SAÚDE
Dez dúvidas mais frequentes sobre o diabetes
Sintomas da doença são silenciosos e podem ser confundidos com situações do cotidiano
Apesar do diabetes ser comumente abordado, há algumas dúvidas frequentes que precisam de esclarecimento, principalmente quando se leva em consideração o futuro da doença no Brasil. De acordo com a International Diabetes Federation (IDF), o problema já atinge 12 milhões de pessoas no país e, até 2035, a estimativa é de mais de 19 milhões de pacientes.
Para ajudar a entender um pouco mais sobre o diabetes, a Dra. Priscilla Mattar, endocrinologista e gerente médica da Novo Nordisk no Brasil, farmacêutica líder mundial no tratamento do diabetes, responde algumas das perguntas mais abordadas sobre a doença.
1.O que é pré-diabetes?
É um estágio anterior da doença, que mostra um risco alto de desenvolve-la. Isto é, quando o indivíduo tem um valor de glicemia alterado que não chega a confirmar a doença, mas também não é normal. “Os pacientes com o quadro de pré-diabetes devem mudar o estilo de vida, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares e à prática de atividades físicas”, explica a Dra. Priscilla. Alguns fatores de risco também podem contribuir para o desenvolvimento da doença, tais como idade acima dos 45 anos, excesso de peso, sedentarismo, hipertensão, entre outros.
2. Como diagnosticar o diabetes?
A doença pode ser diagnosticada por meio de diferentes exames de sangue:
Glicemia de Jejum – É o mais comum e realizado quando o paciente fica pelo menos oito horas sem se alimentar. Se o resultado for menor que 100 mg/dl, a pessoa não tem a doença. Acima de 126 mg/dl é considerado quadro de diabetes.
Teste Oral de Tolerância à Glicose (Curva Glicêmica) – É feito, normalmente, para confirmar o diagnóstico sugerido nos outros tipos de exame. Feito em diversas etapas, o especialista coleta amostras de sangue em tempos determinados após o paciente ingerir um xarope de glicose. Após 2 horas dessa ingestão, se a glicemia estiver ≥200 mg/dL é confirmado o diagnóstico de diabetes e entre 140 e 199 considera-se pré-diabetes.
Glicemia ao acaso – Uma glicemia medida ao acaso ≥200 mg/dL, em paciente que tenha sintomas típicos de diabetes também é diagnóstico.
Hemoglobina glicada (HbA1c) – Esse exame estima quão alta ficou a glicose no sangue nos últimos meses. Se o resultado for ≥6,5% indica diabetes e entre 5,7% e 6,4%, pré-diabetes.
3. Pacientes com diabetes têm restrições alimentares?
Sim. O paciente deve ter uma dieta individualizada, mas, via de regra, com o controle da ingestão de carboidratos, sobretudo os simples. O ideal é ter o acompanhamento de um nutricionista especializado na doença que poderá orientar da melhor forma.
4. Diabetes causa cegueira?
A cegueira, que neste caso decorre de um estágio avançado da retinopatia diabética, é uma das complicações ocasionadas pelo não controle da doença. Há também outros problemas como dificuldade de foco, catarata, glaucoma e outros danos na retina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, até 40% dos pacientes portadores da doença podem ter esses tipos de complicações por falta de informação e ausência dos sintomas.
Na prática, a retinopatia diabética ocorre quando os vasos sanguíneos da retina são danificados. A retina é o nervo responsável por projetar imagens e enviar ao cérebro. Quando o nível de glicose está elevado, o sangue fica denso, provocando problemas na circulação. Essa situação faz com que os vasos da retina sejam lesionados. Se chegar ao ponto de rompê-los, pode causar cegueira.
5. Quais são as complicações do diabetes?
As complicações crônicas principais podem ser divididas em dois grupos, as microvasculares, que causam danos nos vasos sanguíneos pequenos, e as macrovasculares, que atingem os grandes vasos.
As complicações microvasculares podem levar a problemas nos olhos (retinopatia), rins (nefropatia) e nervos (neuropatia). As complicações macrovasculares ocorrem devido à aterosclerose – acúmulo de gordura e outras substâncias nas artérias, restringindo a passagem do sangue – podendo levar à infarto (doença arterial coronariana), derrame (acidente vascular cerebral) e doença vascular periférica.
6. Quais são os tipos de diabetes?
Os tipos principais de diabetes são conhecidos como 1, 2 e gestacional.
O diabetes tipo 1 é quando a produção de insulina é pequena ou ausente.
O diabetes tipo 2 é quando há produção de insulina, mas não o suficiente para retirar o açúcar do sangue.
Já o diabetes gestacional é desenvolvido durante a gravidez. Na maioria dos casos, após o nascimento do bebê, a doença desaparece.
7. Quais são as principais diferenças entre o diabetes tipo 1 e tipo 2?
O paciente de diabetes tipo 1 produz pouca ou nenhuma insulina, enquanto no tipo 2, essa produção não se dá nas quantidades necessárias. No tipo 1 é necessário o uso de insulina, que é um medicamento injetável. No tipo 2, além das mudanças no estilo de vida como alimentação balanceada, prática de atividades, pode ser necessário o uso tanto de medicamentos orais como injetáveis.
8. Quais são os principais sintomas?
Os principais sintomas do diabetes são sede excessiva, maior volume de urina, perda de peso, fome excessiva, cansaço e visão embaçada. Na América Latina, a estimativa é que metade das pessoas tem a doença, mas ainda não foi diagnosticada. Muitas vezes, isso acontece porque os sintomas não são exclusivos do diabetes, tornando mais imperceptíveis e fáceis de confundir com outros fatores. Exemplo: sede com o calor, cansaço com excesso de trabalho, entre outros. Por isso a importância de fazer exames periódicos garantindo que está tudo bem e, caso contrário, ter a oportunidade de tratar da maneira e tempo certo.
9. Açúcar causa diabetes?
O consumo de açúcar isoladamente não pode ser apontado como causa da obesidade, diabetes ou outras doenças graves.
10.Quando o paciente tem de fazer a aplicação de insulina?
Geralmente, a insulina é aplicada em pacientes com diabetes tipo 1 e é uma entre as diversas opções de tratamento para controlar a doença no diabetes tipo 2. Há vários tipos de insulina no mercado e o especialista vai indicar a melhor de acordo com cada caso.
Sintomas da doença são silenciosos e podem ser confundidos com situações do cotidiano
Apesar do diabetes ser comumente abordado, há algumas dúvidas frequentes que precisam de esclarecimento, principalmente quando se leva em consideração o futuro da doença no Brasil. De acordo com a International Diabetes Federation (IDF), o problema já atinge 12 milhões de pessoas no país e, até 2035, a estimativa é de mais de 19 milhões de pacientes.
Para ajudar a entender um pouco mais sobre o diabetes, a Dra. Priscilla Mattar, endocrinologista e gerente médica da Novo Nordisk no Brasil, farmacêutica líder mundial no tratamento do diabetes, responde algumas das perguntas mais abordadas sobre a doença.
1.O que é pré-diabetes?
É um estágio anterior da doença, que mostra um risco alto de desenvolve-la. Isto é, quando o indivíduo tem um valor de glicemia alterado que não chega a confirmar a doença, mas também não é normal. “Os pacientes com o quadro de pré-diabetes devem mudar o estilo de vida, principalmente no que diz respeito aos hábitos alimentares e à prática de atividades físicas”, explica a Dra. Priscilla. Alguns fatores de risco também podem contribuir para o desenvolvimento da doença, tais como idade acima dos 45 anos, excesso de peso, sedentarismo, hipertensão, entre outros.
2. Como diagnosticar o diabetes?
A doença pode ser diagnosticada por meio de diferentes exames de sangue:
Glicemia de Jejum – É o mais comum e realizado quando o paciente fica pelo menos oito horas sem se alimentar. Se o resultado for menor que 100 mg/dl, a pessoa não tem a doença. Acima de 126 mg/dl é considerado quadro de diabetes.
Teste Oral de Tolerância à Glicose (Curva Glicêmica) – É feito, normalmente, para confirmar o diagnóstico sugerido nos outros tipos de exame. Feito em diversas etapas, o especialista coleta amostras de sangue em tempos determinados após o paciente ingerir um xarope de glicose. Após 2 horas dessa ingestão, se a glicemia estiver ≥200 mg/dL é confirmado o diagnóstico de diabetes e entre 140 e 199 considera-se pré-diabetes.
Glicemia ao acaso – Uma glicemia medida ao acaso ≥200 mg/dL, em paciente que tenha sintomas típicos de diabetes também é diagnóstico.
Hemoglobina glicada (HbA1c) – Esse exame estima quão alta ficou a glicose no sangue nos últimos meses. Se o resultado for ≥6,5% indica diabetes e entre 5,7% e 6,4%, pré-diabetes.
3. Pacientes com diabetes têm restrições alimentares?
Sim. O paciente deve ter uma dieta individualizada, mas, via de regra, com o controle da ingestão de carboidratos, sobretudo os simples. O ideal é ter o acompanhamento de um nutricionista especializado na doença que poderá orientar da melhor forma.
4. Diabetes causa cegueira?
A cegueira, que neste caso decorre de um estágio avançado da retinopatia diabética, é uma das complicações ocasionadas pelo não controle da doença. Há também outros problemas como dificuldade de foco, catarata, glaucoma e outros danos na retina. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, até 40% dos pacientes portadores da doença podem ter esses tipos de complicações por falta de informação e ausência dos sintomas.
Na prática, a retinopatia diabética ocorre quando os vasos sanguíneos da retina são danificados. A retina é o nervo responsável por projetar imagens e enviar ao cérebro. Quando o nível de glicose está elevado, o sangue fica denso, provocando problemas na circulação. Essa situação faz com que os vasos da retina sejam lesionados. Se chegar ao ponto de rompê-los, pode causar cegueira.
5. Quais são as complicações do diabetes?
As complicações crônicas principais podem ser divididas em dois grupos, as microvasculares, que causam danos nos vasos sanguíneos pequenos, e as macrovasculares, que atingem os grandes vasos.
As complicações microvasculares podem levar a problemas nos olhos (retinopatia), rins (nefropatia) e nervos (neuropatia). As complicações macrovasculares ocorrem devido à aterosclerose – acúmulo de gordura e outras substâncias nas artérias, restringindo a passagem do sangue – podendo levar à infarto (doença arterial coronariana), derrame (acidente vascular cerebral) e doença vascular periférica.
6. Quais são os tipos de diabetes?
Os tipos principais de diabetes são conhecidos como 1, 2 e gestacional.
O diabetes tipo 1 é quando a produção de insulina é pequena ou ausente.
O diabetes tipo 2 é quando há produção de insulina, mas não o suficiente para retirar o açúcar do sangue.
Já o diabetes gestacional é desenvolvido durante a gravidez. Na maioria dos casos, após o nascimento do bebê, a doença desaparece.
7. Quais são as principais diferenças entre o diabetes tipo 1 e tipo 2?
O paciente de diabetes tipo 1 produz pouca ou nenhuma insulina, enquanto no tipo 2, essa produção não se dá nas quantidades necessárias. No tipo 1 é necessário o uso de insulina, que é um medicamento injetável. No tipo 2, além das mudanças no estilo de vida como alimentação balanceada, prática de atividades, pode ser necessário o uso tanto de medicamentos orais como injetáveis.
8. Quais são os principais sintomas?
Os principais sintomas do diabetes são sede excessiva, maior volume de urina, perda de peso, fome excessiva, cansaço e visão embaçada. Na América Latina, a estimativa é que metade das pessoas tem a doença, mas ainda não foi diagnosticada. Muitas vezes, isso acontece porque os sintomas não são exclusivos do diabetes, tornando mais imperceptíveis e fáceis de confundir com outros fatores. Exemplo: sede com o calor, cansaço com excesso de trabalho, entre outros. Por isso a importância de fazer exames periódicos garantindo que está tudo bem e, caso contrário, ter a oportunidade de tratar da maneira e tempo certo.
9. Açúcar causa diabetes?
O consumo de açúcar isoladamente não pode ser apontado como causa da obesidade, diabetes ou outras doenças graves.
10.Quando o paciente tem de fazer a aplicação de insulina?
Geralmente, a insulina é aplicada em pacientes com diabetes tipo 1 e é uma entre as diversas opções de tratamento para controlar a doença no diabetes tipo 2. Há vários tipos de insulina no mercado e o especialista vai indicar a melhor de acordo com cada caso.
Sobre a Novo Nordisk
Novo Nordisk é uma empresa global com mais de 90 anos de inovação e líder nos cuidados com diabetes.
Sua trajetória deu à companhia a experiência e a capacidade de
ajudar também pessoas em outras condições crônicas como: hemofilia,
distúrbios do crescimento e obesidade. Sediada na Dinamarca, a Novo
Nordisk conta com aproximadamente 39 mil funcionários em 75 países e
atua em mais de 180 mercados pelo mundo. Para mais informações, visite www.novonordisk.com.br, Facebook, Twitter, LinkedIn, YouTube.
Felipe Muniz Palhano
SHOWS
Ludmilla é atração de Réveillon em Fortaleza
Ricardo Chaves e dupla Léo e Daniel Freitas completam o time de atrações da noite "Isla Del Puerto" para receber 2016
Está confirmada a participação da funkeira Ludmilla no Reveillon Isla Del Puerto, na capital cearense. A festa vai comemorar a chegada de 2016 no Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Fortaleza, local inédito na lista das festividades de fim de ano.Inspirada nas paradisíacas ilhas gregas, a noite promete entrar para o hall dos grandes réveillons da cidade, apresentando também shows da dupla Léo e Daniel Freitas e do cantor Ricardo Chaves.
Segundo a produção do evento, Isla Del Puerto será uma virada de ano para as famílias confraternizarem e se divertirem, com atrações musicais que agradam das crianças aos adultos. A festa open bar oferece ao público bebidas premium, queima de fogos, café da manhã, dois ambientes, estacionamento e uma vista privilegiada dos tradicionais fogos do aterro da Praia de Iracema.Venda de mesas (serviço de buffet incluso) e ingressos avulsos ja estão a vendas.
Serviço
Reveillon Isla Del Puerto com Ludmilla
Dia 31 de dezembro, às 22h.
Local: Terminal Marítimo de passageiros do Porto de Fortaleza (Av. Vicente de Castro, Mucuripe).
Ingressos: Venda pelos sites bilheteriavirtual.com.br e efolia.com.br
Informações: (85) 9-8866.1627
Realização: 2FunEventos
3º FESTIVAL FORTALEZA INSTRUMENTAL
A programação é toda gratuita e conta com oficinas, seminários e shows
O festival que movimenta a cena da música instrumental de Fortaleza está de volta! O evento que já teve entre suas atrações Toninho Horta, Wagner Tiso e Zé Menezes, entre outros grandes nomes da música instrumental acontece nos dias 25 e 26 de setembro, no SESC Iracema, com vasta programação gratuita que inclui shows, seminários e oficinas.
Em sua terceira edição, o Festival Fortaleza Instrumental, dedica-se aos instrumentistas que desenvolvem trabalhos com instrumentos de sopro (a primeira edição foi dedicada às cordas e a segunda aos tecladistas) e reúne nomes de referência do gênero, proporcionando intercâmbio com instrumentistas de vários estados do país.
Nesta edição o público será presenteado com shows com diversos timbres de instrumentos de sopro, tais como, sax, pífano, trompete, flauta e outros menos comuns, como é o caso Quinteto Brasília (DF), que já possui DVDs e um CD gravados e conta com participações em importantes projetos como o Sonora Brasil, Caixa Cultural, Feira da Música Brasil. Formado pelos músicos José Medeiros (oboé), Sérgio Barrenechea (flauta), Felix Alonso, (clarineta), Gustavo Koberstein (fagote) e Stanislav Schulz (trompa), o grupo apresenta um conjunto ímpar de sonoridades e timbres.
Os outros shows do 3º Festival Fortaleza Instrumental ficam a cargo do carioca Márcio Resende que se apresentará com sua banda; da Orquestra de Sopros de Pindoretama, experiência premiada em vários festivais e com vários prêmios em seu currículo; do professor de Música do Instituto Federal do Ceará (IFCE), Marcelo Leite, que fará show de flauta transversal acompanhado do grupo Sons Transversal; do instrumentista Hugo D’Leon, trompetista recém chegado dos EUA e quem vem se apresentando em importantes festivais como, Festival Jazz & Blues 2015, e da Banda de Pífaros Sons da Vila, composto por jovens entre 14 e 22 anos, oriundos da zona rural de Aquiraz (CE) participantes do Projeto Inovart e alunos do maestro Marcelo Freitas.
Outra grande característica do festival está em seu caráter de formação com atividades oficinas temáticas específicas de instrumentos de sopro tais como, oficinas de improvisação, de trompete, de pífano e flauta, seminário de educação musical e ainda oficinas de projetos e leis de incentivo.
Toda a programação do 3º Festival Fortaleza Instrumental é gratuita e as inscrições estão abertas.
O 3º Festival Fortaleza Instrumental é realizado pela Associação Cultural Solidariedade e Arte (Solar). Apoio: Atlântico Sul e SESC. Agradecimento: Coca-Cola. Projeto realizado com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, da Secretaria da Cultural do Estado do Ceará (Secult).
Serviço
3º Festival Fortaleza Instrumental
Shows, oficinas e seminários
Sesc Senac Iracema
Rua Boris, 90C, Praia de Iracema (ao lado do Dragão do Mar)
Dias 25 e 26 de setembro
Oficinas e seminários: 13h às 17h30
Shows a partir das 19h30
Inscrições e informações: (085) 3226 1189
Associação Cultural Solidariedade e Arte (Solar)
Avenida da Universidade, 2330 - Benfica
Maria Gadú apresenta nova turnê “Guelã" no Ceará
O Sesc*, por meio do projeto “Estacionamento da Música”, apresenta a cantora Maria Gadú com seu novo show. A turnê, intitulada “Guelã”, marca o lançamento do terceiro álbum da artista. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19/9, nas Unidades Crato, Sobral e Fortaleza, respectivamente.
Após quatro anos sem lançar um disco de estúdio, Maria Gadú volta aos palcos com o seu terceiro álbum “Guelã”. O disco une musicalidade e lirismo em suas 10 faixas e conta com letras mais intimistas e arranjos que possuem forte presença de guitarras. Destaque para as canções autorais “obloco” e “tecnopapiro”.
Na turnê, Maria Gadú divide o palco com os músicos Federico Pepi, Lancaster Pinto e Bianca Godói. Além do novo repertório, o público vai conferir releituras de sucessos de álbuns anteriores da cantora.
Maria Gadú é considerada uma das grandes revelações da MPB. No seu primeiro álbum, em 2009, a artista vendeu mais de 200 mil cópias e recebeu disco de platina. Músicas como “Shimbalaiê”, “Linda Rosa” e “A História de Lily Braun” ganharam destaque nas trilhas sonoras de novelas.
Já entre os anos de 2010 e 2013, Maria Gadú gravou CD e DVD Multishow Ao Vivo, fez parceria com o cantor Caetano Veloso, gravou seu segundo álbum “Mais uma página” e lançou um disco de duetos intitulado “Nós”.
Os ingressos para os shows da cantora Maria Gadú podem ser adquiridos a partir da próxima segunda-feira (14/9), no Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) das Unidades Crato, Sobral e Fortaleza do Sesc.
SERVIÇO
Estacionamento da Música
Dia 17
Local: Unidade Crato do Sesc (Rua André Cartaxo, 443)
Horário: 20h
Entrada: 2kg de alimentos (comerciário); R$ 20 (conveniado/usuário)
Informações: (88) 3523.4444
Dia 18
Local: Escola Educar Sesc – Sobral (Rua Dom Lourenço, 855 – Junco)
Horário: 20h30
Entrada: R$ 20 + 2kg de alimentos; R$ 15,00 + 2kg de alimentos (portador da carteira Sesc)
Informações: (88) 3611.0954
Dia 19
Local: Unidade Fortaleza do Sesc (Rua Clarindo de Queiroz, 1740 – Centro)
Horário: 21h
Entrada: R$ 20 (comerciário); R$ 30 (conveniado); R$ 40 (usuário)
Informações:0800 275 5250| (85) 3462.6350
* Entidade mantida pelos empresários do comércio.
www.sesc-ce.com.br
Facebook: /sescceara
Twitter: @sesc_ce
Instagram: sescce
Ricardo Chaves e dupla Léo e Daniel Freitas completam o time de atrações da noite "Isla Del Puerto" para receber 2016
Está confirmada a participação da funkeira Ludmilla no Reveillon Isla Del Puerto, na capital cearense. A festa vai comemorar a chegada de 2016 no Terminal Marítimo de Passageiros do Porto de Fortaleza, local inédito na lista das festividades de fim de ano.Inspirada nas paradisíacas ilhas gregas, a noite promete entrar para o hall dos grandes réveillons da cidade, apresentando também shows da dupla Léo e Daniel Freitas e do cantor Ricardo Chaves.
Segundo a produção do evento, Isla Del Puerto será uma virada de ano para as famílias confraternizarem e se divertirem, com atrações musicais que agradam das crianças aos adultos. A festa open bar oferece ao público bebidas premium, queima de fogos, café da manhã, dois ambientes, estacionamento e uma vista privilegiada dos tradicionais fogos do aterro da Praia de Iracema.Venda de mesas (serviço de buffet incluso) e ingressos avulsos ja estão a vendas.
Serviço
Reveillon Isla Del Puerto com Ludmilla
Dia 31 de dezembro, às 22h.
Local: Terminal Marítimo de passageiros do Porto de Fortaleza (Av. Vicente de Castro, Mucuripe).
Ingressos: Venda pelos sites bilheteriavirtual.com.br e efolia.com.br
Informações: (85) 9-8866.1627
Realização: 2FunEventos
Felipe Palhano
3º FESTIVAL FORTALEZA INSTRUMENTAL
A programação é toda gratuita e conta com oficinas, seminários e showsO festival que movimenta a cena da música instrumental de Fortaleza está de volta! O evento que já teve entre suas atrações Toninho Horta, Wagner Tiso e Zé Menezes, entre outros grandes nomes da música instrumental acontece nos dias 25 e 26 de setembro, no SESC Iracema, com vasta programação gratuita que inclui shows, seminários e oficinas.
Em sua terceira edição, o Festival Fortaleza Instrumental, dedica-se aos instrumentistas que desenvolvem trabalhos com instrumentos de sopro (a primeira edição foi dedicada às cordas e a segunda aos tecladistas) e reúne nomes de referência do gênero, proporcionando intercâmbio com instrumentistas de vários estados do país.
Nesta edição o público será presenteado com shows com diversos timbres de instrumentos de sopro, tais como, sax, pífano, trompete, flauta e outros menos comuns, como é o caso Quinteto Brasília (DF), que já possui DVDs e um CD gravados e conta com participações em importantes projetos como o Sonora Brasil, Caixa Cultural, Feira da Música Brasil. Formado pelos músicos José Medeiros (oboé), Sérgio Barrenechea (flauta), Felix Alonso, (clarineta), Gustavo Koberstein (fagote) e Stanislav Schulz (trompa), o grupo apresenta um conjunto ímpar de sonoridades e timbres.
Os outros shows do 3º Festival Fortaleza Instrumental ficam a cargo do carioca Márcio Resende que se apresentará com sua banda; da Orquestra de Sopros de Pindoretama, experiência premiada em vários festivais e com vários prêmios em seu currículo; do professor de Música do Instituto Federal do Ceará (IFCE), Marcelo Leite, que fará show de flauta transversal acompanhado do grupo Sons Transversal; do instrumentista Hugo D’Leon, trompetista recém chegado dos EUA e quem vem se apresentando em importantes festivais como, Festival Jazz & Blues 2015, e da Banda de Pífaros Sons da Vila, composto por jovens entre 14 e 22 anos, oriundos da zona rural de Aquiraz (CE) participantes do Projeto Inovart e alunos do maestro Marcelo Freitas.
Outra grande característica do festival está em seu caráter de formação com atividades oficinas temáticas específicas de instrumentos de sopro tais como, oficinas de improvisação, de trompete, de pífano e flauta, seminário de educação musical e ainda oficinas de projetos e leis de incentivo.
Toda a programação do 3º Festival Fortaleza Instrumental é gratuita e as inscrições estão abertas.
O 3º Festival Fortaleza Instrumental é realizado pela Associação Cultural Solidariedade e Arte (Solar). Apoio: Atlântico Sul e SESC. Agradecimento: Coca-Cola. Projeto realizado com o apoio da Lei de Incentivo à Cultura, da Secretaria da Cultural do Estado do Ceará (Secult).
Serviço
3º Festival Fortaleza Instrumental
Shows, oficinas e seminários
Sesc Senac Iracema
Rua Boris, 90C, Praia de Iracema (ao lado do Dragão do Mar)
Dias 25 e 26 de setembro
Oficinas e seminários: 13h às 17h30
Shows a partir das 19h30
Inscrições e informações: (085) 3226 1189
Associação Cultural Solidariedade e Arte (Solar)
Avenida da Universidade, 2330 - Benfica
O Sesc*, por meio do projeto “Estacionamento da Música”, apresenta a cantora Maria Gadú com seu novo show. A turnê, intitulada “Guelã”, marca o lançamento do terceiro álbum da artista. As apresentações acontecem nos dias 17, 18 e 19/9, nas Unidades Crato, Sobral e Fortaleza, respectivamente.
Após quatro anos sem lançar um disco de estúdio, Maria Gadú volta aos palcos com o seu terceiro álbum “Guelã”. O disco une musicalidade e lirismo em suas 10 faixas e conta com letras mais intimistas e arranjos que possuem forte presença de guitarras. Destaque para as canções autorais “obloco” e “tecnopapiro”.
Na turnê, Maria Gadú divide o palco com os músicos Federico Pepi, Lancaster Pinto e Bianca Godói. Além do novo repertório, o público vai conferir releituras de sucessos de álbuns anteriores da cantora.
Maria Gadú é considerada uma das grandes revelações da MPB. No seu primeiro álbum, em 2009, a artista vendeu mais de 200 mil cópias e recebeu disco de platina. Músicas como “Shimbalaiê”, “Linda Rosa” e “A História de Lily Braun” ganharam destaque nas trilhas sonoras de novelas.
Já entre os anos de 2010 e 2013, Maria Gadú gravou CD e DVD Multishow Ao Vivo, fez parceria com o cantor Caetano Veloso, gravou seu segundo álbum “Mais uma página” e lançou um disco de duetos intitulado “Nós”.
Os ingressos para os shows da cantora Maria Gadú podem ser adquiridos a partir da próxima segunda-feira (14/9), no Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC) das Unidades Crato, Sobral e Fortaleza do Sesc.
SERVIÇO
Estacionamento da Música
Dia 17
Local: Unidade Crato do Sesc (Rua André Cartaxo, 443)
Horário: 20h
Entrada: 2kg de alimentos (comerciário); R$ 20 (conveniado/usuário)
Informações: (88) 3523.4444
Dia 18
Local: Escola Educar Sesc – Sobral (Rua Dom Lourenço, 855 – Junco)
Horário: 20h30
Entrada: R$ 20 + 2kg de alimentos; R$ 15,00 + 2kg de alimentos (portador da carteira Sesc)
Informações: (88) 3611.0954
Dia 19
Local: Unidade Fortaleza do Sesc (Rua Clarindo de Queiroz, 1740 – Centro)
Horário: 21h
Entrada: R$ 20 (comerciário); R$ 30 (conveniado); R$ 40 (usuário)
Informações:0800 275 5250| (85) 3462.6350
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TEATRO
Grupo Arte de Viver apresenta “Vórtex” no Quinta EncenaA peça conta a história de uma menina que vive entre dois mundos: o real e o da imaginação. A garota embarca em uma jornada para ficar em seu mundo maravilhoso, acreditando ser esse o ideal. Porém, nessa trajetória, a menina enfrenta seus medos e interage com seres fantásticos.
“Vórtex” é o espetáculo de conclusão da 15ª turma da oficina teatral do Grupo Arte de Viver. Com direção de Hemérito Segundo, o espetáculo se baseia no expressionismo e no absurdo, além de apresentar traços da estética da crueldade.
SERVIÇO
Quinta Encena - Espetáculo “Vórtex” – Grupo Arte de Viver
Local: Teatro Sesc Iracema (Rua Boris, 90 – Praia de Iracema)
Período: 3, 10, 17 e 24/9
Horário: 20h
No mês de setembro, o Sesc* recebe o Grupo Arte de Viver, com o espetáculo “Vórtex”. A montagem faz parte da programação do Quinta Encena e fica em cartaz nos dias 3, 10, 17 e 24/9, sempre às 20h, no Teatro Sesc Iracema.
Entrada: R$ 10,00 (inteira); R$ 5,00 (meia)
Inform
ações: (85) 3252.2215
Com patrocínio da Petrobras, o espetáculo que evoca o universo de Oscar Wilde fica em cartaz no Teatro RioMar, nos dias 26 e 27 de setembro
Vencedor dos prêmios APTR, nas categorias de melhor ator e melhor cenário, e do prêmio Questão de Crítica, na categoria de melhor iluminação, o espetáculo “Beije Minha Lápide” chega a Fortaleza nos dias 26 e 27 de setembro, no Teatro RioMar. A peça é uma homenagem ao escritor Oscar Wilde, morto em 1900, e traz uma reflexão sobre injustiça, intolerância e homofobia.
Dirigida por Bel Garcia, produzida por Fernando Libonati e com Marco Nanini, Julia Marini, Julia Lund e Paulo Verlings no elenco, ‘Beije Minha Lápide’ conta a história de Bala (Nanini), ardoroso fã de Wilde que está preso por quebrar a barreira de vidro do túmulo do escritor no célebre cemitério de Père Lachaise, em Paris.
Se o drama de Bala é fictício, a proteção da sepultura é real e foi colocada por conta de um curioso ritual que os fãs de Wilde faziam ao visitar o local, ao – como o título do espetáculo indica – beijar a tal lápide. ‘O texto tem muitas analogias com a vida e a obra de Wilde, com algumas citações mais explícitas e outras que se refletem nas falas e nas histórias das personagens. Quem não conhece Oscar Wilde vai entender perfeitamente e esperamos que saia querendo conhecê-lo mais’, explica Nanini, responsável por convidar Bel Garcia para a direção e o jovem elenco da Cia. Teatro Independente para dividir o palco.
Julia Marini e Paulo Verlings vem de montagens bem-sucedidas da jovem companhia, como ‘Cachorro!’, ‘Rebu’ e ‘Cucaracha’, todas com autoria de Jô Bilac. Já Bel Garcia, co-fundadora da Cia. dos Atores, esteve como atriz na montagem de ‘O Bem Amado’ protagonizada por Nanini em 2007 e, desde então, desenvolveu carreira de diretora que culminou na premiada ‘Conselho de Classe’, dirigida em parceria com Susana Ribeiro e também escrita por Bilac. Assim como nas montagens do grupo, elenco, direção e autor construíram juntos a dramaturgia em um processo colaborativo.
O processo e a equipe
‘Desde o primeiro momento, discutimos muito o conceito geral, os diálogos e o desenvolvimento das cenas. Fiquei impressionado com a rapidez do Jô, que modificava cenas inteiras em um dia e entregou o texto final em menos de um mês’, conta Nanini. ‘O interessante é que o texto traz uma visão brasileira, de um autor brasileiro, sobre a história e o mito. Tem uma Paris retratada que pode ser um reflexo do Rio de Janeiro também’, analisa Bel Garcia.
Nanini e Fernando Libonati convocaram o grupo depois de assistir com entusiasmo a todo o seu repertório, que ocupou o Galpão Gamboa – espaço mantido pela dupla na Zona Portuária do Rio – em diversas temporadas. A equipe de criação é formada ainda pelos antigos colaboradores Daniela Thomas (cenografia), Antônio Guedes (figurino) e Beto Bruel (iluminação), parceiros de Nanini e Libonati em montagens como ‘Pterodátilos’ (2010). Rafael Rocha, do grupo Tono, assina a trilha e Julio Parente é o responsável pelas projeções.
‘O texto já tem uma imagem forte e asséptica, ao trazer o protagonista preso em uma cela de vidro. A partir disto, a iluminação, a música e as projeções ajudam a trazer uma ‘temperatura’ para a cena’, resume Bel. ‘O vidro ironiza de forma bem cruel esta sensação de confinamento, pela qual Wilde passou injustamente, ao ser condenado por sodomia’, assinala Nanini.
Nanini, Wilde e Bilac
Foi na prisão onde Wilde escreveu ‘De Profundis’, uma de suas obras mais importantes, espécie de carta de amor escrita diariamente durante os dois anos em que esteve encarcerado. O texto documenta a conturbada relação de amor e ódio que manteve com Lord Alfred Douglas. Em uma profunda autoanálise de consciência, Wilde tece reflexões e observa à distância a sua própria tragédia.
‘’De Profundis’ traz Wilde fora de sua vida de luxo e sucesso que tinha desde então e mostra como a prisão redimensionou as suas percepções sobre a vida e a morte’, conta Jô Bilac, que criou a peça inspirado pela força que o discurso do escritor ainda tem. Nanini concorda: ‘‘De Profundis’ é quase um milagre pela forma com que foi escrita. Não somente os temas de Wilde que são atualíssimos, mas também a sua escrita irônica e elegante’, afirma Nanini, cujo tempo livre tem sido dedicada à pesquisa e releitura de textos do irlandês.
Bilac, que diz ter criado Bala como diálogo de seu encontro com Wilde e Nanini, passa a integrar o extenso e variado currículo teatral de Marco Nanini. Somente nas últimas duas décadas – sempre com Libonati na produção – o ator protagonizou clássicos de Molière, (‘O Burguês Ridículo’, 1996), Edward Albee (‘Quem Tem Medo de Virginia Woolf, 2000) e Arthur Miller (‘A Morte de Um Caixeiro Viajante’, 2003), além de espetáculos mais ligados ao experimentalismo (‘Um Circo de Rins e Fígados’, de Gerald Thomas, 2005, e ‘A Arte e a Maneira de Abordar Seu Chefe Para Pedir um Aumento’, texto de Georges Perec com direção de Guel Arraes, em 2012).
Esta alta produtividade inclui ainda autores nacionais (Dias Gomes em ‘O Bem Amado’, de 2007, e João Falcão, no monólogo ‘Uma Noite na Lua’, 1997) e um flerte com a dramaturgia do americano Nicky Silver em ‘Os Solitários’ (2002) e ‘Pterodátilos’ (2010), ambas com direção de Felipe Hirsch. Neste período, conquistou os Prêmios Shell, Sharp, Mambembe, Bravo, APTR, APCA, Qualidade Brasil, Quem, Contigo e Faz Diferença (O Globo).
SERVIÇO:
Teatro: RioMar Fortaleza
Endereço: Shopping RioMar Fortaleza - Rua Lauro Nogueira, 1500 loja 3001 – L3
Datas: Dias 26 e 27 de setembro
Horário da apresentações: Sábado às 21h e domingo às 19h
Site de vendas: : www.ingressorapido.com.br - Televendas: 4003-1212
Horário de funcionamento da bilheteria: Terça-feira à sábado das 12h às 21h. Domingos das 14h às 20h.
Classificação Etária: 16 anos
Duração: 80 min.
Valor do ingresso : R$ 25,00 (inteira) e R$ 12,50 (meia)
Com direção de Jô Soares, o espetáculo continua temporada em Fortaleza, na CAIXA Cultural Fortaleza
Comediante Fabio Rabin está no elenco
Uma trama na qual nada é exatamente o que parece ser. Esse é o fio condutor da peça Atreva-se, que fica em cartaz na CAIXA Cultural Fortaleza nos dias 18, 19, 20, 25 e 26 de setembro. Inspirado no antigo cinema noir, o espetáculo divide-se em quatro sequências de mistério e humor.
Dirigida por Jô Soares, a história traz surpresas a cada virada da trama e remete a épocas diferentes, tendo sempre a mansão como pano de fundo. São histórias permeadas de suspense que, de alguma forma, estão ligadas entre si. Escrita por Maurício Guilherme, a peça é uma mistura de cinema e teatro, com drama e suspense envolvidos em ondas de gargalhadas. O elenco, composto por Mariana Santos, Fábio Rabin, Veridiana Toledo e Beatriz Morelli, contracena em quatro sequências: A Mansão, O Medo, O Pacto e De Volta a Mansão.
A sensação, segundo o autor, é de se estar em um trem-fantasma daqueles antigos parques de diversão. “É apenas na realidade cinematográfica que o homem tem a ilusão de recriar a vida ao seu próprio gosto, e é especificamente no cinema noir que os lados mais escuros da alma humana começaram a ser explorados por grandes protagonistas. Estas foram minhas inspirações principais devidamente retemperadas pela liberdade do humor”, explica Guilherme.
"O jogo é driblar o espectador. O suspense está presente o tempo todo, nunca acaba e não se explica. É comédia, mas levada a sério. E esse humor do nonsense, do absurdo, me agrada muito", revela Jô Soares. "É como se fosse uma sátira àquelas obras de suspense que nunca se explicam direito. Você sente no visual os cortes, as paradas e ilustrações musicais de cinema. Além disso, os nomes e a linguagem, com um tipo de falso coloquialismo, também dão o clima do cinema antigo", completa Jô.
Sinopses
A Mansão: um corretor de imóveis mostra a uma empolgada cliente as maravilhas de uma velha mansão de construção clássica, defronte a um enorme parque municipal. Ela está ansiosa por assinar os papéis e ele diz acreditar que não haverá grandes impedimentos, uma vez que o imóvel teve apenas dois inquilinos antes dela. Antes de saírem, o corretor, num tom algo dúbio, deseja à sua cliente que ela seja tão feliz na mansão quanto os que ali um dia já viveram. Esta sequência se passa em 1963.
O Medo: Em uma ensolarada manhã, no final da década de 1920, uma sóbria governanta cruza a elegante sala da velha mansão, cuidando de pequenos detalhes no ambiente. Lá vivem apenas um homem inseguro, preso a seus medos e a uma cadeira de rodas, e sua irmã, uma mulher segura e assoberbada pela tarefa de cuidar de tudo na vida dos dois. Ela precisa fazer uma viagem de negócios, o que a deixará longe de casa por alguns meses e seu amedrontado irmão não consegue conviver com a ideia de ficar ali por tanto tempo, apenas em companhia de sua sinistra governanta.
O Pacto: No início da década de 1940, em uma noite fria, duas primas, agora moradoras da velha mansão, aguardam pela chegada de um antigo colega de juventude. Pelo que conversam, supõe-se que as duas tem algo tramado – e certamente nada muito confiável – para quando chegar o visitante. Finalmente, o aguardado amigo chega e elas o recebem com ensaiado entusiasmo. Na verdade, os três estão ali para cumprir um pacto feito na tarde do dia de sua formatura. Eles se encontrariam, houvesse o que houvesse, trinta anos após aquele dia, para saberem os rumos de suas vidas. Mas algo estranho aconteceu naquela mesma noite, durante o baile de formatura. A simples menção desta data causa uma desconfortável reação nos três. Reação que se explicará pelas misteriosas revelações que se seguem noite afora.
De Volta a Mansão: Voltando ao tempo da primeira sequência (A Mansão), a nova inquilina tenta organizar sua mudança na velha casa. Em meio a caixas abertas e objetos esparramados, recebe a visita do corretor que aparece num gesto de cortesia. No rápido diálogo que travam, os dois fazem novas e surpreendentes descobertas a respeito de suas identidades o que certamente deixará a plateia bastante surpresa.
SERVIÇO
Teatro Atreva-se
Local: CAIXA Cultural Fortaleza
Endereço: Av. Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema
Data: 18, 19, 20, 25 e 26 de setembro de 2015
Horário: Sextas (18 e 25), às 20h | Sábados (19 e 26), às 18h e 20h | Domingo (20), às 17h e 19h
Ingressos: R$ 10,00 (inteira) R$ 5,00 (meia)
Duração: 75 minutos
Classificação indicativa: 14 anos
Vendas a partir de quinta-feira, 17, às 10 horas
Acesso para pessoas com deficiência e assentos especiais
Serviço de manobrista gratuito no local
Informações: (85) 3453-2770
TELEVISÃO
Novo "A Fazenda" estreia com Roberto Justus apresentando e Mara Maravilha como participante
Espécie de "Big Brother Brasil" (Globo), mas estrelado por subcelebridades (ou ex-celebridades), o programa é baseado no sueco "The Farm". Com 400 funcionários, é a maior produção da Record depois das novelas do canal.
É também um dos trunfos de audiência: na temporada passada, teve média de 9 pontos (cada um equivale a 67 mil casas na Grande São Paulo), dando à emissora o segundo lugar isolado no Ibope.
Na nova fase, Justus até apoia alguma "baixaria", uma das marcas do programa, que já exibiu desde a quase agressão do modelo Miro Moreira ao ator Theo Becker a uma cusparada de Andressa Urach no rosto de Denise Rocha –ex-assessora parlamentar, demitida após vir à tona um vídeo seu fazendo sexo com um colega.
"Mas tem limite. Muitas batalhas são divertidas. Quando o nível baixa demais, dá repercussão, mas o público em casa não gosta."
No jogo, 16 "peões", como são batizados, ficam isolados numa estância de Itu (interior de SP), lidando com as dificuldades da vida no campo. Entre uma ordenha e outra, eles também disputam provas, se indicam, são eliminados e, ao fim de cerca de três meses, quem durar mais tempo leva um prêmio de R$ 2 mi –o "BBB 15" paga R$ 1,5 mi.
Oficialmente, apenas três nomes do elenco foram divulgados: a ex-apresentadora (e atual cantora gospel) Mara Maravilha, a "musa da cinturinha fina" Rayanne Morais, recém-separada do cantor Latino, e Amaral, ídolo do Palmeiras na década de 1990.
Os outros participantes só serão revelados na estreia. "Nessa edição, chegamos a personalidades e histórias de vida bem diferentes. Teremos um elenco que vai se posicionar e ter o que falar", diz o diretor Rodrigo Carelli.
Além do apresentador, a nova temporada terá mudanças na mecânica, com alteração nos dias da prova do líder (o fazendeiro) e de formação da berlinda (a roça). A interação com o público também terá novidades.
Carelli promete mais "perrengue" para os participantes, com "mais apuros" na rotina diária e em provas da competição. No jogo, "peões" que perdem o direito de ficar na sede da fazenda vão para o celeiro, onde têm que tomar banho gelado, comer mal e dormir em esteiras de palha.
O elenco chegou a Itu na terça (22), e o programa estreia já com prova ao vivo.
NA TV
A Fazenda
Estreia da oitava temporada
QUANDO qua. (23), às 22h15, na Record
Espécie de "Big Brother Brasil" (Globo), mas estrelado por subcelebridades (ou ex-celebridades), o programa é baseado no sueco "The Farm". Com 400 funcionários, é a maior produção da Record depois das novelas do canal.
É também um dos trunfos de audiência: na temporada passada, teve média de 9 pontos (cada um equivale a 67 mil casas na Grande São Paulo), dando à emissora o segundo lugar isolado no Ibope.
Na nova fase, Justus até apoia alguma "baixaria", uma das marcas do programa, que já exibiu desde a quase agressão do modelo Miro Moreira ao ator Theo Becker a uma cusparada de Andressa Urach no rosto de Denise Rocha –ex-assessora parlamentar, demitida após vir à tona um vídeo seu fazendo sexo com um colega.
"Mas tem limite. Muitas batalhas são divertidas. Quando o nível baixa demais, dá repercussão, mas o público em casa não gosta."
No jogo, 16 "peões", como são batizados, ficam isolados numa estância de Itu (interior de SP), lidando com as dificuldades da vida no campo. Entre uma ordenha e outra, eles também disputam provas, se indicam, são eliminados e, ao fim de cerca de três meses, quem durar mais tempo leva um prêmio de R$ 2 mi –o "BBB 15" paga R$ 1,5 mi.
Oficialmente, apenas três nomes do elenco foram divulgados: a ex-apresentadora (e atual cantora gospel) Mara Maravilha, a "musa da cinturinha fina" Rayanne Morais, recém-separada do cantor Latino, e Amaral, ídolo do Palmeiras na década de 1990.
Os outros participantes só serão revelados na estreia. "Nessa edição, chegamos a personalidades e histórias de vida bem diferentes. Teremos um elenco que vai se posicionar e ter o que falar", diz o diretor Rodrigo Carelli.
Além do apresentador, a nova temporada terá mudanças na mecânica, com alteração nos dias da prova do líder (o fazendeiro) e de formação da berlinda (a roça). A interação com o público também terá novidades.
Carelli promete mais "perrengue" para os participantes, com "mais apuros" na rotina diária e em provas da competição. No jogo, "peões" que perdem o direito de ficar na sede da fazenda vão para o celeiro, onde têm que tomar banho gelado, comer mal e dormir em esteiras de palha.
O elenco chegou a Itu na terça (22), e o programa estreia já com prova ao vivo.
NA TV
A Fazenda
Estreia da oitava temporada
QUANDO qua. (23), às 22h15, na Record
TOP DVD - BLURAY
Polêmico documentário sobre Kurt Cobain é destaque nas locadoras
Apesar de amplamente elogiado, há quem não tenha gostado de "Cobain: Montage of Heck", primeiro documentário oficial sobre o líder do Nirvana, que já chegou nas locadoras. Charles R. Cross, que escreveu três livros sobre a banda e sobre Cobain, incluindo a consagrada biografia "Heavier Than Heaven", é um deles. "Um dia vai haver um documentário realmente incrível, mas esse é, no máximo, bom. E, em alguns momentos, quase impossível de assistir", disse ele.
Cross foi uma das primeiras pessoas a saber da morte do músico, no dia 8 de abril de 1994, como conta em seu livro "Kurt Cobain - A Construção do Mito" (Nova Fronteira, 2014), uma obra sobre a influência do Nirvana 20 anos depois da morte de seu líder --e, consequentemente, da banda. "Ele era um gênio criativo, muito capaz de colocar sua dor no seu trabalho. É por isso que as pessoas se identificam", reforça.
Já Buzz Osbourne, amigo e líder da banda Melvins, da qual Cobain era fã, escreveu no site The Talkhouse: "Antes de tudo, vocês precisam entender que 90% de 'Montage of Heck' é besteira. Isso é uma coisa que ninguém entende sobre Cobain --ele era um mestre em tirar com a sua cara". Até mesmo um dos fatos mais conhecidos sobre o artista e uma das explicações mais utilizadas para seu vício em heroína, sua fatídica e incurável dor de estômago, é contestado por Osborne. "Ele me disse que não tinha nada de errado com seu estômago. Ele inventou isso para ter simpatia das pessoas e poder usar como desculpa para se drogar".
A legião de fãs, porém, é incansável na busca pela verdadeira essência de Kurt Cobain. "Todo mundo quer uma explicação para o seu suicídio e todo mundo quer buscar um culpado para isso", Cross enfatiza, explicando que essa atitude comum ignora o fato de que Cobain fez suas próprias escolhas. "Muitos fãs querem culpar qualquer pessoa, menos ele, porque não querem aceitar que ele os deixou. Eles se sentem traídos. Há muitas razões para se tornar um viciado e se suicidar, mas nada nem ninguém pode ser culpado. Todos nós que temos viciados e suicidas na família sabemos disso".
Curiosamente, uma das questões que Cross levanta na resenha que escreveu sobre o documentário para o jornal "Seattle Times" é sobre o título, retirado de uma mixtape antiga feita pelo vocalista. O diretor Brett Morgen justifica a escolha: "Senti como se fosse um portal para a mente de Kurt. Foi uma das formas de expressão mais puras que eu ouvi dele. Era um cara que trabalhava em todas essas mídias diferentes, mas nessa fita específica parecia que tudo se juntava em uma coisa só: seu humor, sua angústia, suas influências culturais, sua alegria. No momento que eu descobri aquela fita, eu quis chamar o filme de 'Montage of Heck' porque eu queria esse tipo de efeito".
O documentário é de fato uma colagem de materiais inéditos, desde filmagens até áudios e mixtapes, sequências em animação e entrevistas com sua família, companheiros de banda e envolvimentos românticos, mostrando da infância ao declínio causado pelo vício em heroína, muitas vezes na voz do próprio astro. Parece ser o retrato definitivo de Cobain: com acesso exclusivo aos arquivos pessoais do músico e a pessoas de sua família, o diretor passou oito anos mergulhado para produzir o filme de pouco mais de duas horas.
O diretor, contudo, não clama verdades. Não há um veredicto final sobre quem é, realmente, Kurt Cobain. O que ele faz é nos revelar os detalhes mais importantes descobertos em oito anos de garimpo e deixar que escolhamos no quê acreditar. "Nos últimos 20 anos, Kurt foi um farol para muitas pessoas que se sentem sozinhas, mas até agora nós tínhamos tido muito pouco acesso ao que ele produziu. 'Montage of Heck' é como conhecer um velho amigo pela primeira vez".
O documentário aconteceu a partir de um contato da viúva Courtney Love com Brett Morgen em 2007. Com fama de controladora com relação à memória do marido e personagem principal de uma série de teorias conspiratórias, Courtney confiou cegamente em Morgen. "O que ela fez foi extremamente corajoso. Deixou que eu revirasse a vida dela e só assistiu o filme dois dias antes da estreia. Eu sinceramente não conheço ninguém que faria isso", contou ele por telefone. Afastando qualquer boato sobre a influência da roqueira no resultado final, ele é direto e bastante enfático: "O público precisa saber que o filme não tem nenhum objetivo a não ser o definido por mim mesmo".
A produção executiva é de Frances Cobain, filha única do vocalista. "Eu não queria nada que reforçasse o mito Kurt Cobain". Essa foi a mensagem da jovem a Morgen durante a produção de "Montage of Heck". O pedido é compreensível: Frances viveu a maior parte dos seus 22 anos sem a presença da figura paterna (ela tinha menos de dois anos quando ele morreu), mas rodeada de referências a ela. A fama magnânima, as músicas nas rádios, a constante presença na mídia, como ela disse em entrevista à "Rolling Stone" norte-americana: "Kurt é inescapável". Ao encontrar os ex-integrantes do Nirvana, Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear, Fraces contou que ouviu sem parar o quanto é semelhante ao pai.
Para o cineasta, "Montage of Heck" é diferente de tudo que já foi falado sobre o músico. "A história do Kurt Cobain nunca foi contada usando sua música. Existem livros, mas livros são livros, eles não te proporcionam experimentar a arte, no caso a coisa que fez com que você quisesse ler o livro", declara. "Oitenta e cinco por cento [do filme] são filmagens jamais vistas ou raras, que revelam partes da personalidade do Kurt nunca antes mostradas", completa, enfatizando a ambivalência entre o artista que aparecia nesses excertos, que, para o diretor, revelam sua personalidade sem filtro, e a versão das entrevistas do auge do Nirvana. Cobain, inclusive, não escondia o quanto falar com a imprensa o deixava desconfortável: "Está tudo na música".
A consciência de quem Cobain queria se tornar, mesmo que efêmera, é permanente no filme. "Eu queria ser um vândalo", ele fala ao entrevistar Buzz Osbourne. "Ele queria se tornar um junkie, essas são as palavras dele", Courtney revela no documentário. Não resta dúvidas quanto à sua sensibilidade extrema: desde sua expressão artística até o cuidado e o carinho explícitos nos vídeos caseiros, é inegável que Cobain era uma pessoa empática e sensível. "Se você é racista, machista ou homofóbico, não compre nossos discos", diz o encarte de "Incesticide", disco de 1992.
Apesar de amplamente elogiado, há quem não tenha gostado de "Cobain: Montage of Heck", primeiro documentário oficial sobre o líder do Nirvana, que já chegou nas locadoras. Charles R. Cross, que escreveu três livros sobre a banda e sobre Cobain, incluindo a consagrada biografia "Heavier Than Heaven", é um deles. "Um dia vai haver um documentário realmente incrível, mas esse é, no máximo, bom. E, em alguns momentos, quase impossível de assistir", disse ele.
Cross foi uma das primeiras pessoas a saber da morte do músico, no dia 8 de abril de 1994, como conta em seu livro "Kurt Cobain - A Construção do Mito" (Nova Fronteira, 2014), uma obra sobre a influência do Nirvana 20 anos depois da morte de seu líder --e, consequentemente, da banda. "Ele era um gênio criativo, muito capaz de colocar sua dor no seu trabalho. É por isso que as pessoas se identificam", reforça.
Já Buzz Osbourne, amigo e líder da banda Melvins, da qual Cobain era fã, escreveu no site The Talkhouse: "Antes de tudo, vocês precisam entender que 90% de 'Montage of Heck' é besteira. Isso é uma coisa que ninguém entende sobre Cobain --ele era um mestre em tirar com a sua cara". Até mesmo um dos fatos mais conhecidos sobre o artista e uma das explicações mais utilizadas para seu vício em heroína, sua fatídica e incurável dor de estômago, é contestado por Osborne. "Ele me disse que não tinha nada de errado com seu estômago. Ele inventou isso para ter simpatia das pessoas e poder usar como desculpa para se drogar".
A legião de fãs, porém, é incansável na busca pela verdadeira essência de Kurt Cobain. "Todo mundo quer uma explicação para o seu suicídio e todo mundo quer buscar um culpado para isso", Cross enfatiza, explicando que essa atitude comum ignora o fato de que Cobain fez suas próprias escolhas. "Muitos fãs querem culpar qualquer pessoa, menos ele, porque não querem aceitar que ele os deixou. Eles se sentem traídos. Há muitas razões para se tornar um viciado e se suicidar, mas nada nem ninguém pode ser culpado. Todos nós que temos viciados e suicidas na família sabemos disso".
Curiosamente, uma das questões que Cross levanta na resenha que escreveu sobre o documentário para o jornal "Seattle Times" é sobre o título, retirado de uma mixtape antiga feita pelo vocalista. O diretor Brett Morgen justifica a escolha: "Senti como se fosse um portal para a mente de Kurt. Foi uma das formas de expressão mais puras que eu ouvi dele. Era um cara que trabalhava em todas essas mídias diferentes, mas nessa fita específica parecia que tudo se juntava em uma coisa só: seu humor, sua angústia, suas influências culturais, sua alegria. No momento que eu descobri aquela fita, eu quis chamar o filme de 'Montage of Heck' porque eu queria esse tipo de efeito".
O documentário é de fato uma colagem de materiais inéditos, desde filmagens até áudios e mixtapes, sequências em animação e entrevistas com sua família, companheiros de banda e envolvimentos românticos, mostrando da infância ao declínio causado pelo vício em heroína, muitas vezes na voz do próprio astro. Parece ser o retrato definitivo de Cobain: com acesso exclusivo aos arquivos pessoais do músico e a pessoas de sua família, o diretor passou oito anos mergulhado para produzir o filme de pouco mais de duas horas.
O diretor, contudo, não clama verdades. Não há um veredicto final sobre quem é, realmente, Kurt Cobain. O que ele faz é nos revelar os detalhes mais importantes descobertos em oito anos de garimpo e deixar que escolhamos no quê acreditar. "Nos últimos 20 anos, Kurt foi um farol para muitas pessoas que se sentem sozinhas, mas até agora nós tínhamos tido muito pouco acesso ao que ele produziu. 'Montage of Heck' é como conhecer um velho amigo pela primeira vez".
O documentário aconteceu a partir de um contato da viúva Courtney Love com Brett Morgen em 2007. Com fama de controladora com relação à memória do marido e personagem principal de uma série de teorias conspiratórias, Courtney confiou cegamente em Morgen. "O que ela fez foi extremamente corajoso. Deixou que eu revirasse a vida dela e só assistiu o filme dois dias antes da estreia. Eu sinceramente não conheço ninguém que faria isso", contou ele por telefone. Afastando qualquer boato sobre a influência da roqueira no resultado final, ele é direto e bastante enfático: "O público precisa saber que o filme não tem nenhum objetivo a não ser o definido por mim mesmo".
A produção executiva é de Frances Cobain, filha única do vocalista. "Eu não queria nada que reforçasse o mito Kurt Cobain". Essa foi a mensagem da jovem a Morgen durante a produção de "Montage of Heck". O pedido é compreensível: Frances viveu a maior parte dos seus 22 anos sem a presença da figura paterna (ela tinha menos de dois anos quando ele morreu), mas rodeada de referências a ela. A fama magnânima, as músicas nas rádios, a constante presença na mídia, como ela disse em entrevista à "Rolling Stone" norte-americana: "Kurt é inescapável". Ao encontrar os ex-integrantes do Nirvana, Dave Grohl, Krist Novoselic e Pat Smear, Fraces contou que ouviu sem parar o quanto é semelhante ao pai.
Para o cineasta, "Montage of Heck" é diferente de tudo que já foi falado sobre o músico. "A história do Kurt Cobain nunca foi contada usando sua música. Existem livros, mas livros são livros, eles não te proporcionam experimentar a arte, no caso a coisa que fez com que você quisesse ler o livro", declara. "Oitenta e cinco por cento [do filme] são filmagens jamais vistas ou raras, que revelam partes da personalidade do Kurt nunca antes mostradas", completa, enfatizando a ambivalência entre o artista que aparecia nesses excertos, que, para o diretor, revelam sua personalidade sem filtro, e a versão das entrevistas do auge do Nirvana. Cobain, inclusive, não escondia o quanto falar com a imprensa o deixava desconfortável: "Está tudo na música".
A consciência de quem Cobain queria se tornar, mesmo que efêmera, é permanente no filme. "Eu queria ser um vândalo", ele fala ao entrevistar Buzz Osbourne. "Ele queria se tornar um junkie, essas são as palavras dele", Courtney revela no documentário. Não resta dúvidas quanto à sua sensibilidade extrema: desde sua expressão artística até o cuidado e o carinho explícitos nos vídeos caseiros, é inegável que Cobain era uma pessoa empática e sensível. "Se você é racista, machista ou homofóbico, não compre nossos discos", diz o encarte de "Incesticide", disco de 1992.
TRIBO ELETRÔNICA
ZIOHM TORUS TRAZ O MELHOR DO TRANCE PSICODÉLICO MUNDIAL PARA O CEARÁ
O evento acontece dia 11 de outubro, no sítio Paraíso, em Caucaia com atrações internacionais e nacionais.
O evento traz os melhores Djs do trance psicodélico mundial, dia 11 de outubro, véspera de feriado, no sítio Paraíso, em Caucaia. Apresentações ao vivo de produtores e DJS internacionais e nacionais renomados, como o live inédito dos australianos Tetrameth e Merkaba, do sérvio Zyce, do mexicano 28 e muito mais! Faça parte da energia toroidal!
Energia toroidal
O fluxo do universo se manifesta nesta forma; está presente em nós e em tudo a nossa volta. O Torus é o padrão encontrado na natureza, que existe em todos os lugares desde átomos a galáxias. Conhecido como o padrão primário, é uma energia dinâmica. A energia flui através de uma das extremidades, circula em torno do centro e sai pela outra extremidade.
Na física quântica, e em todas as outras formas de ciência compreende-se que a geometria sagrada é verdadeiramente a geometria da vida. Nosso próprio coração é o melhor e primeiro exemplo de um Toroide. No coração é onde tudo começa: a energia que emana do coração flui para fora em forma Toroidal, e as energias que recebemos também são em forma de Torus. Desta forma, tudo o que enviarmos para fora, no amor, estamos afetando imediatamente. Em outras palavras, a nossa emanação de amor é um presente para nós mesmos, tanto como é um presente para o universo em torno de você.
Você pode olhar na natureza e ver que esta forma está em todos os lugares, pode ser observado nas sementes, nas frutas, num furacão, e até mesmo no campo eletromagnético que rodeia o homem e a Terra. Padrão fundamental de toda a realidade, esta é uma geometria que respira, que tem a própria vida.
O Torus mostra-nos como acessar a energia limpa e abundante, assim como expandir a nossa consciência, restaurar a saúde e equilíbrio da vida no nosso planeta.
FAÇA PARTE DA ENERGIA TOROIDAL!
Atrações
- LIVES -
Tetrameth (Weapon Records) AUSTRÁLIA *Inédito*
Merkaba (Zenon Records) AUSTRÁLIA *Inédito*
Zyce (TesseracTstudio) SÉRVIA *Inédito*
28 (Vagalume Rec./Universo Paralello) MÉXICO/BRASIL
Altruism (Nano Records) DF
Via Axis (Sangoma Records) SP
Eclipse Echoes (Antu Records/ZIOHM) PE
- DJs -
Fabio Leal (Zenon Records) SP
Humildes (Soononmoon) BA *Inédito*
Tom S (TesseracTstudio/Shivaneris/SB) SP *Inédito*
Via Axis (Sangoma Records) SP
- Metatron Stage (Chill Out) -
E mais!!
INGRESSOS
1º lote (ESGOTADO)
2º lote (ESGOTADO)
3º lote: R$ 70
4º Lote: R$ 90 (bilheteria do evento)
www.bilheteriavirtual.com.br
PONTOS DE VENDA
Sintonia - Shopping Iguatemi / North Shopping / North Shopping Maracanaú
420Friends - Shopping Via Sul 1º Piso - 3273 6708
Quiosque Bilheteria Virtual - Shopping Del Paseo. 3º Piso.
Maria Joana - Em breve em novo endereço.
Boundless - Shopping Aldeota 1º Piso. 3114-7222
Frikotes - Shopping Benfica / Shopping Parangaba
SERVIÇO
Ziohm Torus
Dia 11 de outubro (domingo) - véspera de feriado
Local: Sítio Paraíso - Caucaia
Informações: (85) 9 99810463
TV POR ASSINATURA
Nat Geo apresenta as tragédias que marcaram os anos 2000
"Anos 2000: Grandes tragédias" estreia dia 19, às 23h45
Os anos 2000 marcaram o mundo inteiro com destruições em
uma escala inimaginável. Agora o Nat Geo irá mostrar os momentos mais
emocionantes que mudaram a vida de milhares de pessoas, "Anos 2000:
Grandes tragédias" estreia dia 19, às 23h45.
Desde o atentado nas Torres Gêmeas que marcou o início de
uma década de terrorismo global até o devastador Tsunami, um desastre
natural que causou estragos e destruição em todo o sudeste asiático e
até a morte de Michael Jackson, reconfirmando o apetite mundial pela
cultura das celebridades, essa aparentemente interminável série de
desastres chocantes em uma escala monumental irá repercutir por todo o
mundo. Enquanto a internet colocava as notícias e informações nas mãos
das pessoas, essa foi uma década na qual as notícias se espalharam
rapidamente e graças às mídias sociais, os eventos que abalaram o mundo
se desenrolaram em tempo real. Chegou a hora de rever tudo isso de perto
em "Anos 2000: Grandes Tragédias", no Nat Geo.
"Anos 2000: Grandes Tragédias" estreia dia 19, às 23h45, no Nat Geo.
SHOWS
Cantora apresentará música inéditas de seu novo CD no próximo sábado, dia 15, às 20h, no anfiteatro do Centro Dragão do Mar
"Mulher Tombada: Sucesso é para os fracos. Uma sentença, um karma, uma constatação." Este é o nome do show de retorno da artista cearense Karine Alexandrino. Diva anti-diva, bendita entre os malditos, a cantora e performer volta à cena uma década após o aclamado disco "Querem acabar comigo, Roberto", de 2004. "Foi uma gestação longa. Os últimos 10 anos trouxeram um programa de TV, uma turnê nacional, um filho, um divórcio, uma temporada esticada em São Paulo, uma rehab e uma total imersão no estudo das artes visuais. Tudo para chegar a este momento", conta.
O show, que estreia no próximo sábado, dia 15, no anfiteatro do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, é um resumo da ópera que foi a vida de Karine e antecipa as canções do novo disco, "Mulher Tombada".
O disco celebra o final da trilogia de Producta, persona encarnada por Karine em 2002, no disco de estreia (Solteira Producta), que agora sai de cena para dar lugar à emblemática "Mulher Tombada".
Em comum, os três discos trazem a assinatura de músico multiinstrumentista Dustan Gallas (Cidadão Instigado, Realejo Quartet), principal parceiro criativo de Karine nos últimos 13 anos. "Meu encontro com o Dustan é mágico e visceral. Criamos música em questão de minutos", elogia a artista.
Na sonoridade, as composições continuam o flerte e o blefe com estética retrô e kitsch. "Sou uma flapper", diz, evocando os loucos anos 20 de Zelda e Scott Fitzgerald, "que leu 'A Queda', do Camus, e perdeu-se em algum lugar dos 60s".
Discurso, imagem, surrealismo & perucas
Já para o show "Mulher Tombada: o sucesso é para os fracos", Karine conta com a colaboração com Ivan Timbó, responsável pela tradução musical para o palco da atmosfera dramática do disco.
Cada vez mais interessada na interface das artes visuais, Karine continua investindo no uso do próprio corpo como mensagem.
Com uma atitude desafiadora, ávida para abordar questões sobre gênero e empoderamento da mulher, a persona Tombada abdica do nome próprio (a artista canta sobre isso em "Meu nome é Igual", do novo disco), para discutir o real lugar da fêmea libertária em um universo cada vez mais ortodoxo.
Com direção artística do parceiro de longa data Charles W. (também diretor do show "Solteira Producta"), o show explora a imagem de Karine como performer, interagindo com projeções em vídeo de pérolas surrealistas do cinema underground japonês, russo e polonês, circa 1960-70.
O figurino ("sempre utilizei a moda como plataforma de discurso", lembra a artista) tem looks criados especialmente para o show, assinados pelo neotalento André Sampaio, bem como peças de outro colaborador antigo, Lindebergue Fernandes, e chapeus e adereços de Jomara Cid. A história de Karine com a moda vem de longe e a artista conta com a colaboração de estilistas como Walério Araujo, Mark Greiner e Weider Silveiro - para quem cantou no desfile, durante a Casa de Criadores (SP) e o Dragão Fashion Brasil (CE).
No visagismo, Karine conta com as maxiperucas do hair designer Roni, que funcionam quase como um exoesqueleto para a Mulher Tombada.
Toda nudez será tombada
Inteiramente nua na capa e nas fotos de divulgação do novo disco, a Mulher Tombada surge despida e exposta. "Mas talvez seja uma nudez só aparente, já que tem todo um discurso que veste essa persona", explica, inserindo Tombada no rol de mulheres contestadoras e sexualmente afirmativas, ao lado de performers que utilizam o corpo como plataforma, como a inglesa Nadia Lee Cohen, a fotógrafa americana Nan Goldin, a ilustradora Tracey Emin e a brasileira Lenora de Barros.
Para realizar as fotos de divulgação, Karine acionou outra parceria longeva: o fotógrafo Nicolas Gondim registrou a artista de forma crua, com styling de Ana Margaretta e maquiagem de Andreia Reis.
O resultado, promove a força do corpo feminino, como templo, instituição e instrumento político: "não sou falsa. Sou transparente e vou usar isso como bandeira". A primeira performance despida da Mulher Tombada aconteceu em julho, durante a edição do projeto "Percursos Urbanos", que registrou a persona nua em ícones urbanos de Fortaleza.
Sob a nudez reside o principal conceito do disco "Mulher Tombada": "nua, espero a destruição", finaliza.
Em seu celebrado 'comeback', Karine Alexandrino traz um convite explícito: "venha ser você mesmo e tombar comigo".
SERVIÇO
Show de Karine Alexandrino - Mulher Tombada
+ Dia 15, às 20h, no Anfiteatro do Dragão do Mar. Acesso gratuito.
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