Sigourney Weaver, que morre em 'Avatar', volta em sequências do filme
Apesar de sua personagem ter morrido no filme "Avatar" (2009), a atriz Sigourney Weaver voltará nas três sequências do blockbuster, mas em outro papel. O diretor James Cameron, vencedor do Oscar de 1998 por "Titanic" e indicado em 2010 por "Avatar", confirmou o retorno em um comunicado, no qual falou sobre sua parceria com a atriz.
"Sigourney e eu temos uma longa história de criatividade, que data de 1985 quando fizemos 'Aliens'", disse o diretor canadense. "Somos bons amigos e sempre tralhamos bem juntos, então me parece certo que ela volte nas sequências de 'Avatar'".
A atriz, que interpreta a bióloga Grace Augustine no primeiro filme da saga, não será a única a "retornar dos mortos" nas sequências. O ator Stephen Lang, cujo personagem Colonel Quaritch também morre no filme original, já está confirmado para os próximos longas. As gravações devem começar no final deste ano.
Além deles, voltam no elenco da franquia o ator Sam Worthington, no papel do protagonista Jake Sully, e a atriz Zoe Saldana, como seu par romântico Neytiri.
HOT DIVIRTA-CE
LELO revela que os homens compram 72% de brinquedos sexuais durante a preparação de eventos esportivos
Com a Copa do Mundo no Brasil pestes a começar, a marca de brinquedos sexuais de luxo LELO divulgou dados de seu site, LELO.com, demonstrandoque os homens são responsáveis por 72% do total das vendas de brinquedos sexuais no processo de preparação dos grandes eventos esportivos.
Este aumento maciço, quando comparado com a divisão característica de 50/50 entreos gêneros nas transações em um dia típico, começa na semana anterior a um grande jogo e tem sido observado durante a preparação para a Liga dos Campeões, o Super Bowl, o Tour de France e muitos outros eventos importantes.
LELO apelidou esta mudança de tendências de vendas como o fenômeno "Pontos de Agrado Esportivos"; onde os homens compram presentes sensuais especiais e caros antecipando que não vão despender a mesma quantidade de tempo usual com seus parceiros.
LELO relata que as vendas globais já estão subindo antes mesmo do pontapé inicial da Copa do Mundo e a expectativa é que deve continuar a subir ao longo do mês durante todo o evento.
Os homens geralmente são responsáveis por 48-52% das vendas globais no site da LELO.com, mas as vendastem um pique de demanda global em média de 72% na semana antes dos jogos de futebol importantes ou grandes eventos esportivos.
As vendas de brinquedos femininos-de-foco-central, como o massageadores luxuosos SORAYAno estilo ‘rabbit’e GIGI 2aumentam em cerca de 60% nesse período.
Quatro em cada cinco brinquedos sexuais vendidos serão comprados por homens na semana antes de cerimônia de abertura da Copa do Mundo.
LELO alega que esta tendência de presentear é consistente em todos os mercados internacionais e aconselhou seus 20.000 varejistasa estocarem LELO na expectativa de um aumento nas vendas antes do início da Copa do Mundo em 12 de junho. A empresa argumenta que os objetos de prazer luxuosos da LELO desfrutam desse sucesso, porque eles não são apenas intensamente sedutores para as mulheres, mas parecem inofensivos para os homens, e podem ser usados por só uma pessoa ou pelo casal, e também,por muito tempo após o término do evento.
O Gerente Global de Marketing da LELO, Steve Thomson diz: "Nos dias antes de um grande jogo, os homens visitam o site menos do que o habitual, mas compram duas vezes mais, e nós sabemos que não é para eles. Normalmente, quando os homens compram produtos LELO, é quase sempre massageadores para casais porque podem compartilhar com seus parceiros. Mas na corrida até o começo dos grandes eventos esportivos, vemos enormes piques de vendas do nossos produtosSORAYA e GIGI 2 - que são mais comumente utilizados para uso por só uma pessoa”.
"A caminho da Copa do Mundo no Brasil nós estamos nos certificando que os nossos revendedores estão cientes dessa tendência, para que se preparem para um fluxo repentino de homens à procura de presentes antes do apito inicial", acrescentou Thomson.
Este aumento maciço, quando comparado com a divisão característica de 50/50 entreos gêneros nas transações em um dia típico, começa na semana anterior a um grande jogo e tem sido observado durante a preparação para a Liga dos Campeões, o Super Bowl, o Tour de France e muitos outros eventos importantes.
LELO apelidou esta mudança de tendências de vendas como o fenômeno "Pontos de Agrado Esportivos"; onde os homens compram presentes sensuais especiais e caros antecipando que não vão despender a mesma quantidade de tempo usual com seus parceiros.
LELO relata que as vendas globais já estão subindo antes mesmo do pontapé inicial da Copa do Mundo e a expectativa é que deve continuar a subir ao longo do mês durante todo o evento.
Os homens geralmente são responsáveis por 48-52% das vendas globais no site da LELO.com, mas as vendastem um pique de demanda global em média de 72% na semana antes dos jogos de futebol importantes ou grandes eventos esportivos.
As vendas de brinquedos femininos-de-foco-central, como o massageadores luxuosos SORAYAno estilo ‘rabbit’e GIGI 2aumentam em cerca de 60% nesse período.
Quatro em cada cinco brinquedos sexuais vendidos serão comprados por homens na semana antes de cerimônia de abertura da Copa do Mundo.
LELO alega que esta tendência de presentear é consistente em todos os mercados internacionais e aconselhou seus 20.000 varejistasa estocarem LELO na expectativa de um aumento nas vendas antes do início da Copa do Mundo em 12 de junho. A empresa argumenta que os objetos de prazer luxuosos da LELO desfrutam desse sucesso, porque eles não são apenas intensamente sedutores para as mulheres, mas parecem inofensivos para os homens, e podem ser usados por só uma pessoa ou pelo casal, e também,por muito tempo após o término do evento.
O Gerente Global de Marketing da LELO, Steve Thomson diz: "Nos dias antes de um grande jogo, os homens visitam o site menos do que o habitual, mas compram duas vezes mais, e nós sabemos que não é para eles. Normalmente, quando os homens compram produtos LELO, é quase sempre massageadores para casais porque podem compartilhar com seus parceiros. Mas na corrida até o começo dos grandes eventos esportivos, vemos enormes piques de vendas do nossos produtosSORAYA e GIGI 2 - que são mais comumente utilizados para uso por só uma pessoa”.
"A caminho da Copa do Mundo no Brasil nós estamos nos certificando que os nossos revendedores estão cientes dessa tendência, para que se preparem para um fluxo repentino de homens à procura de presentes antes do apito inicial", acrescentou Thomson.
HUMOR
Paulo Diógenes celebra 26 anos de carreira
O humorista, famoso por sua personagem, a Raimundinha, conversou com o blog DIVIRTA-CE, sobre seu trabalho como vereador na defesa dos gays e ajuda aos dependentes químicos e os próximos projetos na carreira de ator
Ele poderia ter sido um bancário, e ninguém conheceria a escrachada Raimundinha, aquela personagem mais famosa. Paulo Diógenes continua humorista, mas agora gasta mais tempo exercendo sua função de vereador de Fortaleza, e além de continuar a carreira de ator de 26 anos, permanece com seu trabalho social, ajudando dependentes químicos, e lutando pelo fim do preconceito contra gays, lésbicas, LGBT’s.
Paulo Diógenes vive seu momento romântico também: se casou com Tarcísio Rocha, acabou de realizar o primeiro casamento coletivo LGBT, com apoio da Prefeitura, e planeja seu retorno aos palcos. O humorista respondeu as perguntas de Felipe Palhano, do DIVIRTA-CE, e falou sobre o início da carreira, as dificuldades na política e seus próximos projetos.
DIVIRTA-CE - Hoje você é um humorista consagrado, e vereador eleito nas últimas eleições em Fortaleza. Mas muita gente não conhece como foi o seu início de carreira. Como iniciou sua vida na comédia? Teve muitos outros trabalhos antes de se descobrir humorista? São quantos anos de carreira?
PAULO DIÓGENES - Antes de descobrir a Raimundinha, eu trabalhei durante alguns anos no antigo BEC (Bando do Estado do Ceará). Mas eu sentia que algo não estava totalmente certo. Era muito inquieto para trabalhar em um escritório. Então, um belo dia eu resolvi largar essa vida e investir no meu lado artístico. Pouco depois, em 1979, se não me falha a memória, eu já ensaiava algumas peças teatrais. Só em 1986 eu comecei com o humor, em bares de Fortaleza. Foi quando os primeiros traços da Raimundinha começaram a surgir. Esse ano (2014) estou completando 26 anos de carreira.
DIVIRTA-CE -Como surgiu a Raimundinha, sua personagem mais famosa? Você acha que o exagero, o escracho, foram as marcas de humoristas da sua geração no Ceará?
PAULO DIÓGENES - Foi numa peça de teatro em que eu vivia uma mãe, ainda sem nome, que queria fazer da filha crente uma “striper” que a personalidade da Raimundinha me surgiu. Essa mulher sem nome foi o embrião da Raimundinha. Daí em diante foi um processo de amadurecimento. Foram cerca de 10 anos até chegar ao que ela é hoje: essa figura exagerada, emergente que usa tudo de uma vez só para mostrar que tem, sem perder nunca o jeito suburbano. Sem dúvidas esse humor escrachado marcou a nossa geração e se mantém até hoje como uma marca genuinamente cearense. É difícil encontrar humoristas nessa mesma vertente fora do Ceará.
DIVIRTA-CE - Você já fez vários programas de TV e teve alguns programas semanais na TV Diário, inclusive, recentemente, teve uma temporada de um programa novo passando. Quais as maiores dificuldades e diferenças em fazer humor na TV e ao vivo, no teatro? Já sonhou em ter programa em alguma rede nacional?
PAULO DIÓGENES -O grande diferencial da TV é que o trabalho todo é muito coletivo. Eu dependo do câmera, do iluminador, do produtor, de toda uma equipe pra poder iniciar e concluir um trabalho. Vivi isso durante a temporada de dois anos que passei na Record, onde tive um quadro fixo no programa “Tudo É Possível”, com a Ana Hickmann. A equipe era enorme, o que não é comum nas TVs de locais (de Fortaleza). Quando se faz teatro o trabalho depende muito mais de você mesmo, apesar de sempre haver uma equipe por trás. Sobre querer ter um programa só meu, nunca pensei nisso. Os convites para as participações a TV eram constantes e eu me concentrava num projeto de cada vez.
DIVIRTA-CE - Você também sempre apoiou e incentivou o surgimento de novos humoristas e comediantes no Ceará. Quais os artistas consagrados que você admira, e quais comediantes da nova geração você gosta?
PAULO DIÓGENES -Acredito que a ideia de que há espaço para todo mundo em qualquer área. No humor não é diferente. Quem tem talento vai se destacar uma hora ou outra. Admiro o trabalho do grande Chico Anysio, que tornou nosso humor famoso em todo o país e abriu portas para nossos talentos. Sobre os humoristas da nova geração, muitos se destacam nas mais diferentes vertentes do humor. Não conseguiria citar todos sem cometer injustiças. Mas nosso Ceará continua revelando grandes talentos.
DIVIRTA-CE - Por que você decidiu entrar na política? Como foi o convite ou seu interesse de disputar as eleições para vereador?
PAULO DIÓGENES -Eu cresci numa família de forte atuação política. Meu pai, Osmar Diógenes, já foi deputado e até hoje é muito atuante no cenário cearense. Apesar disso eu nunca tive o menor interesse de ingressar na área. O convite para me candidatar surgiu em 2012, por parte da presidência do PSD (Partido Social Democrático). Na época, além das apresentações da Raimundinha, eu administrava uma instituição para recuperação de dependentes químicos num município perto de Fortaleza. Foi a possibilidade de poder fazer algo mais para ajudar pessoas nessa condição de dependência química que me convenceu a sair candidato a Vereador de Fortaleza. Apostei nesse caminho e graças a Deus obtive êxito e hoje batalho fortemente por essa bandeira na Câmara Municipal.
DIVIRTA-CE - O que é mais estressante ou difícil: a vida política ou a vida de artista? Quais as maiores surpresas que você teve quando assumiu seu cargo de vereador de Fortaleza?
PAULO DIÓGENES -As duas áreas possuem suas especificidades. Eu acredito que quando se faz uma coisa com amor não há maiores dificuldades.
DIVIRTA-CE - Quais os projetos que você defende na Câmara de Vereadores, quais você acha mais importantes, quais você pensa ser mais fácil ser aprovado? Mesmo com pouco tempo de carreira política, pensa em se candidatar a algum cargo no Executivo, de prefeito, por exemplo?
PAULO DIÓGENES - Desde o início do mandato, em 2013, eu venho trabalhando fortemente para representar duas bandeiras: a dos dependentes químicos e a da comunidade LGBT. Venho me esforçando para conseguir aprovar projetos que promovam o enfrentamento às drogas através de três importantes pilares: prevenção ao uso, tratamento e reinserção social. Pela comunidade LGBT, entrei com requerimento para realizar o primeiro casamento civil homoafetivo coletivo da cidade, que contou com a participação de 30 casais. Não vejo essa diferença entre mais ou menos importante. Eu tento trabalhar com projetos que façam diferença de verdade para a cidade e para a população. Sobre me candidatar a outro cargo, não penso nisso agora. Adoto uma filosofia de viver um dia de cada vez sem projetar um futuro muito distante. Já houveram convites, mas por enquanto prefiro me concentrar no mandato de vereador.
DIVIRTA-CE - Você já demonstrou sua posição sexual em diversas entrevistas, inclusive já fez uma festa de casamento para celebrar sua união com o atual companheiro. Para o Paulo Diógenes cidadão, os gays conquistaram muito espaço e liberdade nesses últimos anos? Por qual motivo? Ou ainda existe uma luta grande contra o preconceito e a homofobia: O que pode ser feito na sua opinião?
PAULO DIÓGENES -Sim, muito espaço foi conquistado. Ser gay há 20 anos atrás era muito mais difícil, o preconceito era ainda maior. A medida em que a comunidade LGBT foi se tornando social e politicamente visível, as pessoas passaram a ver com outros olhos. Hoje é possível encontrar gays, lésbicas,bissexuais, transexuais em todos os setores da sociedade. O estranhamento diminuiu, mas o preconceito não. Ainda há muito para se conquistar. Acredito que a educação é a solução para formar pessoas com um caráter mais humano, que respeitam a diversidade existente na nossa sociedade. Preconceito é isso, é a falta de informação.
DIVIRTA-CE - E em relação à adoção de crianças por casais gays? O que pensa sobre o assunto?
PAULO DIÓGENES - Com tantas crianças em abrigos e orfanatos esperando por uma família, essa questão nem deveria ser questionada. Eu acredito que a adoção é um ato de amor, e se casais homoafetivos se propõem a adotar uma criança como filho, como parte da família, isso deve ser louvado. Não deveria importar o formato da família, mas sim o que essa família pode oferecer a uma criança. Se nesse novo lar houver segurança, amor e boa educação, ali será um bom lugar para uma criança viver.
DIVIRTA-CE - Quais os próximos projetos de Paulo Diógenes artista em 2014? Pretende estrear com Raimundinha e seus outros personagens engraçados no cinema quando? Algum novo espetáculo previsto?
PAULO DIÓGENES -Por enquanto a Raimundinha vai continuar desfrutando as férias delas. Como eu costumo falar, ela me sustentou durante todos esses anos. Agora é hora de eu sustentá-la por um tempinho. Eu estou realmente focado no mandato de vereador.
O humorista, famoso por sua personagem, a Raimundinha, conversou com o blog DIVIRTA-CE, sobre seu trabalho como vereador na defesa dos gays e ajuda aos dependentes químicos e os próximos projetos na carreira de ator
Ele poderia ter sido um bancário, e ninguém conheceria a escrachada Raimundinha, aquela personagem mais famosa. Paulo Diógenes continua humorista, mas agora gasta mais tempo exercendo sua função de vereador de Fortaleza, e além de continuar a carreira de ator de 26 anos, permanece com seu trabalho social, ajudando dependentes químicos, e lutando pelo fim do preconceito contra gays, lésbicas, LGBT’s.
Paulo Diógenes vive seu momento romântico também: se casou com Tarcísio Rocha, acabou de realizar o primeiro casamento coletivo LGBT, com apoio da Prefeitura, e planeja seu retorno aos palcos. O humorista respondeu as perguntas de Felipe Palhano, do DIVIRTA-CE, e falou sobre o início da carreira, as dificuldades na política e seus próximos projetos.
DIVIRTA-CE - Hoje você é um humorista consagrado, e vereador eleito nas últimas eleições em Fortaleza. Mas muita gente não conhece como foi o seu início de carreira. Como iniciou sua vida na comédia? Teve muitos outros trabalhos antes de se descobrir humorista? São quantos anos de carreira?
PAULO DIÓGENES - Antes de descobrir a Raimundinha, eu trabalhei durante alguns anos no antigo BEC (Bando do Estado do Ceará). Mas eu sentia que algo não estava totalmente certo. Era muito inquieto para trabalhar em um escritório. Então, um belo dia eu resolvi largar essa vida e investir no meu lado artístico. Pouco depois, em 1979, se não me falha a memória, eu já ensaiava algumas peças teatrais. Só em 1986 eu comecei com o humor, em bares de Fortaleza. Foi quando os primeiros traços da Raimundinha começaram a surgir. Esse ano (2014) estou completando 26 anos de carreira.
DIVIRTA-CE -Como surgiu a Raimundinha, sua personagem mais famosa? Você acha que o exagero, o escracho, foram as marcas de humoristas da sua geração no Ceará?
PAULO DIÓGENES - Foi numa peça de teatro em que eu vivia uma mãe, ainda sem nome, que queria fazer da filha crente uma “striper” que a personalidade da Raimundinha me surgiu. Essa mulher sem nome foi o embrião da Raimundinha. Daí em diante foi um processo de amadurecimento. Foram cerca de 10 anos até chegar ao que ela é hoje: essa figura exagerada, emergente que usa tudo de uma vez só para mostrar que tem, sem perder nunca o jeito suburbano. Sem dúvidas esse humor escrachado marcou a nossa geração e se mantém até hoje como uma marca genuinamente cearense. É difícil encontrar humoristas nessa mesma vertente fora do Ceará.
DIVIRTA-CE - Você já fez vários programas de TV e teve alguns programas semanais na TV Diário, inclusive, recentemente, teve uma temporada de um programa novo passando. Quais as maiores dificuldades e diferenças em fazer humor na TV e ao vivo, no teatro? Já sonhou em ter programa em alguma rede nacional?
PAULO DIÓGENES -O grande diferencial da TV é que o trabalho todo é muito coletivo. Eu dependo do câmera, do iluminador, do produtor, de toda uma equipe pra poder iniciar e concluir um trabalho. Vivi isso durante a temporada de dois anos que passei na Record, onde tive um quadro fixo no programa “Tudo É Possível”, com a Ana Hickmann. A equipe era enorme, o que não é comum nas TVs de locais (de Fortaleza). Quando se faz teatro o trabalho depende muito mais de você mesmo, apesar de sempre haver uma equipe por trás. Sobre querer ter um programa só meu, nunca pensei nisso. Os convites para as participações a TV eram constantes e eu me concentrava num projeto de cada vez.
DIVIRTA-CE - Você também sempre apoiou e incentivou o surgimento de novos humoristas e comediantes no Ceará. Quais os artistas consagrados que você admira, e quais comediantes da nova geração você gosta?
PAULO DIÓGENES -Acredito que a ideia de que há espaço para todo mundo em qualquer área. No humor não é diferente. Quem tem talento vai se destacar uma hora ou outra. Admiro o trabalho do grande Chico Anysio, que tornou nosso humor famoso em todo o país e abriu portas para nossos talentos. Sobre os humoristas da nova geração, muitos se destacam nas mais diferentes vertentes do humor. Não conseguiria citar todos sem cometer injustiças. Mas nosso Ceará continua revelando grandes talentos.
DIVIRTA-CE - Por que você decidiu entrar na política? Como foi o convite ou seu interesse de disputar as eleições para vereador?
PAULO DIÓGENES -Eu cresci numa família de forte atuação política. Meu pai, Osmar Diógenes, já foi deputado e até hoje é muito atuante no cenário cearense. Apesar disso eu nunca tive o menor interesse de ingressar na área. O convite para me candidatar surgiu em 2012, por parte da presidência do PSD (Partido Social Democrático). Na época, além das apresentações da Raimundinha, eu administrava uma instituição para recuperação de dependentes químicos num município perto de Fortaleza. Foi a possibilidade de poder fazer algo mais para ajudar pessoas nessa condição de dependência química que me convenceu a sair candidato a Vereador de Fortaleza. Apostei nesse caminho e graças a Deus obtive êxito e hoje batalho fortemente por essa bandeira na Câmara Municipal.
DIVIRTA-CE - O que é mais estressante ou difícil: a vida política ou a vida de artista? Quais as maiores surpresas que você teve quando assumiu seu cargo de vereador de Fortaleza?
PAULO DIÓGENES -As duas áreas possuem suas especificidades. Eu acredito que quando se faz uma coisa com amor não há maiores dificuldades.
DIVIRTA-CE - Quais os projetos que você defende na Câmara de Vereadores, quais você acha mais importantes, quais você pensa ser mais fácil ser aprovado? Mesmo com pouco tempo de carreira política, pensa em se candidatar a algum cargo no Executivo, de prefeito, por exemplo?
PAULO DIÓGENES - Desde o início do mandato, em 2013, eu venho trabalhando fortemente para representar duas bandeiras: a dos dependentes químicos e a da comunidade LGBT. Venho me esforçando para conseguir aprovar projetos que promovam o enfrentamento às drogas através de três importantes pilares: prevenção ao uso, tratamento e reinserção social. Pela comunidade LGBT, entrei com requerimento para realizar o primeiro casamento civil homoafetivo coletivo da cidade, que contou com a participação de 30 casais. Não vejo essa diferença entre mais ou menos importante. Eu tento trabalhar com projetos que façam diferença de verdade para a cidade e para a população. Sobre me candidatar a outro cargo, não penso nisso agora. Adoto uma filosofia de viver um dia de cada vez sem projetar um futuro muito distante. Já houveram convites, mas por enquanto prefiro me concentrar no mandato de vereador.
PAULO DIÓGENES -Sim, muito espaço foi conquistado. Ser gay há 20 anos atrás era muito mais difícil, o preconceito era ainda maior. A medida em que a comunidade LGBT foi se tornando social e politicamente visível, as pessoas passaram a ver com outros olhos. Hoje é possível encontrar gays, lésbicas,bissexuais, transexuais em todos os setores da sociedade. O estranhamento diminuiu, mas o preconceito não. Ainda há muito para se conquistar. Acredito que a educação é a solução para formar pessoas com um caráter mais humano, que respeitam a diversidade existente na nossa sociedade. Preconceito é isso, é a falta de informação.
DIVIRTA-CE - E em relação à adoção de crianças por casais gays? O que pensa sobre o assunto?
PAULO DIÓGENES - Com tantas crianças em abrigos e orfanatos esperando por uma família, essa questão nem deveria ser questionada. Eu acredito que a adoção é um ato de amor, e se casais homoafetivos se propõem a adotar uma criança como filho, como parte da família, isso deve ser louvado. Não deveria importar o formato da família, mas sim o que essa família pode oferecer a uma criança. Se nesse novo lar houver segurança, amor e boa educação, ali será um bom lugar para uma criança viver.
DIVIRTA-CE - Quais os próximos projetos de Paulo Diógenes artista em 2014? Pretende estrear com Raimundinha e seus outros personagens engraçados no cinema quando? Algum novo espetáculo previsto?
PAULO DIÓGENES -Por enquanto a Raimundinha vai continuar desfrutando as férias delas. Como eu costumo falar, ela me sustentou durante todos esses anos. Agora é hora de eu sustentá-la por um tempinho. Eu estou realmente focado no mandato de vereador.
INFANTIL - TEEN
Colônia de férias da criançada em ritmo verde e amarelo para torcer pelo BrasilQuem disse que somente os adultos entram no clima da Copa do Mundo? Pelo contrário. Desde pequenas, as crianças, especialmente as brasileiras, são influenciadas a gostarem de futebol. Afinal, o Brasil é conhecido como o “País do Futebol”. E, neste ano, com a disputa do mundial acontecendo aqui, a animação está ainda maior. Pensando nisso, o roteiro de férias do meio do ano de 2014 ganha cores especiais na Creche Escola Gira Mundo.
Toda a equipe pedagógica elaborou uma programação diferenciada para a colônia de férias deste ano, que vai, literalmente, assumir as cores verde e amarela da torcida canarinho. As atividades, programadas de 16 de junho a 3 de julho, acontecerão dentro de um ambiente alegre e descontraído, oferecendo às crianças atividades corporais, artísticas e culturais.
Os pequenos poderão cantar, dançar, jogar, pintar, desenhar e torcer muito para o Brasil ser campeão. A escola já está toda decorada com bandeiras, bolas e curiosidades sobre a história do torneio, à espera, somente, dos pequenos torcedores e, quem sabe, futuros campeões.
Os alunos da Gira Mundo já estão preparados para as atividades da colônia. Eles acabaram de participar da Copa Gira Mundo. Durante quase 15 dias, eles disputaram diversas modalidades com a bola, que permitiram as crianças competirem e cooperarem, assim como vivenciar frustrações e vitórias.
SERVIÇO:
Escola Creche Gira Mundo
Rua Padre Chevalier, 745
Telefone: (85) 3244.7904
Recebe para a Colônia de Férias a partir do infantil 2 até alfabetização (6 anos);
- O valor varia entre R$ 300,00 (só um período com lanche) e R$ 560,00 o dia todo, com quatro refeições;
SUPERFANTÁSTICO! CHEGA À CAIXA CULTURAL FORTALEZA COM O MELHOR DO CINEMA NACIONAL
Seleção destaca filmes premiados, com traços e raízes da cultura brasileira
A CAIXA Cultural Fortaleza apresenta, entre os dias 08 a 13 de julho, o festival Superfantástico!.Festival de Cinema Infantil. Em sua terceira edição – primeira em Fortaleza – a mostra festeja as produções de cinema brasileiro com programação especial para as crianças. Reunindo clássicos e produções mais recentes, o evento exibirá nove longas e 12 curtas em sessões com preço simbólico.
Com uma seleção diversificada, o festival apresenta produções de 2000 a 2012. Entre os destaques, está o premiado Eu e meu guarda-chuva, baseado no livro homônimo escrito por Branco Mello e Hugo Possolo. O longa conta a história de Eugênio, um garoto de 11 anos que jamais se separa do guarda-chuva herdado de seu avô. Ele ainda precisa resgatar Frida, sua grande paixão, sequestrada pelo fantasma do Barão Von Staffen e presa na sombria casa onde fica sua nova escola.
A programação também conta com Brichos e Brichos 2 - A Floresta é nossa, filmes de animação dirigidos por Paulo Munhoz, que abordam questões de conscientização ecológica, por meio de personagens que fazem parte da fauna nacional. Brichos 2 foi vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, na categoria animação, em 2013.
O Superfantástico! apresenta, ainda, Pequenas Histórias, vencedor do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, na categoria filme infantil, em 2009. O filme conta quatro histórias protagonizadas por personagens do imaginário popular brasileiro, principalmente, da cultura mineira. “O Superfantástico! apresenta filmes aos quais o público em geral não teria acesso, com o objetivo de resgatar elementos genuinamente brasileiros, valorizando o folclore, a literatura e o imaginário infantil”, ressalta Flávia Moretti, produtora do festival.
Estão na lista dos curtas a serem exibidos: Cavalhadas de Pirenópolis, sobre um menino da cidade goiana que quer encontrar uma flor do cerrado para entregar a sua amada, sem saber que o dono da flor é o carcará; e A Bicicleta do Vovô, no qual “vô Rui” transforma a infância do neto utilizando muitas histórias povoadas de aventuras e fantasias, brincando com o lado lúdico da vida.
Programação
Dia 8
15h:
- O Fim do Recreio (Vinicius Mazzon e Nélio Spréa, 2011). Duração: 17 min.
- Amigo Invisível (Maria Letícia, 2006). Duração: 74 min.
17h:
- Meu amigo, meu avô (Renan Montenegro, 2011). Duração: 12 min.
- Brichos (Paulo Munhoz, 2006). Duração: 77 min.
19h:
- Cavalhadas de Pirenópolis (Adolfo Lachtermacher, 2004). Duração: 14 min.
- Corda Bamba (Eduardo Goldenstein, 2012). Duração: 80 min.
Dia 9
15h:
- Disque Quilombola (David Reeks, 2012). Duração: 13 min.
- Pequenas Histórias (Helvécio Ratton, 2008). Duração: 80 min.
17h:
- A Patrulha do Xixi no banho (Michael Valim, 2011). Duração: 9 min.
- Eu e meu Guarda-chuva (Toni Vanzolini, 2010). Duração: 78 min.
19h:
- O Filho do Vizinho (Alex Vidigal, 2011). Duração: 7 min.
- Brichos 2 (Paulo Munhoz, 2012). Duração: 85 min.
Dia 10
15h:
- O Filho do Vizinho (Alex Vidigal, 2011). Duração: 7 min.
- Garoto Cósmico (Alê Abreu, 2007). Duração: 77 min.
17h:
- A Grande Viagem (Caroline Fioratti, 2011). Duração: 15 min.
- Pequenas Histórias(Helvécio Ratton, 2008). Duração: 80 min.
19h:
- Uma Estrela no Quintal (Danielle Divardin, 2010). Duração: 7 min.
- Gui, Estopa e a Natureza (Mariana Caltabiano, 2012). Duração: 52 min.
Dia 11
15h:
- Uma Estrela no Quintal (Danielle Divardin, 2010). Duração: 7 min.
- Amigo Invisível (Maria Letícia, 2006). Duração: 74 min.
17h:
- O mundo de Ulim e Oliut (Caru Alves de Souza, 2011). Duração: 13 min.
- Garoto Cósmico (Alê Abreu, 2007). Duração: 77 min.
19h:
- Meu amigo, meu avô (Renan Montenegro, 2011). Duração: 12 min.
- Brichos (Paulo Munhoz, 2006). Duração: 77 min.
Dia 12
15h:
- A Bicicleta do Vovô (Henrique Dantas, 2012). Duração: 13 min.
- Eu e meu Guarda-chuva (Toni Vanzolini, 2010). Duração: 78 min.
17h:
- Mãos de Vento e Olhos de Dentro (Suzanna Lira, 2008). Duração: 13 min.
- Brichos 2 (Paulo Munhoz, 2012). Duração: 85 min.
19h:
- O mundo de Ulim e Oliut (Caru Alves de Souza, 2011). Duração: 13 min.
- Os Três Zuretas (Cecílio Neto, 2000). Duração: 82 min.
Dia 13
15h:
- A galinha ou eu (Denizia Moresqui, 2011). Duração 15 min.
- Os Três Zuretas (Cecílio Neto, 2000). Duração: 82 min.
17h:
- Cavalhadas de Pirenópolis (Adolfo Lachtermacher, 2004). Duração: 14 min.
- Corda Bamba (Eduardo Goldenstein, 2012). Duração: 80 min.
19h:
- A Grande Viagem (Caroline Fioratti, 2011). Duração: 15 min.
- Gui, Estopa e a Natureza ( Mariana Caltabiano, 2012). Duração: 52 min.,
Serviço:
“Superfantástico!”
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 08 a 13 de julho de 2014
Horário: Consultar programação
Valor do ingresso: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia)
Classificação indicativa: livre
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Informações: (85) 3453-2770
INTERNET - INFORMÁTICA - GAMES
SARAH JESSICA PARKER PARTICIPA DE "COMEDIANTES EM CARROS TOMANDO CAFÉ", HILÁRIA SÉRIE SEM SCRIPT DE JERRY SEINFELD
Ícone da moda e atriz, Sarah Jessica Parker estrela episódio ao lado de Seinfeld a partir de 19 de julho exclusivamente na rede gratuita de entretenimento multi-plataforma da Sony Pictures Television, Crackle.
Temporada será exibida simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos
Ícone fashion e atriz aclamada, Sarah Jessica Parker é a primeira convidada na estréia da quarta temporada de Comediantes em Carros Tomando Café, websérie de Jerry Seinfeld que irá ao ar com acesso completamente grátis para o espectador em www.crackle.com.br a partir de 19 de junho. A popular série criada e estrelada por Jerry Seinfeld volta a Crackle com episódios semanais. Nesta temporada, a série que já foi indicada ao Emmy ® contará com cinco episódios com convidados como Aziz Ansari (Parks and Recreation), Robert Klein, Jon Stewart, e George Wallace.
Conhecida por seu papel como Carrie Bradshaw nas seis temporada da série "Sex and the City" pelas escolhas de moda que fizeram dela uma das personalidades mais admiradas do mundo fashionista, Sarah Jessica Parker entrega um desempenho cômico estrondoso e espontâneo durante seu diálogo improvisado com Jerry Seinfeld. O episódio de 30 minutos duração irá ao ar no Brasil simultaneamente aos Estados Unidos.
A onipresença de aplicativos gratuitos do Crackle facilita o acesso para o público brasileiro através de dispositivos móveis, TVs conectadas na e na web através de http://www.crackle.com.br.
Documentário '20 Centavos' é lançado na web com visão das ruas
O documentário "20 Centavos" estreia no serviço de vídeos online Netflix no próximo domingo (15) com a proposta de narrar as manifestações de junho de 2013 pela visão das ruas, sem análises que tentem explicá-las. "Quisemos fazer um filme em consonância com o momento e abrir mão de análises sociológicas" diz o diretor do filme, Tiago Tambelli. "A aposta estética do filme foi justamente a não análise. A estética vinha da rua." Para assistir ao filme, é necessário ser assinante do Netflix —é possível se cadastrar no site www.netflix.com.
A ideia de fazer o documentário surgiu após o protesto de 13 de junho do ano passado, marcado pela violência policial. O diretor enviou mensagens para cerca de 55 amigos para convidá-los a se juntar ao projeto. Trinta toparam e surgiu aí a "Aparelho Filmes". O nome é inspirado na palavra usada para designar os locais de reunião dos militantes de esquerda à época da ditadura militar (1964-85). O resultado foi um média metragem que não explica —nem pretende— o que aconteceu em junho de 2013.
"Quisemos mostrar o Movimento Passe Livre com a linguagem usada por eles. O MPL é um movimento horizontal. Se colocássemos alguém falando individualmente sobre ele, seríamos contraditórios", diz o diretor. A produção não será distribuída nos cinemas devido aos altos custos, dizem os produtores. O filme será exibido também no Canal Brasil —ainda sem data definida. O documentário começa com imagens de índios invadindo o Congresso Nacional, em Brasília, em abril de 2013.
Tambelli diz que esses registros são usados como forma de contextualização. "Para falar do Brasil, temos de incluir os índios; a pauta indígena é simbólica no filme."
Ícone da moda e atriz, Sarah Jessica Parker estrela episódio ao lado de Seinfeld a partir de 19 de julho exclusivamente na rede gratuita de entretenimento multi-plataforma da Sony Pictures Television, Crackle.Temporada será exibida simultaneamente no Brasil e nos Estados Unidos
Ícone fashion e atriz aclamada, Sarah Jessica Parker é a primeira convidada na estréia da quarta temporada de Comediantes em Carros Tomando Café, websérie de Jerry Seinfeld que irá ao ar com acesso completamente grátis para o espectador em www.crackle.com.br a partir de 19 de junho. A popular série criada e estrelada por Jerry Seinfeld volta a Crackle com episódios semanais. Nesta temporada, a série que já foi indicada ao Emmy ® contará com cinco episódios com convidados como Aziz Ansari (Parks and Recreation), Robert Klein, Jon Stewart, e George Wallace.
Conhecida por seu papel como Carrie Bradshaw nas seis temporada da série "Sex and the City" pelas escolhas de moda que fizeram dela uma das personalidades mais admiradas do mundo fashionista, Sarah Jessica Parker entrega um desempenho cômico estrondoso e espontâneo durante seu diálogo improvisado com Jerry Seinfeld. O episódio de 30 minutos duração irá ao ar no Brasil simultaneamente aos Estados Unidos.
A onipresença de aplicativos gratuitos do Crackle facilita o acesso para o público brasileiro através de dispositivos móveis, TVs conectadas na e na web através de http://www.crackle.com.br.
O documentário "20 Centavos" estreia no serviço de vídeos online Netflix no próximo domingo (15) com a proposta de narrar as manifestações de junho de 2013 pela visão das ruas, sem análises que tentem explicá-las. "Quisemos fazer um filme em consonância com o momento e abrir mão de análises sociológicas" diz o diretor do filme, Tiago Tambelli. "A aposta estética do filme foi justamente a não análise. A estética vinha da rua." Para assistir ao filme, é necessário ser assinante do Netflix —é possível se cadastrar no site www.netflix.com.
A ideia de fazer o documentário surgiu após o protesto de 13 de junho do ano passado, marcado pela violência policial. O diretor enviou mensagens para cerca de 55 amigos para convidá-los a se juntar ao projeto. Trinta toparam e surgiu aí a "Aparelho Filmes". O nome é inspirado na palavra usada para designar os locais de reunião dos militantes de esquerda à época da ditadura militar (1964-85). O resultado foi um média metragem que não explica —nem pretende— o que aconteceu em junho de 2013.
"Quisemos mostrar o Movimento Passe Livre com a linguagem usada por eles. O MPL é um movimento horizontal. Se colocássemos alguém falando individualmente sobre ele, seríamos contraditórios", diz o diretor. A produção não será distribuída nos cinemas devido aos altos custos, dizem os produtores. O filme será exibido também no Canal Brasil —ainda sem data definida. O documentário começa com imagens de índios invadindo o Congresso Nacional, em Brasília, em abril de 2013.
Tambelli diz que esses registros são usados como forma de contextualização. "Para falar do Brasil, temos de incluir os índios; a pauta indígena é simbólica no filme."
LITERATURA
Escritor Ignácio de Loyola Brandão lança nova edição da Festa Literária de Aquiraz 2014
Evento está confirmado para novembro e aposta novamente na relação entre literatura e educação
O escritor Ignácio de Loyola Brandão e a curadora Mona Dorf lançaram neste 16 de junho, segunda-feira, às 11 horas, a edição da FLAQ – Festa Literária de Aquiraz 2014 (www.flaq.com.br). Autor homenageado deste ano, Ignácio de Loyola Brandão comemora quatro décadas da publicação de seu romance Zero. Censurado no Brasil, o livro saiu originalmente em uma edição italiana, em 1974. Uma exposição com cerca de 20 painéis tratando dos livros e dos momentos marcantes do autor de Não Verás País Nenhum será aberta no dia 20 de outubro, com pré-estréia na Biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo.
A FLAQ 2014 acontecerá de 20 a 23 de novembro, no Engenhoca Parque Educativo, tendo como aposta o incentivo e a mobilização da rede pública e particular de ensino da cidade cearense e de outros municípios em torno da literatura. Em 2013, a FLAQ recebeu 1,5 mil visitantes em quatro dias de festa, e a expectativa dos organizadores é dobrar o público este ano. Uma grande novidade para 2014 é a inauguração da FLAQ INFANTIL, um festival paralelo dedicado às crianças e jovens, com programação exclusiva e participação de autores consagrados, como Pedro Bandeira, Socorro Acioli, Ilan Brenman, entre outros.
A homenagem à Loyola Brandão tem muitas razões, mas uma delas se prende ao fato do autor ter uma relação afetiva com o Ceará. Seu último livro de crônicas, O Mel de Ocara (Editora Global), refere-se no título a um presente que recebeu de uma senhora na cidade cearense. A obra acaba de ser indicada ao Prêmio Brasil Telecom 2014, na categoria Contos e Crônicas.
Escritor consagrado, ícone de gerações por suas ideias combativas, Loyola Brandão, aos 78 anos, transita entre uma vasta audiência, inclusive o professor, graças ao seu comprometimento com a palavra em sua acepção mais ampla.
A lista de escritores confirmados para o festival inclui a jornalista Miriam Leitão, que começa a se dedicar à ficção, na mesa Do jornalismo à literatura, ao lado Sérgio Abranches; sob o tema Literatura Marginal, se apresentam o mexicano Juan Pablo Villalobos e o brasileiro Ferréz. Pedro Bandeira, Mary Del Priore, Bernardo Kucinsky, Chico César, Luciana Savaget, a chilena Carola Saavedra, entre outros.
O compositor e secretário de Turismo da Paraíba, Chico César, fará uma mesa literária sobre racismo no próprio dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra.“São muitas as surpresas para este ano: está programada a vinda de 16 autores; uma mesa dedicada ao cordel; além de termos decidido homenagear um autor vivo, vamos inaugurar também a FLAQ Infantil, dedicada às crianças, que terá uma programação especialmente formatada para elas, com mesas exclusivas e outras atividades”, afirma Mona Dorf, curadora da FLAQ.
Em 2013, a primeira edição da FLAQ contou com o argentino Mempo Giardinelli, um entusiasta da contação de histórias, que abriu a programação repleta de grandes escritores, como os cearenses Ana Miranda, Xico Sá, Ronaldo Correa de Brito, Sidney Rocha e Tercia Montenegro, e os consagrados Luiz Ruffato e Mário Prata.

Livro que provocou polêmica com familiares do poeta curitibano sai pela Geração Editorial, que assumiu o risco de embargo pela Justiça
Depois de enfrentar o veto de familiares de Paulo Leminski e, em protesto, divulgar a obra pela internet, o escritor Domingos Pellegrini, de Londrina, resolveu assumir o risco do embargo. A versão impressa e ampliada foi lançada na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília.
Depois da recusa da Editora Record em publicar o livro sem a autorização da família, quem se propôs a correr o risco foi a Geração Editorial. Segundo Pellegrini, a editora confia que haverá um consenso, tanto no Supremo Tribunal Federal quanto no Congresso Nacional, e não será mais necessária a autorização de biografado ou familiares para a publicação de biografias. “Que juiz vai embargar uma publicação sabendo que a lei, ao que tudo indica, está prestes a mudar?”, pondera.
Minhas lembranças de Leminski é, segundo o autor, uma versão melhorada e ampliada daquela disponibilizada gratuitamente pela internet em 2013, sob o título Passeando por Paulo Leminski. “Tem algumas fotos inéditas que recebi de um casal de amigos do Leminski”, revelou.
Mais do que uma quase biografia – já que o próprio Pellegrini considera o livro mais um apanhado de memórias ao lado do poeta – o livro recém-lançado pode se tornar um marco na discussão acerca da publicação de biografias. “Essa pode ser a última biografia a ser embargada por falta de autorização ou pode ser a primeira a não enfrentar mais o temor da proibição”, avalia Pellegrini.
Para o escritor, as histórias de pessoas públicas não podem ser cerceadas nem mesmo pela família. “Essas pessoas não podem ser vistas só como desejam os familiares”, afirmou. À época da finalização da obra, em 2013, as herdeiras de Leminski – a viúva Alice Ruiz e as filhas Áurea e Estrela Leminski – discordaram da publicação por considerar que o livro denigre a imagem do escritor curitibano. Na ocasião, em entrevista, Alice Ruiz afirmou que o livro de Pellegrini serve para construir uma imagem de Leminski muito negativa e distante da realidade.
A viúva disse também, na época, que é absolutamente contra a censura, mas acredita que não se deve permitir, em nome da liberdade de expressão, que sejam produzidas biografias e obras oportunistas que distorçam e ofendam a memória de quem não está mais vivo para se defender. Pellegrini diz não ter recebido nenhum contato da família de Leminski depois da publicação do livro.
Livro de Lira Neto sobre História Urbana e Imobiliária de Fortaleza é lançado
A ascensão da Aldeota, os contornos urbanos da avenida Beira-Mar e o desbravamento rumo ao leste e sudeste da cidade têm relação direta com o trabalho de engenheiros, arquitetos e corretores que conseguiram enxergar além do horizonte imediato do Centro da cidade. O processo de crescimento de capital cearense está descrito com riqueza de detalhes na obra “História Urbana e Imobiliária de Fortaleza – biografia sintética de uma cidade”, escrita por Lira Neto e a jornalista Cláudia Albuquerque. Resultado de um projeto da Luciano Cavalcante Imóveis, o livro foi lançado nesta segunda no edifício LC Corporate Green Tower (Av. Barão de Studart, 300). Na ocasião, o livro será vendido com 50% de desconto no valor de R$ 50 e toda a receita com a venda será doada para a Santa Casa de Misericórdia.
Com um acervo fotográfico de mais de 500 anos e linhas do tempo ao longo dos capítulos, o livro nasceu da reflexão de Luciano Cavalcante Filho, diretor da Luciano Cavalcante Imóveis, em plenas comemorações de 30 anos da imobiliária, comemorado em 2013. “Fizemos parte do processo histórico de crescimento da capital, nós e as demais imobiliárias, incorporadoras e construtoras locais. Este livro exigiu três anos de trabalho intenso e é um presente nosso para a cidade. Espero que a obra nos ajude a conhecer melhor a nossa capital, para que façamos escolhas acertadas no futuro, para deixarmos para nossos netos uma cidade mais justa, sustentável e ainda mais bonita”, comemora Luciano. Após o lançamento, o livro poderá ser encontrado na livraria Cultura com o valor de R$ 100.
O livro, editado pela Editora Braba, é dividido em oito capítulos, divididos pela cronologia dos acontecimentos: o capítulo 1 (1500 - 1654) aborda o início da história da cidade, com o etnocídio dos povos indígenas e a expropriação brutal da terra dos nativos; o capítulo 2 (1654 - 1877) retrata a oportunidade histórica da cidade progredir à custa do “ouro branco”, o algodão, oferecida pela Guerra da Secessão, nos Estados Unidos; o capítulo 3 (1877 - 1900) narra o crescimento de uma cidade de costas para o mar; já no capítulo 4 (1900 - 1929), o texto relata os dias de glória do Centro de Fortaleza, com o aquecimento da vida cultural em teatros, cinemas e praças ajardinadas; o capítulo 5 (1929 - 1950) fala da febre da modernidade, com ônibus e automóveis tomando conta do Centro, que recebe os primeiros “arranha-céus”; no capítulo 6 (1950 - 1970), a construção do Porto do Mucuripe é relatada como promotora de uma alteração no mapa geográfico e social de Fortaleza: surgem a Aldeota e a Beira-Mar; o capítulo 7 (1970 - 1990) é dedicado as muitas “Aldeotas”, relatando como a expansão para o leste gerou loteamentos e novos bairros que tentavam mimetizar a área nobre da cidade; por fim, no capítulo 8 (1990 - 2014), a cidade solar vêm à tona, com o sol se firmando principal ativo econômico de Fortaleza.
Diante dos entraves do crescimento sustentável, os escritores puderam observar a promissora consciência dos empresários em busca da sustentabilidade social e ambiental. Durante a fase de produção do livro, foi ouvido um número expressivo de representantes dos setores da construção e do ramo imobiliário de Fortaleza, parte deles considera a questão como sendo de sobrevivência para o futuro do próprio mercado e, mais que isso, de toda a cidade. Diversas fontes públicas e particulares de pesquisa, entre acervos, documentos e fotos também foram utilizadas e muitas delas estão contempladas no livro.
Evento está confirmado para novembro e aposta novamente na relação entre literatura e educação
O escritor Ignácio de Loyola Brandão e a curadora Mona Dorf lançaram neste 16 de junho, segunda-feira, às 11 horas, a edição da FLAQ – Festa Literária de Aquiraz 2014 (www.flaq.com.br). Autor homenageado deste ano, Ignácio de Loyola Brandão comemora quatro décadas da publicação de seu romance Zero. Censurado no Brasil, o livro saiu originalmente em uma edição italiana, em 1974. Uma exposição com cerca de 20 painéis tratando dos livros e dos momentos marcantes do autor de Não Verás País Nenhum será aberta no dia 20 de outubro, com pré-estréia na Biblioteca Mario de Andrade, em São Paulo.
A FLAQ 2014 acontecerá de 20 a 23 de novembro, no Engenhoca Parque Educativo, tendo como aposta o incentivo e a mobilização da rede pública e particular de ensino da cidade cearense e de outros municípios em torno da literatura. Em 2013, a FLAQ recebeu 1,5 mil visitantes em quatro dias de festa, e a expectativa dos organizadores é dobrar o público este ano. Uma grande novidade para 2014 é a inauguração da FLAQ INFANTIL, um festival paralelo dedicado às crianças e jovens, com programação exclusiva e participação de autores consagrados, como Pedro Bandeira, Socorro Acioli, Ilan Brenman, entre outros.
A homenagem à Loyola Brandão tem muitas razões, mas uma delas se prende ao fato do autor ter uma relação afetiva com o Ceará. Seu último livro de crônicas, O Mel de Ocara (Editora Global), refere-se no título a um presente que recebeu de uma senhora na cidade cearense. A obra acaba de ser indicada ao Prêmio Brasil Telecom 2014, na categoria Contos e Crônicas.
Escritor consagrado, ícone de gerações por suas ideias combativas, Loyola Brandão, aos 78 anos, transita entre uma vasta audiência, inclusive o professor, graças ao seu comprometimento com a palavra em sua acepção mais ampla.
A lista de escritores confirmados para o festival inclui a jornalista Miriam Leitão, que começa a se dedicar à ficção, na mesa Do jornalismo à literatura, ao lado Sérgio Abranches; sob o tema Literatura Marginal, se apresentam o mexicano Juan Pablo Villalobos e o brasileiro Ferréz. Pedro Bandeira, Mary Del Priore, Bernardo Kucinsky, Chico César, Luciana Savaget, a chilena Carola Saavedra, entre outros.
O compositor e secretário de Turismo da Paraíba, Chico César, fará uma mesa literária sobre racismo no próprio dia 20 de novembro, dia da Consciência Negra.“São muitas as surpresas para este ano: está programada a vinda de 16 autores; uma mesa dedicada ao cordel; além de termos decidido homenagear um autor vivo, vamos inaugurar também a FLAQ Infantil, dedicada às crianças, que terá uma programação especialmente formatada para elas, com mesas exclusivas e outras atividades”, afirma Mona Dorf, curadora da FLAQ.
Em 2013, a primeira edição da FLAQ contou com o argentino Mempo Giardinelli, um entusiasta da contação de histórias, que abriu a programação repleta de grandes escritores, como os cearenses Ana Miranda, Xico Sá, Ronaldo Correa de Brito, Sidney Rocha e Tercia Montenegro, e os consagrados Luiz Ruffato e Mário Prata.
LIVROS - NÃO FICÇÃO
Escritor paranaense lança biografia não-autorizada de Leminski
Livro que provocou polêmica com familiares do poeta curitibano sai pela Geração Editorial, que assumiu o risco de embargo pela Justiça
Depois de enfrentar o veto de familiares de Paulo Leminski e, em protesto, divulgar a obra pela internet, o escritor Domingos Pellegrini, de Londrina, resolveu assumir o risco do embargo. A versão impressa e ampliada foi lançada na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília.
Depois da recusa da Editora Record em publicar o livro sem a autorização da família, quem se propôs a correr o risco foi a Geração Editorial. Segundo Pellegrini, a editora confia que haverá um consenso, tanto no Supremo Tribunal Federal quanto no Congresso Nacional, e não será mais necessária a autorização de biografado ou familiares para a publicação de biografias. “Que juiz vai embargar uma publicação sabendo que a lei, ao que tudo indica, está prestes a mudar?”, pondera.
Minhas lembranças de Leminski é, segundo o autor, uma versão melhorada e ampliada daquela disponibilizada gratuitamente pela internet em 2013, sob o título Passeando por Paulo Leminski. “Tem algumas fotos inéditas que recebi de um casal de amigos do Leminski”, revelou.
Mais do que uma quase biografia – já que o próprio Pellegrini considera o livro mais um apanhado de memórias ao lado do poeta – o livro recém-lançado pode se tornar um marco na discussão acerca da publicação de biografias. “Essa pode ser a última biografia a ser embargada por falta de autorização ou pode ser a primeira a não enfrentar mais o temor da proibição”, avalia Pellegrini.
Para o escritor, as histórias de pessoas públicas não podem ser cerceadas nem mesmo pela família. “Essas pessoas não podem ser vistas só como desejam os familiares”, afirmou. À época da finalização da obra, em 2013, as herdeiras de Leminski – a viúva Alice Ruiz e as filhas Áurea e Estrela Leminski – discordaram da publicação por considerar que o livro denigre a imagem do escritor curitibano. Na ocasião, em entrevista, Alice Ruiz afirmou que o livro de Pellegrini serve para construir uma imagem de Leminski muito negativa e distante da realidade.
A viúva disse também, na época, que é absolutamente contra a censura, mas acredita que não se deve permitir, em nome da liberdade de expressão, que sejam produzidas biografias e obras oportunistas que distorçam e ofendam a memória de quem não está mais vivo para se defender. Pellegrini diz não ter recebido nenhum contato da família de Leminski depois da publicação do livro.
A ascensão da Aldeota, os contornos urbanos da avenida Beira-Mar e o desbravamento rumo ao leste e sudeste da cidade têm relação direta com o trabalho de engenheiros, arquitetos e corretores que conseguiram enxergar além do horizonte imediato do Centro da cidade. O processo de crescimento de capital cearense está descrito com riqueza de detalhes na obra “História Urbana e Imobiliária de Fortaleza – biografia sintética de uma cidade”, escrita por Lira Neto e a jornalista Cláudia Albuquerque. Resultado de um projeto da Luciano Cavalcante Imóveis, o livro foi lançado nesta segunda no edifício LC Corporate Green Tower (Av. Barão de Studart, 300). Na ocasião, o livro será vendido com 50% de desconto no valor de R$ 50 e toda a receita com a venda será doada para a Santa Casa de Misericórdia.
Com um acervo fotográfico de mais de 500 anos e linhas do tempo ao longo dos capítulos, o livro nasceu da reflexão de Luciano Cavalcante Filho, diretor da Luciano Cavalcante Imóveis, em plenas comemorações de 30 anos da imobiliária, comemorado em 2013. “Fizemos parte do processo histórico de crescimento da capital, nós e as demais imobiliárias, incorporadoras e construtoras locais. Este livro exigiu três anos de trabalho intenso e é um presente nosso para a cidade. Espero que a obra nos ajude a conhecer melhor a nossa capital, para que façamos escolhas acertadas no futuro, para deixarmos para nossos netos uma cidade mais justa, sustentável e ainda mais bonita”, comemora Luciano. Após o lançamento, o livro poderá ser encontrado na livraria Cultura com o valor de R$ 100.
O livro, editado pela Editora Braba, é dividido em oito capítulos, divididos pela cronologia dos acontecimentos: o capítulo 1 (1500 - 1654) aborda o início da história da cidade, com o etnocídio dos povos indígenas e a expropriação brutal da terra dos nativos; o capítulo 2 (1654 - 1877) retrata a oportunidade histórica da cidade progredir à custa do “ouro branco”, o algodão, oferecida pela Guerra da Secessão, nos Estados Unidos; o capítulo 3 (1877 - 1900) narra o crescimento de uma cidade de costas para o mar; já no capítulo 4 (1900 - 1929), o texto relata os dias de glória do Centro de Fortaleza, com o aquecimento da vida cultural em teatros, cinemas e praças ajardinadas; o capítulo 5 (1929 - 1950) fala da febre da modernidade, com ônibus e automóveis tomando conta do Centro, que recebe os primeiros “arranha-céus”; no capítulo 6 (1950 - 1970), a construção do Porto do Mucuripe é relatada como promotora de uma alteração no mapa geográfico e social de Fortaleza: surgem a Aldeota e a Beira-Mar; o capítulo 7 (1970 - 1990) é dedicado as muitas “Aldeotas”, relatando como a expansão para o leste gerou loteamentos e novos bairros que tentavam mimetizar a área nobre da cidade; por fim, no capítulo 8 (1990 - 2014), a cidade solar vêm à tona, com o sol se firmando principal ativo econômico de Fortaleza.
Diante dos entraves do crescimento sustentável, os escritores puderam observar a promissora consciência dos empresários em busca da sustentabilidade social e ambiental. Durante a fase de produção do livro, foi ouvido um número expressivo de representantes dos setores da construção e do ramo imobiliário de Fortaleza, parte deles considera a questão como sendo de sobrevivência para o futuro do próprio mercado e, mais que isso, de toda a cidade. Diversas fontes públicas e particulares de pesquisa, entre acervos, documentos e fotos também foram utilizadas e muitas delas estão contempladas no livro.
LIVROS - NÃO FICÇÃO
Livro “Solidão”, do jornalista José Maria Mayrink, é um relato sobre a angústia e a melancolia, sobre a dor e o desespero
Em 1982, o jornalista José Maria Mayrink, escreveu uma surpreendente série de reportagens sobre a solidão em São Paulo, a maior metrópole brasileira. Mendigos, trabalhadores noturnos, presidiários, padres, freiras reclusas, cidadãos comuns foram surpreendidos em sua frágil intimidade. José Maria lançou agora o livro Solidão, com essas reportagens, publicado pela Geração Editorial.
Eles eram solitários e tristes no meio da multidão. Escrita em estilo literário, como já não se vê na imprensa diária, os relatos comoveram os leitores e tiveram um impacto impressionante. Mais de trinta anos depois, a solidão nas grandes metrópoles não diminuiu. Os solitários continuam sozinhos, agora espalhando suas angústias nas redes sociais. O que era e é ser solitário numa cidade marcada por multidões e ruídos? Quem eram aquelas pessoas que falavam de uma sensação paralisante de abandono?
“Solidão” é um livro absolutamente original e comovente, um relato sobre a angústia e a melancolia, sobre a dor e o desespero — mas também sobre a esperança e o sentido da existência. Este é um livro sobre o amor ao próximo — e sobre a possibilidade de este amor tornar-se real. Porque o que há de espantoso na solidão não é nosso desejo frustrado de ser amado, mas a indiferença de todos nós em relação ao que acontece em nosso íntimo e de como isso se reflete no relacionamento com os demais. Queremos ser amados — mas já nos perguntamos se somos capazes de amar?
O livro fala de seres esquecidos e rejeitados. Estas pessoas foram ouvidas por quem se dispôs a viver com elas alguns momentos que não foram apenas ocasionais, tal a sua intensidade. Mayrink traça neste livro um painel terrível, real e, paradoxalmente, esperançoso sobre os impasses da grande metrópole. Um livro único e quase perfeito em sua unidade: ele fala de pessoas que estão a caminho da morte e que avançam inexoravelmente para o escuro abismo, mas buscando nessa desesperada rota não a previsível escuridão — mas a luz. É esta a inquietante revelação dessas histórias. Existem no mundo pessoas que sofrem. Elas precisam do outro para sobreviver.
A solidão urbana é mais ampla e assustadora do que se imagina. A solidão de que falam é a mesma que se sente hoje, um dos estigmas da atualidade. A identificação é inevitável. Este livro é um convite à reflexão sobre o que é a solidão particular de cada um.
Livro que provocou polêmica com familiares do poeta curitibano sai pela Geração Editorial, que assumiu o risco de embargo pela Justiça
Depois de enfrentar o veto de familiares de Paulo Leminski e, em protesto, divulgar a obra pela internet, o escritor Domingos Pellegrini, de Londrina, resolveu assumir o risco do embargo. A versão impressa e ampliada foi lançada na II Bienal Brasil do Livro e da Leitura, em Brasília.
Depois da recusa da Editora Record em publicar o livro sem a autorização da família, quem se propôs a correr o risco foi a Geração Editorial. Segundo Pellegrini, a editora confia que haverá um consenso, tanto no Supremo Tribunal Federal quanto no Congresso Nacional, e não será mais necessária a autorização de biografado ou familiares para a publicação de biografias. “Que juiz vai embargar uma publicação sabendo que a lei, ao que tudo indica, está prestes a mudar?”, pondera.
Minhas lembranças de Leminski é, segundo o autor, uma versão melhorada e ampliada daquela disponibilizada gratuitamente pela internet em 2013, sob o título Passeando por Paulo Leminski. “Tem algumas fotos inéditas que recebi de um casal de amigos do Leminski”, revelou.
Mais do que uma quase biografia – já que o próprio Pellegrini considera o livro mais um apanhado de memórias ao lado do poeta – o livro recém-lançado pode se tornar um marco na discussão acerca da publicação de biografias. “Essa pode ser a última biografia a ser embargada por falta de autorização ou pode ser a primeira a não enfrentar mais o temor da proibição”, avalia Pellegrini.
Para o escritor, as histórias de pessoas públicas não podem ser cerceadas nem mesmo pela família. “Essas pessoas não podem ser vistas só como desejam os familiares”, afirmou. À época da finalização da obra, em 2013, as herdeiras de Leminski – a viúva Alice Ruiz e as filhas Áurea e Estrela Leminski – discordaram da publicação por considerar que o livro denigre a imagem do escritor curitibano. Na ocasião, em entrevista, Alice Ruiz afirmou que o livro de Pellegrini serve para construir uma imagem de Leminski muito negativa e distante da realidade.
A viúva disse também, na época, que é absolutamente contra a censura, mas acredita que não se deve permitir, em nome da liberdade de expressão, que sejam produzidas biografias e obras oportunistas que distorçam e ofendam a memória de quem não está mais vivo para se defender. Pellegrini diz não ter recebido nenhum contato da família de Leminski depois da publicação do livro.
A ascensão da Aldeota, os contornos urbanos da avenida Beira-Mar e o desbravamento rumo ao leste e sudeste da cidade têm relação direta com o trabalho de engenheiros, arquitetos e corretores que conseguiram enxergar além do horizonte imediato do Centro da cidade. O processo de crescimento de capital cearense está descrito com riqueza de detalhes na obra “História Urbana e Imobiliária de Fortaleza – biografia sintética de uma cidade”, escrita por Lira Neto e a jornalista Cláudia Albuquerque. Resultado de um projeto da Luciano Cavalcante Imóveis, o livro foi lançado nesta segunda no edifício LC Corporate Green Tower (Av. Barão de Studart, 300). Na ocasião, o livro será vendido com 50% de desconto no valor de R$ 50 e toda a receita com a venda será doada para a Santa Casa de Misericórdia.
Com um acervo fotográfico de mais de 500 anos e linhas do tempo ao longo dos capítulos, o livro nasceu da reflexão de Luciano Cavalcante Filho, diretor da Luciano Cavalcante Imóveis, em plenas comemorações de 30 anos da imobiliária, comemorado em 2013. “Fizemos parte do processo histórico de crescimento da capital, nós e as demais imobiliárias, incorporadoras e construtoras locais. Este livro exigiu três anos de trabalho intenso e é um presente nosso para a cidade. Espero que a obra nos ajude a conhecer melhor a nossa capital, para que façamos escolhas acertadas no futuro, para deixarmos para nossos netos uma cidade mais justa, sustentável e ainda mais bonita”, comemora Luciano. Após o lançamento, o livro poderá ser encontrado na livraria Cultura com o valor de R$ 100.
O livro, editado pela Editora Braba, é dividido em oito capítulos, divididos pela cronologia dos acontecimentos: o capítulo 1 (1500 - 1654) aborda o início da história da cidade, com o etnocídio dos povos indígenas e a expropriação brutal da terra dos nativos; o capítulo 2 (1654 - 1877) retrata a oportunidade histórica da cidade progredir à custa do “ouro branco”, o algodão, oferecida pela Guerra da Secessão, nos Estados Unidos; o capítulo 3 (1877 - 1900) narra o crescimento de uma cidade de costas para o mar; já no capítulo 4 (1900 - 1929), o texto relata os dias de glória do Centro de Fortaleza, com o aquecimento da vida cultural em teatros, cinemas e praças ajardinadas; o capítulo 5 (1929 - 1950) fala da febre da modernidade, com ônibus e automóveis tomando conta do Centro, que recebe os primeiros “arranha-céus”; no capítulo 6 (1950 - 1970), a construção do Porto do Mucuripe é relatada como promotora de uma alteração no mapa geográfico e social de Fortaleza: surgem a Aldeota e a Beira-Mar; o capítulo 7 (1970 - 1990) é dedicado as muitas “Aldeotas”, relatando como a expansão para o leste gerou loteamentos e novos bairros que tentavam mimetizar a área nobre da cidade; por fim, no capítulo 8 (1990 - 2014), a cidade solar vêm à tona, com o sol se firmando principal ativo econômico de Fortaleza.
Diante dos entraves do crescimento sustentável, os escritores puderam observar a promissora consciência dos empresários em busca da sustentabilidade social e ambiental. Durante a fase de produção do livro, foi ouvido um número expressivo de representantes dos setores da construção e do ramo imobiliário de Fortaleza, parte deles considera a questão como sendo de sobrevivência para o futuro do próprio mercado e, mais que isso, de toda a cidade. Diversas fontes públicas e particulares de pesquisa, entre acervos, documentos e fotos também foram utilizadas e muitas delas estão contempladas no livro.
MODA
C&A apresenta coleção especial para as festas de São João
O destaque são as estampas florais, étnicas, xadrez e listra
Para celebrar as típicas festas de São João, que ocorrem em junho, a C&A desenvolveu peças que traduzem o clima de alegria e descontração. A coleção buscou atender às necessidades e desejos de compras para esse momento de festa com vários hits e tendências, deixando os looks ainda mais modernos.
O guarda-roupa feminino traz camisas em estampas de xadrez, paisley, animal print, floral, geográficos e jeans com detalhes diferenciados que combinam com as festas típicas de São João. As mulheres também poderão abusar das calças, saia, vestidos, blusas, jaquetas, legging, cardigã, shorts, top cropped, saia de cintura alta, calças collor, calças flare, calças estampadas e calça xadrez. Detalhes de fio lurex e rendas são os destaques da coleção.
O jeans, coringa na composição de looks para todas as ocasiões, ganha destaque na coleção com uma grande variedade de modelagens que vai do skinny ao flare, em tons e lavagens diferenciados, além dos colors. Além de calças, a coleção conta ainda com camisas, saias e shorts.
A cartela de cores é bem ampla, com predominância do pink e verde, ao lado dos neutros preto, nude, off-white, lima e azul marinho.
Os calçados oferecem variedade de rasteiras, sapatilhas, sandálias com tranças e botas de cano curto que trazem beleza e conforto em modelos metalizados, animal print e terrosos.
Para os homens entrarem no clima festivo as camisas xadrez, polos e t-shirts com estampas étnicas e lisas compõem looks cheios de estilo com as calças jeans com um amplo mix de lavagens. Durante o dia as bermudas são o must have da coleção em opções jeans, color e xadrez. Já para a noite as malhas de meia estação com e sem capuz complementam o look, ao lado dos cintos, bolsas carteiro e calçados.
Na linha infantil para meninas, a coleção está rica em mini prints e sobreposições. Peças como vestidos, saias, camisas e calças que coordenam com botas, sandálias e sapatilhas. Já para os meninos, as camisas, bermudas jeans e calças ganham um patch para as mães customizarem as roupas dos pequenos - tendências do arraial. E para curtir com total conforto, a linha traz diversos modelos de tênis clássicos e terrosos.
As peças já estão disponíveis nas lojas selecionadas da rede, distribuídas no nordeste do Brasil. Os preços variam de R$ 19,90 (top de malha) a R$ 129,90 (jaqueta de couro sintético).
Sarah Jessica Parker estrela sua quarta campanha para Maria.Valentina

Sarah Jessica Parker é a estrela do Verão 2015 da grife feminina Maria.Valentina. Eleita pela quarta vez como garota propaganda da marca, a atriz foi fotografada em Nova Iorque, no Hotel Standard East Village, e prova que Sarah está cada dia mais incrível! O brasileiro Gustavo Zilberstein foi o responsável pelos cliques da campanha.
Para o produção, a atriz fez questão de manter seu "dream team", que conta com style de Erin Walsh, cabelo de Serge Normant e maquiagem de Leslie Lopez.
Ficha Técnica
Hair : Serge Normant
Make: Leslie Lopez.
Stylist: Erin Walsh
Fotógrafo: Gustavo Zilberstein
Locação: Standard Hotel - NY
Fotógrafo making of: Thomas Wolfe Northcut
Filme Making of: Thiago Jenné
O destaque são as estampas florais, étnicas, xadrez e listra
Para celebrar as típicas festas de São João, que ocorrem em junho, a C&A desenvolveu peças que traduzem o clima de alegria e descontração. A coleção buscou atender às necessidades e desejos de compras para esse momento de festa com vários hits e tendências, deixando os looks ainda mais modernos.
O guarda-roupa feminino traz camisas em estampas de xadrez, paisley, animal print, floral, geográficos e jeans com detalhes diferenciados que combinam com as festas típicas de São João. As mulheres também poderão abusar das calças, saia, vestidos, blusas, jaquetas, legging, cardigã, shorts, top cropped, saia de cintura alta, calças collor, calças flare, calças estampadas e calça xadrez. Detalhes de fio lurex e rendas são os destaques da coleção.
O jeans, coringa na composição de looks para todas as ocasiões, ganha destaque na coleção com uma grande variedade de modelagens que vai do skinny ao flare, em tons e lavagens diferenciados, além dos colors. Além de calças, a coleção conta ainda com camisas, saias e shorts.
A cartela de cores é bem ampla, com predominância do pink e verde, ao lado dos neutros preto, nude, off-white, lima e azul marinho.
Os calçados oferecem variedade de rasteiras, sapatilhas, sandálias com tranças e botas de cano curto que trazem beleza e conforto em modelos metalizados, animal print e terrosos.
Para os homens entrarem no clima festivo as camisas xadrez, polos e t-shirts com estampas étnicas e lisas compõem looks cheios de estilo com as calças jeans com um amplo mix de lavagens. Durante o dia as bermudas são o must have da coleção em opções jeans, color e xadrez. Já para a noite as malhas de meia estação com e sem capuz complementam o look, ao lado dos cintos, bolsas carteiro e calçados.
Na linha infantil para meninas, a coleção está rica em mini prints e sobreposições. Peças como vestidos, saias, camisas e calças que coordenam com botas, sandálias e sapatilhas. Já para os meninos, as camisas, bermudas jeans e calças ganham um patch para as mães customizarem as roupas dos pequenos - tendências do arraial. E para curtir com total conforto, a linha traz diversos modelos de tênis clássicos e terrosos.
As peças já estão disponíveis nas lojas selecionadas da rede, distribuídas no nordeste do Brasil. Os preços variam de R$ 19,90 (top de malha) a R$ 129,90 (jaqueta de couro sintético).
Sarah Jessica Parker estrela sua quarta campanha para Maria.Valentina

Sarah Jessica Parker é a estrela do Verão 2015 da grife feminina Maria.Valentina. Eleita pela quarta vez como garota propaganda da marca, a atriz foi fotografada em Nova Iorque, no Hotel Standard East Village, e prova que Sarah está cada dia mais incrível! O brasileiro Gustavo Zilberstein foi o responsável pelos cliques da campanha.
Para o produção, a atriz fez questão de manter seu "dream team", que conta com style de Erin Walsh, cabelo de Serge Normant e maquiagem de Leslie Lopez.
Ficha Técnica
Hair : Serge Normant
Make: Leslie Lopez.
Stylist: Erin Walsh
Fotógrafo: Gustavo Zilberstein
Locação: Standard Hotel - NY
Fotógrafo making of: Thomas Wolfe Northcut
Filme Making of: Thiago Jenné
MÚSICA
Com "Velocia", que chega às lojas nesta semana, o Skank quebra um jejum de seis anos sem lançar um disco de músicas inéditas, desde "Estandarte" (2008). "Nesse meio tempo, a banda ganhou autoconfiança e se permitiu lançar o álbum só quando achou conveniente e se deu também o direito de não preparar nada antes de ir para o estúdio", diz o vocalista Samuel Rosa.
Assim, sem planejar, Samuel, Haroldo Ferretti (bateria), Henrique Portugal (teclados) e Lelo Zaneti (baixo), aos 23 anos de banda, acabaram por fazer um disco que passa por diferentes momentos musicais de sua carreira. Essas fases incluem desde as influências jamaicanas dos primeiros anos —especialmente em "Ela me Deixou", o primeiro single— até as baladas folk experimentadas nos anos 2000.
Na temática, voltaram-se ao romantismo, à crítica política e ao futebol —os dois últimos assuntos motivados por episódios recentes. A faixa que abre o CD, "Alexia", narra um golaço feito pela jogadora espanhola Alexia Putellas, do time feminino do Barcelona, em partida contra o Zaragoza em junho passado, um mês antes de a banda começar as gravações.
Na canção, a jovem de 20 anos é comparada em talento a Elvis Presley, Jimi Hendrix e Lionel Messi. "Foi uma jogada digna de Maradona e Pelé, mas 'Alexia' não veio para substituir 'É uma Partida de Futebol' (música de 1996), que é definitiva", destaca Zaneti.
Já o tom político aparece em "Multidão", que elogia os protestos de junho passado. A faixa é uma parceria com BNegão e Nando Reis, que também assina com Samuel mais cinco canções do disco. "O Nando sempre nos deu 100% de aproveitamento nas composições. Se o índice continuar o mesmo, vamos ter seis hits", ri o vocalista.
Samuel também compôs faixas com Emicida, Lucas Silveira (da banda Fresno), Chico Amaral (parceiro em "Vou Deixar", entre outros sucessos) e a cantora e compositora Lia Paris, promessa da cena de São Paulo. Apesar do tom político de "Multidão", Samuel, 47, se diz "por ora" com medo de manifestar apoio a algum candidato deste ano.
No ano passado, no Rock in Rio, o cantor dissera: "Maconha é proibido, mas mensalão pode fazer de novo, né?". A declaração motivou o compartilhamento nas redes de um vídeo de 2010 em que Samuel elogiava Aécio Neves, agora pré-candidato do PSDB à Presidência. "Essa perseguição é uma forma de sabotagem à expressão política. Se for ver lá atrás, eu também apoiei o Lula. O Skank tocou na campanha do Lula e, depois, tive que responder na rua sobre a questão do mensalão", diz. "Agora prefiro não dizer nada, porque não me defini e tenho medo de ser cobrado lá na frente por questões que fogem ao meu alcance."
Dezenas de fãs compareceram neste sábado (14) ao Teatro João Caetano, no centro do Rio, para dar o adeus à cantora Marlene. O corpo dela FOI velado no local. Conhecida nas décadas de 1940 e 1950 como a rainha do rádio e pela eterna rivalidade, dela e de seus fãs, com outra estrela da Rádio Nacional, Emilinha Borba (1923-2005), a cantora morreu na sexta-feira, aos 91 anos.
Presidente do Instituto Cravo Albim, que resgata a memória da cultura popular brasileira através de sua música e seus artistas, Ricardo Cravo Albim disse que Marlene foi a mais versátil artista do país. "Cantora de discos e palcos, além de teleteatro, atriz e radioatriz, ela marcou uma geração e ainda foi apresentadora e âncora de programas em radio", frisou.
Cravo Albim contou que uma exposição organizada no instituto em homenagem aos 90 anos dela atraiu mais de 5.000 estudantes. "Eram jovens que não a conheciam, mas passaram a conhecer e admirá-lá, principalmente por sua versatilidade", destacou. Ele lembrou também que entre tantos e tão diversificados trabalhos dela, existem seis espetáculos que emplacaram no país, com destaque para "Na Boca do Povo", "É Com Esse Que Eu Vou", e "Praça 11 dos Bambas", este último com repertório dos anos 20.
Marlene estava internada no hospital Casa de Portugal, no Rio Comprido (zona norte da cidade), desde domingo (8). De acordo com familiares, ela teria sofrido uma hemorragia nasal nesse dia. O quadro evoluiu para pneumonia e ela morreu de falência múltipla dos órgãos.
Ao longo de quase sete décadas de carreira, Marlene gravou perto de 4.000 músicas. Estreou aos 13 anos, na rádio Bandeirantes de São Paulo e tornou-se profissional em 1940, na rádio Tupi. Marlene foi uma artista excepcional, que estendeu seu talento para o teatro onde teve atuações marcantes.Quando Fauzi Arap e eu fizemos o 'É a Maior', tínhamos no repertório compositores iguais a Milton Nascimento, Chico Buarque, Caetano Veloso, Consultando a internet, você vai flagrá-la num de seu grandes momentos: ela interpretando o 'Galope' de Gonzaguinha. É de arrepiar", disse o produtor musical e compositor Hermínio Bello de Carvalho.
Descendente de italianos, ela nasceu Victória Bonaiutti de Martino, em São Paulo, no dia 22 de dezembro de 1922, sendo a mais nova de três filhas. Sua mãe era devota da Igreja Batista e, por isso, matriculou-a no Colégio Batista Brasileiro, pagando apenas uma taxa. As mensalidades foram descontadas, em troca de que Victória prestasse serviços ao colégio, no qual estou dos 9 aos 15 anos. Começou a se apresentar na rádio Bandeirantes e acabou deixando de lado a meta de se tornar contadora, sem que a família religiosa descobrisse. Acabou sendo descoberta, porém, pelo número de faltas em aula, já que passava muitos dias no rádio. Mesmo castigada pela mãe, estava determinada a seguir na carreira. Por isso, em 1943, partiu para o Rio, onde conseguiu se tornar cantora do Cassino Icaraí, em Niterói. Dois meses depois, foi descoberta por Carlos Machado, que a chamou para se apresentar com sua orquestra no Cassino da Urca.
Com a proibição dos cassinos em 1946 por parte do presidente Eurico Gaspar Dutra, seguiu com a orquestra para a boate Casablanca. O ano marcou também o lançamento de suas primeiras gravações, como os sambas "Suingue no Morro" e "Ginga, Ginga, Moreno". Seu primeiro sucesso, porém, se deu no Carnaval de 1947, com "Coitadinho do Papai".
Com a música, ela estreou na rádio Nacional e fez grande sucesso em 1948. No mesmo ano, passou a ser a estrela do hotel Copacabana Palace e ganhou o slogan que acompanhava seu nome: "Marlene, ela que canta e dança diferente". Atuou no cinema, nos filmes "Um Beijo Roubado" (1950), "Tudo Azul" (1952) e "A Volta do Filho Pródigo" (1978), entre outros.
Na TV, fez participações em novelas e minisséries, como "Viver a Vida" (1984) e "Chiquinha Gonzaga" (1999). Foi casada com o ator e comediante Luís Delfino, morto em 2005.
DISPUTA COM EMILINHA BORBA - Em 1948, o maior nome da rádio nacional era Emilinha Borba, embora as irmãs Linda e Dircinha Batista fossem também bastante populares. Juntas, ganharam por anos consecutivos o concurso "Rainha do Rádio", organizado pela Associação Brasileira de Rádio. Para votar, era preciso comprar a "Revista do Rádio". Em 1949, Marlene ganhou o concurso, quando a vitória de Emilinha Borba já era dada como certa. Para isso, ela obteve o apoio da empresa de bebidas Companhia Antarctica Paulista, que estava lançando o guaraná Caçula e quis associar a imagem de Marlene ao produto.A empresa deu a Marlene um cheque em branco, para que comprasse quantos votos fossem necessários para a vitória. A cantora acabou sendo campeã com mais de 500 mil votos, com Ademilde Fonseca em segundo e a favorita Emilinha em terceiro. Foi aí que teve início a rivalidade entre as duas, que também ajudou a impulsionar ainda mais suas carreiras.
Rivais, não chegavam a ser amigas, mas também não se odiavam. Gravaram juntas, entre outras, as marchinhas "Casca de Arroz" e "A Bandinha do Irajá", sucessos no Carnaval de 1950. O título de "Rainha do Rádio" rendeu a Marlene ainda um programa só para ela na rádio Nacional. Ela chegou a participar também de outros programas, como o de Manuel Barcelos, o de César de Alencar, o de José Messias e o de Paulo Gracindo. Quando ela se fixou como exclusiva do programa de Manuel Barcelos, porém, Emilinha conseguiu o mesmo na atração de César de Alencar.
A rivalidade entre as duas estrelas tornou-se real e persiste até hoje entre os fãs. Emilinha, um ano mais nova que Marlene, morreu em 2005.
ÚLTIMOS DIAS DE INSCRIÇÕES PARA A O XI FESTIVAL DE INVERNO DA SERRA DA MERUOCAUm recorte da produção musical brasileira pode ser conferido nas edições do Festival de Inverno da Serra da Meruoca, na aprazível Meruoca, localizada na região Norte do Estado do Ceará. O festival é referência no calendário de eventos do gênero.
Um dos festivais competitivos de música mais importante do Brasil, Festival de Inverno da Serra da Meruoca, segue com inscrições para sua 11ª edição nos dias 16, 18 e encerra nesta sexta-feira, 20 de junho, das 9h às 17h na sede da Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR, localizada na Avenida da Universidade, 2333, Benfica, Fortaleza-CE. Mais informações: 085-3226 1189. As 15 canções classificadas serão conhecidas no dia 23 de junho.
Único festival musical inspirado nos clássicos festivais de MPB da década de 1960, com gênero competitivo e em atividade contínua no estado do Ceará e com maior número de edições, o Festival de Inverno da Serra da Meruoca chega a sua 11ª edição e acontecerá nos dias 27 e 28 de junho.
Serão selecionados 15 classificados para uma eliminatória, que acontecerá dia 27, sendo que os 8 melhores passarão para a final no dia 28, que se somarão à 2 canções de autores da Meruoca revelados no "V Festival de Talentos da Meruoca", evento que acontecerá nos dias anteriores ao festival como forma de mobilizar a comunidade desta cidade serrana.
Com méritos por prosseguir com seus princípios de abrir espaço e revelar novos compositores e intérpretes, o 11º Festival da Meruoca esse ano tem uma edição diferenciado, pois em função do calendário da Copa e das eleições acontece fora de sua data tradicional, o feriado de "Corpus Christ".
Outra novidade deste ano, é que os artistas classificados se apresentarão com suas formações musicais próprias, em solo, duo ou com acompanhamentos de suas bandas.
O festival premiará as seguintes categorias : 1º lugar, R$ 7.000,00 (Sete mil reais) e troféu; 2º lugar, R$ 5.000,00 (Cinco mil reais) e troféu; 3º lugar, R$ 3.000,00 (Três mil reais) e troféu;Melhor arranjo R$ 1.500,00 (Hum mil e quinhentos reais) e troféu; Melhor intérprete: R$ 1.000,00 (Hum mil reais) e troféu.
Serviço
Inscrições para o XI Festival de Inverno da Serra da Meruoca
De 04 a 20 de junho
Associação Cultural Solidariedade e Arte – SOLAR
Avenida da Universidade, 2333, Benfica, Fortaleza-CE
Horários: 09h às 16:30h.
Mais informações: 085-3226 1189.
www.nelsons.com.br
associacaosolar@gmail.com
Maior mostra de sambas do Brasil, Exposamba abre inscrições nesta segunda-feira, dia 16
Serão escolhidas as melhores novas composições do ritmo, com 800 vagas, sempre gratuitas, para sambistas de todo o Brasil; prêmios totalizam cerca de R$ 200 mil Compositores de todo o Brasil têm a chance de se inscrever, a partir desta segunda-feira, 16 de junho, na maior mostra de sambas do país, a Exposamba. Organizada pela Fábrica do Samba para homenagear os grandes nomes do mais brasileiro dos ritmos, a iniciativa, totalmente gratuita, irá escolher as melhores novas composições dos quatro cantos nacionais. São 800 vagas, pelo site www.fabricadosamba.com.
Cada compositor poderá inscrever até duas músicas próprias, além de indicar, caso existam, os coautores. A fase inicial, de pré-seleção, será realizada via internet, diferentemente das edições anteriores.
“Decidimos possibilitar ao candidato a chance de concorrer sem a necessidade de se deslocar para outra cidade ou outro Estado, até São Paulo. Isso evita que tenham custos de transporte, alimentação e hospedagem, antes de saber se foram ou não pré-selecionados. Os que passarem à segunda fase, aí sim, terão de mostrar a composição em apresentação ao vivo, no Sesc São Paulo”, afirma o diretor-presidente da Fábrica do Samba e idealizador do Exposamba, José Maria Monteiro.
As inscrições acontecem até 31 de julho. Vídeos com as composições devem ser enviados nos formatos definidos pelo regulamento, que pode ser consultado no portal da Fábrica do Samba. Os 800 vídeos inscritos serão julgados por voto popular, pela internet. Os 160 mais votados (20%) passarão para a fase seguinte, de Seleção, que acontecerá no Sesc, na capital paulista, e será presencial.
Dentre os 160, 40 serão escolhidos por júri técnico para as semifinais. Nas votações poderá haver coincidência de escolhas pelo júri e pelo voto popular. Na final concorrerão até 20 sambas, escolhidos por júri técnico (dez) e por votação popular (dez). Os vencedores da Exposamba receberão prêmios que totalizam cerca de R$ 200.
A Exposamba realizou sua primeira e segunda edições nos anos de 2012 e 2013. Com mais de 2.200 inscritos, quase R$500 mil em prêmios distribuídos e centenas de novos talentos revelados, chega à 3ª edição com uma agenda cheia de atrações.
Além da disputa entre os novos compositores, estão marcadas apresentações de música instrumental e encenações em homenagem a personalidades do samba que seriam centenárias em 2014. Estão confirmadas as presenças do maestro e gaitista Rildo Hora e a do ator, músico e cantor Eduardo Dusek.
A página da Exposamba 2014 fará parte de um novo portal da Fábrica do Samba, que tem como objetivo se tornar uma fonte de informação sobre este gênero musical. No portal, além da Exposamba, haverá notícias sobre o mundo do samba, escolas de samba, vídeos, biografias dos principais artistas ao longo das décadas e muitas outras novidades. Será lançado no dia 16, juntamente com a abertura das inscrições.
“Falta ao samba um portal que sirva de ponto de encontro dos amantes da boa música. Pretendemos criar uma fonte de conhecimento sobre o ritmo. Pela internet, sambistas poderão trocar experiências e divulgar seu material”, conclui José Maria Monteiro.
O novo álbum de Pharrell Williams, “G I R L”
Cantor pede desculpas por usar cocar de índio norte-americano
O músico Pharrell Williams pediu desculpas por posar para uma foto usando um cocar de índio norte-americano. A imagem foi feita para a capa de uma edição limitada da revista "Elle" britânica (a capa oficial traz a atriz Keira Knightley). Na foto, Pharrell troca seu icônico chapéu marrom por um cocar de penas, o que levantou críticas de pessoas que alegaram ser ofensivo utilizar o acessório, se você não é chefe de uma tribo nativa norte-americana. A página do Facebook da revista foi inundada por comentários negativos.
"Obrigada 'Elle'' por nos fazer voltar 50 anos, mostrando para as pessoas que não tem problema tirar sarro da minha cultura", escreveu uma usuária da rede. No Twitter, foi ainda criada a hashtag #nothappy (infeliz), fazendo referência ao hit "Happy" do cantor.
"Eu respeito e honro todo tipo de raça, ascendência e cultura. Peço desculpas genuínas", disse o cantor, via seu assessor de imprensa. A princípio, Pharrell alegou ter origens nativas norte-americanas e egípcias. No texto divulgado junto com a capa da revista, na terça (3), os editores da "Elle" dizem que a escolha pelo cocar foi deles. "Nós convencemos o vencedor do prêmio Elle Style, Pharrell, a trocar seu chapéu Vivienne Westwood por um adereço de cabeça feito de penas, típico de nativos norte-americanos, em sua melhor foto de todos os tempos", diz o comunicado.
Depois de ganhar fama mundial ao interpretar Get Lucky, no aclamado álbum Random Access Memories, do Daft Punk, Pharrell Williams acaba de liberar para audição seu segundo álbum de estúdio, G I R L.
Apesar de sua carinha de garoto de vinte e poucos anos, Pharrell já tem quarenta anos, e, além disso, já possui alguns prêmios Grammy na gaveta. Seu trabalho como produtor musical é um dos mais respeitados nos EUA.
G I R L traz como destaque a faixa Happy, da trilha sonora de Meu Malvado Favorito 2, que em novembro de 2013 ganhou um videoclipe interativo de 24 horas, com a participação de várias celebridades do mundo artístico.
“G I R L” traz uma música com a parceria da jovem e polemica Miley Cyrus na faixa “Come Get It Babe”. O astro Justin Timberlake esta na canção “Brand New”.
OUT CE
Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative terá exposição na América Latina
Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museo Jumex, na Cidade do México, vão receber a exposição "Sob o mesmo Sol: arte da América Latina hoje"
A Solomon R. Guggenheim Foundation and Museum anuncia hoje que Sob o mesmo Sol: Arte da América Latina Hoje, segunda exposição do projeto Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative (MAP), será apresentada no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, Brasil, de abril a junho de 2015, e no Museo Jumex, na Cidade do México, México, no segundo semestre de 2015, após sua exibição no Museu Solomon R. Guggenheim, entre 13 de junho a 1 de outubro de 2014.
Organizada por Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP América Latina, Sob o mesmo Sol examina as mais significativas práticas de arte contemporânea na América Latina hoje. O Museu de Arte Moderna é um dos principais museus de arte moderna e contemporânea no Brasil, e foi pioneiro em projetos educacionais em museus no país. O Museo Jumex é parte da Fundación Jumex Arte Contemporáneo, criada para promover a produção, análise e pesquisa de arte contemporânea, e para desenvolver novos projetos de apoio à Arte e à Cultura.
“Estamos muito satisfeitos em trabalhar com duas instituições tão significantes na segunda fase do projeto Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative: o Museu de Arte Moderna de São Paolo e o Museo Jumex na Cidade do México, no México. A grande força desta iniciativa multi-facetada, lançada em abril de 2012 com grande suporte de nosso colaborador UBS, é que nos permite ir além dos muros de nosso museu e engajar artistas, curadores, educadores e público de uma grande parte do mundo, incluindo a América Latina”, afirma Richard Armstrong, diretor do Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation.
"Estamos muito honrados em receber a nova coleção de arte da América Latina da Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation, que vai possibilitar ao público brasileiro uma reflexão contemporânea sobre nossa cultura regional. Colaborar com uma instituição de importância global como a Solomon R. Guggenheim Foundation and Museum também vai trazer novas perspectivas para as atividades educacionais nos museus, que é um aspecto fundamental de nossa missão", declara Milú Villela, presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
“Para a Fundación Jumex Arte Contemporáneo é particularmente importante apresentar um projeto sobre a arte da América Latina no Museo Jumex. Através da liderança da Solomon R. Guggenheim Foundation and Museum e a visão ampla de Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP América Latina, o projeto MAP está lançando um programa de atividades que irá incrementar o diálogo entre os agentes culturais nas Américas Central e do Sul”, afirma Patrick Charpenel, diretor do Museo Jumex.
A montagem de Under the Same Sun em Nova York tem cerca de 50 obras contemporâneas de 40 artistas e duplas representando 15 países – Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Peru, Porto Rico (EUA), Uruguai e Venezuela. Essas obras foram adquiridas pelo Guggenheim sob os auspícios do Fundo de Aquisições do Guggenheim UBS MAP.
Para cada uma das exposições – no MAM e no Museo Jumex – Pablo León de la Barra e a equipe do Guggenheim irão trabalhar junto com as equipes próprias dos museus para adaptar a exposição ao público local. Além disso, os responsáveis pelos projetos educativos de cada instituição irão trabalhar juntos para o desenvolvimento de ações para o público e para os estudantes, realizadas tanto nos museus como online.
Sob o mesmo Sol: Arte da América Latina hoje é organizada por Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP Curator América Latina. Nancy Spector, vice-diretora e curadora-chefe da Solomon R. Guggenheim Foundation, em Nova York, e Joan Young, diretora de assuntos curatoriais do Solomon R. Guggenheim Museum, colaboram na supervisão curatorial do projeto.
Sobre Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative
Lançado em abril de 2012, o projeto Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative é uma colaboração plurianual que reúne arte contemporânea de três regiões geográficas – sul e sudeste da Ásia, América Latina e Oriente Médio/Norte da África - e inclui residências curatoriais, exposições internacionais itinerantes, programação educacional voltada para públicos específicos e aquisições para o acervo permanente do Guggenheim. Todas as obras foram adquiridas recentemente pelo acervo do Guggenheim com o patrocínio do Guggenheim UBS MAP Purchase Fund. A iniciativa fortalece e reflete a eminente história de internacionazação da Fundação Guggenheim e enriquece o patrimônio de arte do Guggenheim dessas comunidades dinâmicas.
SERVIÇO
Sob o mesmo Sol: arte da América Latina hoje
Local: Solomon R. Guggenheim Museum, 1071 Fifth Avenue, Nova York /
2o. e 4o. andares do Anexo; Monitor 4; Thannhauser 4; e New Media Theater
DatA: 13 de junho a 1º de outubro de 2014
Museu de Arte Moderna de São Paulo e Museo Jumex, na Cidade do México, vão receber a exposição "Sob o mesmo Sol: arte da América Latina hoje"
A Solomon R. Guggenheim Foundation and Museum anuncia hoje que Sob o mesmo Sol: Arte da América Latina Hoje, segunda exposição do projeto Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative (MAP), será apresentada no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, Brasil, de abril a junho de 2015, e no Museo Jumex, na Cidade do México, México, no segundo semestre de 2015, após sua exibição no Museu Solomon R. Guggenheim, entre 13 de junho a 1 de outubro de 2014.
Organizada por Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP América Latina, Sob o mesmo Sol examina as mais significativas práticas de arte contemporânea na América Latina hoje. O Museu de Arte Moderna é um dos principais museus de arte moderna e contemporânea no Brasil, e foi pioneiro em projetos educacionais em museus no país. O Museo Jumex é parte da Fundación Jumex Arte Contemporáneo, criada para promover a produção, análise e pesquisa de arte contemporânea, e para desenvolver novos projetos de apoio à Arte e à Cultura.
“Estamos muito satisfeitos em trabalhar com duas instituições tão significantes na segunda fase do projeto Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative: o Museu de Arte Moderna de São Paolo e o Museo Jumex na Cidade do México, no México. A grande força desta iniciativa multi-facetada, lançada em abril de 2012 com grande suporte de nosso colaborador UBS, é que nos permite ir além dos muros de nosso museu e engajar artistas, curadores, educadores e público de uma grande parte do mundo, incluindo a América Latina”, afirma Richard Armstrong, diretor do Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation.
"Estamos muito honrados em receber a nova coleção de arte da América Latina da Solomon R. Guggenheim Museum and Foundation, que vai possibilitar ao público brasileiro uma reflexão contemporânea sobre nossa cultura regional. Colaborar com uma instituição de importância global como a Solomon R. Guggenheim Foundation and Museum também vai trazer novas perspectivas para as atividades educacionais nos museus, que é um aspecto fundamental de nossa missão", declara Milú Villela, presidente do Museu de Arte Moderna de São Paulo.
“Para a Fundación Jumex Arte Contemporáneo é particularmente importante apresentar um projeto sobre a arte da América Latina no Museo Jumex. Através da liderança da Solomon R. Guggenheim Foundation and Museum e a visão ampla de Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP América Latina, o projeto MAP está lançando um programa de atividades que irá incrementar o diálogo entre os agentes culturais nas Américas Central e do Sul”, afirma Patrick Charpenel, diretor do Museo Jumex.
A montagem de Under the Same Sun em Nova York tem cerca de 50 obras contemporâneas de 40 artistas e duplas representando 15 países – Argentina, Bolívia, Brasil, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, Guatemala, Honduras, México, Panamá, Peru, Porto Rico (EUA), Uruguai e Venezuela. Essas obras foram adquiridas pelo Guggenheim sob os auspícios do Fundo de Aquisições do Guggenheim UBS MAP.
Para cada uma das exposições – no MAM e no Museo Jumex – Pablo León de la Barra e a equipe do Guggenheim irão trabalhar junto com as equipes próprias dos museus para adaptar a exposição ao público local. Além disso, os responsáveis pelos projetos educativos de cada instituição irão trabalhar juntos para o desenvolvimento de ações para o público e para os estudantes, realizadas tanto nos museus como online.
Sob o mesmo Sol: Arte da América Latina hoje é organizada por Pablo León de la Barra, curador do Guggenheim UBS MAP Curator América Latina. Nancy Spector, vice-diretora e curadora-chefe da Solomon R. Guggenheim Foundation, em Nova York, e Joan Young, diretora de assuntos curatoriais do Solomon R. Guggenheim Museum, colaboram na supervisão curatorial do projeto.
Sobre Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative
Lançado em abril de 2012, o projeto Guggenheim UBS MAP Global Art Initiative é uma colaboração plurianual que reúne arte contemporânea de três regiões geográficas – sul e sudeste da Ásia, América Latina e Oriente Médio/Norte da África - e inclui residências curatoriais, exposições internacionais itinerantes, programação educacional voltada para públicos específicos e aquisições para o acervo permanente do Guggenheim. Todas as obras foram adquiridas recentemente pelo acervo do Guggenheim com o patrocínio do Guggenheim UBS MAP Purchase Fund. A iniciativa fortalece e reflete a eminente história de internacionazação da Fundação Guggenheim e enriquece o patrimônio de arte do Guggenheim dessas comunidades dinâmicas.
SERVIÇO
Sob o mesmo Sol: arte da América Latina hoje
Local: Solomon R. Guggenheim Museum, 1071 Fifth Avenue, Nova York /
2o. e 4o. andares do Anexo; Monitor 4; Thannhauser 4; e New Media Theater
DatA: 13 de junho a 1º de outubro de 2014
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