EXPOSIÇÕES

Jovem artista plástico Alexandre Chaves expõe na Galeria Antonio Bandeira

O jovem artista Alexandre Chaves, apresenta até o dia 11 de dezembro de 2009, na Galeria Antônio Bandeira, no Centro de Referencia do Professor, Antigo Mercado Central de Fortaleza, sua primeira exposição individual de pinturas.

O coquetel de abertura da exposição aconteceu no dia 13 de novembro e reuniu nomes de peso das artes plásticas como José Guedes e Mauricio Coutinho e pessoas da sociedade de Fortaleza, como Roberto Smith e Schubert Machado que foram prestigiar o jovem talento.

O pintor de apenas 16 anos, apresentado a Roberto Galvão pelo poeta Augusto Pontes, em 2007, expõe 42 pinturas em tinta acrílica sobre tela em estilo predominantemente abstrato. Segundo o curador, as pinturas de Alexandre “remetem a mapas imaginários que traem as convenções, possibilitando jogos interpretativos vários. Fazem o observador mentalmente transitar por complexos labirintos de sinuosas curvas e por estruturas geométricas retas. Alexandre consegue nas imagens que propõe oferecer percepções antagônicas: complexidade e ingenuidade; placidez e saturação; ruído e silêncio”.

Para o produtor cultural Francisco Lara, que participou da organização de mais de 100 exposições em Madri, Barcelona e outras cidades da Espanha, as figuras e símbolos pintados pelo jovem artista “reclamam nossa atenção sobre a vinculação entre o mundo do pensamento, a experiência e a expressão estética, sendo sugestiva a vinculação da obra de Alexandre com a cultura popular e o mundo do desenho gráfico”. Lara, que teve a oportunidade de ver as obras que serão expostas, ainda no ateliê do artista, observa que mesmo sabendo ser Alexandre “um autêntico autodidata, não posso evitar o encontro de coincidências estilísticas entre as suas pinturas e as do artista espanhol Luis Gordilho (Sevilha, 1934), Prêmio Nacional de Artes Plásticas e, recentemente, o Prêmio Velazques”.


A mostra é promovida pelo Instituto Olhar Aprendiz com apoio da Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secultfor. A realização é da Officina Arte Produções, com curadoria de Roberto Galvão, montagem de Josimar Nascimento e assessoria de imprensa de Marisa Quixadá.

Serviço
Exposição Alexandre Chaves
Visitação gratuita : segunda à sexta, das 14h às 20h e sábado, das 10h às 15h
Galeria Antonio Bandeira, Rua Conde D´Eu, 560 - Centro (antigo Mercado Central de Fortaleza)
Informações : (85) 9987-6435











Vando Figueiredo lança "
Recortes de Portugal"

O artista plástico Vando Figueiredo lança nesta terça, 17, no D´Abelle Bistrô, a exposição inédita “Recortes de Portugal”, onde ele mostra 11 trabalhos com alguns “recortes” de bairros de Lisboa, como o Odivelas, Graça, Entrecampos, e de cidades como Fátima, Caldas da Rainha, Sagres, Lagos e Porto.

A exposição é resultado de viagens a Portugal e Espanha que o artista fez nos anos de 2007 e 2008.

Em 2008 ele realizou quatro exposições: uma na Espanha e três em Portugal. “Criei os quadros em cima de alguns rabiscos que fiz quando estive em Portugal, tirando “recortes” peculiares de cada bairro ou cidade”, diz ele.

Vando Figueiredo embarcou na sexta (20) para Espanha, para receber o prêmio Menção Honrosa Arte no Morazzo em Cangas, na região da Galícia. Em seguida, segue para Portugal, onde participa da Feira de Arte Internacional na Loulé, região do Algarve, onde apresenta alguns dos seus principais trabalhos.

“Quis deixar essa exposição no D´Abelle porque ela retrata um momento de euforia pré-viagem e também por ser uma forma de estar presente em Fortaleza enquanto estou em Portugal”, explica Vando. O artista completa dizendo que a exposição é uma homenagem a lugares de Portugal que ele conheceu, gostou muito e onde pretende voltar.


Serviço:
Exposição “Recortes de Portugal” do artista plástico Vando Figueiredo.
Dia: 17 de novembro às 19h30min.
Local: D´Abelle Bistrô
Endereço: Rua Antônio Augusto, 799 – Meireles
Tel: 3226-0121 e 8847-7367.
Mais informações com Vando Figueiredo através do telefone 9909-5026.






Restaurante Moana lança mostra do artista cearense Ascal

O Moana Gastronomia & Arte inaugura nesta terça a exposição do premiado artista cearense Ascal que, além de adornar diversos pontos de Fortaleza, como o Aeroporto e a Avenida Beira-Mar, já mostrou seus trabalhos em países como Japão, Estados Unidos, França, Alemanha, Portugal e Espanha. Presente no cenário das artes há mais de 40 anos, Ascal usa sua criatividade e talento para criar pinturas, desenhos, gravuras, esculturas e móveis.
Após dois anos dedicados a exposições internacionais, Ascal reúne sua obra para mostrá-la novamente em uma galeria de Fortaleza, para o Moana o artista selecionou um mix de pinturas e esculturas, mesclando obras consagradas e inéditas. Entre as principais obras que serão expostas, estão uma reinterpretação da obra de Picasso, que promete surpreender os admiradores de arte, e a inédita escultura em tela, uma inovação de Ascal, que além de consagrar a temática dos barcos, permite que eles deixem de ser pintura e passem a ser parte que interage com o ambiente.
Com vista privilegiada para o Porto do Mucuripe, o Moana - nome havaiano que significa imensidão do mar - é o lugar perfeito para contemplar as obras de Ascal, que tem como traço marcante de sua produção artística a figura dos barcos. Além de poder conhecer obras inéditas, a exposição é uma grande oportunidade para contemplar algumas das consagradas pinturas já feitas pelo artista.
O Moana Gastronomia & Arte funciona diariamente das 6 horas até 1 hora da manhã e conta com horários especiais de visitação sem consumo. Além do almoço e jantar (a la carte), o Moana ainda oferece café da manhã, em serviço de bufê.

Serviço
Moana Gastronomia & Arte
Avenida Beira Mar, 4260 – no Golden Flat Fortaleza
Mais informações: (85) 3263.4887
* Restaurante (buffet de café da manhã, além de almoço e jantar a la carte). Funciona das 6h às 1h.
* Galeria (visitação sem consumo). Funciona das 9h às 11h e das 14h às 19h. Entrada grátis.








Arte visual da carioca Brígida Baltar

Olarias pulares do Cariri cearense são a inspiração

Artista visual brasileira de renome internacional, a carioca Brígida Baltar já expôs em 15 países de três continentes – Ásia (Japão), Europa (Alemanha, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Portugal e Suíça) e América (Argentina, Colômbia, Cuba, EUA, México, Uruguai e Venezuela).
Atualmente em temporada de trabalho em Fortaleza, Brígida Baltar apresenta à cidade a exposição individual “E agora toda terra é barro”, com curadoria do também carioca Marcelo Campos, professor-doutor em Artes Visuais pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). A abertura da exposição acontecerá na próxima terça-feira, 24, às 19 horas, no Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – Térreo – fone: (85) 3464.3108). Gratuita ao público, a mostra fica em cartaz até 30 de dezembro deste ano (horários de visitação: terça-feira a sábado, de 10h às 20h; e aos domingos, de 10h às 18h).
Brígida Baltar quando diz “pó” quer dizer, “minha casa”. Retirados inicialmente das paredes de sua própria moradia, o pó de tijolo da casa de Baltar percorreu outras terras, se transformou em minitijolos unindo as frestas do chão de galerias londrinas, espalhou-se em padronagens de ladrilhos hidráulicos de espaços na Argentina, criou cantos, florestas e parquets nos museus de São Paulo e Rio de Janeiro. Nos projetos de terra da artista, há aproximações com a produção de Michael Heizer, Walter de Maria, Robert Smithson. A terra foi usada na arte dos anos 1960 e 1970 para quebrar a primazia da razão.

Agora, Brígida Baltar se mistura ao Brasil das olarias populares de Juazeiro do Norte (CE). Realiza ações com os oleiros, misturando o pó de casa ao solo do Cariri. Constroi tijolos, interessando-se tanto pela paisagem das olarias nas clareiras das matas, quanto pelo processo low tech.
Porém “um mundo frágil e fraturado cerca o artista”. Assim, Brígida poetiza a terra, a imensidão, sempre atenta ao detalhe, ao que está ao alcance das mãos. Manipula “ferramentas estúpidas”, como nos termos de Heizer, seja por se inserirem em processos arcaicos (fôrmas de madeira para tijolos), seja por se destinarem a objetivos impossíveis (coletar orvalhos e neblinas). Ela busca uma certa invisibilidade, aproximando objetos e espaços ao seu próprio corpo, tal qual vemos nas imagens de Francesca Woodman.

Aceitam-se os contrários, o paradoxal. Na viagem para Juazeiro, a artista queria a terra seca e rachada do sertão e encontrou um ambiente lamacento. Resolveu então nos fazer conscientes da instabilidade dos objetos e da natureza, ativando nossa observação para estados de transformação.
A vontade pelos projetos de terra criou uma troca imediata com a região sertaneja. E essa troca aconteceu efetivamente quando Brígida, numa manhã de janeiro, encontrou o ofício dos oleiros na estrada de Taquari. À primeira vista, as olarias de Juazeiro se assemelhavam a cidades inacabadas ou construções míticas. Havia uma “grandeza primordial” naquelas imagens que nos colocava diante de miragens. Pareciam concomitantemente castelos e ruínas. Um aspecto “singularmente selvagem” desenhava as olarias do Cariri.

Novamente, Brígida se colocava diante de paredes, cercas, limites (afinal, a neblina também é parede na paisagem). O interesse se renovava em ações simples. Brígida Baltar faz dela mesma linha de encontro e simbiose, na casa, nas margens dos lagos sertanejos, nos limites das estradas serranas, nas copas das árvores, à beira-mar.
“O deserto é menos natureza do que conceito, um lugar que engole as fronteiras”.
Na imaginação sobre o sertão desértico, as fronteiras perdem seu significado. Em Juazeiro, Baltar operou uma “consciência de deserto”. Menos destruição e abrasamento e mais construção, possibilidade de convivência com a natureza local, açudes, lagos. Como projeto de terra, Brígida trabalhou com a observação direta, atenta, cuidadosa sobre um ambiente natural e culturalmente complexo.
O encontro com Juazeiro do Norte coloca Brígida Baltar na frequência espaço-temporal de um Brasil interiorano, mas não menos dinâmico, vivo, pulsante. Chegar em Juazeiro e encontrar a construção de tijolos toscos, é vivenciar lugares quase utópicos. Estamos em terras brasileiras.







“Janela da Memória” no MIS

Mostra do Museu da Imagem e do Som passeia pela história do Ceará a partir da música, rádio, televisão, cinema e fotografia

O Museu da Imagem e do Som do Ceará (MIS-CE) abre, a partir do dia 18 de novembro de 2009, às 19h, a exposição “Janela da Memória”, sua nova exposição de longa duração. Na mostra, o visitante passeia pela história do Ceará a partir da música, rádio, televisão, cinema e fotografia e por meio de um dispositivo eletrônico, poderá buscar mais informações sobre cada objeto da mostra. Com um clique em uma tela sensível ao toque, o visitante poderá saber mais sobre cada tema, objeto e tecnologia.
A exposição é o resultado de seis meses de pesquisa da equipe de curadoria formada pelos historiadores Carla Manuela, Eliene Magalhães, Paula Machado e Rones Mota. Os curadores mergulharam nas coleções do próprio MIS para selecionar os temas que retratam a cidade e sua memória.
Atualmente o acervo do MIS-CE é estimado em 150 mil peças entre música brasileira e internacional (em discos de 78, 45 e 33 e ½ rotações, CD’s e fitas cassete), imagens de Fortaleza Antiga e de outros municípios cearenses (em cromos, negativos e positivos), filmes de diretores cearenses e registros de danças e festas da cultura tradicional popular (em betacam, VHS, DVD, películas de 16mm e 35mm), depoimentos de personalidades da história do Ceará, cordéis, partituras e objetos que contam a história do desenvolvimento dos suportes audiovisuais (filmadoras de vídeo, moviolas, toca-discos, rádios e projetores de cinema).

A exposição é patrocinada pelo Programa Caixa de Adoção de Entidades Culturais 2009. Como parte do projeto, entre outubro e novembro o MIS-CE convidou especialistas para discutir as temáticas relacionadas ao acervo no Seminário “Imagem e Som”, realizado na Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel.
Serviço:
Museu da Imagem e do Som do Ceará - Av. Barão de Studart, 410 – Meireles
Visitação aberta de segunda a sexta, 8h às 17h. Info: 85-3101-1204






Memorial da Cultura Cearense abre exposição especial em comemoração aos 200 anos de Louis Braille

Exposição Na Ponta dos Dedos comemora os 200 anos de nascimento de Louis Braille e mostra alternativas de acessibilidade dentro dos museus

As pessoas com deficiência já ganharam várias batalhas para ter o seu direito de acesso respeitado em lugares como escolas e ruas. Mas o que fazer para tornar as obras de um museu acessíveis a este público? A exposição Na Ponta dos Dedos, que entrou em cartaz dia 29 de outubro no Memorial da Cultura Cearense, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, traz algumas respostas para essa questão.

A exposição é resultado de uma experiência de curadoria participativa com os membros do projeto Acesso (ação de inclusão social desenvolvida pelos museus do Centro Dragão do Mar), representantes de várias instituições relacionadas ao tema, pessoas com deficiência e artistas locais. A exposição vai mostrar questões do cotidiano destas pessoas, a expansão do sistema Braille e as novas tecnologias de acessibilidade.

Toda legendada em libras, Na Ponta dos Dedos, apresenta objetos da escrita em Braille, como livros e rótulos, vídeo com depoimento de deficientes visuais, além dos resultados das oficinas realizadas em outubro acerca do tema, como, por exemplo, as obras do Ateliê Experimental, realizado entre os artistas Sólon Ribeiro e Marina de Botas, e pessoas com deficiência. Outra novidade é a Sala Escura, onde o visitante pode realizar um percurso e sentir-se na condição de deficiente visual.

Oficinas

Desde o início de outubro, o Memorial da Cultura Cearense desenvolve oficinas com temáticas ligadas ao deficiente. Essas ações seguem durante o mês de novembro, em conjunto com a exposição. São elas:

Curso Arte, Cultura, Design e Deficiência Visual: projetos criativos que ultrapassam o limite da visão, com a Doutora Viviane Sarraf, especialista em Museologia (MAE/USP);

Oficina de Monotipia Visual, com a equipe do Projeto Gravura Oficina em Rede;

Oficina Portas da Visão Interior, com Maurício Coutinho;

Ateliê Experimental, que segue com a residência artística entre Sólon Ribeiro, Marina de Botas e grupos de pessoas com deficiência visual;

Diálogo Cultural: debate sobre linguagens acessíveis como Braille e as novas ferramentas de comunicação no campo da informática. Dia 06 - Braille: o mundo na Ponta dos Dedos. Com Ana Lúcia Franco, professora, mestranda em Ciência da Educação. Dia 20 – Instrumentos Acessíveis e Comunicação. Com Paulo Roberto Cândido de Oliveira, engenheiro elétrico, instrutor de informática inclusiva com o uso do DOSVOX, professor com formação na área de deficiência visual e membro da SAC – Sociedade de Assistência aos Cegos.

Para informações e inscrições, ligar para 85.3488.8621 / 8611, ou através do email: educativomcc@dragaoodmar.org.br

Projeto Acesso

Desenvolvido pelo Memorial da Cultura Cearense e Museu de Arte Contemporânea, o projeto tem o objetivo de trabalhar a acessibilidade universal nas exposições do Centro Dragão do Mar, apostando nas diferentes vias de apreciação que o museu pode oferecer. O deficiente visual, por exemplo, pode visitar a exposição incluída do projeto e perceber as obras através do tato, das informações em Braille e do DOSVOX. Já o deficiente auditivo, tem acesso a todas as informações da mostra por meio das Libras. A monitoria é especializada, coordenada pela gerente do Memorial, Márcia Bitú Moreno, e funciona com a parceria de diversas instituições de pessoas com deficiência.

Na Ponta dos Dedos foi desenvolvida com a participação de instituições como a Associação de Cegos do Estado do Ceará (ACEC), o Centro de Apoio Pedagógico a Pessoa com Deficiência Visual (CAP), o Instituto dos Cegos, o Grupo de Legendagem e Audiodescrição da UECE (LEAD), o Instituto Cearense de Educação de Surdos (ICES), o Movimento das Pessoas com Deficiência (MPcD), o Setor de Braille da Biblioteca Pública Governador Menezes Pimentel, a Sociedade de Assistência aos Cegos (SAC) e Carlos Gibaja Fotografia. Além dos artistas Eduardo Eloy, Maina de Botas, Solon Ribeiro e Maurício Coutinho.
Horário de visitação: de terça a quinta, das 9h às 18h30. De sexta a domingo, das 14h às 20h30. Acesso livre. Outras informações: 85. 3488.8621






Heterotopias Cotidianas, de Shirley Paes Leme, entra em cartaz no Museu de Arte Contemporânea


Com curadoria de Michael Asbury, a mostra trata da experiência subjetiva da artista. Heterotopias Cotidianas abre dia 30 de outubro, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura


A artista goiana Shirley Paes Leme apresenta instalações que evocam a experiência de um lugar, mas não um local fixo, e sim um espaço sensível que surge da experiência subjetiva da artista, da conjunção de suas memórias. A mostra foi aberta dia 30 de outubro, às 19h, no Museu de Arte Contemporânea, ficando em cartaz até 06 de dezembro de 2009.

Buscando um diálogo com a experiência do outro, as obras se apresentam na sua essência, extraídas da mistura de memórias e elementos diversos. É neste processo de redução, de singularidade, que a obra se apresenta, convidando o público a vivenciar os trabalhos no espaço, seja pela percepção das formas em si, seja pela possibilidade de habitar estes espaços através da subjetividade, a trazer para estes lugares suas próprias memórias.

Foucault chamou de Heterotopias os espaços específicos que se situam dentro dos espaços sociais cotidianos, espaços de experiências paralelas diversas. São espaços que inventam um conjunto de relações cotidianas e que transportam as pessoas para fora da realidade.

Artista

Shirley Paes Leme possui graduação em Belas Artes pela Universidade Federal de Minas Gerais (1978), especialização pela Universidade Federal de Uberlândia (1982) e doutorado em Belas Artes- John F Kennedy University (1986). É professora aposentada pela Universidade Federal de Uberlândia e professora da Faculdade Santa Marcelina. Tem experiência na área de Artes, com ênfase em Instalação, Performance, Desenho, Vídeo, Cinema e Escultura, atuando principalmente em arte e história da arte contemporânea.

Arte Crivo

Visitas: de terça a quinta, de 9h às 19h (acesso até 18h30); sexta a domingo, de 14h às 21h (acesso até 20h30). Outras informações: 85.3488.8624.



FORTALEZA ALTERNATIVA

Plastique Noir: último show do ano

Banda faz show na próxima sexta; Dia 12 acontece maior encontro gótico do nordeste

A banda faz último show do ano em Fortaleza na sexta-feira, dia 4 de Dezembro, na boate Órbita Bar, encerrando um ciclo de muitos shows em sua cidade natal. Tocarão duas faixas novas: Houdini e Sin Hunter, que estarão em seu segundo álbum oficial com previsão de lançamento para Setembro de 2010. Na sequência, tocam no maior encontro gótico do Nordeste em Campina Grande/PB, no dia 12 de Dezembro, evento inédito a ser realizado em um hotem em forma de castelo medieval. Mais informações nos anexos e links.

[AGENDA]

•04/12@Órbita Bar - Projeto Superdrive - Fortaleza [CE]
•12/12@SUBTERRANEO GOTHIC RAVE VI - CASTELO DAS SOMBRAS - Campina Grande [PB]

[NEWS]

• "Fortaleza - in the Brazilian Northeast - is well known for its sunny beaches and warm sea. In this land where the Sun shines all the year, many surprises come with the dusk." http://overclockzine.blogspot.com/2009/11/plastique-noir-those-who-walk-by-night.html

• Passamos dos 9000 votos na votação da OI! Valeu a todos que continuam votando! http://oinovosom.oi.com.br/pontoce/votacao.php

• Quer ver Plastique Noir tocando na praia?
Então vota aqui http://www.cearainrock.com/festival

• Resenha de Dead Pop em site francês http://www.skulking.fr/musique/musiquepop-rock/plastique-noir-dead-pop

GASTRONOMIA

HOLLYWOOD

As armas de Hollywood

Eventos para a divulgação de filmes tentam controlar o que é publicado e cobram taxas para entrevistas

Para lançar o filme ‘PearlHarbor’, estúdio levou jornalistas a uma festa no Havaí

Reza a lenda que o modelo tem a idade de "E o Vento Levou" (1939). À época, o estúdio MGM convidou jornalistas para uma viagem a Atlanta. Houve champanhe, hotel cinco estrelas, entrevistas com as estrelas e um brinde: uma máquina de escrever com as iniciais GWW ("Gone with the Wind"). O aparato, que resultou em páginas e páginas de jornal, ganhou um apelido: "junket".
A palavra "junket" não tem tradução. Mas tem um significado específico: é um evento que reúne a imprensa mundial para a divulgação de um filme. Pode designar também piquenique, festa. "Essa ação existe desde que o cinema é indústria. Trata-se, basicamente, de uma estrutura montada para que os "talents" mantenham contato com a imprensa", define Tito Liberato, diretor de marketing da Fox. Os "talents", cabe esclarecer, são os atores e diretores.
Para que o contato não seja desprovido de glamour, os estúdios engendram viagens e cenários -com o perdão do trocadilho- cinematográficos. "O Julgamento de Nuremberg" (1961) foi exibido num trem, na Alemanha. Em "Pearl Harbor" (2001), jornalistas foram levados ao Havaí e fizeram suas entrevistas em um transatlântico.
Mas, se mudaram os tempos, mudaram também as "junkets". "Antes, tinha todo um glamour. Agora é uma relação mais comercial. É tudo na ponta do lápis", diz Márcio Fraccaroli, da distribuidora Paris Filmes. A Paris, recentemente, convidou a Folha para participar do evento de "Lua Nova", novo título da saga adolescente "Crepúsculo", em Los Angeles.
O convite incluía uma taxa de participação, em dólares: US$ 1.250 para entrevistas em grupo e US$ 1.750 para individuais. "Não sou eu que cobro, é o produtor", diz Fraccaroli. Quando não racha a conta, a empresa gasta cerca de US$ 6 mil por jornalista.
Também indicativo dos novos tempos é que, há duas semanas, uma repórter da Folha foi parar no "black book" (livro negro) -o português não chegou a esse universo- de um estúdio por fazer perguntas "indevidas".
"Isso é publicidade gratuita. Mas, hoje, os estúdios precisam menos da imprensa. Há comerciais na TV e internet", diz Edward Jay Epstein, Ph.D. em ciência política em Harvard e autor do livro "O Grande Filme - O Dinheiro e Poder em Hollywood ", sobre os bastidores da indústria. "Mas esses eventos são, ainda assim, um bom negócio. Enquanto uma campanha que inclua TV sai por cerca de US$ 20 milhões, a publicidade gratuita sai, no máximo, por US$ 2 milhões."



Entrevista é parte das estratégias de publicidade

Em busca do público, estúdios de Hollywood têm investido no marketing quase o mesmo que na produção dos filmes

O diretor brasileiro Fernando Meirelles conta que, durante divulgação de longa, perdeu sete quilos e não lembra por onde passou

O jornalista Sergio Augusto tinha 21 anos quando, em 1963, foi a Nova York, a convite da United Artists, para ver "Deu a Louca no Mundo". "Pegaram a gente em Nova York, levaram para Los Angeles e, chegando lá, fomos recebidos com tapete vermelho e bandinha", relata.
"Ficamos no Beverly Hilton. O [diretor] Stanley Kramer se reuniu com a gente e, depois, houve uma festa na casa dele.
Fiquei bobo. Era uma verdadeira Disneylândia", conta.
Essa Disneylândia evaporou.
Em seu lugar, surgiu outra terra, a do marketing. É sabido que os estúdios, desde o início do negócio de cinema, têm de criar não apenas os filmes, mas também o público. Hoje, porém, com as mil ofertas de diversão do mundo, as estratégias para fisgar o público se sofisticaram.
"Agora os estúdios investem no marketing quase o mesmo que investem na produção", diz o pesquisador Edward Jay Epstein, de Harvard. "A realização de entrevistas com o astros fazem parte do marketing."
O público, ao ver ou ler entrevistas com Brad Pitt ou Harrison Ford, não tem ideia da engrenagem por trás de cada frase, de cada aparição. No caso dos grandes estúdios, os eventos para a jornais, revistas e emissoras de televisão são organizados pela matriz.
Hollywood define até mesmo o número de repórteres que um país como o Brasil terá nas entrevistas. Em geral, são cinco ou seis. "Mas recentemente, como a Warner Brasil vem ganhando importância pela expressiva bilheteria, também temos conseguido mais espaço", contabiliza José Carlos Oliveira, diretor-geral da Warner.
Em boa parte das empresas, o evento, em tese, jornalístico, é organizado pelos departamentos de marketing. É a estratégia comercial que define, por exemplo, se um jornalista participará apenas das entrevistas coletivas ou se ficará a sós com o artista. Cabe também aos estúdios definir quanto tempo cada entrevista durará.
No caso das distribuidoras independentes, que compram títulos de diferentes estúdios, os eventos são organizados por empresas que vendem as vagas. "Se eu tiver interesse comercial, vou pagar a despesa de um jornalista para que ele faça uma entrevista", diz Márcio Fraccaroli, da Paris Filmes. "Mas também posso investir só na passagem e no hotel e o veículo arca com a inscrição."
"A decisão em participar depende do potencial do filme para o mercado. Depende também do apelo que os atores ou diretores têm junto ao público", diz Rosa di Sabbato, diretora de marketing da Imagem.
"Existem outras oportunidades criadas pelo estúdios para atender, por exemplo, as revistas mensais, que têm outros prazos. As filmagens também podem ser uma oportunidade para que haja essa aproximação", diz Tito Liberato, da Fox.

Estafa
Se, para os estúdios, esses eventos são a chance de criar um falatório em torno do filme e, para a imprensa, de conversar com figuras inacessíveis fora do mundo encantado, para os artistas as maratonas costumam ser uma prova de fôlego.
"No "Jardineiro Fiel", me mandaram para todos os cantos do planeta. Devo ter falado com uns 300 jornalistas", conta o cineasta Fernando Meirelles.
"Nesse período, não conseguia mais dormir, perdi 7 quilos, nem sei dizer por quais cidades passei e não reconheceria as pessoas que me recepcionaram." Meirelles admite que, não raro, os jornalistas, também fatigados, patinam em perguntas repetitivas.
Outro aspecto que a grandiosidade imprime aos eventos é o da sedução. Na atmosfera festiva, não tenderiam os jornalistas a gostar mais do filme? "Isso é Hollywood. A especialidade deles é envolver as pessoas", diz Fraccaroli.




Alec Baldwin e Steve Martin serão os apresentadores do Oscar® 2010

Cerimônia máxima do cinema será exibida ao vivo pela TNT, com exclusividade na TV paga, no dia 7 de março de 2010

Adam Shankman e Bill Mechanic, produtores da 82ª edição da cerimônia de entrega do Oscar®, anunciaram na terça-feira (3) quem será o apresentador da festa em 2010. Ou melhor, “os apresentadores”, já que a responsabilidade ficará a cargo da dupla Steve Martin e Alec Baldwin. Enquanto o primeiro é um veterano, responsável pela tarefa em 1998 e 2000, o segundo é um iniciante no cargo – mas que vem sendo constantemente premiado por seu papel cômico na série “30 Rock”.

Em 2010, a festa trará uma mudança considerável na categoria “melhor filme”, que agora passa a contar com dez indicados ao invés dos tradicionais cinco. A lista completa de indicações será anunciada no dia 2 de fevereiro.

A TNT transmite ao vivo o Oscar®, principal premiação da indústria norte-americana do cinema, no domingo, dia 7 de março.

HUMOR

PIADAS

A s o g r a !

A sogra chega ao portão e encontra o genro saindo com a mala, furioso.
- O que aconteceu, meu filho? - ela pergunta.
- Acontece que eu fui viajar e mandei um telegrama para sua filha avisando que voltaria hoje.
Chego em casa e o que eu encontro? Ela com outro sujeito. Nem mandando um telegrama ela me respeita mais. É o fim, estou indo embora para sempre!
- Calma - pede a sogra. - Deve haver algo errado nessa história. Minha filha jamais faria uma bobagem dessas. Espere um pouco que eu vou verificar.
Alguns momentos depois volta a sogra, sorridente.
- Não disse que havia alguma coisa errada? Minha filha não recebeu o seu telegrama!




A INGENUIDADE DE ROSINEIDE ...

Manhã tranqüila numa cidadezinha do sertão. O padre está em frente
à igreja 'quando vê passar uma garotinha de uns nove ou dez anos,
pés descalços 'franzina, meio subnutrida, ar angelical conduzindo
umas seis ou sete cabras.
É com esforço que a garotinha consegue reunir as cabras e fazê-las
caminhar.
O padre observa a cena, começa a imaginar se aquilo não é um caso
de'exploração de trabalho infantil e vai conversar com a menina.
- Olá, minha jovem. Como é o seu nome?
- Rosineide, seu padre.
- O que é que você está fazendo com essas cabras, Rosineide?
- É pro bode cobrir elas, seu padre. Tou levando elas lá pro sítio de
seu 'João.
- Me diga uma coisa, Rosineide: Mas seu pai ou seu irmão não podiam
fazer'isso?
- Pode não, seu padre! Tem que ser um bode mesmo !...

INFANTIL


TEATRO SESC – EMILIANO QUEIRÓZ

Avenida Duque de Caxias,1701
F.3452-9065/9066

ESPETÁCULO INFANTIL:

“AS AVENTURAS DE DOM CHICOTE MULA MANCA & ZÉ CHUPANÇA” (Adaptação para crianças da obra DOM QUIXOTE de Miguel de Cervantes)
ADAPTADOR: Oscar Von Phful
FAIXA ETÁRIA:
04 a 10 anos
TEMPORADA:
Promoção Especial para Novembro

ÚLTIMOS DIAS

Sábados e Domingos às 17:00h.
INGRESSO:
R$ 12,00 (Doze Reais)
R$ 6,00 (Seis Reais)
(Estudantes e Crianças de 02 a 10 anos)

CONTATOS E INFORMAÇÕES: 3246-2478/8863-7019 // www.grupovemart.com.br








Sonhos de Natal em biscuit fazem parte de exposição no Shopping Aldeota

Mais conhecida como biscuit, a arte de modelar com porcelana fria encanta a todos com a precisão e os detalhes que os artistas costumam imprimir em pequenos objetos. Em Fortaleza, o artista plástico Josafá Porto de Souza Neto já trabalha há sete anos com modelagem e expõe a mostra “Sonhos de Natal e Personalidades”, no piso L2 (segundo andar) do Shopping Aldeota. A exposição fica em cartaz até o dia 15 de dezembro.



Ao todo são 35 peças, unindo dois temas encantadores: os sonhos presentes no período natalino e tão comum na imaginação infantil com figuras bastante conhecidas pelos pequeninos como a Bailarina do Quebra Nozes, o Soldadinho de Chumbo, o casal de ratinhos Mickey e Minnie e o mais atual Sherek e Fiona. O outro tema mostra personalidades locais, nacionais e internacionais como a Banda Aviões Forró, Faustão, Marilyn Monroe e Elvis Presley. O também estudante de arquitetura e urbanismo, conta com a ajuda do artista plástico Airlan Santos para elaborar as peças. A exposição é parte da programação especial de fim de ano, que traz, ainda, o Papai Noel durante os meses de novembro e dezembro, na praça de alimentação (piso L4), onde atenderá às crianças. Próximo ao Bom Velhinho, também tem um espaço de recreação com oficina infantil, onde a criançada poderá fabricar pantufas em borracha EVA (mistura de Etil, Vinil e Acetato), trabalhando coordenação motora e auto-estima das crianças.

Quanto ao restante da campanha de fim de ano, o Shopping traz para os clientes o Natal de Paz, onde decoração, programação e peças publicitárias, tudo remete ao tema, prometendo manter a cultura de paz inerente às festividades. Além das atividades para os pequeninos, terão, ainda, apresentações de corais e bandas com repertório natalino. Para o comércio este é um dos melhores períodos, quando todos saem às ruas para comprar presentes e até mesmo, pequenas lembranças.

Serviço:
Exposição Sonhos de Natal entre Personalidades
Local: Piso L2 (segundo andar) do Shopping Aldeota (Av. Dom Luís, 550)
Horário: de 10h às 22h





Peça "O Pássaro Azul" em cartaz aos domingos no Teatro Morro do Ouro

O espetáculo infantil "O Pássaro Azul", que está em cartaz todos os domingos de outubro, fará nova temporada por todo mês de novembro, no Teatro Morro do Ouro (no anexo do Theatro José de Alencar), sempre às 17h, dentro do projeto TJA Criança, com ingressos a R$ 10,00 (inteira) e R$ 5,00 (meia).

"O Pássaro Azul" é inspirado na obra de Maurice Maeterlinck, em adaptação de Silvianne Lima e direção de Nelson Albuquerque. Trata-se de mais uma peça com elenco do Grupo Pavilhão da Magnólia.

Na história, Maria Clara é uma menina que não se conforma com a condição de vida da sua família, considerada “pobre”. Certo dia Maria Clara e seu irmão Zeca recebem uma visita inusitada da Fada Berylune que propõe a busca de um Pássaro Azul para resolver seus problemas. Maria Clara, Zeca, o cachorrinho Tylo e a gatinha Tylete partem em uma aventura em busca da felicidade, descobrindo mundos do passado ao futuro.

Criado em 1909 O Pássaro Azul (L’Oiseau Bleu), pretendia reivindicar sobre os valores estéticos do naturalismo e realista da época, tendo como característica a subjetividade, a musicalidade e o transcendentalismo.

Maurice Maeterlinck seu autor foi o principal expoente do Teatro Simbolista.

Montado pela primeira vez em Fortaleza o espetáculo ganha novos contornos, tendo como pano de fundo a cultura popular, no surgimento dos mundos existentes na obra original (Passado, Terra da Fartura, Floresta, Futuro e presente).

A linguagem usada propõe despertar um pensar nos muitos signos expostos no espetáculo, pois a criança é convidada a participar de uma viagem inusitada onde o acreditar e imaginar são os principais brinquedos.

Na busca de ilustrar situações da vida real, ao falar de morte, do consumo exacerbado, da preservação ambiental, do futuro, de amizade, de guerras e principalmente do convívio familiar da relação com os pais e irmãos e do amor incondicional que está dentro de todos, o espetáculo propõe ao público uma investigação do ser interior, seja criança ou adulto, mas são as crianças que fazem um viagem muito maior.

Uma obra atemporal e importante na construção dos valores da família.





Shoppings com patinação no gelo


O filme “A Era do Gelo 3” – da distribuidora americana Fox Filmes – é a grande inspiração da campanha do Dia das Crianças 2009 do North Shopping Fortaleza e Maracanaú. A iniciativa conta com diversas atrações para pequenos e grandes visitantes, como um concurso cultural, atrações artísticas e uma pista de patinação no gelo – montada no North Shopping Fortaleza, na Praça de Eventos, 1º. Piso, que está funcionando desde o dia 27 de setembro, das 11h às 22h.

“Em destaque, temos as apresentações artísticas com a Trupe do Gelo, que serão realizadas por bailarinos vindo de São Paulo especialmente para apresentações no North Shopping Fortaleza nos próximos dias 10, 11 e 12/10, com acesso gratuito”, explica Jacqueline Braga, executiva do ambiente de desenvolvimento do North Shopping.

A pista de gelo tem 180 m2, está montada no 1º. Piso (Praça de Eventos) e será atração do North Shopping Fortaleza até o dia 30 de janeiro de 2010, oferecendo barras de segurança, som, capacetes, joelheiras, cotoveleiras, sapatos com numeração do 28 ao 46, além de monitores. Crianças de 1 a 4 anos também poderão se divertir na pista em um playcar exclusivo. O ingresso individual para a pista de gelo é adquirido no local, nos valores de R$ 18,00 (por 30 minutos de patinação) e R$ 22,00 (45 minutos), sendo solicitado, apenas, que os patinadores tragam as próprias meias.

Durante todo o mês de outubro, a criançada ainda pode participar do Concurso Cultural “Era do Gelo 3”. Para concorrer a um DVD do filme, basta ir ao posto de promoção no 1º. Piso, próximo à pista de patinação, preencher os dados e responder à frase: “Se você pudesse ser um dos personagens da Era do Gelo 3, qual seria e por quê?”

O cupom preenchido deverá ser depositado na urna. As 100 melhores frases – avaliadas nos quesitos criatividade, originalidade e adequação ao tema proposto – ganharão, cada um, o DVD – com entrega no dia 10 de novembro, no próprio shopping.

Segundo Jacqueline Braga, o investimento na campanha é de R$ 150 mil – com divulgação em tevê, rádio, jornal, outdoor, panfletos, mídia indoor, etc. “A data – Dia das Crianças – é um evento muito importante no calendário promocional do North Shopping. Esperamos um aumento de vendas global de até 18% em relação ao mesmo período do ano passado”, diz Jacqueline.

O shopping Iguatemi também montou uma pista de patinação de gelo no primeiro piso.

SERVIÇO:
Pista de Patinação no Gelo – no 1º. Piso, Praça de Eventos – North Shopping Fortaleza (Av. Bezerra de Menezes, 2450, São Gerardo).
INGRESSO: R$ 18,00 (por 30 minutos de patinação) e R$ 22,00 (por 45 minutoS). Os patinadores devem trazer as próprias meias.
FUNCIONAMENTO: das 11h às 22h, todos os dias
Mais informações: (85) 3404-3000.
Regulamento completo do Concurso “Era do Gelo 3”: www.northshopping.com.br





DIVERSÃO PARA AS CRIANÇAS NOS ÚLTIMOS DIAS DA CASA COR CEARÁ 2009



O último final de semana da Casa Cor Ceará 2009 reserva muitas atrações para os pequenos, como teatro, música, oficina de arte e brincadeiras. Enquanto as crianças se divertem no Sítio “Passarim do Assaré”, os adultos podem conferir os 61 ambientes que compõem a conferir a versão local da mais importante mostra de arquitetura, decoração e paisagismo da América Latina.

No final de semana estão previstas apresentações teatrais e entrega de cartilhas educativas da Uniodonto, degustação de produtos Dona Benta, distribuição de receitas e desenhos para colorir. O Colégio Farias Brito – FBaby, por sua vez, promove narrações de histórias, apresentações musicais, de teatro infantil e de fantoches, brincadeiras e muito mais. De sexta-feira a domingo, estão previstas as seguintes atividades: fantoche de meia, gafanhoto, pára-quedas e esculturas em balão, além de pintura de rosto.

Na semana, as crianças também podem dar asas à imaginação na biblioteca infantil, expressar toda a sua criatividade e talento na Oficina de Arte Hidracor, além de visitar o Sítio “Passarim do Assaré” e conhecer um mini-engenho. O sítio é uma atração á parte para os pequenos, com redário, balanços, casa na árvore, várias esculturas e xilogravuras, palco para as apresentações e cozinha experimental. De acordo com o designer Alberto Bruno, a idéia é recriar a beleza e a tranqüilidade da vida rural.

Sobre a Casa Cor Ceará 2009 - A versão local da mais importante mostra de arquitetura, decoração e paisagismo da América Latina, a Casa Cor Ceará 2009, acontece até 10 de novembro e adota como tema a sustentabilidade. Os 61 ambientes apresentam as principais tendências do segmento tendo como preocupação a preservação ambiental, além de exibir pela primeira vez no Ceará o Hotel Casa Cor. A mostra acontece em imóvel pertencente ao Grupo J. Macedo, sendo esta a maior sede desde 1999, com 10 mil m² de área. Inclui ainda um jardim revitalizado com base no projeto original do consagrado paisagista Roberto Burle Marx, que recebe homenagem em comemoração aos 100 anos de seu nascimento. Além de Burle Marx, dois cearenses são homenageados este ano: o arquiteto, urbanista e músico Fausto Nilo, cujos títulos das suas canções batizam diversos ambientes, e o médico neuro-cirurgião Dr. Mairton Lucena.



Serviço:

Casa Cor Ceará 2009

De 30/09 a 10/11

Funcionamento: De terça-feira a domingo.

Horário: Das 16h às 22h

Ingressos: R$ 30,00 (inteira), R$ 15,00 (meia entrada para estudantes mediante apresentação da carteira e para pessoas a partir de 60 anos) e R$ 60,00 (passaporte, com acesso liberado em todos os dias da mostra)

Endereço: Rua Visconde de Mauá, 1000 (entre as ruas Maria Tomásia e Marcos Macêdo)

(85) 3112.4144

www.casacorceara.com.br

INTERNET - INFORMÁTICA

A BRINCADEIRA DE AMIGO SECRETO NA WEB VOLTOU

O site AmigoSecreto.com.br neste ano traz novidades: nova interface, troca de mensagens anônimas com emoticons e mais patrocinadores que oferecem diversas opções de presentes


São Paulo, novembro de 2009 – O AmigoSecreto.com.br, site oficial da brincadeira de fim de ano, voltou e traz muitas novidades.

O site é um completo administrador da tradicional brincadeira de amigo secreto de final de ano. Nele, você monta seu grupo de amigos, define a data do sorteio, que o site faz automaticamente na data agendada, e ainda permite a troca de mensagens com participantes do seu grupo, seja secretas, públicas, identificadas ou anônimas.

Os participantes podem definir o valor máximo de preços dos presentes para evitar frustrações na hora das trocas, além de ter acesso a várias dicas do que a pessoa quer ganhar. O site ainda conta com mural de recados para conversas em grupo, dentre outras facilidades.

Quanto à interface, vários conceitos consagrados foram incorporados ao site neste ano que irão deixar a interação com o sistema muito mais fácil e intuitiva. Com um novo layout mais limpo e leve, oferece aos usuários a possibilidade de uma experiência melhor e agradável. O cadastro também foi simplificado para facilitar a participação de todos na brincadeira.

No entanto, um dos grandes sucessos do AmigoSecreto.com.br está nas trocas de mensagens. Só em 2008 foram quase 2 milhões de recados trocados. Neste ano a equipe de desenvolvimento do site trouxe uma novidade que promete deixar os participantes ainda mais envolvidos: a possibilidade de mandar bonequinhos com expressões de emoções (emoticons), tais como carinho, abraço e paquera, dentre outras.

Outra vantagem que o site oferece é a opção de escolher o presente que você quer numa vitrine repleta de sugestões. Agora novas parcerias foram feitas com o intuito de proporcionar boas opções de compra para os usuários. Dentre alguns nomes estão Saraiva, L´acqua di Fiori, Net Shoes, Buscapé e Submarino.

“Em 2009 nos focamos em melhorar a experiência do usuário em todos os sentidos, por isso aprimoramos significativamente a interface do site e ampliamos as ofertas, trazendo mais empresas renomadas para fazer parceria e, com isso, oferecer mais benefícios aos nossos participantes”, afirma Marcelo Abrileri, criador do AmigoSecreto.com.br.

Tirou o seu chefe e está em dúvida como interagir com ele? Não se preocupe, o site este ano firmou parceria também com o Humortadela.com.br, o maior site de humor da América Latina, que oferecerá sugestões de mensagens com tom humorístico e que deverá tornar a brincadeira ainda mais divertida.

Desde 2002 o AmigoSecreto.com.br vem crescendo em número de acessos. Ano passado foram mais de 400 mil participantes e a expectativa para 2009 é de ultrapassar a casa dos 600 mil.

Neste ano, além do Orkut, a equipe está divulgando o AmigoSecreto.com.br no Twitter (http://twitter.com/amigo_secreto). Lá o internauta pode acompanhar todas as novidades e ofertas.

A utilização do site é totalmente gratuita. O endereço eletrônico é o http://www.amigosecreto.com.br.






E-books da Geração Editorial para download gratuito


Foi só a Amazon colocar em destaque no site o Kindle – leitor de livros digitais – para que a discussão pairasse sobre leitores, editoras e livreiros. Afinal, uma mudança como essa transforma a maneira de consumir livros.

A Geração Editorial, no mercado desde 1992, apoia a chegada do Kindle e já oferece aos leitores livros gratuitos para download no site http://www.geracaobooks.com.br/e_books. Dos três títulos disponíveis, dois são do editor da Geração, Luiz Fernando Emediato, autor de “Verdes Anos” e “A Grande Ilusão”. A terceira obra é “Anjos de Barro”, de José Maria Mayrink.

Para a diretora editorial da empresa, Fernanda Emediato, a tendência vem ao encontro das novas tecnologias e o mercado editorial tem de se preparar para a chegada destes novos aparelhos. “Pode haver o movimento que for, as histórias sempre serão inventadas, reinventadas e escritas pelo homem, pelo menos até o Sol existir. Mérito para o direito autoral. Se vamos curtir a literatura no papel ou num aparelho eletrônico, isso não é tão relevante. O importante é o acesso”.

Com mais de 300 livros no catálogo, a Editora comemora os lançamentos de 2009 – são mais de 20 obras que vieram para disputar a lista dos mais vendidos do País. Destaque para “Honoráveis Bandidos – Um retrato do Brasil na era Sarney” que entrou para os 10 primeiros logo que o título chegou às livrarias. Outros investimentos, destinados especialmente para quem curte ler o roteiro antes de assistir o filme, são duas traduções, "Papisa Joana" , de Donna Woolfolk Cross, e "O Mistério de 2012" , de Gregg Braden, que logo estreiam nas telas do cinema.

O brasileiro de agora lê mais e exige variedade, por isso a Geração tem uma novidade atrás da outra para todos os tipos de leitores: descolados, cults, cibernéticos, estudantes, românticos, pesquisadores, aventureiros, realistas e curiosos. No final deste mês, outro livro polêmico deve esquentar as prateleiras: “Sangue Azul”, reportagem romanceada sobre os crimes da Polícia Militar no Rio de Janeiro. Um livro bomba bem no estilo da polêmica Geração Editorial.






4 de novembro é o Dia do Inventor: conheça o trabalho da Associação Nacional dos Inventores e ideias que prometem melhorar a qualidade de vida das pessoas

Para presidente da Associação Nacional dos Inventores, Carlos Mazzei, inventor precisa ter força de vontade para desenvolver sua criação e levá-la ao mercado depois de devidamente patenteada. Segundo ele, há várias formas de proceder: criar uma empresa própria baseada em sua invenção, vender sua ideia para outros empresários ou negociar a patente


São Paulo, 3 de novembro – Tudo começa com uma boa ideia na cabeça.Depois do desenvolvimento de um protótipo e da realização de testes, o inventor tem a certeza de que o fruto daquela boa ideia vai melhorar a vida de muitas pessoas. A partir daí, muitos deles se perguntam: “O que fazer agora?”.

A Associação Nacional dos Inventores (ANI) foi criada exatamente para que as invenções brasileiras sirvam a toda a sociedade e para estimular os inventores a continuar dedicando-se à descoberta de novidades. “Nosso papel é incentivar e popularizar as inovações tecnológicas no País”, afirma o presidente e fundador da entidade, Carlos Mazzei. “Trabalhamos na orientação e regularização das patentes de projetos e na posterior comercialização dos inventos em escala industrial.”

Mazzei, também conhecido como “empresário dos inventores”, dedica-se integralmente à busca pelo reconhecimento dos inventos brasileiros. “Quando se fala em invenção, muitos pensam apenas em projetos ‘malucos’. Eles também existem, mas anualmente, são desenvolvidos diversos produtos e soluções para os problemas cotidianos.”

Muitos projetos de extrema importância ainda aguardam investidores decididos a produzi-los em escala industrial. Outros já estão no mercado, trazendo bons lucros a quem os criou.

Alguns inventos – O administrador de empresas porto-alegrense Marlon Diniz desenvolveu o Capoflex dispositivo prático e rápido de mudança de configuração para caçambas de camionetas – capota, tampão ou caçamba livre. O invento se constitui numa capota automática em fibra de vidro (ou outro material rígido) que não necessita de parafusos para a instalação. “Seu sistema eletrônico permite que o usuário mude a configuração da caçamba da camioneta de tampão para capota e vice-versa - com um simples toque de botão”, ilustra Diniz. “O equipamento sai da posição tampão e vai para a posição capota, em menos de 15 segundos”.

A ANI também apóia o Dry Hair Car, secador especial para ser acoplado à saída de ar do veículo. A criação é do zootecnista Arthur Augusto Ferreira e de sua sócia, a professora Maria Teresa Araujo Guerra. “Fizemos um equipamento formado por encaixe e mangueira. O melhor é que não requer energia, apenas a própria ventilação do carro, de preferência o ar quente. Para usá-lo, basta encaixar o dispositivo numa das saídas de ar e fechar as outras”, detalha. “Considero nosso invento prático para qualquer pessoa, porque pode ser usado na falta de tempo de secar os cabelos antes de sair e até depois de uma chuva repentina, podendo também aquecer o corpo e os pés”, imagina Ferreira. “Pensamos em vender a ideia para qualquer empresa de acessórios de carros ou fabricantes de secadores de cabelo”, finaliza

A educadora musical Christina Paz desenvolveu um Equipamento de Secagem de Calçados e Tênis - um dispositivo constituído de uma fôrma espiral similar ao pé, provido de filamentos de resistência por toda a sua extensão. A secagem rápida e uniforme do calçado ocorre de dentro para fora, por aquecimento dessa fôrma, que vem recoberta por uma camada protetora térmica para evitar danos ao produto. Como um ferro de passar, tem um termostato regulável para cada material, seja couro ou sintético.O produto é leve e de manuseio simples.

O técnico de manutenção Reginaldo Aparecido de Moraes, de Guarulhos, inventou um hidrômetro especial que não contabiliza a passagem de ar – aquele ruído que se ouve toda vez que a água é reabastecida após uma interrupção. Esse ar expelido por torque é responsável por aumentar o registro do consumo. “Com o hidrômetro que não contabiliza o ar, a ideia é economizar até 40% do total da conta”, promete o inventor.O dispositivo criado por Moraes distingue o ar da água por meio de uma boia, impedindo que o hidrômetro gire o contador durante a passagem de ar. “Ao contrário de acessórios irregulares e ilegais, não causa prejuízo ao consumidor e nem à companhia fornecedora”, garante.

LIVROS - FICÇÃO

SUCESSO DOS LIVROS DE VAMPIROS

Anno Dracula, de Kim Newman, chega ao Brasil pela Editora Aleph.


Livro subverte a mais conhecida história de vampiros de todos os tempos e cria uma narrativa que mistura personagens reais e fictícios

Em Drácula, obra máxima da literatura vampiresca escrita por Bram Stoker, o temido vampiro é perseguido e derrotado por Van Helsing. Mas e se Drácula tivesse triunfado? Partindo dessa premissa, o autor Kim Newman apresenta em “Anno Dracula” uma original e inusitada versão desse clássico. Nela, o Rei dos vampiros desposa a rainha Vitória e dá início a sua linhagem sombria na Inglaterra do século XIX. Londres passa a viver em uma desordem pública após o casamento real. Os vampiros começam a “transformar” a população e impor o seu império. Em meio a esse cenário, misteriosos assassinatos começam a ocorrer no bairro de Whitechapel. As vítimas, todas vampiras, são brutalmente mutiladas. Aqui o autor, além de modificar as regras do gênero, suprimindo a imortalidade dos vampiros, faz também uma referência direta aos assassinatos cometidos na época por Jack, O estripador.

Os crimes trazem mais tumulto para a cidade, e surgem protestos contra o governo. Todos são imediatamente reprimidos pela violenta guarda Carpatiana do príncipe consorte, em um episódio que fica conhecido como “o domingo sangrento”. Para conter o caos, a Scotland Yard terá que enfrentar as nebulosas noites londrinas atrás do assassino, e para isso contará com a ajuda de Geneviéve, uma vampira aristocrática, e Beauregard, um distinto membro de um clube político secreto. Anno Drácula combina mistério, horror e política, em uma narrativa sarcástica. Com uma apurada pesquisa histórica, a trama apresenta vários elementos do período vitoriano, auge da revolução industrial.

O livro reúne ainda personagens antológicos da literatura e do cinema de horror, como Conde Orlock, do filme Nosferatu e Henry Jekyll, de O Médico e o monstro. Todos dividem o mesmo universo ficcional com personagens reais, como Oscar Wilde e o próprio Bram Stoker. Essa edição brasileira traz um guia inédito de personagens para orientar o leitor.

Lançado com grande sucesso em 1992 na Inglaterra, Anno Drácula – vencedor do prêmio International Horror Guild e finalista do Bram Stoker Award – chega agora ao Brasil como uma decisão participativa dos fãs, que sugeriram sua publicação pelo Orkut, na maior comunidade brasileira de ficção científica, com quase 5500 membros.

Sobre o autor:

Jornalista, crítico de cinema e escritor, o londrino Kim Newman lançou seu primeiro livro em 1985, Ghastly Beyond Belief: The Science Fiction and Fantasy Book of Quotations, um trabalho não ficcional em parceria com Neil Gaiman.

Seu romance de estreia, The Night Mayor, é de 1989, seguido por Bad Dreams (1990), Jago (1991) e, finalmente, Anno Dracula, em 1992, livro que o projetou como autor de horror e ficção.Escreveu também textos de fantasia juvenil sob o pseudônimo de Jack Yeovil e vários contos de ficção científica, publicados em antologias.

O sucesso de Anno Dracula deu origem a duas continuações: The Bloody Red Baron (1997) e Dracula Cha Cha Cha (1998).






2º volume da saga Alma e Sangue, sucesso de público no país

Relançado em agosto desse ano, Alma e Sangue: o despertar do vampiro deu novo fôlego à saga de vampiros escrita pela autora maranhense Nazarethe Fonseca. O livro, que já havia arrebatado o público na primeira edição, ganhou agora novos fãs, que após o fim da série Crepúsculo, estão ávidos por novas histórias de vampiro.

Esse segundo volume é inédito, e a história se passa cinco anos depois, quando a jovem protagonista Kara Ramos retorna à São Luiz e tem o seu diário roubado, colocando em risco o segredo milenar dos vampiros. Kara está em perigo e terá que usar seus novos poderes para lutar contra seus inimigos.

Para tanto, ela contará com a ajuda de Jan e do Rei Ariel Simon, retratado em memórias no primeiro volume, e que aparece agora para lutar pelo seu reino. Um triângulo amoroso surgirá entre eles, complicando ainda mais a trama e criando um cenário de incertezas, onde aliados podem tornar-se inimigos mortais.

O império dos vampiros expande a mitologia que arrebatou os fãs em O Despertar do Vampiro, adicionando um toque de magia e novos personagens ao universo dos vampiros. Mantendo a bem-sucedida receita de misturar ingredientes da literatura vampiresca mundial com cenários bem brasileiros, a autora produz uma narrativa repleta de mistérios e reviravolta. A saga continua em O Pacto dos Vampiros, com previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2010.


Nazarethe Fonseca nasceu em São Luís, Maranhão. Começou a escrever aos 15 anos, após um sonho que se tornaria seu primeiro livro, uma trama policial. É autora da saga Alma e Sangue, iniciada com O Despertar do Vampiro, continuada em O Império dos Vampiros e que prossegue em O Pacto dos Vampiros. Publicou contos nas coletâneas Necrópole: Histórias de Bruxaria e Anno Domini. Mora atualmente em Natal, Rio Grande do Norte.







O amor na terra de Ahmadinejad

Escritor iraniano revela como é viver, amar e ser artista em uma das culturas menos compreendidas do mundo


Um dos mais aclamados, talentosos e controvertidos autores contemporâneos, o iraniano Shahriar Mandanipour, premiado, mas também ameaçado e censurado em seu país por causa de sua literatura e atividades políticas, foi proibido de publicar seus livros entre 1992 e 1997, mudando-se para os Estados Unidos em 2006. Qualquer semelhança com seu novo romance não é mera coincidência: Em “Quando o Irã censura uma historia de amor”, o autor acompanha o empenho de um ambicioso escritor iraniano em escrever uma inédita história de amor que passe pelos censores. Um inventivo e sensível triunfo literário que abre uma janela reveladora acerca de como é viver, amar, e ser artista em uma das mais sedutoras, e menos compreendidas, culturas do mundo.
Dono de inteligência maliciosa, Shahriar Mandanipour, o alter ego ficcional do autor, há anos luta contra o Ministério da Cultura e Orientação Islâmica para publicar um livro. Agora, beirando os 50 anos, cansado de suas histórias sombrias e amargas, percebeu que “o mundo real a sua volta tem morte, destruição e tristeza o bastante.” E então resolve escrever uma encantadora história de amor no Irã contemporâneo. Mas em uma sociedade na qual é crime uma mulher caminhar nas ruas ao lado de um homem que não seja seu parente, e na qual os censores do governo inspecionam cada linha digitada, esse será seu maior desafio. Sob os olhos do Sr. Petrovich, o todo-poderoso e onisciente censor do Ministério, ele terá de costurar a trama dos jovens Sara e Dara.
A bela amante de livros e o orgulhoso estudante de cinema apaixonam-se entre as empoeiradas estantes da biblioteca da universidade, onde trocam mensagens codificadas nas páginas de seus livros favoritos. Desafiando o Estado e as próprias famílias, eles se encontram em ruas tumultuadas, cibercafés e viçosos jardins particulares de Teerã.
Escrever livremente sobre os encontros e desejos de Sara e Dara poderia colocar Shahriar em perigo ainda maior do que aquele enfrentado por seus amantes. Vigorosamente, ele rabisca linhas, abandona cenas inteiras e traz à tona os contrastes entre a sensual e gloriosa tradição poética persa e a puritana tirania do Irã atual. Com a escrita repleta de ironia e indignação, Mandanipour lança luz aos paradoxos que envolvem os perseguidos políticos, e celebra o poder libertador da literatura e do amor.

LIVROS - NÃO FICÇÃO



A dupla face das ditaduras que abalaram o mundo

Richard Overy analisa as sociedades alemã e russa durante os governos de Hitler e Stalin


Setenta anos após o início da maior de todas as guerras, dois personagens crucias para o entendimento deste episódio e da história do “longo século XX” são alvo de profunda pesquisa. Em Os Ditadores, o historiador Richard Overy faz uma profunda análise das ditaduras pessoais de Adolf Hitler e Josef Stalin. Através do levantamento de suas semelhanças e diferenças, Overy explica como tais regimes puderam existir até a morte de seus governantes.
Aspectos sociais, culturais e políticos, assim como os processos históricos da Alemanha e Rússia foram levados em consideração para explicar como foi possível o nascimento e o sucesso de ambas as ditaduras. Overy não assume uma postura simplista de tratar Hitler e Stalin como monstros responsáveis pela morte de milhões de pessoas.
Em seu livro, ele procura mostrar como as sociedades de ambos os países de uma forma ou de outra foram coniventes com as atrocidades. “Quanto mais sabemos sobre a periferia, mas claro fica que o centro só teve sucesso na medida em que grande parte da população aceitou e trabalhou com os dois sistemas”, afirma Overy. O autor explica que tal visão só é possível graças à abertura dos Arquivos Públicos da Antiga URSS e também pelo fato de na última década historiadores alemães terem realizado importantes pesquisas sobre vários aspectos da sociedade alemã pré-Hitler e pós-Hitler. Antes, grande parte desta conturbada fase da história alemã foi contatada por historiadores não alemães.
Em Os Ditadores, Richard Overy destaca as diferenças entre os sistemas ditatoriais e ressalta o totalitarismo como traço comum. A disputa entre eles no fim da Segunda Guerra Mundial ilustra seus ideais conflituosos, já o impacto e o trauma causado pela Primeira Guerra Mundial em ambas as nações é o retrato de suas semelhanças.
Richard Overy é professor de História no King’s College, em Londres, e autor de numerosos livros sobre o Terceiro Reich e a Segunda Guerra Mundial: War and Economy in the Thrid Reich, Why the Allies Won, Russia’s War, The Battle e Interrogations. Foi nomeado membro da Academia Britânica em 2000 e em 2001 recebeu o Prêmio Samuel Eliot Morison por sua contribuição à história militar. Recentemente, a Editora Record lançou 1939, também do autor.










GUINNESS WORLD RECORDS 2010

Edição especial do GWR traz os maiores e os melhores da primeira década do Terceiro Milênio



A nova edição do Guinness World Records, que chega ao Brasil pela Ediouro, selecionou os feitos mais significativos, curiosos e impressionantes alcançados pela humanidade nestes dez primeiros anos do século XXI e que marcaram a passagem para o terceiro Milênio.


Assim, no Guinness World Records 2010 pode se conhecer a mais demorada transmissão ininterrupta de um seriado de TV, a pessoa que passou mais tempo em contato corporal direto com o gelo, a mais numerosa rede de relacionamento online ou ainda o homem que segurou a maior quantidade de cascavéis com a boca.

Mantendo a tradição de sempre inovar, nesta edição o leitor encontrará uma senha para entrar no site www.guinnessworldrecords.com/2010 e ter acesso a conteúdos exclusivos, como entrevistas com recordistas, vídeos, fotos para download, além escolher por votação seus preferidos entre os TOP 100.

Também traz os capítulos inéditos: Os inquebráveis – com os recordes mais duradouros da história, Os Primeiros - composto por feitos que inauguraram categorias e ainda um recorde para cada dia do ano, permitindo ao leitor descobrir, por exemplo, o recorde do dia de seu aniversário.

Recordes brasileiros também ganham destaque na edição

Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo (foto acima), Rosilda Ferreira (foto ao lado), a caixa de supermercado que conseguiu registrar e empacotar mais mercadorias em menos tempo, Joaquim Gonçalves, o paranaense responsável por assar o maior pão de todos os tempos e Felipe Nascimento que encheu 320 bexigas em uma hora estão entre os brasileiros que conquistaram vaga no Guinness World Records 2010, sem falar da proeza das 15 pessoas que entraram juntas em um fusca.

Sobre o Guinness

Publicado no Brasil pela Ediouro, o Guinness World Records é a autoridade mundial em quebra de recordes. Editado pela primeira vez em 1955, o livro é renovado todo ano em mais de 100 países e 25 línguas, com vendas superiores a 4 milhões de exemplares, já ultrapassando o total de 100 milhões de unidades vendidas, tornando-se o segundo livro mais vendido do mundo, ficando abaixo somente da Bíblia Sagrada. Desde 2008, o Guinness World Records também publica anualmente uma edição Games, voltada exclusivamente ao mundo dos jogos eletrônicos e seus recordes. O site www.guinnessworldrecords.com recebe mais de 11 milhões de visitantes ao ano.

Ficha Técnica:
Livro: Guinness World Records 2010 – O livro da década
Editora: Ediouro
Nº de páginas: 288
Preço Sugerido: R$ 74,90








Sebastião Nery reconta 50 anos de nossa História

Polêmico jornalista volta ao passado para reviver as memórias de seu tempo

Todo grande personagem é inspirado por uma entidade que o orienta, auxilia ou abandona. Napoleão por sua estrela (da qual Josefina seria a personificação), Sócrates por seu demônio, Joana d’Arc por suas “vozes”, Sebastião Nery por sua nuvem. Uma nuvem que, por sinal, fez chover na sua horta, tornando-o um dos mais respeitados e polêmicos jornalistas brasileiros e cronista-mor da nossa época, além de professor, advogado, político, e, sobretudo, homem de letras, na acepção mais ampla do termo.
Com o presente livro, “A Nuvem”, 16º em sua obra, editado pela Geração Editorial, Sebastião Nery também merece agora figurar entre os memorialistas do calibre de Graciliano Ramos e de Pedro Nava, mas nunca de Brás Cubas, pois a despeito da qualidade machadiana do seu estilo, estas memórias nada têm de póstumas; ao contrário, vibram e pulsam com a energia vital que amplamente tem desmentido, ao longo de 77 anos, o “defuntinho”, como o frágil recém-nascido Nery foi apelidado, tão improvável parecia a sua sobrevivência.
“A Nuvem” inicia-se em 1944, quando o precoce menino Sebastião é levado de sua Jaguaquara natal para o seminário, e encerra-se quando do seu retorno da adorada Paris para o Brasil, em 1994. Proporcionando-lhe uma formação acadêmica invejável, após dotá-lo do intenso amor ao saber que resultou em erudição caudalosa, a nuvem de Nery conduziu-o pelo mundo inteiro como jornalista e adido cultural, e por todo o Brasil nas campanhas políticas mais efervescentes da nossa volátil democracia, como as de Juscelino em 1955 e das Diretas em 1984.
Episódios prosaicos como o primeiro contato com luz elétrica aos quatro anos ou a descoberta do amor, e outros nem tanto, como o encantamento juvenil pelo comunismo e a prisão sob a ditadura militar, tornam-se instantaneamente lições de vida depois de filtrados pela enxuta e elegante prosa neryana.
Kubitschek, Brizola, Collor ganham nova dimensão uma vez contemplados pela nuvem. Aliás, poucos nesses 50 anos são os personagens relevantes da nossa história sobre quem Nery não tenha algo relevante a contar, ou mesmo, que não tenha conhecido em pessoa, todos matéria-prima inexaurível para as anedotas com que enriquece incansavelmente o folclore político nacional.
Sobre política, no entanto, este homem que foi político – deputado, conselheiro de políticos, adido cultural de governos no exterior – tem uma conclusão amarga: “A política”, diz ele, “tem uma coisa péssima: ela atrai demais os maus, porque o poder é quem manda e quem manda no poder é a política. Quando instrumento do mal, ela duplica o mal.”








O fim do império americano?

Livro provocador do sociólogo holandês Jan Nedeerveen Pieterse descreve a brutal crise econômica financeira e analisa como esses erros podem ser corrigidos. Em entrevista exclusiva, o autor afirma que a política de Obama não será suficiente para conter a crise e países emergentes como o Brasil poderão se sair melhor fazendo alianças com a China, a Ásia, o Oriente Médio e a África

Eles tentam dominar a política e a imaginação do mundo há mais de um século e têm por um padrão de consumo exacerbado – entendido como insustentável para o planeta. Mas desde que o alerta acendeu-se no segundo semestre do ano passado sobre o furo na bolha imobiliária dos Estados Unidos, o cenário mudou. Milhares de pessoas naquele país estão sendo despejadas de suas casas e a classe média endividou-se de maneira acachapante. O crime aumenta a cada dia e há 2,4 milhões de presos.

Nesse ritmo, o país carrega o peso de uma dívida pública trilionária. Será o fim do império ou uma forte crise econômica com caminho de saída? É essa questão que ecoa na mente de todos, mas poucos conseguem respondê-la. Com muito estudo e pesquisa o sociólogo holandês Jan Nederveen Pieterse, que vive desde 2001 nos Estados Unidos, conseguiu reunir nesta obra (O fim dou império americano? Os Estados Unidos diante da crise, Geracao Editorial, 272 páginas, R$ 29,00) ma visão provocadora e polêmica em torno das grandes questões deste século.

Ao contrário de outros livros críticos, este não faz dos Estados Unidos o vilão número um do mundo – mas também não é magnânimo e tolerante. Primeiro, ele mostra o que são de fato os Estados Unidos: uma superpotência problemática que há 35 anos vive sob o poder conservador dos republicanos do Sul e dos interesses financeiros e do petróleo, uma das causas das guerras que buscam território a ser conquistado, por seus recursos naturais. A guerra é um negócio.

No entanto, a desigualdade e o declínio social contínuo avançam – com mais e mais apropriações de imóveis, mais crises familiares devido à falta de cobertura de saúde, um maior número de sem-tetos, de presos, de menos ingressantes nas universidades e mais desabamentos de pontes. Enquanto as grandes corporações seguem com seus lucros e o Pentágono aumenta suas verbas. O governo laissez-faire dominado pelas organizações de serviços e financeiras e pelo complexo militar prefere empurrar a nação para a guerra e a economia para o abismo.

O futuro pode ser tenebroso: bancos, fornecedores de armas e multinacionais talvez prosperem, mas o que acontecerá com o poder de compra dos americanos? Sem esse poder para movimentar a economia, quanto tempo irá durar a hegemonia americana?

Há muitos livros sendo escritos sobre os Estados Unidos, mas este se diferencia deles. Sociólogo treinado em antropologia, Pieterse adota uma perspectiva multifacetada. Ao devassar a cultura e a sociedade norte-americanas e ao destrinchar a política financeira e econômica, ele acompanha com uma visão inovadora as tendências atuais e lança luz, de forma extraordinária, sobre os problemas do presente e as perspectivas do futuro.

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Sobre o autor

Jan Nederveen Pieterse, holandês que vive desde 2001 nos Estados Unidos, é professor de Estudos Globais e Sociologia na Universidade da Califórnia, campus de Santa Bárbara.









Pai Rico, Pai Pobre, o best-seller agora em formato audiolivro

Lançamento da Editora Nossa Cultura, o audiolivro de Robert Kiyosaki e Sharon Lechter é umas das obras mais lidas no mundo

Mais de 30 milhões de cópias vendidas no mundo, lançado em mais de 100 países e traduzido para quase 50 idiomas. Esses números impressionantes são os dados do best-seller Pai Rico, Pai Pobre de Robert T. Kiyosaki e Sharon L. Lechter que chega agora as livrarias no formato de audiolivro, resultado da parceria entre a Editora Nossa Cultura, especializada em audiolivros e da Editora Campus Elsevier, que traz em seu rol de obras diversos títulos consagrados mundialmente.

Dividido em dez capítulos, Pai Rico, Pai Pobre levanta a questão do despreparo que os jovens sofrem em relação a finanças. Por mais exemplar que o aluno tenha sido durante sua vida acadêmica, isto não é garantia de um futuro financeiramente tranqüilo, afinal os colégios e faculdades não o preparam para relação com o dinheiro, como pode ser conferido no primeiro capítulo. “As escolas se concentram nas habilidades acadêmicas e profissionais, mas não nas habilidades financeiras. Isso explica porque médicos, gerentes de bancos e contadores inteligentes que tiveram ótimas notas quando estudantes terão problemas financeiros durante toda a sua vida”

Ao ouvir as outras faixas percebe-se que para os autores o ponto principal da discussão da obra não é como enriquecer, mas sim como saber administrar as riquezas conquistadas para que elas prosperem, é o que trata o terceiro capítulo: ”Me arrepio quando ouço as pessoas perguntando como ficar ricas rapidamente, ou por onde começar. Muitas vezes ouço alguém dizer que está endividada e precisa ganhar mais dinheiro, porém mais dinheiro nem sempre resolve nosso problema. De fato pode até aumentá-lo. O dinheiro muitas vezes põe a nu nossas trágicas falhas humanas. È como um holofote sobre o que não sabemos, é por isso que com muita freqüência uma pessoa que tem um ganho súbito de dinheiro, uma herança ou um aumento salarial ou um prêmio na loteria, volta rapidamente ao mesmo ponto ou até pior, aos caos financeiro que se encontrava antes de receber esse dinheiro. O dinheiro só acentua o padrão de fluxo de caixa que esta na sua mente, se o seu padrão for gastar tudo que ganha, o mais provável é que um aumento de dinheiro disponível apenas resulte em um aumento de despesa.”

O audiolivro é uma versão fiel do livro impresso, porém sua mídia permite que o ouvinte transfira seu conteúdo para um tocador compatível e aprecie a obra enquanto está parado no congestionamento ou ate mesmo durante as atividades físicas.









Cozinhar ficou fácil


Chef de Hell´s Kitchen mostra seu lado caseiro


Conhecido pelo temperamento forte e explosivo, Gordon Ramsay demonstra seu lado mais doméstico em Cozinhar ficou fácil, que chega ao Brasil pela Ediouro.

Estrela dos reality shows gastronômicos Hell´s Kitchen e Kitchen Nightmares, transmitidos no Brasil pelo canal GNT, Gordon abriu seu primeiro restaurante em 1993, no Reino Unido. Hoje, com unidades nos Estados Unidos, França, Emirados Árabes e Japão garante que qualquer pessoa pode preparar pratos como os que serve para seus clientes.

Essa é a proposta de Cozinhar ficou fácil, receitas simples e fáceis para serem feitas em casa, com bons ingredientes, que resultam em pratos com excelentes combinações de sabores, que podem ser servidos no café-da-manhã, almoço ou jantar.

Gordon deixa claro que quando se trata de gastronomia, não acredita em modismos. O que importa mesmo são os sabores, e afirma “Prefiro mais uma saborosa torta de peixe feita em casa do que um monte de peixe afogado em um molho inidentificável”. E é inspirado pelos mais variados sabores que ele cria suas receitas, que vão desde ovos mexidos sublimes até lagosta à termidor, passando por lombo de cordeiro, cogumelos grelhados, pirulito de iogurte com fruta para as crianças e um tradicional bloody mary para os adultos.

Dividido em dez capítulos, Cozinhar ficou fácil apresenta mais de 100 receitas selecionas e dicas para quem deseja variar ou aprimorá-las. Tudo ricamente ilustrado com fotos que não apenas demonstram como cada iguaria ficará, mas também permitem ao leitor conhecer um outro lado mais descontraído deste chef que aparece escolhendo ingredientes, cozinhando e divertindo-se ao lado de seus filhos.

Com sofisticação e qualidade, as receitas de Gordon mostram que é possível cozinhar prazerosamente em casa, sem gastar muito tempo e com ingredientes disponíveis no mercado.

Gordon Ramsay iniciou sua vida profissional como jogador de futebol, mas depois de pouco tempo passou a se dedicar à gastronomia. É considerado um dos mais bem sucedidos chefs do Reino Unido. Grande parte do sucesso de seus reality shows pode ser atribuído ao seu temperamento volátil e honestidade brutalmente simples. Ramsay é autor de outros dez livros de culinária.

Ficha Técnica:
Livro: Cozinhar ficou fácil
Autor: Gordon Ramsay
Nº de páginas: 256
Preço sugerido: R$ 79,90
Site: www.cozinharficoufacil.com.br








GUINNESS WORLD RECORDS 2010

Edição especial do GWR traz os maiores e os melhores da primeira década do Terceiro Milênio



A nova edição do Guinness World Records, que chega ao Brasil pela Ediouro, selecionou os feitos mais significativos, curiosos e impressionantes alcançados pela humanidade nestes dez primeiros anos do século XXI e que marcaram a passagem para o terceiro Milênio.


Assim, no Guinness World Records 2010 pode se conhecer a mais demorada transmissão ininterrupta de um seriado de TV, a pessoa que passou mais tempo em contato corporal direto com o gelo, a mais numerosa rede de relacionamento online ou ainda o homem que segurou a maior quantidade de cascavéis com a boca.

Mantendo a tradição de sempre inovar, nesta edição o leitor encontrará uma senha para entrar no site www.guinnessworldrecords.com/2010 e ter acesso a conteúdos exclusivos, como entrevistas com recordistas, vídeos, fotos para download, além escolher por votação seus preferidos entre os TOP 100.

Também traz os capítulos inéditos: Os inquebráveis – com os recordes mais duradouros da história, Os Primeiros - composto por feitos que inauguraram categorias e ainda um recorde para cada dia do ano, permitindo ao leitor descobrir, por exemplo, o recorde do dia de seu aniversário.

Recordes brasileiros também ganham destaque na edição

Tiago Della Vega, o guitarrista mais rápido do mundo (foto acima), Rosilda Ferreira (foto ao lado), a caixa de supermercado que conseguiu registrar e empacotar mais mercadorias em menos tempo, Joaquim Gonçalves, o paranaense responsável por assar o maior pão de todos os tempos e Felipe Nascimento que encheu 320 bexigas em uma hora estão entre os brasileiros que conquistaram vaga no Guinness World Records 2010, sem falar da proeza das 15 pessoas que entraram juntas em um fusca.

Sobre o Guinness

Publicado no Brasil pela Ediouro, o Guinness World Records é a autoridade mundial em quebra de recordes. Editado pela primeira vez em 1955, o livro é renovado todo ano em mais de 100 países e 25 línguas, com vendas superiores a 4 milhões de exemplares, já ultrapassando o total de 100 milhões de unidades vendidas, tornando-se o segundo livro mais vendido do mundo, ficando abaixo somente da Bíblia Sagrada. Desde 2008, o Guinness World Records também publica anualmente uma edição Games, voltada exclusivamente ao mundo dos jogos eletrônicos e seus recordes. O site www.guinnessworldrecords.com recebe mais de 11 milhões de visitantes ao ano.

Ficha Técnica:
Livro: Guinness World Records 2010 – O livro da década
Editora: Ediouro
Nº de páginas: 288
Preço Sugerido: R$ 74,90














Sebastião Nery reconta 50 anos de nossa História

Polêmico jornalista volta ao passado para reviver as memórias de seu tempo

Todo grande personagem é inspirado por uma entidade que o orienta, auxilia ou abandona. Napoleão por sua estrela (da qual Josefina seria a personificação), Sócrates por seu demônio, Joana d’Arc por suas “vozes”, Sebastião Nery por sua nuvem. Uma nuvem que, por sinal, fez chover na sua horta, tornando-o um dos mais respeitados e polêmicos jornalistas brasileiros e cronista-mor da nossa época, além de professor, advogado, político, e, sobretudo, homem de letras, na acepção mais ampla do termo.
Com o presente livro, “A Nuvem”, 16º em sua obra, editado pela Geração Editorial, Sebastião Nery também merece agora figurar entre os memorialistas do calibre de Graciliano Ramos e de Pedro Nava, mas nunca de Brás Cubas, pois a despeito da qualidade machadiana do seu estilo, estas memórias nada têm de póstumas; ao contrário, vibram e pulsam com a energia vital que amplamente tem desmentido, ao longo de 77 anos, o “defuntinho”, como o frágil recém-nascido Nery foi apelidado, tão improvável parecia a sua sobrevivência.
“A Nuvem” inicia-se em 1944, quando o precoce menino Sebastião é levado de sua Jaguaquara natal para o seminário, e encerra-se quando do seu retorno da adorada Paris para o Brasil, em 1994. Proporcionando-lhe uma formação acadêmica invejável, após dotá-lo do intenso amor ao saber que resultou em erudição caudalosa, a nuvem de Nery conduziu-o pelo mundo inteiro como jornalista e adido cultural, e por todo o Brasil nas campanhas políticas mais efervescentes da nossa volátil democracia, como as de Juscelino em 1955 e das Diretas em 1984.
Episódios prosaicos como o primeiro contato com luz elétrica aos quatro anos ou a descoberta do amor, e outros nem tanto, como o encantamento juvenil pelo comunismo e a prisão sob a ditadura militar, tornam-se instantaneamente lições de vida depois de filtrados pela enxuta e elegante prosa neryana.
Kubitschek, Brizola, Collor ganham nova dimensão uma vez contemplados pela nuvem. Aliás, poucos nesses 50 anos são os personagens relevantes da nossa história sobre quem Nery não tenha algo relevante a contar, ou mesmo, que não tenha conhecido em pessoa, todos matéria-prima inexaurível para as anedotas com que enriquece incansavelmente o folclore político nacional.
Sobre política, no entanto, este homem que foi político – deputado, conselheiro de políticos, adido cultural de governos no exterior – tem uma conclusão amarga: “A política”, diz ele, “tem uma coisa péssima: ela atrai demais os maus, porque o poder é quem manda e quem manda no poder é a política. Quando instrumento do mal, ela duplica o mal.”






Para ir além do brinde


Ediouro publica A Enciclopédia do Vinho

Um vinho tanto é melhor quanto mais se conhece sobre ele. Mesmo que essa regra não implique em que todos devamos nos tornar connaisseur para poder apreciar a bebida dos deuses, ter informações básicas ajuda muito. A Ediouro traz para o Brasil A Enciclopédia do Vinho, de Luis Tomás Melgar Gil, com dados fundamentais para que qualquer um possa reconhecer um bom vinho.

Melgar Gil dividiu o livro em cinco grandes grupos, nos quais apresenta os principais países produtores de vinho de cada continente, abordando suas regiões ou zonas vinícolas, uvas mais cultivadas, denominações de origem, propriedades de cada vinho e nomes dos produtores de destaque, além de relatar um pouco da história da vitivinicultura em cada área. Foram selecionados mais de duas dezenas de países produtores entre os tradicionais, como França e Itália, e outros menos lembrados, como China e Eslováquia. Países que vêm ampliando sua atuação no mercado como o Brasil, Chile, Argentina, Austrália ou África do Sul também são analisados.

Além de apresentar informações gerais sobre os vinhos e vinícolas, relatando os processos de fabricação, armazenamento, características de solos e climas, e as principais cepas que cada tipo de vinho requer, A Enciclopédia do Vinho também é um prático livro de consulta, repleto de fotos, no qual o leitor poderá tirar suas dúvidas de forma clara e direta. Nas 256 páginas deste livro é possível compreender o universo que envolve a fabricação desta bebida que é, há séculos, apreciada em todo o mundo.

Luis Tomás Melgar Gil foi por mais de 40 anos funcionário graduado da TVE (Televisión Española), onde recebeu diversos prêmios internacionais de prestígio. Desde 1996 é professor de Cinema e Televisão, primeiramente na Universidade Antonio de Nebrija, em Madri, e agora na conceituada Academia TAI. Pela Editorial Libsa publicou diversos títulos de temas variados.









PESQUISA


Livro da cineasta Karla Holanda revela a produção de documentários na região nordeste do país. Dia 12 na Vila das Artes.

Karla Holanda, cineasta e pesquisadora lança em Fortaleza o livro “Documentário Nordestino - mapeamento, história e análise” no próximo dia 12, às 19h, na Vila das Artes (rua 24 de Maio, 1221, centro). Além do lançamento do livro Holanda estará em Fortaleza para ministrar a Oficina de Documentário. A vinda da cineasta é uma realização da Vila das Artes através de seu Núcleo de Produção Digital (programa Olhar Brasil do Ministério da Cultura) em parceria com o Banco do Nordeste e a Corte Seco Filmes. O livro faz um levantamento inédito da produção de filmes documentários produzidos na região nordeste entre 1994 e 2003 e traça o percurso histórico do documentário em cada um dos nove estados da região. Revela, entre outros dados, que Pernambuco, Bahia, Ceará, e Paraíba são, nessa ordem, os maiores produtores da região, justamente os estados que mais investiram em formação, leis de incentivo estadual ou municipal, concursos públicos e festivais. Publicado pela editora Annablume e com apoio da FAPESP, o livro é originário da pesquisa de mestrado de Holanda, realizada no Departamento de Multimeios, da Unicamp (SP), e concluído em 2005, sob orientação do professor Fernão Ramos. Karla Holanda é piauiense, mestre em Multimeios pela Unicamp (SP) e doutoranda em Comunicação Social pela UFF (RJ). Iniciou na área audiovisual em 1992. Ao longo de sua carreira dirigiu uma série de documentários sobre escritores brasileiros, além de curtas, a exemplo de "Vestígio" e "Riso das Flores". Atualmente, vem trabalhando na finalização do documentário "O cinema é brasileiro" e ministrando aulas, além de outros projetos ligados a área de cinema.