Filme cearense “Memórias de Fé na Terra da Luz” é contemplado na VII Mostra Sesc de Cinema

Além de exibição em Sobral, no dia 03 de dezembro, o documentário vai percorrer diversas cidades brasileiras

É nas experiências e memórias das rezadeiras e benzedeiras que o longa-metragem cearense “Memórias de Fé na Terra da Luz” foca sua narrativa. Contemplado na VII Mostra Sesc de Cinema, o filme vai ser exibido no dia 3 de dezembro, às 14h, no Sesc Sobral. A entrada é gratuita.
Com roteiro e direção de Augusto Cesar dos Santos e produção executiva de Raylane Neres, a película é uma realização da Argumento Produções, tendo distribuição garantida por meio da Lei Paulo Gustavo, por meio do Edital de apoio ao Audiovisual Cearense - Difusão, Formação e Pesquisa.
Maria Alves (Meruoca), Marta Liara (Sobral), Mestra Francisca Félix (Alto Santo), José Ferreira, o Jacinto (Massapê), Alice da Silva (Maranguape), Maria Helena (Juazeiro do Norte), Francisco Evandinho, o Duca (Quixadá) e Alisabeth Felix, a Beta (Canindé) são os personagens do longa, que encontram na fé das pessoas a base para a perpetuação e disseminação das práticas da reza para diagnóstico e cura. Além dos relatos de suas vivências e histórias, a obra traz o testemunho dos que encontram na atuação das rezadeiras e benzedeiras um alento para suas dores físicas e emocionais.
O documentário, contemplado pelo Edital de Cinema e Vídeo 2018, da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult), já teve exibições em Meruoca, Alcântaras, Massapê e Quixadá, em agosto passado. Já para as locações, foram visitados os municípios de Meruoca, Sobral, Alto Santo, Massapê, Maranguape, Juazeiro do Norte e Quixadá. Pela Mostra Sesc de Cinema, “Memórias de Fé” irá percorrer diversas outras cidades brasileiras.
“Por onde passamos, nas locações e nas exibições do filme, percebemos o impacto da presença e atuação dessas mulheres e homens na população. Eles proporcionam não só um sentimento de segurança, mas também são exemplo de generosidade e altruísmo, além de reforçar o senso de comunidade e valorizar os recursos naturais, que são suas ’ferramentas’ de reza e de cura”, afirma Augusto César.

Serviço
Exibição do filme “Memórias de Fé na Terra da Luz” em Sobral
Data: 03/12
Hora: 14h
Local: Sala de Vídeo do Sesc Sobral (R. João Barbosa, 902, Centro, Sobral/CE)

Em reexibição no Globoplay, Hugo Bonèmer revisita memórias de “Malhação Casa Cheia”

A temporada estreou no catálogo do Projeto Originalidades da plataforma

Hugo Bonèmer chegou ao catálogo da plataforma GloboPlay com a reexibição da 23ª temporada de Malhação, intitulada “Malhação – Casa Cheia”, a trama de 2013 chegou como parte do projeto Originalidades da plataforma. Escrita por Ana Maria Moretzsohn e Patrícia Moretzsohn, a novela abordou temas como amadurecimento e conflitos familiares. Em uma viagem às memórias do set, Hugo, que interpretou Martin, reflete sobre os aprendizados que Malhação trouxe para sua vida e imaginando como seria reinterpretar o personagem em uma nova versão, adaptada para os dilemas e dinâmicas atuais.
- Ah, “Malhação” foi tipo uma escola de vida! Acho que uma das maiores lições foi que todo mundo tem aquele momento em que tenta ser descolado, mas acaba tropeçando nos próprios cadarços–literal e metaforicamente (rs). Os erros do Martin, e os meus como ator, me ensinaram que crescer é meio isso mesmo: tropeçar, dar risada de si e, se der sorte, aprender alguma coisa no caminho. E que nada melhor que uns bons amigos (ou colegas de cena) para te puxar quando você faz aquela besteira. Juventude é um caos divertido, né? — comenta o ator.
Dando vida a um personagem complexo com escolhas e comportamentos egocêntricos, Hugo se encontrou desafiado a lidar com um momento crucial e sensível da trama, que exigiu uma reflexão profunda sobre o personagem e seu próprio papel de suposto “vilão”.
- A sequência em que Martin persegue e agride a Anita (Bianca Salgueiro) na floresta me deixou muito vulnerável com medo que achassem que eu era assim também, então rejeitei ele como vilão e isso fez a trama caminhar para outro rumo. Por conta dessa situação fui aprender a fazer as pazes com a vilania da ficção e amadureci profissionalmente – revela Hugo.
Bonèmer ainda reflete sobre a evolução de Martin ao longo da temporada, destacando como o personagem, inicialmente convencido, revelou suas inseguranças e se tornou um personagem multidimensional.
- Acho que Martin terminou a temporada com mais camadas. Ele tinha aquele jeito meio convencido no começo, mas também tinha inseguranças escondidas que dava para eu ter trabalhado muito mais desde o início. Talvez, na época, eu tenha perdido a chance de já começar mostrando-o chorando com uma música brega ou se perdendo filosoficamente num karaokê… o humor do personagem aconteceu muito mais quando ele se humanizou – acrescenta.
Pensando em como "Malhação" seria escrita nos dias de hoje, o ator analisa as transformações sociais e culturais desde 2013 e imagina como essas mudanças impactariam seu personagem, Martin, em um novo contexto moderno na era Digital.
- Se “Malhação” fosse reescrita hoje? Olha, eu acho que o Martin provavelmente seria um influencer cheio de opinião polêmica ou estaria metido em alguma startup revolucionária que ninguém entende muito bem, mas todo mundo finge que sim. Ele sempre foi meio à frente do tempo, né? Acho que eu ia querer que ele continuasse aprontando, mas com uns dilemas mais modernos… talvez debatendo sobre criptomoedas enquanto tentava entender por que a Anita não o responde no WhatsApp. Ia ser divertido revisitar tudo isso com os desafios da era digital! – completa.

Instagram oficial https://www.instagram.com/hugobonemer
Crédito fotográfico: Imagens Malhação (Rede Globo) e Sergio Santoian (fotos de estúdio)

DEZEMBRO: árvores de redes do 28º Ceará Natal de Luz celebram a identidade e a cultura cearense

Ilustrações de Mino Castelo Branco, o homenageado desta edição, vão compor a estrutura de 35 metros localizada na Praça Portugal

Há quase três décadas, as árvores de Natal da Praça Portugal e da Praça do Ferreira são ícones culturais e afetivos da cidade. Reconhecido como o maior evento natalino entre as capitais brasileiras, o Ceará Natal de Luz promete encantar ainda mais os cearenses e os visitantes com suas tradicionais e imponentes árvores de rede, projetadas há 17 anos pela arquiteta Denise Bringel e pelo designer Pablyto Leivio.
Neste ano, a celebração promete uma conexão ainda mais profunda com o público, uma vez que o tema desta 28ª edição é o “Natal da Cearensidade”. A árvore da Praça Portugal, por exemplo, com seus imponentes 36 metros em pleno coração da Aldeota, contará com oito painéis natalinos ao seu redor, explorando o mote "Se o Menino Jesus aqui fosse nascido". As ilustrações, criadas pelo artista homenageado deste ano, Mino Castelo Branco, expressam a fé, paisagens e a essência da cultura cearense, proporcionando uma experiência visual que exalta a tradição e identidade locais.
"Os traços de Mino na árvore da Praça Portugal representam o que o Ceará tem de mais autêntico e precioso, pois o legado deste grande artista está profundamente ligado ao nosso jeito de ser. Destacar o homenageado deste grande símbolo da cidade é mais do que uma celebração ao seu talento; é também uma forma de enaltecer nossas raízes e nossa identidade, fazendo florescer a gratidão por alguém que sempre retratou nossa terra com tanta sensibilidade e carinho”, destaca Assis Cavalcante, presidente da CDL de Fortaleza. 
Tanto a árvore de Natal da Praça Portugal quanto a localizada na Praça do Ferreira, ponto histórico e afetivo da cidade, que mede 25 metros de altura, destacam-se por sua beleza, cores vibrantes e a simbologia acolhedora do nosso povo. As árvores de redes carregam o encanto do Natal com o toque especial do Ceará, tornando-se um símbolo querido, que faz parte da memória afetiva dos moradores e encanta quem vem conhecer nossa cidade.
O Ceará Natal de Luz é uma realização do Ministério da Cultura, da CDL de Fortaleza e do Instituto CDL de Cultura e Responsabilidade Social. Patrocínio: Prefeitura Municipal de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), Grupo Edson Queiroz, Indaiá, Nacional Gás, Esmaltec, Sistema Verdes Mares, Casa Pio, Fábrica Fortaleza, Banco do Nordeste, SESI/FIEC, Câmara Municipal de Fortaleza, Marquise, Ecofor, Enel, Assembleia Legislativa do Estado do Ceará (Alece), Unimed Fortaleza, Santa Clara, Newland, Normatel Home Center, Cerbrás e O Boticário. Apoio: Governo do Estado do Ceará, por meio da Casa Civil, Ministério do Turismo, SESC/SENAC, Sindiônibus, Fortaleza Airport, Julitex Tecidos e Malhas, Padaria Romana, Beach Park, Madeireira Itaipu e Sabor e Vida. Agradecimento: CDL Jovem e Faculdade CDL. 

SERVIÇO
28° Ceará Natal de Luz 
Até 23 de dezembro de 2024
Acesso gratuito!
Mais informações: www.cearanataldeluz.com.br e Instagram @cearanataldeluzoficial

Exposição "O Meu Lugar" traz a ressignificação do subúrbio fluminense através de nove artistas visuais

Contemplada pelo Edital Sesc Pulsar 2024, a exposição "O Meu Lugar" apresenta uma ressignificação do subúrbio fluminense através da diversidade de estilos e linguagens na produção das artistas visuais: Agrade, Agrippina R. Manhattan, Arorá, Diambe, Joyce Olipo, Mariana Paraizo, Masina Pinheiro & Gal Cipreste e Renata Leoa, oriundas de regiões suburbanas e periféricas do Rio de Janeiro, que criaram diferentes formas de localizar aspectos do subúrbio na produção de Arte Contemporânea Brasileira.
A mostra, com curadoria e concepção de Julia Baker e Rafael Amorim, é de grande importância sócio-cultural, porque traduz a trajetória pessoal desse grupo de artistas na arte, tais como experiências e memórias LGBTQIAPN+, direito à moradia, deslocamento, pertencimento, território e a reivindicação de imagens que não reforcem políticas de violência na representação de seus lugares de origem.
A exposição poderá ser visitada até o dia 15 de dezembro de 2024, de terça a domingo, das 9h às 18h, no SESC São Gonçalo, na Av. Pres. Kennedy, 755 - Estrela do Norte. 

Texto crítico
A partir de um enunciado disparador - o verso “o meu lugar…” na composição de Arlindo Cruz, o projeto de curadoria, assinado por Julia Baker e Rafael Amorim, selecionou obras que dialogassem não apenas com os espaços nos quais esse grupo de artistas nasceram, mas nas suas relações de pertencimento e exclusão baseadas em narrativas críticas, vislumbrando tais territórios em amplos aspectos.
A exposição apresenta, então, as variadas camadas da própria ideia de subúrbio, propondo os seguintes questionamentos: Que outros subúrbios encontram-se escondidos naquele que conhecemos? Quais corpos vêm sendo representados na História da Arte quando se fala em subúrbios e periferias? Como descentralizar as narrativas que subalternizam e exploram aquilo que não está no espaço chamado de centro?
Esse projeto é uma iniciativa que pretende expor as formas e discursos que compõem o terreno sensível de quem nasceu ou viveu em algum subúrbio no Estado do Rio de Janeiro, registrando os percursos de artistas que apresentam seus territórios e interesses de pesquisa por meio de perspectivas menos literais, apostando na ressingularização de seus espaços, tendo a arte como uma das muitas urgências em suas trajetórias de vida. Arlindo Cruz, em sua música “Meu Lugar” entoa os versos: O meu lugar/ É cercado de luta e suor/ Esperança de um mundo melhor / E cerveja para comemorar/ O meu lugar/ tem seus mitos e seres de luz/ É bem perto de Osvaldo Cruz/ Cascadura, Vaz Lobo e Irajá.
O imaginário sobre os subúrbios e as periferias é comumente cercado de imagens caricaturais limitantes. Criações pictóricas retratando esses estereótipos são frequentes na mídia e no campo das artes visuais, sendo compartilhadas sob a forma de corpos hipersexualizados, violência excessiva e, muitas das vezes, aludindo a uma felicidade típica. Tais visões reduzem esses territórios a chaves de leitura simplificadas. Na canção, Arlindo Cruz afirma que existem mitos sobre o seu lugar, e esse mitos são retratados inúmeras vezes em uma história da arte não expandida. No entanto, quando pensamos nas histórias das artes, vemos que a representação dos territórios recebe visões múltiplas, especialmente de corpos que habitam ou habitaram tal espaço de formas não convencionais. Com novas possibilidades, novas histórias se criam e o espaço do “Meu Lugar” se transforma. Seja em termos concretos ou de representação.
A exposição aqui proposta caminha por tais vias, desejando mostrar a pluralidade da produção artística ligada às zonas não centrais do Estado. O grupo de artistas aqui apresentado reafirma o interesse poético e político de co-criar, a partir de trajetórias e envolvimentos, com o que de mais plural há em nossos subúrbios. São artistas que seguem se destacando no circuito artístico nacional e internacional, e que já passaram por espaços e instituições culturais como o Museu da História e da Cultura Afro-brasileira (MUHCAB), o Museu de Arte do Rio (MAR), a Escola de Artes Visuais do Parque Lage e por outras unidades do SESC espalhadas pelo Brasil. Desse modo, "O Meu Lugar", com seus mitos e seres de luz, aponta para a co-criação de um espaço onde o subúrbio fluminense é (re) apresentado ao público sob perspectivas de artistas que se expandem para além das limitações geográficas e transformam o singular em plural. O nosso lugar.  
 
Serviço
Exposição: O Meu Lugar
Artistas Convidadas: Agrade, Agrippina R. Manhattan, Arorá, Diambe, Joyce Olipo, Mariana Paraizo, Masina Pinheiro & Gal Cipreste e Renata Leoa.
Curadoria: Julia Baker e Rafael Amorim
Local: SESC São Gonçalo
Endereço: Av. Pres. Kennedy, 755 - Estrela do Norte, São Gonçalo
Visitação: até 15 de dezembro
Dias e horários: de terça a domingo, das 9h às 18h
Realização: Bomba Criativa
Produção Executiva: Gustavo Canella
Expografia: Clara Canella
Design e identidade visual: DesignLinhadas
Assessoria de imprensa: Paula Ramagem 

Marília Tavares lança o EP "Histórias Sinceras" e faz sua estreia como compositora

Nesta sexta-feira (29), a cantora e compositora Marília Tavares apresentou ao público seu novo EP, "Histórias Sinceras", disponível em todas as plataformas de streaming e no YouTube oficial da artista. A gravação ocorreu em Goiânia e representa mais um momento significativo na carreira de Marília, que tem atraído admiradores com sua abordagem única.
O EP traz seis faixas inéditas, explorando temas como amor, superação e dor, sempre com uma abordagem que promete emocionar os ouvintes.
Explore as novas músicas e seus compositores, neste EP, Marília Tavares marca sua primeira participação como compositora na faixa "INIMIGA DA SAUDADE", em colaboração com Drica Pessoa, Gabriel Araújo, Joseph Abraão, Danilo Xtudo e Gustavo Chaves.
As outras faixas apresentam “DESENCONTRO DE MENSAGENS”, com os compositores, Márcia Araújo, Drica Pessoa, Gustavo Chaves e Gabriel Araújo, “HIPÓCRITA”, Márcia Araújo, Drica Pessoa, Gustavo Chaves, Gabriel Araújo e Joseph Abrão, “BUQUÊ DE ESPINHOS”, Gabriel Leão, Juan Marcus, Waleria Leão, Lucca Silva, Gustavo Balin e Ualas Viana “MALA DE MÃO”,  Drica Pessoa, Márcia Araújo e Danilo Barreira, “BEIJO PILANTRA”, Márcia Araújo, Avelar, Marcus Medina, Alex Alves e Joquitann.

Roberto Menescal e Leila Pinheiro fazem show neste domingo na Praia de Iracema

A abertura será com Mimi Rocha e O Trio, às 19h; a apresentação, gratuita, faz parte do Festival Choro Jazz 2024, que no próximo dia 3/12 chega a Jericoacoara 

Com uma programação repleta de grandes nomes, sempre com acesso gratuito, o Festival Choro Jazz, apresentado pela Petrobras e pelo Ministério da Cultura, tem neste domingo, a partir das 19h, no anfiteatro do Centro Dragão do Mar, shows de Leila Pinheiro e Roberto Menescal, do grupo de choro O Trio (reunindo os mestres Paulo Sérgio Santos, Pedro Amorim e Mauricio Carrilho) e de Mimi Rocha Quarteto. Tudo com entrada franca, por ordem de chegada, sem necessidade de retirada de ingresso e também com transmissão ao vivo pelo YouTube do festival.
Em 2024 o festival, que está completando 15 anos, adotou pela primeira vez um formato itinerante, em etapas, tendo passando por Soure, no Marajó-PA; Belém-PA; Crato, no Cariri, e agora por Fortaleza. Na semana que vem o evento segue para Jericoacoara, onde acontece de terça, 3/12, a domingo, 8/12.
O projeto conta com a idealização e a curadoria de Antônio Ivan Capucho; organização da Iracema Cultural, coordenada por Aline de Moraes e equipe; apoio da Autarquia Jeri e da Prefeitura de Jijoca de Jericoacoara, do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar, do Governo do Estado do Ceará; numa realização do Ministério da Cultura e do Governo Federal, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura, com patrocínio da Petrobras.
Em Fortaleza, o Choro Jazz foi aberto com grande público neste sábado à noite, no anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, com Samuel Rocha e grupo mostrando o espetáculo "Bordando o 7", fruto de longo trabalho amadurecido pelo violonista de sete cordas e por outros grandes músicos cearenses, como Clayton Gomes (flauta), Ray Douglas (trompete), Paulo Maurício (clarinete), Lauro Viana (cavaco) e Igor Ribeiro (percussão).
Em seguida, subiram ao palco Theresa Rachel e Rebeca Câmara, em um encontro entre duas das mais aplaudidas violonistas, cantoras e compositoras cearenses, com participação da cavaquinista Brenna Freire, no espetáculo "Compositoras Brasileiras".
 Encerrando a primeira noite, o público aplaudiu o encontro entre o guitarrista Armandinho Macedo, o percussionista Marco Lobo e o pianista Yacoce Simões, no show "Retocando Gil e Caetano". Com arranjos diferentes e surpreendentemente intimistas para grandes clássicos dos compositores, conterrâneos dos instrumentistas, e com números solo que levaram a muitos, muitos aplausos para Yacoce, Marco e Armandinho.

*Mais sobre os shows deste domingo
Neste domingo, 1/12, a partir das 19h, também no anfiteatro Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a programação tem início com o Mimi Rocha Quarteto, com o guitarrista e produtor musical cearense, de longa trajetória de dedicação também à música instrumental, entre outras vertentes. Show com Mimi, Herlon Robson (voz e teclado), Nélio Costa (contrabaixo) e Adriano Azevedo (bateria), outros nomes de referência na cena do Ceará.
 Às 20h é a vez de o público aplaudir grandes mestres do choro: Paulo Sérgio Santos (clarinete), Maurício Carrilho (violão) e Pedro Amorim (bandolim), integrantes do grupo O Trio, que retomou atividades no começo deste ano, a convite de Antônio Ivan Capucho, tendo-se apresentado na etapa Cariri do festival, em setembro.
E às 21h, encerrando a programação do Choro Jazz em Fortaleza, Roberto Menescal (87 anos) e Leila Pinheiro apresentam o show "No Balanço da Bossa", fruto de sua parceria de décadas, registrada em especiais audiovisuais como o "Agarradinhos" e levada ao palco no Brasil e no exterior, inúmeras vezes, sempre com muito suingue, musicalidade, emoção.

Confira a programação de Jericoacoara: 3 a 8/12
Em Jericoacoara os shows acontecem na praça principal da cidade, com livre acesso e público com o pé na areia, na antiga vila de pescadores que se tornou conhecida internacionalmente, recebendo visitantes de vários países e de diversos estados brasileiros, ao longo de todo o ano, como uma das mais belas praias.
As apresentações do Choro Jazz na etapa Jeri acontecem de terça, 3/12, a domingo, 8/12, começando às 20h30, com exceção do domingo, quando o som se inicia às 19h30.
Na terça-feira, 3/12, às 19h30, quem abre a programação é a atração especial para o público infantil, “Asas de Um Migrante”, por Ivon Martinez, com direito a 11 crianças no palco.
Às 20h30 as atrações são o contrabaixista, compositor e produtor musical cearense Jorge Helder e o violonista, guitarrista, compositor e produtor musical brasiliense Lula Galvão. Começando em grande estilo a programação musical!
Às 22h tem show de estreia do Nonato Lima, Nayra Costa e Marcio Resende Sexteto, super grupo que reúne os cearenses Nonato (acordeom), Nayra (voz), Marcio (carioca de há muito radicado no Ceará, nos saxofones tenor e soprano e na flauta), Stênio Gonçalves (guitarra), Nélio Costa (contrabaixo) e Michael da Silva (bateria), em um espetáculo especialmente idealizado para o festival por Antônio Ivan Capucho.
Na quarta-feira, 4/12, a partir das 20h30, o Choro Jazz apresenta três shows, começando pelo Trio Júlio, composto pelos irmãos Magno Júlio (percussão) e pelos gêmeos Marlon Júlio no violão de sete cordas e Maycon Júlio no bandolim. Com repertório de ritmos brasileiros como samba, choro, baião e frevo, o Trio interpreta músicas autorais e de grandes compositores da música instrumental brasileira, com arranjos e adaptações próprias.
Às 22h o palco é de Nelson Ayres ao piano e Gabriele Mirabassi no clarinete, duo de mestres que promete arrebatar o público. E encerrando a programação da quarta, às 23h30, aplausos para outro encontro de grandes nomes, no grupo Nosso Trio, formado pelo contrabaixista Ney Conceição, pelo guitarrista Nelson Faria e pelo baterista Leonardo Freitas.
Na quinta-feira, 5/12, às 20h30, o palco é do Bianca Gismonti Trio, liderado pela aclamada pianista, ao lado de Fernando Peters no contrabaixo e Julio Falavigna na Bateria, com o espetáculo "Novo Set", com uma sonoridade inovadora explorando rítmicas e harmonias inusitadas em temas autorais e arranjos inéditos para clássicos da música brasileira. ÀS 22h, a consagrada cantora Mônica Salmaso e o virtuoso pianista André Mehmari mostram seu show em homenagem a Milton Nascimento.
A sexta-feira, 6/12, tem às 20h30 o show “Canções em Movimento”, com Gelson Oliveira, Nelson Coelho de Castro e Zé Caradípia - todos nas vozes e nos violões, ao lado de Matheus Kleber nos teclados e Giovanni Berti na percussão.
Às 22h sobem ao palco Paulo Sérgio Santos (clarinete), Mauricio Carrilho (violão) e Pedro Amorim (bandolim), o grupo O Trio, com o choro em grande destaque. Às 23h30 sobe ao palco o João Bosco Quarteto, com o grande mestre da música brasileira ladeado por Ricardo Silveira (guitarra), Guto Wirtti (contrabaixo) e Kiko Freitas (bateria).
No sábado, 7/12, a partir de 20h30, serão dois shows, começando com Vanessa Moreno, uma das mais aplaudidas cantoras e instrumentistas da nova cena, com seu canto pleno de surpresas, rítmicas, precisão, ousadia, musicalidade e seu violão que combina esmero harmônico e virtuose no ritmo. Ela apresenta o espetáculo "Solar" ao lado de um super time: Felipe Martins (piano e teclado), Michael Pipoquinha (contrabaixo) e Renato Galvão (bateria). O guitarrista Pedro Martins faz participação especial.
Às 22h o palco é do referencial grupo A Cor do Som, com Armandinho Macedo na guitarra, Mú Carvalho no teclado, Dadi Carvalho no contrabaixo, Gustavo Schroeter na bateria, Ary Dias na percussão, em uma das apresentações mais esperadas desta edição do Festival Choro Jazz.
No domingo, 8/12, a partir de 19h30, o público vai curtir o último dia de festival começando pela apresentação de Armenina do Coco de Fulô, de Jeri, representando a cultura popular tradicional e os artistas de Jericoacoara.
Às 20h30, hora e vez do grande saxofonista Jota P e Grupo, com Danilo Silva na guitarra e participação de François de Lima no trombone.
E às 22h, encerrando o Choro Jazz 2024, a grande homenageada do festival, Lia de Itamaracá, ganha o palco de Jeri ao lado da Banda Ciranda do Mundo, com Ligia Fernandes (guitarra), André Luis (trombone), Erick Amorim (teclado e contrabaixo), Max Bruno (bateria) e Antonio José (percussão). Um show para o público participar junto a cada momento, vivenciar a magia de Lia, celebrar.

Choro Jazz em 2024: pela primeira vez, um festival itinerante
Apresentado pela Petrobras, que renovou sua parceria de patrocínio por ao menos dois anos, o Festival Choro Jazz chegou a 2024 com muitas novidades, acontecendo pela primeira vez de forma itinerante. As duas primeiras etapas do festival aconteceram em julho, no Pará, nos municípios de Soure e Belém, conectando-se com a cultura paraense, em destaque para a herança marajoara. Com apoio também do Governo do Ceará e do Instituto Mirante de Cultura e Arte, o Choro Jazz chegou em setembro ao chão sagrado do Cariri, dos verdes vales, da Chapada do Araripe, sul do Ceará, das inúmeras tradições e manifestações da cultura popular tradicional e de uma infinidade de saberes e fazeres, em diversas linguagens artísticas, com destaque para a música.
O evento, que tem idealização e curadoria de Antônio Ivan Capucho e organização da Iracema Cultural, está completando 15 anos. "É um grande encontro da música do Brasil, pra chamar atenção pra diversidade, a beleza, a intensidade dessa música, pra dimensão do nosso país e pra importância de termos ações como esta em outras regiões. É uma honra e uma alegria estarmos mais uma vez em Fortaleza e Jericoacoara com o Festival Choro Jazz", destaca Capucho. O festival também contará com oficinas tanto na capital cearense quanto em Jeri.

*Serviço:
*Festival Choro Jazz: domingo, 1/12, 18h, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, em Fortaleza. Em Jericoacoara, na praça central, de terça, 3/12, a domingo, 8/12, a partir das 20h30, com exceção do domingo, quando os shows começam às 19h30. Entrada franca em todos os shows e oficinas. Apresentado pela Petrobras e pelo Ministério da Cultura, o Festival Choro Jazz conta na etapa Fortaleza com apoio do Governo do Estado do Ceará e do Centro Dragão do Mar, equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará, gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar. Mais informações: Instagram Festival Choro Jazz e www.chorojazz.com.*

Samuel Rocha e outros músicos do Ceará abriram o Festival Choro Jazz 2024 em Fortaleza

Show arrebatador e 100% autoral

A simpatia de Samuel Rocha fora do palco é a mesma que ele demonstra quando empunha seu violão de sete cordas bem acima da cintura, tocando de pé o tempo todo, assim como a maioria dos músicos que arregimentou para seu show “Bordando o Sete”, com o qual abriu na noite deste sábado, 30/11, no anfiteatro do Dragão do Mar com excelente público, a etapa Fortaleza do Festival Choro Jazz.
Celebrando 15 anos, o evento teve início na sexta-feira, com oficinas na Casa de Vovó Dedé, ONG na Barra do Ceará, “periferia” (em relação a qual “centro”?) de Fortaleza, com Paulo Sérgio Santos, Pedro Amorim, Mauricio Carrilho, Yacoce Simões e Marco Lobo. A programação de shows teve início – e que início! – neste sábado e segue até domingo, quando se apresentam, a partir de 19h, Mimi Rocha, O Trio (Paulo, Pedro e Mauricio) e Roberto Menescal, Leila Pinheiro e grupo.
Tudo com entrada franca, como é tradição no festival, apresentado pelo Ministério da Cultura e patrocinado pela Petrobras, facilitando o acesso à música instrumental e cantada, em recortes desde a tradição até a novidade. E foi exatamente um repertório novo, 100% autoral, que o público aplaudiu no primeiro show da etapa Fortaleza, tudo com muita fluidez e musicalidade, nos arranjos “de domingo” elaborados e ensaiados com esmero por Samuel e seus músicos: Claylton Gomes na flauta, Paulo Maurício no clarinete, Ray Douglas no trompete, Lauro Viana no cavaco e Igor Ribeiro na percussão.
Não por acaso, muitos deles herdeiros diretos do saudoso mestre Tarcísio Sardinha, que partiu tão precocemente, com menos de 60, mas deixou, além de uma obra impressionante e ainda por ser registrada e divulgada devidamente, seu principal legado: a formação de várias gerações de músicos e músicas do Ceará para o Brasil.
E a turma estava inspirada, como o mestre estaria, certamente, diante de um festival que destaca os chorões desta “fornada” que, agora, une juventude e experiência. Afinal, Samuel, que desde os anos 90 milita na cena do choro, comprovou no show por que é, faz tempo, um artista maduro e certo de seu caminho, transcendendo o (necessário) universo dos clássicos do choro para se lançar em shows pela Europa e levar ao público outras possibilidades, com um trabalho autoral que se destaca mesmo para quem o conhece tendo o show por primeira audição.
Em nenhum momento a plateia deixou de seguir com fluidez e naturalidade o show, iniciado com “Ao mestre Dominguinhos”, um “baião com arranjo valendo”, já deixando claros o carisma de Samuel e a destreza de Paulo Maurício, emocionado por receber elogios e tocar no mesmo festival que seu mestre, Paulo Sérgio Santos, do O Trio. Paulo saiu do hotel pro Dragão do Mar, para assistir ao jovem colega de instrumento. Um entrecruzar de tempos e espaços, entre dois artistas dedicados ao som da madeira.
E se o baião abriu a noite com a energia lá em cima e demonstrando o esmero nos arranjos que viriam por ali, “Influência”, de Samuel, Sardinha e Pedro Madeira, ressaltou uma vez mais a importância do falecido violonista cearense para essa e outras gerações. Uma música enternecedora, de tão bela, e que convidou ao público um momento mais cadenciado, ainda cedo no show.
“Assovia do Tiê” retomou o ritmo e a alegria, com a energia trazendo a plateia de volta a uma dinâmica de ativação, dando boa noite ao sábado. Assim como o xote “Vida boa”, de Samuel e Luis Moraes, violonista cearense radicado na Inglaterra, com o clarinete novamente brilhando e com seu Domingos mais uma vez revisitado.
“Aquiles na gafieira” veio como homenagem a um jovem trompetista carioca, amigo de Samuel, e “Cheiro de mãe”, uma linda balada com a flauta em sopro percussivo ao final, deixou o público mais uma vez em silêncio de admiração. A avó de Samuel também foi celebrada, com a salsa-samba “Patarábia”, em outro exemplo do cuidado do artista – e de seu time de craques – com os arranjos.
“Posso dizer que sou cria desse festival. Frequento como aluno desde a segunda edição. Estar aqui neste palco, mostrando meu trabalho autoral, entre amigos queridos, é motivo de muita felicidade”, destacou Samuel Rocha, antes de partir para a reta final da apresentação, que abriu com toda a riqueza e a musicalidade a etapa Fortaleza do Festival Choro Jazz. Que esta brilhante geração de músicos do Ceará, hoje temperada pela experiência e ainda com energia de sobra, ganhe asa e chegue mais longe, no estado e onde for. Que possam seguir bordando o sete!

NESTE DOMINGO: DJ Biruta abre as férias no bar e restaurante Esquina Brasil/Nega Teresa

Conhecido por explorar os lados B dos discos - músicas que não se tornaram sucessos populares – DJ Biruta dá início às férias e às celebrações de fim de ano com sua discotecagem neste domingo, dia 1º de dezembro, no Esquina Brasil/ Nega Teresa. A partir das 17h, o público vai conferir uma celebração da música autêntica, marcada pelo estilo livre e pela sua curadoria única que há décadas conquista gerações.

DJ Biruta

Fernando Vilela Sales, o DJ Biruta, nasceu em Fortaleza em 1960 e cresceu no Benfica, onde começou sua trajetória. Aos 15 anos, organizava as "Tertúlias", festas marcadas por discotecagens e efeitos visuais criativos. Nos anos de 1980, abriu o sebo de vinis "Céu", ampliando sua influência cultural e organizando eventos na Praia do Futuro.

Em 1990, fundou a Biruta, espaço que se tornou um marco na cena musical de Fortaleza. Com o foco em promover música de qualidade e revelar talentos, foi pioneiro em dar visibilidade a artistas e bandas que se destacaram em sua pista. Em julho de 2025, Biruta completa 50 anos de atuação como DJ e produtor, sempre com o mesmo foco: de um ouvinte da música autêntica de qualidade.

O DJ é conhecido por conectar público e artistas por meio de sons autênticos, sejam eles clássicos ou descobertas inovadoras. Sua discotecagem mistura gêneros com fluidez, unindo o melhor do MPB, rock, música eletrônica e outras vertentes.

Horários de funcionamento

O Esquina Brasil/Nega Teresa oferece Almoço Executivo de terça a sexta, das 11h às 15h. À noite, o espaço abre de quarta a domingo, com horários variados: nas quartas e quintas, das 17h à meia-noite; nas sextas-feiras, das 17h às 4h da manhã. Aos sábados, o funcionamento vai do meio-dia até às 4h da manhã, e aos domingos, do meio-dia à meia-noite.

SERVIÇO

Esquina Brasil/Nega Teresa: Av. Antônio Sales, 3177, Dionísio Torres, Fortaleza/CE. Site: www.esquinabrasilfortaleza.com.br/ Redes sociais: @esquinabrasilfortaleza. Contato para reservas: (85) 85 9.8884-3177/ 9.9290-8755 / 9.8521-1001 (ligação ou WhatsApp).

CINEMA/CRÍTICA: Musical "Wicked" com Ariana Grande é uma experiência visceral, mas com limitações

A melhor opção é assistir ao filme na sala IMAX 3D da UCI Cinemas

"Wicked", a tão aguardada adaptação cinematográfica do aclamado musical da Broadway, chegou aos cinemas com grande entusiasmo e expectativas altíssimas. Dirigido por Jon M. Chu, o filme oferece uma experiência visual arrebatadora, com impressionantes detalhes no figurino e uma história que promete encantar fãs de todas as idades. No entanto, apesar das qualidades notáveis, o longa peca em aspectos cruciais, deixando a impressão de que, apesar de ser bom, não atinge a excelência que os críticos apregoam.
A trama, que explora a amizade entre as duas protagonistas Elphaba (Cynthia Erivo) e Glinda (Ariana Grande), oferece uma versão alternativa e profunda da história de O Mágico de Oz, focando nas origens das personagens que se tornariam a Bruxa Má do Oeste e a Bruxa Boa do Sul. A química entre Erivo e Grande é inegável, e suas atuações são impactantes, com Erivo entregando uma performance impressionante e emocionalmente rica como Elphaba, uma jovem incompreendida por sua pele verde. Grande, por sua vez, tenta capturar a essência de Glinda, mas, embora seja uma cantora excepcional, sua atuação como atriz deixa a desejar. Ela não consegue, em muitos momentos, escapar da persona de "Ariana Grande", e sua interpretação da personagem parece mais uma extensão de sua própria identidade, em vez de uma imersão completa no papel.

O tempo excessivo do filme também é um problema. Wicked peca pelo ritmo arrastado, com sequências que poderiam ter sido mais concisas. Enquanto a parte visual e a grandeza das músicas impressionam, a narrativa se estende além do necessário, fazendo com que o filme perca a dinâmica em certos momentos. O longa se arrasta em vários pontos, o que tira parte da energia que poderia ter sido melhor aproveitada.
Em termos de produção, não há dúvidas de que Wicked se destaca. O figurino, assinado por Paul Tazewell, é deslumbrante, com referências cuidadosas tanto ao filme clássico de 1939 quanto à versão da Broadway. As peças, detalhadas e meticulosamente trabalhadas, ajudam a criar uma atmosfera única e imersiva. A maquiagem, especialmente a tonalidade verde de Elphaba, também é um exemplo de atenção aos detalhes, embora o visual de Glinda, com seu vestido de bolha, roube mais a cena.
Porém, se há uma experiência que eleva Wicked para outro nível, é a oportunidade de vê-lo em IMAX 3D, especialmente nas salas da rede UCI Cinemas. O formato grandioso intensifica a magnitude dos cenários, das coreografias e das sequências musicais, proporcionando uma sensação de imersão que outros formatos de exibição não conseguem oferecer.

Em suma, Wicked é um bom filme, mas não tão excelente quanto as críticas sugerem. A beleza visual e as performances de Erivo são inegáveis, mas a atuação de Ariana Grande, embora cativante em termos de canto, não consegue carregar o peso de sua personagem de forma completa. Se você é fã do musical ou do universo de Oz, é uma obra imperdível, mas não espere uma obra-prima do cinema. E para uma experiência verdadeiramente inesquecível, a melhor opção é assistir na sala IMAX 3D da UCI Cinemas.

SERVIÇO 
WICKED
Ficha Técnica de Wicked (2024)
Direção: Jon M. Chu
Roteiro: Winnie Holzman
Baseado em: Wicked, musical de Stephen Schwartz e baseado no livro de Gregory Maguire
Elenco principal:
Cynthia Erivo como Elphaba
Ariana Grande como Glinda
Gênero: Fantasia, Musical
Duração: 158 minutos
Distribuição: Universal Pictures
Sinopse:
Wicked é uma adaptação cinematográfica do famoso musical da Broadway, que conta a história não contada das bruxas do Reino de Oz. A trama segue a amizade improvável entre Elphaba, a futura Bruxa Má do Oeste, e Glinda, a Bruxa Boa do Sul, enquanto ambas enfrentam suas diferenças e desafios em uma jornada que altera para sempre o destino do mundo mágico de Oz. A adaptação traz performances poderosas de Cynthia Erivo e Ariana Grande, com um visual deslumbrante e músicas emocionantes, oferecendo uma nova perspectiva sobre a clássica história de O Mágico de Oz.
2 ESTRELAS 💫 💫 
NOTA 6,5
REGULAR 


DEZEMBRO: Iguatemi Hall terá shows de Ney Matogrosso, José Augusto e “Natal da Glória”

Após um ano intenso de shows incríveis na capital cearense, o Iguatemi Hall se prepara para finalizar os trabalhos de 2024 com um dezembro cheio de atrações imperdíveis. O mês começa animado com show de Ney Matogrosso, que se apresenta na casa no dia 05 de dezembro.
O cantor apresentará sua turnê “Bloco na Rua”, que carrega o nome inspirado em “Eu quero é botar meu bloco na rua”, canção de Sérgio Sampaio. O show está previsto para iniciar às 21h e os portões abrem às 19h. Com passagens por várias cidades no Brasil e pelo exterior (Estados Unidos, Inglaterra e Portugal), a turnê se consagrou pelo sucesso de público, lotando plateias em todos os teatros e casas de espetáculo por onde passa.
No dia 07, o público poderá viver a celebração natalina com o “Natal da Glória”, com shows de Padre Fábio de Melo, Laura Salvador e Padre Helano Samy. O evento promete ser um verdadeiro encontro de louvor.
 No dia 14, é a vez de José Augusto apresentar sua turnê “Histórias em Canções - 50 anos”, uma reunião dos sucessos que marcaram época. 
Os ingressos estão sendo vendidos no site da Bilheteria Virtual (https://bilheteriavirtual.com.br/) ou na bilheteria física do Iguatemi Hall, que funciona de segunda a sexta das 13 às 19h e aos sábados, de 9h às 13h.


SERVIÇOS
Ney Matogrosso
Data: 5 de dezembro
Local: Iguatemi Hall
Horário: 21h (abertura dos portões às 19h)
Ingressos: www.bilheteriavirtual.com.br

Natal da Glória
Data: 7 de dezembro
Local: Iguatemi Hall
Horário: 17h (abertura dos portões às 16h)
Ingressos: www.bilheteriavirtual.com.br

José Augusto
Data: 14 de dezembro
Local: Iguatemi Hall
Horário: 21h (abertura dos portões às 19h)
Ingressos: www.bilheteriavirtual.com.br

ENTREVISTA: Muriall e a nova geração da música pop que vem do Ceará

Cantora e compositora de apenas 20 anos que tem cinco músicas, produz seus clipes, estuda moda, participa de espetáculos de teatro e fez temporada de shows no boêmio bairro do Benfica, em Fortaleza fala dos desafios de ser uma artista em início de carreira

Na vibrante cena da música pop cearense, Muriall se destaca como uma artista multifacetada, navegando entre os desafios e as alegrias de sua carreira. Em entrevista ao DIVIRTA-CE, ela compartilha suas experiências na indústria musical, desde o lançamento de suas músicas até suas influências e aspirações. Com um olhar atento às suas raízes e um desejo fervoroso de conectar-se com o público, Muriall revela como sua jornada é moldada por suas vivências e pelo contexto cultural atual. Prepare-se para conhecer a essência dessa artista que promete transformar a música brasileira.  
DIVIRTA-CE - Quais desafios você enfrentou ao se estabelecer no cenário pop, com o lançamento da música e do clipe de Noite de Jogos, que completou um ano? Quando você começou a querer ser artista?
MURIALL - Os maiores desafios que eu enfrentei e enfrento e até hoje é saber que eu tenho um trabalho bom e de qualidade, mas ainda não tenho a verba que eu gostaria para investir ainda mais na minha carreira, em novos projetos e também não ter tanta visibilidade do meu trabalho.

DIVIRTA-CE - De que forma suas experiências pessoais e as histórias de suas amigas contribuíram para a letra de "Beijo pro meu ex", um dos seus novos lançamentos?
MURIALL - Contribuíram 100% , pois são com as minhas experiências e das minhas amigas, que consigo trazer mais verdade para essa música, para que os ouvintes possam se identificar.
DIVIRTA-CE - Você menciona a influência de artistas como Anitta e Iza. Como você equilibra essas inspirações com sua voz única e identidade como artista?
MURIALL - Por eu escutar muitos artistas eu pego muitas referências de lugares diferentes e junto ao que eu estudo nas aulas de canto mais ao que eu quero imprimir como artista. 

DIVIRTA-CE - Qual é a importância de uma música pop dançante, como o seu funk "Quero Ver", no contexto atual da música brasileira? Você acha que existe ainda muito preconceito contra o funk na música brasileira?
MURIALL - Juntando as duas perguntas, o funk ainda é muito marginalizado na nossa sociedade, por isso é muito importante que eu e vários artistas continuemos a produzir esse estilo musical que é possível misturar com tantos outros gêneros.
DIVIRTA-CE - Como você define a conexão emocional que deseja estabelecer com seu público durante suas performances ao vivo?
MURIALL - Meu objetivo é que a galera se divirta. Para os que são, eu espero que meus fãs tenham suas expectativas atendidas e para os que não são fãs ainda, que se interessem pelo meu trabalho, então é essa a conexão que eu quero que todos sintam.

DIVIRTA-CE - Você considera a composição uma forma de terapia? De que maneira a escrita de letras ajuda no seu processo de autodescoberta? Como você lida com a pressão de ser uma jovem artista em ascensão em um cenário musical tão competitivo?
MURIALL - Eu costumo escrever em momentos que sinto uma carga emocional muito grande e me ajuda como uma terapia a me organizar mentalmente, para depois em momentos mais tranquilos eu analiso o que eu escrevi para compor. Sobre a pressão que lido, no momento eu sinto que muitas vezes a minha maior competidora sou eu mesma, porque ao mesmo tempo que é a realização de um sonho trabalhar com música, ainda é muito difícil lidar com minhas próprias expectativas. 
DIVIRTA-CE - Como a mistura de gêneros como pop, funk e hip-hop se reflete na sua identidade musical e na sua busca por inovação?
MURIALL - Esses são os estilos que eu mais escutei ao longo da minha vida e ainda escuto, o que reflete muito nas minhas referências até hoje não apenas em questão musical, mas também no estilo de roupas que uso.

DIVIRTA-CE - Você também faz teatro e estuda moda. Como esses cursos influenciam na sua carreira de cantora e compositora?
MURIALL - O teatro influencia na questão de como eu performo para as pessoas em entrevistas, shows… Já na questão da faculdade de moda, eu sempre gostei do ramo fashion, então resolvi escolher esse curso, pois além de ter música de qualidade é importante saber utilizar sua imagem através das roupas.
DIVIRTA-CE - "Água Salgada" aborda emoções profundas, é o seu clipe mais visto e elogiado. Como foi gravar a produção na Praia de Iracema? Você tem algum ritual ou processo criativo específico que utiliza ao compor músicas?
MURIALL - Foi muito corrido a organização do clipe, chamei meus amigos do cinema, um amigo fotógrafo e juntos fomos para a beira mar gravar, foi um dia bem divertido e sou apaixonada nesse clipe.

DIVIRTA-CE - Qual seu maior sonho, Muriall?
MURIALL - Conseguir viver de música, poder ganhar dinheiro com meu trabalho e ter uma fanbase que apoie meus projetos.

SERVIÇO 
MURIALL
Instagram: @amuriall
https://www.instagram.com/amuriall?igsh=MnVxdnN0YmNleXdy

SPOTIFY MURIALL
https://open.spotify.com/artist/0tm10W6Pt8oJZbvElbEJpt?si=vKFLcCoQRROucpQOV-s0qQ

YOUTUBE MURIALL
https://youtube.com/@muriall?si=rDSy_OeS07oNMRk2

Assessoria de Imprensa, Agenciamento Artístico, Contato para Shows:
UPGRADE COMUNICAÇÃO 
Felipe Palhano: (85) 99760-7527
Israel Oliveira: (85) 99214-7789
Email: upgrade.assessoriaemarketing@gmail.com

Tallita Furtado e os desafios do Ballet Hugo Bianchi com o clássico "Dom Quixote"

DIVIRTA-CE entrevistou a bailarina e coreógrafa Tallita Furtado, a diretora do espetáculo "Dom Quixote", com o Ballet Hugo Bianchi, que será apresentado neste sábado no Theatro José de Alencar 
Neste sábado, 30/11, o Theatro José de Alencar será palco de uma das montagens mais aguardadas do ballet clássico, "Dom Quixote", apresentada pelo Ballet Hugo Bianchi. Sob a direção de Tallita Furtado, o espetáculo promete trazer ao público uma interpretação fiel e grandiosa dessa obra-prima, que é considerada um dos maiores desafios e desejos de todo bailarino. A apresentação, que exibe a grandiosidade do ballet clássico, promete encantar o público com sua energia, técnica e beleza.
O mestre Hugo Bianchi é reconhecido como uma referência em dança clássica no Ceará. A companhia, que carrega o nome de seu fundador, segue, atualmente, sob a liderança de Felix Ramazzotti. Tallita tem trabalhado para manter a tradição do ballet clássico, preparando seus alunos para desafios artísticos elevados e intensos.
DESAFIOS
Uma das maiores dificuldades enfrentadas pelos alunos do Ballet Hugo Bianchi na produção de Dom Quixote foi o tempo reduzido para os ensaios. "Os maiores desafios dos nossos alunos são relacionados à tempo de montagem e ensaios. Uma montagem desse tamanho requer muita dedicação. São quase cinco meses de total dedicação da direção, professores e alunos", afirma Tallita Furtado. Ela explica que a produção deste espetáculo é um desafio significativo, pois a montagem segue fielmente a versão original do Dom Quixote, de 1869, do Royal Ballet. "Nossa montagem segue a versão original que é considerada uma grande referência dentro do repertório clássico. Isso significa que os alunos têm que se dedicar a uma execução técnica perfeita", completa Tallita.
A coreografia, revisada pela Royal Ballet Academy em 2013, é um dos maiores desafios para os bailarinos. "São coreografias difíceis e muito desafiadoras, especialmente para as primeiras bailarinas e seus parceiros", diz Tallita. Para ela, Dom Quixote exige que os bailarinos possuam não apenas habilidades técnicas avançadas, mas também uma forte capacidade de interpretação. “O espetáculo exige dos nossos alunos muito mais do que uma boa técnica. Eles precisam demonstrar talento, dedicação e, principalmente, paixão pela arte da dança", complementa a diretora.
A proposta do Ballet Hugo Bianchi é trazer o melhor dessa tradição, e para isso, eles fazem questão de seguir a montagem original do Royal Ballet, incorporando, é claro, a sensibilidade e o talento dos bailarinos cearenses. “Nossa montagem tem a marca da seriedade e da técnica do ballet clássico, com a leveza e a interpretação que a nossa escola cultiva. Dom Quixote é um espetáculo cheio de energia e humor, e estamos preparando algo muito especial para o público de Fortaleza”, destaca Felix Ramazzotti, o diretor geral da companhia, em entrevista para o DIVIRTA-CE.
O Ballet Hugo Bianchi tem um compromisso com a preservação do legado de seu fundador, que foi um dos maiores responsáveis pela introdução e disseminação do ballet clássico no Ceará. "Nossa escola tem um compromisso inabalável com a tradição do ballet clássico. Tudo o que fazemos é com o objetivo de manter viva a memória do Mestre Hugo Bianchi, um verdadeiro precursor da dança no Ceará", diz Tallita Furtado, lembrando da responsabilidade que a escola carrega ao continuar o trabalho iniciado por Hugo Bianchi.
Desde sua formação na Escola de Dança Madiana Romcy e sua certificação pelo Royal Ballet, Tallita Furtado tem se dedicado a essa missão com seriedade e paixão pela arte da dança. Veja a entrevista com Tallita Furtado.


DIVIRTA-CE - Quais são os principais desafios enfrentados pelos bailarinos da Academia Hugo Bianchi na adaptação do clássico Dom Quixote para o palco?
TALLITA FURTADO - Os maiores desafios dos nossos alunos são relacionados à tempo de montagem e ensaios. Uma montagem desse tamanho requer muita dedicação. São quase 5 meses de total dedicação da direção, professores e alunos.

DIVIRTA-CE - Como a Academia Hugo Bianchi conseguiu combinar elementos tradicionais da obra com uma abordagem mais contemporânea ou inovadora na coreografia de Dom Quixote?
TALLITA FURTADO -  Nossa montagem segue a montagem original de Don Quixote , do Royal ballet. Chamamos de repertório, quando uma escola ou academia monta um espetáculo seguindo fielmente todos os aspectos de montagem de uma Cia de dança. Ou seja, nossa montagem segue a original de 1869, com uma rejeitará de 2013 do Royal Ballet Academy
DIVIRTA-CE - Quando você começou a trabalhar na Academia Hugo Bianchi e como vê o legado deste mestre da dança?
TALLITA FURTADO - Iniciei o trabalho como professora e diretora artística em 2024. Nossa escola segue com muita responsabilidade o legado do Mestre Hugo Bianchi. Precursor da dança no estado do Ceará. Tanto nossos alunos, como professores , direção e colaboradores, conduzem a escola com respeito, dedicação, disciplina, seriedade , respeitando  a tradição que o ballet Classico exige.

DIVIRTA-CE - Quais personagens ou cenas do espetáculo foram particularmente desafiadoras para os intérpretes e como a Academia Hugo Bianchi superou essas dificuldades?
TALLITA FURTADO - Nossa maior dificuldade é relacionada a execusao técnica perfeita para as bailarinas e bailarinos.São coreografias difíceis e muito desafiadoras. Exigem que principalmente, nossas 1° bailarinas e partners sejam bailarinos com muita técnica, talentosas e muito dedicados.

DIVIRTA-CE - Quais personagens ou cenas do espetáculo foram particularmente desafiadoras para os intérpretes e como a Academia Hugo Bianchi superou essas dificuldades?
TALLITA FURTADO - O Ballet Don Quixote é um dos mais desejados , para se dançar dos bailarinos. Muitos o veem como um objetivo a ser alcançado somente por grandes bailarinos e escolas de dança. Suas músicas são belíssimas, mise-en-scene (movimentação teatral do palco) cômica e que detêm a atenção do público. Além de ser um ballet também romântico. O ballet Don Quixote foi uma grande marco da história do ballet.
HUGO BIANCHI
Hugo Bianchi (1929 - 2013) foi um dos pioneiros do ballet clássico no Ceará e uma figura essencial na introdução e desenvolvimento da dança clássica no estado. Com uma carreira dedicada à arte da dança, ele foi responsável pela formação de diversos bailarinos e pela criação de uma das escolas de ballet mais respeitadas da região, o Ballet Hugo Bianchi. Seu legado é marcado pela paixão e comprometimento com a preservação das tradições do ballet clássico, além de seu trabalho como mentor e diretor artístico, formando novas gerações de dançarinos com excelência técnica e artística. Hugo Bianchi é lembrado como um grande mestre e precursor da dança clássica no Ceará.

SERVIÇO:
DOM QUIXOTE
Com Balé Hugo Bianchi
Theatro José de Alencar 
Dias 30 de novembro sábado, 19h

Cine Bastiana apresenta nova edição com cinema, oficinas e conscientização ambiental em Iguatu

O Cine Bastiana, projeto que une cinema e conscientização ambiental, retorna com mais uma edição em Iguatu, no centro-sul do Ceará, uma cidade que ainda não conta com salas de cinema. Motivado pela preservação da Lagoa Bastiana, uma Área de Proteção Ambiental (APA) ameaçada pelo crescimento urbano desordenado e pela poluição, a iniciativa busca valorizar as riquezas naturais da região e tornar o cinema acessível a todos. Toda a programação é gratuita, com apoio da Secretaria da Cultura do Ceará, por meio da Lei Paulo Gustavo (Lei Complementar n. 195/2022), e parcerias com o Cine Alicerce e a ADESCE.
As exibições acontecem nos dias 30 de novembro e 1º de dezembro, no Campus Multi-Institucional Humberto Teixeira. No sábado (30), às 9h30, será exibido o filme Pequenos Guerreiros, de Bárbara Cariry (classificação: livre). O longa dirigido pela cineasta cearense conta a história de Cosme e Maria, que, acompanhados do filho Benedito e dos sobrinhos Matheuzinho e Bruna, fazem uma viagem cheia de aventuras e de descobertas. Já às 18h, o público poderá assistir ao clássico O Auto da Compadecida, de Guel Arraes (classificação: 12 anos). A mesma programação será repetida no domingo, nos mesmos horários.
Além das sessões de cinema, o Cine Bastiana traz ações formativas com a atriz e roteirista Georgina Castro. Ela, inclusive, também integra o filme Pequenos Guerreiros, destaque da programação desta edição. No sábado, das 13h às 17h, acontece o segundo módulo do workshop de Interpretação para o Audiovisual (classificação: 14 anos). No domingo, no mesmo horário, será realizado o workshop de Escrita para o Audiovisual, com classificação para interessados a partir de 14 anos.
Com uma programação que integra cultura, meio ambiente e sustentabilidade, o Cine Bastiana segue até maio de 2025, levando a sétima arte e a conscientização ambiental a uma região rica em história e biodiversidade, mas carente de acesso a equipamentos culturais. Desde o início de suas atividades, o projeto já exibiu 13 filmes, entre longas e curtas, alcançando um público médio de 500 pessoas nos meses de setembro e outubro, entre crianças, jovens e adultos. Além das exibições, as formações promovidas pelo projeto impactaram diretamente 46 participantes, impactando diretamente os artistas locais e fazedores de cultura. Vale destacar que todas as sessões são acessíveis com recursos de audiodescrição, legendagem para surdos e ensurdecidos e libras.

Serviço: 
Cine Bastiana – Edição de novembro
Quando: 30 de novembro e 1º de dezembro de 2024
Onde: Campus Multi-Institucional Humberto Teixeira, Iguatu-CE
Acesso: Gratuito

Programação de Filmes:
Pequenos Guerreiros, de Bárbara Cariry (classificação: livre)
Sábado e domingo, às 9h30

O Auto da Compadecida, de Guel Arraes (classificação: 12 anos)
Sábado e domingo, às 18h

Ações Formativas:
Workshop de Interpretação para o Audiovisual (segundo módulo)
Facilitadora: Georgina  Castro

Sábado, 30 de novembro, das 13h às 17h
Classificação: 14 anos

Workshop de Escrita para o Audiovisual
Facilitadora: Georgina Castro

Domingo, 1º de dezembro, das 13h às 17h
Classificação: 14 anos
Mais informações: @cinebastiana