ECOLOGIA - MEIO AMBIENTE


Lançamento ecológico no Shopping Benfica

O Shopping Benfica realiza nesta quarta-feira, dia 01 de julho, às 10h, nos Cinemas Benfica, o lançamento do vídeo "Fada Peróla em Salvar Nosso Planeta" com a direção de Liliane Rodrigues.



O vídeo retrata o que as crianças de hoje, estão vendo, sabendo e sentindo sobre os efeitos do aquecimento global, conseqüências advindas do descaso a agressão à natureza. O olhar da criançada vislumbra soluções amenizastes oriunda de um leque de idéias que surgem para salvar nosso planeta.





*A Fada

"Fada Pérola Cearense é um personagem infantil criado com muito carinho pela escritora cearense Francinete Azevedo.

Fada Pérola é uma fadinha negra, jovem e muito bonita que, vive ajudando as crianças na hora do aperto.

A fadinha dá bons conselhos e orienta as crianças a praticarem só o bem e a preservar a natureza; combate o preconceito racial, as diferenças e a desigualdade social.



*O vídeo

O vídeo retrata o que as crianças de hoje, estão vendo, sabendo e sentindo sobre os efeitos do aquecimento global, conseqüências advindas do descaso a agressão à natureza.

O olhar da criançada vislumbra soluções amenizastes oriunda de um leque de idéias que surgem para salvar nosso planeta

A história prioriza os aspectos, cultural, educativo, alem de revelar talentos artísticos.



*O Ingresso

Vale como ingresso o desenho ou a frase dos 10 vencedores e de vários participantes convidados do concurso cultural, promovido pela direção através da internet (Orkut), escolas e individuais, envolvendo o assunto AQUECIMENTO GLOBAL, tema do Vídeo.



*Exposição: Salvar Nosso Planeta

Desenhos e frases resultantes do concurso cultural acima citado serão colocados em exposição na entrada do cinema.

No ensejo ocorrerá a premiação dos vencedores do concurso, homenagens a Jéssika Mendes a primeira atriz q. trabalhou com a diretora aos 5 anos e ao João Gabriel o ator mais dedicado.





POR UM BRASIL LIVRE DE TRANSGÊNICOS

Muito ainda se repete - e há os que acreditam - que a adoção de sementes transgênicas permitirá uma redução no uso de agrotóxicos. Em 2008 o Brasil atingiu a maior área plantada com sementes transgênicas, com quase sua totalidade ocupada por plantas tolerantes a herbicidas. Neste mesmo ano, o Brasil passou os Estados Unidos e se tornou o maior consumidor de venenos agrícolas do mundo. De acordo com reporagem do Valor Econômico (26/05), em volume, o consumo no Brasil cresceu 25%, saltando para 733,9 milhões de toneladas. Em 2008, os EUA registraram consumo de 646 milhões de toneladas, que correspondeu a US$ 6 bilhões.
O dado, que deveria ser um grande sinal de alera para a saúde pública, vem sendo festejado pela indústria. Em artigo recente para a revista Agroanalysis, o diretor executivo da ANDEF - Associação Nacional de Defesa Vegetal e professor da Esalq/USP José Otavio Mentem afirma que a partir dos dados resultantes do levantamento do uso de agrotóxicos no Brasil pode-se avalia que o país “tomou, corretamente, o rumo estratégico da competitividade do agronegócio”. E conclui que “... o fato de o Brasil alcançar a liderança mundial em defensivos agrícolas indica (...) que o país está construindo a tão necessária sustentabilidade – e de forma plena: nos âmbitos econômico, social e ambiental, ao gerar trabalho e renda no campo; nas cidades, ao promover a segurança alimentar e, ainda, ao fornecer energia a partir de matérias-prima renováveis.” Ao longo de seu artigo Mentem doura o uso massivo e não raramente descontrolado de agrotóxicos sob o eufemismo “emprego intensivo de tecnologia”.
De acordo com dados da Anvisa de 2009, mais 15% dos alimentos no País têm resíduos de agrotóxicos em excesso. Em 2007, foram registradas mais de 5.300 intoxicações e 162 mortes por agrotóxicos, segundo o Sisema Nacional de Informações Tóxico Farmacológicas, da Fiocruz. Estes números ainda estão incompletos, mas já apontam que foram mais de 1.500 casos de trabalhadores rurais contaminados e 1.200 casos de intoxicação acidental e 9 por ingestão de alimentos contaminados, conforme reportagem da Carta Capital (20/05).
Deve-se admitir que a argumentação é no mínimo inovadora, afinal de contas o professor consegue estabelecer relação entre uso de agrotóxicos e desmatamento ao afirmar que “o tratamento químico das lavouras no Brasil vem trazendo impacto fortemente positivo ao meio ambiente, na medida em que a tecnologia reduz a pressão pelo desmatamento por novas fronteiras agrícolas”.
Os dados do SINDAG - Sindicato Nacional da Indústria de Defensivos Agrícolas mostram que “a cultura que representa o maior mercado é o da soja, cujo consumo alcançou US$ 3,227 bilhões” e “os herbicidas representam a maior fatia do mercado, respondendo pelo consumo de 3.200 milhões de toneladas (44,9%)”. O mercado nacional de agrotóxicos movimenta 7,1 bilhões de dólares por ano no Brasil. Para a Andef, o mercado nacional tem potencial para “avanço mais consistente no futuro”. E basta olhar a pauta da CTNBio para ver como os transgênicos farão a sua parte. São 6 os pedidos de liberação comercial de sementes transgênicas, 4 delas modificadas para tolerar aplicações de herbicidas, 1 de planta Bt e 1 que é Bt e tolerante a herbicida.
Mas dizem que a “revolução biotecnológica” irá trazer novas sementes. A pauta da CTNBio, agora com as “novidades” que estão sendo testadas a campo mostra que dos 45 pedidos, 41 são para plantas tolerantes a herbicidas (91%), sendo 55% destes da Monsanto, 20% da Dow Agrochemicals e 18% da DuPont. São 31 pedidos para milho, 8 para soja, 3 para algodão, 2 para cana e 1 para feijão. Embrapa, Coodetec/Monsanto e Centro de Tecnologia Canavieira tem cada uma 1 pedido de liberação experimental. Os dados falam por si só.
Esta semana a Monsanto divulgou nota sobre suas estimativas de lucro, revisando-as para baixo em função da concorrência com o glifosato Chinês, mais barato. Mesmo assim, o lucro operacional do herbicida Roundup [feito de glifosato] será de cerca de US$ 2 bilhões, segundo a Gazeta Mercantil (28/05). A maior sementeira do mundo tem seu lucro vinculado à venda de agrotóxicos.
O milho Bt, já na primeira safra, não está controlando as lagartas como deveria, fazendo com que o agricultor continue usando inseticidas, como mostra reportagem no Paraná.Há quem comemore mesmo os feitos que nos fazem andar para trás.::




Butantan lança Portal Bílingüe e procura nome para uma Iguana

Instituto Butantan promove escolha do nome pela internet


O Instituto Butantan, órgão da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, lança portal bílingüe e interativo no dia 22 de junho e promove, entre os dias 22 e 30 de junho uma votação para escolher o nome para uma Iguana.

“O objetivo deste novo portal é aproximar o Butantan com outras organizações de pesquisa no mundo e possibilitar mais interação do nosso público com essa instituição centenária”, comemora Tiago Oliveira, responsável pela comunicação do Butantan.

A iguana é macho e há quatro anos vive no Butantan, já acostumada com os biólogos do Museu Biológico, onde ela vive, receberá o nome escolhido entre os dias 22 e 30 de junho.

“Queremos aproximar as crianças e os visitantes com os animais” explica Dr. Otavio Azevedo Mercadante, diretor do Instituto Butantan. “A idéia é fazer com que, mais próximas, as pessoas não maltrate ou abandone esses animais", acrescenta Giussepe Puorto, biólogo e diretor do Museu Biológico.

Para votar, é só entrar no site do Butantan (www.butantan.gov.br) e escolher entre as opções: Dino, Jura, Papudo ou Verdugo.

O resultado será anunciado no dia 01 julho no próprio site.

A entrada para os museus Biológico, de Microbiologia e Histórico é única e custa R$ 6, sendo que estudantes com identificação pagam R$ 2,50. Crianças até sete anos, idosos a partir de 60 anos e portadores de necessidades especiais não pagam. A bilheteria funciona de terça-feira a domingo, das 08h45 às 16h15. Os museus funcionam de terça-feira a domingo, das 9h às 16h30. O endereço é Avenida Vital Brasil 1.500, Butantã, Zona Oeste.





Filme ambiental “HOME”

A PUMA apóia o filme ambiental "HOME", dirigido por Yann Arthus-Bertrand, fotógrafo e autor de "Earth From Above", e dirigido por Luc Besson. O filme foi lançado mundialmente em 5 de junho de 2009, Dia Mundial do Meio Ambiente, em cinemas, em DVD e na televisão e na Internet. Através do projeto PUMAVision, a puma.creative.

A PUMAVision une todas as iniciativas da PUMA que se encaixam no título 'Responsabilidade Social Corporativa', dando a elas uma direção e uma estrutura coerentes. Vem de uma visão de um mundo que é melhor do que o que conhecemos agora -- um mundo que é mais seguro, mais pacífico e mais criativo. Os programas da PUMAVision, puma.safe, puma.peace e puma.creative refletem o compromisso da PUMA com a responsabilidade social e ambiental e definem as parcerias e iniciativas que a PUMA apoiará. A puma.creative financia a projeção de HOME no Planetário na Cidade do Cabo, na África do sul, no Museu Nacional de Nairobi, no Quênia, e no Instituto de Arte Contemporânea (ICA), em Boston, organizada em cooperação com o Serviço Cultural Francês, entre outros.

O documentário sobre questões ambientais, que foi filmado em cinqüenta países e rodado inteiramente em alta definição, oferece um poderoso comentário sobre as principais questões ambientais e sociais que desafiam nosso mundo e exige uma nova consciência de que proteger a terra é indispensável. É o resultado de uma colaboração entre o fotógrafo Yann Arthus-Bertrand, o produtor e diretor Luc Besson e Francois-Henri Pinault, o Principal Executivo do grupo de luxo francês PPR -- o acionista majoritário da PUMA e o parceiro mundial exclusivo de HOME.

"Criar consciência do estado de emergência do nosso meio ambiente é crucial e o primeiro passo para um manuseio melhorado de nossos recursos naturais", disse Jochen Zeitz, Presidente e CEO da PUMA. "Em conformidade com nosso conceito PUMAVision, a PUMA implementou inúmeras iniciativas ambientais através de diversos programas que visam reduzir nossa 'impressão de pata' -- os efeitos que as operações e ações da PUMA têm sobre o meio ambiente. O filme HOME nos inspira a trabalhar para fazer uma contribuição positiva para nosso planeta. Esperamos que ele inspire as platéias em todos os lugares", acrescentou.

É o primeiro filme a ser lançado simultaneamente em todas as mídias e todos os continentes. O lançamento mundial simultâneo proporciona ao maior número possível de pessoas a oportunidade de assistir a este documentário profundo como um coletivo global. Toda renda de produtos de merchandising relacionados com o filme serão doadas à organização www.goodplanet.org.

Para mais informações sobre o filme, visite http://www.home-2009.com




Ruralistas privatizam a Amazônia

Por Redação do Greenpace

Futuro da floresta está nas mãos de Lula.

Após uma longa e acirrada disputa de mais de cinco horas, a bancada ruralista do Senado conseguiu impor ao país, por uma apertada maioria de 23 votos a favor a 21 contra e uma abstenção, a Medida Provisória 458, a MP da Grilagem. A MP apresentada pela presidência da República com a justificativa de legalizar terras ocupadas na Amazônia Legal havia sido aprovada na Câmara dos Deputados com a inclusão de emendas que beneficiam grileiros de terras públicas e empresas. A medida possibilita que 80% das terras públicas apropriadas irregularmente, o equivalente a 67 milhões de hectares, sejam privatizadas.

Agora, a MP 458 segue para aprovação do presidente Lula. “O congresso privatizou escandalosamente a Amazônia, o que vai aumentar o desmatamento e acelerar as mudanças climáticas. Os ruralistas insultaram a memória de tantos brasileiros que, como Chico Mendes, morreram na defesa do maior patrimônio ambiental do país”, disse Paulo Adario, diretor da campanha da Amazônia do Greenpeace. “Agora a responsabilidade para evitar esse desastre está nas mãos daquele que o criou, o presidente Lula, que precisa seguir o conselho de Marina e vetar os parágrafos da medida que ameaçam o meio ambiente.”

Em um discurso emocionante que, certamente, entrará para a história, a senadora Marina Silva (PT/AC) falou da violência causada pela grilagem na Amazônia. Entre 1999 e 2008 5.380 conflitos envolveram 2,7 milhões de pessoas, provocando 253 mortes por assassinado. “Os defensores dessa medida dizem que ela não vai legalizar a grilagem, mas não é o que pensam os especialistas. A MP 458 vai jogar por terra 15 anos de trabalho de promotores sérios contra a grilagem. Aqueles que grilaram vão ganhar o título de cidadão de bem”, disse Marina.

Juntamente com o senador Aloizio Mercadante (PT/SP), Marina até tentou uma negociação. A proposta foi manter o texto dois aspectos do texto proposto inicialmente pelo governo: prazo de 10 anos para que as terras regularizadas sejam vendidas (na Câmara dos Deputados, esse período foi reduzido para três anos) e possibilidade de empresas sejam donas de terras amazônicas. Ironicamente, esse último item possibilita a internacionalização da Amazônia por empresas transnacionais, exatamente o que o falso argumento usado pelos ruralistas para tentar desqualificar o trabalho do Greenpeace .

Outro aspecto negativo é que os imóveis de ate 400 hectares não precisam passar por vistorias para serem regularizados. Pela MP 458, o governo aceitará uma declaração do próprio beneficiado descrevendo a situação em que suas terras se encontra para regularizar a aterra, o que abre brecha para fraudes.

Agora, cabe ao presidente Lula não deixar que a bancada ruralista, liderada pela senadora Kátia Abreu (DEM/TO) empurre goela abaixo da sociedade brasileiras a regularização da grilagem.




Economia versus preservação

Os recentes ataques desferidos contra as leis ambientais no Brasil mostram que está, enfim, chegando a hora de enfrentarmos com seriedade e sem esquivas o dilema crescimento econômico versus preservação do meio ambiente.

Exemplos não faltam, mas o mais chocante vem de Santa Catarina, onde, ironicamente, o desrespeito às leis ambientais foi um dos maiores responsáveis pela tragédia das enchentes no ano passado. A Assembléia Legislativa catarinense aprovou em março um código estadual do meio ambiente que, entre outras coisas, reduz de 30 para cinco metros a área de proteção obrigatória das matas ciliares (vegetação que protege as margens dos rios, com função similar à de sobrancelhas e cílios para os nossos olhos). O tal código estabelece também que toda terra já cultivada no estado seja considerada "área consolidada", o que garante a continuidade de produção mesmo onde ela ocorre ilegalmente em regiões de preservação.

Curto e grosso assim, um exemplo seco de total desprezo pelas mínimas necessidades da vida selvagem em nome de uma aparentemente incontrolável necessidade de expansão da área cultivada. Um detalhe: o código é francamente inconstitucional, pois a legislação estadual não pode ser mais permissiva que a federal equivalente.

Em Brasília, estão tentando reduzir as reservas legais, as áreas que devem ser preservadas nas propriedades rurais (sendo que as porcentagens variam de uma região para outra do país) e há iniciativas para revogar decretos de proteção de dez milhões de hectares em unidades de conservação federais (uma área que corresponde a mais de duas vezes o estado do Rio de Janeiro).

A ofensiva, liderada por políticos da bancada ruralista, tenta também anular os efeitos de recentes iniciativas governamentais para frear o desmatamento, como o Plano de Combate ao Desmatamento da Amazônia, que corta o crédito rural de fazendeiros que desmataram ilegalmente, e o decreto 6.514, que prevê sanções administrativas pelo descumprimento do Código Florestal.

Enquanto isso, nove reservas em diferentes pontos do país estão emperradas na Casa Civil esperando autorização, pois o Ministério das Minas e Energia tem interesse nas áreas. Já o Ministério do Meio Ambiente recebeu apenas mil dos três mil novos fiscais que pediu para lutar contra o desmatamento na Amazônia. E a intenção de criar a Guarda Florestal Nacional ficou só na intenção. A lista de ataques não pára por aí, e seria cansativo para o leitor se eu tentasse esgotá-la neste espaço.

Enquanto tudo isso acontece, assistimos, perplexos, ao ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, elogiar o exemplo catarinense e brincar de vidente ao "prever leis ambientais mais flexíveis no país". Stephanes também tem defendido crimes como a liberação da agricultura em topo de morros e encostas e quer que a compensação de áreas desmatadas ilegalmente possa ser realizada com reflorestamento em locais distantes, até mesmo em outros estados (algo tão absurdo quanto propor que você resolva o problema causado pelo buraco no telhado da sua casa consertando o telhado da casa do seu vizinho). O ministro podia perguntar aos catarinenses que tiveram parentes mortos e casas destruídas pelas enchentes o que acham das suas idéias.

Stephanes está na linha de frente da ofensiva, fazendo ameaças, como a previsão de que, caso não sofra modificações profundas, o Código Florestal inviabilizará "quatro milhões de hectares produtivos, quinze milhões de toneladas de produtos, além de provocar o desaparecimento de milhares de agricultores, propriedades e até de pequenos municípios".

Essa fala do nobre ministro esclarece, portanto, o que a maior parte dos ambientalistas prefere fingir que não vê: ao contrário do que ouvimos muito por aí, meio ambiente e crescimento econômico se chocam, sim, e não são naturalmente compatíveis. É preciso tirar de um para dar ao outro. E é preciso coragem para encarar um debate sobre esse fato, para que se possa questionar o paradigma da premência do crescimento econômico sem fim.

Quando a discussão acerca da questão ambiental se acentua, os defensores da teoria furada do crescimento eterno usam em sua defesa os argumentos da ameaça ao crescimento econômico, aos empregos, à saúde da economia. É neste ponto que os ambientalistas costumam recuar, afirmando ser possível aliar crescimento econômico e preservação, discurso sempre presente na mídia de massa e nos bolsos dos coletes do ministro Minc.

É claro que poderíamos adiar este embate se a elite brasileira não fosse tão pré-histórica em suas práticas nem tão cega para qualquer coisa que não signifique o lucro imediato, com o menor esforço possível e a qualquer preço. Se empresários e ruralistas aceitassem a possibilidade de uma margem de lucro um pouco menor, o choque entre preservação e crescimento da economia poderia ser empurrado para frente, para daqui a dez ou quinze anos, caso houvesse, por exemplo, real interesse na recuperação dos tais 60 milhões de hectares em áreas degradadas, ao invés de desmatar novas áreas. Ou se aplicássemos técnicas para melhor aproveitamento das áreas produtivas. Ou ainda se buscássemos seriamente alternativas para aproveitamento econômico da floresta com atividades verdadeiramente sustentáveis. Ou se pensássemos na agricultura em termos mais amplos, com olhos voltados para todos os tamanhos de propriedades e para a diversificação e não só nas grandes propriedades monocultoras. Ou talvez se enxergássemos a função social da propriedade, tal qual manda a Constituição.

Mas nada disso é mais rentável que simplesmente derrubar mata virgem e tocar fogo, e esse fato singelo faz a conversa terminar por aí quando falamos de capitalismo brasileiro. Mesmo na hipótese da aplicação de opções como as descritas acima, depois de certo tempo o embate entre crescimento econômico e preservação voltará à tona. Não há como fugir disso. Enquanto não tivermos coragem de enfrentar seriamente essa verdade continuaremos a ser presas fáceis daqueles que se aproveitam das brechas nas nossas argumentações para enriquecerem às custas da natureza.

Não é possível que toda vez que alguém fale em "ameaça ao crescimento econômico" os ambientalistas corram para apagar o fogo e tentar apaziguar, apegando-se ao discurso oficial, amparado em grande parte pela sede das grandes ONGs ambientalistas por patrocínios polpudos. É preciso, ao invés disso, que cada um mostre realmente de que lado está, comprando a briga e aprofundando este debate, sem medo de suas conseqüências.



Um dia mundial do meio ambiente inspirador


Já que estamos na semana do meio ambiente, não custa nada falar um pouco de inspiração, especialmente inspirado pelo professor José Goldemberg, que abriu o painel “Projetos mobilizadores e comunicação estratégica”, realizado hoje (03/06), último dia do Seminário de Marketing Sustentável, realizado pela Unomarketing, na Fecomércio, em São Paulo.

O destaque foi frase utilizada pelo professor Goldemberg para expressar a sua indignação em relação à forma como o homem vem tratando o meio ambiente: “Estamos vivendo uma experiência planetária, mudando a composição da atmosfera e isso é terrível”. Para o professor, a única inspiração que a nossa sociedade pode ter, nesta semana do meio ambiente, é a de mobilizar-se “e cobrar das autoridades medidas que minimizem os impactos ambientais e sociais” e, das empresas, cobrar a publicação anual de um relatório de impacto ambiental de suas operações e as medidas adotadas para minimizá-las.

Uma palestra nada otimista. Na verdade, o conceituado físico brasileiro deu 50 anos para o esgotamento das fontes energéticas do Planeta. Ficou uma impressão de que iniciamos uma catástrofe e tanto para um ambiente com mais de 6 bilhões de pessoas, mesmo que leve os 50 anos. Principalmente quando Goldemberg fez a pergunta que ninguém responde: “O que sobrará para as próximas gerações?”

Nos dois dias do seminário da Unomarketing ninguém procurou responder a essa pergunta diretamente, mas no fundo estivemos ali todos querendo saber o que podemos fazer para evitar que essa “profecia” científica se cumpra. O que se ouviu foi que podemos fazer muito. O próprio professor Goldemberg deixou claro que o papel da comunicação é fundamental. Helio Mattar, do Instituto Akatu, reconheceu que a mídia tem contribuído para a mobilização da sociedade, inclusive nas classes C e D.

Discutiu-se, claro, as condições em que essa comunicação vem sendo produzida. O jornalismo admitiu que precisa trazer para o debate pautas importantes sobre a sustentabilidade; o “marketing verde”, que virou moda e vem fazendo a cabeça das empresas para os investimentos em projetos sociais e ambientais, reconheceu que a transparência é fundamental; assim como os publicitários se mostraram conscientes das novas relações entre os consumidores e as marcas dos produtos e a importância que isso passou a ter sobre as práticas da propaganda.

Mas o tema que alinhavou os debates, dentro das plenárias e fora delas, no seminário da Unomarketing, foi o papel da internet, a caçula das mídias e a que mais impactos vem provocando na mobilização da sociedade em torno do tema da sustentabilidade. A Web 2.0 e a chamada “social media”, que coloca em ebulição os profissionais de comunicação em todo o mundo, parece ter derrubando de vez o muro da comunicação unilateral. Em breve não se saberá mais quem está de que lado, no famoso processo de comunicação “emissor, canal, receptor”, tão popular na era pré-internet.

Quer saber mais? Está tudo no blog produzido pela Envolverde (http://unomarketing.blogspot.com/). Leia, comente, critique, relate sua experiência. “A hora é agora”, para voltar ao professor Goldemberg, que inspirou o início desse artigo.





Bertin, Carrefour, Wal Mart e Pão de Açúcar respondem ao relatório do Greenpeace

O relatório A Farra do Boi na Amazônia já repercute nas empresas envolvidas na cadeia de custódia de gado. Veja as respostas da Bertin, Pão de Açúcar, Wal Mart e Carrefour aos dados do relatório, e a nossa análise.

Bertin S.A.

A Bertin S.A. esclarece que suas operações são baseadas no compromisso de administrar seus negócios de forma integrada com a responsabilidade social e ambiental. Para isso, faz permanentes investimentos em iniciativas que minimizam os impactos resultantes de suas atividades, visando ser uma referência no setor.

A companhia obedece estritamente às leis brasileiras trabalhistas, ambientais, fiscais e todas as outras referentes à sua atividade.

A Bertin tem a convicção de que o caminho para a evolução da pecuária no Brasil é a sustentabilidade. Sempre esteve à frente em iniciativas desenvolvidas com ONGs e organismos nacionais e internacionais que trouxessem aprendizados para a empresa e que a tornassem referência em assuntos que tanto interessam à coletividade. A Bertin adotou no setor práticas pioneiras ao combate à irregularidade, imprimindo ações voltadas ao benefício de toda a cadeia e ao bem do setor. Por isso, possui um programa específico de Procedimento de Compra de Gado, que considera critérios socioambientais dos fornecedores. Esse método visa garantir, por meio do monitoramento e controle de cadastro de fornecedores, o atendimento à legislação ambiental, trabalhista, de segurança de trabalho, entre outros. O programa estabelece um conjunto de critérios para credenciamento de fazendas, que incluem a não condenação por trabalho escravo, por grilagem de terras, por violência agrária, por desmatamento ilegal e não possuir, criar ou adquirir gado em áreas indígenas.

A empresa está de acordo com o Plano Nacional de Prevenção e Combate ao Desmatamento da Amazônia (PPCDAM), cumpre o Decreto 6.514 – que proíbe adquirir, intermediar, transportar ou comercializar produto ou subproduto de origem animal ou vegetal produzido sobre área objeto de embargo, integra o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo e utiliza as informações disponibilizadas por órgãos como o INCRA – Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária – para se certificar que o produtor não usufrui de terras griladas.

Sobre as considerações realizadas nesta segunda-feira, 01 de junho de 2009, no relatório apresentado pelo Greenpeace, a Bertin faz questão de esclarecer que segue rigorosamente sua política de compra de gado acima detalhada e que todos os seus fornecedores são legais e não constam nem da lista suja – do Ministério do Trabalho e Emprego que condena práticas semelhantes à escravidão – nem de lista Embargada publicada pelo IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis). Como resultado deste compromisso, a Bertin adotou o critério de figuração na lista para descredenciar fornecedores. Sendo assim, já excluiu 141 que constavam na lista de áreas embargadas e mais 24 por estarem presentes na lista suja.

Nossas unidades exportadoras têm sistemas de rastreabilidade de matéria-prima e são todas credenciadas pelo Serviço de Inspeção Federal (SIF). Para atender ao mercado interno, o documento de origem emitido pelo SIF é uma CSN ou Guia de Trânsito, sem especificação de habilitação, ou seja, impossibilitado de utilizar esta matéria-prima para elaboração de produtos destinados à exportação para EUA e países da União Européia.

No que diz respeito à atuação com couros, 82,5% é proveniente de unidades próprias da Bertin, ou seja, totalmente regular em questões de quaisquer naturezas sejam elas fundiárias, trabalhistas, ambientais entre outras. O
restante é adquirido de outros frigoríficos como Marfrig, Frigol, Fricon, Margen, Frical, Paloma, Rondosafra e Eldorado e corresponde a 17,5%.

Dado à aquisição de terceiros, a Bertin se compromete a averiguar a procedência deste couro e caso haja situações irregulares, haverá interrupção imediata do acordo comercial entre a Bertin e estes fornecedores até que tudo esteja absolutamente dentro dos padrões exigidos pela legislação.

A empresa ressalta ainda que está à disposição de todo e qualquer movimento relacionado à preservação da Amazônia, levando sempre em consideração a importância ambiental da região e também os aspectos sociais envolvidos.

Análise do Greenpeace sobre a resposta da Bertin:

É inegável que no processo de implementação das cláusulas do empréstimo do IFC, a Bertin tem adotado práticas melhores. Excluiu fornecedores com embargo e trabalho escravo.

No entanto, conforme o Greenpeace denuncia no relatório “Farra do Boi na Amazônia”, ainda há problemas sérios nos fornecedores da empresa que ela não pode ignorar. A Bertin afirma, por exemplo, que “estabelece um conjunto de critérios para credenciamento de fazendas, que incluem a não condenação por trabalho escravo, por grilagem de terras, por violência agrária, por desmatamento ilegal e não possuir, criar ou adquirir gado em áreas indígenas."

O desmatamento na Amazônia é um problema emergencial, que agrava as mudanças climáticas globais. Assim, limitar essa exclusão ao critério de "não condenação", atrasa a tomada de decisões. No caso do desmatamento, o tempo médio de tramitação de uma multa no IBAMA, segundo estudo da ONG Imazon, é de 7 anos, o que torna o critério absolutamente inócuo.

Outro exemplo desse tipo de demora está em um caso de trabalho escravo, de fornecedor da Bertin que entrou na lista suja em dezembro de 2008, mas cujos trabalhadores haviam sido libertados em uma blitz ocorrida há dois anos, tempo que levou para o processo tramitar no MTE (Ministério do Trabalho e Emprego).

Em nossa pesquisa encontramos fazendas que desmataram em 2008 e continuam desmatando atualmente, transportando carregamentos freqüentes de animais para frigoríficos da Bertin. Identificamos dezenas de fazendas que possuem multas (em tramitação) por desmatamento ilegal e são fornecedores regulares. Assim, ausência de condenação não representa um atestado de bons antecedentes.

Com relação a compra de animais de áreas sob embargo, o Ministério Público Federal está processando o Bertin por continuar comprando de áreas embargadas, justamente sob o decreto Decreto 6.514, que eles afirmam cumprir. Fazendas alvo de violência contra sem-terras são fornecedores regulares.

E no caso de terras indígenas acabamos de provar que compraram, possivelmente pelo simples fato de não terem a menor idéia de onde as fazendas fornecedoras realmente ficam.

O contrato da Bertin com o IFC exige o cadastramento de fazendas, regularização fundiária e licenciamento ambiental num prazo de 5 anos. Sempre alertamos (em carta do GT Floresta ao IFC, anterior à aprovação do empréstimo) que esses critérios eram impossíveis de serem cumpridos. Mesmo assim, o empréstimo foi concedido. Recentemente, em uma reunião do Grupo de Trabalho da Pecuária, criado pelo IFC, o banco informou que irá rever esses critérios, pois não é possível cumprí-los, numa mudança de princípios inadmissível.

O que os frigoríficos precisam fazer:

- Declarar uma moratória imediata para novos desmatamentos na Amazônia.

- Criar um sistema de monitoramento que evite a compra de animais de fazendas em terras indígenas, com desmatamento ilegal e trabalho escravo. Para isso, devem informar que os a fazenda de origem e sua localização georreferenciada para cada lote de produto fornecido. Este tipo de sistema já existe hoje no Brasil para as vendas de carne fresca, resfriada e congelada realizadas pelos frigoríficos para a União Européia e o Greenpeace entende que o cidadão brasileiro não pode ser tratado como um cidadão de segunda classe. Esse sistema, que tem finalidade sanitária, precisa ser estendido para compreender também prerrogativas ambientais e sociais, além das carnes processadas e couro.

Para isso, essas informações sobre as fazendas e seus proprietários devem ser cruzadas com listagens de cadastro rural, multas do Ibama, multas por trabalho escravo e guias de transporte animal (GTAs). Um sistema de análise de imagens de satélite deve ser implementado para monitorar a ocorrência de novos desmatamentos, com a exclusão imediata de proprietários rurais que desmatarem, a exemplo do que ocorre no processo da moratória da soja, declarada pela Abiove em 2006.

As respostas das redes de supermercado:

Pão de Açúcar

O Grupo Pão de Açúcar mantém vários mecanismos e ações como forma de coibir o comércio de produtos ligados às cadeias produtivas da pecuária que não cumpram legislações trabalhistas e ambientais, a começar pelos nossos contratos de fornecimento. Neles, o fornecedor assina uma declaração compormetendo-se a atender as disposições especificas da legislação sobre proteção do meio ambiente e de segurança e medicina do trabalho.

Outra ação realizada pela Companhia é o programa 'Tear', promovido pelo Ethos e pelo Fundo Multilateral de Investimento (Fumin), do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O programa tem como objetivo promover a adoção de melhores práticas de produção e comercialização de carnes, baseadas em políticas de respeito aos direitos trabalhista e de preservação do meio ambiente reconhecidos mundialmente.

Além disso, desde 2008, o Grupo Pão de Açúcar é signatário do Pacto Empresarial Conexões Sustentáveis, promovido pela ONG Movimento Nossa São Paulo e o Forum Amazônia Sustentável. A companhia participa do movimento em três esferas: pecuárias, soja e madeira. Com o pacto, o Grupo se compromete a não adquirir produtos de fornecedores que figurem na Lista Suja do trabalho escravo, do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) ou provenientes de terras embargadas pelo Ibama. A empresa acompanha os relatórios e documentos do órgãos como forma de monitorar eventuais irregularidades e toma medidas preventivas e punitivas do ponto de vista comercial no caso de comprovada qualquer infração. Em relação ao fato apontado pelo Greenpeace, a empresa informa que já convocou seus fornecedores para esclarecimentos a respeito das alegações e irá tomar as medidas cabíveis para que se faça cumprir o compromisso firmado em contrato com seus fornecedores e a política da empresa no que tange a uma gestão socioambientalmente correta.

Wal-Mart Brasil

O Wal-Mart considera muito graves as acusações do relatório do Greenpeace sobre a Amazônia e vai cobrar imediatamente esclarecimentos das redes de frigoríficos do Brasil. A empresa não tolera práticas ilegais da pecuária bovina e possui declarações formais dos fornecedores de carne garantindo que os produtos fornecidos à empresa não vêm de áreas embargadas pelo Ministério do Meio Ambiente ou da Lista Suja do Trabalho Escravo, do Ministério do Trabalho. Esses fornecedores são, seguindo orientação e exemplo do Wal-Mart, signatários dos Pactos Socioambientais da Soja, Madeira e Pecuária, além do Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo no Brasil, do qual o Wal-Mart é signatário fundador.

O Wal-Mart também atua proativamente no sentido de participar da elaboração de políticas públicas socioambientais. Por meio de fóruns com fornecedores e ONGs, a empresa trabalha para ampliar a adesão de cada vez mais fornecedores aos pactos; inclusive inserindo nos contratos comerciais cláusula específica contra trabalho escravo e infantil.

Carrefour

O Carrefour afirma que é uma empresa comprometida com as práticas que contribuírem para a preservação do meio ambiente e o desenvolvimento social.

Os produtos que comercializa, inclusive nos açougues de toda a sua rede, são provenientes de contratos que seguem rigidamente as formalidades legais, exigidas pelas entidades reguladoras.

Há dez anos, o Carrefour adota um programa específico de garantia de origem com critérios de rastreabilidade de seus produtos, que permitem um controle na cadeia produtiva, e está sempre disposto a dialogar no sentido de aprimorar suas práticas sustentáveis.

Análise do Greenpeace às redes de supermercados:

Embora as declarações dos fornecedores, esclarecimentos,cláusulas contratuais e participação em programas socioambientais sejam ações positivas, não são mecanismos eficientes para garantir a exclusão da destruição da Amazônia da cadeia de suprimentos dos supermercados. Prova disso é que o Ministério Público Federal acaba de comprovar grandes suprimentos de carne de áreas desmatadas ilegalmente e embargadas, para o Pão de Açúcar, Wal Mart e Carrefour.

Os supermercados precisam exigir das empresas frigoríficas uma moratória imediata para novos desmatamentos na Amazônia.

Além disso, devem exigir provas definitivas de que não estão comprando de fazendas em terras indígenas, com desmatamento ilegal e trabalho escravo. Para isso, devem solicitar que os frigoríficos informem a fazenda de origem e sua localização georreferenciada para cada lote de produto fornecido. Este tipo de sistema já existe hoje no Brasil para as vendas de carne fresca, resfriada e congelada realizadas pelos frigoríficos para a União Européia e o Greenpeace entende que o cidadão brasileiro não pode ser tratado como um cidadão de segunda classe. Esse sistema, que tem finalidade sanitária, precisa ser estendido para compreender também prerrogativas ambientais e sociais, além das carnes processadas e couro.

Para isso, essas informações sobre as fazendas e seus proprietários devem ser cruzadas com listagens de cadastro rural, multas do Ibama, multas por trabalho escravo e guias de transporte animal (GTAs). Um sistema de análise de imagens de satélite deve ser implementado para monitorar a ocorrência de novos desmatamentos, com a exclusão imediata de proprietários rurais que desmatarem, a exemplo do que ocorre no processo da moratória da soja, declarada pela Abiove em 2006.

Chama a atenção, nas declarações das empresas, o fato de os supermercados buscarem excluir de suas cadeias de suprimento apenas as fazendas envolvidas em trabalho escravo e desmatamento ilegal. Em um mundo preocupado com as mudanças climáticas, as grandes cadeias varejistas internacionais precisam ir além, e excluir todos os produtos relacionados a novos desmatamentos, de seus pontos de venda.



Cadbury celebra Dia Mundial do Meio Ambiente com apoio ao tema da ONU de combate às mudanças no clima global


Na América do Sul, a Cadbury investe em ações para redução do consumo, até 2010, de 30% da água, e 15% de energia e de dióxido de carbono



São Paulo, 05 de junho de 2008 – A Cadbury, uma das maiores empresas de confeitos do mundo, anuncia apoio ao tema da ONU – Organização das Nações Unidas – para a comemoração do Dia Mundial do Meio Ambiente, em 2009: “Seu planeta precisa de você”, que tem por objetivo conscientizar as pessoas que para o combate ao aquecimento global deve haver envolvimento de todos por meio de ações diárias.



Essa é uma das iniciativas da empresa, em nível global, de apoio às causas que envolvem a preservação do meio ambiente. A Cadbury, também, desenvolve ações na América do Sul para, até 2010, reduzir o consumo de 30% de água, e 15% de energia e de dióxido de carbono.



A Cadbury lançou, há dois anos, o programa “The Green Advocates” (Os Defensores Verdes), em que funcionários da empresa se comprometem, em seus países, a apoiar causas ambientais em nome da companhia. Na América do Sul, já são 70 funcionários engajados.



Brasil



No Brasil, a Cadbury tem um forte programa de reciclagem e tratamento de água na planta de Bauru. A Estação de Tratamento de Efluentes da planta tem capacidade para tratar até 750 mil litros de água por dia. Entre os anos de 2007 e 2008, a diminuição do consumo chegou a 17%, ou 40 mil m³ --16 piscinas olímpicas cheias. Para 2009, a empresa assumiu o compromisso de reduzir em mais 10% o consumo de água com relação a 2008.



Todo o esgoto sanitário e industrial passa por uma série de processos de purificação, até que a água utilizada na fábrica fique 99% livre de impurezas. A água segue, então, para o rio Bauru, e volta para o meio ambiente limpa. Todo o dejeto restante do processo de purificação da água é enviado para uma empresa terceirizada, e transformado em adubo.



Além disso, a planta está sendo equipada com instalações de gás natural em substituição a óleo combustível e painéis solares para aquecer a água das caldeiras e dos vestiários. A água usada no processo produtivo é reutilizada, por meio de sistemas fechados de resfriamento.



A planta de Bauru também tem um programa de coleta seletiva de lixo em cada linha de produção. Dessa forma, os resíduos não-orgânicos (como o plástico das embalagens, por exemplo), são descartados de forma correta, e enviados para reciclagem.



SAC Cadbury Adams: 0800 725 3045



Sobre a Cadbury no Brasil



A Cadbury plc, presente no Brasil há 64 anos, é líder no segmento de confeitos no País. Desde 2003, quando a Cadbury Schweppes adquiriu globalmente a Adams, o grupo ganhou a posição de líder no mercado global de confeitos e, no Brasil, a companhia passou a ser conhecida por Cadbury Adams. A empresa emprega mais de 2.400 pessoas no país, e possui uma das mais modernas fábricas de confeitos do mundo, instalada na cidade de Bauru, interior de São Paulo. Em maio de 2008, com a separação das unidades de confeitos e bebidas, a identidade corporativa da empresa passou a ser Cadbury plc. Seu portfólio conta hoje com quatro marcas de gomas adultas – Trident, Clorets, Chiclets e Freshen-up –; três marcas de gomas infantis – Ping Pong, Ploc e Bubbaloo –; o drops Vita-C – o primeiro enriquecido com Vitamina C –; além dos drops Halls e da bala Frumelo. Para mais informações acesse: www.cadburyadams.com.br.



Sobre a Cadbury no mundo



A Cadbury plc é um importante grupo internacional que produz, comercializa e distribui confeitos e bebidas em todo o mundo. Com 200 anos de história, atualmente os produtos da Cadbury plc – que incluem marcas como Cadbury, Flakes, Halls, Trident, Dentyne, Bubblicious, – são saboreados na maior parte dos paises. O grupo emprega cerca de 50 mil pessoas e tem fábricas em cerca de 60 países. É a única empresa de confeitos do mundo com uma posição forte em chocolates, confeitos de açúcar e gomas de mascar. É uma das líderes mundiais na produção e comercialização de balas, chocolates e gomas de mascar.

Comunicação Corporativa da Cadbury

EXPOSIÇÕES

Pintura cearense em nova perspectiva

O artista plástico cearense Rian Fontenele abre hoje a exposição individual “Elogio da Sombra”


O artista plástico cearense Rian Fontenele abre a exposição individual “Elogio da Sombra” hoje, dia 25 de junho, quinta-feira, na Galeria Mariana Furlani Arte Contemporânea, apresentando seus mais recentes trabalhos em pintura.

A mostra, que estará aberta para visitação até o próximo dia 24 de julho, contará com aproximadamente 25 obras de grandes dimensões, painéis que variam entre 120 x 120 cm a 200 x 450 cm, além dos estudos desses trabalhos, todos integrantes das séries “Em louvor da Sombra”, “Noturnos e brincantes” e “Columpiantes”, às quais o artista vem se dedicando há pouco mais de um ano. Utilizando nanquim, esmalte, carvão, acrílica e óleo sobre tela, o pintor, gravador e desenhista cearense Rian Fontenele apresenta nesta exposição trabalhos sóbrios, elaborados a partir da sobreposição de aguadas extremamente tênues, quase aquarelas em grandes formatos, até pinturas com camadas.

O artista aboliu as linhas precisas que delimitavam personagens em corpos nítidos, que habitualmente apareciam em seus desenhos, para se perder na perspectiva do volume, com corpos flutuantes e borrados, que dissolvem as fronteiras entre corpo e não-corpo, estabelecendo uma relação entre o abstrato e o figurativo. Uma tentativa de infiltrar-se na noite, em meio às sombras e às luzes, para se encontrar. Personagens que buscam a liberdade na escuridão. As figuras, que parecem quererem se apagar, encontram-se envoltas por uma bruma, reunidas, compondo imagens de um mundo flutuante que evidencia a luta entre o branco e o negro em um elogio à sombra a partir da presença da luz.
As obras a serem apresentadas na exposição “Elogio da Sombra” dão continuidade ao tema abordado pelo artista plástico no trabalho “Em louvor da sombra”, da série “Noturnos”, integrante do Projeto Diálogos, lançado no último mês de março pelo Restaurante L’Ô, em Fortaleza-CE. Quase todas as obras que irão compor essa mostra podem ser conferidas na exposição virtual no novo site: www.rianfontenele.com.br, que .constitui-se em um local de encontro entre o artista, sua obra e o público.



Arte em alto relevo

O paulista Roberto Vivona inaugura hoje mostra “Concreto Cultura”

Apreciadores e curiosos do mundo da arte terão a oportunidade de conhecer de perto as obras do artista plástico paulista, Roberto Vivona, durante a exposição Concreto Cultura, realizada em parceria com os Correios. O evento acontece no período de 18 de junho a 1º de agosto, no Espaço Cultural dos Correios de Fortaleza, na Agência Central. O coquetel de lançamento da exposição acontece no dia 18 de junho, às 19h.
Roberto Vivona é Artista Plástico e Curador da Exposição. Formado pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (SP), ele é artista plástico auto-didata. Participou de exposições como Criart (SP – 1996), Prodan (SP – 1998), Metro (SP – 1998), Sturion Design (SP – 1999), Brasil 500 anos (SP – 1999), dentre outras. É a primeira grande exposição de Vivona, no Estado do Ceará. Nela, o artista apresenta aos cearenses obras inspiradas na civilização Maia, nas morenas da Bahia, no jazz norte-americano e nos dragões chineses, entre outras referências culturais. Serão exibidas ao todo 30 obras que retratam traços da cultura de diferentes povos, em diferentes épocas da humanidade.
As imagens têm como matéria-prima o concreto-celular (material usado normalmente na construção civil). Outra peculiaridade do trabalho do artista plástico é a produção, por parte do próprio Vivona, de todas as tintas e tonalidades específicas para cada um dos trabalhos. Assim, o artista cria uma nova estética, capaz de contar histórias, reviver mitos, crenças e conservar memórias. O projeto permite aos visitantes uma leitura mais apurada dos caminhos percorridos pelo homem em seus diferentes momentos históricos.
Os interessados podem visitar gratuitamente a Mostra, de segunda à sexta-feira, das 8h às 18h, e aos sábados até o meio dia.






Arte Postal

Mostra acontece até o dia 25 de junho, na Galeria Antônio Bandeira

Na era da comunicação instantânea e em tempo real através da internet, o gesto de escrever cartas ganha um ar de saudosismo poético. O cuidado com a escrita, a textura e as cores do papel, o formato do envelope, fazem uma ação outrora comum assumir status de arte; uma arte que se movimenta através de redes de cartas elaboradas com preocupações estéticas, trocas de fotografias, selos, carimbos, objetos, colagens postais e envelopes.

É por reconhecer o fascínio que as cartas exercem em milhares de pessoas que a Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Seculfor), realiza a exposição Arte Postal, de 2 a 25 de junho, na Galeria Antônio Bandeira. Em paralelo, a Secultfor também promove a Oficina Arte Postal, que acontece no dia 13, das 8h às 11h, também na Galeria Antônio Bandeira. Ministrada pela arte-postalista Grazyele Dias, a oficina vai apresentar aspectos da história da arte postal, além de ensinar técnicas de produção desta arte.

A prática da arte postal remonta aos artistas do modernismo e seus diferentes movimentos. O grupo Fluxos (1960) é tido como fundador da Arte Postal, mas são relevantes as cartas trocadas por artistas como Pablo Picasso (1881-1973), Henri Matisse (1869-1954), Marcel Duchamp (1887-1968), Kurt Schwitters (1887-1948), Max Ernst (1891– 976) e Francis Picabia (1879-1953); cada qual participando das propostas dos seus próprios grupos, formando suas próprias redes de interlocutores.

Nos anos de 1980, as instituições de arte começaram a abrir suas portas para receber algumas mostras internacionais de Arte Postal. No entanto, ainda não sabiam como guardar em seus acervos peças desse movimento. Os artistas, com seus trabalhos, passaram a colocar os museus em questão e sinalizar a necessidade de refletir a respeito da forma de apresentar e legitimar as artes no mundo, inclusive através da Arte Postal.

Segundo a curadora da mostra e diretora da Galeria Antônio Bandeira, Carol Ruoso, este movimento trouxe contribuições para o circuito das artes visuais ao expor suas contradições e tensões. “As cartas dos artistas buscavam afirmar que ‘hoje a arte é este comunicado!’. A partir desta perspectiva eles exploravam audaciosamente o potencial de circularidade dos Correios para difundir um pensamento crítico sobre o sistema das artes. De maneira irreverente e marginal espalhavam, também, mensagens de crítica social. Difusores da pluralidade e da liberdade de expressão produziram diálogos entre diferentes tendências, lugares e temporalidades da arte”, atesta a curadora.

As duas iniciativas visam promover uma abertura a quem quiser fazer arte, além de criar novos canais de participação, mobilização e divulgação da arte postal. Somadas, as ações fortalecem a política de democratização e cidadania cultural através das Artes Visuais abraçada pela Prefeitura, que tem no Salão de Abril sua principal estratégia para aproximar a arte da população, franqueando o acesso à produção artística e sugerindo um diálogo mais possível entre arte e público.

Programação
DIA 2
Abertura da Exposição Arte Postal – Recortes Contemporâneos, às 18h. Galeria Antônio Bandeira (Rua Conde D’Eu, 560 – Centro. No Centro de Referência do Professor). A exposição fica aberta ao público até o dia 25.

DIA 13
Oficina Arte Postal. Galeria Antônio Bandeira (Rua Conde D’Eu, 560 – Centro. No Centro de Referência do Professor), das 8h às 11h. Ministrante: Grazyele Dias.

Serviço:
EXPOSIÇÃO ARTE POSTAL – RECORTES CONTEMPORÂNEOS - De 2 a 25 de junho, na Galeria Antônio Bandeira (Centro de Referência do Professor).



"Sobrepostas, permeáveis e intercambiáveis", exposição de Vitor César, com curadoria de Jorge Menna Barreto

Artista, público e esfera pública. Esses três conceitos – próximos e imbricados, cada vez mais atuais na arte contemporânea – são o ponto de partida para a discussão que o artista Vitor César intenta através da exposição “Sobrepostas, permeáveis e intercambiáveis”, a ser aberta na quinta-feira 4 de junho, às 19h, no Centro Cultural Banco do Nordeste.

A exposição apresenta – formalmente – a figura do curador, o também artista Jorge Menna Barreto. Curador quase entre aspas: a relação que se procura aqui é de horizontalidade. “O Jorge é um interlocutor com quem eu discuti essas questões a partir do trabalho”, explica Vitor. Os dois são orientandos da mesma professora, Ana Maria Tavares, na Escola de Comunicação e Artes da USP. Vitor no mestrado e Jorge no doutorado. As afinidades intelectuais aproximaram os dois, e a troca de ideias ficou cada vez mais profunda, até chegar aqui.

Vitor aponta outra característica da exposição. Mais que uma mostra de obras de arte, o artista apresenta trabalhos que discutem, sob o viés da arte contemporânea, o conceito de esfera pública. “A ideia de esfera pública que tem me interessado no momento é a de um lugar que se cria – independente do assunto – para se discutir e definir posições políticas em relação ao mundo”. Arte como postura política.

Os trabalhos refletem essa escolha. O primeiro deles está posto do lado de fora do CCBNB e piscam em neon: Centro (é) Cultural. “Esse tem diferentes camadas para se pensar. Eu sou artista, ele é, portanto, um trabalho de arte, mas o expectador não precisa olhar como se fosse um trabalho de arte”. Dentro das salas, outros trabalhos acompanham não essa camada, mas outras, no intuito de dar amplitude ao debate: “Artista é público”, “Hoje grátis fotocópias com a palavra público” e “Vocabulário de artista”.

Serviço
Abertura da exposição de Vitor César no Centro Cultural Banco do Nordeste, às 19h de quinta-feira, 4 de junho. Rua Floriano Peixoto, 941, Centro. Informações: 85.3464.3108

FAST FOOD

FESTAS & BOATES

FLIPERAMA

Depois do sucesso da última festa, a FLIPERAMA #4 já está confirmada! Dia 27 de junho, sábado, no Acervo Imaginário, os DJs Danny Husk, GVale e Marquinhos retornam para contagiar a pista e fazer o público dançar exageradamente!
Do ultra-pop ao indie-rock, sempre com a presença de sonoridades eletrônicas ao envolto, em busca de agradar às pessoas que procuram uma opção interessante na noite alternativa de Fortaleza.
SERVIÇO:
FLIPERAMA #4
DJs: Danny Husk, GVale e Marquinhos
Data: 27 de junho de 2009 (sábado), a partir das 22:00h
Ingressos: R$10,00 (no local)
Local: Acervo Imaginário
Rua José Avelino, 226 - Dragão do Mar
Telefone: (85) 3221.4894
Informações: http://meadiciona.com/FLIPERAMA




As casas noturnas e a nova lei antifumo

* Antonio Gonçalves

Com a aprovação pela Assembléia Legislativa e com a sanção do Governador José Serra São Paulo terá dentro de pouco mais de um par de meses uma nova lei que irá combater o fumo em ambientes fechados sejam públicos ou privados.

O governo criou um grupo de 250 funcionários para fiscalizar os cerca de seis milhões de fumantes em todo o estado. A lei "proíbe o consumo de quaisquer produtos fumígenos, derivados ou não do tabaco, em recintos de uso coletivo e cria ambiente livre de tabaco".

A diferença dessa lei para suas antecessoras que não obtiveram êxito e ganharam a tupiniquim alcunha de lei que “não pegou” é que na atual existem sanções elevadas aos estabelecimentos fiscalizados, ou seja, a antiga técnica de onerar o bolso do infrator como elemento coercitivo.

A iniciativa contém alguns pontos curiosos como a permissão de fumar dentro de motéis e no interior do quarto de hotéis, bem como em tabacarias. O próprio governo tem sua parcela de vinculação à nova norma na medida em que está obrigada a promover campanhas de conscientização e também propaganda alternativa para os fumantes que desejarem deixar o vício.

No entanto, reside uma grande dúvida, que somente será dirimida com o efetivo vigor da norma na realidade nacional, qual seja: a associação da fiscalização com a vida noturna do paulistano. Não raro é a cena de pessoas fumando em bares num happy hour e pior, em casas noturnas com uma livre associação ao consumo do álcool.

De sorte que o consumo nas casas noturnas é derivado da ingerência da bebida alcoólica que por sua vez é acompanhada do cigarro. Se o segundo estiver proibido como irá reagir o freqüentador fumante da casa noturna?

Deixar de fumar é garantido que a maioria não o fará, então qual será a solução? Afinal, a existência dos famigerados fumódromos também não está inserida na nova norma, logo não existirá mais tolerância ao fumante em casa noturna.

O não fumante assiste a tudo como espectador privilegiado e agradece por não mais retornar a sua residência como se fosse um cinzeiro ambulante, tal a quantidade de odor impregnado em si.

O embate entre a nova lei e as casas noturnas deverão ser árduos e, nesse momento o silêncio impera pelo simples fato de ainda não existir a fiscalização e, tampouco, a campanha educativa, porém se a fiscalização de fato ocorrer e for realizada de forma enérgica haverá uma reação bem notória por parte dos donos de boates.

Resta saber se diante desse que parece ser o maior desafio da norma que está por se tornar realidade no ordenamento jurídico nacional o governo sustentará a validade e as sanções previstas ou se a lei em curto prazo de tempo se assomará às demais com a pecha de mais uma lei que não pegou.



* Antonio Gonçalves é advogado, pós-graduado em Direito Tributário (FGV), Direito Penal Empresarial (FGV) e Direito Penal - Teoria dos Delitos (Universidade de Salamanca - Espanha). Mestre em Filosofia do Direito e Doutorando pela PUC-SP. É especialista em Direito Penal Empresarial Europeu pela Universidade de Coimbra (Portugal); em Criminologia Internacional: ênfase em Novas armas contra o terrorismo pelo Istituto Superiore Internazionale di Scienze Criminali, Siracusa (Itália); e em Direito Ambiental Constitucional pela Escola Superior de Direito Constitucional. Fundador da banca Antonio Gonçalves Advogados Associados, é autor, co-autor e coordenador de diversas obras, entre elas, "Quando os avanços parecem retrocessos -Um estudo comparativo do Código Civil de 2002 e do Código Penal com os grandes Códigos da História" (Manole, 2007) e "A História do Direito São Paulo" (Academia Brasileira de História, Cultura, Genealogia e Heráldica, 2008).

FORRÓ TOTAL

DIA 21 (domingo)

FORRÓ NO MERCADO\\Aos domingos, o Mercado dos Pinhões é o lugar mais indicado da cidade para quem quer ouvir os legítimos representantes do forró. É que lá acontece o projeto Forró no Mercado, promovido pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor). No próximo domingo, 21, o Grupo Asa Branca comanda a festa. O grupo está na estrada há mais de 30 anos e tem três discos gravados. Os músicos Cícero (zabumba), Vanda Lúcia (voz), Francisco (sanfona) e Toinho (triangulo) executam um repertório com clássicos do Rei do Baião, Luiz Gonzaga, Flávio José e Trio Nordestino.



Serviço:

Forró no Mercado com Asa Branca, dia 21, a partir das 19h, no Mercado dos Pinhões (entre as ruas Gonçalves Ledo e Nogueira Acioli).

FORTALEZA ALTERNATIVA


Bandas de Fortaleza em trilha sonora de documentário americano sobre MMA!

Bandas de Fortaleza em trilha sonora de documentário americano sobre MMA (Mixed Martial Arts) nos Estados Unidos. As bandas Plastique Noir, Red Run e RoadSideR tiveram suas músicas escolhidas através do myspace para compor a trilha sonora de um documentário sobre lutas nos Estados Unidos. A produtora é uma brasileira radicada nos USA, Livia. O DVD foi lançado há poucas semanas nos USA e conta com várias outras bandas do mundo todo.

http://www.knockoutsecrets.com
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Plastique Noir

A cidade de Fortaleza fica no Nordeste do Brasil. Famosa por suas belas praias, pela alegria de seus habitantes e pelo sol que brilha o ano inteiro, atrai legiões de turistas de todo o mundo durante o ano. Mas a cidade tem uma outra face. Uma face escura, doente, apaixonada, impiedosa.

Plastique Noir nasceu e cresce ali, nesse meio desolado e hostil. Numa pequena sala situada no coração de uma violenta área batizada com nome de batalha da Segunda Guerra, cercados por chaminés que despejam no céu cinza os tóxicos de um complexo industrial falido, três jovens se reúnem desde 2005 para gerar música pós-punk com influências darkwave, synthpop, industrial, indie e punk. Trazendo na bagagem o pop das últimas décadas, mas atentos à contemporaneidade, usam a nostalgia como ferramenta e a decadência urbana como inspiração, culminando no labirinto existencial dentro de cada um de nós neste início de milênio, quando as utopias morreram e o caos embaça um senso residual mínimo de realidade. Não se trata de crítica engajada [embora esta seja inevitável], mas de poesia suja, que conta histórias cujos personagens centrais são os próprios integrantes mais tudo aquilo que os cerca. Falamos das madrugadas desertas, das prostitutas e travestis no calçadão à beira-mar, do hedonismo viciado, das ruínas da cidade velha, dos amores marginais perdidos nas esquinas e bares, dos corpos amontoados no necrotério, da neurose cotidiana sufocada pelo monóxido de carbono, do retorno ao passado em busca de um futuro possível qualquer, dos símbolos de loucura do folclore e do pop que oferecem uma fuga, um desvio.

Plastique Noir [em francês, “plástico negro”] é o saco que embala cadáveres. Seu eletro rock, soturno, porém dançante, também envolve corpos, impelindo-os à dança hipnotizada. Em menos de três anos, a fórmula já conquistou ampla repercussão nacional, com shows em algumas partes do país como Brasília, Salvador, Campina Grande, São Paulo, São Tomé das Letras, Teresina, Natal, João Pessoa e Recife; entrevistas para revistas como a Bizz e outras publicações, jornais, rádios, TVs e sites de todo o Brasil; inclusão na coletânea “Retratos Subterrâneos” da revista Rock Hard/Valhalla, que reúne o melhor do gótico nacional; top 1 de downloads no renomado portal brasileiro de música eletrônica Fiber Online [quase 100 mil downloads/streamings]; eleita a segunda melhor banda brasileira em seu gênero pelo Brazilian Alternative Charts, a parada oficial de música gótica e eletrônica, que envolve críticos, músicos e produtores; escalação para os festivais nacionais independentes Ponto.CE 2006, WoodGothic 2008, Feira da Música de Fortaleza 2008 e DoSol 2008; e convites para abertura de shows de nomes expressivos como Montage, Ludov, Engenheiros do Hawaii e The Cruxshadows [EUA].

A banda também tem crescido muito no âmbito internacional, tendo sido a única banda brasileira convidada para a edição de 2007 do maior festival gótico do mundo, Wave Gotik Treffen, em Leipzig [Alemanha]. Foi ainda entrevistada pela famosa revista portuguesa Elegy Iberica; recebeu elogiosa resenha do renomado jornalista e crítico musical inglês Mick Mercer; e têm tido suas canções discotecadas nas rádios alemãs Ultra Dark Radio e Schwarzbrot, na festa portuguesa Bouquet of Dreams e na casa sul-africana Zeplins, bem como em outros países como França, Bélgica, Peru, EUA, Chile, Itália e vários outros.

Seus dois lançamentos independentes até então, Offering [2006] e Urban Requiems [2006/2007], este último re-lançado em 2008 pelos selos Ekleipsi Records [Itália] e AFMusic [Alemanha], estão esgotados. No momento, a banda acaba de lançar seu primeiro álbum oficial denominado DEAD POP em sua página do site Trama Virtual e em poucos meses o cd físico sai pelo selo paulista Pisces Records.

Influências

The Cure, The Smiths, Depeche Mode, She Wants Revenge, The Sisters of Mercy, Asylum Party, Nine Inch Nails, Interpol, etc.


RED RUN

O começo de tudo foi no ano de 2005, quando Thiago Montana e Andersson Bandini decidem formar uma banda de rock alternativo chamada inicialmente “Redrum” posteriormente “Red Run”. Na mente para compor essa gangue, Davy Rider, ex-baterista de uma banda de punk rock no final da década de 90 chamada Havana, entra nesse time. Inicialmente passaram-se vários baixista na formação até que meses depois entra pra fechar esse bando, Tony Vegas, amigo próximo de todos, já tinha tocado com Andersson Bandini em outra banda. A banda começa a fazer pequenos shows em lugares undergrounds de Fortaleza e até em Teatros. Final de ano gravam em apenas 2 meses, com uma produção totalmente independente o Ep “Red Book Magazine” com 7 faixas, incluindo músicas como “Hard Shine” e “Dead Sound” já hits de uma geração ofuscada pelo caos, pela apatia gerado pelo cotidiano e por uma hipocrisia que mata mais que uma guerra. Nesse meio tempo a banda lança o clip da música “Hard Shine” sendo um delírio visual com referências a filmes como Nosferatu, pinturas de David Lynch e filmes “b” produzidos pelo diretor do clip. A banda entra em 2006 já tendo uma base forte de músicas e o público vai começando a conhecer melhor essa gangue que vai detonando com músicas que vão do stoner rock ao punk rock, nunca fugindo da essência de fazer o bom e velho Rock’n Roll, sujo e pervertido. Com vários shows marcados, no final de 2006 a banda vai para Piauí, Teresina, fazer um único show, onde o público delira com a energia que a banda passa em cima do palco, e saiem consagrados de lá, tendo na mente o dever feito. Também já no final do ano, entra no estúdio de novo para gravar o seu 2º Ep que se chamaria mais tarde de “Acid Minds of a Lost Youth”, diferente do Ep anterior, as músicas gravadas eram mais cruas e pesadas, só tendo concluído a gravação meses depois devido a contratempos como a saída do baixista e vocalista Tony Vegas, que ainda participou da sua gravação. O segundo clip da banda é lançado na programação de uma Tv local, “Dead Sound” foi feito com uma produção mínima e básica com imagens da banda de shows ao vivo. Tendo começado o ano de 2007 meio conturbado devido ao episódio da saída de Vegas, a banda segue em frente, então chamam Junior Borg, amigo de noites quentes e perversas do submundo de Fortaleza, entra nesse tempo para preencher essa vaga, já com sangue novo e ardente, a banda segue fazendo cada vez mais shows e já divulgando o novo Ep, que acabara de sair do forno do inferno, mas parece que a banda já não tinha muita sorte com os baixistas e Junior Borg tem que deixar a banda, tendo já vários shows e festivais marcados na agenda à banda corre atrás de outro baixista que dê o sangue pela banda, foi aí que Deivy Hell antigo amigo e que já tocara em banda com Andersson Bandini. Essa corrida vermelha brutal e devastadora leva na música uma bela e doentia melodia que a banda tenta passar em suas canções. Red Run mescla influências do punk-rock, alternative rock, new wave, mas sempre tentando concretizar um som próprio com uma pitada de tudo que há no cenário musical. A busca feita pela banda não se refere exclusivamente à questão musical, mas sim há todo um contexto de vida, filmes undergrounds, o submundo sujo e decadente que a mente pode absolver em relação ao mundo. Red Run pega o espírito e a essência da alma dos que nos ensinaram que a arte deve ser feita com paixão.




ROADSIDER


A história da Roadsider começou em abril de 2007, quando o guitarrista Samuel Reis e o vocalista Flávio Oliveira se conheceram e tomaram a iniciativa de criar um projeto autoral. Apesar da pouca experiência de ambos, as primeiras composições não demoraram a surgir (as músicas “Insane till the bone” e “Last Lament” foram feitas na mesma semana em que se conheceram), e com o tempo o grupo foi tomando corpo, primeiramente com a entrada do guitarrista Marcos Lorão, já conhecido de ambos, e com a as posteriores chegadas do baixista David Pantera e do baterista Ângelo Guedes, consolidando o projeto (batizado de “Roadside”, inicialmente), que pôde ,enfim, dedicar-se ao entrosamento em estúdio.

A banda faz um som direto e de peso, algo que transita entre o “Thrash Metal” e o “Stoner Rock”, mas que ao mesmo tempo é difícil de ser rotulado. As influências mais perceptíveis são de Pantera, Crowbar, Down, Slayer, Black Label Society, Sepultura, Kyuss, Black Sabbath, Corrosion of Conformity, entre muitas outras... porém, os Roadsiders buscam uma identidade própria, jamais seguindo tendências ou produzindo algo que não seja impulsionado pelo prazer de tocar o que gostariam de ouvir em uma música de Rock’n Roll. As letras, escritas em inglês por uma questão de sonoridade e estilo, demonstram uma visão de mundo intensamente niilista e crítica. As inspirações são diversas, vão da vida urbana de seus integrantes até filmes e quadrinhos de velho oeste e terror, passando por uma série de outras temáticas, já que há total liberdade no processo de criação.

Após algumas apresentações pequenas em festas de amigos, a banda teve a oportunidade de estrear frente a uma platéia maior no “Glam Goth Rock’n Roll Party”, evento realizado dia 10 de maio de 2008, no Hey Ho Rock Bar (única apresentação sob o nome “Roadside”). Tocando ao lado de bandas já conhecidas pelo público fortalezense como Vulcani, Plastique Noir e Red Run, o grupo correspondeu às expectativas e fez um show que rendeu empolgante repercussão.

Após tocar no SANA (feira de animes e cultura japonesa), no Centro Cultural do Bom Jardim(onde encerrou o Festival de Rock das férias),e no Zombie Walk de Maracanaú, a banda entrou em estúdio focando a gravação de seu primeiro EP, finalizado no início de outubro, com 4 músicas invariavelmente executadas nos shows (“Last Lament”, “Reach Out”, “What a Joke” e “Convulsion”).

Em pouco mais de um ano de existência, o que era apenas um projeto evoluiu e transformou-se em uma realidade promissora e concreta, às custas de muito trabalho e dedicação no amadurecimento das composições, na realização de shows onde cada integrante se doa de corpo e alma, e na divulgação do material, que traduz o espírito intenso de cada membro da banda, já que é consenso entre os cinco que a Roadsider vai muito além das fronteiras musicais.Trata-se, por mais clichê que isso possa soar,de um estilo de vida. Em 2008 demos bons passos, mas temos consciência de que há muito o que percorrer nessa estrada do Rock’n Roll, já que, no dia que acharmos que alcançamos o que tínhamos a alcançar, perderemos todo o espírito.



Lançamento do Festival Ponto.CE com Cordel do Fogo Encantado

No próximo dia 3/7, a Praça Verde do Dragão do Mar será palco do evento de lançamento da quarta edição do Festival Ponto.CE. A atração principal fica por conta dos pernambucanos, Cordel do Fogo Encantado, apresentando show inédito em Fortaleza, de comemoração aos 10 anos de carreira do grupo.

Este ano o festival acontece nos dias 6 e 7 de novembro e traz a temática da unificação de linguagens artísticas, onde ações como esquetes de teatro, apresentação de dança, ação conjunta com os organizadores do Festival Nóia, palestras direcionadas para a temática da produção artística independente, oficinas de instrumentos musicais voltadas para as comunidades do entorno do Dragão do Mar e atividades sócio-ambientais estão previstas.

Desde o seu lançamento, no ano de 2006, o Ponto.CE, em 7 dias de evento reuniu 18 mil pagantes, colocou 64 bandas no palco e 21 Dj’s, entre internacionais e nacionais, gerou o total de 920 empregos diretos/indiretos, além de estimular turismo e a produção artística da cidade.

O Festival Ponto.CE possui o selo da ABRAFIN – (Associação Brasileiras de Festivais Independentes) – Entidade máxima dos festivais independentes do Brasil – Hoje possui em seu cast 40 festivais, dentre eles; FEIRA DA MÙSICA (CE) - BANANADA (GO) – DEMO SUL (PR) – 53 HC (MG) – REC BEAT (PE).
Serviço

Evento: Festa de Lançamento do Festival Ponto.CE

Atração: Cordel do Fogo Encantado (PE) - show inédito de comemoração aos 10 anos da banda

Dia:03/07/2009 (Sexta-Feira)

Local: Praça Verde do Dragão do Mar

Horário: 21 Horas

Ingressos: R$ 20,00 (primeiro lote - do dia 09/06 até 19/06)


Ponto de Venda: Kangaço Rock Street - RUA SENADOR POMPEU, 834, SALA 323,3 ANDAR – GALERIA PEDRO JORGE - CENTRO

Informações: 3254.29.93 / www.pontoce.com.br



O festival Ponto.CE é realizado em parceria por duas produtoras: a BANDEIRA R PRODUÇÕES ARTÍSTICAS - oriunda das atividades de mais de 6 anos da casa de shows Hey Ho Rock Bar – e a EMPIRE RECORDS – que também atua como selo independente. Juntas, desde 2002, as duas empresas foram responsáveis pela realização, em Fortaleza, de mais 500 shows entre locais, nacionais e internacionais.

O Ponto.CE nasceu em 2006 com o intuito de divulgar o trabalho das bandas do Ceará e de promover a interação das mesmas com os grandes nomes do cenário independente nacional e internacional. Tal objetivo foi plenamente alcançado nas duas primeiras edições, fato este que contribuiu para a filiação do festival à ABRAFIN – Associação Brasileira de Festivais Independentes – entidade que mantém parceria com o Ministério do Trabalho e do Emprego e com a Secretaria Nacional da Economia Solidária (SENAES).

As duas primeiras edições do Ponto.CE foram realizadas no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura durante o mês de agosto dos anos de 2006 e 2007 e os números surpreenderam a todos: Em 2006,2 dias,4000 pessoas,14 bandas e 120 empregos gerados; e em 2007,3 dias,7500 pessoas,33 bandas,21 Dj’s e 300 empregos gerados.

Em 2008, o festival, realizado nos dias 5 e 6 de setembro na casa de shows Arena, alcançou o seu ápice. Com o nome já consolidado no circuito nacional de festivais independentes e tendo sua data inclusa no calendário cultural de Fortaleza, o evento tomou proporções ainda maiores. Dando continuidade ao propósito de promover o trabalho de artistas genuinamente cearenses e de mantê-los em contato direto com grandes nomes do cenário nacional e internacional, o Ponto.CE convidou bandas de seis estados do país,além de ter mantido a tradição – iniciada em 2007 com uma banda australiana – de trazer artistas internacionais.

Diretamente da Califórnia, Estados Unidos, veio o Bad Religion, banda com mais de 20 anos de carreira e que veio a Fortaleza para uma única apresentação no Nordeste, justamente no Ponto.CE. Além do comparecimento em massa do público cearense, mais de cento e cinqüenta pessoas de outras sete cidades vieram para o evento, o que em muito contribuiu para o fortalecimento do turismo e dos serviços de hotelaria no período.Os números desta edição foram os seguintes: 2 dias,6500 pessoas,17 bandas e 500 empregos gerados.

A quarta edição do Ponto.CE já está marcada para os dias 6 e 7 de Novembro,na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura.Dentro de suas perspectivas ousadas e inovadoras, o Ponto.CE promete novidades para a edição 2009. A principal delas reside na questão da unificação de diversas linguagens culturais. Este objetivo foi determinante para que o projeto PONTO.CE 2009 fosse aprovado no edital nacional da OI FUTURO. O festival foi selecionado entre mais de 4.300 projetos de todo o país, sendo um dos sete projetos cearenses aprovados no edital.




RPB CEARÁ CHEGA À FINAL ESTADUAL

Representante do Ceará será votado entre seis concorrentes


Após duas empolgantes eliminatórias, que selecionaram seis grupos entre os 19 participantes, chega ao fim o Festival RPB Ceará – Rap Popular Brasileiro neste sábado, 20 de junho, em Fortaleza. A partir das 16 horas, tocam no palco do Teatro da Boca Rica, para um seleto júri e a platéia presente, os grupos (em ordem de apresentação):

1.ª música: Violência Direcionada
2.ª música: Quilombo Favela
3.ª música: Erivan/Produtos do Morro
4.ª música: Pretos MCs
5.ª música: VM da Rima
6.ª música: Elemento Suspeito

A grande festa da Final Estadual cearense do Festival RPB terá também o lançamento oficial do CD coletânea Selva de Pedra – A Fortaleza Noiada, com atrações musicais locais extras. E, para fechar com as devidas pompa e circunstância a noite, a partir das 22 horas entra em cena o grupo paulistano RZO, prometendo um grande show.

Na segunda eliminatória estadual, realizada dia 13 de junho, classificaram-se os grupos de rap Elemento Suspeito, Pretos MCs e Violência Direcionada — que vão para a final disputar com VM da Rima, Erivan/Produtos do Morro e Quilombo Favela, os mais votados na primeira eliminatória, em 30 de maio, quem irá para o Rio de Janeiro representar o Ceará na Final Nacional do RPB. O vencedor cearense será conhecido após o cômputo das notas atribuídas pelo júri nos quesitos Letra, Música e Performance de Palco.

Resumindo: o 1.º grupo classificado pelo júri no dia 20 entre os seis finalistas receberá R$ 500 e viajará ao Rio de Janeiro, para competir na Final Nacional. O 2.º colocado receberá R$ 300 e o 3.º, R$ 200. A Final Nacional do RPB será promovida dia 26 de setembro de 2009 sob o Viaduto Negrão de Lima em Madureira, na Cidade Maravilhosa, no Centro Cultural e Esportivo da CUFA-RJ. Lá, os adeptos do hip-hop vão eleger, juntos, a cara e o som da nova geração do rap brasileiro, com a participação dos vencedores das eliminatórias estaduais.

Entre os campeões nacionais, o 1.º colocado receberá R$ 5 mil e a oportunidade de tocar no palco do Canecão (RJ) no Festival Hutúz 10 Anos; R$ 3 mil irão para o 2.º grupo escolhido e R$ 2 mil para o 3.º. No Ceará, o RPB Festival é uma realização da CUFA Ceará, com apoio do Banco do Nordeste e Prefeitura Municipal de Fortaleza.

SERVIÇO
FINAL ESTADUAL DO RPB FESTIVAL CEARÁ / RZO em Fortaleza
DATA: 20 de junho

HORA: a partir de 16 horas (Final Estadual, lançamento do CD Coletânea) e a partir de 22 horas show do grupo RZO
LOCAL: Teatro da Boca Rica – Rua Dragão do Mar, 260 – Praia de Iracema
INGRESSOS NO LOCAL: R$ 5,00 (individual)
Mais informações: (85) 3227-2839
www.festivalrpbceara.blogspot.com


SAIBA MAIS
Classificação na Segunda Eliminatória (13 de junho)
Grupo (ordem*)--01---02---03---04---05-----06----07----08---09---10
Nota obtida----180--135--226--170--181--183--179--164--139--159
Classificação----4.º---10.º--1.º---6.º----3.º----2.º---5.º----7.º----9.º---8.º

*Ordem de apresentação na Segunda Eliminatória:
Grupo 1: Pierre MC
Grupo 2: Jony MC (Jonathan Ericson da Silva)
Grupo 3: Elemento Suspeito
Grupo 4: PDR-Prioridade da Rua
Grupo 5: Violência Direcionada
Grupo 6: Pretos MCs
Grupo 7: Arsenal da Rima
Grupo 8: Mano Ala
Grupo 9: Guerreiros do RAP
Grupo 10: Lenny DJ/Tudo em 1

Classificação na Primeira Eliminatória (30 de maio)
Grupo (na ordem*)---01---02---03----04----05----06----07-----08----09
Nota total obtida------93---80---71---116---104--78---114---131--107
Classificação final-----6.º--7.º---9.º----2.º----5.º---8.º---3.º-----1.º----4.º

*Ordem de apresentação na Primeira Eliminatória:
Grupo 1: Fundamento Eterno
Grupo 2: Pena
Grupo 3: Vítimas da Sociedade
Grupo 4: Erivan/Produtos do Morro
Grupo 5: Família 288
Grupo 6: A BANKa z.s.
Grupo 7: Quilombo Favela
Grupo 8: VM da Rima
Grupo 9: Banca Forte

Participaram do júri durante as eliminatórias:
DJ Panda / DJ Flip / Chris DB / DJ Falcão / DJ Titio / Sátiro Silvestre / Patrícia Bittencourt / DJ Diego Larrea / rapper CN Jota

Sobre o grupo paulistano RZO:

O rapper Sandrão iniciou suas primeiras rimas aos 17 anos. Morador do bairro de Pirituba, encontrou no Hip-Hop uma forma de expressar sua opinião sobre o que São Paulo representa para ele. Em 1990, uniu-se ao rapper Helião, fundador da Família RZO-Rapaziada da Zona Oeste.

O grupo foi responsável pelo lançamento dos artistas Negra Li e Sabotage e hoje tem como componentes Sandrão, Helião e o DJ Cia. Por filosofia, todos os integrantes da banda também seguem carreiras-solo. O RZO vem completo a Fortaleza, especialmente para fazer o show de encerramento do RPB Festival Ceará, apresentando-se dia 20 de junho no Teatro da Boca Rica, a partir de 22 horas. Ingressos: R$ 5. Mais informações: djciabrasil@gmail.com

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CD Coletânea sobre o crack (Release)

O CD Coletânea sobre o Crack -- que integra o kit Selva de Pedra - a Fortaleza Noiada (veja release abaixo) — está sendo lançado oficialmente neste sábado dia 20 de junho, no Teatro da Boca Rica. Este registro em áudio (com uma faixa multimídia que reproduz o trailer do documentário postado no You Tube) caracteriza em detalhes pungentes o universo do uso do crack, explorando suas consequências, mazelas e danos sociais, sua linguagem e cenários, através da criatividade e expressão musical de 12 artistas/grupos cearenses do rap.

O CD faz um alerta sobre a invasão da droga nas metrópoles, complementando as atrozes imagens do documentário. Participam do CD, seguidos cada qual por sua composição original, os seguintes grupos: RDF (O crack), VM na Rima (Viagem sem volta), Além da Idéia (K'nóia), Neguim do Rap (Que droga maldita!), Erivan/Produtos do Morro (A música da pedra), Periferia Alerta (Pedra sobre pedra), 288-FQ (Dúvidas e dramas), Lampião Clã (Fantoches das drogas), Franzé do Rap (Pare pra pensar), Nego Célio (Liberte-se), Quilombo Favela (Perdendo a vida por bobagem) e Pretos MCs (Escolha seu caminho).

Esta coletânea sobre o crack tem produção da MCR (Movimento Cultura de Rua) Fonográfica, produção executiva de Preto Zezé e produção musical de DJ Doido (faixas 7,8,9,10,11 e 12) e Erivan PDM (faixas 1,2,3,4,5 e 6), tendo sido mixada e masterizada no Proaudio Studio. A capa do CD, a faixa multimídia do trailer e as letras estão disponíveis, na íntegra, em http://ceara.cufa.org.br/selvadepedra , com mais informações.

Confira aqui trecho inicial da música "K'nóia", do grupo Além da Idéia (faixa 03):

(Refrão 2X)
Menina de dez anos
Experimentando crack
No cachimbo, substância que destrói a carne
Traficante tá de boa, cheio de cédulas no bolso
Viciado se matando com a corda no pescoço
Menina de dez anos
Experimentando crack
No cachimbo, substância que destrói a carne
Decepção amarga, que uma mãe sente
Ver sua filha se vendendo, assim tão facilmente
Dois conto, velho magro, ela roda uma banca
Gulosa, sempre rola assim que faz a grana
Vai e corre, toda suja, de encontro à bocada
Compra uma pedra de crack, satisfaz uma paulada
Na lata viajando, se imagina no rock
De três, quatro, cinco dias... Como pode
uma menina aguentar tanta droga assim?
Só Deus chora por ti e o diabo sorri... (AHAHAHA...)
“Vem, vem comigo, mais uma alma pro inferno
Assim que sempre seja, mais um fim no meu império!”


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Release do documentário
SELVA DE PEDRA - A FORTALEZA NOIADA


FICHA TÉCNICA

Ano de Produção 2008-2009

Duração 62 minutos

Direção Preto Zezé e Edmar Jr.

Roteiro Preto Zezé e Edmar Jr.

Fotografia Eduardo Magalhães e Edmar Jr.

Pesquisa Cynthia Studart e Plauto Ferreira

Produção Negrada Produções

Realização CUFA AUDIOVISUAL DO CEARÁ



SELVA DE PEDRA – A FORTALEZA NOIADA

Fortaleza convive com diversas mazelas sociais, entre elas o uso de drogas por parte da juventude — em particular o crack, sendo este um fator que reproduz outras novas mazelas.



Contendo até 75% de cocaína pura, o crack é considerado a forma mais eficaz de causar consumo compulsivo e dependência, produzindo imediatamente efeitos psicofísicos, com pico em cinco minutos.



A intensidade da euforia obtida parece contribuir para o potencial de dependência da droga, também proporcional à “fissura” pelo reuso da substância, que surge assim que os efeitos começam a dissipar-se — entre 10 a 20 minutos após a administração por inalação da fumaça —, levando à busca compulsiva por nova administração (“paulada”).



Os efeitos físicos observados são taquicardia, hipertensão, pupilas dilatadas, tensão muscular, tremores e sudorese intensa, e o uso crônico acarreta perda de peso significativa.



Há quase uma década o crack invadiu Fortaleza, conquistando novos consumidores em todos os setores sociais e faixas etárias, tanto pelo preço como pela capacidade de drogadição. É visto como uma droga “democrática”, que tem se alastrado de forma crescente ano após ano, deixando grande rastro de destruição por onde é usado.



Embora os primeiros episódios de consumo sejam marcados por euforia, sensação de bem-estar e desejo por repetir o uso (efeitos psíquicos desejáveis), a continuidade do consumo resulta em ansiedade, hostilidade e depressão (efeitos psíquicos colaterais indesejáveis).



Então, os usuários consomem álcool para tentar obter o controle da ansiedade. Continuando o consumo do crack, doses mais altas muitas vezes produzem ilusões perceptivas (visuais e auditivas) e, finalmente, a psicose cocaínica, caracterizada por extrema hipervigilância, delírios paranóides e alucinações. As diversas readministrações podem acarretar períodos de consumo de horas e até dias, geralmente até o esgotamento do suprimento da droga. Nessas condições iniciam-se os casos criminosos — que passam a caracterizar a criminalidade aquisitiva.



Além disso, outras mazelas sociais estão associadas ao uso de crack, como: disseminação de DSTs/AIDS, hepatite, tuberculose, troca da droga por sexo, quebra de vínculos conjugais, familiares, comunitários e sociais e situação de risco (vida na rua) observada em vários usuários.

O documentário Selva de Pedra – a Fortaleza Noiada encampa o desafio de fazer emergir com clareza e profundidade o fenômeno do consumo do crack na cidade e se propõe a fornecer elementos para que a sociedade e o poder público possam refletir juntos sobre esta problemática, de modo a preencher um vácuo na instrumentalização das políticas públicas de prevenção (que envolvem aspectos de saúde, educação, segurança etc.), tanto por parte do Município como do Estado.

O objetivo maior é o de contribuir para o desenvolvimento de alternativas capazes de promover o possível enfrentamento competente desta grave patologia social, bem como instrumentalizar as fórmulas adequadas — para obter a recuperação dos jovens que se tornaram suas vítimas, bem como dos que ao seu redor foram atingidos, de alguma forma, pelos seus impactos sociais.

No seu todo, o registro audiovisual (DVD) faz um diagnóstico do perfil dos jovens usuários de crack e um CD aborda musicalmente a temática do uso da droga em cidades cearenses, enquanto um livro sistematiza linearmente estes conteúdos — um contributo para a produção de conhecimentos sobre o tema e na elaboração e execução de estratégias eficazes e capazes de realizar o enfrentamento urgente da questão.

A meta é traçar um paralelo com o atual quadro hoje observado na capital cearense e os desafios que devemos enfrentar para transpor este “câncer social”, sentido por todos os seus moradores, porém com mais força nos setores ditos “populares”. Um dos resultados previstos é o lançamento da campanha Aliança Social Contra o Crack, que deverá ganhar repercussão após o lançamento do trabalho.

Como no documentário “Falcão - Meninos do Tráfico”, dos cariocas MV Bill e Celso Athayde, por meio do qual todo o Brasil conheceu uma outra face da violência, Selva de Pedra – a Fortaleza Noiada mergulha no circuito que envolve, ao mesmo tempo, os lados mais underground e mais soçaite da cidade, delineando uma cartografia das zonas atingidas pela droga e mostrando a estrutura do mercado que a envolve, as pessoas que dele participam, seu funcionamento, organização (ou desorganização), e seus códigos e leis internas, buscando desmistificar o discurso repressor-estatal, assim possibilitando uma análise mais aproximada da realidade que envolve esse complexo problema.

Selva de Pedra – a Fortaleza Noiada trata de ir além da postura “denuncista”, “panfletária” ou mesmo a de "buscar culpados" entre as autoridades. O desafio, entretanto, é trazer à tona todas as contradições, dilemas e dificuldades envolvidos para entender e intervir em uma das maiores “pragas” que já recaiu sobre a juventude fortalezense e do Brasil, além de refletir sobre o impacto no aumento dos números de crimes relacionados ao consumo desta droga (situação que infelizmente se apresenta também em centros urbanos de todo o País).

A idéia central do documentário expande a usual visão estreita e limitada, maniqueísta, policial e de viés patológico, ou seja, restrita a uma abordagem em que o usuário é encarado ou como um doente ou como um bandido. Mais uma vez, o objetivo maior é trazer a público um olhar eficiente sobre os danos sociais que a droga acarreta ao usuário e ao seu entorno psicossocial.

O projeto conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Fortaleza, Governo do Estado do Ceará e BNB-Banco do Nordeste do Brasil.

O CD Coletânea sobre o Crack -- que integra o kit Selva de Pedra - a Fortaleza Noiada — traz uma faixa multimídia (interativa) com as cenas do documentário (trailer no You Tube: http://www.youtube.com/watch?v=Dz0BGThxD58) está sendo lançado sábado, dia 20 de junho, após a final da etapa estadual do Festival RPB-Rap Popular Brasileiro no Teatro da Boca Rica (Praia de Iracema).

O documentário já tem seu pré-lançamento agendado nas regiões Sudeste, Centro-Oeste e Sul do País — também atingidas, cada qual à sua maneira específica, pela epidemia do crack.

Apoiadores e parceiros deste projeto

Prefeitura Municipal de Fortaleza, Governo do Estado do Ceará e BNB-Banco do Nordeste do Brasil



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Central única das favelas - ceará
A CUFA Ceará existe desde 2005, agindo como pólo de produção cultural para formar e informar as pessoas na periferia, principalmente a juventude, oferecendo novas perspectivas de inclusão social através de atividades promovidas em educação, no esporte, na cultura, cidadania e meio ambiente, buscando contribuir para o seu desenvolvimento humano.



Utilizando como forma de expressão maior o Hip Hop, a CUFA objetiva difundir estas atividades em linguagem própria para a conscientização das camadas da população menos privilegiadas, elevando sua auto-estima de forma a organizar, incentivar e legitimar o discurso das comunidades.



Pelo viés cultural, a CUFA Ceará atua empregando o DJ, o graffiti, o break, o rap, a prática esportiva via basquete de rua e também a produção do Núcleo de Audiovisual e Literatura. Além disso, promove, produz e veicula os elementos destas diversas manifestações através de publicações, discos, vídeos, programas de rádio, shows, festivais de música, cinema, oficinas de arte, debates, mesas-redondas e outros meios.



A partir do princípio/slogan “Fazendo do Nosso Jeito”, a CUFA tornou-se um referencial para as comunidades das periferias e no Ceará possui bases em Fortaleza (Comunidade das Quadras/Aldeota, Pantanal, Acaracuzinho, Pirambu, Bom Jardim, Verdes Mares, Serviluz, Castelo Encantado, Conjunto Ceará, Pirambu, Aerolândia, Trilho e Lagamar, entre outras), Juazeiro do Norte e Sobral.




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Preto Zezé

FRANCISCO JOSÉ PEREIRA DE LIMA (PRETO ZEZÉ) é coordenador geral da CUFA Ceará, articulador nacional da CUFA Brasil, produtor cultural, educador, membro do Conselho Nacional de Juventude, idealizador dos projetos Se Liga: o Som do Hip-Hop (pela Universitária FM 107.9 junto ao grupo Comunidade da Rima desde 1999), Ronda Cultural (parceria com secretarias estaduais de Cultura e Segurança Pública, lançado em 03/abr/09), Selva de Pedra - a Fortaleza Noiada (seminário em nov/08, documentário [DVD] e livro em finalização), Aliança Social contra o Crack (em formatação junto a órgãos e entidades parceiros).
Tel.: (85) 8844-8614

e-mail: pretozeze@cufaceara.org.br




JUKEBOX
27, JUNHO DE 2009, SÁBADO, 23h
MUSIC BOX
Rua José Avelino nº387 - Tel.: 3219 3699
Centro de Arte e Cultura Dragão do Mar

Discotecagem: GUSTAVO & VERONICA + Participação de DADO (NOISE3D)
Preço: r$ 12* (com r$ 5 de consumação até meia-noite)

>>> 50 cd's jukebox para os primeiros pagantes

+++ PROIBIDO A ENTRADA DE MENORES DE 18 ANOS!!!



JUKEBOX!!!

Festa “Jukebox!” leva as melhores músicas para a noite cearense

Boa música para as noites de Fortaleza. Esse é o objetivo do projeto “Jukebox!”, que acontece no próximo dia 27, a partir das 23h, no Music Box. Com um conceito baseado nas antigas máquinas de música carregadas de vinis, a proposta da festa é trazer as melhores canções dos mais variados estilos e gêneros, além de hits clássicos e contemporâneos. A festa “Jukebox!” passa a integrar as noites do Projeto nOise3d, programação dos sábados da boate Music Box.

A festa quer, também, ser uma opção para uma audiência que prefere sons mais clássicos e voltados para o rock’n’roll, como o pop dos anos 60, e o indie, além de sons atemporais e livres de tendências de época.

Gustavo Pedrosa (estudante de Publicidade e responsável pelo blog musical Take The Pills) e Verônica Freitas (jornalista) estão à frente do projeto, que traz DJs convidados a cada nova edição. O intuito é apresentar pessoas que gostem de música e que queiram compartilhar o melhor de sua bagagem musical com o público da festa.

Na primeira edição, a “Jukebox” apresenta três DJs à frente das pick-ups: Gustavo e Verônica (idealizadores do evento), e Dado (DJ, produtor e um dos fundadores do nOise3d Club). Além de muita música, a festa “Jukebox” distribui CDs para os 50 primeiros pagantes do evento. A compilação, intitulada “The Kids at the Club”, é um cd temático, com canções selecionadas pelo Gustavo Pedrosa, um dos DJs da festa.

Serviço: Projeto Jukebox! Festa com os DJs Gustavo, Verônica e Dado (convidado – Projeto nOise3d). Dia 27 de junho, sábado, a partir das 23h, no Music Box (Rua José Avelino, 387 – Praia de Iracema – próximo ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura). Entradas: R$12 (com direito à R$5 de consumação até 0h). Distribuição de CDs para as 50 primeiras pessoas. Informações: (85)3219.3699. *Proibida a entrada de menores de 18 anos.



A SEGUIR:

DIA 04 DE JULHO
MAKE-UP JUNKIES

DIA 11 DE JULHO
MIND THE GAP - EDIÇÃO ESPECIAL
Dj's: NETO PESSOA + DENISDEAD + GABRIEL + BARBARELLA (live Set dj) São Paulo

DIA 18 DE JULHO
COVERNOISE apresenta: FRANZ FERDINAND
Discotecagem: Dado & DenisDead



Projeto Noise3d

http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=36012712

http://projetonoise3d.blogspot.com/

http://www.last.fm/user/projeton3d

http://www.myspace.com/projeton3d

http://recem.wordpress.com/

GASTRONOMIA

Um sabor indiano na cozinha brasileira

Temperos exóticos chegam ao mercado nacional

Cada dia o brasileiro descobre um pouco mais da cultura indiana. São danças, cores, costumes. Agora é a vez dos temperos desembarcarem em terras tupiniquins. A NoMU traz para o Brasil temperos com sabores indianos que vão mexer com os aromas da cozinha brasileira. Os rubs indianos estão no mercado em três opções: Indian Rub, Masala Rub e Tandoori Rub. Basta colocá-los sobre a carne, peixe ou vegetais. E o melhor: os produtos não contem aditivos, conservantes ou sabores artificiais. Veja as opções:

Para quem gosta de algo mais quente e aromático, o Indian Rub é um mix de temperos indianos que inclui cardamomo (família do gengibre), pimenta, sementes de cominho, folhas de louro e coentro.

Dica NoMU: misture no iogurte para um suave marinado.

Masala Rub

Esse mix de temperos indianos inclui cardamomo, sementes de cominho, folhas de louro, sementes de erva doce e alcarávia (uma espécie de cominho). O Masala Rub dá um sabor extra aos molhos curry.

Dica NoMU: Combine com mel para gratinar pedaços de carneiro, presunto cozido ou vegetais assados.



Tandoori Rub

Um aromático mix de temperos indianos com pimenta, páprica, cominhos, cardamomo e coentro. Dá um sabor especial quando colocado diretamente sobre bifes de salmão, robalo, borrego (carne de novilho), ou frango antes de grelhar.

Dica NoMU: Combine com iogurte natural para marinar o frango antes de grelhar. Pode também ser salpicado sobre vegetais ou adicionado a molhos de saladas, marinados e temperos.



Sobre a NoMU - http://www.nomu.co.za

A marca NoMU foi criada no ano 2000 pela conhecida chef sul-africana Tracy Foulkes. Inspirada pela sua paixão por especiarias, Tracy começou a criar sua própria linha de misturas de especiarias chamada "Rubs". Hoje a marca é exportada para mais de 35 países, e é composta pelas linhas Rubs, Grinders, Stir, Vanilla, Dippers e Chocolate. Seus produtos são desenvolvidos para tornar a vida na cozinha mais prática e exótica.

HOLLYWOOD


Zac Efron pode estrelar nova versão de "Os Embalos de Sábado à Noite"

Os produtores Timbaland e Simon Cowell, jurado dos programas "Britain's Got Talent" e "American Idol", estão planejando uma refilmagem de "Os Embalos de Sábado à Noite", informou o tabloide britânico "The Sun".

Cowell mostrou-se interessado em adquirir os direitos do roteiro do filme, que pertencem a Robert Stigwood.

Os dois têm se encontrado nos últimos meses para discutir um possível acordo.

Segundo o tabloide, Cowell preparou uma lista de atores com quem gostaria de trabalhar, e, entre eles, estaria Zac Efron, protagonista de "High School Musical".

Efron assumiria o papel do dançarino Tony Manero, celebrizado por John Travolta na versão original, de 1977.

A trilha sonora da refilmagem caberá a Timbaland, que já produziu artistas como Björk, Justin Timberlake e Madonna. Ele será responsável por repetir o sucesso do grupo Bee Gees, que assinou algumas das mais famosas canções do filme.




Novidades do filme OS CAÇA-FANTASMAS

O segundo maior jornal americano, o Los Angeles Times, publicou esta semana matéria em que traz muitas novidades sobre a terceira produção da série blockbuster OS CAÇA-FANTASMAS (Ghostbusters), da Sony Pictures.

A entrevista com o ator da série Dan Aykroyd (Dr. Raymond Stantz) revela que, além dele, os outros protagonistas da franquia no gênero comédia sobrenatural de ação e aventura estão confirmados para reprisarem seus personagens, como a atriz Sigourney Weaver (Dana Barrett), Bill Murray (Dr. Peter Venkman), Harold Ramis (Dr. Egon Spengler) e Ernie Hudson (Winston Zeddmore).

Aykroyd aposta no começo das filmagens de OS CAÇA-FANTASMAS 3 já neste ano. “Nós podemos estar rodando o filme no inverno”.

O ator e co-roteirista, com Harold Ramis, dos dois primeiros sucessos da série confessou seu desejo de contar com o diretor dos dois primeiros filmes da franquia de sucesso, Ivan Reitman, comandando a terceira produção. No entanto, segundo ele, isso pode não acontecer em função da agenda lotada do cineasta/ produtor. Para Aykroyd, a segunda opção para dirigir o filme seria Harold Ramis.

Quanto à história de OS CAÇA-FANTASMAS 3, Aykroyd não adiantou detalhes, porém contou que a idéia é incluir uma equipe de uma ‘nova geração’ de cinco integrantes, com diversas personagens mulheres. “Eu gostaria que fosse um filme que passasse a tocha. Vamos revisitar alegre e rapidamente antigos personagens e tê-los lá como família, mas vamos passar isso a uma nova geração”, afirmou ele ao Los Angeles Times.

O roteiro de OS CAÇA-FANTASMAS 3 leva a assinatura de Lee Eisenberg e Gene Stupnitsky, dupla responsável pela história de outra importante comédia da Sony Pictures em produção, ANO UM (Year One), filme estrelado por Michael Cera e Jack Black, e dirigido por Harold Ramis, que estreia este ano nos cinemas.