CINEMA NACIONAL

Igreja veta Cristo Redentor em filme que celebra o Rio 

Fernanda Montenegro e Eduardo Sterblitch em cena de um dos contos de “Rio, Eu te Amo”

A Arquidiocese do Rio, detentora dos direitos sobre o uso da imagem do Cristo Redentor, censurou a aparição da estátua no trecho do filme "Rio, Eu Te Amo" dirigido por José Padilha (de "Tropa de Elite") e protagonizado por Wagner Moura. O longa reúne dez histórias e 11 diretores e faz parte da franquia "Cities of Love, que já retratou Paris e Nova York. No trecho "Inútil Paisagem", Moura salta de asa-delta e, enquanto sobrevoa o Rio, fala com o Cristo sobre suas crises existenciais.
A assessoria de imprensa da Arquidiocese do Rio diz que a cena foi considerada uma injúria contra a imagem do Cristo Redentor. Por causa do veto, dado em abril, o filme será lançado em setembro com nove histórias —sem a participação de Padilha.
Pedro Buarque de Hollanda, da Conspiração Filmes, produtora do longa, diz que o que o episódio é uma censura à liberdade de expressão e que houve diversas tentativas de reverter a decisão da Cúria, sem sucesso. "Não podemos entrar numa briga de anos na Justiça. A versão final tem que ser entregue aos distribuidores internacionais até agosto", diz. O veto também foi criticado pelo prefeito do Rio, Eduardo Paes, para quem, além de patrimônio da Arquidiocese, a estátua é também um ícone da cidade.
Inaugurada em 1931, a estátua do Cristo Redentor virou um símbolo da cidade sob a guarda da Igreja. O advogado Nelson Nery Jr. afirma que, pela Lei de Direitos Autorais, obras situadas permanentemente em locais públicos podem ser retratadas livremente. Por causa disso, diz, os produtores de "Rio, Eu Te Amo" não precisariam pedir autorização à Arquidiocese.
"Mas agora que pediram e foi negada, há um problema. Se usarem a imagem, a Igreja pode entrar com um processo de indenização contra eles", afirma. Em 2010, a Arquidiocese exigiu indenização da Columbia Pictures pelo uso de imagens do Cristo Redentor no filme-catástrofe "2012", de Roland Emmerich, em que a estátua é destruída.





Filme 'Causa e efeito' inova a temática do gênero espírita

Inspirado na Lei de Causa e Efeito, preconizada por Allan Kardec, o longa-metragem brasileiro “Causa e efeito”, em cartaz no cinema do Iguatemi, mostra a história do policial Paulo, que leva uma vida tranquila e estável com a família. Em momento de lazer, Paulo perde a esposa e o filho em um acidente de carro causado por um motorista alcoolizado. Revoltado pelo homem não ter sido preso, ele resolve tornar-se um justiceiro e acertar contas a mando de seu chefe.
Quando recebe a proposta para matar uma garota de programa, ele encontra em seu caminho um trio de velhinhos religiosos – um padre, um pastor e um espírita – o que causa importantes mudanças em sua vida. Ao longo da trama, os personagens tomam ciência de que o drama que os envolve é o efeito cuja causa remonta a uma encarnação passada.
Dirigido pelo paulista André Marouco, Causa e efeito inova a temática do cinema espírita e apresenta uma trama envolvente e cheia de ação. Trata-se do primeiro filme espírita autoral que fala sobre a Lei de Causa e Efeito, um dos princípios fundamentais da doutrina espírita, pois explica as contingências da vida humana. No elenco, Rosi Campos, Matheus Prestes e Luiz Serra.
O filme inspirado na Lei de Causa e Efeito, codificada por Allan Kardec, da Mar Revolto Produções, tem o mesmo diretor de “O Filme dos Espíritos”, André Marouço, e estreou dia 3 de julho, nos cinemas de Todo Brasil.
O longa “Causa e Efeito” é uma distribuição da Paris Filme e Downtown Filmes e conta ainda com A Fundação Espírita André Luiz através da Mundo Maior Filmes na co-produção, e com apoio promocional da Rádio Boa Nova e TV Mundo Maior.


CULTURA POPULAR



São João de Maracanaú chega aos 10 anos com grandes shows

O festejo junino terá apresentações com Garota Safada, Solteirões, Lagosta Bronzeada, Aviões do Forró, Léo Santana e Simone e Simaria, além de quatro festivais de quadrilhas

O São João de Maracanaú, o grande festejo julino do Ceará e um dos principais do Brasil, comemora 10 anos de tradição com muitos shows e grande programação cultural. O evento, que será realizado até 20 de julho, a partir das 19 horas, na tradicional Cidade Junina localizada na Av. I, do Jereissati, entre o IFCE e o Feira Center Shopping, terá cinco noites de shows - 11, 12, 17, 18 e 19 de julho. Entre as grandes atrações musicais, regionais e nacionais, já confirmadas estão Garota Safada, Solteirões, Lagosta Bronzeada, Aviões do Forró, Léo Santana e Simone e Simaria – As Coleguinhas.
Outro grande atrativo da festa serão os cerca de 80 grupos juninos que irão se apresentar no Quadrilhódromo da Cidade Junina. Nos dias 10 a 15 de julho, acontecerá o Concurso Cearense Infantil e Adulto de Quadrilhas Juninas. Nos dias 10 e 11, haverá apresentação especial das Quadrilhas Juninas da Terceira Idade. De 16 a 18 de julho, haverá o XXVIII Festival de Quadrilhas Juninas de Maracanaú. Já nos dias 19 e 20 será realizado o Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas.
O São João de Maracanaú receberá a Vila São José que terá uma série de apresentações culturais todos os dias, como violeiros, intervenções teatrais, teatro, forró pé de serra, danças folclóricas e literatura de cordel. Haverá ainda Fazendinha, com animais de pequeno porte.  A Vila contará com imagens gigantes de São José, São João, São Pedro e Santo Antônio, Museu relembrando os 10 anos de história do evento e Engenho.
As atrações musicais regionais e nacionais irão se apresentar em dois grandes palcos. Paralelamente, grupos da dança típica, violeiros e as bandas de forró pé de serra irão animar ainda mais o público no palco da Vila São José. O quadrilhodrómo, todo coberto, terá capacidade para cinco mil espectadores e 1.200 m² de área total. Barracas de alimentação, camarotes e portarias completam a estrutura.
Para garantir a segurança dos visitantes, Guarda Municipal, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros, SOS Maracanaú e segurança privada totalizam um efetivo de aproximadamente 2,5 mil profissionais ao longo de todo evento. Ambulatório médico e ambulâncias também estarão de plantão.
Mais de 500 empregos temporários serão gerados no São João de Maracanaú, considerando os ambulantes, barraqueiros, artesãos e restaurante cadastrados pela Prefeitura de Maracanaú. Serão 80 barracas, 33 ambulantes e 30 artesãos trabalhando durante o evento.  Também haverá venda de artesanatos e produtos típicos de outros 13 municípios do Ceará.
Maracanaú é oficialmente reconhecida como a Capital Junina do Ceará por meio da Lei Estadual 14.999\2011, resultante de projeto de lei de autoria da deputada estadual Fernanda Pessoa.

SERVIÇO
Confira a programação completa - São João de Maracanaú 2014
Até 20 de julho – a partir das 19 horas
Shows – 22 horas
11 de julho – Garota Safada e Luís Marcelo e Gabriel
12 de julho – Solteirões e Lagosta Bronzeada
17 de julho – Aviões do Forró, Forró dos Amigos e Iohannes
18 de julho – Léo Santana, Forró real e Pé de Ouro
19 de julho – Simone e Simaria (As Coleguinhas), Bonde do Brasil e Forró do Movimento

Festivais de Quadrilhas Juninas -  19 horas
10 a 15 de julho - Concurso Cearense Adulto e Infantil de Quadrilhas Juninas
10 e 11 de julho - Apresentação Especial de Quadrilhas Juninas da Terceira Idade
16 a 18 de julho -  XXVIII Festival de Quadrilhas Juninas de Maracanaú
19 e 20 de julho - Concurso Nacional de Quadrilhas Juninas

CURSOS, SEMINÁRIOS, OFICINAS, DEBATES

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DANÇA

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DELÍCIA

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DIVIRTA-CE COBERTURAS

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ECOLOGIA

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EDUCAÇÃO

Estudante cearense participa da Olimpíada Internacional de Biologia na Indonésia

Enquanto o país acompanha os jogos da Copa, o estudante cearense Bruno Almeida Costa (Colégio Farias Brito, CE) vai à Bali, na Indonésia, para participar da 25ª edição da Olimpíada Internacional de Biologia (IBO, na sigla em inglês), entre os dias 4 e 13 de julho.
Além de Bruno, a delegação brasileira será representada por Allan Dos Santos Costa (Centro Educacional De Bauru, SP), João Gabriel Santos (Instituto Federal De Educação Ciência E Tecnologia - Campus Formosa, GO) e Thiago Matheus Santos Rios (Instituto Federal De Educação Ciência E Tecnologia, BA). Os líderes da equipe serão os professores Rubens Oda, José Carlos Pelielo e Daniel Henrique de Souza.
Os jovens foram selecionados a partir de resultados obtidos na Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB) desse ano. Antes de viajarem para Bali, eles participaram de um treinamento intensivo com professores das Universidades do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), Federal Fluminense (UFF) e Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Os jovens tiveram aulas teóricas e práticas de Bioquímica, Biotecnologia, Microscopia, Ecologia, Genética, Histologia vegetal e Dissecção de vertebrados e invertebrados.
Oda, coordenador nacional da OBB, informa que a competição internacional auxilia o Brasil na evolução do seu nível curricular, aproximando-se dos países de ponta nessa ciência. “Dessa forma, estreitamos a ponte entre a universidade e o ensino médio, contribuindo para a divulgação de novas descobertas e para a aprendizagem científica”, explica.



Segundo a Dra. Leila Macedo, presidente da Associação Nacional de Biossegurança (ANBio), instituição responsável pela OBB, o grupo está muito motivado. Ela explica que o desejo de defender o Brasil numa competição de conhecimento internacional é tão grande que eles nem se importaram de perder os jogos da Copa e até a partida final. “A meritocracia na Educação realmente levou esses estudantes a abrirem mão da paixão pelo futebol”, reforça.



Para participar

Os alunos que têm interesse em representar o Brasil nas próximas edições das Olimpíadas Internacional e Ibero-Americana de Biologia devem se inscrever na Olimpíada Brasileira de Biologia do ano que vem. O cadastro é bem simples. Primeiramente, é preciso que um professor da escola se credencie pelo site da OBB (http://www.anbiojovem.org.br/obb/). Depois, esse mesmo professor inscreve cada aluno na olimpíada.



Podem participar jovens que tenham no máximo 19 anos, até o dia 1º de julho do ano corrente, com o ensino médio em andamento ou completo e que ainda não estejam matriculados numa instituição de ensino superior.



Apoio à iniciativa

Instituições e empresas que tenham interesse em incentivar a iniciativa da Associação Nacional de Biossegurança podem entrar em contato pelo e-mail olimpíadas@anbio.org.br ou pelos telefones (21) 2220-8678 ou 2215-8580. 

ENTREVISTAS

RPM e a transformação do rock nacional
 
O DIVIRTA-CE entrevistou Paulo Ricardo, líder da banda que fará show no próximo dia 9 em Fortaleza; cantor falou sobre os 30 anos de carreira e a nova geração do rock brasileiro

O grupo RPM comemora 30 anos de carreira com a turnê Elektra e se apresenta em Fortaleza  no próximo dia 9 de agosto. O show acontece na Musique (Avenida Washington Soares, 6300 - Messejana) e faz parte da turnê do álbum "Elektra". Lançado em 2011, o disco foi o primeiro trabalho de inéditas que o quarteto gravou em 18 anos.
Formado em 1983, por Paulo Ricardo (vocal e baixo), Luiz Schiavon (teclados e programações) Fernando Deluqui (guitarra) e Paulo P.A. Pagni (bateria), o RPM foi um dos maiores vendedores d e discos da história do rock nacional, com os platinados "Revoluções por Minuto (1985) e "Rádio Pirata ao Vivo" (1986).
Em entrevista para o editor adjunto de cultura do Jornal O Estado, Felipe Palhano, o cantor Paulo Ricardo falou sobre momentos inesquecíveis da carreira, a evolução do rock brasileiro desde o tempo da criação do RPM até hoje e adiantou os novos projetos da banda.

 
DIVIRTA-CE- Com algumas interrupções, a banda RPM continua a existir depois de mais de 30 anos. O que a turnê Elektra apresenta para os fãs cearenses da banda?
PAULO RICARDO -
Na turnê MTV RPM 2002, fizemos um show inesquecível no Ceará Music. Agora é a vez da turnê Elektra, com todos os grandes sucessos e canções do ultimo cd, além de uma superprodução que inclui telão de led, lasers e outros elementos que marcam nossas apresentações. É um espetáculo multimídia.

DIVIRTA-CE - Para você, quais os três momentos mais inesquecíveis da história do grupo?
PAULO RICARDO -
Nosso primeiro ensaio, o big bang, onde sentimos que havia uma química muito forte entre nós. O cd, dvd e turnê MTV RPM 2002, que provou que apesar de tudo ainda tínhamos aquela química, e nossa última apresentação no BBB 14, fechando um ciclo.

DIVIRTA-CE- Você foi um dos pioneiros do rock nacional, líder de uma das maiores bandas do país, vendeu milhões de LP’s, Cd’s, milhares de shows... Você acha que o rock brasileiro evoluiu desde o surgimento do RPM até hoje? Quais as referências atuais da sua banda, que ajudam a continuar mantendo a “juventude” do som feito por vocês? Quais bandas da nova geração que você escuta, admira?
PAULO RICARDO
- Sim, o rock evoluiu em alguns pontos e involuiu em outros. Mas isso também aconteceu com o rock internacional. Ele não é mais tão relevante, neste momento, quanto já foi. Quanto às referências, elas continuam fundamentalmente as mesmas, apenas demos um "update". O grande desafio é se renovar mantendo-se fiel ao seu estilo. Quanto à nova geração, citaria o Vanguart, bem interessante. Gosto também do Mombojó.

 

DIVIRTA-CE- O Paulo Ricardo também teve vários anos de experimentações, com a carreira solo, e também vendeu muitos discos cantando músicas românticas. Pensa em lançar um novo CD desse gênero, ou um novo álbum de inéditas da banda RPM?
PAULO RICARDO -
Estamos totalmente dedicados ao RPM, e vem aį um novo DVD, Elektra Dokumenta, mostrando de uma forma contemporânea estes quase três anos da turnê, e um EP com quatro canções inéditas, além de "Primavera Tropical", que já está na internet.

DIVIRTA-CE- Desde os anos 80 você é eleito pelo público feminino como um dos cantores mais bonitos da música brasileira. Como é encarar esse título de sex-symbol? Ainda sofre assédio de fãs mais “exaltadas”? Qual a maior loucura que você já passou com uma fã?
PAULO RICARDO -
O elemento sexual está na performance, nas canções, no rock em si. O assédio é consequência de um trabalho bem feito, com paixão, verdade e intensidade. E hoje, a grande loucura é estarmos cultivando toda uma nova geração de fãs, filhas daquelas fãs dos anos 80. Muito louco...

DIVIRTA-CE- Ter estudado jornalismo ajudou você a enfrentar as críticas? Já enfrentou alguma “perseguição” de revistas de fofoca, papparazzi ou invasão de privacidade na sua vida pessoal? Como você analisa o jornalismo eletrônico feito hoje e o da época em que você era colunista de uma revista?
PAULO RICARDO -
Hoje há toda uma cultura de celebridades que não havia, não nessa dimensão, quando começamos. Até o final dos anos 90, quando ainda morava no Rio (hoje moro em São Paulo), podia-se caminhar tranquilo pelas ruas do Leblon. Mas essa exposição também depende da postura do artista. Sem dúvida, hoje temos que  ter mais cuidado. Com câmeras nos celulares, todo mundo é um potencial paparazzo.

DIVIRTA-CE - Nesse mundo em guerra, e com o Brasil nessa euforia de futebol e eleições, qual você acha a “revolução” necessária na atualidade?
PAULO RICARDO -
Eu gosto muito do conceito de revolução do I Ching, o livro das mutações. Toda revolução deve vir de dentro pra fora. E ela é um estado excepcional de coisas, quando uma grande mudança se faz realmente necessária. Não se deve viver num estado permanente de revolução. Do ponto de vista político, o que nós precisamos é justamente o contrário, um fortalecimento das instituições. Saúde, educação etc. Transparência. O exercício da cidadania. Na letra da música "Muito Tudo", do cd Elektra, digo que eu não tenho paciência pra política. Mas não há outro caminho. Temos que nos envolver ou conviver com as consequências do descaso. Há muita gente sedenta por dinheiro e poder na política. E só a ação e a informação podem nos proteger.

SERVIÇO
RPM em Fortaleza
Quando: 9 de agosto
Onde: Musique (Avenida Washington Soares, 6300 – Messejana)
Horário: 22 horas
Vendas iniciais: www.ingressando.com.br
Valores:
Arena: R$42
Frontstage: R$72
Camarote: R$92

ESPECIAL


UMA HISTÓRIA DE SUPERAÇÃO NA CAIXA CULTURAL FORTALEZA
 
“O Som das Cores”, espetáculo de animação sobre as aventuras de uma menina em busca de seus olhos, terá audiodescrição para público com deficiência visual

A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 24 e 27 de julho, o espetáculo de animação O Som das Cores, da Companhia Catibrum, que narra, de forma fantasiosa e imaginativa, as aventuras e desventuras de Lúcia, uma menina de 15 anos, que perde a visão subitamente e, pensando que seu cachorro havia fugido com seus olhos, sai à procura deles pelos subterrâneos das estações de metrô. Durante as apresentações, estarão disponíveis aparelhos de audiodescrição para compreensão do espetáculo por deficientes visuais.
O autor e diretor Lelo Silva utiliza bonecos para contar esta história, inspirada em filmes de aventura, no poema O Cego, do escritor tcheco Rainer Maria Rilke, e no livro O Som das Cores, do taiwanês Jimmy Liao. “O Som das Cores confirma como a magia do Teatro de Animação pode ser transformada em uma trama envolvente”, diz o diretor. Dão vida aos objetos os atores Daniela Perucci, Leandro Marra, Patrícia Rache e Aurora Majnoni. A trilha sonora é da banda Graveola e o Lixo Polifônico.
Para permitir que pessoas com deficiência visual possam assistir ao espetáculo, será utilizada uma aparelhagem de audiodescrição em todas as apresentações feitas em Fortaleza. Dez aparelhos de escuta estarão ligados a uma cabine à prova de som, onde um profissional fará a descrição das informações visuais -  ou seja, do que não é dito nos diálogos do espetáculo.
A Catibrum Teatro de Bonecos foi fundada em 1991, em Belo Horizonte, com a proposta de pesquisar as manifestações da cultura popular brasileira e divulgá-las através dos títeres. O Dragão Que Queria Ver O Mar foi o primeiro espetáculo montado pelo grupo, seguido por Andanças, entre outros. Com o Homem Voa?, a Catibrum foi agraciada com os prêmios Sinparc/Usiminas 2011, como melhor espetáculo. Desde 2000, o grupo promove o Festival Internacional de Teatro de Bonecos, em Belo Horizonte, com a responsabilidade de apresentar as mais variadas, inovadoras e comoventes técnicas do teatro de animação.

Serviço: “O Som das Cores”
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 24 a 27 de julho de 2014
Horário: quinta-feira e sexta-feira às 15h e sábado e domingo às 17h
Classificação indicativa: Livre
Duração: 50 minutos
Valor do ingresso: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 a meia entrada
Vendas a partir do dia 23/07, das 10h às 20h
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais

Obs.: O espetáculo contará com recursos de áudio-descrição para deficientes visuais que poderão assistir o espetáculo sem que o som da narração atrapalhe os demais espectadores. Para tanto, receberão fones de ouvido e haverá um profissional dentro de uma cabine à prova de som.

Informações: (85) 3453-2770

ESPORTES

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