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Guizado une música e arte para o lançamento do novo disco
O trompetista se une ao artista japonês Atsuo Nakagawa para preparar uma série artesanal em vinil
Guizado, prestes a lançar seu terceiro álbum - O Voo do Dragão - presenteia os fãs com uma novidade exclusiva. Em parceria com o Vinyl Lab e o artista japonês Atsuo Nakagawa, o trompetista está oferecendo cópias únicas e artesanais em vinil 12'' do esperado álbum.
Cada cópia é gravada individualmente pelo produtor Arthur Joly (Vinyl Lab), através do método "lathe cut". O processo é o seguinte: enquanto a música toca, uma agulha grava o som em um "vinil virgem", como era feito antigamente. Além desse diferencial, cada LP terá sua própria capa, exclusiva, e feita à mão por Atsuo Nakagawa.
Para ilustrar, Guizado fez um vídeo no estúdio do Vinyl Lab, gravando um vinil pelo método "direct cut", muito semelhante ao "lathe cut": a diferença entre eles é que o primeiro é gravado ao vivo e o segundo, com a música já dentro do computador.
Esta edição de luxo e artesanal d’O Voo do Dragão, os fãs poderão adquirir nos próximos shows e através da fanpage oficial no Facebook.
A partir do show de lançamento digital, no dia 15 de maio, no Itaú Cultural, em São Paulo, o disco O Voo do Dragão estará disponível em todas as plataformas online. Depois, ainda será lançado em CD e em vinis prensados normalmente.
Serviço Lançamento Digital - O Voo do Dragão
Data: 15/05 (sexta-feira)
Local: Itaú Cultural
Endereço: Avenida Paulista, 149 - Bela Vista
Horário: 20h
Ingressos: O ingresso é gratuito e retirado pelo público no local, com antecedência de 30 minutos do início do espetáculo.
Biografia:
Guizado está entre os nomes mais celebrados da ótima safra da música independente nacional. Com três discos nas costas - Punx (Punx Records, 2008), Calavera (Punx Records / Trama, 2010) e o ainda não lançado O Voo do Dragão (Punx Records, 2015) - o trompetista e compositor segue se superando na arte de mesclar elementos sonoros orgânicos com sintetizadores e outras programações eletrônicas. Guizado é, hoje, o grande expoente do nu jazz produzido no Brasil.
O músico já passou pelos principais festivais do circuito nacional e internacional como: No Ar Coquetel Molotov (Recife), Goiânia Noise (2008), a versão brasileira do novaiorquino Nublu Jazz Fest (São Paulo), Roskilde Festival (Dinamarca), Festival Contato (São Carlos), entre outros.
Além do trabalho solo que lhe rendeu várias indicações e prêmios (como o Prêmio da Música Brasileira, em 2011), Guizado - ou Guilherme Menezes - assume o trompete nos shows de inúmeros artistas celebrados na música brasileira como Karina Buhr, Céu, Criolo, Nação Zumbi, Elza Soares, Arnaldo Antunes, entre outros.
PELO INTERIOR
“A memória que me contam” em cartaz no Cinematógrapho de Juazeiro do Norte
O Sesc* exibe, na próxima quarta-feira (8), o drama “A memória que me contam”, de Lúcia Murat. Em cartaz como parte do projeto Cinematógrapho, o filme pode ser conferido às 19 horas, na Unidade Juazeiro do Norte do Sesc, com entrada gratuita.
Na trama, um grupo de amigos, que resistiu à ditadura militar, acompanhados de seus filhos, vai enfrentar o conflito entre o cotidiano de hoje e o do passado quando um deles está morrendo. A classificação indicativa é de 16 anos.
SERVIÇO
Cinematógrapho com “A memória que me contam”
Local: Unidade Juazeiro do Norte do Sesc (Rua da Matriz, 227)
Data: 8/4
Horário: 19h
Classificação indicativa: 16 anos
Informações: (88) 3512.3355/ 3587.1065
:::Gratuito:::
QUADRINHOS
Aleph lança graphic novel que inspirou o filme "Expresso do Amanhã"
O espetacular álbum O Perfura Neve (Transperceneige) circula nas livrarias do Brasil. A versão que chega ao país corresponde à edição integral que foi publicada pela belga Casterman, em 2014, contendo seus três álbuns originais. Ela desembarca agora pela brasileira Aleph, a mesma que lançou a graphic novel O Quinto Beatle.
O volume tem capa em brochura, formato de 21,5 x 29 cm, 280 páginas, preço R$ 59,90 e pranchas em branco, preto e tons de cinza. De autoria de Jacques Lob / Benjamin Legrand (roteiro) e Jean-Marc Rochette (desenhos), a obra serviu de inspiração para o filme Expresso do Amanhã, de 2013, com direção de Joon-ho Bong e presença de Chis Evans (Capitão América) no elenco.
Clássico do quadrinho francês, O Perfura Neve foi idealizado pelo escritor Jacques lob e pelo quadrinista Jean-Marc Rochette. Seu primeiro tomo surgiu em 1984. Com a morte de Lob, Benjamin Legrand assumiu o texto da HQ, publicando os dois seguintes volumes: O Explorador (1999) e A Travessia (2000).
Em seu enredo, a ameaça nuclear passa a ser uma triste realidade no planeta, quando a temida bomba atômica finalmente explode. O evento mergulha o planeta em um severo e congelante inverno. Apesar disso, um pequeno grupo de humanos acha refúgio em um trem revolucionário, o Perfura Neve. Dentro deste último reduto móvel de nossa espécie, que percorre a fria superfície de um mundo devastado, é preciso aprender a sobreviver. Perseguição política, mentiras religiosas e alienação, velhos conhecidos da sociedade vatual, dão o tom neste ambiente perverso.
Jacques Lob, um dos criadores do quadrinho, é velho conhecido dos portugueses. O Dossier dos Discos Voadores, Vindos do Desconhecido e Dimensão Nova, envolvendo a questão alienígena, foram algumas de suas HQs que saíram, em terras lusitanas, pela Meribérica.
O espetacular álbum O Perfura Neve (Transperceneige) circula nas livrarias do Brasil. A versão que chega ao país corresponde à edição integral que foi publicada pela belga Casterman, em 2014, contendo seus três álbuns originais. Ela desembarca agora pela brasileira Aleph, a mesma que lançou a graphic novel O Quinto Beatle.
O volume tem capa em brochura, formato de 21,5 x 29 cm, 280 páginas, preço R$ 59,90 e pranchas em branco, preto e tons de cinza. De autoria de Jacques Lob / Benjamin Legrand (roteiro) e Jean-Marc Rochette (desenhos), a obra serviu de inspiração para o filme Expresso do Amanhã, de 2013, com direção de Joon-ho Bong e presença de Chis Evans (Capitão América) no elenco.
Clássico do quadrinho francês, O Perfura Neve foi idealizado pelo escritor Jacques lob e pelo quadrinista Jean-Marc Rochette. Seu primeiro tomo surgiu em 1984. Com a morte de Lob, Benjamin Legrand assumiu o texto da HQ, publicando os dois seguintes volumes: O Explorador (1999) e A Travessia (2000).
Em seu enredo, a ameaça nuclear passa a ser uma triste realidade no planeta, quando a temida bomba atômica finalmente explode. O evento mergulha o planeta em um severo e congelante inverno. Apesar disso, um pequeno grupo de humanos acha refúgio em um trem revolucionário, o Perfura Neve. Dentro deste último reduto móvel de nossa espécie, que percorre a fria superfície de um mundo devastado, é preciso aprender a sobreviver. Perseguição política, mentiras religiosas e alienação, velhos conhecidos da sociedade vatual, dão o tom neste ambiente perverso.
Jacques Lob, um dos criadores do quadrinho, é velho conhecido dos portugueses. O Dossier dos Discos Voadores, Vindos do Desconhecido e Dimensão Nova, envolvendo a questão alienígena, foram algumas de suas HQs que saíram, em terras lusitanas, pela Meribérica.
SHOWS
Para incrementar a programação cultural de Fortaleza, a Arte Produções realiza no sábado, dia 25 de abril, mais uma dobradinha de reggae. A barraca Santa Praia recebe as bandas Chimarruts e Onze:20 para cantar os novos e clássicos sucessos que estão na cabeça do público como “Do Lado de Cá” e “Não Vai Voltar”, respectivamente.
A venda de ingressos começa no dia 26 de março. Para esquentar a noite, a festa contará ainda com o DJ Felipe BK tocando o melhor da reggae music.
Chimarruts
Oito pessoas, oito sonhos, oito caminhos que se encontraram: Rafa, Tati, Sander, Diego, Nê, Vinícius, Emerson e Rodrigo tocavam violão, cantavam e tomavam chimarrão em parques de Porto Alegre. Desses encontros surgiu uma grande amizade e a idéia de formar uma banda. E no segundo semestre de 2000 começou a trajetória da Chimarruts.
Com músicas próprias que falam de amor e paz, a banda emplacou hits como Chapéu de Palha e Iemanjá nas rádios do Rio Grande do Sul. Em 2002, a Chimarruts gravou o seu primeiro CD homônimo com 14 faixas, todas compostas pela banda.
Onze:20
A banda Onze:20 é uma banda de reggae brasileira formada em 2006 na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. O nome do grupo é a hora exata em que os integrantes se perguntavam qual seria o nome da banda. Com o objetivo de criar um som em que é possível compartilhar os problemas, as expectativas e as alegrias e, ainda, se identificar com seu público, Onze:20 se empenha em fazer sua música de forma marcante e com a qualidade de uma grande banda de Roots Rock Reggae.
Serviço
Chimarruts e Onze:20
Atrações: Chimarruts, Onze:20 e Dj Felipe BK
Data: 25 de abril de 2015
Local: Barraca Santa Praia (Av. Zezé Diogo, 3345 - Praia do Futuro)
TEATRO
Com o texto do dramaturgo russo Anton Tchékhov, na próximo quarta-feira (29), o Grupo Traço Cia de Teatro (SC) apresenta a peça “As Três Irmãs”, no Cuca da Barra, parceiro do Sesc no Festival, às 19h, com entrada gratuita.
O espetáculo discorre sobre o desejo das irmãs Olga, Maria e Irina de retornarem à cidade natal, de onde saíram há onze anos acompanhando o pai, que é general militar.
A história aborda a importância dos acontecimentos, porém, é a exposição dos conflitos, durante a peça, que se estabelecem entre o plano da vida material o cotidiano e o plano espiritual.
Cada uma das irmãs, à sua maneira, apresenta deformações físicas causadas pela repressão de seus sentimentos. Irina tem uma deformação na coluna, Maria uma deficiência física nos braços e Olga, a irmã mais velha, têm uma deformação no quadril, que representa sua energia sexual estagnada pela repressão social.
A montagem foi construída com base na técnica conhecida como clown, que é uma forma da peça interagir, por meio da linguagem, com o ator, a dramaturgia e o público.
Serviço
As Três irmã - GrupoTraço Cia de Teatro (SC)
Local: Cuca da Barra (Av. Pres. Castelo Branco, 6417 - Barra do Ceará)
Horário: 19h
Informações: (85) 3452.9090
::: Gratuito :::
Gênero em Cena apresenta o espetáculo "BR Trans" no Centro Dragão do Mar
O Curta o Gênero 2015 leva uma parte de sua programação ao Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. De 7 a 10 de abril, acontece o Gênero em Cena, evento que agrega o teatro como linguagem artística para abordar questões de gênero e sexualidades. São quatro peças que transitam entre o universo social das transexuais, de mulheres comuns e da violência de gênero.
O Gênero em Cena começa com o espetáculo BR Trans (CE), do diretor e produtor Silvero Pereira, que traz a cartografia artística e social do "universo Trans" no Brasil, por meio de um paralelo entre a pesquisa e a vivência no dia-a-dia das travestis e transformistas do Nordeste ao Sul. O segundo dia é com a peça Maieutica (CE), do grupo Parafernália Poética, que questiona o papel da mulher compreendido, social e historicamente, como apêndice do homem.
Pela primeira vez em Fortaleza, o terceiro dia apresenta Borboletas de Sol de Asas Magoadas (RS), da diretora Evelyn Ligocki, que realiza uma visita ao cotidiano das travestis, em que pretende desmistificar e romper preconceitos diversos. E, para finalizar a semana, temos a peça Sete Ventos (RJ), da diretora Débora Almeida, em que a plateia conhecerá os depoimentos de mulheres negras e o mito de Iansã.
Na semana seguinte, o Curta o Gênero continua sua programação na Casa Amarela Eusélio Oliveira, com o IV Seminário Internacional Gênero, Cultura e Mudança, a IV Mostra Internacional Audiovisual e o III Encontro Gênero nos Pontos– 3º Encontro Nacional Gênero nos Pontos – Lançamento de Rede Latinoamericana de Gênero e Cultura, na tarde no dia 18 volta ao Dragão do Mar com as Mostras Paralelas de Cinema e a Festa de Encerramento.
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