Quintessência estréia em Fortaleza com O Jardim das Horas
O Quintessência estréia em Dezembro no Buoni Amici´s e é a nova temporada de shows do circuito independente em Fortaleza na alta estação. Neste próximo dia 25, feriado de Natal, a banda O Jardim das Horas é o destaque da programação
As quintas dia 25 de Dezembro, feriado de Natal, e dia 15 de janeiro de 2009, ápice das férias, marcam a estréia do Quintessência – nova temporada de shows do circuito da música independente na alta estação em Fortaleza (Ce). A programação acontece no Buoni Amici´s Sport Bar (Centro Dragão do Mar), com discotecagem do DJ Dado (Noise 3D), além dos shows, sempre a partir das 21h.
Na primeira data (25/12), O Jardim das Horas retorna aos palcos de Fortaleza após a mudança do nome da banda. O Quarto das Cinzas agora é o título do novo álbum, previsto para ser lançado em 2009 sob a chancela do Projeto Pixinguinha, circuito tradicional da MPB que premiou os cearenses radicados em São Paulo. Laya Lopes & Cia farão seu primeiro show em Fortaleza em 2008, adiantando músicas do novo trabalho, como o single Amarelolilás – disponível no My Space (www.myspace.com/ojardimdashoras)
Ainda na mesma noite, o Fossil apresenta seu último show em 2008, divulgando a coletânea Dissenso #01 – trabalho que reuniu bandas experimentais e artistas visuais de todo o Brasil. Do Fossil, a coletânea traz as músicas Secesso e Missa Nova – ambas com temas ilustrados pelos cearenses Nelson Luiz e Felipe Diaz. A abertura será do Et Circensis, quarteto que lançou o disco Homônimo este ano e apresentará nova formação após um período sem shows.
A temporada de shows do Quintessência continua dia 15 de Janeiro, com as bandas instrumentais Meu Amigo Imaginarium, esta abrindo a noite, e O Garfo – trio com destaque local e entre festivais fora do Estado. Fechará a seqüência os pernambucanos do Júlia Says, dupla que combina música brasileira e programações eletrônicas; com passagem pelo Rec Beat, festival de música alternativa em pleno Carnaval do Recife.
Quintessência é promoção da Mojo Camisetas (www.mojo.art.br), com apoio do Buoni Amici´s Sport Bar e Agna Estúdio (8712.4048).
Serviço
Estréia do Quintessência (1ª Temporada) – Quinta, 25 de Dezembro (Feriado de Natal), a partir das 21h, no Buoni Amici´s (Rua Dragão do Mar, 80, Praia de Iracema – Fortaleza). Com as bandas O Jardim das Horas e Fossil. Abertura: Et Circensis. Discotecagem: Dado. Preço: R$ 12,00. Promoção: R$ 10,00 até meia noite ou c/nome na lista (disponível em breve) Info.: (85) 3219.5454 / 8690.2466
INTERNET - INFORMÁTICA
Antonia Fontenelle à la Madonna para o Paparazzo
Prestes a desembarcar no Brasil, a diva Madonna é a inspiração do ensaio inédito de Antonia Fontenelle para o Paparazzo (www.globo.com/paparazzo). Algumas fases da cantora, como Like a Virgin, Erótica, e a mais recente, a da turnê Sticky and Sweet - que será apresentada daqui há duas semanas em solo brasileiro – serviram de pano de fundo para as fotos da atriz clicada por Marcos Serra Lima na boate Le Boy, no Rio de Janeiro. “Queria representar uma mulher de personalidade forte. Pensei em Rita Hayworth, mas já tinham feito algo parecido, então pensei na Madonna. A equipe adorou a idéia. Eu não me transformei na Madonna, mas fizemos o ensaio com referência a ela,” conta Antonia.
Para as imagens, Antonia diz que procurou passar a atitude da cantora americana e confessa não ter tido nenhum problema com a nudez. “Sou atriz, vivo trocando de roupa na coxia do teatro, não posso e nem tenho esse tipo de pudor, foi tudo muito tranqüilo.” Já o marido, o diretor Marcos Paulo, com quem é casada há um ano e meio, preferiu as fotos mais comportadas.
Aos 35 anos e mãe de um filho de 12, Antonia está em cartaz com a peça “Vidas divididas”, de Maria Adelaide Amaral, com direção de Marcos Paulo, interpretando um travesti. A atriz e produtora cultural se prepara também para fazer sua estréia na televisão. Ela fará uma professora de hip hop na próxima temporada de “Malhação”.
Prestes a desembarcar no Brasil, a diva Madonna é a inspiração do ensaio inédito de Antonia Fontenelle para o Paparazzo (www.globo.com/paparazzo). Algumas fases da cantora, como Like a Virgin, Erótica, e a mais recente, a da turnê Sticky and Sweet - que será apresentada daqui há duas semanas em solo brasileiro – serviram de pano de fundo para as fotos da atriz clicada por Marcos Serra Lima na boate Le Boy, no Rio de Janeiro. “Queria representar uma mulher de personalidade forte. Pensei em Rita Hayworth, mas já tinham feito algo parecido, então pensei na Madonna. A equipe adorou a idéia. Eu não me transformei na Madonna, mas fizemos o ensaio com referência a ela,” conta Antonia.
Para as imagens, Antonia diz que procurou passar a atitude da cantora americana e confessa não ter tido nenhum problema com a nudez. “Sou atriz, vivo trocando de roupa na coxia do teatro, não posso e nem tenho esse tipo de pudor, foi tudo muito tranqüilo.” Já o marido, o diretor Marcos Paulo, com quem é casada há um ano e meio, preferiu as fotos mais comportadas.Aos 35 anos e mãe de um filho de 12, Antonia está em cartaz com a peça “Vidas divididas”, de Maria Adelaide Amaral, com direção de Marcos Paulo, interpretando um travesti. A atriz e produtora cultural se prepara também para fazer sua estréia na televisão. Ela fará uma professora de hip hop na próxima temporada de “Malhação”.
LIVROS FICÇÃO
Premiado dramaturgo estréia na literatura
Roteirista Francisco Azevedo faz romance sobre a imigração portuguesa
Primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O ARROZ DE PALMA narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam-se e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado sobre os noivos no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória. O livro já está nas livrarias e o autor disponível para entrevistas.
Estréia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo - autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica -, O ARROZ DE PALMA começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O ARROZ DE PALMA é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.
Francisco Azevedo é roteirista e dramaturgo. É autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica.
Roteirista Francisco Azevedo faz romance sobre a imigração portuguesa Primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O ARROZ DE PALMA narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam-se e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado sobre os noivos no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória. O livro já está nas livrarias e o autor disponível para entrevistas.
Estréia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo - autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica -, O ARROZ DE PALMA começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O ARROZ DE PALMA é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.
Francisco Azevedo é roteirista e dramaturgo. É autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica.
LIVROS NÃO-FICÇÃO
Poder S.A. - Histórias Possíveis do Mundo Corporativo
Livro de Beto Ribeiro conta os bastidores das maiores empresas do país
Você detesta seu chefe? Trabalha mais de quinze horas por dia? Odeia o RH da sua empresa? Então, leia Poder S.A. – Histórias Possíveis do Mundo Corporativo. Você não vai aprender a lidar com todas as suas frustrações do dia-a-dia do trabalho, mas vai rir delas. Com certeza.
Baseado em fatos reais, o livro traz à tona as conversas de corredores das mais diferentes e importantes empresas brasileiras. Escrito por um ex-executivo de alto escalão, Poder S.A. não tem preocupação com o politicamente correto. Nenhum personagem é poupado, nem a vitima, nem o torturador. Do presidente à copeira, do RH à secretária da diretoria, todos os podres e pequenos poderes dos que passeiam felizes pelo mundo corporativo são desmascarados.
As histórias de Poder S.A., claro, são ambientadas num luxuoso edifício da Av. Brigadeiro Faria Lima, no Itaim Bibi, em SP. Impossível escrever um livro sobre o universo corporativo sem lembrar que empresa bacana que é empresa bacana gasta, e bem, na escolha do endereço da sua sede. Quanto mais caro o metro quadrado, melhor. Assim como o nome do prédio também não pode ser pouca coisa. Quanto mais sílabas, mais alto o aluguel. E, por que não, misturar todos os idiomas possíveis? Foi com base nesse estudo-pesquisa quase americano que o edifício de "Poder S.A." foi batizado de "SP Centrale Downtown Financial Center". Apesar de estar a dez quilômetros do centro de São Paulo e ter apenas uma empresa bancária ocupando suas ricas instalações...
Os 20 andares do SP Centrale – apelido carinhoso dado ao prédio pelos seus frequentadores - são testemunhas dos personagens mais estranhos do universo corporativo, que vivem em eterna tensão e competição pelo melhor cargo, salário e bônus anual. Com texto irônico e ácido, "Poder" abre o backstage das diferentes Companhias, Ltdas e S/A, em que é possível perceber e se divertir com a sordidez e a política de boa vizinhança mentirosa imposta na seara empresarial.
Para escrever o livro, o jornalista Beto Ribeiro teve como incentivadora a atriz Taís Araújo, a Alicia, de "A Favorita". Taís consultou Beto para saber como funciona o mundo corporativo quando encenou a peça "O Método Grölhom" no teatro e, a partir do que ouviu, sugeriu que Beto escrevesse um livro contando os bastidores do mundo corporativo.
Beto Ribeiro, 35 anos, jornalista, trabalhou como gerente de marketing de várias marcas importantes no país, relacionando-se diretamente com vários dos empresários que sempre passeiam pelas listas dos mais poderosos e ricos do universo corporativo brasileiro
Relatos de quem leu:
"Bem-humorado, divertido. Gostei. Pior é que é tudo verdade..."
Tais Araújo, atriz e apresentadora.
"É um estilo abusado, ousado, sem preocupação de ser políticamente correto...e isso é ótimo! Ainda bem que existem pessoas bem humoradas como o Beto, que sabem ver com olhos críticos e divertidos as chatices desse mundo dos que portam crachá como se fosse um atestado de sangue azul...Boa leitura!"
Maria Thereza Pinheiro, editora de projetos jornalísticos da TV globo e roteirista do programa Marília Gabriela, do GNT
"Mais real impossível. Consegui ver todos os meus colegas de trabalho que vivem para ver quem consegue exercer melhor seus pequenos e podres poderes. O mais triste é que eu ri de mim mesmo."
Alto executivo de um dos maiores varejos do Brasil que não quis se identificar - já que o papel de vilão corporativo sempre lhe caiu muito bem.
"Bem-vindo ao verdadeiro e desconhecido mundo corporativo. O livro lembra muito o ritmo e o humor de "The Office"."
Ana Paula Wirthmann, Diretora Financeira da Genoa Biotecnologia S/A e consultoria financeira
"Por ser baseado em fatos reais, a leitura fica mais interessante, já que o autor coloca o leitor num jogo para descobrir o que é verdade e o que é ficção. Quem vive dez horas por dia num escritório deve ler "Poder". Quem não vive, também."
Consultora de RH de uma empresa de recolocação de executivos com sede Rio de Janeiro e que preferiu o anonimato para não perder seus preciosos clientes corporativos.
"Acho que vou mudar de carreira. Tô com medo de virar um desses executivos do livro."
Estagiário de 21 anos de uma empresa de alimentos da capital paulista que, pelo jeito, aprendeu rápido a fugir da raia.
Dez! Nota Dez! – Eu sou Carlos Imperial
A história do grande incendiário da cultura brasileira
Ele foi ator, cineasta, apresentador de TV, colunista de jornais e revistas, compositor, produtor musical e até vereador e candidato a prefeito pelo Rio de Janeiro. Em geral é lembrado como um sujeito inconseqüente, encrenqueiro e mulherengo.
Direta ou indiretamente fez e ajudou a fazer o sucesso dos maiores nomes do nosso show bizz, de Roberto Carlos a Tim Maia, de Clara Nunes a Elis Regina. Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial, (Matrix Editora, 400 páginas), escrito pelo pesquisador Denilson Monteiro, é um mergulho na agitada vida e obra do autor de sucessos como Vem quente que estou fervendo, Nem vem que não tem, A praça, O bom e Mamãe Passou Açúcar em Mim.
O título é uma referência à maneira como Imperial anunciava as notas das escolas de samba do Rio de Janeiro. Na década de 1980, Carlos, na época vereador pelo PDT de Leonel Brizola, se notabilizou por divulgá-las exclamando a frase “Dez! nota dez!”. O bordão caiu no gosto popular e se transformou em sua marca registrada.
Orgulhoso por ser chamado de "o rei da pilantragem" e de "grande vilão da TV", mais do que tudo, Carlos Imperial gostava de causar polêmica e inventar situações que seriam destaque na mídia.
Em 1981, por exemplo, pouco antes da estréia de seu filme As Delícias do Sexo, teve a idéia de criar a Liga da Moral e da Decência. Mandou alugar duas Kombis, nas quais colocou vinte senhoras, que foram para a porta do cine Vitória, no Rio de Janeiro, protestar com cartazes contra a estréia daquele filme repleto de imoralidades. Além disso, arranjou um jovem negro anatomicamente privilegiado, para correr nu no meio da primeira exibição e causar alvoroço na platéia.
Na mesma hora, o rebuliço foi noticiado nas rádios. As pessoas ouviam e iam ao cinema para conferir o tal filme mais ousado que "O Império dos Sentidos". O resultado foi um grande sucesso de bilheteria.
Foi graças a Imperial que Roberto Carlos – assim como ele, também capixaba de Cachoeiro de Itapemirim –, gravou seu primeiro disco. Na época, o apresentador Chacrinha conseguiu contato com uma gravadora, propondo o nome de Roberto. Mas o atual “rei” foi recusado. Quem conseguiu a chance para o jovem cantor na Polydor foi o irmão mais velho de Imperial, Francisco, locutor da Rádio Continental. O rapaz comprometeu-se em tocar músicas da gravadora se o divulgador que visitava a emissora em que ele trabalhava conseguisse uma chance para Roberto.
Também foi Imperial quem convenceu Paulo Silvino a ser humorista, já que naquela época o astro do programa Zorra Total queria ser cantor de rock and roll. Sem deixar de mencionar que tanto Wilson Simonal quanto Erasmo Carlos, tiveram suas primeiras oportunidades na vida artística participando do "Clube do Rock", um embrião da Jovem Guarda, também invenção de Carlos. Em 1966, com Simonal, o compositor Nonato Buzar e o pianista César Camargo Mariano, o "Gordo", como era chamado pelos amigos, criou uma nova e deliciosa onda musical, a "pilantragem".
Imperial foi o responsável pela única ocasião em que o Ibope admitiu ter sido vítima de fraude. Em 1979, com o auxílio de dez pesquisadores do instituto, Carlos pôs em prática um esquema que colocou seu programa de auditório, então na TVS de Sílvio Santos, em primeiro lugar na audiência.
O Gordo ainda enfrentou com irreverência o regime militar. Um cartão de Natal que trazia sua foto, sentado no vaso sanitário, com a frase: "Espero que papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão", foi enviado a algumas personalidades em pleno AI-5 e acabou lhe rendendo uma temporada no presídio da Ilha Grande.
Sobre o autor
Responsável pela pesquisa de texto e imagem de Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia, best-seller do jornalista Nelson Motta, e colaborador em Clara Nunes, Guerreira da Utopia, de Vagner Fernandes, o pesquisador Denilson Monteiro dedicou seis anos à realização de Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial. Fez centenas de entrevistas com artistas, familiares, amigos de infância e até desafetos do "homem vaia", além de uma busca minuciosa em diversas instituições de pesquisa e acervos particulares, a fim de obter toda e qualquer informação sobre sua vida. Aluno do escritor José Louzeiro, o roteirista de O homem da capa preta, atualmente Denilson dedica-se a um roteiro para cinema em parceria com Clarice Messer.
Livro de Beto Ribeiro conta os bastidores das maiores empresas do país
Você detesta seu chefe? Trabalha mais de quinze horas por dia? Odeia o RH da sua empresa? Então, leia Poder S.A. – Histórias Possíveis do Mundo Corporativo. Você não vai aprender a lidar com todas as suas frustrações do dia-a-dia do trabalho, mas vai rir delas. Com certeza.Baseado em fatos reais, o livro traz à tona as conversas de corredores das mais diferentes e importantes empresas brasileiras. Escrito por um ex-executivo de alto escalão, Poder S.A. não tem preocupação com o politicamente correto. Nenhum personagem é poupado, nem a vitima, nem o torturador. Do presidente à copeira, do RH à secretária da diretoria, todos os podres e pequenos poderes dos que passeiam felizes pelo mundo corporativo são desmascarados.
As histórias de Poder S.A., claro, são ambientadas num luxuoso edifício da Av. Brigadeiro Faria Lima, no Itaim Bibi, em SP. Impossível escrever um livro sobre o universo corporativo sem lembrar que empresa bacana que é empresa bacana gasta, e bem, na escolha do endereço da sua sede. Quanto mais caro o metro quadrado, melhor. Assim como o nome do prédio também não pode ser pouca coisa. Quanto mais sílabas, mais alto o aluguel. E, por que não, misturar todos os idiomas possíveis? Foi com base nesse estudo-pesquisa quase americano que o edifício de "Poder S.A." foi batizado de "SP Centrale Downtown Financial Center". Apesar de estar a dez quilômetros do centro de São Paulo e ter apenas uma empresa bancária ocupando suas ricas instalações...
Os 20 andares do SP Centrale – apelido carinhoso dado ao prédio pelos seus frequentadores - são testemunhas dos personagens mais estranhos do universo corporativo, que vivem em eterna tensão e competição pelo melhor cargo, salário e bônus anual. Com texto irônico e ácido, "Poder" abre o backstage das diferentes Companhias, Ltdas e S/A, em que é possível perceber e se divertir com a sordidez e a política de boa vizinhança mentirosa imposta na seara empresarial.
Para escrever o livro, o jornalista Beto Ribeiro teve como incentivadora a atriz Taís Araújo, a Alicia, de "A Favorita". Taís consultou Beto para saber como funciona o mundo corporativo quando encenou a peça "O Método Grölhom" no teatro e, a partir do que ouviu, sugeriu que Beto escrevesse um livro contando os bastidores do mundo corporativo.
Beto Ribeiro, 35 anos, jornalista, trabalhou como gerente de marketing de várias marcas importantes no país, relacionando-se diretamente com vários dos empresários que sempre passeiam pelas listas dos mais poderosos e ricos do universo corporativo brasileiro
Relatos de quem leu:
"Bem-humorado, divertido. Gostei. Pior é que é tudo verdade..."
Tais Araújo, atriz e apresentadora.
"É um estilo abusado, ousado, sem preocupação de ser políticamente correto...e isso é ótimo! Ainda bem que existem pessoas bem humoradas como o Beto, que sabem ver com olhos críticos e divertidos as chatices desse mundo dos que portam crachá como se fosse um atestado de sangue azul...Boa leitura!"
Maria Thereza Pinheiro, editora de projetos jornalísticos da TV globo e roteirista do programa Marília Gabriela, do GNT
"Mais real impossível. Consegui ver todos os meus colegas de trabalho que vivem para ver quem consegue exercer melhor seus pequenos e podres poderes. O mais triste é que eu ri de mim mesmo."
Alto executivo de um dos maiores varejos do Brasil que não quis se identificar - já que o papel de vilão corporativo sempre lhe caiu muito bem.
"Bem-vindo ao verdadeiro e desconhecido mundo corporativo. O livro lembra muito o ritmo e o humor de "The Office"."
Ana Paula Wirthmann, Diretora Financeira da Genoa Biotecnologia S/A e consultoria financeira
"Por ser baseado em fatos reais, a leitura fica mais interessante, já que o autor coloca o leitor num jogo para descobrir o que é verdade e o que é ficção. Quem vive dez horas por dia num escritório deve ler "Poder". Quem não vive, também."
Consultora de RH de uma empresa de recolocação de executivos com sede Rio de Janeiro e que preferiu o anonimato para não perder seus preciosos clientes corporativos.
"Acho que vou mudar de carreira. Tô com medo de virar um desses executivos do livro."
Estagiário de 21 anos de uma empresa de alimentos da capital paulista que, pelo jeito, aprendeu rápido a fugir da raia.
Dez! Nota Dez! – Eu sou Carlos Imperial
A história do grande incendiário da cultura brasileira
Ele foi ator, cineasta, apresentador de TV, colunista de jornais e revistas, compositor, produtor musical e até vereador e candidato a prefeito pelo Rio de Janeiro. Em geral é lembrado como um sujeito inconseqüente, encrenqueiro e mulherengo.Direta ou indiretamente fez e ajudou a fazer o sucesso dos maiores nomes do nosso show bizz, de Roberto Carlos a Tim Maia, de Clara Nunes a Elis Regina. Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial, (Matrix Editora, 400 páginas), escrito pelo pesquisador Denilson Monteiro, é um mergulho na agitada vida e obra do autor de sucessos como Vem quente que estou fervendo, Nem vem que não tem, A praça, O bom e Mamãe Passou Açúcar em Mim.
O título é uma referência à maneira como Imperial anunciava as notas das escolas de samba do Rio de Janeiro. Na década de 1980, Carlos, na época vereador pelo PDT de Leonel Brizola, se notabilizou por divulgá-las exclamando a frase “Dez! nota dez!”. O bordão caiu no gosto popular e se transformou em sua marca registrada.
Orgulhoso por ser chamado de "o rei da pilantragem" e de "grande vilão da TV", mais do que tudo, Carlos Imperial gostava de causar polêmica e inventar situações que seriam destaque na mídia.
Em 1981, por exemplo, pouco antes da estréia de seu filme As Delícias do Sexo, teve a idéia de criar a Liga da Moral e da Decência. Mandou alugar duas Kombis, nas quais colocou vinte senhoras, que foram para a porta do cine Vitória, no Rio de Janeiro, protestar com cartazes contra a estréia daquele filme repleto de imoralidades. Além disso, arranjou um jovem negro anatomicamente privilegiado, para correr nu no meio da primeira exibição e causar alvoroço na platéia.
Na mesma hora, o rebuliço foi noticiado nas rádios. As pessoas ouviam e iam ao cinema para conferir o tal filme mais ousado que "O Império dos Sentidos". O resultado foi um grande sucesso de bilheteria.
Foi graças a Imperial que Roberto Carlos – assim como ele, também capixaba de Cachoeiro de Itapemirim –, gravou seu primeiro disco. Na época, o apresentador Chacrinha conseguiu contato com uma gravadora, propondo o nome de Roberto. Mas o atual “rei” foi recusado. Quem conseguiu a chance para o jovem cantor na Polydor foi o irmão mais velho de Imperial, Francisco, locutor da Rádio Continental. O rapaz comprometeu-se em tocar músicas da gravadora se o divulgador que visitava a emissora em que ele trabalhava conseguisse uma chance para Roberto.
Também foi Imperial quem convenceu Paulo Silvino a ser humorista, já que naquela época o astro do programa Zorra Total queria ser cantor de rock and roll. Sem deixar de mencionar que tanto Wilson Simonal quanto Erasmo Carlos, tiveram suas primeiras oportunidades na vida artística participando do "Clube do Rock", um embrião da Jovem Guarda, também invenção de Carlos. Em 1966, com Simonal, o compositor Nonato Buzar e o pianista César Camargo Mariano, o "Gordo", como era chamado pelos amigos, criou uma nova e deliciosa onda musical, a "pilantragem".
Imperial foi o responsável pela única ocasião em que o Ibope admitiu ter sido vítima de fraude. Em 1979, com o auxílio de dez pesquisadores do instituto, Carlos pôs em prática um esquema que colocou seu programa de auditório, então na TVS de Sílvio Santos, em primeiro lugar na audiência.
O Gordo ainda enfrentou com irreverência o regime militar. Um cartão de Natal que trazia sua foto, sentado no vaso sanitário, com a frase: "Espero que papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão", foi enviado a algumas personalidades em pleno AI-5 e acabou lhe rendendo uma temporada no presídio da Ilha Grande.
Sobre o autor
Responsável pela pesquisa de texto e imagem de Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia, best-seller do jornalista Nelson Motta, e colaborador em Clara Nunes, Guerreira da Utopia, de Vagner Fernandes, o pesquisador Denilson Monteiro dedicou seis anos à realização de Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial. Fez centenas de entrevistas com artistas, familiares, amigos de infância e até desafetos do "homem vaia", além de uma busca minuciosa em diversas instituições de pesquisa e acervos particulares, a fim de obter toda e qualquer informação sobre sua vida. Aluno do escritor José Louzeiro, o roteirista de O homem da capa preta, atualmente Denilson dedica-se a um roteiro para cinema em parceria com Clarice Messer.
Prazeres e vícios de Roma
Um dos principais especialistas em Antigüidade e professor emérito do prestigiado Collège de France, Paul Veyne traça um painel do Império Romano, do apogeu até sua queda. “Sexo e poder em Roma” (Editora Record) mostra um estado repleto de nuances e paradoxos, no qual coexistiam refinamento aristocrático e brutalidade, virtude republicana e violência em forma de espetáculo, justiça e lei de Talião.Um universo cheio de tabus, que parece ter inventado o casamento cristão antes mesmo dos cristãos. O olhar perspicaz de Veyne analisa tudo: os romanos, seus deuses e paganismos. A política e corrupção nas relações de poder, os gladiadores e a morte como espetáculo. A sexualidade no casamento, as núpcias, o aborto, a homossexualidade e noções de virilidade. Nesta coletânea de entrevistas e artigos publicados ao longo de cerca de vinte anos na revista L’Histoire, por meio do estudo da sexualidade, Veyne disseca, ainda, a relação dos romanos com a política, o dinheiro, a vida e a morte. MODA
As camisetas da Formosa Bandida
A estilista Ana Novais entre modelos: inauguração de showroom na próxima segunda
Idealizada pela estilista cearense Ana Novais, a marca Formosa Bandida traz como diferencial 12 estampas que celebram o rico imaginário cultural cearense e brasileiro, associando o design de moda à tradição da xilogravura com contemporaneidade. A marca de t-shirts chega nesse final de ano com novidades. A partir do dia 08/12 (próxim
a segunda) abre em soft opening um novo ponto de vendas em Fortaleza, na Rua Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), espaço que também funciona como ateliê. A Formosa Bandida também já é comercializada em quatro lojas CEART em Fortaleza e Canoa Quebrada (ver serviço).
Apostando no talento criativo, a coleção Formosa Bandida conta com o trabalho habilidoso do artista Rafael Lima Verde, que criou xilogravuras com imagens contemporâneas de Lampião, Maria Bonita, da estátua de Iracema, São Jorge, carrosséis, cartucheiras, onça e pipa, entre outros ícones renovados da cultura popular. São seis (06) estampas masculinas e seis (06) femininas para as camisetas em malha 100% algodão (nos tamanhos P, M, G e GG). Além do modelo T-shirt tradicional, a linha feminina traz ainda as opções de cortes "princesa" e bata, golas canoa e decotes V.
Unindo cangaço e fé, sertão e mar, tradição e modernidade, os desenhos que ilustram a Formosa Bandida ganham novas cores para o verão: lilás, laranja, rosa, marfim, branco e preto. "Todo o design do produto prima pela qualidade", comenta Ana Novais, que criou a marca em 2007. Ela explica que o nome Formosa Bandida é uma bem-humorada alusão à Maria Bonita, companheira de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, o eterno rei do cangaço. A pedidos, a estilista ainda pretende lançar camisetas infantis com uma das estampas no início de 2009.
Serviço:
· Showroom Formosa Bandida – R. Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), a partir de 08/12/2008.
· Outros Pontos: Lojas do Centro de Artesanato Luisa Távora (CEART) - Av. Santos Dumont, 1589 + CEART do Centro Cultural Dragão do Mar + CEART do Aeroporto Internacional Pinto Martins + CEART de Canoa Quebrada
A estilista Ana Novais entre modelos: inauguração de showroom na próxima segunda
Idealizada pela estilista cearense Ana Novais, a marca Formosa Bandida traz como diferencial 12 estampas que celebram o rico imaginário cultural cearense e brasileiro, associando o design de moda à tradição da xilogravura com contemporaneidade. A marca de t-shirts chega nesse final de ano com novidades. A partir do dia 08/12 (próxim
a segunda) abre em soft opening um novo ponto de vendas em Fortaleza, na Rua Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), espaço que também funciona como ateliê. A Formosa Bandida também já é comercializada em quatro lojas CEART em Fortaleza e Canoa Quebrada (ver serviço).Apostando no talento criativo, a coleção Formosa Bandida conta com o trabalho habilidoso do artista Rafael Lima Verde, que criou xilogravuras com imagens contemporâneas de Lampião, Maria Bonita, da estátua de Iracema, São Jorge, carrosséis, cartucheiras, onça e pipa, entre outros ícones renovados da cultura popular. São seis (06) estampas masculinas e seis (06) femininas para as camisetas em malha 100% algodão (nos tamanhos P, M, G e GG). Além do modelo T-shirt tradicional, a linha feminina traz ainda as opções de cortes "princesa" e bata, golas canoa e decotes V.
Unindo cangaço e fé, sertão e mar, tradição e modernidade, os desenhos que ilustram a Formosa Bandida ganham novas cores para o verão: lilás, laranja, rosa, marfim, branco e preto. "Todo o design do produto prima pela qualidade", comenta Ana Novais, que criou a marca em 2007. Ela explica que o nome Formosa Bandida é uma bem-humorada alusão à Maria Bonita, companheira de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, o eterno rei do cangaço. A pedidos, a estilista ainda pretende lançar camisetas infantis com uma das estampas no início de 2009.Serviço:
· Showroom Formosa Bandida – R. Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), a partir de 08/12/2008.
· Outros Pontos: Lojas do Centro de Artesanato Luisa Távora (CEART) - Av. Santos Dumont, 1589 + CEART do Centro Cultural Dragão do Mar + CEART do Aeroporto Internacional Pinto Martins + CEART de Canoa Quebrada
MÚSICA
Música que transcende
Em Divinaura, o grande músico alemão Aeoliah, mostra sua criatividade ao explorar a riqueza da música new age. O artista trabalha a fusão musical entre gêneros como Jazz e World Music para criar as mais ricas e belas composições.
Este álbum altamente inspirado propicia uma incrível experiência de elevação da alma. Suaves melodias e arranjos induzem a uma condição de paz interior em que a mente busca se harmonizar com o corpo e o espírito.
Por facilitar o estado meditativo, as músicas de Aeoliah são muitas vezes utilizadas em terapias, centros holísticos, exercícios de relaxamento, além de outras ações positivas para a saúde.
O melhor do Carpenters
Coletâneas da adocicada dupla The Carpenters existem aos montes. A que gravadora Som Livre está pondo nas lojas neste mês de novembro de 2008, intitulada The Best of Carpenters, foi idealizada para o mercado brasileiro e tem boa seleção de repertório assinada por Sérgio Motta. No entanto, a rigor, ela é (quase) idêntica às muitas compilações da dupla formada por Richard Carpenter com sua irmã Karen Carpenter (1950 - 1983). A compilação rebobina 14 sucessos da dupla que começou a gravar em 1969 - com o álbum Ticket to Ride - reinou nas paradas na primeira metade dos anos 70. Do segundo álbum dos Carpenters, Close to You (1970), a coletânea inclui We've Only Just Begun e (They Long to Be) Close to You. De Carpenters (1971), aparecem For All We Know, Rainy Days and Mondays e
Superstar. Bless the Beasts and Childen (1971) está representado pela música-título. De A Song for You (1972), aparece a menos badalada Hurting Each Other. Now and Then (1973) comparece com Sing e Yesterday Once More enquanto Horizon (1975) fornece os megahits Only Yesterday e Please, Mr. Postman, além da pouco ouvida balada Solitarie. Já A Kind of Hush (1976) emplaca a música que lhe inspirou o título, There's a Kind of Hush. Como sempre, a Som Livre se exime de dar informações sobre a origem dos fonogramas. Ainda assim, The Best of Carpenters tem munição para conquistar fãs de última hora para a dupla que marcou sua época com um som tão adocicado quanto envolvente.
Taylor consegue deixar sua marca em 'Covers'
Em texto sucinto, escrito para o encarte do disco Covers, em que aborda somente cancioneiro alheio, James Taylor parece se justificar ao lembrar que, desde o começo de sua carreira, grava músicas de outros compositores. E ressalta que dois de seus grandes sucessos dos anos 70 - You've Got a Friend e Handy Man - não foram criados por ele. De fato, Taylor consegue deixar sua marca em repertório alheio e essa habilidade que faz com que seu álbum Covers não caia na vala comum de CDs do gênero. Desde a faixa de abertura, It's Growing, pérola soul de Smokey Robinson que fez sucesso com o grupo The Temptations, o disco se revela sedutor e com surpreendente unidade para uma seleção que vai do country (Why Baby Why) ao blues, celebrado em faixas como Summertime Blues (de Eddie Cochran) e (I'm a) Road Runner. Entre temas de Buddy Holly (Not Fade Away) e Leonard Cohen (Suzanne), o intérprete de voz anasalada realça todo o brilho de jóia de Jimmy Webb, Wichita Lineman, destaque deste álbum azeitado e cheio de personalidade que merecia título (bem) menos simplório e óbvio do que Covers.
Em Divinaura, o grande músico alemão Aeoliah, mostra sua criatividade ao explorar a riqueza da música new age. O artista trabalha a fusão musical entre gêneros como Jazz e World Music para criar as mais ricas e belas composições.
Este álbum altamente inspirado propicia uma incrível experiência de elevação da alma. Suaves melodias e arranjos induzem a uma condição de paz interior em que a mente busca se harmonizar com o corpo e o espírito.
Por facilitar o estado meditativo, as músicas de Aeoliah são muitas vezes utilizadas em terapias, centros holísticos, exercícios de relaxamento, além de outras ações positivas para a saúde.
O melhor do Carpenters
Coletâneas da adocicada dupla The Carpenters existem aos montes. A que gravadora Som Livre está pondo nas lojas neste mês de novembro de 2008, intitulada The Best of Carpenters, foi idealizada para o mercado brasileiro e tem boa seleção de repertório assinada por Sérgio Motta. No entanto, a rigor, ela é (quase) idêntica às muitas compilações da dupla formada por Richard Carpenter com sua irmã Karen Carpenter (1950 - 1983). A compilação rebobina 14 sucessos da dupla que começou a gravar em 1969 - com o álbum Ticket to Ride - reinou nas paradas na primeira metade dos anos 70. Do segundo álbum dos Carpenters, Close to You (1970), a coletânea inclui We've Only Just Begun e (They Long to Be) Close to You. De Carpenters (1971), aparecem For All We Know, Rainy Days and Mondays e
Superstar. Bless the Beasts and Childen (1971) está representado pela música-título. De A Song for You (1972), aparece a menos badalada Hurting Each Other. Now and Then (1973) comparece com Sing e Yesterday Once More enquanto Horizon (1975) fornece os megahits Only Yesterday e Please, Mr. Postman, além da pouco ouvida balada Solitarie. Já A Kind of Hush (1976) emplaca a música que lhe inspirou o título, There's a Kind of Hush. Como sempre, a Som Livre se exime de dar informações sobre a origem dos fonogramas. Ainda assim, The Best of Carpenters tem munição para conquistar fãs de última hora para a dupla que marcou sua época com um som tão adocicado quanto envolvente.Taylor consegue deixar sua marca em 'Covers'
Em texto sucinto, escrito para o encarte do disco Covers, em que aborda somente cancioneiro alheio, James Taylor parece se justificar ao lembrar que, desde o começo de sua carreira, grava músicas de outros compositores. E ressalta que dois de seus grandes sucessos dos anos 70 - You've Got a Friend e Handy Man - não foram criados por ele. De fato, Taylor consegue deixar sua marca em repertório alheio e essa habilidade que faz com que seu álbum Covers não caia na vala comum de CDs do gênero. Desde a faixa de abertura, It's Growing, pérola soul de Smokey Robinson que fez sucesso com o grupo The Temptations, o disco se revela sedutor e com surpreendente unidade para uma seleção que vai do country (Why Baby Why) ao blues, celebrado em faixas como Summertime Blues (de Eddie Cochran) e (I'm a) Road Runner. Entre temas de Buddy Holly (Not Fade Away) e Leonard Cohen (Suzanne), o intérprete de voz anasalada realça todo o brilho de jóia de Jimmy Webb, Wichita Lineman, destaque deste álbum azeitado e cheio de personalidade que merecia título (bem) menos simplório e óbvio do que Covers.
NOVELAS
O novo trio de Malhação
No ano que vem, Daniel Dalcin, 23, Micael Borges, 19, e Bianca Bin, 18, vão render muita conversa em rodas de adolescentes. Eles interpretarão os principais papéis da nova temporada de "Malhação". Daniel será Alex, que disputará Marina (Bianca) com Luciano (Micael). "Fiz cinco testes para pegar o Alex. Canto desde os 13 anos, mas tive que aprender a tocar pelo personagem. O Alex é roqueiro e vai tocar em festivais", revela Daniel, o mais experiente. Será num show que conhecerá Marina, que mantém uma paixão não revelada, mas recíproca, por Luciano. Sua intérprete, Bianca, é decidida como a personagem: aos 16, ela deixou os pais em Itu (SP) e veio para São Paulo estudar teatro. Micael já fez cinema e mora no morro do Vidigal (Rio). "Não me considero negro nem branco. Meus pais vieram da Paraíba. Sou a mistura brasileira, represento a miscigenação", diz. Nova novela das sete terá atriz cega e macaco-protagonista
Próxima novela das sete da Globo, "Caras & Bocas" (nome provisório) trará pelo menos duas novidades para o horário: uma atriz cega e um macaco em papéis centrais. Seu autor, Walcyr Carrasco, ainda não revela o nome da atriz. "Ela ainda não assinou contrato", diz. A história principal, a de um casal de artistas, será interpretada por Flavia Alessandra e Malvino Salvador.
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