Vannick Belchior e Renato Teixeira celebram o legado de Belchior no emocionante videoclipe de “Tudo Outra Vez”

Registrando um encontro entre gerações da música brasileira, o audiovisual traz o icônico compositor caipira relembrando histórias de sua amizade com o mestre cearense
Vannick Belchior e Renato Teixeira por Lukas Sá

Dando sequência aos lançamentos de seu álbum Meu Nome é Cem - Parte 1, a cantora e compositora cearense Vannick Belchior lança no YouTube o videoclipe oficial da emocionante faixa “Tudo Outra Vez”. A produção traz a participação especial e a presença marcante de Renato Teixeira, amigo pessoal, parceiro de palco e contemporâneo do lendário Belchior.

Assista ao clipe de “Tudo Outra Vez”: https://youtu.be/KYcNgeXLqy0 

Ouça Meu Nome é Cem - Parte 1: https://go.nikita.com.br/MeuNomeECem_VannickBelchior-1 

“Pensei no Renato para o álbum por ele ser um contemporâneo do meu pai e um compositor de alma. A música 'Tudo Outra Vez' conversa com a simplicidade humana e com uma poesia rebuscada, algo que se conecta muito com a obra do meu pai. O Renato me contou histórias lindas dessa amizade e traz a essência de eternizar ainda mais essa canção”, revela Vannick.
Nascida em Fortaleza, Vannick traz no DNA a garra nordestina e atua como uma verdadeira continuadora artística da obra de seu pai, tendo liderado anteriormente os elogiados projetos tributo Das Coisas que Aprendi nos Discos e Concerto à Palo Seco. Curiosamente, a intérprete iniciou sua caminhada nos palcos aos 24 anos — exatamente a mesma idade com que Belchior estreou na música. Reafirmando sua voz como uma das artistas mais autênticas da nova música brasileira, o novo trabalho marca um momento de maturidade, liberdade poética e coragem em sua trajetória autoral e interpretativa.
Filmado em uma atmosfera intimista, o clipe intercala a interpretação vocal sensível e profunda da dupla com depoimentos onde Renato Teixeira relembra histórias afetuosas e memórias da amizade vivida com o poeta do sertão. A canção, impregnada pelo saudosismo e pela poesia das coisas simples, ganha contornos ainda mais tocantes sob os arranjos de sanfona (Eron Lima), violões (Pedro Braga) e a produção precisa de Maurício Pacheco.
O lançamento integra as celebrações em homenagem ao ano em que Belchior completaria 80 anos de nascimento. Em Meu Nome é Cem - Parte 1, disco de seis faixas que reúne desde o lirismo do interior ao rap visceral de Don L (na faixa “Meu Cordial Brasileiro”), Vannick se reafirma como guardiã da obra de seu pai, trazendo arranjos inéditos e uma leitura contemporânea e corajosa da música popular brasileira.

Assista a “Carisma”: https://youtu.be/UsomivofN6E 

Assista ao clipe “Meu Cordial Brasileiro”, com Don L: https://youtu.be/M_HGEj7pSmY 

Assista ao clipe “Meu Nome É Cem”: https://youtu.be/Q_lbreLRuKI 
Com seis faixas e arte da capa do artista pernambucano Assis Raoni, o álbum Meu Nome é Cem - Parte 1 está disponível em todas as plataformas de música digital.

Tracklist:
Notícia de Terra Civilizada
Tudo outra vez (feat. Renato Teixeira)
Conheço meu lugar
Meu Cordial Brasileiro (feat. Don L)
Monólogo das grandezas do Brasil

Siga Vannick Belchior:
https://youtube.com/@vannickbelchior
https://www.instagram.com/vannickbelchior/

Festival CajuMel encerra neste sábado (19/9) com show de forró pé de serra e concurso do maior caju em Ocara

Evento tem programação gratuita, com oficinas, palestras, atrações culturais e concursos;  inscrições seguem abertas para atividades com emissão de certificado

A 10ª edição do Festival CajuMel chega aos dois últimos dias nesta sexta-feira (18) e no sábado (19), em Ocara (CE), com programação gratuita. Entre os destaque estão o show de Dedim Gouveia Júnior, e o Concurso do Maior Caju e da Maior Castanha, no sábado, às 19h30. A programação também inclui oficinas e palestras, com emissão de certificado. As inscrições ainda podem ser feitas pelo link: https://doity.com.br/10-festival-cajumel. 
Para a produtora do festival, Lidu Figueiredo, a programação reforça a importância do evento para a economia da região. "O CajuMel dá visibilidade ao trabalho de quem produz, seja na feira, nas oficinas ou nos concursos. É um evento que nasceu da nossa identidade e que hoje se consolidou como uma oportunidade real para produtores e empreendedores", afirma. 
Na sexta-feira (18), a programação contou com o 2º Encontro Mulheres do Agro do Maciço de Baturité, que reuniu mulheres que atuam no setor na região. À noite, a programação cultural começa com o espetáculo "Ser Tão Palhaços" e segue com os shows de Nayza Oliveira e Clementino Moura Filho. 
No sábado (19), último dia do festival, as atividades começam durante à tarde, com oficinas e palestras sobre apicultura, cajuína artesanal, feno no agronegócio e moda. As atividades são gratuitas e têm emissão de certificado. 
A programação cultural do último dia inclui o espetáculo infantil "Arriba La Trupe: Circo Sinfônico Itinerante", apresentação do Coral Vozes de Ocara e Boi Catavento, além do Concurso do Maior Caju e da Maior Castanha. A noite será encerrada pelos shows de Jair Dantas e Dedim Gouveia Júnior. Confira abaixo os detalhes da programação: 

Dia 19/09 – Sábado
14h às 15h30: Oficina “Desafios e as Oportunidades para Apicultura” (Salão Paroquial)

15h às 15h20: Palestra “Feno: mais uma Opção de Volumoso” (Arena do Conhecimento)

15h30 às 17h: Oficina de Produção de Cajuína Artesanal (Salão Paroquial)

15h30 às 17h: Palestra “Do Campo ao Mercado: Estratégias para Agregar Valor e Transformar a Produção Rural em Negócios” (Arena do Conhecimento)

16h às 22h: Feira CajuMel (Praça de Eventos)

17h: Certificação do Curso de Costura em Jeans – Programa Moda Avante (Arena do Conhecimento)

17h30 às 18h30: Infantil – Arriba La Trupe: Circo Sinfônico Itinerante (Praça de Eventos)

18h30 às 19h30: Coral Vozes de Ocara e Boi Catavento (Palco Principal)

18h30 às 20h30: Infantil – Pintura Facial e Escultura de Balões (Arena do Conhecimento)

19h30 às 20h30: Concurso do Maior Caju e da Maior Castanha – CajuMel 2026 (Palco Principal)

20h30 às 22h: Show com Jair Dantas (Palco Principal)

22h30 à 0h: Show com Dedim Gouveia Júnior (Palco Principal)

SERVIÇO:
10º Festival CajuMel - De 17 a 19 de setembro de 2026, em Ocara, Ceará. Redes Sociais: @festivalcajumel.  Incrições para oficinas e palestras: https://doity.com.br/10-festival-cajumel 

Ministra da Cultura Margareth Menezes estará em Fortaleza nesta segunda-feira

Ela vai entregar livros, equipamentos do MovCEU e visitar escola de música durante agenda voltada à ampliação do acesso à cultura no Ceará

A ministra da Cultura, Margareth Menezes, estará em Fortaleza nesta segunda-feira (21) para uma série de atividades voltadas ao fortalecimento das políticas culturais e à ampliação do acesso à arte, à leitura e à formação artística no Ceará. A programação inclui visita a uma escola de música, entrega de livros a uma biblioteca comunitária e cerimônia de entrega de um equipamento cultural móvel ao município.
A agenda começa às 10h, com a visita à Escola Livre e de Artes: Escola de Música do Piamarta, no bairro Aeroporto. A instituição, mantida pelo Centro Educacional da Juventude Padre João Piamarta, desenvolve atividades de formação artística e humana há mais de 54 anos e integra a Rede Nacional das Escolas Livres de Formação em Arte e Cultura, iniciativa do Ministério da Cultura (MinC). O projeto também conta com apoio da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará), por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB).
No período da tarde, às 14h, Margareth Menezes estará na Biblioteca Comunitária Viva a Palavra, no bairro Serrinha, onde fará a entrega de um acervo de 600 livros novos do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) Literário. A ação é realizada pelo MinC em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Durante a visita, a biblioteca também receberá o certificado de integração ao Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP). O espaço desenvolve atividades como círculos de leitura, mediação literária, cursinho popular, saraus e lançamentos de livros, atendendo moradores de diferentes faixas etárias.
O Ceará reúne atualmente 191 bibliotecas públicas e 197 bibliotecas comunitárias, sendo o estado com o maior número de bibliotecas comunitárias do país. Ao todo, 447 bibliotecas cearenses já receberam obras literárias do PNLD, que somam quase 270 mil livros destinados à população.

Fortaleza recebe unidade móvel de cultura
A última atividade da ministra está marcada para as 17h, na Vila das Artes, no Centro de Fortaleza. Margareth Menezes participa da cerimônia de entrega de um MovCEU ao município, em uma programação que integra as comemorações pelos 20 anos do equipamento cultural da Prefeitura de Fortaleza.
O evento contará com apresentações de artistas da cidade e atividades realizadas na área externa da Vila das Artes, com a participação de alunos da escola de formação artística. A unidade móvel também estará aberta à visitação pública.
O MovCEU deverá percorrer 12 bairros de Fortaleza, levando ações culturais a diferentes territórios da cidade. Os equipamentos fazem parte do Programa Territórios da Cultura e funcionam como centros culturais itinerantes, com atividades como incentivo à leitura, cinema ao ar livre, oficinas, inclusão digital, produção audiovisual e formação artística.
Além da unidade destinada à capital, a agenda contempla ações relacionadas a outros equipamentos móveis que atenderão municípios cearenses. Atualmente, seis MovCEUs no estado representam um investimento federal de R$ 3,48 milhões. O Ceará também conta com 15 CEUs das Artes e outros 15 CEUs da Cultura em fase de implementação.
As atividades da ministra em Fortaleza serão acompanhadas por representantes do Ministério da Cultura, entre eles o secretário Fabiano Piúba, a subsecretária Cecília Sá e gestores estaduais e municipais.

Serviço
Visita à Escola de Música do Piamarta
- Data: 21 de setembro, segunda-feira
- Horário: 10h
- Local: Rua Professor Guilhon, 447 – Aeroporto, Fortaleza

Visita à Biblioteca Comunitária Viva a Palavra
- Data: 21 de setembro, segunda-feira
- Horário: 14h
- Local: Rua Benjamin Franklin, 596 – Serrinha, Fortaleza

Entrega do MovCEU de Fortaleza
- Data: 21 de setembro, segunda-feira
- Horário: 17h
- Local: Vila das Artes – Rua 24 de Maio, 1221 – Centro, Fortaleza

Fundação Waldemar Alcântara lança edição fac-similar de “O Tagarella”, jornal que circulou em Fortaleza em 1865

Publicação recupera as 22 edições do periódico crítico e noticioso e será lançada no dia 23 de setembro, na Academia Cearense de Letras, durante programação promovida pela Fliman

Um jornal que, há mais de 160 anos, se propunha a dizer “tudo aquilo que quiser e souber” volta a circular, agora como documento histórico. A Fundação Waldemar Alcântara lança, no próximo dia 23 de setembro, às 19h, a publicação em fac-símile de “O Tagarella – Jornal Livre, Crítico e Noticioso”, periódico que circulou em Fortaleza no ano de 1865.
O lançamento será realizado na Academia Cearense de Letras (ACL), dentro da programação de lançamentos organizada pela Fliman, reunindo autores, pesquisadores e interessados na literatura e na memória cultural cearense.
A publicação viabilizada pela Fundação Waldemar Alcântara, por meio do Ministério da Cultura, coloca novamente à disposição do público as 22 edições de O Tagarella, preservando as características gráficas e editoriais do periódico original. Os exemplares utilizados para a publicação foram cedidos por Jorge Brito, colecionador, pesquisador e livreiro, reconhecido na própria edição como entusiasta do projeto.
Criado em fevereiro de 1865, O Tagarella prometia circular duas vezes por semana. Sua trajetória, entretanto, foi breve e marcada por interrupções: após 22 números, o jornal encerrou suas atividades em 27 de agosto daquele mesmo ano. Em suas páginas, criticava a imprensa local, que considerava submissa ao governo, e se apresentava como uma voz de oposição ao poder provincial.
O periódico também chama atenção pela linguagem provocativa e pela forte presença de recursos gráficos. Caricaturas, gravuras, sátiras, enigmas e textos de crítica política eram empregados para comentar personagens e acontecimentos da Fortaleza oitocentista. Entre suas seções estavam Crônicas, Teatro Popular e Enigmas, que combinavam texto e imagem de maneira pouco convencional para a época.
Para Sílvia Furtado, da Fundação Waldemar Alcântara, recuperar a publicação significa ampliar o acesso a uma fonte importante para a compreensão da história cearense. “Ao trazer O Tagarella novamente ao público, preservamos não apenas um jornal, mas um retrato de uma época. Suas páginas revelam modos de fazer imprensa, disputas, costumes, linguagem e acontecimentos de uma Fortaleza do século XIX. Disponibilizar esse material é permitir que novas gerações conheçam e interpretem nossa história a partir dos registros produzidos naquele próprio tempo”, destaca.
A edição conta ainda com uma Nota ao leitor, assinada por Cid Saboia de Carvalho, e texto de Lúcio Alcântara, que contextualiza o periódico e sua inserção na história da imprensa cearense. O próprio Cid Saboia relembra que a ideia de uma reedição fac-similar havia surgido décadas antes e que encontrou, posteriormente, acolhida na Fundação Waldemar Alcântara, possibilitando a publicação dos 22 números do jornal.
A iniciativa integra o trabalho desenvolvido pela Fundação Waldemar Alcântara na preservação, pesquisa e difusão da memória do Ceará, aproximando documentos históricos do público contemporâneo e contribuindo para a manutenção de acervos fundamentais à compreensão da formação cultural, social e política do Estado.

Serviço
Lançamento de “O Tagarella – Jornal Livre, Crítico e Noticioso”
Data: 23 de setembro de 2026
Horário: 19h
Local: Academia Cearense de Letras
Endereço: Rua do Rosário, nº 1, Centro – Fortaleza
Realização da publicação do livro ‘O Tagarella’: Fundação Waldemar Alcântara, por meio do Ministério da Cultura

Marcelo Falcão leva “Legado”, com participação de Chorão, às rádios de todo o Brasil

Faixa que integra o álbum “O Legado” ganha destaque em blitz nacional de divulgação e reforça a conexão entre dois nomes marcantes do rock brasileiro

O cantor e compositor Marcelo Falcão apresenta ao público das rádios brasileiras a música “Legado”, faixa que conta com a participação de Chorão, vocalista do Charlie Brown Jr., falecido em 2013. O lançamento nacional nas emissoras acontece nesta sexta-feira (18), em uma blitz de divulgação que marca a nova fase do trabalho do artista.
Composta por Marcelo Falcão, “Legado” integra o álbum O Legado, lançado em novembro de 2025, e dá nome ao projeto que reúne diferentes momentos da trajetória do ex-vocalista de O Rappa. A música estabelece um encontro póstumo entre Falcão e Chorão, dois artistas que construíram carreiras marcadas pela presença no rock nacional e pela identificação com diferentes gerações de ouvintes.
O lançamento da faixa nas rádios ocorre em meio à turnê O Legado, que percorre cidades brasileiras com um repertório que combina canções do novo projeto e sucessos da carreira de Marcelo Falcão à frente de O Rappa. A iniciativa também representa a continuidade da atuação solo do cantor, que acumula mais de três décadas de trajetória na música.
Além da participação de Chorão, o álbum O Legado reúne colaborações com artistas de diferentes gerações e estilos, entre eles Toni Garrido, Orochi, Major RD e Cynthia Luz. A proposta do trabalho é aproximar referências da trajetória de Falcão de novas sonoridades e parcerias da música brasileira.
Com a chegada de “Legado” à programação das emissoras de todo o país, Marcelo Falcão amplia a divulgação do projeto e mantém em circulação uma parceria que aproxima dois nomes reconhecidos da música brasileira.

SERVIÇO:
Música: Legado
Artistas: Marcelo Falcão feat. Chorão
Composição: Marcelo Falcão
Lançamento nacional nas rádios: 18 de setembro de 2026
Site oficial: https://www.marcelofalcaooficial.com.br
Divulgação: Vevé & Tânia — Rádio Fortaleza/CE
Crédito: Divulgação Marcelo Falcão

Monka Cervejaria Conquista Ouro e Prata no Brasil Cup 2026 e Consolida Sua Posição Entre as Melhores do País

 

Foto: Fernando Alves


A Monka Cervejaria, referência no cenário artesanal de Belo Horizonte, comemora mais um marco relevante em sua trajetória de produção de cervejas de alta qualidade. No Concurso Brasil Cup 2026, realizado entre os dias 7 e 12 de setembro no Sesc Cacupé, em Florianópolis (SC), a casa levou duas medalhas de destaque: Ouro com o estilo Export Stout e Prata com o estilo Belgian Tripel.

O Brasil Cup é reconhecido como o maior concurso internacional de bebidas da América Latina, reunindo em 2026 mais de 100 jurados de 16 países e promovendo avaliações às cegas sob rigorosos critérios sensoriais. A premiação oficial ocorreu no dia 12 de setembro, consagrando os melhores rótulos comerciais e experimentais do mercado internacional.


Tradição Premiada e Inovação Constante

A conquista no Brasil Beer Cup 2026 reforça o histórico vitorioso da cervejaria. No ano anterior, com menos de um ano de produção própria em seu brewpub, a Monka arrematou três medalhas (sendo duas de ouro e uma de bronze) figurando, na época, entre o seleto grupo das 50 Melhores Cervejarias do Brasil.

Em 2026, pelo segundo ano consecutivo, a Monka está na lista das 50 melhores cervejarias do Brasil, o que demonstra o compromisso com a qualidade e excelência na produção de cerveja artesanal.

Com uma proposta que une gastronomia autoral, entretenimento, música ao vivo e receitas rigorosamente testadas, a Monka Cervejaria vem firmando sua identidade como um dos pontos mais efervescentes da cultura cervejeira da capital mineira. A premiação valida a consistência técnica da marca tanto na produção de estilos encorpados e torrados, como a Export Stout, quanto em receitas complexas e frutadas, representadas pela categoria Belgian Tripel.

Em breve, suas premiadas cervejas – que estão sendo maturadas em barricas de amburana e carvalho francês - serão engarrafadas e disponibilizadas aos amantes de cervejas de verdade. Aguarde!

Serviço

Monka Cervejaria

•            Endereço: Rua Nossa Senhora de Lourdes, 111 – Olhos D'Água, Belo Horizonte - MG


•            Site oficial: https://monkacervejaria.com.br/


•            Instagram: https://www.instagram.com/monkacervejaria/


•            Concurso Brasil Cup: https://www.brasilcup.com/


Espetáculo “Cecília” une memória familiar, ficção e teatro de bonecos estreia no Theatro José de Alencar

Cecília, espetáculo que apresenta-se com a integração entre o documental e a ficção, o humano e o animado, é o primeiro solo teatral de Juliana Tavares, atriz de Fortaleza/CE que, neste trabalho, resolve se aprofundar no Teatro de Bonecos, mais especificamente na técnica de manipulação com boneca-híbrida, como proposta para sua nova obra. A dramaturgia é livremente inspirada em uma história real, a partir de uma atriz que existiu como antecedente da sua família materna, mas que não existem documentos oficiais que comprovem sua presença legítima. Cecília estreia no no dia 27 de setembro, em duas sessões, às 18h e às 20h, no Palco Principal do Theatro José de Alencar. Os ingressos estão disponíveis no Sympla. Valores: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia). O espetáculo conta com acessibilidade em Libras.
A peça retrata sobre a breve vida de Cecília Rosa de Aguiar, atriz portuguesa, que morre precocemente em 1746. Porém, ainda em vida, resolve escrever uma carta e, neste relato, ela pede que a próxima atriz descendente de sua família monte um espetáculo sobre sua vida e carreira. Com isso, a sua familiar atriz atual começa a viver com o "tormento" e a felicidade em conviver com uma Atriz-fantasma para a montagem do seu novo espetáculo. Esta é uma peça de teatro que perpassa temas como a mulher enquanto protagonista de sua história, memórias e solitude.

Serviço
Cecília – com Juliana Tavares
Local: Theatro José de Alencar (TJA) I Palco Principal
Rua Liberato Barroso, 525, Centro, Fortaleza-CE
Dia 27 de setembro de 2026
Horários: às 18h e  às 20h
Duração: 50 minutos (por sessão)
Classificação: 12 anos
Espetáculo acessível em Libras
Ingressos: R$ 30,00 (inteira) e R$ 15,00 (meia), disponíveis no Sympla
(https://bileto.sympla.com.br/event/126540?share_id=1-copiarlink )

Mais informações: @flutuante.produtora
Ficha Técnica:
Realização e Produção: Flutuante - criação, formação e produção cultural
Assistência de Produção: Bruna Pessoa (Tempo Aberto Produtora)
Direção: Ítalo Rui e Juliana Tavares
Elenco: Juliana Tavares
Cecília (criação e confecção da boneca): Chico Henrique (Trupe Motim)
Concepção dramatúrgica: Juliana Tavares
Dramaturgia: Pricilla Conserva
Trilha Sonora: Ayrton Pessoa Bob
Figurino: Ruth Aragão
Maquiagem: Lucy Aguiar
Iluminação: Raí Santorini
Cenografia: Italo Rui e Juliana Tavares com produção de Ana Vitória Almeida
Fotos I vídeos de divulgação: Breno de Lacerda
Arte gráfica I Identidade Visual: Yule Bernardo
Interlocução Artística: Chico Henrique (Trupe Motim) e Maria Vitória
Assessoria de Imprensa: Joanice Sampaio
Acessibilidade (Libras): Sentidos Inclusos
Agradecimentos: Janaíle Soares e Mahara Soares (Trupe Motim), Lugar Incomum, Teatro Universitário Paschoal Carlos Magno, Escola Porto Iracema das Artes

Shopping Benfica promove ações de conscientização sobre saúde mental no Setembro Amarelo

Atividades gratuitas com CVV, Sesc e Unifametro acontecem ao longo de setembro e abordam prevenção ao suicídio, escuta e redes de apoio

O Shopping Benfica realiza, durante o mês de setembro, uma programação dedicada à conscientização sobre saúde mental e à prevenção ao suicídio. As ações são realizadas em parceria com o Centro de Valorização da Vida (CVV), Sesc e Centro Universitário Unifametro, e incluem momentos de orientação, escuta e atividades educativas. A iniciativa é gratuita e aberta ao público, sem necessidade de inscrição prévia.
A agenda começou no dia 9 de setembro, com a participação do CVV, das 15h às 18h. No dia 16, será a vez do Sesc, das 12h às 16h. Encerrando a programação, no dia 25, a Unifametro estará no shopping, das 16h às 19h.
A programação da Unifametro terá uma abordagem interativa, com dinâmicas que estimulam a reflexão sobre o cuidado emocional e a importância de contar com pessoas e serviços de referência em momentos de dificuldade. Uma delas é o “Monte sua rede de apoio”, que convida os participantes a identificar pessoas e instituições às quais podem recorrer quando precisarem de ajuda, como familiares, amigos, psicólogos, médicos, Unidades Básicas de Saúde (UBS), Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e o CVV.
Outra dinâmica será o “Semáforo das emoções”, que apresenta situações fictícias para estimular a percepção sobre diferentes estados emocionais e a forma como cada pessoa reage a eles. Já a “Caça aos sinais” propõe a identificação de comportamentos que podem indicar sofrimento emocional e merecem atenção, entre eles isolamento social, mudanças significativas de comportamento, desesperança e abandono de atividades habituais.
Para Cristina Mota, gerente-geral do Shopping Benfica, levar esse tipo de discussão para um espaço de circulação cotidiana também representa uma forma de aproximar informação e acolhimento do público. “Falar sobre saúde mental é também lembrar que ninguém precisa enfrentar sozinho um momento difícil. Muitas vezes, uma conversa, uma escuta atenta ou a indicação de onde buscar ajuda pode fazer diferença para quem está passando por uma situação de sofrimento. Queremos que o shopping seja um espaço onde as pessoas também encontrem caminhos para buscar apoio quando precisarem. O Setembro Amarelo nos convida a ter esse olhar mais cuidadoso para quem está ao nosso lado”, afirma.

Serviço
Setembro Amarelo no Shopping Benfica
16 de setembro – Sesc
Horário: 12h às 16h
25 de setembro – Unifametro
Horário: 16h às 19h
Endereço: Av. Carapinima, 2200, Benfica – Fortaleza (CE)
Informações: https://www.instagram.com/shoppingbenfica

Filme cearense ‘Feito Pipa’ representará o Brasil no Oscar 2027

Dirigido por Allan Deberton e estrelado pelo jovem Yuri Gomes e Lázaro Ramos, drama premiado em Berlim é o escolhido por unanimidade pela Academia Brasileira de Cinema para disputar vaga entre os Melhores Filmes Internacionais

O audiovisual brasileiro vive mais um momento histórico protagonizado pela força criativa do Nordeste. Em anúncio oficial realizado na quarta-feira (16 de setembro de 2026), a comissão de seleção da Academia Brasileira de Cinema e Artes Audiovisuais escolheu, por decisão unânime, o longa-metragem cearense Feito Pipa para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional do Oscar 2027. O filme superou concorrentes de peso do circuito nacional após consolidar uma sólida temporada em festivais internacionais e arrebatar elogios unânimes da crítica especializada pelo seu rigor estético e extrema sensibilidade humana.
A trama mergulha com lirismo no cotidiano do Sertão Central do Ceará, acompanhando Gugu (vivido pelo estreante Yuri Gomes, de apenas 12 anos), um garoto de imaginação livre criado sob os cuidados afetuosos de sua avó, dona Dilma (interpretada com maestria por Teca Pereira). A calmaria dos dias ganha uma virada dramática quando um período de estiagem severa baixa drasticamente o nível do reservatório local e revela as ruínas submersas de um antigo povoado inundado no passado. Esse cenário quase fantástico serve como pano de fundo para as próprias fissuras do protagonista, que se vê obrigado a lidar com o retorno repentino e a presença complexa de seu pai, personagem de Lázaro Ramos, reabrindo memórias familiares e exigindo uma nova linguagem de afeto.
Os bastidores da produção refletem o compromisso minucioso da equipe em traduzir autenticidade para a tela. Rodado inteiramente em Quixadá e arredores, o projeto enfrentou o calor intenso característico da Caatinga e optou por uma integração profunda com as comunidades locais. Grande parte da figuração e dos papéis de apoio foi preenchida por moradores da região, enquanto a equipe de preparação dedicou semanas a dinâmicas de convivência entre o garoto Yuri Gomes e os veteranos Lázaro Ramos e Teca Pereira. Antes de ligar as câmeras, o elenco passou dias dividindo refeições, conversas e ensaios descontraídos no sertão, permitindo que a química entre avó, neto e pai florescesse de forma espontânea, sem a rigidez dos textos decorados. A direção de arte e a fotografia souberam explorar a mística dos monólitos de pedra e a textura rachada do solo, transformando a geografia física do sertão em um espelho emocional dos silêncios e desejos de liberdade das personagens.
A consagração de Feito Pipa consolida definitivamente a versatilidade e a maturidade autoral de Allan Deberton, cineasta natural de Russas. Deberton despontou nacionalmente com curtas aclamados e alcançou consagração máxima em sua estreia em longas com Pacarrete (2019), marco histórico no Festival de Gramado ao levar oito Kikitos ao narrar a teimosia poética de uma bailarina octogenária (vivida por Marcélia Cartaxo). Pouco antes de desembarcar nas paisagens áridas de seu novo trabalho, o diretor explorou um território completamente distinto ao lançar o longa-metragem O Melhor Amigo, expandindo seu premiado curta homônimo em uma comédia romântica musical, jovem e solar ambientada nas praias de Canoa Quebrada. Ao saltar da energia pop praiana de O Melhor Amigo diretamente para a atmosfera contida e emocionante de Feito Pipa, Deberton reafirma sua amplitude criativa e sua capacidade de retratar o Ceará sob as mais diversas lentes afetivas.
O longa chega à corrida hollywoodiana respaldado por credenciais de peso conquistadas no circuito europeu e latino-americano. Em fevereiro, a obra teve sua estreia internacional no prestigioso Festival de Berlim, de onde saiu laureada com o Urso de Cristal e o Grande Prêmio do Júri na mostra competitiva Generation, voltada a narrativas de formação. A trajetória vitoriosa continuou com passagens calorosas pelos festivais de Guadalajara, Cartagena e Gramado. Produzido pela Deberton Filmes em coprodução com a Biônica Filmes, Feito Pipa terá exibições especiais de gala no Festival do Rio no próximo mês, antes de aportar nas salas de cinema comerciais de todo o país em novembro, data que coincide com o pontapé inicial da campanha promocional da fita em Los Angeles.

Sodiê Doces lança bolo especial e coleção de pratos para celebrar 29 anos

Novo sabor resgata uma decoração que marcou a trajetória da confeitaria, enquanto edição limitada de pratos celebra valores como amor, paz e alegria

A Sodiê Doces completa 29 anos em setembro e marca a data com uma novidade que combina sabor e memória. O Bolo Doce Celebração, criado especialmente para o aniversário da rede, está disponível desde o dia 1º de setembro nas lojas da marca em todo o Brasil. A comemoração também conta com uma coleção especial de pratos colecionáveis, desenvolvida para a ocasião.
O novo bolo, de número 195 no cardápio da Sodiê, é preparado com massa branca, recheio de doce de leite com creme gelado e morangos e cobertura de mousse branca. A decoração inclui raspas de chocolate branco na superfície e nas laterais, além de morangos frescos.

A escolha da apresentação tem um significado especial para a fundadora da marca, Cleusa Maria da Silva. A cobertura retoma um estilo utilizado pela confeitaria durante uma década e foi resgatada como referência para o lançamento comemorativo.
“Durante uma década, os bolos foram cobertos assim e eu quis trazer essa fase como um momento nostálgico para esse bolo de celebração dos 29 anos”, afirma Cleusa.
Fundada em 1997, na cidade de Salto, interior de São Paulo, a Sodiê Doces começou com a produção de bolos artesanais. Ao longo dos anos, a empresa expandiu suas operações por meio do sistema de franquias e passou a atuar em diferentes regiões do país. Atualmente, a rede conta com mais de 400 unidades no Brasil, mantendo os bolos como principal destaque do seu portfólio.
Para Fábio Araújo, diretor-geral da Sodiê Doces, a marca chega ao aniversário com uma estrutura consolidada e planos de continuidade para a expansão da rede.
“Chegamos aos 29 anos com a certeza de que construímos uma franquia consolidada, estruturada e preparada para continuar crescendo. Esse avanço acontece de forma consistente, com responsabilidade nas decisões e respeito ao modelo de negócio que nos trouxe até aqui”, destaca.

Pratos colecionáveis completam a comemoração
Além do lançamento do bolo, a Sodiê Doces preparou três modelos de pratos colecionáveis para celebrar o aniversário. As peças trazem as palavras amor, paz e alegria, escolhidas para representar o espírito das comemorações em torno da mesa.
Os pratos podem ser adquiridos mediante a compra de 1 kg do Bolo Doce Celebração, com o acréscimo de R$ 12,90. A coleção estará disponível por tempo limitado, conforme os estoques de cada loja.
“Chegar aos 29 anos me faz lembrar de cada etapa que construímos. Quis que esse bolo tivesse um pouco dessa memória e que os pratos levassem palavras que têm tudo a ver com o que desejamos quando nos reunimos para comemorar. Amor, paz e alegria nunca podem faltar à mesa”, afirma Cleusa.

Sodiê Doces em Fortaleza
Em Fortaleza, o Bolo Doce Celebração pode ser encontrado nas unidades da Sodiê Doces localizadas nos seguintes endereços:
- Avenida Barão de Studart, 661, Meireles.
- Shopping Iguatemi — Avenida Washington Soares, 85, Piso L1.
- Shopping RioMar Kennedy — Avenida Sargento Hermínio Sampaio, 3100, Piso LS.
- Shopping Parangaba — Rua Germano Franck, 300, Piso L1.

Os pedidos podem ser realizados diretamente nas lojas, pelo aplicativo oficial da Sodiê Doces, disponível para iOS e Android, ou por meio de serviços de delivery, como WhatsApp e iFood.

Serviço:
Bolo Doce Celebração — 29 anos  
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Luciano Franco celebra 75 anos com show especial no Cineteatro São Luiz, em Fortaleza

Luciano Franco, o "maestro", está celebrando 75 anos de idade e mais de 60 anos de carreira. E comemora fazendo show especial no Cineteatro São Luiz, na quarta-feira, 16/9, às 19h, com direito a vários convidados/as: Edmar Gonçalves, Cris Fiúza, Edinho Vilas Boas, Thailândia Montenegro, Arnaldho de Sá, Carlinhos Nação, Chico Araújo, Luis Lima Verde e Julio Oliveira. Uma constelação de craques da música do Ceará pra o Brasil. 
Já entre os instrumentistas estão, além do maestro Luciano na guitarra e no violão, Gabriel Geszti (piano), Thiago Rocha (saxofone e flauta), Ednar Pinho (contrabaixo), Paulinho Santos (bateria). O show também marca o lançamento do 19o. disco de Luciano Franco, "Fragmentos do Tempo", álbum em parceria com Julio Oliveira e com a participação de vários intérpretes.
E comemorar é preciso! Afinal, são mais de 60 anos de uma carreira incrível, que levou o maestro a dividir palcos e estúdios com lendas como Clara Nunes, Cauby Peixoto, Dominguinhos (que participou do primeiro disco de Luciano, celebrado em 2025 pelas duas décadas transcorridas desde o lançamento desse trabalho). 
Também tocaram com Luciano lendas como Arismar do Espírito Santo e Roberto Menescal (participantes do disco "Sonho ou Canção", de parcerias de Luciano e Dalwton Moura) e Paulinho Pedra Azul, com quem o maestro lançou em 2024 o disco "Casa das Flores", com direito a show com Paulinho em Fortaleza. 
No palco do Cineteatro São Luiz, na quarta-feira, 16/9, às 19h, Luciano Franco conduz um encontro entre música e poesia, no show "Coletâneas - Onde o Verso Encontra a Música", com melodias de Luciano para letras/poemas de autoria de Paulinho Pedra Azul, Chico Araújo, Luís Lima Verde, Edinho Vilas Boas e Júlio Oliveira, autores de diferentes geografias, trajetórias e universos literários, que encontram na música uma nova forma de permanência para a palavra.
O princípio que orienta o espetáculo é singular: nenhum verso é modificado para se transformar em canção. As melodias e os arranjos de Luciano Franco nascem do próprio ritmo, das imagens, das pausas e da musicalidade presente nos poemas, estabelecendo um diálogo em que a música não adapta a palavra — revela o que nela já era música.
Interpretadas por Edinho Vilas Boas, Edmar Gonçalves, Cris Fiúza, Tailândia Montenegro, Arnaldho de Sá e Carlinhos Nação, as canções percorrem diferentes territórios da música brasileira, entre choro, baião, valsa, samba, balada e música instrumental.
Em uma experiência especialmente próxima, o público ocupa o próprio palco, ao lado dos músicos, em apenas 80 lugares. A proximidade transforma o espetáculo em um momento de escuta, fazendo da respiração, do silêncio e da palavra cantada parte essencial da cena.
O show não procura responder onde a poesia termina para que a música comece. Procura mostrar que, às vezes, basta escutar. Porque antes de ser cantado, todo grande verso já traz consigo uma música em silêncio.
Luciano Franco: autor de mais de duas mil músicas
Luciano Franco compôs mais de duas mil músicas, lançou nada menos que 18 discos e marcou seu nome na história da música do Ceará para o Brasil, como compositor, arranjador, diretor musical, multi-instrumentista que trafega por violão, guitarra, contrabaixo e piano.
Além de seguir registrando suas composições e preparando novos discos autorais, o maestro também assina a direção musical, os arranjos e as gravações do álbum "A Cor do Teu Olhar", de parcerias do saudoso colega Tarcísio Sardinha com Dalwton Moura, lançado em abril deste ano, marcando o aniversário de Sardinha, um outro grande mestre. Também assinou direção musical e arranjos do show "Elas, o Ceará e o Jazz", com as cantoras Ângela Lopes, Mariana Lima (a Mary) e Raara Rodrigues, um espetáculo com repertório integralmente formado por obras de autores cearenses.

Mais sobre o maestro
Luciano Franco é compositor, multi-instrumentista, produtor musical e arranjador, com mais de 60 anos de carreira dedicada à música brasileira. Cearense, nascido em 1951, no município de Cascavel, é autodidata e iniciou sua trajetória artística ainda na juventude, influenciado por sua mãe, a pianista e professora Beatriz Pereira Franco, de quem herdou os olhos claros, além do imenso talento musical.
Com atuação destacada tanto na música instrumental quanto na canção brasileira, Luciano possui 14 álbuns e um DVD ("Forró Brasileiro", com Edinho Vilas Boas e o saudoso Eason Nascimento) e um especial audiovisual ("Luciano Franco - 70 Anos - Ao Vivo na Casa de Vovó Dedé") lançados, com parcerias e participações de grandes nomes da música nacional. Sua obra é reconhecida por sua sofisticação harmônica, originalidade melódica e diálogo constante com a cultura brasileira. Luciano foi premiado em inúmeros festivais da canção, com destaque para três edições do concorrido Festival de MPB do Conservatório de Tatuí-SP, com três composições em parceria com Dalwton Moura, nas interpretações de Paulo Façanha, Edinho Vilas Boas e Luciana Alves, músicas que fazem parte do disco "Sonho ou Canção".
Iniciou sua carreira em bandas de iê-iê-iê e de baile, em Cascavel e Fortaleza, nos anos 60. Entre 1968 e 1972, no Ceará, atuou como músico acompanhante de nomes consagrados como Cauby Peixoto, Clara Nunes, Vanusa, Dóris Monteiro, Maysa, Paulinho da Viola, Martinho da Vila e Beth Carvalho, marcando o início de sua vivência profissional no cenário da música brasileira.
Sua música expressa um profundo compromisso com a cultura brasileira, com ênfase na produção autoral e na valorização dos saberes regionais, em especial do Ceará e de Minas Gerais, com quem mantém vínculos criativos e afetivos através de parcerias como a de Paulinho Pedra Azul.
Autodidata, Luciano desenvolveu um estilo próprio como compositor e arranjador, reconhecido por músicos e críticos como um artista de excelência. Sua obra serve de inspiração para novos compositores, intérpretes e instrumentistas, especialmente no Ceará e em Minas Gerais.
Luciano é um elo entre gerações e tradições. Ao mesmo tempo em que carrega a memória viva da música brasileira das décadas de 60 e 70 — tendo atuado também ao lado de Beth Carvalho, Maysa e Paulinho da Viola —, também é parceiro de artistas contemporâneos, incentivando a continuidade e a renovação da música brasileira.
Seu trabalho é um exemplo claro de como o saber artístico pode se construir fora dos grandes centros e instituições formais, a partir da prática, da escuta, do convívio e da criação compartilhada.
Luciano Franco é um patrimônio vivo da música brasileira. Sua trajetória é uma verdadeira aula de dedicação, sensibilidade e respeito à arte.

Serviço:
Show Luciano Franco e Convidados - 75 Anos. Quarta-feira, 16 de setembro, às 19h, no Cineteatro São Luiz. Ingressos no Sympla. Preços populares. Informações: 85-999733054 (whatsapp).