LIVROS - NÃO-FICÇÃO



Lançamento: análise esportiva

Livro une Psicologia e as Ciências do Esporte


Vivemos um momento em que o esporte e a atividade física ocupam cada vez mais espaço na vida das pessoas. Os estudos na área têm aumentado significativamente no início do século XXI, impulsionados pelas mais recentes descobertas científicas. A Psicologia do Esporte é uma das áreas em evidência e que mais se desenvolvem na atualidade em consonância com as Ciências do Esporte. “Psicologia e Ciências do Esporte”, do autor Gilberto Gaertner (Juruá Editora), apresenta artigos de autores reconhecidos em suas respectivas áreas de atuação e aproxima a Psicologia com as Ciências do Esporte. Os assuntos abordados estão imersos no campo esportivo e tratam da sociologia, psicologia, overtraining, liderança, agressividade, auto-eficácia, fluxo, inteligência emocional, concentração, meditação, treinamento desportivo, indicadores fisiológicos, powerlifting, metaexperiências no esporte, conhecimento dos treinadores, entre outros.
“O objetivo do livro é integrar o conhecimento da Psicologia do Esporte com as Ciências do Esporte, visando a interdisciplinariedade como foco de análise”, explica o psicólogo Gaertner, que é doutorando em atividade física, esporte e lazer. Um dos diferenciais do livro é a visão multiprofissional, que interessa tanto a psicólogos do esporte e educadores físicos, como a treinadores e atletas. Outro destaque é que tanto o organizador como os colaboradores têm uma sólida formação acadêmica conjugada com larga experiência aplicada. Todos os temas são bem atuais e um dos destaques é a aplicação da meditação dentro do campo esportivo.*** 3 ESTRELAS / BOM




Luiz Carlos Lacerda lança no Festival For Rainbow o livro “Cinema e Prazer”

O livro “Prazer e Cinema” sobre o cineasta Luiz Carlos Lacerda lançou no Cine São Luiz, logo antes de uma das sessões da Mostra Autoral, com a presença de Lacerda. O livro “Prazer & Cinema” foi escrito por Alfredo Sternheim, um dos diretores da chamada “Boca do Lixo”, em São Paulo. Em sua carreira, dirigiu 24 longas e 14 curtas. Dentre seus filmes, estão "Paixão na Praia" (1971), "Anjo Loiro" (1973), "Lucíola, o Anjo Pecador" (1975), "Corpo Devasso" (1980), "Violência na Carne" (1980), "Brisas do Amor" (1982), e "Tensão e Desejo" (1983). Sternheim é também jornalista e publicou, em 2005, "Cinema da Boca - Dicionário de Diretores".
Até amanhã, no Sesc Iracema, a partir das 16h30 o público pode conhecer as produções deste cineasta que, desde a década de 50 ajudava a financiar filmes. Lacerda começou na carreira como assistente de direção no filme “Onde a Terra Começava” de Ruy Santos. De lá para cá, já foi diretor, roteirista e dirigiru filmes publicitários, seriados e novelas para a TV. Atualmente Lacerda é professor do curso de cinema da Universidade Estácio de Sá e colaborador de novelas na TV Record.
A última direção de Luiz Carlos Lacerda foi em 1997 com o filme "For All – O Trampolim da Vitória". A história, em estilo chanchada, aborda a presença do exército americano na cidade de Natal durante a Segunda Guerra Mundial.


As palavras e a vontade de Deus segundo
os judeus, cristãos e muçulmanos


De que forma as escrituras influenciam a vida de cristão, judeus e muçulmanos? Como esses povos compreendem e praticam a palavra de Deus? A moral dos homens é, de fato, elaborada a partir da palavra divina? E como cada religião lida com questões complexas como a vida após a morte?

As três maiores religiões monoteístas – judaica, cristã e islâmica – estão intimamente ligadas. Porém, embora partilhem um vasto leque de história, tradições e ideologia, não conseguem se entender em pontos essenciais. Livro denso e revelador, escrito de forma clara, Os monoteístas: as palavras e a vontade de Deus, lançado no Brasil pela Editora Contexto, é uma obra recheada de preciosas análises. O autor, um dos maiores especialistas em fés monoteístas do mundo, o historiador F. E. Peters, detalha a vida interna destas três comunidades que cultuam um único Deus, o espírito que as anima e as regula.

Peters se ocupa em mostrar a evolução daquelas que são consideradas as verdades religiosas, desde a confecção até a cristalização das Escrituras, suas interpretações oficiais ou tradicionais, assim como eventuais ramificações e desvios de rumo, como as heresias. Nessa linha, o livro dá a palavra aos grandes “explicadores”, como Maimônides, Agostinho e Ibn Khaldun, assim como revela as formas encontradas pelas pessoas para seguir as palavras divinas e ensiná-las.

Nesse segundo volume sobre as três religiões monoteístas, o autor compara noções e conceitos como: pecado, paraíso/céu/inferno/purgatório, anjos, demônios, messias, santos ou outros intermediários, possibilidades e limites da ação humana, o Fim dos Tempos, os castigos e as recompensas. Os monoteístas fala ainda dos cultos e das principais festas religiosas, das liturgias, dos ídolos e das representações, de algumas devoções “oficiais” e de crenças populares. E também das diferenças.

A luta entre os monoteístas, lembra o autor, é uma briga pela herança, cada um deles se declarando o mais fiel herdeiro. Mas, no final das contas, judeus, cristãos e muçulmanos são parentes, todos descendentes de Abraão. Livro denso e revelador, mas claro e de leitura agradável, Os monoteístas: as palavras e a vontade de Deus é uma obra recheada de preciosas análises. Já nasce como leitura essencial a todos os interessados no tema, desde religiosos e historiadores a estudiosos das relações internacionais e sociólogos.

Conheça também – Os monoteístas – volume 1: os povos de Deus conta a origem e o desenvolvimento dos três sistemas religiosos, descreve a sua organização sociopolítica e analisa a relação entre Igreja e Estado. É interessante observar as formas com que cada religião apresenta sua filosofia, solicita rituais de seus praticantes e se relaciona com o poder, com o qual, por vezes, se identifica.

F. E. Peters é professor de História, Estudos Religiosos e Oriente Médio na New York University. É considerado um dos maiores especialistas nas fés monoteístas. Em 2003 o livro Os monoteístas – volume 1: os povos de Deus, publicado pela Editora Contexto, foi escolhido como o melhor na categoria Profissional, Educacional e Religião, pela Associação Americana de Editores.

Serviço
Livro: Os monoteístas – volume 2: as palavras e a vontade de Deus
Autor: F. E. Peters
472 páginas
Preço: R$ 59,00
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Colombo, a Inquisição e a derrota dos mouros


"Os cães do senhor" foi um dos livros de não-ficção mais bem-sucedidos nos Estados Unidos na primeira metade desta década, tendo permanecido quase um ano na lista de best sellers do New York Times

“Cativante e muito acessível.” - The Washington Post

“Em uma prosa vigorosa, livre de jargões acadêmicos, Reston dá vida ao conflito entre católicos e muçulmanos e mostra como esse embate ainda ressoa nos dias de hoje.” - USA Today

“Um retrato muito interessante da Espanha no século XV. Poucas vezes a história medieval pareceu tão indispensável.” - Kirkus Reviews

“Interessante, cuidadoso e complexo, analisa uma era muito mal compreendida.” - Publishers Weekly


OS CÃES DO SENHOR, de James Reston, foi um dos livros de não-ficção mais bem-sucedidos nos Estados Unidos na primeira metade desta década, tendo permanecido quase um ano na lista de best sellers do New York Times. Uma obra referencial para a compreensão dos terríveis métodos e objetivos da Inquisição na Espanha e para entender os ecos desse conflito no mundo de hoje (os islâmicos que fizeram a atrocidade em Madri procuraram justificar seus assassinatos em massa, pelo menos em parte, ao invocar a derrota dos ancestrais mouros, por exemplo).

Na tentativa de consolidar o poder na península Ibérica e se libertar da influência do Vaticano, o rei Fernando e a rainha Isabel recorrem ao padre Tomás de Torquemada, membro da ordem dos dominicanos. Torquemada propõe a criação de uma Inquisição para aumentar a autoridade dos monarcas na Espanha e fortalecê-los para a iminente guerra contra os mouros em Granada. Quando Granada é conquistada, milhares de muçulmanos recebem a opção de se converter ao cristianismo para evitar a morte ou o exílio. Torquemada, em seguida, direciona sua fúria aos judeus espanhóis, dando-lhes a mesma escolha cruel. No final, mais de 120 mil judeus deixam sua terra de origem.

OS CÃES DO SENHOR discorre sobre este que é um dos períodos mais brutais da história. Com caracterizações ricas dos personagens centrais e descrições impressionantes da bela península Ibérica, a vigorosa narrativa de James Reston, Jr. nos traz em detalhes todos os horrores da Inquisição. O livro também retrata uma época em que as ambições políticas e religiosas abriram caminho para a construção da Europa moderna. Fernando e Isabel, ao solidificar o controle sobre a península Ibérica, previram a criação do Estado moderno, com um poder centralizado e o senso coletivo de identidade.

Reston, no entanto, vai além dos feitos catastróficos de 1492, captando todo o arrebatamento das explorações e a promessa para os tempos futuros, nascida no mesmo ano. Depois de garantir o controle das questões políticas na Espanha, o casal real volta-se ao Novo Mundo e à criação de um império - com a ajuda de um jovem navegador chamado Cristóvão Colombo.

James Reston, Jr. é autor de vários livros, incluindo Warriors of God, The Last Apocalypse e Galileo: A Life. Escreve ainda com freqüência para as revistas The New Yorker, Esquire, Vanity Fair, Time e Rolling Stone, entre outras. Vive em Chevy Chase, Maryland.

OS CÃES DO SENHOR
Colombo, a Inquisição e a derrota dos mouros
James Reston, Jr.
(Dogs of god)
Tradução de Marcelo Ferroni
Revisão técnica de Paloma Roriz Espínola
Editora Record
364 páginas
Preço: R$ 48,00
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Um guia pelos muitos enigmas apresentados no Novo Testamento

Em Quem é quem na época de Jesus, Geza Vermes organiza uma coleção de biografias indispensáveis à compreensão do período

Um dos mais respeitados estudiosos de Jesus e dos Evangelhos, Geza Vermes apresenta um verdadeiro “quem é quem” dos contemporâneos do Messias. Com verbetes claros e concisos, QUEM É QUEM NA ÈPOCA DE JESUS traz a biografia de personagens bíblicos. Por meio desses retratos, Vermes recria um mundo povoado por grupos antagônicos - gregos, judeus e romanos - e explica o surgimento de um novo judaísmo e, por fim, do próprio cristianismo.
Especialista nos Manuscritos do Mar Morto e história do cristianismo, Vermes é o guia perfeito para conduzir o leitor pelos muitos enigmas apresentados no Novo Testamento. Essa abordagem multifacetada da época de Jesus consegue criar uma nova e inesperada perspectiva. Aqui, o autor trata personalidades do Novo Testamento, das obras de autores judaicos, do século I, da literatura rabínica e de fontes da história greco-romana.
Em entradas claras e concisas, QUEM É QUEM NA ÈPOCA DE JESUS lista imperadores e estadistas romanos, soberanos judeus/herodianos, governadores romanos da Judéia, governadores romanos da Síria, sumos sacerdotes judeus, mulheres de destaque, rabinos, carismáticos e ascetas judeus, revolucionários judeus, escritores e personalidades do Novo Testamento. O livro traz, ainda, mapas, árvores genealógicas e é ilustrado por sóbrios artefatos antigos: estátuas, moedas, construções e inscrições. Mais próximos da realidade do que os belos mosaicos medievais.
Ao apresentar retratos convincentes de figuras como Jesus, João Batista, Pôncio Pilatos, Herodes e também de líderes helenísticos e judaicos em geral ignorados pela Bíblia, Geza Vermes reexamina uma história repleta de mitos, fabricações e mal-entendidos, aproximando-se tanto quanto é possível do verdadeiro contexto da Jerusalém de dois milênios atrás.
Geza Vermes nasceu na Hungria, em 1924, numa família judaica, mas foi criado como cristão, retornando depois a suas raízes. Formou-se nas universidades de Louvain e Budapeste. Professor emérito da Universidade de Oxford, onde leciona estudos judaicos, é considerado um dos maiores especialistas acadêmicos sobre Manuscritos do Mar Morto e história do cristianismo. Membro da British Academy e da European Academy of Arts, Sciences and Humanities, publicou, entre outras obras, As várias faces de Jesus, O autêntico evangelho de Jesus, A Paixão e Natividade.

QUEM É QUEM NA ÉPOCA DE JESUS
(Who’s who in the age of Jesus)
Geza Vermes
Tradução de Alexandre Martins
Revisão técnica de Marcos de Castro
Editora Record
308 páginas
Preço: R$ 48,00
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Versalhes tropical

Império, Monarquia e a corte real portuguesa no Rio de Janeiro, 1808-1821

A edição brasileira de VERSALHES TROPICAL era bastante aguardada. Antes mesmo de ser lançado aqui, o livro já havia despertado o interesse da imprensa brasileira, ganhando um ótimo espaço na mídia neste ano em que comemoram-se os 100 anos da chegada da corte portuguesa ao país.

O livro da historiadora americana Kirsten Schultz, PHD em história latino-americana pela Universidade de Nova York, é uma obra arrebatadora, que reúne análises clássicas sobre um dos mais extraordinários momentos da história brasileira. Uma visão original sobre a vinda da família real que reúne o que de melhor tem sido produzido pela historiografia sobre esse período.

Em novembro de 1807, o príncipe regente português Dom João e milhares de cortesãos e funcionários deixaram para trás Portugal. Nos treze anos seguintes, o Rio de Janeiro substituiu Lisboa como centro do mundo português. Tais acontecimentos não tinham precedentes na história dos impérios europeus. Nunca antes um governante europeu visitara uma colônia, e menos ainda lá estabelecera residência. As transformações na vida cotidiana da cidade foram imensas. De 10 a 15 mil nobres e oficiais régios acompanharam a família real na travessia do Atlântico.

Kirsten examina as maneiras como os contemporâneos na nova corte real do Rio de Janeiro definiram no discurso e na prática política o significado desses acontecimentos e responderam aos desafios por eles impostos. “VERSALHES TROPICAL expões de modo radicalmente novo esse contexto de transformações, ao analisá-lo aos olhos das pessoas que o vivenciaram”, elogia Maria de Fátima Gouvêa na orelha . Um estudo pioneiro da corte portuguesa nos trópicos.

“Instigante, com alentada pesquisa, grande erudição e bom texto, o livro de Kirsten Schultz, sem dúvida, é a análise mais original das atuais publicações dedicadas à vinda da família real para o Brasil.” - Francisca Azevedo, historiadora, professora da UFRJ e autora de Carlota Joaquina, princesa do Brasil


VERSALHES TROPICAL
Império, monarquia e a corte real portuguesa no Rio de Janeiro, 1808-1821
Kirsten Schultz
(Tropical Versailles: empire, monarchy, and the Portuguese Royal Court in Rio de Janeiro, 1808-1821)
Tradução de Renato Aguiar
Editora Civilização Brasileira
448 páginas + encarte
Preço: R$ 50,00
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A Editora Objetiva lança Dura na Queda, a biografia da deputada federal Marina Maggessi

Dura na Queda narra a trajetória quase improvável de Marina Maggessi, que se tornou a primeira mulher a chefiar o departamento de inteligência da Polícia Civil do Rio. Conta ainda os bastidores das principais prisões realizadas por ela e vai além, revelando episódios dramáticos da vida pessoal da autora, como os episódios de abuso sexual que sofreu na infância.

“Sei que me exponho neste livro, mas prefiro as pessoas que se expõem. Gostaria que as mulheres que passaram por traumas parecidos tomassem a minha história como exemplo e pensassem que se eu tive força para enfrentar isso e me transformar na mulher que sou, elas também podem”, explica a autora, que narra também a experiência de ter feito um aborto.

Escrita com ajuda dos jornalistas Ana Maria Bahiana e Fábio Gusmão, a biografia traz ainda capítulos em que a ex-chefe de polícia faz um prognóstico implacável da violência no Rio de Janeiro e defende-se das acusações de que estaria envolvida no esquema de corrupção de alguns de seus ex-subordinados da Polícia Civil liderado pelo polêmico delegado Álvaro Lins.

“O futuro do Rio já chegou: são o crack e o ecstasy”, afirma Marina na página 253, em Violência, corrupção e tráfico: um prognóstico. “Eu nunca matei, nem seria capaz de mandar matar alguém. Até a tarde daquela quinta-feira de abril de 2007, não passava pela minha cabeça que um dia seria necessário convencer alguém disso”, escreve ela no capítulo 28, De heroína a vilã.

Sobre Marina
Marina Maggessi, carioca criada no Alto da Boa Vista, é deputada federal e inspetora de polícia. Formada em jornalismo (área na qual nunca chegou a atuar), ela chefiou durante quatro anos a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) do Estado do Rio de Janeiro e, em seguida, o departamento de inteligência da Polícia Civil fluminense. Quando não está discutindo políticas públicas de segurança, meio ambiente e desenvolvimento sustentável em Brasília ou dando palestras ao lado de integrantes da Central Única das Favelas (Cufa) e do AfroReggae, Marina gosta de ir à igreja, passear pelo Jardim Botânico e torcer pelo Botafogo, seu time de coração. ***




"Napoleão e seus colaboradores" revela comparsas do chefe de estado francês

A saga napoleônica não é apenas a história individual de um homem. Por todo o seu caminho, antes que o golpe do 18 Brumário o elevasse à condição de chefe de Estado francês, Napoleão naturalmente dependeu de uma sucessão de patrocinadores e, no devido tempo, do talento militar de seus subordinados. Mesmo depois que pôs a coroa imperial sobre a própria cabeça em 1804, seu regime continuou ligado aos seus antigos associados, bem como a outros que logo foram cooptados.

Isser Woloch trata dessa aliança e suas conseqüências, o relacionamento de Napoleão com seus principais colaboradores civis em NAPOLEÃO E SEUS COLABORADORES. A maior parte deles foi de baluartes da Revolução Francesa que se aproximaram do general Bonaparte, quando ele se preparava para tomar o poder em 18 Brumário, para apoiá-lo e cujos destinos continuaram intimamente ligados ao seu. Mas, à exceção de Talleyrand e Fouché - de talento diplomático e policial legendário -, os principais colaboradores de Napoleão permanecem nas sombras.

Conhecidos somente em certos círculos políticos restritos, eles não eram nomes famosos nacionalmente, naquele momento ou agora. Dotados de talento comprovado em legislação, jurisprudência, ciência e administração, a maioria não tinha maior ambição do que servir o Estado, com suas compensações materiais e psicológicas: status e segurança financeira, sem dúvida, mas também satisfação pessoal e um sentido de honra. A maioria trabalhou com afinco, embora os mais velhos e menos competentes tenham sido recompensados com sinecuras.

NAPOLEÃO E SEUS COLABORADORES constitui um notável esforço de ampliação do registro histórico. Ao oferecer retratos de homens tais como os legisladores Boulay de la Meurthe e Théophile Berlier e o conselheiro de Estado J.-G. Lacuée, que trabalhou pelo alinhamento à causa de Napoleão de antigos oponentes, Woloch lança luz sobre a formação da burocracia estatal francesa, que em muitos aspectos ainda hoje perdura, e cuja tendência ao longo dos tempos foi a de manter uma posição moderada, tanto sob regimes de esquerda quanto de direita. Os notáveis feitos de Napoleão, como demonstra o autor, foram possíveis não apenas porque ele dispôs de um exército disciplinado, mas também porque contou com operadores comprometidos e politicamente habilidosos, alguns dos quais acabaram por se opor à sua transformação de libertador a tirano.

Em um relato cheio de detalhes fascinantes, Isser Woloch mostra como se deu a tomada do poder por Napoleão e a conseqüente corrupção dos ideais revolucionários. Assim, expõe o sério dilema moral que enfrentaram os seus colaboradores, mais devotados a seu líder que à própria nação.

Isser Woloch é professor de história na Universidade de Columbia e autor de várias obras sobre história moderna francesa e européia. Seu livro The New Regime recebeu o prêmio Leo Gershoy da American History Association.

Críticas:
“Sensato e erudito.” - The New York Times

“Woloch é um dos maiores especialistas em Revolução Francesa dos Estados Unidos, e apresenta aqui o mesmo brilho e erudição de seus livros anteriores.” - History

“Uma crônica provocante de manipulação política e intriga, traz à luz aspectos críticos e sombrios da história européia.” - Booklist

“Interessante e informativo, cheio de detalhes fascinantes.” - Publishers Weekly


NAPOLEÃO E SEUS COLABORADORES
A construção de uma ditadura
Isser Woloch
(Napoleon and his collaborators)
Tradução de Carlos Araújo
Revisão técnica de Maurício Parada
Editora Record
336 páginas
Preço: R$ 49,00
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LITERATURA

QUINTA 25 NO TJA

Livros e Leituras no Theatro

Lançamento do Livro "Entre Oito Paredes – Contos e Crônicas", de

Brennand de Sousa. Participam os atores Ricardo Guilherme e Fabíola Liper, entre outros

19h30 no jardim - Grátis

Saiba mais: 8606.1060 -

Sobre o livro "Entre Oito Paredes" - De autoria do arquiteto Brennand de Sousa, "Entre Oito Paredes" é a reunião de contos e crônicas publicadas desde 2006 pelo Jornal APraça, sediado no município de Iguatu, e aborda não somente situações do cotidiano daquela cidade do interior cearense e de Fortaleza (local de residência do autor), mas procura, não poucas vezes, extrapolar a situação corriqueira de seus personagens, mostrando a face incomum dos chamados "comuns". A temática e os personagens são multiformes como plural é o viver. A melhor definição do livro vai no título da orelha que leva a assinatura de Pedro Salgueiro: "Uma calunga feita de palavras".




Prêmio Jabuti 2008 já tem seus vencedores na 50a. edição



Mais tradicional prêmio do livro no Brasil, o Jabuti definiu os três vencedores de cada uma das 20 categorias, entre as 2.141 obras inscritas. Livros do Ano de Ficção e Não-Ficção serão conhecidos apenas na cerimônia de entrega das estatuetas, marcada para 31 de outubro.



O Prêmio Jabuti já tem os vencedores das 20 categorias definidos desde a tarde desta terça-feira (23), quando foi realizada, na sede da Câmara Brasileira do Livro, a abertura dos envelopes e contagem votos dos 60 jurados – três para cada categoria. Na cerimônia de entrega das estatuetas, marcada para 31 de outubro, na Sala São Paulo, serão revelados os melhores Livros do Ano nas categorias Ficção e Não-Ficção, resultado de uma votação dos jurados e dos associados da CBL, Snel (Sindicato Nacional dos Editores de Livros), ANL (Associação Nacional de Livrarias) e ABDL (Associação Brasileira de Difusão do Livro).



Na edição de 50 anos do Prêmio, a comissão julgadora analisou 2.141 obras – 4% a mais que em 2007, quando participaram 2.052 publicações. A premiação total do Jabuti 2008 é de R$ 120 mil - o primeiro lugar de cada uma das 20 categorias recebe R$ 3 mil. Os autores dos melhores livros do ano de Ficção e Não-Ficção recebem R$ 30 mil cada um. Segundo e terceiros lugares recebem um troféu.



O curador do Prêmio Jabuti, José Luiz Goldfarb, destaca a multiplicidade de editores entre os finalistas. “O Jabuti nasceu com a missão de promover o mercado editorial no País e nada mais gratificante do que ver tantas editoras diferentes nas 20 categorias. Isso demonstra a diversidade do mercado e o fortalecimento do setor nesses 50 anos do Prêmio”.



Rosely Boschini, presidente da Câmara Brasileira do Livro, lembra que nesses 50 anos o Jabuti transformou-se num instrumento democrático para promoção do melhor da cena literária brasileira, divulgando grandes escritores e lançando aqueles que ainda não são conhecidos do público. “O Jabuti homenageia os diversos segmentos e todas as áreas de produção de um livro, desde a melhor capa, passando pela ilustração e projeto gráfico, até a melhor obra. Por isso, o Prêmio ganhou status de autêntico patrimônio cultural brasileiro, reconhecido por todos que têm no livro um objeto de paixão”.


História



O Jabuti foi criado em 1958 por Edgard Cavalheiro, então presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), com o objetivo de prestigiar e difundir o trabalho de escritores, editores, livreiros, ilustradores e gráficos, nos moldes do que se fazia em vários países da Europa. O jabuti é um animal que se caracteriza pela paciência e tenacidade, por isso foi escolhido para simbolizar a atividade dos nossos profissionais do livro.



A primeira cerimônia de entrega do Prêmio Jabuti aconteceu no fim de 1959, no auditório da CBL, e Jorge Amado foi o vencedor, com o romance “Gabriela, Cravo e Canela”. Nesses 50 anos, o Jabuti recompensou autores como Carlos Drummond de Andrade, Ferreira Gullar, Celso Furtado, João Cabral de Melo Neto, Nélida Piñon, João Ubaldo Ribeiro, Ruy Castro, Milton Hatoum, Lygia Fagundes Telles, Cecília Meirelles, Otto Maria Carpeaux, Celso Lafer, Gilberto Freyre, Dalton Trevisan, Antonio Candido, Cassiano Ricardo, Milton Santos, Ruth Rocha, Haroldo de Campos, Raduan Nassar, Paulo Duarte, Charles Kiefer entre muitos outros.


Os vencedores



1- Tradução



1 - HIPÓLITO E FEDRA - TRÊS TRAGÉDIAS

JOAQUIM BRASIL FONTES

EDITORA ILUMINURAS LTDA



2 - BEOWULF

ERICK RAMALHO

TESSITURA EDITORA ASSESSORIA E CONSULTORIA LTDA



3 - AGAMÊMNON

TRAJANO VIEIRA

EDITORA PERSPECTIVA S.A.



2 - Arquitetura e Urbanismo, Fotografia, Comunicação e Artes



1 - NOTICIÁRIO GERAL DA PHOTOGRAPHIA PAULISTANA: 1839-1900

PAULO CEZAR ALVES GOULART E RICARDO MENDES

IMPRENSA OFICIAL DO ESTADO DE SÃO PAULO



2 - RUA DO LAVRADIO

ELIANE CANEDO DE FREITAS PINHEIRO

ANDREA JAKOBSSON ESTÚDIO EDITORIAL LTDA.



3 - CAIXA TUNGA

TUNGA

COSAC NAIFY



3 - Teoria/Crítica Literária



1 - PROUST: A VIOLÊNCIA SUTIL DO RISO

LEDA TENÓRIO DA MOTTA

EDITORA PERSPECTIVA S.A.



2 - A FORMAÇÃO DO ROMANCE INGLÊS: ENSAIOS TEÓRICOS

SANDRA GUARDINI VASCONCELOS

ADERALDO & ROTHSCHILD EDITORES LTDA



3 - RISO E MELANCOLIA

SERGIO PAULO ROUANET

COMPANHIA DAS LETRAS



4 - Projeto Gráfico



1 - AS MOEDAS CONTAM A HISTÓRIA DO BRASIL

MARCELO AFLALO

MAGMA CULTURAL E EDITORA LTDA



2 - ROTEIRO PRÁTICO DE CARTOGRAFIA: DA AMÉRICA PORTUGUESA AO BRASIL IMPÉRIO

NEW DESIGN - ANGELA DOURADO E BERNARDO LESSA

EDITORA UFMG



3 - A FERA NA SELVA

LUCIANA FACCHINI

COSAC NAIFY



5 - Ilustração de Livro Infantil ou Juvenil



1 - TODA CRIANÇA GOSTA...

MARIANA MASSARANI

MANATI PRODUÇÕES EDITORIAIS LTDA.



2 - JOÃO FELIZARDO - O REI DOS NEGÓCIOS

ANGELA-LAGO

COSAC NAIFY



3 - POEMINHA EM LÍNGUA DE BRINCAR

MARTHA BARROS

EDITORA RECORD LTDA



6 - Ciências Exatas, Tecnologia e Informática



1 - INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

MARIO OTAVIO BATALHA

ELSEVIER EDITORA LTDA



2 - ENCICLOPÉDIA DE AUTOMÁTICA - CONTROLE & AUTOMAÇÃO - VOL. 1

LUIS ANTONIO AGUIRRE

EDITORA EDGARD BLÜCHER LTDA.



3 - INTRODUÇÃO AO TESTE DE SOFTWARE

MARCIO EDUARDO DELAMARO, JOSE CARLOS MALDONADO, MARIO JINO

ELSEVIER EDITORA LTDA



7 - Educação, Psicologia e Psicanálise



1 - HISTÓRIA DAS IDÉIAS PEDAGÓGICAS NO BRASIL

DERMEVAL SAVIANI

EDITORA AUTORES ASSOCIADOS LTDA



2 - RELIGIÃO, PSICOPATOLOGIA E SAÚDE MENTAL

PAULO DALGALARRONDO

ARTMED EDITORA S/A



3 - GIRAMUNDO E OUTROS BRINQUEDOS E BRINCADEIRAS DOS MENINOS DO BRASIL

RENATA MEIRELLES

EDITORA TERCEIRO NOME LTDA



8 - Reportagem



1 - 1808

LAURENTINO GOMES

EDITORA PLANETA DO BRASIL



2 - O MASSACRE

ERIC NEPOMUCENO

EDITORA PLANETA DO BRASIL



3 - BAR BODEGA: UM CRIME DE IMPRENSA

CARLOS DORNELES

EDITORA GLOBO S/A



9 - Didático e Paradidático e Ensino Fundamental ou Médio



1 - O ALIENISTA (GRAPHIC NOVEL)

FÁBIO MOON E GABRIEL BÁ

AGIR EDITORA LTDA



2 - COLEÇÃO HISTÓRIA EM PROJETOS - 4 VOLUMES

CONCEIÇÃO OLIVEIRA E CARLA MIUCCI

EDITORA ATICA



3 - SÉRIE (EN)CANTOS DO BRASIL (CAMINHO DAS PEDRAS; NO CORAÇÃO DA AMAZÔNIA; FACES DO SERTÃO)

SHIRLEY SOUZA, MANUEL FILHO, LUÍS FERNANDO PEREIRA

SHIRLEY SOUZA



10 - Economia, Administração e Negócios



1 - CRESCIMENTO ECONÔMICO E DISTRIBUIÇÃO DE RENDA. PRIORIDADES PARA A AÇÃO

JACQUES MARCOVITCH (ORG.)

EDITORA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO



2 - OS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDADE

FERNANDO ALMEIDA

ELSEVIER EDITORA LTDA



3 - E-DESENVOLVIMENTO NO BRASIL E NO MUNDO: SUBSÍDIOS E PROGRAMA E-BRASIL

PETER TITCOMB KNIGHT

YENDIS EDITORA



11 - Direito



1 - CURSO DE DIREITO TRIBUTÁRIO E FINANÇAS PÚBLICAS - DO FATO À NORMA, DA REALIDADE AO CONCEITO JURÍDICO

EURICO MARCOS DINIZ DE SANTI

SARAIVA S/A LIVREIROS EDITORES



2 - TEORIA GERAL DOS DIREITOS FUNDAMENTAIS

DIMITRI DIMOULIS E LEONARDO MARTINS

EDITORA REVISTA DOS TRIBUNAIS LTDA



3 - CURSO DE DIREITO CONSTITUCIONAL

GILMAR FERREIRA MENDES

SARAIVA S/A LIVREIROS EDITORES



12 - Biografia



1 - RUBEM BRAGA: UM CIGANO FAZENDEIRO DO AR

MARCO ANTONIO DE CARVALHO

EDITORA GLOBO S/A



2 - D. PEDRO II

JOSÉ MURILO DE CARVALHO

COMPANHIA DAS LETRAS



3 - O TEXTO OU A VIDA

MOACYR JAIME SCLIAR

BERTRAND BRASIL LTDA



13 - Capa



1 - ENSAIOS SOBRE O MEDO

MOEMA CAVALCANTI

EDITORA SENAC SÃO PAULO CO-EDIÇÃO: EDIÇÕES SESC SÃO PAULO



2 - ALEXANDRE HERCHCOVITCH (COLEÇÃO MODA BRASILEIRA - VOL. 1)

ELAINE RAMOS

COSAC NAIFY



3 - VENDE-SE UMA FAMÍLIA

SOCORRO ACIOLI

EDIÇOES DEMÓCRITO ROCHA







14 - Poesia

1 - O OUTRO LADO

IVAN JUNQUEIRA

EDITORA RECORD LTDA



2 - O XADREZ E AS PALAVRAS

MARCUS VINICIUS TEIXEIRA QUIROGA PEREIRA

MARCUS VINICIUS TEIXEIRA QUIROGA PEREIRA



3 - TARDE

PAULO FERNANDO HENRIQUES BRITTO

COMPANHIA DAS LETRAS



15 - Ciências Humanas



1 - MULHERES NEGRAS DO BRASIL

SCHUMA SCHUMAHER; ÉRICO VITAL BRAZIL

SENAC RIO



2 - OS JAPONESES

CÉLIA SAKURAI

EDITORA CONTEXTO



3 - HISTÓRIA DE MINAS GERAIS - AS MINAS SETECENTISTAS - VOL. I E VOL. II

MARIA EFIGÊNIA LAGE DE RESENDE E LUIZ CARLOS VILLALTA

AUTÊNTICA EDITORA



16 - Ciências Naturais e Ciências da Saúde



1 - ESTOMATOLOGIA-BASES DO DIAGNÓSTICO PARA O CLÍNICO GERAL 1E

DR. SERGIO KIGNEL

LIVRARIA SANTOS EDITORA COMÉRCIO E IMPROTAÇÃO LTDA



2 - DIMENSÕES HUMANAS DA BIOSFERA-ATMOSFERA DA AMAZÔNIA

WANDERLEY MESSIAS DA COSTA; BERTHA K. BECKER; DIOGENES SALAS ALVES (ORGS.)

EDITORA DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO



3 - POR QUE O BOCEJO É CONTAGIOSO?: E OUTRAS CURIOSIDADES DA NEUROCIÊNCIA NO COTIDIANO

SUZANA HERCULANO-HOUZEL

JORGE ZAHAR EDITOR



17 - Contos e Crônicas



1 - HISTORIAS DO RIO NEGRO

VERA DO VAL

EDITORA WMF MARTINS FONTES LTDA.



2 - A PRENDA DE SEU DAMASO E OUTROS CONTOS

JORGE EDUARDO PINTO HAUSEN

JORGE EDUARDO PINTO HAUSEN



3 - FICHAS DE VITROLA

JAIME PRADO GOUVÊA

EDITORA RECORD LTDA



18 - Infantil



1 - SEI POR OUVIR DIZER

BARTOLOMEU CAMPOS DE QUEIRÓS

EDELBRA



2 - O MENINO QUE VENDIA PALAVRAS

IGNÁCIO DE LOYOLA BRANDÃO

OBJETIVA



3 - ZUBAIR E OS LABIRINTOS

JOSE ROGER SOARES DE MELLO

COMPANHIA DAS LETRAS



19 - Juvenil



1 - O BARBEIRO E O JUDEU DA PRESTAÇÃO CONTRA O SARGENTO DA MOTOCICLETA

JOEL RUFINO DOS SANTOS

EDITORA MODERNA LTDA



2 - TÃO LONGE...TÃO PERTO

SILVANA DE MENEZES

EDITORA LÊ LTDA



3 - MESTRES DA PAIXÃO - APRENDENDO COM QUEM AMA O QUE FAZ

DOMINGOS PELLEGRINI

EDITORA MODERNA LTDA



20 - Romance



1 - O FILHO ETERNO

CRISTOVÃO TEZZA

EDITORA RECORD LTDA



2 - O SOL SE PÕE EM SÃO PAULO

BERNARDO TEIXEIRA DE CARVALHO

COMPANHIA DAS LETRAS



3 - ANTONIO

BEATRIZ BRACHER

EDITORA 34





A lista completa com os três primeiros lugares, com seus respectivos autores e editoras, também está disponível no endereço http://www.premiojabuti.com.br/BR/resultadofase2.php.





Série multimídia de eventos culturais gratuitos marca o centenário de morte de Machado de Assis

Machado de Assis é considerado pelo crítico estadunidense Harold Bloom como um dos 100 maiores gênios da literatura universal (que chega ao ponto de classificá-lo como o melhor escritor afrodescendente de todos os tempos), ao lado de clássicos como Dante, Shakespeare e Cervantes. Autor de obras magnas como “Memórias póstumas de Brás Cubas”, “Dom Casmurro” e “Quincas Borba”, Machado de Assis faleceu no Rio de Janeiro há 100 anos, em 29 de setembro de 1908, e nascera na mesma cidade em 21 de julho de 1839. Com a finalidade de contribuir para um maior conhecimento da vida e obra desse romancista, contista, poeta, dramaturgo, cronista, crítico literário e tradutor brasileiro, o Centro Cultural Banco do Nordeste-Fortaleza realizará gratuitamente uma série de eventos culturais e educativos de caráter multimídia, a partir da próxima segunda-feira, 8, prosseguindo até o dia 29 deste mês.

A série de eventos do CCBNB-Fortaleza (rua Floriano Peixoto, 941 – Centro – fone: (85) 3464.3108) terá início nesta segunda-feira, 8, às 19h, com uma gincana cultural na Internet, cujo tema é “Literatura: Machado de Assis”. Prosseguindo até o dia 29, a concurso cognitivo cibernético terá um total de 130 perguntas, com uma média de seis questões diárias sobre a vida e a obra do escritor. Ao final da bateria machadiana, os três participantes com maior pontuação receberão os seguintes prêmios: coleção de obras completas de Machado de Assis e um pen drive de 8 gigabytes (1º lugar); três livros sobre a obra do escritor e uma web cam (2º lugar); e um kit com três filmes de longa-metragem baseados na obra de Machado e os três principais livros do autor – “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, “Dom Casmurro” e “Quincas Borba” (3º lugar). Para participar, basta acessar o portal do BNB (www.bnb.gov.br/cultura) e fazer o cadastro.

Em seguida, será realizado o seminário avançado “Machado de Assis – Guimarães Rosa: Travessias”, de terça-feira, 9, a partir das 10h, até sexta-feira, 12, compreendendo: exibição de vídeos; audição de contos, trechos de romances e depoimentos; a exposição “Mire e Veja”; uma série de 21 palestras; três oficinas de leitura; e três mesas-redondas sobre esses dois autores. Paralelamente, acontecerão mesas-redondas e palestras no Centro de Humanidades da Universidade Estadual do Ceará – UECE (av. Luciano Carneiro, 345 – fone: (85) 3101.2030), de quarta-feira, 10, até sexta-feira, 12, sempre a partir das 9 horas, e à noite, a partir das 18h30.

Na tarde da terça-feira, 9, de 15h30 às 16h30, o ator Ricardo Guilherme fará leituras dramatizadas de textos de Machado de Assis, dentro do programa Ouvir Dizer, no cineteatro do CCBNB-Fortaleza. Antes, pela manhã, a partir das 10h15, terá início a mostra cinematográfica “100 anos de Machado de Assis”, que exibirá ainda nos dias 12, 16 e 23, em diversos horários, os seguintes longas-metragens nacionais: “Dom”, de Moacyr Góes, com Marcos Palmeira, Maria Fernanda Cândido e Bruno Garcia; “Memórias póstumas” (foto abaixo), de André Klotzel, com Reginaldo Faria e Marcos Caruso; “A cartomante”, de Wagner de Assis e Pablo Uranga, com Débora Secco, Luigi Barricelli, Ilya São Paulo e Silvia Pfeiffer; e “Azyllo muito louco”, de Nelson Pereira dos Santos. Além do CCBNB-Fortaleza, os filmes serão exibidos na Casa da Comédia Cearense (rua Major Pedro Sampaio, 1190 – atrás do Hospital do Câncer – fone: (85) 3094.4077), às quartas-feiras (dias 10, 17 e 24), sempre às 19h30.

Na semana seguinte, no período de terça-feira, 16, até sexta-feira, 19, a professora Fernanda Coutinho ministrará o curso de apreciação de arte “Por trás da máscara: o teatro na ficção de Machado de Assis”. O objetivo do curso é proporcionar aos participantes uma melhor compreensão da obra machadiana, mediada pelos signos do universo cênico. Afinal, Machado era um autor fortemente identificado com o mundo teatral – fato que deixou transparecer tanto em suas narrativas como na criação de peças e ainda na crítica sobre o teatro. Com carga de 12 horas-aula, o curso está com inscrições abertas desde o último dia 2, e acontecerá de 14h30 às 17h30.

Nos dias 25 e 26 (quinta e sexta-feira), o premiado escritor e jornalista José Castello – biógrafo dos poetas Vinícius de Moraes e João Cabral de Melo Neto, do cronista Rubem Braga e do jogador Pelé – conduzirá a oficina “Machado: a metafísica das miudezas”, sempre de 13 às 19 horas. O objetivo da oficina é expandir a imaginação dos participantes através de pequenos exercícios de escrita, nos quais o importante não é “escrever bem” ou “escrever certo”, mas encontrar o próprio estilo e a própria voz. A partir da leitura de três contos machadianos e também de trechos das “Memórias póstumas”, seu romance mais genial, abre-se um longo debate sobre o poder que tem a literatura de fertilizar, ampliar e desestabilizar as certezas, vícios e impasses do contemporâneo. Com 12 horas-aula e 40 vagas, a oficina terá inscrições abertas a partir do próximo dia 16 (terça-feira).

No programa de apreciação e difusão literária intitulado Literatura em Revista, o professor Carlinhos Perdigão apresentará o tema “Machado de Assis: uma (re)visão a partir de seus contos”, no dia 27 (sábado), de 18h às 19h30. Essa edição do programa será um evento interativo que promoverá uma discussão em torno da produção literária machadiana relacionada ao gênero Conto. Para isso, serão realizadas leituras comentadas e dialogadas, com análises intratextuais de alguns de seus contos.

Ciclo de leituras e debates celebra Machado de Assis e Guimarães Rosa

Evento de caráter itinerante acontece nas três Casas Brasil

No ano em que o Brasil celebra o centenário de morte e nascimento de dois dos maiores mestres de nossa literatura, Machado de Assis e Guimarães Rosa, a Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor), se insere nas comemorações que acontecem em todo país apoiando o "Ciclo Machado de Assis e Guimarães Rosa", projeto aprovado pelo Edital das Artes 2007.

O Ciclo será conduzido pelas palestrantes Sarah Diva Ipiranga, professora da Universidade Estadual do Ceará (Uece) e profunda conhecedora da obra machadiana, Solange Kate Araújo, mestra em Literatura e especializada em Literatura Brasileira, e Susana Frutuoso, mestra em Literatura Brasileira.

A programação, itinerante, acontece nas três Casas Brasil, sempre a partir das 14h. O primeiro é na Antônio Bezerra, de 3 a 5 de setembro. O segundo na Vila União, de 10 a 12, e, por fim, na Granja Portugal, de 1º a 3 de outubro. "O que consideramos fundamental neste projeto é poder divulgar e instigar novos leitores a lerem estes escritores, decisivos na nossa formação. É preciso contribuir para o direito à grande literatura, como um direito inalienável a todos. Assim acontece com Machado de Assis e Guimarães Rosa, que, com suas obras, se renovam através do tempo e do espaço, com suas poéticas universais", diz Solange Kate.

Em tom de sarau, as atividades em torno destes escritores donos de grandes palavras incluem leituras e debates sobre as obras "Conto de escola", "Adão e Eva" e "Missa do Galo", de Machado de Assis; "A terceira margem do rio", "Famigerado" e "Fita verde no cabelo", de Guimarães Rosa, além de exibições de filmes. "São obras centradas nos sertões da alma humana, que se apresentam em forma de contos, romances, crônicas, e que nos ajudam a nos entender e compreender o nosso mundo contemporâneo", finaliza Solange.

>>Serviço. Ciclo Machado de Assis e Guimarães Rosa Casa Brasil Antônio Bezerra, de 3 a 5 de setembro / Casa Brasil Vila União, de 10 a 12 de setembro / Casa Brasil Granja Portugal, de 1º a 3 de outubro. Os encontros começam sempre a partir das 14h.



Escritor cearense está entre os 200 finalistas do Prêmio Jabuti

O livro "Inimigos", de Pedro Salgueiro, foi realizado com recursos dos Editais das Artes 2006
O livro "Inimigos", do escritor cearense Pedro Salgueiro, está entre os 200 finalistas do Prêmio Jabuti. Mas, mesmo antes deste reconhecimento, a obra já havia sido premiada pela sua qualidade: foi selecionada pelo Edital das Artes 2006 e produzida com recursos públicos.
Mesmo de caráter local, o prêmio concedido pela Prefeitura Municipal de Fortaleza, através da Secretaria de Cultura de Fortaleza (Secultfor) ajudou a realizar ações e projetos fundamentais na área do livro, da leitura e da literatura na cidade. Não só: os Editais das Artes estão gerando empregos e oportunidades em toda cidade.
Resultado de uma ampla discussão entre artistas de diversos segmentos culturais e o poder público municipal, a política de editais consolida-se como um instrumento indispensável ao fomento e à circulação da produção cultural em Fortaleza. Só nos Editais das Artes 2006, a Fundação de Cultura, Esporte e Turismo de Fortaleza, hoje Secretaria de Cultura de Fortaleza, realizou um investimento na ordem de R$ 2 milhões, conduzido na contramão do clientelismo – o que garantiu a democratização dos recursos públicos investidos em Cultura, a transparência no uso desse investimento e a divisão eqüitativa e qualitativa do bolo orçamentário.
A obra - "Inimigos" fala sobre o profundo sentimento de inadequação à cidade. Em forma de contos, as histórias se encontram neste espaço costuradas pela mesma voz e lógica narrativas. Também pela familiaridade hostil que todos têm com os diversos inimigos – inclusive os que habitam dentro de cada um.
O livro concorreu com mais 2.141 inscritos ao Prêmio Jabuti 2008. A organização da comenda anunciou os selecionados no dia 28 de agosto, quando os 60 jurados abriram seus votos e definiram as obras que seguirão na competição.
A próxima fase ocorrerá no dia 23 de setembro, quando serão conhecidos os três vencedores de cada categoria, que receberão R$ 3 mil cada um. Os melhores livros do ano em ficção e não-ficção, cuja premiação é de R$ 30 mil, só serão revelados na cerimônia de entrega das estatuetas, no dia 31 de outubro, em São Paulo.

MODA



Prada surpreende em Milão com coleção ousada e


Modelo cai no desfile da coleção Prada em Milão; saltos muito altos provocaram quedas


A estilista italiana Miuccia Prada apresentou nesta terça-feira na semana de moda feminina de Milão uma coleção para a primavera-verão 2008-2009, na qual a ousadia de parte das roupas se combina com elementos de grande sofisticação, como chapéus e saltos altíssimos.


O tom da coleção, com a qual a Prada surpreendeu de novo na passarela milanesa, é marcado por trajes com poucos tecidos, saias que simulam roupas íntimas de má qualidade, sutiãs à mostra e aventais que não se sabe como amarrar.
A estilista expressou seu propósito de fazer coisas simples de maneira grande e sofisticada, uma aparente contradição que a Prada tenta salvar ao combinar roupas de aspecto defasado com saltos altíssimos que provocaram várias quedas entre as modelos e lhes deram um andar lento e pouco sensual.
Além disso, a estilista reforçou o toque refinado com chapéus que simulam a pele de répteis e outros que parecem hologramas, além de uma linha distinta na qual prevalecem a cor dourada e os tons metálicos.
Outras cores de destaque na coleção de Prada são o negro, o caqui, o vinho e o branco.
Outros destaques
Já a estilista Cristina Ortiz optou em suas criações para a Salvatore Ferragamo por um estilo leve e de silhuetas alongadas, a assimetria no corte das roupas e os tecidos sustentados por argolas, tudo isso em uma gama de cores na qual predominam os tons rosados, o marrom e o vermelho coral.
O belga Raf Simons, cuja coleção para a Jil Sanders foi muito bem acolhida pela passarela milanesa, mostrou uma linha de trajes de jaqueta brancas e saias longas e calças apertadas combinadas com amplas jaquetas, fundamentalmente em tons azuis, marrons e preto.
Entre as características que marcaram a Jil Sander destacam-se as franjas que se estendem ao longo de toda a roupa e os tecidos finos com faixas transparentes.
Frente a esta sobriedade, a Blumarine aposta por um 'luxo precioso' para mercados emergentes, uma suntuosidade que se reflete mais nos detalhes como arremates em pedras preciosas, estampas, cortes geralmente amplos e longos ou a prevalência de cores opacas.
Já os trajes da Moschino, em uma referência constante à década de 60, exibem uma elegância exagerada, inclusive irônica, em elementos como grandes corolas de rosa transformadas em saias, grandes estolas, sapatos trabalhados e óculos que conferem um aspecto felino.
Longe desta sofisticação, a Krizia aposta em uma mulher lutadora, com trajes mais agressivos, assim como em desenhos mais leves, nos quais predominam as estampas de aspecto selvagem, tudo isso em tons de uma única cor e geralmente sem brilho.




Renovação marca edição especial do Café Première


Evento muda de nome e ganha mais agilidade com novo formato para atender melhor ao público

Com espaço consolidado no calendário de moda do País, o Café Première chega à sua nova edição com novo nome e formato. Chamado Café Première Expresso, o evento foi reformulado para oferecer mais comodidade, adaptando-se à agilidade do moderno mundo da tecnologia.

Em constante melhoria e adequação às necessidades dos clientes, o circuito de palestras deu lugar à apresentação digital. Os profissionais de moda dos principais pólos da cadeia produtiva têxtil nacional não precisarão se deslocar para conferir as novas tendências do mundo fashion. Através do material, gravado em um pendrive exclusivo, todo o resultado das pesquisas realizadas pela equipe de Marketing e Moda da Santana Textiles pode ser acessado a qualquer momento de forma rápida, moderna e interativa.

No movimento apressado do século XXI o tempo é algo cada vez mais precioso. Esse será o ponto de partida para todos os profissionais de moda. A praticidade e conforto do jeans o mantém em destaque nessa nova realidade. Pensando nisso, a Santana Textiles coletou, nas ruas das maiores cidades do planeta, os elementos que farão o jeans brilhar nas próximas estações.

Com a moda mantendo seu olhar tanto no futuro quanto no passado, o vintage, volta e meia, contagia o espírito das marcas, mundo afora. Cada década é caracterizada por cor e formas próprias. Neste sentido, a proposta não é viajar no tempo, mas sim recuperar um estilo específico e fazer uma releitura contemporânea de outras épocas. Assim, efeitos como o marmorizado, resinados e manchados estarão entre os destaques nas próximas coleções. Essas são novidades que ganham atenção especial na linha premium da Santana, Loco Serious Denim, que participa pela quarta vez do Café Première.

Essa releitura do passado dá destaque à década de 70, que começou em protesto e terminou nas pistas de dança. As estampas retornam em grande estilo, confirmando o poder de (re)criação do vintage, perfeitas para a noite ou para o dia. Um mix perfeito quando aliadas ao jeans, que surge luxuoso, estruturado com requintes de alfaiataria em coletes e na calça boca-de-sino.

O material do Café Première Expresso, ricamente ilustrado com peças e representações planas que dão um norte de como o jeans deve aparecer, conta com o talento de Mark Greiner. O arquiteto, estilista e ilustrador fez uma leitura muito particular da década que mixou glamour e disco music, quebrando todas as regras e estabelecendo novos padrões.


Sobre o Café Première

Criado em 2002 pela consultoria em moda da Santana Textiles para orientar os clientes sobre como melhor utilizar os produtos da marca, o Café Première atende à crescente demanda por informações sobre lavagens, modelagens e tendências. A primeira edição do evento em formato ampliado aconteceu em São Paulo, durante a FENATEC (Feira Internacional de Tecelagem), uma das principais feiras brasileiras no segmento.

Ano após ano o evento foi se destacando no circuito de moda nacional e, à medida que a Santana Textiles levava a palestra a mais uma cidade, novas solicitações surgiam. Atendendo, então, a essa necessidade dos clientes, o Departamento de Marketing idealizou um novo formato para o evento. O circuito de palestras passou a atender, também, os profissionais da área e imprensa especializada nos principais pólos de confecção no País.

Para oferecer o que há de mais atual e moderno aos profissionais e estudantes de moda e clientes da Santana Textiles, muitas foram as viagens e pesquisas de moda realizadas. Dessa forma, o Café Première conquistou o respeito de estilistas renomados, estudantes, professores de cursos técnicos e faculdades de moda, assim como pela imprensa especializada.





RELIC - Um novo espaço de moda para mulheres simplesmente lindas

Acontecerá, na próxima quarta-feira, dia 10 de setembro, a partir das 19h, evento de inauguraçaõ da loja feminina RELIC.


Fortaleza, já é um dos maiores pólos de moda do país. Aqui as mulheres, a cada dia, têm acesso as tendências mais modernas e tudo que acontece no mundo da moda. Aqui elas são antenadas, fashion e sempre estão muito bem vestidas.

Pensando nisso, as sócias Lina Siqueira Felício e Renata Cunha Correa, abriram a loja feminina RELIC e desenvolveram uma coleção de marca própria completa e exclusiva de roupas (vestidos, blusas, calças, etc..) e acessórios (bijoux, carteiras e cintos ), para essa mulher independente, executiva, empresária e resolvida ficar ainda mais linda, no trabalho e nos momentos de lazer.

O estilo que poderá ser encontrado na RELIC é para a mulher acima de trinta anos. É uma moda sensual que valoriza as curvas mas ao mesmo tempo é discreta. O cetim e o tafetá foram bem trabalhados com toques de bordados que caem bem durante o dia e à noite. As cores também foram bem difersificadas, ressaltando os tons pastéis e neutros que estão bem presentes, já que essas nunca saem de moda e deixam as mulheres extremamente chiques.

O Projeto, assinado pela arquiteta Lenina Barreira, tem 160 m2 , mescla estilos moderno, elegante e rústico. Ambiente diferenciado e agradável e ressalta os tons vermelho e preto. Lá as clientes terão atendimento diferenciado, personalizado e e poderão efetuar suas compras tomando um capuccino ou um suco com todo conforto que elas merecem.


O buffet será assinado por Silvana Câmara, decoração Rosalvo POntes e bebidas Expand.

A comunicação visual e mídia são assinadas pela BLZ COmunicação, leia-se Juliana Sidrim e Assessoria de Imprensa e RP de Inara de Almeida e Marisa Quixadá.

RELIC - Rua Barbosa de Freitas, nº 2033, fone 3224 0529










Paramount e Cris Barros

O que há de novo para a próxima estação

O grupo Paramount Têxteis, sempre alinhado aos movimentos da moda nacional, reafirmou sua parceria com Cris Barros para a criação de produtos especiais. Nessa coleção a estilista desenvolveu uma linha de alfaiataria feita em lã/algodão Collezione Paramount. Ideal ser usado no verão por ser um tecido leve e com toque ultra macio.

Tons pastéis, como areia, rosa fumaça, azul céu, muito off white e hortênsia, contrastando com cores fortes como turquesa, carbono, cereja e pontos de amarelo, dão o tom à coleção. A alma do Impressionismo: a luz, o movimento, o contato com a natureza, a liberdade e a fluidez inspiraram suas criações.

Atenta no mercado da moda, a Paramount Têxteis está sempre de olho nos grandes talentos e por isso desde 2005 apóia Cris Barros em suas criações modernas e ousadas.

Mais sobre Collezione Paramount
A Divisão de Tecelagem do Grupo Paramount Têxteis investe continuamente em tecnologia. Seus tecidos estão presentes nas marcas internacionais: Banana Republic, Keneth Cole, Perry Ellis, Burberry, Austin Red, Macy’s, J.C.Penney, John Varvatos.





Haco lança coleção Preview Cult

Uma releitura de comportamentos, composições, estilos e personagens compõem a nova coleção da Haco Etiquetas, intitulada Preview Cult. Um vasto universo que parte de tons mais acinzentados e glaciais inspirado nas culturas nômades em terras frias e chega ao equilíbrio de cores minimalistas e composições étnicas.
Atenta à velocidade e à quantidade de informações, a Haco, líder mundial na produção de etiquetas tecidas, acompanha as tendências e a linguagem que o mundo da moda exige para apresentar seus novos produtos. As palavras de ordem para a coleção são: Folk, Aconchego, Humor, Sarcasmo, Textura, Tecnologia, Vintage e Intelectualidade.

Padronagens tradicionais ganham sofisticada intervenção tecnológica, trazendo um ar retrô, mixando xadrezes e listras com elementos metalizados. O sarcasmo também tem seu espaço evidenciado por personagens que marcaram o cinema trash e clássicos de terror. Surgem tons fortes e pinturas sombrias. Para completar a temporada, a Haco traz a sobriedade vintage à tona, com grafismos aplicados aos materiais naturais, com sofisticação e elegância.

Glacial Folk, Sarcastic Humor, Retro Future e Archi Textile são os temas da coleção Haco Preview Cult.

A cartela de cores para a estação traz leveza em tons suaves e acinzentados realçados por tonalidades luminosas, passando pelos naturais e envelhecidos, que podem ser contrastados com metálicos. Tons escuros contrastam com cores alegres e descontraídas.

Confira mais detalhes dos temas da coleção Haco Preview Cult:

Glacial Folk
Influência das culturas nômades glaciais com vibração folk. Cores e formas são dissolvidas através da luz e claridade intensa. Combinação entre aconchego e maciez, com volumes desestruturados. Equilíbrio entre motivos étnicos e tons suaves.

Sarcastic Humor
Personagens e clássicos do cinema trash são apresentados em uma nova versão do humor perturbado, através de formas e texturas. Tons escuros em contraposição a cores fortes e alegres, compõem um cenário descontraído.

Retro Future
Estampas tradicionais como xadrezes e listras recebem a influência da tecnologia em cortes futuristas, aplicação de metalizados e localizados vibrantes. O resultado é uma imagem retrô, com formas elaboradas e texturas comuns com aplicações exuberantes.

Archi Textile
As ciências exatas e os intelectuais são fontes inspiradoras, trabalhadas em materiais naturais e texturas exclusivas. Os tons são sóbrios, enquanto que as padronagens geométricas dialogam com efeitos ora de tecelagem, ora dos processos de envelhecimento e desgaste, que imprimem o charme do estilo vintage.

Serviço:
Matriz Blumenau/SC
Rua Henrique Conrad, 595 / Vila Itoupava - Blumenau - SC – Brasil
EP 89095-300
Fone: +55 (47) 2102 6000 / Fax: +55 (47) 2102 6100
E-mail: imprensa@haco.com.br
Fone: 0800 70 45670
www.haco.com.br




Coleção underwear Lupo Punkie

Lançamento para as garotas com atitude


Uma moda super-jovem, moderna, em cores audaciosas, para meninas com atitude: essa é a tônica da Lupo Punkie, primeira coleção de underwear da Lupo com acessórios e design exclusivo para as teens. Com influências do rock'n'roll, da moda street e da toy art (bonecos colecionáveis para adultos, normalmente feitos em edição limitada por um artista), as cores das peças da Lupo Punkie são bem quentes e vão do rosa suave ao pink, fúcsia, turquesa, verde, rosa-fruti, vermelho e lilás, sem esquecer dos básicos preto, branco e chocolate. Toda a coleção vem com bichinhos de toy-art (nuvem, ursinho, coelho mascarado e sapo), em desenhos ao mesmo tempo ingênuos, mas com um toque de malícia e humor. Totalmente sem costura, extremamente confortáveis e desenvolvidas em microfibra de poliamida, que não desbota e não amarrota, as peças da Lupo Punkie são fáceis de secar e podem ser levadas pra qualquer lugar. A nova coleção é composta por duas modelagens de sutiãs, três blusas e duas modelagens de calcinhas: uma sunga e uma tanga. Há modelos estampados, lisos e com silk. Um destaque é a presença dos cadarços de cetim estampados digitalmente em degradé de arco-íris, um dos elementos fortes dessa coleção linda, jovem e totalmente diferente de tudo que a Lupo - tradicional fabricante de lingerie sem costura - já fez.
As peças da coleção Lupo Punkie (todas no tamanho Único) poderão ser encontradas, a partir de agosto, nas lojas especializadas em roupa íntima de todo o Brasil e nas lojas Lupo, presentes em todos os shoppings centers. Os preços das peças da Lupo Punkie variam de 30 à 40 reais. Mais informações pelo SAC da Lupo 08007078220.




Paulinho Vilhena é o novo garoto propaganda da Fatal Surf

Antes de estrear na telinha como um surfista na próxima novela das sete, ator mostra total descontração em ensaio fotográfico

O ator Paulinho Vilhena e a atriz Fernanda de Freitas são os novos garotos propaganda da Fatal Surf e Fatal Girls. A sessão de fotos para o catálogo primavera/verão 2009 foi realizada no Rio de Janeiro na manhã da última quinta-feira, dia 28/08.

O galã, que faz parte do elenco da próxima novela das sete, se identificou e adorou as peças da nova coleção que tem total relação com seu momento atual com as gravações da novela. Já Fernanda de Freitas que estrelará a próxima novela das seis, se sentiu totalmente à vontade com os looks Teen da nova coleção. A harmonia entre os dois foi fantástica, e temos certeza que isso refletirá não só na apresentação da marca como nas vendas, relata a Káthia Guimarães, gerente de produtos e estilista da Fatal.

Toda a equipe ficou encantada com a animação e disposição dos atores, que contagiou a todos que participaram desse trabalho e, segundo o fotógrafo Marcos Fontes, foi fundamental para o excelente resultado.

Serviço:
Fatal Surf
www.fatal.com.br
(11) 2695-8731

MÚSICA

O fim da banda Los Hermanos

DVD e CD registram a miniturnê de despedida da banda



Não há neste bom DVD póstumo que registra o último show do grupo Los Hermanos a beleza plástica e tampouco o apuro técnico observado no DVD anterior do grupo, Los Hermanos no Cine-Íris - 28 de Junho de 2004. Como não havia cenário e sequer uma luz mais especial na miniturnê de despedida feita pelo quarteto na Fundição Progresso (RJ), em junho de 2007, o registro deste show histórico, quase mítico, resulta propositalmente tosco - como já sugere a foto que ilustra a capa do CD (o primeiro ao vivo da banda) e do DVD. Ainda assim, o caráter documental justifica a gravação. Todo Carnaval tem seu fim e do Los Hermanos terminou na noite de 9 de junho de 2007. O DVD registra a devoção religiosa dos fãs ao quarteto. Sempre houve melancolia no rock de analogias carnavalescas entoado pelos Hermanos sem disfarçar a influência da MPB - em especial, do samba - no som do grupo. E os fãs devotados que foram se juntando em blocos no culto aos Hermanos mergulham de cabeça na folia, fazendo coro com os cantores Marcelo Camelo e Rodrigo Amarante em todos os 31 números deste DVD de imagens escuras. E vale lembrar que, no farto roteiro perpetuado no vídeo (o CD apresenta apenas 14 músicas), até Anna Júlia dá as caras, tendo seu refrão repetido somente pelos devotos. Quem também reaparece é Pierrot, que fecha o show. ***



EDUARDO LAGES - INESQUECÍVEL

Maestro comemora parceria com Roberto Carlos em segundo álbum com repertório exclusivo do cantor

A parceria musical do maestro Eduardo Lages e Roberto Carlos completa 30 anos. Em homenagem às histórias, às turnês, aos inúmeros álbuns gravados e espetáculos apresentados com o cantor, o pianista e arranjador lança Inesquecível. O CD é o segundo fechado exclusivamente com o repertório de Roberto Carlos e Erasmo Carlos, o primeiro foi Emoções, também lançado pela Som Livre em 2005. No novo álbum o maestro retoma as canções de Roberto, mas apresenta uma proposta musical diferente do primeiro trabalho solo, no qual seguiu mais à risca os formatos originais das canções do rei. Neste álbum, o maestro mais seguro e à vontade para experimentar novos arranjos. A maior ousadia talvez se justifique na escolha, em sua maioria, de músicas que originalmente foram gravadas antes de ele começar a trabalhar com o cantor, como Detalhes (Roberto Carlos / Erasmo Carlos), Por isso eu corro demais (Roberto Carlos) e Jovens tardes de domingo (Roberto Carlos / Erasmo Carlos).
A principal assinatura do disco de Eduardo Lages é a referência aos maestros e às orquestras. Na nova roupagem das canções o músico relembrou Glen Miller em O Calhambeque. Já em Vista a roupa, meu bem foi “o ritmo dançante de Ray Conif e sua orquestra” que o inspiraram. Do extenso elenco de sucesso das interpretações de Roberto, o músico escolheu aqueles que os fãs mais solicitaram e atendeu até a sugestões do próprio rei. Inesquecível é o quarto álbum de Eduardo Lages.

Perfil

Eduardo Lages foi diretor musical e artístico de programas da TV Globo, é maestro do cantor Roberto Carlos desde 1978, e autor de todos os arranjos dos shows e da maioria dos arranjos dos discos do cantor.

Niteroiense, mora no Rio há 35 anos e tem formação clássica e erudita. Começou a estudar piano clássico com quatro anos de idade e, aos 13, sofreu um pequeno acidente que atingiu o tendão da mão esquerda, prejudicando a movimentação de um dos dedos. Teve que interromper os estudos de música clássica e começou a se interessar pela música popular. Participou de diversos festivais e tocou ao lado de Ivan Lins, Gonzaguinha, Aldir Blanc, César Costa Filho e Lucinha Lins. O músico fez arranjos para Milton Nascimento, Cauby Peixoto, Zezé di Camargo e Luciano, Alcione, Gilberto Gil, Daniel, Daniela Mercury, Ângela Maria, Marcos vale, Rick e Renner, Chitãozinho e Xororó, Moacir Franco, Benito de Paula e para a Orquestra Sinfônica Brasileira.

Viajou o Brasil e o mundo com Roberto Carlos, consolidando uma carreira que também crescia na Rede Globo. Eduardo Lages considera os 18 anos na emissora a sua grande escola. Lá ele trabalhou em programas como Chacrinha, Fantástico e Globo de Ouro. O último, de paradas de sucessos, sempre contava com a presença de Roberto Carlos, que a partir de 1978 começou a fazer shows apenas com grande orquestra, quando surgiu a parceria musical com o maestro. A agitada agenda de shows com o rei o fez largar a TV para se dedicar apenas ao cantor. Apenas nos últimos três anos a correria diminuiu, possibilitando Eduardo dar início à carreira solo.



CLARA NUNES SEMPRE

Novo álbum seleciona discografia da cantora e relembra sucessos como Menino Deus e o Mar serenou

A guerreira Clara Nunes é relembrada na série Sempre da Som Livre. As 14 faixas do novo álbum trazem interpretações que a cantora mineira gravou na década de 70, quando mais esteve em evidência e lançou seus principais discos. Com exceção do forró Feira de Mangaio, de Sivuca e Glorinha Gadelha, quase todas as músicas do lançamento são sambas como Menino Deus (Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro), do disco Alvorecer, de 1974, e O mar serenou (Candeia), original do festejado LP Claridade de 1975.

Clara Nunes Sempre reúne as mais conhecidas composições de Paulo Cesar Pinheiro que a cantora interpretou. Além de Menino Deus, o novo álbum traz a faixa-título do LP Canto das três raças, de 1976, que Paulo compôs com Mauro Duarte - um dos grandes sucessos de Clara. As forças da natureza é outra canção de disco homônimo composta, no ano seguinte, pelo marido da cantora com João Nogueira. A pedido de Clara, Paulo compôs em 1980 (também com Mauro Duarte) a homenagem à escola da guerreira, Portela na Avenida, selecionada para o álbum.

A compilação traz interpretações dos sambistas que Clara mais gravou. Do portelense Candeia (O mar serenou) a Nelson Cavaquinho (Juízo final). Outro amante da Portela, Paulinho da viola foi responsável por outras composições que se tornaram conhecidas na voz de Clara, como as faixas Na linha do mar e Coração leviano, esta também do consagrado disco O canto das três raças. João Bosco assina com Aldir Blanc e Paulo Emílio a música título do último disco de Clara, lançado em 1982, Nação. Já Morena de Angola foi presente de Chico Buarque à cantora, espécie de embaixatriz do Brasil no país, e não deveria ficar de fora do álbum em sua homenagem.





A FAVORITA SERTANEJO

Álbum apresenta o melhor do gênero com artistas consagrados como Chitãozinho & Xororó e novas duplas do sertanejo universitário como Hugo Pena e Gabriel

Se as protagonistas da novela mais assistida do país formaram uma dupla sertaneja no passado, nada mais justo que o lançamento de álbum que oferece aos fãs um panorama atual do estilo no pais. O álbum A Favorita Sertanejo mescla cantores consagrados com nomes promissores do sertanejo universitário – música sertaneja com roupagem pop que vem conquistando cada vez mais espaço.



Espelho do segmento, as duplas sertanejas predominam no álbum. Parceiro de trajetórias consagradas como Chitãozinho e Xororó e Rio Negro e Solimões dividem o álbum com os novos nomes do cenário, como os representantes do sertanejo universitário César Menotti & Fabiano e Hugo Pena & Gabriel, e Victor & Leo.

Chitãozinho e Chororó entraram com duas faixas: Sinônimos (César Augusto / Claudio Noam / Paulo Sérgio), com a participação especial de Zé Ramalho, e a regravação Saudades de Matão (Jorge Gallati / Antenógenes Silva / Raul Torres). Elas fazem parte do projeto Grandes Clássicos Sertanejos Acústico II, lançado em CD e DVD no final de 2007. Rionegro & Solimões contribuem com a música Vida Louca (Rionegro / Jorge Moisés), e os goianos Bruno e Marrone participam com o clássico Cabecinha no Ombro, de Paulo Borges.

Paranaenses, Hugo Pena e Gabriel estão na trilha com o sucesso Mala Pronta (Hugo Pena / Flávio de Aquino / Silvio Rodrigues), tema dos personagens Lara (Mariana Ximenes) e Cassiano (Thiago Rodrigues). A faixa faz parte do novo CD e DVD, Hugo Pena & Gabriel - Ao Vivo, que reúne hits e músicas inéditas da dupla. César Menotti & Fabiano participam com Talvez (Pedro Paulo / Edson / Vinicius), do CD Palavras de Amor Ao Vivo - terceiro álbum mais vendido em 2007, e Victor e Leo – apontados como nova sensação do gênero – também marcam presença com a música Tem que ser você (Victor Chaves), do CD Victor e Leo Ao Vivo.

Entre os artistas solo de sucesso estão os cantores Daniel, Leonardo e Roberta Miranda, com músicas de trabalhos lançadas neste ano. Daniel participa com a música Difícil Não Falar De Amor (Rick), faixa-título do seu último CD. Leonardo está na trilha com a música Por Favor Reza Pra Nóis (Domiciano / Dhame Veloso / J Estevam), do álbum Coração bandido, e Roberta Miranda canta Meu Primeiro Amor (Lejania) (H Gimenez - Vs. Pinheirinho Jr / José Fortuna), do álbum Senhora Raiz.





Samba cheio de Bossa

Paula Morelenbaum reúne sambas do período pré-bossa nova em novo CD repleto de participações:
João Donato, Marcos Valle, Bajofondo, Jaques Morelenbaum, Leo Gandelman, Chico Pinheiro e Ryuich

Paula e bossa nova sempre foram farinha do mesmo saco, desde os tempos em que a menina Paulinha e futura Morelenbaum cantava ao lado de Tom Jobim – participando das gravações dos discos mais importantes do maestro (Passarim e Antônio Brasileiro entre eles) e correndo o mundo ao seu lado. Desde que Geraldo Pereira cantou a pedra para João Gilberto, ao compor Bolinha de papel, que quem entende de bossa também manja de samba, e vice-versa. Daí, do bim-bom ao telecoteco, neste manancial da MPB, é um pulo.

A grande cantora - que mais tarde o Quarteto Jobim Morelenbaum confirmou - mostrou a que veio um pouco antes, no comecinho da década de 80, ainda no grupo vocal Céu da Boca. Entre os discos do Céu, de Tom, do Quarteto, o primeiro CD solo Paula Morelenbaum (Camerati), os songbooks de amigos e as excursões cada vez mais bem sucedidas e para destinos cada dia mais longínquos (o Japão já virou quintal de casa), a carreira solo ganhou estofo com o trio intercontinental que ela forma com Ryuichi Sakamoto e Jaques Morelenbaum (Casa e A day in New York).

Do Berimbaum (2004), até este Telecoteco, Paula evoluiu como suas viagens. O novo CD, lançado pelo selo Mirante em parceira com a Universal Music, apresenta um desfile de grandes sambas brasileiros, como O samba e o tango, de Amado Régis (aqui, a participação especial é do grupo Bajofondo, que tem o compositor Gustavo Santaolalla na sua formação), Sei lá se tá (Alvaiade e Zé Maria), o arrumadíssimo Você não sabe amar (Caymmi, Carlos Guinle e Hugo Lima) e o intencionalmente desarrumado Luar e batucada (Tom Jobim e Newton Mendonça), pois é claro que Tom não poderia faltar. ****


Opiniões sobre o trabalho de Paula

“Paula Morelenbaum é uma cantora única. Tem uma voz doce e cativante com ritmo e afinação excelentes; qualidades de uma cantora verdadeiramente maravilhosa.” João Donato

“Paula Morelenbaum tem essa mistura brasileira de técnica, malícia, criatividade e sensualidade, num equilíbrio tal que fica bom demais ouvi-la cantando esse repertório muito bem escolhido para esse CD.” Marcos Valle

“Se a Bossa Nova é uma jóia eterna, Paula Morelenbaum traz para o foco agora o seu gênesis, seu “porque” e “como”. E é com charme absoluto e muita originalidade que ela nos revela este elucidativo repertório. Encantador é ouvir o Telecoteco de Paula e perceber o generoso sorriso em sua voz!” Jaques Morelenbaum






Compilação de Fito traz 15 'grandes canciones'




Aproveitando mais uma vinda de Fito Paez ao Brasil (o cantor e compositor argentino vai fazer show no Canecão, no Rio de Janeiro, em 11 de setembro de 2008, ao lado de cantores como Ana Cañas e Vanessa da Mata), a gravadora Sony BMG badala a edição da coletânea Grandes Canciones. O CD (à direita) reúne 15 gravações do compositor. A faixa La Rueda Mágica conta com a adesão de Charly García, outro roqueiro da Argentina. Eis a seleção do disco:1. Mariposa Tecknicolor2. Eso que Llevas Ahí3. Un Vestido y un Amor4. Tumbas de la Gloria5. Fue Amor6. Amor Despues del Amor7. Cuarto de al Lado8. Rodar mi Vida9. La Rueda Mágica10. Tema de Piluso11. Yo Vengo a Ofrecer mi Corazón12. Enloquecer13. Naturaleza Sangre14. Dar Es Dar15. 11 y 6




Buena Vista é traduzido para reedição brasileira

Gravado em Havana em seis dias em 1996 e lançado no ano seguinte, o CD Buena Vista Social Club da gravadora inglesa World Circuit rompeu todas as barreiras, conquistou o Grammy e transformou-se no maior sucesso da world music de todos os tempos. A marca de mais de oito milhões de cópias vendidas internacionalmente continua um recorde no gênero e resultou na inserção de Cuba no mapa da música mundial a partir dos anos 90.

A gravadora brasileira MCD, que firmou parceria com a World Circuit, relança no país o clássico Buena Vista Social Club, agora, pela primeira vez segundo a gravadora inglesa, em seu formato original com o encorpado libreto com 48 páginas traduzido em português. Um dos mais completos guitarristas da música popular internacional, o americano Ry Cooder foi o produtor e uma espécie de avalista desse lançamento no mercado mundial: “acho que me preparei a vida inteira para essa experiência. É o melhor disco com o qual já me envolvi”, disse o mais do que experiente músico, na época com 50 anos de idade.

Buena Vista Social Club, que também virou documentário de sucesso, foi ainda responsável pela descoberta mundial de grandes artistas veteranos da música cubana, como Ibrahim Ferrer, Compay Segundo, Rubén González, Eliades Ochoa e Omara Portuondo, que a partir daí gravaram discos solo que repercutiram em dezenas de países.

O título do disco faz referência um tradicional clube de música, dança e atividades sociais de Havana onde Compay, González, Ferrer, Manuel “Puntillita” Licea e Anga Díaz - se encontravam desde 1940.

Convidado por Nick Gold, da World Circuit, a visitar Cuba e “procurar música de qualidade nesta ilha isolada no tempo e espaço” devido à revolução socialista e ao embargo americano, Ry Cooder surpreendeu-se ao desembarcar e descobrir tantos talentos como estes andando pelas ruas de Havana. Cooder convidou seu filho Joachim e o produtor Juan de Marcos Gonzalez que rapidamente arregimentou estes talentos lapidados pelo tempo e numa semana em Março de 2006 nos estudios Egrem de Havana com equipamentos dos anos 60, gravaram este documento historico da música mundial.





Som Livre edita tributo a Bezerra em CD e DVD

Gravado ao vivo em 2005, em show na Fundição Progresso (RJ), o tributo que uniu nomes como Beth Carvalho em torno da obra de Bezerra da Silva (1927 - 2005) ganha edição em CD (capa à direita) e em DVD via gravadora Som Livre. Cabe ao filho do artista, Tuca da Silva, abrir o CD Tributo a Bezerra da Silva com Se Não Fosse o Samba, música que deu título ao álbum lançado pelo cantor em 1989. Na homenagem, Jards Macalé levanta Defunto Cagüete. B Negão encara Bicho Feroz. Já Elza Soares reabilita Candidato Caô Caô enquanto Pedro Luís e a Parede defendem Verdadeiro Canalha. Com Otto, Leci Brandão dá visibilidade a Vítimas da Sociedade. O disco também agrega Daúde (Transação de Malandro), Nação Zumbi (Coco do B, raridade do primeiro LP de Bezerra, O Rei do Côco, editado em 1975 pela Tapecar), Luiz Melodia (Maloca o Flagrante), Barão Vermelho (Malandragem Dá um Tempo) e Dicró (Minha Sogra Parece Sapatão).



DR SABE TUDO

Rodrigo Faour reuniu faixas da MPB dos anos 80 aos 2000 que fazem referência à infância

O jornalista e produtor Rodrigo Faour mergulhou no universo infantil da música popular brasileira e retornou à superfície com uma compilação de 16 faixas ora divertidas, ora ingênuas gravadas por nossos artistas. O álbum Dr Sabe Tudo soma às recentes produções de novos talentos como Jonas Sá - aqui na parceria com Rubinho Jacobina, que interpreta a música-título do lançamento - os memoráveis sucessos dos anos 80 como Lindo Balão Azul (Guilherme Arantes) gravada por Moraes Moreira, Baby Consuelo, Ricardo Graça Mello, Bebel e Aretha para a primeira trilha sonora do especial da TV Globo Pirlimpimpim.

O produtor utilizou diferentes critérios pra reunir no mesmo álbum faixas como Coisa da Família, que com letra simples e melodia gostosa do grupo Companhia Itinerante, recém-lançado pelo selo Som Livre Apresenta, é uma crônica leve dos “costumes familiares” pelo olhar de uma criança. Já a faixa Lodeando, de Marcelo D2, integra o repertório porque o rapper dividiu os vocais com o filho, tornando-a célebre no ano do seu lançamento, 2003. A canção Oito anos também já virou um clássico que a mãe Paula Toller compôs para Gabriel no primeiro CD solo.

De trilhas de projetos para a TV que reuniram um elenco de artistas de peso do pop nacional, como Pluct Plact Zum e Balão Mágico, Rodrigo Faour selecionou O Carimbador Maluco de Raul Seixas e Superfantástico, gravada pela turma do Balão Mágico e Djavan – as duas são gravações dos discos originais. As releituras contemporâneas da canção Hollywood pelos Los Hermanos e de Casa pelo Capital Inicial foram outras escolhas de Faour para mencionar as referências mais sofisticadas da produção musical destinada ao público infantil. A primeira é um clássico do musical Saltimbanco e A Casa é uma das composições de Vinicius de Moraes para crianças, original do projeto Arca de Noé.

Faixas
1) FICO ASSIM SEM VOCÊ (Cacá Moraes / Abdullah) Buchecha
2) LOADEANDO (Marcelo D2 / Marechal)) Marcelo D2
3) DR. SABE TUDO (Rubinho Jacobina / Jonas Sá) Rubinho Jacobina
4) OITO ANOS (Paula Toller / Dunga) Paula Toller
5)O CARIMBADOR MALUCO (Raul Seixas) Raul Seixas
6) TATIBITATI (Rita Lee / Roberto de Carvalho) Rita Lee
7) HOLLYWOOD / (Sergio Bardotti / L Bacalov / Chico Buarque) Los Hermanos
8) SUPERFANTÁSTICO ( Vs. Edgard B Poças / I Ballesteros / Difelisatti)
Balão Mágico e Djavan
9) LINDO BALÃO AZUL (Guilherme Arantes) Moraes Moreira, Baby Consuelo, Ricardo Graça Mello, Bebel Aretha
10) PIRUETAS (Sergio Bardotti / L Bacalov / Chico Buarque) Xuxa
Participação Especial: Renato Aragão
11) XIXI NAS ESTRELAS (Guilherme Arantes / Paulo Leminski) Guilherme Arantes
12) BICICLETA (Marcos Valle / Paulo Sérgio Valle) Marcos Valle
13) PIQUE ESCONDE NA INTERNET (Moacyr Luz / Luiz Carlos da Vila)
Pedro Miranda, Lucinha Lins com Coro Infantil Toca o Bonde Usina de Gente
14) SOU UMA CRIANÇA, NÃO ENTENDO NADA (Erasmo Carlos / Ghiaroni) Oswaldo Montenegro
15) A CASA (Vinicius de Moraes) Capital Inicial
16) COISA DE FAMÍLIA (Caio Figueiredo) Companhia Itinerante



Netinho retorna a praia do axé

Tudo novo! Prestes a comemorar 20 anos de carreira, Ernesto de Souza Andrade Júnior, o Netinho, acaba de lançar seu mais novo CD. Minha Praia, gravado no Outono de 2008 em Salvador e distribuído pela Som Livre, retrata a maturidade adquirida ao longo de quase 20 anos de carreira.
Com direção artística e produção do próprio Netinho, o projeto apresenta 15 faixas (13 inéditas e 02 regravações) recheadas de arranjos que valorizam ainda mais a estética musical do cantor, fazendo uma ponte entre o mais puro axé temperado com a sonoridade pop que é marca registrada do cantor desde o seu primeiro disco com a Banda Beijo. O resultado, aguardado com ansiedade pelo público e pelo próprio cantor, é um álbum maduro, que consolida a carreira do artista, como um dos melhores cantores da atualidade.
O CD Minha Praia tem repertório cuidadosamente selecionado que já emplacou dois hits, antes mesmo do lançamento, Na Capoeira e Impossível que bombardearam o playlist das rádios em todo o Brasil no último verão. As novas apostas para o sucesso desse projeto estão presentes nas faixas Beco sem saída, Paixão não tem cura, Na Brincadeira, Holiday, A força de nossa paixão e Naquela noite. A espontaneidade dançante aparece em Tá Bom?, Gabriela e Muito Bom. Além destes, estão presentes no álbum duas grandes surpresas inusitadas: a regravação Caça e Caçador, sucesso na voz de Fábio Jr, e em Comendo água, presente do vocalista do Aviões do Forró Alexandre.
A idéia de regravar Caça e caçador surgiu depois da aceitação do público, que vibrava ao ver Netinho cantá-la em ritmo baiano. E no mesmo caminho veio Comendo água, uma homenagem à fusão elétrica entre o forró e o axé.
O show foi criado para deixar a boa música tomar conta do corpo, fazer pular, cantar, emocionar e até amar. A nova turnê também leva o nome do 18º CD da carreira e percorrerá todo o Brasil, já a partir deste mês. ***




Mú revive colorido inicial em disco ao vivo solo

Na noite de 9 de abril de 2006, Mú Carvalho subiu ao palco da casa carioca Mistura Fina para fazer o primeiro registro de show de sua carreira solo. Já nas lojas pela gravadora Som Livre, o CD Mú Carvalho ao Vivo (foto) - quarto título da discografia solo do tecladista que fez parte da formação original do grupo A Cor do Som - passa em revista a trajetória do artista, mas com ênfase nos repertórios dos álbuns O Pianista do Cinema Mudo (2002) e Óleo sobre Tela (2005). Em 11 faixas, o músico mostra sua habilidade técnica ao se revezar entre o piano e vários tipos de teclados. E, como não podia deixar de ser, revive o colorido de sua obra inicial ao tocar três músicas lançadas pela Cor do Som - casos de Apanhei-te Minimoog (o título faz alusão a Apanhei-te Cavaquinho, de Ernesto Nazareth), Frutificar e Saudação à Paz. Nas duas últimas, Mú conta com a adesão de Armandinho (guitarra baiana) e de Dadi (baixo), velhos companheiros do grupo carioca que fazia música brasileira, nos anos 70, com atitude pop. ***



Nando Reis ganha compilação na série 'Perfil'

Na carona da boa execução de pop rock de Nando Reis, Sou Dela, na trilha sonora nacional da novela global A Favorita, a gravadora Som Livre elegeu o ex-titã para ser o próximo artista enfocado na série de coletâneas intitulada Perfil. A compilação do compositor de O Segundo Sol - nas lojas até o fim deste mês de agosto de 2008 - reúne 15 gravações da carreira solo de Nando. Eis a bela seleção, que obviamente inclui Sou Dela:

1. Marvin, 2. O Segundo Sol, 3. Onde Você Mora?, 4. Resposta, 5. Relicário, 6. Sou Dela, 7. E.C.T., 8. Luz dos Olhos, 9. All Star, 10. A Letra A, 11. Nos seus Olhos, 12. Dentro do Mesmo Time, 13. Tão Diferente, 14. N e 15. Espatódea. ***




Mistura que não deu certo

Latino se junta a Dudu, Calypso, Belo e Perlla

Junto e Misturado é o título do CD que une Latino a nomes de perfil popular como Banda Calypso (na música Propostas Indecentes), Dudu Nobre (Me Divirto com as Erradas), Belo (Altos e Baixos), a dupla Bruno & Marrone (Preciso Parar de Chorar), Perlla (em Selinho na Boca) e D'Black (Ponto Final), Buchecha (Caça-Fantasma) e Tânia Mara (Se Vira). Trata-se de artistas que, com exceção de Dudu Nobre (estranho nesse ninho popularesco), acenam para o mesmo público que o cantor de Festa no Apê, embora transitem por gêneros musicais distintos. Com cinco versões de músicas estrangeiras e oito temas autorais de Latino (compostos em sua maioria com Álvaro Socci, Andinho e Fabianno), o disco Junto e Misturado chega às lojas ainda neste mês de agosto de 2008 pela gravadora carioca Som Livre. A música de trabalho é Pancadão ou Sertanejo, que junta Latino à dupla André & Adriano. *




Cantora Rihanna vem ao Brasil em fevereiro

A cantora Rihanna, dos hits "Umbrella" e "Don't Stop the Music", deve se apresentar no Brasil em fevereiro de 2009, na filial do clube Pacha, que será inaugurada em Florianópolis.A informação é da assessoria da casa. O local está em construção na praia de Jurerê. A inauguração está prevista para novembro.Outra atração anunciada pelo clube é o cantor americano Jack Johnson, que deve tocar no mesmo local em 10 de janeiro.Ainda não foi definido o preço dos ingressos. Também não há previsão de quando começam as vendas para o show, tanto de Rihanna quanto de Johnson.A Pacha não sabe se eles vão se apresentar em outras cidades brasileiras.Rihanna nasceu em Saint Michael, província de Barbados, e já vendeu mais de 12 milhões de cópias de seus quatro discos.

NOVELAS

Novela das seis da Globo terá "Sex and The City" suburbano

As atrizes Maria Gladys, Débora Olivieri e Josie Antello


Próxima novela das seis da Globo, "Negócio da China" fará uma paródia de "Sex and The City". Na trama de Miguel Falabella, o quarteto de mulheres consumistas novaiorquinas dará lugar a um trio igualmente consumista, porém pobre, da periferia do Rio de Janeiro.
O "Sex and The City Suburbano", apelido dado pelo próprio Falabella, que não esconde a inspiração no badalado seriado da HBO, será formado por Josie Antello (Lausanne), Débora Olivieri (Aldira) e Maria Gladys (Lucivone).
"Elas gostam de coisas com monogramas e têm seu próprio mundo fashion, com grifes e estilistas próprios. O ícone delas é o estilista Toninho de Iguaçu, cujos produtos trazem monograma estampado. Estão, é claro, atrás de homem. Mas, devido à falta de opção e à carência do gênero, segundo Lucivone, tendo dente e emprego já "tá" bom", resume Falabella.
Josie será atendente de uma academia de kung fu, um dos principais cenários da história. Débora e Maria Gladys trabalharão como vendedoras de um armarinho.
Diferentemente do quarteto americano, o trio suburbano carioca revelará um gosto duvidoso na hora de escolher roupas e acessórios, comprando peças extravagantes. Mas elas acreditam que "abafam".
Aldira revelará um humor cortante, falando sempre o que pensa. Suas prioridades são arrumar namorado e freqüentar camelôs atrás de peças "chiquérrimas". Lucivone, também conhecida como Rainha, sonha com um príncipe encantado, mas só entra em roubada. Lausanne é a mais exagerada. Suas roupas, compradas no crediário, misturam cores fortes.




Despedida de Rakelli

Atores falam do sucesso da novela “Beleza Pura”


Rakelli (Ísis Valverde) e Robson (Marcelo Faria). Casamento no “Caldeirão do Huck” no último capítulo.

O clima de tristeza por conta do final das gravações de ‘Beleza Pura’, que termina sexta-feira, contagiou todo o elenco. Isis Valverde reluta em se despedir de Rakelli, enquanto Bruno Mazzeo se divide entre o sentimento de dever cumprido e a sensação de nunca mais ‘encontrar’ José Henrique. “É muito esquisito. Foram nove meses de um convívio quase diário. E de um dia para o outro acaba, como o fim de um casamento”, escreve Mazzeo em seu blog.
Questionada sobre o que fica após o trabalho em que roubou a cena e fez de seu figurino mania nacional, Isis brinca: “Ai, não fala assim que eu choro! Ficam a saudade, um aprendizado muito grande...”.
Nem mesmo a autora da novela, Andréa Maltarolli, sabe justificar a ‘bombação’ de Rakelli. “Não tem explicação. Foi um feliz casamento de uma atriz carismática com um papel que deu certo”, afirma Andréa, responsável por criar o ‘choro sirene’ característico da personagem. Isis, que só tem a agradecer, reconhece: “Com a Rakelli a minha carreira de atriz em televisão foi valorizada da melhor maneira possível”.
Outro acerto que teve aprovação popular foi a relação inusitada de Helena/Mateus (Mônica Martelli) e Renato Reis (Humberto Martins). Até a própria autora se surpreendeu e optou pelo romance entre os dois, não previsto na sinopse.
Assim como Bruno Mazzeo, Maria Clara Gueiros também participou de sua primeira novela e confessa que está com o coração apertado para se despedir de Suzy. “Gravei minhas últimas cenas no estúdio e está todo mundo muito tristinho”, entrega ela, que viaja sábado, dia 13, a Nova Iorque para descansar.
O destino da vilã Norma (Carolina Ferraz) será mostrado em três partes. No final, a armadora acabará presa. “O público pode esperar duas surpresas”, adianta Andréa Maltarolli, em tom misterioso. Apesar de ter prejudicado Guilherme inúmeras vezes, a autora descarta a possibilidade de o engenheiro fazer o mal: “Ele é do bem. Não vai fazer justiça com as próprias mãos”. Após ser envenenado por Norma e salvo por Sônia, Tomás (Werner Schünemann)vai se vingar da vilã. Ele ainda fará as pazes e perdoará as dívidas de Sônia.
Rakelli, com vestido de noiva arrasador, e Róbson (Marcelo Faria) se casam no palco do ‘Caldeirão do Huck’. Joana (Regiane Alves) e Guilherme (Édson Celulari) também sobem ao altar.
A corrida atrás dos diamantes continua até as últimas cenas. Além de Mateus (Rodrigo Veronese) e Olavo (Reginaldo Faria), estão no páreo para conseguir a fortuna Sônia (Christiane Torloni), Alex (Guilherme Fontes) e Felipe (Gustavo Leão). O futuro de José Henrique (Bruno Mazzeo) e Sheila (Carol Castro) também faz parte dos mistérios da trama




Três irmãs e muitos surfistas

Próxima novela das 19h é uma comédia romântica e conta a história de três lindas mulheres - estréia no dia 15 de setembro

Claudia Abreu, Giovanna Antonelli e Carolina Dieckmann foram o centro das atenções na entrevista coletiva de apresentação de ‘Três Irmãs’, próxima novela das 19h da TV Globo que estréia no dia 15 de setembro.


“Estou muito feliz com a equipe e o elenco reunidos hoje aqui. Acho que já temos um produto de muito sucesso nas mãos”, elogiou Dennis Carvalho, diretor da trama. “Há anos sonhava em fazer essa novela de surfe, com muito humor e uma pitada de sobrenatural”, vibrava o autor Antonio Calmon.


‘Três Irmãs’ é uma comédia romântica, que conta a história de três lindas mulheres – Dora (Claudia Abreu), Alma (Giovanna Antonelli) e Suzana (Carolina Dieckmann) – e suas trajetórias em busca da felicidade. A trama se desenrola na fictícia Caramirim, um balneário de surfistas e pescadores, famoso pela belíssima Praia Azul.

A vida das irmãs é modificada com a chegada de três belos surfistas à Praia Azul: Bento (Marcos Palmeira), que se muda para Caramirim com seus dois filhos para aplacar a perda da mulher; Gregg (Rodrigo Hilbert), que retorna à cidade quando descobre que Alma, por quem sempre fora apaixonado, também voltou; e Eros (Paulo Vilhena), que chega ao balneário em busca de Sandro (Marcello Novaes), o pai que nunca conheceu.


O cotidiano de Caramirim também vai ser movimentado pela chegada da misteriosa Waldete (Regina Duarte), uma visitante com uma percepção fora do comum para as preocupações e os problemas da maioria das pessoas.




"A Favorita": Flora seqüestra Halley

Incesto? O garanhão Halley pode ser filho de Donatela e Marcelo

Em ‘A Favorita’, dia 13, o público ficará sabendo que Halley (Cauã Reymond) pode ser o filho seqüestrado de Donatela (Claudia Raia) com Marcelo (Flávio Tolezani). O capítulo mostrará o seqüestro do garoto e que por isso Cilene (Elizângela) mudou seu depoimento acusando Donatela pelo assassinato. Tudo porque, nesse dia, Silveirinha fica sabendo que Lara (Mariana Ximenes) começa a namorar Halley.

Mais adiante na trama, Halley e Lara pensarão ter cometido incesto, mas especula-se que ela não seja filha de Marcelo. Flora (Patrícia Pillar) e Silveirinha (Ary Fontoura) falam sobre o namoro de Lara. O mordomo acha que Cilene vai botar a boca no trombone ao saber do romance.

Flora (Patrícia Pillar) seqüestra Halley (Cauã Reymond) para que Cilene (Elizângela) não conte aos Fontini o motivo pelo qual mudou o depoimento acusando Donatela (Claudia Raia).

A cena
Na casa de Irene (Glória Menezes) e Gonçalo (Mauro Mendonça), o garçom serve aperitivos. Flora, ao lado de Cilene é a última a pegar o suco. O clima é tenso. Gonçalo (olha no relógio): O Halley está demorando, não é, Cilene? Lara: Que será que está acontecendo, Cilene? É a segunda vez que eu ligo pro Halley, o telefone toca e ninguém atende. Pedro: Cilene, desculpe se estou sendo inconveniente, mas não resisto, sempre tive curiosidade. O que foi que fez você mudar o seu depoimento na polícia, inocentando a Flora e incriminando a Donatela? Você pode nos dizer? A pergunta de Pedro (Genésio de Barros) cai feito chumbo. Gonçalo, Lara, Irene, Flora: O que é isso, Pedro? Vô! Que pergunta fora de hora é essa! Pedro, não estou entendendo! Cilene é nossa convidada, papai

Cilene (vendo que chegou a hora): Não. Não tem importância. Não me incomodo que ele pergunte. Foi bom o senhor perguntar, porque assim me dá a chance de dizer, em alto e bom som, que mudei meu...Nisso, Flora derruba ‘sem querer’ o suco na roupa de Cilene. Flora: Meu Deus do céu! Que desastrada que eu sou! Desculpe, Cilene! Mil perdões! Gente, não sei o que dizer. Cilene (fervendo por dentro): Não faz mal, isso acontece, Flora... Flora sussurra ao ouvido da outra enquanto limpa a roupa dela: Seu filho foi seqüestrado. Abre a boca que o Halley morre.




Record e Televisa fecham acordo para produção de novelas

Versão nacional: "Rebelde" e "Bete, a feia" serão regravadas com atores brasileiros


A Rede Record e a mexicana Televisa fecharam um contrato para a co-produção de novelas por um período de cinco anos. A Record será responsável pela adaptação e produção de obras originais sob as quais a Televisa possui direitos para o Brasil, como "Betty, a Feia" e "Rebelde".

As novelas devem contar com a participação de atores, atrizes e diretores brasileiros que utilizarão a infra-estrutura de produção do Recnov-RJ, local onde a emissora grava suas novelas. O custo de produção das novelas será pago pela Televisa e toda a receita oriunda da comercialização de publicidade, merchandising, licenciamento de produtos, vendas internacionais/nacionais da obra visual e da adaptação feita pela Record será dividida entre as partes. A previsão é que a nova produção seja exibida na faixa das 19h.

Em junho, o executivo Carlos Sandoval, da Televisa, confirmou que negociava com a Record, em vez do parceiro habitual de tantos anos, o SBT. Na época, o rumor era de que as conversas estavam emperradas porque a Record só assinaria o contrato se pudesse fazer as novelas, aqui, com equipe brasileira e nos moldes de seus produtos.


Emissora da Igreja Universal vai adaptar contos de Machado e Guimarães Rosa

A Record vai investir no filão de adaptações para a TV de obras de grandes autores da literatura nacional -algo que a Globo, que tenta imitar, já faz. A emissora exibirá no final do ano um especial com dois contos, um de Machado de Assis (1839-1908) e outro de João Guimarães Rosa (1908-1967). O primeiro servirá para lembrar os cem anos da morte do autor carioca; o segundo, para comemorar os cem anos do nascimento do escritor mineiro. O especial se chamará "200 Anos de História". De Machado, a Record encenará "Os Óculos de Pedro Antão", em que um rapaz visita pela primeira vez o misterioso casarão que herdou de um tio. De Guimarães Rosa, será adaptado "A Hora e Vez de Augusto Matraga", sobre um fazendeiro que, dado como morto, perde a mulher e a filha e duela com um jagunço, "uma mistura de epopéia e faroeste passada no sertão de Minas", na definição do roteirista Sérgio Augusto de Andrade, diretor-geral do projeto da Record ao lado de José Amâncio (mais conhecido por comandar o reality show "O Aprendiz").