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Três grandes produções cearenses de 2023 terão exibição especial no 33° Cine Ceará
A ficção “Estranho Caminho”, de Guto Parente, ganhou quatro importantes prêmios no Festival de Tribeca, nos Estados Unidos
Três longas-metragens de diretores cearenses, lançados este ano, terão exibição especial no 33º Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema, dois deles com prêmios já conquistados em importantes festivais e o outro foi o único documentário do Nordeste selecionado para o 51º Festival de Gramado. São eles: “Mais pesado é o céu”, de Petrus Cariry, “Estranho Caminho”, de Guto Parente, e “Memórias da Chuva”, de Wolney Oliveira. O festival acontecerá de 25 de novembro a 1º de dezembro, com programação no Cineteatro São Luiz e no Cinema do Dragão, equipamentos da Secretaria da Cultura do Ceará (Secult/CE) geridos pelo Instituto Dragão do Mar (IDM).
Além de exibições especiais, o Cine Ceará conta com mostras competitivas, mostras especiais, debates e homenagens. A programação completa será anunciada até o início de novembro. O 33º Cine Ceará é uma realização do Ministério da Cultura, através da Secretaria do Audiovisual, da Associação Cultural Cine Ceará e da Bucanero Filmes. Tem o apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult Ceará), apoio da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Cultura (Secultfor), da Universidade Federal do Ceará, via Casa Amarela Eusélio Oliveira, Apoio Cultural da Universidade de Fortaleza e do Canal Brasil, e tem parceria com o Cineteatro São Luiz e o Cinema do Dragão, equipamentos da Secult Ceará, geridos pelo Instituto Dragão do Mar, onde serão realizadas as exibições. Patrocínio: Itaú.
Mais pesado é o céu. Direção: Petrus Cariry. Ficção. 98’. Brasil. 2023. 16 anos.
Este é o sétimo longa-metragem de Petrus Cariry, que teve seus filmes exibidos e premiados em importantes festivais de cinema, como Nantes (3 Continentes), Índia (IFFI), Viña del Mar, Toulouse, Mar del Plata, Havana, Miami e Oldenburg. Com “Mais pesado é o céu” participou do 51º Festival de Cinema de Gramado, onde foi agraciado com três prêmios: Melhor Direção e Fotografia (Petrus Cariry), Melhor Montagem (Firmino Holanda e Petrus Cariry) e Prêmio Especial do Júri (atriz Ana Luiza Rios).
Sinopse: Após acolher uma criança abandonada, Teresa conhece Antônio e os dois iniciam uma jornada pelas estradas. O passado em comum, para eles, são as memórias de uma cidade submersa no fundo de uma represa. A vida é sonho, mas o futuro é a incerteza.
Estranho Caminho. Direção: Guto Parente. Ficção. 83’. Brasil. 2023. 12 anos.
Guto Parente tem uma carreira marcada pela realização de oito longas e sete curtas-metragens, que tiveram exibições em importantes festivais internacionais como Locarno, Rotterdam, Bafici, BFI, AFI, Viennale, FidMarseille; premiados em importantes festivais nacionais como Tiradentes, Festival do Rio, Janela do Recife e Olhar de Cinema. Com “Estranho Caminho” participou dos festivais El Gouna FF 2023 (Egito), Warsaw FF 2023 (Polônia), Nashville FF 2023 (Estados Unidos), Festival Internazionale di Cinema Brasiliano (Itália), San Sebastián 2023 (Espanha), MotelX 2023 (Portugal), Guanajuato IFF 2023 (México). Participou também do Festival do Rio (Brasil), onde o filme venceu nas categorias de Melhor Roteiro (Guto Parente) e Melhor Ator Coadjuvante (Carlos Francisco), e do Festival de Tribeca (Estados Unidos), onde foi o grande vencedor, conquistando os prêmios de Melhor Filme, Melhor Roteiro (Guto Parente), Melhor Fotografia (Linga Acácio) e Melhor Performance (Carlos Francisco).
Sinopse: Um jovem cineasta que visita sua cidade natal é surpreendido pelo rápido avanço da pandemia e precisa encontrar seu pai, com quem não fala há mais de dez anos. Depois do primeiro encontro, coisas estranhas começam a acontecer.
Memórias da Chuva. Direção: Wolney Oliveira. Documentário. 79’. Brasil. 2023. Livre.
Wolney Oliveira, diretor do Cine Ceará, é formado em Cinema pela Escola Internacional de Cinema e Televisão de San Antonio de los Baños (Cuba). Seu primeiro longa, “Milagre em Juazeiro”, ganhou o Prêmio Especial no 31º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro e o prêmio de Melhor Documentário no 14º Festival Internacional do Cinema Documentário do Uruguai, em 1999. Com “Os Últimos Cangaceiros”, ganhou o prêmio Coral ao melhor documentário no 33º Festival Internacional do Novo Cinema Latino-americano de Havana em 2011, o prêmio de Melhor Longa-metragem Ibero-americano do 7° DocsDF - Festival Internacional de Cinema Documentário do México em 2012, foi selecionado para mais de 30 festivais internacionais, entre eles os de Guadalajara, Hamburgo e Toulouse. Seu longa “Soldados da Borracha” recebeu 15 prêmios, entre eles a “Margarida de Prata”, concedido pela CNBB como Melhor Longa Documentário de 2020 e 2021 no Brasil. Com “Memórias da Chuva” (2023), seu sexto longa, participou da Seleção Oficial do 51º Festival de Cinema de Gramado, onde fez sua estreia mundial.
Sinopse: A população de Jaguaribara, pequena cidade no interior do Ceará, nordeste do Brasil, é forçada a abandonar sua terra natal. O vale fluvial da região será transformado em uma enorme barragem que levará água para a cidade de Fortaleza, a única metrópole do estado. A mudança trará mais perdas do que benefícios, e da antiga cidade só ficarão lembranças.
SERVIÇO
33° Cine Ceará – Festival Ibero-americano de Cinema – De 25 de novembro a 1º de dezembro de 2023 em Fortaleza, Ceará. Site: www.cineceara.com. Instagram: @cineceara, Facebook: Festival Cine Ceará. E-mail: contatos@cineceara.com.
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DIVIRTA-RJ: Georgia Annes lança novo livro "Onde minha poesia te abraça", trazendo poemas, pela editora Arpillera
Além do lançamento online, a autora também fará sessão de autógrafos na FLIP (Paraty) em novembro, outra no Espaço O Alienista, no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro, e uma no Espaço Eco Gaia, em Niterói, RJ
A escritora carioca Georgia Annes lança seu novo livro "Onde minha poesia te abraça", inicialmente online, no próximo dia 25.10, em uma live pelo Instagram da editora Arpillera, trazendo poemas afetuosos, que vão envolver e afagar os leitores. No texto de quarta capa, Ana Claudia Rosendo Carls, pedagoga, pós graduada em educação inclusiva e terapeuta holística, diz o seguinte sobre a obra: “Ter o livro nas mãos e nossos olhos nas suas páginas é como ter uma melhor amiga ou um melhor amigo o tempo todo a seu lado, é ser acolhido a cada poema, é o amor se fazendo presente em forma de versos”.
Já no prefácio, a escritora e psicanalista Mariangela Bazbuz diz que "Onde minha poesia te abraça é uma espécie de convite a um passo de dança. É como se a autora dissesse: Venha bailar comigo nas linhas dos meus poemas! Um título que já traz o escopo do presente a ser ofertado: um abraço, um olhar, um carinho ou mesmo um colo”. Ela finaliza fazendo o chamado: “A poesia pertence não só a quem escreve, mas a quem precisa dela. Eu aceitei o convite, dancei e me encantei. Você vem conosco?”.
A autora Georgia Annes é graduada em Psicologia e escreve desde os quatorze anos. “A Menina e seus Balões” foi seu primeiro livro publicado em 2022. Participou de doze antologias, sendo uma Internacional Multilíngue. Foi classificada em vários concursos de poesia, sendo um dos destaques da Coletânea Prêmio Off Flip 2023 e com poema selecionado para a Coletânea de 2024 também.
Além do lançamento online, a autora também fará sessão de autógrafos na FLIP (Festa Literária Internacional de Paraty) em novembro, na Casa Gueto; outra no Espaço O Alienista, no Rio de Janeiro, no dia 9 de dezembro, e uma no Espaço Eco Gaia, em Niterói, RJ.
O livro "Onde minha poesia te abraça" já está à venda no site da editora. Cada exemplar deste livro é produzido, costurado e numerado manualmente.
Ficha técnica
Título: Onde minha poesia te abraça
Autora: Georgia Annes
Editora Arpillera, 2023
Projeto gráfico: Thiago Gatti
Revisão e edição: Yara Fers
ISBN 978-65-980696-8-1
Poesia brasileira
72 p; 21 cm
Onde comprar: https://editoraarpillera.minhalojanouol.com.br/onde-minha-poesia-te-abraca---georgia-annes/
Instagram @georgiaannes.escritora
Ibis Libris Editora realiza a Ponte de Versos de outubro, na Blooks Botafogo
Ibis Libris Editora realiza a 11ª edição da Ponte de Versos do ano, trazendo Denise Emmer, Salgado Maranhão e Christiana Nóvoa, ao lado da também poeta e editora Thereza Christina Rocque da Motta, na Blooks Botafogo, no dia 31/10/2023, das 18h às 21h, última terça do mês, aniversário de Carlos Drummond de Andrade (121 anos), e Halloween para quem for de Halloween, e Dia do Saci para quem for de Saci.
"Para mim", diz Thereza Christina, "representa o Ano Novo celta, uma comemoração especial dos nossos ancestrais no Hemisfério Norte. É uma celebração da natureza, da passagem do tempo e das estações. Para quem viu o filme recente com Hercule Poirot, vai estar em sintonia com esse dia (eu vi e adorei)."
Ibis Libris realiza, mensalmente, na Blooks Botafogo, a "Ponte de Versos", evento literário já tradicional, que, este ano, comemorou 24 anos em junho. Desde 1999, ocorrendo quinzenalmente na antiga Livraria Ponte de Tábuas, no Jardim Botânico, passando pelo Barteliê, em Ipanema, e pela Livraria DaConde, no Leblon, reunindo poetas novos e já consagrados, a "Ponte de Versos" passou a integrar a cena poética carioca e o calendário oficial da Cidade do Rio de Janeiro a partir de 2023.
No "Prato Principal", cada poeta convidado lê por 15 minutos. Em seguida, abre-se a "Sobremesa" aos presentes, que podem recitar um poema de cada vez e, por fim, a "Saideira", lendo mais um poema curto.
Este ano, a Ponte de Versos completou 24 anos, evento que valoriza a literatura nacional e os novos autores, que, em abril, recebeu o "Prêmio Sarau Destaque 2022", conferido pela APPERJ (Associação Profissional dos Poetas do Rio de Janeiro). A Ibis Libris Editora entrou no ano de seu 23º aniversário com quase 700 títulos publicados, além de novos títulos em produção, concorrendo ao Prêmio Oceanos com 20 obras e ao Prêmio Jabuti com 12 títulos em diversas categorias.
Em 27 de outubro, durante a Primavera dos Livros, que agora também faz parte do calendário oficial da cidade do Rio de Janeiro, a Ibis Libris faz o lançamento coletivo de 23 títulos, pelos 23 anos de trajetória, além de organizar o 15º Festival de Poesia da Primavera dos Livros, das 17h às 20h, no Museu da República, Catete/RJ.
Estiveram na Ponte de Versos em janeiro de 2023: Laura Esteves, Jorge Sá Earp e Jorge Ventura. Em fevereiro, Afonso Henriques Neto e Alberto Pucheu. Em março, Bernard Sader Tinoco, Rômulo Pacheco e Evelyn Silva. Em abril, Suzana Vargas e Carmem Teresa Elias. Em maio, Alexei Bueno e Elisa Flores. Em junho, Alexandre Brandão, Mano Melo, Natália Parreiras e Thássio Ferreira. Em julho, os imortais da ABL, Ana Maria Machado, Antonio Cicero e Antonio Carlos Secchin. Em agosto, André Gardel, Angel Cabeza, Igor Calazans e Nuno Rau. Em setembro, Dalberto Gomes, o poeta uruguaio Fernando Villalba, Leyla Lobo e Marisa Queiroz.
A Ponte de Versos acontece no próximo dia 31/10 (terça-feira), das 18h às 21h, na Blooks Botafogo, na Praia de Botafogo, 316 (Espaço Itaú de Cinema). Livre para todas as idades e com entrada franca.
Traga seu poema para a Sobremesa e a Saideira!
Prato Principal
Denise Emmer, vencedora do Prêmio Alceu Amoroso Lima Poesia e Liberdade 2021, é poeta e musicista. Nasceu no Rio de Janeiro em 1958, publicou 24 livros, dos quais 19 de poesia, quatro romances e um de contos. Em agosto de 2022, lançou o livro de poemas O amor imaginário (7Letras), com apresentação de Alexei Bueno e, em abril de 2023, o romance O barulho do fim do mundo (Ed. Bertrand – Grupo Editorial Record). Detentora de relevantes prêmios literários, como Prêmio Alceu Amoroso Lima Poesia e Liberdade 2021, Prêmio ABL de Poesia 2009 (Academia Brasileira de Letras), Prêmio Associação Paulista dos Críticos de Arte (APCA), Prêmio José Martí (UNESCO Casa Cuba Brasil), pelo conjunto de obra, Prêmio PEN Clube do Brasil de Poesia; Prêmio Pen Clube do Brasil de Romance; Prêmio Olavo Bilac (ABL), entre outros da UBE. Participou de destacadas antologias da poesia brasileira, como 41 poetas do Rio, org. Moacyr Félix (Ministério da Cultura), Antologia da Nova Poesia Brasileira, org. Olga Savary (Ed. Hipocampo), Poesia Sempre (Fundação Biblioteca Nacional), O signo e a sibila – ensaios, de Ivan Junqueira (Topbooks), Ponte poética Rio-São Paulo (7Letras), bem como das revistas Eleven-Eleven da California College of the Arts (EUA), Newspaper Surreal Poets (EUA), Revista da Poesia, org. Metin Cengiz (Turquia) e revista Crear en Salamanca (Espanha), traduzida pelo poeta Alfredo Pérez Alencart. Participou do XXVI Encuentro de Poetas Ibero-Americanos 2021 (Salamanca, Espanha) e da respectiva antologia dedicada ao poeta Antonio Colinas, além da antologia New Brazilian Poems, traduzida e organizada por Abay K. (Ibis Libris, 2019). É bacharela em Física e Música (violoncelo). Compositora, com vários CDs gravados, e também integra, como violoncelista, orquestras e grupos de câmera. Apesar da versátil personalidade, a essência de sua criação é, fundamentalmente, a poesia.
Christiana Helena Nóvoa Soares Carneiro nasceu no Rio de Janeiro em 1968 e formou-se em Psicologia e Teatro. Já foi dona de loja, professora de artes, atriz, astróloga, terapeuta e redatora. Escreve na internet desde 2004, onde mantém o blog Nóvoa em Folha: http://novoaemfolha.com. Tem poemas publicados no romance Teoria geral do esquecimento, de José Eduardo Agualusa (vencedor do Prêmio Fernando Namora 2013, Portugal) e em diversas revistas de literatura e poesia. É autora de Breviário das pequenas horas" (Patuá, 2015), seu primeiro livro publicado. Tem outros na gaveta e mais a caminho. Sobre seu livro, disse Agualusa: “Este ‘breviário’ é uma caixinha de fulgores. Abri-lo é destampar surpresas. O ofício de Nóvoa parece-me ser, afinal, o de alvoroçar o leitor com o menor número possível de sílabas. O olhar de Christiana, como o das crianças, inaugura o mundo. Quero dizer: o olhar destes versos devolve-nos a vista”. Na contracapa, está o poema .a serpente: “o desejo/ é um desterro/ no paraíso,/ ter o outro/ é um erro/ tátil/ do juízo,/ não é fácil/ ser volátil/ como um beijo/ nesse couro/ réptil/ em que rastejo”. Recebeu, em 2007, uma bolsa da Biblioteca Nacional para Autores com Obras em Fase de Conclusão, pelo poema infanto-juvenil, “Pirilampo Rastaquera – A história e o amor de um palhaço iluminado”, ainda inédito, que pode ser lido no blog da autora: https://novoaemfolha.com/1905/10/pirilampo_rastaquera_a_histori.html
Email: christiana.novoa@gmail.com
Salgado Maranhão (nome literário de José Salgado Santos) é poeta, jornalista, letrista e consultor cultural. Nasceu em 1953, no povoado Canabrava das Moças, no município de Caxias, Maranhão, filho de Raimunda Salgado dos Santos e Moacyr dos Santos Costa. Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1973 (tendo vivido antes em Teresina onde iniciou sua carreira literária), e cursou Comunicação Social na Pontifícia Universidade Católica (PUC) e Letras na Universidade Santa Úrsula, sem concluí-los. Publicou seus primeiros poemas na antologia Ebulição da escrivatura (Civilização Brasileira, 1978) e depois os seguintes livros: Aboio ou Saga do nordestino em busca da terra prometida (Corisco, 1984), Punhos da serpente (Achiamé, 1989), Palávora (7Letras, 1995), O beijo da fera (7Letras, 1996), Mural de ventos (José Olympio, 1998), Sol sanguíneo (Imago, 2002), Solo de gaveta (SescRio, Som, 2005), A pelagem da tigra (Booklink, 2009), A cor da palavra (Imago/FBN, 2010), O mapa da tribo (7Letras, 2013), Ópera de nãos (7Letras, 2015), Avessos avulsos (7Letras, 2016), A sagração dos lobos (7Letras, 2017), A casca mítica (7Letras, 2019) e Pedra de encantaria (7Letras, 2021). Recebeu vários prêmios, entre eles, o Prêmio Jabuti, com Mural de ventos, em 1999, e Ópera de nãos, em 2016; o Prêmio de Poesia da Academia Brasileira de Letras (ABL), com A cor da palavra, em 2011, e o Prêmio Pen Clube de Poesia, com O mapa da tribo, em 2014. Tem poemas traduzidos para inglês, italiano, francês, alemão, sueco, hebraico, japonês e esperanto. Como compositor, tem gravações e parcerias com vários nomes da MPB, como Alcione, Elba Ramalho, Dominguinhos, Paulinho da Viola, Ivan Lins, Zizi Possi, Ney Matogrosso, Herman Torres, Elton Medeiros, Rita Ribeiro, Zé Renato, Selma Reis, Rosa Maria, Xangai, Vital Farias, Zé Américo Bastos, Moacyr Luz, Amélia Rabello, Carlos Pitta, Gereba, Mirabô Dantas, Wagner Guimarães, Naeno e Zeca Baleiro.
Sobre a Ibis Libris
Ibis Libris Editora publica prosa e poesia, ficção e não ficção, infantis, juvenis e cultura em geral. Fundada em 18 de agosto de 2000, hoje tem quase 700 títulos publicados, principalmente de literatura. Sua fundadora, Thereza Christina Rocque da Motta, é poeta, editora e tradutora. Lançou "Joio & Trigo", seu primeiro livro de poemas, em 1982, prefaciado por Claudio Willer, que já está em sua 4a. edição, com prefácio de Álvaro Alves de Faria, lançado em 2022. Tem 25 livros publicados, entre eles, "Capitu" (2014), "Breve anunciação" (2013), "As liras de Marília" (2013) e "Marco Polo e a Princesa Azul" (2008). É membro do Pen Clube do Brasil e da Academia Brasileira de Poesia. Criou o selo infantil Bisbilibisbalabás em 2002 e, em 2021, o selo feminino Maat, para as mulheres. Em 2022, lançou, por ele, “Sheherazade”, seu primeiro livro de contos. Nesse ano, participou como única poeta brasileira convidada do Festival Internacional de Poesía de Medellín, Colômbia, lendo seus poemas em português e traduzidos para o castelhano pelo poeta chileno Leo Lobos.
Ibis Libris Editora inscreveu, pela primeira vez, em 2022, mais de 10 títulos no Prêmio Jabuti, concorrendo em 16 categorias. Este ano, 20 títulos estão concorrendo ao Prêmio Oceanos e 12 ao Prêmio Jabuti. No 1o. semestre, o evento Ponte de Versos recebeu o "Prêmio Sarau Destaque 2022", por seu caráter cultural e artístico, conferido pela APPERJ, por seu presidente Jorge Ventura, por divulgar a poesia nacional. Além disso, obteve, em julho deste ano, a inclusão do evento Ponte de Versos no Calendário Oficial da Cidade do Rio de Janeiro, a ser comemorado, pela primeira vez, no próximo 15 de junho de 2024, quando lançará a antologia Ponte de Versos 25 anos.
Segundo Thereza Rocque da Motta, a "Ibis Libris foi criada a partir da Ponte de Versos, para dar voz aos autores que desejam realizar o sonho de publicar seus poemas e, por isso, criei uma editora para transformar seus sonhos em livro".
Instagram: @ibislibris
Após seis meses de funcionamento, sócios do Riô Fortaleza comemoram sucesso da casa e planejam expansão
Um lugar cearense, no coração do Meireles, com todo o gingado carioca: assim pode ser descrito o Riô, gastrobar inaugurado há pouco mais de seis meses e que já cativou os amantes da música brasileira. O bar oferece, além da cerveja gelada, um espaço aberto, talhado em painéis exclusivos do artista visual Almeida Luz, que mostram paisagens e a estética da cidade maravilhosa.
“Quando iniciamos o negócio, queríamos entregar para o mercado esse diferencial: um ambiente aberto, extrovertido e um espaço aconchegante, ornamentado com plantas”, lembra Vitor Araújo, empresário e um dos sócios do Riô. Além de Vitor, investem e são idealizadores do Riô os sócios Ørjan Wollebæk e João Paulo.
O projeto de expansão da casa já começou. Segundo Araújo, a ideia é dobrar o salão de tamanho e ainda manter o estacionamento próprio. Além disso, o estabelecimento vai ganhar um espaço de forneria e restaurante climatizado com Rooftop, e contará também com serviço de Delivery.
“Nos seis primeiros meses conseguimos equilibrar e já é um negócio sustentável. Por isso, estamos investindo na expansão e na criação do complexo Riô. Nosso foco também é atrair ainda mais os turistas que passam por Fortaleza”, destaca Vitor.
“Com o trabalho do Almeida Luz, nosso artista plástico, entregamos também esse lugar criativo e com uma identidade diferenciada. O resultado superou a nossa expectativa quanto a receptividade dos clientes e também no faturamento. Fomos além do que queríamos atingir”, comemora.
Programação
O Riô funciona de quarta a domingo. Nas quartas, sextas e sábados, a casa abre espaço para a música brasileira, que vai do forró das antigas ao sertanejo. Às quintas e domingos, o Riô convida para uma roda de samba e pagode em 360º, modelo que faz a alegria dos fãs do estilo pelo Brasil afora.
Na semana, de quarta a sexta-feira, a casa abre a partir das 17h. Enquanto aos sábados e domingos, o Riô inicia a programação a partir da hora do almoço (12h) e segue com muita música até o fim da noite.
Além das tradicionais entradinhas, petiscos e pratos, como grelhados na parrilla, o gastrobar se destaca pelas opções do fim de semana, com a feijoada e panelada no almoço.
O Riô fica localizado na rua Frei Mansueto, número 662, no bairro Meireles.
Happy Hour todos os dias
Quem chega cedo no gastrobar consegue desfrutar do menu de ofertas especiais em drinks e petiscos. De quarta a sexta-feira, os valores passam a valer das 17h às 20h. Aos sábados e domingos, as ofertas são válidas a partir da hora do almoço, das 12h até às 16h.
Além dos drinks bem elaborados e cerveja gelada, o Riô também conta com excelentes opções gastronômicas elaboradas com exclusividade pelo chef Nataniell Portinaii.
Sobre o Riô Fortaleza
Inaugurado em 2023, Riô Fortaleza é um gastrobar de ambientação inspirada nas casas de samba carioca. Instalado no bairro Meireles, o bar funciona de quarta a domingo e oferece desde mesas de samba 360 graus a shows musicais, além de experiências gastronômicas de alta qualidade e exclusivas.
Serviço: Riô Fortaleza
Funcionamento: De quarta a sexta-feira, a partir das 17h, e aos sábados e domingos a partir das 12h
Endereço: Rua Frei Mansueto, nº 662
Instagram: @riofortaleza
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Musical Dominguinhos: "Isso Aqui Tá Bom Demais" chega em Fortaleza para homenagear os 10 anos sem o grande mestre da sanfona
Mestre da música popular brasileira, o saudoso sanfoneiro pernambucano Dominguinhos (1941-2013) é homenageado no musical Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais, que estreou em São Paulo em 2022 e agora chega em Fortaleza para marcar os 10 anos sem o compositor com 4 apresentações no Cineteatro São Luiz de 20 a 22 de outubro.
O espetáculo foi idealizado pelo diretor Gabriel Fontes Paiva e pela diretora musical Myriam Taubkin, parceiros no Projeto Memória Brasileira, que documenta a memória viva da música brasileira há 35 anos. Já o texto foi criado pela premiada dramaturga e jornalista Silvia Gomez e traz de forma contemporânea toda emoção daquele que acabou se consolidando não somente como o mestre do forró, mas com uma carreira musical própria englobando diversos gêneros como o jazz, o pop e a MPB.
O musical tem construído uma carreira de sucesso. Foram mais de 25 mil espectadores em 50 apresentações que lotaram teatros em São Paulo, Belo Horizonte, Brasília e Rio de Janeiro.
Para fazer jus a sua amplitude musical, a maioria do elenco veio do universo da música, como é o caso de Liv Moraes, cantora, parceira e filha de Dominguinhos; Cosme Vieira, que tocou sanfona com Dominguinhos quando ainda era criança; o ator e músico Wilson Feitosa; o compositor e arranjador Zé Pitoco, de Cupira (PE), que acompanhou Dominguinhos em inúmeros shows ao longo se sua carreira; Fitti, um dos grandes expoentes da nova safra de atores e cantores brasileiros e os conhecidos internacionalmente Hugo Linns, músico que é referência brasileira em viola e o percussionista Jam da Silva, os três últimos de Recife (PE).
“Mergulhar na vida e na obra de Dominguinhos foi uma bênção. É o primeiro projeto do gênero musical que realizamos, Gabriel e eu. Conseguimos entrelaçar o melhor de cada um, nesse nosso ofício: o teatro - no caso dele - e a música, no meu. Ainda mais sendo um musical sobre Dominguinhos, que conheci tão de perto e de cuja obra tenho tanta intimidade”, conta Taubkin
Sobre o processo de construção da dramaturgia, Silvia Gomez conta que o texto foi escrito ao longo de dois anos a partir de entrevistas com pessoas que conviveram com Dominguinhos, como Anastácia, Liv Moraes, além dos próprios Gabriel Fontes Paiva e Myriam Taubkin. Além disso, o jornalista especializado em música Lucas Nobile assina a pesquisa documental que apoiou a escrita dramatúrgica.
“Lucas trouxe um material vasto de linha do tempo, músicas, motivações, notícias e casos da vida desse mestre. O mergulho na obra incluiu programas, documentários, entrevistas e reportagens de jornais e revistas de época, além de livros como O Brasil da Sanfona, de Myriam Taubkin. Nos baseamos em fatos reais e depoimentos públicos de Dominguinhos, sem, no entanto, deixar de dialogar poeticamente com essa realidade, ficcionalizando certas passagens que envolvem as personagens evocadas”, comenta a autora.
Muito mais do que contar de forma linear e cronológica a vida de Dominguinhos, a dramaturgia explora essa combinação entre o documental e o poético. “Há um certo lugar delirante em minhas dramaturgias e, aqui, pude expressá-lo no recorte escolhido como procedimento narrativo: em seu último momento de vida, Dominguinhos é visitado pelas histórias, pessoas – e sanfonas – que marcaram sua carreira, como se tudo se passasse numa fração de segundo infinita do pensamento e da memória. Também sou jornalista, e, pela primeira vez, pude combinar em uma peça teatral a minha formação híbrida, entre a dramaturgia e o documento. Ou melhor, pude buscar a vocação narrativa dessa vida e dessa obra tão importantes para a nossa formação cultural e afetiva”, acrescenta.
Já a encenação parte de um jogo entre os atores e músicos, que se alternam nos papéis de Dominguinhos e das pessoas que fizeram parte da vida dele. “Este jogo tem tudo a ver com a trajetória de Dominguinhos e com a obra dele. Um homem que viveu para trazer alegria para as pessoas e que conseguia contar, inclusive coisas tristes, de uma forma alegre. A encenação parte desta brincadeira com a plateia para que a gente possa transmitir a energia que ele conseguia levar a todos nós. Quem viu Dominguinhos tocar ao vivo sabe do que estou falando e é isso que vamos tentar reproduzir”, explica Gabriel Fontes Paiva.
Ainda sobre a direção, Paiva conta que buscou resgatar como grandes referências para a montagem elementos importantes para o sanfoneiro, como a cidade de Garanhuns, em Pernambuco, onde Dominguinhos nasceu, e os ritmos e danças como forró, baião e xaxado.
“Dominguinhos foi um artista universal, que extrapolou suas raízes”, diz Myriam Taubkin, diretora musical do espetáculo. “Suas composições são cantadas e tocadas em todo o mundo e sua sanfona é reverenciada por músicos de todos os cantos. Talvez ele seja o músico que mais influenciou acordeonistas no Brasil e no exterior, seja como exímio instrumentista, seja como compositor. Achei importante trazer esta riqueza ao público, de como Dominguinhos trafegou por tantos gêneros musicais, da enorme facilidade que ele tinha para compor, não só ritmos do Nordeste, mas também inúmeros choros, samba – canções, músicas instrumentais de todos os tipos. O musical traz os clássicos de Dominguinhos, mas também canções que o público não conhece, assim como seus temas instrumentais. Mesmo as vinhetas criadas no musical saíram de suas composições. Com este time de craques no elenco, procuramos apresentar tanto o forró pé de serra tradicional, que Dominguinhos tanto amava, como criações originais para suas composições, utilizando a sonoridade da viola dinâmica nordestina, percussões eletrônicas, sopros, vozes.”
Um pouquinho sobre Dominguinhos
Dominguinhos conseguiu unir o regional de um Brasil profundo com o que havia de mais moderno na música. Foi um artista que cantou a experiência humana em sua essência mais luminosa, sempre com leveza, humor, alegria e poesia.
Nascido em Garanhuns (PE), em 1941, José Domingos de Moraes iniciou a carreira ainda na infância. Aos oito anos, se apresentou para Luiz Gonzaga em um hotel de sua cidade natal, sem saber que tocava para o Rei do Baião. E, aos 13 anos, deixou seu estado com a família para tentar a sorte no Rio de Janeiro.
Em mais de 55 anos de carreira, Dominguinhos gravou 40 discos. No último desses trabalhos, Iluminado Dominguinhos, lançado em DVD em 2010, gravou grande parte de seu repertório instrumental com a participação de Gilberto Gil, Elba Ramalho, Wagner Tiso e Yamandu Costa, entre outros.
Suas músicas mais conhecidas são “Eu Só Quero um Xodó” e “Tenho Sede” (parcerias com Anastácia), cujos registros mais famosos foram feitos por Gil na década de 1970, “Isso Aqui Tá Bom Demais” e “De Volta pro Aconchego” (com Nando Cordel), clássico na voz de Elba Ramalho, nos anos 1980, “Abri a Porta” e “Lamento Sertanejo” (com Gilberto GIl).
“De Volta pro Aconchego” e “Isso Aqui Tá Bom Demais” fizeram parte da trilha da novela “Roque Santeiro”, aumentando a popularidade do artista nos anos 1980. Na mesma década, Chico Buarque gravou “Tantas Palavras”.
Dominguinhos também venceu o Grammy Latino duas vezes (em 2002 e 2012); o Prêmio Tim de Música Brasileira duas vezes (em 2007 e 2008) e o Prêmio Shell de Música (2010).
Embora morasse em São Paulo, ele sempre voltou ao Nordeste, desde as primeiras turnês com seus trios no início de carreira; nos muitos anos em que acompanhou Gonzagão; e ao lado de Anastácia. E, nunca deixou de se apresentar nas tradicionais festas juninas de Campina Grande (PB); Caruaru (PE); Feira de Santana (BA), entre muitas outras cidades. Adorava Fortaleza, onde fez inúmeros amigos e onde ia descansar de seus compromissos. Sempre elogiava o povo cearense, como trabalhador e hospitaleiro. Dominguinhos negava a maneira como sua região, o Nordeste, era tratada – pela ótica da miséria, da seca, da falta de esperança.
Dominguinhos faleceu no dia 23 de julho de 2013, depois de uma longa luta contra um câncer de pulmão, deixando um legado inestimável de valorização da música popular e da cultura nordestina.
Sinopse
O musical conta passagens da vida e da obra de Dominguinhos misturando documento e ficção. O artista relembra sua trajetória através de fatos, músicas e parcerias profissionais e afetivas, enquanto conversa com sua maior e fiel companheira, a Sanfona.
Liv Moraes é cantora e filha de Dominguinhos e ingressou profissionalmente na música aos 18 anos como backing vocal da banda de seu pai, percorrendo o Brasil por vários anos realizando shows. Em 2002, fez sua primeira participação gravando a música “Desenho”, no CD “Lembrando de Você”, de Dominguinhos. Convidada por Toninho Horta, interpretou “Amar como te amo” no CD “Com o pé no forró”, que foi indicado ao Grammy Latino. Cantou com grandes nomes da música brasileira, como Gilberto Gil, Elba Ramalho, Jane Duboc, Yamandu Costa, Fábio Júnior, Lenine, Fagner, Toninho Horta e Maestro Spok.
Cosme Vieira tem uma trajetória parecida com o próprio homenageado. Ambos iniciaram a carreira de sanfoneiros ainda crianças e, antes de completarem 10 anos, tocaram para ícones que foram seus padrinhos. No caso de Dominguinhos, ele tocou para o grande Luiz Gonzaga, que já era conhecido como o Rei do Baião, embora o menino não soubesse disso. Já Cosme teve como mestre o próprio Dominguinhos. Atualmente, Cosme toca por todo Brasil acompanhando grandes nomes da música como Ivete Sangalo, Duani, Zeca Baleiro, Mariana Aydar, Liv Moraes, Cláudia Leite, Toninho Horta e outros.
Zé Pitoco, com forte atuação na cena musical, é um grande representante da música regional nordestina em São Paulo. Transitando entre o clarinete, o saxofone e a zabumba, esse multi instrumentista e arranjador pernambucano expressa na música o cotidiano de um nordestino que vive na capital paulista. Tocou com grandes nomes, entre eles o próprio Dominguinhos, com quem fez inúmeros shows. Atualmente integra o grupo de Antônio Nóbrega, sendo um de seus principais componentes e arranjadores. Foi integrante da Orquestra Popular de Câmara, ao lado de Benjamim Taubkin, Teco Cardoso, Mané Silveira, Guelo, Caíto Marcondes e Monica Salmaso.
Hugo Linns é violeiro, baixista, arranjador, compositor e diretor musical. Toca e compõe em viola dinâmica de 10 cordas desde os 18 anos, em sua terra natal, Recife. Linns tem cinco álbuns lançados com renomados artistas brasileiros e internacionais, como o percussionista sueco Sebastian Notini e o violoncelista francês Olivier Koundouno, lançado pelo selo alemão Martin Hossbach. Em 2018 foi vencedor do 9º Prêmio da Música de Pernambuco como melhor álbum de música instrumental.
Jam da Silva é percussionista, natural de Recife. Traz uma abordagem inovadora em suas produções, uma mistura de artesanato com invenção. Parte de suas criações vêm da rua, com ruídos e ambientações urbanas e parte vem de sua construção musical, com diversos instrumentos de percussão. Seu trabalho faz com que possua grandes parcerias com artistas nacionais e internacionais como Massilia Sound System, Moussu T et les jovents, Troublemakers, Camille e Sebastien Martel, Marisa Monte, Elba Ramalho, Roberta Sá e muitos outros. Foi vencedor de melhor trilha sonora em 2011 com o filme Os Narradores de Javé.
Fitti, fruto de Recife, é multiartista e estreou recentemente no elenco da série original da Netflix, “Só Se For Por Amor”. Aos 14 anos, viralizou na internet com um vídeo interpretando Sozinho, de Peninha. Desde então, abriu shows de grandes nomes como João Bosco, Zé Renato e Guilherme Arantes, sendo hoje um dos grandes expoentes da nova safra de atores e cantores brasileiros.
Wilson Feitosa é ator e professor de música formado em Licenciatura Plena. Sua carreira artística possui trabalhos como “Os Sertões” no Teatro Oficina e “Mãe Coragem”, com Bete Coelho. Com música e teatro, participou de diversos festivais pelo Brasil e pelo mundo e traz mais de vinte peças teatrais, filmes e séries em seu currículo. Toca acordeão, violão, cavaquinho e percussão.
Ficha Técnica
Dramaturgia: Silvia Gomez
Direção: Gabriel Fontes Paiva
Direção musical: Myriam Taubkin
Elenco:
Liv Moraes
Fitti
Cosme Vieira
Hugo Linns
Jam da Silva
Wilson Feitosa
Zé Pitoco
Desenho de Movimento: Ana Paula Lopez
Desenho de Luz: André Prado e Gabriel Fontes Paiva
Figurino: Ana Luiza Fay
Cenário: Gabriel Fontes Paiva
Pesquisa documental e consultoria de repertório: Lucas Nobile
Preparação vocal: Ana Luiza
Assistente de direção: Ana Paula Lopez e André Prado
Assistente de direção musical: Hugo Linns
Coordenação técnica: André Prado
Desenho de som e operação: André Omote
Assistente de som: Tales Zelic
Direção de Palco: Dani Colazante
Montagem e operação: Cassio Omae
Camareira: Rosa Passe
Design gráfico: Teresa Maita
Fotografia de estúdio e cena: Priscilla Prade
Social mídia: Daniela Stirbulov
Gestão de Projeto: Luana Gorayeb
Assistentes administrativos financeiros: Beth Vieira e Rogério Prudêncio
Assistente de produção: Dairzey Abnara
Produção executiva: Camila Scheffer
Produção Local: Free Lancer Producções
Assessoria de Imprensa Local: Divulga Ação
Direção de produção: Dani Angelotti
Realização: Fontes Artes e Projeto Memória Brasileira
Serviço
Dominguinhos: Isso Aqui Tá Bom Demais
Apresentações: de 20 a 22 de outubro
Sexta às 20h, sábado às 16h e às 20h e Domingos, às 18h
Cineteatro São Luiz – Rua Major Facundo, 500 – Fortaleza / CE
Ingressos:
Inteira - R$ 100,00
Ingresso Popular R$ 50,00
Meia entrada – R$ 50,00
Vendas online: https://bileto.sympla.com.br/event/86603/d/214907
Ou na Bilheteria do Cineteatro: funcionamento de terça a sexta, de 9h30 às 18h, e aos sábados, de 9h30 às 17h.
Classificação: 12 anos
Duração: 110 minutos
Capacidade: 1000 lugares
Acessibilidade: Teatro acessível para PNE.
Livreto em Braile disponível em todos os espetáculos
Acesse: www.dominguinhos.com.br
Instagram: https://www.instagram.com/dominguinhosmusical/
@dominguinhosmusical