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RÁDIO

Nova edição ao vivo do "Frequência Beatles"  
Festa acontecerá no Centro Dragão do Mar no próximo sábado

Com a participação do programa Frequência Beatles, da Universitária FM 107,9, será neste sábado (7), a partir das 20h, na Praça Verde do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura, a nova edição do Frequência Beatles – a Festa. No palco, como atração principal, estará a banda Beatles Abbey Road, de São Paulo. Com 20 anos de carreira, tornou-se a banda "Beatles Official Brazil". Apresenta tal nível de perfeição que o ex-produtor dos Fab Four, George Martin, afirmou certa vez: "Não é cover, é Beatles!” O evento no Dragão vai ser aberto por Luisinho Magalhães Quarteto e pela banda Rubber Soul, ambos do Ceará, que em dezembro último lotaram aquele espaço no evento de encerramento do ano do programa Frequência Beatles.
Mais que uma simples apresentação de banda cover, a Beatles Abbey Road oferece ao público um espetáculo cênico-musical que recria toda a atmosfera da época do Quarteto de Liverpool, “com seus terninhos de tecido inglês, suas botinhas confeccionadas por Mr. Green, o mesmo artesão que fabricava para os Beatles, anéis, pulseiras, relógios, instrumentos raros e, principalmente, competência musical. Destacam-se também pelo fiel comportamento no palco”, explica o material de divulgação da banda.
Pelo menos dois milhões de pessoas no Brasil e exterior assistiram às apresentações da Abbey Road, que foi considerada na Inglaterra, por três anos consecutivos, a melhor banda Beatles do planeta.  Destaque na International Beatles Week (maior festival Beatles do mundo),  a Abbey Road chegou a abrir oficialmente esse evento internacional com uma apresentação fechada para a imprensa dentro dos estúdios EMI-Abbey Road, onde os próprios Beatles gravaram vários discos.  A performance da Abbey Road resultou num CD gravado ao vivo.
Já a banda Rubber Soul atua há 22 anos no cenário artístico-musical de Fortaleza. Todos os anos lota os espaços onde se apresenta como principal atração da festa de final de ano do programa Frequência Beatles, seja na Concha Acústica da UFC, no Dragão ou em casas de shows. Atualmente, apresenta-se em dois lugares fixos: no  Shopping Jardins Open Mall, todas as quintas-feiras, às 20h,  e no  BNB Clube Sede Aldeota, todas as sextas-feiras, às 20h.
Luisinho Magalhães Quarteto tem 25 anos de carreira como banda de baile em Fortaleza. Seu repertório abrange música nacional e internacional, com destaque para composições da Jovem Guarda e dos Beatles.
PROGRAMA FREQUÊNCIA BEATLES – Produzido e apresentado pelo jornalista Nelson Augusto, o programa Frequência Beatles vai ao ar todos os sábados, das 18h às 20h, na rádio Universitária FM.
SERVIÇO
O que: Frequência Beatles  - a     Festa, show da The Beatles Abbey Road, Luisinho Magalhães Quarteto e banda Rubber Soul
Quando: 7 de março de 2015
Onde: Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
Ingressos (1º lote, antecipados): pista R$ 20,00 (meia) / R$ 40,00 (inteira) e frontstage R$ 30,00 (meia) / R$ 60,00 (inteira)
Vendas: Casa dos Relojoeiros do Shopping Benfica, North Shopping, Iguatemi e  centro, Rua Pedro Pereira com Major Facundo, e também na bilheteria do Dragão do Mar, das 14h às 20h.

RESTAURANTES


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REVISTAS


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SAÚDE


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SHOWS

Johnny Hooker faz apresentação do novo CD no Dragão do Mar

O disco, lançado no dia 22 de fevereiro, chegou ao primeiro lugar no Deezer e 14º nos downloads do iTunes

A turnê de estreia do aguardado disco de Johnny Hooker, 'Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito', chega pela segunda vez a Fortaleza para show no Anfiteatro Sergio Mota, no Centro Cultural Dragão do Mar. O artista, que atuou e teve a música "Alma Sebosa", incluída na trilha sonora da novela "Geração Brasil", promete aos potiguares outros hits da sua carreira, como "Volta", trilha do elogiado filme "Tatuagem", de Hilton Lacerda, e "Amor Marginal" na novela global Babilônia. Os ingressos estão disponíveis através do link http://www.eventick.com.br/johnny-hooker-turne-macumba-fo e o show acontece às 19h.
Johnny é um dos maiores nomes da música contemporânea de Pernambuco. Nos últimos dez anos, o artista teve uma trajetória que foi do underground, passou pelo cult e atingiu por diversas vezes o mainstream. Já dividiu o palco com músicos como Caetano Veloso e Lenine; foi vencedor do reality show "Geleia do Rock", produzido e exibido pela Multishow, e no mesmo ano concorreu ao prêmio de artista revelação do canal. A música "Fire", do primeiro EP de Hooker, na época líder da banda Candeias Rock City, também foi trilha do seriado "Descolados", da MTV Brasil.
Para o show de Natal, Hooker vem acompanhado da sua big band, composta por Paulista (guitarra), André Soares (baixo), Artur Dantas (teclado), Eduardo Guerra (bateria), Tiago Duarte (percussão), Alan Ameson (trompete) e Nerisvanda Rodrigue (trombone) e Rafael Céu (violão).
Johnny Hooker traz o seu amor de volta (ou tira ele para sempre da sua vida) em apenas 11 canções contidas no aguardado álbum de estreia "Eu vou fazer uma macumba pra te amarrar, maldito!". É da fossa à superação, do ódio ao amor (e vice-versa), do samba, carimbó e rock ao frevo, que revela um misto de referências brasileiras, que faz com que Johnny Hooker seja mencionado pelos críticos de arte como um dos artistas mais inovadores da atual geração brasileira. Ele é Bowie, mas também é Caetano Veloso. É Madonna, mas também é Gal Costa, e talvez até um pouco de Alcione.
"Macumba", em sua primeira canção que dá o nome ao disco, já anuncia nas primeiras frases a relação de dualidade das paixões arrebatadoras inerentes a todo ser humano. O samba, com distorções, que rege a modernidade com fúria ao clamar pelos orixás para a amarração do maldito amor.

TEATRO

TOP DVD - BLURAY

"Lucy", um dos melhores filmes de ano passado, chega nas locadoras
O cérebro, esse desconhecido, é um dos protagonistas de "Lucy", ficção científica de Luc Besson que explora um dos mais propalados mitos da pseudociência: a de que o ser humano utiliza apenas 10% de sua capacidade mental.
Besson faz parte da geração francesa que despontou no começo dos anos 1980, ao lado de Jean Jacques Beneix ("Betty Blue") e Leos Carax ("Boy Meets Girl"). Os três, de alguma forma, reagiam à nouvelle vague propondo uma estilização radical, com influência das duas grandes forças audiovisuais do período: a publicidade e o videoclipe.
Beneix se apagou como esteta sem substância; Carax se afirmou como autor de forte expressão pessoal (ainda que aos trancos e barrancos), enquanto Besson se transformou em um grande executivo, idealizador e sócio de um dos maiores estúdios extra-Hollywood do mundo, a EuropaCorp.
Hoje, Besson é, antes de tudo, um produtor que também dirige. Em "Lucy", exercita aquilo que sabe fazer: um cinema industrial de orçamento grandioso, que combina gêneros e não tem a pretensão de se levar a sério.
"Lucy" é uma coleção de situações estapafúrdias enfileiradas sem pudor, com a grande vantagem, aqui, de contar com uma protagonista perfeita para executar a proposta: Scarlett Johansson. Depois de absorver doses cavalares de uma nova droga, que ativa seus neurônios e faz com que seja capaz de usar toda a capacidade de seu cérebro, a protagonista Lucy se torna uma espécie de "mulher do futuro", com habilidades sobre-humanas.
Essas habilidades são produto de uma capacidade de processar informação em alta velocidade e de se conectar com o mundo -seu corpo se transforma em uma espécie de supercomputador/rede de internet, que supera os limites do espaço-tempo. Como os bons filmes de ficção científica, "Lucy" diz bastante sobre os tempos atuais -não apenas em relação ao estado de nossas fantasias e projeções, mas, também, sobre o estado do cinema hoje, inimaginável sem a tecnologia digital.