Brasterra Imóveis comemora seus 30 anos e lança série com depoimentos de clientes em suas redes sociais

A Brasterra Imóveis completa seus 30 anos de existência de maneira especial. Responsável por empreendimentos de alto padrão em Guaramiranga, Porto das Dunas e Flecheiras, a empresa lançou uma série de depoimentos com clientes que fazem parte da história da construtora.
"É uma forma de contar a nossa história sob o olhar dos nossos clientes. Pessoas que estão conosco há anos e que acreditam no trabalho, dedicação e compromisso que só a Brasterra entrega", destaca o sócio-proprietário e diretor da Brasterra, Luís Nunes. 
O arquiteto Álvaro de Oliveira afirma que a relação com a construtora é de gratidão. "Gratidão por ter propiciado tanta qualidade e beleza, além da possibilidade de viver uma vida que almejei. Parabéns pelos 30 anos", declarou. 
Já o executivo de uma multinacional, Alexandre Martins, lembra que conheceu a Brasterra por meio de um colega de trabalho. "Um colega tinha duas casas em um empreendimento do grupo. Fiquei interessado e aproveitei para comprar", revela.
Ele cita a relação com os sócios da construtora. "O Luis e o Flávio sempre foram muito atenciosos. E a minha experiência no imóvel é muito satisfatória. Minha esposa e filhos adoram, o local é arborizado, tranquilo e bom para descansar", completa.
Por fim, o executivo comenta os principais diferenciais da Brasterra. "Os proprietários são sempre muito atenciosos e prestativos. Acabamos criando uma relação em função do vínculo gerado com eles. Isso traz confiança que é muito importante em uma negociação. Eu indico para os meus amigos que conheçam a Brasterra", finaliza.
A série conta com depoimentos mensais dos clientes e chega para chancelar ainda mais a credibilidade e prestigio da construtora entre os cearenses.

K’Os Coletivo realiza workshop gratuito com foco na primeira infância em Fortaleza

Projeto idealizado pelo grupo tem o objetivo de promover o teatro para bebês, bem como estimular o trabalho de pesquisa sobre as artes cênicas voltadas para crianças a partir de seis mesesTá chegando em Fortaleza, nos dias 26 e 27 de maio, o projeto “Na Cadeirinha - Uma viagem ao Teatro para Bebês”. Idealizado pelo grupo K’Os Coletivo, a ação busca investir na primeira infância, amplificando a capacidade transformadora e criativa, incitando a formação de plateia desde a tenra idade. Todas as atividades (apresentação teatral e workshop) são gratuitas e presenciais.

Algumas cidades do interior do estado já foram contempladas na primeira etapa do projeto, que passou por Quixadá, Iguatu, Crato e Juazeiro do Norte. Agora, na segunda etapa, é a vez de Fortaleza, além de Itapiúna, Baturité e Guaiúba. O projeto tem apoio cultural da Secretaria de Cultura do Estado do Ceará, por meio do II Edital Cultura e Infância.

Workshop
Um dos destaques da programação é o Workshop “Como trabalhar com Teatro para a Primeira Infância”, destinado a artistas, grupos artísticos, estudantes, educadores e demais interessados no tema. A atividade, voltada para o público com idade a partir de 14 anos, tem o objetivo de semear a pesquisa do grupo K’Os Coletivo.  A ideia é estimular produções e estudos voltados a esse gênero peculiar, que é o teatro na primeira infância, nas cidades onde o projeto irá passar. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no formulário que está disponível através do link: https://bit.ly/3YJyXdy

Teatro para a primeira infância
Também acontecem, pelo projeto, sessões do espetáculo ‘D. Menina’, sendo uma acessível a surdos e cegos. Com duração de 30 minutos, a peça é reconhecida como uma das primeiras montagens de Teatro para Bebês do Ceará. Voltada para crianças a partir de 6 meses, ela vai ser encenada em creches/instituições educacionais das oito cidades contempladas pelo projeto. Em Fortaleza, o espetáculo será apresentado no Theatro José de Alencar nos dias 27/05, às 17h, aberto ao público, e 29/05, às 9h, em sessão exclusiva com crianças e profissionais do Instituto Hélio Góes e Instituto Filippo Smaldone.

Dona Menina é uma singela senhorinha, que toca acordeon e cuida de plantas, enquanto estima seu bichinho de estimação, que é sua companhia. Sem falas, a peça brinca com a poesia imagética e com a musicalidade, criando um ambiente sonoro construído com trilha produzida ao vivo. A obra, que propaga processos sensíveis e instiga perspectivas futuras (e presentes) de formação de plateia, apresenta essa senhorinha que gosta de coisas simples presentes no seu microuniverso, que cria empatia e catarse, ao revelar o medo da perda.

“A obra traz ao público emoções singelas, mas comuns à humanidade, adentrando o campo das sensações que instiga ao estado poético. O espetáculo e o workshop propostos neste projeto são atividades artísticas focadas não apenas na mera reprodução teatral, mas na propagação de processos sensíveis, tanto para crianças, público-alvo direto do projeto, como para artistas, educadores e estudantes que irão participar do workshop de formação”, destaca Aline Campêlo, atriz, palhaça, produtora Cultural e integrante do K’Os Coletivo.

Sobre o K’Os Coletivo
Criado em 2006, o grupo trabalha com multilinguagens, incluindo circo, teatro, literatura e música, apresentando espetáculos cênicos, contações de histórias e intervenções artísticas. Desenvolve também ações formativas (workshops, oficinas e intercâmbios) e realiza circulações, além de criar roteiros audiovisuais, textos literários e dramatúrgicos. As atividades do grupo são destinadas a público multigeracional.

SERVIÇO:
Projeto ‘Na Cadeirinha - Uma viagem ao Teatro para Bebês’
Inscrições para o Workshop Como trabalhar com Teatro para a Primeira Infância: https://bit.ly/3YJyXdy
Grátis
Classificação: 14 anos

Fortaleza
Dia: 26/05
Horário: 18h às 21h
Local: Theatro José de Alencar -  R. Liberato Barroso, 525 – Centro

Itapiúna:
Dia: 31 de Maio, de 9h às 12h
Local: Secretaria do Trabalho e Assistência Social
Endereço: Rua Firmino Antunes, 99, Centro, Itapiúna – CE, 62740000

Baturité:
Dia: 31 de Maio, de 17h às 20h
Local: EEEP Olinto Arruda
Endereço: CE-356, Km 05 - Sanharão, Baturité - CE, 62760-000

Guaiúba:
Dia: 02 de Junho, de 17h às 20h
Local: Centro de Educação, Arte e Cultura - CEARC / Teatro Municipal
Endereço: Rua Rodolfo Teófilo, 02 , Centro, Guaiúba - CE, 61890-000
*Programação sujeita a alterações.

 

12º Festival TIC une o teatro infantil à conscientização sobre a preservação da natureza

“Somos Natureza” é o tema desta edição, que acontece de 31 de maio a 02 de julho de 2023 em sete cidades do Ceará, 100% acessível, com 50 apresentações gratuitas

Estreia de espetáculos de música e teatro para crianças, 50 apresentações gratuitas em sete cidades, oficinas com material reciclável, feira de troca de livros e brinquedos, e neutralização da emissão dos Gases de Efeito Estufa. Toda essa programação, que acontecerá de 31 de maio a 02 de julho, vai marcar o 12º TIC - Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará, evento consolidado como um projeto de democratização do acesso à cultura às crianças, aliado a uma proposta educativa, promovendo valores relacionados à diversidade, à educação e ao meio-ambiente.

ONDE E QUANDO
Fortaleza abre e fecha o 12º TIC, com programação no dia 31 de maio e nos dias 01 e 02 de julho. Entre essas datas, o festival estará em Maracanaú (04 e 05/jun), Maranguape (06/jun), Russas (11 e 12/jun), Quixeramobim (18 e 19/jun), Itapipoca (25 e 26/jun) e Sobral (27 a 30/jun e 01/jul). Antes da programação de espetáculos do 12º TIC, de 29 de maio a 02 de junho acontecerá o Seminário Virtual Arte e Educação. Toda a programação é gratuita e 100% acessível, com tradução em Libras e Audiodescrição. Só não haverá Libras e Audiodescrição na programação que acontecerá nas escolas que, comprovadamente, não tiverem alunos com estas necessidades.

ESTREIAS
Já é tradição no TIC a estreia de espetáculos, de teatro e música. Na 12ª edição, duas novas produções entram em cena pela primeira vez. Uma delas é “João Preguiça”, da Cia Prisma. O espetáculo é uma continuação da cômica saga de “João Sortudo”, um dos grandes sucessos das artes cênicas para crianças no Ceará, que já realizou quase 200 apresentações desde 2013. Quem também terá estreia no TIC é a cantora Lorena Nunes, um dos nomes mais atuantes da nova geração de intérpretes e compositores cearenses. Ela apresenta “Xirezim”, uma festa ancestral para crianças de todas as idades, celebrando ritmos africanos, afro-brasileiros e da cultura regional nordestina. O novo show da cantora conta com a participação dos artistas Gustavo Portela e Orlângelo Leal.

FEIRA DE TROCAS E DOAÇÃO DE LIVROS E BRINQUEDOS
Uma experiência que encantou o público infantil em todas as cidades onde o TIC aconteceu em 2022, e que acontecerá novamente no 12º TIC, é a Feira de Trocas e Doação de Livros e Brinquedos. O objetivo é incentivar a troca de objetos que não são mais usados por outros que possam ser úteis para outras pessoas. Se uma criança tem em casa algum brinquedo ou livro que não quer mais, pode trocar por outro que outra pessoa não quer mais também. Ou então, se preferir, pode doar para que outras crianças possam aproveitá-lo. Os itens que forem arrecadados serão doados para projetos sociais que atendem crianças em Fortaleza. Com esta ação, o TIC reforça sua defesa à preservação do meio ambiente, alertando crianças e adultos sobre a importância do consumo consciente. Esta iniciativa é inspirada no movimento criado pelo programa Criança e Consumo, do Instituto Alana.

FORTALEZA
Com sessões exclusivas para escolas, a programação de espetáculos começa no dia 31 de maio no Theatro José de Alencar, em Fortaleza, com o espetáculo “Napoleão”, do grupo Pavilhão da Magnólia. Vão ser sessões com tradução em Libras e audiodescrição. Na plateia, crianças sem e com deficiência auditiva, visual, intelectual e com mobilidade reduzida, que serão levadas pelo TIC em transporte exclusivo.
Depois disso, o TIC segue em circulação por outras cidades cearenses, voltando à capital no início de julho, com uma programação para marcar a abertura das férias de meio do ano e para fechar a 12ª edição do festival. Será nos dias 1 e 2 de julho (sábado e domingo), a partir das 17h, começando no Centro Cultural Porto Dragão e seguindo para o Teatro Dragão do Mar e o Espaço Arena, ambos no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, onde vão acontecer espetáculos além da Feira de Trocas e Doação de Livros e Brinquedos e Oficina de Confecção de Bonecos com Material Reciclável.
No Centro Cultural Porto Dragão, o TIC apresenta “As Canções de Makuru”, para crianças de seis meses a 4 anos. É um espetáculo que mescla música e audiovisual realizado pela Bebelume, plataforma de produções artísticas para a primeira infância radicada em Brasília.
No Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, no sábado, a partir das 17h30, as atrações são o grupo de teatro Blitz com “Bia e Luca Contra o Dr. Desperdício”, a Cia Prisma com espetáculo “João Preguiça” e a cantora Lorena Nunes, com seu show dançante para o público infantil. No domingo, as atrações, a partir das 17h, vão ser o DJ Miau, o espetáculo “O Pequeno Herói Preto", de Júnior Dantas (RJ) e, encerrando a edição, a Cia. Mevitevendo (SP) com “Theatro Misterioso”.

MARACANAÚ
No dia 04 de junho (domingo) o TIC chega à Praça da Estação de Maracanaú. A programação acontecerá a partir das 18h30, começando com DJ Miau. Será em Maracanaú a estreia do espetáculo “João Preguiça”, da Cia Prisma e, fechando a programação na cidade, a banda Dona Zefinha apresenta o show “O circo sem teto da lona furada dos bufões”. Feira de Troca e Doação de Livros e Brinquedos e Oficina de Confecção de Bonecos com Material Reciclável, organizadas pelo festival, acontecem no local, paralelamente a programação de espetáculos.
Na segunda-feira o TIC vai para as quadras de duas escolas públicas, a EMEIEF Construindo Saber e a EMEF Evandro Ayres de Moura, cada uma com duas sessões, uma de manhã e uma à tarde. A primeira recebe o grupo de teatro Blitz com “Bia e Luca contra o Dr. Desperdício”, seguido de debate do grupo com os alunos e, na segunda escola, as crianças vão assistir ao espetáculo “Para onde vão as meias quando elas desaparecem?”, do Coletivo We.

MARANGUAPE
Em Maranguape, o TIC estará no dia 06 de junho, com uma programação exclusiva para alunos de duas escolas públicas: Escola Municipal de Direitos Humanos e EMEF João Cirino Nogueira. As crianças vão conferir os espetáculos do grupo de teatro Blitz e do Coletivo We.

RUSSAS
Em Russas, o domingo, 11 de junho, será de espetáculos do TIC para crianças de todas as idades. A programação será no Galpão das Artes, com abertura às 18h30 a cargo do DJ Miau. Na sequência, “João Preguiça”, da Cia Prisma, e  banda Dona Zefinha, com o show “O circo sem teto da lona furada dos bufões”. No local, durante o TIC, o público contará com a Feira de Trocas e Doação de Livros e Brinquedos e Oficina de Confecção de Bonecos com Material Reciclável.
Na segunda-feira, dia 12, o TIC estará em três escolas públicas de Russas, onde, em cada uma, haverá espetáculo com um grupo de teatro convidado. São eles: “Bia e Luca contra o Dr. Desperdício”, do grupo de teatro Blitz, que realiza debate após a apresentação, “Para onde vão as meias quando elas desaparecem?”, do Coletivo We, e “João Preguiça”, da Cia Prisma. As instituições que vão receber o TIC são: EMEIEF Coração de Jesus, Escola CAIC Francisco Agaci Fernandes da Silva e EMEIEF Raimundo Pelópidas de Araújo.

QUIXERAMOBIM  
A cidade de Quixeramobim recebe o 12º TIC nos dias 18 (domingo) e 19 de junho (segunda-feira). O público da cidade poderá conferir o festival no domingo a partir das 18h30 na Praça da Prefeitura. Depois do DJ Miau, que abre a programação, a criançada vai se divertir com o espetáculo “João Preguiça”, da Cia Prisma, e com a banda Dona Zefinha, apresentando o show “O circo sem teto da lona furada dos bufões”. Feira de Trocas e Doação de Livros e Brinquedos e Oficina de Confecção de Bonecos com Material Reciclável acontecem no local durante a programação.
Na segunda-feira, dia 19, duas escolas públicas municipais vão receber espetáculos do TIC: “Bia e Luca contra o Dr. Desperdício”, do grupo de teatro Blitz, seguido de debate, e “João Preguiça”, da Cia Prisma. As escolas contempladas são a EEF Dona Mundoca e EEF Teresa Heloísa Saraiva Câmara.
 
ITAPIPOCA
No domingo, 25 de junho, é a vez do público de Itapipoca se divertir com a programação do 12º TIC, a partir das 18h30 na Praça da Prefeitura. Depois do DJ Miau, que abre a programação, o grupo K'Os Coletivo apresenta “Guerra de Cup & Cake” e, na sequência, acontece a estreia do show “Xirezim”, da cantora Lorena Nunes. Assim como nas outras cidades que recebem o TIC, em Itapipoca também haverá no local Feira de Trocas e Doação de Livros e Brinquedos e Oficina de Confecção de Bonecos com Material Reciclável, durante a programação.
Na segunda-feira, dia 26, o TIC levará espetáculos a três instituições de ensino de Itapipoca: “João Preguiça”, da Cia Prisma, na CE Maria Magalhães - Cacimbas - Sede Urbana; “Para onde vão as meias quando elas desaparecem?”, do Coletivo We, na EEB Francisca de Morais - Cacimbas - Sede Urbana; e, na EEB Dr. Péricles Fernandes Teixeira, o grupo de teatro Blitz apresenta “Bia e Luca contra o Dr. Desperdício” e, em seguida, participa de debate com os alunos. Em cada instituição, o grupo de teatro convidado fará uma apresentação para a turma da manhã e uma para os alunos da tarde.

SOBRAL
No dia 27 de junho o TIC chega a Sobral para cinco dias de festival. Até o dia 30 (sexta-feira), acontecerá no Theatro São João, com sessões exclusivas para escolas públicas. No dia 1º de julho a programação será para o público em geral, a partir das 18h30 no Boulevard do Arco, abrindo as comemorações de 250 anos da cidade de Sobral, que é festejada no dia 05 de julho. Será o aniversário de Sobral para crianças, com o DJ Miau, “Theatro Misterioso”, da Cia. Mevitevendo (SP), e banda Dona Zefinha (CE) apresentando o show “O circo sem teto da lona furada dos bufões”. No local, o público contará também com Feira de Trocas e Doação de Livros e Brinquedos e Oficina de Confecção de Bonecos com Material Reciclável.
Nos três primeiros dias (27 a 29), as sessões de espetáculos no Theatro São João para escolas vão ser voltadas para alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. No dia 27, o Coletivo WE apresenta “Para onde vão as meias quando elas desaparecem?”; no dia 28, o grupo de teatro Blitz encena “Bia e Luca Contra o Dr. Desperdício” espetáculo seguido de debate com a plateia; e no dia 29, a atração é “Theatro Misterioso”, da Cia. Mevitevendo (SP).
No dia 30 (sexta-feira), a programação será especialmente para alunos da Educação Infantil. Em cena, “As Canções de Makuru”, espetáculo que mescla música e audiovisual realizado pela Bebelume, plataforma de produções artísticas para a primeira infância radicada em Brasília.

SEMINÁRIO ARTE E EDUCAÇÃO
O Seminário Virtual Arte e Educação, acontece de 29 de maio a 02 de junho com um webinar a cada dia, das 18h às 19h, sobre um tema relacionado às artes cênicas na educação básica. Destinado a educadores, o seminário tem inscrição gratuita e garantirá certificado para quem estiver inscrito e comparecer às transmissões ao vivo. A transmissão será ao vivo no canal da Invento no YouTube: https://youtube.com/InventoProducoesCulturais. O formulário de inscrição pode ser acessado no site do festival (www.festivaltic.com.br), onde também estão todos os detalhes da programação.

No dia 29 de maio, Marcelo Romagnoli (autor e diretor de Teatro) fala sobre “Teatro e Educação: caminhos que se cruzam”; no dia 30, o webinar é com Flávio Desgranges (professor de Artes Cênicas e mestre e doutor em Educação) sobre “Teatro na Escola: da criação à mediação”; no dia 31, Taís Ferreira (atriz, professora de Teatro, mestre em Educação e doutora em Artes Cênicas) fala sobre “Artes Cênicas na Educação Básica”; no dia 01 de junho, o webinar é com Sandra Vargas (atriz e diretora de Teatro de Animação) sobre “Teatro de Animação para Crianças”; e, para encerrar, no dia 02, a palestra é de Maria Fonseca Falkembach (coreógrafa, professora, mestra em Teatro e doutora em Educação) com o tema “A docência da dança na escola”.

CARBONO ZERO
A exemplo das edições anteriores, o 12º TIC levanta a bandeira em defesa do Meio Ambiente. Ao longo da realização do festival, a emissão de gases de efeito estufa será calculada e neutralizada com a plantação de mudas de árvores nativas em áreas de reflorestamento no Ceará.

SERVIÇO
12º TIC – Festival Internacional de Teatro Infantil do Ceará – Fortaleza (31/maio), Maracanaú (04 e 05/jun), Maranguape (06/jun), Russas (11 e 12/jun), Quixeramobim (18 e 19/jun), Itapipoca (25 e 26/jun), Sobral (27 a 30/jun e 01/jul) e Fortaleza (01 e 02/jul). Toda a programação tem acesso gratuito. Mais informações: www.festivaltic.com.br. Facebook: www.facebook.com/festivaltic. Instagram: www.instagram.com/festivaltic.

 

Lio Experience agita o Restaurante Zoi com première exclusiva para convidados

Referência na culinária Nikkei, a Lio Experience foi apresentado no Zoi Restaurante, durante evento exclusivo nesta quarta-feira (17). Para a apresentação do cardápio, que combina ingredientes de alta qualidade e reúne a gastronomia peruana e japonesa, os gestores do Colosso reuniram um grupo seleto de convidados.

Entre jornalistas, formadores de opinião, o momento contou também com a presença de alguns influenciadores, como Carol Yamazaki, Giuliana Botelho, Camila Lima, Nara Feijó, Maria Clara Amaral, entre outros. 

O menu contou com itens selecionados do cardápio, como opções de sushis autorais, além de pratos que conquistaram o gosto do público e agora voltam a estar disponíveis para consumo em um ambiente requintado e aconchegante. 

Desde quinta-feira (18), a Lio Experience estará disponível para o público geral. 

Sobre o Lio Restaurante

Surgido inicialmente no delivery como dark kitchen e integrante do Grupo Colosso, o Lio Restaurante fez sucesso durante a pandemia e se destaca como referência em culinária Nikkei, que combina ingredientes de alta qualidade e reúne a gastronomia peruana e japonesa.

No menu, destacam-se as opções de frutos do mar, peixes, carnes, saladas e sushis nos pratos.

Pop Slices: A nova tendência em sobremesas chegou na Go Coffee

A rede, pioneira em café 'to go' no Brasil, decidiu ir além dos cafés autorais e vai ampliar também seu cardápio gastronômico
O mundo dos doces está em constante evolução, e uma nova tendência está dominando as sobremesas: as Slices, fatias de bolo ou torta com recheios elaborados. Essas deliciosas sobremesas individuais oferecem uma explosão de sabores em uma forma prática e irresistível de consumir.
Pensando nisso, a Go Coffee, rede pioneira em café 'to go' no Brasil, decidiu inovar mais uma vez, indo além dos cafés autorais e ampliando seu cardápio gastronômico. Dessa vez, a marca apresenta as Pop Slices, que estarão disponíveis a partir desta sexta-feira, dia 19 de maio, em todas as unidades da rede espalhadas pelo país.
“As nossas Pop Slices foram cuidadosamente criadas para oferecer aos clientes uma opção de doce diferenciada para ser apreciada no meio da tarde ou como uma sobremesa pós-almoço, criando uma experiência única de sabores em porções individuais”, comenta Elói Ferreira, sócio fundador da Go Coffee.
As Pop Slices chegam com cinco sabores irresistíveis, como o clássico Chococake, de chocolate intenso, e a divertida Rainbow, com seu arco-íris de cores e sabores. Há ainda a opção de Chocoleite, com a incrível combinação de chocolate com doce de leite, e Pop Berries, no sabor cheesecake. Por fim, para os fãs da palha italiana, o novo cardápio contempla também a Pop Italiana.
Para mais informações, acesse o perfil oficial da Go Coffee no Instagram (@gocoffeebrasil)

Simone Mendes disponibiliza faixa inédita "Me esquece por enquanto"

Música faz parte do projeto "Cintilante  - Vol 1" e acompanha registro audiovisual 

Para comemorar o sucesso do hit "Erro Gostoso", Simone Mendes divulga a faixa de seu projeto "Cintilante - Vol.1". Para a alegria dos fãs, a nova música, intitulada "Me esquece por enquanto", chega acompanha de clipe. Ouça e baixe aqui: https://umusicbrazil.lnk.to/CintilanteVol1 . "Estou muito feliz com todo alcance e destaque que Cintilante vem alcançando. Meu coração é só gratidão e alegria por tudo que estou vivendo", disse Simone Mendes.
O projeto, gravado em dezembro de 2022, ultrapassa 358 milhões de streams no Spotify e alcançou o segundo lugar do Top 50 da plataforma. Já o single "Erro Gostoso" segue quebrando recordes. O megahit estreou no Top 200 Global, principal parada musical do streaming, e ocupa a terceiro colocação no Top 10 brasileiro. No YouTube, Erro Gostoso tornou-se Top 1 nos vídeos em alta e ultrapassou 70 milhões de acessos!
Uma das artistas mais queridas do Brasil, Simone também bomba nas redes sociais. No Instagram, figura no pódio das cantoras brasileiras com maior quantidade de seguidores (36,3 milhões de fãs).
O sucesso se repete no TikTok, onde ela aparece entre as cantoras mais seguidas do país (15,3 milhões). Simone ainda mantém perfis no YouTube (4,8 milhões de inscritos) e no Twitter (663,8 mil seguidores).

Sítio Ingá: um aconchego em contato com a natureza e a espiritualidade

Localizado em Guaramiranga, a 100 km de Fortaleza o espaço proporciona lazer e descanso para o público de diferentes idades
A correria do dia a dia como: barulho do trânsito, trabalho, deixar filhos na escola e muita poluição, muitas vezes deixa a natureza passar despercebida. Apesar dessa rotina, muitas pessoas buscam um lugar para recarregar as energias e diminuir o estresse, além do lazer com toda a família. 
Diante desse cenário, o Sítio Ingá, localizado na serra de Guaramiranga, a 100 km de Fortaleza, foi criado para proporcionar descanso e uma vasta opção de lazer para todos os tipos de público. 
De acordo com a idealizadora do empreendimento, Neelen Maria, o acolhimento é um dos principais destaques no ambiente em meio a natureza. “É um local onde todas as pessoas se sentem acolhidas. Ideal para fugir da correria estressante da cidade e se restabelecer com o melhor que a natureza pode proporcionar, com muito relaxamento e beleza”, pontua.
Com um amplo espaço para lazer, yoga, terapias e atividades físicas como trilhas, além de banho de cachoeira e açude, muitas pessoas encontram no local um refúgio do barulho da cidade. Com uma área verde e um pôr do sol de dar inveja, os hóspedes participam de uma experiência única. 
Além do conforto, lazer, paz e muito descanso, o espaço proporciona aos seus visitantes um cardápio completo de refeições preparadas com ingredientes frescos. "Nosso cardápio é selecionado, com vasta opções de frutas, legumes e verduras.", explica Neelen. 
Visando um estilo de vida mais saudável, carne vermelha e bebidas alcoólicas não fazem parte do cardápio. Mas os hóspedes não precisam se preocupar pois encontram no cardápio ovos, frango e laticínios.
Pioneiro no Ceará, o espaço foi projetado para aqueles que desejam um bem-estar sem abrir mão do conforto. 
O espaço conta com grandes quantidades de cristais, templo que remete à Índia e são muito usados para fazer meditação. Os quartos são equipados com lareira, remetendo a um sentimento de união, família e aconchego. Também está aberto para receber grupos corporativos e grupos de terapias holísticas. "É uma forma de as pessoas interagirem e criar laços de conexão em meio à natureza", ressalta. 
E para aqueles que amam uma aventura, o espaço oferece serviço de camping para os mochileiros de plantão. As diárias dos apartamentos tem valores a partir de R$ 180,00 por casal com café da manhã.
Conheça melhor esse pedaço de paraíso no Ceará e viva essa experiência incrível em contato com a natureza. Para reservas entre em contato através do número: (85) 99914-2600 ou para mais informações basta seguir a página no Instagram @sitioingaguaramiranga.

Projeto Pôr do Sol Fortaleza deste domingo (21/05) traz ao palco Banda Reite

O evento retornou no último domingo e segue para sua segunda edição de 2023

A Banda Reite é a atração do Projeto Pôr do Sol Fortaleza deste domingo (21/05), a partir das 17h, ao lado do Espigão do Náutico. O grupo musical promete agitar o público com seu repertório que envolve todos os gêneros musicais, indo do rock ao piseiro, dos anos 60 aos dias atuais, com uma pegada única e surpreendente.

O Pôr do Sol Fortaleza acontece por meio de uma parceria entre as secretarias municipais do Turismo e da Cultura, que busca enaltecer o pôr do sol da Beira-Mar de Fortaleza, levando música aos que passeiam pelo calçadão, além de valorizar os artistas locais.

Banda Reite

Com mais de 2 mil shows realizados, a banda composta por quatro integrantes já participou de grandes eventos, como Ceará Music, Férias no Ceará e abertura de shows de grandes nomes da música nacional, entre eles Jota Quest, Nando Reis, Zé Ramalho, Blitz, Biquini Cavadão, Kid Abelha, Barão Vermelho, Ivete Sangalo, Roberta Sá e Roupa Nova.

Serviço

Projeto Pôr do Sol Fortaleza

Data: 21/05 (domingo)

Horário: 17h

Local: Ao lado do Espigão do Náutico

Acesso gratuito

MODA: Senac lança 2° Edição do Concurso Jovens Criadores

Para encerrar a primeira edição do concurso Jovens Criadores Senac, foi realizado desfile apresentando a coleção desenvolvida pelo vencedor Caio Nascimento, no sábado (13). Na ocasião, o Senac Ceará anunciou o lançamento da segunda edição do concurso, que visa promover a criatividade dos participantes, fomentar a cultura, estimular e descobrir novos talentos da moda. O evento, realizado no Senac Aldeota, foi prestigiado por profissionais e estudantes da área, imprensa, formadores de opinião e gestores do Sistema Fecomércio Ceará.
“O Sistema tem contribuído para que a moda do Ceará possa continuar crescendo, dando oportunidades para jovens como o Caio, que mora no Sertão Central, para que esses realizem os seus sonhos”, disse o presidente do Sistema Fecomércio Ceará, Luiz Gastão Bittencourt. Ele anunciou ainda que a premiação da nova edição do concurso Jovens Criadores Senac será em abril de 2024, em evento de Moda que reunirá empresários do segmento, visando abrir portas do mercado para novos talentos. 

Sobre o concurso
Ao vencer o concurso em 2022, Caio Nascimento recebeu um prêmio de R$ 15 mil, mentorias de moda e apoio dos laboratórios do Senac para desenvolver essa coleção – para a qual ele recebeu R$ 5 mil destinados ao desenvolvimento das peças que também foram registradas em ensaio fotográfico e serão comercializadas em um ponto de venda em Fortaleza. As mentorias foram com os consultores externos David Lee, Eduardo Motta e representantes da Instituição, englobando não só o desenvolvimento da coleção, mas o rebranding da sua marca, que passa a se chamar Caïo.
O resultado é a nova coleção “As Ruas do Brasil”, que traz 11 looks em que se destacam a valorização da produção artesanal do Sertão Central do Ceará, “com uma pegada jovem e contemporânea”. Cores vibrantes e a técnica de alfaiataria também se sobressaem nas novas criações do estilista de Quixeramobim.
Em 2023, o concurso segue com o lançamento de processo seletivo gratuito, com divulgação do regulamento e inscrições on-line. Entre as novidades dessa edição, está o enfoque na valorização da cultura cearense revestida no tema “Da tradição à economia criativa: a moda conectada com o consumo consciente e sustentável”. Portanto, para fomentar o regionalismo, o fortalecimento de um ecossistema de reuso e a preservação ambiental, todo o processo criativo vai se basear na metodologia upcycling.
Vale ressaltar que a segunda edição dos Jovens Criadores contará com o processo de consultoria e mentoria, com nomes de destaque no mercado nacional da Moda. “Além disso, estamos ampliando o espaço de criatividade, aumentando a quantidade de desfiles ao contemplar os vencedores dos três primeiros lugares. A ideia é dar mais visibilidade aos nossos talentos”, destaca a diretora Regional do Senac Ceará, Débora Sombra.

Mais informações: https://lp.ce.senac.br/jovenscriadores

ENTREVISTA: Valéria Pinheiro e a celebração da ancestralidade feminina através da dança

Coreógrafa cearense deu entrevista ao DIVIRTA-CE falando sobre a carreira e seu novo espetáculo "Touro Bull"
Valéria Pinheiro é uma das mais destacadas coreógrafas e dançarinas do cenário cultural cearense. Sua trajetória é marcada por uma forte influência da cultura caririense, que ganhou ainda mais destaque em seu mais recente espetáculo, intitulado "Touro 'Bull'".
Em entrevista ao DIVIRTA-CE, Valéria compartilhou um pouco sobre o processo de criação do espetáculo, que tem como objetivo abordar de forma cênica a ancestralidade feminina a partir da perspectiva da cultura caririense. "A partir das minhas memórias, nasci e me criei em Juazeiro do Norte, reconstruí alguns dos arquétipos do imaginário nordestino em formato de uma sinfonia de sapateado, sapateios identitários brasileiros, trazendo os brinquedos e folguedos do Cariri que têm passos ritmados e batidas de pé", explicou a diretora.
Valéria também falou sobre a importância da cultura e do teatro para a sociedade: "O teatro sempre foi uma forma de escapar da realidade, mesmo em tempos de pandemia. É nossa responsabilidade enquanto artistas proporcionar esse momento de escape para o público. Além disso, o teatro também é uma forma de trazer reflexões importantes para a sociedade, de abrir portas e discutir temas relevantes". Com mais de 20 anos de carreira, Valéria Pinheiro é reconhecida no cenário cultural cearense por suas criações artísticas que dialogam com a cultura regional e a ancestralidade afrobrasileira. "Touro 'Bull'" é mais um exemplo da sua contribuição para a valorização e celebração da cultura caririense através da dança.

DIVIRTA-CE -  Quando começou seu interesse pela dança? Como foi seu início profissionalmente na carreira artística? Quais as maiores dificuldades da época? Quem são suas referências na dança?
VALÉRIA PINHEIRO - Eu na verdade me apaixonei pela dança quando estava terminando engenharia civil, ou seja, eu já era uma menina mulher de vinte anos. Terminei engenharia civil com vinte e um. Com vinte anos eu fiquei completamente apaixonada pela dança, porque eu vinha da patinação artística. Morava em Manaus, e em 1979 meus pais voltaram pra Fortaleza com a família inteira. Eu cheguei em Fortaleza perdida. Achei uma escola chamada ‘Sati Dance’ que tinha como dirigente Ticiana Fiuza e Sara Filomeno, e eu fiquei completamente apaixonada. Eu entrei na escola e fui abduzida pela dança, porque eu entendi que era aquilo que eu queria fazer. Então eu cheguei em casa, quase terminando engenharia civil, e olhei pra família e disse ‘gente, eu estou absolutamente apaixonada eu quero fazer isso’. Meu pai brincava e dizia ‘olha entra no momento que tu tiver tempo livre da faculdade’. Quando eu entrei naquela escola alguma coisa mexeu muito forte comigo. Porque eu senti que era sobre isso, era sobre esse corpo que eu queria estudar. Era sobre tudo que envolvia esse corpo e transversalizava de dança que me interessava naquele instante. E aí em 1980, quando eu termino engenharia civil, eu olho pra minha família e digo ‘olha está aqui o diploma, mas eu vou pro Rio de Janeiro, eu quero aprender uma técnica que se faz lá muito presente que era a dança contemporânea e que eu tava completamente apaixonada’. O meu pai tinha acabado de conseguir um emprego pra mim na Del Rio, uma empresa. Eu disse que ia fazer mestrado. Entrei na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) e vi que estava aberto a inscrição para análise de sistema. Os computadores nessa época estavam começando a aparecer. Eu fazia PUC de noite e de manhã eu cursava a Cal (Curso de Artes Laranjeiras), Tablado. Entrei pra um espaço chamado CAT que é Centro de Artes do Tempo, onde eu fazia aula de jazz, de balé clássico, de teatro, de sapateado, de tudo que você possa imaginar. E foi assim que eu comecei a pensar minha vida profissional. Começa aí minha grande jornada na dança, porque minhas referências era a ‘Bandança’ uma companhia de dança que já trabalhava com música ao vivo, que tinha na direção os Nardines, como eram chamados. Dentro da companhia trabalhava com a família Nardini, Tânia, Tony, Nádia, uma galera muito fértil que vinha trabalhando naquela época, trabalhavam com Elis Regina, Marli Tavares, Lennie Dale que eram minhas referências na dança e meus ídolos também. Porque eu queria na verdade ser uma bailarina como eles. Então, minhas referências na dança são eles. Eu sou contemporânea de Deborah Colker, por exemplo. 

DIVIRTA-CE - Você está em temporada com seu novo espetáculo, "Touro Bull". Como foi a repercussão, e qual a proposta de concepção desta peça?
VALÉRIA PINHEIRO - Sim, eu estou na temporada de Touro que está linda. A gente fez vários espetáculos no Cariri, conseguimos chegar em em Sousa, na Paraíba e foi mágico. Touro é um espetáculo que fala sobre esse universo feminino de uma força muito forte, universo esse que eu mergulho de cabeça em 2018 quando eu venho embora de Fortaleza e chego no sertão. Chegando no sertão foi bem difícil pra mim, porque eu fecho o Teatro das Marias, meio que deixo ali de lado a Companhia Vatá e preciso chegar no sertão pra me restabelecer, pra me refazer. Porque eu tive que fechar o Teatro das Manias por falta financeira mesmo. Eu havia perdido pai, perdido a mãe, que eram meus patrocinadores durante quase vinte anos com o Teatro das Marias em Fortaleza, onde eu tinha a sede da companhia. Enfim, uma mudança muito radical na política de uma forma geral, onde os elementos que tínhamos como políticas públicas foi absolutamente minguada a partir de 2018. A gente teve um desgoverno começando e foi bem complexo pra nós sem política pública, sem possibilidade nenhuma. Coloco o meu teatro num caminhão e chego na nas terras que eu herdei do meu pai, na zona rural de uma cidadezinha chamada Jati. Então esse primeiro ano foi um ano de muita observância, de muita quase resiliência mesmo. Foi olhando essas mulheres fortes do sertão que eu entendi que eu poderia me reerguer. Então nasce a minha forma de olhar o sertão de uma outra forma. Eu passei a olhar o sertão de uma forma pop eu diria, eu começo a me apaixonar muito fortemente pela cultura pop e a cultura de mulheres. Eu começo a olhar pra Lady Gaga, começo a olhar pra Madonna, para a própria Anitta, para mulheres que eu entendo como um uma fortaleza muito grande de visão de lugares e de olhando o mundo esse feminino, colocando o feminino como protagonista. E aí de repente eu me vejo no sertão vendo essas mulheres como protagonista. Porque isso é Touro, Touro é exatamente o meu olhar sobre essas mulheres e sobre essa força feminina que que na minha concepção é um touro. Touro porque touro tem aquela força que parece uma força masculina, mas, trazendo pro sincretismo e trazendo pro candomblé touro é o nascimento de Iansã que é uma das divindades mais fortes que a gente tem no nos orixás, enfim, mas isso é uma outra história. Então, nasce Touro na minha cabeça, a vontade de falar sobre esse feminino, a vontade de entender esse feminino. Porque esse feminino sou eu também. Eu sou filha desse sertão. Então toda a minha tristeza dá lugar a uma reconstrução de mim mesma. Eu passo por uma cirurgia difícil de prótese total de bacia, onde eu tenho que reaprender a andar, reaprender a quase existir, onde o meu medo de não dançar quase me engessa. Então, tudo que eu vejo no sertão me é impulso. Me é impulso olhar mulheres entre 50 a 90 anos de idade com um balde de água na cabeça andando quilômetros pra buscar, colocando o menino pra escola, menino pra cá, menino pra lá, cozinha, vai pra roça, volta no final do dia veste sua chita mais bonita, põe o seu batom vermelho e vai pro samba produzir alegria. É sobre esse feminino que eu me debrucei. E tive a alegria de ter comigo o Marcelo Paes de Carvalho que é um cara genial que chega pra mim e diz ‘Ok, Val, eu vou passar a filmar tudo que tu olhas no sertão’. É um cara que já está comigo há quase 20 anos e que tem viajado o mundo comigo e começa a me mostrar o meu próprio olhar sobre esse sertão. Porque de vez em quando eu ia pra roça me encontrar com mulheres e brincava de dançar, ele começa a me ver desse lugar e foi através desses pequenos vídeos que eu acho que nasce a minha vontade enorme de começar a dialogar com isso como argumento. A partir disso, eu convido Rodrigo Frota, que é um grande diretor de arte e digo, ‘Rodrigo, eu quero dialogar com uma carroça de boi, como é isso?’. E aí ele começa entrevistas comigo muito forte me acompanhando muito fortemente junto com Vinícius de Oliveira Oliveira que é o diretor da peça e entendendo a minha ancestralidade, a minha pessoa, essa mulher de quase sessenta e quatro anos. Ele cria carroça com elementos e signos geniais e a gente começa a levantar a obra e em outubro de 2022 nasce Touro ‘Bull’.

DIVIRTA-CE - Você foi dona do Teatro das Marias em Fortaleza. Como foi essa época? Quais os grandes momentos, memoráveis e do que você sente saudade?
VALÉRIA PINHEIRO - Falar do Teatro das Marias é uma das dores e alegrias maiores da minha vida. Eu vim embora do Rio de Janeiro em 2000. Eu cheguei no Rio em 1980 e fiquei até 2000. São vinte anos de Rio de Janeiro, vinte anos de muita produção, de muita construção, de muito tudo. Em 2000 eu resolvo voltar pra Fortaleza porque eu queria ficar mais perto, em especial do meu pai, que havia adoecido. Ele é um grande ídolo. E chegando em Fortaleza a coisa que eu mais sentia falta era da minha companhia de dança, que nasceu em 1994 lá no Rio de Janeiro. Era muito incentivada pelo meu pai e pelo Flávio Sampaio, que é quem me acolheu muito fortemente neste momento em Fortaleza. De imediato ele me chama pra ir ser uma das professoras da escola que acontecia no José de Alencar. Disse qu eu topava, desde que eu entre como aluna também. Era importante pra mim estar nesse lugar de produção de conhecimento porque era muito difícil não estar no Rio de Janeiro. Em meados do ano 2000 eu abro a minha companhia de dança. Meu primeiro espetáculo chamado ‘Bagaceira A Dança dos Mestres’ uma homenagem que eu faço ao meu pai e um mergulho muito forte no fazer e no saber dos mestres que tanto me inspiraram esse tempo no Rio de Janeiro. Em maio quando diante de tanta dificuldade, de onde ensaiar, não tinha mais como ensaiar meu pai diz que vai passar o apartamento do Rio de Janeiro para o meu nome. Fui pro Rio, vendi meu apartamento até bem mal vendido, e fui atrás de montar meu teatro ao lado do Centro Dragão do Mar. Eu cheguei do Rio encantada com o Dragão do Mar, achava que tudo que tivesse ali ao redor seria o off broadway, buscando uma memória lá atrás quando eu morava em Nova Iorque. E achei ali na Senador Almiro 223, um espaço. Então foram dezoito anos de muita luta, mas dezoito anos de muita produção de conhecimento. Nasceu no Teatro das Marias, projetos como O Tambor de Crioula, que hoje é um dos elementos mais fortes que a gente tem em Fortaleza, a Caravana Cultural, nasce lá, o movimento de blues. A gente lança um dos caras pra mim mais importantes da música cearense, que nesse instante está em Chicago, que é o Arturzinho Menezes. Ele nasce no Teatro das Maria, é lançado ali. A gente tem não só a ‘Companhia Vatá’, como outras companhias que nascetlram ali, companhias essas que hoje se tem no mercado no Rio de Janeiro como ‘Companhia dos Países Grandes’ que hoje está completando quase dezesseis anos de existência. A gente tem o circo, muito fortemente nas Marias que hoje a gente tem alguns espaços circenses do circo contemporâneo erguidos em Fortaleza e que durante anos fomos nós quem trabalhamos não só na fruição como também na formação em circo. O Teatro das Marias foi protagonista em muita coisa, a gente começa com as residências artísticas, trazendo pra dentro do teatro o Silvero Pereira que traz todo o movimento trans pra dentro. Nós temos uma forma de inclusão muito forte dentro do movimento LGBTQIA+. Eu tenho muita saudade do Teatro das Marias. Foi um lugar que me ensinou sobre produção, eu trouxe para um lugar tudo que eu aprendi desde os 17 anos trabalhando com a Xuxa, Jonas Bloch, e produzindo Guilherme Fontes, Cláudio Abreu e trabalhando com gente tão bacana no Rio de Janeiro, mas o Teatro das Marias foi a minha grande universidade. Porque eu precisava o tempo inteiro pensar o teatro como um espaço de formação como um espaço de fruição e nunca esquecer que éramos um teatro underground. 

DIVIRTA-CE - Hoje radicada no Juazeiro do Norte, você desenvolve diversos trabalhos como dançarina, coreógrafa, produtora. Como anda a Cultura no Cariri? Quais os projetos da Valéria Pinheiro atualmente?
VALÉRIA PINHEIRO - Voltei a minha casa que é o Juazeiro do Norte, que é o Cariri, a região que eu entendo como sendo o maior celeiro cultural do mundo. Voltar para o Cariri é trazer de volta em mim essa Fortaleza que tanto me construiu e me levou para o mundo. Porque minha obra está vestida de Cariri, Foi o Cariri que me levou para a África, foi o Cariri que me levou pra Tóquio, me levou pra Europa, Canadá e tantos quantos países que nós conseguimos ir dançar, nós da Companhia VATÁ. O Cariri é de fato fazer uma ponte geográfica bem pequena entre a tradição e a contemporaneidade e acreditar se a gente monta aqui uma construção de um pensamento em produção de conhecimento a gente pode ter ainda mais forte a juventude daqui. Entendendo que não preciso sair daqui para os grandes centros, eu tenho aqui a maior universidade das artes, sejam elas transversalizada de artes cênicas ou artes visuais, ou artes da música. Spoiler 2024: eu vou viver Raquel de Queiroz nesse corpo de quase 64 anos, mas absolutamente brincante e jovem. Mas isso é uma outra história.

DIVIRTA-CE - Sentiu alívio com o retorno do Ministério da Cultura? Qual sua maior crítica em relação a incentivos tanto privados quanto públicos para a arte brasileira?
VALÉRIA PINHEIRO - Desde a entrada do Temer lá atrás, mesmo no último mandato da Dilma antes do golpe, vamos dizer assim, a gente teve um desmonte grande de políticas importantíssimas. Políticas públicas importantíssimas provindas do ministério pra nós. E aí na entrada do Temer a coisa desandou mais ainda e com a entrada do Bolsonaro a gente simplesmente extinguiu o Ministério da Cultura. Extinguindo o Minc, com ele, quase 100% das políticas públicas importantíssimas para o movimento cultural do país foram extintas. Você viu por água abaixo o Iphan, Funarte e outros equipamentos, como as próprias políticas. É óbvio que agora a gente está vestido de esperança vinda do Ministério da Cultura e a forma como este atual governo está lidando com todo aquele desmonte. Já mostra uma seriedade muito grande, ele fez sentar as cadeiras principais da cultura e dos movimentos, pessoas absolutamente compromissadas com isso. Então sim, eu acredito que a volta das instituições e a volta da cultura de uma forma geral tanto no campo das artes quanto no campo dos patrimônios material e material vão ser absolutamente relevantes. Eu acredito que nesses próximos quatro anos ainda não vamos conseguir construir toda a destruição daqueles últimos dez anos. Mas a gente está num caminho muito bacana e acredito que a volta do Ministério da Cultura com a seriedade daqueles que estão sentados à mesa e pensando a reconstrução muito vai nos ajudar na ponta de cá. Com relação as empresas privadas, elas se apoderaram do não compromisso cultural e se afastaram, o que é mais grave ainda. As principais empresas públicas do país foram extintas, foram extintas porque a gente não tinha mais o Ministério, ficamos acéfalos e nada mais funcionou. Então, eu acredito que agora com as mãos daqueles que tem compromisso de reconstrução, a gente vai inclusive ter uma mudança muito radical na construção do pensar das empresas públicas e privadas com relação a cultura. Colocando a cultura na grade principal do país, entendendo a cultura e a produção de conhecimento provinda da cultura, não só no âmbito da produção de conhecimento, mas na produção de economia também. Somos o segmento do país que muito gera economia. Desde a economia criativa até a economia que circula nos principais eixos desse país, muita coisa provém da cultura. Então sim, eu acredito que a gente vai ter mudança.

DIVIRTA-CE - Valéria, do que você sente mais orgulho de ter realizado? Qual seu maior sonho?
VALÉRIA PINHEIRO - Eu não falei sobre o meu sonho. Eu sou uma mulher que tem 64 anos e que tenho sonhos. São os sonhos que me impulsionam. Nesse instante meu maior sonho é lançar um teatro de taipa, onde possa conversar com as principais universidades de artes do mundo. Estou nesse instante em contato com a Paris 8 na França. É a Paris 8 que eu quero trazer para o sertão e eu quero levar o sertão pra Paris 8. Porque eu acho que a construção de pensamento entre o que eu aprendi com a Paris 8 na França e o que eu aprendo com a mestra Maria de Tiê no meio da Chapada do Araripe são conhecimentos que precisam ser trocados e é esse é um sonho um diálogo entre o sertão e a França.

Veja quem venceu o Prêmio Ceará Encena 2023

Confira a lista completa dos espetáculos e artistas premiados, anunciados em noite especial no Theatro José de Alencar

Na noite de 16 de maio, o Theatro José de Alencar foi palco da cerimônia de entrega do Prêmio Ceará Encena de Teatro 2023, que premiou os destaques da cena teatral cearense. A premiação, que acontece anualmente, é uma iniciativa do Grupo Arte de Viver, com direção de Hemetério Segundo, e tem como objetivo reconhecer os melhores espetáculos, atores, atrizes, autores e diretores de teatro do estado.
Nesta edição, foram homenageadas quatro grandes mulheres do teatro cearense: Fernanda Quinderé, Graça Freitas, Nazaré Fontenele e Silvia Moura.
Foram analisados e conferidos 42 espetáculos, sendo 24 destes cumprindo os requisitos do regulamento e devidamente avaliados pela comissão julgadora formada por renomados profissionais do teatro cearense. Dos 24 espetáculos, 23 foram classificados como finalistas, sendo nove na categoria Formação e 14 na categoria Principal.
CATEGORIA FORMAÇÃO 
O espetáculo "Segunda Classe", produzido pelo Curso Princípios Básicos de Teatro/TJA, foi o grande destaque da noite, levando para casa o prêmio de Melhor Espetáculo. "Fastio: Ceia da Fome", produzido pelo Curso Extensivo de Teatro - CCBJ, também se destacou, levando dois prêmios: Melhor Autor/Texto, para Anderson Nunes, Jeisy Santana e Virgínia Deolics, e Melhor Ator, para Dudu Costa. A atriz Maria Sthefany, por sua vez, foi reconhecida como Melhor Atriz por sua atuação em "Segunda Classe". Os vencedores foram escolhidos por um júri composto por profissionais de teatro e críticos especializados. A premiação contou com a presença de diversas personalidades do mundo teatral cearense.
Na categoria Formação, os grandes vencedores foram anunciados, sendo eles:

Melhor AUTOR/TEXTO
- FASTIO: CEIA DA FOME (Curso Extensivo de Teatro - CCBJ) Anderson Nunes, Jeisy Santana e Virgínia Deolics

Melhor ATOR
- DUDU COSTA (Fastio: Ceia da Fome) Curso Extensivo de Teatro/CCBJ

Melhor ATRIZ
- MARIA STHEFANY (Segunda Classe) Curso Princípios Básicos de Teatro/TJA

Melhor DIREÇÃO
- NEIDINHA CASTELO BRANCO (Toró) Curso Princípios Básicos de Teatro/TJA

Melhor ESPETÁCULO
- SEGUNDA CLASSE (Curso Princípios Básicos de Teatro/TJA)
CATEGORIA PRINCIPAL
A noite de entrega do 6° Prêmio Ceará Encena foi marcada por muita emoção e reconhecimento ao trabalho dos artistas e profissionais do teatro cearense. A peça "Rosa Escarlate", da Trupe Caba de Chegar, escrita por Aldo Marcozzi, levou o prêmio de Melhor Autor/Texto, enquanto Wallace Rios foi premiado como Melhor Iluminação pela peça "Napoleão", do Pavilhão da Magnólia. "A Noiva e o Condutor", do K’OS Coletivo, se destacou nas categorias de Melhor Som/Trilha, com Freddy Costa, Matheus Barbosa, Victor Vasconcelos e Wilmerson, e Erica Albernaz foi reconhecida como Melhor Atriz Revelação por sua atuação na peça.
"Gratiluz, A Tragédia" levou os prêmios de Melhor Ator e Melhor Atriz, além de Melhor Espetáculo Adulto. Rogério Mesquita e Isabella Cavalcanti foram os atores premiados por suas atuações na peça, que também levou o prêmio de Melhor Direção, assinada por João Lima. 
Outra produção que se destacou na premiação foi "Rent - O Musical da Broadway", da The Biz - Performing Arts, que levou o prêmio de Melhor Produção. O espetáculo, que é um dos mais populares da Broadway, conta a história de jovens artistas que lutam para sobreviver em Nova York durante a crise da AIDS na década de 1990.
Na categoria Melhor Espetáculo Infantil, o vencedor foi "A Escolinha do Mar", produzido pelo Grupo Vemart e Alegra+Produções. 
O Prêmio Encena de Teatro é uma das principais premiações do teatro cearense e tem como objetivo reconhecer e premiar os melhores espetáculos, atores, diretores e produções do estado. A premiação é realizada anualmente e é considerada uma importante vitrine para os talentos que atuam no mundo do teatro.

Os vencedores da Categoria Principal foram:

Melhor AUTOR/TEXTO
- ROSA ESCARLATE (Trupe Caba de Chegar) Aldo Marcozzi

Melhor ILUMINAÇÃO
- NAPOLEÃO (Pavilhão da Magnólia) Wallace Rios

Melhor SOM/TRILHA
- A NOIVA E O CONDUTOR (K’OS Coletivo) Freddy Costa, Matheus Barbosa, Victor Vasconcelos e Wilmerson

Melhor CENÁRIO/ADEREÇO
- RENT - O MUSICAL DA BROADWAY (The Biz - Performing Arts) Bia Vidal e Mariana Campos

Melhor FIGURINO/COMPOSIÇÃO
- A ESCOLINHA DO MAR (Grupo Vemart e Alegra+Produções) Pedro Siolli

Melhor ATOR REVELAÇÃO
- QUEM PLANTOU A ESTRELA DO MAR? (Alumiar Cenas e Cirandas) João Marcos Pinto

Melhor ATRIZ REVELAÇÃO
- A NOIVA E O CONDUTOR (K’OS Coletivo) Erica Albernaz

Melhor ATOR COADJUVANTE
- A ESCOLINHA DO MAR (Grupo Vemart e Alegra+Produções) Higor Fernandes

Melhor ATRIZ COADJUVANTE
- AINDA VIVAS - TRÊS PEÇAS DO NÓIS DE TEATRO (Nóis de Teatro) Amanda Freire

Melhor ATOR
- GRATILUZ, A TRAGÉDIA (Patuleia Criativa) Rogério Mesquita

Melhor ATRIZ
- GRATILUZ, A TRAGÉDIA (Patuleia Criativa) Isabella Cavalcanti

Melhor PRODUÇÃO
- RENT - O MUSICAL DA BROADWAY (The Biz - Performing Arts) The Biz - Performing Arts

Melhor DIREÇÃO
- ROSA ESCARLATE (Trupe Caba de Chegar) Ana Marlene

Melhor ESPETÁCULO INFANTIL
- A ESCOLINHA DO MAR (Grupo Vemart e Alegra+Produções)

Melhor ESPETÁCULO ADULTO
- GRATILUZ, A TRAGÉDIA (Patuleia Criativa)