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No total, sao oito episódios que abordam o universo da realização audiovisual através da metodologia de trabalho das cineastas Caru Alves de Souza, Dainara Toffoli, Eliana Fonseca, Helena Ignez, Joyce Prado, Juh Almeida, Natara Ney e Olinda Tupinambá.
"Há alguns anos percebo que existe uma lacuna de conhecimento quanto ao processo criativo das realizadoras e realizadores. Sempre me interesse pelo trabalho criativo na direção de cinema e, nos anos 2000, realizei para o Sesc São Paulo um projeto intitulado "Conversa com Diretores" no qual tive o prazer de entrevistar cineastas como Fernando Meirelles, Carlos Reichenbach e Susana Amaral, dentre outros. Neste momento, sinto curiosidade em colocar foco nas realizadoras mulheres das diversas áreas da produção audiovisual", afirma Tata Amaral."Como Elas Fazem" é uma produção Tangerina Entretenimento, É Nóis na Fita, ProAc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo.
Caru Alves de Souza teve seus dois primeiros longas-metragens reconhecidos por premiações prestigiosas. "De Menor" (2013) foi vencedor do Festival do Rio, enquanto "Meu Nome é Bagdá" (2020) sagrou-se como melhor filme da competição Generation 14plus do Festival de Berlim. A realizadora finaliza "De Menor – A Série" e prepara dois novos longas: "Corações Solitários" e "Bocha".
Festejada autora de filmes inventivos, a cineasta Helena Ignez é também atriz de longas marcantes, tendo sido parceira criativa de Rogério Sganzerla (1946-2004). Homenageada em eventos na Ásia e na Europa, ela dirigiu os longas "Canção de Baal" (2008), "Luz nas Trevas – A Volta do Bandido da Luz Vermelha" (2010), "Feio, Eu?" (2013), "Ralé" (2015) e "A Alegria é a Prova dos Nove" (2023).
Gaúcha radicada em São Paulo, Dainara Toffoli é diretora da primeira temporada de "As Five", eleita como melhor série dramática no Prêmio F5, no Splash Awards e no MTV Millennial Awards Brasil/MIAW. Assina a direção das séries "Manhãs de Setembro" (2021), e "De Volta aos 15" (2022). Dirigiu ainda os longas-metragens "Dona Helena" (2006) e "Mar de Dentro" (2020), este último estrelado por Monica Iozzi.
Referência na atual criação audiovisual focada em conteúdos sobre a cultura e comunidade afro-brasileira e diaspórica, Joyce Prado conquistou com o longa "Chico Rei Entre Nós" (2020) o prêmio do público para documentário brasileiro na Mostra Internacional de Cinema em São Paulo, onde mereceu ainda menção honrosa do júri oficial. Ela assina também a direção de "Muro Entre Nós" (curta, 2013) e episódio da série "The Beat Diaspora".
Já Eliana Fonseca é responde pela direção de curtas-metragens saborosos – entre eles, "Frankenstein Punk" (1986) e "A Revolta dos Carnudos" (1990) –, de longas de sucesso, como "O Martelo de Vulcano" (2003) e "O Segredo dos Golfinhos" (2005), da série "Segredos Médicos" (2015). É também requisitada atriz, além de ser responsável pelo É Nóis Na Fita, um projeto de realização audiovisual para jovens.
Indígena do povo Tupinambá e Pataxó hãhãhãe, a jornalista, cineasta e ativista ambiental Olinda Tupinambá tem no currículo a direção de curtas-metragens como "Kaapora – O Chamado das Matas" (2020) e "Preconceito" (2021) e do longa "Mulheres que Alimentam" (2018). Ela assina curadorias para eventos (Amotara - Mostra Olhares das Mulheres Indígenas e Cabíria Festival) e foi coautora do especial "Falas da Terra" (TV Globo).Baiana radicada em São Paulo, Juh Almeida tem destacada atuação em várias frentes do audiovisual, além de ser fotógrafa. Ela dirigiu curtas-metragens autorais como "Eu, Negra" (2022), "Irun Orí" (2020), "Náufraga" (2018) e "Axé Irmãos" (2015). Assina ainda direção de videoclipes, projetos de ficção, documentários, fashion, filmes publicitários, ensaístico e artístico. Também é diretora de novelas na Rede Globo, como "Vai na Fé".
Por sua vez, Natara Ney é premiada montadora e diretora, tendo vencido por duas vezes o prêmio de melhor montagem no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro. Como diretora, responde pelo longa documentário "Espero Que Esta Te Encontre e Que Estejas Bem" (2020) e do curta triplamente premiado no Festival de Gramado "O Outro Ensaio" (2010), além de telefilmes e da série "Todas as Cores do Brasil" (2022).
Sobre Tata Amaral
Tata Amaral é uma das vozes mais importantes do cinema brasileiro e suas obras contribuem significativamente para a história e cultura audiovisual do Brasil. Fez parte da geração que ficou conhecida como "A Primavera dos Curtas", na década de 1980.
Foi também uma das primeiras cineastas de sua geração a realizar filmes de longa-metragem no período da "Retomada do Cinema Brasileiro" nos anos 1990. Seu primeiro longa-metragem, "Um Céu de Estrelas" (1996), teve sua estreia mundial no Festival de Toronto e foi exibido na prestigiosa seção Fórum do Festival de Berlim.
Seu terceiro longa, "Antônia" (2006) foi o filme inaugural da mostra Generation 14Plus da Berlinale. Seu mais recente último longa, "Sequestro Relâmpago" (2018), foi uma das maiores audiências da TV Globo em um horário dedicado ao cinema de público, em 2019. É também produtora do filme "De Menor" (2013) e coprodutora do filme "Meu Nome é Bagdá" (2020), ambos dirigidos por Caru Alves de Souza.
programação – data da disponibilização dos episódios
21/02 - Caru Alves de Souza
28/02 - Joyce Prado
6/03 - Helena Ignez
13/03 - Juh Almeida
20/03 - Dainara Toffoli
27/03 - Olinda Tupinambé
3/04 - Eliana Fonseca
10/04 - Natara Ney
serviço
"Como Elas Fazem" - série dirigida por Tata Amaral
oito episódios de meia hora cada
www.youtube.com/tangerinafilmes
estreia em 21/02, às 19h00
novos episódios toda quarta-feira, às 19h00
acesso gratuito
produção: Tangerina Entretenimento, É Nóis na Fita, ProAc, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Secretaria Especial da Cultura e Ministério do Turismo
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ENTREVISTA: Tecnologia na imprensa e o mercado da música digital
A jornalista Ana Peyroton, que lançou o livro digital "Cevirando" com dicas para os artistas da música, conta como se adaptou às mudanças na imprensa ao longo dos anos
Ana Peyroton é uma jornalista carioca, especializada em marketing e música, que Ana o Ceará e vive na ponte aérea Rio Fortaleza há décadas. Ela lançou o e-book "Cevirando", que tem distribuição gratuita na internet, e oferece orientações para os profissionais da música que querem se destacar no cenário digital. O livro conta com depoimentos de especialistas do mercado musical, que compartilham dicas especiais.
Em entrevista ao blog DIVIRTA-CE Ana Peyroton falou sobre o seu projeto, sua trajetória profissional e os desafios e aprendizados que enfrentou ao longo dos mais de 20 anos à frente da Divulga Ação, uma agência de assessoria de imprensa que atende clientes de diversos segmentos, como cultura, educação, saúde e moda.
Ana comentou sobre as transformações que a internet e as redes sociais trouxeram para a área de assessoria de imprensa e como se adaptou a elas. “Assim como em outras áreas, a nossa também está passando por muitas mudanças. Estamos constantemente nos atualizando às novas tecnologias e as redes sociais já fazem parte do nosso trabalho. As relações ficaram mais digitais, surgiram novos códigos de relacionamento. Não se liga mais diretamente para uma pessoa sem antes pedir permissão. Os contatos ficaram mais limitados aos bilhetes, áudios… o que muitas vezes agiliza os processos, te dá o tempo de responder na hora que puder, mas também geram ruídos etc. Vejo que o uso as redes sociais, além de proporcionar novas oportunidades de trabalho e de relacionamento, também complementa o trabalho do assessor de imprensa, mas é preciso estar sempre muito bem alinhado com o planejamento e as estratégias da assessoria e mídias sociais”, afirmou.
ANA PEYROTON - Um dos maiores desafios foi ser diretora de uma empresa. Me formei em jornalismo e, com o crescimento da agência, além de exercer a função de assessora de imprensa, tive que entender de administração, contabilidade e até RH. Fiz especializações em gestão de marketing, o que me abriu a mente para o mercado e também para a gestão de uma forma geral. Hoje tenho essa visão mais ampla e o desafio acabou virando uma oportunidade. São 23 anos de empresa!
DIVIRTA-CE - Como você acha que a área de assessoria de imprensa tem se adaptado às transformações trazidas pela internet e pelas redes sociais?
ANA PEYROTON - Assim como em outras áreas, a nossa também está passando por muitas mudanças. Estamos constantemente nos atualizando às novas tecnologias e as redes sociais já fazem parte do nosso trabalho. As relações ficaram mais digitais, surgiram novos códigos de relacionamento. Não se liga mais diretamente para uma pessoa sem antes pedir permissão. Os contatos ficaram mais limitados aos bilhetes, áudios... o que muitas vezes agiliza os processos, te dá o tempo de responder na hora que puder, mas também geram ruídos etc. Vejo que o uso as redes sociais, além de proporcionar novas oportunidades de trabalho e de relacionamento, também complementa o trabalho do assessor de imprensa, mas é preciso estar sempre muito bem alinhado com o planejamento e as estratégias da assessoria e mídias sociais.
DIVIRTA-CE - Poderia nos contar um pouco sobre a experiência de escrever o livro "Cevirando E-Book" e quais foram as principais motivações e desafios que você encontrou no processo de criação?
ANA PEYROTON - O projeto Cevirando iniciou na pandemia da Covid-19 quando criei canais digitais para divulgar o que os artistas da música do Ceará estavam produzindo durante o isolamento social. Nesse período também me especializei no mercado da música, uma área que sempre transitei desde a minha formação como jornalista, trabalhando em rádio. Com a visão mais ampla do mercado da música e o contato com os artistas cearenses do pop rock, mpb, jazz... senti que poderia contribuir um pouco mais para o fortalecimento da visão dos artistas e dos profissionais da cena musical local. Foi aí que surgiu a ideia de escrever um livro e foi concretizada com a aprovação do XII Edital Ceará Incentivo às Artes, da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará.
Os desafios foram muitos. Com a cabeça fervilhando, eram muitas questões: por onde começar? Qual a linha editorial? Como funcionam algumas tecnologias de um livro digital? A equipe já estava formada, por 80% de profissionais cearenses, mas eu precisava começar a escrever. Foi então que consegui estruturar a base e iniciei as conversas com os profissionais do mercado que ratificaram e retificaram muitas informações. Foi um dos momentos mais bacanas porque reencontrei muitas pessoas, conheci novos profissionais e tive muitas trocas de ideias a cada porta que se abria. O trabalho em equipe também foi muito importante porque tive total apoio na troca de ideias, quebramos a cabeça até sair o melhor. E a equipe foi formada por pessoas relevantes no mercado cearense e nacional, que toparam entrar no projeto pela proposta inovadora e pela boa relação profissional. A ficha técnica é de primeira!
DIVIRTA-CE - No livro, você aborda o mercado da música e lançamentos digitais. Como você enxerga a transformação do jornalismo e da assessoria de imprensa nesse contexto de streaming e acesso fácil às redes sociais?
ANA PEYROTON - Olha, não vejo uma grande transformação no jornalismo e na assessoria de imprensa na hora de fazer o lançamento de uma música ou álbum no formato digital. Os veículos de comunicação e os especializados continuam divulgando, fazendo suas críticas, e a assessores apresentando seus artistas ao mercado. O que difere é a forma de apresentar a música, que antes o assessor enviava o CD ou o álbum em forma física, além do release e fotos. Agora é praticamente tudo digital: todo material e as músicas são enviadas por meio de links. O que existe de diferente no universo do streaming são os profissionais que atuam como editores ou curadores das plataformas digitais de música. Eles não estão nas redações e não fazem parte do mailing dos assessores de imprensa. Mas são eles que definem o que vai entrar nas playlists, que geralmente dá visibilidade ao trabalho do artista. Para chamar a atenção dos editores é preciso fazer um bom “pitch”, que é um texto especial de apresentação da nova música do artista. Outros profissionais fundamentais no lançamento nos streamings são os do marketing digital, especializados em música. Eles participam da criação das estratégias e se envolvem em todas as áreas da comunicação, inclusive, com as redes sociais.
ANA PEYROTON - São várias dicas legais, entre elas, tem a do músico e advogado Ricardo Bacelar que sugere aos compositores registrarem a partitura e a letra da música em um cartório de títulos e documentos. O oficial é registrar na Biblioteca Nacional, mas ir a um cartório também é uma forma de ter uma prova material de que aquela composição é do artista. A Marina Mattoso, CEO da agência que faz as redes do Gilberto Gil, fala sobre a tendência de se lançar pelo menos um single antes do álbum. Nem todo mundo sabe, mas só tem oportunidade de vender a música para playlist no momento do lançamento do produto. Então se lançar um single antes do álbum, o artista tem duas oportunidades para apresentação do trabalho aos editores das plataformas digitais. Ter uma música numa playlist é um desejo de muitos artistas, mas Marina alerta que não é bom depositar todas as expectativas em cima de playlists.
DIVIRTA-CE - Como foi a experiência de conversar com profissionais renomados do cenário musical para obter depoimentos para o livro? O que você destaca dessas conversas?
ANA PEYROTON - Fiquei surpresa e feliz com os encontros que tive. Fui apresentada para alguns profissionais, reencontrei outros que fizeram parte da minha trajetória e, mesmo os que não puderam falar, deixaram portas abertas. O e-book também me estimulou a fazer contatos com pessoas que eu não havia sido apresentada, mas que eu achava importante estar presente. Há tempos não fazia isso e, a cada sim, me sentia mais estimulada. O que posso destacar é que todos se mostraram abertos em falar sobre o mercado, de compartilhar ideias e experiências. E que foi bom conversar com os profissionais que vivem a indústria nacional da música e sentir a efervescência do mercado e as possibilidades. Todos estavam predispostos a passar as mensagens para os artistas da música do Ceará, de uma forma bastante técnica e simpática ao estado. Gostei de perceber isso.
DIVIRTA-CE- Como o Cevirando E-Book pode ajudar os artistas e profissionais da música do Ceará a se destacarem em meio à concorrência acirrada do mercado atual?
ANA PEYROTON - O e-book tem a proposta de esclarecer e ampliar a visão dos artistas da música sobre o mercado, por meio de um canal de fácil acesso e com informações técnicas traduzidas numa linguagem mais direta e coloquial, como um bate papo. É importante que o artista conheça as regras do mercado para poder comandar e dominar a própria carreira. Por exemplo, existem compositores, intérpretes e músicos que ainda não sabem que é possível se filiar a uma associação do ECAD, gratuitamente, e que podem ganhar dinheiro com a execução pública. O livro também dá algumas sugestões para aqueles que não têm ideia de como fazer a divulgação do lançamento de uma música. O Cevirando e-book oferece, ainda, dicas de posts para se inspirar e caminhos para fazer um bom plano de comunicação.E é importante reforçar também que todo o conteúdo dele é gratuito. O Cevirando e-book pode ser acessado para ler online, baixar em pdf ou escutar. Tudo no site: https://www.cevirando.com.br/ebook/
DIVIRTA-CE - Quais são os quatro pilares abordados no livro ("Preparação", "Distribuição", "Divulgação" e "Oportunidades de Negócios") e por que eles são fundamentais para o sucesso na carreira musical?
ANA PEYROTON - O livro não é um guia para se alcançar o sucesso na carreira musical. Ele se propõe a dar dicas, ampliar a visão, oferecer caminhos para entender mais o mercado da música e planejar a carreira e seus lançamentos. São tentativas para se destacar em meio à concorrência, mas não são fórmulas de sucesso. Para facilitar a leitura e o entendimento do mercado da música, o CEVIRANDO E-book se pautou em quatro pilares. Em “Preparação” tem informações básicas de como se organizar tecnicamente. Fala do registro do fonograma e direitos autorais. No pilar “Distribuição” traz a relação com as agregadoras/distribuidoras responsáveis pela distribuição das músicas nas plataformas digitais dos streamings. A “Divulgação” tem as dicas sobre como fazer um planejamento de marketing digital e assessoria de imprensa para dar visibilidade ao lançamento das músicas. E, por fim, “Oportunidades de Negócios” que aponta alguns caminhos para se obter um retorno financeiro com a música como shows ao vivo, execução pública, editais e outros.
DIVIRTA-CE - Como você vê o papel do jornalismo e da assessoria de imprensa na promoção e divulgação de artistas e músicos em um contexto em que o acesso às redes sociais é tão fácil?
ANA PEYROTON - Eu vejo que o jornalismo e a assessoria de imprensa seguem paralelos, e de forma complementar, às ações das redes sociais na hora de promover o trabalho de um artista da música. Mesmo com a atual força do mundo digital, que muitas vezes até publica antes da imprensa oficial, quando o lançamento é bem orquestrado, pautado num bom planejamento e executado por bons profissionais especializados, o resultado e a soma das áreas geralmente impacta e traz bons resultados.
DIVIRTA-CE - Além do Cevirando E-Book, você também é assessora de comunicação especializada em marketing e no mercado da música. Como você equilibra essas duas áreas e como elas se complementam na sua carreira? Você já atuou como produtora em rádio e é redatora. Como essas experiências anteriores influenciam o seu trabalho atual como jornalista e escritora?
ANA PEYROTON - O Cevirando E-book é o resultado da soma de todas as áreas em que atuo e das experiências que adquiri ao longo dos anos no jornalismo, no mundo corporativo, na área de marketing e no mercado da música. Iniciei minha carreira profissional de jornalista no rádio, como redatora, e mesmo entrando para o mundo do marketing e da comunicação corporativa, nunca deixei a minha relação com a música. Hoje dedico meu tempo à Divulga Ação, agência de comunicação (assessoria de imprensa, mídias digitais e RP), que conta com uma equipe especializada na execução dos trabalhos, e à produtora musical Pitadas de Som, que juntamente com a minha sócia Eveline Peixinho, assessoramos artistas, ela mais na área da produção executiva e eu no marketing e na comunicação especializada. Também elaboramos projetos em editais e outras atividades na área da música.