Balako Bloco lança programação de Carnaval na Praia de Iracema

Após sucesso de público durante o período de pré-carnaval, o Balako Bloco lança a sua programação de Carnaval, na Praia de Iracema. Ao todo, mais de dez atrações passam pelo palco do Balako Bloco durante os dias 18, 19, 20 e 21 de fevereiro. O line-up conta com as bandas que agitaram o período de Pré-Carnaval de Fortaleza e prometem fazer história no Carnaval desse ano, como: Super Banda, The MOB, Camaleões Selvagens, Banda Reite, Bruno Hedy, Verão S/A,  Pedro Campos e muito mais.

Foto: Super Banda / Balako Bloco / Divulgação

O evento tem parceria com grandes marcas como Amstel, Jameson Irish Whiskey e Monster, e - de acordo com a 2Fun - tem a missão de resgatar as origens da cultura carnavalesca, ao mesmo tempo em que fortalece o respeito e a diversidade. “O Balako Bloco cumpriu muito bem sua missão durante todo o período de Pré-Carnaval e fortaleceu o maior e mais tradicional polo carnavalesco de Fortaleza. Agora, é hora de comemorar e fazer história nesse Carnaval”, destaca um dos diretores da 2Fun, Cláudio Nelson.


Foto: Camaleões Selvagens / Balako Bloco / Divulgação

O evento começa às 16h e também conta com 2 horas de cerveja e drinks dobrados. Listas VIPs disponíveis pelo Instagram do @balakobloco.

SERVIÇO

O QUE É: BALAKO BLOCO 

ATRAÇÕES:
18/02 (sábado) - Bruno Hedy, Bloco Camaleões Selvagens, Pedro Campos, Super Banda.
19/02 (domingo) - Bruno Hedy, Banda Reite, Larissa Leite e DJs.

20/02 (segunda) - Bruno Hedy, Bloco The MOB, Verão S/A.

21/02 (terça) - Bruno Hedy, Bloco Camaleões Selvagens, Banda Reite.

QUANDO: 18, 19, 20 e 21/02, a partir das 16h

ONDE: Rua Dragão do Mar, 230, Fortaleza - CE.
ACESSO: Entrada até, às 19h FREE, com nome em LISTA VIP: https://listavip.balakobloco.com.br

INFORMAÇÕES: @balakobloco

Como se proteger de golpes durante o período de folia do Carnaval

Artigo por Arnaldo Thomaz, country manager da BioCatch no Brasil

Carnaval é o feriado mais aguardado por muitos brasileiros e conhecido mundialmente como uma época festiva de muita folia. Durante esse período, é comum o aumento da aglomeração de pessoas nas ruas, o que acaba chamando atenção de muitos criminosos que estão aguardando a oportunidade de se aproveitar de uma distração das pessoas para praticar diversos golpes. 
Recentemente, cibercriminosos desenvolveram um novo tipo de golpe para roubar dados de cartões de crédito durante os pagamentos por aproximação: eles fingem ser funcionários das empresas de máquinas de cartões e simulam  a necessidade de uma atualização do dispositivo aos lojistas, para instalar o malware nos aparelhos.
O propósito desta ação é capturar os dados do cliente assim que ele insere o cartão físico na máquina para efetuar o pagamento. Mediante essa situação, é possível realizar o envio das informações para os fraudadores remotamente, possibilitando, assim, a clonagem do cartão para usos indébitos, mesmo que ele esteja de acordo com as normas de segurança.
Outro golpe comum nessa época é o do “sequestro do PIX”. Nele, o malfeitor arranca o celular da mão da vítima e sai correndo.
Por isso, é necessário levar em consideração as seguintes dicas abaixo para aproveitar o feriado sem “dor de cabeça”.

Cuidados com o celular:
- Tenha atenção em como guardar seu aparelho. Procure não deixá-lo solto, e evite ficar com ele na mão pelas ruas, pois isso pode facilitar a captura por parte dos ladrões;

- Procure utilizar todos os métodos de segurança possíveis, como bloqueio automático de tela, biometria facial e biometria digital;

-  A senha de acesso ao banco deve ser exclusiva;

- Em caso de roubo, comunique imediatamente o seu banco e registre um boletim de ocorrência online.

Cuidados com o cartão físico:
- Somente o proprietário do cartão deve inseri-lo na máquina e realizar o pagamento. Se porventura o visor não lhe permitir visualizar o valor real do produto, não finalize a compra; 

-  Sempre olhe ao redor e veja se, ao digitar a senha, ela não estará visível para desconhecidos;

- Verifique o valor digitado e peça o comprovante impresso;

- Caso o lojista informe que precisa passar o cartão novamente, desconfie. Observe se o valor da cobrança pelo aplicativo do seu banco é o mesmo;

- Caso o vendedor precise pegar seu cartão, certifique se o cartão devolvido de fato é o seu.

 

Jean Dumont apresenta seu novo show no Carnaval de Fortaleza

Jean Dumont e a Banda Farra Dusbons trazem, nesse carnaval, o novo show “Folia de todos os tempos” 

Toda a alegria e os ritmos contagiantes do Carnaval já estão por toda a parte de Fortaleza. A festa momina que tem o seu aquecimento com o Pré-Carnaval, acontece com toda a intensidade depois da ausência de dois anos sem folia devido à pandemia. E para celebrar, a programação realizada pela  Prefeitura de Fortaleza por meio da Secultfor traz  apresentações de blocos e de grandes nomes da música local. Entre os destaques, está o cantor e compositor Jean Dumont,  que leva toda a sua alegria e irreverência para os polos do Ciclo Carnavalesco de Fortaleza e para outros eventos carnavalescos na capital cearense. Todas as apresentações são gratuitas.

Jean Dumont e a Banda Farra Dusbons trazem, nesse carnaval, o novo show “Folia de todos os tempos”, depois desse período de saudades e tantos desafios que vieram com a Pandemia do Covid-19. Com duração de 2h, indicado para todas as idades, o show tem no repertório uma seleção de músicas cantadas no carnaval e fora dele e também músicas autorais. Com novo figurino mais brilhante e colorido, Jean Dumont vem agradecendo e comemorando a vida e as transformações!

Confira a agenda de apresentações:

Carnaval do SESC

Sesc Fortaleza

Rua Clarindo de Queiroz, 1740, Centro (ao lado do Mercado São Sebastião)

Data: 14/02 –15h

 

Show de Carnaval

Complexo Gastronômico de Sabiaguaba

Data: 18/02 –16h

Ciclo Carnavalesco de Fortaleza – Palco Principal

Aterro da Praia de Iracema

Data: 18/02 –17h

Ciclo Carnavalesco de Fortaleza

Praça João Gentil – Benfica

Data: 19/02 –20h

Ciclo Carnavalesco de Fortaleza – Bloco do Zé Almir

Av. Domingos Olímpio

Data: 20/02 –21h50

Carnaval do SESC

Mercado da Aerolândia

Data: 21/02 –20h

 

Redes Sociais

Facebook: https://www.facebook.com/jean.dumont.104

Twitter: @jeancdumont

Youtube: www.youtube.com/user/jeandumontebanda

Instagram: https://www.instagram.com/farradusbons

 

Com culinária inspirada na cozinha do fogo, Beach Park inaugura Coqueiral Bar e Restaurante

Felipe Muniz Palhano foi convidado para conferir o restaurante e mostrará tudo no canal do YouTube TV DIVIRTA-CE
Localizado na Vila Azul do Mar e aberto ao público, o espaço oferece cardápio saudável assinado pelo Chef Bernard Twardy, com carnes, frutos do mar, legumes e acompanhamentos preparados na brasa de um fogão à lenha de poda de cajueiro

O fogo é o elemento principal do novo Coqueiral Bar e Restaurante, transformando, de forma saborosa, o sabor e a textura de carnes, frutos do mar, peixes, legumes, acompanhamentos e também entradas, como o delicioso Pão de Campanha - produzido artesanalmente na casa, tostado, temperado com alho e acompanhado de berinjela defumada. 
Inaugurado em janeiro e aberto ao público em geral, o Coqueiral Bar e Restaurante está aberto todos os dias da alta estação, das 17h às 22h. O cardápio tem a assinatura de Bernard Twardy, chef corporativo do complexo com quase 55 anos de experiência na área, e com apoio dos chefs Paulo Lourenço Galdino e Raphael Gazal, que também fazem parte da equipe gastronômica do Beach Park.
Os pratos do restaurante – baseados na “cozinha do fogo”, de acordo com o Bernard – foram estudados e testados antes mesmo da chegada do seu equipamento principal: um forno com tecnologia espanhola, todo manual e sem componentes eletrônicos, movido à carvão e lenha de cajueiro resultante de poda.
“A temperatura do forno chega a 400º C e, quando você coloca um alimento dentro deste ambiente, ele recebe o impacto da cocção da grelha, da fumaça do carvão e da madeira do cajueiro, componente aromático para defumar os alimentos. Chegamos a um cardápio com sete pratos principais, bastante saborosos e saudáveis, principalmente porque não precisam de óleo ou gordura para prepará-los”, explica o Chef Bernard. 
SABORES DO FOGO – No cardápio, opções de pratos como a “Picanha do sol no melhor da brasa”, “Ribeye steak” (à base de porco), “Tambouille de peixe”, “Polvo no fogo da grelha”, “Cocotte de legumes defumados e grelhados com arroz braseiro”, o sanduíche “Hambúrguer de costela premium”, o petisco “Camarão mandarine” e o antipasto “Pão de Campanha”.
“O que acontece com um alimento num forno com temperatura muito alta: você sela o alimento por fora, por meio do choque térmico da cocção. A partir desse momento, os sumos ficam circulando dentro do alimento, deixando muito mais saboroso, como acontece no camarão mandarine, assado ‘no susto’ sem casca, com manteiga da terra e tangerina grelhada”, explica o Chef Bernard.
Já a “Tambouille de peixe” usa o filé de beijupirá, marinado no vinho branco com alecrim, servido em cima de lâmina de batatas, vegetais, tomates bombom e finalizado com legumes grelhados.
Outro prato do mar do cardápio do Coqueiral Bar e Restaurante é o polvo - pré-cozido com temperos, finalizado na grelha para ser chamuscado como os apreciadores da iguaria gostam e pincelado de azeite no final, com legumes e limão grelhado.
Para os amantes de carne, a “Picanha do sol” é uma ótima pedida “O Chef Paulo faz a salga dela aqui mesmo, de baixa cura (3%), aplicada numa picanha de alta qualidade. O resultado é uma suculência muito boa, servida com uma banana da terra, finalizado na manteiga-da-terra e acompanhada de farofinha cearense bem clássica e batatas rústicas”, comenta Bernard.

Opções Veganas
Para o público vegano, o Coqueiral oferece o “Cocotte de legumes defumados e grelhados com arroz braseiro”, trazendo abobrinhas inteiras, legumes grelhados e defumados e o arroz de legumes braseiro. Outra excelente opção é o Pão de Campanha.
“O pão é rico em malte e de cor marrom escura, extremamente saboroso. Vai ao forno e é torrado nos dois lados. Ao sair, ganha uma leve camada de alho fresco e duas fatias de berinjelas, assadas no forno e descascadas, temperadas com um pouco de flor de sal. O prato pode ser harmonizado com um vinho rosé gelado. Fica maravilhoso”, diz o chef Bernard Twardy, dando a dica final.

Andréia Pedroso apresenta o show "Cheia de Bossa" no Rio de Janeiro

Ela estará pela primeira vez, no Shopping Cassino Atlântico, ao lado do renomado pianista das noites cariocas, José Carlos Pité

Com repertório que aproxima a bossa nova do samba, a  cantora carioca confirma seu lugar na música brasileira, trazendo sucessos no dia 25  de fevereiro, às 16h.

A cantora carioca Andréia Pedroso apresenta o show "Cheia de Bossa", ao lado do pianista José Carlos Pité, conhecido das noites cariocas no Mistura Fina, Le Bec Fin, Chico's Bar, entre outros, pela primeira vez no Shopping Cassino Atlântico, dentro do projeto Música  Brasileira ao Vivo, com repertório que aproxima a bossa nova do samba, homenageando  compositores como Cartola, Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Tom Jobim, Edu Lobo, Guinga e Baden Powell, no dia 25 de fevereiro, às 16h.
O show “Cheia de Bossa” é uma homenagem aos 65 anos de existência desse estilo musical e foi pensado sob a ótica de que o samba foi, e é, a principal raiz que lhe deu muitos contornos. Curadora e preparadora vocal também do projeto Prepara Voz, Andréia Pedroso traz uma voz marcante e presença de palco que confirmam seu lugar na música brasileira.


Sobre  Andréia Pedroso

Cantora carioca,  intérprete, letrista e compositora da MPB. Mestre em Educação Musical pela Escola de Música da UFRJ, licenciada em Educação Artística pela Universidade Metodista/ BENNETT, no Rio de Janeiro. Curso de Letras Português-Literaturas pela Faculdade de Letras da UFRJ (incompleto). Curadora e Preparadora vocal no projeto PreparaVoz - Oficina de Canto - realizado no Centro da Música Carioca Artur da Távola/ SMC (2019-2021). Preparadora vocal da bateria TIM e das Oficinas de Canto da COART/ UERJ (2001-2003).

Como cantora tem afirmado seu gosto musical homenageando compositores como Cartola, Nelson Cavaquinho, Guilherme de Brito, Tom Jobim, Edu Lobo, Guinga, Baden Powell. Atualmente, apresenta o show “Cheia de Bossa”  ao lado de músicos de excelência:  Alfredo Cardim (pianista), Henrique Ayres (violâo), Geferson Horta (Baixo) e Márcio Bahia (bateria).
“CHEIA DE BOSSA” é uma homenagem à Bossa Nova em seus 65 anos de existência. Sob a ideia de aproximar a Bossa Nova do Samba e rever alguns pontos sobre a nossa MPB, o CHEIA DE BOSSA foi construído sob a ótica de que o samba foi e é a principal raiz que deu muito contornos à Bossa Nova.
Assim, a leitura de “Influência do Jazz”, de Carlos Lyra, pode trazer algumas interpretações interessantes. Começa dizendo que o Semba já estaria à beira do esquecimento quando a Bossa Nova veio lhe dar novos ares. Retruca: foi perdendo sua força pelo uso das dissonâncias do jazz. Era o anúncio da crítica mais recorrente: “ora, perdeu a ginga para a harmonia”. E era dizer que a Bossa fez o Samba perder a carroça. Essa Bossa fazendo bossa com o Samba; um vai pra frente e pra trás o outro, de um lado pro outro. E, de certa forma, se pensarmos bem direitinho, no fundo a bossa está em admitir que, no final das contas, sua raiz está no SAMBA.
Em relação ao PreparaVoz, explica: "sempre tive preocupação com os registros. Eles validam muitas coisas importantes. Registros sempre nos ajudam a refletir e a buscar uma autocrítica e um aprimoramento. Se não for assim, não tem graça. Registros nos mostram a realidade parcial de um momento porque nem todo dia é dia e, pormenorizando, nem todo minuto é minuto. Mas é importante saber como é o dia que não e o dia que sim. Agradeço pelos momentos de realização e de alegria. No PreparaVoz construímos castelos sonoros com a voz."
Instagram: @andreiapedroso.cantoraYouTube:  https://www.youtube.com/@decapejardim


Sobre José Carlos Pité

Pianista carioca, formou-se pela Escola de Música Villa-Lobos. Trabalhou na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro, abandonando o mercado financeiro para dedicar-se à carreira musical.
No início da carreira, ainda rapaz, apresentava-se ao lado de Sacha Rubin, na boate Sacha 's. No início da década de 1970 atuou como pianista na boate Vivará, no Leblon, Zona Sul do Rio de Janeiro. A partir dos anos 70, apresentou-se em outras casas noturnas cariocas e paulistas: Club 21, Viva Maria, O Beco, Privê, Le Bec Fin e Chico 's Bar e Mistura Fina.  Trabalhou com vários artistas da MPB, entre eles, Zezé Motta, Eduardo Dusek, Emilinha Borba, Helena de Lima, Marlene, Moreira da Silva, Braguinha e Miucha.

Em 1977, estrelou campanha publicitária na TV para o jornal O Globo, com a composição “Conversa de botequim”, de Noel Rosa. Neste mesmo ano, integrando o Coisas Nossas, participou do “Projeto Seis e Meia”, ao lado de Marlene, com direção de Sérgio Cabral, no Teatro João Caetano, no Rio de Janeiro. A partir desta data, o grupo incorporou esquetes teatrais aos seus espetáculos, mesclando músicas cariocas das décadas de 1920 e 1930 com composições próprias e brincadeiras cênicas.

Em 1982, o Coisas Nossas, ao lado de Marlene, apresentou o espetáculo “Na boca do povo”, com roteiro e direção de Ricardo Cravo Albin, na Sala Funarte, no Rio de Janeiro. O espetáculo foi considerado o melhor pocket-show do ano pela crítica. Em 1985 com o grupo gravou o disco “A noiva do condutor” e voltou à Sala Funarte, desta vez com o show “Noel Abraça Ismael”, dirigido por Haroldo Costa. Neste mesmo ano, o espetáculo “Viva Braguinha” foi apresentado no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, na entrega do Prêmio Shell ao compositor. O espetáculo teve a participação de João de Barro, Miúcha e Eduardo Dusek, com direção e roteiro de Ricardo Cravo Albin.
Em 1986, acompanhou ao piano Elizete Cardoso na faixa “Errei sim”, de autoria de Herivelto Martins, no disco “Leva meu samba”. Neste mesmo ano de 1986, pela gravadora Eldorado, o Coisas Nossas lançou o LP “Custódio Mesquita – Prazer em conhecê-lo”. Por essa época, atuou no disco “Bossa”, de Elizete Cardoso, sobre a obra de Tom Jobim. No ano 2000, formou o Zé Pité Trio, com Jimmy Santa Cruz no baixo e Otávio Garcia na bateria. Liderando este trio, gravou o CD “Céu e Mar”, fazendo releitura de sucessos da bossa-nova. 

Sobre o Shopping Cassino Atlântico
O Cassino Atlântico era um dos cassinos que ficavam na praia de Copacabana. Durante a década de 1930, jogos de bacará, campista, roleta, black jack e carteado atraíam a sociedade carioca e pessoas de outras cidades (do Brasil e do mundo) ao local. O prédio do antigo Cassino Atlântico foi demolido nos anos 1970 para dar lugar ao novo hotel. Muitos momentos históricos foram vividos no Cassino, entre eles, os shows de Carmem Miranda, que era presença certa no local.
O Shopping Cassino Atlântico foi criado há cerca de 40 anos e abriga, em sua maior parte, lojas de antiguidades e galerias de arte, que trazem artistas consagrados no Brasil e no exterior. Passada a pandemia, o local reinventou-se e apostou na diversificação, com restaurantes, coffee shop, eventos em seus corredores, abertos aos hóspedes do hotel e ao público em geral. Sofisicação e conforto, entre o mar e a arte, em um só local, que vai agradar aos mais exigentes!

Shopping Cassino Atlântico
Entre o mar e a arte!
Av. Atlântica, 4240
No final do Posto 6
Segunda a sábado - das 9h às 21h
lnstagram: @cassinoatlanticoshopping

POESIA

Ponte de Versos de fevereiro traz, após 20 anos, no Prato Principal, Afonso Henriques Neto e Alberto Pucheu, ao lado de Thereza Christina Rocque da Motta, editora e fundadora da Ibis Libris

Segundo Thereza Christina, a poesia contribui para a formação do imaginário, do jogo simbólico e da sensibilidade estética, identificando os sentimentos do autor e do leitor

Ibis Libris Editora entra no ano de seu 23º aniversário com 600 títulos publicados até 2022, títulos novos em produção, além dos 24 anos da Ponte de Versos, evento que valoriza a literatura nacional e novos autores. Em fevereiro, a Ponte de Versos contará com a presença de Afonso Henriques Neto e Alberto Pucheu, ao lado da também poeta e editora Thereza Christina Rocque da Motta, fundadora da Ibis Libris, que inicialmente leem poemas autorais. Afonso Henriques Neto e Alberto Pucheu estiveram na Ponte de Versos há 20 anos quando o evento acontecia na Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, entre 1999 e 2001, e agora retornam para prestigiar o evento.

Após o Prato Principal, abre-se a Sobremesa, com leitura de poemas de todos os presentes, encerrando-se com a Saideira, quando cada um lê mais um poema curto preferido, ou de sua autoria.

Estiveram na Ponte de Versos em 2022:
Em fevereiro, Lílian Maial, Ricardo Ruiz e Rosália Milsztajn. Em março, Celi Luz e Karla Sabah. Em abril, Alice Monteiro e Paulo Sabino. Em maio, Claudia Roquette-Pinto e Léo Ferreira. Em junho, Adriano Espínola, Monica Montone e Cristina Biscaia. Em julho, Gilberto Gouma, Manuel Herculano e Marcelo Mourão.
Em agosto, Tanussi Cardoso, Ramon Nunes Mello e Carmen Moreno. Em setembro, Christovam de Chevalier, Ricardo Vieira Lima e Solange Padilha. Em outubro, William Soares dos Santos, Hélen Queiroz e Cecília Costa. Em novembro, Luiz Otávio Oliani e Renato Alvarenga. Em dezembro, Cristina Fürst, Georgia Annes e Rose Araujo. Em janeiro de 2023: Laura Esteves, Jorge Sá Earp e Jorge Ventura.
 
Ibis Libris realiza, mensalmente, a "Ponte de Versos", evento literário tradicional, que, este ano, comemora 24 anos. Desde 1999, ocorrendo quinzenalmente na antiga Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, passando pelo Barteliê, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, reunindo poetas novos e já consagrados, a "Ponte de Versos" tornou-se parte da cena poética carioca.

Divide-se entre "Prato Principal", onde os poetas convidados leem por 10 a 15 minutos. Em seguida, é aberta a "Sobremesa" ao público, quando cada pessoa pode recitar um poema por vez e, por fim, a  "Saideira", com a leitura de mais um poema curto cada um. 

A "Ponte de Versos" acontece no próximo dia 14/02 (terça-feira), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, na Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema). Livre para todas as idades e com entrada franca.

Traga seu poema  para a Sobremesa e a Saideira!

Prato Principal
Afonso Henriques Neto nasceu em Belo Horizonte, MG e morou em Brasília. Em 1972, mudou-se para o Rio de Janeiro. Publicou, em edição independente, nesse mesmo ano, seu primeiro livro de poesia, O misterioso ladrão de Tenerife. O segundo, Restos & estrelas & fraturas, saiu em 1975. Em 1976, participou da antologia 26 poetas hoje, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda, que reuniu os trabalhos da chamada “geração marginal”, poetas que resistiam à ditadura militar. Daí em diante, publicou mais 11 livros de poesia, o mais recente, em 2022, Cantar de labirinto, poema de fôlego épico, dividido em 16 cantos. Em 2014, editou o livro de contos Relatos nas ruas de fúria. Em 2017, a antologia "Busca da gema nos destroços", obra publicada em Portugal. Em 2019, o romance Os odiados do sol. Em 2020, publicou Antologia poética, com traduções de poemas de Arthur Rimbaud e, em 2021, os livros A tulipa azul do sonho (Constança, a musa de Alphonsus de Guimaraens, seu avô) e um primeiro livro infantil, Aquilo aquele aquela, com poemas ilustrados por suas netas, Isadora e Natália W. Guimaraens. Publicou vários livros de tradução, entre eles, Ode sobre uma urna grega, de John Keats e O barco bêbado, de Arthur Rimbaud, em 2015, pela Ibis Libris. É professor do Instituto de Artes e Comunicação Social da Universidade Federal Fluminense (UFF) e membro da Academia Mineira de Letras.

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Pois os poemas sobem
dessa lava bruta
a habitar a oculta
paisagem, a fruta
de infinita aurora
que por nós demora
para que a semente
possa enfim germinar,
mar sempre a quebrar
sobre eterno mar.
Cada verso nasce
do diverso verso
que no sem termo
é infindo derramar.
O vento traz poemas
e demais escolhos.
A escolha é do poeta
mineração inquieta.
Trocam-se palavras
para o mesmo tema.
Este parto idêntico
a qualquer poema.

Canto I, in "Cantar de labirinto" (7Letras,2022), Afonso Henriques Neto

Alberto Pucheu é poeta e professor de Teoria Literária da UFRJ. Publica livros de poemas e de ensaios. Dentre os primeiros, A fronteira desguarnecida, poesia reunida 1993-2007, mais cotidiano que o cotidiano (2013), Para quê poetas em tempos de terrorismos? (2107), Vidas rasteiras (2020) e É chegado o tempo de voltar à superfície (2022), estes dois últimos publicados pela Cult Editora. Como ensaísta, publicou, entre outros, Pelo colorido, para além do cinzento; a literatura e seus entornos interventivos (2007), Giorgio Agamben: poesia, filosofia, crítica (2010), a poesia contemporânea (2014), Que porra é essa – poesia? (2018) e Espantografias: entre poesia, filosofia e política (2021). Depois de fazer um documentário e de escrever em um jornal sobre Carlos de Assumpção, organizou sua poesia reunida, Não pararei de gritar, publicada pela Companhia das Letras. Realizou outros documentários com poetas, como Leonardo Fróes e Vicente Franz Cecim, além da série Autobiografias poético-políticas, com André Luiz Pinto, Tatiana Pequeno, Bruna Mitrano e Danielle Magalhães. Organizou diversos livros, periódicos e dossiês, tendo mantido o blog virtual “O cuidado da poesia – poemas do e para este tempo”, com 30 textos de convidados, além de ter escrito um de abertura e outro de encerramento, na Cult. Em 2019, fez a curadoria do primeiro número da Cult Antologia Poética. Em 2021, organizou Poemas para exumar a história viva, livro com poemas sobre presos políticos na ditadura militar, publicado pela Cult Editora.

É CHEGADO O TEMPO DE VOLTAR
À SUPERFÍCIE

É chegado o tempo de voltar
à superfície. Apesar do pulmão
estourado, do estômago
explodido, dos olhos
esbugalhados, das veias
estufadas, dos miolos
espatifados, do corpo
maltratado, algo faz
saber que, apesar de tudo,
resta um fôlego qualquer
para mais um segundo,
aguentando o arremesso
final. É chegado o tempo
de voltar à superfície.
Na encharcada escuridão
desorientadora de espaços
e tempos, depois de
a solidão borbulhar
em vertigem, depois
de desmaiado
um sem número de vezes,
depois de, em um lampejo
súbito de alguma explosão,
não saber se está acordando
ou se desce sonâmbulo
para aquela zona ainda mais
funda, depois de ver o pico
do Everest espelhado
às avessas abaixo
e aqueles seres ínfimos
e imensos, escutando
seus sons de horrores
e deslumbramentos, depois
de boiar em uma nuvem
submersa de explosões,
sentindo que tem medo
e que não tem mais nada
a perder senão o medo,
ficando a dois sopros,
se tanto, da morte, é chegado
o tempo de voltar à superfície.
Com o rosto voltando-se
para cima e a respiração
desafogando-se
e encontrando
pela primeira vez
o ar por sobre o abismo
do qual emerge, é chegado
o tempo, é chegado o tempo
de voltar à superfície.

In "É chegado o tempo de voltar à superfície" (Cult, 2022), Alberto Pucheu

Sobre a Ibis Libris

Ibis Libris é uma editora de primeiros livros de prosa e poesia, ficção e não ficção, infantis, juvenis e cultura em geral. Foi fundada em 18 de agosto de 2000, e hoje tem mais de 500 títulos publicados, principalmente de literatura. Sua fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta, é poeta, editora e tradutora. Lançou “Joio & Trigo”, seu primeiro livro de poemas, em 1982. Tem 25 livros publicados, entre eles, “Capitu” (2014), “Breve anunciação” (2013) e “As liras de Marília” (2013). É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Fundou a Ibis Libris em 2000, e criou o selo Bisbilibisbalabás em 2002. Em 2021, criou o selo Maat somente para mulheres.  Em 2022, lançou “Sheherazade”, seu primeiro livro de contos, pelo selo Maat. 

Ibis Libris Editora inscreveu, pela primeira vez, mais de 10 títulos no Prêmio Jabuti de 2022, concorrendo em 16 categorias. Além disso, Thereza Christina fez o pedido de inserção do Dia da Primavera dos Livros no Calendário Oficial da Cidade, aprovado em 6 de outubro de 2022.

Segundo Thereza Rocque da Motta, a "Ibis Libris foi criada para dar voz aos autores que desejam transformar seus sonhos em livros e, por isso, criei  uma editora para transformar sonhos em realidade".

Instagram: @ibislibris



Carnaval: especialistas alertam que não existe beijo seguro

Tempo de folia, de sair, se divertir, namorar, beijar…  Mas… beijo transmite cárie?
Beijar na boca é uma  troca de  carinho, amor… e, é claro, saliva.  Chamada por médicos e dentistas de fluído bucal, a saliva ao mesmo tempo que protege nossa boca contra bactérias, vírus  e fungos pode servir,  também, para  transmitir  doenças como, por exemplo,  gripe, resfriado, herpes, candidíase ou sapinho, sífilis, mononucleose e cárie. 

Um problema de saúde publica.
É assim que especialistas classificam o fato de quase metade da população do mundo ter algum tipo de doença na boca e, dentre essas doenças, a cárie está batendo recorde de vítimas. Cerca de  2,5 bilhões de pessoas  tem dentes cariados e, eles, são a porta de entrada para os mais diversos problemas de saúde  podendo, inclusive,  causar a  morte. Não há, porém, motivo para entrar em pânico  mas,  sim para se conscientizar e não abrir mão de usar as armas que temos que, segundo a odontologista Karin Stamer, da Eclinic, são simples mas muito eficazes “- Escovar os dentes, usar fio dental, ter uma boa alimentação e hidratação são cuidados que reduzem os riscos consideravelmente. É claro, que,  conhecer quem se está beijando também é muito importante.”
   
“Não é preciso deixar de beijar. Basta estar atento e  se cuidar”, diz a dra Stamer.  
Na boca  de cada um de nós existem diversos tipos de bactérias que são boas e ruins para a nossa saúde dependendo do que comemos e de como fazemos a nossa higiene bucal.  
Segundo os especialistas, não escovar os dentes e a língua (  20% das bactérias em nossa boca estão  na língua ), por, pelo menos, dois minutos e, no mínimo, duas vezes ao dia - após o café da manhã e antes de dormir ( o ideal seria escovar após todas as refeições)  - é  o primeiro passo para termos, dentro da boca, um ambiente fértil  para que as bactérias ruins se multipliquem. Os restos de açucares e alimentos que ficam colados nos dentes são o alimento favorito das bactérias ruins que, bem nutridas,  se multiplicam e formam  uma placa acida e pegajosa, conhecida também como placa bacteriana e,  que os dentistas chamam de “biofilme”.  Esse acido, sem que a gente perceba, vai  desmineralizando o dente até, que, o primeiro sinal, uma mancha branca, surge. Aos poucos essa mancha  vai escurecendo e as bactérias  vão tomando conta e destruindo o esmalte do dente até abrir  um buraquinho, a cárie,   que vai crescendo e, se não tratada, pode atingir as camadas mais profundas causando dor e, podendo levar até a perda  do dente. Uma situação que pode ficar até mais  grave , isso porque , a infecção que se forma no local onde está a cárie é um “ninho”de bactérias que podem cair na corrente sanguínea e espalhar a infecção pelo corpo todo podendo resultar em problemas cardíacos e até na morte.
Mas, voltando a nossa pergunta…. Cárie é transmitida através do beijo?  A resposta é : Depende. As bactérias mais comuns, conhecidas como  Streptococcus mutans, responsável pelas cáries podem entrar na nossa boca durante um beijo apaixonado mas, se tivermos paixão pelo nosso corpo e mantivermos  a nossa saúde bucal em dia com escovação, uso de fio dental e visitas periódicas ao dentista, elas não vão encontrar o ambiente que precisam para se instalar e, assim, ficam reduzidas as chances dos nossos dentes serem reféns delas.
Então, alerta a dra Karin Stamer,  “- Mesmo que a folia termine tarde e por mais cansados que possamos estar, escovar os dentes quando chegarmos em casa antes de irmos descansar é o melhor “remédio” que se pode usar para evitar não só a cárie mas, também, o mal hálito e, como vimos, problemas mais sérios para todo o nosso corpo.”.

Dra. Karin Stamer
 proprietária da Eclinic - serviço odontológico de última geração dentro do conceito de “zero stress” para o paciente.
*Graduada em Odontologia pela Universidade Paulista – UNIP. 
*Especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial pela Universidade Paulista – UNIP *Especialista em Odontopediatra pela ABENO – Associação Brasileira de Ensino Odontológico. *Residência em Ortodontia pela Michigan University, Ann Arbor 
*Pós-graduada em Harmonização Orofacial HOF pela Facsete com aperfeiçoamento pela Harvard University, Cambridge Massachusetts



8 Perguntas sobre harmonização facial que as pessoas mais fazem para o Google

Médica especialista em estética Luiza Paulo Filho esclarece as dúvidas sobre o procedimento estético mais famoso do momento
1 Qual a substância mais usada na harmonização facial?
A principal substância utilizada na harmonização facial é o ácido hialurônico, sendo  responsável por preencher espaços entre as células, dando volume, sustentação e hidratação à nossa pele.
Ele é produzido naturalmente pelo nosso organismo, mas como o envelhecimento a sua produção reduz. Esse é um dos motivos para lábios carnudos na juventude se tornarem finos e desidratados na terceira idade.

2 Quanto tempo dura seu efeito?
A durabilidade do seu efeito varia de 6 a 12 meses, mas alguns pacientes permanecem com o produto por anos.

3 Quantas sessões é possível ter uma harmonização completa?
Dependendo da quantidade de ácido hialurônico que será aplicado pode ser necessário dividir o processo em algumas sessões. Porém, na maioria dos casos, numa única sessão já se tem o resultado ideal e final.
4 Quais áreas do rosto são priorizadas na harmonização?
Os lábios certamente são uma das áreas mais buscadas para serem preenchidas pelas mulheres, assim como o queixo e a mandíbula para homens.
Apesar de serem essas as áreas mais comuns, o ácido hialurônico pode ser utilizado com segurança em muitas outras regiões do rosto.
A aplicação desse ácido é feita em consultório através de uma cânula ou uma agulha na região da face que se deseja preencher ou sustentar.

5 Muitas mulheres e homens estão retornando a aparência sem harmonização facial por causa do exagero…o que você acha?
A prioridade do profissional que realiza harmonização facial deve ser, na minha opinião, planejar dentro de limites técnicos e estéticos a quantidade de produto que será utilizado em benefício da autoestima e saúde da pele de pacientes.

6 É possível voltar ao normal?
Uma notícia que pode tranquilizar as pessoas que estão interessadas é que esse produto possui um antídoto, ou seja, é um processo reversível.

7 Qual limite que o médico deve dar para fazer harmonização para o paciente?
Um dos grandes receios dos pacientes no que tange à harmonização facial é uma face dismórfica e exagerada. 
Infelizmente são esses casos que tomam maiores proporções na mídia, até mesmo porque quem realiza esse procedimento de forma  bem planejada e estruturada fica tão natural que não vira notícia, que a propósito, é a maioria!

 8 É dolorido?
A sensibilidade à dor é muito individual, mas no geral a maioria das pacientes toleram muito bem o procedimento.
A harmonização facial pode ser usada para corrigir problemas faciais, como rugas, linhas finas, flacidez da pele ou imperfeições na estrutura óssea do rosto. Alguns mitos sobre harmonização facial incluem que ele necessita de uma recuperação longa e dolorosa, mas não é verdade. A maioria dos procedimentos modernos de harmonização facial são realizados com anestesia local e envolvem um curto período de recuperação. Concluiu Luiza Paulo Filho médica especialista em estética facial.

 Créditos das fotos: Freepik


O que é de direito do paciente?

Será que o plano de saúde tem cobertura de home care? 
Advogado João Henrique Tristão especialista na área da saúde esclarece as principais dúvidas
Existem várias dúvidas comuns sobre home care, muitas pessoas não sabem que têm  direitos e existem situações que precisam pagar um valor muito alto para manter um familiar com o suporte de home care para continuar o tratamento em casa.
Segundo informações do Grupo Assenfer Home Care, existem mais de 310 mil pessoas utilizando o serviço de home care no Brasil e mais 600 empresas que têm este tipo de mão de obra de profissionais.
Além da estrutura montada, em geral tem uma equipe para assistir o paciente como: terapeutas, enfermeiros, nutricionistas entre outros, pois depende da recomendação médica de cada paciente.
Conversamos com o João Henrique Tristão, que é advogado especialista na área de saúde, penal e bancário e co- fundador da ong Chega de descaso e já ganhou mais de 20 causas na justiça relacionadas ao home care para esclarecer dúvidas relacionadas ao assunto.

1 A internação domiciliar custeada pelos planos de saúde está prevista no rol de procedimentos da ANS?
O conceito de internação domiciliar está previsto na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), juntamente com a lei Federal nº 14.454/2022, que estabeleceu uma regra importante, pela qual, em caso de tratamento ou procedimento prescrito por médico ou odontólogo assistente que não estejam previstos no rol de procedimentos da ANS a cobertura deverá ser autorizada pela operadora de planos de assistência à saúde, desde de que tenha comprovação médica e evidências científicas no plano terapêutico 
 
2 Quando não autorizado o home care pelo plano de saúde, é obrigatório a permanência do paciente no hospital que tem a recomendação de continuidade de tratamento em domicílio?
A internação domiciliar, segundo a lei, é possível  ter  continuidade do serviço de internação hospitalar contratualmente previsto e não podendo ter  limitação pela operadora de saúde suplementar.
Naturalmente, cada caso concreto deve ser analisado, permitindo o melhor tratamento possível ao paciente.

3 Quais as principais queixas de seus clientes em negativas por parte do plano?
​As operadoras de saúde, em muitos casos, não são razoáveis em suas negativas. Corriqueiramente, violam as balizas estabelecidas pela Lei nº 9656/98, cujo teor dispõe sobre os planos e seguros privados de assistência à saúde.
 O princípio da dignidade da pessoa humana, corriqueiramente, é desdenhado. Negativas de autorização de internações e procedimentos para casos de flagrante urgência/emergência, com base em carência contratual.
Todavia, segundo o STJ, ainda que, em contrato de plano de saúde, exista cláusula que vede de forma absoluta o custeio do serviço de home care (tratamento domiciliar), a operadora do plano, diante da ausência de outras regras contratuais que disciplinam a utilização do serviço, será obrigada a custeá-lo em substituição à internação hospitalar contratualmente prevista.
 
4 Os planos de saúde com coparticipação devem cobrir o home care?
​Não há qualquer impedimento legal e jurisprudencial.
 
5 As despesas médicas do home care, bem como equipe multidisciplinar que o paciente necessite é custeado pelo plano?
​Deveriam ser. Na prática, a maioria dos casos que são submetidos às operadoras de saúde privada, pela via administrativa, é negada. O Poder Judiciário, acaba exercendo certo protagonismo no que concerne à garantia de acesso a direitos por parte dos beneficiários de contratos estabelecidos com planos de saúde.
​Noutro giro, por atenção domiciliar entende-se que: termo genérico que envolve ações de promoção à saúde, prevenção, tratamento de doenças e reabilitação desenvolvidas em domicílio.
 
6 Quais medidas que o familiar do paciente precisa tomar em caso de negativa por parte do plano  de saúde em negativa de atendimento domiciliar?
​A apresentação de um laudo por parte do médico assistente, isto é, aquele que acompanha o paciente, é fundamental. Deverá  contar o histórico clínico, as doenças de base, comorbidades e o tratamento recomendado. Devemos sempre ter em mente que o conceito de internação domiciliar: conjunto de atividades prestadas no domicílio, caracterizadas pela atenção em tempo integral ao paciente com quadro clínico mais complexo e com necessidade de tecnologia especializada.
 
7 O que precisa ser detalhado no atestado médico para ajudar na materialidade da solicitação de home care na justiça? Quais documentos devem ser apresentados para facilitar o pedido judicialmente?
​Além das especificidades do laudo acima citadas, o paciente deverá apresentar: comprovante dos 3 últimos pagamentos da mensalidade do plano de saúde; se possível, o contrato estabelecido com a operadora; a “carteirinha” de identificação emitida pela operadora; o laudo médico recomendando o tratamento, naturalmente; demais documentos médicos que comprovem recente ou atual internação hospitalar (sumário de alto, prontuário, exames etc.)
 
8 Caberia algum processo solicitando indenização de danos morais, referente ao dano causado pela negativa do plano de saúde inicialmente?
​Sim. O STJ entende que se trata de dano moral presumido , na medida em que autorização infundada ou ilegal por parte da operadora constitui motivo razoável para que solicite a ocorrência de danos morais, isto é, violação aos direitos da personalidade do paciente.
 
9 Quantos processos processos de solicitação home care seu escritório ganhou, teria números?
​Sim. Possuímos mais de 20 causas ganhas na justiça em caráter de urgência para o paciente que necessitou de home care.

João Henrique Tristão
OAB/RJ 179.996

Noites de terça no Benfica tem Chorinho com Pedro Madeira no Paraíba Raiz

Opção para quem gosta de boa música em bar de Fortaleza; conheça a história do choro, o primeiro gênero de música popular instrumental brasileira
O choro foi criado a partir da mistura de elementos das danças de salão europeias, da música popular portuguesa e mais influências da música africana. Ele surgiu no Rio de Janeiro, por volta do final do século XIX. Suas principais características são a forma rondó, presença de compasso binário e um fraseado peculiar.
Com o intuito de prestigiar esse gênero da música brasileira, o bar Paraíba Raiz, no bairro Benfica, apresenta todas as terças, a partor das 19h, a Noite do Chorinho com o músico Pedro Madeira e convidados, opção para quem gosta de apreciar a boa música instrumental em Fortaleza.
"Comecei a tocar em todas de violão no colégio, até que conheci o mestre Tarcísio Sardinha, que me deu meu primeiro bandolim e me aproximou da cena musical local. Daí passei a tocar na noite de Fortaleza", se apresentou Pedro. O repertório passa pelos clássicos e mistura com temas diversos. Pedro toca na companhia de Lucas Bessa no 7 cordas e Teco do Pandeiro para animar as terças da Praça da Gentilândia, onde fica o Paraiba Raiz. "O chorinho está no DNA do brasileiro. É muito legal como agrada a vários públicos, faixas de idade, pessoas que gostam de outros tipos de músicas também gostam de chorinho. Assim é o Benfica, um bairro bem diverso que abriga várias tribos", afirmou Pedro, que já realiza o projeto no Paraíba há mais de um mês e vem atraindo grande público.
"Nós procuramos trazer grandes artistas da música brasileira no repertório, como Pixinguinha, mas colocamos versões de forró também. Essa minha pesquisa de chorinho eu faço através da Orquestra Popular do Nordeste, que já existe há alguns anos. Trazemos a música brasileira, nordestina, como foco de estudos, e já publicamos três livros com obras do Tarcísio Sardinha, Macaúba do Bandolim e Carlinhos Patriolino", completou Pedro Madeira, divulgando seu trabalho. 
HISTÓRIA DO CHORO 
O choro é um dos mais originais estilos de música, principalmente instrumental, cuja origem remonta o século XIX. Nascido no Rio de Janeiro, o choro ganhou forte expressão nacional, tornando-se um símbolo da cultura brasileira.
Diz-se que o “pai do choro” foi Joaquim Callado Jr., um exímio flautista mulato que organizou, na década de 1870, um grupo de músicos com o nome de “Choro do Callado”. Os historiadores concordam, em geral, que o chorinho brasileiro é um estilo peculiar de interpretar diversos gêneros musicais. No século XIX, muitos gêneros europeus como a polca, a valsa, o schottisches, a quadrilha, entre outros, eram tocados pelos chorões de maneira original. Desse estilo de tocar consolidou-se o “gênero” do choro.
Podemos dizer que a história do Choro começa em 1808, ano em que a Família Real portuguesa chegou ao Brasil. Depois de ser promulgada capital do `Reino Unido do Brasil, Portugal e Algarves, o Rio de Janeiro passou por uma reforma urbana e cultural, quando foram criados muitos cargos públicos. Com a corte portuguesa vieram instrumentos de origem européia como o piano, clarinete, violão, saxofone, bandolim e cavaquinho e também músicas de dança de salão européias, como a valsa, quadrilha, mazurca, modinha, minueto, xote e, principalmente, a polca, que viraram moda nos bailes daquela época.
A reforma urbana, os instrumentos e as músicas estrangeiras, juntamente com a abolição do tráfico de escravos no Brasil em 1850, podem ser considerados uma “receita” para o surgimento do Choro, já que possibilitou a emergência de uma nova classe social nos subúrbios do Rio de Janeiro, a classe média, composta por funcionários públicos, instrumentistas de bandas militares e pequenos comerciantes, geralmente de origem negra.
Existe controvérsia entre os pesquisadores sobre a origem da palavra “choro”, porém essa palavra pode significar várias coisas. Choro pode derivar da maneira chorosa de se tocar as músicas estrangeiras no final do século XIX e os que a apreciavam passaram a chamá-la de música de fazer chorar. Daí o termo Choro. O próprio conjunto de choro passou a ser denominado como tal, por exemplo, “Choro do Calado”. 
O termo pode também derivar de “xolo”, um tipo de baile que reunia os escravos das fazendas, expressão que, por confusão com a parônima portuguesa, passou a ser conhecida como “xoro” e finalmente, na cidade, a expressão começou a ser grafada com “ch”.  Outros defendem, ainda,  que a origem do termo é devido à sensação de melancolia transmitida pelas “baixarias” do violão.
São inúmeros os compositores e intérpretes do choro. Alguns entretanto merecem destaque. Os chorões do passado que estão presentes em nossa memória, por nos legarem  uma obra maravilhosa são: Joaquim Callado, Anacleto de Medeiros, Ernesto Nazareth, Patápio Silva, João Pernambuco, Pixinguinha, Luís Americano, Villa-Lobos, Radamés Gnattali, Waldir Azevedo e Jacob do Bandolim.
SERVIÇO 
PARAIBA RAIZ
Endereço: Rua Paulino Nogueira, 96 - Benfica, Fortaleza - CE
Horários de Funcionamento: Segunda a quinta, das 17h às 00h, sexta a domingo, das 17h às 01h. 
Contato: (85) 98942-8998
Instagram: paraiba.raiz

Assessoria de Imprensa:
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Mikaili Sol é uma das promessas do Qatar GKA Freestyle Kite World Cup 2023

Campeonato será aberto oficialmente nesta terça-feira (31/01) no Fuwairit Kite Beach Resort (FKB)

Consagrada hexacampeã mundial em 2022, ficando em primeiro lugar feminino no ranking da categoria Freestyle, a jovem de 18 anos Mikaili Sol é uma das promessas do Qatar GKA Freestyle Kite Word Cup 2033. A abertura oficial acontecerá no Fuwairit Kite Beach Resort (FKB), no Qatar, nesta terça-feira, 31 de janeiro. Mika, filha de mãe norte-americana, pai maranhense e nascida no Preá / Ceará, participa desta primeira etapa do mundial até o próximo sábado (04). Na agenda de 2023, estão previstas provas na Colômbia (março), França (agosto), Egito (outubro) e no Brasil / Taíba (novembro), encerrando a temporada no Qatar em dezembro. Já na Espanha (entre maio e junho), ela competirá na prova Big Air, que aguarda outras confirmações na França (abril) e Cabo Verde (março).

A pouca idade em que iniciou no kitesurf, aos oito anos, só permitiu disputar as provas Júnior, o que já estava ficando fácil demais para uma menina apaixonada pelo esporte, muito dedicada e bastante competitiva. A autorização para participar dos campeonatos mundiais veio dos 13 para os 14 anos e, em tão pouco tempo, Mika Sol já está perto de se tornar heptacampeã, pois seis cobiçados títulos já são dela na categoria Freestyle. Por sinal, é uma das provas mais bonitas no kitesurf pelas manobras difíceis realizadas no ar.

A jovem atleta, que escreveu o seu nome nesse esporte e é orgulho para o Brasil e o Ceará, neste ano competirá por sua outra nacionalidade: americana. Mas isso não tira o brilho e garra que ela vem deixando ao longo de toda a sua preparação, pois nem bem levantou o título de hexacampeã em novembro do ano passado, na Taíba, já seguiu para o exterior para treinar e novamente se destacar no Qatar GKA Freestyle Kite Word Cup 2033. “No ano passado, tivemos muitas competições após dois anos de pandemia da Covid-19, o que me instigou para me dedicar ainda mais nas provas. E neste ano não será diferente. Vou dar o meu melhor”, revela Mika Sol.

Sobre o Qatar, onde já se encontra, a atleta comenta que começar 2023 em um novo local e que ninguém ainda competiu antes, tem uma sensação diferente dos demais. “A corrente de vento é maior, o que torna a competição ainda mais difícil. Vencer esta prova significa participar das próximas com mais experiência e o desejo de seguir em frente e vencendo. Assim como estar na categoria Big Air nos próximos anos, me mantém ainda mais motivada”, revela Mika. 

Apoio da família

A mãe, uma ginasta norte-americana, e o pai, um kitesurfista maranhense, são os maiores incentivadores de Mikaili Sol. Sua infância foi acompanhando a família velejando e a intimidade com o mar criou a paixão pelo esporte. Outro fator importante nessa trajetória de sucesso da atleta é que o Ceará, a exemplo do Preá / Jericoacoara, Taíba / São Gonçalo do Amarante e Cumbuco / Caucaia, é muito procurado para a prática desse esporte por proporcionar ventos fracos e fortes, ideais para o Freestyle, KiteWave e WingFoil.

Mais informações:

Luciana Franco – Jornalista Responsável
Contato: (85) 99994-7215

César Martín – Jornalista Responsável
Contato: (85) 98880-1577

Nova plataforma online para serviços de registro público nos cartórios passa a funcionar nesta terça, 31/01

A modernização tecnológica, aliada à conectividade dos 13 mil cartórios distribuídos no país, é mais um avanço que chega a partir desta terça-feira, 31 de janeiro, para todos os cidadãos e empresas. O objetivo do Sistema Eletrônico dos Registros Públicos (SERP), criado por meio da por meio da Lei nº 14.382, é facilitar o acesso remoto e  eletrônico, bem como desburocratizar ainda mais os processos como o da emissão de certidões de nascimento, casamento e registro de imóveis. Basta ter em mãos o CPF, CNPJ ou o número da matrícula de imóveis, sendo possível, ainda, enviar documentos e títulos em formato eletrônico. Quatro vetos dessa MP foram derrubados pelo Congresso Nacional no último dia 22 de dezembro.
A plataforma reunirá informações dos cartórios de Títulos e Documentos, Registro Civil e Registro de Imóveis. Com mais de 95% dos serviços digitalizados, os cartórios vem atuando para, cada vez mais, oferecer um atendimento de excelência para o cidadão. Segundo explicou o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Ceará (Anoreg-CE), Cláudio Pinho, “o Ceará também vem acompanhando toda essa vanguarda, necessária nos tempos de hoje. Com muitas obrigações no dia a dia, nem todas as pessoas conseguem resolver seus compromissos dentro do horário comercial. Então, unir vários serviços dos cartórios em uma única plataforma e que pode ser acessada na palma da mão por meio de um aparelho de celular, é um grande avanço”. Apenas os cartórios de Notas e Protestos não estão inclusos no SERP, uma vez que já possuem suas próprias plataformas: e-notariado e Cenprot.
Editada em dezembro de 2021 pela Presidência da República, a Medida Provisória (MP) 1.085 foi transformada na Lei 14.382 e sancionada no dia 27 de junho do ano passado. “O Serviço Eletrônico dos Registros Públicos (SERP), custeado por um fundo de contribuições formado pelos mais de 13 mil cartórios no país, será regulamentado pela Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ) até o dia 31 de janeiro de 2023. E mesmo com o acesso online, o cartório responsável pelo atendimento permanecerá atrelado ao usuário por meio de sua localização”, explica o presidente da Associação dos Notários e Registradores do Ceará (Anoreg-CE), Cláudio Pinho. Ele, lembra, ainda, que já existe em plena atividade a Central Eletrônica de Registros Imobiliários do Ceará (CERICE), o que mostra a preocupação dos cartórios em estar oferecendo semre o mehor serviço de maneira transparente e ágil.

Saiba mais:
Prazos máximos
Os prazos máximos para diversos serviços dos cartórios de registros serão reduzidos. As certidões eletrônicas de inteiro teor da matrícula do imóvel serão emitidas em até quatro horas e serão reduzidos, de 30 dias corridos para cinco dias úteis, os prazos de registro das escrituras de compra e venda sem cláusulas especiais, de requerimentos de averbação de construção e de cancelamento de garantias, entre outros.

“Com a implantação do Serp e a modernização dos cartórios de registro, a expectativa é de que ocorram a maior modernização do ambiente de negócios e a redução de custos e restrições ao crédito em decorrência da facilidade e da segurança de cadastro de garantias a partir do acesso único”, afirma Emmanuel Abreu. Todas essas medidas – destaca o subsecretário – proporcionam a redução de disfunções burocráticas e a popularização do registro eletrônico, bem como asseguram publicidade facilitada sobre os bens dados em garantia e as indisponibilidades de bens decretadas pelo Poder Judiciário ou por entes públicos.
Fonte: Anoreg-BR

Conheça os quatro vetos derrubados pelo Congresso Nacional:
• Um item do artigo 10 que determina que ocorra no momento do registro da compra e venda a extinção do "patrimônio de afetação", uma espécie de segregação do bem para que sirva como garantia da conclusão do imóvel. O Ministério da Economia alegava que isso poderia gerar um passivo de indenizações por obras inacabadas.
• Outro item do artigo 10, inserido a partir de emenda do senador Luis Carlos Heinze (PP-RS), mantém regime de tributação diferenciado para os imóveis objeto da extinção do patrimônio de afetação. Para o Ministério da Economia, o dispositivo é inconstitucional, por tratar de tema estranho à MP, e de matéria tributária sem o devido processo legislativo.
• No artigo 11 da MP, exigência de ata notarial lavrada por tabelião de notas nos pedidos de adjudicação compulsória extrajudicial do imóvel. Ainda segundo o Ministério da Economia, "tal previsão cria exigência desnecessária que irá encarecer e burocratizar o procedimento, e poderia fazer com que o imóvel permanecesse na informalidade".
• No mesmo artigo 11, dispositivo que dispensa regularidade fiscal do vendedor para a mesma adjudicação compulsória extrajudicial. Para o Ministério da Economia, isto poderia acabar "sujeitando a prejuízo aqueles que, munidos de boa-fé, fossem induzidos a celebrar negócio presumivelmente fraudulento".
Fonte: Agência Senado

Informações:
Serviço Eletrônico dos Serviços Públicos

SERP 
(https://www.anoreg.org.br/site/sistema-eletronico-de-registros-publicos-serp-altera-servicos-de-cartorios-no-pais/)


Associação dos Notários e Registradores do Ceará (Anoreg-CE)
Contato: (85) 3038-9496

SIMEC-CE lança exposição feita com peças de sucata de ferro

Ainda em comemoração aos 50 anos do SIMEC-CE, a FIEC receberá a exposição “50 anos SIMEC”, gratuita e aberta ao público, com obras feitas de sucata do artista Edismar Arruda
Pautado na sustentabilidade, o Sindicato das Indústrias Metalúrgicas, Mecânicas e de Material Elétrico no Estado do Ceará - SIMEC/CE, lançará dia 30 de janeiro às 19h, a exposição “SIMEC 50 anos”, com peças feitas de sucata de ferro. O responsável pela criação é o escultor cearense Edismar Arruda, que possui diversas esculturas espalhadas pelo Brasil e surpreende com originalidade e talento. A mostra é aberta ao público, totalmente gratuita e segue até 17 de fevereiro no horário das 9h às 18h. 
Com mais de 300 peças  fabricadas (elefante, girafa, leão, peixe, cavalo, entre outras peças), Edismar faz parte de um grupo cada vez maior de escultores preocupados com um gênero de movimento artístico denominado Recuperation Art, que utiliza a sucata originária dos bens de consumo para criar suas obras e justamente por esse motivo, foi escolhido pelo SIMEC para ter suas obras na exposição "50 anos SIMEC", pois além do escultor ser um associado, trabalha com a mesma matéria-prima e com os processos realizados pelas empresas  associadas ao sindicato.
"O trabalho que Edismar desenvolve, além de toda matéria-prima ser relacionada ao nosso sindicato, tem a questão ambiental devido à reciclagem. Uma maneira de valorizar e também de conscientizar de que é possível transformar em algo novo o que parecia velho. O escultor veio de uma família humilde do interior do estado e tem um dom grandioso, pois é impressionante tudo que ele faz" – destaca Sampaio Filho, presidente do SIMEC.
Antes o artista trabalhava como soldador e produzia as peças apenas para complementar a renda. As esculturas são inspiradas na infância do escultor e ganham destaque pelo tamanho real dos animais retratados e são hoje sua principal fonte de sustento. 

“Num certo domingo estava sem fazer nada, então, decidi ir até a metalúrgica e fiz uma moto pop. Como não gostei, deixei de lado. Na segunda-feira, um cliente a viu, achou muito bonita e me disse que ali era uma arte e que eu pesquisasse. Dei continuidade e, desde então, já recebi pedidos de todos os estados do Brasil e no exterior, como Estados Unidos e Suíça. São peças que produzo com calma para que fiquem bem-feitas” - explica Edismar.

Dependendo da escultura, o processo de criação é demorado, podendo chegar a três meses. Edismar costuma imprimir as imagens que vai esculpir, mede e depois desenha no chão. Em seguida, faz um contorno com ferro e vergalhão, estrutura que possa sustentar as duas toneladas. Cerca de 90% do seu trabalho é com sucatas de peças automotivas, mas também utiliza restos de construção e outros materiais de ferro. 
Edismar sempre procura se aperfeiçoar com cursos ofertados pelo SIMEC e se sente muito grato pela oportunidade de mostrar ainda mais seu trabalho e talento. "Só tenho a agradecer, primeiramente a Deus e depois de poder participar com uma exposição de minhas obras para os 50 anos do SIMEC. Também frisar que é de extrema importância essa divulgação para meu trabalho" - conclui.

Como forma de trazer uma programação cultural, a entidade realizará também o lançamento de um livro com o registro histórico da trajetória dos 50 anos do sindicato.

*Serviço:*

- Exposição “SIMEC 50 ANOS” com obras de Edismar Arruda.
- Local: FIEC- Av. Barão de Studart, 1980 – Aldeota – Fortaleza/CE.
- Lançamento: 30 de janeiro, a partir das 19h00
- Exposição aberta ao público: 31 de janeiro a  17 de fevereiro de 2023 no horário de 9h às 18h 
- Entrada gratuita 
- Instagram do SIMEC-CE: @simec.sindicato
- Instagram Edismar Arruda: @edismararruda