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Guia dos Museus Brasileiros está disponível na internet

Ibram/MinC disponibiliza publicação para consulta e download gratuito; guia tem informações sobre 3 mil museus brasileiros


O Guia dos Museus Brasileiros está disponível para consulta e download no site www.museus.gov.br. Elaborado pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura), o guia traz dados sobre ano de criação, situação atual, endereço, horário de funcionamento, tipologia de acervo, acessibilidade, infraestrutura para o recebimento de turistas estrangeiros e natureza administrativa de mais de 3 mil museus já mapeados pelo Ibram em território nacional.

Constam da publicação um total de 3.118 museus, incluindo 23 museus virtuais. As regiões Sudeste (1.150), Sul (874) e Nordeste (709) são, nessa ordem, as que apresentam maior quantitativo de museus.

As informações foram organizadas de modo a facilitar a consulta pelo usuário. Os museus estão divididos por região, estado e município. Legendas com símbolos indicam os dados citados. Ao final da publicação, um índice remissivo relaciona os nomes de todas as instituições.

Cadastro Nacional de Museus - Primeiro produto editorial do Cadastro Nacional de Museus, do Ibram, o Guia é o mais atual e o mais completo já produzido na área no Brasil. A expectativa é de que ele facilite o acesso do público aos acervos brasileiros e promova a difusão de informações sobre o setor museal no país.

A versão impressa da publicação, com cerca de 600 páginas, foi lançada em 18 de maio (Dia Internacional dos Museus) pelo Ibram e será distribuída aos museus que integram a publicação. A reprodução dos conteúdos é permitida, desde que citada a fonte.

LIVROS - FICÇÃO


HISTÓRIAS QUE FORAM ADAPTADAS PARA O CINEMA

"Uma manhã gloriosa" chega às livrarias

O livro "Uma manhã gloriosa", de Diana Peterfreund, que inspirou o filme homônimo, chega às livrarias, pela Editora Record, no final deste mês. O longa-metragem esteve em cartaz no Brasil.
Becky Fuller é uma jovem produtora de TV, que acaba de ser demitida e vê sua carreira indo de mal a pior. No entanto, surge uma oportunidade para trabalhar num programa decadente da TV Norte-Americana, chamado Daybreak.
Decidida a elevar o índice de audiência do programa, ela acaba tendo que driblar alguns conflitos entre membros da equipe. Para piorar, a jovem se apaixona por Adam Bennett, também produtor da rede IBS. Agora, além do desafio de ter que turbinar o Daybreak, Becky precisa decidir a sua vida amorosa.



Uma das mais impressionantes marchas em busca da liberdade

Em O caminho da liberdade, Slavomir Rawicz conta a emocionante história de sua prisão e fuga de um gulag soviético, cruzando a Sibéria e os Himalaias. A história ganhou as telas sob direção de Peter Wier e com Colin Farrell no elenco.

A história real de uma das mais impressionantes fugas de um campo de prisioneiro soviético. Preso na Polônia em 1939, o tenente da cavalaria polonesa Slavomir Rawicz tornou-se réu de um crime jamais cometido e foi enviado a um dos mais cruéis sistemas penitenciários do mundo: os gulags da União Soviética. Apesar da injustiça, Rawicz jamais capitulou. Na companhia de mais seis prisioneiros, escapou do campo de Yakutsk. A pé, numa inacreditável jornada pelas regiões mais inóspitas do planeta, na posse de apenas um machado e uma faca, eles deixaram a Sibéria. Cruzaram a China, o deserto de Gobi, os Himalaias até entrarem na Índia e finalmente ganharem a liberdade. A história dessa aventura é contada pelo próprio Rawicz em O CAMINHO DA LIBERDADE, que acaba de sair da gráfica da Editora Record (www.record.com.br).

LIVROS - NÃO-FICÇÃO

Primeira década do século 21 resumida em livro do jornalista Daniel Piza

Em “Dez anos que encolheram o mundo”, Daniel Piza analisa como os fatos da primeira década do século XXI alteraram os rumos do mundo.
Todos sabem o que aconteceu no dia 11/9/2001, mas quais foram os desdobramentos dos atentados em Nova York? O que levou a maior potência bélica e econômica do mundo a promover uma verdadeira guerra contra o terrorismo e uma caçada incansável a Osama Bin Laden, o mentor da Al-Qaeda, que assumiu a autoria dos atentados? Quais foram os avanços do Brasil nos anos do governo Lula? Por que o país passou a ser considerado hoje um dos mais promissores do planeta? Como o genoma mudou a forma de compreender o ser humano? De que maneira, o comportamento das pessoas foi afetado pelos avanços tecnológicos? Quais foram os principais resultados obtidos nos esportes e como isso incentiva a prática das diversas modalidades? Essas e outras questões são respondidas e analisadas por Daniel Piza em “Dez anos que encolheram o mundo”.
Para melhor compreensão, o autor dividiu sua análise em cinco grandes temas: política e economia, cultura e comportamento, ciência e tecnologia, meio ambiente e metrópoles e esportes. Entre outros assuntos, ele aborda a influência das inovações na tecnologia da informação para as mudanças na maneira de ver, entender e atuar no mundo, constatando que praticamente todas as profissões sofreram, de uma forma ou de outra, mudanças em seu modus operandi. Por outro lado, com as novas tecnologias, as distâncias tornaram-se praticamente inexistentes, daí o encolhimento do mundo.

Em “Dez anos que encolheram o mundo”, Piza, além de fazer uma retrospectiva dos grandes acontecimentos que marcaram a história de janeiro de 2001 a dezembro de 2010, analisa o que ocasionou o fato, o seu desenrolar e as consequências desencadeadas a partir dele, levando o leitor à reflexão e, consequentemente, à sua própria análise.
Uma obra importante para quem vê o mundo de maneira crítica, mas principalmente para aqueles que, em função da correria no dia a dia, não conseguiram acompanhar nem entender tudo o que de mais relevante aconteceu no planeta nesse início de século, ditando os rumos da humanidade.
Formado em Direito em 1991, Daniel Piza não seguiu carreira na área jurídica para se tornar jornalista em O Estado de S. Paulo, cobrindo principalmente a área cultural. O autor já publicou diversos livros. Entre eles, Machado de Assis – um gênio brasileiro, Contemporâneo de mim – dez anos da coluna Sinopse, Aforismos sem juízo e Amazônia de Euclides.









Livro dá dicas para acabar com a insônia

“Pare de tentar dormir”, ensina livro da editora Larousse

Esperar pelo sono que nunca vem e revirar na cama são coisas que acontecem cotidianamente para quem sofre de insônia. E, como muitos estudos já comprovaram, distúrbios no sono podem causar problemas na saúde. Afinal, o sono é o momento do dia em que o corpo se recupera de toda a atividade física.
Mas dormir não é fácil para 42% da população mundial, segundo o livro 50 Coisas que Você Pode Fazer para Co mbater a Insônia. O grande número representa pessoas que têm algum distúrbio no sono. A publicação, por sua vez, apresenta algumas soluções para superar o problema. Escrito por Wendy Green, a autora se baseia na psicologia e ensina como superar as dificuldade para dormir bem. De acordo com Green, muitas vezes, basta reconhecer o que atrapalha o seu sono para descobrir a melhor forma de evitar que isto se repita. Ela também afirma que dormir mal constantemente pode aumentar os riscos de depressão, doenças do coração, derrames e diabetes tipo 2, além de influenciar a produção de hormônios, o que pode acarretar ganho de peso. De acordo com o dr. Chris Idzikowski, diretor do Centro do Sono de Edimburgo, tentar dormir para os insones é contraproducente. Portanto, talvez a solução mais simples, quando todo o resto tiver falhado, seja lembrar-se de que o mundo não vai acabar se você não dormir durante sete ou oito horas esta noite e, depois... pare de tentar dormir!

SERVIÇO
50 Coisas que Você Pode Fazer para Combater a Insônia
Autora: Wendy Green
Editora: Larousse
Páginas: 144
Quanto: R$ 19,90






A eficácia da psicanálise em xeque


Obra polêmica na França chega ao Brasil

Motivo de polêmica na França em 2005, O livro negro da psicanálise chega ao Brasil e promete motivar um amplo debate sobre as teorias, até agora inabaláveis, forjadas por Sigmund Freud, e também sobre a própria psicanálise. No Brasil, o livro organizado originalmente por Catherine Meyer ganhou uma edição resumida pelas mãos da psicanalista Simone Perelson, que também assina a tradução.

Com artigos, entrevistas e depoimentos, esta obra reúne os pensamentos de 37 autores, de diversos países, das áreas de história, filosofia, psiquiatria, psicologia, jornalismo e física. Os textos revelam e questionam as principais facetas da teoria e da prática freudiana e assim aproximar a discussão do grande público.

“A publicação do livro negro da psicanálise levou os psicanalistas franceses a saírem de seus lugares que costumam ocupar – lugar de discussão quase exclusivamente com os pares – e a se dirigirem aos ‘outros’, aos leigos, à mídia”, destaca a organizadora da edição brasileira.
Intelectuais do naipe da psicanalista e historiadora Elisabeth Roudinesco foram a campo contestar as ideias defendidas no livro. Os ataques empreendidos pelos autores apontam para uma série de inverdades sustentadas por Freud e destacam o declínio da psicanálise, ainda hegemônica na França, mas em declínio no restante do mundo.

A eficiência da psicanálise é confrontada com outros métodos, com destaque para as chamadas TCC – terapias cognitivo-comportamentais. Expoentes desta vertente, como Jean Cottraux, criador do diploma de TCC na Universidade de Lyon I, assinam os textos e retomam o antigo conflito entre a tradição da teoria freudo-lacaniana e esta nova vertente.

O livro negro da psicanálise – Viver e pensar melhor sem Freud (Le livre noir de la psychanalyse)
Editora Civilização Brasileira
Organização edição francesa: Catherine Meyer com outros
Organização edição brasileira: Simone Perelson
Tradução: Maria Beatriz de Medina e Simone Perelson
644 páginas
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 64,90

LITERATURA

III Seminário Revelando a Literatura Cearense no Teatro SESC Emiliano Queiroz

Nos dias 06 e 07 de junho será realizado o III Seminário Revelando a Literatura Cearense. A discussão gira em torno do escritor José Milton de Vasconcelos Dias, referência na literatura. Na ocasião serão apresentados depoimentos, entrevistas e palestras sobre o escritor, além da sua biografia. O objetivo do seminário é celebrar e promover a literatura cearense, contribuindo para a consolidação da identidade cultural do Projeto Abraço Literário. Entrada gratuita.


PROGRAMAÇÃO

Dia 06

19h
Cerimonial – Carlos Vazconcelos
Abertura – Prof. Ednardo Gadelha
Biografia Afetiva de Milton Dias – Profª Celina Fontenele
Milton Dias: A escrita do eu e sua vida andejada – Profª Suely Oliveira
Roda de Conversa com Mara Rosa, Oneida Pontes e Lery Galvão – Mediador: Airton Soares
Recital – Textos Ricordami, Confissão e Balada para o Encanto – Grupo Converso
21h
Encerramento

Dia 07

19h
Abertura – Carlos Vazconcelos
Leitura Compartilhada – textos de Milton Dias por Silas Falcão, Eudismar Mendes, Francisco Diniz e Lúcia Medeiros
Milton Dias: O Cronista – Prof. Pedro Paulo Montenegro
Roda de Conversa – Leitores de Milton Dias (Alunos da profª Suely Oliveira) – Mediador: Airton Soares
Recital – Grupo Converso

21h
Encerramento e Coquetel





LIVROS - FICÇÃO


HISTÓRIAS QUE FORAM ADAPTADAS PARA O CINEMA

"Uma manhã gloriosa" chega às livrarias

O livro "Uma manhã gloriosa", de Diana Peterfreund, que inspirou o filme homônimo, chega às livrarias, pela Editora Record, no final deste mês. O longa-metragem esteve em cartaz no Brasil.
Becky Fuller é uma jovem produtora de TV, que acaba de ser demitida e vê sua carreira indo de mal a pior. No entanto, surge uma oportunidade para trabalhar num programa decadente da TV Norte-Americana, chamado Daybreak.
Decidida a elevar o índice de audiência do programa, ela acaba tendo que driblar alguns conflitos entre membros da equipe. Para piorar, a jovem se apaixona por Adam Bennett, também produtor da rede IBS. Agora, além do desafio de ter que turbinar o Daybreak, Becky precisa decidir a sua vida amorosa.



Uma das mais impressionantes marchas em busca da liberdade

Em O caminho da liberdade, Slavomir Rawicz conta a emocionante história de sua prisão e fuga de um gulag soviético, cruzando a Sibéria e os Himalaias. A história ganhou as telas sob direção de Peter Wier e com Colin Farrell no elenco.

A história real de uma das mais impressionantes fugas de um campo de prisioneiro soviético. Preso na Polônia em 1939, o tenente da cavalaria polonesa Slavomir Rawicz tornou-se réu de um crime jamais cometido e foi enviado a um dos mais cruéis sistemas penitenciários do mundo: os gulags da União Soviética. Apesar da injustiça, Rawicz jamais capitulou. Na companhia de mais seis prisioneiros, escapou do campo de Yakutsk. A pé, numa inacreditável jornada pelas regiões mais inóspitas do planeta, na posse de apenas um machado e uma faca, eles deixaram a Sibéria. Cruzaram a China, o deserto de Gobi, os Himalaias até entrarem na Índia e finalmente ganharem a liberdade. A história dessa aventura é contada pelo próprio Rawicz em O CAMINHO DA LIBERDADE, que acaba de sair da gráfica da Editora Record (www.record.com.br).








LIVROS - NÃO-FICÇÃO

Primeira década do século 21 resumida em livro do jornalista Daniel Piza

Em “Dez anos que encolheram o mundo”, Daniel Piza analisa como os fatos da primeira década do século XXI alteraram os rumos do mundo.
Todos sabem o que aconteceu no dia 11/9/2001, mas quais foram os desdobramentos dos atentados em Nova York? O que levou a maior potência bélica e econômica do mundo a promover uma verdadeira guerra contra o terrorismo e uma caçada incansável a Osama Bin Laden, o mentor da Al-Qaeda, que assumiu a autoria dos atentados? Quais foram os avanços do Brasil nos anos do governo Lula? Por que o país passou a ser considerado hoje um dos mais promissores do planeta? Como o genoma mudou a forma de compreender o ser humano? De que maneira, o comportamento das pessoas foi afetado pelos avanços tecnológicos? Quais foram os principais resultados obtidos nos esportes e como isso incentiva a prática das diversas modalidades? Essas e outras questões são respondidas e analisadas por Daniel Piza em “Dez anos que encolheram o mundo”.
Para melhor compreensão, o autor dividiu sua análise em cinco grandes temas: política e economia, cultura e comportamento, ciência e tecnologia, meio ambiente e metrópoles e esportes. Entre outros assuntos, ele aborda a influência das inovações na tecnologia da informação para as mudanças na maneira de ver, entender e atuar no mundo, constatando que praticamente todas as profissões sofreram, de uma forma ou de outra, mudanças em seu modus operandi. Por outro lado, com as novas tecnologias, as distâncias tornaram-se praticamente inexistentes, daí o encolhimento do mundo.

Em “Dez anos que encolheram o mundo”, Piza, além de fazer uma retrospectiva dos grandes acontecimentos que marcaram a história de janeiro de 2001 a dezembro de 2010, analisa o que ocasionou o fato, o seu desenrolar e as consequências desencadeadas a partir dele, levando o leitor à reflexão e, consequentemente, à sua própria análise.
Uma obra importante para quem vê o mundo de maneira crítica, mas principalmente para aqueles que, em função da correria no dia a dia, não conseguiram acompanhar nem entender tudo o que de mais relevante aconteceu no planeta nesse início de século, ditando os rumos da humanidade.
Formado em Direito em 1991, Daniel Piza não seguiu carreira na área jurídica para se tornar jornalista em O Estado de S. Paulo, cobrindo principalmente a área cultural. O autor já publicou diversos livros. Entre eles, Machado de Assis – um gênio brasileiro, Contemporâneo de mim – dez anos da coluna Sinopse, Aforismos sem juízo e Amazônia de Euclides.










Livro dá dicas para acabar com a insônia

“Pare de tentar dormir”, ensina livro da editora Larousse

Esperar pelo sono que nunca vem e revirar na cama são coisas que acontecem cotidianamente para quem sofre de insônia. E, como muitos estudos já comprovaram, distúrbios no sono podem causar problemas na saúde. Afinal, o sono é o momento do dia em que o corpo se recupera de toda a atividade física.
Mas dormir não é fácil para 42% da população mundial, segundo o livro 50 Coisas que Você Pode Fazer para Co mbater a Insônia. O grande número representa pessoas que têm algum distúrbio no sono. A publicação, por sua vez, apresenta algumas soluções para superar o problema. Escrito por Wendy Green, a autora se baseia na psicologia e ensina como superar as dificuldade para dormir bem. De acordo com Green, muitas vezes, basta reconhecer o que atrapalha o seu sono para descobrir a melhor forma de evitar que isto se repita. Ela também afirma que dormir mal constantemente pode aumentar os riscos de depressão, doenças do coração, derrames e diabetes tipo 2, além de influenciar a produção de hormônios, o que pode acarretar ganho de peso. De acordo com o dr. Chris Idzikowski, diretor do Centro do Sono de Edimburgo, tentar dormir para os insones é contraproducente. Portanto, talvez a solução mais simples, quando todo o resto tiver falhado, seja lembrar-se de que o mundo não vai acabar se você não dormir durante sete ou oito horas esta noite e, depois... pare de tentar dormir!

SERVIÇO
50 Coisas que Você Pode Fazer para Combater a Insônia
Autora: Wendy Green
Editora: Larousse
Páginas: 144
Quanto: R$ 19,90






A eficácia da psicanálise em xeque


Obra polêmica na França chega ao Brasil

Motivo de polêmica na França em 2005, O livro negro da psicanálise chega ao Brasil e promete motivar um amplo debate sobre as teorias, até agora inabaláveis, forjadas por Sigmund Freud, e também sobre a própria psicanálise. No Brasil, o livro organizado originalmente por Catherine Meyer ganhou uma edição resumida pelas mãos da psicanalista Simone Perelson, que também assina a tradução.

Com artigos, entrevistas e depoimentos, esta obra reúne os pensamentos de 37 autores, de diversos países, das áreas de história, filosofia, psiquiatria, psicologia, jornalismo e física. Os textos revelam e questionam as principais facetas da teoria e da prática freudiana e assim aproximar a discussão do grande público.

“A publicação do livro negro da psicanálise levou os psicanalistas franceses a saírem de seus lugares que costumam ocupar – lugar de discussão quase exclusivamente com os pares – e a se dirigirem aos ‘outros’, aos leigos, à mídia”, destaca a organizadora da edição brasileira.
Intelectuais do naipe da psicanalista e historiadora Elisabeth Roudinesco foram a campo contestar as ideias defendidas no livro. Os ataques empreendidos pelos autores apontam para uma série de inverdades sustentadas por Freud e destacam o declínio da psicanálise, ainda hegemônica na França, mas em declínio no restante do mundo.

A eficiência da psicanálise é confrontada com outros métodos, com destaque para as chamadas TCC – terapias cognitivo-comportamentais. Expoentes desta vertente, como Jean Cottraux, criador do diploma de TCC na Universidade de Lyon I, assinam os textos e retomam o antigo conflito entre a tradição da teoria freudo-lacaniana e esta nova vertente.

O livro negro da psicanálise – Viver e pensar melhor sem Freud (Le livre noir de la psychanalyse)
Editora Civilização Brasileira
Organização edição francesa: Catherine Meyer com outros
Organização edição brasileira: Simone Perelson
Tradução: Maria Beatriz de Medina e Simone Perelson
644 páginas
Formato: 16 x 23 cm
Preço: R$ 64,90

MODA



Gisele Bündchen deve se tornar primeira modelo bilionária

A brasileira Gisele Bündchen, 30, deve se tornar a primeira modelo bilionária da história. De acordo com a revista "Forbes", o fato de Gisele ter feito seu nome virar uma marca, com licenciamento de produtos, será determinante na conquista do seu primeiro bilhão. A revista dá destaque a nova linha de lingerie com o nome dela e cita dados da Folha sobre os ganhos, que podem chegar a R$ 30 milhões por ano.
Outro produto que está engordando a conta de Gisele é a linha de sandálias dela para a Ipanema, que representariam 63% das exportações anuais da Grendene, que a produz, ou R$ 395 milhões por ano. A revista lista ainda a linha com o nome da modelo para a loja C&A, produtos de beleza e joias.
Desde que Gisele entrou para a lista das cem celebridades mais bem pagas da "Forbes", os ganhos da modelo já passaram dos US$ 250 milhões (R$ 425 milhões) e devem continuar a subir. Segundo a revista, Gisele gasta o dinheiro com sabedoria e sabe fazer investimentos inteligentes. Entre os quais, estariam propriedades como terras na Bahia, um hotel no Sul do Brasil e a casa milionária que ela construiu na Califórnia com o marido, Tom Brady, que deve custar mais de US$ 31 milhões (R$ 53 milhões). Outra candidata ao posto de primeira modelo bilionária é a alemã Heidi Klum.

MÚSICA

Homenagem a Ray Charles

Willie Nelson, Wynton Marsalis e Norah Jones interpretaram grandes sucessos do artista


Em fevereiro de 2009, a sala do Lincoln Center's Frederick P. Rose Hall, em New York, foi cenário de uma noite mágica com três ícones do jazz/country, que prestaram uma homenagem ao saudoso e incomparável Ray Charles. Willie Nelson, Wynton Marsalis e Norah Jones interpretaram grandes sucessos de Ray num show que foi imortalizado em DVD e Blu-ray.

Quase dois anos depois é lançado o álbum 'Here We Go Again' com o melhor daquela noite, 12 músicas numa sequência que foi construída de forma a contar uma história de amor; amor de que Ray Charles falava com maestria.
O CD inicia com uma interpretação ímpar de Nelson para Hallelujah I Love Her So, e segue com o amor incondicional em Come Rain or Come Shine, dueto com Norah Jones. O trio ainda interpreta sucessos como Cryin' Time, Here We Go Again, Unchain My Heart, Hit The Road Jack.
Já lançado no Brasil, o álbum é uma celebração da boa música e obra prima indispensável para fãs de Willie Nelson, Wynton Marsalis ou Norah Jones, e sobretudo de Ray Charles.










25 anos do Pet Shop Boys

Dupla lança álbum com CD e DVD com gravações raras


Para comemorar os 25 anos de sucesso da dupla britânica, o disco "Ultimate Pet Shop Boys" traz os maiores hits de Neil Francis Tennant e Christopher Sean Lowe. O disco tem músicas como "It's a sin" e "Being Boring". A novidade é a inédita "Together". O álbum ainda traz um DVD gravado na Inglaterra.
Já existem coletâneas completas do Pet Shop Boys. O diferencial do CD "Ultimate" é trazer DVD com os vídeos de apresentações do duo inglês no programa "Top Of The Tops", da BBC. Inclui "takes" de show recente feito em Glastonbury.
Trata-se de uma edição de luxo que junta CD de greatest hits (com a inédita "Together") e DVD para comemorar os 25 anos de carreira dos fofos Neil Tennant e Chris Lowe. Mas está nesta página porque o que importa, no caso, é a maravilhosa reunião de imagens registradas pela BBC ao longo de toda a carreira do duo inglês e mais o show de 2010 em Glastonbury. A incrível perspectiva de tempo proporcionada pela seleção de 27 participações em produções da TV estatal britânica (com direito a ótimas versões exclusivas, desde "Opportunities" ao vivo até a macumba para turista ultra kitsch de "Se A Vida É") evidencia sua importância para além de emblemas dos anos 80, quando reinaram nas rádios brasileiras.








Nenhum de Nós lança novo álbum

"Contos de Água e Fogo" é o 14º disco da carreira da banda gaúcha

A banda gaúcha Nenhum de Nós, há 25 anos na estrada, lança o álbum "Contos de Água e Fogo", o 14º da carreira, só com músicas inéditas. O disco chega para quebrar um jejum de seis anos sem lançar nada novo. O último álbum com novas composições foi "Pequeno Universo", de 2005. Depois disso, em 2007, a banda gravou "A Céu Aberto", ao vivo, em comemoração aos 20 anos de carreira. "Demoramos tanto tempo por uma questão logística. Nossa programação era lançar o disco em 2007, antes do ao vivo", diz o vocalista Thedy Corrêa. "Não temos essa ansiedade de fazer um trabalho atrás do outro. Acreditamos na consistência artística de cada projeto", completa o músico.
No caso de "Contos de Água e Fogo", essa consistência começa já no título do disco. "Traçamos um perfil do que queremos lançar em termos de letra e conteúdo. Sempre buscamos um conceito. E no caso desse álbum, é um relato do contraditório", explica Thedy. "Falamos do positivo e do negativo. Do alívio e da dor. A própria canção 'Água e Fogo' fala disso. E a questão do 'Contos' é porque nossas letras trazem esse aspecto literário narrativo".

A faixa que abre o disco, "Correntes", remete ao ano de 1986, quando a banda fez sucesso em todo o País com "Camila, Camila". A canção tem uma pegada mais pesada, como esse hit, e coloca as guitarras em evidência. O lado mais roqueiro do grupo foi exposto propositalmente e de forma natural. E esse mesmo peso também é encontrado em "Outono Outubro".

Mas o disco também traz composições inspiradas na folk-music, como em "Pequena", com arranjos de viola e bandolim. Os gaúchos ainda contaram com a parceria do carioca Leoni (ex-Kid Abelha) em "Melhor e Diferente". "A colaboração de parceiros externos traz uma diversidade ao projeto e enriquece nossa história", garante Thedy. Além de Leoni, participaram o roqueiro baiano Fábio Cascadura, o uruguaio Socio e o argentino Pablo Uranga. Gravado de forma independente, o disco foi lançado pelo selo Imã Records, com distribuição da Radar. "Nos comportamos como uma banda independente desde 1994", diz Thedy. "Dessa forma fazemos nosso trabalho sem nenhuma interferência", explica o vocalista.








PRÊMIO DA MÚSICA BRASILEIRA HOMENAGEIA NOEL ROSA

Cerimônia acontece no dia 06 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro

A 22ª segunda edição do Prêmio da Música Brasileira já tem o seu homenageado: o poeta da Vila, Noel Rosa. Idealizado por José Maurício Machline, o Prêmio contará pelo segundo ano consecutivo com o patrocínio da Vale. “Esta é a melhor parceria que já tivemos. A Vale soube entender a importância do Prêmio e respeitar sua história e, mais do que tudo, valorizar o artista brasileiro e a sua música”, enaltece Machline.

A cerimônia de entrega acontecerá no dia 06 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Entre os números musicais, já estão confirmadas as participações de Marisa Monte (em ‘Feitio de Oração’) e Nana e Dori Caymmi, em ‘Três apitos’ e ‘Último desejo’. As damas do teatro Fernanda Montenegro, Nathália Timberg e Aracy Balabanian sobem juntas ao palco para ler um texto em homenagem a Noel Rosa.

Criado em 1988, o prêmio de maior prestígio da música brasileira tem como finalidade resgatar e celebrar grandes nomes do cenário nacional, além de avalizar carreiras de artistas iniciantes ou com expressão de alcance regional. O Prêmio da Música Brasileira vem, há 23 anos, valorizando a nossa música no que ela tem de melhor: a sua capacidade de se reinventar e manter o nível de excelência que a fez reconhecida mundialmente. O Prêmio enaltece o esforço e o talento dos cantores, músicos, arranjadores e produtores do Brasil e reúne, no mesmo dia e no mesmo palco, as mais variadas manifestações musicais do país.

O Prêmio da Música Brasileira 2011

Desde o ano passado, o sistema de votação é 100% informatizado. Através do site, os jurados podem ouvir todos os trabalhos concorrentes, ter acesso a todas as informações sobre os produtos musicais e dar o seu voto. O corpo de jurados de CDs é composto por 20 integrantes, com nomes como Zélia Duncan, Hamilton de Holanda, João Cavalcanti, Dé Palmeira, e os jornalistas Sérgio Cabral, Regina Echeverria e Antonio Carlos Miguel, entre outros.

Por não estar atrelado a nenhum aspecto mercadológico, o Prêmio da Música Brasileira se utiliza unicamente de critérios artísticos na base de sua avaliação. Um júri formado por músicos, jornalistas e críticos analisa a produção fonográfica brasileira do ano anterior – seja ela gerada via gravadoras ou de forma independente – e elege os melhores de cada categoria, sob a supervisão de uma auditoria externa.

A cada ano, o Prêmio celebra um artista brasileiro, cujo repertório é a base do show da cerimônia de entrega. A primeira edição foi dedicada a Vinicius de Moraes. De lá para cá, foram homenageados, pela ordem, Dorival Caymmi, Maysa, Elizeth Cardoso, Luiz Gonzaga, Ângela Maria & Cauby Peixoto, Gilberto Gil, Elis Regina, Milton Nascimento, Rita Lee, Jackson do Pandeiro, Maria Bethânia, Gal Costa, Ary Barroso, Lulu Santos, Baden Powell, Jair Rodrigues, Zé Ketti, Dominguinhos, Clara Nunes e Dona Ivone Lara.

Noel Rosa

A presença de Noel Rosa foi meteórica, tal qual o cometa Halley, que passou pela terra justo no ano de nascimento do poeta, em 1910. Filho de seu Manoel e dona Marta de Medeiros Rosa, Noel sempre teve a saúde debilitada. Nasceu com hipoplasia (desenvolvimento limitado) da mandípula, o que se tornou uma de suas principais marcas pela vida afora.

Ainda criança, teve seu primeiro contato com o bandolim e depois passou para o violão, instrumento de seu pai. Criança franzina, foi alvo eterno de preocupação da família. Certa noite, sua mãe escondeu todas as suas roupas para impedi-lo de ir a uma festa. O episódio serviu de inspiração para o clássico ‘Com que roupa?’, primeiro grande sucesso de Noel.

Daí em diante, Noel criou uma profusão de obras-primas, como ‘Três apitos’, ‘Último desejo’, ‘Feitio de oração’, ‘Conversa de botequim’, ‘Pela última vez’, ‘O orvalho vem caindo’, entre tantas outras. A histórica rixa com Wilson Batista foi a deixa para o nascimento de uma série de clássicos, como ‘Feitiço da Vila’ e ‘Palpite Infeliz’.

Apaixonado por mulheres e pela boemia, Noel nunca deu a devida atenção a sua saúde. Foi vencido pela tuberculose com apenas 26 anos, deixando mais de 200 canções que se configuram como um dos mais preciosos acervos da música popular brasileira.

Vale Cantar Noel!

Após o sucesso da primeira edição, no ano passado, o Prêmio da Música Brasileira 2011 dá nova chance aos talentos espalhados pelo Brasil, através do concurso Vale Cantar Noel!, dedicado ao ‘Poeta da Vila’. José Maurício Machline, idealizador do Prêmio, mais uma vez está coordenando o concurso e as inscrições podem ser feitas através do site oficial www.premiodamusica.com.br até o dia 15 de junho. Os interessados podem enviar um vídeo onde interpretam um sucesso de Noel Rosa, com arranjo e formação musical a critério dos candidatos. Serão escolhidos três finalistas e o vencedor será conhecido apenas na cerimônia, que acontece no dia 06 de julho, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro.

O Vale Cantar novamente contemplará duas categorias: uma voltada para o público geral e uma outra exclusiva para os empregados da Vale. O grande vencedor de cada categoria receberá um prêmio especial no valor de R$ 9.837,80, em títulos de capitalização ou certificado de ouro quitado, e um troféu na noite da celebração, ao lado dos grandes nomes da música brasileira.

A primeira edição do concurso Vale Cantar foi dedicada a Dona Ivone Lara, homenageada do Prêmio da Música Brasileira 2010. Os vencedores foram o paulista Tony Daniel Mansor Taboas (na categoria Público em geral) e Clayton Nilo da Silva, de Carajás (na categoria Empregados da Vale)







SHOWS


Música no Centro Cultural BNB


Trio brasileiro-argentino e banda paraibana são atrações em junho


O trio brasileiro-argentino Sinamantes e a banda paraibana Chico Ribeiro e Os Cabras de Mateus são atrações musicais gratuitas no próximo mês de junho no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108). O trio Sinamantes se apresentará no próximo dia 8, e Chico Ribeiro e os Cabras de Mateus no dia 9, ambos às 12 horas e 18 horas.

Nascido em meio ao escaldante verão paulistano de 2010, formado por dois brasileiros e uma argentina, o trio Sinamantes vem para estreitar os laços entre a música pop brasileira e a latino-americana. As diferentes bagagens de seus três integrantes realizam esta integração de maneira autêntica, visando a criatividade e a reflexão em torno das diferentes culturas do nosso continente e sua reverberação na música pop do cada país.

Natália Mallo (voz e cordas) e Mariá Portugal (voz e bateria) são fundadoras do Trash Pour 4, grupo conhecido pelas versões inusitadas de clássicos da música pop, com três discos lançados no Brasil e no exterior, e algumas turnês internacionais no currículo. Além disso, Natália encabeça o grupo de tango Gato Negro, enquanto Mariá Portugal acompanha Fernanda Takai em seu trabalho solo. Danilo Penteado (voz, cordas e piano) é multi-instrumentista, conhecido principalmente pelo seu trabalho no Quatro a Zero, grupo que realiza uma pesquisa inovadora sobre o choro.

Juntos lançaram o EP SINAMANTES, no qual interpretam músicas próprias e de outros autores. O grupo Sinamantes fez sua estreia em março numa turnê nos Estados Unidos, que incluiu o festival South by Southwest (SXSW), um dos maiores festivais de música global do mundo. Atualmente, preparam seu lançamento no Brasil e produzem seu segundo EP e uma turnê de lançamento na Europa, com shows confirmados em Lisboa (Lisbon Unplugged), Sevilha e Londres (Park Plaza).

Os Sinamantes também se apresentarão, no SESC Crato, no Cariri cearense, no próximo dia 10 (sexta-feira), às 20 horas. No CCBNB-Sousa, na Paraíba, farão duas apresentações: no dia 11 (sábado), às 21 horas, e no dia 12 (domingo), às 19h30. Os shows são gratuitos.

Apresentando uma nova face dos antigos trios pé de serra, ainda em voga em diversos rincões do Nordeste, Os Cabras de Mateus, criado em João Pessoa em meados de 2002, foi reformulado por Chico Ribeiro, que integrou o grupo onde divide composições e arranjos, acompanhado por sanfona, triângulo, zabumba e pandeiro. O nome do grupo é uma referência ao bairro Alto do Mateus, João Pessoa-PB, também inspirado no “Mateus”, personagem da cultura popular. Entre autorais e composições de outros nomes que muito bem divulgam o verdadeiro forró, o show é uma saudação às tradições, e reafirma o compromisso que esta música tem como arte popular e identidade quanto raiz de tudo que, no estilo, veio depois e modernizando-se, conservando a essência. Em março de 2009, Chico Ribeiro e Os Cabras de Mateus gravaram seu primeiro CD intitulado “Porteira Aberta”, com a participação de Biliu de Campina, Antônio Barros e Cecéu, Adeildo Vieira, Jaqueline Alves e Gláucia Lima.

O grupo também se apresentará no CCBNB-Sousa, na Paraíba, no próximo dia 7 (terça-feira), às 19h30. O show é gratuito.







PELO INTERIOR


JUNHO JERI


Ecologia, moda, música e cinema em Jericoacoara


Jeri Eco Cultural 2011: A 4ª edição do evento contará com os shows da banda Eddie (foto), CéU e Mundo Livre
S/A, além de desfile das crocheteiras de Jeri e ações ecológicas

O diretor Nelson Pereira dos Santos é presença certa no 2º Festival Jericoacoara – Cinema Digital, que terá lançamento hoje em Fortaleza, no Cineclube Avenida

Junho é o mês de Jericoacoara – dois festivais prometem agitar a praia de Jijoca, no interior cearense: a 4ª edição do Jeri Eco Cultural e o 2º Festival Jericoacoara Cinema Digital.
Som e música de qualidade com a moda regional sustentável- assim é o Jeri Eco Cultural 2011, que nos dias 10 e 11 de junho chega a sua 4ª edição e traz atrações inéditas. O primeiro dia será dedicado ao desfile Jeri Brasil Fashion com peças provenientes das oficinas realizadas com as crocheteiras de Jeri e confecções locais, seguida de apresentações da Banda Tow In, que tocará ao vivo também durante o desfile. No sábado a festa fica por conta de artistas de renome nacional como a cantora CéU e Mundo Livre S/A e banda Eddie.

O evento conta ainda com diversas atividades ecológicas, gastronômicas e de artesanato. Uma feirinha com produtos de artistas da região vai mostrar o que há de melhor na produção local. Durante os dias do evento serão distribuídas eco bags para o público no local do evento, incentivando-o a manter a areia da praia limpa e o lixo separado, utilizando as lixeiras seletivas que serão colocadas na praia.
O Jeri Eco Cultural contribui para incentivar a cultura, a economia e a consciência ambiental em Jericoacoara, um dos destinos turísticos mais cobiçados do litoral nordestino. “Através das apresentações musicais nacionais, do envolvimento de artesãos e músicos locais e das diversas ações ecológicas, estimulamos e conscientizamos a população e visitantes sobre a importância de preservar o meio ambiente”, explica Liége Xavier, diretora da Free Lancer Producções, que junto com a 77Eventos respondem pela realização do evento.
Mais uma vez, o cinema independente brasileiro e grandes nomes do audiovisual nacional vão se encontrar no II Festival de Jericoacoara - Cinema Digital, que acontece de 15 a 21 de junho, e destacará um total de 50 filmes, de até 15 minutos de duração, produzidos com tecnologia digital, e selecionados em meio a 218 obras inscritas. O Ceará é o estado que conta com maior número de filmes selecionados: 12. São Paulo vem logo em seguida, com 11 filmes escolhidos para exibição em Jericoacoara. Foram aceitas inscrições de filme concluídos a partir de junho de 2009 e sobre quaisquer temas, nos gêneros documentário, ficção, animação ou experimental.
Produzido pela Anhamum Produções e dirigido pelo cineasta, escritor e produtor cultural cearense Francis Vale, o festival tem por objetivo contribuir para dar visibilidade a novos valores da produção audiovisual, de forma descentralizada, indo bem além dos grandes centros. “Queremos mostrar a diversidade do novo cinema brasileiro, e as novas pessoas que estão fazendo esse cinema acontecer, nas suas cidades e comunidades, a cada dia”, afirma Francis. Ao longo do festival, os 50 filmes serão apreciados por um júri composto por cinco pessoas ligadas à área do audiovisual. As premiações em dinheiro, no valor de R$ 5 mil cada, serão destinadas às obras escolhidas pelo júri como as melhores em cada categoria: ficção, documentário, animação e experimental. Também receberá prêmio de R$ 5 mil a melhor produção dos estados Ceará, Piauí e Maranhão, em homenagem à chamada “Rota das Emoções”, que se inicia em Jericoacoara-CE, passa pelo Delta do Parnaíba-PI e se estende até os Lençóis Maranhenses.
O festival também destinará troféus aos vencedores dos quesitos: melhor filme, direção, roteiro, fotografia, trilha original e direção de arte. Além dos troféus para melhor ator e melhor atriz. A edição 2011 do Festival de Jericoacoara – Cinema Digital demonstra evolução em relação à estreia do evento, que atraiu repercussão nacional, em junho de 2010, atraindo elogios de cineastas como o consagrado Walter Lima Jr. Serão exibidos 50 filmes (ano passado, foram 40 os selecionados).
O festival contará com uma Mostra Especial de Cinema Ambiental e com oficinas de cinema digital. Também prestará homenagens ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, que tem presença confirmada no evento. Nos dias 16 e 17 de junho, será exibido o filme “Raízes do Brasil – Uma Cinebiografia de Sérgio Buarque de Holanda”, de Nelson. “Trata-se de um filme ainda inédito para muita gente. A exibição marca a comemoração dos 75 anos do livro ‘Raízes do Brasil’ e dá suporte às discussões do Seminário do Festival, que acontece nos dias 17 e 18 de junho, contando com participantes como os professores e pesquisadores Sílvio Tendler, Sylvia Porto Alegre, Babi Fonteles e José Osmar Fonteles“, destaca Francis Vale.
O lançamento oficial do Festival de Jericoacoara – Cinema Digital aconteceu semana passada em Fortaleza, no Cineclube Avenida (Avenida Shopping, na Av. Dom Luís, 300, 1º Subsolo), com a presença de representantes das associações e entidades ligadas ao audiovisual cearense, o diretor Francis Vale, o ator, cantor e compositor Rodger Rogério (autor da música-tema do festival este ano, a ser apresentada na ocasião), os mestres de cerimônia Téti e Ricardo Black e o artista plástico Zé Tarcísio, autor do Troféu Pedra Furada.