constata Iris Abravanel.

Escrita na década de 60, originalmente para a Rádio Nacional, Janete Clair teve a inspiração ao ler anúncio publicado em um jornal carioca: “Vende-se Um Véu de Noiva”. Uma das obras que consagrou a autora como uma das novelistas mais importantes do cenário brasileiro, a trama foi escrita a partir de uma curiosidade.

“Realizei uma pesquisa profunda sobre a vida de Janete Clair e vejo que estou com uma imensa responsabilidade em minhas mãos, pois ela é considerada a maior novelista do Brasil, chegando a conquistar 100% do Ibope. Foi a única autora que conseguiu este feito”, explica Iris Abravanel.


A emissora detém os direitos da obra radiofônica de Janete Clair (30 textos), “Vende-se Um Véu de Noiva” será o primeiro folhetim da autora apresentado pelo SBT. “Os textos dela (Janete Clair) são simplesmente fora de série. A minha identificação com “Vende-se Um Véu de Noiva” foi imediata. Ao ler, fiquei extremamente emocionada com a trama”, afirma Iris Abravanel.

Para a narrativa televisiva, a trama sofreu modificações. O original não dispõe de números de personagens necessários para a construção de uma teleficção; personagens novos e soluções dramatúrgicas mantiveram os grandes pilares da trama da autora.

“Adaptamos situações da época em que Janete (Clair) escreveu para a nossa atualidade. A novela está com uma linguagem contemporânea. Como a trama se passa no litoral paulista, precisamente no Guarujá, criamos alguns personagens, mas sempre obedecendo a linha criativa da autora”, conta Iris Abravanel.

Segundo Del Rangel , a trama trata o drama com novas saídas, sem maneirismo ou fórmulas prontas. “Sobretudo, Janete (Clair) escreve sobre a complexidade do homem, do conflito humano. A obra dela representa a vida! Iris (Abravanel) tem um trabalho árduo. Ela está praticamente reescrevendo o texto. É um projeto extremamente audacioso”.

As locações externas estabelecem uma forte relação com a cultura e universo dos pescadores. Com tom ecológico, a história aborda questões polêmicas e atuais, como a preservação da fauna marinha, biodiversidade e poluição das águas. As principais locações estão centradas na cidade do Guarujá, explorando praias e ilhas. A Ilha dos Arvoredos, frente à praia de Pernambuco, é um dos cenários. Uma charmosa casa de campo em Itatiba, interior de São Paulo, também é palco de um dos núcleos mais importantes do folhetim.

Com a quantidade de cenas gravadas em externas, a novela ganha peso real, fato que a torna ainda mais interessante, sobressaindo-se ao padrão das teleficções brasileiras, que são gravadas em estúdio. Paisagens bucólicas e lugares paradisíacos farão parte do enredo novelesco, compondo uma história de rara beleza.

“A novela será um filme de 188 capítulos, com 70 % das cenas gravadas em externas, e uso de técnicas cinematográficas. O telespectador vai sentir uma inovação. As imagens ficaram diferentes do habitual. As casas, os lagos, o mar e o sol são reais. A forma como a novela está sendo construída tem uma verossimilhança com a realidade, mais próxima à linguagem do cinema”, conta o diretor.

Como ponto de partida para o processo criativo, Del exibiu filmes para a equipe de teledramaturgia com conceitos estéticos de arte e luz. “As referências são necessárias para compreender o que devemos seguir e também o que devemos evitar. Observamos a luz, o figurino, a movimentação dos atores e a equipe me trouxe propostas”.


A trama de “Vende-se Um Véu de Noiva”


Vilões e mocinhos dão vida à história intrincada de drama, suspense, romance e humor. A vilania interpõe-se desde o primeiro capítulo. Empresários visionários, uma elite insensível, classes desfavorecidas, amizades por interesse e batalhas por amor são ingredientes de grande dramaticidade em “Vende-se Um Véu de Noiva”, tornando o enredo mais que envolvente.

A trama tem início com o romance de Rubens Baronese e Maria Célia, que está grávida. Às vésperas do nascimento do primeiro filho do casal, Eunice, prima de Maria Célia, entra inesperadamente na vida do jovem casal. Apesar da alegria de Maria Célia ao reencontrar sua prima, a presença de Eunice coloca em xeque a harmonia da família. A história de amor se confirma em um grande pesadelo. Após dar à luz, Maria Célia morre e o corpo do recém-nascido desaparece. Viúvo e desconsolado diante de tamanha tragédia, Rubens e Eunice se casam. Gustavo Baronese é fruto da união dos dois.

Passados 28 anos, um golpe do destino aproxima Gustavo Baronese e Eliana Vilela, filha do maior inimigo de Eunice. Apaixonado pela delicadeza e sensibilidade de Eliana, Gustavo não percebe que a moça é o grande amor de Daniel Vilela, filho de Maria Célia dado como morto, e irmão de Gustavo por parte de pai. Por conta do revés, uma batalha é travada entre os irmãos, que vão disputar o amor da mesma mulher e a posse da Ilha do Profeta.


Participações especiais

No decorrer da novela, o casting de apresentadores da emissora fará participações especiais, interpretando personagens que enriquecem a trama. Moacyr Franco é o primeiro artista a integrar o elenco. Nos primeiros capítulos, o ator e humorista viverá o ranzinza Walter, dono de um restaurante à beira mar. Com uma atuação marcante, o personagem de Moacyr expulsa a filha Irani de casa, ao saber que ela está grávida.

Daniela Franco, mulher do ator, faz sua estreia como atriz e interpreta Cida, secretária do Complexo Industrial de Pescados. Alexandre Bacci, ator e jornalista, também participará da trama. Com personagem fixo, Bacci vive Tobias, ambientalista que investiga um vazamento de óleo no mar.

Primeira novela captada e exibida em Full HD



A estrutura tecnológica do SBT é um ponto relevante, que otimiza o tempo para as gravações. A primeira telenovela a ser captada e exibida em Full HD. “A engenharia da emissora nos oferece uma tecnologia de ponta, em alta definição. E edição de som e mixagem em Pro Tools Dolby 5.1”, explica Del Rangel.

Ao filmar em locais inóspitos, como penhascos, ilhas, rochedos, a equipe dispõe de uma logística de produção, às vezes, desafiadora, pois os equipamentos são transportados de barcos e helicópteros.

“A emissora é aberta aos projetos inovadores. Foi e está sendo uma aventura! Até então, para se fazer uma novela, 70 % das gravações eram realizadas em estúdio e 30 % de externa. Estamos fazendo o oposto”, ressalta Del.


Fotografia em alta definição e iluminação de cinema

A fotografia com luz marcada, utilizada em “Vende-se Um Véu de Noiva”, exalta a beleza da cidade cenográfica, dos cenários e atores. Usada somente no cinema, a técnica envolve o telespectador com mais realismo e emoção.

“Estamos usando uma fotografia para alta definição, um conceito mundial para HD (High Difinition). A novela ganha uma textura de longa-metragem”, explica Elvio Guedes, diretor de fotografia.

Os primeiros seis capítulos da trama (primeira fase da novela), que se passam na década de 80, têm uma coloração diferente da segunda fase. A técnica, conhecida como colorimetria, ajuda o telespectador a distinguir as duas fases.

“Os telespectadores estão mais exigentes. Com essa nova técnica fotográfica, as imagens de céu, mar e montanhas ficam deslumbrantes. O trabalho final torna a imagem mais viva e real, além de uma sensação agradável aos telespectadores”, conclui Elvio Guedes.


Trilha Sonora com estilo diversificado

Sob a produção musical de Arnaldo Saccomani, “Vende-se Um Véu de Noiva” conta com uma trilha sonora eclética, passeando por vários gêneros, do rock ao pop, passando pela MPB e reggae, dada a diversidade dos personagens. “A trama é muito forte, permeada de personagens densos e descontraídos, isso nos ajudou a trabalhar com estilos diversificados”, conta Arnaldo Saccomani.

O tema de abertura da novela, cantada por Flávio Venturini, “Um Novo Amor”, é composição de Wander Peixoto, candidato que participou do Programa “Astros”. Vencedor da final de novembro (2008) do programa, o grupo Muamba Bitt também tem um de seus sucessos em “Vende-se Um Véu de Noiva”, a música “Na Rua do Sossego”.

Outras canções, que estabelecem uma relação com o que cada personagem representa, vão cair no gosto do público. “Retrato em Preto e Branco”, de Chico Buarque, “Morar Comigo”, do grupo Cidade Negra, “El Gran Desfile”, da banda argentina Los Pericos, “In Your Arms”, de Claudia Albuquerque, “A Felicidade Não Espera”, da dupla Ronny e Rangel, “Esperando Aviões”, de Vander Lee e “Noiei”, do grupo ID3 estão entre elas.


Os personagens

Cauã Jamba (Velson D’Souza) - Filho de Irani e irmão gêmeo de Yasmin. Bonito e ambicioso. Ele não tem profissão e não quer seguir a vida de pescador, como o pai. Não tem a pretensão de ser líder. Não sabe o que quer fazer da vida. Quer se dar bem.

Cida (Daniela Franco) - Secretária de Rubens Baronese no Complexo Industrial de Pescados (CIP).

Clóvis (1ª fase Gabriel Miziara e 2ª fase Ariel Moshe) - Clodoaldo é o nome verdadeiro dele. Mordomo de Eunice desde que ela se casou com Rubens. Conhece a patroa desde os tempos de solteira. Metódico e servil, Clóvis faz tudo o que Eunice manda. É um capacho dela.

Cora Baronese (Maria Estela) - Tia de Rubens Baronese. É dona de 51% do Complexo Industrial de Pesca (CIP). Fonte de toda a fortuna da família Baronese, culta, áspera e de bom coração. Suspeita que Eunice tenha algo a ver com a morte de Maria Célia.

Cris (Talita Castro) - Dona da Rock n’ Burguer. Já foi muito rica, mas a família perdeu tudo e Cris teve que colocar a mão na massa. É boa gente, trabalhadora, mas muito preocupada com a opinião alheia e com o status. Sonha em voltar a ser rica novamente.

Daniel Vilela (Jiddu Pinheiro) - Irmão de Eliana. Muito talentoso, um artista nato. Ansioso, direto, controlador e ciumento. Esconde dentro de si um amor impossível pela irmã, Eliana.

Eliana Vilela (Dayenne Mesquita) - Filha de Fabrício e Rita. É uma garota simples e trabalhadora. Linda, elegante, simples, amiga e educada. Noiva de Mário.

Eunice Baronese (1ª fase Samantha Dalsoglio e 2ª fase Elaine Cristina) - Prima de Maria Célia. Vaidosa, maquiavélica e astuta. Uma manipuladora de primeira categoria. Mãe de Gustavo Baronese, vai encontrar problemas sérios ao saber que o filho se apaixona pela filha de Fabrício Vilela.

Fabrício Vilela (1ª fase Elan Lima e 2ª fase Roberto Lopes) - Casado com Rita, é pai de Eliana. Adotou secretamente Daniel. Sempre criou Daniel como se fosse filho dele. Íntegro, corajoso e leal. Um pai dedicado.

Flávio Marques (Felipe Cardoso) - Pai jovem e atraente. Cuida sozinho da filha desde o dia em que sua esposa morreu por dificuldades no parto. Honesto, bonito, justo e companheiro. Sempre pensando no melhor para sua filha.

Gustavo Baronese (Daniel Alvim) - Filho único de Rubens e Eunice. Bonito, charmoso, sonhador, justiceiro e amoroso. Gustavo e Marize Franco namoram há anos e todos esperam o casamento dos dois.

Dr. Homero Reis (Marcos Winter) - Trabalhador e determinado. Começou sua carreira na CIP como office-boy e chegou ao cargo de advogado. Ganancioso, inescrupuloso. É capaz de burlar regras e pisar em quem precisar para alcançar seus objetivos.

Irani Jamba (1ª fase Cristina Rio Branco e 2ª fase Renata Zhaneta) - Caiçara de espírito livre. Desde mocinha, Irani não era de seguir convenções. Alegre, espevitada e autêntica. Apaixonou-se por Ulisses, com quem vive há mais de 25 anos. Mãe de Yasmin e Cauã.

Isabel (1ª fase Márcia de Oliveira e 2ª fase Anastácia Custódio) - Ex-empregada da casa dos Baronese. Muito simples e alegre. Casada com Josias, sonha em ter um filho, mas nunca conseguiu engravidar.

Jackie (Marcella Muniz) - Moça trabalhadora que passou por muitas dificuldades e teve que recomeçar a vida. Nesse recomeço, decidiu entrar para o mundo da mecânica coisa que sempre gostou. Autodidata e muito talentosa, se tornou uma excelente profissional. Durona por causa do trabalho, Jackie tem seu lado feminino que se mostra fora do expediente.

Josias (Ernando Tiago) - Barqueiro do CIP. Casado com Isabel. Trabalhador, correto e apaixonado por Isabel.

Klauss (Guilherme Lopes) - Alemão. Ex-namorado de Irani na juventude. Deixou a namorada e desapareceu. Logo depois, ela descobriu que estava grávida. Klauss nunca soube disso. Aventureiro e golpista.

Manuela Marques (Caroline Molinari) - Filha única de Flávio. Está no auge da adolescência. Cursa o primeiro ano do ensino médio e tem problemas com o pai por causa de sua atitude rebelde.


Maria Célia Baronese (Thaís Pacholek) – Primeira mulher de Rubens Baronese. É bonita, sensível, ingênua e crédula. Muito apaixonada por arte, é excelente pintora. Recebe, em sua casa, uma prima que passava por problemas pessoais, Eunice Baronese.

Maria das Graças (Nábia Vilela) - Empregada da família Baronese. Trabalha todos os dias com Clóvis. Torna-se companheira fiel de Cora. Romântica, sonhadora, graciosa, desajeitada e fofoqueira. Não concorda com as atrocidades que vê acontecendo na casa em que trabalha.

Mário (Fábio Villa Verde) - Mecânico grosseiro. É noivo de Eliana. Homem trabalhador e brincalhão. Tenta esconder a sua personalidade machista quando sua noiva está por perto. Controlador e ciumento. Morre em um acidente de carro envolvendo Eliana e Gustavo.

Marize Franco (Ana Carolina Godóy) - Filha de um importante e rico advogado da capital de São Paulo. Bonita, elegante, esnobe, controladora e dominadora. É protegida de Eunice Baronese. Segue quase que a risca todos os conselhos da mãe de Gustavo para tentar conquistá-lo.

Marujo ou Lúcio Aparecido Salvador (Douglas Aguillar) – Forte, Charmoso e Aventureiro. É membro da cooperativa de pescadores da vila. Revela pouco sobre si mesmo. Quando contrariado, sente-se ameaçado e reage de forma rude e agressiva. Guarda mágoa com facilidade. Rancoroso.


Montanha (Fábio Saltini) - Amigo de Mário. Trabalhava na oficina do amigo. Bronco, engraçado e leal. O pai era mecânico e ele adora carros e seu trabalho.

Ney (Maurício de Barros) - Trabalha na Rock n’ Burguer. É o chapeiro. Honesto, bem humorado e muito romântico. É um homem que ainda manda flores para as pretendentes.

Patrícia (Veridiana Toledo) - Garçonete. Descolada, alegre e engraçada. Patrícia é despojada, decidida e namoradeira. Adora falar de homens. Apesar de ser espirituosa, ela não desencalha. Trabalha na Rock n’ Burguer.

Priscila (Janaína Lince) - Garçonete. Trabalha na Rock n’ Burguer. É bonita, tímida e romântica. Sonhadora e uma amiga leal. Quando acha que deve lutar por algo vai em frente, mesmo que todos digam que ela está errada.

Rafael – (Daniel Morozetti) - Gerente da oficina de Téo. É o braço direito dele. Rapaz bonito e ambicioso. Gosta das coisas boas da vida. Tira muito sarro com as coisas de Téo. Usa os carros e a influência do amigo. Vaidoso, mas é amigo fiel de Téo.

Rita Vilela (1ª fase Wanessa Morgado e 2ª fase Tânia Bondezan) - Católica fervorosa, Rita é muito preocupada com a família. Adora a filha Eliana e sempre foi apaixonada por Fabrício. Gosta do filho adotivo, mas percebe nos sentimentos de Daniel, algo que a preocupa. Prática e direta.

Rubens Baronese (1ª fase Nando Rodrigues e 2ª fase Zécarlos Machado) - Rico, bonito, inteligente e culto. É dono de 49% do Complexo Industrial de Pesca (CIP). Pai de Gustavo Baronese e casado com Eunice Baronese. Sua ex-mulher, Maria Célia, teria morrido em um acidente.

Téo (Rafael Fernandes) - Rico de berço. Já viajou o mundo. Tem muitos negócios, não que precise trabalhar. Adora motos e esportes radicais. A oficina é um lazer para ele. Mesmo tendo muito dinheiro, Téo é simples e não gosta de contar vantagem.


Tobias (Alexandre Bacci) - Ambientalista. Investiga um vazamento de óleo no mar pela Fundação Verde da Alemanha. Ecologista, praticamente um “ecochato”. Culto, viajado, gosta de mulheres bonitas.

Ulisses Jamba (1ª fase Marcelo Batista e 2ª fase Bukassa Kabengele) - Filho de moçambiquenses, segue muitos costumes de Moçambique. Leal, íntegro, corajoso e nobre. Líder da cooperativa dos pescadores. Foi grande amigo de Rubens na juventude. Assumiu os filhos de Irani como se fossem dele.

Walter (Moacyr Franco) – Dono de um restaurante à beira mar. Pai de família ranzinza e autoritário. Ao descobrir que a filha está grávida a coloca para fora de casa.

Yasmin Jamba (Maristane Dresch) - Filha de Irani e irmã gêmea de Cauã. Bonita, independente e trabalhadora. Realizou seu sonho ao cursar veterinária em outra cidade. Voltou para casa cheia de planos. Quer vencer profissionalmente. Ao contrário do irmão, sabe o que quer e adora o pai adotivo.

Zé Moréia (1ª fase Ronaldo Oliva e 2ª fase Antônio Petrin) - Pescador antigo. Famoso pelo temperamento agressivo e arredio. Zé não tem amigos, família ou amantes conhecidas. É um homem amargurado que compete com Ulisses. Apaixonado por Irani, teve seu amor recusado por ela quando eram jovens e alimenta uma obsessão por com ela. Além de pescar, Zé faz pirataria. Ninguém imagina que o velho pescador tem dinheiro.

OUT CE

A dor do seu bichinho

Alterações no comportamento dos animais domésticos podem ser um indicativo de dor, e a causa mais comum é o câncer

4º edição do Cindor - Congresso Interdisciplinar de Dor da Universidade de São Paulo apresenta escala de qualidade de vida em animais que sofrem com dor

A humanização dos animais domésticos permitiu a eles demonstrar sua dor sem correr o risco de parecer uma presa fácil, o que seria fatal em um ambiente selvagem. Hoje, o sinal está verde para que o bichinho expresse seu incômodo, e o perigo que ele corre é somente o de não poder se fazer entender.

O animal com dor pode não verbalizar seu sentimento através de sons, mas certamente apresentará algumas alterações em seu comportamento. Cachorros calmos e comportados podem ficar mais agressivos, e o oposto também pode acontecer se o cão bravo parecer não se importar mais com o carteiro ou o coletor de lixo. Gatos costumam se isolar. “A automutilação também é um sintoma muito comum do animal com dor, e normalmente vem acompanhada de diminuição do apetite, depressão e apatia”, explica Karina Yazbek, veterinária certificada pela SBED – Sociedade Brasileira para o Estudo da Dor.

Segundo Karina, o câncer é a principal causa de dor em animais, seguido pela osteoartrose. Ambas as doenças podem ser causadas por inúmeros fatores, inclusive a genética, mas se sabe que, devido aos cuidados que recebem de seus donos, a expectativa de vida dos animais têm aumentado. Isso os torna mais suscetíveis a doenças que se desenvolvem com o passar dos anos.

A 4º edição do Cindor, seguindo a linha da interdisciplinaridade, abordou também a questão da dor nos animais domésticos, e divulga a escala de qualidade de vida em animais que sofrem com dor. Entre os indicadores estão as atividades diárias normais de cães e outros animais domésticos, ou seja, seu animal tem uma boa qualidade de vida quando mantém os hábitos de higiene, se envolve em brincadeiras, vai receber o dono no portão, pede para passear e está sempre demonstrando sua satisfação de um jeito bem conhecido, abanando o rabo.

Sinais que podem revelar a dor do seu gato ou cachorro:

* Aumento de agressividade ou apatia
* Automutilação
* Redução do apetite
* Diminuição da mobilidade
* Isolamento
* Depressão

Índices de qualidade de vida:

* Brincadeiras
* Interação com o dono (recebe no portão, pede para passear)
* Abanar o rabo
* Higiene
* Bom apetite



4ª Edição do Congresso Interdisciplinar de Dor da Universidade de São Paulo (CINDOR 2009)

18 a 20 de junho de 2009

Centro de Convenções Rebouças

Av. Rebouças, 600 - Cerqueira César - São Paulo – SP

Programação: www.cindorusp.com

PATRIMÔNIO HISTÓRICO

Caderno de desenhos de Picasso é roubado de museu em Paris

Um caderno de desenhos do pintor espanhol Pablo Picasso foi roubado nesta terça-feira (9) do museu do artista em Paris, informou a polícia à agência Efe.

A peça roubada, que continha 33 desenhos, é avaliada em cerca de 8 milhões de euros (cerca de R$ 21,9 milhões), e não se sabe quando aconteceu o delito, que foi descoberto hoje pelos funcionários do museu.

A investigação do roubo está nas mãos da brigada de repressão à criminalidade.

Trata-se de um novo roubo de obras do pintor espanhol na capital francesa, após o de fevereiro de 2007, quando os ladrões retiraram da casa em Paris de Diana Widmaier-Picasso, neta do artista, duas obras avaliadas em 50 milhões de euros (cerca de R$ 137 milhões). As peças foram recuperadas pela polícia seis meses depois.

Marina Picasso, outra neta do pintor, sofreu o roubo de cerca de 15 quadros em sua casa em Cannes, em 5 de novembro de 1989, mas as obras apareceram quatro dias depois.

Em janeiro de 2004, uma obra de natureza morta de Picasso foi roubada do museu Georges Pompidou de Paris, mas foi encontrada três meses depois.

No entanto, o roubo mais importante na França é de 1976, quando foram retiradas 118 obras de Picasso do Museu de Avignon.

Outros roubos de obras do artista espanhol aconteceram em Zurique, Londres e Rio de Janeiro, em 1994, 1997 e 2006, respectivamente.

No primeiro, desapareceram quase 20 telas em uma galeria de arte; no segundo, um homem levou a escultura "Tète de Femme", que foi recuperada; e, no terceiro, foram roubados quatro quadros.



LIVRO

Novidade da coleção Outras Histórias


Obra revela dados históricos sobre a epidemia de lepra no Ceará no início do século XX

O Museu do Ceará, equipamento vinculado a Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, lança nesta sexta-feira, 19 de junho, às 18h, o livro “Uma enfermidade à flor da pele”, da historiadora Zilda Maria Menezes Lima com a palestra da autora denominada “A lepra em Fortaleza (1920 - 1937)”. O livro integra a coleção Outras Histórias que revela as pesquisas sobre cultura, conhecimento histórico e acervo museológico, além de publicar fac-similes de documentos históricos. Com este, a Secretaria da Cultura lança o quinto título da Coleção Outras Histórias em 2009, que findará este ano com 62 títulos. Os livros estão à venda no Museu do Ceará ao preço de R$ 10,00.
Sobre o Livro - “Uma enfermidade à flor da pele: a lepra em Fortaleza (1920-1937)” é uma versão fragmentada da tese de Doutorado da professora Zilda Maria Menezes Lima, do curso de História da Universidade Estadual do Ceará (Uece). O livro descortina o processo impetrado pelos poderes e saberes constituídos na capital do Ceará em princípios do século XX até o Estado Novo, no sentido de combater a moléstia milenar, que em diferentes épocas e diferentes espaços apavorou a todos independente de etnia, sexo ou segmento social: A LEPRA.
A endemia leprótica foi oficialmente diagnosticada em Fortaleza pelo Barão de Studart, ainda no século XIX em estudo publicado em 1897. O citado médico citava 32 casos de lepra na capital alencarina bem como detalhava a situação particular de cada paciente. Um relatório do Dr. Carlos Ribeiro de 1918, apontava a progressão da doença em Fortaleza e em todo o estado do Ceará. A partir de 1920, a imprensa cearense inicia o que denomina de “uma campanha contra a terrível lepra” denunciando a presença de leprosos nas artérias centrais da cidade, mendigando ou exercendo livremente seus ofícios em “promiscuidade com a população sadia”.
No Ceará, até genericamente 1930, a lepra foi uma doença que pouco interessou aos poderes instituídos, mais voltados para grandes epidemias que desde o século anterior assolava o estado. Entende-se que somente a partir dos acordos estabelecidos com o governo federal para o combate à doença, pode-se perceber algumas medidas pontuais de isolamento compulsório, a marca por excelência do “tratamento à moléstia”.
O primeiro Leprosário Antônio Diogo, edificado em 1928 em Canafístula (hoje Antônio Diogo) no município de Redenção, foi o local escolhido para segregar os leprosos cearenses. Usado inicialmente como abrigo, sem água, luz ou qualquer conforto mínimo e sobrevivendo graças à caridade e a filantropia, o leprosário chegou a abrigar por volta de 1938, número três vezes maior de doentes do que permitia sua capacidade. O segundo leprosário do Ceará, inaugurado entre 1941/1942 e construído segundo os preceitos da moderna leprologia segregou também inúmeros cearenses acometidos pela “lepra” até a década de 1970.
O isolamento imposto pelo Estado e pelos mecanismos orientados pelas políticas autoritárias de saúde deram origem a essas instituições e possibilitaram a segregação de milhares de pessoas em todo o Brasil. E válido afirmar que as duas instituições outrora utilizadas para segregar os doentes de lepra, abrigam ainda hoje antigos moradores. Idosos que, embora curados, guardam graves seqüelas da doença que um dia o acometeram. Vivem sob os cuidados dos funcionários dessas instituições sem parentes e sem visitas. Informações sobre o lançamento: 3101.2609

PELO INTERIOR


Em julho, Paracuru, Itapipoca e Trairí recebem o III Festival de Dança Litoral Oeste

Companhias do Ceará, Goiás, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais vão trocar as salas de espetáculos pelos palcos montados ao ar livre durante o III Festival de Dança Litoral Oeste, um dos principais eventos de dança do interior do Ceará. A ação cultural acontece de 15 a 18 de julho em Itapipoca, Paracuru e Trairí, três municípios da região do Vale do Curú (Litoral Oeste do Ceará), que desenvolvem ações significativas em torno da dança. Nas três cidades, moradores e turistas, leigos e profissionais da área vão poder conferir apresentações totalmente gratuitas e participar de atividades formativas, como mesas redondas, palestras e oficinas dos mais diversos gêneros. O Festival tem público estimado de 15 mil pessoas, entre população local e turistas.

Realizado pelo Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult) em parceria com a Funarte/MINC, e promovido pela Associação dos Bailarinos, Coreógrafos e Professores de Dança do Ceará (ProDrança), o III Festival de Dança Litoral Oeste é ponto de encontros, de trocas de saberes e fazeres, espaço de visibilidade para a produção de dança, principalmente do estado, contribuindo para o fortalecimento dessa manifestação artística na região e no Ceará. O festival acontece com patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio institucional das prefeituras municipais de Itapipoca, Paracuru e Trairi.



Desde sua primeira edição, em 2006, o Festival colabora para a democratização do acesso à cultura na Região do Litoral Oeste cearense e para o fortalecimento do segmento da dança local. Aliado a isso, o evento preocupa-se com o desenvolvimento social, econômico e cultural da região. Nas primeiras duas edições, em abril de 2006 e dezembro de 2007, o Festival teve uma forte participação das populações das cidades sedes, visitantes e participantes em geral. Em 2009, o festival será realizado na alta estação para conciliar o tradicional turismo de lazer de praias com uma ação cultural de dança, contribuindo para a economia local de forma sustentável.



AS COMPANHIAS CONVIDADAS



Nos palcos do III Festival de Dança Litoral Oeste se apresentar companhias nacionais renomadas como as cariocas Staccato Dança Contemporânea, dirigida por Paulo Caldas, que traz o novo espetáculo Quinteto, e Paula Águas, com Qual é a Música?. De Minas Gerais, Vanilton Lakka apresenta Interferências Inacabadas... Preste Atenção no Ruído ao Fundo. Do Ceará, entre as companhias de reconhecido trabalho na dança, estão a Cia Etra com o espetáculo Entre Sala, a Cia Balé Baião, de Itapipoca, com Sólidos, o mais recente trabalho da companhia, que trilha 15 anos de carreira, e a Cia de Dança de Paracuru, que leva ao palco dois espetáculos: Folgança e Por um Fio.



CONVIDADOS NACIONAIS

Staccato Dança Contemporânea (RJ): Quinteto

Paula Águas (RJ): Qual é a música?

Jorge Garcia Companhia de Dança (SP): Cantinho de Nóis

Rodrigo Cruz (GO): Dúplice

Vanilton Lakka (MG): Interferência Inacabada... Preste Atenção no Ruído ao Fundo



CONVIDADOS DO CEARÁ

Cia Faces de Dança (CE): Eu... Tu

Alysson Amâncio Cia. de Dança (CE): Eu prometo

Cia Etra de Dança (CE): Entre Sala

Arte em Rua Companhia de Dança (CE): Trilogia

Miraira (CE): Irmãos, fuertes hermanos



CONVIDADOS DAS CIDADES SEDES

Cia Balé Baião (Itapipoca-CE): Sólidos

Grupo Folclórico de Itapipoca – GRUFI (Itapipoca-CE)

Cia de Dança de Paracuru (CE): Folgança e Por um Fio



Grupo de Dança Popular Coco do Alagadiço (Trairi-CE)

Cia Arreios (Trairi-CE)

Escola de Dança do Colégio Liceu (Itapipoca)

Escola de Dança de Paracuru



NOVIDADE NA 3ª EDIÇÃO



Uma novidade do III Festival de Dança Litoral Oeste é o Cine Dança. Em praça pública serão exibidos vídeos relacionados à dança nos dias que antecedem o evento.



OFICINAS PREPARATÓRIAS



Antes mesmo do Festival começar, a Secult e a ProDança já vêm realizando ações preparatórias nos municípios sedes do Festival. O início foi em abril, na cidade de Paracuru, com a residência artística “Da energia à ação”, ministrada por Carlo Simeoni, ator e diretor do Grupo Lume Teatro, conhecido internacionalmente por seus métodos de treinamento físico e vocal para atores e dançarinos. Na última semana de maio o programa de formação realizou em Trairi a residência “Ensino de dança hoje” com a pesquisadora Isabel Marques, diretora do Caleidos Cia. de Dança (SP), que se notabilizou por propostas inovadoras no campo da dança.



Em julho, Isabel Marques ministrará a residência “Linguagem da dança: princípios para o ensino de dança”, em Itapipoca. O objetivo dessa residência é introduzir na teoria e na prática os princípios de Rudolf Laban que regem a compreensão corporal, mental e expressiva da Dança enquanto Arte. Após a realização dessas residências, um participante de cada cidade participará de um intercâmbio a fim de conhecer de perto o trabalho desenvolvido por cada professor das residências. O interesse é fazer com que troca de conhecimentos e experiências possibilitem novos trabalhos e parcerias para além do Ceará.







OFICINAS NO FESTIVAL



Uma série de oficinas também será ofertada durante o Festival, nas três cidades, com apoio da Funarte. São oficinas de dança de rua, danças folclóricas, dança contemporânea e dança de salão. As inscrições estão abertas nas secretarias de cultura de Itapipoca, Paracuru e Trairi. Pela primeira vez outras cidades da região do Vale do Curú também receberão oficinas organizadas pelo festival. A idéia é beneficiar diretamente mais cidades do litoral oeste.



Para a definição da programação de espetáculos e as oficinas do Festival, foi mantido um diálogo entre a ProDança e representantes das três cidades sedes do evento, que juntos formaram a curadoria desta edição. As oficinas foram definidas com base na demanda de cada cidade. Tudo isso é resultado da identificação da região do Litoral Oeste do Ceará com a linguagem da dança, o que resultou em uma forte parceria do Festival com as prefeituras municipais de Itapipoca, Paracuru e Trairi.



O LITORAL OESTE



O Litoral Oeste do Ceará é uma região que vem se destacando no panorama artístico e cultural do Estado. Uma de suas principais vocações artísticas é a dança. Em suas terras destacam-se diversas comunidades pesqueiras de origem indígena, que têm a dança do coco como a sua principal manifestação cultural popular. Atualmente, existem mais de 10 grupos de dança que produzem espetáculos profissionais e amadores, alguns reconhecidos e outros anônimos. A capacidade de articulação intermunicipal dos agentes culturais da região e as diversas manifestações artísticas que se originam nas cidades do Vale do Curú têm sido freqüentemente citadas como exemplos a serem seguidos por outras regiões do Ceará.



Em Paracuru, um dos principais municípios da região, existe um importante projeto social que atende cerca de 300 crianças e adolescentes carentes através de uma escola de dança reconhecida nacionalmente. Destaca-se como a segunda escola de dança no Brasil que possui o maior número de alunos do sexo masculino. Itapipoca é a sede da Cia de Dança Contemporânea Ballet Baião, que há 15 anos tem um forte trabalho de produção e militância artística na região. A cidade realiza projetos de dança que contam com participação da comunidade, formando uma platéia local para dança e popularizando essa linguagem no município. Trairi, por sua vez, a exemplo das cidades já citadas, abriga artistas e iniciativas expressivas que contribuem para o fortalecimento da dança na região.



Dos mestres das danças tradicionais populares do Ceará a importantes nomes da dança cênica nacional e internacional, a programação tornou-se um espaço de convergência entre dança e público de distintos contextos.



SERVIÇO

III Festival de Dança Litoral Oeste – De 15 a 18 de julho em Itapipoca, Paracuru e Trairí. Espetáculos de dança de companhias do Ceará e de outros estados e oficinas de dança. Informações: (85)3276.2525. GRÁTIS.


Circo, Bonecos e Artes de Rua


IV Festival dos Inhamuns reúne 420 artistas do Ceará e outros estados em 5 dias de programação intensa


Palhaços, trapezistas, bonequeiros, mestres de reisados e equilibristas. São artistas de rua, de picadeiros e de teatros que passam a vida entre as estradas do Brasil e do mundo. Na bagagem, levam a riqueza das artes que aprenderam com seus pais, que por sua vez aprenderam com os avós, e que, certamente, vão passar para as próximas gerações. De 09 a 13 de junho, o Sertão dos Inhamuns vai ser um grande palco de artistas de circo, bonecos e artes de rua de várias cidades do Ceará e convidados de outros estados. É o IV Festival dos Inhamuns, que logra reviver a arte circense, de bonecos e de rua em toda sua magia e vivacidade. Arneiroz e Tauá são as cidades sedes do Festival com programação diária, onde um intenso processo de intercâmbio, oficinas, palestras, residências e espetáculos serão vivenciados pelos artistas e a população. Moradores de Parambu, Quiterianópolis e Aiuaba também terão a oportunidade de respirar esse clima circense recebendo espetáculos da Mostra Inhamuns. O Festival vai contar com apresentações nas ruas, em picadeiros, cortejo, reisados, shows, oficinas diversas e dois encontros: da Rede de Teatro de Rua do Ceará e de Gestores de Circo do Ceará, que terá como convidados a autora do livro O Marketing do Circo, Marlene Querubim, e o engenheiro Airton Carneiro, com atuação na área de Segurança do Trabalho no Circo. Os mediadores serão Motoka e Marcos Duarte, da Associação dos Proprietários, Escolas e Artistas de Circo do Ceará. São mais de 420 artistas de circo, bonecos, artes de rua, tradição popular e música, que durante cinco dias vão enriquecer as manhãs, tardes e noites com suas artes, seus conhecimentos, suas formas de levar diversão e alegria para públicos de todas as gerações. Do Ceará, o Festival tem participantes de Arneiroz, Tauá, Itarema, Independência, Canindé, Sobral, Icapuí, Itapipoca, Guaramiranga, Juazeiro do Norte e Fortaleza. Além dos cearenses, o Festival recebe artistas com trabalho reconhecido no âmbito nacional. O ator Luiz Carlos Vasconcelos, da Paraíba, ministra Oficina de Produção de Texto (a dramaturgia do palhaço) e apresenta o espetáculo Silêncio Total, com o seu palhaço Xuxu. De Minas Gerais vem o grupo Giramundo, com o oficinas, residências e os espetáculos Um Baú de fundo fundo e Giz. Outro grupo convidado é o Girassol, do Rio Grande do Sul, que traz O Hipnotizador de Jacarés e Misto Quente. O Girassol já está em Tauá desde o dia 1º de junho, onde faz residência, oficinas, cursos e palestras com artistas locais até o dia 09. A Residência e a Oficina de Montagem de Espetáculo terá como resultado um cortejo pelas ruas da cidade, na noite de abertura do festival, dia 9 de junho, onde a população é chamada para participar dessa grande festa circense e das artes populares no Sertão dos Inhamuns.