BELCHIOR

Projeto Ouvindo Letras faz homenagem ao cantor e compositor cearense

Em edição especial, o projeto de extensão Ouvindo Letras fará homenagem ao compositor e cantor cearense Belchior, falecido no último sábado (29), no Rio Grande do Sul. O encontro será na próxima quinta-feira (4), às 18h30min, no Auditório José Albano (área 1 do Centro de Humanidades – Av. da Universidade, 2683, Benfica). As inscrições podem ser feitas por meio do formulário eletrônico disponibilizado pelo projeto (https://goo.gl/rnAunh) ou presencialmente no dia e local do evento.

Com o objetivo de "trocar conhecimentos sobre o discurso presente na música popular brasileira", o Ouvindo Letras tem a coordenação do Prof. Nelson Costa, do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal do Ceará. Na homenagem a Belchior, o Prof. Nelson e a Profª Maria das Dores Nogueira Mendes, do Departamento de Letras Vernáculas da UFC, falarão sobre a produção do compositor sobralense que influenciou diversos artistas e segue encantando gerações de fãs.

"Vamos não apenas ouvir suas canções mas também falar sobre as mesmas. Será um encontro excepcional, que se dará em virtude de sua morte. Eu vou expor uma palestra denominada 'A alucinação de Belchior: um discurso entre a realidade e o sonho'; e a Profª Maria das Dores Nogueira Mendes apresentará a palestra 'Arco-íris, anjo rebelde: as letras e a voz do trovador Belchior'", detalha o professor.

Até dezembro, sempre às quintas-feiras, às 18h30min, no Auditório José Albano, o projeto Ouvindo Letras abordará o discurso de diversos artistas e movimentos estéticos da MPB. Os participantes que se inscreverem e registrarem 75% de comparecimento nos encontros receberão certificado.

Mais informações podem ser solicitadas através do e-mail ouvindoletrasufc@gmail.com e na página do projeto no Facebook (https://goo.gl/3eJe9f).








TV Brasil celebra vida e obra de Belchior no programa Recordar é TV deste sábado (6)

Especial mescla entrevista e apresentações de músicas de sucesso do repertório do artista

Para homenagear o cantor e compositor Belchior, a TV Brasil resgata entrevista e apresentações do músico cearense na edição especial da série Recordar é TV que vai ao ar neste sábado (6), às 23h30.

A atração combina imagens de arquivo da emissora feitas em diversos shows do artista com um animado bate-papo que ele teve com o apresentador Luiz Carlos Miéle, em 2003, no programa "A vida é um show", da extinta TVE do Rio.

Durante o especial, Belchior conta para Méle como conheceu Elis Regina, a primeira a gravar o hit “Como Nossos Pais”, um dos maiores sucessos de sua autoria. Com 26 minutos, o programa da TV Brasil mostra o artista cantando clássicos que o consagraram como um dos grandes compositores do país e um dos ícones da MPB.

O Recordar é TV exibe espetáculos em que Belchior entoa músicas como "Apenas um Rapaz Latino-Americano", "Velha Roupa Colorida" e "Como Nossos Pais", entre outras canções. No decorrer da conversa com Miéle, ele ainda destaca quando decidiu viver da música.

Antônio Carlos Gomes Belchior Fontenelle Fernandes, conhecido como Belchior, morreu na madrugada de domingo (30/4), aos 70 anos, no Rio Grande do Sul. Natural de Sobral, no interior do Ceará, ele estava distante da vida pública há mais de uma década. Nos últimos anos, Belchior vivia na cidade gaúcha de Santa Cruz do Sul com sua mulher Edna Prometheu.

Autor de canções que se tornaram verdadeiros hinos, a poesia do rapaz latino-americano sem dinheiro no banco permanece viva por muitas gerações. A homenagem da TV Brasil reverencia o legado deixado por Belchior.

O especial da série Recordar é TV tem apresentação da jornalista Karina Cardoso.

Serviço:
Recordar é TV com Belchior – sábado (6), às 23h30, na TV Brasil.



+ SHOWS & FESTAS

Turnê "Bell Marques - Só As Antigas" confirma data e inicia venda de ingressos

Turnê aguardada com ansiedade pelos cearenses, o show “Bell Marques - Só As Antigas” já agitou diversos estados do Brasil e chega a Fortaleza no dia 9 de junho, no Centro de Eventos do Ceará. O anfitrião da festa promete muita emoção e alegria nesse passeio pelas quase quatro décadas de carreira. O setlist dá destaque para os famosos hits que já embalam o público nos primeiros acordes da famosa guitarra do cantor baiano como “Colar do Oriente”, “Cara Caramba” e “Ele não monta na lambreta”. Além de relembrar grandes sucessos, Bell Marque também faz sequências de canções do DVD Fênix, último trabalho lançado do artista. Os ingressos já estão à venda e podem ser adquiridos na Loja do Siriguella, Social Tickets (RioMar), Zefirelli (RioMarKennedy e Parangaba), além das vendas online pelo site www.blueticket.com.br. O evento disponibiliza três setores: FrontStage, Camarote Front e Backstage.

Serviço
Show Bell Marques - Só As Antigas
Dia: 09/06
Local: Centro de Eventos do Ceará
Vendas: Loja do Siriguella, Social Tickets (RioMar), Zefirelli (RioMarKennedy e Parangaba) e pelo site: www.blueticket.com.br







Laninha Show, Gil Mendes e Pé de Ouro agitam a primeira sexta-feira (5) de maio no Country Hall


Maio já começa com muitas opções de balada para os apaixonados por forró. Na primeira sexta-feira do mês (5), o Country Hall recebe mais uma edição do ‘Forró no Country’ com Laninha Show, Gil Mendes e Pé de Ouro. A casa oferece dois palcos para garantir que a festa não pare em nenhum momento e, para a mulherada, tem caipiroska liberada por duas horas. A balada começa às 20 horas e se estende até o dia amanhecer.

SERVIÇO
Quando: Sexta-feira, 5 de maio
Hora: 21 horas
Local: Country Hall (Av. Washington Soares, 3500 - Edson Queiroz)
Ingressos: R$40 (primeiro lote antecipado)
Informações: (85) 99622.1006 / 3273.6033
Instagram: @countryhallfortaleza
Estacionamento: Sim (pago)
Aceita cartão de crédito









Solteirões 360º promete lotar o Faroeste neste sábado (6)

Muito forró vai rolar ao som da banda Solteriões do Forró comanda por Zé Cantor, além da galera do Forró Real e da cantora Laninha Show
 
A banda Solteirões do Forró, comandada por Zé Cantor, se apresenta neste sábado (6), no Faroeste. Com um palco no formado 360º, Zé Cantor promete não deixar ninguém parado ao som de novos e antigos sucessos, que marcaram os 10 anos de carreira do grupo.

Quem também se apresenta na noite é a galera do Forró Real que tem à frente o trio Fernandinho, Janaina Alves e Sebastian. A cantora Laninha Show fecha a grade de atrações do evento.

SERVIÇOS:
Solteirões do Forró no formato 360º
Quando: 06 de maio
Onde: Faroeste
Hora: 22 horas
Setores e valores: Front R$30 (valor único) | Camarote R$50 (valor único)
Pontos de venda: Lojas Blinclass (Benfica, Iguatemi, Maranguape, Maracanaú, North Shopping Fortaleza, North Shopping Joquei, Shopping Parangaba e Via Sul Shopping) e na bilheteria do G4 ou pelo site www.ingressando.com.br
Informações: 85 98773.7330







Vicente Nery e Amado Batista comandam a ‘Festa das Mães’ dia 13 de maio no G4

A noite especial conta ainda com a banda Mega Amor

Uma noite especial que vai homenagear todas as mães cearenses ao som de muita música romântica. E para embalar essa homenagem, ninguém melhor do que os cantores Vicente Nery e Amado Batista. Os dois ícones da música brasileira se apresentam no dia 13 de maio, marcando também o retorno da casa de shows G4. A banda forrozeira Mega Amor completa a grade de atrações do evento.


VICENTE NERY


Vicente Nery é um dos poucos artistas que agrada ao público de A à Z. É dono de uma voz inconfundível, de um carisma inigualável e de canções que embalam milhares de fãs apaixonados, que o acompanham por mais de duas décadas. Vicente Nery, um dos nomes mais respeitados no mercado musical, é também amado pelos cearenses por representar o nosso estado mundo a fora.


AMADO BASTISTA

Com mais de quatro décadas de estrada e 66 anos de vida, Amado Batista não vê fim para a carreira. Durante o período foram mais de 35 milhões de cópias vendidas de seus mais de 30 discos. A vontade de ser cantor veio ainda na infância. Amado diz que vai continuar a fazer música enquanto puder, mesmo que o sucesso desapareça. “Adoro cantar. Se as pessoas não me quiserem mais, vou cantar para os meus amigos, em casa. Mas vou cantar até o fim.”

SERVIÇOS:
Vicente Nery e Amado Batista no G4
Quando: 13 de maio
Onde: G4 (Avenida Osório de Paiva. Em frente ao terminal do Siqueira)
Hora: 22 horas
Setores e valores: Pista R$27 (valor único) | Camarote R$52 (valor único)
Pontos de venda: Lojas Blinclass (Benfica, Iguatemi, Maranguape, Maracanaú, North Shopping Fortaleza, North Shopping Joquei, Shopping Parangaba e Via Sul Shopping) e na bilheteria do G4

Informações: 85 4011.8991




SÃO JOÃO

Arraiá do Aquaville confirma turnê 'O Grande Encontro' como atração principal

Faltando pouco mais de um mês para início da época junina, a terra do forró já começa a se animar para os festejos. Em sua primeira edição, o Arraia do Aquaville confirma a data e apresenta as atrações que comandam a festa junina em um dos resorts mais conceituados do estado. Realizado por Multi Entretenimento, Stallos Produções e Solo Music, o evento acontece no dia 17 de junho e traz, com exclusividade, a turnê do Grande Encontro, parceria musical que celebra a união de três gigantes da música nordestina: Alceu Valença, Elba Ramalho e Geraldo Azevedo. Quem completa a festa é a cantora ícone do forró, Kátia Cilene que estreia o show de gravação do novo DVD, Forró das Antigas, e a banda Kbra da Peste.  Com início das vendas no dia 5 de maio, a festa disponibiliza três setores divididos em mesa, pista e camarote.







Felipão e Matheus Fernandes comandam Arraiá do Austin

O Pub inicia, nesta terça-feira (02), a venda de ingressos para a festa junina que acontece no dia 1º de julho, no La Maison Coliseu

O mais badalado Arraiá da cidade já tem suas atrações confirmadas. Felipão, Matheus Fernandes, Austin Band, Cristian Fernandes e DJ Flavinho agitam a 3ª edição da tão esperada festa junina, que acontece no dia 1º de julho no La Maison Coliseu. Os ingressos já estão a venda, em lote promocional, a partir desta terça-feira (02), nas lojas Ferrovia (Shoppings Iguatemi e RioMar) e no Boteco Praia.

Serviço
Arraiá do Austin          
Dia 1º de julho, a partir das 22h.
Local: La Maison Coliseu (Avenida Luís Viêira, 555 - Papicu).
Ingressos: R$ 40 (feminino) e R$ 60 (masculino) - lote promocional, à venda nas lojas Ferrovia (Shoppings Iguatemi e RioMar) e Boteco Praia (Av. Beira Mar, 1680).
Informações: (85) 9.9723.6176

ARENA CASTELÃO

Marília Mendonça é uma das atrações mais esperadas do Festeja Fortaleza 2017
 
Depois do último show em Fortaleza, em janeiro deste ano, na Festa das Patroas, a cantora Marília Mendonça é uma das atrações mais esperadas do Festeja Fortaleza 2017. O festival está marcado para o próximo dia 20, na Arena Castelão e os fãs da cantora já comemoram a vinda do fenômeno sertanejo à maior festa do ano na capital cearense.
“Mesmo que nada der certo daqui para frente eu me sinto realizada: Tive minha noite de princesa!” – Esta foi a frase que Marília Mendonça disse para si mesma de frente ao espelho quando desceu do palco em Manaus, onde cantou para mais de 40 mil pessoas na gravação de seu segundo DVD –“Realidade”. O título foi escolhido por ela, até porque ninguém melhor que Marília Mendonça para saber as mudanças que sua vida e sua carreira tiveram em um curto período. O novo trabalho tem as participações de Henrique & Juliano, os quais Marília com toda humildade pediu para que fossem companheiros de uma vida e estivessem sempre juntos com ela. “Realidade” chegou em CD/DVD às lojas e em todas plataformas digitais em março pela Som Livre com a expectativa de ser um dos maiores lançamentos do ano.

SERVIÇOS:
Festeja Fortaleza 2017
Atrações: Marília Mendonça, Henrique e Juliano, Aviões do Forró, Maiara e Maraisa, Luan Santana e Leo Santana.
Quando: 20 de maio
Onde: Arena Castelão
Hora: 17 horas
SETORES E VALORES:
ARENA FESTEJA - R$50 (meia)
FRONT VIP - R$135 (meia)
CAMAROTE PREMIUM - R$160 (meia)
CAMAROTE ABSOLUT FEMININO - R$265 - OPEN BAR (Whisk, Vodka, Cerveja, Refrigerante e Água)
CAMAROTE ABSOLUT MASCULINO – R$290 - OPEN BAR (Whisk, Vodka, Cerveja, Refrigerante e Água)
FORMAS DE PAGAMENTO: Nas lojas à vista dinheiro ou cartões: Visa, MaterCard, Elo, American Express e Dines Clube e pelo site parcelado em até 12X.
PONTOS DE VENDA FÍSICOS:
Lojas Blinclass (Benfica, Iguatemi, Maranguape, Maracanaú, North Shopping Fortaleza, North Shopping Joquei, Shopping Parangaba e Via Sul Shopping)
Lojas Soyler (North Shopping Joquei e Shopping Parangaba)
Lojas Farell (Av. Luciano Carneiro, 1400 - Loja 39 Ceará Moda Shopping )
VENDAS ONLINE: www.bilheteriadigital.com
INFORMAÇÕES: 85 98773.7330 | 85 3052.9900
ASSESSORA DE IMPRENSA: airllybarbosa01@gmail.com









 

INFANTIL

Sesc promove “Arte na Praça” em Fortaleza e no interior do Ceará

            Neste sábado (6/5), o Sesc*, braço social do Sistema Fecomércio-CE, e o Governo do Estado do Ceará levam atividades do projeto Arte na Praça a Fortaleza, Guaiúba, Campos Sales, Catunda e Saboeiro. O projeto reúne atividades e apresentações culturais para crianças e suas famílias de forma gratuita. A programação é aberta ao público e acontece em praças públicas.
Em Fortaleza, a edição tem início a partir das 17h na Praça Luíza Távora. A programação conta com brincadeiras populares, como corrida de saco, dança das cadeiras, estoura balões, bambolê, pula corda e atividades no Espaço Brincando e Pintando, além da apresentação artística na praça.
Já em Guaiuba, o público tem acesso a brincadeiras populares na Praça do Santo Cruzeir, além de atividades como balonagem e pintura facial. Além disso, a programação conta com show musical com Descoladinho Mix e atividades do Espaço Brincando e Pintando.
Na cidade de Campos Sales, além das brincadeiras populares e da recreação infantil, a programação inclui aulão de ginástica coreografada e biblioteca infantil. Em Catunda, o Arte na Praça recebe show de brincadeiras com Taffa Teirixeira, além de pintura fácil e em tela e atividades de balonagem.
Na Praça Monsenhor Manoel Cândido, em Saboeiro, as atividades incluem apresentação de coral e exercício de judô. Além disso, o evento promove ações no Espaço Brincando e Pintando e pintura fácil para as crianças.
 
Programação

Arte na Praça
Dia: 3/5

Fortaleza
Local: Praça Luiza Távora (Av. Santos Dumont, 1589 – Aldeota)
Horário: 17h às 19h
Informações: (85) 3452.9090

Guaiuba
Local: Praça do Santo Cruzeiro
Horário: 17h às 19h
Informações: (85) 3452.9090

Campos Sales
Local: Praça Helio Lima
Horário: 17h às 19h
Informações: (88) 3523.4444

Catunda
Local: Praça da Matriz - Centro
Horário: 17h às 19h
Informações: (88) 3611.0954

Saboeiro
Local: Praça Monsenhor Manoel Candido
Horário: 17h às 19h
Informações: (88) 3581.1130

:::Gratuito:::

CINEMA NACIONAL

Filme "Joaquim" mostra a construção do herói Tiradentes e a vida no Brasil do século 18

Longa está em cartaz no Cinema do Centro Dragão do Mar
 
Quando apresentado no Festival de Cinema de Berlim, em fevereiro, o filme "Joaquim" foi acompanhado de protestos contra "um governo ilegítimo apoiado pelas elites econômicas", como declarou o diretor Marcelo Gomes ao subir o palco após a projeção da película.

Até nisso, o cineasta pernambucano foi coerente, pois seu filme, que está em cartaz no Cinema do Centro Dragão do Mar, trata da luta de um homem que, lentamente, toma consciência das forças repressoras, da exploração do ser humano, da absoluta falta de meritocracia no ainda incipiente Brasil do final do século 18. E esse homem se chama José Joaquim da Silva Xavier, vulgo Tiradentes, protagonizado pelo ator Júlio Machado.
Ao longo de 97 minutos, o espectador vê a cabeça decapitada de Tiradentes em frente a uma capela barroca, enquanto escuta a voz do falecido anunciar a sua morte, a sua história e o seu futuro reconhecimento como herói nacional nos livros escolares.
A partir daí, a trama se desenrola em torno de um homem íntegro, diligente, fiel às ordens da Coroa portuguesa e apaixonado pela escrava Preta, interpretada pela atriz Isabél Zuaa. O alferes Joaquim acredita que sua fieldade e diligência iriam lhe trazer a tão esperada patente de tenente e que as pedras que encontrou em sua cansativa e perigosa expedição aos sertões proibidos pudessem lhe render dinheiro suficiente para comprar a liberdade de sua amada.
Mas nenhuma coisa nem outra acontecem: Joaquim percebe que quem roubava muito ia para frente e quem roubava pouco, ou nada, ficava para trás naqueles Brasis setecentistas. Preta, por sua vez, havia fugido para um quilombo após esfaquear o administrador a quem foi obrigada a servir sexualmente. Joaquim vai atrás dela e, ao reencontrá-la, seu grande amor o despreza.

E o único companheiro fiel, seu escravo João, interpretado pelo ator Welket Bungué, da Guiné-Bissau, pede que Tiradentes o venda para a esposa dele, que havia conseguido juntar o dinheiro para comprar a sua alforria.
Tem início a tomada de consciência daquele que viria a ser, talvez, o nosso único herói nacional. Joaquim toma conhecimento de ideias iluministas e da independência americana, se aproxima dos fidalgos inconfidentes, para ser, mais uma vez, usado por eles como bode expiatório de um levante fracassado.
Com um enredo tão coerente, pergunta-se então por que "Joaquim" é um filme que deixa a desejar, como uma obra de arte inacabada, um diamante ainda não lapidado. Enquanto Gomes consegue, linda e empoeiradamente, relatar o nascimento de uma nação a partir da interação de diferentes raças, os hesitantes aplausos no final da apresentação mostraram que o público que lotou o Palácio da Berlinale não havia compreendido que a película havia acabado.
É como se todos esperassem ler "to be continued", ou seja, "veja no próximo capítulo", nas legendas em inglês que insistiam irritantemente em traduzir cachaça como "rum".

Com uma belíssima fotografia em primeiro plano, uma pesquisa histórica aprimoradíssima e uma direção de arte encantadora, "Joaquim" tinha tudo para se tornar um clássico. Sem falar nas magníficas interpretações de Júlio Machado, de Isabél Zuaa e Welket Bungué, bastante aplaudidos pela plateia.
Além disso, com sua filmagem com a câmera na mão, o diretor conseguiu, apesar de ter abusado do recurso em alguns momentos, aproximar o público da narrativa.
O filme contém também momentos de grande poesia, como aquele em que o índio que acompanhava a expedição para os sertões proibidos começa a cantar com o escravo João, cada um na sua língua, cada um do seu jeito, anunciando um novo canto, o canto do brasileiro. Ou quando Joaquim se encontra no quilombo com a sua amada e a chama de Preta, no que ela retruca: preta é nome de cor, meu nome é Zuá!
Com tudo isso, pergunta-se, afinal, qual o problema deste filme? Talvez a montagem. A cena inicial só é retomada no final, o filme se torna assim um hiato, bastante incompreensível, principalmente para um público estrangeiro que não estudou História do Brasil na escola. Gomes concentrou-se muito na psicologia do personagem e reservou pouco tempo para os fatos históricos da Inconfidência Mineira.
Tanto que um jornalista da emissora pública de Berlim-Brandemburgo Rbb afirmou que a película mostrava a "desmontagem de uma herói nacional” em sua crítica. Ou seja, justamente o contrário da intenção do diretor, que era mostrar o desenvolvimento do Tiradentes jovem, a sua politização que o levou a se tornar mártir.
Em vez disso, Gomes transformou uma pessoa inicialmente ingênua usada pela Coroa portuguesa numa pessoa de pouco discernimento, usada pelos fidalgos inconfidentes e com um discurso tolo que provocou risos indesejados na plateia. Mas talvez tenha sido essa a intenção do cineasta, talvez o jornalista da Rbb esteja certo.
Com seu filme, Gomes parece ter acentuado ainda mais a controvérsia em torno da figura de Tiradentes, um herói nacional frequentemente retratado com as mesmas barbas de um profeta e que a partir do final do século 19 passou a ser usado tanto pela esquerda quanto pela direita para os mais variados fins. Nisso, o diretor também foi coerente.
Apesar das dificuldades de roteiro, a principal lição que se pode tirar de "Joaquim" é que, em termos cívicos, é difícil retratar incontestavelmente um ídolo vivo no país de Calabar, no país de Duque de Caxias, assim teria sido mais fácil apresentar Tiradentes como um herói morto. Nesse ponto, o filme de Marcelo Gomes também traz uma advertência: não devemos deixar que os covardes vivos fiquem com o nosso ouro. Não deixa de ser um visceral registro da vida no Brasil do século 18 e um outro ângulo sobre este herói da história nacional.

PELO INTERIOR

VI Festival de Jericoacoara Cinema Digital divulga curtas selecionados
A sexta edição do festival reconhecido no calendário nacional do cinema independente acontecerá de 7 a 13 de junho de 2017, reunindo, na paradisíaca praia cearense, grandes nomes e novos realizadores do audiovisual brasileiro. Ao todo, 30 curtas-metragens, de realizadores provenientes de 13 estados, foram selecionados para participar da mostra competitiva. O festival recebeu 237 inscrições, de realizadores de 17 estados
Pela sexta vez, realizadores audiovisuais de diversos estados brasileiros, responsáveis pelo novo cinema nacional, vão se encontrar em uma das praias mais belas de todo o mundo. De 7 a 13 de junho, o Festival de Jericoacoara Cinema Digital realizará a sua sexta edição, sempre fiel à proposta original, de oferecer um novo olhar sobre o cinema brasileiro, um panorama da nova produção do audiovisual nacional, democratizada tanto em conteúdo quanto em forma, por meio da tecnologia digital.

O VI Festival de Jericoacoara Cinema Digital contará, na Mostra Competitiva de Curtas, com a exibição de 30 filmes, de realizadores de 13 estados, selecionados entre nada menos que 237 inscritos. Participam do festival filmes de até 20 minutos, sobre quaisquer temas, nos gêneros documentário, ficção, animação e experimental.

Neste ano, chamou atenção da comissão de seleção o grande número de documentários inscritos, refletindo-se também na lista dos selecionados. "Um total de 15 filmes, metado dos selecionados, são documentários, o que demonstra a atenção que o gênero vem recebendo por realizadores de todo o País", destaca o diretor do festival, cineasta e escritor cearense Francis Vale, que celebra a nova edição do festival, apontando que mais uma vez o evento prestará homenagens a grandes nomes do audiovisual do Ceará e do Brasil, com destaque para a história do cinema e para a cena independente.

 “Chegando à sexta edição, o Festival de Jericoacoara Cinema Digital prossegue consolidando cada vez mais sua dimensão nacional, buscando reunir os novos realizadores do cinema brasileiro, que estão em todas as regiões, fazendo seus trabalhos, mesmo enfrentando, muitas vezes, dificuldades para divulgação, repercussão, visibilidade”, afirma Francis Vale.

“Na contramão dessa realidade, o Festival de Jericoacoara Cinema Digital existe justamente para para dar mais destaque a novos nomes do cinema brasileiro, provando que passamos de um eixo geográfico de produção para novos e múltiplos polos, espalhados pelo País”, acrescenta o diretor do festival.

“O festival contribui para mostrar o pluralismo, essa riqueza de origens, temas e formas dos filmes, os realizadores de várias gerações que fazem o novo cinema brasileiro acontecer de um modo muito forte, pulsante”, complementa Francis, que também enfatiza a relação do festival com a comunidade de Jeri como um grande diferencial.

Convivência e debate

Para assegurar, na prática, a democratização da participação no evento, a produção do festival garante as despesas de transporte terrestre entre Fortaleza e Jericoacoara, alimentação e hospedagem, ao longo de todo o período, para um representante de cada um dos filmes selecionados.

“Mais do que apenas exibir os filmes, o festival se diferencia por proporcionar que os realizadores e o público possam conviver em Jericoacoara, ao longo de uma semana, debatendo cinema e permanecendo em contato direito com o público e a comunidade”, reforça Francis Vale. “Muitas vezes novas produções nascem desse encontro”.

Ao longo do festival, os filmes serão apreciados por um júri composto por nomes de destaque no audiovisual. Receberão o Troféu Pedra Furada as obras escolhidas pelo júri como as melhores em cada categoria: ficção, documentário, animação e experimental. Também receberá o troféu a melhor produção dos estados Ceará, Piauí e Maranhão, em homenagem à chamada “Rota das Emoções”, que se inicia em Jericoacoara-CE, passa pelo Delta do Parnaíba-PI e se estende até os Lençóis Maranhenses.

O festival também destinará troféus aos vencedores dos quesitos melhor filme, direção, roteiro, fotografia, trilha original e direção de arte. Além dos troféus para melhor ator e melhor atriz.

Confira os filmes selecionados:
A Chegada de Aninha, de Rosa Berardo (Animação, GO)
A Dança de Julia, de Igor Lopes (Experimental, PE)
A Fuga, de Douglas Alves Ferreira (Animação, SP)
Abissal, de Arthur Leite (Documentário, CE)
Atenciosamente, Saudade, de Edson Pereira (Experimental, CE)
Botes Bastardos, de Pedro Cela (Documentário, CE)
Candeias, de Felipe Wenceslau e Augusto Pessoa (Documentário, BA)
Canta um Ponto, de Luciano Dayrell e João Paulo Silveira (Documentário, RJ)
Dilema de Carpideira, de Philipe Ribeiro (Ficção, CE)
Ilha das Crianças, de Zeca Ferreira (Ficção, RJ)
Leblon Marista, de Fabrício Cordeiro e Luciano Evangelista (Documentário, GO)
Louça de Deus, de Eudaldo Monção (Documentário, BA)
Luiza, de Caio Baú (Documentário, PR)
Matiz, de Jackson Abacatu (Animação, SP)
Memórias do Cine Argus, de Edivaldo Moura (Documentário, PA)
Meu Rio Vermelho, de Rafael Irineu (Documentário, MT)
Negro Lá, Negro Cá, de Eduardo Cunha (Documentário, CE)
No que me toca, de Cecília Engels (Ficção, SP)
O Menino do Dente de Ouro, de Rodrigo Sena (Ficção, RN)
Os Olhos de Arthur, de Allan Deberton (Ficção, CE)
Psiu!, de Antônio Carrilho (Documentário, PE)
Retratos da Alma, de Leo Belo (Documentário, DF)
Rosinha, de Gui Campos (Ficção, DF)
Salu e o Cavalo Marinho, de Cecilia da Fonte (Animação, PE)
Segundos, de Camila Cruz (Ficção, SP)
Sêo Inácio (Ou o Imaginário do Cinema), de Helio Ronyvon (Documentário, RN)
Sertãozinho, de Rosana Nunes (Documentário, CE)
Shala, de João Inácio  (Ficção, PA)
Símile, de Julio César Mahr (Experimental, GO)
Tatuagem Deni, de Armedi Mustafa            (Documentário, AM)

SERVIÇO:

VI Festival de Jericoacoara – Cinema Digital. De 7 a 13 de junho de 2017, em Jericoacoara. Toda a programação tem entrada franca. Mais informações: www.jeridigital.com.br.

PRAIA DO FUTURO

Cena Black Brasileira ganha destaque na festa “Black Roots” 

As duas maiores bandas de Rap e Reggae Roots do Brasil, Racionais MCs (foto) e Ponto de Equilíbrio
se apresentam no próximo dia 06 de maio, na Barraca Biruta, em Fortaleza

A cena black brasileira ganha destaque na noite do dia 06 de maio, na Barraca Biruta, em Fortaleza. O encontro memorável das duas maiores bandas de Rap e Reggae Roots do Brasil, Racionais MCs e Ponto de Equilíbrio promete fazer história na festa “Black Roots”.

No show, o Racionais MC’s apresentam as músicas do projeto mais recente do grupo, Cores & Valores, que foi eleito como melhor álbum nacional pela Rolling Stone Brasil, além dos clássicos que marcaram a história do rap brasileiro. O público poderá aguardar um grande espetáculo, como foi apresentado pelo grupo durante sua passagem pela cidade há um ano.

Além do grupo paulista, o Ponto de equilíbrio também sobe ao palco para mostrar o trabalho “Essa é a nossa música”, quarto disco de Helio Bentes (vocal), Pedro ‘Pedrada’ Caetano (baixo), Márcio Sampaio (guitarra), Tiago Caetano (teclado), Lucas Kastrup (bateria) e Marcelo Campos (percussão). No show, o público poderá conferir versões ao vivo para as autorais Nossa música e Dorme o medo.

A festa Black Roots contará ainda com a apresentação do DJ Felipe BK, Costa a Costa e Preto Zezé, Presidente Nacional da Central Única das Favelas (CUFA).

Os ingressos custam R$ 52 (arena) ; R$ 72 (frontstage) ; R$ 102 (camarote) – valores de 2º lote - e estão à venda na Loja Pranchão e online através do site www.bilheteriadigital.com.

SERVIÇO:
Quando: 06 de maio 2017 às 21h
Onde: Barraca  Biruta (Av. Clóvis Arrais Maia, 4111 – Praia do Futuro)
Vendas: Loja Pranchão ou online através do site www.bilheteriadigital.com
Valores: (2º lote)
R$ 52,00 arena
R$ 72,00 front
R$ 102,00 camarote
Informações: (85) 99775.1895
Classificação indicativa: 16 anos

VIVA JORGE BEN JOR!

SHOW REÚNE SKANK, CÉU E O REI DO SUÍNGUE NA PRAIA DE IRACEMA
 
Sexta edição do projeto Nívea Viva percorre o país com apresentações ao ar livre e entrada franca
 
Em 2017, a NIVEA reverencia Jorge Ben Jor, o rei do suingue e da simpatia, adicionando um balanço irresistível à série que celebra anualmente os principais ícones da música brasileira. Ele é o astro-mor da sexta edição do projeto NIVEA VIVA, revisto ao lado de brilhantes interpretes de uma outra geração: Skank e Céu. Na capital cearense, a celebração musical acontece no dia 7 de maio, a partir das 17h, no aterro da Praia de Iracema!
“A Plataforma NIVEA VIVA é genuína em sua proposta ao levar ao público, de forma democrática, grandes homenagens à música brasileira e seus interpretes em shows gratuitos”, afirma Tatiana Ponce, vice-presidente de Inovação para Américas e diretora de Marketing da NIVEA Brasil. “Este ano, vamos comemorar a alegria contagiante do povo brasileiro, celebrando Jorge Ben Jor, um cantor e compositor atemporal, cuja obra transita facilmente entre várias gerações”, completa ela.
Conduzidos por Monique Gardenberg, diretora geral do espetáculo, a cantora paulistana e o grupo mineiro vão dar novos significados para a obra – iniciada nos anos 60 e incrivelmente atual até hoje – de um artista sem similares na música brasileira e mundial, com releituras inéditas de suas canções. “Jorge é um inventor, ele sublinhou a África, trouxe o blues/rock para a bossa nova e criou o samba-rock. Jorge é um acontecimento na música popular brasileira e vamos festejar essa força criativa que influenciou tantas gerações”, explica Monique. “Fiquei contente e surpreso por ter sido escolhido para esse projeto. Acho que vamos fazer shows bem legais”, resume o próprio Ben Jor.
O espetáculo
“Após a avant-première realizada no Rio de Janeiro (Vivo Rio), no dia 14 de março, o NIVEA VIVA já passou passar por espaços abertos em Porto Alegre (02/04), Rio (09/04) e tem, como próximos destinos, Fortaleza (07/05), Recife (21/05), Brasília (11/06) e, finalmente, São Paulo (dia 25/06)”, explica Tatiana. "Por ser um show que vai acontecer ao ar livre, com a luz do dia, vamos usar telões de LED para criar os climas e os vídeos de cada canção. Jorge é ligado em cinema, o que gera em mim uma inspiração especial para vestir seu repertório", conta Monique. “Por conta disso, vamos usar imagens do clássico ‘Viagem à Lua’, de Georges Méliès, durante ‘Os alquimistas estão chegando’, e de ‘O pão nosso de cada dia’, de F.W. Murnau, em ‘Que pena’”, explica a diretora geral.
O repertório do show – que terá momentos de encontro com os artistas e, no final, uma celebração com todos juntos – traz mais de 30 músicas, de todas as fases da carreira do artista, como “Os alquimistas estão chegando” (Skank e Céu), “Chove chuva” (Céu), “Balança pema” (Skank), “Umbabaraúma” (Skank e Jorge), “Mas que nada” (Céu e Jorge) e “Taj Mahal” (Ben Jor, Céu e Skank), num variado passeio pelo repertório do homenageado. No palco, atuando como usinas sonoras do espetáculo, vão se alternar o Skank e a banda do Zé Pretinho, que há tantos anos acompanha Ben Jor. No encerramento, ao som de “País tropical” e “Fio maravilha”, elas vão tocar juntas também, dobrando a potência do show, com dois baixos, duas baterias, etc.
Viva Jorge!
Jorge Ben Jor desenvolveu o que já prometia, ambiciosamente, no título de seu álbum de estreia, “Samba esquema novo”, lançado em dezembro de 1963. Ao longo de uma rica carreira, repleta de canções que já fazem parte do imaginário popular – como “A banda do Zé Pretinho”, “Cadê Tereza”, “Xica da Silva” e “W/Brasil (Chama o síndico)”–, ele criou um estilo único, com um linguajar característico, resultado de uma profunda vivência das ruas. Gerou também um groove mágico, feito de uma alquimia entre samba, soul, funk, rock, jazz e diversas matrizes africanas presentes no seu propalado país tropical. Álbuns como os cultuados “Ben” (1972), “A tábua de esmeralda” (1974), “Solta o pavão” (1975) e “África Brasil” (1976) ajudaram a definir a MPB e, por isso mesmo, têm lugar cativo nas listas dos trabalhos mais influentes da sua história.
Skank
Mineiro que nunca trabalhou em silêncio, o grupo Skank começou em 1992, em formato independente, e cresceu vertiginosamente a ponto de virar um gigante da MPB. No percurso, bateu bola com o reggae, com o rock e com o Clube da Esquina, vendeu milhões de discos, acumulou inúmeros hits e refinou o conceito de música pop no Brasil. E em nenhum momento dessas mais de duas décadas de carreira, camuflou o impacto que a música de Jorge Ben Jor teve em sua trajetória, seja em regravações como “Cadê o penalty” (do seu homônimo álbum de estreia) ou em várias apresentações juntos.
“Quando surgiu o convite para esse projeto, ele nos pareceu muito familiar, pareceu muito próximo do universo do Skank”, conta Samuel Rosa, cantor, guitarrista e compositor do grupo. “Vai ser um encontro incrível, já que tanto o Skank como a Céu, apesar de trajetórias distintas, possuem uma interseção comum com a obra do Jorge Ben Jor. Desde o começo da nossa carreira e até hoje, trazemos essa influência. E o Jorge foi uma espécie de padrinho da banda, sempre teve uma gentileza enorme com a gente, mesmo quando éramos novatos na cena. Vai ser uma realização estar no palco ao lado da Céu e do nosso professor”, afirma ele.
Céu
Uma preciosa adição ao seleto hall of fame das cantoras da MPB, Céu debutou em 2005 com um álbum homônimo, sucesso retumbante no Brasil e no exterior, que lhe rendeu três indicações ao Grammy e superou a marca de 500 mil discos vendidos. A consagração definitiva veio no trabalho seguinte, o hipnótico “Vagarosa”, lançado em 2009, novamente aclamado pela crítica, emplacando o segundo lugar na parada de World Music da Billboard. A partir dele, e nos álbuns de estúdio seguintes, “Caravana sereia Bloom” (2012) e “Tropix” (2016), Céu firmou uma sonoridade bastante particular, sintetizando elementos de rock, hip-hop, reggae e afro, com apresentações nos maiores festivais do mundo, como o Montreal Jazz Festival, Coachella, Roskilde e Rock in Rio.
“Estou muito feliz em participar desse projeto lindo. Jorge representa com muita legitimidade a riqueza da nossa música. Na minha opinião, é quem melhor sintetiza nossa pluralidade cultural. Sua obra é uma escola inteira. Amo seus discos”, diz a cantora e compositora, que em 2016 recebeu diversos prêmios, incluindo dois Grammy Latino e um como “artista do ano” na Associação Paulista de Críticos de Arte.
Parcerias com a Azul Linhas Aéreas, Lindoya e Easy Taxi
Pelo segundo ano consecutivo, a Azul atuará como apoiadora do projeto NIVEA VIVA, sendo responsável por oferecer as passagens aéreas para as equipes que realizarão os shows. Nos dias que antecedem as apresentações, a Azul e a NIVEA distribuirão brindes aos clientes que viajarem para as cidades por onde o projeto passará.  
“Apoiar novamente o projeto NIVEA VIVA é uma grande honra para nós. A parceria ajuda a fortalecer ainda mais o projeto a levar música, alegria e entretenimento de qualidade, gratuitamente, para diversas regiões do Brasil. Nossa malha aérea abrangente e nosso foco em oferecer experiências diferenciadas aos Clientes nos conectaram ao projeto e estamos muito felizes em repetir a dose com a homenagem ao grande Jorge Ben Jor”, comenta Claudia Fernandes, diretora de Marketing e Comunicação da Azul.
Além da companhia aérea, o projeto conta com a parceria da Lindoya Verão, responsável pela distribuição de água ao público, e da Easy Táxi, que oferecerá desconto de 50% a passageiros cujos destinos e/ou pontos de partida sejam os locais do evento em cada cidade.
Sobre o NIVEA VIVA
Em sua primeira edição, realizada em 2012, o projeto NIVEA VIVA reverenciou a inesquecível Elis Regina (1945–1982) na voz de sua filha Maria Rita. No ano seguinte, foi a vez de saudar a bossa sempre nova de Antonio Carlos Jobim (1927–1994) através do canto moderno de Vanessa da Mata. Já a terceira edição abriu, em 2014, as comemorações pelo centenário do samba, reunindo Alcione, Diogo Nogueira, Martinho da Vila e Roberta Sá. A quarta edição veio em 2015, com um passeio pelo universo do soul e do funk nacional com a homenagem ao mitológico Tim Maia (1942–1998) prestada por Criolo e Ivete Sangalo. Ao lembrar o rock brasileiro em sua quinta edição, em 2016, com um espetáculo reunindo Nando Reis, Os Paralamas do Sucesso, Paula Toller, Pitty e Marjorie Estiano, a NIVEA reafirmou o compromisso de revitalizar o rico legado da música produzida no Brasil.
Sua banda no NIVEA VIVA
Além das parcerias, a NIVEA também apresenta ações diferentes para envolver ainda mais as pessoas que vão aos shows. É a ação Sua Banda no NIVEA VIVA, com a participação dos fãs de cada capital, a NIVEA vai promover o talento de três bandas locais. A banda escolhida pela internet será revelada com um vídeo exclusivo exibido no telão do projeto NIVEA VIVA Jorge Ben Jor, pouco antes da festa começar. Portanto, fãs de Porto Alegre, Rio de Janeiro, Recife, Fortaleza, Brasília e São Paulo, fiquem de olho nas redes sociais da NIVEA e escolham a sua banda preferida para aparecer no telão! A batalha de hashtags em Porto Alegre já elegeu a banda Guantánamo Groove como a vencedora na cidade. O grupo faz um som que é fruto da moderna mistura de vertentes, típica da segunda década dos anos 2000, que caminha de olhos e ouvidos atentos pelas ruas de Santa Maria. Daquilo que vê e vivencia nelas, se alimenta para fazer o seu som: urbano, groovado, lírico, sempre discursivo, fazendo eco entre os prédios vistosos e terrenos baldios, comuns ao cenário urbano de qualquer lugar.
AGENDA DE SHOWS
FORTALEZA07 de maio (domingo), às 17h
Aterro da Praia de Iracema
Avenida Historiador Raimundo Girão, 800 – Fortaleza – CE
RECIFE21 de maio (domingo), às 17h30
Parque Dona Lindu
Avenida Boa Viagem, S/N – Boa Viagem – Recife – PE
BRASÍLIA11 de junho (domingo), às 17h
Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek
Praça das Fontes
Asa Sul de Brasília – estacionamento 9 – acesso 906/7 Sul – Brasília – DF
SÃO PAULO25 de junho (domingo), às 16h30
Praça Heróis da FEB
Av. Santos Dumont – Santana – São Paulo – SP

NOMES DO NORDESTE

Zeca Baleiro fala sobre sua vida e obra no Centro Cultural Banco do Nordeste

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro é o convidado da próxima edição do programa Nomes do Nordeste, que acontece no dia 4 de maio, no Centro Cultural Banco do Nordeste Fortaleza (Rua Conde d’Eu, 560. Centro), às 19h.
Na oportunidade, ele será entrevistado pelos jornalistas Dawlton Moura e Adriana Martins, e falará sobre sua trajetória artística e histórias de vida. O evento faz parte das comemorações dos 20 anos do lançamento do seu primeiro disco, "Por onde andará Stephen  Fry?".
O encontro será aberto ao público, com vagas limitadas. Os ingressos serão distribuídos a partir das 10h do próprio dia do evento, na recepção do Centro Cultural. Será disponibilizado apenas um ingresso por pessoa.
Zeca Baleiro é cantor, compositor, cronista, e músico, tendo inicado sua carreira em 1997. Ele canta, toca violão e já teve suas composições interpretadas por artistas como Simone, Gal Costa, Elba Ramalho, Vange Milliet, Adriana Maciel, Luíza Possi, Rita Ribeiro, Renato Braz e Claudia Leitte. Entre outras obras, também é autor do livro de crônicas Bala na Agulha, lançado em 2011.
Nomes do Nordeste
O programa Nomes do Nordeste tem como objetivo captar e registrar a história dos principais nomes que fazem a cultura nordestina. Nele, são convidadas personalidades nordestinas,  reconhecidas nacional ou internacionalmente, com o intuito de realizar um depoimento sobre a sua trajetória de vida, dando ênfase na sua atuação artístico-cultural.