O secretário da Cultura, Francisco Pinheiro, vai apresentar o projeto ao governador Cid Gomes, e, posteriormente, com a aprovação do Executivo, será iniciado o processo de licitação,.
Em relação ao aproveitamento dos alunos da Escola Artes e Ofícios nas obras de restauro, a presidente do Instituto de Arte e Cultura do Ceará, IACC, Izabel Fernandes, a Escola de Artes e Ofícios tem formado regulamente profissionais na área de restauro. “Já temos experiências gratificantes, como é o caso da restauração do Sobrado Dr. José Lourenço, que contou com a participação de nossos alunos", disse.
Ao final da reunião foi concedida aos conselheiros uma vaga para um curso de Pós-Graduação em Gestão Cultural, da Fundação Joaquim Nabuco- FUNDAJ, de Recife- PE. O curso terá nove módulos, sendo cada um em uma cidade no Nordeste.
Na reunião estavam presentes representantes dos diversos setores culturais da sociedade, o secretário da Cultura do Estado do Ceará e presidente do Conselho, Professor Pinheiro e a secretária adjunta, Maninha Morais.
POLÍTICA CULTURAL
Secult na Praça do Ferreira revitaliza o corredor cultural do Centro de Fortaleza
A secretária da Cultura do Estado do Ceará já está ocupando as dependências do prédio do Cine São Luiz, na Praça do Ferreira. Desde o início da semana, a Secult está sendo transferida do Centro Administrativo do Cambeba para a nova sede, que recebeu um investimento de R$ 4,5 milhões do Governo do Estado, com obras de recuperação do prédio e adaptação para atender necessidades técnicas, de acessibilidade e segurança, esta última inclui a construção de um anexo para a colocação de uma escada de emergência e um elevador adaptado.
De acordo com o secretário da Cultura, Francisco Pinheiro, com a chegada no centro de Fortaleza, a Secult pretende estreitar sua relação com o esquipamentos culturais, classe artística e população. "Estamos instalados o coração da cidade, nesta Praça que é patrimônio de todo o fortalezense e isso, sem dúvida, vai contribuir para o fortalecimento do projeto de revitalização do corredor cultural do centro da cidade", destou.
Marco construtivo na paisagem urbana de Fortaleza, o Cine Theatro São Luiz, é um equipamento cultural de grande importância para a história da cidade, que conecta cultura, patrimônio artístico-cultural e identidade. Tombado pelo Governo do Estado do Ceará, por meio do Decreto de nº 21.309, de 13 de março de 1991, e sob a tutela da Secretaria da Cultura, na Coordenadoria de Patrimônio Histórico e Cultural COPAHC, o Cine São Luiz, destaca-se pela exuberância da arquitetura e por salvaguardar os elementos simbólicos de uma época de pionerismo do audivisual no Brasil e em especial, em Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro, onde a empresa teve uma forte atuação em décadas passadas.
Os contatos com a secretaria, durante este período de transição, deverão ser feitos pelo email secult@secult.ce.gov.br, ou por meio dos telefones institucionais dos coordenadores:
Secretária de Gabinete 88969000
Assessoria de Gabinete 88788383
Coordenação de Livro e Leitura 8878 8992
Coordenação de Ação Cultural 8878 8997
Ascom (Imprensa) 8878 8805
Siec (Editais) 88788996
A secretária da Cultura do Estado do Ceará já está ocupando as dependências do prédio do Cine São Luiz, na Praça do Ferreira. Desde o início da semana, a Secult está sendo transferida do Centro Administrativo do Cambeba para a nova sede, que recebeu um investimento de R$ 4,5 milhões do Governo do Estado, com obras de recuperação do prédio e adaptação para atender necessidades técnicas, de acessibilidade e segurança, esta última inclui a construção de um anexo para a colocação de uma escada de emergência e um elevador adaptado.De acordo com o secretário da Cultura, Francisco Pinheiro, com a chegada no centro de Fortaleza, a Secult pretende estreitar sua relação com o esquipamentos culturais, classe artística e população. "Estamos instalados o coração da cidade, nesta Praça que é patrimônio de todo o fortalezense e isso, sem dúvida, vai contribuir para o fortalecimento do projeto de revitalização do corredor cultural do centro da cidade", destou.
Marco construtivo na paisagem urbana de Fortaleza, o Cine Theatro São Luiz, é um equipamento cultural de grande importância para a história da cidade, que conecta cultura, patrimônio artístico-cultural e identidade. Tombado pelo Governo do Estado do Ceará, por meio do Decreto de nº 21.309, de 13 de março de 1991, e sob a tutela da Secretaria da Cultura, na Coordenadoria de Patrimônio Histórico e Cultural COPAHC, o Cine São Luiz, destaca-se pela exuberância da arquitetura e por salvaguardar os elementos simbólicos de uma época de pionerismo do audivisual no Brasil e em especial, em Fortaleza, Recife e Rio de Janeiro, onde a empresa teve uma forte atuação em décadas passadas.
Os contatos com a secretaria, durante este período de transição, deverão ser feitos pelo email secult@secult.ce.gov.br, ou por meio dos telefones institucionais dos coordenadores:
Secretária de Gabinete 88969000
Assessoria de Gabinete 88788383
Coordenação de Livro e Leitura 8878 8992
Coordenação de Ação Cultural 8878 8997
Ascom (Imprensa) 8878 8805
Siec (Editais) 88788996
EXPOSIÇÕES
“Trilhos” revive a Fortaleza da época dos bondes
Os tempos dos bondes e seus usuários, de uma Fortaleza romântica e pacata ressurgem por meio do resgate de um registro precioso que o tempo não destruiu. A exposição “Trilhos” apresenta, a partir da próxima quinta (1), uma viagem ao passado e uma comparação com o presente em 32 fotografias que retratam a história do progresso que a chegada dos bondes trouxe para a capital cearense. A mostra, que conta com imagens do acervo da Federação dos Transportes – Cepimar e do fotógrafo Benedito Rolim, fica aberta à visitação pública gratuita até o dia 30 de maio no Centro Cultural Bom Jardim, numa realização da Federação dos Transportes – Cepimar.
A exposição traz imagens de diversas áreas de Fortaleza onde os bondes trafegavam, entre 1888 e 1947, e que compunham a paisagem urbana, juntamente com os casarios e prédios comerciais. Ao lado da imagem antiga, uma foto atualizada, tirada no mesmo ângulo e mostrando como está o espaço atualmente. Hoje, pouco mais de seis décadas depois, quase nada restou daquele período e as marcas se perderam numa realidade de asfalto e trânsito por conta da presença dos automóveis e ônibus.
Imagens históricas da Avenida Bezerra de Menezes, das principais ruas do Centro da cidade, da Avenida Santos Dumont, da Avenida da Universidade e de praças como do Ferreira e Castro Carreira atestam a importância do transporte ferroviário para o desenvolvimento da cidade. Uma época em que as idas e vindas dos fortalezenses se davam graças aos bondes, inicialmente puxados à tração animal e, depois, movidos à energia elétrica.
SERVIÇO
• Exposição “Trilhos”
Fotografias da Fortaleza da época dos bondes
Local: Centro Cultural Bom Jardim (Rua 3 corações, 400 – Bom Jardim)
Período: 01/03/12 a 30/05/12
Horário de funcionamento: Terça à domingo - 9h00 às 20h00.
Telefone para contato: (85) 3497.5981
Visitação Gratuita
Os tempos dos bondes e seus usuários, de uma Fortaleza romântica e pacata ressurgem por meio do resgate de um registro precioso que o tempo não destruiu. A exposição “Trilhos” apresenta, a partir da próxima quinta (1), uma viagem ao passado e uma comparação com o presente em 32 fotografias que retratam a história do progresso que a chegada dos bondes trouxe para a capital cearense. A mostra, que conta com imagens do acervo da Federação dos Transportes – Cepimar e do fotógrafo Benedito Rolim, fica aberta à visitação pública gratuita até o dia 30 de maio no Centro Cultural Bom Jardim, numa realização da Federação dos Transportes – Cepimar.
A exposição traz imagens de diversas áreas de Fortaleza onde os bondes trafegavam, entre 1888 e 1947, e que compunham a paisagem urbana, juntamente com os casarios e prédios comerciais. Ao lado da imagem antiga, uma foto atualizada, tirada no mesmo ângulo e mostrando como está o espaço atualmente. Hoje, pouco mais de seis décadas depois, quase nada restou daquele período e as marcas se perderam numa realidade de asfalto e trânsito por conta da presença dos automóveis e ônibus.
Imagens históricas da Avenida Bezerra de Menezes, das principais ruas do Centro da cidade, da Avenida Santos Dumont, da Avenida da Universidade e de praças como do Ferreira e Castro Carreira atestam a importância do transporte ferroviário para o desenvolvimento da cidade. Uma época em que as idas e vindas dos fortalezenses se davam graças aos bondes, inicialmente puxados à tração animal e, depois, movidos à energia elétrica.SERVIÇO
• Exposição “Trilhos”
Fotografias da Fortaleza da época dos bondes
Local: Centro Cultural Bom Jardim (Rua 3 corações, 400 – Bom Jardim)
Período: 01/03/12 a 30/05/12
Horário de funcionamento: Terça à domingo - 9h00 às 20h00.
Telefone para contato: (85) 3497.5981
Visitação Gratuita
LITERATURA
Fundação Ana Lima resgata história e memórias do Ceará
A Fundação Ana Lima, braço social do Hapvida, lança hoje e amanhã três obras de dois autores cearenses e uma acreana. A iniciativa visa promover a cultura e a história do Norte e Nordeste, em diferentes aspectos contidos no texto de cada autor.
Juntas, as obras percorrem desde documentos oficiais da história colonial cearense até cartas e lembranças de uma vida que começou no Acre, em 1921, e veio parar em Fortaleza. Além disso, relatos antigos e atuais remontam a trajetória de um homem que deixou de ser padre no Ceará para fundar uma escola no Maranhão.
Os livros “Reminiscências”, de Layr S. Maia da Fontoura; e “Peleja Sagrada entre dois gigantes da Fé”, de Antonio Thomaz Neto, serão lançados hoje, terça-feira, às 19 horas, no Espaço Mix do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Já o livro “Documentos para a História Colonial, especialmente a indígena no Ceará”, de Francisco José Pinheiro, será lançado no dia 7 de março (quarta-feira), às 19 horas, nos Jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC).
“Reminiscências” é uma coletânea de cartas e recordações. A obra traz relatos de fatos bem vividos de Dona Layr S. Maia da Fontoura desde sua infância, em Xapuri, no Acre, até os dias atuais. “Meu objetivo é deixar o registro de minha vida para meus netos e bisnetos. Quero que testemunhem uma vida marcada pela fé em Deus e a força que essa fé proporciona a uma família”, diz a autora.
“Peleja Sagrada entre dois gigantes da Fé” é a história de uma vida cheia de mistérios familiares do Padre José de Arimathéa Cysne que, após deixar de seguir a carreira eclesiástica, foi professor e depois advogado. Nesta obra, Antônio Thomaz Neto relata a trajetória vivida pelo Padre José de Arimathéa, seu tio-bisavô, dando ênfase à disputa travada com o reverendo Jerônimo Gueiros. Na época do debate, em 1902, Arimathéa era Seminarista, em Fortaleza, no Ceará. Com a declaração de apostasia, em 1914, José de Arimathéa partiu para o Maranhão, lá fundou o Colégio Cysne, que funcionou até a década de 1930. “Desde pequeno, em Acaraú Mirim, quando se falava sobre a iniciativa do padre de deixar a batina, me diziam que isso não era conversa para menino. Fiquei intrigado, achava que tinha a ver com mulher, ou coisa parecida. Então decidi colocar essa história a limpo, já que o padre José de Arimathéa foi um grande injustiçado pela família, amigos, beatos e o povo cearense”, declara Antônio Thomaz Neto.
“Documentos para a História Colonial, especialmente a indígena no Ceará”, como o próprio nome diz, Documentos para a história Colonial, especialmente a indígena no Ceará (1690-1825), do historiador cearense Francisco José Pinheiro, trata da compilação de documentos sobre a história dos povos nativos do Ceará, entre os anos de 1690 e 1825. São sete capítulos nos quais o autor apresenta sinteticamente os registros de documentos do Conselho Ultramarino e do Arquivo Público do Estado do Ceará. O objetivo é reconstituir o processo em que foram produzidos, permitindo ao pesquisador acompanhar toda a trama que envolveu o documento na época em que foi gerado, principalmente no que diz respeito aos interesses territoriais da Colônia e as determinações da Metrópole.
Serviço:
Lançamento dos livros:
REMINISCÊNCIAS de Layr S. Maia da Fontoura; e PELEJA SAGRADA ENTRE DOIS GIGANTES DA FÉ de Antonio Thomaz Neto
Dia: 06 de março de 2012 (terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Espaço Mix do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA COLONIAL, ESPECIALMENTE A INDÍGENA NO CEARÁ (1690-1825) de Francisco José Pinheiro
Dia: 07 de março de 2012 (quarta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Jardins da Reitoria da UFC
A Fundação Ana Lima, braço social do Hapvida, lança hoje e amanhã três obras de dois autores cearenses e uma acreana. A iniciativa visa promover a cultura e a história do Norte e Nordeste, em diferentes aspectos contidos no texto de cada autor.
Juntas, as obras percorrem desde documentos oficiais da história colonial cearense até cartas e lembranças de uma vida que começou no Acre, em 1921, e veio parar em Fortaleza. Além disso, relatos antigos e atuais remontam a trajetória de um homem que deixou de ser padre no Ceará para fundar uma escola no Maranhão.
Os livros “Reminiscências”, de Layr S. Maia da Fontoura; e “Peleja Sagrada entre dois gigantes da Fé”, de Antonio Thomaz Neto, serão lançados hoje, terça-feira, às 19 horas, no Espaço Mix do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura. Já o livro “Documentos para a História Colonial, especialmente a indígena no Ceará”, de Francisco José Pinheiro, será lançado no dia 7 de março (quarta-feira), às 19 horas, nos Jardins da Reitoria da Universidade Federal do Ceará (UFC).
“Reminiscências” é uma coletânea de cartas e recordações. A obra traz relatos de fatos bem vividos de Dona Layr S. Maia da Fontoura desde sua infância, em Xapuri, no Acre, até os dias atuais. “Meu objetivo é deixar o registro de minha vida para meus netos e bisnetos. Quero que testemunhem uma vida marcada pela fé em Deus e a força que essa fé proporciona a uma família”, diz a autora.
“Peleja Sagrada entre dois gigantes da Fé” é a história de uma vida cheia de mistérios familiares do Padre José de Arimathéa Cysne que, após deixar de seguir a carreira eclesiástica, foi professor e depois advogado. Nesta obra, Antônio Thomaz Neto relata a trajetória vivida pelo Padre José de Arimathéa, seu tio-bisavô, dando ênfase à disputa travada com o reverendo Jerônimo Gueiros. Na época do debate, em 1902, Arimathéa era Seminarista, em Fortaleza, no Ceará. Com a declaração de apostasia, em 1914, José de Arimathéa partiu para o Maranhão, lá fundou o Colégio Cysne, que funcionou até a década de 1930. “Desde pequeno, em Acaraú Mirim, quando se falava sobre a iniciativa do padre de deixar a batina, me diziam que isso não era conversa para menino. Fiquei intrigado, achava que tinha a ver com mulher, ou coisa parecida. Então decidi colocar essa história a limpo, já que o padre José de Arimathéa foi um grande injustiçado pela família, amigos, beatos e o povo cearense”, declara Antônio Thomaz Neto.
“Documentos para a História Colonial, especialmente a indígena no Ceará”, como o próprio nome diz, Documentos para a história Colonial, especialmente a indígena no Ceará (1690-1825), do historiador cearense Francisco José Pinheiro, trata da compilação de documentos sobre a história dos povos nativos do Ceará, entre os anos de 1690 e 1825. São sete capítulos nos quais o autor apresenta sinteticamente os registros de documentos do Conselho Ultramarino e do Arquivo Público do Estado do Ceará. O objetivo é reconstituir o processo em que foram produzidos, permitindo ao pesquisador acompanhar toda a trama que envolveu o documento na época em que foi gerado, principalmente no que diz respeito aos interesses territoriais da Colônia e as determinações da Metrópole.
Serviço:
Lançamento dos livros:
REMINISCÊNCIAS de Layr S. Maia da Fontoura; e PELEJA SAGRADA ENTRE DOIS GIGANTES DA FÉ de Antonio Thomaz Neto
Dia: 06 de março de 2012 (terça-feira)
Horário: 19 horas
Local: Espaço Mix do Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura
DOCUMENTOS PARA A HISTÓRIA COLONIAL, ESPECIALMENTE A INDÍGENA NO CEARÁ (1690-1825) de Francisco José Pinheiro
Dia: 07 de março de 2012 (quarta-feira)
Horário: 19 horas
Local: Jardins da Reitoria da UFC