HOT DIVIRTA-CE

HUMOR

PAULO GUSTAVO VOLTA A FORTALEZA COM ESPETÁCULO “220 VOLTS”   

Show do humorista acontece nesse sábado e domingo, no Siará Hall

Um dos maiores sucessos da TV paga, “220 volts” ganhou uma versão para o teatro que será apresentada ao público cearense no palco do Siará Hall, dias 26 (22h) e 27 de setembro (20h). Uma superprodução só com as personagens femininas de maior destaque do programa, “220 Volts” traz a Senhora dos Absurdos, a Mulher Feia e Ivonete, entre várias outras. Além de protagonizar o espetáculo, Paulo Gustavo assina também o texto e a direção, em parceria com Fil Braz. Ele sobe ao palco ao lado de Marcus Majella (que também participa do programa), Gil Coelho e Christian Monassa, além de seis bailarinos.
“Os tipos são aqueles com os quais as pessoas estão acostumadas no programa. Na televisão, já eram esquetes, mantivemos este formato e mudamos um pouco a linguagem. No teatro, elas são um pouco mais longas. No palco se contracena mais, temos atores que interagem com as personagens do Paulo”, contextualiza Fil Braz.
Apostando em uma megaprodução, o espetáculo contabiliza números grandiosos: seis toneladas de equipamentos, telão de led (alta definição) de 40 m², dezenas de trocas de roupa. Merece destaque um dos figurinos que o estilista Fause Haten criou para Paulo Gustavo, composto por 60 mil cristais swarovski.
A ideia de transpor “220 volts” para o teatro surgiu com o fim do programa e o consequente desejo de manter vivos as personagens mais marcantes, agora no teatro. “Ouço com frequência pessoas pedindo a volta do programa. Então, resolvi fazer um espetáculo no qual eu pudesse trazer para o palco as seis personagens mais bombadas, as mais queridas. Assim, eu poderia continuar fazendo outras coisas na TV e manter essas figuras vivas no teatro. Só tem mulheres nesse espetáculo por uma questão de logística, pois não tinha como fazer e tirar maquiagem virando homem e mulher simultaneamente”, explica Paulo Gustavo.
Traçando um recorte do vasto e complexo universo feminino atual, o espetáculo traz seis esquetes que representam tipos totalmente díspares entre si, mas que tem como elo a assinatura marcante do humor autoral de Paulo Gustavo: a primeira é a Mulher Famosa, uma brincadeira com a questão da fama; a segunda, a Mulher Feia, defende a ideia de que quem deve dar palestra sobre beleza é justamente quem não é belo, porque quem o é não precisa se preocupar com isso; na sequência, a já antológica Senhora dos Absurdos, uma mulher preconceituosa que mora no Leblon, odeia gays, negros e todos aqueles que considera minoria; a Vagaba, quarta personagem, é totalmente contra o casamento ou qualquer tipo de compromisso; a quinta é uma apresentadora de programa de culinária mau caráter que cozinha e vende produtos. Por último, a Ivonete, a Negona, uma sambista que mora no morro.
“220 volts” marca também a parceria profissional e a amizade de Paulo Gustavo com Marcus Majella. “Ele é o único ator com quem eu já contracenava antes. Marquinhos é meu amigo de escola, a gente se formou, fez o “220 Volts” e estamos no “Vai que Cola” juntos. É um amigo maravilhoso que quero levar para toda a vida”, afirma Paulo.
E Majella completa: “Ele é uma referência no humor para mim, mas, acima de tudo, tenho a honra de chamá-lo de meu amigo. Nós nos conhecemos há 12 anos. Por várias vezes, ele ensaiou “Minha mãe é uma peça” na sala da minha casa. Fil e Paulo escreveram um personagem especialmente para mim no “220 volts”, o Marquinhos. Eu quase não consegui fazê-lo por uma questão contratual. Porém, quando ambos me disseram que, se eu não o interpretasse ninguém o faria, fiquei surpreso e feliz”. 
A montagem traz ainda uma ficha técnica de peso: os cenários são assinados por Abel Gomes e a iluminação ficou a cargo de Maneco Quinderé. Antes de estrear no Rio, a peça passou por Niterói, Maceió, Recife, Natal, Aracaju, Goiânia, Porto Alegre e Novo Hamburgo. “220 volts” é o terceiro espetáculo de Paulo Gustavo, após os grandes sucessos “Minha mãe é uma peça” e “Hiperativo”.


SERVIÇO:
220 VOLTS COM PAULO GUSTAVO
Data: Dias 26 e 27 de setembro (sábado às 22h e domingo às 20h)
Local: Siará Hall (Avenida Washington Soares, )
Vendas: Site http://www.bilheteriavirtual.com.br/ e quiosque da Bilheteria Virtual no Del Paseo, 3º piso
Valores: Plateia Premium: R$ 120,00 (valor único) / Plateia Pista: R$ 90,00 (inteira) e R$ 45,00 (meia) / Camarote 1º e 2º andar: setores esgotados + taxa administrativa de R$ 2,00
Mais informações: 3261.0665 (Free Lancer Producções) e 3278.8400 (Siará Hall)

INFANTIL - TEEN

Exposição de brinquedos nordestinos segue na Caixa Cultural Fortaleza
 
Mais de mil brinquedos artesanais coletados pela pesquisadora Sálua Chequer estão expostos na CAIXA Cultural Fortaleza

Desde 17 de setembro, a CAIXA Cultural Fortaleza recebe a exposição Brinquedos à mão – Coleção Sálua Chequer, com mais de mil objetos utilizados pela infância de antigamente e ainda muito presentes nas comunidades interioranas do Nordeste brasileiro. A mostra segue até 8 de novembro. O acervo pertence a Sálua Chequer, colecionadora e pesquisadora de cultura popular, que assina a curadoria da mostra junto com o artista visual Zé de Rocha. O projeto é uma idealização da Trevo Produções.
As peças foram coletadas ao longo dos últimos 30 anos, durante pesquisas de campo em diversas cidades do interior e nas capitais de estados do Nordeste. Os brinquedos foram adquiridos por artesãos, presenteados por amigos e garimpados em feiras livres nos estados da Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Ceará e Piauí.
Para chegar ao formato final da exposição, os curadores levaram em conta o diálogo entre três olhares: o olhar de quem criou o brinquedo, o olhar da colecionadora que o escolheu e o olhar do espectador que se encanta com o objeto. Em foco, a recuperação da importância e do valor pedagógico dos brinquedos populares como referência para as antigas e as novas gerações.
As peças, expostas em suportes diversos, não são apresentadas como peças de museu. Ao contrário, convidam ao movimento. Representam cenas do cotidiano e utensílios de trabalho como, por exemplo, pequenos moedores de cana-de-açúcar, carro de boi e moinhos de água. Há ainda mobílias de madeira para a tradicional brincadeira de casinha, com mesinhas, cadeiras, sofás, geladeiras, camas e guarda-roupas, e miniaturas de utensílios domésticos como peneiras, baldes e panelinhas feitos em barro, madeira e metal.

As crianças que forem à exposição poderão saciar a vontade de brincar no espaço chamado de Cantinho do Brincar, com objetos lúdicos como cinco marias, pula corda, bolinhas de gude, piões, dentre outros.
A colecionadora: Nascida na cidade baiana de Ibirataia, Sálua Chequer é educadora, musicista, pesquisadora e brincante. Desde 1980, atua na área da cultura popular. Foi assim que observou a presença marcante dosbrinquedos artesanais em feiras livres, mercados populares, exposições de artesanato em várias cidades do interior do Nordeste e nas capitais. Fascinada pelo colorido, pelas formas e pelo entusiasmo dos artesãos, a pesquisadora começou a adquirir alguns brinquedos. Mas não bastava tê-los: era preciso saber quem fez, para quem fez e porque fez.
O interesse foi crescendo e Sálua Chequer decidiu fazer Mestrado em Arte, Educação e Gestão Cultural, tendo como objeto de pesquisa o Brinquedo Popular, pela Universidad Internacional Menéndez Pelayo (UIMP)/Instituto de Educação Brasil-Espanha (IEBE).

Oficina: No dia 18 de setembro, a pesquisadora realizará a oficina Resgate de brincadeiras tradicionais, parlendas e estórias. O público-alvo são professores de educação infantil, psicólogos e demais interessados. Ao todo, serão duas turmas, com 30 vagas em cada. As inscrições serão feitas online, entre 8 e 15 de setembro, através de um formulário disponibilizado através do link http://goo.gl/forms/JjVBewd1lE.

A oficina vai abordar o valor das brincadeiras, cantigas, parlendas e estórias na formação da criança, além da possibilidade de associar este universo com outras áreas do conhecimento, como a literatura.

Serviço:
Exposição Brinquedos à mão – Coleção Sálua Chequer
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 17 de setembro a 8 de novembro de 2015 (abertura no dia 16, às 19 horas)
Horário: de terça-feira a sábado, das 10h às 20h e aos domingos, das 10h às 19h
Classificação indicativa: Livre
Entrada Gratuita

INTERNET - INFORMÁTICA - GMAES

LITERATURA

LIVROS - FICÇÃO

"Mare Crisium" retrata os mistérios que envolve o lado escuro da Lua
 
Romance de Daniel Davidsohn, lançamento da Editora Pineal, é uma jornada sobre um dos mais fascinantes mistérios da ciência

Suspense, mentiras, emoção e aventura são marcas registradas de Mare Crisium, editado pela Pineal Editora. Um romance de ficção recheado de enigmas, informações militares ultrassecretas e acontecimentos com poucas testemunhas, que o autor Daniel Davidsohn está lançando. A obra é derivada de um roteiro para série de TV americana pautado pela rede Fox, que passou por várias fases de produção e foi congelada por não atingir volume de patrocínio necessário para a sua primeira temporada.
O autor impõe à Mare Crisium uma narrativa não linear com marcações em flashbacks. A história tem início em 1954, em Cambridge (Massachusetts – USA), com um agente de codinome Mabus, que já era uma lenda do Grupo de Operações Especiais da SAD – uma divisão de atividades especiais pertencente a CIA, sob ordens de vários presidentes, em ações e missões na União Soviética, Cuba, Somália, Iêmen e Coréia. Como acontece com a maioria dos profissionais que atuam na inteligência do governo americano, Mabus deixou para trás o convívio com a sociedade e a vida em família, tornando-se um ninguém e vivendo na clandestinidade.

Entre as inúmeras ações que participou ativamente, uma em especial, marcaria seus passos para o futuro... No início, parecia mais uma missão secreta, dessas que já haviam virado rotina na vida do agente. Mas, um relatório preparado pela NASA enumerava os eventos lunares observados da Terra na primeira metade do século XX. Não eram eventos considerados naturais, mas anomalias registradas por astrônomos e indivíduos respeitados da comunidade científica. O fato é que haviam mais dados sobre a Lua do que se poderia imaginar.
A corrida espacial, vencida pelos Estados Unidos, é o pano de fundo da obra. O que parecia uma obsessão do físico Lucas Walker, do MIT – Instituto de Tecnologia de Massachusetts, em descobrir o paradeiro do pai, um analista de imagens de imagens que é lenda do mundo da inteligência, traz à tona uma complexa trama para revelar um dos maiores segredos da ciência contemporânea. Seu encontro com a sedutora Luiza Palmer, uma sobrevivente de um programa de controle mental, que é parte de um segredo governamental onde as percepções são criadas para se acobertar algo muito maior e perverso: a realidade, abre as portas para um mundo que ele não conhece.

Segundo romance de ficção de Daniel Davidsohn, Mare Crisium, é recheado de enigmas, informações militares ultrassecretas e acontecimentos com poucas testemunhas e acontecimentos com poucas testemunhas, tem como pano de fundo os mistérios que envolve a bacia das crises e existência de estruturas artificiais em nosso satélite. A obra é derivada de um roteiro para série de TV, pautado pela rede americana Fox
Mare Crisium é dividido em 85 capítulos e apêndice composto por documentos e fatos (supostamente) reais que inspiraram o autor no direcionamento da obra.  Daniel Davidsohn nos conduz para uma leitura de ótima trama e rica em detalhes. O final é revelador e carregado de emoção, com Lucas desvendando o sentido: Persiste em buscar, e achareis...
Um livro que merece ser lido com olhar atento, pois destaca uma jornada em busca da verdade sobre um dos mais fascinantes mistérios da ciência.

Daniel Davidsohn é mestre em Artes pela Schiller International University de Londres e fez cinema na New York Film Academy, em Los Angeles. Escreveu, produziu e dirigiu vídeos e curtas-metragens, entre eles o Estado de Espírito, com Raul Cortez e Alexandre Borges. É autor do roteiro Café, vencedor do Hollywoodscript.com Contest em 2005, e do romance Do Nilo Ao Eufrates. Roteirista do The Queenswalk Legend, vencedor do Gold Seal de melhor filme de curta-metragem no Festival de Cinema IAC, no Reino Unido, dirigido pelo produtor indiano Vivek Singhania.
Sobre o Mare Crisium (Mar das Crises)
Mare Crisium (Mar das Crises) é um mar lunar de 555 km de diâmetro, localizado na bacia das crises. A bacia, com 176.000 km quadrados, formou-se no período da pré-imbrica com 4.55 para 3.85 bilhões de anos atrás que se estende por 740 km.
Dados revelam que o piso do Mare Crisium é de aproximadamente 1,8 km abaixo do "nível do lunar", enquanto a borda externa é de cerca de 3,34 km acima do "nível do lunar". Sua origem e a suposta censura das imagens feitas por sondas espaciais, que revelariam a existência de estruturas artificiais em nosso satélite. Declarações de astronautas que confirmam encontros com objetos não identificados em suas viagens.

LIVROS - NÃO FICÇÃO

Jornalista Jorge Fernando dos Santos lança biografia do cantor e compositor paraibano Geraldo Vandré

“A vida não se resume a festivais”, declarou o cantor e compositor paraibano Geraldo Vandré, durante o 3º Festival Internacional da Canção, promovido pela Rede Globo, no Maracanãzinho, talvez sem imaginar que sua frase se tornaria tão emblemática. Era 1968 – portanto, quatro anos após o Golpe Militar – e a canção era a icônica “Pra Não Dizer Que Não Falei Das Flores” (“Caminhando”). Com apenas dois acordes, a música não venceu o certame, mas se tornou um hino dos anos de chumbo, estopim para que Vandré passasse a ser perseguido e – ironicamente – uma espécie de “precipício” para a sua carreira.
Estas e outras situações da vida do hoje recluso artista são lembradas na biografia (não autorizada) “Vandré – O Homem Que Disse Não” (Geração Editorial), do jornalista mineiro Jorge Fernando dos Santos. O livro-reportagem será lançado dia 12, na 11ª Feira Internacional do Livro de Foz do Iguaçu e, dia 22, em BH, no “Terças Poéticas”, no Palácio das Artes. A data do lançamento não foi escolhida aleatoriamente: Vandré completou 80 anos no dia 12.

GLÓRIA E RUÍNA
A participação em um festival, claro, não poderia resumir a vida de ninguém. No entanto, mesmo que “Pra Não Dizer Que Não Falei das Flores” tenha perdido para “Sabiá”, de Chico Buarque e Tom Jobim, o evento de 1968 foi, sem dúvida, um dos marcos da carreira do também advogado, que se tornou conhecido como um “cantor de protesto”, comunista e esquerdista – o que refuta. “Aquele festival foi a glória e a ruína de Vandré”, sentencia Santos.

No livro, o escritor explica que o paraibano chegou a ser a pessoa mais visada pelos militares. Vendo o cerco se fechar, Vandré foi para o Uruguai e, posteriormente, se fixou no Chile. Depois, fez turnês pela Europa, mas raras aparições públicas em seu país de origem. “Ele dizia que era um brasileiro de outro país”, diz Santos.

De lá para cá, várias lendas surgiram a respeito do artista. Entre elas, a de que teria ficado louco, sofrido lavagem cerebral e sido torturado – este último é um dos poucos fatos esclarecidos por Vandré, que afirma nunca ter passado por tal violência. “Todas as histórias ligadas a Vandré têm mais de uma versão”, conta o jornalista.

Segundo Jorge Fernando, mesmo tendo feito 47 entrevistas (com amigos e colegas do músico, além de uma de suas ex-mulheres), não é possível cravar que tudo o que colheu é verídico. No entanto, as 318 páginas deixam margem para que o leitor tire suas próprias conclusões.

APENAS UM CANTADOR
E o escritor não se esquiva de dizer a sua. Para ele, Vandré simplesmente cantava a realidade “como um poeta”. “A esquerda exigiu um papel que ele nunca quis cumprir”, atesta.

Jorge diz que seu livro tem este nome porque Vandré se recusou a fazer o jogo. “Negou se engajar em um partido, a sustentar a imagem de mártir e herói da esquerda. Era apenas um cantador, como diz sua música: ‘sempre quis ser contente; eu sempre quis só cantar, trazendo pra toda gente vontade de se abraçar”, finaliza.

LUXO

MODA

Lingerie cearense conquista público americano com peças de Nayane Rodrigues 

A lingerie cearense está conquistando o mercado americano. Isso porque a Nayane Rodrigues Moda Íntima está participando de uma das maiores feiras de moda íntima do mundo, a Interfiliere, em Nova York. No primeiro dia de evento, já foram fechados negócios com o público internacional, que está encantado com as peças da empresa. Para lá, o proprietário Rodrigo Lima levou todos os modelos da coleção mais recente, a Estelar. As rendas, peças multifuncionais, modelos plus size, tecidos e as cores estão sendo os destaques entre os visitantes do evento. Na foto: Samantha Perim (uma das estilistas da marca) e Rodrigo Rodrigues, diretor da empresa.



MÚSICA

CANTOR CURUMIN APRESENTA SEU MAIS RECENTE TRABALHO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA

O cantor da nova geração da música brasileira faz temporada de três dias do seu último álbum, Arrocha


 


A performance no palco vai além do canto. Curumin também encara a bateria, acompanhado por Zé Nigro e Lucas Martins nasguitarras, baixos, programações e voz. Samplers, teclados, computadores e outros recursos da música eletrônica ou manual, fazem do espetáculo bastante atemporal.


Diferentemente do penúltimo disco, que abordava o lado nipônico de Curumin – já que ele é descendente de japoneses e espanhóis – em Arrocha,o músico se dedicou a observar intervenções da própria natureza do planeta e suas influências nas culturas humanas.Com esse intuito, surgiram canções comoTreme-Terra,com o refrão que se refere a uma divindade iorubá da morte; e Afoxoque, uma parceria de Curumin com RussoPassaPusso. Esta última remete aos skas da primeira geração dos anos 1960, assim como a versão de Vestido de Prata, registro de significativo sucesso nas pistas de samba-rock na voz de Paulinho Boca de Cantor.

Sobre Curumin:

Curumin iniciou sua carreira solo em 2003, com o lançamento de seu primeiro disco Achados e Perdidos, que apresenta influências musicais do soul e funk americanos, além de samba-funk dos anos 70 e hip-hop. Em 2005, o disco foi lançado no mercado norte-americano pelo selo californiano QuannumProjects. Em 2008, ele lançou JapanPopShow, com a participação de artistas como Blackalicious, Tommy Guerrero, General Electric, Lucas Santtana e Turbo Trio. O terceiro disco, Arrocha, foi lançado em 2012. O álbum ficou entre os melhores lançamentos nacionais do ano segundo diversos blogs e revistas, como a Rolling Stone Brasil, por exemplo.
Hoje, aos 39 anos, ele coleciona parcerias na música. Como baterista, acompanhou grandes nomes da MPB, como Paula Lima (de 1997 a 2002), Arnaldo Antunes (de 1999 a 2013), Vanessa da Matta (2006) e Céu (2007), dentre outros. Ainda na década de 1990, ele tocou com a Banda Toca ao lado do guitarrista e produtor Gustavo Lenza, com quem veio a produzir seus dois primeiros discos.


Serviço:

Teatro Arrocha - Curumin
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 02 a 04 de outubro de 2015
Horário: sexta e sábado, às 20h; domingo, às 19h
Ingressos: R$ 20,00 (inteira) R$ 10,00 (meia)
Duração: 80 minutos
Classificação indicativa: Livre
Vendas a partir de quinta-feira, 1º, às 10 horas
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local
Informações Gerais: Bilheteria da CAIXA Cultural Fortaleza (85) 3453-2770



 


 Zeca Baleiro canta Zé Ramalho em CD e DVD lançado pela Som Livre

Criado inicialmente para um show do projeto BB Covers, o CD e DVD “Chão de Giz | Zeca Baleiro canta Zé Ramalho” destaca o intérprete Zeca Baleiro e sua concepção da música, da poesia e do universo épico e apocalíptico de Zé Ramalho. O produto, lançado pela Som Livre, chega às lojas em junho.
No repertório, grandes sucessos, algumas surpresas e pérolas esquecidas do bardo paraibano, nas personalíssimas leituras de Zeca Baleiro e seu quinteto. Entre elas, “Chão de Giz”, “Vila do Sossego”, “Beira Mar”, “A Terceira Lâmina”, “Eternas Ondas”, “Avohai” e “O Rei do Rock”, parceria de Baleiro e Ramalho. Também estão presentes as canções “A Dança das Borboletas”, “Taxi Lunar” “Kriptonia”, “Admirável Gado Novo” e “Eternas Ondas”, entre outras.
Dirigido por Monique Gardenberg, o DVD traz 17 faixas e, entre os extras, o clipe de “Garoto de Aluguel (Taxi Boy)”, gravado especialmente para projeção durante o show. Registrado em estúdio, o áudio do clipe aparece como bônus na edição digital do CD, que reúne outras 14 canções.
Zeca Baleiro (voz, violão, ukelele e guitarra) é acompanhado pela banda Cavalos do Cão, formada por Adriano Magoo (teclados, acordeon, violão e vocais), Fernando Nunes (baixo, violão 7 cordas, triângulo e vocais), Kuki Stolarski (bateria, pandeiro, zabumba, violão e efeitos), Pedro Cunha (teclados, acordeon, sampler, escaleta e vocais) e Tuco Marcondes (guitarra, violão, mandolin, sitar, banjo e vocais).
Confira as faixas do álbum no link http://jukebox.somlivre.com/playlist-589214235 e veja os depoimentos do próprio Zeca Baleiro e a diretora Monique Gardenberg sobre o projeto no arquivo anexo.

Serviço
DVD ZECA BALEIRO – ZECA BALEIRO CANTA ZÉ RAMALHO – CHÃO DE GIZ
Faixas: 21
Preço sugerido: R$ 34,90






COMEMORANDO 20 ANOS DE CARREIRA EVARISTO FILHO GRAVA DVD AO VIVO EM SHOW NO TEATRO VIA SUL

O ano de 2015 marca os 20 anos de carreira do cantor e compositor cearense Evaristo Filho. O artista que possui músicas gravadas pelos principais nomes da música do Ceará e com participações vitoriosas em festivais de música, faz show e grava DVD comemorativo no próximo dia 23 de setembro, às 20h, no Teatro Via Sul.
No palco, Evaristo Filho fará um passeio por canções de seus quatro álbuns, músicas gravadas por outros artistas e músicas inéditas com as quais participou de festivais, que serão interpretadas junto com diversos amigos e parceiros para comemorar e dividir a festa, como, Eugênio Leandro, Pingo de Fortaleza, David Duarte, David Valente, Edinho Villas Boas, Edmar Gonçalves, Liliany Sá, Marcos Lessa, Vuldembergue Farias, grupo Cinco em Ponto, Fernando Rosa, Lia Veras e Joyce Custódio, que serão acompanhados pelos músicos Alex Ramon (guitarra e direção musical), Ednar Pinho (baixo), Rogério Franco (violão), Carinhos Tecla (teclado e acordeom), Neo dos Santos (bateria) e Jefferson Portela (percussão).
O show é produzido por Khalil Gibran, que também assina a direção do DVD.

Sobre Evaristo Filho
O cantor e compositor cearense Evaristo Filho é um nome referencial no cenário musical.  Contando com diversas composições gravadas por artistas como, Ana Fonteles, Anna Magdala, (cantora baiana radicada em Brasília), Chico Pessoa, Joana Angélica, Pingo de Fortaleza, Ricardo Black, Rogério Franco, Teti, Vania Abreu, (cantora irmã da também cantora Daniela Mercury). Outra marca do artista são suas participações em importantes festivais,  entre os destaques, venceu duas edições do  Festival Canta Nordeste (1994 e 1996), com as músicas “Canto Sem Eira Nem Beira” e “Miragem” ambas em parceria com Edmar Gonçalves.  Sua estreia em disco aconteceu com o CD “Lua Nova”, em 1995, apenas como compositor. Desde então soma-se quatro discos gravado sendo o mais recente, o CD “Cantador”, lançado em setembro deste ano.
O artista já abriu shows de artistas renomados como, Alceu Valença e Jorge Vercillo. 
Para conhecer mais a respeito do trabalho de Evaristo Filho:

Serviço
Show Evaristo Filho - 20 Anos
Teatro Via Sul
Dia 23 de setembro
20 horas
Ingressos: R$ 20 inteira e R$ 10 meia (à venda na bilheteria do Teatro) e online no site www.ingresso.com
Informações:   (85) 9 8622 8622 / 9 88 67 8484

NOVELAS