Júllia Zimmêr lança faixa "É Mais Fácil" nas plataformas digitais

Novo trabalho da cantora gaúcha mistura sertanejo e country e pode ser conferido a partir desta sexta-feira (22)
 
Após o sucesso do single "Já Sei de Cor", lançado em outubro de 2023, a cantora gaúcha Júllia Zimmêr anuncia nesta sexta-feira (22), o lançamento de sua nova faixa, "É Mais Fácil". O novo trabalho da artista aborda os estilos sertanejo e country ao apresentar a complexidade sobre o amor e de como, por vezes, é mais fácil seguir em frente ao invés de tentar consertar o que está quebrado.
"Passei muito tempo na construção desse projeto e estou muito animada em poder compartilhar com o público nesta sexta-feira", pontua a cantora. "É resultado de meses de trabalho, inspiração e colaboração com uma equipe talentosíssima que tem toda minha gratidão", completa.
A artista explica que, diferentemente de seu primeiro single, “Já sei de cor”, a nova faixa “É mais Fácil” conta com uma pegada mais sertaneja, mais sofrência, estilo que ela confessa predileção. "Além disso, é uma volta para as minhas origens. O sertanejo conversa muito com a cidade no interior do Rio Grande do Sul onde eu nasci e cresci, e que mora em mim e no meu coração", ressalta.
"Nesta sexta-feira, minha nova música autoral “É mais fácil” estará disponível em todas as plataformas e streamings musicais. Espero que essa música ressoe com o público da mesma forma que ressoou comigo", finaliza Júllia Zimmêr.

*Sobre a artista
Os primeiros passos como artista foram iniciados com 8 anos de idade, quando passou a realizar seus Recitais de Piano. Posteriormente, com 10 anos começou a participar de festivais musicais em sua cidade de morada e aos 13 anos atuou como vocalista da banda “Os Vitrolas”, no Rio Grande do Sul, onde cantou por um ano e, logo após, foi integrar a Orquestra Sinfônica de Venâncio Aires.
Com 17 anos teve a decisão de rumar para a conquista de novos horizontes, chegando à Cidade Maravilhosa. No Rio de Janeiro, Júllia Zimmêr participou do elenco do musical teatral “Sou Assim”; experiência artística onde conseguiu aliar sua paixão pela dramaturgia à música. Após o período da pandemia do covid-19, fez sua estreia na televisão, com o convite para participar do elenco do seriado “Todas as Garotas em mim”, exibido pela TV Record, em 2022. Ainda, deve estrear no início do próximo ano pela plataforma NetFlix, no filme “Viva a Vida”, com direção de Cris D’Amato.
“A arte sempre esteve presente em minha vida. Da área musical aos palcos do teatro ou de frente as lentes das câmeras como atriz consigo unir minhas paixões e mostrá-las ao público em geral. Espero poder continuar esse exercício profissional que faço com tanto amor. Que sempre seja marcado por lindas canções”, conclui Júllia Zimmêr.


Danny Bond: A Pioneira da Música Trans Negra é atração de sábado no Gandaia Club

Primeira artista LGBTQIA+ a brilhar no 'Acústicos Do Sofá' da TIDAL

Danny Bond, a primeira mulher transexual negra a atingir o topo da parada de vendas do iTunes Brasil, estará em Fortaleza para um show exclusivo. Com o sucesso estrondoso dos singles 'Traz O B' e 'Barbie', Bond redefiniu os limites da música e da representatividade LGBTQIA+.
Seu talento e carisma a levaram a ser a primeira artista LGBTQIA+ a participar do quadro 'Acústicos Do Sofá' da TIDAL, alcançando a edição com maior engajamento da plataforma. Com mais de 15 milhões de visualizações em seus videoclipes no YouTube e mais de 3 milhões de streams no lançamento de 'Te Deixo Crazy', em colaboração com Thiago Pantaleão, Bond é uma força a ser reconhecida.
Além disso, seu single 'Tcheca' se tornou um fenômeno viral no TikTok, após um mashup com a faixa 'Say So' da estrela americana Doja Cat. Esse sucesso levou Danny Bond a ser convidada como comentarista do Prêmio Billboard Music Awards 2021, onde Doja Cat estava entre os indicados.

SERVIÇO 
*Evento Imperdível em Fortaleza*
Não perca a chance de ver Danny Bond ao vivo:
- **Data:** Sábado, 23 de Março
- **Local:** Gandaia Club, Rua Dragão do Mar, 72, Praia de Iracema
- **Discotecagem:** @guimarx e @djfemo
- **Realização:** Bicicleta Produtora

Garanta seu ingresso através do link na bio e junte-se à celebração da música e diversidade com Danny Bond.

#dannybond #fortaleza #emporiocafe #bicicletaprodutora

Na pegada da Seresta, Pablo grava projeto audiovisual intimista

Criador e rei do arrocha, gênero musical que contagia o país, leva amigos a bar secular de Salvador para registrar novo trabalho: vem aí ‘Eu Também Gosto’
 
Março de 2024 - Dono de um gingado que seduziu o Brasil, Pablo anuncia para breve o seu novo projeto: “Eu Também Gosto”. Para fazer jus ao título da canção, o artista levou amigos a um boteco secular em Salvador, o Colon. Trata-se de um ambiente rústico, que prima pela simplicidade e pelo grande poder de acolhimento. É disso que Pablo gosta: reunir gente de seu convívio e afeto para tomar uma e cantar as boas de uma playlist cultuada por seus hábitos de lazer.
E quem não gosta?
Sirfaley, Evoney Fernandes, Tarcísio do Acordeon, Pablo e Luan Estilizado, cantadores de seresta, arrocha e forró, acompanharam Pablo nessa nova empreitada. O trabalho foi gravado esta semana. “Isso é uma coisa que eu queria fazer há muito tempo, mas não seria nada com um audiovisual de estúdio nem muito estilizado.
 Eu queria mesmo um ambiente onde a gente possa sentar pra jogar conversa fora com os amigos, e possa cantar até o sol raiar. Reverenciar a seresta”, diz Pablo.
Em meio a rótulos de cervejas, mortadela, linguiça e amendoim, um exemplar antigo de relógio Casio ao pulso denuncia o tom de nostalgia que domina a seresta e o cancioneiro popular. 
Bastam-lhe um teclado e uma viola para entoar o repertório que reconstrói memórias de amigos e gente querida.
A direção do trabalho é assinada pelo próprio artista, em parceria com Chico Kertez. A cenografia é de Thiago Bastos, tendo de novo Pablo como autor da concepção do projeto.
O Colon, um dos bares mais tradicionais e antigos de Salvador, fica no Campo Grande, na  Rua do Forte de São Pedro. Fundado como mercearia em 1839, segue sob condução da família Blanco Lage desde o seu nascimento.
A data de lançamento vem sendo planejada para breve.

Com diversas opções, happy hour do Zoi oferece bebidas a partir de R$ 9,90 de quarta a sábado

O restaurante Zoi, referência na culinária greco-mediterrânea, está com preços promocionais em drinks do happy hour. De quarta a sábado, os clientes podem aproveitar as bebidas com valores a partir de R$ 9,90. 
O restaurante, que fica localizado à margem da lagoa do Colosso, também apresenta um cardápio com drinks clássicos, vinhos, espumantes e chopp. “Somos contemplados com uma  paisagem paradisíaca, sendo um local ideal para reunir amigos em um fim de tarde para curtir o happy hour”, destaca Victor Morel, Diretor de Operações do Colosso.
Além das bebidas, o Zoi possui um menu de petiscos com várias opções, são palitinhos de tapioca, batata de napoli, kafta de filé, bolinho de salmão entre várias outras iguarias. E para quem ficou interessado, o Zoi realiza reservas pelo número (85) 9 8124.6185 e também pelo link da bio do instagram deles (@zoi.restaurante).

Serviço
Happy Hour - Colosso Fortaleza
Onde: Av. Hermenegildo Sá Cavalcante, s/n - Edson Queiroz, Fortaleza
Funcionamento do happy hour: de quarta-feira a sexta, das 15h às 19h, e sábado, de 15h às 18h
Reservas: (85) 98124.6185

157 anos de história: Biblioteca Pública comemora aniversário nesta sexta-feira (22)

A programação tem início às 17h e segue até a noite

A Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Bece), equipamento da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult Ceará), gerido em parceria com o Instituto Dragão do Mar (IDM),  celebra seus 157 anos de existência com uma grande festa, no dia 22 de março (sexta-feira), a partir das 17h. O evento contará com a realização da 7ª Quadra Literária; feirinha gastronômica e de artesanato; Coral da Bece; performance “As peripécias do Bode Ioiô", com Evan Teixeira; show do coco de praia do Iguape, com mestre Casueira; o Baile da Gabriela, com Gabriela Mendes; e Batuque de Mulher. As atividades têm acesso livre e gratuito. 
7ª Quadra Literária, Feirinha e Coral da Bece
Os festejos dos 157 anos da Bece iniciam às 17h, com a realização da 7ª Quadra Literária, que traz as mais recentes publicações de autores cearenses, possibilitando que o público conheça melhor a literatura produzida no estado. Ao mesmo tempo, acontece a Feirinha gastronômica e de artesanato da comunidade do Poço da Draga, que vai expor diversos artesanatos, além da venda de alimentos e bebidas. Já às 17h15, a comemoração contará com a apresentação do Coral da Bece. 
Uma festa embalada por diferentes ritmos
O Mestre Casueira traz o Coco de Praia do Iguape para dentro da Bece! A partir das 17h45, a manifestação cultural existente na comunidade do Iguape, que atravessa gerações, envolve os presentes com o som do carrom, o sapateado quente dos integrantes e os versados de improviso do embolador Mestre Casueira, mantendo e repassando para os mais novos sua cultura viva. 
Em seguida, às 18h45, a performance “As peripécias do Bode Ioiô” anima o público com muito teatro e música ao vivo. Embalado pelas incríveis aventuras do Bode Ioiô, eleito no passado o vereador mais votado de Fortaleza, o diretor e ator Evan Teixeira, junto dos músicos Plínio Câmara e Rami Freitas, revivem as histórias dessa figura tão querida pelo povo fortalezense. É diversão e irreverência para a criançada e toda a família!
Já o encerramento fica por conta do Batuque de Mulher, também em parceria com o SESC, a partir das 19h. O grupo formado por mulheres que resistem na periferia mostra que lugar de mulher é também na percussão, no canto, no gingado e no tambor, tendo como referência grandes cantoras e compositoras negras, como Elza Soares, Jovelina Pérola Negra, Clementina de Jesus, Lia de Itamaracá, entre outras. 


Gabriela Mendes dá continuidade à festa com o Baile da Gabriela, às 20h45. A atração, trazida em parceria com o SESC, mistura ritmos e cores sonoras, unidos ao timbre marcante da cantora cearense. Com elementos nordestinos na formação, como sanfona, triângulo e zabumba, o baile prioriza a execução de canções clássicas no estilo forró tradicional e também dá uma vestimenta nordestina a obras famosas da música brasileira, como ''Esquadros'' e ''O canto da Cidade''. 

Seminário Bece - Infâncias Leitoras
Ainda na sexta-feira (22), acontece o segundo dia do “I Seminário Bece - Infâncias Leitoras: Crianças leem palavras e o mundo todo. Como escutá-las?, que inicia às 9h15 e se estende até o final da tarde. As atividades incluem palestras, lançamento de livro e painéis de relatos de experiência, com nomes como Eliana Yunes (RJ), Karen Acioly (RJ), Maria Isidório (Secult Ceará) e Glaubiana Jenipapo (Biblioteca Uka Lerisá, do Povo Jenipapo-Kanindé). Dá para aproveitar um dia inteiro de programação e depois festejar até a noite!

Serviço
Comemoração do aniversário de 157 anos da Biblioteca Pública Estadual
22/3 (sexta-feira)
Das 17h às 22h
Entrada: gratuita

Classificação Indicativa: Livre

Local: Biblioteca Pública Estadual do Ceará (Av. Presidente Castelo Branco, 255, Praia de Iracema)

Vaquejada de Itapebussu celebra 79 anos de tradição e cultura nordestina

O evento está de volta em 2024 com cinco dias de festa, de 18 a 22 de setembro, no emblemático Parque Novilha de Prata, em Maranguape, região
metropolitana de Fortaleza

A Vaquejada de Itapebussu tornou-se um capítulo imortal na história do Ceará que transcende o tempo, ressoa em todos os amantes da cultura nordestina e atravessa gerações. O evento está de volta em 2024 para celebrar 79 anos de tradição com cinco dias de festa, de 18 a 22 de setembro, no emblemático Parque Novilha de Prata, em Maranguape, região metropolitana de Fortaleza. Desde 1945, a Vaquejada de Itapebussu é um marco na linha cultural vaqueira,tornando-se a mais importante do Brasil, reunindo competidores e entusiastas para celebrar a arte e honrar suas raízes.
Ao longo dos anos, a Vaquejada de Itapebussu tem sido motor de crescimento e desenvolvimento para o Estado, movimentando a economia e contribuindo para a criação de mais de 1.500 empregos, diretos e indiretos. Com a expectativa de reunir pessoas vindas de todo o país, a fonte de receita abarca setores como turismo, hotelaria, vestuário, gastronomia, transporte, além de patrocínios e
oportunidades como um catalisador econômico que beneficia empreendedores
locais.
Com uma programação tão intensa quanto variada, o evento apresenta desde as competições, passando por momentos tradicionais como a procissão, a Cavalgada dos Vaqueiros Encourados, a missa do vaqueiro, exposições de artes, feira
gastronômica, ações culturais e sociais.
"O município de Maranguape ganha grande notoriedade no mês de setembro, porque a Vaquejada de Itabepussu se torna um centro econômico. É uma das mais antigas do país e reconhecida nacionalmente por reverberar a cultura
nordestina e toda a grandiosidade que ela oferece. A maior vaquejada do Brasil tem vários atrativos: o cultural, o social e o econômico.”, destaca Daniel Sidrim, um dos idealizadores do evento.
Sem dúvidas, um dos pontos mais fortes da Vaquejada de Itapebussu, são os shows musicais protagonizados por grandes artistas do forró, que reúnem milhares de pessoas vindas de várias partes do Brasil. Em 2024, o evento se
renova e promete uma das maiores edições, gerando altas expectativas no público
forrozeiro. “Estamos preparando uma edição para ficar marcada não apenas na história da
Vaquejada de Itapebussu, mas também na memória das pessoas. E esse encontro de gerações, nós também queremos levar ao palco. Estamos montando uma grade de artistas que vai agradar a todos os públicos.”, afirma Celso Luís, um dos sócios da Vybbe Eventos, produtora que assina os shows da Vaquejada de Itapebussu,
em 2024.
Mais informações como programação cultural, competições, shows e entretenimento serão divulgadas em breve nas redes sociais da Vaquejada de Itapebussu (@itapebussu_oficial) e da Vybbe Eventos (eventosvybbe).

VAQUEJADA DE ITAPEBUSSU: UM LEGADO QUE PERDURA ENTRE GERAÇÕES
Nascida nas caatingas do Nordeste, nos tempos do cangaço, a Vaquejada de Itapebussu surgiu em 1945 a partir das tradicionais “Festas de Apartação”. A história da Vaquejada de Itapebussu remonta a um tempo marcado pelo término da 2ª Grande Guerra Mundial e pelo fim do cangaço no Nordeste brasileiro.
Por ser comum, na época, não havia cercas entre as terras vizinhas. O gado era criado solto, em grandes campos, sendo comum os rebanhos se misturarem.
Nessa ocasião, os vaqueiros realizavam um mutirão ou melhor, a “Festa de Apartação”, para separar as reses de cada fazenda. Logo de início, o evento
começou a reunir muita gente que queria ver de perto a valentia dos vaqueiros e a beleza da derrubada dos animais.
De lá pra cá, Itapebussu, o pequeno distrito de Maranguape-Ce, tornou-se nacionalmente conhecido como sede de um dos maiores e mais importantes eventos culturais do país.

Filipe Catto e Jocasta se apresentam na programação do MPB em Movimento em Fortaleza

Shows acontecem no dia 05 de abril, às 20 horas, no Cineteatro São Luiz
Um espetáculo para celebrar a música brasileira contemporânea partilhado em dois atos. Assim podem ser definidos os shows de Filipe Catto e Jocasta no projeto MPB em Movimento, que acontecem no dia 05 de abril (sexta-feira), às 20 horas, no Cineteatro São Luiz. Os ingressos estão à venda pelo Sympla e na bilheteria do teatro.
As apresentações, que serão realizadas em voz e violão, terão início com o show da cantora cearense Jocasta. Na sequência, Filipe Catto cantará para o público alguns de seus principais sucessos como “Roupa Do Corpo”, “Saga” e “Lua Deserta”. 
Filipe Catto é cantora, compositora, instrumentista, produtora musical, designer e diretora audiovisual. Ao longo de 15 anos de carreira, a gaúcha radicada em São Paulo lançou sete registros em estúdio, entre álbuns, EPs e discos ao vivo, além de colaborações com outros artistas. Já cantou com ícones Maria Bethânia, Marina Lima, Ney Matogrosso e Zélia Duncan.
Jocasta é atriz, cantora, compositora e backing vocal. Em 2016 lançou o EP autoral intitulado “INTÔ, produzido e gravado por Anfrísio Rocha. Ainda em 2016 estreou o show “INTÔ e teve o músico Caio Castelo como diretor musical. 
A iniciativa é uma realização da Caderno 2 Produções e patrocínio da Petrobras por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura – Ministério da Cultura. Em Fortaleza, os shows têm produção local da Free Lancer Producções e assessoria de imprensa da agência Divulga Ação.

Sobre o MPB em Movimento
O projeto MPB em Movimento tem o objetivo de valorizar e dar visibilidade à produção cultural de cada lugar por onde passa, promovendo o acesso do público de vários segmentos sociais. A sua grade traz artistas de renome nacional e também cantores ou bandas locais como atrações de abertura. Realização da produtora baiana Caderno 2 Produções com patrocínio da Petrobras pelo 23º ano consecutivo, o MPB em Movimento acontece via Lei federal de Incentivo à Cultura - Ministério da Cultura e é a nova versão do renomado MPB Petrobras.
Atualmente, para além dos palcos, o projeto ganhou o canal MPB Play no YouTube, novas redes sociais e o portal MPB em Movimento, com conteúdo próprio e voltado para a música no Brasil. Assim, diversifica seu alcance com shows, portal e interatividade entre público e artistas.
Ao longo de 24 anos de estrada, o MPB em Movimento soma 20 cidades percorridas, mais de 500 shows, 1.500 horas de música e mais de 1 milhão de espectadores, que curtiram nomes de prestígio nacional como Toquinho, Paulinho Moska, Marcelo Jeneci, Lenine, João Bosco, Zeca Baleiro, Ivan Lins, Guilherme Arantes, Teresa Cristina, Vander Lee, 14 Bis, Moraes Moreira, Rosa Passos, Jorge Ben Jor, Marina Lima e Luiz Melodia.

SERVIÇO:
Projeto MPB em Movimento
Shows Filipe Catto e Jocasta

Data: 05 de abril (sexta-feira)
Horário: 20h
Local: Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Fortaleza / CE
Valores: Plateia inferior: R$ 120,00 inteira e R$ 60,00 meia entrada | Plateia superior: R$ 50,00 inteira e R$ 25,00 meia entrada
Vendas: Sympla ou na bilheteria do Cineteatro (funcionamento de terça a sexta, de 9h30 às 18h, e aos sábados, de 9h30 às 17h)
Classificação indicativa: 16 anos

Cia Teatral Acontece lança campanha para viabilizar espetáculo anual da Paixão de Cristo

A Companhia Teatral Acontece, reconhecida pelas emocionantes encenações da Paixão de Cristo, está enfrentando um desafio este ano. Sem o auxílio financeiro do Governo ou de empresas, o grupo independente está empenhado em realizar seu espetáculo anual, mas precisa da ajuda da comunidade para cobrir os custos essenciais.
O diretor do espetáculo, Felício da Silva, compartilhou: "A Cia Acontece se inscreveu em dois editais, porém não fomos contemplados e precisamos arcar com despesas de transporte, figurinos, maquiagem e adereços cênicos", explica.

Apoio de quem ama a cultura 
Diante desse cenário, a Companhia Teatral Acontece está lançando uma campanha de arrecadação de fundos para garantir que a Paixão de Cristo de 2024 possa ser realizada com todo o seu esplendor. 
Todas as contribuições são bem-vindas. O grupo está aceitando doações a partir de 20 reais através do PIX da Companhia. E para garantir que as doações sejam devidamente registradas e reconhecidas, é importante que os doadores enviem o comprovante de sua contribuição para o número de WhatsApp da Companhia: 85998649805. 
Não se esqueça de mencionar que viu a campanha em algum veículo de mídia onde esta matéria foi publicada. Assim, o grupo poderá acompanhar a origem de cada doação.

Todos estão convidados
Com a generosidade e apoio da comunidade, a Companhia de Teatro Acontece poderá continuar a emocionar o público com sua bela interpretação da história da Paixão de Cristo. E todos estão convidados para a apresentação que será na sexta-feira, dia 29 de março, no Mercado São Sebastião, às 8h.

SERVIÇO
Arrecadação para a Paixão de Cristo da Cia. Teatral Acontece
Chave PIX para doações: 85998649805 (número de celular da companhia)
Não esqueça de enviar o comprovante para o mesmo número e dizer onde você ouviu falar da campanha.

Sobre a apresentação
Data: 29 de março
Local: Mercado São Sebastião
Horário: 8h
Mais informações: (85) 99864.9805 (Cia Teatral Acontece)
Instagram: https://www.instagram.com/ciateatralacontece/

Na semana em que se comemora o Dia da Água, a Associação Caatinga revela um oásis de preservação

O dia 22 de março é marcado como o “Dia Mundial da Água”, nessa data o mundo lembra do quão é importante preservar esse bem tão precioso para a vida humana e quantas ações são feitas para que isso aconteça. Entre essas façanhas, recentemente, um estudo comprovou que a Reserva Natural Serra das Almas, localizada entre Crateús (CE) e Buriti dos Montes (PI), apresenta um benefício volumétrico total da água de 4.785 ML/ano, com base na média anual do escoamento evitado. 
Em resumo, o estudo afirma que há um escoamento evitado de 4.7 bilhões de litros de água anualmente, o que equivale ao abastecimento anual de 299.062 cisternas de placa com capacidade de armazenamento de 16 mil litros cada uma. O estudo foi realizado pela LimnoTech, empresa de ciência e engenharia ambiental que fornece serviços relacionados à água para clientes nos Estados Unidos e outros países.
“De um modo geral, podemos dizer que esse estudo evidencia ainda mais que a floresta em pé ajuda a reter a água no solo, alimentando os lençóis freáticos e conservando a umidade na Caatinga para os períodos mais secos do ano. A retenção de água pelas plantas auxilia na manutenção da temperatura através da evapotranspiração, mantendo o clima na caatinga mais ameno e agradável”, explica Samuel Portela, coordenador técnico da Associação Caatinga. “As áreas preservadas são fundamentais para a proteção das nascentes e dos rios que são extremamente essenciais para o abastecimento de milhões de nordestinos, além de todas as outras espécies da fauna e da flora. É de suma importância discutir a relação da água com a Caatinga, pois esse bioma oferece uma série de serviços ecossistêmicos essenciais para a qualidade de vida das populações e pouca gente sabe disso”, complementa. 

Durante muito tempo, a Caatinga foi retratada apenas como um ambiente seco, onde predominava a escassez de água. No entanto, ao contrário do que dizem os estereótipos, o domínio da Caatinga é habitado por uma surpreendente variedade de espécies. O bioma abrange nove estados do Brasil, o que equivale a cerca de 10,1% do território nacional e 53,49% da região Nordeste. Ademais, cerca de 28 milhões de pessoas vivem nesse ambiente. É a relevância desses dados que dá suporte à hipótese científica de que a Caatinga é a floresta semiárida mais biodiversa do mundo. 

E para ajudar na preservação da Caatinga e na convivência da população com esse bioma, a Associação Caatinga desenvolve o projeto No Clima da Caatinga (NCC), que tem o patrocínio da Petrobras, por meio do Programa Petrobras Socioambiental. O NCC atua no semiárido brasileiro desde 2011 e seu objetivo é diminuir os efeitos potencializadores do aquecimento global por meio da conservação do semiárido, tendo como base central a Reserva Natural Serra das Almas (RNSA), que conta hoje com 6.285 hectares. 

“O NCC implementa o Modelo Integrado de Conservação da Caatinga, uma estratégia que busca proteger o bioma integrado ao desenvolvimento sustentável das comunidades rurais ao redor da Serra das Almas. Esse modelo envolve 4.000 famílias de 40 comunidades em projetos socioambientais, reconhecendo a importância de vincular a convivência com o semiárido à geração de renda e ao progresso local. Uma das linhas de ação desse modelo é a instalação de tecnologias sociais de captação e reuso de água, bem como saneamento rural, promovendo saúde e bem-estar para famílias atendidas pelo projeto”, frisa Daniel Fernandes, coordenador geral da Associação Caatinga. 

Desmistificar os estereótipos acerca da Caatinga é fundamental para compreender a riqueza e a resiliência desse ecossistema muitas vezes rotulado como sem água, pobre e esquecido. Embora a paisagem caatingueira seja marcada por períodos secos desafiadores, ela abriga uma biodiversidade única detentora de adaptações singulares, além de uma intrincada rede de recursos hídricos com rios intermitentes e termitentes que abastecem milhões de pessoas.

*Sobre a Associação Caatinga*
A Associação Caatinga é uma organização da sociedade civil, sem fins lucrativos, cuja missão é conservar a Caatinga, difundir suas riquezas e inspirar as pessoas a cuidar da natureza. Desde 1998, atua na proteção da Caatinga e no fomento ao desenvolvimento local sustentável, incrementando a resiliência de comunidades rurais à semiaridez e aos efeitos do aquecimento global.

Pão de Açúcar traz com exclusividade dois rótulos da vinícola de Leonardo da Vinci

Uma obra de arte ao alcance das mãos. Aproveitando a sazonalidade da Páscoa, data em que os consumidores buscam novas opções, o Pão de Açúcar, supermercado premium do GPA, acaba de importar com exclusividade da Itália dois vinhos da linha Monnalisa, produzidos pela vinícola Leonardo da Vinci. Desenvolvidos pelo artista nova-iorquino Ian Henderson, os rótulos são cravados diretamente no vidro das garrafas, gerando uma aparência única. Uma verdadeira peça de arte para harmonizar com as refeições.
A novidade é fruto da parceria do Pão de Açúcar com o Gruppo Caviro, que tem 58 anos de fundação, e os vinhos são Toscana Rosso e Sangiovese Romagna Superiore, com mais de 20 anos de história e alta qualidade.
Para o gerente comercial responsável pela categoria de vinhos do Pão de Açúcar, Henrique Pedroni Palhares, buscar parcerias com marcas fortes é uma forma de surpreender os clientes. “Esta é uma ótima oportunidade para ampliar a carta de vinhos do Pão de Açúcar e cruzar fronteiras quando o assunto é um produto de excelente qualidade. O Vinhedo de Leonardo tem uma reputação impecável no mercado. Tenho certeza que vai ser um sucesso com o nosso público”.
Um vinho para degustar em momentos especiais e uma garrafa para guardar e presentear. Os rótulos estão disponíveis nas lojas Pão de Açúcar de Fortaleza. Consulte a disponibilidade no site www.paodeacucar.com. Clientes com o cartão Pão de Açúcar contam com 20% de desconto em todos os vinhos da rede.

SAÚDE: O que é o bruxismo e por que ele piorou após a pandemia?

Descubra um pouco mais sobre esse problema que assola milhares de brasileiros

Vivemos tempos de incerteza, onde a pandemia trouxe consigo uma carga pesada de preocupações e desafios. "O fechamento de empresas, o aumento do desemprego e a crescente ansiedade em relação ao futuro são apenas algumas das marcas deixadas por esse período tumultuado", disse o Dr. Ramon Benevides, especialista em reabilitação oral e estética. Para ele, além de tudo, há os outros problemas que surgem em meio a essa turbulência. 
"O bruxismo, por exemplo, emerge como uma manifestação física dos tormentos psicológicos que enfrentamos", disparou. O bruxismo, em resumo, é caracterizado pelo ranger ou apertar excessivo dos dentes. É uma resposta do corpo ao estresse, à ansiedade e às preocupações que nos assolam. Embora seja mais comum durante a noite, também pode ocorrer durante o dia, sobretudo em momentos de tensão intensa.
Os sintomas do bruxismo vão além do simples desgaste dentário. "Dores na articulação dos ouvidos, na musculatura da bochecha e até mesmo nos próprios dentes são indicativos de que algo não vai bem", explicou o especialista. O sorriso, muitas vezes, torna-se uma fonte de constrangimento, à medida que os dentes se desgastam e a estética bucal se deteriora, contribuindo ainda mais para o ciclo de ansiedade.
Embora não haja uma cura definitiva para o bruxismo, é possível controlá-lo. Segundo o profissional, adotar um estilo de vida mais saudável, buscar formas de lidar com o estresse e a ansiedade e recorrer a tratamentos como placas miorrelaxantes, massagens terapêuticas e técnicas de relaxamento, como a meditação, podem ajudar a aliviar os sintomas e a evitar danos adicionais aos dentes.
"Para aqueles cujos dentes já foram comprometidos pelo bruxismo, a reabilitação oral se torna essencial. A reconstrução da estrutura dentária através de técnicas como lentes de contato, implantes e coroas não só restaura a funcionalidade dos dentes, mas também contribui para resgatar a autoconfiança e a qualidade de vida do paciente", seguiu Dr. Ramon Benevides.
Em meio às incertezas que cercam nossas vidas, é importante lembrar que, com cuidado e tratamento adequados, é possível enfrentar e superar os desafios impostos pelo bruxismo e seus efeitos colaterais, recuperando não apenas a saúde bucal, mas também o bem-estar emocional, destaca o doutor, preocupado com o futuro do problema na sociedade.

Desvendando as principais mudanças e restrições na Publicidade e Propaganda médicas

As principais mudanças e restrições impostas pela Resolução CFM N° 2.336/2023 em relação à publicidade e propaganda médicas foram destacadas pela advogada Helena Carvalho, especialista em direito médico e da saúde. Segundo ela, essas mudanças dizem respeito, "sem dúvidas, aos conteúdos a serem publicados nas redes sociais": imagens, os equipamentos disponíveis e divulgação dos preços das consultas. 

Ela também observou que agora é permitido publicar selfies e repostar elogios e depoimentos de pacientes, o que antes era proibido mesmo com autorização dos mesmos.

Dra. Helena explicou que a Resolução veio para ampliar as possibilidades de publicações de conteúdo médico, desde que estejam em conformidade com as regras estabelecidas. Ela enfatizou que os médicos que trabalham com estética, como cirurgiões plásticos e dermatologistas, são os que mais se beneficiam com essa mudança.
Além disso, também ressaltou a importância de que toda a publicitação da atividade médica se atenha aos parâmetros da Nova Resolução do CFM, que busca desvincular a medicina do aspecto mercantilista. Por exemplo, embora tenha sido autorizada pelo Conselho Federal de Medicina a publicação de “antes e depois”, Dra. Helena Carvalho destacou a necessidade de observar sempre o caráter educativo e não comercial no respectivo post.
Além disso, a advogada mencionou que agora a divulgação de equipamentos, tecnologias de ponta e campanhas promocionais também é permitida, desde que não prometam e nem garantam resultados. 
A especialista aproveitou para detalhar que as condutas publicitárias dos profissionais da medicina nas redes sociais também estão sujeitas a responsabilização nas esferas cível e criminal.
Por fim, Dra. Helena enfatizou que a leitura do Código de Ética Médica e demais resoluções do Conselho Federal de Medicina são fundamentais para os médicos que desejam atuar e divulgar seus nomes nas redes sociais. No entanto, destacou a indispensabilidade da consulta com profissionais especializados na legislação médica, pois eles podem orientar de forma prática o comportamento do médico no ambiente virtual, evitando demandas judiciais e ético-disciplinares futuras.

Amelinha apresenta neste domingo (24) o show “Todo Mundo Vai Saber” no Cineteatro São Luiz

Apresentação terá canções do novo disco e clássicos de sua carreira


Na semana em que o Cineteatro São Luiz comemora 66 anos, a cantora Amelinha sobe ao histórico palco cearense para apresentar seu novo show “Todo Mundo Vai Saber”, neste domingo, dia 24 de março, às 18 horas. Com 45 anos de carreira, a principal voz feminina do Pessoal do Ceará irá trazer algumas das faixas escritas pelos compositores Caio Silvio e Ricardo Alcântara, autores das canções do mais recente álbum, que dá título ao show e será apresentado pela primeira em Fortaleza desde seu lançamento, em 2022. O repertório da apresentação no Cineteatro São Luiz conta ainda com canções próprias que fizeram sucesso e também músicas de compositores de sua terra natal interpretadas por Amelinha.

No mercado fonográfico em edição da gravadora carioca Deck e disponível nas principais plataformas de áudio, “Todo Mundo Vai Saber” é composto de 12 canções, todas de autoria da dupla Caio Silvio (músico, autor e compositor) e Ricardo Alcântara (publicitário, escritor e compositor), amigos de infância e parceiros de composição desde os anos 1970. Os arranjos são do guitarrista Robertinho do Recife e de Caio Silvio, com participação em estúdio do próprio Robertinho do Recife e dos cearenses Jorge Hélder (baixo) e Pantico Rocha (bateria), e de outros talentosos músicos.

O álbum “Todo Mundo Vai Saber” traz praticamente todas as músicas inéditas, exceto Sertão da Lua, que a cantora havia gravado em seu disco “Romance da Lua Lua” (1983). O novo álbum conta com a participação de João Ramalho, filho de Amelinha com o cantor Zé Ramalho, que gravou os arranjos da faixa título com sua banda (a João Ramalho Trio - JPG) e participa dos vocais nas canções “Noites de verão” e “Noites do Rio”.

 Grande parte das canções de “Todo Mundo Vai Saber” estarão no repertório do show deste domingo no Cineteatro São Luiz, que contará também com sucessos da trajetória de Amelinha, desde hits com os quais ganhou diversas premiações, como “Foi Deus quem fez você”, “Mulher nova, bonita e carinhosa faz o homem gemer sem sentir dor”, “Frevo Mulher” e Flor da Paisagem”, além de outras canções do Pessoal do Ceará gravadas por ela, como Fagner, Belchior e Ednardo.


Show Amelinha apresenta novo álbum “Todo Mundo quer Saber”
Data: 24 de março de 2024 (domingo) | Horário: 18h | Classificação indicativa: Livre | Duração: 70 min
Entrada: R$ 30,00 (meia-entrada) e R$ 60,00 (inteira) | Limitação de 40% da meia-entrada | Assentos marcados
Local: Cineteatro São Luiz - R. Major Facundo, 500, Centro
Horário de funcionamento da bilheteria: Terça a Sexta - 9h30 às 18h / Sábado  – 9h30 às 17h. Horários sujeitos a alterações, de acordo com a programação. Telefone para contato: (85) 3252.4138
Venda online: https://site.bileto.sympla.com.br/cineteatrosaoluiz/

Histórico de Amelinha
por Tárik de Souza

Nem todos os movimentos musicais são devidamente detectados pelo radar dos  analistas no momento em que despontam. Em meio à leva de criadores nordestinos que  emigrou para o sudeste, o coletivo Pessoal do Ceará imprimiu sua marca a parte,  capitaneado por Raimundo Fagner, Belchior, Ednardo, Rodger Rogério, Teti e uma  cantora que se destacaria como a principal voz feminina do grupo, Amelinha. Na verdade,  em 1970, ela já se mudara para cursar Comunicação em São Paulo e começou a fazer  aparições ainda amadoras em shows de seu ex-colega de vestibular de arquitetura, Fagner,  o primeiro do grupo a decolar, com o álbum “Manera, Fru Fru Manera”, em 1973. No ano seguinte, Amélia Claudia Garcia Collares, cearense de Fortaleza, nascida numa  família de classe média de amadores da música, iniciou sua carreira profissional com  apresentações na TV e estreou em disco na faixa “Ausência”, do clássico instantâneo  “Romance do pavão mysteriozo”, de Ednardo. Pouco depois, embarcava para Punta Del  Este, no Uruguai, numa excursão a convite de Toquinho e Vinicius de Moraes. Encantado  com sua voz, num texto em que cita o colega pernambucano Manoel Bandeira, o poetinha  carioca escreveu para ela, de Itapoá, Bahia, onde estava radicado: “Vá, jandaiazinha, abra  as asas, alce vôo e cante por aí tudo, porque você canta lindo. Se a estrela da manhã  cantasse, seria como você, com este timbre puro e cristalino de menina fazendo roda, que  deixa o peito da gente transparente e refrigera o ar em torno”. 

Mas Amelinha só estrearia solo em 1977, no impactante “Flor da paisagem”.  Fagner (de cujo disco “Ave noturna” ela participou nos vocais) assina a direção musical,  dueta com ela no afiado “Depende” (parceria com Abel Silva) e ainda fornece “Agonia”,  “Pobre bichinho” e “Santo e demônio” (com Ricardo Bezerra). Co-autor da faixa título  com Fausto Nilo, Robertinho de Recife rasga sua guitarra em várias passagens do disco,  que ainda tem cordas luxuriantes do maestro Leo Perachi, um dos favoritos de Tom  Jobim. Neste cartão de visitas de ambientação cearense, outros autores da região reúnem se em torno da estrela emergente, como Ednardo (“Ponta de espinho”, “A cal mar se”),  Petrúcio Maia e Brandão, em “Senhora dona” (co-autor da anterior). E não falta o  arremate de luxo, com Luiz Gonzaga e Zé Dantas, no matreiro xote “Cintura fina”, a  primeira música do rei do baião que a embalou. 

Já associada ao compositor e cantor paraibano Zé Ramalho, com quem se casaria,  Amelinha tomou o país na faixa título que ele dedicou a ela no disco seguinte, “Frevo  mulher”, produzido por Carlos Alberto Sion. No repertório do cintilante álbum, outra do  autor, “Galope rasante”, mais uma de Fagner (“Santa Tereza”, com Abel Silva), o agudo  “Coito das araras”, da paraibana Cátia de França; jóias refinadas do vanguardista Walter  Franco (“Divindade”), do pernambucano Geraldo Azevedo (“Dia branco”, com Renato  Rocha) e até a surpreendente parceria do ex-Momento Quatro e futuro Boca Livre, David  Tygel com a modelo, atriz e poeta Bruna Lombardi (“Que me venha esse homem”). 

Na faixa “Pelo vinho, pelo pão”, Amelinha participaria do icônico álbum do autor,  Zé Ramalho, “A peleja do diabo com o dono do céu” (1979), e no festival da TV Globo,  “MPB 80”, voltaria a explodir nas paradas com a concorrente “Foi Deus quem fez você”  (Luiz Ramalho), outra produção de Sion. Embora classificada em segundo lugar no  certame, vendeu de imediato mais de setecentos mil compactos. No mesmo ano, sairia  seu terceiro álbum, sob direção musical de Zé Ramalho, “Porta secreta”, que desvelava  outro sucesso original, “Gemedeira” (Robertinho de Recife-Capinan) e ainda incorporava  Jorge Mautner (“Senhora da noite”, com Nelson Jacobina) a seu leque de autores. Não por acaso, a voz incandescente da cantora inflamaria a faixa título do disco seguinte do  compositor, “Bomba de estrelas” (Mautner/Zé Ramalho).

Em 1982, mais um arrasa quarteirão. Um martelo, forma de repente, do cantador  Otacílio Batista, adaptado por Ramalho, que Amelinha, com sua emissão doce e incisiva,  transformou em canção lânguida, prelibada pelo título quilométrico: “Mulher nova,  bonita e carinhosa, faz o homem gemer sem sentir dor”. A música nomeou mais um disco  produzido por Zé Ramalho (e Mauro Motta), com direito a um Fagner sobre poema da  portuguesa Florbela Espanca (“Frieza”), Djavan (“Água de lua”) e João do Vale (“Amar  quem eu já amei”, com Libório), de cujo disco homenagem ela participou, em 1981, à  bordo de “Estrela miúda” (com Luís Vieira). E mais duas do poeta Salgado Maranhão,  “Trem da consciência” (com Vital Farias) e “Choro da lua” (com Herman Torres). A fase  lunar da cantora seria expandida no “Romance da lua lua”, de Flaviola sobre poema do  espanhol Garcia Lorca, incluída na trilha sonora da novela “Pão, pão, beijo, beijo”, da TV  Globo, em 1983, outra faixa título de um disco que ainda trazia “Sertão da lua” (Caio  Silvio/R.Alcantara), “A gente precisa ver o luar” (Gilberto Gil) e “Lua semente” (Zé  Ramalho/ Zé Neumane), além de incorporar a preciosa “Seresta sertaneza”, do erudito  baiano Elomar. 

Já sob a produção de Mariozinho Rocha, “Água e luz” (Tavito/ Ricardo Magno),  com participação do grupo Roupa Nova, em 1984, forneceria mais uma faixa principal  para trilha de novela da Globo (“Amor com amor se paga”). Incorporaria ao repertório  Alceu Valença (“Calango da lacraia”), Lula Queiroga (“Armadilha”), os irmãos mineiros  Lô e Marcio Borges (“Alunar”) e mais uma de Gil (“Tempo rei”). Além de tocar o violão  na faixa, o baiano reverenciou a intérprete “pela beleza pássara de seu canto”. Uma boa  definição para o timbre sedutor e flexível de Amelinha, apto tanto às agulhadas do frevo  (“Siri na lata”, de Carlos Fernando em “Asas da América no. 2”) quanto a incursões em  outros gêneros, como nos específicos “Só forró” (1994) e “Vento, forró e folia” (2001).  Em sua intensa discografia, já houve espaço até para uma evocação das origens, no álbum  “Pessoal do Ceará” (2002), ao lado dos conterrâneos Ednardo (além do inescapável  “Pavão”, “Moletom e radar”, “Pastoril”, “Artigo 26”, “Enquanto engoma a calça”, com  Climério) e Belchior (“Como nossos pais”, “Na hora do almoço”, “Medo de avião”, “A  palo seco” e “Mucuripe”, com Fagner).

A ressignificação da diva veio nas produções de Thiago Marques Luiz, “Janelas do  Brasil” (2011) e “Janelas do Brasil ao vivo” (2013), também lançado em DVD. O  cardápio seleto e eclético transcende a nordestinidade impregnada em seu canto, mas sem  negá-la. Dos violeiros do sudeste/centro oeste, Renato Teixeira (“Olhos profundos”) e  Almir Sater (“Planície de prata”, com Paulo Simões) à pepita do Clube da Esquina, “Sol  de primavera” (Beto Guedes/ Ronaldo Bastos), o encontro do paulistano Marcelo Jeneci  e o paraibano Chico Cesar (“Felicidade”), clássicos de Belchior (“Galos, noites e  quintais”), Ednardo (“Terral”) e Fagner (“Asa partida”, com Abel Silva), que participa do  DVD, assim como o maranhense Zeca Baleiro (autor de “O silêncio”) e o paulistano  Toquinho (em “Valsinha”, de Vinicius de Moraes e Chico Buarque). Ao trafegar por  tantas latitudes estéticas, esta flor da paisagem cearense evidencia que sua arte frutificou  sem fronteiras, indomada. E segue caminhos autônomos, sempre em dia com o seu tempo.