FORTALEZA ALTERNATIVA
Quintessência estréia em Fortaleza com O Jardim das Horas
O Quintessência estréia em Dezembro no Buoni Amici´s e é a nova temporada de shows do circuito independente em Fortaleza na alta estação. Neste próximo dia 25, feriado de Natal, a banda O Jardim das Horas é o destaque da programação
As quintas dia 25 de Dezembro, feriado de Natal, e dia 15 de janeiro de 2009, ápice das férias, marcam a estréia do Quintessência – nova temporada de shows do circuito da música independente na alta estação em Fortaleza (Ce). A programação acontece no Buoni Amici´s Sport Bar (Centro Dragão do Mar), com discotecagem do DJ Dado (Noise 3D), além dos shows, sempre a partir das 21h.
Na primeira data (25/12), O Jardim das Horas retorna aos palcos de Fortaleza após a mudança do nome da banda. O Quarto das Cinzas agora é o título do novo álbum, previsto para ser lançado em 2009 sob a chancela do Projeto Pixinguinha, circuito tradicional da MPB que premiou os cearenses radicados em São Paulo. Laya Lopes & Cia farão seu primeiro show em Fortaleza em 2008, adiantando músicas do novo trabalho, como o single Amarelolilás – disponível no My Space (www.myspace.com/ojardimdashoras)
Ainda na mesma noite, o Fossil apresenta seu último show em 2008, divulgando a coletânea Dissenso #01 – trabalho que reuniu bandas experimentais e artistas visuais de todo o Brasil. Do Fossil, a coletânea traz as músicas Secesso e Missa Nova – ambas com temas ilustrados pelos cearenses Nelson Luiz e Felipe Diaz. A abertura será do Et Circensis, quarteto que lançou o disco Homônimo este ano e apresentará nova formação após um período sem shows.
A temporada de shows do Quintessência continua dia 15 de Janeiro, com as bandas instrumentais Meu Amigo Imaginarium, esta abrindo a noite, e O Garfo – trio com destaque local e entre festivais fora do Estado. Fechará a seqüência os pernambucanos do Júlia Says, dupla que combina música brasileira e programações eletrônicas; com passagem pelo Rec Beat, festival de música alternativa em pleno Carnaval do Recife.
Quintessência é promoção da Mojo Camisetas (www.mojo.art.br), com apoio do Buoni Amici´s Sport Bar e Agna Estúdio (8712.4048).
Serviço
Estréia do Quintessência (1ª Temporada) – Quinta, 25 de Dezembro (Feriado de Natal), a partir das 21h, no Buoni Amici´s (Rua Dragão do Mar, 80, Praia de Iracema – Fortaleza). Com as bandas O Jardim das Horas e Fossil. Abertura: Et Circensis. Discotecagem: Dado. Preço: R$ 12,00. Promoção: R$ 10,00 até meia noite ou c/nome na lista (disponível em breve) Info.: (85) 3219.5454 / 8690.2466
O Quintessência estréia em Dezembro no Buoni Amici´s e é a nova temporada de shows do circuito independente em Fortaleza na alta estação. Neste próximo dia 25, feriado de Natal, a banda O Jardim das Horas é o destaque da programação
As quintas dia 25 de Dezembro, feriado de Natal, e dia 15 de janeiro de 2009, ápice das férias, marcam a estréia do Quintessência – nova temporada de shows do circuito da música independente na alta estação em Fortaleza (Ce). A programação acontece no Buoni Amici´s Sport Bar (Centro Dragão do Mar), com discotecagem do DJ Dado (Noise 3D), além dos shows, sempre a partir das 21h.
Na primeira data (25/12), O Jardim das Horas retorna aos palcos de Fortaleza após a mudança do nome da banda. O Quarto das Cinzas agora é o título do novo álbum, previsto para ser lançado em 2009 sob a chancela do Projeto Pixinguinha, circuito tradicional da MPB que premiou os cearenses radicados em São Paulo. Laya Lopes & Cia farão seu primeiro show em Fortaleza em 2008, adiantando músicas do novo trabalho, como o single Amarelolilás – disponível no My Space (www.myspace.com/ojardimdashoras)
Ainda na mesma noite, o Fossil apresenta seu último show em 2008, divulgando a coletânea Dissenso #01 – trabalho que reuniu bandas experimentais e artistas visuais de todo o Brasil. Do Fossil, a coletânea traz as músicas Secesso e Missa Nova – ambas com temas ilustrados pelos cearenses Nelson Luiz e Felipe Diaz. A abertura será do Et Circensis, quarteto que lançou o disco Homônimo este ano e apresentará nova formação após um período sem shows.
A temporada de shows do Quintessência continua dia 15 de Janeiro, com as bandas instrumentais Meu Amigo Imaginarium, esta abrindo a noite, e O Garfo – trio com destaque local e entre festivais fora do Estado. Fechará a seqüência os pernambucanos do Júlia Says, dupla que combina música brasileira e programações eletrônicas; com passagem pelo Rec Beat, festival de música alternativa em pleno Carnaval do Recife.
Quintessência é promoção da Mojo Camisetas (www.mojo.art.br), com apoio do Buoni Amici´s Sport Bar e Agna Estúdio (8712.4048).
Serviço
Estréia do Quintessência (1ª Temporada) – Quinta, 25 de Dezembro (Feriado de Natal), a partir das 21h, no Buoni Amici´s (Rua Dragão do Mar, 80, Praia de Iracema – Fortaleza). Com as bandas O Jardim das Horas e Fossil. Abertura: Et Circensis. Discotecagem: Dado. Preço: R$ 12,00. Promoção: R$ 10,00 até meia noite ou c/nome na lista (disponível em breve) Info.: (85) 3219.5454 / 8690.2466
INTERNET - INFORMÁTICA
Antonia Fontenelle à la Madonna para o Paparazzo
Prestes a desembarcar no Brasil, a diva Madonna é a inspiração do ensaio inédito de Antonia Fontenelle para o Paparazzo (www.globo.com/paparazzo). Algumas fases da cantora, como Like a Virgin, Erótica, e a mais recente, a da turnê Sticky and Sweet - que será apresentada daqui há duas semanas em solo brasileiro – serviram de pano de fundo para as fotos da atriz clicada por Marcos Serra Lima na boate Le Boy, no Rio de Janeiro. “Queria representar uma mulher de personalidade forte. Pensei em Rita Hayworth, mas já tinham feito algo parecido, então pensei na Madonna. A equipe adorou a idéia. Eu não me transformei na Madonna, mas fizemos o ensaio com referência a ela,” conta Antonia.
Para as imagens, Antonia diz que procurou passar a atitude da cantora americana e confessa não ter tido nenhum problema com a nudez. “Sou atriz, vivo trocando de roupa na coxia do teatro, não posso e nem tenho esse tipo de pudor, foi tudo muito tranqüilo.” Já o marido, o diretor Marcos Paulo, com quem é casada há um ano e meio, preferiu as fotos mais comportadas.
Aos 35 anos e mãe de um filho de 12, Antonia está em cartaz com a peça “Vidas divididas”, de Maria Adelaide Amaral, com direção de Marcos Paulo, interpretando um travesti. A atriz e produtora cultural se prepara também para fazer sua estréia na televisão. Ela fará uma professora de hip hop na próxima temporada de “Malhação”.
Prestes a desembarcar no Brasil, a diva Madonna é a inspiração do ensaio inédito de Antonia Fontenelle para o Paparazzo (www.globo.com/paparazzo). Algumas fases da cantora, como Like a Virgin, Erótica, e a mais recente, a da turnê Sticky and Sweet - que será apresentada daqui há duas semanas em solo brasileiro – serviram de pano de fundo para as fotos da atriz clicada por Marcos Serra Lima na boate Le Boy, no Rio de Janeiro. “Queria representar uma mulher de personalidade forte. Pensei em Rita Hayworth, mas já tinham feito algo parecido, então pensei na Madonna. A equipe adorou a idéia. Eu não me transformei na Madonna, mas fizemos o ensaio com referência a ela,” conta Antonia.
Para as imagens, Antonia diz que procurou passar a atitude da cantora americana e confessa não ter tido nenhum problema com a nudez. “Sou atriz, vivo trocando de roupa na coxia do teatro, não posso e nem tenho esse tipo de pudor, foi tudo muito tranqüilo.” Já o marido, o diretor Marcos Paulo, com quem é casada há um ano e meio, preferiu as fotos mais comportadas.Aos 35 anos e mãe de um filho de 12, Antonia está em cartaz com a peça “Vidas divididas”, de Maria Adelaide Amaral, com direção de Marcos Paulo, interpretando um travesti. A atriz e produtora cultural se prepara também para fazer sua estréia na televisão. Ela fará uma professora de hip hop na próxima temporada de “Malhação”.
LIVROS FICÇÃO
Premiado dramaturgo estréia na literatura
Roteirista Francisco Azevedo faz romance sobre a imigração portuguesa
Primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O ARROZ DE PALMA narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam-se e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado sobre os noivos no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória. O livro já está nas livrarias e o autor disponível para entrevistas.
Estréia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo - autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica -, O ARROZ DE PALMA começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O ARROZ DE PALMA é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.
Francisco Azevedo é roteirista e dramaturgo. É autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica.
Roteirista Francisco Azevedo faz romance sobre a imigração portuguesa Primeiro romance a tratar da imigração portuguesa para o Brasil no século XX, O ARROZ DE PALMA narra a saga de uma família em busca de um futuro melhor, superando diversas dificuldades. Nos cem anos em que acompanhamos suas vidas, irmãos brigam e fazem as pazes. Uns casam-se e são felizes, outros se separam. Os filhos ora preocupam, ora dão satisfação. Tudo sempre acompanhado pelo arroz jogado sobre os noivos no casamento dos patriarcas, José Custódio e Maria Romana, em 1908. Grão que serve de fio condutor desta história, como migalhas de pão jogadas no labirinto da memória. O livro já está nas livrarias e o autor disponível para entrevistas.
Estréia na literatura do roteirista e dramaturgo Francisco Azevedo - autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica -, O ARROZ DE PALMA começa com Antônio, filho de José e Maria, aos 88 anos, preparando o almoço que será servido à família, finalmente reunida após muito tempo. Enquanto combina os ingredientes, vão se misturando em sua mente as histórias que Tia Palma, irmã de seu pai, lhe contava. Mitologias familiares, que gravitam em torno desse arroz e também em torno das dificuldades em se largar uma terra amada por um futuro duvidoso.
No casamento dos pais, em Viana do Castelo, norte de Portugal, seguindo a tradição, o casal saiu da igreja sob uma chuva de arroz. Recolhido por Palma, esses 12 quilos de arroz foram acompanhando a família, sendo fundamentais em vários momentos. Como quando, para tratar da infertilidade da cunhada e do irmão, Palma dá a ele um laxante e depois prepara uma canja com esse arroz. O mesmo que ela presenteia ao sobrinho Antônio no dia de seu casamento. Uma união selada num almoço em que a família serviu esse arroz com bacalhau.
O ARROZ DE PALMA é um romance delicado, que emociona e comove. Com um certo ar de Isabel Allende, a trama tem um forte componente sentimental. Uma nostalgia por um tempo em que a família abrigava as pessoas. Um ideal que, portugueses ou não, todos herdamos.
Francisco Azevedo é roteirista e dramaturgo. É autor das peças Unha e carne e A casa de Anais Nin, sucessos de público e crítica.
LIVROS NÃO-FICÇÃO
Poder S.A. - Histórias Possíveis do Mundo Corporativo
Livro de Beto Ribeiro conta os bastidores das maiores empresas do país
Você detesta seu chefe? Trabalha mais de quinze horas por dia? Odeia o RH da sua empresa? Então, leia Poder S.A. – Histórias Possíveis do Mundo Corporativo. Você não vai aprender a lidar com todas as suas frustrações do dia-a-dia do trabalho, mas vai rir delas. Com certeza.
Baseado em fatos reais, o livro traz à tona as conversas de corredores das mais diferentes e importantes empresas brasileiras. Escrito por um ex-executivo de alto escalão, Poder S.A. não tem preocupação com o politicamente correto. Nenhum personagem é poupado, nem a vitima, nem o torturador. Do presidente à copeira, do RH à secretária da diretoria, todos os podres e pequenos poderes dos que passeiam felizes pelo mundo corporativo são desmascarados.
As histórias de Poder S.A., claro, são ambientadas num luxuoso edifício da Av. Brigadeiro Faria Lima, no Itaim Bibi, em SP. Impossível escrever um livro sobre o universo corporativo sem lembrar que empresa bacana que é empresa bacana gasta, e bem, na escolha do endereço da sua sede. Quanto mais caro o metro quadrado, melhor. Assim como o nome do prédio também não pode ser pouca coisa. Quanto mais sílabas, mais alto o aluguel. E, por que não, misturar todos os idiomas possíveis? Foi com base nesse estudo-pesquisa quase americano que o edifício de "Poder S.A." foi batizado de "SP Centrale Downtown Financial Center". Apesar de estar a dez quilômetros do centro de São Paulo e ter apenas uma empresa bancária ocupando suas ricas instalações...
Os 20 andares do SP Centrale – apelido carinhoso dado ao prédio pelos seus frequentadores - são testemunhas dos personagens mais estranhos do universo corporativo, que vivem em eterna tensão e competição pelo melhor cargo, salário e bônus anual. Com texto irônico e ácido, "Poder" abre o backstage das diferentes Companhias, Ltdas e S/A, em que é possível perceber e se divertir com a sordidez e a política de boa vizinhança mentirosa imposta na seara empresarial.
Para escrever o livro, o jornalista Beto Ribeiro teve como incentivadora a atriz Taís Araújo, a Alicia, de "A Favorita". Taís consultou Beto para saber como funciona o mundo corporativo quando encenou a peça "O Método Grölhom" no teatro e, a partir do que ouviu, sugeriu que Beto escrevesse um livro contando os bastidores do mundo corporativo.
Beto Ribeiro, 35 anos, jornalista, trabalhou como gerente de marketing de várias marcas importantes no país, relacionando-se diretamente com vários dos empresários que sempre passeiam pelas listas dos mais poderosos e ricos do universo corporativo brasileiro
Relatos de quem leu:
"Bem-humorado, divertido. Gostei. Pior é que é tudo verdade..."
Tais Araújo, atriz e apresentadora.
"É um estilo abusado, ousado, sem preocupação de ser políticamente correto...e isso é ótimo! Ainda bem que existem pessoas bem humoradas como o Beto, que sabem ver com olhos críticos e divertidos as chatices desse mundo dos que portam crachá como se fosse um atestado de sangue azul...Boa leitura!"
Maria Thereza Pinheiro, editora de projetos jornalísticos da TV globo e roteirista do programa Marília Gabriela, do GNT
"Mais real impossível. Consegui ver todos os meus colegas de trabalho que vivem para ver quem consegue exercer melhor seus pequenos e podres poderes. O mais triste é que eu ri de mim mesmo."
Alto executivo de um dos maiores varejos do Brasil que não quis se identificar - já que o papel de vilão corporativo sempre lhe caiu muito bem.
"Bem-vindo ao verdadeiro e desconhecido mundo corporativo. O livro lembra muito o ritmo e o humor de "The Office"."
Ana Paula Wirthmann, Diretora Financeira da Genoa Biotecnologia S/A e consultoria financeira
"Por ser baseado em fatos reais, a leitura fica mais interessante, já que o autor coloca o leitor num jogo para descobrir o que é verdade e o que é ficção. Quem vive dez horas por dia num escritório deve ler "Poder". Quem não vive, também."
Consultora de RH de uma empresa de recolocação de executivos com sede Rio de Janeiro e que preferiu o anonimato para não perder seus preciosos clientes corporativos.
"Acho que vou mudar de carreira. Tô com medo de virar um desses executivos do livro."
Estagiário de 21 anos de uma empresa de alimentos da capital paulista que, pelo jeito, aprendeu rápido a fugir da raia.
Dez! Nota Dez! – Eu sou Carlos Imperial
A história do grande incendiário da cultura brasileira
Ele foi ator, cineasta, apresentador de TV, colunista de jornais e revistas, compositor, produtor musical e até vereador e candidato a prefeito pelo Rio de Janeiro. Em geral é lembrado como um sujeito inconseqüente, encrenqueiro e mulherengo.
Direta ou indiretamente fez e ajudou a fazer o sucesso dos maiores nomes do nosso show bizz, de Roberto Carlos a Tim Maia, de Clara Nunes a Elis Regina. Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial, (Matrix Editora, 400 páginas), escrito pelo pesquisador Denilson Monteiro, é um mergulho na agitada vida e obra do autor de sucessos como Vem quente que estou fervendo, Nem vem que não tem, A praça, O bom e Mamãe Passou Açúcar em Mim.
O título é uma referência à maneira como Imperial anunciava as notas das escolas de samba do Rio de Janeiro. Na década de 1980, Carlos, na época vereador pelo PDT de Leonel Brizola, se notabilizou por divulgá-las exclamando a frase “Dez! nota dez!”. O bordão caiu no gosto popular e se transformou em sua marca registrada.
Orgulhoso por ser chamado de "o rei da pilantragem" e de "grande vilão da TV", mais do que tudo, Carlos Imperial gostava de causar polêmica e inventar situações que seriam destaque na mídia.
Em 1981, por exemplo, pouco antes da estréia de seu filme As Delícias do Sexo, teve a idéia de criar a Liga da Moral e da Decência. Mandou alugar duas Kombis, nas quais colocou vinte senhoras, que foram para a porta do cine Vitória, no Rio de Janeiro, protestar com cartazes contra a estréia daquele filme repleto de imoralidades. Além disso, arranjou um jovem negro anatomicamente privilegiado, para correr nu no meio da primeira exibição e causar alvoroço na platéia.
Na mesma hora, o rebuliço foi noticiado nas rádios. As pessoas ouviam e iam ao cinema para conferir o tal filme mais ousado que "O Império dos Sentidos". O resultado foi um grande sucesso de bilheteria.
Foi graças a Imperial que Roberto Carlos – assim como ele, também capixaba de Cachoeiro de Itapemirim –, gravou seu primeiro disco. Na época, o apresentador Chacrinha conseguiu contato com uma gravadora, propondo o nome de Roberto. Mas o atual “rei” foi recusado. Quem conseguiu a chance para o jovem cantor na Polydor foi o irmão mais velho de Imperial, Francisco, locutor da Rádio Continental. O rapaz comprometeu-se em tocar músicas da gravadora se o divulgador que visitava a emissora em que ele trabalhava conseguisse uma chance para Roberto.
Também foi Imperial quem convenceu Paulo Silvino a ser humorista, já que naquela época o astro do programa Zorra Total queria ser cantor de rock and roll. Sem deixar de mencionar que tanto Wilson Simonal quanto Erasmo Carlos, tiveram suas primeiras oportunidades na vida artística participando do "Clube do Rock", um embrião da Jovem Guarda, também invenção de Carlos. Em 1966, com Simonal, o compositor Nonato Buzar e o pianista César Camargo Mariano, o "Gordo", como era chamado pelos amigos, criou uma nova e deliciosa onda musical, a "pilantragem".
Imperial foi o responsável pela única ocasião em que o Ibope admitiu ter sido vítima de fraude. Em 1979, com o auxílio de dez pesquisadores do instituto, Carlos pôs em prática um esquema que colocou seu programa de auditório, então na TVS de Sílvio Santos, em primeiro lugar na audiência.
O Gordo ainda enfrentou com irreverência o regime militar. Um cartão de Natal que trazia sua foto, sentado no vaso sanitário, com a frase: "Espero que papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão", foi enviado a algumas personalidades em pleno AI-5 e acabou lhe rendendo uma temporada no presídio da Ilha Grande.
Sobre o autor
Responsável pela pesquisa de texto e imagem de Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia, best-seller do jornalista Nelson Motta, e colaborador em Clara Nunes, Guerreira da Utopia, de Vagner Fernandes, o pesquisador Denilson Monteiro dedicou seis anos à realização de Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial. Fez centenas de entrevistas com artistas, familiares, amigos de infância e até desafetos do "homem vaia", além de uma busca minuciosa em diversas instituições de pesquisa e acervos particulares, a fim de obter toda e qualquer informação sobre sua vida. Aluno do escritor José Louzeiro, o roteirista de O homem da capa preta, atualmente Denilson dedica-se a um roteiro para cinema em parceria com Clarice Messer.
Livro de Beto Ribeiro conta os bastidores das maiores empresas do país
Você detesta seu chefe? Trabalha mais de quinze horas por dia? Odeia o RH da sua empresa? Então, leia Poder S.A. – Histórias Possíveis do Mundo Corporativo. Você não vai aprender a lidar com todas as suas frustrações do dia-a-dia do trabalho, mas vai rir delas. Com certeza.Baseado em fatos reais, o livro traz à tona as conversas de corredores das mais diferentes e importantes empresas brasileiras. Escrito por um ex-executivo de alto escalão, Poder S.A. não tem preocupação com o politicamente correto. Nenhum personagem é poupado, nem a vitima, nem o torturador. Do presidente à copeira, do RH à secretária da diretoria, todos os podres e pequenos poderes dos que passeiam felizes pelo mundo corporativo são desmascarados.
As histórias de Poder S.A., claro, são ambientadas num luxuoso edifício da Av. Brigadeiro Faria Lima, no Itaim Bibi, em SP. Impossível escrever um livro sobre o universo corporativo sem lembrar que empresa bacana que é empresa bacana gasta, e bem, na escolha do endereço da sua sede. Quanto mais caro o metro quadrado, melhor. Assim como o nome do prédio também não pode ser pouca coisa. Quanto mais sílabas, mais alto o aluguel. E, por que não, misturar todos os idiomas possíveis? Foi com base nesse estudo-pesquisa quase americano que o edifício de "Poder S.A." foi batizado de "SP Centrale Downtown Financial Center". Apesar de estar a dez quilômetros do centro de São Paulo e ter apenas uma empresa bancária ocupando suas ricas instalações...
Os 20 andares do SP Centrale – apelido carinhoso dado ao prédio pelos seus frequentadores - são testemunhas dos personagens mais estranhos do universo corporativo, que vivem em eterna tensão e competição pelo melhor cargo, salário e bônus anual. Com texto irônico e ácido, "Poder" abre o backstage das diferentes Companhias, Ltdas e S/A, em que é possível perceber e se divertir com a sordidez e a política de boa vizinhança mentirosa imposta na seara empresarial.
Para escrever o livro, o jornalista Beto Ribeiro teve como incentivadora a atriz Taís Araújo, a Alicia, de "A Favorita". Taís consultou Beto para saber como funciona o mundo corporativo quando encenou a peça "O Método Grölhom" no teatro e, a partir do que ouviu, sugeriu que Beto escrevesse um livro contando os bastidores do mundo corporativo.
Beto Ribeiro, 35 anos, jornalista, trabalhou como gerente de marketing de várias marcas importantes no país, relacionando-se diretamente com vários dos empresários que sempre passeiam pelas listas dos mais poderosos e ricos do universo corporativo brasileiro
Relatos de quem leu:
"Bem-humorado, divertido. Gostei. Pior é que é tudo verdade..."
Tais Araújo, atriz e apresentadora.
"É um estilo abusado, ousado, sem preocupação de ser políticamente correto...e isso é ótimo! Ainda bem que existem pessoas bem humoradas como o Beto, que sabem ver com olhos críticos e divertidos as chatices desse mundo dos que portam crachá como se fosse um atestado de sangue azul...Boa leitura!"
Maria Thereza Pinheiro, editora de projetos jornalísticos da TV globo e roteirista do programa Marília Gabriela, do GNT
"Mais real impossível. Consegui ver todos os meus colegas de trabalho que vivem para ver quem consegue exercer melhor seus pequenos e podres poderes. O mais triste é que eu ri de mim mesmo."
Alto executivo de um dos maiores varejos do Brasil que não quis se identificar - já que o papel de vilão corporativo sempre lhe caiu muito bem.
"Bem-vindo ao verdadeiro e desconhecido mundo corporativo. O livro lembra muito o ritmo e o humor de "The Office"."
Ana Paula Wirthmann, Diretora Financeira da Genoa Biotecnologia S/A e consultoria financeira
"Por ser baseado em fatos reais, a leitura fica mais interessante, já que o autor coloca o leitor num jogo para descobrir o que é verdade e o que é ficção. Quem vive dez horas por dia num escritório deve ler "Poder". Quem não vive, também."
Consultora de RH de uma empresa de recolocação de executivos com sede Rio de Janeiro e que preferiu o anonimato para não perder seus preciosos clientes corporativos.
"Acho que vou mudar de carreira. Tô com medo de virar um desses executivos do livro."
Estagiário de 21 anos de uma empresa de alimentos da capital paulista que, pelo jeito, aprendeu rápido a fugir da raia.
Dez! Nota Dez! – Eu sou Carlos Imperial
A história do grande incendiário da cultura brasileira
Ele foi ator, cineasta, apresentador de TV, colunista de jornais e revistas, compositor, produtor musical e até vereador e candidato a prefeito pelo Rio de Janeiro. Em geral é lembrado como um sujeito inconseqüente, encrenqueiro e mulherengo.Direta ou indiretamente fez e ajudou a fazer o sucesso dos maiores nomes do nosso show bizz, de Roberto Carlos a Tim Maia, de Clara Nunes a Elis Regina. Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial, (Matrix Editora, 400 páginas), escrito pelo pesquisador Denilson Monteiro, é um mergulho na agitada vida e obra do autor de sucessos como Vem quente que estou fervendo, Nem vem que não tem, A praça, O bom e Mamãe Passou Açúcar em Mim.
O título é uma referência à maneira como Imperial anunciava as notas das escolas de samba do Rio de Janeiro. Na década de 1980, Carlos, na época vereador pelo PDT de Leonel Brizola, se notabilizou por divulgá-las exclamando a frase “Dez! nota dez!”. O bordão caiu no gosto popular e se transformou em sua marca registrada.
Orgulhoso por ser chamado de "o rei da pilantragem" e de "grande vilão da TV", mais do que tudo, Carlos Imperial gostava de causar polêmica e inventar situações que seriam destaque na mídia.
Em 1981, por exemplo, pouco antes da estréia de seu filme As Delícias do Sexo, teve a idéia de criar a Liga da Moral e da Decência. Mandou alugar duas Kombis, nas quais colocou vinte senhoras, que foram para a porta do cine Vitória, no Rio de Janeiro, protestar com cartazes contra a estréia daquele filme repleto de imoralidades. Além disso, arranjou um jovem negro anatomicamente privilegiado, para correr nu no meio da primeira exibição e causar alvoroço na platéia.
Na mesma hora, o rebuliço foi noticiado nas rádios. As pessoas ouviam e iam ao cinema para conferir o tal filme mais ousado que "O Império dos Sentidos". O resultado foi um grande sucesso de bilheteria.
Foi graças a Imperial que Roberto Carlos – assim como ele, também capixaba de Cachoeiro de Itapemirim –, gravou seu primeiro disco. Na época, o apresentador Chacrinha conseguiu contato com uma gravadora, propondo o nome de Roberto. Mas o atual “rei” foi recusado. Quem conseguiu a chance para o jovem cantor na Polydor foi o irmão mais velho de Imperial, Francisco, locutor da Rádio Continental. O rapaz comprometeu-se em tocar músicas da gravadora se o divulgador que visitava a emissora em que ele trabalhava conseguisse uma chance para Roberto.
Também foi Imperial quem convenceu Paulo Silvino a ser humorista, já que naquela época o astro do programa Zorra Total queria ser cantor de rock and roll. Sem deixar de mencionar que tanto Wilson Simonal quanto Erasmo Carlos, tiveram suas primeiras oportunidades na vida artística participando do "Clube do Rock", um embrião da Jovem Guarda, também invenção de Carlos. Em 1966, com Simonal, o compositor Nonato Buzar e o pianista César Camargo Mariano, o "Gordo", como era chamado pelos amigos, criou uma nova e deliciosa onda musical, a "pilantragem".
Imperial foi o responsável pela única ocasião em que o Ibope admitiu ter sido vítima de fraude. Em 1979, com o auxílio de dez pesquisadores do instituto, Carlos pôs em prática um esquema que colocou seu programa de auditório, então na TVS de Sílvio Santos, em primeiro lugar na audiência.
O Gordo ainda enfrentou com irreverência o regime militar. Um cartão de Natal que trazia sua foto, sentado no vaso sanitário, com a frase: "Espero que papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão", foi enviado a algumas personalidades em pleno AI-5 e acabou lhe rendendo uma temporada no presídio da Ilha Grande.
Sobre o autor
Responsável pela pesquisa de texto e imagem de Vale Tudo – O som e a fúria de Tim Maia, best-seller do jornalista Nelson Motta, e colaborador em Clara Nunes, Guerreira da Utopia, de Vagner Fernandes, o pesquisador Denilson Monteiro dedicou seis anos à realização de Dez! Nota dez! Eu sou Carlos Imperial. Fez centenas de entrevistas com artistas, familiares, amigos de infância e até desafetos do "homem vaia", além de uma busca minuciosa em diversas instituições de pesquisa e acervos particulares, a fim de obter toda e qualquer informação sobre sua vida. Aluno do escritor José Louzeiro, o roteirista de O homem da capa preta, atualmente Denilson dedica-se a um roteiro para cinema em parceria com Clarice Messer.
Prazeres e vícios de Roma
Um dos principais especialistas em Antigüidade e professor emérito do prestigiado Collège de France, Paul Veyne traça um painel do Império Romano, do apogeu até sua queda. “Sexo e poder em Roma” (Editora Record) mostra um estado repleto de nuances e paradoxos, no qual coexistiam refinamento aristocrático e brutalidade, virtude republicana e violência em forma de espetáculo, justiça e lei de Talião.Um universo cheio de tabus, que parece ter inventado o casamento cristão antes mesmo dos cristãos. O olhar perspicaz de Veyne analisa tudo: os romanos, seus deuses e paganismos. A política e corrupção nas relações de poder, os gladiadores e a morte como espetáculo. A sexualidade no casamento, as núpcias, o aborto, a homossexualidade e noções de virilidade. Nesta coletânea de entrevistas e artigos publicados ao longo de cerca de vinte anos na revista L’Histoire, por meio do estudo da sexualidade, Veyne disseca, ainda, a relação dos romanos com a política, o dinheiro, a vida e a morte. MODA
As camisetas da Formosa Bandida
A estilista Ana Novais entre modelos: inauguração de showroom na próxima segunda
Idealizada pela estilista cearense Ana Novais, a marca Formosa Bandida traz como diferencial 12 estampas que celebram o rico imaginário cultural cearense e brasileiro, associando o design de moda à tradição da xilogravura com contemporaneidade. A marca de t-shirts chega nesse final de ano com novidades. A partir do dia 08/12 (próxim
a segunda) abre em soft opening um novo ponto de vendas em Fortaleza, na Rua Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), espaço que também funciona como ateliê. A Formosa Bandida também já é comercializada em quatro lojas CEART em Fortaleza e Canoa Quebrada (ver serviço).
Apostando no talento criativo, a coleção Formosa Bandida conta com o trabalho habilidoso do artista Rafael Lima Verde, que criou xilogravuras com imagens contemporâneas de Lampião, Maria Bonita, da estátua de Iracema, São Jorge, carrosséis, cartucheiras, onça e pipa, entre outros ícones renovados da cultura popular. São seis (06) estampas masculinas e seis (06) femininas para as camisetas em malha 100% algodão (nos tamanhos P, M, G e GG). Além do modelo T-shirt tradicional, a linha feminina traz ainda as opções de cortes "princesa" e bata, golas canoa e decotes V.
Unindo cangaço e fé, sertão e mar, tradição e modernidade, os desenhos que ilustram a Formosa Bandida ganham novas cores para o verão: lilás, laranja, rosa, marfim, branco e preto. "Todo o design do produto prima pela qualidade", comenta Ana Novais, que criou a marca em 2007. Ela explica que o nome Formosa Bandida é uma bem-humorada alusão à Maria Bonita, companheira de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, o eterno rei do cangaço. A pedidos, a estilista ainda pretende lançar camisetas infantis com uma das estampas no início de 2009.
Serviço:
· Showroom Formosa Bandida – R. Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), a partir de 08/12/2008.
· Outros Pontos: Lojas do Centro de Artesanato Luisa Távora (CEART) - Av. Santos Dumont, 1589 + CEART do Centro Cultural Dragão do Mar + CEART do Aeroporto Internacional Pinto Martins + CEART de Canoa Quebrada
A estilista Ana Novais entre modelos: inauguração de showroom na próxima segunda
Idealizada pela estilista cearense Ana Novais, a marca Formosa Bandida traz como diferencial 12 estampas que celebram o rico imaginário cultural cearense e brasileiro, associando o design de moda à tradição da xilogravura com contemporaneidade. A marca de t-shirts chega nesse final de ano com novidades. A partir do dia 08/12 (próxim
a segunda) abre em soft opening um novo ponto de vendas em Fortaleza, na Rua Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), espaço que também funciona como ateliê. A Formosa Bandida também já é comercializada em quatro lojas CEART em Fortaleza e Canoa Quebrada (ver serviço).Apostando no talento criativo, a coleção Formosa Bandida conta com o trabalho habilidoso do artista Rafael Lima Verde, que criou xilogravuras com imagens contemporâneas de Lampião, Maria Bonita, da estátua de Iracema, São Jorge, carrosséis, cartucheiras, onça e pipa, entre outros ícones renovados da cultura popular. São seis (06) estampas masculinas e seis (06) femininas para as camisetas em malha 100% algodão (nos tamanhos P, M, G e GG). Além do modelo T-shirt tradicional, a linha feminina traz ainda as opções de cortes "princesa" e bata, golas canoa e decotes V.
Unindo cangaço e fé, sertão e mar, tradição e modernidade, os desenhos que ilustram a Formosa Bandida ganham novas cores para o verão: lilás, laranja, rosa, marfim, branco e preto. "Todo o design do produto prima pela qualidade", comenta Ana Novais, que criou a marca em 2007. Ela explica que o nome Formosa Bandida é uma bem-humorada alusão à Maria Bonita, companheira de Virgulino Ferreira da Silva, vulgo Lampião, o eterno rei do cangaço. A pedidos, a estilista ainda pretende lançar camisetas infantis com uma das estampas no início de 2009.Serviço:
· Showroom Formosa Bandida – R. Maria Tomásia, 1262 - Aldeota (por trás do Pátio Dom Luís), a partir de 08/12/2008.
· Outros Pontos: Lojas do Centro de Artesanato Luisa Távora (CEART) - Av. Santos Dumont, 1589 + CEART do Centro Cultural Dragão do Mar + CEART do Aeroporto Internacional Pinto Martins + CEART de Canoa Quebrada
MÚSICA
Música que transcende
Em Divinaura, o grande músico alemão Aeoliah, mostra sua criatividade ao explorar a riqueza da música new age. O artista trabalha a fusão musical entre gêneros como Jazz e World Music para criar as mais ricas e belas composições.
Este álbum altamente inspirado propicia uma incrível experiência de elevação da alma. Suaves melodias e arranjos induzem a uma condição de paz interior em que a mente busca se harmonizar com o corpo e o espírito.
Por facilitar o estado meditativo, as músicas de Aeoliah são muitas vezes utilizadas em terapias, centros holísticos, exercícios de relaxamento, além de outras ações positivas para a saúde.
O melhor do Carpenters
Coletâneas da adocicada dupla The Carpenters existem aos montes. A que gravadora Som Livre está pondo nas lojas neste mês de novembro de 2008, intitulada The Best of Carpenters, foi idealizada para o mercado brasileiro e tem boa seleção de repertório assinada por Sérgio Motta. No entanto, a rigor, ela é (quase) idêntica às muitas compilações da dupla formada por Richard Carpenter com sua irmã Karen Carpenter (1950 - 1983). A compilação rebobina 14 sucessos da dupla que começou a gravar em 1969 - com o álbum Ticket to Ride - reinou nas paradas na primeira metade dos anos 70. Do segundo álbum dos Carpenters, Close to You (1970), a coletânea inclui We've Only Just Begun e (They Long to Be) Close to You. De Carpenters (1971), aparecem For All We Know, Rainy Days and Mondays e
Superstar. Bless the Beasts and Childen (1971) está representado pela música-título. De A Song for You (1972), aparece a menos badalada Hurting Each Other. Now and Then (1973) comparece com Sing e Yesterday Once More enquanto Horizon (1975) fornece os megahits Only Yesterday e Please, Mr. Postman, além da pouco ouvida balada Solitarie. Já A Kind of Hush (1976) emplaca a música que lhe inspirou o título, There's a Kind of Hush. Como sempre, a Som Livre se exime de dar informações sobre a origem dos fonogramas. Ainda assim, The Best of Carpenters tem munição para conquistar fãs de última hora para a dupla que marcou sua época com um som tão adocicado quanto envolvente.
Taylor consegue deixar sua marca em 'Covers'
Em texto sucinto, escrito para o encarte do disco Covers, em que aborda somente cancioneiro alheio, James Taylor parece se justificar ao lembrar que, desde o começo de sua carreira, grava músicas de outros compositores. E ressalta que dois de seus grandes sucessos dos anos 70 - You've Got a Friend e Handy Man - não foram criados por ele. De fato, Taylor consegue deixar sua marca em repertório alheio e essa habilidade que faz com que seu álbum Covers não caia na vala comum de CDs do gênero. Desde a faixa de abertura, It's Growing, pérola soul de Smokey Robinson que fez sucesso com o grupo The Temptations, o disco se revela sedutor e com surpreendente unidade para uma seleção que vai do country (Why Baby Why) ao blues, celebrado em faixas como Summertime Blues (de Eddie Cochran) e (I'm a) Road Runner. Entre temas de Buddy Holly (Not Fade Away) e Leonard Cohen (Suzanne), o intérprete de voz anasalada realça todo o brilho de jóia de Jimmy Webb, Wichita Lineman, destaque deste álbum azeitado e cheio de personalidade que merecia título (bem) menos simplório e óbvio do que Covers.
Em Divinaura, o grande músico alemão Aeoliah, mostra sua criatividade ao explorar a riqueza da música new age. O artista trabalha a fusão musical entre gêneros como Jazz e World Music para criar as mais ricas e belas composições.
Este álbum altamente inspirado propicia uma incrível experiência de elevação da alma. Suaves melodias e arranjos induzem a uma condição de paz interior em que a mente busca se harmonizar com o corpo e o espírito.
Por facilitar o estado meditativo, as músicas de Aeoliah são muitas vezes utilizadas em terapias, centros holísticos, exercícios de relaxamento, além de outras ações positivas para a saúde.
O melhor do Carpenters
Coletâneas da adocicada dupla The Carpenters existem aos montes. A que gravadora Som Livre está pondo nas lojas neste mês de novembro de 2008, intitulada The Best of Carpenters, foi idealizada para o mercado brasileiro e tem boa seleção de repertório assinada por Sérgio Motta. No entanto, a rigor, ela é (quase) idêntica às muitas compilações da dupla formada por Richard Carpenter com sua irmã Karen Carpenter (1950 - 1983). A compilação rebobina 14 sucessos da dupla que começou a gravar em 1969 - com o álbum Ticket to Ride - reinou nas paradas na primeira metade dos anos 70. Do segundo álbum dos Carpenters, Close to You (1970), a coletânea inclui We've Only Just Begun e (They Long to Be) Close to You. De Carpenters (1971), aparecem For All We Know, Rainy Days and Mondays e
Superstar. Bless the Beasts and Childen (1971) está representado pela música-título. De A Song for You (1972), aparece a menos badalada Hurting Each Other. Now and Then (1973) comparece com Sing e Yesterday Once More enquanto Horizon (1975) fornece os megahits Only Yesterday e Please, Mr. Postman, além da pouco ouvida balada Solitarie. Já A Kind of Hush (1976) emplaca a música que lhe inspirou o título, There's a Kind of Hush. Como sempre, a Som Livre se exime de dar informações sobre a origem dos fonogramas. Ainda assim, The Best of Carpenters tem munição para conquistar fãs de última hora para a dupla que marcou sua época com um som tão adocicado quanto envolvente.Taylor consegue deixar sua marca em 'Covers'
Em texto sucinto, escrito para o encarte do disco Covers, em que aborda somente cancioneiro alheio, James Taylor parece se justificar ao lembrar que, desde o começo de sua carreira, grava músicas de outros compositores. E ressalta que dois de seus grandes sucessos dos anos 70 - You've Got a Friend e Handy Man - não foram criados por ele. De fato, Taylor consegue deixar sua marca em repertório alheio e essa habilidade que faz com que seu álbum Covers não caia na vala comum de CDs do gênero. Desde a faixa de abertura, It's Growing, pérola soul de Smokey Robinson que fez sucesso com o grupo The Temptations, o disco se revela sedutor e com surpreendente unidade para uma seleção que vai do country (Why Baby Why) ao blues, celebrado em faixas como Summertime Blues (de Eddie Cochran) e (I'm a) Road Runner. Entre temas de Buddy Holly (Not Fade Away) e Leonard Cohen (Suzanne), o intérprete de voz anasalada realça todo o brilho de jóia de Jimmy Webb, Wichita Lineman, destaque deste álbum azeitado e cheio de personalidade que merecia título (bem) menos simplório e óbvio do que Covers.
NOVELAS
O novo trio de Malhação
No ano que vem, Daniel Dalcin, 23, Micael Borges, 19, e Bianca Bin, 18, vão render muita conversa em rodas de adolescentes. Eles interpretarão os principais papéis da nova temporada de "Malhação". Daniel será Alex, que disputará Marina (Bianca) com Luciano (Micael). "Fiz cinco testes para pegar o Alex. Canto desde os 13 anos, mas tive que aprender a tocar pelo personagem. O Alex é roqueiro e vai tocar em festivais", revela Daniel, o mais experiente. Será num show que conhecerá Marina, que mantém uma paixão não revelada, mas recíproca, por Luciano. Sua intérprete, Bianca, é decidida como a personagem: aos 16, ela deixou os pais em Itu (SP) e veio para São Paulo estudar teatro. Micael já fez cinema e mora no morro do Vidigal (Rio). "Não me considero negro nem branco. Meus pais vieram da Paraíba. Sou a mistura brasileira, represento a miscigenação", diz. Nova novela das sete terá atriz cega e macaco-protagonista
Próxima novela das sete da Globo, "Caras & Bocas" (nome provisório) trará pelo menos duas novidades para o horário: uma atriz cega e um macaco em papéis centrais. Seu autor, Walcyr Carrasco, ainda não revela o nome da atriz. "Ela ainda não assinou contrato", diz. A história principal, a de um casal de artistas, será interpretada por Flavia Alessandra e Malvino Salvador.
PELO INTERIOR
Trovadores e Repentistas se encontram em Festival em Limoeiro do Norte, no Ceará
Povos de regiões que têm como tradição a cantoria e o trovadoresco, matrizes da poética sertaneja, nordestina e brasileira, vão se encontrar durante três dias em dezembro, de 10 a 12, no Ceará. Em palco aberto na Praça da Matriz da cidade de Limoeiro do Norte – 200Km de Fortaleza - shows de violeiros, aboios, emboladas, desafios de duplas de violas e outras manifestações musicais vão marcar a programação do IV Festival Internacional de Trovadores e Repentistas, que contará ainda com seminário e oficinas de cordel e xilogravura.
No palco, nomes como Nonato Luiz, Waldonys e o uruguaio residente na Argentina, Gustavo Guichón, se juntam a artistas populares do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Piauí na valorização, fortalecimento e preservação das culturas populares regionais tradicionais.
Idealizado pelo cineasta Rosemberg Cariry, o Festival defende a "diversidade e a reciprocidade" e propõe o verdadeiro e benéfico significado da pala
vra universalização: o eterno reencontro dos homens e suas aldeias com as suas raízes universais. A cantoria, segundo Cariry influi em diversos gêneros da poética popular do nordeste, que tem em comum a herança multissecular dos cantadores, elementos determinantes na preservação das tradições culturais de todos os povos do mundo. Tal estilo poético influenciou de forma determinante o lirismo difundido pelos portugueses ao chegarem ao pais no século XVI.
Esta é a primeira vez que o Festival de Trovadores e Repentistas tem como sede Limoeiro do Norte. As duas primeiras edições, em 2005 e 2006, ocorreram simultaneamente nas cidades de Quixadá e Quixeramobim. Em 2007, o evento seguiu para Senador Pompeu e Farias Brito.
Sob a coordenação de Geraldo Amâncio, a quarta edição é uma realização do Instituto Internacional de Artes e Cantorias (Intercanto), com patrocínio da Chesf, Banco do Nordeste e Cagece e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Limoeiro do Norte e Ministério da Cultura, via Lei Rouanet.
Seminário
Pela manhã, o Festival discute “Novos Desafios para as Culturas Populares”, em seminário que tratará dos temas “Reflexões sobre Direitos Culturais e o Plano Nacional de Cultura” (com Gilmar Chaves – Secretário de cultura de Limoeiro do Norte – mediador; Prof. Dr. Oswald Barroso – UECE; Prof. Dr. Humberto Cunha -(UNIFOR/Comissão de Cultura da OAB/Ceará; Representante da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural/MINC); “‘Desafios’ no tempo e no espaço: a cantoria de viola no século XXI” (com Profa. Ms. Simone Oliveira de Castro - Comissão Nacional de Folclore / Comissão Cearense de Folclore - mediadora; Prof. Crispiniano Neto - Rio Grande do Norte; Prof Rodrigo de Albuquerque Marques – FECLESC/UECE); “Vale do Jaguaribe: histórias, memórias e patrimônio imaterial” (com Profa Ms. Francisca R. N. Mendes - Doutoranda em Sociologia/UFC, Comissão Cearense de Folclore / Comissão Nacional do Folclore - mediadora; Kelson Gérison Oliveira Chaves - Mestrando em Ciências Sociais/UFRN; Cleison Rabelo - Faculdade Darcy Ribeiro).
Limoeiro do Norte
Limoeiro do Norte é conhecida como “Princesa do Vale”, por estar situada entre os rios Jaguaribe e Banabuiú, no Baixo Jaguaribe. Segundo o Censo 2005, o município possui 55.474 habitantes. Com clima predominantemente seco, que varia de 24º a 35ºC, Limoeiro do Norte conta com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno seco. O intenso fluxo diário de pessoas aquece o setor de comércio, que vai de produtos alimentícios às indústrias de pré-moldados para construção civil. Outra atividade econômica que prevalece em Limoeiro é a agricultura, que movimenta anualmente cerca de R$ 50 milhões de reais. O município é, por exemplo, o maior exportador de melão do Brasil. Limoeiro também se destaca na pecuária, com produção diária de 45 mil litros de leite de gado. Além disso, a cidade é conhecida pelo artesanato local, com peças produzidas da matéria rústica do barro, da palha e do talo da carnaúba, panos, coco e até ferro velho.
PROGRAMAÇÃO GERAL
PROGRAMAÇÃO MUSICAL
Local: Praça da Matriz
Dia 10/12 - QUARTA-FEIRA
20h – Atração Local: Boi Pai do Campo (Faceira/Limoeiro do Norte)
20:30h – Abertura Oficial
20:50h - Festival de Violas 17’ para as duplas
Jonas Andrade (PB) e Gilmar Oliveira (PB)
Jorge Macedo (CE) e Cícero Vieira (CE)
Cícero Justino (CE) e Cícero Mariano (CE)
Horácio Neto (CE) e Geivan (CE)
Guilherme Calixto (CE) e Valdir de Lima (CE)
23:00h – Recital de Poesia, Aboios e Emboladas
Amâncio Aboiador
Larissa Macedo
23:20h – Atração: Batuta Nordestina
23:40h - Forró Pé de Serra
Dia 11/12 - QUINTA-FEIRA
20h – Atração Local: Som das Carnaubeiras
20:30h – Homenagens:
Cantadores: Hercílio Pinheiro (In Memorian), Dimas Mateus e D. Lúcia, Rosemberg Cariry
20:45h - Recital de Poesia, Aboios e Emboladas
Vem-vem e Beija-flor
Raudênio Lima
21:10h – Festival de Violas 17’ para as duplas
Dupla de Limoeiro
Severino Feitosa (PE) e Erasmo Ferreira (PB)
Ivanildo Vila Nova (PE) e Raimundo Caetano (PB)
Silvio Granjeiro (CE) e Mocinha de Passira (PE)
Zemilson Ferreira (CE) e Edvan Pedro (CE)
João Lourenço (PB) e Hipólito Moura (PI)
Zé Cardoso (RN) e Moacir Laurentino (PB)
23:00h – Recital de Poesia, Aboios e Emboladas
Josival Viana - canções
23:15h – Nonato Luiz
23:45h – Waldonys
Dia 12/12 - SEXTA-FEIRA
20:00h – Atração Local: Boi Quixeré
20:30h – Homenagens: Antônio Nunes de França, Antônio Nunes Fernandes, Mauricio Jatobá (Chesf), Dep. Guimarães, CAGECE, Prefeito João Dilmar da Silva
20:45h – Festival de Violas 17’ para as duplas
Dupla de Limoeiro
João Lourenço (PB) e Hipólito Moura (PI)
Zé Cardoso (RN) e Moacir Laurentino (PB)
Louro Branco (CE) e Miro Pereira (RN)
Zé Morais e Raimundo Borges (PB)
23:00h - Desafio:
Louro Branco e Mocinha de Passira
23:20h – Atração: Eugênio Leandro
23:50h – Atração Internacional: Gustavo Guichón - Argentina
00:30h – Forró Pé-de-Serra
FESTA DE SANTA LUZIA
Dia 10/12 - QUARTA-FEIRA
21h – Dupla de Cantadores
Local: Espinho
Dia 11/12 - QUINTA-FEIRA
21h – Dupla de Cantadores
Local: Bairro de Santa Luzia
SEMINÁRIO
“NOVOS DESAFIOS PARA AS CULTURAS POPULARES”
De 10 a 12/12, das 9h às 12h
Local: FAFIDAM
Dia 10 - MESA 1
Reflexões sobre Direitos Culturais e o Plano Nacional de Cultura
Mediador: Gilmar Chaves – Secretário de Cultura de Limoeiro do Norte
Palestrante: Prof. Dr. Oswald Barroso (UECE)
Palestrante: Prof. Dr. Humberto Cunha (UNIFOR/Comissão de Cultura da OAB/Ceará)
Palestrante: Representante da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural/MINC
Dia 11 - MESA 2
“Desafios” no tempo e no espaço: a cantoria de viola no século XXI
Mediadora: Profa. Ms. Simone Oliveira de Castro (Comissão Nacional de Folclore / Comissão Cearense de Folclore)
Palestrante: Prof. Crispiniano Neto (Rio Grande do Norte)
Palestrante: Prof. Rodrigo de Albuquerque Marques (FECLESC/UECE)
Dia 12 – MESA 3
Vale do Jaguaribe: histórias, memórias e patrimônio imaterial
Mediadora: Profa Ms. Francisca R. N. Mendes (Doutoranda em Sociologia/UFC, Comissão Cearense de Folclore/Comissão Nacional do Folclore)
Palestrante: Kelson Gérison Oliveira Chaves (Mestrando em Ciências Sociais/UFRN)
Palestrante: Cleison Rabelo (Faculdade Darcy Ribeiro)
OFICINAS
CORDEL
De 10 a 12/12, das 14h às 17h
Local a confirmar
Facilitadores: Rouxinol do Rinaré, Arievaldo Viana e Klévisson Viana
XILOGRAVURA
De 10 a 12/12, das 14h às 17h
Local a confirmar
Facilitadores: João Pedro, Nonato Araújo e Sérgio Magalhães
FEIRA DE ARTESANATO E CULTURA POPULAR
Barracas com artesanato, livros, cds, dvds de cantoria, literatura de cordel, arte popular, etc.
De 10 a 12/12
Local: Praça da Matriz
Limoeiro do Norte – Informações Turísticas
COMO CHEGAR
Vias de acesso
O município de Limoeiro do Norte tem acesso pelas rodovias BR-116 e CE-377. O acesso pode ser feito pela BR-116 para quem vem do Norte (Fortaleza), Oeste (São João do Jaguaribe e Morada Nova) ou Sul (Alto Jaguaribe, Cariri, outros estados). Já o acesso a Leste (Quixeré e Rio Grande do Norte) será dado pela rodovia CE-377.
Ônibus
Terminal Rodoviário Maestro Odílio Silva
Local de chegada e saída de ônibus intermunicipais e interestaduais, ligando o Município às cidades vizinhas. O principal acesso se dá para Fortaleza.
Endereço: Avenida Coronel Antônio Joaquim. Tel: (88)3423-1477
Expresso Rápido Limoeiro
Funciona no Terminal Rodoviário e realiza viagens de ônibus com destinos a Tabuleiro do Norte, Quixeré, Russas e Fortaleza, funcionando de 5h às 22h.
Endereço: Avenida Coronel Antônio Joaquim. Tel: (88)3423-1477
ONDE FICAR
Hotel Classic Hotel
Rua Cônego Bessa, n° 2453
Fone: (88)3423-3144
Hotel São Luiz
Rua Cândido José de Sousa, n°726
Fone: (88)3423-1991
Hotel e Pousada O Bezerra
Rua Manfredo de Oliveira, n° 746
Fones: (88)3423-5361/ 3423-2980
Hotel São Francisco
Rua dos Expedicionários, n° 7103
Fones: (88)3423-3086/ 3423-3715
Roma Hotel
Sítio Boa Fé, s/n - Zona Rural
Fone: (88) 3423-1123
Hotel Central
Cônego Bessa, s/n.
Fone: (88)9958-3698
VIP Hotel
Rua Cel. Serafim Chaves n° 383
Fone: (88)3423-6060
Pousada O Bastião
Rua Joaquim Evaristo Gadelha, n° 2519
Fone: (88)3423-2142/3423-2748
JERI SPORT MUSIC FESTIVAL - O encontro das artes
De 11 a 13 de dezembro, a 1ª edição do evento reúne em Jericoacoara a cantora Miúcha, DJ Dolores, campeonatos de kite e wind, além de atividades de gastronomia, artesanato, turismo, ecologia e atrações integradas à comunidade local
Uma das praias mais deslumbrantes do mundo, Jericoacoara, a cerca de 300 km de Fortaleza (Ceará), vai unir entre 11 e 13 de dezembro várias manifestações artísticas, esportivas, ecológicas e turísticas à paradisíaca natureza local. O Jeri Sport Music Festival, uma iniciativa da Associação das Pousadas de Jericoacoara (AP Jeri) com apoio total da comunidade, alia rodas de capoeira a competições radicais de Wind e Kitesurfe em Longdistance, entre shows com atrações locais e nacionais, como a cantora Miúcha e o DJ Dolores junto a sua banda. Também ganham ênfase nos três dias de encontros das artes em Jeri, mostras de artesanato, exibição de filmes, além da gastronomia regional, incentivos à economia sustentável, ações de preservação ambiental e turismo, tanto em Jericoacoara como nas adjacências.
O Jeri Sport Music Festival terá palco principal em uma grande arena montada em terreno de 4 mil m², de frente ao mar, próximo à famosa Duna do pôr-do-sol. “A idéia é gerar uma grande interação sócio-cultural e esportiva de artistas e atletas de repercussão nacional aos talentos regionais, além de contribuir para ampliar o turismo local e a conscientização ambiental. O grande mérito dessa primeira edição é já contar com a integração e participação massiva da comunidade nativa, que se mobilizou para dar total apoio”, exalta Verônica Sanger, vice-presidente da AP Jeri.
A cada dia, além de DJ local, dois shows de revelações musicais de Jeri sobem ao palco, executando referências sonoras variadas. “Selecionamos os artistas da região durante um mini-festival, que contou com a participação de freqüentadores da praia, nativos, além de produtores e formadores de opinião”, informa Aleana Duarte, produtora musical do Jeri Sport Music Festival.
Três dias de encontros das artes
Diariamente, o Jeri Sport Music Festival contará com tendas de exposição e vendas de produtos regionais, como acessórios manufaturados por artesãos, alimentação, drinques, entre outros espaços dedicados à divulgação de ações sócio-educacionais de limpeza, reciclagem do lixo, conscientização ambiental, sobre as pousadas associadas, atrações da cidade e arredores. O estilo e competência peculiares ao produtor Cláudio Silveira estarão presentes na montagem estrutural da arena central de eventos, que conta com a sua coordenação artística.
No dia 11/12 (5ª-feira), a partir das 17h30, o Jeri Sport Music Festival inicia em pleno pôr-do-sol a programação musical com aula espetáculo do Syntagma, grupo cearense que alia música de câmera antiga (medieval, renascentista e barroca) a canções nordestinas atuais. Em seguida, entre exibições de filmes sobre Jeri e sets de Lounge Music com o DJ Muzenga (Jeri), sobe ao palco às 20h40 o poprock de Larissa & Cleyber para demonstrar a diversidade dos novos talentos musicais de Jericoacoara.
No dia 12/12 (6ª-feira) às 17h30, uma roda de Capoeira com atletas da região abre a programação, intercalada por filmes de Jeri. Logo após, seguem shows de música latina com Tino & Cleyber (Jeri), entre sets Mix Brasil da DJ Renatinha (CE) com músicas brasileiras dos anos 60 até a atualidade, intercalado pela performance da jovem revelação local, a cantora Manu & banda Pulsantes com canções de MPB, samba e rock. A partir das 21h, o espetáculo ficar por conta da experiência e charme da cantora Miúcha, que entre o calor de fogueiras e a brisa marinha, mostra a musa-intérprete da Bossa Nova em repertório pelos 30 anos do ritmo musical e movimento cultural. A noite finda com um set especial do DJ cearense Gilvan Magno com o melhor da House-Music e da Eletro-Bossa.
No sábado, 13/12, o Jeri Sport Music Festival abre às 12h com as competições de longa distância em Kite e Windsurfe com cerca de 150 atletas, nas categorias masculino e feminino. A largada é na praia do Preá com percurso de 12 km até a chegada em Jericoacora, próxima ao local das apresentações e shows, levando em média de 1h30m de prova. A premiação dos primeiros colocados em cada modalidade acontece na arena de eventos, onde a partir das 17h30, o pôr-do-sol é brindado com os ecos das bandas de Jeri, Plena Consciência (reggae) e banda Prohkana (rock), entre mixagens de músicas brasileiras pela DJ Renatinha. A partir das 21h, o embalo vem da rica sonoridade internacional do DJ Dolores e Banda, que reverbera grooves e as músicas do novo álbum “1 Real”, no qual volta a trabalhar a química entre ritmos regionais e batidas eletrônicas, misturando sotaques do mundo com as tradições dos pífanos, rabeca, entre pitadas de trance e vocais em várias línguas. A noite finda com o DJ Muzenga (Jeri) em clima relaxante de música ambiente.
O Jeri Sport Music Festival 2008 é uma realização da Associação das Pousadas de Jericoacoara (AP Jeri) com apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, através das Secretarias da Cultura (Secult) e de Esportes (Sesporte) e patrocínio da cerveja Sol. O evento conta com apoios da Ypióca Red Fruits, Sebrae, Marquise, Viação Redenção, Bando de Criação, Briba Design, entre outros.
PROGRAMAÇÃO GERAL RESUMIDA
DATA: 11 de Dezembro (quinta-feira)
17:30h Início da programação na arena de eventos
17:35h Grupo Syntagma (CE)
19:00h Exibição de video
19:10h Dj Muzenga (Lounge Music - Jeri)
19:30h Exibição de video
19:40h Show Ricardo & Sons (MPB - Jeri)
20:10h Dj Muzenga (Lounge Music)
20:25h Exibição de video
20:40h Show Larisa & Cleyber (Pop rock - Jeri)
21:20h Exibição de video
21:30h Dj Muzenga (Lounge Music - Jeri) até 00:00h (Encerramento)
DATA: 12 de Dezembro (sexta-feira)
17:30h Início da programação na arena de eventos
17:35h Grupo de Capoeira (Jeri)
18:10h Vídeo Filme de Jeri
18:40h Show Tino & Cleyber (música latina - Jeri)
19:10h Dj Renatinha (CE)
19:30h Exibição de video
19:40h Cantora Manu & banda Pulsantes (MPB, samba e rock - Jeri)
20:10h Dj Renatinha (CE) 40min
20:50h Exibição de video
21:00h Show Miúcha
22:30h Dj Gilvan ( House Music e Eletro Bossa - CE)
00:00h Encerramento
DATA: 13 de Dezembro (Sábado)
12:00h Longdistance de Wind e Kite (da praia do Preá a Jeri)
17:35h Show banda Plena Consciência (reggae - Jeri)
18:05h Dj Renatinha (CE)
18:20h Exibição de video
18:30h Show banda Prohkana (Rock - Jeri)
19:00h Exibição de video
19:05h Entrega de Prêmios Kite e Wind
19:40h Exibição de video
19:50h Dj Renatinha (CE)
20:50h Exibição de video
21:00h Dj Dolores e banda (SP)
22:30h Exibição de video
22:40h Dj Muzenga (Lounge Music - Jeri)
00:00h Encerramento

Cariri cearense sedia IV Encontro Mestres do Mundo de 2 a 6 de dezembro
Um cortejo pelas ruas de Juazeiro do Norte(CE) na tarde da terça-feira, dia 2 de dezembro, marcará a abertura do IV Encontro Mestres do Mundo e do Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares, reunindo cerca de 300 Mestres da Cultura do Som, do Corpo, da Oralidade, do Sagrado e das Mãos, todos eles portadores da tradição nas diversas vertentes da cultura popular brasileira. Até o
dia 6 de dezembro, os Mestres se apresentarão e trocarão experiências sobre seus saberes e fazeres. O evento unirá em um mesmo espaço uma grande diversidade de tradições vindas de várias regiões do Brasil e de diversos países, como Peru, Colômbia, Venezuela e Peru, em encontros, oficinas e seminários, além de apresentações artísticas nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, na região do Cariri, sul do Ceará, a cerca de 560 km de Fortaleza.
Os participantes do Encontro Mestres do Mundo se concentrarão para o início do cortejo às 16 horas, na Praça Dirceu Figueiredo, em frente à Prefeitura de Juazeiro, entre batuques, danças e caracterizações das culturas populares. A abertura oficial está prevista para as 18 horas, com as presenças do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, do Governador do Ceará, Cid Ferreira Gomes, de comitiva da Secretaria de Identidade e Diversidade Cultural e dos prefeitos de Barbalha, Crato e Juazeiro do Norte. Durante o evento, será realizada ainda a cerimônia de Diplomação dos Tesouros Vivos da Cultura 2008. A noite do primeiro dia será coroada pelo encontro dos maracatus do Ceará e de Pernambuco, com apresentações das cortes dos grupos Maracatu Estrela de Ouro de Aliança (PE) e Leão Coroado (PE) e Maracatu Nação Fortaleza (CE) e, ainda, do Grupo Elumbé do Uruguai.
O IV Encontro Mestres do Mundo é uma promoção do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural, e do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio do Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC).
A programação do evento reserva três momentos distintos diariamente. As manhãs são dedicadas às Rodas de Mestres, um diálogo entre os mestres (locais, regionais, nacionais e internacionais) sobre suas tradições, percepções e vivências. Este é o momento mais singular do Encontro, já que ali os mestres são apresentados uns aos outros e passam a interagir e aprender com as semelhanças e diferenças culturais. Os mestres serão divididos em dez rodas de som, corpo, oralidade, sagrado e mãos, mediadas por um especialista ou pesquisador da área afim. Esta programação será realizada de 3 a 6 de dezembro, sempre a partir das 9 horas, no Crato Tênis Clube.
No período da tarde, a partir das 14 horas, no Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, será realizado o Seminários Nacional de Culturas Populares. Este momento é o aporte teórico e reflexão metodológica sobre os saberes e os fazeres dos Mestres, em seus variados campos de atuação. Serão montadas mesas de apresentação de experiências, cases e vivência de Mestres, instituições, pesquisadores e organizações reconhecidas pelo Ministério da Cultura no prêmio Cultura Populares.
As noites serão dedicadas às apresentações artísticas voltadas ao público. A partir das 18 horas, o Território Livre é aberto às apresentações espontâneas, coletivas ou individuais, onde mestres e outros artistas populares fazem uso do palco à vontade. Já na praça da Igreja Nossa Senhora do Socorro, uma grande arena será montada como palco principal. Ali, os mestres têm encontro marcado com o público. A organização do evento estima que cerca de 80 mil pessoas assistirão as apresentações durante todos os dias do encontro. As noites serão temáticas: maracatu, violas e cocos de diversas regiões estão programados para se misturarem com apresentação de outras partes do Brasil e de outros países.
Os festejos noturnos também se estendem em três noites do evento. Nos dias 3, 4 e 5 de dezembro, será realizado o Mestre Convida, uma programação paralela na casa de três mestres da região. Mestra Tatai (Juazeiro do Norte), Mestre Aldenir (Crato) e Mestre Joaquim Mulato (Barbalha), diplomados pelo Governo do Estado como Mestres da Cultura Popular do Ceará, recebem convidados em suas casas, mostrando in loco seus costumes e tradições. Esta programação está destinada aos mestres convidados do encontro.
• IV Encontro Mestres do Mundo
Local: Juazeiro do Norte/CE
Data: 2 a 6 de dezembro
Informações: (85) 3262. 5011 – 3262.0841
No palco, nomes como Nonato Luiz, Waldonys e o uruguaio residente na Argentina, Gustavo Guichón, se juntam a artistas populares do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco e Piauí na valorização, fortalecimento e preservação das culturas populares regionais tradicionais.
Idealizado pelo cineasta Rosemberg Cariry, o Festival defende a "diversidade e a reciprocidade" e propõe o verdadeiro e benéfico significado da pala
Esta é a primeira vez que o Festival de Trovadores e Repentistas tem como sede Limoeiro do Norte. As duas primeiras edições, em 2005 e 2006, ocorreram simultaneamente nas cidades de Quixadá e Quixeramobim. Em 2007, o evento seguiu para Senador Pompeu e Farias Brito.
Sob a coordenação de Geraldo Amâncio, a quarta edição é uma realização do Instituto Internacional de Artes e Cantorias (Intercanto), com patrocínio da Chesf, Banco do Nordeste e Cagece e apoio institucional da Prefeitura Municipal de Limoeiro do Norte e Ministério da Cultura, via Lei Rouanet.
Seminário
Pela manhã, o Festival discute “Novos Desafios para as Culturas Populares”, em seminário que tratará dos temas “Reflexões sobre Direitos Culturais e o Plano Nacional de Cultura” (com Gilmar Chaves – Secretário de cultura de Limoeiro do Norte – mediador; Prof. Dr. Oswald Barroso – UECE; Prof. Dr. Humberto Cunha -(UNIFOR/Comissão de Cultura da OAB/Ceará; Representante da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural/MINC); “‘Desafios’ no tempo e no espaço: a cantoria de viola no século XXI” (com Profa. Ms. Simone Oliveira de Castro - Comissão Nacional de Folclore / Comissão Cearense de Folclore - mediadora; Prof. Crispiniano Neto - Rio Grande do Norte; Prof Rodrigo de Albuquerque Marques – FECLESC/UECE); “Vale do Jaguaribe: histórias, memórias e patrimônio imaterial” (com Profa Ms. Francisca R. N. Mendes - Doutoranda em Sociologia/UFC, Comissão Cearense de Folclore / Comissão Nacional do Folclore - mediadora; Kelson Gérison Oliveira Chaves - Mestrando em Ciências Sociais/UFRN; Cleison Rabelo - Faculdade Darcy Ribeiro).Limoeiro do Norte
Limoeiro do Norte é conhecida como “Princesa do Vale”, por estar situada entre os rios Jaguaribe e Banabuiú, no Baixo Jaguaribe. Segundo o Censo 2005, o município possui 55.474 habitantes. Com clima predominantemente seco, que varia de 24º a 35ºC, Limoeiro do Norte conta com duas estações bem definidas: verão chuvoso e inverno seco. O intenso fluxo diário de pessoas aquece o setor de comércio, que vai de produtos alimentícios às indústrias de pré-moldados para construção civil. Outra atividade econômica que prevalece em Limoeiro é a agricultura, que movimenta anualmente cerca de R$ 50 milhões de reais. O município é, por exemplo, o maior exportador de melão do Brasil. Limoeiro também se destaca na pecuária, com produção diária de 45 mil litros de leite de gado. Além disso, a cidade é conhecida pelo artesanato local, com peças produzidas da matéria rústica do barro, da palha e do talo da carnaúba, panos, coco e até ferro velho.
PROGRAMAÇÃO GERAL
PROGRAMAÇÃO MUSICAL
Local: Praça da Matriz
Dia 10/12 - QUARTA-FEIRA
20h – Atração Local: Boi Pai do Campo (Faceira/Limoeiro do Norte)
20:30h – Abertura Oficial
20:50h - Festival de Violas 17’ para as duplas
Jonas Andrade (PB) e Gilmar Oliveira (PB)
Jorge Macedo (CE) e Cícero Vieira (CE)
Cícero Justino (CE) e Cícero Mariano (CE)
Horácio Neto (CE) e Geivan (CE)
Guilherme Calixto (CE) e Valdir de Lima (CE)
23:00h – Recital de Poesia, Aboios e Emboladas
Amâncio Aboiador
Larissa Macedo
23:20h – Atração: Batuta Nordestina
23:40h - Forró Pé de Serra
Dia 11/12 - QUINTA-FEIRA
20h – Atração Local: Som das Carnaubeiras
20:30h – Homenagens:
Cantadores: Hercílio Pinheiro (In Memorian), Dimas Mateus e D. Lúcia, Rosemberg Cariry
20:45h - Recital de Poesia, Aboios e Emboladas
Vem-vem e Beija-flor
Raudênio Lima
21:10h – Festival de Violas 17’ para as duplas
Dupla de Limoeiro
Severino Feitosa (PE) e Erasmo Ferreira (PB)
Ivanildo Vila Nova (PE) e Raimundo Caetano (PB)
Silvio Granjeiro (CE) e Mocinha de Passira (PE)
Zemilson Ferreira (CE) e Edvan Pedro (CE)
João Lourenço (PB) e Hipólito Moura (PI)
Zé Cardoso (RN) e Moacir Laurentino (PB)
23:00h – Recital de Poesia, Aboios e Emboladas
Josival Viana - canções
23:15h – Nonato Luiz
23:45h – Waldonys
Dia 12/12 - SEXTA-FEIRA
20:00h – Atração Local: Boi Quixeré
20:30h – Homenagens: Antônio Nunes de França, Antônio Nunes Fernandes, Mauricio Jatobá (Chesf), Dep. Guimarães, CAGECE, Prefeito João Dilmar da Silva
20:45h – Festival de Violas 17’ para as duplas
Dupla de Limoeiro
João Lourenço (PB) e Hipólito Moura (PI)
Zé Cardoso (RN) e Moacir Laurentino (PB)
Louro Branco (CE) e Miro Pereira (RN)
Zé Morais e Raimundo Borges (PB)
23:00h - Desafio:
Louro Branco e Mocinha de Passira
23:20h – Atração: Eugênio Leandro
23:50h – Atração Internacional: Gustavo Guichón - Argentina
00:30h – Forró Pé-de-Serra
FESTA DE SANTA LUZIA
Dia 10/12 - QUARTA-FEIRA
21h – Dupla de Cantadores
Local: Espinho
Dia 11/12 - QUINTA-FEIRA
21h – Dupla de Cantadores
Local: Bairro de Santa Luzia
SEMINÁRIO
“NOVOS DESAFIOS PARA AS CULTURAS POPULARES”
De 10 a 12/12, das 9h às 12h
Local: FAFIDAM
Dia 10 - MESA 1
Reflexões sobre Direitos Culturais e o Plano Nacional de Cultura
Mediador: Gilmar Chaves – Secretário de Cultura de Limoeiro do Norte
Palestrante: Prof. Dr. Oswald Barroso (UECE)
Palestrante: Prof. Dr. Humberto Cunha (UNIFOR/Comissão de Cultura da OAB/Ceará)
Palestrante: Representante da Secretaria da Identidade e da Diversidade Cultural/MINC
Dia 11 - MESA 2
“Desafios” no tempo e no espaço: a cantoria de viola no século XXI
Mediadora: Profa. Ms. Simone Oliveira de Castro (Comissão Nacional de Folclore / Comissão Cearense de Folclore)
Palestrante: Prof. Crispiniano Neto (Rio Grande do Norte)
Palestrante: Prof. Rodrigo de Albuquerque Marques (FECLESC/UECE)
Dia 12 – MESA 3
Vale do Jaguaribe: histórias, memórias e patrimônio imaterial
Mediadora: Profa Ms. Francisca R. N. Mendes (Doutoranda em Sociologia/UFC, Comissão Cearense de Folclore/Comissão Nacional do Folclore)
Palestrante: Kelson Gérison Oliveira Chaves (Mestrando em Ciências Sociais/UFRN)
Palestrante: Cleison Rabelo (Faculdade Darcy Ribeiro)
OFICINAS
CORDEL
De 10 a 12/12, das 14h às 17h
Local a confirmar
Facilitadores: Rouxinol do Rinaré, Arievaldo Viana e Klévisson Viana
XILOGRAVURA
De 10 a 12/12, das 14h às 17h
Local a confirmar
Facilitadores: João Pedro, Nonato Araújo e Sérgio Magalhães
FEIRA DE ARTESANATO E CULTURA POPULAR
Barracas com artesanato, livros, cds, dvds de cantoria, literatura de cordel, arte popular, etc.
De 10 a 12/12
Local: Praça da Matriz
Limoeiro do Norte – Informações Turísticas
COMO CHEGAR
Vias de acesso
O município de Limoeiro do Norte tem acesso pelas rodovias BR-116 e CE-377. O acesso pode ser feito pela BR-116 para quem vem do Norte (Fortaleza), Oeste (São João do Jaguaribe e Morada Nova) ou Sul (Alto Jaguaribe, Cariri, outros estados). Já o acesso a Leste (Quixeré e Rio Grande do Norte) será dado pela rodovia CE-377.
Ônibus
Terminal Rodoviário Maestro Odílio Silva
Local de chegada e saída de ônibus intermunicipais e interestaduais, ligando o Município às cidades vizinhas. O principal acesso se dá para Fortaleza.
Endereço: Avenida Coronel Antônio Joaquim. Tel: (88)3423-1477
Expresso Rápido Limoeiro
Funciona no Terminal Rodoviário e realiza viagens de ônibus com destinos a Tabuleiro do Norte, Quixeré, Russas e Fortaleza, funcionando de 5h às 22h.
Endereço: Avenida Coronel Antônio Joaquim. Tel: (88)3423-1477
ONDE FICAR
Hotel Classic Hotel
Rua Cônego Bessa, n° 2453
Fone: (88)3423-3144
Hotel São Luiz
Rua Cândido José de Sousa, n°726
Fone: (88)3423-1991
Hotel e Pousada O Bezerra
Rua Manfredo de Oliveira, n° 746
Fones: (88)3423-5361/ 3423-2980
Hotel São Francisco
Rua dos Expedicionários, n° 7103
Fones: (88)3423-3086/ 3423-3715
Roma Hotel
Sítio Boa Fé, s/n - Zona Rural
Fone: (88) 3423-1123
Hotel Central
Cônego Bessa, s/n.
Fone: (88)9958-3698
VIP Hotel
Rua Cel. Serafim Chaves n° 383
Fone: (88)3423-6060
Pousada O Bastião
Rua Joaquim Evaristo Gadelha, n° 2519
Fone: (88)3423-2142/3423-2748
JERI SPORT MUSIC FESTIVAL - O encontro das artes
De 11 a 13 de dezembro, a 1ª edição do evento reúne em Jericoacoara a cantora Miúcha, DJ Dolores, campeonatos de kite e wind, além de atividades de gastronomia, artesanato, turismo, ecologia e atrações integradas à comunidade localUma das praias mais deslumbrantes do mundo, Jericoacoara, a cerca de 300 km de Fortaleza (Ceará), vai unir entre 11 e 13 de dezembro várias manifestações artísticas, esportivas, ecológicas e turísticas à paradisíaca natureza local. O Jeri Sport Music Festival, uma iniciativa da Associação das Pousadas de Jericoacoara (AP Jeri) com apoio total da comunidade, alia rodas de capoeira a competições radicais de Wind e Kitesurfe em Longdistance, entre shows com atrações locais e nacionais, como a cantora Miúcha e o DJ Dolores junto a sua banda. Também ganham ênfase nos três dias de encontros das artes em Jeri, mostras de artesanato, exibição de filmes, além da gastronomia regional, incentivos à economia sustentável, ações de preservação ambiental e turismo, tanto em Jericoacoara como nas adjacências.
O Jeri Sport Music Festival terá palco principal em uma grande arena montada em terreno de 4 mil m², de frente ao mar, próximo à famosa Duna do pôr-do-sol. “A idéia é gerar uma grande interação sócio-cultural e esportiva de artistas e atletas de repercussão nacional aos talentos regionais, além de contribuir para ampliar o turismo local e a conscientização ambiental. O grande mérito dessa primeira edição é já contar com a integração e participação massiva da comunidade nativa, que se mobilizou para dar total apoio”, exalta Verônica Sanger, vice-presidente da AP Jeri.
A cada dia, além de DJ local, dois shows de revelações musicais de Jeri sobem ao palco, executando referências sonoras variadas. “Selecionamos os artistas da região durante um mini-festival, que contou com a participação de freqüentadores da praia, nativos, além de produtores e formadores de opinião”, informa Aleana Duarte, produtora musical do Jeri Sport Music Festival.
Três dias de encontros das artes
Diariamente, o Jeri Sport Music Festival contará com tendas de exposição e vendas de produtos regionais, como acessórios manufaturados por artesãos, alimentação, drinques, entre outros espaços dedicados à divulgação de ações sócio-educacionais de limpeza, reciclagem do lixo, conscientização ambiental, sobre as pousadas associadas, atrações da cidade e arredores. O estilo e competência peculiares ao produtor Cláudio Silveira estarão presentes na montagem estrutural da arena central de eventos, que conta com a sua coordenação artística.
No dia 11/12 (5ª-feira), a partir das 17h30, o Jeri Sport Music Festival inicia em pleno pôr-do-sol a programação musical com aula espetáculo do Syntagma, grupo cearense que alia música de câmera antiga (medieval, renascentista e barroca) a canções nordestinas atuais. Em seguida, entre exibições de filmes sobre Jeri e sets de Lounge Music com o DJ Muzenga (Jeri), sobe ao palco às 20h40 o poprock de Larissa & Cleyber para demonstrar a diversidade dos novos talentos musicais de Jericoacoara.
No dia 12/12 (6ª-feira) às 17h30, uma roda de Capoeira com atletas da região abre a programação, intercalada por filmes de Jeri. Logo após, seguem shows de música latina com Tino & Cleyber (Jeri), entre sets Mix Brasil da DJ Renatinha (CE) com músicas brasileiras dos anos 60 até a atualidade, intercalado pela performance da jovem revelação local, a cantora Manu & banda Pulsantes com canções de MPB, samba e rock. A partir das 21h, o espetáculo ficar por conta da experiência e charme da cantora Miúcha, que entre o calor de fogueiras e a brisa marinha, mostra a musa-intérprete da Bossa Nova em repertório pelos 30 anos do ritmo musical e movimento cultural. A noite finda com um set especial do DJ cearense Gilvan Magno com o melhor da House-Music e da Eletro-Bossa.
No sábado, 13/12, o Jeri Sport Music Festival abre às 12h com as competições de longa distância em Kite e Windsurfe com cerca de 150 atletas, nas categorias masculino e feminino. A largada é na praia do Preá com percurso de 12 km até a chegada em Jericoacora, próxima ao local das apresentações e shows, levando em média de 1h30m de prova. A premiação dos primeiros colocados em cada modalidade acontece na arena de eventos, onde a partir das 17h30, o pôr-do-sol é brindado com os ecos das bandas de Jeri, Plena Consciência (reggae) e banda Prohkana (rock), entre mixagens de músicas brasileiras pela DJ Renatinha. A partir das 21h, o embalo vem da rica sonoridade internacional do DJ Dolores e Banda, que reverbera grooves e as músicas do novo álbum “1 Real”, no qual volta a trabalhar a química entre ritmos regionais e batidas eletrônicas, misturando sotaques do mundo com as tradições dos pífanos, rabeca, entre pitadas de trance e vocais em várias línguas. A noite finda com o DJ Muzenga (Jeri) em clima relaxante de música ambiente.
O Jeri Sport Music Festival 2008 é uma realização da Associação das Pousadas de Jericoacoara (AP Jeri) com apoio institucional do Governo do Estado do Ceará, através das Secretarias da Cultura (Secult) e de Esportes (Sesporte) e patrocínio da cerveja Sol. O evento conta com apoios da Ypióca Red Fruits, Sebrae, Marquise, Viação Redenção, Bando de Criação, Briba Design, entre outros.
PROGRAMAÇÃO GERAL RESUMIDA
DATA: 11 de Dezembro (quinta-feira)
17:30h Início da programação na arena de eventos
17:35h Grupo Syntagma (CE)
19:00h Exibição de video
19:10h Dj Muzenga (Lounge Music - Jeri)
19:30h Exibição de video
19:40h Show Ricardo & Sons (MPB - Jeri)
20:10h Dj Muzenga (Lounge Music)
20:25h Exibição de video
20:40h Show Larisa & Cleyber (Pop rock - Jeri)
21:20h Exibição de video
21:30h Dj Muzenga (Lounge Music - Jeri) até 00:00h (Encerramento)
DATA: 12 de Dezembro (sexta-feira)
17:30h Início da programação na arena de eventos
17:35h Grupo de Capoeira (Jeri)
18:10h Vídeo Filme de Jeri
18:40h Show Tino & Cleyber (música latina - Jeri)
19:10h Dj Renatinha (CE)
19:30h Exibição de video
19:40h Cantora Manu & banda Pulsantes (MPB, samba e rock - Jeri)
20:10h Dj Renatinha (CE) 40min
20:50h Exibição de video
21:00h Show Miúcha
22:30h Dj Gilvan ( House Music e Eletro Bossa - CE)
00:00h Encerramento
DATA: 13 de Dezembro (Sábado)
12:00h Longdistance de Wind e Kite (da praia do Preá a Jeri)
17:35h Show banda Plena Consciência (reggae - Jeri)
18:05h Dj Renatinha (CE)
18:20h Exibição de video
18:30h Show banda Prohkana (Rock - Jeri)
19:00h Exibição de video
19:05h Entrega de Prêmios Kite e Wind
19:40h Exibição de video
19:50h Dj Renatinha (CE)
20:50h Exibição de video
21:00h Dj Dolores e banda (SP)
22:30h Exibição de video
22:40h Dj Muzenga (Lounge Music - Jeri)
00:00h Encerramento

Cariri cearense sedia IV Encontro Mestres do Mundo de 2 a 6 de dezembro
Um cortejo pelas ruas de Juazeiro do Norte(CE) na tarde da terça-feira, dia 2 de dezembro, marcará a abertura do IV Encontro Mestres do Mundo e do Seminário Nacional de Políticas Públicas para as Culturas Populares, reunindo cerca de 300 Mestres da Cultura do Som, do Corpo, da Oralidade, do Sagrado e das Mãos, todos eles portadores da tradição nas diversas vertentes da cultura popular brasileira. Até o
dia 6 de dezembro, os Mestres se apresentarão e trocarão experiências sobre seus saberes e fazeres. O evento unirá em um mesmo espaço uma grande diversidade de tradições vindas de várias regiões do Brasil e de diversos países, como Peru, Colômbia, Venezuela e Peru, em encontros, oficinas e seminários, além de apresentações artísticas nos municípios de Juazeiro do Norte, Crato e Barbalha, na região do Cariri, sul do Ceará, a cerca de 560 km de Fortaleza.
Os participantes do Encontro Mestres do Mundo se concentrarão para o início do cortejo às 16 horas, na Praça Dirceu Figueiredo, em frente à Prefeitura de Juazeiro, entre batuques, danças e caracterizações das culturas populares. A abertura oficial está prevista para as 18 horas, com as presenças do Ministro da Cultura, Juca Ferreira, do Governador do Ceará, Cid Ferreira Gomes, de comitiva da Secretaria de Identidade e Diversidade Cultural e dos prefeitos de Barbalha, Crato e Juazeiro do Norte. Durante o evento, será realizada ainda a cerimônia de Diplomação dos Tesouros Vivos da Cultura 2008. A noite do primeiro dia será coroada pelo encontro dos maracatus do Ceará e de Pernambuco, com apresentações das cortes dos grupos Maracatu Estrela de Ouro de Aliança (PE) e Leão Coroado (PE) e Maracatu Nação Fortaleza (CE) e, ainda, do Grupo Elumbé do Uruguai.O IV Encontro Mestres do Mundo é uma promoção do Ministério da Cultura, por meio da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural, e do Governo do Estado do Ceará, por meio da Secretaria da Cultura (Secult), com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e apoio do Instituto de Arte e Cultura do Ceará (IACC).
A programação do evento reserva três momentos distintos diariamente. As manhãs são dedicadas às Rodas de Mestres, um diálogo entre os mestres (locais, regionais, nacionais e internacionais) sobre suas tradições, percepções e vivências. Este é o momento mais singular do Encontro, já que ali os mestres são apresentados uns aos outros e passam a interagir e aprender com as semelhanças e diferenças culturais. Os mestres serão divididos em dez rodas de som, corpo, oralidade, sagrado e mãos, mediadas por um especialista ou pesquisador da área afim. Esta programação será realizada de 3 a 6 de dezembro, sempre a partir das 9 horas, no Crato Tênis Clube.
No período da tarde, a partir das 14 horas, no Memorial Padre Cícero, em Juazeiro do Norte, será realizado o Seminários Nacional de Culturas Populares. Este momento é o aporte teórico e reflexão metodológica sobre os saberes e os fazeres dos Mestres, em seus variados campos de atuação. Serão montadas mesas de apresentação de experiências, cases e vivência de Mestres, instituições, pesquisadores e organizações reconhecidas pelo Ministério da Cultura no prêmio Cultura Populares.
As noites serão dedicadas às apresentações artísticas voltadas ao público. A partir das 18 horas, o Território Livre é aberto às apresentações espontâneas, coletivas ou individuais, onde mestres e outros artistas populares fazem uso do palco à vontade. Já na praça da Igreja Nossa Senhora do Socorro, uma grande arena será montada como palco principal. Ali, os mestres têm encontro marcado com o público. A organização do evento estima que cerca de 80 mil pessoas assistirão as apresentações durante todos os dias do encontro. As noites serão temáticas: maracatu, violas e cocos de diversas regiões estão programados para se misturarem com apresentação de outras partes do Brasil e de outros países.
Os festejos noturnos também se estendem em três noites do evento. Nos dias 3, 4 e 5 de dezembro, será realizado o Mestre Convida, uma programação paralela na casa de três mestres da região. Mestra Tatai (Juazeiro do Norte), Mestre Aldenir (Crato) e Mestre Joaquim Mulato (Barbalha), diplomados pelo Governo do Estado como Mestres da Cultura Popular do Ceará, recebem convidados em suas casas, mostrando in loco seus costumes e tradições. Esta programação está destinada aos mestres convidados do encontro.
• IV Encontro Mestres do Mundo
Local: Juazeiro do Norte/CE
Data: 2 a 6 de dezembro
Informações: (85) 3262. 5011 – 3262.0841
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