LIVROS - NÃO-FICÇÃO

Diversos lançamentos com o Papa Francisco invadem as livrarias

A Editora Ave-Maria lança obras escritas por Jorge Bergoglio que nos fazem refletir sobre corrupção, pecado e humildade 



Com a Jornada Mundial da Juventude no Brasil, o mercado editorial encheu as livrarias com obras sobre o Papa Francisco. A Editora Ave-Maria lança com exclusividade no Brasil obras escritas por Jorge Bergoglio. Entre os primeiros títulos publicados da série, que serão sete ao todo, estão “Corrupção e Pecado – Algumas Reflexões a Respeito da Corrupção” e “Sobre a Acusação de Si Mesmo”. As obras expressam os pensamentos e reflexões do autor, que é conhecido por sua postura humilde e justa. 

No livro “Corrupção e Pecado” o Papa Francisco esclarece que a corrupção não está ligada somente ao cenário político, conforme é associada normalmente, mas que acontece em toda parte, inclusive dentro de muitos de nós, da nossa própria casa, dentro das nossas comunidades e igreja. Ainda, diz que a corrupção não é pecado e sim fruto dele, como também menciona sobre a importância de estar vigilante nas armadilhas do cotidiano para evitar a corrupção e todo o mal que ela traz. Para ele a corrupção está ligada intensamente ao pecado, mas é distinto dele, especialmente porque o pecado se perdoa, mas a corrupção não. Tal descrição é confirmada pelo fato de que o ato de corromper é associado a um estado pessoal e social no qual o individuo se acostuma a viver por meio de hábitos que deterioram e limitam a sua capacidade de amar. A obra faz refletir sobre nossas ações e a entender as diferenças entre corrupção e pecado para aplicar esses conceitos a fim de que nossas vidas sejam iluminadas com a mensagem profética do Evangelho.

Já em “Sobre a Acusação de Si Mesmo”, o leitor é convidado a exercer um novo papel em sua vida, ao qual pode praticar o ato de não falar mal uns dos outros e se analisar com olhar crítico, evitando a busca de defeitos no exterior e os vendo em seu íntimo. Nesta obra, que traz profunda meditação sobre alguns estudos de São Doroteu de Gaza, o Papa Francisco diz que o falatório nos leva a concentrarmos nas faltas e defeitos dos outros e, desta maneira, acreditamos que nos sentimos melhores, o que é um ledo engano. Acusar a si mesmo implica valentia pouco comum para abrir portas as coisas desconhecidas, e deixar que os outros vejam além da aparência. É renunciar a maquiagem para que se manifeste a verdade e, também, uma oportunidade de praticar o anti-individualismo pela busca do espírito em família e da Igreja que nos conduz a nos assumirmos como bons filhos e bons irmãos, assim como para mais tarde podermos vir a ser bons pais. Esta obra proporciona uma reflexão sobre nossos atos e orienta para o caminho da humildade e do amor. Os pequenos livros tem custo barato: R$ 11,90 (cada) – e podem ser encontrados também nas bancas.
 

Livro tenta explicar a figura simples do Papa Francisco aos jovens - O mundo ficou surpreso com a simplicidade do Papa Francisco na noite de 13 de março de 2013. Mostrando preocupação com os pobres, o primeiro Papa latino-americano que ficou conhecido por andar de ônibus e não ter um carro com motorista era, agora, o Papa do povo. Mas quem é o Papa Francisco? No que ele acredita? O que fará como líder da Igreja? O que tem reservado aos jovens? O livro Rezem Por Mim (Companhia Editora Nacional) escrito pelo editor da revista Inside the Vatican, a mais respeitada e influente publicação sobre o mundo católico, pretende fornecer pontos de partida para responder a essas questões. O jornalista Robert Moynihan escreveu esse livro nas duas semanas que se seguiram à eleição. Ele testemunhou diretamente os primeiros dias de Papado de Jorge Bergoglio e tenta apresentar esse homem aos leitores. Sua vida e essência são baseadas em suas próprias palavras e nas daqueles que lhe são próximos. “Procurei abordar esse material como jornalista, mas também como um fiel”, diz. “Acredito que a maneira clara do material oferecerá aos leitores uma maneira objetiva de entender o Papa, principalmente aos mais jovens”, explica.

Uma breve biografia abre o livro e fornece compreensão de suas origens: da infância em Buenos Aires até assumir a cátedra de São Pedro aos 76 anos. Em outra parte, o jornalista nos mostra suas influências espirituais e um resumo das opiniões do Papa sobre diversos assuntos como liberdade, moralidade, filhos, juventude, justiça, modernidade, religião, cultura, política, paz e outros temas. O Papa também fala da importância de se evangelizar as periferias e sua preocupação com os mais pobres. No título do livro o autor tenta expressar o que mais rico o Papa Francisco nos deixou até agora: de que é um homem ciente de sua fragilidade e humanidade. Ao solicitar preces dirigidas a ele, o Papa nos pede para olharmos para os mais pobres, por aqueles que perderam a esperança e também por ele, para que possa desempenhar sua tarefa com coragem e humildade. Na compra do livro, o leitor leva uma medalha do Papa. Preço: R$ 29,90.
 

Toda a trajetória de Francisco -  Na década de 1960, um grupo de sacerdotes foi morar nas favelas de imigrantes da capital argentina, para apoiá-los nas lutas políticas e sociais, mas acabaram mudados pela devoção simples das pessoas que queriam instruir. Em 2001, quando a economia argentina entrou em colapso, os efeitos sobre a população argentina pobre foram devastadores. O papel daqueles padres e de seus discípulos — entre os quais estava o então arcebispo de Buenos Aires, Jorge Mario Bergoglio, o atual papa Francisco — foi decisivo para consolar e orientar aquelas pessoas. O jornalista Gianni Valente, um dos maiores especialistas em catolicismo do mundo, foi várias vezes à Argentina, desde 2002, e tornou -se amigo do arcebispo que veio a ser cardeal e finalmente papa. O primeiro livro sobre o papa Francisco — seu estilo, suas ideias — é este singelo “Francisco — o papa do fim do mundo”, publicado na Itália 30 dias após a eleição de Francisco e agora lançado no Brasil. Não se trata de uma biografia a, mas de uma boa reportagem que mistura lembranças, situações e — o que mais importa — as ideias desse papa que se revelou, desde o primeiro dia, bem diferente de seus antecessores.

Francisco é apresentado juntamente com aqueles padres que, nas favelas, ouviam o choro escondido — para que os filhos não vissem — dos pais e mães que haviam perdido o emprego e não viam nenhuma perspectiva de futuro. Aqueles padres enfrentavam o desalento, a violência, o tráfico de drogas, mas não abandonavam o seu rebanho. O futuro papa Francisco aparece aqui como o pastor generoso e caridoso daquele rebanho, mas também como o firme defensor dos dogmas católicos e crítico destemido do liberalismo econômico, da especulação financeira, da corrupção política e empresarial. A dilapidação do dinheiro do povo, o liberalismo extremo mediante a tirania do mercado, a evasão fiscal, a falta de respeito à lei, a perda do sentido do trabalho são temas que o futuro papa Francisco enfrenta com firmeza, diante do amigo jornalista que não o poupa de nenhuma pergunta. O culto ao dinheiro fácil, nos diz Francisco, é como se fosse uma idolatria, a homenagem a um bezerro de ouro que a Igreja precisa enfrentar, aliada aos homens de bem. O império do dinheiro acaba com o trabalho, o meio pelo qual se expressa a dignidade do homem.

Assim, ele fala de apostolado, da missão da Igreja desde sempre, das drogas, do trabalho missionário dos padres nas cidades e no campo — sempre, de preferência, junto aos pobres. Homem simples, de hábitos austeros, o papa Francisco a cada dia surpreende o mundo com seu jeito diferente de ser. Este livro rápido e singelo é útil ao mostrar o homem desde o início de seu apostolado, deste lado do mundo — um papa que, mesmo com os trajes de arcebispo, deixava a Cúria em Buenos Aires, tomava o metrô, depois um ônibus  e caminhava firme para as favelas onde abençoava os lares e festejava um santo ou a Virgem, tomando com o povo um pouco da sopa de carne e milho que os portenhos pobres cozinham ao ar livre para si e os amigos.

Gianni é jornalista da agência Fides, colaborador do site Vaticaninsider, do diário La Stampa e da revista de geopolítica Limes. Trabalhou também na revista mensal 30giorni, publicada em vários idiomas, e para a qual fez as reportagens e entrevistas que deram origem a este livro. Valente escreveu dois livros sobre o papa Bento XVI, Ratzinger professore e Ratzinger al Vaticano.







 





Padre tenta incentivar esperança por dias melhores 

Aberio Christe convida o leitor católico e não católico a enveredar por mensagens inspiradas na vida real
 

Lançamento da editora Jardim dos Livros, a obra “Seja Autêntico” oferece histórias e orações para tornar o dia mais sereno e enriquecedor. Padre Aberio Christe, que conquistou o público com a profundidade de suas mensagens de fé, confiança, otimismo e humor, transmitidas de forma singela e agradável em seus programas de rádio, tem o dom de encantar com as palavras.
Em Seja Autêntico (Jardim dos Livros, 152 páginas, R$ 19,90) você não encontrará apenas o Evangelho comentado, passagens da Bíblia ou sermões, mas sim mensagens apropriadas para diversas situações cotidianas. Esse é o mote da obra. Mostrar que é possível falar de Deus de uma forma de fácil compreensão para os católicos e também para os não católicos. Da mesma forma que cativa milhares de ouvintes diariamente através dos seus programas e participações em diversas emissoras.
Todos podem ler os textos de Aberio Christe e ganhar esperança por dias melhores. As 50 mensagens e 10 orações, que compõem esta edição, tornam o livro ideal para o seu dia a dia, seja na mesa de cabeceira, dentro da bolsa, no carro e até no ambiente de trabalho, proporcionando, sempre que consultado, momentos de reflexão e elevação espiritual.
Os textos de padre Aberio têm profundidade para combater os mais diversos males da alma causados pelo mundo moderno, como a ansiedade, a depressão e o estresse, graças à sua abordagem simples, acessível, que fala diretamente aos corações, sem subterfúgios de linguagem. As mensagens de fé somadas às orações constituem doses de ânimo para encarar as provações diárias e combater a falta de valores éticos e morais, a ausência de fé, as tentações, as aflições e a desesperança. Algumas de suas histórias são baseadas  em acontecimentos reais, onde a emoção está presente em cada linha.
 






Dicas de maquiagem de Alice Salazar agora em livro 

Blogueira que conquistou o Brasil e o mundo – e milhões de acessos na internet – lança agora “De bem com o espelho” no Iguatemi, em Fortaleza 

A gaúcha Alice Salazar aprendeu a maquiar com sua mãe, a também maquiadora e designer de sobrancelhas Margarete Salazar. Em 2007, resolveu dedicar-se à carreira de maquiadora e frequentou cursos no Instituto Embelleze e no SENAC. No mesmo ano, interrompeu o curso superior em Design e ingressou em Estética e Cosmética na Universidade Luterana do Brasil (Ulbra). Trabalhou como maquiadora do Grupo RBS, emissora afiliada da Rede Globo de Televisão, por quatro anos. Em 2010, foi convidada pelo Grupo RBS a criar um blog sobre maquiagem – o Espelho Meu. Cursou a Escola de Maquiagem Make Up Forever, no Atelier Make-Up Paris, na França, e na Escola da Kryolan, na Argentina. Fenômeno na internet, os vídeos tutoriais de Alice já somam mais de 40 milhões de visualizações no Youtube.
Agora Alice, que ficou mais famosa depois de aparecer dando dicas no programa “Mais Você” de Ana Maria Braga, chega a Fortaleza para o lançamento de seu livro, “De Bem com o Espelho”, hoje a noite na livraria Saraiva do Shopping Iguatemi. 
O espelho mexe diretamente com a autoestima das mulheres. E na maioria das vezes, elas são realmente vaidosas, mas por falta de conhecimento em técnicas simples – como usar o curvex nos cílios – ficam limitadas a maquiagens mal feitas e que acabam por ressaltar aquilo que elas querem tanto esconder, como olheiras e espinhas.
Nesta sua primeira obra, Alice Salazar ensina como ficar com uma pele encantadora e olhos radiantes mesmo depois de um dia de trabalho daqueles – ou até mesmo depois de um fora na balada; ajuda a leitora a identificar qual é o tipo de pele – normal, seca, oleosa, mista –, e a valorizar morenas, loiras, negras, ruivas e orientais de acordo com cada tom de pele e cabelos.
Como ela diz, “depois de ler esse livro, as mulheres deixarão de ser meio bonitas para serem superbonitas!”. Carregar esta bíblia de beleza é sempre estar De bem com o espelho.
 

SERVIÇO
Fortaleza - 29 de Julho, 19h
Livraria Saraiva do Shopping Iguatemi
Av. Washington Soares, 85 - Fortaleza/CE
Número de páginas: 230
Preço de capa: R$ 39,90
 






Reflexões sobre o mundo que não envelhecem

Editora Unesp realança “Filosofia da civilização”, do ganhador do Prêmio Nobel da Paz, Albert Schweitzer

Concluída entre 1914 e 1917, portanto em meio à Primeira Guerra Mundial, “Filosofia da civilização” acaba de ser relançado pela Editora Unesp. O livro faz uma crítica à filosofia ocidental por seu fracasso em construir, como se propõe, uma visão duradoura de mundo capaz de fundar uma civilização baseada no otimismo perante a vida e na ética. E sugere um novo caminho, que, porém, não rejeita o antigo Racionalismo, mas procura retomá-lo do século 18, dando-lhe nova conformação: a do Racionalismo incondicional. Esse novo pensamento racionalista proposto por Albert Schweitzer (1875-1965) deixa de lado a obsessão por conhecer o sentido do mundo – que admite como meta intangível – e centra-se no sentimento de “querer viver”.
Para Schweitzer, é no desejo de viver, inerente a cada um, que reside a visão de vida otimista e ética, que necessariamente precede a visão de mundo, em vez de enraizar-se nesta: se reverencia a própria vida, cada ser humano deve considerar sagrada toda e qualquer vida. Ao aprofundar tal interpretação, o Racionalismo incondicional aflui para o misticismo, propondo que, por meio da atitude otimista da vida e do mundo e também da ética, o ser humano satisfaz o desejo universal de querer viver que nele se revela. O filósofo escreve: “Vivo minha vida em Deus, na misteriosa personalidade divina e ética que não reconheço dessa forma no mundo, mas apenas a vivo como um anseio misterioso em mim”.
Contudo, acredita Scheitzer, as ciências e a técnica, uma vez inseridas no cotidiano, prejudicam nas pessoas a capacidade de autorreflexão e concentração, o  que repercute em sua vida familiar e na educação de seus filhos, ensejando “dano material e espiritual”: “Totalmente absorvidos pela mais encarniçada luta pela existência, muitos de nós já não têm condições de pensar em ideais de sentido civilizatório. Não contam mais com a objetividade necessária para tanto”.
A verdadeira civilização, assim, decorreria da ação de pessoas com capacidade para “pensar” de acordo como o Racionalismo incondicional, ou seja, a partir do desejo universal de viver, mesmo que não seja possível explicar o mundo. Tal civilização não sacrificaria nenhum ser humano às circunstâncias, nem faria das massas mero instrumento para sua construção, como, segundo o pensador, propõe certa filosofia.

LUXO


Whisky Teacher’s amplia portfólio no Brasil e lança novo produto em Fortaleza

Teacher’s Clan foi desenvolvido especialmente para o Nordeste, região com maior consumo de whisky no país

Tradição nas rodas de amigos e sempre presente nos principais momentos de vida dos seus consumidores, Teacher’s inova e desenvolve especialmente para o Brasil sua versão duplamente envelhecida: o Teacher’s Clan.
Produzido na destilaria de Ardmore, na Escócia, e engarrafado na origem, Teacher’s Clan é duplamente envelhecido, marcante e com sabor sofisticado. Uma opção perfeita para quem já aprecia Teacher’s Highland Cream no seu dia-a-dia, mas busca um whisky especial para aqueles momentos inesquecíveis e compartilhados entre amigos próximos. O novo scotch será lançado em julho com exclusividade para o Nordeste, onde a marca é líder de mercado com participação de 41,4% (Nielsen, AM’13). “Teacher’s Clan é ideal para os amigos que, dentro dos seus rituais de encontros, não dispensam uma boa bebida e fazem questão de apreciar um produto que, assim como seu clã, seja especial e de muita personalidade”, destaca Patrícia Cardoso, gerente do grupo de bebidas standard da Pernod Ricard Brasil, empresa responsável pela distribuição de Teacher´s no Brasil.
Direcionado para as classes A e B, e para consumidores entre 25 e 35 anos, o scotch chegará primeiramente ao Recife (PE) e a Fortaleza (CE). As cidades foram estrategicamente escolhidas por conta da forte preferência pela bebida e pela significativa liderança que Teacher’s possui nas praças, registrando 56,8% e 42,8% (Nielsen, AM’13) de participação, respectivamente.
Segundo Carlos Hussey, diretor das áreas Brasil e Cone Sul da Beam Inc., empresa dona da marca Teacher´s, o Brasil é o mercado número um do mundo para Teacher's e, dentro do país, o Nordeste é a região com maior representatividade para a marca. “Por isso, estamos sempre atentos às mudanças nos hábitos do consumidor nordestino e percebemos que esse público procura um produto mais premium para ocasiões especiais”, avalia.
Teacher´s Clan é ideal para ser apreciado puro ou com pouca quantidade de gelo e é um blended whisky composto por grãos superiores, que são misturados com selecionados maltes vindos da destilaria de Ardmore, na Escócia. É esse processo que assegura a alta qualidade de Teacher’s Clan. “Teacher´s Clan é um whisky duplamente envelhecido que envolve alguns cuidados especiais. O primeiro é o envelhecimento do malte, que acontece em barris de carvalho americano de 200 litros e em seguida, ocorre uma segunda maturaçao em barris chamados Quarter Cask de 120 litros. Essa combinaçao de dois tipos de envelhecimento faz que o produto seja um whisky de cor dourada bem intensa, com notas de baunilha e uma suavidade absoluta”, explica Alistair Longwell, diretor da destilaria de Ardmore, na Escócia, onde Teacher’s Clan é produzido.

A ideia de criar um produto sofisticado, que reforçasse o sentimento de pertencimento a um clã, foi inspirada no estilo de vida e nos rituais de apreciação da bebida pelo criador do whisky Teacher’s, William Teacher. O escocês não tinha propriamente um grupo familiar e, portanto, decidiu criar um clã com seus amigos mais próximos para compartilhar momentos únicos e especiais regados ao legitimo escocês.
Por isso, Teacher’s Clan foi criado especialmente para celebrar os momentos ao lado de pessoas únicas e de personalidades marcantes, que vivenciam experiências juntos, em espírito de união e com forte laço emocional. O produto traz na sua essência a inspiração no tradicional clã familiar escocês, em que os membros são reconhecidos por seu nome e as cores do seu tartan – o padrão xadrez utilizado em kilts, vestimentas masculinas tipicamente escocesas.
A comunicação de Teacher’s Clan abrangerá comerciais para TV e ações nas mídias digitais. Além disso, haverá ativações em pontos de dose, em que serão explicadas as diferenças entre os produtos da família Teacher’s e as características do novo whisky para o mercado brasileiro, além de ações de degustação do produto. 
“O objetivo das ações é fazer uma ampla cobertura para conquistar aderência dos apreciadores de whisky, com mensagens que destacam o sentimento da amizade em clãs, os momentos “dourados” e as características premium do produto”, complementa Patrícia.
Teacher’s é uma marca que traz excelentes resultados para a Pernod Ricard Brasil. O país é o número 1 em volume de vendas no mundo para Teacher’s, uma marca de propriedade da Beam Inc. Além disso, é a marca de whisky mais vendida no Brasil em todos os segmentos, com mais de 20 pontos de market share - 41,4% no Nordeste e 56,4% em Pernambuco (Nielsen AM'13). O whisky Teacher's possui personalidade, sabor suave e tradicional, devido ao seu blend exclusivo com alta concentração de malte. O blend de Teacher's foi criado em 1830 nas terras altas da Escócia, propriedade da família Teacher, e possui mais de 180 anos de tradição.

MODA

Lycra lança em Fortaleza sua nova cartela de cores de moda íntima 

Evento teve apresentação de pesquisa com hábitos dos consumidores e modelos vestindo as novidades da marca no Hotel Gran Marquise

Aconteceu nesta terça um novo evento da Invista em Fortaleza, no Hotel Gran Marquise. Para quem não sabe, a Invista é quem produz o mais famoso fio de elastano do mundo, LYCRA®, e sempre nos apresenta novas tecnologias para o segmento de lingerie, moda praia e fitness. A Invista apresentou uma pesquisa mostrando as preferências e as exigências do público feminino e masculino daqui do Brasil e de outros países, além disso antecipou as tendências do Verão 2013/14, dividindo a cartela de cores em 4 temas:

1. Simetria Estética: Design, arquitetura, efeitos diferenciados, telas e redes, cores metalizadas, tiras e vazadas, a forma perfeita.
CORES: Tonalidades da família do cinza, amêndoa, branco off-white, verde folha e ocre misturados aos tons de nudes.
Simetria Estética
collageTema 1 Praia
2. Modernismo Vintage: Ênfase no estilo retrô, natural e romântico, guipure, rendas leves e delicadas, plissados e babados, rendas, estampa floral.
CORES:  Tons pastel, terrosos, rosáceos, tons envelhecidos, enferrujados, amarelados e ainda cores de pedra, canela, ouro, cinza e preto.
Modernismo Vintage
Tema2
Tema 2 Praia
3. Encantamento: Texturas e superfícies incomuns, estampas abstratas, apelos futuristas, sofisticado, minimalista, clean, conforto e bem-estar, corte à laser.
CORES: Nuances do azul da cor do mar, turquesa, coral e amarelo-vivo.
Encantamento
Tema3
Tema 3 Praia
4. Canvas Cultural: Brilho, florais tropicais, Américas Central e do Sul, étnico caliente, cores ácidas e neon, mistura de cores inusitadas, bijoux e pedrarias. Influência do carnaval brasileiro.
CORES: Tons saturados do rosa pink, laranja, amarelo ácido, verde mata, fúcsia e azul oceano.
Canvas Cultural
Tema4Tema 4 Praia







VEJA FOTOS E VÍDEOS DO EVENTO NO HOTEL GRAN MARQUISE, FEITOS POR FELIPE PALHANO




























MÚSICA

Mick Jagger chega aos 70 com gingado intacto

Ao celebrar 70 anos nesta sexta-feira (26), Mick Jagger pode se vangloriar de requebrar ao som de "Sympathy For The Devil" com o mesmo traquejo de 1968, quando apresentou um dos hinos dos Rolling Stones pela primeira vez. O vocalista pouco mudou em 50 anos de carreira, período em que a banda vendeu mais de 200 milhões de álbuns. Para a alegria dos fãs, Jagger e os Stones não tentaram se reinventar. Nas últimas semanas, o cantor celebrou o jubileu de ouro do grupo com uma turnê, "50 & Counting", que incluiu a estreia dos veteranos no tradicional festival de Glastonbury, no fim de junho. Cerca de 100 mil pessoas foram assistir aos remelexos do senhor Jagger.

Nos dias 6 e 13 de julho, a trupe ancorou no Hyde Park, em Londres, onde havia tocado em 1969. Quarenta e quatro anos atrás, o show gratuito The Stones in the Park [os Stones no parque] teve público estimado em 500 mil pessoas. Naquela ocasião, em homenagem ao guitarrista Brian Jones (1942-1969), morto dois dias antes, Jagger leu um trecho do poema "Adonais", escrito pelo poeta inglês Percy Bysshe Shelley em tributo ao também escritor John Keats (1795-1821).

As apresentações de 2013 não tiveram entrada franca --os bilhetes custavam até £330 (R$ 1.140). Mas isso não impediu o evento de atingir sua lotação (65 mil pessoas) em três minutos de vendas. O entusiasmo chegou à crítica. Em sua resenha, o crítico Paul Sexton, da revista "Billboard", afirmou que poucas vezes a banda pareceu tão feliz no palco.

Depois dos shows, a banda ainda lançou o disco "Hyde Park Live", disponível exclusivamente para usuários do iTunes durante um mês. E Jagger disse, em entrevista à revista inglesa "NME", que gostaria de tocar lá novamente. "Foi uma ótima apresentação. Eu adorei. Acabou sendo maravilhoso, com o sol se ponto atrás do parque. Foi uma perfeita tarde londrina."

Mick Jagger, vocalista do Rolling Stones, faz 70 anos. Jagger celebrou seu aniversário há dez dias em um clube no bairro de Mayfair, em Londres, mas foi visto saindo cedo da própria festa. Nascido na cidade de Dartford, na Inglaterra, filho de um professor de educação física e de uma cabeleireira australiana, Jagger largou a London School of Economics, prestigiada faculdade britânica, para se dedicar à música. Em 2010, teve seu patrimônio estimado em £190 milhões (cerca de R$ 650 milhões) pelo jornal "The Sunday Times".

Apesar de não ter fugido na juventude à tríade rock'n'roll, drogas e álcool --e de ter sido preso em 1967 com Keith Richards, ambos sob a acusação de porte de drogas--, o músico atende em alguns círculos por "Sir Jagger". Ele recebeu o título de cavaleiro da Ordem do Império Britânico em 2003. Longe da compostura real, os chutes e pulos de Mick Jagger são tão singulares que inspiraram uma canção: "Moves Like Jagger", hit de 2011 da banda pop Maroon 5. Na letra, para impressionar uma mulher, o vocalista diz que sabe dançar como Mick Jagger.

Não é só o gingado do setentão que chama a atenção. A lista de beldades que sucumbiram aos seus gracejos é digna de nota. Lá estão a modelo Chrissie Shrimpton, a cantora Marianne Faithfull, a ativista Bianca De Macias (sua primeira mulher) e a modelo Jerry Hall, além da brasileira Luciana Gimenez. Ecumênico, Jagger também admitiu, na revista britânica "The Face", que havia tido relações homossexuais, inclusive com o músico David Bowie. Sua namorada atual é a estilista L'Wren Scott. E Jagger é pai de sete filhos, entre eles o brasileiro Lucas, com Luciana.







Nenhum de Nós inova conceito de DVD musical 

Do pop, passando pelo cinema mudo, até a psicodelia, a banda traz muitas referências no novo “Contos Acústicos de Água e Fogo”
 

O Nenhum de Nós firmou a tradição de entremear álbuns “normais”, isto é, elétricos, feitos em estúdio, com acústicos ao vivo. A resposta dos fãs sempre foi ótima, os acústicos venderam muito bem desde o primeiro, de 1994, que rendeu também um disco de ouro para a banda. Na carreira, iniciada em 1987, são dez discos de estúdio, um elétrico ao vivo, três acústicos ao vivo (dois com os respectivos DVDs), mais seis coletâneas, superando um milhão de cópias. Poucas bandas brasileiras fizeram tantos discos, com tanta regularidade. Mesmo assim, tradições podem ser quebradas. Com o lançamento de “Contos Acústicos de Água e Fogo”, a banda ao mesmo tempo quebra e mantém sua tradição, protagoniza um dos mais inventivos projetos audiovisuais já realizados no Brasil e abre novos conceitos para DVDs de música ao vivo.
 

No meio de 2012, ainda durante a bem-sucedida temporada de lançamento do álbum elétrico Contos de Água e Fogo iniciada um ano antes, Thedy Corrêa, Carlos Stein, Veco Marques, João Vicenti, Sady Homrich e seu produtor Antônio Meira começaram a pensar no próximo trabalho. Estava tudo certo, público fiel e crescente, qualidade musical inquestionável, uma carreira sólida, mas... o que fazer? Mais um acústico ao vivo no Theatro São Pedro, como os outros? Não; ainda que de forma meio difusa, em vez de novamente um show gravado, eles queriam algo diferente, uma excitação nova. A busca por essa abordagem especial para o novo acústico ao vivo, com o fundamental detalhe de ser concebida para o formato DVD, interligou um circuito que chegaria a Claudio Veríssimo, experiente e arrojado realizador de filmes publicitários e videoclipes musicais. E ele topou o desafio de afirmar com imagens a necessidade do Nenhum de Nós em renovar sua exposição, acrescentando informações inéditas. O resultado é brilhante. Um DVD de música que pode ser visto como um DVD de arte, pois convive o tempo todo com a pintura, o desenho, a fotografia e especialmente, o cinema.
“Quando o artista grava um show, a intenção é transportar quem assiste para dentro do show”, argumenta Thedy, principal letrista da banda e um dos grandes cantores do pop brasileiro. “Com Contos Acústicos de Água e Fogo queríamos levar as pessoas para outros lugares. Queríamos mexer com elas de uma forma sensorial, abrir algumas portas de sua percepção. E o Veríssimo foi muito feliz nisso, assim como Moisés Betim, que deu grande contribuição para a linguagem artística do trabalho com suas pinturas e fotos criando ambientes oníricos”. Entre outros detalhes, Betim construiu artesanalmente maquetes que, filmadas, ampliadas e manipuladas no computador, se transformam em cenários de surpreendente efeito visual. Em vários momentos do DVD a música dialoga com uma estética de cinema mudo, a partir do ancestral, básico e até psicológico preto-e-branco. Mas também existe muita cor, usada com filtros, granulações e sugestões incomuns, aqui e ali remetendo à plasticidade psicodélica dos anos 60.
Tão bom nas guitarras quanto nos violões de 6 e 12 cordas de náilon e aço, no banjo, no ukulele, na sitar e agora no gu-zheng (espécie de harpa que trouxe da viagem à China em 2011), Veco chama a atenção para outra das preocupações iniciais: evitar o padrão do videoclipe convencional, quase sempre muito fragmentado. “Queríamos uma ideia de calma, sem cortes bruscos, mostrando nossos rostos e nossos instrumentos. As pessoas gostam de ver detalhes dos instrumentos”, diz.
A integração/interação das imagens com a banda é perfeita. Em alguns momentos as imagens (bosque, lago, cidade, trem, estrada, arabescos, figuras geométricas) são projetadas no telão ao fundo e, em outros, projetadas também nos músicos. Aqui, os músicos aparecem recortados, em total fundo branco; ali, quando o cenário é uma casa de brinquedo de verdade, eles estão dentro dela em miniatura. A menção a videoclipe vem a propósito, pois embora o resultado final seja de grande unidade em todos os sentidos, as 15 “faixas” de Contos Acústicos de Água e Fogo também podem ser vistas como 15 clipes, cada um com sua personalidade. Ou seja: mais um diferencial. Nada menos que oito cameramen trabalharam nas gravações.
 

Piano e violões abrem o DVD com Último Beijo, tocada em meio a lâmpadas translúcidas comuns com efeito incomum. A canção é do álbum Contos de Água e Fogo (2011), do qual saíram outras nove: Outono Outubro, Tu Vicio, Exatamente Igual, Água e Fogo (participação de Duca Leindecker), Um Pouquinho (chacarera com ukulele e bombo legüero), Primavera no Coração, Pequena e Inicio Fim, esta fechando o DVD só com Thedy e o piano de João Vicenti, som e gostas de chuva, um corpo azulado de mulher no telão. Quatro grandes sucessos ganham arranjos novos: Vou Deixar Que Você Se Vá (de Mundo Diablo, 1996, em clima de folk irlandês), Paz e Amor (do disco homônimo, 1998), Julho de 83 (de Histórias Reais Seres Imaginários, 2001), todas presentes em outros acústicos, e Feedback (de Pequeno Universo, 2005, letra de Martha Medeiros). Além de Tu Vicio, com letra em espanhol, a porção platina do Nenhum de Nós se manifesta na balada Crimen (de Gustavo Cerati, da cultuada banda argentina Soda Stereo), com a participação de Jorginho do Trompete. E para completar tem uma inédita, Aquela Estação, country-folk como a turma gosta, marcado por acordeom, três violões e banjo, mais o ator Zé Vitor Castiel recitando parte da letra (“Então ele embarcou naquele trem, com o bolso vazio, o coração partido...”).
Sempre usando seu chapéu gaúcho, o pianista, tecladista e acordeonista João Vicenti fala das gravações: “Fizemos tudo direto, ao vivo mesmo, tocamos como nos shows, respirando juntos o tempo todo, o que não é fácil no clima de um estúdio”. O mesmo podem dizer o consistente e bem-humorado baterista Sady Homrich e o baixista  convidado Estevão Camargo, que também participa dos vocais. Com seus violões, guitarras e o olhar sempre atento e calmo, Carlão Stein parece um dos pontos-chave da consistência mais íntima do Nenhum de Nós como um grupo de companheiros.
Contos Acústicos de Água e Fogo mostra uma banda excepcionalmente afiada e afinada. Soa estranho falar em maturidade aos 27 anos de estrada, mas neste trabalho o público pode constatar isso como nunca antes. Está tudo explícito na tela à frente, em planos gerais, closes, sobreposição de imagens, trocas de instrumentos, feeling, verdade e grande competência musical. Até vale salientar que das bandas brasileiras dos anos 1980 o Nenhum de Nós é a única, ao lado dos Paralamas do Sucesso, que nunca trocou nem perdeu integrantes.
 







Cyndi Lauper completa 30 anos de carreira com reality e musical
 

Passados 30 anos da canção "Girls Just Wanna Have Fun", Cyndi Lauper, 60, quer, mas não pode apenas se divertir. Sua vida, segundo relatou, é "trabalho, trabalho, trabalho". Neste ano, a cantora se envolveu na criação de "Kinky Boots", musical da Broadway, participou de um reality show ("Fora do Comum", no ar no Brasil no canal VH1, segundas, às 22h30) e fez uma turnê comemorando as três décadas de sua carreira. No final do ano passado, publicou uma autobiografia.
Cyndi diz que muita coisa mudou em três décadas, mas suspira e, depois de alguns segundos, conclui: "Tudo mudou, mas, na realidade, está exatamente igual". Segundo ela, a energia dos anos 1980, quando chegou ao estrelato, é a mesma. Sua disposição, contudo, é hoje direcionada a projetos diferentes. Em junho, Cyndi ganhou o Tony, prêmio mais importante do teatro americano, pela composição da trilha sonora de "Kinky Boots". Ela foi a primeira mulher a vencer nessa categoria, em 67 edições da premiação. Já o reality, diz Cyndi, foi satisfatório porque lhe deu tempo para ficar com a família. "Meu filho sempre se interessou por produção de vídeo, então achamos que seria legal expô-lo ao mundo da TV."
No programa, o garoto de 15 anos aparece bebendo champanhe e dando selinho em uma moça. E dá uma bronca na mãe por xingar demais na televisão. "Mas ele viveu uma vida dupla e escondeu aspectos privados, como sua rotina jogando hockey", afirma. Desde "She's So Unusual" (1983), seu primeiro álbum, Cyndi ficou conhecida por atuar em movimentos pró-LGBT. "True Colors" (1986), canção homônima do segundo disco, virou um hino. Mas hoje ela faz questão de dizer que é também uma feminista. "Existe um estado de guerra contra as mulheres agora nos EUA e isso me incomoda muito", afirma, embora descarte agir politicamente.
Cyndi elogia a senadora americana Wendy Davis, que discursou durante mais de dez horas no parlamento do Texas, nos EUA, para tentar barrar a aprovação de uma lei que limitava o número de clínicas de aborto no Estado. "É um absurdo castrarem nossos direitos dessa maneira." A estrela diz que a solução para a opressão e o preconceito é a educação. Ela afirma viver segundo o mantra de uma das canções que compôs para o musical da Broadway: "Você muda o mundo quando muda sua mente". E cita outras frases da canção, que recomendam "aceitar os outros para se aceitar", "seguir a verdade", ou então "deixar o amor brilhar".






Charles Bradley traz de volta os bons tempos do funk, soul e R&B

Deckdisc lança “Victim of Love”, segundo álbum deste cantor e compositor americano que é revelação segunda a crítica

O cantor e compositor Charles Bradley tem chamado atenção da crítica pela sua voz poderosa e por resgatar o melhor do soul, do R&B e do funk. A Deck lança seu segundo álbum, “Victim of Love”. O disco foi produzido por Thomas Brenneck, guitarrista da banda que o acompanha, a Menahan Street Band.
Nascido em Gainesville na Florida, Charles mudou-se para Nova York ainda criança. Os dois lugares o influenciaram na sua produção musical: sua cidade natal através dos hinos que ele ouvia na igreja e em Nova York, aos 14 anos, ele foi pela primeira a um show de James Brown, sua maior inspiração e quem Charles por muitos anos interpretou.
A vida de Charles Bradley teve muitos momentos difíceis, como o assassinato de seu irmão e o fato de ter morado na rua por vários anos. Somente em 2011, aos 62 anos de idade, ele conheceu alguém que acreditasse em seu trabalho e pode, assim, lançar seu primeiro álbum, “No Time for Dreamming”. Nesse disco ele cantava o sofrimento e a dor que passou até chegar àquele momento. Em “Victim of Love” ele continua essa história, mas agora a mensagem é de esperança. Como ele mesmo diz: “É como se eu estivesse saindo da escuridão e indo para a luz”.
O novo álbum tem 11 faixas, todas assinadas por ele e Thomas, algumas com a colaboração do restante da banda. “Nós só queríamos fazer música, boa música. Música de amor, que as pessoas pudessem sentir” – diz Charles. E sentimento é o que não falta em “Victim of Love”, principalmente o amor, é claro. Forte exemplo disso são faixas como “Love Bug Blues”, “You Put the Flame on It”, “Strictly Reserved for You”, “Crying in the Chapel” e “Let Love Stand a Chance”. O disco passa também por um som mais psicodélico em “Confusion”, “Where do We Go From Here” e “Hurricane”, e tem uma faixa instrumental, “Dusty Blues”. Ele termina com um agradecimento sincero de Charles a todos que o ajudaram a superar os momentos difíceis pelos quais ele passou, na música “Through the Storm”. Charles traz de volta os bons tempos do funk, soul e R&B em grande estilo.